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	<title>taxa-de-juros &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/taxa-de-juros/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "taxa-de-juros"</description>
	<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 08:09:19 +0000</pubDate>

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<item>
<title><![CDATA[Brasil: De que esquerda estamos falando?]]></title>
<link>http://correiointernacional.wordpress.com/?p=310</link>
<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 13:22:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>cinternacional</dc:creator>
<guid>http://correiointernacional.wordpress.com/2008/09/16/brasil-de-que-esquerda-estamos-falando/</guid>
<description><![CDATA[Veintitres - Buenos Aires
Os contrastes econômicos do governo Lula
Dois especialistas de Flacso Arg]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Veintitres - Buenos Aires</em></strong></p>
<p><strong>Os contrastes econômicos do governo Lula</strong></p>
<p>Dois especialistas de Flacso Argentina [Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais] pesquisaram sobre as políticas econômicas e comerciais dos governos latino-americanos integrantes da "nova esquerda". Leia aqui parte deste trabalho, no qual foram analisadas as mudanças introduzidas na economia brasileira e suas diferenças com a economia argentina.</p>
<p>Desde que Lula tomou posse do cargo no Brasil em 2003, sua promoção de políticas sociais mudou radicalmente o papel do Estado: agora, aproximadamente 44 milhões de pessoas, ou seja, 25 por cento da população, têm renda mínima graças ao programa Bolsa Família (Hall, 2006). Seu governo também fez esforços sistemáticos para dirigir pequenas somas de recursos disponíveis a nível federal para a construção de infra-estruturas de água corrente e escolas nas áreas mais empobrecidas do norte do país. Este empenho conseguiu reduzir a pobreza que, em escala nacional, atingia mais de 30 por cento [da população], a menos de 25 nos últimos três anos, uma conquista notável quando se considera que o desemprego cresceu de 8 a 12 por cento no mesmo período, segundo dados oficiais (CEPAL, 2006).</p>
<p>Estes esforços pra levar a cabo uma agenda de atenção ao social vieram em conjunto com políticas econômicas que beneficiaram os segmentos mais ricos da sociedade, sobretudo os relacionados ao setor financeiro. O governo manteve taxas de juros muito altas com o objetivo de reduzir os níveis de inflação, que passaram de 17 por cento quando tomou posse do cargo a apenas 3 por cento hoje em dia. Taxas de juros exorbitantes deram grandes lucros ao setor financeiro, enquanto a indústria e a produção agrícola tiveram de lidar com custos cada vez mais altos, o que os distancia ainda mais de investimentos produtivos adicionais. (EIU Informes de Brasil, 2006; 2007). De fato, a economia brasileira, que historicamente se caracteriza por sua vitalidade, cresceu 2,3 por cento ao ano durante a presidência de Lula. É a segunda taxa mais baixa da América Latina, superando somente o Haiti, submergido em uma guerra civil. Enquanto a economia apenas cresce à razão do crescimento demográfico e não pode gerar empregos suficientes para seus novos trabalhadores, os fluxos financeiros a curto prazo chegaram ao país a uma velocidade impressionante, o que explica mais de 50 por cento de financiamento da dívida interna. Estes lucros foram eximidos de impostos em 2006, uma vantagem que nem mesmo os investidores locais recebem (Bloomberg, 14/11/06).</p>
<p>Para financiar essa dívida (tanto interna como externa), que atualmente representa mais de 65 por cento do PIB [Produto Interno Bruto], o governo teve de emitir cada vez mais títulos, talvez caminhando sobre uma corda bamba sem uma saída fácil. A única saída estaria na redução de gastos fiscais além do pagamento das dívidas (salários estatais e aposentadorias), mas Lula se comprometeu a que tais mudanças não ocorrerão durante seu mandato (The Economist, 10/10/06). De fato, durante sua presidência, o número de empregos estatais cresceu a uma taxa de 2 por cento ao ano, sobre todas as empresas estatais, como a Petrobrás (que gerou 17 mil novos empregos, ou 25 por cento de seu efetivo), o Banco do Brasil e outras. O Brasil, com umas das populações mais jovens da América do Sul, já tem um importante déficit proveniente de pensões e aposentadorias, que equivale a 2 por cento do PIB [cerca de 5% de toda a arrecadação do governo]. De toda maneira, Lula, após reduzir as aposentadorias em 2003, já aumentou, desde então, mais de 17 por cento, superando em muito as taxas de inflação acumuladas desde 2003 (Bloomberg, 7/2/06).</p>
<p>Em síntese, o governo Lula seguiu uma agenda de marcadas características sociais para atender as mais notórias desigualdades, especialmente oferecendo ajuda aos setores mais pobres da população, gerando empregos estatais e aumentando as aposentadorias. Na política macroeconômica, sua generosidade fiscal contribuiu, contudo, para gerar uma crescente dívida, cujos juros consomem 8 por cento do PIB, ou seja, 20 por cento dos gastos fiscais totais. Para sustentar tais gastos, a participação do Estado na economia aumentou para mais de 40 por cento do PIB, sem investir muito em infra-estrutura pública ou em medidas a favor da produção, como créditos mais brandos (Valor, 10/26/06). Sua política monetária, com altas taxas de juros reais, atraiu investidores estrangeiros dispostos a financiá-lo em troca de lucros elevados, rápidos e isso ao custo de uma moeda sobrevalorizada. Isso, por sua vez, reduziu os empregos, incentivou as importações e reduziu a competitividade. Somente os elevados preços para exportação de bens primários como a soja, o açúcar, o ferro e o café, reduziram o impacto destas políticas sobre a sustentabilidade macroeconômica. (EIU Informes Brasil, 2006).</p>
<p>Pode-se pensar que o governo acredita que repetir as decisões irresponsáveis dos governos centristas anteriores, dos anos noventa, poderia, hoje, ser perdoado nas urnas se forem oferecidas compensações com políticas sociais em grande escala. Esta visão se confirmou em 2006 com a reeleição de Lula, quando o Nordeste votou pela primeira vez massivamente em favor de seu partido, depois de décadas apoiando partidos clientelistas conservadores, enquanto o sul industrializado, o centro exportador agrícola, votou fortemente contra ele (Amaral, 2006). Todavia, foi o temor suscitado por Lula em torno de supostas tendências privatizadoras de seu opositor neoliberal que o permitiu afirmar-se no segundo turno. Esta foi a avaliação feita pelo eleitorado de suas políticas e, sendo assim, é muito valiosa para compreender o valor dado pelos votantes a suas políticas econômicas e sociais. Resta observar se os mercados continuarão favorecendo-os ou, como ocorreu com anteriores governos de esquerda (e centro), se voltarão contra eles, quando decidam que não é possível dar-se ao luxo de favorecer os mais pobres e os mais ricos ao mesmo tempo, e de maneira tão radical.</p>
<p style="text-align:right;"><strong><em>Pablo Heidrich e Diana Tussie*</em></strong></p>
<p style="text-align:left;"><em>Autores de "Políticas Económicas y Comerciales de la Nueva Izquierda. ¿Populistas o Conservadoras?", documento de trabalho da área de Relações Internacionais de Flacso Argentina, de onde foram extraídos esses trechos. Acesse o trabalho na íntegra clicando <a href="http://www.flacso.org.ar/uploaded_files/Publicaciones/nueva_izq_Tussie_Heidrich.pdf" target="_blank">aqui</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rio Grande do Sul tem maior taxa de juros de crediário do País]]></title>
<link>http://maria451.wordpress.com/?p=1702</link>
<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 19:54:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula</dc:creator>
<guid>http://maria451.wordpress.com/2008/08/12/rio-grande-do-sul-tem-maior-taxa-de-juros-de-crediario-do-pais/</guid>
<description><![CDATA[
Por: Equipe InfoMoney
12/08/08 - 13h13
InfoMoney

SÃO PAULO - De acordo com pesquisa mensal de jur]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="titulo" class="tUpper">
<span>Por: Equipe InfoMoney<br />
12/08/08 - 13h13<br />
InfoMoney</p>
<p></span></div>
<div id="HOTWordsTxt">SÃO PAULO - De acordo com <a class="select" href="http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=1254652&#38;path=/suasfinancas/" target="_blank">pesquisa mensal de juros da Anefac</a> (Associação Nacional dos <a href="http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1254816&#38;path=/suasfinancas/#">Executivos</a> de <a href="http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1254816&#38;path=/suasfinancas/#">Finanças</a>, Administração e Contabilidade), divulgada nesta terça-feira (12), o estado do Rio Grande do Sul possui a maior taxa de juros de crediário do País, entre os sete estados pesquisados. A taxa de 6,48% ao mês é 0,35 pp maior que a média nacional, de 6,13%.</p>
<p>Na comparação com o sexto mês do ano (6,43%), houve variação de 0,05pp. Ao ano, a taxa registrada é de 112,43%.</p>
<p>Empatados em segundo lugar estão os estados do Rio de Janeiro e Paraná, com 6,26% ao mês. São Paulo tem a menor taxa, 5,55%, um aumento de 0,04 pp em relação a junho, quando registrou 5,51%, conforme tabela a seguir:</p>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="3" align="center" bgcolor="#b7b7b7">
<tbody>
<tr bgcolor="#dbdbdb">
<td colspan="4" align="center"><span style="color:#658e60;"><strong>Taxas médias de juros de crediário por Estado</strong></span></td>
</tr>
<tr bgcolor="#dbdbdb">
<td align="left"><span style="color:#658e60;"><strong>Estados</strong></span></td>
<td align="center"><span style="color:#658e60;"><strong>Junho</strong></span></td>
<td align="center"><span style="color:#658e60;"><strong>Julho</strong></span></td>
<td align="center"><span style="color:#658e60;"><strong>Taxa ano</strong></span></td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td align="left">São Paulo</td>
<td align="center">5,51%</td>
<td align="center">5,55%</td>
<td align="center">91,20%</td>
</tr>
<tr bgcolor="#f6f6f6">
<td align="left">Rio Gde do Sul</td>
<td align="center">6,43%</td>
<td align="center">6,48%</td>
<td align="center">112,43%</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td align="left">Rio de Janeiro</td>
<td align="center">6,22%</td>
<td align="center">6,26%</td>
<td align="center">107,22%</td>
</tr>
<tr bgcolor="#f6f6f6">
<td align="left">Minas Gerais</td>
<td align="center">6,18%</td>
<td align="center">6,22%</td>
<td align="center">106,29%</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td align="left">Paraná</td>
<td align="center">6,22%</td>
<td align="center">6,26%</td>
<td align="center">107,22%</td>
</tr>
<tr bgcolor="#f6f6f6">
<td align="left">Santa Catarina</td>
<td align="center">6,08%</td>
<td align="center">6,12%</td>
<td align="center">103,97%</td>
</tr>
<tr bgcolor="#ffffff">
<td align="left">Brasília</td>
<td align="center">5,96%</td>
<td align="center">6,01%</td>
<td align="center">101,45%</td>
</tr>
<tr bgcolor="#f6f6f6">
<td align="left">Média Nacional</td>
<td align="center">6,09%</td>
<td align="center">6,13%</td>
<td align="center">104,20%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size:x-small;">Fonte: ANEFAC</span><br />
<strong>Setores</strong><br />
Entre os setores pesquisados, os de artigos de ginástica foi que apresentou maior taxa mensal, 8,91%. Em seguida vieram os setores de decoração, 8,61%; artigos do lar, 8,15%; e pequenas redes, 7,03%.</p>
<p>Na contramão, estão os setores de grandes redes, 4,26%; <a href="http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1254816&#38;path=/suasfinancas/#">empresas</a> de turismo, 4,12%; e veículo, 3,11%.</p>
<p><strong>Crediário x outros créditos</strong><br />
O crediário do comércio possui a terceira menor taxa, na média Brasil, dentro das demais modalidades de crédito analisadas pela associação.</p>
<p>Enquanto a cobrança, nesse caso, é de 104,20% ao ano (6,13% ao mês), o juro do cartão de crédito está em 228,53% ao ano (10,42% ao mês), o do cheque especial, em 145,46% anuais (7,77% mensais) e o do empréstimo pessoal em financeiras em 261,36% ao ano (11,30% mensais).</p>
<p>No fim da lista, estão empréstimo pessoal em bancos (87,76% anuais e 5,39% a.m.) e as taxas do CDC (crédito direto ao consumidor) concedido por bancos (44,41% ao ano e 3,11% mensais).</p></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As Políticas Monetárias]]></title>
<link>http://tchagu.wordpress.com/?p=24</link>
<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 19:10:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>tchagu</dc:creator>
<guid>http://tchagu.wordpress.com/2008/07/30/as-politicas-monetarias/</guid>
<description><![CDATA[Quase que diariamente vemos através dos meios de comunicação populares os procedimentos que o gov]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Quase que diariamente vemos através dos meios de comunicação populares os procedimentos que o governo realiza para tentar manter nossa economia controlada e equilibrada, sendo que para isso ele utiliza alguns instrumentos.  Dependendo do objetivo do governo, podem-se utilizar um ou todos simultaneamente, sendo que isso vai de acordo com a estratégia utilizada.</p>
<p>Existem alguns instrumentos para realizar todo o controle monetário, ou seja, a quantidade de dinheiro que circula no mercado, sendo que dentre eles existem os mais conhecidos e utilizados pelo governo. Um deles é o Open Market que é a compra e vendas de títulos, utilizada geralmente para expandir ou retrair sua base monetária, disponibilizando mais ou menos renda à população. Existe também o depósito compulsório, que é uma arrecadação que o Banco Central faz aos bancos comerciais, que busca uma forma de controlar o montante disponível de tais bancos para empréstimos aos seus clientes. Outro é a taxa de redesconto, cobrada pelo governo aos bancos comerciais para eventuais problemas em tais instituições. Quanto menor a cobrança desta taxa, maior a disponibilização de dinheiro pelos bancos para empréstimos.</p>
<p>Com certeza, a taxa de juros básica é o instrumento mais conhecido, pois influência diretamente na poupança e no investimento realizado no país. Tal taxa está ligada com a inflação, pois é o termômetro do consumo, sendo que quanto menor ela for maior o mesmo será e como já discutido, quanto maior o consumo, maior será a demanda e maior será o gasto para suprir a mesma, e esse gasto que será repassado nos valores dos produtos consumidos, formando assim um ciclo. Em momentos de turbulência e inflação como o que vivemos, a alternativa mais coerente seria o aumento dessa taxa, tornando assim nossa política monetária mais restritiva.</p>
<p>A política monetária restritiva visa à utilização dos instrumentos da política monetária para a elevação da carga de tributos cobrada pelo governo.</p>
<p>Como principal estratégia, o governo possui eleva a taxa de juros básica (taxa de redesconto), para controle da inflação, visando à redução de renda disponível para realizar gastos, ocasionando uma retração da economia e assim os preços tendem a se estabilizar com a redução da demanda.</p>
