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	<title>thomas-huxley &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/thomas-huxley/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "thomas-huxley"</description>
	<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 08:43:23 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[centrality in the cosmos]]></title>
<link>http://books99.wordpress.com/?p=221</link>
<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 19:43:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>books99</dc:creator>
<guid>http://books99.wordpress.com/2008/09/19/centrality-in-the-cosmos/</guid>
<description><![CDATA[This gold aluminum cover was designed to protect the Voyager 1 and 2 &#8220;Sounds of Earth&#8221; g]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><span style="color:#000080;"><strong><em>This gold aluminum cover was designed to protect the Voyager 1 and 2 "Sounds of Earth" gold-plated records from micrometeorite bombardment, but also serves a double purpose in providing the finder a key to playing the record.<br />
The explanatory diagram appears on both the inner and outer surfaces of the cover, as the outer diagram will be eroded in time. Flying aboard Voyagers 1 and 2 are identical "golden" records, carrying the story of Earth far into deep space. The 12 inch gold-plated copper discs contain greetings in 60 languages, samples of music from different cultures and eras, and natural and man-made sounds from Earth. They also contain electronic information that an advanced technological civilization could convert into diagrams and photographs. Currently, both Voyager probes are sailing adrift in the black sea of interplanetary space, having left our solar system years ago.</em></strong></span></p>
<p>"The most important scientific revolutions all include, as their only common feature, the dethronement of human arrogance from one pedestal after another of previous convictions about our centrality in the cosmos."              <strong>Stephen Jay Gould, paleontologist, biologist, author (1941-2002) </strong></p>
<p>"The radical novelty of modern science lies precisely in the rejection of the belief ... that the forces which move the stars and atoms are contingent upon the preferences of the human heart."</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Walter Lippman, (1889-1974)</strong></p>
<p>"For all our conceits about being the center of the universe, we live in a routine planet of a humdrum star stuck away in an obscure corner ... on an unexceptional galaxy which is one of about 100 billion galaxies. ... That is the fundamental fact of the universe we inhabit, and it is very good for us to understand that. "                           <strong>Carl Sagan, (1934-1996) </strong></p>
<p>The great tragedy of science--the slaying of a beautiful hypothesis by an ugly fact.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Thomas Huxley, (1825-1895)</strong></p>
[caption id="attachment_229" align="aligncenter" width="447" caption="http://grin.hq.nasa.gov/ABSTRACTS/GPN-2000-001978.html"]<a href="http://books99.wordpress.com/files/2008/09/voyager-golden-record.jpg"><img class="size-full wp-image-229" title="voyager-golden-record" src="http://books99.wordpress.com/files/2008/09/voyager-golden-record.jpg" alt="http://grin.hq.nasa.gov/ABSTRACTS/GPN-2000-001978.html" width="447" height="81" /></a>[/caption]
<div class="mceTemp">
<dl class="wp-caption alignleft"> </dl>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Thomas Huxley estava errado (10)]]></title>
<link>http://espectivas.wordpress.com/?p=2850</link>
<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 22:03:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
<guid>http://espectivas.wordpress.com/2008/08/23/thomas-huxley-estava-errado-10/</guid>
<description><![CDATA[Buraco-negro giratório
Através da lógica matemática, o físico Martin Kruskal (entre outros) con]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>[caption id="attachment_2853" align="alignleft" width="344" caption="Buraco-negro giratório"]<img src="http://espectivas.wordpress.com/files/2008/08/buraco-negro2.jpg" alt="Buraco-negro giratório" width="344" height="318" class="size-full wp-image-2853" />[/caption]
<p style="line-height:20px;">Através da lógica matemática, o físico Martin Kruskal (entre outros) conseguiu solucionar a questão do comportamento dos buracos-negros. Esta imagem aqui ao lado pretende dar uma ideia de como Kruskal definiu o que acontece no buraco-negro. Já antes dele, o matemático australiano Roy P. Kerr descobriu (nos anos sessenta do século passado) que existem buracos-negros giratórios, isto é, buracos-negros com massa em rotação, e que o buraco-negro rotativo ganhava uma estrutura própria. </p>
<p style="font-weight:700;font-size:9px;">Nota: os “poços” ou mini-buracos-negros quânticos têm uma estrutura semelhante aos buracos-negros do macrocosmos. </p>
<p>O que acontece dentro de um buraco-negro rotativo? À medida que nos aproximamos do “limite estático” (orla exterior), independentemente da velocidade a que viajemos (inferior à da luz), começamos a observar que qualquer luz que emitamos a partir da nossa nave espacial é literalmente desviada na direcção da rotação do buraco, isto é, a luz emitida pela nossa nave passa a acompanhar a massa em rotação em torno do buraco-negro, como se existisse um gigantesco “vento” invisível que “soprasse” a luz no sentido da rotação do buraco-negro. </p>
<p>Depois de atravessarmos o “limite estático”, entramos na “ergosfera”, que é a fonte de energia rotativa.  Trata-se de uma zona energética onde a luz é “desviada” circularmente e atraída pela gravidade em direcção ao centro do buraco-negro. Nesta região, a nossa nave ainda poderia (com muita sorte) escapar à gravidade do buraco-negro, e da ergosfera poderia ser extraída energia (ser fonte de energia). A propósito da “ergosfera”, o cientista Roger Penrose descobriu um princípio segundo o qual, se uma nave se partisse em dois ao entrar nesta zona do buraco-negro, uma das metades seria ejectada com mais energia do que dispunha ao entrar, enquanto a outra seria capturada pelo buraco-negro (ver “<a href="http://google.com/search?q=penrose+mechanism" target="_blank">mecanismo de Penrose</a>”).</p>
<p><!--more--></p>
<p>Se a nossa nave espacial pudesse continuar a sua viagem, entraria na região chamada de “horizonte de acontecimentos exterior” (HAE). Mais interior e junto da “singularidade” do anel, existe um circulo interno que é chamado de “horizonte de acontecimentos interior” (HAI). Na zona entre o <abbr title="horizonte de acontecimentos exterior">HAE</abbr> e o <abbr title="horizonte de acontecimentos interior">HAI</abbr>, o tempo e o espaço andam ao contrário (às avessas), e desta zona a nossa nave espacial já não poderia regressar; teríamos que forçosamente seguir em frente (num buraco-negro não-rotativo, a nossa nave seria imediatamente absorvida pela “singularidade” do buraco-negro).</p>
<p>Mal entramos e atravessamos a zona do <abbr title="horizonte de acontecimentos interior">HAI</abbr>, o espaço e o tempo voltam a inverter-se, e o mundo parece regressar ao seu estado normal. Se pudéssemos voltar ao espaço exterior ao buraco-negro, teríamos que voltar a atravessar o <abbr title="horizonte de acontecimentos exterior">HAE</abbr>, voltando à região do espaço e do tempo “às avessas”, passando depois à ergosfera onde o espaço e o tempo voltariam ao normal, saindo depois do “limite estático” do buraco. Porém, quando saímos agora da ergosfera para o espaço exterior, o universo já não é necessariamente o mesmo, e será provavelmente um universo anterior àquele universo em que estávamos quando iniciamos a viagem pelo buraco-negro rotativo. O buraco-negro é, assim, uma máquina  do Tempo. </p>
<p>Os acontecimentos que rodeiam o buraco-negro rotativo são vias de sentido único. Uma vez que entremos na região do <abbr title="horizonte de acontecimentos exterior">HAE</abbr>, o espaço e o tempo invertem-se e somos obrigados a seguir em frente no espaço, como somos obrigados ― em circunstâncias normais e fora do buraco-negro ―  a seguir em frente no tempo. <span style="background:yellow;">A nossa condição normal terrena é a de que nos encontramos cativos pela corrente do tempo ― não podemos voltar atrás ― devido ao fluxo temporal gerado pelos minúsculos buracos-negros (“poços”) que existem no microcosmos quântico. Os lapsos (falhas) no Espaço-tempo quântico (os minúsculos buracos-negros) são pequenos “sugadores” de tempo que “sugam” o próprio tecido do Espaço-tempo. </span></p>
<p>O futuro pode ser “puxado” para dentro de um buraco-negro, o que permite que avancemos em direcção ao futuro. Enquanto nos mantivermos fora dos limites estáticos dos buracos-negros (micro ou macro), nada se passa de anormal. Contudo, se decidíssemos passar o <abbr title="horizonte de acontecimentos exterior">HAE</abbr> e o <abbr title="horizonte de acontecimentos interior">HAI</abbr>, descobriríamos que tudo se teria invertido, e em vez de sermos novamente arrastados para o interior do buraco-negro, seríamos agora empurrados em frente e para o exterior, entrando num outro universo.</p>
<p>Portanto, enquanto os buracos-negros absorvem a matéria e a luz, os buracos-brancos "cospem" a matéria e a luz. Do lado do buraco-negro vemos o futuro a passar para o passado, e no lado do buraco-branco experimentamos o passado a passar por nós em direcção ao futuro. </p>
<p style="font-size:9px;font-weight:700;color:navy;">Imagem <a href="http://blahla.wordpress.com/category/physics/" target="_blank">daqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Thomas Huxley estava errado (9)]]></title>
<link>http://espectivas.wordpress.com/?p=2830</link>
<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 15:26:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
<guid>http://espectivas.wordpress.com/2008/08/23/thomas-huxley-estava-errado-9/</guid>
<description><![CDATA[Os “milagres”, a matéria e anti-matéria, a luz que podemos “agarrar” e a “Singularidade]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight:700;color:navy;font-size:14px;font-family:arial;">Os “milagres”, a matéria e anti-matéria, <a href="#a luz que podemos" />a luz que podemos “agarrar”</a> e a <a href="#Singularidade">“Singularidade”</a></p>
<p>[caption id="attachment_2838" align="alignleft" width="324" caption="Par electrão / positrão"]<img src="http://espectivas.wordpress.com/files/2008/08/electron-positron.jpg" alt="Par electrão / positrão" width="324" height="238" class="size-full wp-image-2838" />[/caption]
<p style="line-height:20px;">O electrão é uma ínfima porção de electricidade que é responsável pela estrutura dos átomos e das moléculas, e naturalmente é também responsável ― nomeadamente ― pela estrutura do nosso sistema nervoso central. Contudo, já vimos que a “Consciência” existe ― na forma de ondulação quântica ― independentemente da existência “material” do nosso cérebro. </p>
<p>Richard Feynman, Nobel da Física, defendeu a tese de que todas as partículas do universo poderiam ser reduzidas a uma só partícula ― a um electrão. Sabemos que sem a actividade do electrão, toda a actividade química não poderia existir; mas como seria possível reduzir as partículas do universo a um só electrão? Segundo Feynman, a resposta estaria na possibilidade de se poder viajar para trás no tempo; se o electrão conseguisse viajar para trás no tempo, ele poderia surgir em dois lugares espaciais em simultâneo. De igual modo, esse electrão poderia surgir simultaneamente em inúmeros locais e constituir um universo de electrões. </p>
