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	<title>saramago &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/saramago/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "saramago"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 19:49:11 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Cartaz - Blindness]]></title>
<link>http://acjuliana.wordpress.com/?p=37</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 16:05:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Juju</dc:creator>
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<description><![CDATA[Adorei os cartazes já divulgados do filme Ensaio sobre a Cegueira, baseado na obra do José Saramag]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Adorei os cartazes já divulgados do filme <em>Ensaio sobre a Cegueira</em>, baseado na obra do José Saramago, com a direção do Fernando Meirelles. É um dos meus livros favoritos, estou mega curiosa pra ver como ficou a versão para o cinema. O livro não é uma história fácil, e o Saramago tem uma escrita especial, me incomodou no início, porque não a gente não está acostumado a ler textos sem pontuação, mas depois de algumas páginas, entra-se no ritmo do Saramago, na sua imaginação única e visceral. Particularmente, achei esse o cartaz mais bonito, com a Julianne Moore, mas há outros com o rosto dos outros atores (Gael Garcia, Alice Braga, Mark Ruffalo) com mensagens de que o amor, a confiança, a luxúria, a fé e a esperança são cegos. Se você ainda não leu, dá um jeitinho antes de ver o filme no cinema. Eu vou reler com muito prazer.</p>
<p><a href="http://acjuliana.files.wordpress.com/2008/07/blindness_09.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-38" src="http://acjuliana.wordpress.com/files/2008/07/blindness_09.jpg?w=207" alt="" width="207" height="300" /></a></p>
<p>O filme estréia no Brasil dia 12 de setembro.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Întrebări care răspund, răspunsuri care întreabă]]></title>
<link>http://lenebarbie.wordpress.com/?p=104</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 10:35:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>lenebarbie</dc:creator>
<guid>http://lenebarbie.wordpress.com/?p=104</guid>
<description><![CDATA[Pentru că mulţi nu îl cunosc sau pentru că nu îl înţeleg.
Pe Saramago îl citeşti mai întâ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pentru că mulţi nu îl cunosc sau pentru că nu îl înţeleg.</em></p>
<p>Pe Saramago îl citeşti mai întâi pentru întrebările pe care le pune, şi abia apoi pentru răspunsurile pe care le dă, iar acest lucru îl explică el însuşi:</p>
<blockquote><p>Nici nu se poate socoti numărul răspunsurilor care îşi aşteaptă întrebările...</p>
</blockquote>
<p>Întrebări precum ce s'ar fi întâmplat dacă Iisus şi'ar fi scris propria Evanghelie despre lumea văzută prin ochii lui, ce sţar fi întâmplat dacă toţi oamenii ar orbi brusc sau dacă nimeni nu ar mai muri, dacă portughezii nu ar fi fost ajutaţi de cruciaţi să elibereze Lisabona din mâinile maurilor sau dacă oamenii ar fi descoperit zborul încă de acum 300 de ani, dacă Peninsula Iberică s'ar desprinde în mod inexplicabil de Europa şi ar începe să călătorească de una singură sau dacă oamenii şi'ar descoperi adevăratul nume pe care îl poartă.</p>
<p>Sunt întrebări pe care nimeni n'ar fi îndrăznit să le rostească şi nici măcar să le gândească, sunt întrebări pe care ne este teamă să le punem sau de care încercăm să fugim cu orice chip, sun înrebări care poate că trezesc mai multă teamă decât răspunsurile lor. Sunt întrebări care creează alte relităţi decat cea pe care o trăim, însă răspunsurile se întorc mereu către prezent. Un prezent incomod, grav, apăsător, care este mai mult decât un prezent al ficţiunii. Este un prezent care ar putea fi oricând cel pe care îl trăim.</p>
<p>Pe Saramago îl citeşti pentru că te citeşte. Te face să nu te mulţumeşti cu un singur răspuns şi să continui să întrebi şi să te întrebi. De fapt, nu răspunsul este cel care contează cu adevărat, ci însăşi întrebarea. Şi asta pentru că un răspuns nu poate avea decât o întrebare, pe când o întrebare poate oferi infinite răspunsuri. O întrebare deschide infinite uşi, pe când un răspuns le închide. Saramago nu scrie pentru cei care iau lumea despre ceea ce ştim noi că este, ci pentru cei care ştiu că lumea nu este ceea ce este.</p>
<p>Eu îl citesc pe Saramago pentru curajul de a întreba ceea ce alţii nu îndrăznesc să întrebe, dar şi pentru că nu îţi fură şansa să descoperi singur alte răspunsuri decât cele canonice. Fie că rescrie istoria şi religia, fie că reinventează omul şi realitatea, Saramago scoate mereu la iveală întrebarea potrivită într'o lume nepotrivită.  Întrebarea care răspunde, răspunsul care întreabă...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ensaio sobre a Cegueira, o filme.]]></title>
<link>http://conexaobrasilportugal.wordpress.com/2008/07/19/ensaio-sobre-a-cegueira-o-filme/</link>
<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 22:06:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>venusaquario</dc:creator>
<guid>http://conexaobrasilportugal.wordpress.com/2008/07/19/ensaio-sobre-a-cegueira-o-filme/</guid>
<description><![CDATA[
Essa é uma postagem imperdoavelmente tardia&#8230;
eu acompanhei o blog do Fernando Meirelles o te]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp0.blogger.com/_DgnHDYtjmVU/SITRRhogYvI/AAAAAAAABIQ/pXKZvVvTZyE/s1600-h/blindness.jpg"><img style="display:block;text-align:center;cursor:hand;margin:0 auto 10px;" src="http://bp0.blogger.com/_DgnHDYtjmVU/SITRRhogYvI/AAAAAAAABIQ/pXKZvVvTZyE/s400/blindness.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p>Essa é uma postagem imperdoavelmente tardia...<br />
eu acompanhei o blog do Fernando Meirelles o tempo todo em que esteve escrevendo. Aqui estão algumas críticas ao filme, que só me servem mesmo como opiniões, pricipalmente porque até onde sei, Saramago gostou bastante do resultado, então se não existissem os mil outros motivos para ver, eu veria por esse.</p>
<p>O Globo On Line</p>
<p>--------------------------------------------------------------------------------<br />
'Ensaio sobre a cegueira' é deprimente, diz 'Times'<br />
Plantão &#124; Publicada em 15/05/2008 às 08h33m<br />
BBC<br />
O filme de Fernando Meirelles, Ensaio sobre a cegueira, baseado na obra homônima do escritor português José Saramago e que abriu o Festival de Cinema de Cannes na quarta-feira foi descrito por um crítico britânico como "deprimente".</p>
<p>Foi "a abertura mais deprimente para um festival internacional que eu já vi" , escreveu James Christopher, do jornal britânico The Times.</p>
<p>"Depois da glamurosa esteira rolante de estrelas no ano passado, para comemorar os 60 anos sensacionais de estréias de filmes artísticos, o festival apagou as 'luzes de Natal', apertou o cinto e voltou ao austero negócio de mostrar os auto flagelados diretores-autores do futuro", escreve o crítico, para quem a noite de abertura foi "um choque azedo e inesperado".</p>
<p>"Ensaio sobre a cegueira não vai obter fãs. Mas muitos admiradores entrincheirados", afirma o crítico, para quem o filme deve agradar ao presidente do júri, Sean Penn, por que seria o tipo de filme "de apelo a um ator idealista".</p>
<p>Para o crítico, o filme é ambicioso e algumas cenas de ruas são tão bem feitas que chegam a ser "itens de colecionador", mas ele critica a atuação dos atores.</p>
<p>O jornal argentino La Nación disse que o filme foi recebido com "muita frieza", mas se trata de um exemplo da crescente globalização cinematográfica, destacando que muitas análises em Cannes compararam a produção - que fala da degradação da sociedade durante uma epidemia de cegueira que assola uma cidade - a desastres naturais como o causado pelo "furacão Katrina, a fome da Somália e os excessos na Guerra do Iraque".</p>
<p>Mas o jornal afirma que, apesar do profissionalismo e dos desafios assumidos por Meirelles, "o filme é bastante óbvio em sua apresentação de um universo sórdido e em sua denúncia da manipulação, da miséria e da precariedade da sociedade contemporânea. Além disso, não consegue transmitir os climas e a emoção que levaram o romance original publicado em 1995 pelo ganhador do Prêmio Nobel à consideração mundial".</p>
<p>O La Nación ressalta que Meirelles tentou filmar o romance vários anos antes, mas Saramago se recusou a vender os direitos do livro durante anos porque, segundo o escritor, "o cinema destrói a imaginação". "Em vista do medíocre resultado final do filme, o notável autor de O Evangelho Segundo Jesus Cristo tinha razão", afirma a reportagem.</p>
<p>Já o crítico do jornal britânico The Guardian deu ao filme quatro estrelas, descrevendo Ensaio sobre a cegueira como "um pesadelo apocalíptico adaptado de um romance de 1995 do vencedor do Nobel José Saramago e dirigido por Fernando Meirelles, que nele encontrou a exposição brutal da lei da selva das favelas que vimos em seu filme de 2002, Cidade de Deus".</p>
<p>"Ensaio sobre a cegueira é um drama com imagens soberbas e alucinatórias de colapso urbano. Tem uma linha de horror em seu centro, mas se torna mais leve pelo humor e gentileza", afirma o crítico Peter Bradshaw.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Blindness by Jose Saramago]]></title>
<link>http://bcfreviews.wordpress.com/?p=401</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 20:58:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>janeswanscott</dc:creator>
<guid>http://bcfreviews.wordpress.com/?p=401</guid>
<description><![CDATA[This is definitely a hard book to pick up (even if you can get hold of it from the bookshop), I had ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>This is definitely a hard book to pick up (even if you can get hold of it from the bookshop), I had difficulties gaining the energy to read it as it's not a particularly appealing subject matter; in fact, after hearing the synopsis I really didn't want to read it at all. However I pushed through that feeling as I wanted to join in with a reading circle, and have been blown away!</p>
<p>The book is a contemporary tale of a plague of blindness that affects the population, and the chaos that ensues. The story predominantly follows an eye doctor and his wife as they are affected and put into quarantine by a panicking Government trying to control the outbreak. The novel is not for the faint of heart, it is a difficult book to read as there are many quite horrific scenes, however, it is incredibly unusual and ultimately rewarding.</p>
<p>It is such an interesting and very different book to anything I have ever read. The whole way in which it is constructed, the writing style, the lack of real visual descriptives (on the most part) and the lack of grammar really do leave you feeling a bit sensory deprived yourself. Which is a really unusual thing to feel whilst reading, and I imagine it must have been very difficult to write (or else Saramago is a very clever man!). I did find myself looking up from the book, testing my vision from time to time, which is just bizarre! Even when I think about the book now, I don't have any real sense of visuals (I normally can picture scenes and characters after reading) but not with this one, it's all a bit fuzzy around the edges! The unusual writing style does make the book somehow even more compelling; a lack of grammar makes you concentrate more on who is speaking (which you would if you could not see). Also, the neglect of character names and lack of visual descriptions all add to the feeling disorientation and deprivation that the characters feel.</p>
