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	<title>reflorestamento &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/reflorestamento/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "reflorestamento"</description>
	<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 10:39:57 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Como ver a árvore sem ver a floresta ]]></title>
<link>http://ecourbana.wordpress.com/?p=1085</link>
<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 09:48:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>ecourbana</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ricardo Coelho, Ecoblogue, 18 de agosto0 de 2008
No início dos anos 1990, a fundação FACE1, dos p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ecourbana.files.wordpress.com/2008/08/eucalipto1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1092" src="http://ecourbana.wordpress.com/files/2008/08/eucalipto1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="219" /></a>Ricardo Coelho, <a href="http://www.ecoblogue.net/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=2042&#38;Itemid=41">Ecoblogue</a>, 18 de agosto0 de 2008</p>
<p>No início dos anos 1990, a fundação FACE1, dos produtores de eletricidade holandeses, começou a plantar árvores para "compensar" as emissões de CO2 das centrais termoelétricas. O projeto pioneiro de compensação de emissões foi elaborado como forma de antecipar futuras regulações em relação às emissões de CO2 das centrais a carvão. A indústria esperava assim legitimar a construção de uma central a carvão na Holanda.<!--more--></p>
<p><strong>Árvores vs pessoas</strong></p>
<p>Esta jogada de marketing foi bem sucedida. A central a carvão começou a operar sem oposição do governo e os produtores de electricidade conseguiram limpar a sua imagem. Melhor ainda, foram os consumidores que pagaram os custos da operação de plantação de árvores mas os lucros que agora se fazem com a venda de créditos de carbono convergem para a FACE2.</p>
<p>Um dos projectos mais emblemáticos da FACE é o do Parque de Mount Elgon, no Uganda, onde já plantaram 3 milhões de árvores. Os maiores perdedores são os Bagisu, uma tribo ugandesa que habita o Parque desde o século XIV. Em nome de um projecto que supostamente iria melhorar a sua qualidade de vida, foram expulsos das terras que ocupavam, como se fossem eco-criminosos. A FACE, contudo, limpa as mãos dos actos violentos de expulsão dos locais, arrastando a responsabilidade para o governo ugandês.</p>
<p>Os Bagisu têm recorrido aos tribunais para obter de volta as suas terras, com um sucesso moderado. A revolta com a injustiça tem levado também à acção directa, com uma boa parte da floresta plantada a ser destruída por quem foi expulso da sua terra. Curiosamente, como já é hábito nestes negócios, a FACE não devolve o dinheiro aos clientes que compraram créditos de carbono quando falha o seu objectivo de preservar a floresta plantada por um século3.</p>
<p>Do outro lado do globo, o mito do armazenamento do carbono em árvores permitiu o adiamento por uma década e meia da descarbonização do sector eléctrico holandês. Agora que se tornam cada vez mais evidentes as suas limitações, o sector eléctrico refugia-se noutro mito: a captura e sequestro de carbono. O primeiro mito legitimou a construção de uma central a carvão, o segundo serve como justificação para a construção de mais duas centrais a carvão.</p>
<p>O negócio de "compensação de emissões" permitiu também a comercialização de um "novo" produto: o gás verde. Trata-se de gás natural, tão poluente como qualquer outro de outra marca, mas as suas emissões foram "compensadas" pelas árvores ugandesas.</p>
<p>Segundo o documentário holandês "CO2 alibi"4, um vôo de férias às Ilhas Canárias (partindo da Holanda) emite mais de 500 toneladas de CO2. Para compensar estas emissões, é necessário ocupar um hectare de terra no Uganda por 99 anos. Mas esta terra poderia sustentar 10 ugandeses por 99 anos. A compensação de emissões não passa assim de um negócio neo-colonialista, usurpando as terras dos mais pobres do mundo para satisfazer a consciência dos ocidentais.</p>
<p><strong>Promessas ao vento</strong></p>
<p>A FACE foi crescendo com o tempo, tornando-se numa multinacional de créditos de carbono. Ao todo, detém já 500 mil hectares de floresta em todo o mundo. As povoações locais são aliciadas com a promessa de rendimentos consideráveis mas cedo descobrem que foram enganadas.</p>
<p>No norte do Equador, a FACE plantou uma floresta de pinheiros, invadindo o páramo, um ecossistema único dos Andes onde a vida prospera a altitudes entre os 3100 e os 5000 metros. Em 1993, foi firmado um contrato com a comunidade de Mojandita, maioritariamente indígena, segundo o qual a comunidade seria responsável pela manutenção da floresta plantada5.</p>
