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	<title>uniao-sovietica &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/uniao-sovietica/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "uniao-sovietica"</description>
	<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 08:43:39 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[O Fim da Primavera de Praga]]></title>
<link>http://josekuller.wordpress.com/?p=513</link>
<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 23:27:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Antonio Küller</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quarenta anos atrás, terminava a Primavera de Praga. &#8220;A Tchecoslováquia foi invadida por tro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><a href="http://fotos.sapo.pt/luisant41/pic/001rq2c9"><img class="alignright" src="http://fotos.sapo.pt/luisant41/pic/001rq2c9" alt="" width="302" height="226" /></a>Quarenta anos atrás, terminava a Primavera de Praga. "A Tchecoslováquia foi invadida por tropas soviéticas, em 20 de agosto de 1968. As reformas instaladas no país representavam, aos olhos do governo soviético, uma ameaça ao bloco socialista e à possível criação de uma nação capitalista incrustada no Leste Europeu.</p>
<div style="text-align:left;"><a href="http://bp0.blogger.com/_zfycQnCrSoA/SHJn32ShqSI/AAAAAAAACJs/ERTpvq_BrMk/s400/primavera+praga_small.jpg"><img class="alignleft" src="http://bp0.blogger.com/_zfycQnCrSoA/SHJn32ShqSI/AAAAAAAACJs/ERTpvq_BrMk/s400/primavera+praga_small.jpg" alt="" width="320" height="206" /></a></div>
<p style="text-align:left;"> </p>
<div style="text-align:left;">Os tanques tomaram a capital Praga e, ao invés de encontrarem tropas armadas e resistentes, depararam-se com uma grande massa de civis inconformados com a ação autoritária da União Soviética. Muitos se deitavam na frente dos tanques, conversavam com os soldados pedindo sua retirada, outros pichavam ironias contra a invasão soviética e alguns transmitiam os eventos do acontecido via rádio.</div>
<div style="text-align:left;"><a href="http://www.alunosonline.com.br/img/primavera%20de%20praga%20HISTORIA%20DO%20MUNDO.jpg"></a></div>
<div style="text-align:left;">
<div style="text-align:left;"><a href="http://www.alunosonline.com.br/img/primavera%20de%20praga%20HISTORIA%20DO%20MUNDO.jpg"><img class="alignright" src="http://www.alunosonline.com.br/img/primavera%20de%20praga%20HISTORIA%20DO%20MUNDO.jpg" alt="" width="369" height="287" /></a></div>
<p>Os mais exaltados tentaram entrar em confronto lançando pedras e coquetéis Molotov contra os tanques. O embate com as tropas soviéticas deixou um saldo de 72 mortos e 702 feridos" (Rainer de Souza, em <a href="http://www.alunosonline.com.br/historia/primavera-de-praga/">Primavera de Praga</a>).</p>
<p>Para quem quiser mais infomações sobre o tema, postamos em <a href="http://josekuller.wordpress.com/34-o-tragico-fracasso-da-primavera-de-praga/"><strong>Páginas 34 - O trágico fracasso da Primavera de Praga</strong></a>, artigo de Jan Puhl, do <a href="http://www.spiegel.de/"> Der Spiegel</a>.</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Olimpíadas em Moscou - 1980]]></title>
<link>http://cotidianosantanaemfoco.wordpress.com/?p=1285</link>
<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 00:50:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>cinthiajo</dc:creator>
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<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://cotidianosantanaemfoco.files.wordpress.com/2008/08/moscou04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1284" src="http://cotidianosantanaemfoco.wordpress.com/files/2008/08/moscou04.jpg" alt="" width="508" height="655" /></a><a href="http://cotidianosantanaemfoco.files.wordpress.com/2008/08/moscou05.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1283" src="http://cotidianosantanaemfoco.wordpress.com/files/2008/08/moscou05.jpg" alt="" width="509" height="664" /></a><a href="http://cotidianosantanaemfoco.files.wordpress.com/2008/08/moscou06.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1282" src="http://cotidianosantanaemfoco.wordpress.com/files/2008/08/moscou06.jpg" alt="" width="506" height="676" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vamos comparar]]></title>
<link>http://estranhices.wordpress.com/?p=206</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 02:33:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>estranhices</dc:creator>
<guid>http://estranhices.wordpress.com/?p=206</guid>
<description><![CDATA[Você já está cansado de só ver os Estados Unidos ganharem as Olimpíadas no quadro geral? Está ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Você já está cansado de só ver os Estados Unidos ganharem as Olimpíadas no quadro geral? Está em torcida fervorosa pela China, porque parece que este ano vai... ah, agora vai!... com esperança de ela ficar em primeiro e os estadunidenses em segundo? Então vamos comparar outras coisinhas e rir dos nossos hermanos do norte:</p>
<p>A União Soviética [URSS] estreou em Olimpíadas em 1952. Foram nove edições em que URSS e EUA se enfrentaram na disputa pelo ranking. Os EUA venceram em 1952 e 1968. Em todas as demais [1956, 1960, 1964, 1972, 1976, 1988 e 1992 - já como CEI], a URSS venceu o quadro geral. Na verdade, mesmo depois da dissolução, em 1996, 2000 e 2004, se somarmos as medalhas das novas repúblicas, o total supera o total de medalhas dos EUA, segundo pesquisa realizada por Luciano Pasqualini (muito obrigada!).</p>
<p>Outra curiosidade, de acordo com Pasqualini, é que a última vez em que outro país venceu a Olimpíada, fora EUA e URSS, foi em 1936. Sabe quem? Justamente a Alemanha, nos jogos em que hoje só mostram a imagem do Jesse Owens humilhando o Hitler, blá blá blá ... , mas não falam muito que o quadro geral terminou com 33 ouros alemães contra 24 dos EUA e 89 medalhas no total contra 56, ou seja, vitória folgada.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rússia: Aleksandr Solzhenitsyn, a morte de um ícone da dissidência soviética]]></title>
<link>http://correiointernacional.wordpress.com/?p=176</link>
<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 00:35:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>cinternacional</dc:creator>
<guid>http://correiointernacional.wordpress.com/?p=176</guid>
<description><![CDATA[Libération - Paris
Grande figura da dissidência sob o regime soviético e laureado prêmio Nobel d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><em><strong>Libération - Paris</strong></em></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Grande figura da dissidência sob o regime soviético e laureado prêmio Nobel de literatura, ele revelou ao mundo a realidade do sistema soviético e seus campos de concentração em suas obras “Um Dia na Vida de Ivan Danisovich”, “O Primeiro Círculo” e “Arquipélago Gulag”. Ele morreu na noite do dia 3 de agosto em seu domicílio em Moscou aos 89 anos, após uma crise de insuficiência cardíaca aguda.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Solzhenitsyn</span><span lang="PT-BR"> assumiu uma importância histórica ao revelar aos russos e ao mundo inteiro o desumano universo dos campos de trabalho soviéticos, ao qual ele deu o nome de “Arquipélago Gulag”.</span></p>
[caption id="attachment_177" align="alignright" width="376" caption="Fonte: Libération"]<img class="size-full wp-image-177" src="http://correiointernacional.wordpress.com/files/2008/08/liberation-soljenitsyne.jpg" alt="Libération" width="376" height="258" />[/caption]
<p><span lang="PT-BR">Patriota dotado de uma força profética e de uma determinação comparáveis às de um Dostoiévski, e convencido de ter sido escolhido pelo destino, que lhe permitiu vencer um câncer, o escritor, cuja longa barba fazia-o parecer-se com os grandes intelectuais do século XIX, dedicou sua vida a lutar contra o totalitarismo comunista.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Nascido em 11 de dezembro de 1918 na região do Cáucaso, ele adere aos ideais revolucionários do regime recém criado e faz seus estudos na área da matemática. Integrante da artilharia, ele enfrenta corajosamente as tropas alemãs que atacaram a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) em 1941 [no contexto da Segunda Guerra Mundial], mas não vê o perigo aproximar-se ao seu lado do “front”. Após ter criticado a competência de Stálin no comando da guerra em uma carta escrita a um amigo, ele é condenado a oito anos de prisão em um campo de trabalho em 1945.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Esta experiência marcou-lhe para sempre e o engajou a adotar um caminho distinto. Libertado em 1953, algumas semanas antes da morte de Stálin, ele se exila na Ásia Central e começa a escrever. Logo após, retorna à parte européia do imenso país para se tornar professor em Riazan, a 200 km de Moscou.</span></p>