<p>It is not a traditionally scary book; the writer's style seems to be quite matter of fact, purely just explaining what's going on, so the reader is spared of the tense build up leading to horrible events, however the subject matter is scary enough in itself!</p>
<p>I did feel very much close to the action, like I was peering in through windows or listening in to conversations. I guess that's the magic of Saramago’s writing, subtly bringing me in without me even noticing. All in all, it was a very enjoyable read (sometimes hard going because of the harshness of the realities of life), but well worth it as it is such an interesting and unusual book. It really was something like I've never read before; I think that's really what made it so good! Blindness is very grim indeed, but at the end, I found it quite uplifting somehow, that the people had to go on this journey in order to gain understanding and greater appreciate what they have. It was a true test of survival, strength and survival instinct. It showed how people can adapt and that everything that was once important (cars, homes, family, material possessions) were taken out of the equation and replaced with new values; it shows the real strength of the human spirit.</p>
<p>This is a difficult but ultimately rewarding and thought provoking read - highly recommended.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Evangelio según Jesucristo]]></title>
<link>http://todolibro.wordpress.com/?p=13</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 06:31:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>fcas1157</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Hermosa novela que narra la infancia y juventud de Jesús; su encuentro con Dios (y con el demonio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://todolibro.files.wordpress.com/2008/07/evangelio.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-19" src="http://todolibro.wordpress.com/files/2008/07/evangelio.jpg?w=180" alt="" width="180" height="296" /></a></p>
<p>Hermosa novela que narra la infancia y juventud de Jesús; su encuentro con Dios (y con el demonio); sus dudas. Una novela que se pregunta, entre otras cosas, el por qué de un Dios de sangre, por qué Dios necesita de ella.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuando llegan las musas]]></title>
<link>http://dostospos.wordpress.com/?p=224</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 17:19:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>dostospos</dc:creator>
<guid>http://dostospos.wordpress.com/?p=224</guid>
<description><![CDATA[Cuando llegan las musas es un libro que ofrece la oportunidad de conocer algunos de los momentos má]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Cuando llegan las musas es un libro que ofrece la oportunidad de conocer algunos de los momentos más sublimes de la creación de los maestros. Por ejemplo, <strong>la noche triste y solitaria en que Rafael Alberti, en un estudio de radio de su exilio parisino escribió La paloma</strong> o el día en que José Saramago esperaba la comida en un restaurante de Lisboa y, de pronto, recibió en su mente la idea para escribir su Ensayo sobre la ceguera.</p>
<p>Los lectores podrán descubrir <strong>las inmersiones matutinas de Borges en la bañera de su casa, donde meditaba y decidía si lo que había soñado la noche anterior le podría servir para una historia o un poema</strong>; <!--more-->de cómo Carlos Fuentes siente, cuando está escribiendo, la presencia y la fuerza de su difunto hijo dentro de sí; y de <strong>cómo Cortázar escribió Rayuela casi poseído por sus personajes, con la noción del tiempo totalmente perdida.</strong></p>
<p>También incluye los momentos más prosaicos de los autores durante sus labores literarias. Por ejemplo, <strong>el susto de Saramago al comprobar que su ordenador le había robado las ochenta páginas que llevaba escritas de La caverna</strong>; cómo se enfadaba Buero Vallejo cuando sus hijos jugaban al fútbol en el pasillo de su casa; cómo sufrió Miguel Delibes cuando, al cambiar su lugar de trabajo a un estudio tranquilo y sin ruidos, no pudo concentrarse y seguir escribiendo Los santos inocentes.</p>
<p>Además de conocer con detalle los hábitos y las técnicas de trabajo de los protagonistas del libro, los lectores podrán comprender algunos detalles curiosos relacionados con su tarea. Por ejemplo, por qué Isabel Allende siempre comienza sus novelas en la misma fecha, el 8 de enero. Por qué <strong>Gabriel García Márquez necesita una flor amarilla sobre su mesa para poder trabajar</strong>. Por qué este mismo escritor colombiano ha llegado a usar 500 hojas para redactar un cuento de 12. Por qué Mario Vargas Llosa suele escribir rodeado de numerosas figuras de hipopótamos. Por qué Saramago sólo escribe dos folios por día y ni una línea más…</p>
<p>O que Jorge Edwards aprovecha cualquier papel que lleve encima, desde una servilleta del bar hasta un recibo de la lavandería, para tomar nota de sus ideas en los momentos más insospechados. Y que <strong>Mario Benedetti, a sus más de ochenta años, procura a veces llegar a sus citas con antelación y así aprovechar ese tiempo para trabajar</strong>. Y que Carmen Martín Gaite, cuya última enfermedad no le dejó concluir su novela Los parentescos, murió abrazada a sus cuadernos.</p>
<p>Texto de C@MPUS DIGITAL</p>
<p>Cuando llegan las musas<br />
Autores: Ángel Esteban y Raúl Cremades<br />
Editorial: Espasa Calpe 2002</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O que as pessoas digitaram para buscar os trailers de filmes na internet.]]></title>
<link>http://trailersdecinema.wordpress.com/2008/07/15/o-que-as-pessoas-digitaram-para-buscar-os-trailers-de-filmes-na-internet/</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 15:44:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogycinema3</dc:creator>
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<description><![CDATA[activescan panda, adoro cinema filmes, allan hancock, antivirus gratis panda, antivirus online panda]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>activescan panda, adoro cinema filmes, allan hancock, antivirus gratis panda, antivirus online panda, antivirus panda, ator cinema, atores cinema, baixar filmes cinema, baixar filmes de cinema, baixar filmes do cinema, banda blind guardian, big blind, blind, blind boys, blind boys of alabama, blind date, blind dating, blind faith, blind gardian, blind guadian, blind guardia, blind guardiam, blind guardian, blind guardian 2007, blind guardian a twist in the myth, blind guardian belo horizonte, blind guardian bh, blind guardian brasil, blind guardian curitiba, blind guardian discografia, blind guardian discography, blind guardian download, blind guardian imaginations, blind guardian letra, blind guardian letras, blind guardian live, blind guardian lyrics, blind guardian mp3, blind guardian nightfall, blind guardian no brasil, blind guardian official, blind guardian porto alegre, blind guardian rio, blind guardian site, blind guardian são paulo, blind guardian 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]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ensaio sobre a Cegueira]]></title>
<link>http://apartamento52.wordpress.com/?p=27</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 03:22:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>apartamento52</dc:creator>
<guid>http://apartamento52.wordpress.com/?p=27</guid>
<description><![CDATA[Imperdível o filme do Fernando Meirelles sobre o livro do Saramago: Ensaio sobre a Cegueira.
O tít]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Imperdível o filme do Fernando Meirelles sobre o livro do Saramago: Ensaio sobre a Cegueira.</p>
<p>O título do filme em gringolês é BLINDNESS. Desembolsando uma quantia de 25 milhões de dólares, com um elenco bem devastador: Danny Glover, Julianne Moore, Gael Garcia Bernal, Mark Ruffalo, Alice Braga, Sandra Oh ... e por ai vai.</p>
<p>A história fala da esposa de um médico que é a única pessoa capaz de enxergar numa cidade onde todas as pessoas são misteriosamente tomadas por uma repentina cegueira. O fato acaba criando o caos e a desordem entre a população.</p>
<p>Me disseram que a pré-estréia não foi muito bem vista...o público dos EUA falaram que tem mta cena de estupro, que é mto pesado blablabla. O livro é pesado, o que vocês esperavam do filme né.</p>
<p style="text-align:center;">"Se puderes olhar, vê. Se podes ver, repara."</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/dgY7HuWsmKQ'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/dgY7HuWsmKQ&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Estréia prevista para 12 de SETEMBRO de 2008</p>
<p>No aguardo hãn!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem eu sou?]]></title>
<link>http://vidapessimista.wordpress.com/?p=5</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 02:30:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>vidapessimista</dc:creator>
<guid>http://vidapessimista.wordpress.com/?p=5</guid>
<description><![CDATA[Como assim? Você acha mesmo que eu vou explicar e me definir em um tópico? Eu acho que mereço no ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Como assim? Você acha mesmo que eu vou explicar e me definir em um tópico? Eu acho que mereço no mínimo um livro, talvez uma tese de doutorado. Não vou perder tempo gastando meu teclado para tentar resolver essa questão nesse Post. Afinal, tenho o direito egoísta de usar a existência toda desse blog só para isso. Falar de mim e do que quiser falar... sobre mim.</p>
<p>Realmente, vai ser um assunto bem chato. Muito maçante. Mas e daí? Acho que eu posso me dar ao luxo. Certo?</p>
<p>Você quer um nome?<br />
Eu te pergunto o que importa o nome? O que importa é o que nós somos. Eu sou um <em>pessimista</em>, é o que dizem. Dizem, mas não concordo, não sou pessimista. Uma vez até cheguei a torcer por um time de futebol e acreditei que ele iria ganhar. Mas meu Juventus não deu nem pro cheiro nesse campeonato paulista. Foi um momento de fraqueza, reconheço. Isso é o que dá querer acreditar que vai dar certo. Poderia torcer pelo Juventus, mas não dá para esquecer que nem em sonho o moleque travesso, o glorioso time da Mooca, seria campeão. É a vida!</p>
<p>Além do mais, eu e Saramago pensamos que <em>"dentro de nós existe uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos"</em>. Na verdade Saramago e eu, pois ele que pensou primeiro, quanto a mim somente concordei.</p>
<p>Mas acabo de lembrar de algo importante.  Leia o que está escrito na página "About leia isso". Achou? Fica bem embaixo do título do blog.  Bom, se não conseguir encontrar, por ser preguiçoso ou mentalmente incapaz, o link é esse:<br />
http://vidapessimista.wordpress.com/about</p>
<p>Até mais, quem sabe.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A reação de Saramago vendo a sua obra se transformando em um filme]]></title>
<link>http://rebyte.wordpress.com/?p=567</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 22:43:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rê Byte</dc:creator>
<guid>http://rebyte.wordpress.com/?p=567</guid>
<description><![CDATA[Eu me acabei de chorar com este vídeo.