<p>Portanto, a reversibilidade e o avanço do “universo do Tempo” constitui uma possibilidade que permitiria reduzir o “universo do Espaço” à sua partícula mais ínfima. E aqui entramos na área a que as religiões e a ciência convencionaram chamar de “milagres”, por exemplo, o “milagre” da ubiquidade ― a capacidade de alguém poder estar em dois locais diferentes em simultâneo. </p>
<p><!--more--></p>
<p>Esta ideia é extraordinária: suponha o leitor que ― por artes de uma ciência e de uma técnica que ainda não existem, ou melhor, que sempre existiram mas que nós ainda não as “inventamos” ― conseguia viajar apenas dez segundos para trás no tempo, depois de ter entrado por uma porta e de se sentar numa cadeira na sua sala-de-estar, isto é, no momento em que se senta na cadeira, a viagem de 10 segundos em direcção ao passado inicia-se, e nesse preciso momento do início da contagem, o leitor levanta-se e dirige-se para a porta da varanda da sala-de-estar. Para os observadores externos, os relógios seriam progressivamente atrasados dez segundos, e passados os dez segundos de retrocesso no Tempo, o leitor apareceria simultaneamente em duas portas : à porta da sala e à porta da varanda; entrava por uma porta e simultaneamente saía por outra porta. </p>
<p>Para além da possibilidade da reversibilidade do Tempo, um holograma sofisticado pode perfeitamente explicar a ubiquidade. Costumamos dizer que “inventamos” o holograma ― que faz uso de uma propriedade de todas as ondas: o facto de elas terem amplitudes e fases. Contudo, já no seu Tempo, Kant escreveu que “tudo o que possamos imaginar e inventar, existe previamente”. Nós não inventamos nada; simplesmente descobrimos que as coisas existem. </p>
<p>Definitivamente, o “milagre” não constitui uma violação de nenhuma “lei natural”, por dois motivos concomitantes: primeiro, porque as “leis naturais” são as nossas leis naturais do nosso Tempo ― que não foram as leis naturais do século 18, e não serão seguramente as leis naturais do século 22 ― e não necessária e exactamente as leis do universo. Aquilo a que chamamos de “leis naturais” são uma linguagem codificada baseada numa lógica de perspectiva e não holística,  que nos permite uma transmissão semântica (progressiva) do conhecimento que vamos acumulando, o que significa que essas leis vão sendo alteradas à medida que avançamos no conhecimento do universo. Depois, e em consequência, porque os “milagres” estão em perfeita consonância com as leis do universo que, por vezes, não coincidem totalmente com as nossas leis naturais. </p>
<p>Muitos dos chamados milagres  são truncagens da dimensão do Espaço-tempo, “jogam” com a intermutabilidade do espaço e do tempo na definição das condições do universo. A “aceleração” do tempo em relação ao nosso Espaço-tempo poderia permitir o “milagre” da transformação de um fruto embrionário de uma árvore num fruto maduro em apenas em alguns segundos do nosso tempo terrestre (acelerando-se o processo de crescimento do fruto com a aceleração do Tempo do nosso Espaço-tempo), assim como poderia transformar a água no vinho das bodas de Canaã em questão de minutos ― naturalmente com a intervenção de uma “Consciência”  que seja dotada de uma complexidade de tal grandeza que lhe permitisse a capacidade e o conhecimento para interferir desta forma no nosso Espaço-tempo. </p>
<hr width="500">
<p><a name="a luz que podemos">A celebérrima fórmula de Einstein</a> (<strong>E=Mc<sup>2</sup></strong>) coloca em equação a Energia (E) e a Matéria (M), multiplicando esta última duas vezes pela velocidade da luz ( c ) . Segundo esta fórmula, a matéria seria energia luminosa aprisionada (condensada).<br />
Podemos observar as consequências da aplicação desta fórmula no processo físico de “aniquilação electrão/positrão”, e também no processo inverso conhecido como “criação electrão/positrão”. No decurso destes processos, os electrões colidem com os positrões (os positrões são os “electrões” da anti-matéria) e em resultado dessa colisão ambos desaparecem e dão lugar a partículas luminosas chamadas “fotões”; se a energia disponível for suficientemente elevada, é possível inverter o processo e transformar os fotões em positrões e electrões, isto é, em matéria e anti-matéria. </p>
<p>Por outro lado, através da gravidade, a luz também se deixa “agarrar”. Quando a gravidade atinge uma determinada dimensão, a luz é “agarrada” pelos buracos negros, isto é, é dobrada em círculo, absorvida pelo buraco negro e provavelmente expelida por um buraco branco num outro qualquer Espaço-tempo do universo.<br />
De igual modo, a “espuma quântica”, com os seus minúsculos buracos negros que constituem lapsos do Espaço-tempo ― aqui designados por “poços” ― , geram campos gravitacionais intensíssimos com raios de acção extremamente curtos que “agarram” a luz.</p>
<p>Portanto, mesmo a nível do microcosmos a luz é “aprisionada” através de fenómenos gravitacionais ― e não só a nível do macrocosmos. Mais adiante voltaremos a este assunto, quando abordarmos a estabilidade das partículas no interior dos “poços” que pode determinar a desintegração da matéria.</p>
<p>A <a name="Singularidade">“Singularidade”</a> (ver no <strong><a href="http://google.com/search?q=quantum+singularity" target="_blank">Google</a></strong>) é cada um destes pontos no Espaço-tempo quântico onde as forças se encontram para além da nossa actual compreensão, mas que pode ser explicável à luz de uma ideia de “Absoluto” ou “Infinito” ― que constitui tudo aquilo que está para além do Espaço-tempo. </p>
<p style="font-family:arial;color:navy;font-size:16px;font-weight:700;">A “Singularidade” da  Física quântica é o “Absoluto” filosófico e o “Além” religioso. </p>
<p></p>
<p style="font-size:9px;color:navy;font-weight:700;">Imagem <a href="http://imagine.gsfc.nasa.gov/docs/science/how_l2/pair_telescopes.html" target="_blank">daqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Thomas Huxley estava errado (8)]]></title>
<link>http://espectivas.wordpress.com/?p=2512</link>
<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 09:15:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
<guid>http://espectivas.wordpress.com/2008/08/13/thomas-huxley-estava-errado-8/</guid>
<description><![CDATA[Qual o tamanho do Universo?
Universo Quântico
É  hoje ponto assente que o nosso universo teve iní]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:navy;font-size:16px;font-weight:700;">Qual o tamanho do Universo?</span></p>
<p>[caption id="attachment_2515" align="alignleft" width="200" caption="Universo Quântico"]<img src="http://espectivas.wordpress.com/files/2008/08/universo-quantico.jpg" alt="Universo Quântico" width="200" height="133" class="size-full wp-image-2515" />[/caption]
<p style="line-height:20px;">É  hoje ponto assente que o nosso universo teve início com o Big Bang. Portanto, tendo tido um princípio, podemos ― sob o ponto de vista filosófico ― dizer que o universo foi criado, porque tudo o que tem um início é um efeito de uma causa. Quando os darwinistas dizem que não existiu a Criação do Universo, vão contra a própria lógica científica que pressupõe uma causa para um efeito, e por isso podemos dizer que o darwinismo esteve na origem de um <strong><a href="http://www.answers.com/topic/monism" target="_blank">monismo</a></strong> religioso dogmático: o Naturalismo. </p>
<p>Estando o universo em expansão a partir de um início, ele é finito; podemos dizer que o Universo tem uma “orla” exterior que se expande ocupando o lugar do “Nada” que está para além do universo.</p>
<p>Imaginemos a  totalidade do universo existindo na superfície de um balão: ainda que nos deslocássemos sempre na mesma direcção sobre a superfície dessa esfera, jamais chegaríamos a uma borda exterior; e se caminharmos sempre em redor da superfície do balão, não voltaremos necessariamente ao ponto de partida, embora este possa parecer idêntico ―   isto se o balão estiver em expansão, como está (ou em contracção). Este facto deve-se à introdução da dimensão do Tempo na equação.<br />
<!--more--><br />
Por esta razão se diz que o universo se encontra contido em “Nada”, porque ele contém-se a ele próprio. Porém, a comparação supracitada com o balão parte do princípio de que o observador está no seu exterior, isto é, vê o balão de fora ― em termos práticos, neste caso o observador vê o balão para “além” do espaço-tempo. Portanto o “Nada” está fora do Espaço-tempo.<br />
Nos níveis superiores  fora do espaço-tempo, o espaço e o tempo não existem. Em suma: se o espaço e o tempo se encontrassem confinados ao balão, nós que observamos o balão na sua expansão encontrar-nos-íamos num nível superior situado fora do espaço-tempo.</p>
<p>O tamanho do universo depende da velocidade a que um objecto se desloca. Quanto maior for a nossa velocidade, mais curta é a duração da viagem e mais curta a distância a percorrer. Segundo a relatividade geral de Einstein, isto deve-se ao facto de os relógios em movimento se atrasarem, e dos comprimentos em movimento se encurtarem na direcção da deslocação. Uma viagem da luz do Sol à Terra (150 milhões de Km) demora cerca de 500 segundos do nosso tempo. Porém, se estivéssemos numa nave espacial e quiséssemos empreender uma viagem ao Sol, a uma velocidade de 10% da velocidade da luz, a relatividade faria com que a viagem fosse de cerca de 5.000 segundos (83 minutos). Se aumentássemos a velocidade, o tempo da viagem começaria a decrescer mais rapidamente do que seria aparentemente  lógico e de esperar: a 70% da velocidade da luz, a nossa viagem demoraria cerca de 500 segundos ― o mesmo tempo que a luz demora a percorrer esse mesmo trajecto, quando observada pelos nossos amigos que ficaram na Terra. A 94% da velocidade da luz, a viagem demoraria 180 segundos (3 minutos), e a 99% da velocidade da luz, a viagem demoraria menos de 1 minuto. À velocidade da luz, o momento da chegada da nossa nave seria praticamente o mesmo momento da partida.</p>
<p>Se, por outro lado, a nossa nave espacial estivesse imobilizada no espaço, e o universo passasse velozmente por nós, veríamos a Terra afastar-se cada vez mais e o Sol a aproximar-se vertiginosamente. A distância da Terra ao Sol seria como uma enorme régua que, em movimento do universo, se encurtava; se essa régua passar  por nós a 99% da velocidade da luz, ela encurta-se até um comprimento de apenas 60 segundos/luz, isto é, cerca de 16 milhões de Km. Se a velocidade de deslocação do universo fosse ainda maior ― embora inferior à velocidade da luz ―, a distância do Sol à Terra, medida pela tal régua, seria inferior a meio metro. </p>
<p>Em suma: o universo pensado à velocidade da luz reduz-se ao tamanho de uma cabeça de alfinete. E ainda assim, há quem diga que Deus não existe. </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Thomas Huxley não tinha razão (7)]]></title>
<link>http://espectivas.wordpress.com/?p=2471</link>
<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 15:52:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
<guid>http://espectivas.wordpress.com/2008/08/12/thomas-huxley-nao-tinha-razao-7/</guid>
<description><![CDATA[A “luta” entre a relatividade de Einstein e o Princípio da Incerteza de Heisenberg 

Se dividir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:14px;color:navy;font-weight:700;">A “luta” entre a relatividade de Einstein e o Princípio da Incerteza de Heisenberg </span></p>