<p><span lang="PT-BR"> </span></p>
<p><span lang="PT-BR">O novo líder da URSS, Nikita Khrushchev, autoriza a publicação de “Um Dia na Vida de Ivan Danisovich” na revista literária não-conformista Novy Mir. A narrativa sobre um detento de Gulag é publicada em 18 de novembro de 1962.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Um tabu é quebrado, uma onda de choque percorre a URSS e agita os meios pró-soviéticos de todo o mundo. Milhões de pessoas que haviam vivido nos campos se sentem libertados por uma segunda vez.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Mas a liberdade oferecida por Khrushchev durou pouco, ao contrário de Gulag, que continuou a existir.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Solzhenitsyn</span><span lang="PT-BR"> continua escrevendo, mas seus livros “O Pavilhão dos Cancerosos” e “O Primeiro Círculo” não foram publicados, exceto através da “samizdat” [samizdat foi uma rede informal e clandestina de circulação de livros manuscritos ou datilografados que existiu na URSS e nos países do bloco comunista] e no exterior, onde obtiveram grande sucesso.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">A importância deste homem o protegia, mas ao ganhar o prêmio Nobel de literatura em 1970, ele renunciou a ir a Estocolmo para recebê-lo, temendo ser proibido de retornar à URSS de Léonid Brejnev.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Em meio às pressões do KGB [Comitê de Segurança do Estado, principal agência de serviços secretos da antiga União Soviética] e as de seus projetos, o gênio difícil do escritor não amolece, e seu primeiro casamento salda-se por um divórcio.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Solzhenitsyn está terminando a obra de sua vida, “Arquipélago Gulag”, um grande afresco histórico-literário sobre os campos de trabalho, que será publicado em Paris nos anos 1970, provocando novamente grande repercussão no mundo inteiro.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Isso é o bastante para que o Kremlin e a URSS expulsem o cidadão <span>Solzhenitsyn para o Ocidente. Ele vive primeiramente na Suíça, e depois se estabelece no estado de Vermont, nos Estados Unidos.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR">O Ocidente descobre, então, que o homem que balançou Moscou é um conservador ortodoxo e “eslavófilo” (defensor dos eslavos), e freqüentemente muito crítico com relação à sociedade de consumo ocidental. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">Em 1994, ele retorna triunfante à nova Rússia, mas, muitas vezes mostrando-se pessimista, ele tem dificuldades em adaptar-se à nova realidade pós-comunista, mesmo expressando visões compartilhadas por seus compatriotas, defendendo a pena de morte para os terroristas e aprovando a intervenção armada na <span>Chechênia</span>. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">Ele busca aproximação, contudo, do presidente Vladimir Putin, cujas qualidades ele admira, mesmo após constatar que este desconsidera os seus conselhos.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Ele resolve, então, abordar outro assunto delicado, senão um tabu, que são as relações entre judeus e russos, declarando querer favorecer sua mútua compreensão. Mas um responsável pela congregação dos judeus na Rússia critica duramente a sua obra “Duzentos Anos Juntos”, avaliando que ela poderia sugerir novos argumentos aos anti-semitas.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Grande historiador e escritor político, seu talento literário já foi objeto de julgamentos divergentes. Alguns críticos consideram-no excelente também nesta área, outros, tais como o escritor ex-dissidente Vladimir Voïnovitch, afirmam que seu talento é um “mito”.</span></p>
<p style="text-align:right;"><em>Acesse o texto original clicando <a href="http://www.liberation.fr/actualite/monde/342832.FR.php" target="_blank">aqui</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alexander Ogorodnikov]]></title>
<link>http://pibbjovem.wordpress.com/?p=234</link>
<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 17:42:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Guilherme dos Anjos</dc:creator>
<guid>http://pibbjovem.wordpress.com/?p=234</guid>
<description><![CDATA[O nome que dá o título desta postagem é de umcristão perseguido pelo governo soviético.
Um víd]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O nome que dá o título desta postagem é de umcristão perseguido pelo governo soviético.</p>
<p>Um vídeo com seu testemunho a respeito do poder da oração pode ser visto no site da Missão Portas Abertas.</p>
<p>Este projeto serve para ajudar missionários perseguido por todo o mundo.</p>
<p>Há um link da missão em nossa lista de sites recomendados.</p>
<p>Para assistir ao vídeo, <a href="http://www.portasabertas.org.br/video/testemunhos_video.asp" target="_blank">clique aqui</a>.</p>
<p><em>Sigo servindo certo da Salvação em Cristo!</em></p>
<p>João Guilherme dos Anjos</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tropas da Rússia invadem Geórgia 1400 mortos]]></title>
<link>http://kiminda.wordpress.com/?p=4885</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 21:16:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nilnews</dc:creator>
<guid>http://kiminda.wordpress.com/?p=4885</guid>
<description><![CDATA[O líder separatista da Ossétia do Sul, Eduard Kokoiti, afirmou que o conflito com a Geórgia, que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://i.dailymail.co.uk/i/pix/2008/08/08/article-1042816-0236E6B100000578-123_468x286.jpg" alt="" width="328" height="200" />O líder separatista da Ossétia do Sul, Eduard Kokoiti, afirmou que o conflito com a Geórgia, que começou na madrugada desta sexta-feira, matou aproximadamente 1.400 pessoas, de acordo com a agência de notícias russa Interfax.</p>
<p>Considerada uma importante rota de transporte de petróleo e gás natural na fronteira russa, a Ossétia do Sul autoproclamou independência em 1992, após o desmoronamento da União Soviética. O território conta com o apoio de Moscou para a separação mas a Geórgia não reconhece a independência.</p>
<table class="fe230" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="fo1c">Arte/Folha Online</td>
</tr>
<tr>
<td><img class="alignleft" style="border:0 none;" src="http://f.i.uol.com.br/folha/mundo/images/08221143.gif" border="0" alt="" width="230" height="175" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Na cidade de Tskhinvali, considerada capital da província da Ossétia do Sul, a devastação é grande, dizem testemunhas. Serviços de água, eletricidade e telefonia estão cortados.</p>
<p>Nesta sexta, foi em Tskhinvali que os bombardeiros começaram.</p>
<p>A Geórgia decidiu retirar mil homens do Iraque, sob a justificativa de que "está enfrentando uma intervenção militar russa de envergadura.</p>
<p>Mais cedo, o primeiro-ministro da Rússia, Vladmir Putin, havia afirmado que o país precisava enviar tropas à Geórgia para defender os russos que vivem na Ossétia do Sul, como obriga a constituição.</p>
<p>Os problemas entre Ossétia do Sul e Geórgia se intensificaram há uma semana, quando um tiroteio matou seis moradores da região separatista e deixou mais de 30 feridos. Na quarta, o governo georgiano e a administração ossetiana trocaram acusações a respeito de duas ações violentas.</p>
<p>Na madrugada desta sexta, as tropas da Geórgia cercaram Tskhinvali e promoveram um bombardeiro que teria matado 15 pessoas. De acordo com um correspondente da France Presse, as explosões ocorriam a cada 20 ou 30 segundos. Disparos de morteiros e armas pesadas eram disparados contra Tskhinvali a partir das aldeias georgianas dos arredores, informaram as agências de notícias russas, citando autoridades da Ossétia do Sul.</p>
<p>Na noite desta sexta, o Conselho de Segurança se reúne novamente para tentar um acordo que suspenderá os ataques e devolverá a questão às mesas de negociações.</p>
<p class="tagline">FSP/e agências internacionais</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Back in: the U.S.S.R.]]></title>
<link>http://polyticksblog.wordpress.com/?p=23</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 21:06:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Brian</dc:creator>
<guid>http://polyticksblog.wordpress.com/?p=23</guid>
