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	<title>teorias-incertas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/teorias-incertas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "teorias-incertas"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 20:44:58 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Garanhões não gostam de mulher]]></title>
<link>http://cronicasatipicas.wordpress.com/2007/10/08/garanhoes-nao-gostam-de-mulher/</link>
<pubDate>Mon, 08 Oct 2007 19:46:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dora</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pois é, os caras que gostam da Fani (do BBB) são os &#8220;garanhões&#8221;. Só que garanhão n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Pois é, os caras que gostam da Fani (do BBB) são os "garanhões". Só que <strong>garanhão não gosta de mulher</strong>, gosta de sexo, essa é a diferença. Nunca conheci um garanhão que gostasse de mulher; já conheci que gostasse de zoação, de bebida, de comer a mina pra contar para os amigos depois (ou comer a mina junto com um amigo) e tal. <strong>Eu gosto de mulher, por isso fico com ódio de mulher. </strong>Garanhões não sentem ódio de mulher, porque não gostam de mulher. E por isso as mulheres gostam deles, porque gostam de tudo o que é proibido e o garanhão é proibido para elas, porque elas nunca o terão, já que ele não gosta de mulher. Garanhões nunca comerão uma mulher com amor ou com ódio, então serão eternamente insatisfeitos, procurando mulher em tudo o que é canto e nunca se estabilizando.</p></blockquote>
<p>Grifos meus. Quem escreveu isso foi o <a href="http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=16729696067091320086">Bonfante</a>, na comunidade <a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1984135">Niilismo</a>, no tópico <a href="http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=1984135&#38;tid=2559341161676059635&#38;na=2&#38;nst=65">Sexo com Poetisas</a>. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Misoginia">Misoginia</a> justificada desse jeito é a coisa mais linda do mundo. Me apaixonei <em>all over again</em> por ele... Hahaha...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Breve pensamento sobre procrastinação]]></title>
<link>http://cronicasatipicas.wordpress.com/2007/10/01/breve-pensamento-sobre-procrastinacao/</link>
<pubDate>Mon, 01 Oct 2007 19:38:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dora</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hoje eu terminei de fazer algo que eu tinha procrastinado há muito tempo.
E me senti bem pra caramb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje eu terminei de fazer algo que eu tinha procrastinado há muito tempo.</p>
<p>E me senti bem pra caramba com isso, a sensação de dever cumprido foi ótima, de fato.</p>
<p>(pausa)</p>
<p>Talvez eu devesse procrastinar por períodos mais extensos as coisas que devo fazer, assim eu me sentiria cada vez melhor sempre!</p>
<p>[Pensamento que tive enquanto acabava com a procrastinação.]</p>
<p>[Conclusão: Eu ando lendo tirinhas demais, e ouvindo Bill Hicks demais pro meu gosto..]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mulheres Metrossexuais]]></title>
<link>http://cronicasatipicas.wordpress.com/2007/09/10/mulheres-metrossexuais/</link>
<pubDate>Mon, 10 Sep 2007 23:40:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dora</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dora: Então&#8230; Esses carinhas hard rockers aí, cabeludos, tatuados, gatinhos.. Traços leves, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Dora: Então... Esses carinhas hard rockers aí, cabeludos, tatuados, gatinhos.. Traços leves, uma maquiagem leve, poses sensuais e tal.. São bonitinhos até... Dão um caldo até. Mas sei lá... Não entendo direito porque, eles me broxam. Não sinto nada por um cara desse tipo e felizmente até hoje o sentimento foi recíproco. Talvez só não façam o meu tipo mesmo, mas talvez seja a época,..  É muita farofice e anos 80 pro meu gosto. Nem metidos à gotiquinhos ou metaleiros demais eu aguento por muito tempo hoje em dia..</p>