<p>É possível chegar ao consenso que o governo adota as medidas corretas para o controle de nossa política monetária, entretanto a sensação é que elas são tardias e tomadas em momentos que não há a viabilidade de reverter situações com menor prejuízo para a população e empresas. Parece que sempre são tomadas as mesmas decisões nos mesmos momentos de crises. O Brasil hoje possui uma estabilidade econômica muito maior do que há dez anos, assim conseguimos tomar decisões próprias sem ter que ficar esperando o que acontece nas economias externas e teme-las. Além do mais, estamos em um momento que conseguimos ser auto-suficientes sem a necessidade de ajuda externa. É necessário finalmente aprender com as dificuldades que são exemplificadas pelo nosso passado e pelo mundo, além de ter maturidade para saber agir no momento certo e forma certa.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Taxa de juro ao consumidor sobe para 49,10% ao ano em junho, revela BC]]></title>
<link>http://maria451.wordpress.com/?p=1446</link>
<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 16:40:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula</dc:creator>
<guid>http://maria451.wordpress.com/2008/07/29/taxa-de-juro-ao-consumidor-sobe-para-4910-ao-ano-em-junho-revela-bc/</guid>
<description><![CDATA[De acordo com o Banco Central, taxa é a maior desde março de 2007, quando a variação foi de 49,9]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="articleabs">De acordo com o Banco Central, taxa é a maior desde março de 2007, quando a variação foi de 49,90% ao ano</div>
<div class="linkedimg"><a href="http://www.infomoney.com.br/"><img src="http://blstb.msn.com/i/3E/53F69765C3D330FE981E7327B69C54.Jpeg" alt="Taxa de juro ao consumidor sobe para 49,10% ao ano em junho, revela BC" width="90" height="90" /></a></div>
<div class="authorname"><a title="InfoMoney" href="http://www.infomoney.com.br/"><span style="color:#07519a;">InfoMoney</span></a></div>
<div class="articledate">29 julho 2008</div>
<div class="articlepara">
<div class="paraabs">SÃO PAULO - Apesar do recuo registrado em maio, depois das altas nos primeiros meses do ano, a taxa de juro média cobrada nas operações de crédito ao consumidor registrou nova alta no sexto mês de 2008, passando de 47,4% ao ano em maio para 49,10% a.a. em junho, o mesmo patamar de abril de 2007 e a maior taxa desde março do ano passado (49,90%).</div>
</div>
<div class="articlepara">
<div class="paraabs">A constatação se baseia nos dados da Nota de Política Monetária e Operações de Crédito, divulgada pelo Banco Central nesta terça-feira (29).</div>
</div>
<div class="articlepara">
<div class="paraabs">Ao mês, a taxa média praticada ficou em 3,38% em junho, o que representa avanço de nove pontos-base em relação ao mês anterior. Já na comparação com junho do ano passado, houve alta de sete pontos-base.</div>
</div>
<div class="articlepara">
<div class="paratitle dubcb">Evolução do spread</div>
<div class="paraabs">O spread bancário, que mede a diferença entre os juros cobrados nos empréstimos à pessoa física e aqueles pagos nas aplicações financeiras, também subiu frente a maio, passando de 2,44% para 2,51% ao mês.</div>
</div>
<div class="articlepara">
<div class="paraabs">A tabela abaixo compara o spread bancário de junho de 2008 e seus componentes frente ao mês anterior e ao mesmo período de 2007:</div>
</div>
<div class="articlepara">
<div class="paraabs">Fonte: Banco Central</div>
<div class="articletable">
<table style="table-layout:fixed;width:507px;border-collapse:collapse;" border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">Taxa (% ao mês)</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">Junho 2007</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">Maio 2008</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">Junho 2008</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">Taxa de aplicação</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">3,31</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">3,29</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">3,38</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">Taxa de captação</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">0,85</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">1,09</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">1,13</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">Spread bancário</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">2,70</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">2,44</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">2,51</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<div class="articlepara">
<div class="paratitle dubcb">Por modalidade de crédito</div>
<div class="paraabs">Uma análise da tabela abaixo permite constatar que a maior parte das modalidades de crédito registrou alta tanto na comparação anual como na comparação mensal.</div>
</div>
<div class="articlepara">
<div class="paraabs">Na comparação anual, destaque para o cheque especial, que subiu 70 pontos-base. Com relação ao mês de maio, destaque para crédito pessoal, que subiu 18 pontos-base.</div>
</div>
<div class="articlepara">
<div class="paraabs">Fonte: Banco Central</div>
<div class="articletable">
<table style="table-layout:fixed;width:507px;border-collapse:collapse;" border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">Taxa (% ao mês)</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">Junho 2007</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">Maio 2008</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">Junho 2008</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">Cheque especial</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">7,56</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">8,19</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">8,26</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">Crédito pessoal</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">3,50</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">3,34</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">3,52</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">Aq. veículos</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">2,17</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">2,25</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">2,28</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">Aq. Outros bens</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">3,74</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">3,89</div>
</td>
<td style="border:#c0c0c0 1.5pt solid;" valign="top">
<div style="padding-right:0;margin-top:0;padding-left:0;margin-bottom:0;">3,81</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fazenda vê risco de PIB abaixo dos 4%]]></title>
<link>http://mineiroinformado.wordpress.com/?p=265</link>
<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 22:15:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>METADATA</dc:creator>
<guid>http://mineiroinformado.wordpress.com/2008/07/28/fazenda-ve-risco-de-pib-abaixo-dos-4/</guid>
<description><![CDATA[Fazenda vê risco de PIB abaixo dos 4%






Agência Estado 













A pancada de 0,75 ponto p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2>Fazenda vê risco de PIB abaixo dos 4%</h2>
<p><!--fim do titulo--></p>
<div id="noticia_palavras" class="autor" style="padding:5px 0 0;"><em></em></div>
<div id="noticia_autor" class="autor" style="padding:5px 0 9px;">
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="autor"><em><span style="text-decoration:underline;">Agência Estado </span></em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="25" valign="top"><img src="http://www.uai.com.br/UAI/imgs/barra_texto.png" border="0" alt="" width="25" height="149" /></td>
<td class="txt" style="border-left:#cccccc 1px solid;" width="430" valign="top">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="439">
<tbody>
<tr>
<td style="padding:0 0 0 5px;" colspan="2" width="434">
<div id="noticia_corpo" class="txt" style="font-size:12px;padding:0;"><!--inicio do corpo-->A pancada de 0,75 ponto porcentual de alta na taxa de juros acendeu um alerta no Ministério da Fazenda. O temor é de que a dose tenha sido exagerada e derrube o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2009 para algo entre 4% e 4,5% ou até menos. Na visão dos auxiliares do ministro da Fazenda, Guido Mantega, corre-se o risco de interrupção indesejada no ciclo de crescimento sustentado da economia.</p>
<p>Apesar da preocupação, Guido Mantega não veio a público criticar a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom). Ele vem se mantendo longe da imprensa, ao contrário do que ocorria nas outras ocasiões em que o Banco Central (BC) decidiu a Selic. Mantega costumava dar declarações para tentar pressionar por juros menores.</p>
<p>Agora, a estratégia é diferente. O ministro e seus auxiliares entendem que a definição dos juros é responsabilidade do presidente do BC, Henrique Meirelles. Também será dele a tarefa de prestar contas no futuro, caso o crescimento seja ferido de morte pelas taxas elevadas.<!--fim do corpo--></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma no Cravo; outra na ferradura...]]></title>
<link>http://prafalardecoisas.wordpress.com/?p=126</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 22:06:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Manoel Galdino</dc:creator>
<guid>http://prafalardecoisas.wordpress.com/2008/07/25/uma-no-cravo-outra-na-ferradura/</guid>
<description><![CDATA[
Cheguei de Londres. Uma viagem muito boa. Excelente na verdade.         Mais  por motivos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://prafalardecoisas.files.wordpress.com/2008/07/banco3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-127" src="http://prafalardecoisas.wordpress.com/files/2008/07/banco3.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Cheguei de Londres. Uma viagem muito boa. Excelente na verdade.         Mais  por motivos pessoais, mas os não-pessoais (existe isso?) também  foram legais. E pra não dizerem que não falei de flores (em relação aos bancos), uma elogio aos bancos brasileiros: Em londres, até onde vi, não é possível depositar (em dinheiro) nos caixas eletrônicos, sendo necessário enfrentar as filas da agência! Ponto pros bancos brasileiros, que oferecem esssa facilidade para nós!</p>
<p>Mas, como diz o título, se é uma no cravo, a outra é na ferradura. Infelizmente, a ferradura é muito pior que o cravo. Pois as taxas de juros dos Banco ingleses são, como mostram o anúncio da foto, muito mais baixas que as brasileiras. Um empréstimo num banco comum em Londres tem uma taxa anual de 7,9% de juros (APR ou <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Annual_percentage_rate">Annual Percentage Rate</a>). Detalhe: a APR inclui já as taxas envolvidas no empréstimo!</p>
<p>Ou seja, trocaria correndo uns minutinhos na fila pra depositar em dinheiro (pois em cheque dá pra depositar nos caixas eletrônicos) por uma taxa de juros anual de um dígito, incluido aí todas as taxas! Enquanto isso, os eficientes bancos brasileiros cobram taxas mensais (com juros compostos) maiores que as taxas anuais dos bancos londrinos!</p>
<p>E o famoso cheque especial? Bom, lá na inglaterra o termo é<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Overdraft"> overdraft</a>. Mas é basicamente a mesma coisa. E qual a taxa que eles cobram? Um pouco mais é verdade. No exemplo da foto (abaixo), assustadores 17,9% ao ano! Aqui é quase esse valor ao mês!</p>
<p><a href="http://prafalardecoisas.files.wordpress.com/2008/07/banco1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-128" src="http://prafalardecoisas.wordpress.com/files/2008/07/banco1.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>É, continuamos odiando bancos (em operação no Brasil especialmente)!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Copom aumenta taxa de juros pela 3ª reunião seguida]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/?p=2906</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 03:50:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
<guid>http://rizzolot.wordpress.com/2008/07/24/copom-aumenta-taxa-de-juros-pela-3%c2%aa-reuniao-seguida/</guid>
<description><![CDATA[O Comitê de Política Econômica (Copom) do Banco Central (BC) foi em linha com a previsão do merc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Econômica (Copom) do Banco Central (BC) foi em linha com a previsão do mercado e anunciou nesta quarta-feira o terceiro aumento consecutivo na taxa básica de juros (Selic). O aumento desta vez foi de 0,75 ponto percentual, o que fez a Selic saltar de 12,25% ao ano para 13%. </p>
<p>Em breve comunicado, o Copom afirmou que aumentou o juro básico "avaliando o cenário macroeconômico e com vistas a promover tempestivamente a convergência da inflação para a trajetória das metas".</p>
<p>Pesquisa da Reuters mostrou na semana passada que 24 de 37 instituições financeiras projetavam aumento de 0,50 ponto percentual. Os demais previam 0,75 ponto.</p>
<p>Na última reunião, em junho, o Copom já havia aumentado a Selic em 0,5 ponto percentual. Na penúltima reunião, em abril, o aumento também foi de 0,5 ponto percentual, após quase três anos sem elevação.</p>
<p>Para o economista do ABN Amro Cristiano Souza, a alta de 0,75 ponto foi tomada pensando em um problema externo, que foge do controle do BC.</p>
<p>"Uma alta de 0,75 ponto é melhor para trazer as expectativas de inflação para baixo, que é um problema grande. A hipótese de quem pensava em 0,50 ponto é que as commodities deixariam de crescer tanto e quem pensava 0,75 ponto achava que o BC não poderia contar com isso, por ser algo externo, ou seja, ele tem que ser um pouco mais conservador e atuar com uma política monetária mais intensa." </p>
<p>Ele acredita em nova alta na próxima reunião do Copom. "A princípio, para a próxima reunião, espera-se nova alta de 0,75 ponto. É muito difícil o BC mudar o ritmo só em uma reunião." </p>
<p>Já Flávio Serrano, economista sênior do BES Investimentos, acredita que a decisão pela alta de 0,75 ponto foi em função de uma ação rápida contra a inflação.</p>
<p>"Tinha motivos para tomar essa decisão. A decisão foi incisiva para garantir a convergência mais rápida da inflação às metas. Foi também uma forma de responder à deterioração muito grande das expectativas de inflação nas últimas semanas". </p>
<p>A alta da inflação, puxada principalmente pelo preço dos alimentos, é o principal motivo alegado pelo BC para subir a taxa básica de juros. Este movimento faz com que o crédito fique mais caro para consumidores e empresas, o que seguraria o consumo e reduziria parte da pressão sobre o preço dos produtos.</p>
<p>Dados recentes de inflação mostraram algum desaquecimento, mas continuaram em patamar considerado desconfortável por muitos economistas. As principais pressões vieram dos custos dos alimentos. </p>