<description><![CDATA[Oh, and how about that Russia going to war with Georgia? It&#8217;s going to take a lot of petroleum]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Oh, and how about that <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/7550354.stm">Russia going to war with Georgia</a>? It's going to take a lot of petroleum-selling for Russia to take back all its Soviet-era real estate, but it looks like they're starting with the easy targets first. Best of luck, Mr. Putin. Despots everywhere are crossing their fingers for you!</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em>(Para ler em Português, clique no</em> link <em>abaixo</em>).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em><span style="color:#0000ff;">De volta para a União Soviética</span></em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Ah, você viu que a <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/europe/7550354.stm">Rússia vai entrar em guerra com a Geórgia</a>? A Rússia vai precisar vender muito petróleo para reconquistar todas as propriedades da era da União Soviética, mas parece que vão começar com os alvos fáceis. Boa sorte, Sr. Putin. Déspotas no mundo todo estão torcendo por você!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Outro exílio para Solzhenitsyn]]></title>
<link>http://contrasenso.wordpress.com/?p=141</link>
<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 17:46:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Tavares</dc:creator>
<guid>http://contrasenso.wordpress.com/?p=141</guid>
<description><![CDATA[Neste Domingo, 3 de agosto, morreu Alexander Solzhenitsyn, escritor russo e ganhador do Nobel de lit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://contrasenso.wordpress.com/files/2008/08/solzhenitsyn2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-142" style="border:10px solid white;" src="http://contrasenso.wordpress.com/files/2008/08/solzhenitsyn2.jpg?w=225" alt="" width="203" height="272" /></a>Neste Domingo, 3 de agosto, morreu Alexander Solzhenitsyn, escritor russo e ganhador do Nobel de literatura em 1970. Solzhenitsyn foi, definitivamente, uma figura emblemática do século XX: nascido numa família culta de cossacos, estudou física e matemática sendo em seguida enviado para o <em>front</em> onde os russos lutavam para conter o avanço nazista. Foi herói de guerra. Mas criticou Stalin numa carta, foi denunciado à KGB e enviado para os campos de trabalho forçado na Sibéria. Sobreviveu por longos oitos anos.</p>
<p style="text-align:justify;">De sua experiência nos <em>gulags</em>, a versão soviética dos campos de concentração nazistas, escreveu <em>Um dia na vida de Ivan Denisovich</em>, publicado em 1962, três anos após a morte de Stalin. A União Soviética vivia o breve período de reformas de Krushchev. Com a queda de Krushchev, a KGB voltou a ter Solzhenitsyn sob vigilância, o que o obrigou a publicar seus livros no exterior.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1973 publicou a primeira parte de <em>Archipélago Gulag</em>, uma autópsia dos crimes cometidos pelo regime soviético. Foi o bastante para que fosse preso e depois exilado da Rússia. Morou nos Estados Unidos, onde terminou <em>Arquipélago Gulag</em>. Ser um grande denunciador das atrocidades stalinistas e soviéticas rendeu problemas a Solzhenitsyn, já que colocava a esquerda stalinista e maoísta bem acomodada no mundo livre numa situação embaraçosa, para dizer o mínimo.</p>
<p style="text-align:justify;">Contudo, o mundo não era um simples binômio para o escritor russo. Tornou-se um crítico também do liberalismo ocidental, e depois da queda do império soviético retornou à Rússia onde queixou-se e alertou os compatriotas sobre influências liberais na nova ordem de Gorbachev e Yeltsin, e da democracia de fachada instaurada na Rússia. O mundo pós-muro nascia sob signos de mau agouro. Mas Solzhenitsyn já não pertencia a ele.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Governo russo critica Bush por comparar comunismo ao nazismo ]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/?p=2952</link>
<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 01:00:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
<guid>http://rizzolot.wordpress.com/?p=2952</guid>
<description><![CDATA[O Ministério de Assuntos Exteriores da Rússia criticou neste sábado o presidente dos Estados Unid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério de Assuntos Exteriores da Rússia criticou neste sábado o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, por ter colocado em um mesmo patamar o comunismo soviético e o nazismo alemão. </p>
<p>"Condenamos os abusos e a injustificada dureza da política interna do regime soviético, mas não podemos aceitar as tentativas de equiparar o comunismo ao nazismo e a tese de que ambos tinham as mesmas causas e objetivos", declarou a chancelaria russa. </p>
<p>Esta foi a reação do Kremlin a um documento emitido por Bush por ocasião da Semana dos povos subjugados, no qual qualifica as ideologias nazista e comunista como um "mal comum do século 20". </p>
<p>Moscou disse que "a União Soviética teve contribuição decisiva para a derrota do fascismo" na Segunda Guerra Mundial e que as palavras de Bush "ferem" todos os veteranos, inclusive os norte-americanos que lutaram contra a Alemanha nazista. </p>
<p>"Seja qual for a atitude do presidente americano para a União Soviética e a ideologia comunista, (...) dos pontos de vista histórico e humano, estes paralelismos norte-americanos não resistem às críticas", assinala o comunicado da chancelaria. </p>
<p>Além disso, acrescenta que com isto Bush só encoraja os países que buscam "falsificar os fatos e reescrever a história", em alusão aos três Estados bálticos que denunciam que sua "libertação" dos nazistas pelo Exército Vermelho lhes condenou a meio século de "ocupação soviética." </p>
<p>A nota afirma, ao mesmo tempo, que a nova "Rússia democrática, livre dos estereótipos do passado", já deu sua "valorização objetiva" ao passado soviético. </p>
<p>Folha online</p>
<p><strong>Rizzolo</strong>: A questão em pauta é puramente interpretativa; é lógico que os dois regimes eram autoritários. Negar que o regime comunista stalinista era dotado de autoritarismo, e que não havia opressão ao povo russo é uma piada de mal gosto. Poderia até na inspiração marxista haver um ideal humanitário, o problema foi na implementação do regime, e na essência ditatorial na viabilização do socialismo, o que foi mais abrandado quando Krushnev começou a questionar certas políticas e isso começou com as relações com os Kolkoses.</p>
<p>Já o nazismo, inspirado nos ideais socialistas (nacional-socialista), era exatamente " farinha do mesmo saco ", apenas um regime financiado por grupos que tinham interesses inversos, mas que de certa forma se utilizavam das mesmas técnicas de comunicação e propaganda. Enfim, Bush não está em nada errado. O que se pode afirmar com certeza, é que a União Soviética enfrentou o nazismo do ponto de vista militar e abriu a oportunidade para os EUA os derrotarem.</p>
<p>Agora, comunismo e nazismo podem sim ser muito bem comparados um com o outro, haja vista o que os judeus da antiga União Soviética sofreram com as perseguições tão cruéis como as implementadas pelo regime nazista, "farinhas do mesmo saco", sem sombra de dúvida.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma problemática colcha de retalhos étnica, política e religiosa]]></title>
<link>http://bartolote.wordpress.com/?p=194</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 12:32:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rebeca Bartolote</dc:creator>
<guid>http://bartolote.wordpress.com/?p=194</guid>
<description><![CDATA[Desde 1991, o Estado que chama a si próprio de Federação Russa vem se comportando como uma versã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bartolote.wordpress.com/files/2008/07/tatarmuslimap.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-195" src="http://bartolote.wordpress.com/files/2008/07/tatarmuslimap.jpg?w=300" alt="" width="266" height="182" /></a><span style="font-family:Tahoma;">Desde 1991, o Estado que chama a si próprio de Federação Russa vem se comportando como uma versão em miniatura da antiga União Soviética: fala-se em diversidade étnica, mas, na prática, há cerceamento das liberdades cultural e política dos povos não-russos.</span></p>
<p><span style="font-family:Tahoma;">Desde 1989, a população de muçulmanos na Rússia cresceu 40%, para cerca de 25 milhões de pessoas. Algumas estimativas propõem que, em 2015, eles formarão a maior parte do exército russo. Em 2020, eles serão um quinto da população do país. Em algumas regiões representarão uma ampla maioria. Quantos deles irão querer maior integração, e quantos olharão para formas radicais do Islamismo?</span></p>
<p><span style="font-family:Tahoma;">Além do descontentamento étnico e religioso que existe na Rússia atual, há ainda a crescente consciência regional. Os anos de corrupção sob a administração Putin criaram um imenso fosso entre as grandes cidades, particularmente Moscou, e o resto do país. A Economist ressalta, no entanto, que nada indica que a Rússia irá ruir como a antiga União Soviética. Nenhuma parte do país se apresenta hoje como um Estado independente viável.</span></p>