<p style="float:left;width:275px;"><img src="http://espectivas.wordpress.com/files/2008/08/space_time.jpg" alt="" width="267" height="188" class="alignnone size-full wp-image-2478" /></p>
<p>Se dividirmos um segundo do nosso  tempo, a meio, conservando apenas uma das metades e rejeitando a outra, e fizermos esta mesma operação ― isto é, dividirmos o “meio-segundo” que conservámos, a meio ― 150 vezes, chegaremos ao intervalo de tempo mais curto que os físicos consideram até hoje, e a que a Física quântica chamou de “<strong><a href="http://www.answers.com/chronon" target="_blank">cronão</a></strong>”.  De igual  modo, e com um centímetro, repetindo 110 vezes a sua divisão a meio, chegaremos à porção mais curta do espaço como tal considerada pelos físicos. </p>
<p>Os físicos quânticos (<strong><a href="http://google.com/search?q=John+Wheeler" target="_blank">John Wheeler</a></strong>, <em>et al</em>) deduziram que, nesta escala infinitesimal, a Física quântica se mistura com a relatividade de Einstein, o que inclui a gravidade e a produção de  “buracos negros” quânticos . Nesta escala de grandeza, os buracos negros são rasgões minúsculos no espaço-tempo que constituem um “borbulhar” contínuo ocorrendo espontaneamente; de facto, assistimos aqui a um “duelo” entre o Princípio da Incerteza de Heisenberg ― que tenta impedir a superdefinição da matéria, isto é, impedir a matéria se localizar com demasiada precisão no espaço-tempo ― e os super-enormes campos gravitacionais (em termos relativos e à escala) que ocorrem em tão reduzidas distâncias. Deste conceito, John Wheeler e os seus colaboradores extrapolaram (dedução) a ideia de “espuma quântica”, que é o resultado desse “duelo” entre o Princípio da Incerteza de Heisenberg  e a relatividade de Einstein, sendo que a espuma quântica é, provavelmente, o universo inteiro. (<a href="#tiranossauro" />ver</a>)</p>
<p>O espaço e o tempo são apenas medidas de grandeza, unidades diferentes de conversão do espaço-tempo. O espaço e o tempo encontram-se ligados e são intermutavéis, e por isso, o carácter não-absoluto do tempo e do espaço foi substituído por uma ideia de carácter absoluto do espaço-tempo.</p>
<p>Quando se diz que o Princípio da Incerteza de Heisenberg não se aplica no macrocosmos (<a href="#tiranossauro">ver</a>), esta posição é defendida porque a conexão entre o espaço e o tempo só se torna aparente (empirismo; verificação empírica) quando consideramos distâncias enormes, intervalos de tempo muito curtos, ou a objectos viajando a velocidades muito perto da velocidade da luz, porque é nestas escalas que se faz sentir (à nossa escala) a presença da gravidade ― o que não significa que em outras situações e noutras escalas, não sendo aparente e empiricamente constatável, o mesmo tipo de fenómenos não ocorra. <em>“Se uma árvore se quebra na floresta, e não houver nenhum ser humano na floresta para ouvir o ruído da queda da árvore, será que o ruído existe de facto?”</em>. Claro que sim; o facto de o ser humano não se aperceber de um determinado fenómeno, não significa que esse fenómeno não exista, só por esse facto. </p>
<p><span style="color:navy;font-size:10px;">A seguir: <a href="http://espectivas.wordpress.com/2008/08/13/thomas-huxley-estava-errado-8/">“Qual é o tamanho do universo”?</a></span></p>
<p><span style="font-size:9px;font-weight:700;color:navy;"><a name="tiranossauro">(1)</a> Por isso é que a ideia da ciência determinista e determinada por “leis naturais” restritas e estáticas, e alegadamente “somente aplicáveis ao macrocosmos”, segundo a qual o Princípio da Incerteza de Heisenberg é exclusivamente aplicado ao microcosmos ― e nunca  aplicável no macrocosmos conforme defendido <a href="http://tyrannosaurus.wordpress.com/2008/08/05/as-leis-da-natureza/" target="_blank" />aqui</a> --, está desfasada, porque a análise empírica do macrocosmos constitui uma visão parcial do universo, e portanto desfasada do seu conjunto e da sua verdadeira realidade. Por muito que custe à nomenclatura científico-técnica  clássica, vão ter que se habituar a novas ideias sobre o universo. Mais adiante falaremos mais concisamente sobre a aplicabilidade do “princípio da incerteza”, e do seu “duelo” com a relatividade de Einstein, em todo o universo. </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Thomas Huxley estava errado (6)]]></title>
<link>http://espectivas.wordpress.com/?p=2449</link>
<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 19:49:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
<guid>http://espectivas.wordpress.com/2008/08/11/thomas-huxley-estava-errado-6/</guid>
<description><![CDATA[
Worm hole
Com a relatividade geral de Einstein, a ideia de “buraco negro” popularizou-se. O “]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p style="float:left;width:220px;text-align:center;font-size:9px;font-weight:700;" /><img src="http://espectivas.wordpress.com/files/2008/08/wormhole.jpg" alt="Wormhole" width="211" height="202" class="size-full wp-image-2451" /><br>Worm hole</p>
<p><span style="line-height:20px;">Com a relatividade geral de Einstein, a ideia de “buraco negro” popularizou-se. O “buraco negro” é um lugar no espaço onde o espaço e o tempo se “dobram” um sobre o outro, gerando um campo gravitacional tão intenso que suga toda a matéria à sua volta e nem sequer a luz escapa. Martin Kruskal, um físico de Princeton, descobriu que o “buraco negro” tinha outro lado: o “buraco branco”, que desempenha o papel oposto do “buraco negro”. </span></p>
<p>O buraco branco “cospe” tudo para fora de si num sentido temporal invertido, e o estranho é que estando os buracos negros e brancos ligados, o buraco negro e o branco não são ou não fazem parte do mesmo buraco. </p>
<p>Se conseguíssemos viajar mais rápido que a velocidade da luz, ao entrarmos num buraco negro seríamos instantânea e imediatamente cuspidos para o exterior pelo buraco branco, como se entrássemos numa sala e simultaneamente estivéssemos a sair dela! Mas ainda assim poderíamos “emergir” no buraco branco num local que se encontrasse a milhões de milhões de anos/luz do local de entrada do buraco negro. A estes túneis espaço-temporais, os físicos quânticos chamaram de “Worm Tunnels” (túneis de minhoca). </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Thomas Huxley estava errado (5)]]></title>
<link>http://espectivas.wordpress.com/?p=1598</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 17:04:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
<guid>http://espectivas.wordpress.com/2008/07/22/thomas-huxley-estava-errado-5/</guid>
<description><![CDATA[
«Não é absurdo acreditar que a era da ciência e da tecnologia é o princípio do fim da humanid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>
<div style="margin-left:10em;width:700px;font-weight:550;border:1px solid black;font-size:11px;text-align:justify;background-color:antiquewhite;padding:10px;">«Não é absurdo acreditar que a era da ciência e da tecnologia é o princípio do fim da humanidade; que a ideia de um enorme progresso é uma ilusão, bem como a ideia de que a verdade será finalmente conhecida; que nada há de bom ou desejável no conhecimento científico e que a humanidade, ao procurá-lo, está a cair numa armadilha. Não é de modo algum óbvio que as coisas não sejam assim.»</p>
<p><strong>Ludwig Wittgenstein</strong> ―  “Cultura e Valor”, página 86, ISBN 9724409104, Edições 70</div>
<p>Depois de Darwin e Huxley,  a Humanidade entrou numa fase ainda mais sinistra do que a que tinha vivido com a Inquisição medieval. Podemos, aliás, estabelecer alguns paralelos epistemológicos entre o materialismo filosófico e a Inquisição católica, entre eles a afirmação absolutista do determinismo em relação ao ser humano, isto é, a ausência do livre alvedrio. Tanto o materialismo filosófico como o dogmatismo inquisitorial assentam num totalitarismo intrínseco, na ideia de que o ser humano não é livre. No fundo, do que saiu do Iluminismo ― com o positivismo, o empirismo e com o materialismo ― foi uma outra maneira de ver o totalitarismo como forma sagrada de organização social. </p>
<div style="width:900px;">
<div style="float:right;width:150px;height:7em;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;font-family:Arial,Helvetica,Georgia;font-size:22px;line-height:18px;color:black;text-align:right;">
<span style="color:silver;">...em vez </span><br />
 de se afastar da religião,  <b>a ciência encontra caminhos</b><br />
  de comunhão<span style="color:grey;"> com as religiões...</span>
</div>
</div>
<p>Com o Iluminismo surgiu o <span style="background:yellow;">determinismo ambiental</span> ― a ideia de que o ser humano é algo <b>exclusivamente</b> manipulável pelo meio-ambiente e pela educação; esta ideia já vinha de trás, engendrada pelos estóicos através da crença de que o ser humano é  uma “tábua-rasa” quando nasce. Mais tarde surgiu o determinismo biológico: os novos filósofos defendiam a tese ― ferida de morte por uma lógica circular ― de que 1) a ciência é definida  como sendo determinista e 2) a ciência não aprova a ideia de liberdade do ser humano (determinismo científico); primeiro define-se a ciência como excluindo a liberdade na natureza, para depois se dizer que a ciência não aprova a ideia de liberdade do ser humano.<br />
Com o <span style="background:yellow;">determinismo biológico</span> inaugurado por Darwin e Huxley, as características do ser humano passaram a ser determinadas também pela sua herança genética. Todas as ideologias políticas que estiveram por detrás dos morticínios em massa a que assistimos no século 20 se basearam na ideia do determinismo biológico e ambiental aplicado ao ser humano, isto é, no materialismo, no ateísmo científico, na ausência do espírito humano individualizado e de Deus. O <strong>indivíduo</strong> deixou de ter importância e só a <strong>espécie</strong> passou a ser importante, o que passou a justificar todo o tipo de atrocidades e monstruosidades em nome da alegada “evolução da espécie”.</p>
<p>Com o determinismo científico aplicado ao ser humano, a humanidade passa a ser uma massa anónima irresponsável que necessita de uma liderança científica e elitista (Nietzsche). Marx leu Nietzsche (entre outros “filósofos modernos” do seu tempo) e concluiu que, segundo a teoria do determinismo ambiental, o ser humano é totalmente dependente das condições  económicas em que vive; pensou Marx que se se mudasse as condições económicas (propriedade privada), a natureza humana mudaria também. O resultado está à vista: é totalmente impossível mudar a natureza humana desta forma (a não ser que acabemos com a raça humana). A única forma de equilibrarmos a humanidade, evitando um descalabro a nível global, é através do recurso aos valores espirituais do Homem e constatando que o ser humano é livre de fazer escolhas. </p>
<div style="margin-left:10em;width:700px;font-weight:550;border:1px solid black;font-size:11px;text-align:justify;background-color:antiquewhite;padding:10px;">«A doutrina segundo a qual o mundo é formado por objectos cuja existência é independente da consciência humana revela estar em desacordo com a mecânica quântica e com os factos estabelecidos através da experiência.» </p>
<p>― <strong>Bernard D’Espagnat</strong>, físico quântico. </div>