<p>O último relatório Focus apontou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acima do teto da meta deste ano, de 6,5%, pela primeira vez. As instituições financeiras consultadas pelo próprio BC elevaram a estimativa pela 17ª vez e agora esperam que a inflação "oficial" feche 2008 em 6,53%. </p>
<p>Para o ano que vem, a perspectiva é de 5%.</p>
<p>A próxima reunião do Copom acontece nos dias 9 e 10 de setembro.</p>
<p>Portal Terra</p>
<p><strong>Rizzolo</strong>: Como sempre digo,o Copom vai na contra mão do desenvolvimento do País. Fica patente o exagero da medida, face ao nível da inflação brasileira que não é acentuado como alguns insistem em afirmar. A lógica dessa política já foi exaustivamente comentada neste Blog; a decisão, aumentará a volatilidade, a enxurrada de dólares inviabilizará ainda mais as nossas exportações, e deixaremos de gerar empregos.</p>
<p>Do lado do governo, temos uma política fiscal expansionista caracterizada pelo crescimento continuado do gasto público que, neste ano, deve aumentar 15% incentivando a demanda interna. De outro, uma política monetária restritiva que adota alta seqüencial na taxa de juros - que já é uma das mais elevadas do planeta. Temos que combater a inflação, mas sem lançar mão desse remédio amargo, vez que a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) desacelerou mais que o esperado em julho . Deve-se combater a inflação, sim, mas com o aumento da produção, da oferta, do desenvolvimento, e não sacrificando empregos, prejudicando a indústria e as exportações e transformando o País num verdadeiro cassino. Uma vergonha.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Copom deve elevar taxa de juros para 12,75% ao ano, prevêem analistas]]></title>
<link>http://maria451.wordpress.com/?p=1242</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 15:40:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula</dc:creator>
<guid>http://maria451.wordpress.com/2008/07/21/copom-deve-elevar-taxa-de-juros-para-1275-ao-ano-preveem-analistas/</guid>
<description><![CDATA[


 


21 de Julho de 2008 - 11h36 - Última modificação em 21 de Julho de 2008 - 11h45

Kelly Ol]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="32" valign="top"> </td>
<td>
<div>
<div class="documentByLine"><span>21 de Julho de 2008 - 11h36 - </span><span>Última modificação </span>em 21 de Julho de 2008 - 11h45</div>
</div>
<div><span class="assinatura1"><span style="color:#6c7962;">Kelly Oliveira<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></span></span></div>
<p><span class="assinatura1"><span style="color:#6c7962;"> </p>
<p></span></span></td>
<td class="espacocapa" width="10"> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="texto1">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="32" valign="top"><a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/07/21/materia.2008-07-21.2885836557/sendto_form"><img src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/img/enviar.gif" border="0" alt="envie por e-mail" hspace="11" /></a><br />
<a href="this.print();"><img src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/img/imprimir.gif" border="0" alt="imprimir" hspace="11" vspace="10" /></a><br />
<a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/07/21/materia.2008-07-21.2885836557/canal_do_leitor"><img src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/img/comentar.gif" border="0" alt="comente/comunique erros" hspace="11" /></a><br />
<a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/07/21/materia.2008-07-21.2885836557/save_content"><img src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/img/salvar.gif" border="0" alt="download gratuito" hspace="11" vspace="10" /></a></td>
<td valign="top">Brasília - Analistas de mercado esperam aumento de meio ponto percentual da taxa básica de juros, a Selic, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que será realizada amanhã (22) e quarta-feira. A estimativa consta do boletim Focus, publicação semanal do Banco Central, elaborada com projeções de analistas de mercado sobre os principais indicadores da economia.Atualmente a taxa básica de juros está em 12,25% ao ano e em 2008 já teve dois aumentos de meio ponto percentual. A Selic é referência para outras taxas de juros e é usada pelo Banco Central para ajudar a conter a inflação.</p>
<p>Para o final do ano, a estimativa é que os juros básicos cheguem a 14,25%. Para 2009, os analistas aumentaram a projeção de 13,50% para 13,75%.</p>
<p>O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles tem dito que a inflação deverá convergir para o centro da meta de 4,5% no próximo ano. Neste ano, a inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), está em 6,06% nos 12 meses fechados em junho (anualizada), próxima do limite da meta de 6,5%.</p>
<p>Ao definir a meta de inflação, o Conselho Monetário Nacional estabeleceu uma margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos do centro da meta. Ou seja, a inflação estará na meta se ficar no intervalo de 2,5% a 6,5%. Mas os analistas de mercado <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/07/21/materia.2008-07-21.2426189043/view" target="_self"><span style="color:#436976;">já projetam o IPCA em 6,53%</span></a> ao final de 2008. Para o próximo o ano, que tem a mesma meta, a expectativa é que a inflação seja de 5%. </p>
<p>No caso de a meta de inflação não ser cumprida, cabe ao  Banco Central comunicar por meio de carta aberta ao ministro da Fazenda o motivo para o descumprimento, as medidas que serão adotadas para assegurar o retorno da inflação aos limites estabelecidos e o prazo para o qual se espera que as providências produzam efeito.</p>
<p>A última vez que houve descumprimento da meta foi em 2003, quando a inflação medida pelo IPCA chegou a 9,3%. Naquele ano, o limite superior da meta era de 6,5%, com centro em 4%.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A economia sueca também sofre... (?)]]></title>
<link>http://aspinola.wordpress.com/?p=81</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 10:49:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>aspinola</dc:creator>
<guid>http://aspinola.wordpress.com/2008/07/09/a-economia-sueca-tambem-sofre/</guid>
<description><![CDATA[Para os que lêem o que se tem dito sobre economia no Brasil, uma notícia interessante:
 
O Riksba]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Para os que lêem o que se tem dito sobre economia no Brasil, uma notícia interessante:</p>
<p> </p>
<p>O Riksbanken, o Banco Central sueco, acaba de aumentar a taxa básica de juros em 0.25 ponto percentual por causa da INFLAÇÃO.</p>
<p> </p>
<p>O dragão sueco atingiu o maior índice dos últimos 15 anos e chega próximo do teto da meta, 3%, em 2008.</p>
<p>A razão, segundo o BC sueco, é a alta das commodities, alimento e petróleo.</p>
<p>Alguns começam a dizer que a Suécia não tomou as medidas necessárias para se proteger da crise americana. No entanto, os outros números da economia mostram que o consumo continua aquecido e a Suécia deve ser, entre os chamados países desenvolvidos, um dos que mais crescerão em 2008.</p>
<p>Alguma coincidência com o Brasil? </p>
<p> </p>
<p>Abraços,</p>
<p>André</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[BC: taxa média em empréstimo sobe para 37,6% ao ano]]></title>
<link>http://maria451.wordpress.com/?p=826</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 14:37:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula</dc:creator>
<guid>http://maria451.wordpress.com/2008/06/24/bc-taxa-media-em-emprestimo-sobe-para-376-ao-ano/</guid>
<description><![CDATA[[ 24 de junho de 2008 - 11h24 ]
 
Brasília - A taxa de juro média das operações de crédito dos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="d">[ 24 de junho de 2008 - <strong>11h24</strong> ]</div>
<p><!-- /DT --><!-- T --><!-- /T --> </p>
<div id="n"><!-- L -->Brasília - <!-- L --><!-- N -->A taxa de juro média das operações de crédito dos bancos subiu de 37,4% ao ano em abril para 37,6% ao ano em maio, segundo dados do Banco Central divulgados hoje. A elevação ocorreu nas linhas de crédito para as pessoas jurídicas, cuja taxa média passou de 26,3% para 26,9% ao ano. Nos empréstimos voltados a pessoas físicas, a taxa média caiu de 47,7% para 47,4% ao ano. </p>
<p>O BC também informou que o spread médio (diferença da taxa de captação dos recursos pelo banco e a praticada no empréstimo) caiu de 25 pontos porcentuais em abril para 24,5 pontos em maio. Neste caso, o spread das linhas de empréstimos para as empresas teve leve aumento, passando de 14,4 pontos porcentuais (abril) para 14,5 pontos (maio). Nas operações para pessoas físicas, o spread caiu de 34,6 pontos para 33,5 pontos.</p>
<p> </p>
<p>O prazo médio dos empréstimos permaneceu em 370 dias corridos em maio, segundo o BC, prazo idêntico ao observado em abril. O período dos empréstimos para as empresas cresceu, na média, apenas um dia, para 299 dias corridos, ante abril. Nas linhas para as pessoas físicas, o prazo permaneceu em 457 dias corridos.</p>
<p> </p>
<p><strong>Cheque especial</strong></p>
<p> </p>
<p>A taxa de juros média das operações de cheque especial em maio teve a maior variação mensal dentre as modalidades de crédito, passando de 152,7% ao ano para 157,1% ao ano. A segunda maior alta ocorreu nas operações de crédito para aquisição de bens, cuja taxa passou de 56,4% em abril para 58,1% ao ano em maio. O crédito pessoal, por sua vez, teve sua taxa reduzida de 50,6% ao ano em abril para 48,4% em maio. O financiamento de veículos teve a taxa média elevada de 29,8% em abril para 30,6% ao ano em maio.</p>
<p> </p>
<p><strong>Inadimplência</strong></p>
<p> </p>
<p>A taxa de inadimplência nas operações de crédito para pessoa física atingiu 7,3% em maio (7,1% em abril). Segundo dados do BC, este é o maior patamar do indicador desde fevereiro de 2007, quando o porcentual das parcelas de pagamento de operações de crédito com atraso superior a 90 dias era de iguais 7,3%.</p>
<p> </p>
<p>Apesar desta elevação da inadimplência nos empréstimos para famílias, o porcentual das parcelas em atraso nas operações por pessoa jurídica permaneceu em 1,8%, mesmo patamar de abril.<!-- /N --> <strong>(<!-- A -->Fernando Nakagawa e Fabio Graner)<!-- /A --></strong></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Taxa básica de juros deve chegar a 14% ao final do ano, prevêem analistas]]></title>
<link>http://maria451.wordpress.com/?p=608</link>
<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 14:16:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paula</dc:creator>
<guid>http://maria451.wordpress.com/2008/06/09/taxa-basica-de-juros-deve-chegar-a-14-ao-final-do-ano-preveem-analistas/</guid>
<description><![CDATA[




9 de Junho de 2008 - 09h26 - Última modificação em 9 de Junho de 2008 - 09h27

 
Kelly Oliv]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td>
<div>
<div class="documentByLine"><span>9 de Junho de 2008 - 09h26 - </span><span>Última modificação </span>em 9 de Junho de 2008 - 09h27</div>
</div>
<p> </p>
<div><span class="assinatura1"><span style="color:#6c7962;">Kelly Oliveira<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></span></span></div>
<p><span class="assinatura1"><span style="color:#6c7962;"> </p>
<p></span></span></td>
<td class="espacocapa" width="10"> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="texto1">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="32" valign="top"><a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/06/09/materia.2008-06-09.7496344086/sendto_form"><img src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/img/enviar.gif" border="0" alt="envie por e-mail" hspace="11" /></a><br />
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<a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/06/09/materia.2008-06-09.7496344086/save_content"><img src="http://stream.agenciabrasil.gov.br/img/salvar.gif" border="0" alt="download gratuito" hspace="11" vspace="10" /></a></td>
<td valign="top">Brasília - A projeção de analistas de mercado para a taxa básica de juros, a Selic, ao final deste ano, subiu de 13,75% para 14%, segundo o boletim Focus, publicação semanal do Banco Central, elaborada com base em consulta a analistas de mercado financeiro sobre os principais indicadores da economia.</p>
<p class="western">Na última quarta-feira (4), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/06/04/materia.2008-06-04.6052455813/view" target="_self"><span style="color:#436976;">elevou</span></a> a Selic de 11,75% para 12,25% ao ano, confirmando a <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/06/02/materia.2008-06-02.9487966370/view" target="_self"><span style="color:#436976;">projeção</span></a> dos analistas de aumento de 0,5 ponto percentual. Para 2009, a estimativa dos analistas consultados pelo Banco Central manteve-se em 12,50%.</p>
<p class="western">A projeção para a relação entre dívida líquida do setor público e Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos  no país, caiu de 41,20% para 41,15%. Quanto menor a relação entre dívida e PIB, maior a confiança de investidores de que o Brasil vai honrar seus compromissos.</p>
<p class="western">A estimativa para o PIB subiu de 4,75% para 4,77%. Para a produção industrial, os analistas consultados pelo Banco Central também aumentaram a projeção, que passou de 5,51% para 5,60%.</p>
<p class="western">Os analistas de mercado também elevaram a projeção para o déficit em transações correntes (todas as operações do Brasil com o exterior), de US$ 22 bilhões para US$ 22,9 bilhões, em 2008, e de US$ 29,75 bilhões para US$ 30,35 bilhões, em 2009.</p>
<p>Já a projeção para o superávit comercial (saldo de exportações menos importações) caiu de US$ 24 bilhões para US$ 23 bilhões. A estimativa para a taxa de câmbio ao final de 2008 permanece em R$ 1,70. Outra projeção estável é a do investimento estrangeiro direto, em US$ 33 bilhões, neste ano.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Taxa básica de juros deve chegar a 14% ao final do ano, prevêem analistas]]></title>
<link>http://jobagola.wordpress.com/?p=2465</link>
<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 12:57:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>brasilbrasileiro</dc:creator>
<guid>http://jobagola.wordpress.com/2008/06/09/taxa-basica-de-juros-deve-chegar-a-14-ao-final-do-ano-preveem-analistas/</guid>
<description><![CDATA[Brasília - A projeção de analistas de mercado para a taxa básica de juros, a Selic, ao final des]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília - A projeção de analistas de mercado para a taxa básica de juros, a Selic, ao final deste ano, subiu de 13,75% para 14%, segundo o boletim Focus, publicação semanal do Banco Central, elaborada com base em consulta a analistas de mercado financeiro sobre os principais indicadores da economia.</p>
<p class="western">Na última quarta-feira (4), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/06/04/materia.2008-06-04.6052455813/view" target="_self"><span style="color:#436976;">elevou</span></a> a Selic de 11,75% para 12,25% ao ano, confirmando a <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/06/02/materia.2008-06-02.9487966370/view" target="_self"><span style="color:#436976;">projeção</span></a> dos analistas de aumento de 0,5 ponto percentual. Para 2009, a estimativa dos analistas consultados pelo Banco Central manteve-se em 12,50%.</p>