<p>Ele: Hm.. Você diz que eles são bonitinhos é? E eu? O que você acha de mim?!</p>
<p>Dora: *olha de cima pra baixo* Ah, você até que tem seu charme.. Mas nada de parar o trânsito não..</p>
<p>Ele: ... *cara de decepcionado*</p>
<p>Dora: Ué, o que você quer que eu faça?! O que eu posso fazer se você está fora dos padrões femininos de beleza?</p>
<p>Ele: Hah! Ah, é mesmo? E por que isso?</p>
<p>Dora: Por que você tem cara de homem.. E você parece normal.</p>
<p>Ele: Hahaha... É, definitivamente.. Você não é uma mulher metrossexual e é mais machista do que eu imaginava..</p>
<p>Dora: Ainda bem, né?</p>
<p>[ <em>Eu <u>realmente</u> não gosto de metrossexuais e também não simpatizo muito com homem que "se fantasia", independente do que eles ouvirem. Me parece que hoje em dia a coisa mais autêntica que existe é ser espontâneo, genuínamente... Mas isso está ficando cada vez mais raro de ser encontrado. A mulherada também anda esquisita, e com um mau gooosto pra homem hoje em dia... Ou talvez eu que seja tosca mesmo. Enfim...</em> ]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estou te escrevendo de um lugar distante pedindo conselho]]></title>
<link>http://plasticpassion.wordpress.com/2007/09/02/estou-te-escrevendo-de-um-lugar-distante-pedindo-conselho/</link>
<pubDate>Sun, 02 Sep 2007 17:37:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>annacarlasr</dc:creator>
<guid>http://plasticpassion.wordpress.com/2007/09/02/estou-te-escrevendo-de-um-lugar-distante-pedindo-conselho/</guid>
<description><![CDATA[Para amigo F.Wilhelm
Já não sei mais escrever caro Wilhelm.Minhas palavras estão ficando sem flux]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Para amigo F.Wilhelm</p>
<p align="justify">Já não sei mais escrever caro Wilhelm.Minhas palavras estão ficando sem fluxo.Perdendo os sentidos. Não as sinto mais torneadas por boas frases, e não sei escolher os temas. Tudo me foge ao controle. Tudo parece longínquo e abstrato.A unica coisa que eu carrego comigo são as dúvidas,ando duvidando muito ultimamente. E me pergunto sempre que sento e olho o teclado por cima, impiedosa: porque não fotografar as coisas, e deixar as sensações materializadas numa imagem, contrariando escrever?E me vem um branco. Um ponto.Um furo no tecido vazio. Um incorrigível jeito de escrever, viciado e pelo qual me sinto desassossegada. Sou pós-moderna demais para compromissos indissoluveis com a verdade: não a verdade, nem as religiões, pois não ensinam mais que a confeitaria.Essa sua aparente verdade, tão real, que pouco é, quase nada. E nada é o que temos por aí, nesse momentos em que encho minha cabeça com pensamentos, determinados psico-fisio-biologicamente, e que são tão pouco a não ser que me comprometo com a transformação, com a metafísica, com a poesia.Acho que era isso minha proposição. Substituir essa verdade tão árida e estrangeira para mim por uma invenção vazia e poética - a literatura não te diz mais que a realidade, porque essa é aquela transformada pela ação humana em poesia? fim dessa década vem chegando. Não sei porque. Mas isso não me sai da cabeça. E as vezes isso me lembra um pouco a minha verdade. Aquilo que eu crio nada mais é que a minha verdade alucinada, e mais!, alucinada dentro de mim mesma. Tudo é apenas um modo de expressão, um modo de descrever esse-todo-imenso-e-circundante. Se acho que escrevo algo que foge à realidade que me envolve, engana-me. Por acaso você conhece outra? Uma outra que vá além da minha? Não é possível escrever, criar, conceber, o que não faz parte do meu mundo íntimo de verdades, me limito por aquilo que mais me aflige, e ainda mais, o que me aflige é árido, parco e vacuamente nonsense.Fiquei toda a vida a espera.Colecionando motivos.Morro desajeitadamente de preguiça,me alimento de pequenas felicidades, variando cores, brincando de nomes, estilos. Ensaiando mais a