<p>Tal como no caso do Uganda, a FACE não detém directamente a floresta, assinando antes contratos com os proprietários de forma a assegurar os direitos de propriedade sobre a capacidade de sequestro de carbono. As comunidades locais obtém assim receitas sobre a venda destes direitos de propriedade e dos produtos florestais. Parecia ser um bom negócio mas de facto não era.</p>
<p>Não tardou muito até que surgissem os primeiros problemas. As receitas foram inferiores ao esperado, dados os elevados custos de manutenção da floresta. Em particular, ao fim de dez anos ainda não se tinham materializado as receitas da venda de produtos florestais, dado que os pinheiros não haviam ainda atingido a maturidade. Isto não é incomum nas plantações de pinheiros, especialmente quando são plantados fora do seu habitat natural, mas os locais nunca foram informados acerca desta eventualidade.</p>
<p>A monocultura de pinheiro resultou também num desastre ecológico. Uma boa parte da flora local que circundava a floresta desapareceu, devido à sombra provocada pelas árvores e à desertificação das terras. O ciclo da água foi perturbado, afectando o abastecimento de água para irrigação e consumo de uma região já fragilizada pelo degelo dos glaciares.</p>
<p>Mesmo o objectivo central - o sequestro de carbono - pode não ter sido alcançado. Para plantar os pinheiros, as terras tiveram de ser limpas da vegetação original, libertando-se grandes quantidades de carbono. Como os pinheiros não cresceram tanto como o previsto, é possível que o saldo seja negativo, ou seja, que o projecto tenha libertado mais carbono na atmosfera. Nada que preocupe a FACE, claro, dado que não contabiliza as perdas de carbono resultantes da alteração do uso dos solos. Todo o negócio depende assim da manipulação da ciência.</p>
<p>Dez anos depois da plantação dos pinheiros, tudo se desvaneceu em fumo. Em 2003 um incêndio de grandes proporções dizimou metade da floresta. O barril de pólvora tinha explodido.</p>
<p>Seguiu-se uma batalha judicial, com a FACE a exigir compensação financeira da comunidade de Mojandita. A comunidade recorreu a organizações indígenas e ecologistas, as quais enviaram uma carta aberta à FACE defendendo que a maior responsabilidade pelo incêndio pendia sobre a fundação, dado que havia plantado uma monocultura de pinheiro em vez de optar por árvores mais resistentes ao fogo. A ameaça de mobilização dos indígenas contra a FACE foi eficaz ao ponto de esta retirar as queixas contra a comunidade de Mojandita.</p>
<p>Actualmente, a vegetação local reconquista o seu espaço no Páramo. As comunidade indígenas aprenderam a sua lição, já que se comprometeram a nunca mais firmar contratos com empresas de créditos de carbono.</p>
<p><strong>Uma solução fácil</strong></p>
<p>A plantação de árvores oferece uma saída fácil para os maiores poluidores. Por um custo irrisório, podem "anular" as suas emissões e assim melhorar a sua imagem junto dos consumidores, assim como evitar pressões dos governos para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa. Não é de admirar, portanto, que 40% dos créditos de carbono gerados no mercado voluntário sejam de projectos de florestação. A evidência científica contra o mito da "compensação de emissões"6 de pouco vale quando estão em jogo importantes interesses económicos.</p>
<p>Entretanto, surgem outros mercados associados a serviços ambientais. Recentemente, foi criada uma reserva na Malásia por uma agência de investimento australiana, com o objectivo de vender "créditos de biodiversidade tropical" às empresas responsáveis pela destruição de florestas tropicais. A Coca-Cola, com o apoio da WWF, está a financiar projectos de conservação de água em África como forma de "compensar" a usurpação de água de comunidades pobres na Índia pelas suas fábricas. Enormes áreas de florestas na Indonésia, no Congo, na Guiana e em Madagáscar estão a ser adquiridas por agências de investimento como a Merril Lynch, antecipando a criação de mercados de serviços ambientais, tais como a fixação de carbono, a prevenção da erosão, a regulação dos ciclos hídricos ou a preservação da biodiversidade.</p>
<p>É isto o capitalismo no seu pior. Não há melhor oportunidade de lucro que a desgraça alheia, seja a degradação ambiental ou a crise agrícola. Para cada comunidade pobre que sofre os efeitos da globalização da exploração, existe pelo menos um capitalista pronto para lucrar com a miséria, com o consentimento de muitos governos e muitas ONGs. Como se a solução para a exploração do planeta e das pessoas que o habitam estivesse no casino bolsista e não no activismo social.<br />