<p class="western">A projeção para a relação entre dívida líquida do setor público e Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos  no país, caiu de 41,20% para 41,15%. Quanto menor a relação entre dívida e PIB, maior a confiança de investidores de que o Brasil vai honrar seus compromissos.</p>
<p class="western">A estimativa para o PIB subiu de 4,75% para 4,77%. Para a produção industrial, os analistas consultados pelo Banco Central também aumentaram a projeção, que passou de 5,51% para 5,60%.</p>
<p class="western">Os analistas de mercado também elevaram a projeção para o déficit em transações correntes (todas as operações do Brasil com o exterior), de US$ 22 bilhões para US$ 22,9 bilhões, em 2008, e de US$ 29,75 bilhões para US$ 30,35 bilhões, em 2009.</p>
<p>Já a projeção para o superávit comercial (saldo de exportações menos importações) caiu de US$ 24 bilhões para US$ 23 bilhões. A estimativa para a taxa de câmbio ao final de 2008 permanece em R$ 1,70. Outra projeção estável é a do investimento estrangeiro direto, em US$ 33 bilhões, neste ano.</p>
<p class="western">----------</p>
<p class="western"><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#6c7962;">Kelly Oliveira<br />
<em>Repórter da Agência Brasil</em></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Um olhar sobre a crise financeira internacional]]></title>
<link>http://oscarcanas.wordpress.com/?p=7</link>
<pubDate>Thu, 01 May 2008 11:18:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>oscarcanas</dc:creator>
<guid>http://oscarcanas.wordpress.com/2008/05/01/um-olhar-sobre-a-crise-financeira-internacional/</guid>
<description><![CDATA[A taxa de juros praticada pelos mercados financeiros internacionais, nos últimos anos tem sido rela]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">A taxa de juros praticada pelos mercados financeiros internacionais, nos últimos anos tem sido relativamente baixa, razão pela qual os bancos americanos ao perceberem que a geração operacional ficava cada vez mais reduzida passaram a conceder empréstimos mais arriscados, cobrando um taxa de juros maior, aumentando o número de operações para compensar o prejuízo na margem de lucro. </span><span style="font-family:Times New Roman;"> </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Ofereceram dinheiro, a juros altos, a pessoas que não tinham emprego fixo, nem renda, nem propriedades. O objetivo dos bancos era aproveitar o boom imobiliário e ofereceram hipotecas supervalorizadas, porque os imóveis em pouco tempo estariam valendo mais do que o valor do empréstimo.</span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Esse tipo de hipotecas é conhecido como HIPOTECAS SUBPRIME, que tem a característica de serem hipotecas com alto risco de inadimplência. Como a economia americana caminhava bem, não haveria muito risco de algum devedor ficar por muito tempo inadimplente, logo conseguiria emprego e logo voltaria a pagar a dívida.</span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Ninguém sabe o que estariam pensando os analistas financeiros ao operar desta maneira, sem ter sequer um plano de contingência, caso algo viesse a dar errado.</span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Ninguém pensou nisso e os bancos continuaram a dar empréstimos. Em certo momento o dinheiro dos bancos acabou e estes tiveram que recorrer a outros bancos no exterior. Os bancos estrangeiros, por sua vez, concederam empréstimos aos bancos americanos confiando na importância e integridade dos bancos americanos.</span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Os bancos americanos continuaram a conceder empréstimos e em determinado momento estouram o percentual de capital sobre o Ativo, obrigação determinada pelas normas de Basilea que exige que o capital de um banco não seja inferior a um determinado percentual do ativo; descumprindo dessa forma as normas de Basilea.<span>  </span></span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Para cumprir as normas de Basilea os bancos inventaram as MBS (Mortgage Backed Securities), obrigações garantidas por hipotecas. Nesta modalidade os bancos agruparam as hipotecas de nenhum risco de inadimplência juntamente com as de alto risco de inadimplência, formando pacotes com os dois tipos de hipotecas para serem vendidas no mercado financeiro.</span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Os bancos criaram Trust ou Fundos que compraram esses títulos. Estas entidades criadas pelos bancos não tem obrigação de consolidar os balanços juntamente com os bancos e no balanço destas entidades aparece no Ativo Passivo o valor dos títulos por eles comprados. O dinheiro obtido com as vendas desses títulos vai para o Ativo dos bancos, para a conta de dinheiro em caixa, cumprindo dessa forma as normas de Basilea</span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;">O mercado financeiro internacional acredita num determinado momento que há expansão dos investimentos, mas não é nada disso. <span> </span></span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;">O dinheiro para comprar as hipotecas vem de créditos de outros bancos, de bancos de investimento, de sociedades de capital de risco, seguradoras, e outras sociedades. A bola de neve está crescendo!</span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Estas instituições para poder operar no mercado financeiro sem problemas teriam que ser avaliadas e qualificadas por uma agência de RATING que tem a função de qualificar em função da credibilidade da instituição.</span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;">As agências de RATING passaram a dar nomes sofisticados às qualificações: INVESTMENTE GRADE aos MBS que representam baixo risco de inadimplência; MEZZANINE aos MBS intermediários e EQUITY aos MBS com alto risco de inadimplência.</span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Alguns bancos conseguiram das agências de Rating uma re-qualificação dos MBS e nessa re-estruturação aparecem os MBS duvidosos divididos em Bons, regulares e ruins.<span>  </span>Se ninguém paga pelos MBS ruins, mas pagam alguma coisa pelos MBS regulares e bastante pelos MBS considerados bons, estes últimos são catalogados como MBS do tipo AAA, ou seja, muito bons.</span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Posteriormente os MBS foram rebatizados como obrigações da dívida colateralizada, CDO. Posteriormente foi criado outro produto chamado CDS (Credit default swaps). Por estes o comprador assumia o risco de inadimplência, mas cobrava uma taxa de juros mais elevada caso os vende-se.</span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Posteriormente foi criado o SINTHETIC CDO. Os compradores destes títulos pagavam um preço baixo por eles, as diferenças entre o preço pago por esses títulos e o alto rendimento obtido da sua venda faziam esta operação rentável.</span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;">No início de 2007 os preços dos imóveis norte-americanos desabaram e os consumidores se deram conta que estavam pagando mais do que o verdadeiro valor do imóvel. Ninguém mais comprou MBS, CDO, CDS, SINTHETYCS e aqueles que os possuíam não puderam vendê-los.</span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Em determinado momento os bancos se encontram sem dinheiro e começam a vender as suas participações em empresas, a vender os seus imóveis. O aperto monetário é grande e o consumidor passa a gastar menos. O fabricante ao perceber a queda nas vendas começa a demitir empregados e a crise está instalada.</span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;">As autoridades financeiras, os conselhos de administração, as agências de Rating, todos, tem uma grande responsabilidade com relação a esta crise. Esse comportamento das autoridades financeiras provocou a falta de confiabilidade no mercado financeiro internacional.</span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Os Bancos Centrais estão injetando liquidez monetária para que os bancos saiam dessa crise, há dinheiro, mas falta confiança. A crise se agrava pela falta de confiança. O Fed americano há jorrado muito dinheiro par conter a crise, mas essa injeção de dinheiro pode afetar a taxa de câmbio, desvalorizar o dólar ainda mais e pode elevar a inflação. </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Os Fundos Soberanos de investimento criados por estados com recursos provenientes do superávit nas suas contas (leia-se países árabes, entre outros) estão comprando participações nos bancos americanos para ajudá-los a sair da crise.</span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;">Muitos falam que a crise de 1929, se comparada a esta crise, é um café pequeno, mas está crise tem a sua peculiaridade: envolve o sistema financeiro internacional, ninguém conhece a dimensão do problema nem até quando isso vai permanecer, é uma crise financeira moderna. </span><span style="font-size:11pt;color:#333333;font-family:Verdana;"> </span></p>
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<title><![CDATA[FED corta taxa de juros em 0.75%]]></title>
<link>http://naocagodinheiro.wordpress.com/2008/03/18/fed-corta-taxa-de-juros-em-075/</link>
<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 20:16:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>pneulameiro</dc:creator>
<guid>http://naocagodinheiro.wordpress.com/2008/03/18/fed-corta-taxa-de-juros-em-075/</guid>
<description><![CDATA[ O Federal Reserve (Fed, o BC americano) efetuou nesta terça-feira o sexto corte consecutivo de jur]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> O Federal Reserve (Fed, o BC americano) efetuou nesta terça-feira o sexto corte consecutivo de juros desde que deu início a seus esforços para tentar evitar uma recessão nos EUA. A taxa básica de juros do banco caiu 0,75 ponto percentual, para 2,25% ao ano --nível em que se encontrava em dezembro de 2004.</p>
<p>Os cinco cortes efetuados antes do ocorrido hoje, no entanto, pouco fizeram para evitar que a atividade econômica americana desacelerasse de modo alarmante: no quarto trimestre, a economia cresceu apenas 0,6%, contra um avanço de 4,9% um trimestre antes.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[No vermelho das mentiras]]></title>
<link>http://saladamaejoana.wordpress.com/?p=123</link>
<pubDate>Wed, 30 Jan 2008 01:15:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Munhoz</dc:creator>
<guid>http://saladamaejoana.wordpress.com/2008/01/29/no-vermelho-das-mentiras/</guid>
<description><![CDATA[Descobri, graças ao Orkut (aqui), um blog (aqui), que, pelo que é indicado no Orkut, parece ser um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Descobri, graças ao Orkut (<b><a href="http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=4249&#38;tid=2580272888809001801&#38;na=1&#38;nst=1" target="_blank">aqui</a></b>), um blog (<a href="http://edu.guim.blog.uol.com.br/arch2008-01-27_2008-02-02.html#2008_01-28_15_43_42-3429108-0" target="_blank"><b>aqui</b></a>), que, pelo que é indicado no Orkut, parece ser uma fonte de mentiras para PTistas irritados e ansioso por espalhar boatos e distorções de fatos. O autor do blog, Eduardo Guimarães, posta alguns textos que posteriormente são disseminados por pessoas com má-fé ou pouca informação.</p>
<p>O título do blog não me parece adequado à quantidade de mentiras e invenções que ele traz - pois construir uma democracia com base em falsas afirmações é um erro. Vou pegar, como exemplo, um texto que foi usado na comunidade do Orkut supracitada: uma usuária do Orkut postou o texto "picadinho", como se fosse seu. Eu inseri alguns questionamentos, e ela não respondeu até o momento (quem sabe se, algum dia, comprar um cérebro, consiga).</p>
<p>O texto em questão trata das diferenças entre os governos FHC e Lulla. Estou transcrevendo a íntegra do texto abaixo (<i><font color="#ff0000">o original está em itálico e vermelho</font></i>), e aproveito para tecer meus comentários ponto a ponto, confrontando alguns dados e fatos vis-a-vis, tentando esclarecer as mentiras e deturpações tão corriqueiras aos mentecaPTos.</p>
<p class="MsoNormal"><font color="#ff0000"><i><b>No branco dos olhos</b><br />
por Eduardo Guimarães</i></font></p>
<p><i><font color="#ff0000">Já desmontamos aqui a falácia de que quem apóia o governo Lula são os "desinformados" e "incultos". Debruçamo-nos sobre uma das últimas pesquisas de opinião consideradas "confiáveis" (Datafolha) e descobrimos que até nas classes A e B (alta e média-alta) o apoio ao presidente da República é fortemente majoritário. Agora, que tal verificarmos se é verdade que o governo de Lula é mera continuação do de FHC?</font></i><br />
Vamos chegar a um acordo: o Datafolha pertence à Folha da Manhã — empresa que edita a Folha de São Paulo. Freqüentemente, a Folha é acusada de defender os tucanos, e é classificada como sendo “mídia golpista” (ou qualquer termo equivalente). Minha dúvida: o Datafolha é ou não é confiável ?<br />
É preciso estabelecer um peso e uma medida: recorrer à Folha de São Paulo e/ou ao Datafolha é recorrer à mídia golpista ou trata-se de “fonte confiável” ? Caso contrário, ficamos assim: quando  a Folha de São Paulo, o Datafolha, a Veja ou qualquer outro meio de comunicação revela notícias que direta ou indiretamente beneficiam o PT, aí trata-se de "imprensa séria"; quando, por outro lado, os mesmos jornais, revistas e afins publicam qualquer coisa que possa, direta ou indiretamente, prejudicar o PT, subitamente tornam-se "mídia golpista", ou "imprensa da direita" ou coisa que o valha. É isso mesmo ou precisa desenhar ????</p>
<p><i><font color="#ff0000">Você lê isso todo santo dia nos jornais, mas nunca lhe explicam por que é que dizem isso. Você, que é antipetista e pró-tucanos, que acha que o Brasil está indo bem por mérito de FHC e não de Lula, sabe dizer por que é que o governo petista seria igual ao tucano?</font></i><br />
Eu, pessoalmente, não diria “igual”, mas “muito pior”. Há uma série de razões, sim — mas vamos ver quais são, afinal, as diferenças apontadas pelo ilustre Eduardo Guimarães.....</p>
<p><i><font color="#ff0000">Ficou em dúvida, não é? Sabe por que? Porque você não pede explicações à mídia quando ela implanta essas teses prontas em seu cérebro. Então, vamos analisar a questão mais profundamente. Eu sei que você, viciado em grande mídia, não está muito acostumado a pensar sozinho, mas fazê-lo lhe fará bem. Você vai ver.</font></i><br />
Não, eu não tenho dúvida nenhuma.... Mas novamente vem o ataque à "grande mídia". Mas péraí: dois parágrafos acima, o Eduardo recorreu a uma pesquisa do Datafolha como sendo confiável, e agora já tasca a mania persecutória da "mídia golpista" ?! <b>Decida-se, senhor Eduardo, por favor !!!!</b><br />
Mas vamos ver quais são, afinal, os argumentos do Eduardo.</p>