Primeiro porque sou simplesmente apaixonada pelo Saramago, e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eu me acabei de chorar com este vídeo.</p>
<p>Primeiro porque sou simplesmente apaixonada pelo Saramago, e segundo por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ensaio_sobre_a_Cegueira" target="_blank">"Ensaio sobre uma Cegueira"</a> é um dos meus livros prediletos...</p>
<p>Estou com grandes expectativas sobre este filme... deve ser foda...</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/7XzBkM_LdAk'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/7XzBkM_LdAk&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>O trailer do filme aqui:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/jHblGp5ihbo'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/jHblGp5ihbo&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MINISTRO DA CULTURA QUER ESPÓLIO DO POETA JORGE SENA EM PORTUGAL]]></title>
<link>http://thelmomattos.wordpress.com/?p=351</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 13:53:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thelmo Mattos</dc:creator>
<guid>http://thelmomattos.wordpress.com/?p=351</guid>
<description><![CDATA[Lisboa, 11 Jul (Lusa) - O ministro da Cultura afirmou quinta-feira que vai tentar levar para Portuga]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align:justify;">Lisboa, 11 Jul (Lusa) - O ministro da Cultura afirmou quinta-feira que vai tentar levar para Portugal o espólio do poeta Jorge de Sena, considerado uma das figuras centrais da cultura portuguesa do século XX.</h4>
<div id="articleBody" style="text-align:justify;">
<h4>"Farei tudo o que estiver ao meu alcance para trazer este espólio para a Biblioteca Nacional para que seja digitalizado e fique ao alcance de todos os portugueses", declarou o ministro José António Pinto Ribeiro.</h4>
<h4>Pinto Ribeiro falava no final de uma sessão que transcorreu no <!--more-->Teatro Nacional de São Carlos organizada pela Fundação José Saramago para promover a obra do autor nascido em Lisboa, em 1919, e falecido em 1978, nos Estados Unidos.</h4>
<h4>O ministro prometeu "reparar esta injustiça", referindo-se ao fato de Jorge de Sena ser apontado como um autor português esquecido.</h4>
<h4>Considerado um dos grandes poetas da língua portuguesa, Jorge de Sena viveu no exílio no Brasil e depois nos Estados Unidos, onde viria a falecer e onde reside a sua viúva Mécia de Sena.</h4>
<h4>Na sessão também estiveram presentes José Saramago, Eduardo Lourenço, Vítor Aguiar e Silva, Jorge Fazenda Lourenço e António Mega Ferreira.</h4>
<h4>O especialista na obra de Jorge de Sena, Jorge Fazenda Lourenço em declarações à Agência Lusa considerou "muito importante" a possibilidade desse espólio vir para Portugal porque "iria enriquecer o conhecimento, sobretudo da fase final da vida do escritor".</h4>
</div>
<div id="articleBody" style="text-align:justify;"><strong>FONTE: <a href="http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/d03f41671d20189b391e86.html" target="_blank">AGÊNCIA LUSA DE NOTÍCIA</a></strong></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SARAMAGO QUER MAIS POESIA ESTUDADA NAS ESCOLAS]]></title>
<link>http://thelmomattos.wordpress.com/?p=350</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 13:24:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thelmo Mattos</dc:creator>
<guid>http://thelmomattos.wordpress.com/?p=350</guid>
<description><![CDATA[LISBOA, 11 Jul (Lusa) - O escritor José Saramago defendeu na noite de quinta-feira, em Lisboa, que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong><span>LISBOA, 11 Jul (Lusa) - O escritor José Saramago defendeu na noite de quinta-feira, em Lisboa, que a poesia portuguesa seja mais estudada nas escolas, dando como exemplo o poeta Jorge de Sena como um dos autores que deveria figurar entre os de leitura obrigatória.</p>
<p>"Têm-me dito que são sobretudo os romances a surgir nas leituras obrigatórias nas escolas. É tempo de dar passo à poesia", apelou o Nobel da Literatura durante uma sessão de homenagem a Jorge de Sena realizada quinta-feira à noite no <!--more-->Teatro Nacional de São Carlos (TNSC), promovida pela Fundação José Saramago, e que contou com a presença do ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, e ainda diversos especialistas da obra de Jorge de Sena como Eduardo Lourenço, Vítor Aguiar e Silva e Jorge Fazenda Lourenço.</p>
<p>Perante uma audiência que encheu totalmente o Salão Nobre do TNSC, Saramago justificou a escolha de Jorge de Sena para a sessão/debate intitulada "Um Regresso": "É um grande poeta, um grande escritor, uma grande cabeça e um grande coração", sublinhou, sobre o autor nascido em Lisboa, em 1919, e falecido nos Estados Unidos em 1978.</p>
<p>Considerado um dos grandes poetas de língua portuguesa e uma das figuras centrais da cultura portuguesa do século XX, exilou-se no Brasil em 1959 e foi viver nos Estados Unidos em 1965, onde leccionou literatura. São de sua autoria, entre uma vasta obra de poesia, ficção, teatro e ensaio, "Metamorfoses", "Arte de Música" e "Peregrinatio ad Loca Infecta".</p>
<p>Estava prevista a leitura de uma mensagem da viúva, Mécia de Sena, mas Saramago explicou que tal não foi possível porque os incêndios que têm devastado Santa Bárbara (Califórnia), onde reside, obrigaram-na a abandonar a residência habitual, que esteve ameaçada pelo fogo.</p>
<p>FONTE: <a href="http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200807118539491" target="_blank">AGÊNCIA LUSA DE NOTÍCIA</a></p>
<p></span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Las claudicaciones de la izquierda]]></title>
<link>http://carlosparis.wordpress.com/?p=40</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 17:56:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>carlosparis</dc:creator>
<guid>http://carlosparis.wordpress.com/?p=40</guid>
<description><![CDATA[Carlos París
Ed. Público 06/07/08
http://blogs.publico.es/dominiopublico/
Pocas cosas en el mundo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Carlos París</strong></em></p>
<p>Ed. Público 06/07/08</p>
<p>http://blogs.publico.es/dominiopublico/</p>
<p>Pocas cosas en el mundo actual me parecen tan sorprendentes como la contradicción interna que la política abriga. Por una parte el manifiesto fracaso del capitalismo para resolver los graves problemas sociales de la humanidad y, por otra, la creciente ceguera para percibir este fracaso y reaccionar ante él. ¿Es la que denunciaba Saramago en su lúcido Ensayo sobre la ceguera? Y en esta ceguera se mueve a tientas una izquierda que ha perdido el vigor de sus grandes convicciones, aquellas con que se erguía anunciando la posibilidad de un mundo mejor.</p>
<p>Cuando me he referido al fracaso del capitalismo no aludía, ciertamente, a sus beneficiarios. El orden actual, con toda su injusticia, constituye un enorme éxito que corona triunfalmente sus luchas, especialmente virulentas desde los ochenta, bajo la dirección de la trinidad Reagan, Thatcher, Wojtyla. Ni pienso sólo en la actual crisis mundial. Las periódicas crisis forman parte de la dinámica del capitalismo, como ya vió Marx.</p>
<p>Pensaba en el panorama desolador, que, en medio de un enorme desarrollo científico y técnico, se extiende ante nuestros ojos, cuando contemplamos la sociedad planetaria, con los mil millones de seres humanos que sufren el flagelo del hambre, en el Tercer Mundo, y en las bolsas de miseria del Primero, y con muchos más que llevan una vida inhumana. Y que, cuando tratan de huir de la miseria, se encuentran con los muros levantados por el Primer Mundo. Todo ello mientras no faltan alimentos, sino las medidas que, permitan desarrollar su producción y distribución, obstaculizadas por los intereses de las multinacionales. Hace ya años René Lenoir lo documentaba en su lúcido libro Le Tiers Monde peut se nourrir. Y Susan George explicaba que la raíz del hambre mundial no se encuentra sino en el precio especulativo de los alimentos. Hoy el Primer Mundo, más preocupado por el funcionamiento de sus vehículos que por el hambre, ha descubierto los biocombustibles. Pero, como recientemente explicaba Ziegler, con la cantidad de maíz que es precisa para llenar el depósito de un coche se podría alimentar, durante un año, no a la “niña de Rajoy”, pero si a un niño o niña mejicanos.</p>
<p>Y pensaba en los hirientes contrastes que en el mundo industrial se dan entre las clases sociales. Según el economista Stiglitz, “a finales del siglo XX el número de pobres aumentó en cien millones, al mismo tiempo que la renta mundial total crecía según un promedio del 2,5”. Todo un fracaso del devotamente cantado desarrollo, que obliga a pensar, más allá de los lugares comunes que se han impuesto a las mentes. Porque a la incapacidad para contemplar la realidad se une la asunción de los más viejos tópicos de la derecha, triunfantemente lanzados por los beneficiarios del actual orden, y asimilados por políticos y pensadores que se consideran progresistas y por las resignadas multitudes, incapaces de luchar por una sociedad mejor. Recordando el concepto de hegemonía ideológica de Gramsci hemos de reconocer que la derecha se ha impuesto en este terreno de combate, del cual es preciso desplazarla.</p>
<p>El primero y decisivo de estos victoriosos tópicos es la afirmación de que no existe más manera de organizar la vida económica y social que la representada por el capitalismo. Incluso mentes tan críticas y documentadas como la de Vidal Beneyto mantienen que no cabe otra posibilidad sino escoger entre las diversas formas del capitalismo, representadas por Europa, por EEUU y por China, pronunciándose a favor del modelo europeo. Pero en la realidad de la Unión Europea se acusa un creciente deterioro de los avances con que la socialdemocracia, aun sin tratar de eliminar el capitalismo, pretendía hacerlo algo más habitable mediante medidas sociales de protección a los más desfavorecidos. Un exponente de ello es la propuesta de la jornada de sesenta y cinco horas, en que culmina la agresión a los trabajadores que Lidia Falcón ya exponía lúcidamente en su libro, <em>Proletarios del mundo, ¡rendíos!</em></p>
<p>Hoy día nuestro presidente del Gobierno Central ha declarado que no piensa tomar ninguna medida que suponga una intervención en el mercado. La idea de que el mercado está gobernado por un mano mágica que produce el universal beneficio es otro de los grandes tópicos difundidos por la derecha que falsean la realidad. Ya hace muchos años Einaudi demostró cómo los oligopolios dominaban el espacio mercantil y, en nuestros días, cada mañana nos sorprende la noticia de una fusión de grandes empresas, llamadas a aumentar a nuestra costa sus beneficios, imponiéndose en el mercado.<br />
La libertad que la Revolución Francesa reclamaba para el ciudadano y Olimpia de Gouges exigía para la ciudadana, la que Marx vindicaba cuando afirmaba que “el libre desarrollo de cada uno es condición del libre desarrollo de los demás”, se ha convertido, hecha caricatura esperpéntica, en libertad de la empresa para incrementar sin límite sus beneficios, falta de control social. Y al mismo tiempo se extiende la mitología de la privatización, que en nuestra Comunidad madrileña bajo la dirección de Esperanza Aguirre, trata de arrollar la sanidad y la enseñanza públicas y arrinconar a la Universidad abierta a toda la población. Y en una práctica ampliamente extendida se convierte en “externalización de servicios” que aumentando costes, sólo benefician a las empresas privadas.</p>
<p>Hace tiempo escribí que la izquierda, tras sus derrotas, estaba presa del síndrome de Estocolmo. Y, sin embargo, nunca sus ideales y su proyecto han sido tan necesarios. Como afirmaba Rosa Luxemburgo, “socialismo o barbarie”. Y hoy nos invade la barbarie.</p>
<p><em><strong><br />
</strong> </em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novo trailer de Blindness na web!]]></title>
<link>http://transitoriamente.wordpress.com/?p=687</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 10:07:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>transitoriamente</dc:creator>
<guid>http://transitoriamente.wordpress.com/?p=687</guid>
<description><![CDATA[
 