<p class="matlinkrel">Leia também</p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><!--[if gte vml 1]&#62;                    &#60;![endif]--><!--[if !vml]--><img src="/DOCUME~1/BECA/CONFIG~1/Temp/msohtml1/01/clip_image001.gif" alt="original em inglês" width="20" height="16" align="absmiddle" /><!--[endif]--><span><span> </span></span><a href="http://www.economist.com/daily/columns/europeview/displaystory.cfm?story_id=11784695" target="_blank"><span lang="EN-US">Economist      – Europe.view: For your freedom and ours</span></a><span> <span lang="EN-US"></span></span></li>
</ul>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dr. Fantástico (Stanley Kubrick, 1964)]]></title>
<link>http://multiplot.wordpress.com/?p=592</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 19:11:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Henrique Boaventura</dc:creator>
<guid>http://multiplot.wordpress.com/?p=592</guid>
<description><![CDATA[Dentre os mais variados &#8220;gêneros&#8221; cinematográficos, a comédia é um dos mais controve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Dentre os mais variados "gêneros" cinematográficos, a comédia é um dos mais controversos. Muitos atores e diretores, por conta de seus filmes memoráveis e personagens hilariantes, acabam, por força do destino, forçando-os a ficarem presos ao gênero, não conseguindo obter o mesmo sucesso ou reconhecimento por parte do público e da crítica. Por isso, são pouquíssimos diretores que conseguiram se destacar tanto em dramas como em comédias. Stanley Kubrick, em seu sétimo filme (o segundo produzido por ele), uma adaptação do livro "Red Alert", de Peter George, demostra todo o seu potencial para a comédia, produzindo e dirigindo um dos filmes mais sarcásticos e engraçados já feitos. Tal qual Chaplin ao satirizar Hitler em "O Grande Ditador", o alvo da crítica ácida de Kubrick foi a Guerra Fria (e todos que participam dela). E, para dar mais brilho ao seu filme, nada melhor do que chamar o Mestre Peter Sellers mais uma vez para interpretar não um, mas TRÊS personagens. Com vocês, Dr. Fantástico:</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://flann4.files.wordpress.com/2007/10/strangelove.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Dr. Fantástico (Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb, 1964)</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O ano: 1945. O acontecimento: O Fim da Segunda Grande Guerra. Após seis anos de guerra, bombardeios em várias localidades (Pearl Harbor e Hiroshima – Nagasaki a frente), milhões de soldados e civis mortos, a “paz” reina novamente no mundo. O grande eixo – Alemanha e Japão á frente – é derrotado e, a partir daí, Estados Unidos e União Soviética se consolidam como principais forças mundiais – a primeira como representante do “sistema” capitalista, enquanto que a segunda representa o eixo socialista. Durante várias décadas, esses países, através de investimentos tecnológicos e de fins militares, tentam demonstrar a superioridade do seu sistema (e, por conseqüência, do seu país) em relação ao outro. A essa corrida pela liderança mundial e, de acordo com as duas superpotências, “manter a paz” se denominou “Guerra Fria”.</p>
<p style="text-align:justify;">O temor de uma guerra nuclear apocalíptica consolidou-se no fim dos anos 50 com a bomba de hidrogênio e a demonstração de sua força em testes a céu aberto. Perto da bomba H, os bombardeios de Hiroshima e Nagasaki foram terríveis em si, mas leves como prenúncios. Preocupado e interessado, Stanley Kubrick lê nessa época dezenas de livros sobre o tema e chega a conversar com estrategistas militares ingleses durante as filmagens de Lolita. Como resultado dessas pesquisas, Kubrick compra os direitos do romance Red Alert, de Peter George e, junto com o próprio Peter George e Terry Southern, começa a trabalhar em um roteiro. O resultado: um dos filmes mais contundentes feitos sobre o assunto, no qual Stanley Kubrick nos presenteia com uma pérola de humor negro que critica acidamente as guerras e a mediocridade dos homens por trás destas.<br />
 <br />
O filme começa com um general enlouquecido, Jack D. Ripper (Sterling Hayden), ordenando um ataque nuclear não autorizado à União Soviética. Ele tem certeza de que os comunistas estão envenenando a água potável do mundo inteiro, um boato muito comum nos EUA, durante os anos 1950. O seu imediato, Capitão Mandrake (Peter Sellers), tenta, em vão, impedir o fato. Enquanto isso, o General Turgidnson, um dos integrantes do Conselho de Guerra, é avisado do acontecido enquanto estava com a sua secretária, sendo convocado para a Sala de Guerra, onde o Presidente Muffly (Peter Sellers) o aguarda para maiores esclarecimentos, juntamente com outros integrantes do Conselho, entre eles o ex – cientista nazista Dr. Strangelove (Peter Sellers). A partir de então a história é alternada sempre em três cenários: a sala de guerra; a base militar onde o general Ripper está sitiado e o avião bombardeiro que carrega a temida bomba atômica, pilotado pelo texano Major T.J. “King” Kong (o veterano de westerns Slim Pickens). O que eles não sabem é que, caso eles bombardeiem a União Soviética, será acionada automaticamente um dispositivo de retaliação automático denominado de “A Máquina do Juízo Final” que cobrirá toda a Terra com uma nuvem radioativa durante 93 anos.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao ler essa sinopse, o leitor desavisado pode pensar que ocorreu um erro crasso de digitação, já que Sellers aparece interpretando três personagens diferentes. Mas não foi um erro: Kubrick, sabendo do potencial cômico do filme e, principalmente, desses personagens, fez questão de ter Peter Sellers interpretando – os, inclusive fazendo o filme nos estúdios Shepperton, em Londres, especificamente para que ele desse andamento ao seu processo de divórcio.</p>
<p style="text-align:justify;">A caracterização de Peter Sellers desses três personagens tão distintos é impressionante. Sellers é tão genial em suas atuações que quase não percebemos que esses três personagens são interpretados pela mesma pessoa. Por exemplo, quando está representando o presidente dos EUA, sua voz é calma, controlada, porém ele sempre se apresenta tenso. Como oficial da RAF ele muda a voz e tem sotaque inglês. É desastrado, porém disciplinado, como todo inglês. Entretanto é como Dr. Fantástico que Sellers se supera, falando com sotaque alemão e preso a uma cadeira de rodas, com uma de suas mãos fazendo a referência nazista a todo o tempo, fugindo do seu controle. Sua tripla atuação, representando papéis antagônicos, significou para a indústria cinematográfica uma inovação, afinal de contas, temos momentos em que dois de seus personagens dialogam entre si, configurando desta maneira uma novidade no cinema até então. Mérito para Kubrick e Sellers. Na realidade Peter faria inicialmente quatro papéis, interpretando também o piloto do avião bombardeiro Major T.J. “King” Kong.</p>
<p style="text-align:justify;">Outro que devemos destacar pela sua atuação é o subestimado George C. Scott como o General Turgidson, que nutre verdadeiro ódio pelos comunistas. Em sua atuação, Scott oscila com precisão cirúrgica entre o nervosismo controlado (como quando informa a Muffley o que está acontecendo, no início da crise) e a raiva histérica (que começa quando o embaixador soviético é convidado a entrar na Sala de Guerra).</p>
<p style="text-align:justify;">Outro fato digno de nota desse filme é a ironia que o permeia durante todo o tempo. A começar pelos nomes dos personagens: há um sarcasmo sutil por trás deles. O nome Jack B. Ripper remete a Jack, o Estrupador (Jack, The Ripper); o General Turgidnson recebe esse nome em virtude de sua libido; O representante soviético que adentra a sala de guerra, o Embaixador de Sadesky, é uma referência a Sade. A ironia também se faz presente nos diálogos, resultando em inúmeros momentos cômicos inspiradíssimos como, por exemplo, na cena em que o Presidente interrompe uma briga entre Turgidson e o embaixador de Sadesky, dizendo: 'Vocês não podem brigar aqui! Isto é a Sala de Guerra!'. Outros dois exemplos dignos de atenção envolvem as conversas entre o presidente dos EUA e o Premier Russo; além das cenas logo no início do filme envolvendo o General Ripper e o Capitão Mandrake, onde, no fundo da cena, podemos ver painéis com os dizeres “Peace is Our Profession” (Paz é a Nossa Profissão). Bastante irônico em se tratando de uma indústria que produz a Guerra. Sem falar da cena mais famosa do filme, que envolve a bomba atômica e o Major Kong, montado nela: nesta cena, temos a síntese dos soldados que seguem à risca as ordens que lhe são destinadas, sem que se façam concessões ou indagações.</p>