<p class="MsoNormal"><i><font color="#ff0000">O que é igual nas políticas econômicas do PT e do PSDB? Os juros, por exemplo? Não é verdade. A taxa Selic, depois do crítico primeiro ano do governo Lula (2003), veio caindo mês a mês. Só parou de cair nas três últimas reuniões do Copom (Comitê de Política Monetária) por causa da crise americana. Na época de FHC, quando havia uma crise de liquidez de algum paiseco de qualquer parte, os juros explodiam. Agora, apenas param de cair.</font></i><br />
O ilustre Eduardo Guimarães parece desconhecer o que significa “taxa de juro real” e “taxa de juro nominal”. Há uma diferença relevante entre os termos, que merece ser mais estudada. Sugiro começar <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL268345-9356,00-ENTENDA+O+COPOM+E+COMO+E+DEFINIDA+A+TAXA+DE+JUROS+SELIC.html" target="_blank"><b>aqui</b>, </a>e depois <a href="http://www.monitormercantil.com.br/mostra_noticia.asp?id2=47665&#38;cat2=financeiro" target="_blank"><b>aqui</b></a>. Depois que compreender o básico, há algumas idéias mais "avançadas" disponíveis <a href="http://www.cofecon.org.br/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=715&#38;Itemid=111" target="_blank"><b>aqui</b></a> e <a href="http://www.cofecon.org.br/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=816&#38;Itemid=111" target="_blank"><b>aqui</b></a>.<br />
A taxa de juros básica do Brasil (a Selic) mantém-se entre as mais altas do mundo, desde FHC — e continua assim desde 2003 (Lulla), sem NENHUMA alteração. Veja uma notícia de Janeiro de 2008, da “Agência Brasil” (<i>fonte OFICIAL do governo brasileiro</i>) <b><a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/01/23/materia.2008-01-23.4714800958/view" target="_blank">aqui</a></b>. Como se não bastasse, uma explicação bastante didática está aqui:<br />
<i><font color="#333399">O Brasil tem hoje a terceira maior taxa nominal de juros do mundo. A Selic de 11,25% é superada pelo juro básico da Venezuela, de 21,7%, e da Turquia, de 16%. Mas em termos reais a taxa brasileira é a segunda, e pode voltar este ano a liderar de novo o ranking dos maiores pagadores mundiais. O juro real brasileiro, de 6,6%, só perde para o da Turquia, de 7%, segundo o ranking elaborada pela consultoria UP Trend. Como a diferença é pequena e os juros turcos vêm caindo, a expectativa do economista-chefe da consultoria, Jason Vieira, é de que em algum momento de 2008 o Brasil possa retomar a liderança. Os 40 países pesquisados pela UP Trend pagam, em média, juros nominais de 5,98%, e, em termos reais, de 1,2%. </font><br />
</i>(FONTE: Valor Econômico, disponível na íntegra <b><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/01/24/analise_mercados_acenam_uma_recuperacao_1164111.html" target="_blank">aqui</a></b>)<i> </i><i></i></p>
<p><i><font color="#ff0000">Ah, o Brasil continua produzindo superávit primário? Sim, continua, porque essa não é uma decisão de Estado que pode ser revertida. A menos que se coloque um tarado na Presidência - como a Heloísa Helena, por exemplo, que disse que resolveria todos os problemas do país por decreto se chegasse ao poder.</font></i>Mentira. Lulla e o PT sempre disseram que o superávit primário era uma distorção da Política Econômica do Brasil, e deixavam claro que tratava-se de “falta de vontade política”. Porém, depois que assumiram, não fizeram outra coisa senão AUMENTAR o percentual do superávit primário. Neste sentido, não é “igual” ao FHC, mas “pior”.</p>
<p><b>Se a adoção do superávit, como diz o Eduardo, "não é uma decisão de Estado", é uma decisão a ser tomada por quem ? Pelo Papa ?</b></p>
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<p class="MsoNormal"><i><font color="#ff0000">Quando FHC governou, havia espaço para políticas mais autônomas. Ele pegou um país com as dívidas interna e externa baixas. A primeira, porque Collor deu o calote com o confisco da poupança e, assim, fez a dívida interna chegar ao nível mais baixo em décadas, e a segunda, porque o endividamento externo ficou paralisado desde a crise do México, no início dos anos 1980. Mas como o presidente tucano, além de ter vendido mais de cem bilhões de dólares de patrimônio público, para manter o câmbio fixo que o elegera em 1994 - e que pretendia que o reelegesse em 1998 - ainda contraiu vultosos empréstimos internacionais (só em 1999, pediu 40 bilhões de dólares aos EUA, ao FMI e ao Clube de Paris), a dívida externa quase que dobrou durante seus oito anos de governo, e a dívida interna cresceu uns mil por cento.</font></i><br />
Infelizmente, mais uma vez o Eduardo pauta seu texto por achismos - ou mentiras, não sei. Ele poderia ter consultado o site da Secretaria do Tesouro Nacional (<a href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/estatistica/est_divida.asp" target="_blank"><b>aqui</b></a>) e localizado os números antes de escrever bobagens.<br />
O fato é que a dívida pública do Brasil, em Dezembro de 2002, era de R$ 929.323.000.000 (em números arredondados). Foi, portanto, com este montante de dívidas (interna + externa) que começou o mandato Lulla. Em Novembro de 2007 (último mês com totalização disponível), o mesmo montante (soma da dívida interna + dívida interna) era de R$ 1.340.925.000.000. Os números, numa leitura inicial, parecem astronômicos. Estão disponíveis numa planilha em Excel, <a href="http://www.tesouro.fazenda.gov.br/divida_publica/downloads/estatistica/Estoque_DPF_Mercado_resumido.xls" target="_blank"><b>aqui</b></a>. Há diversos critérios disponíveis no site (do Tesouro Nacional) para a contabilização das dívidas, mas basta manter alguma coerência para fazer comparações - quaisquer que sejam os critérios.<br />
Outra coisa: seria interessante se o Eduardo  Guimarães explicasse, de forma bastante didática, porque ele entende que "<i>Collor deu o calote com o confisco da poupança e, assim, fez a dívida interna chegar ao nível mais baixo em décadas</i>". Ou seja: qual a relação, exatamente, entre o confisco da poupança promovido pelo Collor e o valor da dívida interna ?</p>
<p class="MsoNormal"><i><font color="#ff0000">Como é que o governo Lula é igual ao de FHC, então? O tucano aumentava os juros (durante o governo FHC, a Selic subiu a mais de 40%) e o petista diminui. Um endividava o país e o outro paga as dívidas do antecessor, além de não pedir um centavo emprestado. Um fez o país recorrer duas vezes ao FMI, o outro tirou o país do FMI.</font></i><br />
Ninguém "tirou" o Brasil do FMI. Uma consulta ao site do próprio FMI mostra a situação do Brasil, atualmente e desde 1946 (ano em que o Brasil ingressou no FMI), <a href="http://www.imf.org/external/country/BRA/index.htm" target="_blank"><b>aqui</b></a>. Aliás, o site do FMI tem uma série (grande) de dados e análises sobre o Brasil, que merecem uma leitura ocasional....<br />
Além disso, retomemos o objetivo inicial do Sr. Eduardo Guimarães: se o intuito era mostrar as "diferenças" entre FHC e Lulla,o argumento é um tiro no pé, pois apenas demonstra que Lulla continuou a ter medo do FMI e submeter-se às regras do Fundo. Coisa que o PT passou 20 anos criticando..........(neste sentido, algumas leituras interessantes estão <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0704200617.htm" target="_blank"><b>aqui</b></a>, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi0701200703.htm" target="_blank"><b>aqui</b></a> e <b><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2803200614.htm" target="_blank">aqui</a></b>). Complementarmente, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1601200607.htm" target="_blank"><b>aqui</b></a>.</p>
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<p class="MsoNormal"><i><font color="#ff0000">A imprensa diz que tudo que Lula tem conseguido na economia é mérito de FHC. Lula só teria o mérito de ter "continuado" o que fez o tucano. Só que nunca lhe dizem o que é que Lula continuou do que FHC fazia. O país está indo bem. A inflação está controlada (apesar de a mídia divulgar só os preços que sobem e nunca os que caem) e, apesar disso, o PIB cresce com um vigor que não apresentava desde os anos 1970. E o mérito é de FHC.... Por que? A vítima da lavanderia de cérebros midiática não pergunta nada. Só acata. A mídia não diz o que foi que FHC fez que agora está permitindo a Lula governar tão bem. Dizem apenas que Lula "continua" o que FHC fez.</font></i><br />
Nenhum argumento, apenas retórica. Vamos para o próximo.</p>
<p class="MsoNormal">&#160;</p>
<p class="MsoNormal"><i><font color="#ff0000">Lula não continua nada. O câmbio flutuante e o superávit primário são políticas públicas da era FHC, só que o câmbio flutuante era uma reivindicação do PT quando era oposição ao governo FHC e este o adotou na marra quando o mercado o obrigou a desvalorizar o real no início de 1999. Até a eleição presidencial de 1998, quando FHC se reelegeu, ele dizia que não era necessário deixar o câmbio flutuar ou sequer desvalorizar o real. Já no caso do superávit primário, um país endividado que não aceitar essa poupança compulsória que garante o pagamento das dívidas do país, será boicotado pelos investidores estrangeiros e terá dificuldades até para financiar seu comércio exterior. O Brasil já tentou enfrentar o sistema financeiro internacional nos anos 1980, com a moratória decretada pelo ex-ministro Dilson Funaro, e o resultado foi um desastre pelo qual estamos pagando até hoje.</font></i><br />
Engraçado: durante 20 anos, o PT defendeu o calote aos organismos internacionais - especialmente o FMI. Depois, quando assumiu, não apenas continuou pagando os juros das dívidas (inclusive com o FMI), como fez questão de amortizar o montante total de SDR com o FMI (detalhes, <b><a href="http://www.imf.org/external/np/exr/facts/sdr.htm" target="_blank">aqui</a></b>).<br />
Temos, assim, mais uma "<b><i>não diferença</i></b>" entre FHC e Lulla: o primeiro mandou esquecer o que escrevera, e o segundo fez o possível para que esquecessem tudo o que ele passou 20 anos dizendo !</p>
<p class="MsoNormal"><i><font color="#ff0000">Mas como resumir todo um governo apenas por conta de dois vértices de sua política econômica? Ah, temos os programas sociais também, não é? Não dizem que o Bolsa Família é criação de FHC? Essa é a maior das mentiras. Aproveitam-se do fato de que FHC copiou um programa de transferência de renda, baseado em experiências de outros países. Só que fez para inglês ver. Investia nele uma miséria. Porém, tentam fazer você crer que o Bolsa Escola ou o Vale-gás têm alguma coisa que ver com o maior programa de transferência de renda do mundo. Não tem. O que importa não é a natureza do programa e sim como ele é implementado. O atual governo gasta uma quantidade de recursos com a transferência de renda que nunca governo nenhum cogitou gastar. E isso incomoda, porque setores mais bem aquinhoados da sociedade perderam recursos para os setores beneficiados pelo Bolsa Família.</font></i><br />
Muita retórica, muita bobagem, e nenhum argumento. <b><br />
Qual a diferença entre os programas de transferência de renda do FHC e o do Lulla ?<br />
Só o valor ?<br />
Ou existe mais alguma diferença ??????</b><br />
Para quem pretendia explicar detalhadamente as tais diferenças (que eu ainda não vi), o texto carece de fatos.......</p>
<p class="MsoNormal">&#160;</p>
<p class="MsoNormal"><i><font color="#ff0000">Outro cavalo de batalha da mídia é o lucro dos bancos. Freqüentemente você vê nos jornais que este ou aquele banco teve lucro recorde. No dia em que escrevo isto, os três maiores jornais do país tocam bumbo sobre o lucro do Bradesco, como se quisessem dizer que o governo diz que é pelo social mas está beneficiando mesmo os ricos. É uma tese malandra que faz acreditar que é ruim a solidez do</font></i> <i><font color="#ff0000">sistema bancário. Na época de FHC, eles não eram sólidos e eu, você, todos nós tivemos que doar dinheiro aos bancos (via PROER), porque nenhuma economia é sólida se seu sistema bancário não for também. E hoje os bancos estão lucrando com o dinheiro de suas operações, sem precisarem ser socorridos com dinheiro público.</font></i><br />
Uma concatenação de mentiras e meias-verdades - e, pior: as afirmações aqui contradizem a conclusão, lá no último parágrafo do (paupérrimo) texto do ilustre Eduardo.<br />
A solidez do sistema bancário é necessária em qualquer país que pretenda desenvolver-se - porém, os lucros do sistema bancário estão cada vez mais calcados no aumento desenfreado das tarifas bancárias. Este "fenômeno" começou ainda no mandato FHC, e continua, até hoje. <b>Aliás, está é piorando ! Mais uma prova de que a suposta "diferença" que o senhor Eduardo tenta criar fajutamente inexiste.<br />
</b>Atualmente, as tarifas bancárias cobradas dos consumidores dos serviços bancários são suficientes para pagar 102% das despesas com pessoal dos maiores bancos do Brasil - <i>um índice nunca antes atingido na história desse país</i>. Maiores detalhes estão <a href="http://marketing-room.blogspot.com/2007/12/as-abusivas-tarifas-bancrias.html" target="_blank"><b>aqui</b></a>. Dizer que "<i>hoje os bancos estão lucrando com o dinheiro de suas operações, sem precisarem ser socorridos com dinheiro público</i>" é uma meia-verdade perigosa: eles estão, isto sim, ancorados no abuso das tarifas, que nenhum governo (nem FHC, nem Lulla) coibiu.<br />
<b>Nenhum dos dois, Lulla ou FHC, teve coragem de "enfrentar" os grupos econômicos que mandam e desmandam....(e que, em campanhas eleitorais, quando todos os candidatos precisam dos votos de milhões de incautos, são criticados duramente)<br />
Olha aí mais uma "não diferença" !!! </b></p>
<p class="MsoNormal">&#160;</p>
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<p class="MsoNormal"><i><font color="#ff0000">Temos outras diferenças fundamentais entre o governo do PSDB e o do PT. Vocês sabem por que a crise americana - que é muito pior do que as crises de paisecos da era tucana - não está nos afetando e, de acordo com todos os economistas de todas as tendências, não deverá nos afetar significativamente ? É porque hoje o Brasil depende muito menos do comércio exterior com os americanos e europeus do que na época de FHC. Eu mesmo viajarei à África em pouco mais de duas semanas para fazer negócios com um dos muitos países daquele continente que passaram a importar fortemente do Brasil. A diversificação dos mercados-alvos das nossas exportações tornou o Brasil menos dependente dos países ricos. Hoje comerciamos com as três Américas, com a Europa, com a Ásia, com a África... Não dependemos mais unicamente de americanos e europeus.</font></i><br />
<b>Aqui, infelizmente, o senhor Eduardo escorrega no tomate e cai sentado na banana.<br />
</b>O ilustre Eduardo tenta enganar o leitor ao mencionar uma suposta "diversificação dos mercados-alvo das nossas exportações", o que é uma mentira deslavada. Notícia publicada HOJE (na íntegra, <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL279096-9356,00-BRASIL+EXPORTOU+MAIS+PARA+A+EUROPA+E+MENOS+PARA+OS+EUA+EM.html" target="_blank"><b>aqui</b></a>):  <i><font color="#333399">Os países da União Européia foram o destino das exportações brasileiras que registraram o maior crescimento no ano passado, segundo dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Foram embarcados US$ 40,4 bilhões, ou 29,7% a mais (pelo critério de média diária). <b>Mas considerando-se um único país e em volume de negócios, a liderança continua a ser dos Estados Unidos, para onde o Brasil exportou US$ 25,3 bilhões em 2007 - nesse caso, um aumento percentual de apenas 1,8% ante o total remetido em 2006. </b>Os números do comércio exterior com a União Européia, que tem 27 países membros e cerca de 500 milhões de habitantes, mostram que o Brasil está ganhando mercado no bloco, já que o aumento das vendas para a região superou o incremento total das exportações brasileiras no ano passado, que foi de 16,6%.</font></i><br />