O esperado novo filme de Fernando Meirelles – Ensaio Sobre a Cegueira (Blindness) – ganhou u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#c0c0c0;font-family:Verdana;"><a href="http://transitoriamente.files.wordpress.com/2008/07/julianne-moore.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-688" src="http://transitoriamente.wordpress.com/files/2008/07/julianne-moore.jpg" alt="" width="243" height="360" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#c0c0c0;font-family:Verdana;">O esperado novo filme de Fernando Meirelles – Ensaio Sobre a Cegueira (Blindness) – ganhou um novo trailer (agora sim a altura do nome). O primeiro trailer não convenceu, com uma simplicidade “forçada”, pouco informativo e sem gosto.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#c0c0c0;font-family:Verdana;">Foram lançados também cinco novos cartazes do longa, com os personagens principais (<a title="Blindness" href="http://hotvnews.wordpress.com/2008/07/04/ensaio-sobre-a-cegueira-novo-trailer-e-5-posters-das-personagens/" target="_blank">veja aqui</a>).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#c0c0c0;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#c0c0c0;font-family:Verdana;">Nosso antenado leitor Nuno Santos nos informou que segundo o site <a href="http://www.imdb.com">www.imdb.com</a> o filme será lançado dia 12 de setembro no Brasil. Estou curioso para “ver” as palavras de José Saramago no olhar de Meirelles. Tarefa complicada, por isso tamanhamente aguardada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#c0c0c0;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#c0c0c0;font-family:Verdana;">Antonio Rossa</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#c0c0c0;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#c0c0c0;font-family:Verdana;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/azLX4jjngpY'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/azLX4jjngpY&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#c0c0c0;font-family:Verdana;"> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ensayo sobre la ceguera]]></title>
<link>http://bailansincesar.wordpress.com/?p=34</link>
<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 22:30:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cesar Muñoz</dc:creator>
<guid>http://bailansincesar.wordpress.com/?p=34</guid>
<description><![CDATA[Desde que leí la novela &#8220;Ensayo Sobre La Ceguera&#8221; del escritor portugués José Saramag]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que leí la novela "Ensayo Sobre La Ceguera" del escritor portugués José Saramago, me dije : "¡Caray! En buenas manos esta sería una estupenda película" y finalmente, esta primera impresión personal que seguramente no fue la única, pues a algún productor también le vino la buena idea ha derivado en que este próxima a estrenarse BLINDNESS, basada en la novela del Premio Nobel de Literatura en 1998.</p>
<p>A cargo de uno de los mas laureados directores latinoamericanos en la actualidad, Fernando Meirelles, la cinta ya se estreno en el Festival de Cannes, donde el mismo Saramago, acompañado del director se dijo estar <a href="http://www.adn.es/mundo/20080520/NWS-0036-Blindness-Saramago-satisfecho.html">muy satisfecho</a> con la adaptación filmica de la película, lo cual sonará a campanas en los oídos de todos aquellos escepticos (como un servidor) que pensamos que siempre las películas basadas en libros demeritan la obra escrita. Contando esto, que el mismo autor haya aplaudido la película es un excelente aliciente para no perderse esta pelicula.</p>
<p>Sin más, el trailer de la película, la cual se antoja demasiado:</p>
<p style="text-align:center;">[vodpod id=ExternalVideo.622350&#38;w=425&#38;h=350&#38;fv=]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ensayo sobre la lucidez]]></title>
<link>http://jesed.wordpress.com/?p=185</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 20:04:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>jesed</dc:creator>
<guid>http://jesed.wordpress.com/?p=185</guid>
<description><![CDATA[Autor: José Saramago 
Resumen: Durante las elecciones municipales de una ciudad sin nombre, la mayo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Tahoma;"><a href="http://jesed.files.wordpress.com/2008/07/saramagocaricatura.gif"><img class="size-medium wp-image-203  alignleft" style="float:left;" src="http://jesed.wordpress.com/files/2008/07/saramagocaricatura.gif?w=300" alt="" width="87" height="88" /></a>Autor</span></strong><span style="font-family:Tahoma;">: José Saramago </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;">Resumen</span></span></strong><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;">: Durante las elecciones municipales de una ciudad sin nombre, la mayoría de sus habitantes decide individualmente ejercer su derecho al voto de una manera inesperada.<!--more--></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;"><a href="http://jesed.files.wordpress.com/2008/07/ensayo_sobre_la_lucidez.jpg"><img class="size-medium wp-image-186  alignright" style="float:right;" src="http://jesed.wordpress.com/files/2008/07/ensayo_sobre_la_lucidez.jpg?w=187" alt="" width="187" height="300" /></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;">El gobierno teme que ese gesto revolucionario, capaz de socavar los cimientos de una democracia degenerada, sea producto de una conjura anarquista internacional o de grupos extremistas desconocidos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;">Las cloacas del poder se ponen en marcha: los culpables tienen que ser eliminados. Y si no se hallan, se inventan.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;">Con esta obra, Saramago, un escritor que se ha convertido en la conciencia lúcida de una época cegada por los mecanismos del poder, lanza una llamada de alerta: "Puede suceder que un día tengamos que preguntarnos Quién ha firmado esto por mí". Ese día puede ser hoy. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ensayo sobre la ceguera]]></title>
<link>http://jesed.wordpress.com/?p=182</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 19:59:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>jesed</dc:creator>
<guid>http://jesed.wordpress.com/?p=182</guid>
<description><![CDATA[

  Autor: José Saramago 
  Resumen: Una ceguera blanca se expande de manera fulminante.
 
 

D]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Tahoma;"><a href="http://jesed.files.wordpress.com/2008/07/jose-saramago-1.gif"><img class="size-medium wp-image-202   alignright" style="float:right;" src="http://jesed.wordpress.com/files/2008/07/jose-saramago-1.gif?w=245" alt="" width="75" height="67" /></a>  Autor</span></strong><span style="font-family:Tahoma;">: José Saramago </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:Tahoma;">  Resumen</span></strong><span style="font-family:Tahoma;">: Una ceguera blanca se expande de manera fulminante.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;"> <!--more--></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;"><a href="http://jesed.files.wordpress.com/2008/07/ensayo_sobre_la_ceguera.jpg"><img class="size-medium wp-image-183  alignright" style="float:right;" src="http://jesed.wordpress.com/files/2008/07/ensayo_sobre_la_ceguera.jpg?w=184" alt="" width="184" height="300" /></a></span></span><a href="http://jesed.files.wordpress.com/2008/07/ensayo_sobre_la_ceguera.jpg"></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;">De forma repentina, los afectados se vuelven ciegos.  Sin que se sepa la forma de transmisión, aquellas personas que tienen cierto contacto con los enfermos van siendo afectados por la misteriosa enfermedad.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;">Las autoridades de la ciudad, deciden recluir a los pacientes en un edificio de las afueras preparado para tal fin, bajo la rigurosa vigilancia del ejército que impone su aislamiento absoluto: se convierten así en "apestados". </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;">Internados en cuarentena o perdidos por la ciudad, los ciegos deben enfrentarse a lo más primitivo de la especie humana: la voluntad de sobrevivir a cualquier precio.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;">José Saramago, Premio Nobel de Literatura 1998, teje una aterradora parábola acerca del ser humano, que encierra lo más sublime y miserable de nosotros mismos. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Review Round-Up Covering an Unconscionably Long Period of Time]]></title>
<link>http://amphigorist.wordpress.com/2008/06/30/review-round-up-covering-an-unconscionably-long-period-of-time/</link>
<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 23:44:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>amphigorist</dc:creator>
<guid>http://amphigorist.wordpress.com/2008/06/30/review-round-up-covering-an-unconscionably-long-period-of-time/</guid>
<description><![CDATA[This Long Period In Books
Small Steps by Louis Sachar
I&#8217;m a big fan of Sachar; the three Waysi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2>This Long Period In Books</h2>
<p><em>Small Steps</em> by Louis Sachar</p>
<p>I'm a big fan of Sachar; the three <em>Wayside School</em> books (especially the first one) are long time favorites, and <em>Holes</em> is one of the masterpieces of modern children's lit. This here is a sort-of sequel to <em>Holes</em>, focusing on supporting characters Armpit and X-Ray now out in the world, as Armpit tries to take "small steps" towards leading a respectable life outside of Camp Green Lake. When compared with Holes, the book inevitably comes up short, but it's ambitions are more modest. As a gentle, affecting story for the teen set with a "good message" it is essentially effective. The characters are sympathetic, the tone is light and funny (though not as funny as Sachar at his best) and it manages to be more complex and nuanced than most other kid's books with a moral. Things don't really work out perfectly in the end, and Sachar manages to make some subtle points about racism, class, the emptiness of commercial culture and so on without really beating us over the head with it. Much.</p>
<p>However, most of the details are pretty fuzzy at this point (a month since I read it), which suggests that I might not even remember it at all in another month or so. I've read a lot of the lesser Sachar books (<em>Boy in the Girls Bathroom</em>, the <em>Angeline &#38; Some Other Kid</em> books, etc.) and I couldn't tell you what any of them were about, while I remember certain chapters of the Wayside books with extraordinary clarity. I also know I was going to criticize a couple things about the book that struck me as false and/or heavy-handed just after I read it, but I find they too have faded from my mind. Oh well.</p>
<p><em>Son of a Witch</em> by Gregory Maguire</p>
<p>I liked <em>Wicked</em> quite a lot, though it must be said that much of the book's power comes from it's relationship to the familiar story of Oz, and the fact that we know how it ends is the engine of the book's plot. After all, Elphaba never really accomplishes much of anything. Though she is a fascinating character, her story is more of potential greatness and her power as a symbol (both for her admirers and her detractors) than any great deeds she personally accomplishes. At the end of the book not only has she completely failed to bring about any of the changes in Oz that she had worked for, but she's mostly stopped trying. Anyway, the Oz stories that follow the original are less familiar to most people (and to me) so <em>Son of a Witch</em> is starting at a disadvantage (this is somewhat balanced by the fact that we are familiar with <em>Wicked</em> and <em>SoaW</em>'s large supporting cast, so that finding out what Glinda's doing and where Nor is and seeing Yackle and Nanny again are reasons to plod along). To be fair, except for a brief glimpse of Tip and some references to Ozma, Maguire doesn't really bother linking his story with the Oz sequels, and doesn't seem interested in doing so.</p>