<p style="text-align:justify;">Essa ironia está presente não só para criticar a guerra, mas também para criticar/ilustrar a libido masculina. Por exemplo, quando o General Turgidson é convocado as pressas para compor a mesa da Sala de Guerra, quem atende o telefonema é a sua secretária, com quem ele tem um caso, que por sua vez aparece apenas de calcinha e sutiã deitada na cama. Em paralelo, no avião bombardeiro, um local apertado e claustrofobórico um soldado folheia uma Playboy, em que a modelo da capa é justamente a secretária do general. Outra cena que ilustra isso é quando Dr. Fantástico propõe como uma das saídas para repovoar o planeta após a explosão da Máquina do Juízo Final a construção de um imenso bunker nas cavernas, onde a proporção de mulheres para homens seria de 10 para 1. Ao ouvir essa proposta, o General Turgidson, que antes olhava de forma desconfiada para o Cientista, rapidamente lança um olhar de extrema aprovação. Em outras cenas, ela é mais sutil, quando o General Ripper diz que 'nega sua essência às mulheres'.</p>
<p style="text-align:justify;">Temos ainda uma direção extremamente eficiente de Kubrick, que mostra ter o timing correto para as cenas envolvendo comédia (como nas conversas entre o presidente e o premier, onde ele intercala as reações do presidente e do General Turgidson), além de registrar com eficiência a imensidão da sala de Guerra, em contraste com o ambiente caustrofóbico do avião que carrega a bomba. Além disso, a sua direção demonstra também um didatismo bastante adequado quando são mostrado os procedimentos de controle e de lançamento da bomba, em que, uma vez dada a ordem pelo Major Kong, a câmera rapidamente foca o painel de controle, evidenciando o painel referente ao comando executado. Isso permite uma maior imersão do telespectador à cena, dando-o a oportunidade de se sentir dentro do avião.</p>
<p style="text-align:justify;">O mais incrível disso tudo é que todas essas cenas funcionam tanto como crítica ferrenha às Guerras e, ainda por cima, são extremamente engraçadas dentro do seu contexto, resultando num filme cômico e, ao mesmo tempo, verdadeiramente complexo. Prova da genialidade do seu realizador, que mostra, mais uma vez, estar a frente do seu tempo, realizando um filme que mais de quarenta anos após o seu lançamento, ainda se mostra, em tempos de George Bush e sua “Guerra de Terror”, extremamente atual. A União Soviética não existe mais (assim como o Comunismo), mas a Guerra pela “Garantia da Paz” ainda continua, mostrando que, por mais que se façam alertas (e Kubrick fez o seu), a humanidade demonstra mais uma vez a característica de não aprender com os próprios erros.</p>
<p style="text-align:justify;">4/4</p>
<p style="text-align:right;"><em>Adney Silva</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Edição Especial - Firefox Download Day]]></title>
<link>http://musashinm.wordpress.com/?p=256</link>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 20:12:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>musashinm</dc:creator>
<guid>http://musashinm.wordpress.com/?p=256</guid>
<description><![CDATA[
Pois é, estou aqui para mais uma Edição Especial. Elas já estão virando costume, né? Está pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mozilla.com/firefox/" target="_blank" title="Firefox"><img src="http://musashinm.wordpress.com/files/2008/06/firefox.jpg" border="0" alt="Firefox" width="96" height="128" align="left" /></a></p>
<p align="justify">Pois é, estou aqui para mais uma Edição Especial. Elas já estão virando costume, né? Está parecendo o <strong>Plantão</strong> da <a href="http://www.globo.com/" target="_blank"><strong>Globo</strong></a> na <strong>Guerra Fria</strong>, né? (rs) Hoje em dia, nós conseguimos fazer piada com esta pequena peculiaridade dos anos 80. Mas eu lembro que, na época, era um desespero quando a música (do Plantão) começava. A eminência de uma guerra declarada, entre os Estados Unidos e a (extinta) União Soviética. A eminência de uma guerra nuclear. A eminência de uma 3ª Guerra Mundial. E quem sabe a possível extinção da raça humana. Desespero este (causado pelo Plantão) que só quem viveu os anos 80 conhece.</p>
<p><!--more--></p>
<p align="justify">Mas, enfim, não estou escrevendo este <em>post extra</em> para filosofar sobre a Guerra Fria. E, muito menos, para falar sobre o Plantão da Globo. Então, por quê esta Edição Especial? Bom, não sei se todos vocês sabem disso, mas hoje é o <a href="http://www.spreadfirefox.com/worldrecord/" target="_blank"><strong>Firefox Download Day</strong></a>. Que porra é essa? Simples, a equipe da <a href="http://www.mozilla.org/" target="_blank"><strong>Mozilla</strong></a> espera colocar o <a href="http://www.mozilla.com/firefox/" target="_blank"><strong>Firefox</strong></a> no <a href="http://www.guinnessworldrecords.com/" target="_blank"><strong>Guinness Book</strong></a>. Como assim? Ora, eles esperam bater o recorde de <em>Software mais baixado no lançamento</em>. Precisam de mais explicações? Creio que não, né?</p>
<p align="justify">Vocês não sabem nem o que é o Firefox? Espero que vocês saibam (ao menos) o que é um <em>browser</em> (ou, em português, <em>navegador</em>). Este é um <em>software</em>, produzido pela Mozilla, com bases no antigo Netscape. Desde seu lançamento, em 2004, o Firefox vem conquistando um espaço cada vez maior (no coração dos <em>internautas</em>). Concorrendo, frente-a-frente, com navegadores já consagrados, como o <a href="http://www.microsoft.com/brasil/windows/products/winfamily/ie/default.mspx" target="_blank"><strong>Internet Explorer</strong></a> (da <a href="http://www.microsoft.com/brasil/" target="_blank"><strong>Microsoft</strong></a>).</p>
<p align="justify">O que eu acho sobre o Firefox? Este é o meu navegador preferido. Sou suspeito para dar qualquer opinião.</p>
<p align="justify">O que eu acho sobre esta corrida para colocar o Firefox no Guinness? Sinceramente? Assim como o <a href="http://www.oscar.com/" target="_blank"><strong>Oscar</strong></a>, o Guinness Book perdeu seus créditos há anos. Hoje existem recordes para tudo! Até para padres que não sabem como funciona um <strong>GPS</strong> (piada mórbida, né?).</p>
<p align="justify"><strong>Fonte</strong>: <a href="http://celsobessa.wordpress.com/" target="_blank"><strong>Post-Its</strong></a> e <a href="http://www.sedentario.org/" target="_blank"><strong>Sedentário &#38; Hiperativo</strong></a></p>
<p align="justify"><strong>Observação</strong>: Devido ao número de acessos, as páginas da Mozilla (e, conseqüentemente, do Firefox) estão muito lentas. Mas sejam persistentes! E vamos mostrar a Microsoft o quão superior é o Firefox (rs).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Funk soviético]]></title>
<link>http://smokecombloquinho.wordpress.com/?p=865</link>
<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 17:33:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>danilocorci</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Via: Poplist
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/vewWf8HDKF0'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/vewWf8HDKF0&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Via: Poplist</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Living off the land in a post-Soviet world]]></title>
<link>http://arquipelago.wordpress.com/?p=143</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 11:22:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Arquipélago</dc:creator>
<guid>http://arquipelago.wordpress.com/?p=143</guid>
<description><![CDATA[
RAZANSAI, Kyrgyzstan: In this remote corner of the former Soviet Union, life has shrunk to the size]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:justify;">RAZANSAI, Kyrgyzstan: In this remote corner of the former Soviet Union, life has shrunk to the size of the basics: tomatoes, corn, apricot trees, baby goats.<br />
That is what grows in the garden of Toktokan Tileberdaeva, a mother of six who has lived almost 40 years in this small village in Kyrgyzstan, a claw-shaped country covered in mountains that once formed part of the Soviet Union's long border with China.<br />
Like a settler on the frontier, she lives off the land, hauling water from a turquoise-colored river and washing her clothes in the same bucket she uses to wash her grandchildren. Her pension, $33 a month, is enough to buy one giant sack of flour - bread for the month.<br />
Life was not always like this. Before Communism fell and Kyrgyzstan became its own country, Tileberdaeva had a job in a toothbrush factory. Her husband, now deceased, worked building giant hydroelectric plants, and a bus came to take their children to school.<!--more--><br />
But after 1991 the factory closed, all public services stopped and an economic collapse tore painful holes in the lives of families here, turning them into immigrants in their own country. Their skills were no longer needed. Their past was a mistake.<br />
