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	<title>webcurtas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/webcurtas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "webcurtas"</description>
	<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 08:26:29 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Hey Jerry! A capital do Brasil não é Lisboa!]]></title>
<link>http://clicologoexisto.wordpress.com/?p=374</link>
<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 13:20:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Madu</dc:creator>
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<description><![CDATA[O eclipse passou, e com ele a ação de Marketing —ah, esse povo da mercadologia! Mas parece que o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O eclipse passou, e com ele a ação de Marketing —ah, esse povo da mercadologia! Mas parece que o Sol brilhou forte, e já começa a mostrar algumas coisas obscuras... como, por exemplo, o uso da língua na <a href="http://br.yahoo.com">home do Yahoo!</a> nesta ensolarada manhã de domingo, primeiro dia após o lançamento da nova página. Observe o uso do português (literalmente):</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-375" src="http://clicologoexisto.wordpress.com/files/2008/08/yahoo_posts.jpg" alt="" width="450" height="325" /></p>
<p>Hey Jerry! Aqui no Brasil a gente não fala "ficheiro"... a gente fala arquivo! Tudo bem, valeu a intenção e você <a href="http://br.video.yahoo.com/watch/3279136/9235237">até falou bonitinho o slogan</a> que os mercadológicos inventaram. Legal, o pessoal da "panelosfera" achou um blog em português de Portugal que pode entrar para o clube, tem conteúdo relevante etc. Super legal, vamos integrar culturas, bla bla bla. Mas respeite-se o usuário brasileiro, ao menos, não? Se no interior do texto está "ficheiro", o que impede de grafar-se em português do Brasil na chamada?</p>
<p>Pois é. Quando a festa acaba, o volume da música diminui, as luzes se acendem e a embriaguez passa. Pena que, nessa hora, o pessoal do Marketing já foi embora.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E o spam chegou ao Twitter]]></title>
<link>http://clicologoexisto.wordpress.com/?p=347</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 14:49:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Madu</dc:creator>
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<description><![CDATA[O assunto certamente não é velho —o spam é uma maldição que há anos assola a Web. Super tiro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O assunto certamente não é velho —<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u11287.shtml">o spam é uma maldição que há anos assola a Web</a>. Super tiro no escuro; é o resquício da era do panfletinho entregue no correio de casa, sem direcionamento algum, marketing da burrice, em uma era de personalização e capacidade de entregar às pessoas o que elas realmente querem (e podem).</p>
<p>E agora, com o boom do Twitter como plataforma de rede social e microblogging, como o spam poderia ficar de fora! Ha —ele chegou. Um deles, em minha caixa postal, tentava-me ao dizer que a <a href="http://twitter.com/helen232">helen232</a> estava me seguindo no Twitter. "U-hu", você pode pensar. "Será que é gatinha?" Então clica e cai num site norte-americano que tenta vender para você a conversão de seu carro a água. Ha!</p>
<p>De um lado, a estupidez sem foco. De outro, a possibilidade de segmentação extrema, que chega até a perda da privacidade. Pelo menos no Twitter é possível ignorar convites de quem você não conhece. Mesmo assim, é um alerta chato, que me tirou a concentração —mas pelo menos rendeu um post no blog. E o limão vira limonada.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Já pensou hoje em como você indexa seus dados?]]></title>
<link>http://clicologoexisto.wordpress.com/?p=345</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 15:51:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Madu</dc:creator>