<p>Another disadvantage for <em>Son of a Witch</em> is that Liir is not nearly as compelling a protagonist as Elphaba was. He spends most of the book whining about how he isn't really cut out to be a hero and it doesn't take long before we start to believe him, even if he ultimately accomplishes more than Elphie ever did. So this one doesn't really measure up to it's predecessor, but that doesn't mean it's all bad. There are some lovely bits; I especially like the two medicinal maunts and some of the birds, and the fairly unheroic defeat of the dragons. I also liked the ambiguous ending, that instead of learning why Candle has gone, Liir just thinks up a half a dozen possibilities. The big reveal at the end was not in the least surprising, but the excerpt from <em>Wicked </em>was touching, and reminds you why you bothered to read this in the first place. Anyway, if you liked <em>Wicked </em>it's worth picking up.</p>
<p><em>The Areas of My Expertise</em> by John Hodgman</p>
<p>I was somewhat familiar with Hodgman from the Daily Show, and from all the internet hype he received after this book came out, and also his connections to Jonathan Coulton and They Might Be Giants, so I knew going into this that he was my kind of guy. The kind of guy, that is, who shares my long-time obsession with hoboes and revisionist history. So it wasn't really a surprise that I dug this delightful almanac of complete world knowledge. Like the Daily Show book (which I read a couple months ago and forgot to review), it's not the kind of thing that really sticks to your bones, but that you could dip back into now and again for a good chuckle.</p>
<p>Oh, and just so you know, I wrote that About Me story for Tiffany's page before I read this. I was surprised at how strikingly similar it is to sections of this book - Hodgman is funnier, of course - and he even references Hoover building a secret robot army. Great minds and all that, I suppose.</p>
<p><em>Bob Dylan: Chronicles Volume 1</em></p>
<p>This is compulsively readable and engaging. Essential for Dylan fans. Typically confounding expectations, Dylan focuses on periods of his life and albums that are generally overlooked, rather than telling his side of the many legendary stories that surround him, or explaining how his canonical albums came about. Dylan is deft as ever with his language, but where he is usually surreal and opaque, he writes here plainly and with clarity. There are exceptions, and there are some passages (notably about an unusual playing style he discovered) that are barely comprehensible and possibly a big gag. But there is probably less weirdness and obfuscation than might have been expected, and the book is mostly filled with enlightening tidbits. He is also surprisingly generous about all the people in his past, even as he describes fundamental disagreements he is sure to paint his influences, rivals, collaborators and contemporaries in a positive light. Good stuff, and I await future volumes.</p>
<p><em>Blindness</em> by Jose Saramago</p>
<p>Excellent book, about an epidemic of blindness. At first I was afraid the anti-religion allegory (as in "blinded by the light", Paul of Tarsus, etc.) was being laid on a bit thick, but by gradually adding depth to the characters, and the accumulation of powerful and all-too-human scenes, it becomes a good deal more. The allegory itself gets added poignance and complexity with the powerful scene at the church. And though it piles on a thousand tragedies great and small, the tight plotting and occasional ray of hope keep the book from ever becoming too difficult to read. As an aside, I'm not crazy about the way so many modern fiction writers do away with the quotation mark, while sometimes it can lend flow and rhythm to a conversation, as often as not it only creates confusion where there should be clarity.</p>
<p>There is also some complexity with the intrusion of the narrator, the identity of whom is not entirely clear (though it is implied near the end), and which might be read as a weird sort of breaking of the fourth wall. The narrator stuff also ties into some complicated issues about gender in the book. The narrator makes more than one casually sexist comment, and the plot prominently features some horrifying violence against women on the one hand, but on the other the women (and especially one woman) are the most fleshed out characters in the book, and indeed the hero(in)es of the story. The men tend to be passive victims, it is the women who are pro-active, and take the necessary steps to ensure survival, or justice, or the protection of their loved ones.</p>
<p>I read this in part because there is a movie coming out, directed by Fernando Meirelles, one of my favorite young directors (he directed <em>City of God</em>, which is basically a perfect film, and <em>The Constant Gardener</em>, which was pretty good). The preview looks kind of dumb, but I still got hopes.</p>
<p>Incidentally, Saramago is the sixteenth (seventeenth if you include Sartre) Nobel prize-winner that I have read a major work by. I would rank him somewhere in the middle, eighth or ninth I think. If I wasn't about to embark on a different project, I might try reading something by every Nobel prize-winner. Maybe someone else can do that.</p>
<p><em>Nine Stories</em> by JD Salinger</p>
<p>For me, this is not only the last of Salinger's three major works (the others being <em>Catcher</em> and <em>Franny and Zooey</em>), but the least. Which is not to say it's bad. On the contrary, some of the stories (Bananafish, Laughing Man, To Esme) were quite terrific. But the book is uneven, and overall feels a little same-y. Also, his neurotic protagonists, while relatable, began to sound shrill and  insufferable by the time I got to the end. In the stories within the stories, Salinger shows off an especially sharp imagination. I would like to have seen him write some straight-up genre work. I bet he'd be good at it. Then again, for all we know, he has.</p>
<p><em>Franny and Zooey</em> is still my favorite, though it's possible that my view of the book is colored by my associations of where I read it (on a cruise). In general I tend to have a closer relationship with the works of art that I associate with specific memories. F'r instance, Dylan's <em>Blonde on Blonde</em> and Billy Bragg and Wilco's <em>Mermaid Avenue</em> take me back to our trip to Montana very strongly, and they are consequently (at least partially because of the association) among my favorite albums.</p>
<p><em>The Omnivore's Dilemma</em> by Michael Pollan</p>
<p>Someone on the internet linked me to Michael Pollan's talk at Google, and I found myself pretty much fascinated watching a 45 minute video of some guy just talking about food. I picked this up at the library the next week, and this is an incredible book. It wrestles with the question "What should we eat?" by following the paths our foods take to get to our plate using four example meals (from a McDonald's drive through, from a Whole Foods supermarket, from a local sustainable farm, and one that he hunts and forages for himself). The book could be accused of working from some assumed conclusions; Pollan seems to know the answers to a lot of his questions before he even asks them. But while he makes some good arguments about the problems with our industrial food culture, and shows us the main alternatives, he doesn't propose any clear cures or answers to these problems. The book also manages to simply and coherently explain the curious history of how we got to this point (how corn got cheaper to buy than to make, how the corn surplus basically created the industrial food culture, the birth of the organic movement and it's subsequent co-opting by the forces of industry) and why this system is unsustainable, not to mention bad for us. While the book necessarily wrestles with ethical, moral and ecological questions, it never (or almost never) gets preachy, and acknowledges the importance of economic realities. If most fruits and vegetables didn't make me gag, this book might very well change the way I eat.</p>
<p><em>Some Other Stuff I Read</em></p>
<p>I also read some <em>Angel</em> and <em>Buffy</em> comics (solid, not great), some <em>Batman</em> comics (mediocre), a good chunk of a racist joke book from the 1930s (most of it was too unfunny to be offensive, but look up the "Little Willies" sometime if you want to be horrified at the things your grandparents thought were funny), and bits from David Denby's <em>Great Books</em> (which partially inspired me to finally kick off a project I've been mulling for a while). There was probably other stuff as well but I just can't think of it. Oh, I picked up a couple new web comics. <a href="http://www.webcomicsnation.com/thorsby/destiny/series.php?view=archive&#38;chapter=24643"><em>Hitmen for Destiny</em> </a>is amazing. Ignore the fact that it's ugly and riddled with typographical errors and a little hard to follow at the beginning. Power through a little bit, and you will find an addictive comic with an imaginative and surprisingly deep world and some wonderful characters and humor (Professor Dripkettle is the best). <a href="http://www.allancomic.com/"><em>Allan</em></a> is a pretty good diary strip. And not new, but just finished is the gorgeous <a href="http://riceboy.jho-tan.com/"><em>Rice Boy</em></a>, which calls to mind such luminaries as Miyazaki, Suess, and Woodring.</p>
<h2>This Long Period in Movies and TV Shows</h2>
<p><em>Gargoyles </em></p>
<p>I've been a little disappointed by where this show has gone since I last wrote about it. In fact I got so bored with the series of episodes known as the "World Tour" I kinda dropped it. I think the biggest problem the show has is that they knew they might air out of order, so it's nearly impossible for them to build up a good run of continuity, except in the tentpole multi-parters. Also, they seem to be good at adding cool new ideas and characters to the show, but not so good at utilizing them to their full potential. The Gargoyles universe is an awesome toybox, but at some point I start to feel like they've added enough toys, let's do something with them now. I still think it's a good show, and I'll get back to finishing it eventually, but my enthusiasm is tempered.</p>
<p><em>Weeds </em>S3 and S4E1</p>
<p>After a rousing start, Season Three struggles to keep up the quality. Most of the U-Turn storyline is a disaster, and some of the other stories (I'm looking at you, Andy in the Army) never really come together at all. Worst of all is the direction they take Nancy's character, as she becomes increasingly unlikable (and kind of slutty). And as the new season begins, with Nancy getting essentially a clean slate, there appears to be no reason whatsoever for her to take this new job for Guillermo (who is one of the least interesting characters to ever appear on this show). Having seen how her career is affecting Shane, and having proven that she can get and hold a real job, and with no bad guys hanging over her head, there is no reason for her to continue in the drug trade that I can see at all. On the other hand, we still got Doug. Doug is the best. Doug is the reason I will keep watching this show. Honestly, any thing with Doug = Gold.</p>
<p><em>Malcolm in the Middle</em></p>
<p>I (re-, in some cases)watched most of S1-3, and a bit of S4. Admittedly, the show wasn't always on its game, and suffers early on when compared to the Simpsons, but anchored by the amazing performance by Bryan Cranston and Jane Kaczmarack (sp?) as Hal and Lois, the show grows ever more absurd and the writers start really messing around with the storytelling in S2, which is the show's clear peak. "Bowling" in particular is a classic (one of the eps that I had never seen before), and the jump-cut to the burnt house in the Craig ep is one of my favorite things ever. S4 is more inconsistent so far, though the family reunion episode has a special place in my heart as well. This show really deserves some proper DVD releases.</p>
<p><em>Death Note</em> (E1-36)</p>