"I really miss the Soviet Union," she said, standing in a small blue trailer where she and her children sleep on soft rugs. "We lived well. I worked. I earned a salary."<br />
The Soviet Union collapsed almost 17 years ago, but for many on the outer edges of the empire it feels like yesterday. They enjoy reminiscing about the times when they were young and their factories were working full steam. Now the toothbrush factory stands empty with blank windows, a painful reminder of their lost past.<br />
Change is coming. Engineers from China, Turkey and Iran, though not from Russia, have rebuilt the long ribbon of road that cuts through the mountains to connect the south of the country to the north.<br />
Tileberdaeva's younger children are taught in Kyrgyz, not Russian.<br />
Goods and trade have begun to flow from China in the east, instead of from Russia in the west.<br />
But none of that is any consolation to Tileberdaeva, who spends every waking hour scratching a living out of her land. Sometimes her oldest daughter, a cafeteria worker in Bishkek, the capital, sends her money. The rest comes from her goats and her garden.<br />
Her life is solitary. She is content with the company of her children and grandchildren, and says she does not seek other adults for support or friendship. Most people in this small town are drunks, she said. Chinese merchants, sullenly despised for their wealth and success, provide fleeting entertainment: locals throw rocks at them when they drive by.<br />
The past is not always something she wants to remember. Her husband stole her when she was 19, as she walked home from class at a technical college, a local custom that she feels is heartlessly unfair. She cried, kicking and screaming, as they reached his home.<br />
She tried - and failed - three times to escape.<br />
"I wanted to die," she said looking at the remains of the first house she was brought to, also on the property, but now a grassy playground with walls but no roof.<br />
Family life improved, but only a little. Her husband was a drinker, and was mean when drunk, sometimes throwing her and the children out of the house in a rage. He died in 2003 (the Soviet military sent him to clean up Chernobyl, and he was never quite the same when he returned), but she grimaced when asked if she had married again.<br />
"If I had had a second one, he would have been the same," she said.<br />
Her current concern is a roof, not a man. On a snowy night in December, a pan on her small wood stove caught fire during dinner, setting the roof on fire. She fled through a window with the children, wading out into the snow in pajamas and running for help. The winter was unusually snowy, but there was no money for a roof, so she and her family crammed into a donated trailer, a single dark room coated in quilts.<br />
Things could be worse. Kyrgyzstan is relatively liberal compared to its authoritarian neighbors, Uzbekistan and Turkmenistan. A clean river flows through her backyard, and the soil is rich. Her goats recently had a litter. Their soft babies wobbled in spring grass.<br />
She asked about America, as water for laundry heated on a hotplate. Did everyone live in a high-rise building? Was everyone rich? She watched as her small grandson, wearing a cast-off New York Yankees hat, teetered in, holding a tiny yellow flower.<br />
"Our garden is free," she said smiling. "The earth is good. That's how I live."<br />
Then she invited visitors to tear pieces from a round, coarse loaf of bread.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.iht.com/articles/2008/05/15/asia/letter.php">Artigo do The International Herald Tribune<br />
</a>de Sabrina Tavernise<br />
15 de Maio de 2008<a href="http://www.iht.com/articles/2008/05/15/asia/letter.php"></a></p>
<p style="text-align:justify;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Massaroca 19 - Sentai, Ó Vítimas da Fome!]]></title>
<link>http://massaroca.wordpress.com/?p=74</link>
<pubDate>Thu, 01 May 2008 18:15:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Massaroca</dc:creator>
<guid>http://massaroca.wordpress.com/?p=74</guid>
<description><![CDATA[
É um pássaro? É um avião? Não, é o camarada LÊNIN!
Companheirada!
Está hora de dizer alguma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://massaroca.files.wordpress.com/2008/05/618e1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-77" src="http://massaroca.wordpress.com/files/2008/05/618e1.jpg" alt="" width="300" height="436" /></a></p>
<p><em>É um pássaro? É um avião? Não, é o camarada LÊNIN!</em></p>
<p>Companheirada!</p>
<p>Está hora de dizer algumas verdades a respeito da situação em que nos encontramos!</p>
<p>Está na hora de levantar de nossas poltronas e tomar as ruas!</p>
<p>O mundo está em completo caos e desordem e a cada dia os ricos ficam mais ricos e os pobres ficam mais pobres!</p>
<p>Está na hora de dar as mãos e marchar! Pela liberdade, pela justiça e pela luta!</p>
<p>Mas antes! Vamos assistir ao Massaroca 19, companheirada!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/6yoIjrI_REI'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/6yoIjrI_REI&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Pensando bem! Eu estou com fome! Vamos na lanchonete tomar uma coca e comer uns nuggets! A luta continua!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guerra Fria]]></title>
<link>http://resumohistoria.wordpress.com/?p=8</link>
<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 20:24:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye23</dc:creator>
<guid>http://resumohistoria.wordpress.com/?p=8</guid>
<description><![CDATA[A Guerra Fria tem início logo após a Segunda Guerra Mundial, pois os Estados Unidos e a União Sov]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">A Guerra Fria tem início logo após a Segunda Guerra Mundial</span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">, pois os Estados Unidos e a União Soviética vão disputar a hegemonia política, econômica e militar no mundo.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 2.25pt;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong></strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:#000000;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">A União Soviética possuía um sistema socialista, baseado na economia planificada, partido único ( Partido Comunista</span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">), igualdade social e falta de democracia. Já os Estados unidos, a outra potência mundial, defendia a expansão do </span><a href="http://www.suapesquisa.com/capitalismo"><span style="font-size:7.5pt;color:#000000;"><span style="text-decoration:none;"><span style="font-family:Verdana;">sistema capitalista</span></span></span></a><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">, baseado na economia de mercado, sistema democrático e propriedade privada. Na segunda metade da década de 1940 até 1989, estas duas potências tentaram implantar em outros países os seus sistemas políticos e econômicos.</span></span></p>
<p><span style="font-size:7.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> <br />
</span></span><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">A definição para a expressão guerra fria é de um conflito que aconteceu apenas no campo ideológico, não ocorrendo um embate militar declarado e direto entre Estados Unidos </span><span style="font-family:Times New Roman;">e URSS. Até mesmo porque, estes dois países estavam armados com centenas de mísseis nucleares. Um conflito armado direto significaria o fim dos dois países e, provavelmente, da vida no planeta Terra. Porém ambos acabaram alimentando conflitos em outros países como, por exemplo, na Coréia e no Vietnã. </span></span></p>
<p style="margin:0 22.5pt;"><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">Paz Armada</span></span></p>
<p><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">Na verdade, uma expressão explica muito bem este período: a existência da Paz Armada. As duas potências envolveram-se numa corrida armamentista, espalhando exércitos e armamentos em seus territórios e nos países aliados. Enquanto houvesse um equilíbrio bélico entre as duas potências, a paz estaria garantida, pois haveria o medo do ataque inimigo. </span></span></p>
<p><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><br />
<span style="font-family:Times New Roman;">Nesta época, formaram-se dois blocos militares, cujo objetivo era defender os interesses militares dos países membros. </span></span></p>