espera do que o que viria dela. Mas isso, porque é “disso” que chamamos quando não sabemos o nome. Isso não veio. Me perdi antes mesmo de chegar no labirinto. Eu já devia ter parado de esperar Godot, há muito tempo, não é ? Ai, que saudade me deu,Wilhelm.Há um tempo, quando me faltavam sono e motivação, eu sentava sempre à beirada das tuas letras . Acho que para guardar um pouquinho das tuas preciosidades comigo.Agora, quando me faltarem os motivos, vou tentar agrupar umas palavras, essas minhas inimigas fugidias. Assim, até a Primavera, quem sabe não fisgo uma jóia como retribuição? e me diga Wilhelm porque acho que verdadeira afeição vai estar só onde ela menos provavelmente pode?A única verdade que eu sei é que dependendo de cada livro que você ler,às vezes leva uma vida inteira para conseguir o que presisa.</p>
<p align="justify"> Com saudades,</p>
<p>Ana.C</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pega fooogo cabaré!!!]]></title>
<link>http://cronicasatipicas.wordpress.com/2007/08/12/pega-fooogo-cabare/</link>
<pubDate>Sun, 12 Aug 2007 04:20:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dora</dc:creator>
<guid>http://cronicasatipicas.wordpress.com/2007/08/12/pega-fooogo-cabare/</guid>
<description><![CDATA[O bicho tá pegando aqui e aqui por causa disso:


Eu nem vou falar nada por que eu sou gonzo e esto]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O bicho tá pegando <a href="http://www.eupodiatamatando.com/2007/08/11/agora-e-guerra-midia-convencional-versus-midias-alternativas/" title="Tão matando a pau!">aqui</a> e <a href="http://www.brainstorm9.com.br/archives/2007/08/campanha-do-estadao-contra-os-blogs.html" title="Brainstorm #9" target="_blank">aqui</a> por causa disso:</p>
<p><a href="http://cronicasatipicas.wordpress.com/files/2007/08/estado_atacam_blogs_batman.jpg" title="estado_atacam_blogs_batman.jpg"></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://cronicasatipicas.wordpress.com/files/2007/08/estado_atacam_blogs_batman.jpg" title="estado_atacam_blogs_batman.jpg"><img src="http://cronicasatipicas.wordpress.com/files/2007/08/estado_atacam_blogs_batman.jpg" alt="estado_atacam_blogs_batman.jpg" border="0" /></a></p>
<p>Eu nem vou falar nada por que eu sou gonzo e estou bêbada.</p>
<p>Jornalismo gonzo é isso: orgulho de ser independente, sem propósito e sem noção.</p>
<p>E quem não gosta de mim, ou não me entende, simplesmente que não leia!</p>
<p>E tenho dito.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Matemática Instintiva?]]></title>
<link>http://cronicasatipicas.wordpress.com/2007/08/05/matematica-instintiva/</link>
<pubDate>Sun, 05 Aug 2007 20:52:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dora</dc:creator>
<guid>http://cronicasatipicas.wordpress.com/2007/08/05/matematica-instintiva/</guid>
<description><![CDATA[Eu adoro cozinhar. Hoje eu fiz um macarrão com legumes e lingüiça toscana que ficou muito bom. De]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://br.geocities.com/kalsavara/spago.jpg" align="right" height="134" width="200" />Eu adoro cozinhar. Hoje eu fiz um macarrão com legumes e lingüiça toscana que ficou muito bom. Depois do show de ontem, acho que eu estava aproximadamente há umas 12 (ou mais) horas sem comer. Me alimento bem, mas me alimento errado e esse, também, é o meu problema. Apesar de cozinhar pra mim mesma (e pra amigos) a um tempo considerável, eu posso dizer seguramente que ainda estou no caminho de aprender a cozinhar só pra mim mesma, mas essa é uma técnica bem difícil. Mais difícil do que eu imaginava que fosse. Ainda estou aprendendo a dosar direito as coisas. É preciso paciência. De qualquer forma, hoje quando abri o pacote de macarrão spaguetti eu achei chato ter que deixar o restante no saquinho. Sei lá, eu tenho uma mania bizarra de colocar tudo em algum recipiente, deixar tudo mais ou menos organizado, pelo menos na cozinha faço essa questão.</p>