1 - Forest Absorbing Carbon Dioxide Emissions (em http://www.stichtingface.nl/).</p>
<p>2 - Não é permitido (por enquanto) gerar créditos de carbono pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo através de projectos de florestação. Os créditos gerados pela plantação de árvores podem, no entanto, ser vendidos num dos muitos mercados voluntários, permitindo que empresas e indivíduos se apresentem como "neutros em carbono".</p>
<p>3 - O dióxido de carbono (CO2) permanece activo na atmosfera por 100 anos, pelo que a plantação de uma floresta apenas poderá ter algum impacto no ciclo de carbono se as árvores se mantiverem de pé durante este período de tempo. Quando uma árvore morre ou arde, o carbono armazenado é libertado de novo para a atmosfera, logo o armazenamento de carbono é apenas temporário.</p>
<p>4 - O documentário (com legendas em português) pode ser visto aqui: http://player.omroep.nl/?aflID=7320915</p>
<p>5 - Os detalhes do negócio são explicados no relatório da ONGA Acción Ecológica "Sumideros de Carbono en los Andes Equatorianos".</p>
<p>5 - Ver, por exemplo, a declaração da Royal Society sobre os sumidouros de carbono, "The role of carbon sinks in mitigating global climate change".</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Detentos plantam araucárias e conseguem redução de pena]]></title>
<link>http://liverig.wordpress.com/?p=320</link>
<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 18:37:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>liverig</dc:creator>
<guid>http://liverig.wordpress.com/?p=320</guid>
<description><![CDATA[Detentos da Araucária
Usualmente, quando a imprensa se volta ao sistema penal é para conferir maze]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="attachment_322" align="alignleft" width="369" caption="Detentos da Araucária"]<a href="http://liverig.files.wordpress.com/2008/07/det1.jpg"><img class="size-full wp-image-322" src="http://liverig.wordpress.com/files/2008/07/det1.jpg" alt="Detentos da Araucária" width="369" height="422" /></a>[/caption]
<p>Usualmente, quando a imprensa se volta ao sistema penal é para conferir mazelas como superlotação ou, na pior hipótese, para cobrir rebeliões. Ontem à tarde, porém, uma visita de jornalistas à Colônia Penal Agrícola localizada na cidade de Piraquara, no Paraná, teve por objetivo expor ao grupo um projeto que mescla ganhos sociais e ambientais.</p>
<p>Batizada de Programa Gralha Azul, a ação é coordenada pela Risotolândia Refeições Coletivas, que presta serviços de fornecimento de alimentação ao sistema penal. O objetivo é proporcionar a ressocialização desses detentos. Na prática, eles plantam mudas de Araucária – conhecida também como Pinheiro do Paraná e árvore símbolo do estado. Com a atividade, obtêm redução da pena, a razão de um dia a menos para cada três trabalhados.</p>
<p>O plantio começa normalmente no mês de junho e agora está em fase de conclusão. As mudas são doadas por órgãos públicos, entidades filantrópicas e também pela própria comunidade.</p>
<p>“Entendendo que o equilíbrio e o respeito ecológico entre fauna, flora e recursos hídricos é fundamental para a sobrevivência do homem, surgiu a parceria entre a Risotolândia e a Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania, através do Departamento Penitenciário do Estado (Depen) e da Colônia Penal Agrícola (CPA)”, disse ao jornal <strong>Ambiente Brasil</strong> Henriana Wzoreck, gerente comercial da empresa.</p>
<p>Segundo ela, o projeto, iniciado em junho de 2005, tem como meta que sejam plantadas 10 milhões de mudas no prazo de 10 anos.</p>
<p>“O plantio das mudas agrega valores de promoção humana e consciência ecológica, pois existe recuperação das áreas devastadas e o desenvolvimento profissional dos internos que participam do programa”, diz ela, registrando que o projeto foi idealizado pelo empresário Carlos Antonio Gusso, diretor presidente da Risotolândia, que, na prática, já demonstrava preocupação com a preservação da Araucária ao plantar a espécie em suas propriedades particulares rurais.</p>
<p>Para o diretor da Colônia Penal Agrícola, Lauro Luiz Cézar Valeixo, o projeto fortalece as noções de cidadania para os presos. “Esses internos já cumpriram parte de suas penas em regime fechado. Por necessitarem de um contato maior com a sociedade, para a qual vão passar as informações da importância do reflorestamento e da preservação do meio ambiente, tornam-se multiplicadores”, afirma.</p>
<p><strong>Lenda e verdade</strong></p>