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<description><![CDATA[Eis mais um vídeo do professor Wesch, do Kansas, que ajuda a pensar a respeito de Web e arquitetura]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eis mais um vídeo do professor Wesch, do Kansas, que ajuda a pensar a respeito de Web e arquitetura da informação...</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/-4CV05HyAbM'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/-4CV05HyAbM&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por favor, pensem no internauta de vez em quando]]></title>
<link>http://clicologoexisto.wordpress.com/?p=336</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 22:21:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniela</dc:creator>
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<description><![CDATA[A TV Cultura está, em parte, de parabéns: os vídeos de algumas matérias do programa Entrelinhas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A TV Cultura está, em parte, de parabéns: os vídeos de algumas matérias do programa <a title="Entrelinhas" href="http://www.tvcultura.com.br/entrelinhas/index.asp" target="_blank">Entrelinhas</a> podem ser vistos na web, acabei de ver a parte 2 (hum...não achei a parte 1, que deveria vir antes, certo? Não está no arquivo de vídeos) da reportagem sobre os 25 anos do suicídio da poeta Ana Cristina Cesar (recomendo o livro "A teus pés", único editado em vida). Pois tudo muito bem, tudo muito bom, mas cadê o player do vídeo? E se eu quiser carregá-lo inteiro (como quase TODOS os usuários de web fazem) antes de ver um vídeo entrecortado, no qual as pessoas ficam com caras estranhas quando a imagem é subitamente congelada? Eles levam "on demand" muito a sério. Tão "on demand" que a gente nem consegue controlar...será que usabilidade ainda é algo tão, mas tão difícil assim?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[#Hashtags e colaborativo baiano]]></title>
<link>http://clicologoexisto.wordpress.com/?p=330</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 12:11:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniela</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Estou aqui procurando entender, literalmente, do inglês, as tais &#8220;hashtags&#8221; do Twitter]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li>Estou aqui procurando entender, literalmente, do inglês, as tais "hashtags" do Twitter. Cheguei à conclusão de que a melhor tradução seriam "tags de conversação", "etiquetas de discussão". Será?</li>
<li>E outro lançamento que está <em>causando</em>, principalmente pela "ferramenta" de LEAD (atenção jornalistas de plantão, é o jargão literamente na boca do povo!): o colaborativo baiano <a href="http://www.bocadopovo.com.br/" target="_blank">Boca do Povo</a>. Vi primeiro no <a href="http://gjol.blogspot.com/2008/05/bahia-ganha-site-de-jornalismo-cidado.html" target="_blank">Gjol</a>, e <a href="http://anabrambilla.com/blog/" target="_blank">Ana Brambilla</a> faz hoje considerações sobre a ferramenta.</li>
<li><a href="http://herdeirodocaos.wordpress.com" target="_blank">Herdeiro do Caos</a> também contemporiza, em texto mais longo e comparativo.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Duplo clique]]></title>
<link>http://clicologoexisto.wordpress.com/?p=328</link>
<pubDate>Thu, 08 May 2008 13:57:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Madu</dc:creator>
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<description><![CDATA[Este Clico, logo existo já não é produzido por um único clique —nem por um único raciocínio.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Este <strong>Clico, logo existo</strong> já não é produzido por um único clique —nem por um único raciocínio. Estréia hoje aqui no blog a Dani Osvald Ramos, colega de ECA (Escola de Comunicações e Artes) e ex-colega de Mackenzie, nas aulas de Jornalismo Online.</p>
<p>Ela escreverá direto da Espanha, onde está cursando o doutourado, e vai enriquecer estas páginas com seu conhecimento em multimídia, webwriting, linguagem digital e, claro, colaboração.</p>
<p>Muito bem-vinda, Dani! =)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O'Raios! Esse Twitter tá quebrado!]]></title>
<link>http://clicologoexisto.wordpress.com/?p=316</link>