<p>Eis que eu não queria de jeito nenhum deixar aquele macarrão lá. Aí lembrei que eu tinha uma garrafa pet dentro da geladeira e tive uma idéia. Tirei a água que tinha nela e fiz uma sopa. Aí cortei o bico da garrafa (pra quem não entende: a parte que serve o refrigerante) e coloquei o macarrão lá, em pé bonitinho. Tá, problema resolvido, o macarrão já tinha um recipiente. Mas aí eu fiquei olhando praquela garrafa e algo estranho, que eu até então desconhecia o que era, tava me chamando atenção, como uma pulga atrás da orelha. Aí fiquei olhando praquela garrafa com o macarrão alguns minutos, peguei ela e olhei o fundo da garrafa. Foi aí que eu me apercebi por que o macarrão se encaixava maravilhosamente bem na garrafinha pet. Se você observar, embaixo da garrafa (geralmente nas garrafas pet da coca-cola, das outras marcas, não sei) elas tem exatamente 5 espaços onde o macarrão se encaixa.. E é exatamente essa a quantidade que, quando cozinhada, é suficiente pra uma pessoa normal comer (e repetir).</p>
<p>Sinistro né?</p>
<p>Achei bizarro eu sacar isso.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre "ser descolada"..]]></title>
<link>http://cronicasatipicas.wordpress.com/2007/07/13/sobre-ser-descolada/</link>
<pubDate>Fri, 13 Jul 2007 16:55:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dora</dc:creator>
<guid>http://cronicasatipicas.wordpress.com/2007/07/13/sobre-ser-descolada/</guid>
<description><![CDATA[Então, como eu ia falando, nesse sábado eu vou numa festa. Mas na verdade eu não quero falar dess]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Então, como eu ia falando, nesse sábado eu vou numa festa. Mas na verdade eu não quero falar dessa festa primeiro. Quero voltar aos primórdios (ui!) como sempre faço quando estou ansiosa com alguma coisa que está além de mim e que eu preciso passar pra frente. Ok, vamos lá. Eu nunca fui descolada quando eu era criança. Na verdade, a maioria das outras crianças era indiferente em relação a mim. Eu não fedia nem cheirava e por mim tudo bem. Na verdade não era exatamente tudo bem, eu era criança, e eu queria ser a Barbie, loira de olho azul. Meio complicado pra uma menina parda de cabelo preto e enrolado, mas tudo bem. Não cresci complexada não. Com o tempo a vontade foi passando. Aí cheguei na adolescência, periodozinho escroto. Nessa época eu já meio que cagava e andava pra tudo e não queria ser igual a ninguém mesmo. Era adepta do "faça você mesmo" e fazia um monte de coisa escrota. Algumas "patricinhas" que eu conhecia até "achavam legal meu estilo", mas eu nunca me importei muito com elas.</p>
<p>Aí tem o hoje que é esse troço que eu sou. Não tenho estilo definido, mas me chamam de metaleira, ou alternativa. Não ligo. Cago e ando. Pra mim eu sou ninguém importante, nem tenho nada de especial. A bem da verdade eu me considero bem tosca. Claro, se é pra me arrumar, me arrumo, mas no geral, quesito aparência, eu sou uma verdadeira desleixada. O meu único diferencial é que, mesmo sendo bem burrinha pra algumas coisas, sou uma pessoa bastante comunicativa. Gosto de conversar com pessoas selecionadas e que (ao invés de monologarem) de fato conversam comigo: me ouvem, me lêem e me dão uma resposta de acordo. Prezo muito esse tipo de comunicação. Tanto que já me relacionei com várias pessoas dessa forma. Pessoas boas, pessoas ruins, mas enfim o que valeu foi a experiência. Antigamente eu me enganei muito com essa questão de "amizades". Era muito carente, cometi muitos erros, perdoei pessoas que não deveria e nunca, NUNCA acreditava na minha intuição (erro gravíssimo).</p>
<p>Hoje em dia eu boto na balança comportamentos que não valem mais a pena. Em um tempo muito curto consegui perdoar três pessoas importantes na minha vida e isso me fez ver a vida e os relacionamentos de uma perspectiva completamente diferente. Justo eu que dizia que não sabia perdoar e não pretendia aprender. Mas felizmente eu aprendi que é possível perdoar sim. Veja bem: perdoar sim, dependendo do histórico e da análise do caso em questão. Agora perdoar a tudo e a todos incondicionalmente, nem a pau.</p>