<b>O senhor Eduardo precisa se informar melhor, com urgência !!!</b> Recomendo que ele consulte as tabelas disponíveis diretamente no site do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, <b><a href="http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&#38;menu=1190&#38;refr=576" target="_blank">aqui</a></b>. Neste link, é possível comparar as exportações e importações brasileiras por blocos econômicos ou países, de 2001 a 2007. Se conseguir entender os números das tabelas, ele verá que seu texto cometeu erros grosseiros. Assim como suas análises, equivocadas.</p>
<p class="MsoNormal"><i><font color="#ff0000">A herança tucana foi realmente maldita. Entregaram o Brasil estagnado economicamente, com o desemprego nas alturas, com um dólar valendo quatro reais, com a inflação próxima dos dois dígitos e dizem que tudo isso se deveu ao "risco Lula". Mentira. O Brasil começou a decair em janeiro de 1999, com a maxidesvalorização forçada do real, que dois meses antes FHC garantira que não ocorreria. Lula teve que tirar o pais do buraco e fez isso simplesmente fomentando o mercado de consumo de massas que hoje vemos crescendo a todo vapor e que sempre foi a pregação do PT.</font></i><br />
Neste trecho, o Sr Eduardo perdeu a chance de provar o que disse. Depois da desvalorização da moeda, em 1999, o que aconteceu com o valor do dólar ? Quando o dólar começou a disparar, quase batendo nos R$ 4,00 ? Se ele pesquisar as datas, verá que foi, sim, quando as pesquisas de intenção de voto convergiam na (então) provável eleição do Lulla. Foi-se a chance de provar o que disse......</p>
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<p class="MsoNormal"><i><font color="#ff0000">O Brasil está bem porque muita gente foi incluída como consumidora. Também há o decidido combate à sonegação fiscal, que hoje se vale inclusive de Polícia Federal, o que permitiu ao Estado ter mais recursos para implementar projetos de desenvolvimento como o PAC, do qual a mídia e a oposição desdenham, mas que, aqui e ali, confessam que será o grande ativo eleitoral petista em 2010, porque fará o país crescer, nos próximos três anos, como jamais cresceu.</font></i><br />
O crescimento da arrecadação de impostos e tributos começou no mandato FHC, e foi criticado pelo PT. Depois, continuou. Basta verificar os montantes junto à Receita Federal e demais órgãos.</p>
<p class="MsoNormal">As afirmações do Sr Eduardo, assim, não trazem fatos, <b>apenas achismos - e mentiras.</b></p>
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<p class="MsoNormal"><i><font color="#ff0000">A similaridade que há entre os governos Lula e FHC é a mesma que há entre eu e qualquer um de vocês, ou seja, a do branco de nossos olhos, que todos temos. O que há de igual neste governo e no governo anterior é o que não teria como ser diferente em nenhum governo. E as diferenças são enormes, decisivas e benéficas para a maioria, mas ruins para a minoria que reclama, que sempre foi preferencialmente beneficiada pelo Estado brasileiro e agora deixou de ser.</font></i><br />
<b>Não, não há grandes diferenças, não.</b></p>
<p class="MsoNormal">Os banqueiros, que o PT sempre elegeu como alvo-preferencial de suas críticas e ódio por 20 anos, continuam ganhando MUITO dinheiro ("<i>nunca antes na história desse país os lucros dos bancos foi tão grande</i>").</p>
<p class="MsoNormal">A corrupção que sempre existiu, continua. Mas depois do Mensalão, ganhou status, pois organizou-se, tornou-se sistemática - ainda mais do que antes. <i>Nunca antes na história desse país</i>..........pois é.</p>
<p class="MsoNormal"> Não há diferenças, como o Eduardo gostaria que houvesse. Houve, no mandato Lulla, aprofundamento da "política neo-liberal" que ele, Lulla, e o seu PT sempre criticaram - incluindo uma relação de beijinhos e muito amor com bancos, banqueiros, FMI, imperialistas etc.</p>
<p class="MsoNormal">Tudo o que o PT passou 20 anos criticando, está fazendo: privatização, corrupção, pagamento de dívidas e juros etc.</p>
<p class="MsoNormal"><b>Uma pena. Mas a única coisa que mudou foi a cor das mentiras: eram azul e amarelo, e agora são vermelhas.</b></p>
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</item>
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<title><![CDATA[A ECONOMIA BRASILEIRA VAI DESACELERAR!]]></title>
<link>http://prefeitoriodejaneiro.wordpress.com/2008/01/24/a-economia-brasileira-vai-desacelerar/</link>
<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 14:33:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
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<description><![CDATA[  Pediram que o Prefeito do Rio desse sua opinião sobre a crise atual. Ele disse que há alguns a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>  Pediram que o Prefeito do Rio desse sua opinião sobre a crise atual. Ele disse que há alguns anos deixou de ser economista profissional, ou seja, de tempo integral. Quando dava aulas de economia sua referência era um conhecido economista polonês: M. Kalecki. Se valem as idéias de Kalecki, a redução da taxa de juros nos EUA tem um objetivo externo -evitar a revoada de capitais dos países em desenvolvimento- o que daria à crise um caráter dramático.</p>
<p> Kalecki dizia que a tomada de decisões de investimento (motor da dinâmica econômica) é dada a cada momento. E nesse sentido, está dada. Em que reduzir a taxa de juros pelo FED não afetará esta dinâmica econômica. Pode reduzir os danos, especialmente fora dos EUA. Talvez por isso o BCE -banco central europeu- não tenha tocado na taxa de juros, ontem.</p>
<p> Kalecki lembrava que o que parece crise estritamente financeira, em geral é crise econômica projetada e antecipada pelo capital financeiro, muito mais ágil. Sendo assim o que se deve discutir é o tamanho desta recessão e seu impacto geral.</p>
<p> No Brasil, o cambio flutuante não garante mais do que sinais sobre sua própria tendência. Na medida em que fique claro que a recessão nos EUA, ficará abaixo dos 2% antes projetados de crescimento, a tendência do real será desvalorizar, e o governo terá que acelerar esta tendência. Portanto, a contrapartida do governo brasileiro à queda da taxa de juros-base nos EUA, será aumentar a taxa Selic. Se tivesse coragem teria feito isso ontem. Perdeu tempo.</p>
<p> Um real mais desvalorizado (proteger a receita dos exportadores num quadro de comercio mundial declinante, reduzindo o impacto da recessão nos EUA), e uma taxa de juros maior, inevitavelmente terão o efeito de uma inflação maior. Como esta já vinha aumentando, o efeito será mais forte e mais rápido, o que exigirá mais ortodoxia com a taxa de juros.<br />
<!-- D(["mb","\u003cbr /\u003e6. Conseqüência: na margem, a economia brasileira vai desacelerar. Ou seja, o provável é que a taxa de crescimento do segundo semestre de 2008, já esteja, e se tudo der certo, na casa dos 3%. Os juros maiores pesarão nas contas fiscais. O que exigirá mais rigor fiscal do governo.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e7. E tudo isso num ano eleitoral básico como o de 2008 onde a vontade de gastar, aumenta.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eVÁCUO POLÍTICO E IMPRENSA!\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e1. Há muitos e muitos anos que a politologia nos ensina que sempre que há um vácuo na política, esse tende a ser ocupado pelo judiciário e/ou pela imprensa. Ou pela anarquia, o que é o pior. Em nível nacional se vê claramente que o vácuo deixado pela chamada base parlamentar do governo, adestrada a golpes de favores e trocas, tem sido ocupado pelo judiciário, que interpreta e normatiza na fronteira, quase legislando.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e2. No Rio-Capital não há partidos nem forças de oposição que atuem como tal. Há alguns parlamentares esperneantes, que de forma episódica, individual \u0026nbsp;e inorgânica, deblateram contra a prefeitura. Com isso esse vácuo é ocupado pela imprensa, que faz as vezes de partido político, vocalizando a oposição.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e3. Parlamentares que tem relações pessoais próximas com a imprensa aparecem mais. Pensam que estão fazendo oposição, mas na verdade estão servindo apenas para fazerem suíte das matérias da imprensa, que, parte desta sim, \u0026nbsp;faz oposição. Dir-se-ia que esse é um processo quase inevitável. Não é simples num quadro de vazio desses, evitar a translação do jornalismo à política.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e4. Podem-se dar exemplos diversos dessa inorganicidade. Um destes foi destacado por um repórter que cobre a Prefeitura do Rio e a Câmara Municipal para um jornal de oposição. Ele anotou que todos os vereadores presentes à nano-passeata dominical (e não por coincidência), nenhum deles compareceu para votar o orçamento de 2008. Todos ausentes. \u0026nbsp;Ou seja: saíram de férias mais cedo. É natural -ironizou o repórter- que não saibam como o IPTU é aplicado.\u003cbr /\u003e",1] );  //--><br />
 Conseqüência: na margem, a economia brasileira vai desacelerar. Ou seja, o provável é que a taxa de crescimento do segundo semestre de 2008, já esteja, e se tudo der certo, na casa dos 3%. Os juros maiores pesarão nas contas fiscais. O que exigirá mais rigor fiscal do governo.</p>
<p> E tudo isso num ano eleitoral básico como o de 2008 onde a vontade de gastar, aumenta.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[A ECONOMIA BRASILEIRA VAI DESACELERAR!]]></title>
<link>http://governadorriodejaneiro.wordpress.com/2008/01/24/a-economia-brasileira-vai-desacelerar/</link>
<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 14:29:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pediram que o Prefeito do Rio desse sua opinião sobre a crise atual. Ele disse que há alguns anos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pediram que o Prefeito do Rio desse sua opinião sobre a crise atual. Ele disse que há alguns anos deixou de ser economista profissional, ou seja, de tempo integral. Quando dava aulas de economia sua referência era um conhecido economista polonês: M. Kalecki. Se valem as idéias de Kalecki, a redução da taxa de juros nos EUA tem um objetivo externo -evitar a revoada de capitais dos países em desenvolvimento- o que daria à crise um caráter dramático.</p>
<p> Kalecki dizia que a tomada de decisões de investimento (motor da dinâmica econômica) é dada a cada momento. E nesse sentido, está dada. Em que reduzir a taxa de juros pelo FED não afetará esta dinâmica econômica. Pode reduzir os danos, especialmente fora dos EUA. Talvez por isso o BCE -banco central europeu- não tenha tocado na taxa de juros, ontem.</p>
<p> Kalecki lembrava que o que parece crise estritamente financeira, em geral é crise econômica projetada e antecipada pelo capital financeiro, muito mais ágil. Sendo assim o que se deve discutir é o tamanho desta recessão e seu impacto geral.</p>
<p> No Brasil, o cambio flutuante não garante mais do que sinais sobre sua própria tendência. Na medida em que fique claro que a recessão nos EUA, ficará abaixo dos 2% antes projetados de crescimento, a tendência do real será desvalorizar, e o governo terá que acelerar esta tendência. Portanto, a contrapartida do governo brasileiro à queda da taxa de juros-base nos EUA, será aumentar a taxa Selic. Se tivesse coragem teria feito isso ontem. Perdeu tempo.</p>
<p> Um real mais desvalorizado (proteger a receita dos exportadores num quadro de comercio mundial declinante, reduzindo o impacto da recessão nos EUA), e uma taxa de juros maior, inevitavelmente terão o efeito de uma inflação maior. Como esta já vinha aumentando, o efeito será mais forte e mais rápido, o que exigirá mais ortodoxia com a taxa de juros.<br />
<!-- D(["mb","\u003cbr /\u003e6. Conseqüência: na margem, a economia brasileira vai desacelerar. Ou seja, o provável é que a taxa de crescimento do segundo semestre de 2008, já esteja, e se tudo der certo, na casa dos 3%. Os juros maiores pesarão nas contas fiscais. O que exigirá mais rigor fiscal do governo.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e7. E tudo isso num ano eleitoral básico como o de 2008 onde a vontade de gastar, aumenta.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eVÁCUO POLÍTICO E IMPRENSA!\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e1. Há muitos e muitos anos que a politologia nos ensina que sempre que há um vácuo na política, esse tende a ser ocupado pelo judiciário e/ou pela imprensa. Ou pela anarquia, o que é o pior. Em nível nacional se vê claramente que o vácuo deixado pela chamada base parlamentar do governo, adestrada a golpes de favores e trocas, tem sido ocupado pelo judiciário, que interpreta e normatiza na fronteira, quase legislando.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e2. No Rio-Capital não há partidos nem forças de oposição que atuem como tal. Há alguns parlamentares esperneantes, que de forma episódica, individual \u0026nbsp;e inorgânica, deblateram contra a prefeitura. Com isso esse vácuo é ocupado pela imprensa, que faz as vezes de partido político, vocalizando a oposição.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e3. Parlamentares que tem relações pessoais próximas com a imprensa aparecem mais. Pensam que estão fazendo oposição, mas na verdade estão servindo apenas para fazerem suíte das matérias da imprensa, que, parte desta sim, \u0026nbsp;faz oposição. Dir-se-ia que esse é um processo quase inevitável. Não é simples num quadro de vazio desses, evitar a translação do jornalismo à política.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e4. Podem-se dar exemplos diversos dessa inorganicidade. Um destes foi destacado por um repórter que cobre a Prefeitura do Rio e a Câmara Municipal para um jornal de oposição. Ele anotou que todos os vereadores presentes à nano-passeata dominical (e não por coincidência), nenhum deles compareceu para votar o orçamento de 2008. Todos ausentes. \u0026nbsp;Ou seja: saíram de férias mais cedo. É natural -ironizou o repórter- que não saibam como o IPTU é aplicado.\u003cbr /\u003e",1] );  //--><br />
 Conseqüência: na margem, a economia brasileira vai desacelerar. Ou seja, o provável é que a taxa de crescimento do segundo semestre de 2008, já esteja, e se tudo der certo, na casa dos 3%. Os juros maiores pesarão nas contas fiscais. O que exigirá mais rigor fiscal do governo.</p>
<p> E tudo isso num ano eleitoral básico como o de 2008 onde a vontade de gastar, aumenta.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[A ECONOMIA BRASILEIRA VAI DESACELERAR!]]></title>