<p>A ciência ― que foi ideologicamente sacralizada a partir do Iluminismo e até hoje ―  parte de premissas determinísticas. Mesmo com as descobertas da Física quântica, no início do século 20, que contrariam claramente o determinismo na natureza, os filósofos da ciência do materialismo fizeram “ouvidos de mercador” e continuaram (ainda hoje) a defender a sacralização da ciência nos mesmos termos que Augusto Comte o fez. Os filósofos materialistas entraram num autismo total.<br />
<!--more--><br />
A Física quântica veio dizer-nos que os determinismos biológico e ambiental simplesmente não existem numa forma dogmática e absolutista ― “princípio da incerteza” de Heisenberg ― e que são simples reflexos do universo quântico (“espuma quântica”). Não existe determinismo, mas probabilística; pode ser provável que algo aconteça, mas não é certo que alguma coisa aconteça, porque mesmo o nosso empirismo científico é baseado e sujeito à imponderabilidade da ondulação quântica. </p>
<p><b>As nossas leis da Física passam a ser uma <span style="background:yellow;">consequência da probabilidade</span> quântica, e não definem uma causa para os fenómenos. Esta visão científica  é revolucionária, e em vez de se afastar da religião, a ciência parece encontrar caminhos de comunhão com as religiões superiores.</b></p>
<p>Para além da influência ambiental e biológica, a Física quântica introduziu a componente da “consciência” ― traduzida pela ideia de “ondulação quântica" ― na correlação de factores que moldam o ser humano, e  em nenhum destes factores existe um determinismo, mas simples possibilidades ou probabilidades. Para ilustrar esta ideia, vou falar na ideia de  “conexão de quântica” que se opõe ao “princípio da separabilidade” de Einstein e Podolsky. </p>
<p>Segundo Einstein ― que tentou desmistificar assim a quântica ― quando dois objectos (que podem ser sujeitos) interrompem o  contacto (ou comunicação) entre si, deixam de poder afectar-se um ao outro, isto é, o que quer que aconteça isoladamente a um desses objectos, esse facto não pode influenciar o comportamento observado do outro objecto. A Física quântica demonstra exactamente o contrário da opinião de Einstein: as observações feitas sobre um dos objectos afectam os resultados observados noutro objecto que esteve anteriormente em contacto com o primeiro, mesmo que esses dois objectos já não se encontrem em situação de qualquer contacto físico. Segundo os físicos teóricos, este fenómeno de inter-influência sem contacto físico <b>aparente</b> é realizado através da “conexão quântica” ― através da ondulação quântica mais rápida do que a luz (ver “taquiões”). </p>
<p>Contudo, e dado que as ondas quânticas descrevem probabilidades, e não realidades determinísticas, torna-se impossível controlar essa “conexão quântica”, isto é, não podemos ter absoluta certeza de que ela ocorre em todos os casos de inter-conexões entre objectos (ou sujeitos), exactamente porque tudo depende do “grau de consciência” (de que falarei a seguir) dos objectos ou sujeitos. </p>
<p><span style="font-size:9px;font-weight:700;">(A continuar) </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Thomas Huxley estava errado]]></title>
<link>http://espectivas.wordpress.com/?p=1357</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 17:13:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
<guid>http://espectivas.wordpress.com/2008/07/10/thomas-huxley-estava-errado/</guid>
<description><![CDATA[

“Não devia depender da nossa escolha quais as quantidades que são observáveis, mas essas quan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>
<div style="margin-left:10em;width:700px;font-weight:550;border:1px solid black;font-size:11px;text-align:justify;background-color:antiquewhite;padding:10px;"><em>“Não devia depender da nossa escolha quais as quantidades que são observáveis, mas essas quantidades deveriam ser dadas, deveriam ser-nos indicadas pela teoria.”</em></p>
<p>― Albert Einstein</p></div>
</p>
<p>O Novo Ateísmo naturalista, que nos afiança que nada mais existe do que a matéria atómica e que o nosso pensamento é fruto dos átomos  que constituem as propriedades neuro-fisiológicas (a estrutura dos neurónios e o “Epifenomenalismo” de Thomas Huxley e Darwin) é a maior fraude consentida pela ciência, e que se reforçou a partir do momento em que o darwinismo (segundo Dawkins) foi admitido ― com todos os seus elos perdidos e metodologias falhadas ―  como fazendo parte do sentido da formação primordial do Universo. Qualquer físico quântico e/ou um matemático contemporâneo sabem que Richard Dawkins é um charlatão que tem vendido muitos livros, ao mesmo tempo que atestam que as religiões em geral são sínteses de formas primitivas de antever o que se perscruta como sendo a realidade científica, filosófica  e religiosa.<br />
<!--more--><br />
Até há pouco tempo, tanto o militante religioso ortodoxo como o ateu religioso militante, cada  um à sua maneira, acreditavam que o universo e os nossos pensamentos eram coisas distintas, mas os quânticos demonstram que o que idealizamos e visualizamos é exactamente aquilo que vemos, isto é, os nossos pensamentos estão relacionados ― a um nível básico mas essencial ― com o modo como o mundo se nos revela. Contudo, a relação entre “pensamento” e “realidade” é de tal modo marcada por uma subtileza endógena que não podemos dizer que um determinado objecto físico que nos rodeie seja constituído por átomos, porque só a partir do momento em que procuramos os átomos nesse objecto é que podemos dizer que eles existem.</p>
<p style="font-size:11px;color:navy;">Note-se que quando se fala aqui em “nossos pensamentos”, quer-se dizer literalmente “consciência universal” ou “mente universal”; os nossos pensamentos fazem parte do que se convencionou chamar de “consciência  universal”. Mais adiante abordarei o conceito de “consciência universal”  (o espaço-tempo não me permite proceder de outra forma). </p>
<p>
<div style="margin-left:10em;width:500px;font-weight:550;border:1px solid black;font-size:11px;text-align:justify;background-color:antiquewhite;padding:10px;"><em>“A imaginação é mais importante do que o conhecimento.”</em> ― Albert Einstein</div>
</p>
<p>A verdade é que os átomos de um determinado objecto não possuem contornos definidos e só os podemos “ver”, de uma forma exacta, se executarmos determinadas experiências que destroem o objecto em análise. Segundo a Física Quântica, nenhum objecto possui contornos bem definidos. </p>
<p>Se conseguirmos imaginar um objecto físico ― por um fortuito momento ― como existindo  independentemente de nós próprios (“nós”, no sentido de nossa “consciência”), constataríamos que os seus contornos se tornariam indistintos, sendo porém  que essa indistinção só se tornaria evidente ao fim de muito tempo: seriam precisos mais de 10 milhões de anos para que o nosso objecto se desvanecesse completamente (isto independentemente, e se não existisse, a transmutabilidade inerente ao espaço-tempo). Porém ― dizem os físicos teóricos  ― o caso de um átomo isolado é diferente: de tão pequeno que ele é, ele demora apenas uma pequeníssima fracção do nosso tempo a desvanecer-se na “indistinção” (energia primordial), até ao momento em que nós (consciência universal) o observássemos, momento esse em que ― dependendo do tipo de experiência que estivesse a ser realizado ― o átomo voltaria ao seu tamanho original <span style="font-size:10px;font-weight:700;color:navy;"><sup>(1)</sup></span>. </p>
<p>Podemos imaginar que sem a nossa presença (no sentido de “consciência”) todos os átomos do universo começariam a dissolver-se a um ritmo alucinante, e somos nós (“consciência universal”), ao não procurarmos esses átomos de muito perto (ao deixarmos a natureza fluir sem interferência  directa da “consciência”) que lhes permitimos fundirem os seus contornos o suficiente para formarem os objectos físicos. É neste sentido que os físicos teóricos dizem que os átomos só existem a partir do momento em que os procuramos, e pela mesma razão dizem que o universo físico não existiria sem os nossos pensamentos (consciência universal) sobre esse universo. Sem as nossas observações e pensamentos acerca de um determinado objecto, esse objecto se desvaneceria na dimensão da dissolução, embora nenhum ser humano pudesse ficar à espera 10 milhões de anos para que isso acontecesse...mas existe, certamente e por dedução, uma outra parte dessa “consciência universal” que poderia esperar os 10 milhões de anos do nosso tempo, ou uma eternidade à nossa escala. </p>
<p>Os físicos quânticos também chamam a esta imprecisão o “princípio da incerteza” (Heisenberg). Este princípio diz que não podemos conhecer simultaneamente tanto a posição como o percurso de um qualquer objecto em movimento ― e todos os objectos estão em movimento. Ao determinarmos a posição de um determinado objecto com perfeita exactidão, deixamos de saber o seu percurso, e vice-versa. Por isso, por mais exactas, precisas e  arrogantes que possam ser as observações e conclusões do zoólogo Richard Dawkins, o universo é algo de incerto e cuja existência depende  da “consciência universal” que inclui os nossos pensamentos.</p>
<p>O mundo é construído pela mente, e o universo não seria o mesmo sem a “consciência universal” de que fazemos parte ―  mas que existe ainda para Além de nós e dos Universos <span style="font-size:10px;font-weight:700;color:navy;"><sup>(2)</sup></span>  ―  por via dos nossos pensamentos. Thomas Huxley estava profundamente errado. </p>
<p><strong>A auto-construção </strong></p>
<p>
<div style="margin-left:10em;width:500px;font-weight:550;border:1px solid black;font-size:11px;text-align:justify;background-color:antiquewhite;padding:10px;">“Nada há a esperar de qualquer especulação que à primeira vista não pareça louca.”</p>
<p>― Freeman Dyson</p></div>
</p>
<p>Podemos (e devemos) aplicar o “princípio da incerteza” de Heisenberg ao ser humano e às relações humanas. </p>
<p>O ser humano é o resultado da genética, mas também da construção que ele dele próprio (e dos outros) faz através do seu pensamento, seja individualmente, seja colectivamente como soma das individualidades. Em certo sentido, a genética também é consequência  da consciência inter-geracional ― o pensamento que vai atravessando várias gerações no espaço-tempo ―  e a herança genética e a mente estão intimamente ligadas, embora não exista uma estrita relação causal entre a herança genética e o pensamento do indivíduo, antes operamos numa área de probabilística ― existem maiores ou menores probabilidades de que determinada pessoa, em função da sua herança genética, seja passível de se auto-construir dentro de um determinado padrão de pensamento. </p>
<p>A forma como nos revelamos a nós próprios e uns aos outros é determinada por aquilo que nós pensamos sobre nós próprios e sobre os outros. Naturalmente que factores genéticos ganham alguma importância, mas não tanta quanto é defendida por alguns ideólogos da biologia ortodoxa, e só no sentido da “consciência genética” como património comum de uma descendência dentro do espaço-tempo. O processo de auto-construção processa-se no espaço-tempo, não é instantâneo, e aquilo que nós somos foi meticulosamente construído pelo pensamento. Se eu alterar o meu pensamento sobre mim e sobre a minha melhor amiga, altero os dois (a mim e a ela), embora a minha amiga tenha mais a definir sobre ela própria do que eu. É aqui que se aplica o “princípio da incerteza” de Heisenberg nas relações humanas. </p>