<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 22:45:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Madu</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pare que Tim O&#8217;Reilly andou tendo problemas com o Twitter. E foi divertido, relata o Webmanár]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pare que Tim O'Reilly andou tendo <a href="https://twitter.com/timoreilly/statuses/797067332">problemas com o Twitter</a>. E foi divertido, relata o <a href="http://webmanario.wordpress.com/">Webmanário</a> —o cara pediu perguntas via microblog durante a Web 2.0 Expo, <a href="http://webmanario.wordpress.com/2008/04/25/faca-o-que-eu-digo-nao-o-que-eu-faco/">mas não checou o aparelho</a>... tudo bem, a gente te desculpa, Tim. Esse negócio de celular é muito novo mesmo, as teclas são pequenas, a gente se confunde. Talvez seja porque ainda não inventaram o celular 2.0... hehehehe</p>
<p>E para homenagear o blog <a href="http://failblog.wordpress.com/">Fail</a>, que descobri recentemente no <a href="http://8bitsemeio.apostos.com/">8 bits e meio</a>, decidi dar uma de "remix guy":</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-317" src="http://clicologoexisto.wordpress.com/files/2008/04/oraios.jpg" alt="Twitter gap" width="415" height="431" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Web 2.0 não existe (ufa!)]]></title>
<link>http://clicologoexisto.wordpress.com/?p=315</link>
<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 14:50:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Madu</dc:creator>
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<description><![CDATA[Finalmente alguém que está bem perto do olho do furacão admite, baseado na apresentação do Tim ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente alguém que está <a href="http://feeds.feedburner.com/~r/readwriteweb/~3/277261062/there_is_no_web_30_there_is_no_web_20.php">bem perto do olho do furacão</a> admite, baseado na <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/tim_oreilly_keynote_web_20_expo_08.php">apresentação do Tim O'Reilly</a> no Web 2.0 Expo, o que parecia óbvio desde que os marketeiros tornaram o termo Web 2.0 hype... ele simplesmente não existe. Assim como Web 3.0 e todos os outros versionamentos ou rótulos criados para admitir que a Web evolui —e só agora começa a fazer o que seu criador, <a href="http://clicologoexisto.wordpress.com/2007/11/29/semantica-pedra-fundamental-da-web/">Tim Berners-Lee, pensou para ela</a>.</p>
<p>O que será dos portfolios das agências pega-tiozão-de-gravata? O que será dos marketeiros que gostam de rótulos! Oh, mundo cruel! =)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Twine (ou "por quê mais uma rede social?")]]></title>
<link>http://clicologoexisto.wordpress.com/?p=303</link>
<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 20:30:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Madu</dc:creator>
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<description><![CDATA[Serviço novo que faz beta com registro é uma desgraça. Você faz o cadastro, mas o retorno nunca ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Serviço novo que faz beta com registro é uma desgraça. Você faz o cadastro, mas o retorno nunca chega. Com o Twine, não foi diferente —mas, salvo pelo colega <a href="http://zumo.uol.com.br">Henrique Martin</a>, eis que estou dentro do Twine.</p>
<p><a href="www.twine.com"><img class="aligncenter size-full wp-image-304" src="http://clicologoexisto.wordpress.com/files/2008/04/twine.jpg" alt="" width="415" height="239" /></a></p>
<p><!--more-->Primeiro, a velha curva de aprendizado. Percebe-se, de cara, que se trata de uma rede social. OK, cheia de comunidades (ou "twines"), espécies de "comunidades" do Orkut em que você posta coisas. Saldo de dez minutos navegando —o Twine funde recursos de bookmark social à la <a href="http://del.icio.us">Delicious</a>, sistema de publicação e rede social à la Orkut (digo Orkut, e não Facebook, porque não consegui enxergar nenhuma abertura de API para personalização de aplicativos).</p>
<p>A parte sistema de publicação permite, além de bookmarks, publicar textos, fotos e vídeos direto do computador para o Twine.</p>