<p><strong></strong>O nome do projeto é uma alusão à ave que também é um ícone paranaense, a Gralha Azul. Conta a lenda que uma gralha negra, recolhida num galho de pinheiro, foi acordada pelo som dos golpes de um machado. Assustada, voou para não presenciar a cena de morte do pinheiro. Lá no céu, ouviu uma voz pedindo para que retornasse aos pinheirais, pois assim ela seria vestida de azul celeste e passaria a plantar pinheiros. A gralha aceitou a missão e foi totalmente coberta por penas azuis, exceto ao redor da cabeça, onde permaneceu o preto dos corvídeos. Voltando à terra, passou a espalhar a semente da araucária.</p>
<p>Essa lenda na verdade reproduz um fato. A Gralha Azul tem o hábito de enterrar pinhões, segurando-os com o bico de forma que a parte mais pontiaguda lhe permita introduzi-los no solo mais facilmente. Encontrado o local correto, ela pressiona-os a entrar, conferindo-lhes golpes com o bico, até a completa introdução. Diz-se que <strong>um só animal é capaz de</strong>, assim,<strong> "plantar" 3.000 pinheiros por hectare</strong>.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=39693">Jornal Ambiente Brasil</a></p>
<p>_______________________________________________<br />
Bom, se o resto dos estados brasileiros seguirem o mesmo exemplo, a floresta amazônica será reflorestada em segundos !</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paulistanas ilustres no Parque Villa-Lobos]]></title>
<link>http://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/?p=112</link>
<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 04:48:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Cardim</dc:creator>
<guid>http://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/?p=112</guid>
<description><![CDATA[O verde parece que realmente se estabeleceu no Parque Villa-Lobos. De uma área aberta e sem sombra ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://arvoresdesaopaulo.files.wordpress.com/2008/07/fruto-dedaleiro.jpg"></a>O verde parece que realmente se estabeleceu no Parque Villa-Lobos. De uma área aberta e sem sombra do começo da década passada, passou-se a um lugar repleto de árvores em diferentes estágios de desenvolvimento, e com um fato raro na arborização da cidade: a presença de muitas espécies nativas.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://arvoresdesaopaulo.files.wordpress.com/2008/07/reflorestamento.jpg"><img class="size-medium wp-image-113    aligncenter" src="http://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/files/2008/07/reflorestamento.jpg?w=300" alt="" width="300" height="224" /></a>                                              </p>
<p>Muito frequentado pela população, é interessante observar como na parte mais recente de plantio de árvores, perto da marginal Pinheiros, não vemos nenhuma muda destruída ou vandalizada, parece que as pessoas estão realmente aprendendo a respeitá-las e a conviver pacificamente.</p>
<p>Dentre estas pequenas mudas, que prometem belos capões de mata no futuro, gratas supresas nos esperam. Árvores típicas das matas originais da cidade estão muito bem representadas nesses novos reflorestamentos, coisa realmente muito difícil de encontrar nas ruas e parques de São Paulo, ainda mais no caso de áreas que antes não tinham árvores como é o caso do Villa-Lobos.</p>
<p>Araribá (<em>Centrolobium tomentosum</em>), Araçá (<em>Psidium sp</em>.), Embiruçu (<em>Pseudobombax sp</em>.), Cedro-rosa (<em>Cedrella fisillis</em>), Copaíba (<em>Copaifera langsdorffii</em>), Capixingui (<em>Croton floribundus</em>), Dedaleiro (<em>Lafoensia pacari</em>), Jatobá (<em>Hymanea courbaril</em>) e Embaúba (<em>Cecropia sp</em>.) são alguns paulistanos ilustres que andavam ( ou andam?) meio desaparecidos desde a intensa urbanização e agora podem ser conferidos de mais perto.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://arvoresdesaopaulo.files.wordpress.com/2008/07/flor-araca.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115" src="http://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/files/2008/07/flor-araca.jpg?w=300" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p><a href="http://arvoresdesaopaulo.files.wordpress.com/2008/07/araca-maduro.jpg"><img class="size-medium wp-image-114    alignleft" src="http://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/files/2008/07/araca-maduro.jpg?w=300" alt="" width="300" height="224" /></a><a href="http://arvoresdesaopaulo.files.wordpress.com/2008/07/cedro.jpg"></a></p>
<p><a href="http://arvoresdesaopaulo.files.wordpress.com/2008/07/cedro.jpg"></a></p>
<p><a href="http://arvoresdesaopaulo.files.wordpress.com/2008/07/cedro.jpg"></a></p>