<p>A “complementaridade” <span style="font-size:10px;font-weight:700;color:navy;"><sup>(1)</sup></span> está presente nos relacionamentos humanos, porque existem sempre dois modos complementares de construir a realidade ― se observarmos a realidade de um dos modos, o outro não será definível, e no caso dos átomos, por vezes dizemos que existe uma complementaridade “onda-partícula”; quando um átomo se manifesta  como “onda”, e sempre secundado por outros átomos, ele nunca se manifesta como uma partícula, e vice-versa. Se eu atravessar uma boa fase no relacionamento com a minha melhor amiga, não se notará uma separação entre nós os dois, existindo até uma sintonia no pensamento. Mas se atravessarmos uma má fase de relacionamento, eu irei reparar nas diferenças de mim em relação a ela. Numa e noutra situação assistimos ao fenómeno da complementaridade atómica aplicada ao ser humano e ao pensamento. Assim, toda a matéria apresenta este modo aparentemente paradoxal de existência, em que a “complementaridade atómica” e o “princípio da incerteza” se manifestam a todos os níveis. Contudo, estas características não são intrinsecamente atómicas, isto é, não têm origem nos átomos em si, mas na construção do pensamento para Além do tempo e do espaço onde a consciência (universal) percebe-se a si própria. </p>
<p>Quando o povo diz que “o pensamento pode matar” ou fala em “mau olhado”, não andará longe da verdade, porque a forma como nós olhamos para as coisas afecta muito subtilmente aquilo que olhamos, e a forma como olhamos os outros e a nós próprios transforma-nos continuamente em algo de novo. Nas religiões, a oração nada mais é do que a tentativa ― nem sempre conseguida ― de sublimação do pensamento em formas positivas de influência sobre nós próprios e sobre os outros (complementaridade “onda-partícula”); os psico-terapeutas tentam fazer o mesmo, com outros métodos. </p>
<p style="font-size:11px;">(<a href="http://espectivas.wordpress.com/2008/07/11/thomas-huxley-estava-errado-2/">continua noutro postal</a>, para não cansar quem lê e quem escreve; a dúzia de livros que serviu de bibliografia para consulta será anotada no fim)</p>
<p style="font-size:9px;font-weight:700;color:navy;">(1) Na Física, chamam de “complementaridade” a um método duplo que consiste em determinar o comportamento de um átomo, que pode comportar-se como uma onda ou como uma partícula; aos dois métodos complementares para determinar o comportamento de um átomo, chamou-se de “complementaridade”.<br />
(2) Panenteísmo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Evolucionismo versus naturalismo]]></title>
<link>http://espectivas.wordpress.com/?p=1339</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 08:48:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
<guid>http://espectivas.wordpress.com/2008/07/07/evolucionismo-versus-naturalismo/</guid>
<description><![CDATA[É interessante o contemporâneo argumento do “evolucionismo contra o naturalismo” (ou ateísmo)]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>É interessante o contemporâneo argumento do “evolucionismo contra o naturalismo” (ou ateísmo),  defendido pelo filósofo Alvin Plantinga. Digo “ou” porque o naturalismo e ateísmo não são exactamente a mesma coisa. O naturalismo é o ateísmo “mais alguma coisa”; o naturalista acredita numa articulação directa da vida moral com a vida biológica, no apelo ao instinto e à moral sem obrigação nem caução, ao passo que o ateu não acredita na existência de Deus mas acredita que a ética distingue o humano dos outros animais. O naturalista prefere as “ciências naturais” à matemática porque a capacidade dedutiva da matemática contraria, de certa forma, a filosofia básica do naturalismo. </p>
<div style="width:900px;">
<div style="float:right;width:150px;height:7em;margin-top:10px;margin-bottom:10px;margin-left:10px;font-family:Arial,Helvetica,Georgia;font-size:22px;line-height:18px;color:black;text-align:right;">
<span style="color:silver;">...a conjugação </span><br />
 entre evolucionismo  <b>e o naturalismo</b><br />
  é absurda<span style="color:grey;"> e irracional...</span>
</div>
</div>
<p>O naturalismo é um monismo religioso, em que o sagrado é a Natureza como única origem da existência. Para o naturalismo, não só não existe o Deus pessoal, como não existe nada parecido com Deus (transcendência). Pode-se ser um ateu sem ser um naturalista, mas não se pode ser um naturalista sem ser ateu. </p>
<p>O argumento do “evolucionismo contra o naturalismo” defende a ideia de que existe um conflito entre o evolucionismo e o naturalismo.<br />
Normalmente tem-se a  noção de que o naturalismo e o evolucionismo se apoiam mutuamente, sendo que o evolucionismo constitui uma das bases de argumentação do naturalismo. O  argumento do “evolucionismo contra o naturalismo” recusa esta ideia. </p>
<p>Entre os naturalistas mais conhecidos, estão nomes como Carl Sagan e Stephen Jay Gould, os filósofos David Malet Armstrong, Bertrand Russell, Gilles Deleuze, Michel Foucault; Peter Atkinson, o zoólogo Richard Dawkins, Daniel Dennett, etc.,  e sem dúvida Charles Darwin. Contudo, é importante notar que não existe uma ligação entre a ciência propriamente dita e o naturalismo, apesar dos nomes sonantes que lemos acima ― exactamente porque o naturalismo é um monismo religioso. </p>
<p><!--more--></p>
<p><strong>Faculdades cognitivas</strong></p>
<p>Um ateu (ou naturalista) acha que as suas capacidades cognitivas lhe revelam a verdade sobre o mundo que o rodeia. Por isso, para o ateu, as faculdades cognitivas do ser humano são credíveis. Por exemplo: perante um determinado acontecimento, todas as testemunhas dele contarão uma história diferente, mas existe uma base comum dos relatos das várias testemunhas que ― baseadas nas faculdades cognitivas ― darão credibilidade ao acontecimento. </p>
<p>Para o teísmo, as faculdades cognitivas permitem que o ser humano ― que se distingue do mundo animal ― possa desenvolver a sua capacidade de crença (fé), para além dos aspectos da sociabilidade racional que só o ser humano possui.<br />
Para o naturalismo e para o ateísmo, as faculdades cognitivas humanas servem para permitir a sobrevivência da espécie pelo menos até à idade de reprodução e para optimizar e maximizar a capacidade de reprodução. A naturalista Patricia Churchland resume a utilidade do sistema nervoso humano aos 4 “efes”: <i>“Feeding, fleeing, fighting and ... reproducing”.</i> Este conceito resume a visão naturalista acerca do ser humano. </p>
<p>Os evolucionistas defendem a ideia de que a selecção natural beneficia determinado tipo de comportamentos e penaliza outros tipos de comportamentos; para a selecção natural, o que o ser humano acredita (ou não acredita) não entra na equação evolucionista. O que interessa para a selecção natural é o comportamento adaptativo ao meio-ambiente. </p>
<p><strong>Probabilidade condicional</strong></p>
<p>Tanto Darwin como a naturalista Patricia Churchland parecem concordar com o facto de as faculdades  cognitivas do ser humano serem credíveis. Antes de continuarmos a analisar o pensamento dos evolucionistas e dos naturalistas, devemos abordar a noção de “probabilidade condicional”. O conceito de  probabilidade condicional pode ser definido ― em termos gerais e compreensíveis ― como  resultante do facto perguntarmos qual é a probabilidade de uma proposição em função de uma outra posição dada, sob condição de que a dada proposição é verdadeira. </p>
<p>Por exemplo, qual é a probabilidade de o senhor X chegar aos 75 anos de idade, dado que tem agora 35 anos, pesa 25 Kg a mais do que devia, nunca se desvia do sofá, come muitas vezes por semana no MacDonald’s, e os seus pais já faleceram? A probabilidade de o senhor X chegar aos 75 não é grande. E qual seria a probabilidade do senhor Y chegar aos 75 anos de idade, dado que tem hoje 65 anos de idade, faz uma dieta rigorosa, corre 2 km todos os dias, e os seus avós ainda estão vivos? Neste caso a probabilidade do senhor Y chegar aos 75 anos é elevada. </p>
<p><strong>Pergunta: qual a probabilidade de as faculdades cognitivas do ser humanos serem credíveis, dado o facto de as faculdades cognitivas terem sido definidas (produzidas) pela “evolução cega” defendida por Richard Dawkins? </strong></p>
<p>Partimos aqui do princípio que a “evolução cega” de Dawkins é verdadeira, para nos questionarmos sobre a credibilidade das faculdades cognitivas do ser humano ― sendo que as faculdades cognitivas do Humano são o resultado de mecanismos cegos de selecção, de variações genéticas e de mutações genéticas aleatórias, que têm como única função a sobrevivência da espécie. </p>
<p>Sendo que “as faculdades cognitivas do Humano são o resultado de mecanismos cegos de selecção”, isto é, partindo do princípio da  veracidade da concepção naturalista de evolução, a probabilidade da crença (fé) humana na transcendência ser uma função da evolução é baixa, assim como a probabilidade da credibilidade da função cognitiva humana ser também baixa ― não podemos discriminar subjectivamente umas funções cognitivas do Homem em relação a outras.</p>
<p><strong>Axioma</strong></p>
<p style="font-weight:bold;color:navy;">R = proposição segundo a qual as faculdades cognitivas humanas são credíveis;<br />
N = proposição do naturalismo metafisico (monismo naturalista dos 4 “efes”);<br />
E = proposição segundo a qual as nossas faculdades cognitivas são resultado de uma evolução cega.</p>
<p>Para que possamos fazer uma análise objectiva quanto possível, imaginemos uma espécie humanóide habitando um outro planeta semelhante à Terra, e que evoluiu de acordo com o cânones evolucionistas naturalistas, isto é, o comportamento dos humanóides é evolucionariamente adaptável ao ambiente e de que tudo depende do comportamento do humanóide face ao ambiente em que vive. Qual seriam as probabilidades das faculdades cognitivas desses humanóides serem credíveis ― não em relação a nós, terráqueos, mas em relação a eles, humanóides? Vejamos as seguintes possibilidades:</p>
<ol>
	<strong>
<li> O epifenomenalismo</li>
<p></strong></p>
<p>O epifenomenalismo é um termo inventado por Thomas Huxley (conhecido pelo epíteto de “Buldogue de Darwin”). Em termos linguísticos e etimológicos, um epifenómeno é algo que resulta da existência de um fenómeno previamente existente.<br />
A ideia de Huxley da relação entre o comportamento e crença (fé) ― entre vida mental e vida física, entre a vida mental e o corpo físico ― é a de que a vida mental, em geral, e a crença (fé) em particular, não são causa (não determinam) de comportamentos. Segundo Huxley, a máquina a vapor produz (é causa) o apito da locomotiva, mas o apito da locomotiva não causa nada na máquina a vapor; o mesmo se passaria na relação entre a vida mental (o epifenómeno que é o apito da locomotiva) e corpo físico (o fenómeno da locomotiva). </p>
<p>Sendo verdade o que Huxley e Darwin defendiam, a vida mental humana seria “invisível” no que se refere à evolução, isto é, a vida mental ou a crença (fé) não determinaria um comportamento de adaptação ao meio-ambiente e não determinaria a evolução. Se uma determinada fé ou crença fosse visível pela evolução, uma crença (fé) que determinasse uma má adaptação comportamental ao meio ambiente evolutivo seria eliminada pela selecção natural, e uma crença (fé) que determinasse uma boa adaptação comportamental ao meio ambiente evolutivo seria adoptada pela selecção natural. Sendo a crença (fé) invisível na evolução, a probabilidade de que as faculdades cognitivas serem credíveis são muito baixas. </p>
<p><strong>
<li>A sugestão de que embora a crença (fé) possa causar comportamentos, isso acontece  somente devido às propriedades neuro-fisiológicas (da estrutura dos neurónios) e não devido ao “conteúdo” da crença ou fé. </li>