<p>OK, bonitinho. Mas fico me perguntando onde vai dar tudo isso. Um monte de gente prometendo Web 3.0 (mal saímos da Web 2.0...), e os sistemas de gerenciamento de conteúdo parecem agir de forma extremamente semelhante. No final das contas, a pergunta que fica é —o que faria as pessoas migrarem de suas atuais redes ou ferramentas de blogs para um novo sistema, se os novos sistemas fazem tudo igual?</p>
<p>Quem conseguir responder à pergunta tem um belo modelo de negócio para o mundo pós-Facebooks e Open Socials.</p>
<p><strong>Atualização (24/4): </strong>bacanas as newsletters que o Twine envia por e-mail com atualizações das comunidades (twines) de que você participa. De qualquer forma, ainda não enxerguei vantagem maior que acompanhar um Digg...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Streaming live no Youtube, este ano]]></title>
<link>http://clicologoexisto.wordpress.com/?p=289</link>
<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 15:00:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Madu</dc:creator>
<guid>http://clicologoexisto.wordpress.com/?p=289</guid>
<description><![CDATA[Enquanto Globo e Record digladiam-se pela verba dos homens-de-terno, Youtube deve lançar um serviç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto Globo e Record digladiam-se pela verba dos homens-de-terno, Youtube deve lançar um serviço de streaming live ainda este ano. Segundo o <a href="http://feeds.feedburner.com/~r/readwriteweb/~3/243169087/youtube_launching_live_video_t.php">Read/Write Web</a>, a iniciativa foi confirmada por Steve Chen em entrevista (<a href="http://pop17.com/">vídeo aqui</a>).</p>
<p>Aí é que a porca vai torcer o rabo —porque editar ainda é cultura moderna, não pós-moderna. Com vídeo ao vivo, ou a gente vai terminar de cair no império da mediocridade, ou então vai derrubar a lenta cobertura das redes de televisão sobre o que acontece no país e no mundo.</p>
<p>Já imaginou, então, os blogueiros latindo para as redes de televisão? ;o)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como vencer a batalha da informação]]></title>
<link>http://clicologoexisto.wordpress.com/2008/02/25/como-vencer-a-batalha-da-informacao/</link>
<pubDate>Mon, 25 Feb 2008 16:03:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Madu</dc:creator>
<guid>http://clicologoexisto.wordpress.com/2008/02/25/como-vencer-a-batalha-da-informacao/</guid>
<description><![CDATA[(Ou porquê não consigo engolir blogueiros &#8220;monetizados&#8221; que ficam melindrados com a gr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>(Ou porquê não consigo engolir blogueiros "monetizados" que ficam melindrados com a grande imprensa...)</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/SdL8tX0i9Qk'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/SdL8tX0i9Qk&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Agora me diz: dá pra vencer essa guerra com links patrocinados? ;)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Steven Johnson no Roda Viva]]></title>
<link>http://clicologoexisto.wordpress.com/?p=287</link>
<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 20:37:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Madu</dc:creator>
<guid>http://clicologoexisto.wordpress.com/?p=287</guid>
<description><![CDATA[O professor e crítico cultural Steven Johnson, um dos mais influentes estudiosos da tecnologia digi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O professor e crítico cultural Steven Johnson, um dos mais influentes estudiosos da tecnologia digital, estará no centro do Roda Viva <b>na próxima segunda-feira (25/02)</b>, às 22h40, em entrevista inédita e gravada, com apresentação do jornalista Carlos Eduardo Lins da Silva.</p>
<p><!--more-->Formado em semiótica e literatura inglesa, o americano Steven Johnson é autor de cinco livros, entre eles "A Cultura da Interface”, e “Emergência - A Dinâmica em Rede em Formigas, Cérebros, Cidades e Softwares”. Foi editor da revista online "Feed" e, atualmente, é colunista das revistas Discover Magazine, Slate e Wired.</p>
<p>A bancada de entrevistadores será formada por Juliano Spyer (site RadarCultura, especialista em mídias colaborativas e autor do livro “Conectado”); Ricardo Anderáos (diretor editorial do Metro); Ronaldo Lemos (diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas; diretor do projeto Creative Commons no Brasil; e presidente global do Icommons); Alexandre Matias (editor-assistente do caderno Link do O Estado de S. Paulo); Gustavo Villas Boas (repórter do caderno Informática da Folha de S. Paulo); e Tiago Dória (blogueiro do IG).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Colaboração, coisa de macho]]></title>