<link>http://presidentedobrasil.wordpress.com/2008/01/24/a-economia-brasileira-vai-desacelerar/</link>
<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 14:20:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pediram que o Prefeito do Rio desse sua opinião sobre a crise atual. Ele disse que há alguns anos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Pediram que o Prefeito do Rio desse sua opinião sobre a crise atual. Ele disse que há alguns anos deixou de ser economista profissional, ou seja, de tempo integral. Quando dava aulas de economia sua referência era um conhecido economista polonês: M. Kalecki. Se valem as idéias de Kalecki, a redução da taxa de juros nos EUA tem um objetivo externo -evitar a revoada de capitais dos países em desenvolvimento- o que daria à crise um caráter dramático.</p>
<p> Kalecki dizia que a tomada de decisões de investimento (motor da dinâmica econômica) é dada a cada momento. E nesse sentido, está dada. Em que reduzir a taxa de juros pelo FED não afetará esta dinâmica econômica. Pode reduzir os danos, especialmente fora dos EUA. Talvez por isso o BCE -banco central europeu- não tenha tocado na taxa de juros, ontem.</p>
<p> Kalecki lembrava que o que parece crise estritamente financeira, em geral é crise econômica projetada e antecipada pelo capital financeiro, muito mais ágil. Sendo assim o que se deve discutir é o tamanho desta recessão e seu impacto geral.</p>
<p> No Brasil, o cambio flutuante não garante mais do que sinais sobre sua própria tendência. Na medida em que fique claro que a recessão nos EUA, ficará abaixo dos 2% antes projetados de crescimento, a tendência do real será desvalorizar, e o governo terá que acelerar esta tendência. Portanto, a contrapartida do governo brasileiro à queda da taxa de juros-base nos EUA, será aumentar a taxa Selic. Se tivesse coragem teria feito isso ontem. Perdeu tempo.</p>
<p> Um real mais desvalorizado (proteger a receita dos exportadores num quadro de comercio mundial declinante, reduzindo o impacto da recessão nos EUA), e uma taxa de juros maior, inevitavelmente terão o efeito de uma inflação maior. Como esta já vinha aumentando, o efeito será mais forte e mais rápido, o que exigirá mais ortodoxia com a taxa de juros.<br />
<!-- D(["mb","\u003cbr /\u003e6. Conseqüência: na margem, a economia brasileira vai desacelerar. Ou seja, o provável é que a taxa de crescimento do segundo semestre de 2008, já esteja, e se tudo der certo, na casa dos 3%. Os juros maiores pesarão nas contas fiscais. O que exigirá mais rigor fiscal do governo.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e7. E tudo isso num ano eleitoral básico como o de 2008 onde a vontade de gastar, aumenta.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eVÁCUO POLÍTICO E IMPRENSA!\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e1. Há muitos e muitos anos que a politologia nos ensina que sempre que há um vácuo na política, esse tende a ser ocupado pelo judiciário e/ou pela imprensa. Ou pela anarquia, o que é o pior. Em nível nacional se vê claramente que o vácuo deixado pela chamada base parlamentar do governo, adestrada a golpes de favores e trocas, tem sido ocupado pelo judiciário, que interpreta e normatiza na fronteira, quase legislando.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e2. No Rio-Capital não há partidos nem forças de oposição que atuem como tal. Há alguns parlamentares esperneantes, que de forma episódica, individual \u0026nbsp;e inorgânica, deblateram contra a prefeitura. Com isso esse vácuo é ocupado pela imprensa, que faz as vezes de partido político, vocalizando a oposição.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e3. Parlamentares que tem relações pessoais próximas com a imprensa aparecem mais. Pensam que estão fazendo oposição, mas na verdade estão servindo apenas para fazerem suíte das matérias da imprensa, que, parte desta sim, \u0026nbsp;faz oposição. Dir-se-ia que esse é um processo quase inevitável. Não é simples num quadro de vazio desses, evitar a translação do jornalismo à política.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e4. Podem-se dar exemplos diversos dessa inorganicidade. Um destes foi destacado por um repórter que cobre a Prefeitura do Rio e a Câmara Municipal para um jornal de oposição. Ele anotou que todos os vereadores presentes à nano-passeata dominical (e não por coincidência), nenhum deles compareceu para votar o orçamento de 2008. Todos ausentes. \u0026nbsp;Ou seja: saíram de férias mais cedo. É natural -ironizou o repórter- que não saibam como o IPTU é aplicado.\u003cbr /\u003e",1] );  //--><br />
 Conseqüência: na margem, a economia brasileira vai desacelerar. Ou seja, o provável é que a taxa de crescimento do segundo semestre de 2008, já esteja, e se tudo der certo, na casa dos 3%. Os juros maiores pesarão nas contas fiscais. O que exigirá mais rigor fiscal do governo.</p>
<p> E tudo isso num ano eleitoral básico como o de 2008 onde a vontade de gastar, aumenta.</p>
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<title><![CDATA[A ECONOMIA BRASILEIRA VAI DESACELERAR!]]></title>
<link>http://governador.wordpress.com/2008/01/24/a-economia-brasileira-vai-desacelerar/</link>
<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 14:10:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
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<description><![CDATA[ Pediram que o Prefeito do Rio desse sua opinião sobre a crise atual. Ele disse que há alguns an]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> Pediram que o Prefeito do Rio desse sua opinião sobre a crise atual. Ele disse que há alguns anos deixou de ser economista profissional, ou seja, de tempo integral. Quando dava aulas de economia sua referência era um conhecido economista polonês: M. Kalecki. Se valem as idéias de Kalecki, a redução da taxa de juros nos EUA tem um objetivo externo -evitar a revoada de capitais dos países em desenvolvimento- o que daria à crise um caráter dramático.</p>
<p> Kalecki dizia que a tomada de decisões de investimento (motor da dinâmica econômica) é dada a cada momento. E nesse sentido, está dada. Em que reduzir a taxa de juros pelo FED não afetará esta dinâmica econômica. Pode reduzir os danos, especialmente fora dos EUA. Talvez por isso o BCE -banco central europeu- não tenha tocado na taxa de juros, ontem.</p>
<p> Kalecki lembrava que o que parece crise estritamente financeira, em geral é crise econômica projetada e antecipada pelo capital financeiro, muito mais ágil. Sendo assim o que se deve discutir é o tamanho desta recessão e seu impacto geral.</p>
<p> No Brasil, o cambio flutuante não garante mais do que sinais sobre sua própria tendência. Na medida em que fique claro que a recessão nos EUA, ficará abaixo dos 2% antes projetados de crescimento, a tendência do real será desvalorizar, e o governo terá que acelerar esta tendência. Portanto, a contrapartida do governo brasileiro à queda da taxa de juros-base nos EUA, será aumentar a taxa Selic. Se tivesse coragem teria feito isso ontem. Perdeu tempo.</p>
<p> Um real mais desvalorizado (proteger a receita dos exportadores num quadro de comercio mundial declinante, reduzindo o impacto da recessão nos EUA), e uma taxa de juros maior, inevitavelmente terão o efeito de uma inflação maior. Como esta já vinha aumentando, o efeito será mais forte e mais rápido, o que exigirá mais ortodoxia com a taxa de juros.<br />
<!-- D(["mb","\u003cbr /\u003e6. Conseqüência: na margem, a economia brasileira vai desacelerar. Ou seja, o provável é que a taxa de crescimento do segundo semestre de 2008, já esteja, e se tudo der certo, na casa dos 3%. Os juros maiores pesarão nas contas fiscais. O que exigirá mais rigor fiscal do governo.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e7. E tudo isso num ano eleitoral básico como o de 2008 onde a vontade de gastar, aumenta.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eVÁCUO POLÍTICO E IMPRENSA!\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e1. Há muitos e muitos anos que a politologia nos ensina que sempre que há um vácuo na política, esse tende a ser ocupado pelo judiciário e/ou pela imprensa. Ou pela anarquia, o que é o pior. Em nível nacional se vê claramente que o vácuo deixado pela chamada base parlamentar do governo, adestrada a golpes de favores e trocas, tem sido ocupado pelo judiciário, que interpreta e normatiza na fronteira, quase legislando.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e2. No Rio-Capital não há partidos nem forças de oposição que atuem como tal. Há alguns parlamentares esperneantes, que de forma episódica, individual \u0026nbsp;e inorgânica, deblateram contra a prefeitura. Com isso esse vácuo é ocupado pela imprensa, que faz as vezes de partido político, vocalizando a oposição.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e3. Parlamentares que tem relações pessoais próximas com a imprensa aparecem mais. Pensam que estão fazendo oposição, mas na verdade estão servindo apenas para fazerem suíte das matérias da imprensa, que, parte desta sim, \u0026nbsp;faz oposição. Dir-se-ia que esse é um processo quase inevitável. Não é simples num quadro de vazio desses, evitar a translação do jornalismo à política.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e4. Podem-se dar exemplos diversos dessa inorganicidade. Um destes foi destacado por um repórter que cobre a Prefeitura do Rio e a Câmara Municipal para um jornal de oposição. Ele anotou que todos os vereadores presentes à nano-passeata dominical (e não por coincidência), nenhum deles compareceu para votar o orçamento de 2008. Todos ausentes. \u0026nbsp;Ou seja: saíram de férias mais cedo. É natural -ironizou o repórter- que não saibam como o IPTU é aplicado.\u003cbr /\u003e",1] );  //--><br />
 Conseqüência: na margem, a economia brasileira vai desacelerar. Ou seja, o provável é que a taxa de crescimento do segundo semestre de 2008, já esteja, e se tudo der certo, na casa dos 3%. Os juros maiores pesarão nas contas fiscais. O que exigirá mais rigor fiscal do governo.</p>
<p> E tudo isso num ano eleitoral básico como o de 2008 onde a vontade de gastar, aumenta.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A ECONOMIA BRASILEIRA VAI DESACELERAR!]]></title>
<link>http://prefeito.wordpress.com/2008/01/24/a-economia-brasileira-vai-desacelerar/</link>
<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 14:07:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
<guid>http://prefeito.wordpress.com/2008/01/24/a-economia-brasileira-vai-desacelerar/</guid>
<description><![CDATA[Um blog pediu que o Prefeito do Rio desse sua opinião sobre a crise atual. Ele disse que há algun]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Um blog pediu que o Prefeito do Rio desse sua opinião sobre a crise atual. Ele disse que há alguns anos deixou de ser economista profissional, ou seja, de tempo integral. Quando dava aulas de economia sua referência era um conhecido economista polonês: M. Kalecki. Se valem as idéias de Kalecki, a redução da taxa de juros nos EUA tem um objetivo externo -evitar a revoada de capitais dos países em desenvolvimento- o que daria à crise um caráter dramático. Kalecki dizia que a tomada de decisões de investimento (motor da dinâmica econômica) é dada a cada momento. E nesse sentido, está dada. Em que reduzir a taxa de juros pelo FED não afetará esta dinâmica econômica. Pode reduzir os danos, especialmente fora dos EUA. Talvez por isso o BCE -banco central europeu- não tenha tocado na taxa de juros, ontem.</p>
<p> Kalecki lembrava que o que parece crise estritamente financeira, em geral é crise econômica projetada e antecipada pelo capital financeiro, muito mais ágil. Sendo assim o que se deve discutir é o tamanho desta recessão e seu impacto geral.</p>
<p> No Brasil, o cambio flutuante não garante mais do que sinais sobre sua própria tendência. Na medida em que fique claro que a recessão nos EUA, ficará abaixo dos 2% antes projetados de crescimento, a tendência do real será desvalorizar, e o governo terá que acelerar esta tendência. Portanto, a contrapartida do governo brasileiro à queda da taxa de juros-base nos EUA, será aumentar a taxa Selic. Se tivesse coragem teria feito isso ontem. Perdeu tempo.</p>
<p> Um real mais desvalorizado (proteger a receita dos exportadores num quadro de comercio mundial declinante, reduzindo o impacto da recessão nos EUA), e uma taxa de juros maior, inevitavelmente terão o efeito de uma inflação maior. Como esta já vinha aumentando, o efeito será mais forte e mais rápido, o que exigirá mais ortodoxia com a taxa de juros.<br />
<!-- D(["mb","\u003cbr /\u003e6. Conseqüência: na margem, a economia brasileira vai desacelerar. Ou seja, o provável é que a taxa de crescimento do segundo semestre de 2008, já esteja, e se tudo der certo, na casa dos 3%. Os juros maiores pesarão nas contas fiscais. O que exigirá mais rigor fiscal do governo.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e7. E tudo isso num ano eleitoral básico como o de 2008 onde a vontade de gastar, aumenta.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eVÁCUO POLÍTICO E IMPRENSA!\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e1. Há muitos e muitos anos que a politologia nos ensina que sempre que há um vácuo na política, esse tende a ser ocupado pelo judiciário e/ou pela imprensa. Ou pela anarquia, o que é o pior. Em nível nacional se vê claramente que o vácuo deixado pela chamada base parlamentar do governo, adestrada a golpes de favores e trocas, tem sido ocupado pelo judiciário, que interpreta e normatiza na fronteira, quase legislando.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e2. No Rio-Capital não há partidos nem forças de oposição que atuem como tal. Há alguns parlamentares esperneantes, que de forma episódica, individual \u0026nbsp;e inorgânica, deblateram contra a prefeitura. Com isso esse vácuo é ocupado pela imprensa, que faz as vezes de partido político, vocalizando a oposição.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e3. Parlamentares que tem relações pessoais próximas com a imprensa aparecem mais. Pensam que estão fazendo oposição, mas na verdade estão servindo apenas para fazerem suíte das matérias da imprensa, que, parte desta sim, \u0026nbsp;faz oposição. Dir-se-ia que esse é um processo quase inevitável. Não é simples num quadro de vazio desses, evitar a translação do jornalismo à política.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e4. Podem-se dar exemplos diversos dessa inorganicidade. Um destes foi destacado por um repórter que cobre a Prefeitura do Rio e a Câmara Municipal para um jornal de oposição. Ele anotou que todos os vereadores presentes à nano-passeata dominical (e não por coincidência), nenhum deles compareceu para votar o orçamento de 2008. Todos ausentes. \u0026nbsp;Ou seja: saíram de férias mais cedo. É natural -ironizou o repórter- que não saibam como o IPTU é aplicado.\u003cbr /\u003e",1] );  //--><br />
 Conseqüência: na margem, a economia brasileira vai desacelerar. Ou seja, o provável é que a taxa de crescimento do segundo semestre de 2008, já esteja, e se tudo der certo, na casa dos 3%. Os juros maiores pesarão nas contas fiscais. O que exigirá mais rigor fiscal do governo.</p>