<p></strong></p>
<p>Imaginemos que atiramos uma bola contra o vidro de uma janela. A bola é a causa de o vidro se partir, mas a bola causa a quebra do vidro devido às propriedades do vidro e da bola (velocidade da bola, massa da bola, dureza da bola, espessura do vidro, etc.)  e não devido a causas alheias ao vidro e à bola. Não será pelo facto de a bola ser castanha ou amarela, que o vidro se parte. </p>
<p>Imaginemos que uma soprano canta <em>“La Vie en Rose”</em> e os copos de cristal se partem. Embora a canção  tenha características e propriedades físicas específicas, também terá um conteúdo lírico, mas não será o conteúdo da  letra da canção que fará que a voz do soprano parta os copos de cristal. O conteúdo da canção é irrelevante para a causa do fenómeno.</p>
<p><strong>
<li>A terceira possibilidade é a de que os nossos humanóides  causam o seu comportamento e são também adaptativos ao meio ambiente evolutivo. Quais serão as probabilidades desta possibilidade tendo em conta a noção de que as suas faculdades cognitivas são credíveis?</li>
<p></strong></p>
<p>Esta probabilidade não é tão grande como parece, porque várias combinações diferentes de crenças e desejos podem levar a um mesmo tipo de comportamento, e algumas das crenças podem ser totalmente falsas ou erradas. Por exemplo:</p>
<p>Imaginemos que um humanóide pré-histórico do outro planeta adopta um determinado comportamento que se caracteriza por evitar os tigres, por uma questão de exigência da sua própria sobrevivência. Existem muitos comportamentos que são apropriados a esta exigência ― por exemplo, fugir, ou subir a uma árvore grande, ou meter-se num buraco na rocha demasiado estreito para que o  tigre entre nele. Acontece que este tipo de comportamento de fuga e evasão pode ter origem  não só na necessidade de evitar o tigre para não ser morto, mas também numa miríade  de outras crenças possíveis e de combinações de crenças, mesmo que essas crenças sejam falsas e absurdas.  </p>
<p>O que se pretende dizer com isto é que podem existir várias combinações de desejos e crenças que podem culminar no mesmo comportamento adaptativo; mesmo que as crenças fossem falsas, ainda assim seriam adaptativas.</ol>
<p>Assim, quais as probabilidades de R, N e E em relação a esta possibilidade? As possibilidades estarão um pouco acima dos 50%, mas não terão maior relevância. </p>
<p>Tentando combinar estas probabilidades ― aplicadas aos humanóides do outro planeta ― de uma maneira correcta, seria razoável supormos que a probabilidade da constante R ser baixa (menos de 50%). Se os princípios evolutivos são o mesmos nesse planeta e na Terra, as probabilidades da constante R ser baixa na Terra seria a mesma, isto é, baixa.</p>
<p>A segunda premissa é a seguinte: Se se acredita que as probabilidade de R, N e E são baixas, e mesmo assim, se acredita na validade de N e E, então teremos uma boa razão para não acreditar em R. </p>
<p><strong>Analogias:</strong></p>
<p>Por exemplo, um crente em Deus ― eu ― chega à conclusão de que a sua crença tem origem numa necessidade de realização de desejos. Suponhamos que eu leio Freud sabendo o que ele defendeu sobre a crença em Deus: que é um produto inconsciente de necessidade de realização dos desejos. Assim, segundo Freud, Deus é uma criação humana inconsciente para tornar a vida suportável. </p>
<p>Assim, se eu pensar que a probabilidade dessa crença em Deus ser verdadeira (tendo em conta a sua  necessidade de realização de desejos) é baixa, então a crença em Deus será facilmente derrotável. Esta é uma analogia que demonstra a fraqueza do argumento R, se pensarmos que as probabilidades de R, N e E são baixas, e se acreditarmos em N e E. </p>
<p>Quem acredita nas proposições  N e E, e ao mesmo tempo verifica que as probabilidades de N e E são baixas, então reconhece logicamente que a proposição R ― proposição segundo a qual as faculdades cognitivas humanas são credíveis ― estará derrotada na sua validade. </p>
<p><strong>Conclusão: a irracionalidade de se  acreditar em N e E -- e a racionalidade do teísmo. </strong></p>
<p>A partir do momento em que a proposição R é derrotada na sua validade, então estarão colocadas em causa todas as crenças que pensemos serem produzidas pelas nossas faculdades cognitivas ― isto é , todas as crenças são colocadas em causa na sua credibilidade, incluindo as crenças implícitas nas proposições N e E. Portanto, quem aceita as proposições N e E, aceita a enorme probabilidade de estas estarem erradas. As proposições N e E estão invalidadas (derrotadas) à partida.  Portanto, a conjugação entre evolucionismo e o naturalismo está condenada à auto-aniquilação, porque sustem no seu seio um elemento de aniquilamento que não é passível de aniquilamento. Aceitar simultaneamente a evolução e naturalismo, é irracional. </p>
<p>Em contraponto, os teístas tradicionais não têm nenhuma razão para duvidar de que os nossos sistemas cognitivos têm como função produzir crenças verdadeiras, nem acreditam que a probabilidade de uma crença ser verdadeira ― sendo que esta  é um produto das nossas propriedades cognitivas ― é baixa. O teísta aceita a evolução como sendo uma evolução guiada por uma inteligência superior (Deus).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Charles Darwin and The Origin of Species]]></title>
<link>http://adamsmith.wordpress.com/?p=1513</link>
<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 09:00:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>adamsmith1922</dc:creator>
<guid>http://adamsmith.wordpress.com/2008/06/28/1513/</guid>
<description><![CDATA[
The Observer from June 22, 2008 has an excellent article on Charles Darwin and his publication of t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.statcounter.com/" target="_blank"><img src="http://c46.statcounter.com/3729213/0/88cabc0d/1/" border="0" alt="invisible hit counter" /></a><br />
The Observer from June 22, 2008 has an<a href="http://www.guardian.co.uk/science/2008/jun/22/darwinbicentenary.evolution" target="_blank"> excellent article</a> on Charles Darwin and his publication of the theory of evolution in his book the Origin of Species.</p>
<p>This article repays reading in full, especially as so much nonsense is pushed these days by a vocal and fundamentalist element in society.</p>
<p>Darwin through his work has enabled all to have a much clearer understanding of the world and the place of man therein. Truly his work did change the world.</p>
<p>Adam turned his mind to Darwin after reading earlier in the day this <a href="http://stuff.co.nz/4599856a10.html" target="_blank">article</a> at Stuff on how a creationist group is promoting it's viewpoint to schools in NZ.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Siapa dan apa]]></title>
<link>http://superwords.wordpress.com/?p=95</link>
<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 03:01:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>superwords</dc:creator>
<guid>http://superwords.wordpress.com/2008/06/28/siapa-dan-apa/</guid>
<description><![CDATA[Yang penting bukanlah siapa yang benar, tapi apa yang benar – Thomas Huxley
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Yang penting bukanlah siapa yang benar, tapi apa yang benar – Thomas Huxley</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Das Altruismus Gen?]]></title>
<link>http://brightsblog.wordpress.com/2008/06/20/das-altruismus-gen/</link>
<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 09:54:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>nickpol</dc:creator>
<guid>http://brightsblog.wordpress.com/2008/06/20/das-altruismus-gen/</guid>
<description><![CDATA[
FAZ.NET - Manuela Lenzen
Nietzsche hatte es klar erkannt: Fernstenliebe wollte er die Menschen lehr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" style="float:right;margin:2px 10px;" src="http://www.buch24.de/img/g_pid/pid3524395.jpg" alt="" width="201" height="323" /></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.faz.net/s/RubC17179D529AB4E2BBEDB095D7C41F468/Doc~E6A6D38E7EDA14CC1898099D358CC802D~ATpl~Ecommon~Scontent.html?rss_googlefeed">FAZ.NET - Manuela Lenzen</a></p>
<p style="text-align:justify;">Nietzsche hatte es klar erkannt: Fernstenliebe wollte er die Menschen lehren, denn: "Eure Nächstenliebe ist eure schlechte Liebe zu euch selber. Die Ferneren sind es, welche eure Liebe zum Nächsten bezahlen." Der amerikanische Biologe und Autor Lee Alan Dugatkin erklärt in seinem neuen Buch, warum die Nächstenliebe schon schwierig genug, die Fernstenliebe dagegen evolutionär gar nicht vorgesehen ist.</p>
<p style="text-align:justify;">Güte ist ein poetisches Wort für ein Phänomen, das Wissenschaftler Altruismus nennen und das schon Darwin "fast verrückt" machte. Wenn der Sinn des Lebens aus evolutionsbiologischer Sicht darin besteht, sich fortzupflanzen, wie können dann die unfruchtbaren Arbeiterkasten der Bienen, Wespen oder Ameisen entstehen?</p>
<div id="admodW1">
<div id="ConW1AdPos"></div>
</div>
<p style="text-align:justify;">Darwin fand keine gute Lösung auf diese Frage, ging aber mit der Vermutung, die "natürliche Zuchtwahl" sei auch auf die Familie, nicht nur auf das Individuum anwendbar, in die richtige Richtung. Blutsverwandtschaft lautet heute das Zauberwort: Wer Familienangehörigen hilft, sich zu reproduzieren, sorgt auch für die eigenen Gene. Bevor dies klar war, tobte ein ebenso weltanschaulich wie wissenschaftlich motivierter Streit um die Güte: Gibt es einen Selektionsdruck, nicht nur innerhalb der eigenen Familie, sondern auch Fremden gegenüber freundlich und großzügig zu sein?</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more-->Dugatkin verfolgt die Debatte um Nächsten- und Fernstenliebe in den Arbeiten und Biographien der Evolutionsforscher von Huxley bis Hamilton. In faszinierenden Porträts macht er deutlich, wie eng bei dieser Frage Biographie und Forschung zusammenhängen. Als Fachmann spart er aber auch nicht an subtilen Details, die die komplexen Altruismus-Modelle erst verständlich machen.</p>
<p style="text-align:justify;">Die Welt, in der Thomas Henry Huxley aufwächst, ist durch eine starke Wirtschaftskrise geprägt. Elend bestimmt das Straßenbild, der Kampf ums Dasein den Alltag. Altruismus erlebt Huxley nur zu Hause. Ganz anders Pjotr Kropotkin: Überbevölkerung, Konkurrenzkampf und Malthus' Bevölkerungsgesetz erscheinen in der leeren russischen Weite absurd. In Sibirien findet Kropotkin überall gegenseitige Hilfe: Tiere drängen sich zusammen, um sich zu wärmen, Bauern leben in kleinen autarken Gruppen. Gegenseitige Hilfe, so schließt er, ist ein entscheidender Faktor für die Erhaltung des Lebens einer jeden Spezies, auch des Menschen - und zwar jenseits der Blutsverwandtschaft. Und wenn sich schon Tiere, Wilde und Barbaren gegenseitig helfen, dann können auch zivilisierte Gesellschaften ohne Regierung in Frieden leben.</p>
<p><a href="http://www.faz.net/s/RubC17179D529AB4E2BBEDB095D7C41F468/Doc~E6A6D38E7EDA14CC1898099D358CC802D~ATpl~Ecommon~Scontent.html?rss_googlefeed">weiterlesen</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[(Seputar) Teori Evolusi (Darwin)]]></title>
<link>http://wahyuancol.wordpress.com/?p=63</link>
<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 06:55:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>wahyuancol</dc:creator>
<guid>http://wahyuancol.wordpress.com/2008/06/13/teori-evolusi-darwin/</guid>
<description><![CDATA[Teori Evolusi.