<p><a href="http://arvoresdesaopaulo.files.wordpress.com/2008/07/cedro.jpg"></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Flores e fruto maduro do Araçá, árvore antes abundante nos campos naturais e matas de São Paulo, a ponto de nomear até cemitério.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><a href="http://arvoresdesaopaulo.files.wordpress.com/2008/07/fruto-dedaleiro1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-118" src="http://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/files/2008/07/fruto-dedaleiro1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> Os lenhosos frutos do Dedaleiro, que depois se abrem liberando centenas de sementes.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://arvoresdesaopaulo.files.wordpress.com/2008/07/cedro1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-120" src="http://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/files/2008/07/cedro1.jpg?w=224" alt="" width="224" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://arvoresdesaopaulo.files.wordpress.com/2008/07/flor-embirucu.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119" src="http://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/files/2008/07/flor-embirucu.jpg?w=224" alt="" width="224" height="300" /></a></p>
<p>Cedro-rosa                                       O aveludado botão de flor do Embiruçu</p>
<p>Ricardo Henrique Cardim</p>
<p>Associação dos Amigos das Árvores de São Paulo</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Colabore com o Meio Ambiente! Plante árvores!]]></title>
<link>http://processosbiologicos.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 19:45:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>processosbiologicos</dc:creator>
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<description><![CDATA[Se você não tem como plantar árvores na sua região, ou mesmo lhe falta tempo, colabore de outra ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Se você não tem como plantar árvores na sua região, ou mesmo lhe falta tempo, colabore de outra forma: participe do projeto <a href="http://www.clickarvore.com.br/" target="_blank">clickarvore</a>!</p>
<p>É um projeto ambiental que tem por objetivo a recuperação da Mata Atlântica, um dos ambientes naturais de maior biodiversidade de nosso país e do mundo, e provavelmente também o mais devastado. É uma iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica e do Instituto Ambiental Vidágua, com o apoio da Abril, que resultou no lançamento do maior programa de reflorestamento já realizado no Brasil com espécies da Mata Atlântica. (<a href="http://www.abril.com.br/br/perfil/conteudo_43880.shtml" target="_blank">Fonte</a>).</p>
<p>Pelo site, o internauta pode autorizar diariamente o plantio de uma árvore nativa da Mata Atlântica, como o ipê, a peroba, o ingá e o jequitibá-rosa, em áreas degradadas de 17 estados. As mudas são encaminhadas à ONGs ambientalistas, prefeituras, comunidades e produtores rurais. São plantadas em áreas selecionadas por um conselho técnico-científico. Os patrocinadores do programa arcam com o custo da muda e do plantio. O internauta pode ainda acompanhar o andamento do processo através do site, que apresenta fotos e imagens das áreas já recuperadas. (<a href="http://www.abril.com.br/br/perfil/conteudo_43880.shtml" target="_blank">Fonte</a>).</p>
<p>Ou seja, que tal ser responsável pelo plantio diário de uma muda de árvore? Então, vamos lá!</p>
<p><strong>Como participar?</strong></p>
<p>1. Entre no endereço <a href="http://www.clickarvore.com.br/" target="_blank">http://www.clickarvore.com.br</a>.<br />
2. Clique no link <a href="http://www.clickarvore.com.br/?page=cadastro" target="_blank">Cadastre-se</a>.<br />
3. Concluído o cadastro, entre diariamente no endereço <a href="http://www.clickarvore.com.br/" target="_blank">http://www.clickarvore.com.br</a>.<br />
4. Nos campos Usuário e Senha, entre com os dados que escolheu no seu cadastro.<br />
5. Clique em OK!<br />
6. Clique na mãozinha com uma árvore, onde está escrito plantar no centro da tela.<br />
7. Após abrir a tela da paisagem, clique no mesmo símbolo do item 6, só que agora do lado direito, acima do texto Comprar mudas.<br />
8. Pronto! Sua muda foi plantada!<br />
9. Volte amanhã e repita diariamente o processo!<br />
10. <strong>A natureza agradece</strong>!</p>
<p>=========</p>
<p><a href="http://processosbiologicos.com" target="_blank">Engenharia Ambiental </a></p>
<p><a href="http://processosbiologicos.com" target="_blank">Processos Biológicos</a></p>
<p><a href="http://engenhariadeprocessos.com" target="_blank">Engenharia de Processos</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agência Click e Rock in Rio]]></title>
<link>http://ecolouca.wordpress.com/?p=101</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 03:17:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>ecolouca</dc:creator>
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<description><![CDATA[Conscientização em empresa online com banner na 1a página.