<link>http://clicologoexisto.wordpress.com/2008/02/13/colaboracao-coisa-de-macho/</link>
<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 17:25:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Madu</dc:creator>
<guid>http://clicologoexisto.wordpress.com/2008/02/13/colaboracao-coisa-de-macho/</guid>
<description><![CDATA[Ao menos para os usuários do Chickipedia (www.chickipedia.com)&#8230; 
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ao menos para os usuários do Chickipedia (<a href="http://www.chickipedia.com/">www.chickipedia.com</a>)... ;-)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Yet another Web 3.0 definition]]></title>
<link>http://clicologoexisto.wordpress.com/?p=278</link>
<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 13:05:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Madu</dc:creator>
<guid>http://clicologoexisto.wordpress.com/?p=278</guid>
<description><![CDATA[Apesar dos marketeiros viverem ávidos pela criação de seu próprio &#8220;killer buzz&#8221;, aca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar dos marketeiros viverem ávidos pela criação de seu próprio <i>"killer buzz"</i>, acabo de ler uma das melhores definições para a Web 3.0 que via até agora —um "eu descentralizado e assíncrono". Segundo <a href="http://feeds.feedburner.com/~r/readwriteweb/~3/229484823/web_30_is_it_about_personalization.php">Josh Catone</a>, a definição é de <a href="http://www.outofrhythm.com/">Robert O'Brien</a>. E me lembra um tema que já estampou um post deste blog, o <a href="http://clicologoexisto.wordpress.com/2007/09/16/avatar-20-seu-clone-independente/">avatar independente</a>, espécie de clone virtual.</p>
<p>Vale lembrar que, apesar de qualquer versão que inventem, itens como semântica, inteligência relacional e utilidade são atributos que o inventor da rede <a href="http://clicologoexisto.wordpress.com/2007/11/29/semantica-pedra-fundamental-da-web/">já conferia à Web</a> de vinte anos atrás. O que os programadores de hoje fazem é apenas tentar concretizar o sonho do homem... ;-)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pra quê tanto celular?]]></title>
<link>http://clicologoexisto.wordpress.com/2008/01/22/pra-que-tanto-celular/</link>
<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 21:22:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Madu</dc:creator>
<guid>http://clicologoexisto.wordpress.com/2008/01/22/pra-que-tanto-celular/</guid>
<description><![CDATA[O Brasil fechou 2007 com 120 milhões de celulares, um alcance de praticamente 60% da população. S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil fechou 2007 com <a href="http://www.teletime.com.br/News.asp?ID=84323">120 milhões de celulares</a>, um alcance de praticamente 60% da população. Super bacana, democracia, inclusão digital etc. Mas fico aqui com uma pulga atrás da orelha... nos corredores da academia, já ouvi falar sobre estudos que tentam explicar a fixação do brasileiro por tênis caros —uma forma de buscar status social em um país em que escravos não usavam sapatos.<br />
<!--more-->"Em vez apenas dos apanágios exteriores de raça, dentro da complexa ritualística que, como conseqüência da maior proximidade social entre os diversos estratos sociais que a urbanização enseja, instaura-se no país nessa época, como a forma de vestimenta, a comida, o modo de transporte, o jeito de andar, o tipo de sapato, etc., temos, a partir de então, um elemento diferenciador novo. Esse elemento é revolucionário no melhor sentido burguês do termo, posto que ‘interno’ e não ‘externo’, sendo antes uma substância e um conteúdo do que uma aparência, mais ligados portanto a qualidades e talentos pessoais que a privilégios herdados (SOUZA, 2000, p. 241-2)." (Acessado <a href="http://revistas.unipar.br/akropolis/article/view/331/298">aqui</a>, em 22/01/2008)</p>
<blockquote></blockquote>