Bagi kalangan terdidik di Indonesia, kata tersebut pasti pernah di dengar, dan hampir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Teori Evolusi.</strong></p>
<p>Bagi kalangan terdidik di Indonesia, kata tersebut pasti pernah di dengar, dan hampir pasti selalu diasosiasikan dengan Darwin. Banyak kalangan yang dapat menerima teori tersebut, tetapi banyak pula yang menolaknya. Hal itu tidak saja terjadi di Indonesia, melainkan juga di dunia internasional. Namun demikian, dapat dipastikan bahwa sebagian besar para pendukung atau penolak teori tersebut belum mengetahui apa sebenarnya yang didukung atau ditolak itu.</p>
<p>Buku  <strong>"The Origin of  Species"</strong> (Darwin,  1859)  adalah buku  yang paling terkenal dan banyak diserang. Tetapi Darwin tidak hanya menulis buku tersebut. Ada empat buah buku lain yang berisikan pikiran Darwin tentang kehidupan di alam ini.  Bagi kita di Indonesia, tentu sangat sulit mendapatkan buku-buku tersebut.  Kalau pun berhasil mendapatkannya, masih diperlukan usaha keras untuk membaca dan memahaminya.  Buku-buku karya Darwin tersebut  telah diterbitkan dalam  bentuk sebuah himpunan yang diberi  judul "The Darwin Compendium".  Buku tersebut sangat berat dan tebal (1874 halaman), dan ditulis dalam Bahasa Inggris  Victorian Zaman Pertengahan (akhir Abad ke-19).</p>
<p>Meskipun demikian, ada hal yang menggembirakan. Seorang teman yang sangat mencintai Ilmu pengetahuan telah membeli buku tersebut dan membacanya, dan telah pula menuliskan gambaran umum tentang isi buku tersebut.</p>
<p>Selanjutnya, apa yang saya sampaikan di bawah ini adalah apa yang tulis oleh teman saya itu dan telah disebarkan via iagi-net. Dengan izin tertulis darinya, saya memuat tulisan itu di dalam blog ini. Harapannya adalah semoga bermanfaat untuk memperluas wawasan kita.</p>
<p>Judul aslinya adalah <strong>"The Darwin Compendium"</strong>. Saya kutip dengan sedikit editing teks untuk mempermudah pembacaan dan tidak merubah tulisan aslinya.</p>
<p>Terima kasih untuk <strong>Awang Harun Satyana</strong> yang telah memberikan izin bagi saya untuk mempublikasi ulang tulisan ini.</p>
<p>============================</p>
<h1>The Darwin Compendium</h1>
<p class="MsoNormal">Wednesday, June 11, 2008 1:27 PM</p>
<p class="MsoNormal">From:<span class="email"> "Awang Satyana" &#60;awangsatyana@yahoo.com&#62;</span></p>
<p class="MsoNormal">To: "IAGI" &#60;iagi-net@iagi.or.id&#62;</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Charles Darwin (1809-1882) tak hanya menulis <strong>“The Origin of Species”</strong> (1859). Ada empat buku lainnya yang berhubungan yang tak terlalu banyak dibicarakan orang tetapi sangat penting kalau mau mempelajari teori evolusi Darwin secara utuh. Untuk menemukan kelima buku Darwin itu tidak mudah, tetapi penerbit Amerika Barnes and Noble mengumpulkannya ke dalam satu buku yang diberi judul <strong>“The Darwin Compendium”</strong>. Setiap orang yang mau mendebat teori evolusi atau mendukungnya, sebaiknya membaca dulu buku ini agar debat atau dukungannya punya dasar, tidak hanya ikut-ikutan.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>“The Darwin Compendium”</strong> adalah buku yang berat dan tebal (1874 halaman) terbitan tahun 2005. Buku ini saya beli pada Desember 2005 saat sedang mengunjungi Unocal di Sugarland, Texas. Perlu waktu lama membaca buku ini, selain butuh konsistensi, butuh spirit untuk melawan kejenuhan dan menyerah, tak mudah pula memahami bahasa Inggris Victorian zaman pertengahan- akhir abad ke-19 yang menjadi bahasa buku ini.</p>
<p class="MsoNormal">Buku ini membantu memahami apa yang sesungguhnya Darwin pikirkan dan pertahankan tentang evolusi. Perasaan Darwin pun bisa kita baca di salah satu karyanya yaitu otobiografinya. Semua penganut dan pengritik teori evolusi yang dikembangkan Darwin sebaiknya membaca buku ini sebelum mempercayai atau menolak teori evolusi. Karena the Darwin Compendium mengumpulkan lima karya utama Darwin sejak sebelum ia mengumumkan teori evolusi, mempertahankannya, dan menceritakan apa yang ia rasakan berhubungan dengan teorinya yang kontroversial pada zamannya itu; maka kita akan mendapatkan gambaran yang utuh tentang Charles Darwin dan teori evolusi.</p>
<p class="MsoNormal">Kelima buku utama Darwin yang dikumpulkan dalam The Darwin Compendium adalah seperti berikut.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>1. ”Voyage of the Beagle”</strong> (Darwin, 1839) berisi catatan Darwin sebagai naturalis dalam kapal Beagle yang berlayar ke pulau-pulau selatan termasuk Kepulauan Galapagos di lepas pantai sebelah barat Amerika Selatan. Di kepulauan ini Darwin mengamati keberagaman burung finch (sejenis kutilang) dan iguana yang menjadi salah satu dasar hipotesisnya bahwa makhluk hidup berubah dengan berjalannya waktu.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>2. ”The Origin of Species”</strong> (Darwin, 1859), buku Darwin paling terkenal dan yang paling banyak diserang, mengatakan bahwa seleksi alam – teori survival of the fittest (yang paling cocok dengan alam yang akan terus hidup) – menghasilkan begitu banyak varietas kehidupan di Bumi.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>3. ”The Descent of Man”</strong> (Darwin, 1871), berargumentasi bahwa begitu banyak bukti yang menunjukkan bahwa manusia adalah bagian kerajaan hewan dan telah dibentuk mengikuti hukum alam yang sama yang menghasilkan semua kehidupan lain di Bumi.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>4. ”The Expression of Emotions in Man and Animals”</strong> (Darwin, 1872), buku ini meneliti lebih lanjut tesis bahwa manusia adalah bagian dunia alam. Di dalam buku ini Darwin berargumentasi bahwa ekspresi wajah pada manusia merupakan bentuk kompleks komunikasi yang dilakukan oleh sistem perototan yang begitu rumit yang merupakan hasil proses evolusi.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>5. </strong>Setelah bertahun-tahun mengalami masa-masa penghinaan, penyerangan, maupun penghargaan karena teori-teorinya, Charles Darwin menceritakan perasaan dan hidupnya dalam sebuah otobiografi berjudul, <strong>”Autobiography of Charles Darwin”</strong> (Darwin, 1876).</p>
<p class="MsoNormal">---------------</p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:14pt;">Kontroversi di seputar Darwin</span></strong></p>
<p class="MsoNormal">Ada banyak kontroversi seputar Darwin, kadang-kadang disebut idea-ideanya berbahaya. Ketika mengingat Darwin orang mengingat gambar monyet yang berubah menjadi manusia, alam semesta yang tak memerlukan tangan Mahakuasa, dan pandangan kehidupan yang selalu berubah. Ada juga mitos-mitos yang ditujukan kepada Darwin : bahwa dia menemukan evolusi, dia membenci Tuhan, dia meninggalkan Kekristenan, dia mengatakan bahwa manusia keturunan monyet, dan saat-saat menjelang ajal dia katanya meninggalkan kepercayaannya akan evolusi. Darwin disalahkan untuk sesuatu yang disebut social Darwinism – idea bahwa yang kuat harus mengungguli yang lemah. Dengan membaca kelima karya utama Darwin yang dikumpulkan dalam The Darwin Compendium barangkali kita akan berpendapat bahwa semua kontroversi dan mitos itu adalah salah.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:14pt;">Kehidupan itu telah tua dan berubah secara perlahan, dan makhluk hidup perubah seiring waktu</span></strong></p>
<p class="MsoNormal">Buku <strong>”Voyage of the Beagle”</strong> (Darwin, 1839) mengabadikan apa yang dilihat, dialami dan dipikirkan Darwin saat dia bekerja sebagai naturalis di kapal Beagle dalam pelayaran selama lima tahun (1831-1836). Dalam perjalanan ini Darwin mengumpulkan banyak spesimen tumbuhan, hewan, juga fosil. Darwin juga dalam perjalanan ini melihat sisi buruk kekerasan manusia berupa perbudakan dan kekerasan dalam nama agama. Semua penglihatan ini baik alam maupun sosial mempengaruhi Darwin bagaimana memandang dunia. Kepulauan Galapagos punya arti khusus buat Darwin dalam perjalanan ini. Di kepulauan ini, setiap pulau punya jenis burung finch yang berbeda tetapi saling berkerabat. Di sini juga ada kura-kura dan iguana yang sedikit berbeda di setiap pulau. Darwin bertanya mengapa begitu banyak varietas yang berbeda untuk burung-burung dan iguana yang sama, apa maksud keanekaragaman ini ? Kondisi di Galapagos bersama data lainnya mulai membentuk idea sekaligus membentuk keraguan dalam diri Darwin akan penjelasan teologis zaman itu tentang asal dan keberagaman kehidupan. Buku geologi tulisan <strong>Charles Lyell</strong> (1797-1875) <strong>”The Principles of Geology”</strong> (1830) yang dibawa Darwin ke mana-mana sangat besar pengaruhnya membentuk idea Darwin bahwa <strong>kehidupan itu telah tua dan berubah secara perlahan</strong>, seperti halnya Bumi yang diajarkan Lyell bahwa <strong>Bumi berubah perlahan</strong>, secara seragam sepanjang waktu yang lama. Di bukunya Lyell mengajarkan bahwa umur Bumi jauh lebih tua daripada 6000-10.000 tahun seperti yang dipercayai saat itu. Lyell mengajarkan juga bahwa <strong>Bumi berubah secara gradual</strong>, bukan mendadak atau melalui katastrofisme. Pulang dari perjalanannya itu, Darwin segera membukukan catatan-catatan pengamatannya dan bukunya ini mendapatkan sambutan luas. Setelah itu Darwin mempelajari dengan hati-hati semua spesimennya dan ia makin yakin dengan yang ia percayai: <strong>makhluk hidup berubah seiring waktu.</strong></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:14pt;">Thomas Huxley: “Anatomi primata dan manusia sangat mirip dan itu merupakan bukti bahwa mereka berhubungan.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal">Di samping buku geologi Lyell, Charles Darwin juga membaca buku <strong>Thomas Malthus</strong> (1766-1834) berjudul <strong>”Essays on the Principle of Population”</strong> (1798). Malthus berargumen bahwa jumlah populasi selalu lebih besar daripada jumlah makanan yang tersedia. Maka, terjadilah perjuangan untuk tetap hidup (struggle for survival). Idea gradualisme Lyell, idea struggle for survival Malthus, dan penelitian Darwin selama pelayarannya dengan Beagle, telah membentuk <strong>konsep seleksi alam</strong> yang dikembangkan Darwin. Ia berpendapat bahwa setiap generasi menghasilkan keturunan yang agak berbeda daripada orang tuanya. Perbedaan ini kadang-kadang menjadi penting untuk supaya dapat lestari dan berkembang lagi. Kelompok organisme yang dapat beradaptasi terhadap lingkungan meningkatkan peluangnya untuk menghasilkan generasi berikutnya. <strong>Perbedaan genetik dikombinasi dengan perubahan lingkungan dalam waktu yang lama akan mengakibatkan spesiasi</strong>. Spesiasi-spesiasi ini telah menyebabkan keanekaragaman makhluk hidup di Bumi. Idea ini dijelaskan Darwin dalam bukunya yang paling terkenal <strong>”The Origin of Species”</strong> (1859). Sejak buku ini, orang mengenal Darwin dengan adagium <strong>”manusia berasal dari monyet”</strong> Padahal, di bukunya itu Darwin tak pernah mengatakan hal tersebut. Hubungan monyet dengan manusia muncul di buku <strong>Thomas Huxley</strong>, seorang pembela garis keras Darwin, yang menulis buku <strong>”Evidence for Man’s Place in Nature”</strong> (1863). Huxley di bukunya itu menyatakan bahwa <strong>anatomi primata dan manusia sangat mirip dan itu merupakan bukti bahwa mereka berhubungan</strong>. Manusia adalah bagian dari dunia binatang, tidak terpisah daripadanya. Manusia adalah hasil seleksi alam dan evolusi. Manusia dan primata punya nenek moyang yang sama. Maka, kiranya yang kita kenal dengan keberatan terhadap evolusi pada saat ini sebenarnya berasal dari idea Huxley bukan Darwin.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:14pt;">Darwin</span></strong><strong><span style="font-size:14pt;">: “manusia adalah bagian dari dunia binatang dan diciptakan menurut hukum-hukum alam yang sama yang mengatur makhluk hidup lainnya.”</span></strong><span style="font-size:14pt;"></span></p>