<p>Algumas pessoas me chamam de "descolada" e eu não entendo o porquê. Eu não sou legal e isso é fato. Sou teimosa pra caralho, tapada, seletiva e mando pra puta que pariu opiniões divergentes das minhas "por que sim". Isso não é ser descolada, isso é ser escrota. Se bem que os 'jeitos de ser' hoje em dia tomaram formas tão bizarras que "ser escrota é ser legal", ou coisa surreal do tipo. Eu não entendo, mas tem gente que acha que sim,.. fazer o quê. Outro grande diferencial meu é que, de algum tempo pra cá, eu decidi ter relacionamentos significantes com as pessoas e não só pura camaradagem, fofoca, conversinha barata. Isso existe em qualquer esquina, qualquer bêbado te consola, diz que 'te considera' e 'te ama'. Amigo é quem te ajuda quando você tá vômitando ou entrando em coma alcoólico. O resto, é resto.</p>
<p>O fato é que, tá chegando sábado e eu vou nessa festa com o meu namorado e com mais 3 rapazes que conheci aleatóriamente. Dois deles eu nunca vi pessoalmente, mas já conversei bastante pela internet. Conversas longas falando sobre várias coisas, boas e ruins, rasas e profundas e a coisa toda. São poucas pessoas, mas são pessoas bacanas que: ou vieram conversar comigo do nada, ou eu fui atrás, conversando aos poucos, cultivando tudo até chegar nesse sábado. Isso é interessante e as pessoas deveriam prezar mais as conversas em geral. Conversar não é assim tão difícil. Na verdade tudo começa com um simples "oi".</p>
<p>Resumindo, ser descolado não é aquela porcaria de frase americanizada que dizem na televisão "seja você mesmo" ou aquela pitty escrota berrando no meu ouvido "o importante é ser você mesmo que seja estranho/bizarro". Se você é estranho e bizarro SUMA DA MINHA FRENTE. Se você estiver sendo você mesmo e eu não gostar do que você é, vou dizer a mesmíssima coisa. Eu só entro em contato com pessoas como eu: igualmente toscas, que pensam parecido comigo, que gostem dos mesmos estilos de música, etc. Se você não gosta de nada disso, só lamentos: não perca seu tempo comigo. Eu não perderei o meu com você.</p>
<p>E descolada é o caralho.<br />
E tenho dito.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">&#160;</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Teorias de Relacionamento]]></title>
<link>http://cronicasatipicas.wordpress.com/2007/07/04/teorias-de-relacionamento/</link>
<pubDate>Wed, 04 Jul 2007 14:10:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dora</dc:creator>
<guid>http://cronicasatipicas.wordpress.com/2007/07/04/teorias-de-relacionamento/</guid>
<description><![CDATA[ 	  	 LUV435 - Theories of relationship
&nbsp;
Apos uma pesada dose de reflexao concluih que soh eh ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3 class="post-title" align="justify"><a href="http://piccadillymary.blogspot.com/2007/07/luv435-theories-of-relationship.html" target="_blank"> 	  	 LUV435 - Theories of relationship</a></h3>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Apos uma pesada dose de reflexao concluih que soh eh possivel considerar um relacionamento serio com alguem se existir:</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">@atracao fisica<br />
@orgulho (num sentido de se orgulhar do outro por algum motivo, nao amor proprio)</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Discuta a afirmacao acima de maneira sucinta.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">;-)</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">-</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><em><font color="#990000">[Analisando o meu relacionamento atual]</font></em> <strong>Atração física:</strong> ok. Isso tem. De sobra.