<p>Holy awesome. Incredible premise, stunningly executed. Honesty the storytelling prowess displayed here is worth the price of admission. The pace never lets up, the story consistently surprises, I love it. But a little over halfway through comes one of the biggest twists of all and I am slightly less happy with the direction it's taken since then (and not only because the new credits songs are not as good). I would like to see more time spent on Kira moving his plan for his new world forward, and a little less time on these new guys, though obviously the show is not going to do that since I'm only one episode from the finish. I also would have liked to see the Shinigami realm (and Ryuk's backstory) become more important, but I guess you can't have everything.</p>
<p><em>Twin Peaks</em> (Pilot, and S1 and 2 up to episode 14)</p>
<p>Double holy awesome. I knew going in that this was supposed to be good, but man oh man. Kyle Maclachlan, of course, is the show-stealer here as Agent Cooper. (Agent Cooper and L from Death Note have both been added to my "favorite detectives" list.) But the whole cast is solid, and the show has this strange tone, a weird and arty mix of comedy, horror, mystery, melodrama that is impossible to nail down (and which occasionally goes astray when the show gets too focused on the soapy parts or the really silly parts like Super Nadine). Just describing the plots makes this show seem like a straight-up (or a send-up of a) soap opera, and it kind of is, the season one finale is a whole episode of basically every single soap opera cliff-hanger there can be. But it also does stuff like the dream at the end of episode two (one of the most unsettling things I've ever seen), and the episode that finally reveals Laura's killer, which is the episode I last watched and stands alongside the best hour-long episodes ever on TV. I am a little loath to continue, knowing as I do that the show supposedly goes way downhill from here, but I have also heard it rallies at the end, so we'll see.</p>
<p>Also, I am in love with Sherilynn Fenn as Audrey Horne.</p>
<p><em>Lost</em> (Finale)</p>
<p>Finished with a bang. Can't wait for S5.</p>
<p><em>The Office</em> (Finale)</p>
<p>Also went out swinging (the Kevin subplot in the finale was dynamite, and Beadie Russel!), though I'm worried about losing Toby. He's my favorite character (maybe tied with Creed), and his dynamic with Michael was one of the best parts of this show, but who knows? The writers seem to know what they're doing.</p>
<p><em>Arrested Development</em> (Complete Series)</p>
<p>I also managed to re-watch this entire series this month (I have apparently been doing nothing but watching TV lately) and it's just as good as I remembered it. The show was so dense, the architecture and call-back (and even call-forward) structure of the jokes so mind-boggling, that it has the best re-watch value of maybe any sitcom.</p>
<p><em>South Pacific </em></p>
<p>The story of one man's love affair with color filters and soft focus, this is one of the lesser entries in the Rodgers and Hammerstein filmography. The biggest problem is probably the guy playing the Frenchman, who is not nearly cool enough. The part really calls for a Bogart type, if Bogie types could sing. I'm not crazy about the script, either. The Frenchman as written is a lousy dad, who barely spends any time with his kids, doesn't think it's important to mention them to his girlfriend before proposing, and sees nothing wrong with going off and getting himself killed after he gets rejected by said racist girlfriend. On the other hand there are some pretty good songs, but on the original more negative hand there are also some lousy songs (Talky Talk), and the choreography is downright sad.</p>
<p><em>Mr. Deeds Goes to Town</em></p>
<p>Follows the Capra formula to a T; luckily, I like the Capra formula. It's no <em>John Doe</em> or <em>Mr. Smith</em>, but it's still pretty lovable.</p>
<p><em>Silent Hill</em></p>
<p>Neither good or so-bad-it's-good, it's just bad. There are a couple ridiculous things that are amusing (the razor head dude, the Mario ghost-zombies), and it seems like there are some ideas under there that might have made a good movie, but there is also a lot that is boring and just plain not good.</p>
<p><em>Brighton Beach Memoirs</em></p>
<p>Semi-autobiographical Neil Simon, which should tell you all you need to know. The kid in the lead grates after a while, and it's not as funny or touching as, say, <em>Lost in Yonkers</em>, but it's good enough.</p>
<p><em>Courage Under Fire</em></p>
<p>Kind of Rashomon-y thing with Denzel Washington as good as ever, but Meg Ryan is saddled with a difficult role (she has to portray her character the way she is described by a number of biased observers) and she is not really up to the challenge. Also, her accent sucks. Anyway, the movie was okay, but I won't cry if I never see it again. The best thing about it was the DA from Homicide and the DA from Law and Order working together.</p>
<p><em>Across the Universe</em></p>
<p>Struggles with what it wants to be, I think. Part of it is a goofy exercise in "Meet the Beat-Alls" style referencing, part of it is an incredible marraige of terrifically beautiful imagery to these immortal Beatles songs, and part of it is a commentary on the whole nature of the sixties counterculture and the subsequent disillusionment of that culture, and also there is a love story in there. The trippy visuals are awesome, the love story is hit and miss (though basically it works), but the message stuff threatens to crush the film with its over-earnest, obvious, and familiar take on the period. It's actually the humor and the spot-the-reference stuff that saves the day, giving the viewer permission to not take it all so seriously. I liked it, but without the good-will the songs buy it (and the film's willingness to be a little silly) I might have been less impressed.</p>
<p><em>The Trouble With Harry</em></p>
<p>Pretty unusual Hitchcock, without much of his usual visual panache, and overlong perhaps. But that's made up by the fact that it's actually quite funny, dark, and very frank for it's time. I was kind of split on the whole affair until the line "Go on, you little bastard! ...I mean, uh, hurry on home, son." which, in context, is freaking hilarious.</p>
<p><em>Wizard People, Dear Reader</em></p>
<p>I can't even describe what this is - well okay, it's an alternative audio track for Harry Potter and the Sorcerer's Stone that is basically a crazy guy's version of the story. It's not really a parody, though it is pretty freaking hilarious; someone online compared it to a cover song, and that's as good an analogy as I can think of. The crazy man in question is Brad Neely, who did that<a href="http://www.youtube.com/watch?v=sbRom1Rz8OA" target="_blank"> George Washington song</a>, and does the <a href="http://www.superdeluxe.com/sd/contentDetail.do?id=D81F2344BF5AC7BB77D6A0E55069BD0A9B3A52CB005FA7D7">Professor</a> <a href="http://www.superdeluxe.com/sd/contentDetail.do?id=D81F2344BF5AC7BB72C32624E72B3CFF0DFFC49A6FCD178D">Brothers</a> (and <a href="http://www.superdeluxe.com/sd/contentDetail.do?id=D81F2344BF5AC7BBA696F269B9D88D70629D940E51E3A2C6">Babycakes</a>) shorts for <a href="http://www.superdeluxe.com/sd/contentDetail.do?id=D81F2344BF5AC7BB94FE666B8ADD4119D78318AA8FC56AA9">SuperDeluxe</a> (none of which are safe for work or children).  In those shorts his brilliance is more easily sustainable, and there are some lulls in the movie. But there is more than enough awesome to keep me entranced all the way through. I love Neely, but that might just be me, I tried to introduce Tiff and she seemed underwhelmed. Anyway, this is the tops.</p>
<p><em>Some Other Stuff I Watched</em></p>
<p>Despite the fact that the reviews above represent about a gazillion hours of television viewing, I am fairly certain that it is incomplete. Off the top of my head, I know I watched the first thirty minutes of <em>The Golden Compass</em>, which was very disappointing considering how much I loved the book. It wasn't so much that it was bad, but that it was dull. I thought about hanging in till Sam Elliot or the armored polar bears showed up, but I was so totally disconnected (and less-than-eager for a watered down ending) that I just moved on to something else. Dad's been re-watching <em>West Wing</em> and <em>MASH</em>, of course, so I see them quite a bit. I watched the first half of the John Cusack movie <em>Money For Nothing</em>, but it prominently features of my pet peeves, stupid characters, so when food beckoned I gave up on it, too. Inspired by comments on <a href="http://www.avclub.com/content/home">The AV Club</a>, my favorite review site, I've been giving <em>Newsradio</em> S1 another chance. I will allow that Phil Hartman and Stephen Root are gods among men, but I still don't quite get the appeal of the show; the plots and writing and set and laugh track still feel like a hundred other sitcoms that I don't really care about. I'm going to keep watching, so maybe it'll grow on me.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Ler Saramago]]></title>
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<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 14:07:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>allrizz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nestes tempos de mau uso da língua portuguesa, ler Saramago é um refrigério para a alma. O uso da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Nestes tempos de mau uso da língua portuguesa, ler Saramago é um refrigério para a alma. O uso das palavras, não apenas pelo valor semântico mas também da sonoridade peculiar de cada uma, é uma arte que eu já considerava perdida.</p>
<p>Autores como Saramago contam-se pelos dedos das mãos. Lembro-me de ter sentido igual prazer ao ler Euclides da Cunha, vários trechos de Machado de Assis, William Faulkner e Lawrence Durrell. Algo nesses autores nos convida a continuar lendo-os pela sua musicalidade e ritmo inerentes às suas narativas.</p>
<p>É óbvio  que não é àtoa que Harold Bloom coloca Shakespeare no alto do pedestal. Basta lembrar o monólogo de Hamlet ou a cena das bruxas em Macbeth. Mas o espantoso é que Shakespeare é todo assim: quanto mais se lê, mais se quer reler e voltar a vê-lo e ouvi-lo declamado e representado. Lembrei-me agora de John Gielgud na versào fílmica de "The Tempest"...</p>
<p>Saramago, além de nos deliciar com sua prosa, remete-nos ao paraíso da literatura, por analogia.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Desquite]]></title>
<link>http://lacanciondelasirena.wordpress.com/?p=792</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 23:05:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ea Pozoblock</dc:creator>
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<description><![CDATA[ 
Georgina Cranston
 
El muchacho venía del rio. Descalzo, con los pantalones arremangados por enci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="font-style:normal;line-height:200%;text-align:center;" lang="es-ES"><a href="http://lacanciondelasirena.wordpress.com/files/2008/06/georgina-cranston.jpg"><img class="size-full wp-image-793 aligncenter" src="http://lacanciondelasirena.wordpress.com/files/2008/06/georgina-cranston.jpg" alt="" width="512" height="772" /> </a></p>
<p style="line-height:200%;text-align:center;"><span style="font-family:Verdana,sans-serif;"><span style="font-size:medium;"><a href="http://www.georginacranston.com/">Georgina Cranston</a></span></span></p>
<p style="font-style:normal;line-height:200%;text-align:justify;" lang="es-ES"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana,sans-serif;"><span style="font-size:medium;"> </span></span></span></p>