<p><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p style="margin:0 22.5pt;"><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">A OTAN</span><span style="font-family:Times New Roman;"> - Organização do Tratado do Atlântico Norte (surgiu em abril de 1949) era liderada pelos Estados Unidos e tinha suas bases nos países membros, principalmente na Europa Ocidental.</span></span></p>
<p style="margin:0 22.5pt;"> </p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0 22.5pt 0 58.5pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:Wingdings;">!</span><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">    </span></span><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">Estados Unidos, Canadá, Itália, Inglaterra, Alemanha Ocidental, França, Suécia, Espanha, Bélgica, Holanda</span><span style="font-family:Times New Roman;">, Dinamarca</span><span style="font-family:Times New Roman;">, Áustria e Grécia</span><span style="font-family:Times New Roman;">.  </span></span></p>
<p><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p style="margin:0 22.5pt;"><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">O Pacto de Varsóvia era comandado pela União Soviética e defendia militarmente os países socialistas.</span></span></p>
<p style="margin:0 22.5pt;"> </p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0 22.5pt 0 58.5pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:Wingdings;"><span>!<span style="font:7pt;">        </span></span></span><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">URSS, Cuba, China</span><span style="font-family:Times New Roman;">, Coréia do Norte, Romênia, Alemanha Oriental, Iugoslávia, Albânia, Tchecoslováquia e Polônia</span><span style="font-family:Times New Roman;">.  </span></span></p>
<p><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p style="margin:0 22.5pt;"><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">Corrida Espacial</span></span></p>
<p style="margin:0 22.5pt;"><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">EUA e URSS travaram uma disputa muito grande no que se refere aos avanços espaciais. Ambos corriam para tentar atingir objetivos significativos nesta área. Isso ocorria, pois havia uma certa disputa entre as potências, com o objetivo de mostrar para o mundo qual era o sistema mais avançado. No ano de 1957, a URSS lança o foguete Sputnik com um cão dentro, o primeiro ser vivo a ir para o espaço. Doze anos depois, em 1969, o mundo todo pôde acompanhar pela televisão a chegada do homem a lua, com a missão espacial norte-americana. </span></span></p>
<p><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">Caça às Bruxas</span></span></p>
<p><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p style="margin:0 22.5pt;"><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">Os EUA liderou uma forte política de combate ao comunismo </span><span style="font-family:Times New Roman;">em seu território e no mundo. Usando o cinema</span><span style="font-family:Times New Roman;">, a televisão, os jornais, as propagandas e até mesmo as histórias em quadrinhos, divulgou uma campanha valorizando o "american way of life". Vários cidadãos americanos foram presos ou marginalizados por defenderem idéias próximas ao socialismo. O Macartismo, comandado pelo senador republicano Joseph McCarthy, perseguiu muitas pessoas nos EUA. Essa ideologia também chegava aos países aliados dos EUA, como uma forma de identificar o socialismo com tudo que havia de ruim no planeta.</span></span></p>
<p style="margin:0 22.5pt;"><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"><br />
Na URSS não foi diferente, já que o Partido Comunista e seus integrantes perseguiam, prendiam e até matavam todos aqueles que não seguiam as regras estabelecidas pelo governo. Sair destes países, por exemplo, era praticamente impossível. Um sistema de investigação e espionagem foi muito usado de ambos os lados. Enquanto a espionagem norte-americana cabia aos integrantes da CIA, os funcionários da KGB faziam os serviços secretos soviéticos. </span></span></p>
<p><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p style="margin:0 22.5pt;"><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">"Cortina de Ferro"</span></span></p>
<p><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p style="margin:0 22.5pt;"><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">Após a Segunda Guerra, a Alemanha</span><span style="font-family:Times New Roman;"> foi dividida em duas áreas de ocupação entre os países vencedores. A República Democrática da Alemanha, com capital em Berlim, ficou sendo zona de influência soviética e, portanto, socialista. A República Federal da Alemanha, com capital em Bonn (parte capitalista), ficou sob a influência dos países capitalistas. A cidade de Berlim foi dividida entre as quatro forças que venceram a guerra : URSS, EUA, França </span><span style="font-family:Times New Roman;">e Inglaterra. No final da década de 1940 é levantado Muro de Berlim, para dividir a cidade em duas partes : uma capitalista e outra socialista. É a vergonhosa "cortina de ferro".  </span></span></p>
<p><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p style="margin:0 22.5pt;"><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">Plano Marshall e COMECON </span></span></p>
<p><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p style="margin:0 22.5pt;"><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">As duas potências desenvolveram planos para desenvolver economicamente os países membros. No final da década de 1940, os EUA colocaram em prática o Plano Marshall, oferecendo ajuda econômica, principalmente através de empréstimos, para reconstruir os países capitalistas afetados pela Segunda Guerra Mundial. Já o COMECON foi criado pela URSS em 1949 com o objetivo de garantir auxílio mútuo entre os países socialistas. </span></span></p>
<p><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p style="margin:0 22.5pt;"><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">Envolvimentos Indiretos</span></span></p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0 22.5pt 0 58.5pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:Wingdings;">!</span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;">    </span><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;">Guerra da Coréia</span></span></p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0 22.5pt 0 58.5pt;"><span style="font-size:10pt;color:#000000;font-family:Wingdings;">!</span><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">    <span style="font-size:10.5pt;color:#000000;">Guerra do Vietnã</span></span></span></p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0 22.5pt 0 58.5pt;"><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"></span></p>
<p><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"></span></p>
<p><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">Fim da Guerra Fria</span></span></p>
<p><span style="font-size:10.5pt;color:#000000;"><span style="font-family:Times New Roman;">A falta de democracia, o atraso econômico e a crise nas repúblicas soviéticas acabaram por acelerar a crise do socialismo no final da década de 1980. Em 1989 cai o Muro de Berlim e as duas Alemanhas são reunificadas. No começo da década de 1990, o então presidente da União Soviética Gorbachev começou a acelerar o fim do socialismo naquele país e nos aliados. Com reformas econômicas, acordos com os EUA e mudanças políticas, o sistema foi se enfraquecendo. Era o fim de um período de embates políticos, ideológicos e militares. O capitalismo vitorioso, aos poucos, iria sendo implantado nos países socialistas.</span></span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Veja também:</p>
<p> </p>
<p><a title="Permanent Link to Entendendo a História" rel="bookmark" href="http://resumohistoria.wordpress.com/2008/04/08/entendendo-a-historia/">Entendendo a História</a></p>
<p><a title="integração em crise? - tentando entender." rel="bookmark" href="http://resumohistoria.wordpress.com/2008/04/03/mercosul-integracao-em-crise-tentando-entender/">Mercosul: integração em crise? - tentando entender.</a></p>
<p><a title="Permanent Link to Por que Brasil" rel="bookmark" href="http://resumohistoria.wordpress.com/2008/04/02/por-que-brasil/">Por que Brasil</a></p>
<p><a title="Permanent Link to A Primeira Guerra Mundial (1914-1918)" rel="bookmark" href="http://resumohistoria.wordpress.com/2008/03/19/a-primeira-guerra-mundial-1914-1918/">A Primeira Guerra Mundial (1914-1918)</a></p>
<p> </p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exército russo endividado]]></title>
<link>http://liverig.wordpress.com/?p=65</link>
<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 22:58:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>liverig</dc:creator>
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<description><![CDATA[Qual a diferença do exército Brasileiro, do exército americano e do exército Russo ?