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><strong>Orgulho:</strong> Você quis dizer "admiração", né? Então.. Eu tinha admiração pela pessoa que amava até que ele se provou um desgraçado. Orgulho eu não tinha, mesmo por que, eu não exibia ele pra ninguém por assim dizer. E mesmo por que ele não tinha nada também do que eu pudesse.. erm.. "me orgulhar". <em><font color="#990000">[A única coisa que eu gostava nele de verdade, era a franqueza e a forma como me tratava, porém.. Essas duas coisas foram se extinguindo progressivamente nos últimos 3 anos que "nos relacionamos" -por assim dizer- até que se acabaram completamente, no início desse ano. Oh céus, oh vida..]</font></em></p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Pela pessoa que amo hoje, posso dizer que sinto admiração por várias coisas, mas orgulho não <em><font color="#990000">[Pra mim, pra se ter orgulho de algo/alguém, é preciso exibir esse algo/alguém aos outros como algo bom e algo que é seu. E eu, particularmente, acho que relacionamentos não se tratam disso.]</font></em>. Na verdade sou bem indiferente nessa questão orgulho. Claro, se ele está bem, eu também estou bem. É bom que ele seja 'bola pra frente' e saiba o que vai fazer da vida.. e me ame, de preferência. Muito. Pra mim é o suficiente, por hora.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><em><font color="#990000"> [E tenho dito..]</font></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ê-laiá... ]]></title>
<link>http://cronicasatipicas.wordpress.com/2007/06/13/e-laia/</link>
<pubDate>Wed, 13 Jun 2007 17:42:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dora</dc:creator>
<guid>http://cronicasatipicas.wordpress.com/2007/06/13/e-laia/</guid>
<description><![CDATA[Das coisas que nos ensinam quando pequenos mas que NUNCA damos ouvidos:
Mentira tem perna curta.
Dis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Das coisas que nos ensinam quando pequenos mas que NUNCA damos ouvidos:</p>
<p><strong>Mentira tem perna curta.</strong></p>
<p>Disso eu faço um questionamento: se a mentira tem perna curta, a omissão tem o quê?</p>
<p>Hm. A se pensar.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Instruções para toda a vida, por Dalai Lama]]></title>
<link>http://cronicasatipicas.wordpress.com/2007/06/12/instrucoes-para-toda-a-vida-por-dalai-lama/</link>
<pubDate>Tue, 12 Jun 2007 02:47:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dora</dc:creator>
<guid>http://cronicasatipicas.wordpress.com/2007/06/12/instrucoes-para-toda-a-vida-por-dalai-lama/</guid>
<description><![CDATA[Da mesma forma que eu não gosto daqueles forwards com powerpoints, também não gosto de correntes ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Da mesma forma que eu não gosto daqueles forwards com powerpoints, também não gosto de correntes de internet. Nunca repasso pra ninguém, pois acho um saco. Mas hoje recebi uma que achei interessante comentar algumas coisas, aí estou postando por aqui mesmo, antes de dormir, daqui a pouco. Dizem que é do Dalai Lama, mas eu acho que isso é totalmente fake. Com certeza foi alguém que inventou essas mensagens de sabedoria e colocou internet afora como se fosse do Dalai Lama, mas enfim.. Dei uma chance ao e-mail e li ele na íntegra. Agora ele segue com os meus comentários.</p>
<p>1. Leve em consideração que grandes amores e conquistas envolvem grande risco. <em><font color="#800000">[Jura?]</font></em><br />
2. Quando você perde, não perca a lição. <em><font color="#800000">[Mas aí é que está o grande lance. Eu sempre perco diferente. E sempre há uma lição diferente. Ou seja, se eu perder sempre quer dizer que é "normal perder", desde que eu "aprenda a lição"? Não entendo essa lógica..]</font></em><br />
3. Siga os três R's:<br />
* Respeito a si mesmo <em><font color="#800000">[Arrã.]</font></em></p>
<p align="justify">* Respeito aos outros <em><font color="#800000">[Em partes.]</font></em><br />
* Responsabilidade por todas suas ações <em><font color="#800000">[Tá.]</font></em><br />
4. Lembre-se que não conseguir o que você quer é algumas vezes um grande lance de sorte. <em><font color="#800000">[Não sei por que mas isso me soou tão, mas <strong>tão</strong> conformista que me deixou triste.]</font></em><br />