<p style="font-style:normal;line-height:200%;text-align:justify;" lang="es-ES"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana,sans-serif;"><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Saramago"></a><span style="font-size:medium;">El muchacho venía del rio. Descalzo, con los pantalones arremangados por encima de las rodillas, las piernas sucias de lodo. Vestía una camisa roja, abierta en el pecho, donde los primeros vellos de la pubertad empezaban a ennegrecer.  Tenía el pelo oscuro, mojado por el sudor que le escurría por el cuello delgado. Se inclinaba un poco hacia adelante, bajo el peso de los largos remos, de los que pendían hilos verdes de limos aún goteantes. El barco quedó balancéandose en el agua turbia y, allí cerca, como si lo espiasen, afloraron de repente los ojos globulosos de una rana. El muchacho la miró, y ella le miró. Después la rana hizo un movimiento brusco y desapareció. Un minuto más y la superficie del río quedó lisa y tranquila, y brillante como los ojos del muchacho. La respiración del limo desprendía lentas y muelles burbujas de gas que la corriente arrastraba. En el calor espeso de la tarde los chopos altos vibraban silenciosamente y, de golpe, flor rápida que naciese del aire, un ave azul pasó rasando el agua. El muchacho levantó la cabeza. Desde el otro lado del río una muchacha le miraba, inmóvil. El muchacho levantó la mano libre y todo su cuerpo dibujó el gesto de una palabra que no se oyó. El río fluía, lento.</span></span></span></p>
<p style="font-style:normal;line-height:200%;text-align:justify;" lang="es-ES"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">El muchacho subió la ladera, sin mirar atrás. La hierba se acababa allí mismo. Hacia arriba, hacia allá, el sol calcinaba los terrones de los barbechos y los olivares cenicientos. Metálica, durísima, una cigarra rompía el silencio. En la distancia la atmósfera temblaba.</span></span></span></p>
<p style="font-style:normal;line-height:200%;text-align:justify;" lang="es-ES"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">La casa era baja, achaparrada, bruñida de cal, con una franja de ocre violento. Un lienzo de pared ciega, sin ventanas, una puerta en la que se abría un postigo. En el interior el suelo de barro refrescaba los pies. El muchacho apoyó los remos, se limpió el sudor con el antebrazo. Se quedó quieto, escuchando los golpes del corazón, el pausado brotar del sudor que se renovaba en la piel. Estuvo así unos minutos, sin concienca de los rumores que venían de la parte de detrás de la casa y que se transformaron, de súbito, en gañidos lancinantes y gratuitos: la protesta de un cerdo atado. Cuando por fin empezó a moverse, el grito del animal, esta vez herido e insultado, le golpeó en los oídos. Y en seguida oyó otros gritos, agudos, rabiosos, una súplica desesperada, una llamada que no espera socorro.</span></span></span></p>
<p style="font-style:normal;line-height:200%;text-align:justify;" lang="es-ES"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">Corrió hacia el patio, pero no pasó del umbral de la puerta. Dos hombres y una mujer sujetaban al cerdo. Otro hombre, con un cuchillo ensangrentado, le abría un tajo vertical en el escroto. En la paja brillaba ya un óvalo achatado, rojo. El cerdo temblaba entero, lanzaba gritos entre las quijadas que apretaba una cuerda. La herida se alargó, el testículo apareció, lechoso y rayado de sangre, los dedos del hombre se introdujeron en la abertura, tiraron, retorcieron, arrancaron. La mujer tenía el rostro pálido y crispado. Desataron al cerdo, le liberaron el hocico y uno de los hombres se agachó y cogió las dos piezas, gruesas y suaves. El animal dio una vuelta, perplejo, y se quedó con la cabeza baja, respirando con dificultad. Entonces el hombre se los tiró.  El cerdo los mordió, masticó ansioso, tragó. La mujer dijo algunas palabras y los hombres se encogieron de hombros. Uno de ellos se rió. Fue en ese momento cuando vieron al muchcacho en el umbral de la puerta. Se quedaron todos callados y, como si fuese la única cosa que pudiesen hacer en aquel momento, se pusieron a mirar al animal, que se había echado en la paja, suspirando, con el hocico sucio de su propia sangre.</span></span></span></p>
<p style="font-style:normal;line-height:200%;text-align:justify;" lang="es-ES"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">El muchacho volvió al interior. Llenó un puchero y bebió, dejando que el agua le corriese por las comisuras de la boca, por el cuello, hasta el vello del pecho que se volvió más oscuro. Mientras bebía miraba fuera las dos manchas rojas sobre la paja. Después, con un movimiento de cansancio, volvió a salir de la casa, atravesó el olivar otra vez bajo el bochorno del sol. El polvo le quemaba los pies y él, sin darse cuenta, los encogía para huir del contacto escaldante. La misma cigarra rechinaba en tono más sordo. Después la ladera, la hierba con su olor a savia caliente, la frescura atontadora debajo de las ramas, el lodo que se insinúa entre los dedos de los pies e irrumpe por arriba.</span></span></span></p>
<p style="font-style:normal;line-height:200%;text-align:justify;" lang="es-ES"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">El muchacho se quedó quieto mirando el río. Sobre un afloramiento de limo, una rana, parda como la primera, con los ojos redondos bajo las arcadas salientes, parecía estar esperando. La piel blanca del buche palpitaba. La boca cerrada formaba un pliegue de escarnio. Pasó un tiempo y ni la rana ni el muchacho se movían. Entonces él, desviando con dificultad los ojos, como para huir de un maleficio, vio al otro lado del río, entre las ramas bajas de los salgueros, aparecer una vez más a la muchacha. Y nuevamente, silencioso e inesperado, pasó sobre el agua el relámpago azul.</span></span></span></p>
<p style="font-style:normal;line-height:200%;text-align:justify;" lang="es-ES"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">El muchacho se quitó la camisa despacio. Despacio se acabó de desvestir, y sólo cuando ya no tenía ropa ninguna sobre el cuerpo, su desnudez, lentamente, se reveló. Así como si se estuviese curando una ceguera de sí misma. La muchacha miraba de lejos. Después, con los mismos gestos lentos, se liberó del vestido y de todo cuanto la cubría. Desnuda sobre el fondo verde de los árboles.</span></span></span></p>
<p style="font-style:normal;line-height:200%;text-align:justify;" lang="es-ES"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana,sans-serif;"><span style="font-size:medium;">El muchacho miró una vez más el río. El silencio se asentaba sobre la líquida piel de aquel interminable cuerpo. Círculos que se alargaban y perdían en la superficie tranquila, mostraban el lugar donde por fín la rana se había sumergido. Entonces el muchacho se metió en el agua y nadó hacia la otra orilla, mientras el bulto blanco y desnudo de la muchacha se recogía hacia la penumbra de las ramas.</span></span></span><span style="font-family:Verdana,sans-serif;"><span style="font-size:medium;"><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Saramago"></a></span></span></p>
<p style="font-style:normal;line-height:200%;text-align:justify;" lang="es-ES"><span style="font-family:Verdana,sans-serif;"><span style="font-size:medium;"><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Saramago"><span style="text-decoration:none;">Jose Saramago</span></a></span></span></p>
<p style="line-height:200%;text-align:justify;">
<p style="margin-bottom:0;line-height:200%;text-align:justify;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Saramago plagia? no mames!]]></title>
<link>http://victorhh.wordpress.com/?p=207</link>
<pubDate>Sat, 21 Jun 2008 16:18:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>victorhh</dc:creator>
<guid>http://victorhh.wordpress.com/?p=207</guid>
<description><![CDATA[&#8220;No jodas wey, ya estuviste chingando a Arjona, ahora a Saramago, no tienes madre wey&#8221;
P]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>"No jodas wey, ya estuviste chingando a Arjona, ahora a Saramago, no tienes madre wey"</p>
<p>Palabras del siempre sincero Ricardo L. Ya sabes lo que dicen R, quien quiera entender que entienda yo no los chingo, ellos se meten en sus propias broncas.</p></blockquote>
<p><em><img class="aligncenter size-full wp-image-208" src="http://victorhh.wordpress.com/files/2008/06/saramago-banner.jpg" alt="Saramago banner" width="517" height="125" /></em></p>
<p><em>En mi busqueda de datos para escribir el post de Las intermitencias de la muerte me encontre con esta nota en un blog (ver abajo) ¿Que tan real es esta situación? yo no lo se.</em></p>
<p><em>Desde mi punto de vista vale la pena escuchar los argumentos del escritor mexicano, a quien puede que José Saramago le haya dado una patado en el estómago (una patada literaria, che). Desde mi punto de vista José Saramago es un excelente escritor, una persona que yo respeto, en las que con sus libros me muerto de risa y de llanto , un escritor emblemático en nuestro siglo, pero no por las razones antes dichas queda excento de cometer atrocidades, es por eso que le doy el mismo espacio a su acusador como se lo daría a cualquier otra persona que denuncia una injusticia. Denunciar, algo que es vital en la busqueda de una sociedad mas ordenada. Como siempre, todas las opiniones so bien recibidas.</em></p>
<p><em><strong>victor h h</strong></em></p>
<p> </p>
<p><strong>PREMIO NOBEL CONSTRUYE NOVELA DE UN CUENTO MEXICANO</strong><br />
Teófilo Huerta<br />
· El defensor de causas sociales es a la vez violador de los derechos de autor.</p>
<p>· Las intermitencias de la muerte de José Saramago contiene sucesivas ideas afines de mi cuento ¡Últimas noticias! registrado desde 1987.</p>
<p>· El escritor portugués derivó su novela sin la autorización del titular del derecho de la obra primigenia, de acuerdo con el Artículo 78 de la Ley Federal del Derecho de Autor.</p>
<p>· Son los dos primeros capítulos de la novela los que contienen la mayor parte de similitudes y planteamientos del cuento</p>
<p>· Entregué en 1997 mi obra a Editorial Alfaguara en México cuando Sealtiel Alatriste (hoy Coordinador de Difusión Cultural de la UNAM) era su director.</p>
<p>El escritor portugués y premio Nobel de Literatura José Saramago ha abusado tras de que la novela Las intermitencias de la muerte es una derivación sin el debido consentimiento de mi cuento ¡Últimas noticias! dentro del compendio La segunda muerte y otros cuentos de fúnebre y amorosa hechura registrado en 1986 ante el hoy Instituto Nacional del Derecho de Autor en México.</p>
<p>¡Últimas noticias! fue escrito en 1983 para el Primer Concurso de Cuento de Ciencia Ficción convocado por la representación del CONACYT Puebla (1984), sin que allí obtuviera premio o mención alguna. Posteriormente, registré mi obra de cuentos, incluido aquél, ante la entonces Dirección General del Derecho de Autor hoy INDAUTOR, bajo el título La segunda muerte y otros cuentos de fúnebre y amorosa hechura. El número de registro otorgado fue el 8369/86.</p>
<p>También publiqué mi obra bajo el mismo nombre en una edición limitada en 1987 por Editorial Quetzalcóatl.</p>
<p>Posteriormente participé en 1997 en el concurso Cuento triste convocado por el diario Reforma y Editorial Alfaguara, con el relato La mujer rojinegra y obtuve por el mismo una mención honorífica. Fue allí que entré en contacto con Grupo Santillana-Alfaguara en México y entregué mi pequeña obra sin ningún acuse de recibido en la puerta de la editorial. El sobre estaba dirigido a Laura Lara cuando en ese entonces Sealtiel Alatriste era el director de la editorial y quien a la postre estuvo físicamente muy cerca del portugués radicado en España cuando fue cónsul de México en Barcelona e íntimamente ligado a él en sucesivas presentaciones literarias. Hoy el sospechoso intermediario (o escritor fantasma del Nobel) se desempeña como director de Literatura de la Universidad Nacional Autónoma de México.</p>
<p>El 26 de mayo de 2006 comparecí ante la Dirección Jurídica del Instituto Nacional del Derecho de Autor (INDAUTOR) en relación a la junta de avenencia promovida para dirimir la derivación de la novela. Por la contraparte no asistió persona alguna que representara legalmente al señor José Saramago, toda vez que no ocurrió la notificación porque el domicilio particular de éste no coincide con el de Editorial Santillana al que se dirigió el citatorio. Se levantó un Acta de la comparecencia y se archivó el procedimiento administrativo.</p>
<p>A pesar del escenario en que una lucha legal implicaría más de cinco años para demostrar la verdad de mis dichos y otros cuatro años para resarcir los daños inherentes, y también ante las actuales circunstancias de no poder contar hasta ahora con un peritaje literario serio, además obviamente a las limitaciones presupuestarias para la titánica lucha, no agoto aún los cauces jurídicos y mantengo mi convicción sobre los hechos.</p>