link: http://agenciaclick.com.br/
swf:]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Conscientização em empresa online com banner na 1a página.</p>
<p>link: <a href="http://agenciaclick.com.br/" target="_blank">http://agenciaclick.com.br/</a></p>
<p>swf: <a href="http://www.agenciaclick.com.br/impressao/swf/widget.swf" target="_blank">http://www.agenciaclick.com.br/impressao/swf/widget.swf</a></p>
<p>.</p>
<p>A Agência Click também fez uma campanha interessante para o Rock in Rio (Lisboa e Madri, aff!).</p>
<p>"Todos os dias do evento, os mil primeiros usuários que se cadastrarem na promoção vão ganhar uma árvore, que será plantada no Brasil. Pretende-se, assim, neutralizar as toneladas de gás carbônico emitidas durante os shows."</p>
<p>link: <a href="http://rockinrio.braziltour.com/swf/home.aspx" target="_blank">http://rockinrio.braziltour.com/swf/home.aspx</a></p>
<p>mais sobre o projeto: <a href="http://clickaqui.agenciaclick.com.br/profiles/blog/show?id=924212%3ABlogPost%3A30884" target="_blank">http://clickaqui.agenciaclick.com.br/profiles/blog/show?id=924212%3ABlogPost%3A30884</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mato Grosso: O que o INPE não viu com seus satélites]]></title>
<link>http://agribusinessnews.wordpress.com/?p=110</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 01:05:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>agribusinessnews</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em mais de oito anos de atividade, o viveiro de mudas da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assist]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em mais de oito anos de atividade, o viveiro de mudas da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), produziu aproximadamente 2 milhões de mudas de árvores (espécies nativas da região). Em 18 mil metros quadrados são cultivadas 66 variedades diferentes de plantas, que permitem  o reflorestamento, a recuperação de áreas degradadas e matas ciliares.  O jenipapo, o ipê, o cumbaru, o sarã, o angico, a orelha de negro, a aroeira  fazem parte do elenco de espécies que compoem o um quarto de milhão de mudas produzidas anualmente.</p>
<p>Toda essa preocupação ambiental do estado do Mato Grosso envolve ação social, pois além de repassar as mudas , também, são fornecidas informações, conhecimentos e cursos referentes ao trabalho executado no campo. Com essa rede bem formada entre as instituições estaduais e os cidadãos há uma clara recuperação de áreas degradadas e de matas ciliares, e há a preservação do espaço humano.</p>
<p>O INPE e a grande imprensa "livre" só viu o desmatamento.</p>
<p><a href="http://agronegociar.com" target="_self">Agronegociar.com</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Monoarboriza&ccedil;&atilde;o de nossas terras]]></title>
<link>http://impressoesamazonicas.wordpress.com/2008/06/15/monoarborizao-de-nossas-terras/</link>
<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 18:14:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Altamiro Vilhena</dc:creator>
<guid>http://impressoesamazonicas.wordpress.com/2008/06/15/monoarborizao-de-nossas-terras/</guid>
<description><![CDATA[A internacionalização da Amazônia já começou, e ninguém está reclamando. Aliás, os exército]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color:#008080;">A internacionalização da Amazônia já começou, e ninguém está reclamando. Aliás, os exércitos, oriundos da Austrália e Europa, já dominaram a Mata Atlântica e agora se espalham por toda área um pouco mais irrigada do território nacional.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#008080;">É impressionante, já vi estes exércitos que marcham cadentes e compenetrados para a morte, perfilados por áreas extensas do Espírito Santo e São Paulo. O que não esperava era encontrar seus integrantes tão ao norte. E os encontrei no Amapá e por todas estradas que rasgam o Pará e que tive oportunidade de percorrer. Pacientes, os eucaliptos e pinheiros formam grandes exércitos invasores, que expulsam a tudo: árvores nativas, arbustos, pássaros e até mesmo a maior parte dos insetos, partilhando o espaço todo entre si, e se alimentando e bebendo a água locais. Não aceito que isso seja chamado de reflorestamento, pois para mim a floresta é algo dinâmico e com múltiplas espécies de vida. O que vejo são extensas áreas de Monoarborização. </span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amazônia]]></title>
<link>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=223</link>
<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 14:48:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flavio Pinho Nogueira</dc:creator>
<guid>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=223</guid>
<description><![CDATA[Foram 1.123 km², praticamente a área do município do Rio de Janeiro (1.182 km²) ou cinco vezes a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Verdana;">Foram 1.123 km², praticamente a área do município do Rio de Janeiro (1.182 km²) ou cinco vezes a do Recife (218 km²) – e tudo isso em apenas um mês. </span></p>
<p>Esse foi o desmatamento observado na Floresta Amazônica em abril, segundo dados do sistema Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), apresentados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) na segunda-feira (2/6).</p>
<p>Do total da área em que se verificou corte raso ou degradação progressiva, 794 km², ou 70,7%, estavam no Mato Grosso. Roraima aparece em seguida na relação dos estados da Amazônia Legal com mais desmatamento, com 284,8 km².</p>