<p class="MsoNormal">Terinspirasi oleh Huxley, Darwin kemudian menulis buku yang khusus membahas evolusi manusia; <strong>”The Descent of Man”</strong> (1871). Di buku ini Darwin berargumen bahwa banyak bukti yang menunjukkan bahwa <strong>manusia adalah bagian dari dunia binatang dan diciptakan menurut hukum-hukum alam yang sama yang mengatur makhluk hidup lainnya.</strong> Kalau <strong>Huxley mencari bukti kesamaan anatomi</strong>, <strong>Darwin</strong><strong> mencari bukti kesamaan tingkah laku antara binatang dan manusia.</strong> Menurut Darwin, tingkah laku adalah hasil seleksi alam. Moralitas pun adalah produk evolusi. Kepercayaan kepada Tuhan pun adalah hasil perkembangan intelektual dan nalar. Begitu menurut Darwin.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:14pt;">Darwin</span></strong><strong><span style="font-size:14pt;">: “Ekspresi wajah binatang dan manusia menunjukkan banyak kesamaan.”</span></strong></p>
<p class="MsoNormal">Untuk lebih menguatkan tesisnya bahwa manusia adalah bagian alam, Darwin menulis buku yang lain,<strong> “The Expresion of Emotions in Man and Animals”</strong> (1872). Di bukunya ini Darwin mengemukakan bahwa <strong>ekspresi wajah adalah bentuk kompleks komunikasi oleh sistem perototan yang rumit yang merupakan hasil proses evolusi.</strong> Emosi yang ditunjukkan oleh ekspresi wajah juga merupakan akibat seleksi alam. Darwin menganalisis bahwa semua emosi dan ekspresi wajah sama saja untuk segala bangsa, bagaimana kalau mereka senang,marah, ketakutan, dan lain-lain. Menurut Darwin, ekspresi wajah binatang dan manusia menunjukkan banyak kesamaan.</p>
<p class="MsoNormal">Terakhir, Darwin menulis <strong>“Autobiography of Charles Darwin”</strong> (1876) yang sebenarnya bukan ditulis untuk umum, tetapi untuk keluarganya agar anak-anaknya bisa memahami apa yang menjadi kepercayaan bapaknya (evolusi). Tetapi kemudian Francis Darwin, salah seorang anaknya, menerbitkannya pada tahun 1887 dengan menghilangkan sebagian manuskrip yang dirasakan akan kontroversial. Tahun 1958, cucu Charles Darwin, Nora Barlow menerbitkannya lagi secara utuh berjudul Autobiography of Charles Darwin.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:14pt;">Evolusi atau Kreasionisme</span></strong></p>
<p class="MsoNormal">Karya-karya Darwin selalu kontroversial sejak diterbitkan untuk pertama kalinya sampai sekarang sebab Darwin menyentuh langsung hal-hal yang sangat mendasar (falsafi) tentang kehidupan. Karya2-nya mengeksplorasi hal2 ini: <strong>dari mana kehidupan berasal, bagaimana ia bisa sampai ke sini, realitas Yang Mahakuasa</strong>. Pemikiran-pemikiran yang dicetuskannya pun mengalami evolusi. Menjelang abad kedua puluh, kemajuan-kemajuan dalam genetika, biologi molekuler, dan biokimia telah memberikan kita pandangan-pandangan yang lebih mendalam dibandingkan pada masa Darwin. Síntesis antara seleksi alam klasik dan ilmu-ilmu moderen in telah melahirkan <strong>neo-Darwinisme</strong>. Walaupun ilmu-ilmu baru ini banyak memberikan dukungan untuk teori evolusi Darwin, kontroversi terus saja berlangsung. Selama akhir abad ke-20 dan awal abad ke-21 ini kita melihat orang-orang berdebat soal evolusi, termasuk sampai ke pengadilan, seperti di beberapa negara bagian di Amerika Serikat (Kansas khususnya) dan Australia. Perdebatan ini adalah di sekitar pertanyaan <strong>mana yang harus diajarkan di sekolah-sekolah umum, apakah evolusi atau lawannya (kreasionisme)</strong>. Orang-orang fundamental menganggap Darwin sebagai terkutuk dan teori evolusinya tak punya bukti apa pun. Sebaliknya, para ilmuwan fundamental beranggapan bahwa bila ingin memahami alam yang tanpa campur tangan adikodrati, maka orang harus menerima Darwin dan teorinya.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:14pt;">Pahami dahulu, baru bicara</span></strong></p>
<p class="MsoNormal">Sebenarnya perdebatan tentang evolusi banyak berasal dari kesalahpahaman tentang teori evolusi itu sendiri. Tidak banyak para pendebat evolusi yang membaca karya-karya asli Darwin. Mereka umumnya membaca literatur-literatur yang ditulis oleh para penyerang Darwin. Ini berakibat bahwa pemahaman mereka tentang evolusi Darwin akan semakin jauh dari yang sebenarnya.</p>
<p class="MsoNormal">Setiap orang yang mau mendebat sebuah teori harusnya dalam posisi “well informed” dengan teori aslinya agar yang didebatnya tepat sasaran dan substantial. Dalam hal teori evolusi yang dikembangkan dan dipublikasikan Darwin, buku “The Darwin Compendium” ini merupakan buku yang baik untuk memulai. Lima karya asli Darwin ada di situ.</p>
<p class="MsoNormal">Kutipan paragraf terakhir di buku paling terkenal Darwin:</p>
<p class="MsoNormal">“There is grandeur in this view of life, with its several powers, having been originally breathed into a few forms or into one; and that, whilst this planet has gone cycling on according to the fixed law of gravity, from so simple a beginning endless forms most beautiful and most wonderful have been, and are being, evolved.” (Charles Robert Darwin, “The Origin of Species” – 1859)</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:14pt;">Penutup</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Tak ada yang sempurna.</strong> Teori evolusi juga ada kesalahan dan kesulitannya sendiri, Darwin juga menyadari hal itu dan menuliskan bab khusus tentang hal tersebut di dalam bukunya tahun 1859 itu. Darwin tak semuanya benar, tetapi juga tak semuanya salah. <strong>Semua berubah, ilmu pengetahuan pun berubah atau lebih tepat berkembang, yang tetap hanya perubahan itu sendiri.</strong></p>
<p class="MsoNormal">Salam,</p>
<p class="MsoNormal">Awang</p>
<p class="MsoNormal">-----------</p>
<p class="MsoNormal">Semoga bermanfaat,</p>
<p class="MsoNormal">Wahyu</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tome a decisão correta ...]]></title>
<link>http://pastorderville.wordpress.com/2007/10/08/tome-a-decisao-correta/</link>
<pubDate>Mon, 08 Oct 2007 10:50:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pastor Derville</dc:creator>
<guid>http://pastorderville.wordpress.com/2007/10/08/tome-a-decisao-correta/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Não é quem está correto, mas o que está correto. Isso é que realmente importa.&#8221; Th]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="margin:0;" class="MsoPlainText"><font size="2"><font face="Courier New">"Não é quem está correto, mas o que está correto. Isso é que r</font></font><font size="2" face="Courier New">ealmente importa." T</font><font size="2" face="Courier New">homas Huxley</font></p>
<p style="margin:0;" class="MsoPlainText"><font size="2"><font face="Courier New">Quando alguma coisa necessita ser feita, imediatamente você passa a t</font></font><font size="2" face="Courier New">er várias opções à sua frente. Você pode reclamar, lamuriar, você pode c</font><font size="2" face="Courier New">riar certas desculpas, você pode ignorar, você pode racionalizar ou v</font><font size="2" face="Courier New">ocê pode tomar a melhor de todas as decisões: a decisão correta.</font></p>
<p><font size="2"><font face="Courier New">Sim, a decisão correta é aquela que necessita ser tomada. Tomar a d</font></font><font size="2" face="Courier New">ecisão correta fará com que você venha obter no futuro um sadio s</font><font size="2" face="Courier New">enso de gratificação pessoal. Porém, os atrasos, reclamações, r</font><font size="2" face="Courier New">acionalizações e desculpas só farão com que você venha gastar sua p</font><font size="2" face="Courier New">reciosa energia e tornará a tarefa muito mais difícil de ser realizada.</font></p>
<p><font size="2"><font face="Courier New">Evite um desgaste totalmente desnecessário ao fazer o esforço que</font></font> <font size="2" face="Courier New">deve ser feito o mais cedo quanto possível. Apesar de muitas pessoas e</font><font size="2" face="Courier New">starem constantemente vivendo num constante estado de m</font><font size="2" face="Courier New">ediocridade por exibir uma pobre performance com as suas atitudes, o</font> <font size="2" face="Courier New">fato é que você não precisa seguir esse tipo de exemplo.</font></p>
<p><font size="2"><font face="Courier New">Deus só lhe deu uma vida e Ele o convida a viver esta vida no máximo d</font></font><font size="2" face="Courier New">a sua potencialidade. Não se perca em meio a um emaranhado e</font>  <font size="2" face="Courier New">confuso estado mental simplesmente por se tornar complacente com as s</font><font size="2" face="Courier New">uas decisões. </font></p>
<p><font size="2"><font face="Courier New">O que você tem que fazer faça agora. Seja produtivo e tome a decisão</font></font>  <font size="2" face="Courier New">correta.</font></p>
<p><font size="2" face="Courier New">Deus lhe abençoe muito!</font></p>
<p><font size="2" face="Courier New">Não se esqueça, estou orando por você todos os dias da minha vida!</font></p>
<p style="margin:0;" class="MsoPlainText"><font size="2" face="Courier New">"A tua benignidade, Senhor, chega até aos céus, até às nuvens, a tua f</font><font size="2" face="Courier New">idelidade." Salmo 36:5</font></p>
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