<p>No por sorpresivo el hecho deja de tener veracidad. Mi intención no es el escándalo, el protagonismo, la fama o el dinero. Simplemente elemental justicia.</p>
<p>José Saramago podrá escudarse en argucias como el cliché, la inter e hipertextualidad, aducir mera inspiración, coincidencia o influencia y sostener que las ideas son universales y esas no se protegen, no obstante el hecho es que la creación es un acto único e individual y basarse en la de otro finalmente constituye un hurto. La novela de Saramago es una obra derivada pero que no puede ser explotada sin la autorización del titular del derecho de la obra primigenia, de acuerdo con el Artículo 78 de la Ley Federal del Derecho de Autor.</p>
<p>Hay un evidente parafraseo en situaciones particulares; una coherencia textual (pasajes paralelos); las construcciones sintácticas son similares; el modo de narración es satírico en ambas obras; no hay coincidencias fortuitas ni clichés, sino una clara concordancia de ideas.</p>
<p>A continuación las pruebas textuales del despojo.</p>
<p>El cuento ¡Últimas noticias!, de mi autoría inicia así:</p>
<p>“Los científicos, los religiosos y el hombre en general, no se explicaban las causas de tan singular fenómeno que afectó a toda la Tierra...El hecho ocurrió de pronto en todos los países, en unos de día en otros de noche. La noticia se comenzó a difundir...la gente.... no daba crédito a los titulares de los periódicos de ese día: “NO MURIÓ NADIE AYER!”...</p>
<p>La novela de José Saramago lo copia así:</p>
<p>"Al día siguiente no murió nadie. El hecho, por absolutamente contrario a las normas de la vida, causó en los espíritus una perturbación enorme... ni siquiera un caso para muestra, de que alguna vez haya ocurrido in fenómeno semejante, que pasara un día completo, con todas sus pródigas veinticuatro horas, contadas entre diurnas y nocturnas, matutinas y vespertinas.”</p>
<p>El cuento aborda la investigación de los reporteros:</p>
<p>“’Nuestros reporteros realizan en este momento una acuciosa investigación en todos los velatorios y hospitales, pues, al parecer, ayer tampoco murieron enfermos graves’”</p>
<p>Y la novela de Saramago expresa de manera sorprendentemente similar:</p>
<p>“...Se realizaron llamadas a los hospitales , a la cruz roja, a la morgue, a las funerarias...y las respuestas llegaban siempre con las mismas lacónicas palabras, No hay muertos”.</p>
<p>En otro pasaje de ¡Últimas noticias! se dice sobre los accidentes:</p>
<p>“...los vehículos quedaron prácticamente deshechos, pero sus ocupantes están ilesos, repito, los ocupantes de los dos autobuses que acaban de chocar están ilesos...”</p>
<p>Y en otro pasaje Saramago lo repite así:</p>
<p>“...de acuerdo con la lógica matemática de las colisiones, deberían estar muertos, pero que, pese a la gravedad de las heridas y de los traumatismos sufridos, se mantenían vivos...”</p>
<p>Al explicar “científicamente” tan peculiar fenómeno el cuento revela:</p>
<p>“’Otra de las teorías es la que mantienen especialistas de Moscú, quienes atribuyen la existencia del fenómeno a una variación de la órbita de la Tierra...”</p>
<p>Y Saramago lo copia así:</p>
<p>“....no se debería excluir la posibilidad de que se tratara de una alteración cósmica meramente accidental...”</p>
<p>Ante tan característica situación la gente celebra así en el cuento:</p>
<p>“Un ambiente de fiesta surgió en todos los hogares, en muchos de ellos había auténtica algarabía....“El júbilo era casi general, aun los que no habían atravesado por peligro alguno se sentían seguros de que nada les pasaría. Los niños jugaban sin cansarse y repetían las frases de los adultos: “no vamos a morir, no vamos a morir”.</p>
<p>Y así similarmente, sólo con cambio de palabras, celebran en la novela:</p>
<p>“...alegría colectiva que se extendía de norte a sur y de este a oeste, refrescando las mentes temerosas y arrastrando lejos de la vista la larga sombra de tánatos..se fueron uniendo al mare mágnum de ciudadanos que aprovechaban todas las ocasiones para salir a la calle y proclamar, y gritar, que, ahora sí, la vida es bella.”</p>
<p>En el cuento se ven afectados esencialmente los intereses de hospitales, funerarias, cementerios y compañías de seguros:</p>
<p>“...mientras que otros intentaron ejercer diferentes actividades, lo mismo que los empleados, gerentes y dueños de velatorios y panteones.”</p>
<p>En la novela de Saramago sospechosamente también se ven afectados los intereses de hospitales, funerarias, cementerios y compañías de seguros:</p>
<p>“Importantes sectores profesionales, seriamente preocupados con la situación, ya comenzaron a transmitir la expresión de su descontento...las primera y formales reclamaciones llegaron de las empresas del negocio funerario.”</p>
<p>El cuento le da un peso esencial como eje de la trama a los titulares periodísticos:</p>
<p>“...sin faltar aquellos encabezados ingeniosos: ‘THANATOS VENCIDO’, ‘LA TILICA Y FLACA DE VACACIONES’....Los encabezados seguían siendo sumamente llamativos: ‘EUFORIA MUNDIAL’, ‘¡SOMOS INMORTALES!’, ‘¡SÓLO FALTA QUE RESUCITEN LOS MUERTOS!’...”.</p>
<p>La novela de Saramago también le da ese peso al aspecto periodístico:</p>
<p>“...los más diversos y sustanciosos titulares...Y Ahora Qué Será De Nosotros...páginas convulsas, agitadas, manchadas de titulares exclamativos y apocalípticos...Tras el paraíso, el infierno, La muerte dirige el baile, Inmortales por poco tiempo, Otra vez condenados a morir, Jaque mate...”</p>
<p>El cuento justifica así el regreso a la mortalidad:</p>
<p>“De pronto, después de quién sabe cuántos días o meses, en una ciudad en la que se construía un edificio, un trabajador, tras caer desde un piso doce, no se levantó de la acera...todos clavaron su mirada en el hombre inmóvil.”</p>
<p>La muerte de la novela de Saramago sin ningún empacho la imagina así con el mismo trabajador:</p>
<p>“En esa obra tendrá que entrar (la muerte) de aquí a dos semanas para empujar de un andamio a un albañil distraído que no se fijará dónde va a poner el pie...nuestro turno de caer del andamio todavía no ha llegado... ”</p>
<p>El final del cuento expresa:</p>
<p>“Sin manifestaciones de júbilo, pero tampoco de desesperación y llanto, los seres de todos los confines acogieron la vuelta a la normalidad y, más que eso, a la naturalidad.”</p>
<p>La novela en páginas avanzadas también retoma los mismos términos:</p>
<p>“...para festejar el ya no esperado regreso a la normalidad, lo que pareciendo ser el cúmulo de la indiferencia y el desprecio por la vida ajena, no era, en resumen, otra cosa que el natural alivio...”<br />
--------------------------</p>
<p>Ver:<br />
<a title="Saramago" href="http://saramagoplagiario.blogspot.com/">http://saramagoplagiario.blogspot.com/</a><br />
<a title="Teo Huerta" href="http://teohuerta.blogspot.com/">http://teohuerta.blogspot.com/</a></p>
<p> <!--more-->Autora y dueña de los derechos de autor de estos refranes,publicados por primera vez el 18/7/2006: María Alicia García Facino,plagiada y amenazada por periodista del diario LA NACION y editorial Perfil (leyó bien,no se asuste)</p>
<p>Los plagios no existen, pero que los hay, los hay.</p>
<p>Plagiar es humano, perdonar es divino.</p>
<p>Más vale plagiar solo, que mal acompañado.</p>
<p>Dime a quién plagias y te diré quien eres.</p>
<p>Plagio, luego existo.</p>
<p>No dejes para mañana lo que puedas plagiar hoy.</p>
<p>Quien plagia primero, plagia dos veces.</p>
<p>No sólo del plagio vive el hombre.</p>
<p>Plagiar o no plagiar, ésa es la cuestión.</p>
<p>No hay plagio que no se parezca a su dueño.</p>
<p>Persevera en el plagio y triunfarás.</p>
<p>Haz el plagio bien, sin mirar a quien.</p>
<p>Donde fueres, haz el plagio como vieres.</p>
<p>Todos los caminos conducen al plagio.</p>
<p>Al que plagiando madruga, Dios lo ayuda.</p>
<p>Quien mal plagia, mal acaba.</p>
<p>Como soy docente,nos tomamos un recreo.</p>
<p>He aquí la técnica de Sergio Di Nucci ,quien plagió a una difunta que ni se enteró :</p>
<p>Carmen Laforet:"¿Por qué me mientes a mí también?"<br />
Sergio Di Nucci:"¿Por qué me mientes a mí también? ¿Por qué eres tan oscuro?"</p>
<p>CL:"...me había cazado en el momento en que yo me disponía a escaparme..."<br />
SDN:"...me había atrapado en el momento que me estaba escapando..."</p>
<p><!--more-->Regresemos a los refranes sobre plagios.</p>
<p>Hecha la ley, hecha la trampa del plagio.</p>
<p>El saber plagiar no ocupa lugar.</p>
<p>Donde entra el vino, salen los secretos del plagio.</p>
<p>Nunca es tarde para aprender a plagiar.</p>
<p>La crítica es fácil, el arte del plagio es difícil.</p>
<p>La fe en el plagio mueve montañas.</p>
<p>Si el plagio no va al hombre, el hombre va al plagio.</p>
<p>El plagio cortés no quita lo valiente.</p>
<p>Una mano lava la otra, y entre las dos, plagian la obra, cambiándole la cara.</p>
<p>Vestidme despacio,que estoy apurado por plagiar.</p>
<p>Plagiario no hay camino; se hace camino al plagiar.</p>
<p>El que busca, encuentra la mejor forma de plagiar.</p>
<p>A Dios rogando, y con el bolígrafo plagiando.</p>
<p>Tantas veces va el escritor a la fuente original,<br />
que la final la plagia.</p>
<p>No hay plagio que dure cien años.</p>
<p>Permitido reproducir estos refranes, mencionando a la autora y dueña de los derechos de autor<strong> en toda la Vía Láctea (toda la vía láctea, buenísimo)</strong>: María Alicia García Facino.</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amigos somos...amigos seremos]]></title>
<link>http://lixinterior.wordpress.com/?p=99</link>
<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 00:13:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>lixinterior</dc:creator>
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<description><![CDATA[[[ la insoportable frase hecha amigos somos, amigos seremos, es lo peor que se puede decir cuando se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>[[ la insoportable frase hecha amigos somos, amigos seremos, es lo peor que se puede decir cuando se quiere poner punto final a una relacion de tipo amoroso , creìamos haber cerrado la puerta y resulta que nos hemos quedado atascados en ella ]]</p>
<p>Jose Saramago El Hombre duplicado</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Consistence des Rêves Mai2008]]></title>
<link>http://potyra.wordpress.com/2008/06/19/78/</link>
<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 12:35:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>potyra</dc:creator>
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<description><![CDATA[

Exposition José Saramago-Lisbonne-Portugal
&#8220;L&#8217;argent n&#8217;est utile qu&#8217;à la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://potyra.files.wordpress.com/2008/06/novo-19.jpg"></a></p>
<p><a href="http://potyra.files.wordpress.com/2008/06/novo-191.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-102" src="http://potyra.wordpress.com/files/2008/06/novo-191.jpg" alt="" width="450" height="302" /></a></p>
<p>Exposition José Saramago-Lisbonne-Portugal</p>
<p>"L'argent n'est utile qu'à la satisfaction des instincts... Et l'instinct [...] n'est pas tout dans la vie."</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fan de... Mai2008 ]]></title>
<link>http://potyra.wordpress.com/2008/06/19/76/</link>
<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 12:33:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>potyra</dc:creator>
<guid>http://potyra.wordpress.com/2008/06/19/76/</guid>
<description><![CDATA[
Exposition José Saramago-Lisbonne-Portugal
&#8220;Aimer est probablement la meilleure façon d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://potyra.files.wordpress.com/2008/06/novo-18.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-75" src="http://potyra.wordpress.com/files/2008/06/novo-18.jpg" alt="" width="425" height="566" /></a></p>
<p>Exposition José Saramago-Lisbonne-Portugal</p>
<p>"Aimer est probablement la meilleure façon d'avoir, avoir est sûrement la pire façon d'aimer..."</p>
]]></content:encoded>
</item>

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