5. Aprenda as regras de maneira a saber quebrá-las da maneira mais apropriada. <em><font color="#800000">[Hmm. Espertinho. É umas..]</font></em><br />
6. Não deixe uma disputa por questões menores ferir um grande amigo. <em><font color="#800000">[Deixo sim. Foda-se o grande amigo. Perco o grande amigo, mas não perco a piada.]</font></em><br />
7. Quando você perceber que cometeu um erro, tome providências imediatas para corrigí-lo. <em><font color="#800000">[Hm. Algo a se pensar. Depende do erro.]</font></em><br />
8. Passe algum tempo sozinho todos os dias. <em><font color="#800000">[Sempre passo. Quando vou ao banheiro. Não deixa de ser ué!]</font><br />
</em>9. Abra seus braços para mudanças, sem abrir mão de seus valores. <em><font color="#800000">[My lips may promisse but my heart is a whore...]</font></em><br />
10. Lembre-se que o silêncio é algumas vezes a melhor resposta. <em><font color="#800000">[<strong>Oh yeah, Hell yeah, Damn yeah!</strong>]</font></em><br />
11. Viva uma vida boa e honrada. Assim, quando você ficar mais velho e pensar no passado, poderá obter prazer uma segunda vez. <em><font color="#800000">[Falando sério agora: penso nisso praticamente todos os dias.]</font></em><br />
12. Uma atmosfera de amor em sua casa é o fundamento para sua vida. <em><font color="#800000">[Ah, tá bom.]</font></em><br />
13. Em discordâncias com entes queridos, trate apenas da situação corrente. Não levante questões passadas. <em><font color="#800000">[Hahaha... Faz-me rir! Fale isso pros meus pais agora!]</font></em><br />
14. Compartilhe o seu conhecimento. Esta é uma maneira de alcançar a imortalidade. <em><font color="#800000">[Erm.. Eu não quero ser imortal. Uma vida já me é o bastante.]</font></em><br />
15. Seja gentil com a terra e com todos os animais. <em><font color="#800000">[Tá.]</font></em><br />
16. Uma vez por ano, vá a algum lugar que você nunca esteve antes. <em><font color="#800000">[Sempre faço isso. Nem que seja ir no lixão mais próximo, ou num shopping, ou numa montanha, ou no alto mar. É muito bom.]</font></em><br />
17. Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o amor mútuo excede o amor que cada um precisa do outro. <em><font color="#800000">[Ok, essa deu um nó na minha cabeça. Vou fingir que entendi.]</font></em><br />
18. Julgue o seu sucesso por aquilo que você teve que abrir mão para consegui-lo. <em><font color="#800000">[Hm. Isso faz sentido até certo ponto. Mas eu não diria sucesso, mas sim paz de espírito, ou qualquer coisa do típo "insira o seu bem estar preferido aqui". Algo assim.]</font></em></p>
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19. Entregue-se total e irrestritamente ao amor e a cozinha.</p>
<p align="justify"><em><font color="#800000">[Já me entreguei total e irrestritamente ao amor. Não é bom. Idem com a cozinha. Também não é bom. Amor e comida são coisas que precisam ser muito bem dosadas, de preferência em doses homeopáticas. Quando nos entregamos de formas irrestritas a ambos, acabamos nos tornando loucos obcecados, ótimos amantes, ótimos chefs, mas pessoas amargas por dentro, vazias. Somos estrutura deprovida de conteúdo: amamos sem saber porquê e sem nos perguntar o porquê (mesmo que esse porquê não tenha resposta). Amor  por amor não é suficiente, assim como apenas comer não é o bastante. É preciso degustar, aproveitar todo o processo, entender como ele funciona e jogar de acordo pra não cair em suas armadilhas - comida salgada, arroz queimado, carne com o tempero errado. E administrar isso não é pra qualquer um. É um caminho árduo e bem difícil, onde se erra sempre e é praticamente impossível sair disso sem se machucar ou ser machucado. É preciso muita paciência e desdém. Não se pode querer o melhor sempre, idealizar é um risco muito grave do qual eu não consigo mais dispor. É preciso amar despretensiosamente e de forma simples, sempre. Quando as coisas começam a se complicar demais, é por que é hora de seguir em frente.  A vida é isso aí.. ]</font></em></p>
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