<p>Segundo o Inpe, o sistema havia registrado 112 km² de desmatamento no Mato Grosso em março, mas em período em que 78% da Amazônia estava coberta de nuvens, sendo que 69% do estado não pôde ser observado pelos satélites – a cobertura de nuvens costuma variar muito de um mês para outro, assim como a localização das áreas encobertas.</p>
<p>Do total verificado pelo Deter em abril, 53% da Amazônia esteve sob nuvens, mas apenas 14% do Mato Grosso ficou encoberto. Isso indica que a oportunidade de observação no estado aumentou muito de março para abril.</p>
<p>De agosto de 2007 a abril deste ano, o sistema identificou 5.850 km² de área desflorestada. Entre agosto de 2006 e julho de 2007, um intervalo de tempo maior, foram 4.974 km².</p>
<p>Em operação desde 2004, o Deter foi concebido como um sistema de alerta para suporte à fiscalização e ao controle de desmatamento. São mapeadas tanto áreas de corte raso como áreas em processo de desmatamento por degradação florestal.</p>
<blockquote><p>De acordo com o Inpe, é possível detectar apenas polígonos de desmatamento com área maior que 25 hectares por conta da resolução dos sensores espaciais (o Deter utiliza dados do sensor Modis do satélite Terra/Aqua e do sensor WFI do satélite CBERS, com resolução espacial de 250 metros). Devido à cobertura de nuvens, nem todos os desmatamentos maiores que 25 hectares são identificados pelo sistema.</p></blockquote>
<blockquote><p>Mais informações: <strong><a href="http://www.inpe.br" target="_blank">www.inpe.br</a></strong></p>
<p>Pesquisa: FPN-SP-Brasil</p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[(Ongs estrangeiras?)]]></title>
<link>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=216</link>
<pubDate>Sun, 08 Jun 2008 02:08:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flavio Pinho Nogueira</dc:creator>
<guid>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=216</guid>
<description><![CDATA[Títulos de terra de empresário sueco serão cancelados 
As Superintendências dos Institutos Brasi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family:Arial;"><strong><span style="font-size:medium;">Títulos de terra de empresário sueco serão cancelados </span></strong><br />
<span style="font-size:x-small;">As Superintendências dos Institutos Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no Amazonas vão cancelar a autorização para explorar madeira e os títulos de terra da empresa Gethal, proprietária das áreas atribuídas ao empresário sueco-britânico Johan Eliasch. A ação é uma resposta do governo brasileiro à polêmica sobre a posse de áreas por estrangeiros na região.O superintendente do Ibama no Estado, Henrique dos Santos Pereira, pediu hoje à Divisão Técnica do órgão que cancele os planos de manejo da Gethal, uma vez que a empresa não cumpriu o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado em 2005, o que causou as infrações que somam cerca de R$ 381 milhões de reais em multas e outras sanções, além de embargo federal nas áreas da companhia.</span></span></div>
<div><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:x-small;">"Pedimos que a empresa apresentasse os documentos de registro do imóvel, o que não ocorreu. Em consulta ao Incra, recebemos a resposta de que os certificados estavam inibidos, quer dizer, não seriam renovados. Frente a isso, somos obrigados a revogar as autorizações", afirmou. A principal multa refere-se à extração, transporte e comércio de 699,81 metros cúbicos de madeira em desacordo com a legislação vigente. Esse volume equivale a cerca de 230 mil árvores da floresta na região de Manicoré (AM). "Mais do que uma exigência do Ibama, é da legislação brasileira", disse Pereira.</span></span></div>
<p><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:x-small;"></p>
<div><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:x-small;">Na iminência das irregularidades cometidas pela Gethal, a superintendência do Incra no Amazonas pôs embargo às áreas da empresa, que detinha 57 propriedades, que somam 121,2 mil hectares, segundo levantamento em cartórios realizado pelo instituto. O próximo passo do Ibama para fiscalizar a Gethal é realizar uma vistoria pós-exploratória na área, quando se espera apreender 5 mil metros cúbicos de madeira explorada ilegalmente e não comercializada. (AE)</span></span></div>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p><span style="font-family:Arial;">Pesquisa: FPN-SP-Brasil ("...Ou ficar a pátria livre, ou morrer pelo Brasil ... ." )</span></p>
<p><span style="font-family:Arial;">Link: <a href="http://www.reporterdiario.com.br/index.php?id=80094">http://www.reporterdiario.com.br/index.php?id=80094</a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://hawston.wordpress.com/?p=21</link>
<pubDate>Sat, 07 Jun 2008 18:43:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>hawston</dc:creator>
<guid>http://hawston.wordpress.com/?p=21</guid>
<description><![CDATA[
Produzimos mudas de Nim Indiano (Azadirachta indica) e plantas ornamentais, como também mudas de e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img style="vertical-align:top;" src="http://i215.photobucket.com/albums/cc248/Hawston/cartaz.jpg" alt="Cartaz Nim" width="450" height="670" /></p>
<p style="text-align:left;">Produzimos mudas de <strong>Nim Indiano</strong> (<em>Azadirachta indica</em>) e plantas ornamentais, como também mudas de espécies da Caatinga, conforme lista abaixo:</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Angico Branco</strong> - <em>Anadenanthera Colubrina</em><br />