O exército]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Qual a diferença do exército Brasileiro, do exército americano e do exército Russo ?</p>
<p><img src="http://www.russiablog.org/loading-guns.jpg" alt="Russian Army, Exército Russo" align="left" height="240" width="320" />O exército brasileiro é um dos mais influentes da América do Sul, mas não tem muito 'poderio' militar, o exército americano, atualmente, é incontestávelmente o mais forte no mundo, mas isto apenas se deve aos armamentos, sua superioridade nas àreas tecnológicas e seus soldados que realmente ama a nação em que vivem.<br />
Porém o exército Rússia, que na época da União Soviética (URSS) era o tal, agora está endividado.</p>
<p>O exército russo tentando angariar fundos está vendendo cidades pequenas, leiloando propriedades, mansões, terras desocupadas e vilarejos.</p>
<p class="storytext">De fato, o Exército russo possui muitas propriedades e o valor total de seu patrimônio é avaliado em 300 bilhões de rubros (cerca                   de R$ 21 bilhões).</p>
<p class="storytext">O objetivo do leilão de imóveis do Exército é levantar verbas para construir casas para os oficiais [há controvérsias quanto a estes fatos, mas não irei comentar]</p>
<p class="storytext">                   <!-- end_story -->Pelo menos 122,4 mil famílias de militares estariam esperando disponibilidade de acomodações em toda a Rússia. Algumas estariam                   na fila há anos.</p>
<p class="storytext">Segundo o jornal Russo <i>Izvestia</i>, mais de 20 propriedades perto de cidades como Moscou, São Petersburgo, Kaliningrado e Vladivostok serão leiloadas                   já no dia 8 de abril.</p>
<p class="storytext">O jornal relata que serão leiloadas "mansões fabulosas e pousadas, campos de tiros desativados e vastos lotes de terra, abandonados, onde nenhum homem pisou durante anos".</p>
<p class="storytext">"Não sabia que o Exército tinha alguma coisa para vender", disse um oficial do Exército russo que não quis se identificar.                   "Pensei que tudo tinha sido roubado há muito tempo."</p>
<p class="storytext">O Exército russo não precisa de tantas propriedades, como as cidades inteiras onde guarnições ficavam baseadas. Nos últimos                   anos, o Exército diminuiu de 4 milhões para 1,1 milhão de integrantes.</p>
<p class="storytext">Mas os gastos militares tem aumentado. Em 2008, as despesas totais deverão ser de R$ 119 bilhões e devem aumentar nos próximos                   dois anos.</p>
<p class="storytext">O presidente eleito Dmitry Medvedev afirmou que uma melhora no setor de habitação é um de seus quatro "projetos nacionais".</p>
<p>Para ver imagens chocantes de solados russos, voce pode visitar este <a href="http://www.discovery.org/scripts/mt/mt-tb.cgi/972" title="Blog em inglês mostrando a situação dos saldos russos">Blog</a> (em inglês)</p>
<p class="storytext">&#160;</p>
<p>_____________________________________<br />
Não é apenas uma venda de propriedades à toa...</p>
<p>Não é coerente (não faz sentido] isto, pois se o exército russo estivesse a desabrigar estas mansões e cidades inteiras apenas para abrigar soldados e famílias, seriam então verdadeiras bases ou áreas militares (se for pensar bem).</p>
<p>Por isso, é claro que esta venda tem mais algum motivo adicional que só o tempo poderá nos dizer..... mas que certamente os americanos sabem e mantém sob sigilo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rebel Sell]]></title>
<link>http://codfishwaters.wordpress.com/?p=276</link>
<pubDate>Sat, 08 Mar 2008 01:42:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>António Luís Vicente</dc:creator>
<guid>http://codfishwaters.wordpress.com/?p=276</guid>
<description><![CDATA[Os posters da era soviética são hoje cobiçados por coleccionadores e justamente admirados por mui]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os <a href="http://codfishwaters.com/2008/03/06/%d0%9folitical-%ce%a6ish/">posters</a> da era soviética são hoje cobiçados por coleccionadores e justamente admirados por muita gente, principalmente por designers gráficos. Há de facto exemplos extraordinários desta arte, alguns dos quais podem ser vistos <a href="http://sovietposter.blogspot.com/">aqui</a>. Existe até um <a href="http://31daarmada.blogs.sapo.pt/">blog</a> que optou pela estética soviética.</p>
<p>Mas para além da estética, é curioso constatar que usamos estes materiais de propaganda soviética sem pestanejar, pensando pouco no que em tempos representaram. Hoje compram-se reproduções de posters em centros comerciais de Moscovo e regateiam-se bonés à Mao em quiosques da Cidade Proibida. Usam-se como objectos de design, como acto nostálgico ou irónico, como curiosidade histórica.</p>
<p>Há quem fique chocado com este uso da estética russa, relembrando os horrores do regime e realçando que eramos incapazes de pendurar nas nossas casas posters do partido nazi. Ninguém usaria uma t-shirt com um retrato do propagandista  e facínora Goebbels a olhar romanticamente para o horizonte, mas muitos não hesitam em ostentar com orgulho o propagandista e facínora Che Guevara.</p>
<p>Sou sensível a uma versão moderada deste argumento. Não há dúvida de que existem de facto dois pesos e duas medidas. A generalidade das pessoas tem maior tolerância em relação ao "fascism with a human face" (na inspirada expressão de Susan Sontag para descrever o comunismo). Mas em última análise, a divertida mercantilização destes símbolos do marxismo e do anti-capitalismo assim como a sua transformação em <i>souvenirs</i>, compensam, pelo menos para mim, esta algo incoerente tolerância em relação à propaganda soviética.  É como se cada compra, cada <i>recuerdo</i>,  representasse mais um prego no caixão histórico do regime. Por outro lado, o argumento de que toda a estética fascista foi escondida debaixo do tapete não é completamente verdadeiro. Sei que praticamente o único exemplo que se encontra é o de Leni Riefenstahl, mas não deixa de ser uma importante excepção.</p>
<p>Assim, tendo a encarar esta questão com algum desprendimento. Até porque se me cruzar no Bairro Alto com duas pessoas, uma envergando a t-shirt da esquerda, outra a da direita, não tenho qualquer dúvida em apontar qual é o mais criativo e inconformista.</p>
<p><img src="http://codfishwaters.wordpress.com/files/2008/03/26572che-guevara-posters.jpg" alt="26572che-guevara-posters.jpg" height="323" width="319" /><img src="http://www.appletreeblog.com/wp-content/2007/09/che-simpson.jpg" height="290" width="310" /></p>
<p>PS: vale imenso a pena ler o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Rebel_Sell">livro</a> ao qual roubei o título deste post, que é sobre como a "counterculture became consumer culture".</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Пolitical Φish]]></title>
<link>http://codfishwaters.wordpress.com/?p=268</link>
<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 16:35:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>António Luís Vicente</dc:creator>
<guid>http://codfishwaters.wordpress.com/?p=268</guid>
<description><![CDATA[     
      
(Via A Soviet Poster a Day)
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img border="0" width="300" src="http://codfishwaters.wordpress.com/files/2008/03/aviao-1.jpg" alt="aviao-1.jpg" height="431" />     <img src="http://codfishwaters.wordpress.com/files/2008/03/aviao-2.jpg" alt="aviao-2.jpg" /></p>
<p><img width="265" src="http://codfishwaters.wordpress.com/files/2008/03/aviao-3.jpg" alt="aviao-3.jpg" height="425" style="width:296px;height:425px;" />      <img width="291" src="http://codfishwaters.wordpress.com/files/2008/03/aviao-4.jpg" alt="aviao-4.jpg" height="431" style="width:303px;height:431px;" /></p>
<p>(Via <a href="http://sovietposter.blogspot.com/">A Soviet Poster a Day</a>)</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