<p>Será que há no Brasil 120 milhões de pessoas que realmente precisam de celular (lembrando que <a href="http://www.teleco.com.br/ncel.asp">80,66% da base instalada é de pré-pagos</a>, o verdadeiro terror das operadoras)? Ou será esta apenas mais uma forma de buscar reconhecimento social? Pergunto-me...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Creative Commons em site do governo]]></title>
<link>http://clicologoexisto.wordpress.com/2007/12/12/creative-commons-em-site-do-governo/</link>
<pubDate>Wed, 12 Dec 2007 13:36:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Madu</dc:creator>
<guid>http://clicologoexisto.wordpress.com/2007/12/12/creative-commons-em-site-do-governo/</guid>
<description><![CDATA[O que é bom merece aplauso. Tiago Dória contou hoje que o site do Ministério da Cultura está usa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O que é bom merece aplauso. <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2007/12/12/wordpress-no-governo-federal/">Tiago Dória</a> contou hoje que o site do <a href="http://www.cultura.gov.br/site/">Ministério da Cultura</a> está usando Wordpress. Qual não foi a boa surpresa ao descobrir, no clássico rodapé, que todo o site é licenciado por <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/2.0/br/deed.pt">Creative Commons</a> —agora, para defender a cultura brasileira, só falta dar um nome em português à licença —Criação Comum, Criatividade Comum? O que seja, iniciativa muito legal, de qualquer forma.</p>
<ul>
<li>Saiba mais sobre o <a href="http://www.creativecommons.org.br/">Creative Comuns</a>, alternativa ao anacrônico direito autoral</li>
</ul>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pode um blog valer mais que a Folha?]]></title>
<link>http://clicologoexisto.wordpress.com/2007/12/10/blog-vale-mais-que-a-folha/</link>
<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 13:47:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Madu</dc:creator>
<guid>http://clicologoexisto.wordpress.com/2007/12/10/blog-vale-mais-que-a-folha/</guid>
<description><![CDATA[Amiga minha me procurou no MSN hoje. Disse ter caído no meu blog por acaso, pesquisando sobre colab]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://katchu.blogspot.com">Amiga minha</a> me procurou no MSN hoje. Disse ter caído no meu blog por acaso, pesquisando sobre colaboração, e que também está com vontade de fazer mestrado. Trabalha com produção musical, assessoria e —meu, que demais!— tem um <a href="http://www.myspace.com/trombador">selo musical</a>.</p>
<p>Tudo bem, a indústria está falida, diz ela. "Uma das coisas que eu tenho notado no meu trabalho é que vale mto mais uma citação num blog qualquer do que uma matéria na Folha falando de uma banda". Fantástico!</p>
<p>Quanto tempo mais levará para que os engravatados do Marketing das grandes redações percam o emprego, e a blogosfera assuma seu lugar no destino?</p>
<p>P.S.: na <a href="http://www.myspace.com/trombador">página do selo</a>, ouça "A Cor da Manhã" e "Hora H"... louco o som! =)</p>
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<title><![CDATA[Wikipedia vai remunerar ilustradores]]></title>
<link>http://clicologoexisto.wordpress.com/2007/12/03/wikipedia-vai-remunerar-ilustradores/</link>
<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 02:50:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Madu</dc:creator>
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<description><![CDATA[Wikipedia vai começar a remunerar ilustradores para diminuir a distância em relação às clássic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Wikipedia vai começar a <a href="http://feeds.feedburner.com/~r/readwriteweb/~3/194499271/wikipedia_to_pay_illustrators.php">remunerar ilustradores</a> para diminuir a distância em relação às clássicas enciclopédias impressas neste quesito. Tem <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Philip_Greenspun">gente do MIT</a> por trás.</p>
<p>Acredito no modelo de remuneração de usuários pela colaboração. Mas enquanto a Wikipedia aposta em doações, tendo a acreditar que a mídia faria o conteúdo colaborativo crescer de monte se adotasse divisão de receita publicitária... minha tese (e espero que não só ela) caminhará neste sentido.</p>
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