<p> E tudo isso num ano eleitoral básico como o de 2008 onde a vontade de gastar, aumenta.</p>
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<title><![CDATA[A ECONOMIA BRASILEIRA VAI DESACELERAR!]]></title>
<link>http://somosjovens.wordpress.com/2008/01/24/a-economia-brasileira-vai-desacelerar/</link>
<pubDate>Thu, 24 Jan 2008 14:03:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
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<description><![CDATA[ Um blog pediu que o Prefeito do Rio desse sua opinião sobre a crise atual. Ele disse que há alg]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> Um blog pediu que o Prefeito do Rio desse sua opinião sobre a crise atual. Ele disse que há alguns anos deixou de ser economista profissional, ou seja, de tempo integral. Quando dava aulas de economia sua referência era um conhecido economista polonês: M. Kalecki. Se valem as idéias de Kalecki, a redução da taxa de juros nos EUA tem um objetivo externo -evitar a revoada de capitais dos países em desenvolvimento- o que daria à crise um caráter dramático.</p>
<p> Kalecki dizia que a tomada de decisões de investimento (motor da dinâmica econômica) é dada a cada momento. E nesse sentido, está dada. Em que reduzir a taxa de juros pelo FED não afetará esta dinâmica econômica. Pode reduzir os danos, especialmente fora dos EUA. Talvez por isso o BCE -banco central europeu- não tenha tocado na taxa de juros, ontem.</p>
<p> Kalecki lembrava que o que parece crise estritamente financeira, em geral é crise econômica projetada e antecipada pelo capital financeiro, muito mais ágil. Sendo assim o que se deve discutir é o tamanho desta recessão e seu impacto geral.</p>
<p> No Brasil, o cambio flutuante não garante mais do que sinais sobre sua própria tendência. Na medida em que fique claro que a recessão nos EUA, ficará abaixo dos 2% antes projetados de crescimento, a tendência do real será desvalorizar, e o governo terá que acelerar esta tendência. Portanto, a contrapartida do governo brasileiro à queda da taxa de juros-base nos EUA, será aumentar a taxa Selic. Se tivesse coragem teria feito isso ontem. Perdeu tempo.</p>
<p> Um real mais desvalorizado (proteger a receita dos exportadores num quadro de comercio mundial declinante, reduzindo o impacto da recessão nos EUA), e uma taxa de juros maior, inevitavelmente terão o efeito de uma inflação maior. Como esta já vinha aumentando, o efeito será mais forte e mais rápido, o que exigirá mais ortodoxia com a taxa de juros.<br />
<!-- D(["mb","\u003cbr /\u003e6. Conseqüência: na margem, a economia brasileira vai desacelerar. Ou seja, o provável é que a taxa de crescimento do segundo semestre de 2008, já esteja, e se tudo der certo, na casa dos 3%. Os juros maiores pesarão nas contas fiscais. O que exigirá mais rigor fiscal do governo.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e7. E tudo isso num ano eleitoral básico como o de 2008 onde a vontade de gastar, aumenta.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003eVÁCUO POLÍTICO E IMPRENSA!\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e1. Há muitos e muitos anos que a politologia nos ensina que sempre que há um vácuo na política, esse tende a ser ocupado pelo judiciário e/ou pela imprensa. Ou pela anarquia, o que é o pior. Em nível nacional se vê claramente que o vácuo deixado pela chamada base parlamentar do governo, adestrada a golpes de favores e trocas, tem sido ocupado pelo judiciário, que interpreta e normatiza na fronteira, quase legislando.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e2. No Rio-Capital não há partidos nem forças de oposição que atuem como tal. Há alguns parlamentares esperneantes, que de forma episódica, individual \u0026nbsp;e inorgânica, deblateram contra a prefeitura. Com isso esse vácuo é ocupado pela imprensa, que faz as vezes de partido político, vocalizando a oposição.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e3. Parlamentares que tem relações pessoais próximas com a imprensa aparecem mais. Pensam que estão fazendo oposição, mas na verdade estão servindo apenas para fazerem suíte das matérias da imprensa, que, parte desta sim, \u0026nbsp;faz oposição. Dir-se-ia que esse é um processo quase inevitável. Não é simples num quadro de vazio desses, evitar a translação do jornalismo à política.\u003cbr /\u003e\u003cbr /\u003e4. Podem-se dar exemplos diversos dessa inorganicidade. Um destes foi destacado por um repórter que cobre a Prefeitura do Rio e a Câmara Municipal para um jornal de oposição. Ele anotou que todos os vereadores presentes à nano-passeata dominical (e não por coincidência), nenhum deles compareceu para votar o orçamento de 2008. Todos ausentes. \u0026nbsp;Ou seja: saíram de férias mais cedo. É natural -ironizou o repórter- que não saibam como o IPTU é aplicado.\u003cbr /\u003e",1] );  //--><br />
 Conseqüência: na margem, a economia brasileira vai desacelerar. Ou seja, o provável é que a taxa de crescimento do segundo semestre de 2008, já esteja, e se tudo der certo, na casa dos 3%. Os juros maiores pesarão nas contas fiscais. O que exigirá mais rigor fiscal do governo.</p>
<p> E tudo isso num ano eleitoral básico como o de 2008 onde a vontade de gastar, aumenta.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Economia 2008: O que o brasileiro pode esperar?]]></title>
<link>http://oreal.wordpress.com/2008/01/02/economia-2008-o-que-o-brasileiro-pode-esperar/</link>
<pubDate>Wed, 02 Jan 2008 17:43:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>all</dc:creator>
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<description><![CDATA[As previsões de 2008 indicam que se não houver uma recessão na economia americana, o Brasil deve ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>As previsões de 2008 indicam que se não houver uma recessão na economia americana, o Brasil deve crescer entre 4% e 4,5% nos próximos anos. Entraremos em um ciclo virtuoso como prevêem alguns? As previsões também falam na continuidade da estabilidade do Real, e do controle da inflação. Haverá perigo de os investimentos não virem na velocidade requerida pela demanda? As perguntas, neste começo de ano são muitas. Os brasileiros têm motivo para otimismo, como querem alguns?</p>
<p><b>EXPANSÃO</b></p>
<p>"O brasileiro pode esperar mais um ano de crescimento econômico como o que se verificou em 2007, expansão da economia brasileira em torno do 5% e taxa de inflação abaixo de 4,5%. Expansão do emprego, expansão do consumo e expansão dos investimentos produtivos. Ainda do ponto de vista macroeconômico o saldo da balança comercial será menor e déficit em transações correntes ressurgindo, o que pode significar a volta da vulnerabilidade externa".<br />
<i><b>RICARDO ELEUTÉRIO<br />
Economista</b></i></p>
<p><b>INCERTEZAS</b></p>
<p>"Os dados recentes justificam a otimismo do brasileiro em relação à 2008. Entretanto, precisamos incluir em uma análise de cenários entre outras variáveis a incerteza em relação ao tamanho da crise americana que pode impactar no crescimento do país, o aumento internacional do preço do petróleo e do consumo interno que pode elevar a inflação, possibilidade de corte nas contas públicas (gastos correntes+investimento), atraso na execução do orçamento federal e interrupção na queda das taxas de juros. Portanto, grandes são os desafios a serem enfrentados pelos agentes públicos e privados para que o cenário otimista prevaleça no próximo ano."<br />
<i><b>ALBERTO TEIXEIRA<br />
Diretor-Executivo da Escola de Formação de Governantes (EFG)</b></i></p>
<p><b>OTIMISMO</b></p>
<p>"Como empresário da Construção Civil estou muito otimista com relação a 2008. Creio que o país deverá crescer em torno de 5% e que o Mercado Imobiliário deverá continuar em ritmo de crescimento. Creio que as taxas de juros tendem a cair favorecendo assim o setor produtivo. Além do cenário externo favorável, da estabilidade econômica vivida no país, acredito ainda que na esfera estadual haverá um incremento nas ações voltadas para a habitação de baixa renda e nas obras de infraestrutura. "<br />
<i><b>MARCELO CAVALCANTE<br />
Vice Presidente do Sinduscon-CE</b></i></p>
<p><b>COMEMORAÇÃO</b></p>
<p>"Apesar da perda da CPMF que o governo suprirá fatalmente com o aumento do IOF, a economia do Brasil tem uma forte tendência de crescimento em 2008 em função da estabilidade e da credibilidade que o setor econômico conquistou no exterior, provando que as crises Americanas não afetam mais a nossa economia como acontecia antes, além do amadurecimento do setor privado que está atraindo parceiros de fora com mais profissionalismo e segurança nos investimentos. Temos tudo para comemorarmos, e esperar que 2008 seja o ano da década".<br />
<i><b>ARMANDO CAVALCANTE<br />
Presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Ceará (Creci-CE)</b></i></p>
<p><b>DINAMISMO</b></p>
<p>"Sou otimista. Acredito que apesar da desaceleração da economia americana, a economia brasileira será capaz de manter o dinamismo, tanto pelo crescimento do consumo das classes de mais baixa renda, como pela expansão do crédito que deve avançar a níveis bem superiores aos atuais 34% do PIB. Espera-se que o Brasil atinja o Grau de Investimento, e passe a receber capital de investidores internacionais em maior volume. Se o Governo controlar a carga tributária, e for capaz de estimular os investimentos em infra-estrutura, o Brasil dará um grande passo em 2008".<br />
<i><b>HONÓRIO PINHEIRO<br />
Presidente do CDL</b></i></p>
<p><b>CONTROLE</b></p>
<p>"Acredito que se o governo controlar os gastos públicos, reduzindo os gastos correntes, sair da retórica e iniciar os investimentos que constam no PAC , com certeza essas ações passará para o setor privado a confiança necessária para que os investimentos internos e externos sejam feitos de imediato, aumentando assim a probabilidade do desempenho econômico de 2007 se repetir em 2008. A equipe econômica já demonstrou sua competência no controle da inflação, e está vigilante. O Brasill tem tudo para continuar nesse ritmo de crescimento.<br />
<i><b>Francisco José Mateus<br />
Presidente da Abance</b></i></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Economia 2008: O que o brasileiro pode esperar?]]></title>
<link>http://economiadobrasil.wordpress.com/2008/01/02/economia-2008-o-que-o-brasileiro-pode-esperar/</link>
<pubDate>Wed, 02 Jan 2008 17:37:43 +0000</pubDate>
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<description><![CDATA[As previsões de 2008 indicam que se não houver uma recessão na economia americana, o Brasil deve ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>As previsões de 2008 indicam que se não houver uma recessão na economia americana, o Brasil deve crescer entre 4% e 4,5% nos próximos anos. Entraremos em um ciclo virtuoso como prevêem alguns? As previsões também falam na continuidade da estabilidade do Real, e do controle da inflação. Haverá perigo de os investimentos não virem na velocidade requerida pela demanda? As perguntas, neste começo de ano são muitas. Os brasileiros têm motivo para otimismo, como querem alguns?</p>
<p><b>EXPANSÃO</b></p>
<p>"O brasileiro pode esperar mais um ano de crescimento econômico como o que se verificou em 2007, expansão da economia brasileira em torno do 5% e taxa de inflação abaixo de 4,5%. Expansão do emprego, expansão do consumo e expansão dos investimentos produtivos. Ainda do ponto de vista macroeconômico o saldo da balança comercial será menor e déficit em transações correntes ressurgindo, o que pode significar a volta da vulnerabilidade externa".<br />
<i><b>RICARDO ELEUTÉRIO<br />
Economista</b></i></p>
<p><b>INCERTEZAS</b></p>
<p>"Os dados recentes justificam a otimismo do brasileiro em relação à 2008. Entretanto, precisamos incluir em uma análise de cenários entre outras variáveis a incerteza em relação ao tamanho da crise americana que pode impactar no crescimento do país, o aumento internacional do preço do petróleo e do consumo interno que pode elevar a inflação, possibilidade de corte nas contas públicas (gastos correntes+investimento), atraso na execução do orçamento federal e interrupção na queda das taxas de juros. Portanto, grandes são os desafios a serem enfrentados pelos agentes públicos e privados para que o cenário otimista prevaleça no próximo ano."<br />
<i><b>ALBERTO TEIXEIRA<br />
Diretor-Executivo da Escola de Formação de Governantes (EFG)</b></i></p>
<p><b>OTIMISMO</b></p>
<p>"Como empresário da Construção Civil estou muito otimista com relação a 2008. Creio que o país deverá crescer em torno de 5% e que o Mercado Imobiliário deverá continuar em ritmo de crescimento. Creio que as taxas de juros tendem a cair favorecendo assim o setor produtivo. Além do cenário externo favorável, da estabilidade econômica vivida no país, acredito ainda que na esfera estadual haverá um incremento nas ações voltadas para a habitação de baixa renda e nas obras de infraestrutura. "<br />
<i><b>MARCELO CAVALCANTE<br />
Vice Presidente do Sinduscon-CE</b></i></p>
<p><b>COMEMORAÇÃO</b></p>
<p>"Apesar da perda da CPMF que o governo suprirá fatalmente com o aumento do IOF, a economia do Brasil tem uma forte tendência de crescimento em 2008 em função da estabilidade e da credibilidade que o setor econômico conquistou no exterior, provando que as crises Americanas não afetam mais a nossa economia como acontecia antes, além do amadurecimento do setor privado que está atraindo parceiros de fora com mais profissionalismo e segurança nos investimentos. Temos tudo para comemorarmos, e esperar que 2008 seja o ano da década".<br />
<i><b>ARMANDO CAVALCANTE<br />
Presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Ceará (Creci-CE)</b></i></p>
<p><b>DINAMISMO</b></p>
<p>"Sou otimista. Acredito que apesar da desaceleração da economia americana, a economia brasileira será capaz de manter o dinamismo, tanto pelo crescimento do consumo das classes de mais baixa renda, como pela expansão do crédito que deve avançar a níveis bem superiores aos atuais 34% do PIB. Espera-se que o Brasil atinja o Grau de Investimento, e passe a receber capital de investidores internacionais em maior volume. Se o Governo controlar a carga tributária, e for capaz de estimular os investimentos em infra-estrutura, o Brasil dará um grande passo em 2008".<br />
<i><b>HONÓRIO PINHEIRO<br />
Presidente do CDL</b></i></p>
<p><b>CONTROLE</b></p>
<p>"Acredito que se o governo controlar os gastos públicos, reduzindo os gastos correntes, sair da retórica e iniciar os investimentos que constam no PAC , com certeza essas ações passará para o setor privado a confiança necessária para que os investimentos internos e externos sejam feitos de imediato, aumentando assim a probabilidade do desempenho econômico de 2007 se repetir em 2008. A equipe econômica já demonstrou sua competência no controle da inflação, e está vigilante. O Brasill tem tudo para continuar nesse ritmo de crescimento.<br />
<i><b>Francisco José Mateus<br />
Presidente da Abance</b></i></p>
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