<strong>Canafístula</strong> - <em>Senna multijuga</em><br />
<strong>Jurema</strong> -  <em>Mimosa tenuiflora</em> (Willd.) Poir.<br />
<strong>Quipembe</strong> - <em>Piptadenia moniliformis</em> Ben<br />
<strong>Juazeiro</strong> - <em>Ziziphus joazeiro</em> Mart.<br />
<strong>Imburana-de-cheiro</strong> - <em>Amburana cearensis</em> A.C. Smith<br />
<strong>Pau-ferro</strong> - <em>Caesalpinia ferrea</em> Mart. Ex Tull<br />
<strong>Imbiruçú</strong> - <em>Pseudobombax simplicifolium</em> A.Robyns<br />
<strong>Jurema-preta</strong> - <em>Mimosa tenuiflora</em> (Willd.) Poir.<br />
<strong>Umburana de cambão</strong> - <em>Commiphora leptophloeos</em> (Mart.) J.B. Gillett</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[No limite da ignorância]]></title>
<link>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=214</link>
<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 15:31:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flavio Pinho Nogueira</dc:creator>
<guid>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=214</guid>
<description><![CDATA[Agência FAPESP – O conhecimento sobre as mudanças climáticas globais não pára de crescer. Mas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Agência FAPESP</strong> – O conhecimento sobre as mudanças climáticas globais não pára de crescer. Mas, na Amazônia, uma das regiões mais afetadas do mundo por esses fenômenos, as sofisticadas informações científicas não chegam ao pequeno agricultor, limitando sua capacidade de tomar decisões apropriadas para adaptação às mudanças.</p>
<p>A análise foi feita pelos pesquisadores Eduardo Brondizio e Emilio Moran, em artigo publicado na revista <em>Philosophical Transactions B</em>, da Royal Society, em edição inteiramente dedicada à Amazônia.</p>
<p>O artigo se baseou em uma série de estudos de campo feitos pelos dois antropólogos nas últimas décadas. O brasileiro Brondizio, que é chefe do Departamento de Antropologia da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, trabalha há duas décadas com os povos da Amazônia, região para onde segue anualmente. Moran, cubano naturalizado norte-americano e professor da mesma insituição, estuda a região há três décadas.</p>
<p>De acordo com Brondizio, a desconexão entre informação climática e a realidade dos pequenos agricultores é agravada pelas mudanças na organização social, que têm tornado as populações locais mais flutuantes e heterogêneas.</p>
<p>“A percepção das mudanças climáticas tem sofrido modificações, principalmente entre as comunidades de migração recente. Descobrimos que a maioria dos agricultores não se lembra de eventos climáticos ocorridos há mais de três anos. Em 2002, mais de 50% dos entrevistados não lembravam da seca causada pelo El Niño em 1998, por exemplo”, disse à <strong>Agência FAPESP</strong>.</p>
<p>Brondizio explica que o estudo procurou, em seu eixo teórico-conceitual, buscar meios para integrar duas tradições diferentes de interpretação das mudanças climáticas: enquanto os antropólogos observam como a cultura local direciona a reação das comunidades às mudanças, os físicos observam o processo em nível regional e global.</p>
<p>“Temos uma vasta literatura sobre os processos adaptativos e de manejo ambiental, mas ela ainda não está conectada com as novas demandas trazidas pela questão das mudanças climáticas. Queremos entender não só como as pessoas percebem mudanças no ambiente local, mas como as informações com dados regionais são utilizadas para orientar a adaptação”, disse.</p>
<p>Além de propor um arcabouço teórico para entender a adaptação às mudanças climáticas, segundo o antropólogo, a pesquisa teve outro eixo cujo objetivo é aplicar essa análise a uma realidade representativa da Amazônia.</p>
<p>“Focamos os estudos de campo em duas áreas do Pará que mostram muito bem os problemas enfrentados pelos agricultores e os limites para lidar com as secas e inundações causadas pelos fenômenos enfocados na teoria: as comunidades ao longo da rodovia Transamazônica, entre Altamira e Medicilândia, e a área ao longo da rodovia BR-163, entre Rurópolis e Santarém”, disse Brondizio.</p>
<p>As duas áreas, segundo conta, abrigam grande número de produtores rurais, na maior parte desassistidos e que integram comunidades extremamente dinâmicas, marcadas por mudanças freqüentes, falta de infra-estrutura e alta taxa de migração e de transformação do uso da terra.</p>
<p>“Essas características criam impedimentos para que as pessoas desenvolvam, ao longo do tempo, uma memória coletiva sobre as mudanças do meio ambiente. Também não conseguem criar formas coletivas de ações adaptativas”, apontou.</p>
<p><strong>Vivência local</strong></p>
<p>Acompanhando as duas áreas, com extensos trabalhos etnográficos, Brondizio e Moran procuraram compreender como as comunidades se modificaram de acordo com pressões externas – tanto econômicas como ambientais. Na região há famílias originárias de processos migratórios antigos e comunidades em plena formação.</p>
<p>“Uma série de pontos chamou a atenção. Um deles foi que a percepção sobre mudanças climáticas é proporcional ao tempo em que os indivíduos estão na região. Os que estão há menos tempo não sabem interpretar os fenômenos, não conseguem perceber se um evento é uma anomalia ou um padrão periódico. E também não têm um vocabulário apropriado para distinguir os fenômenos”, afirmou Brondizio.</p>
<p>Os estudos mostraram também, de acordo com o antropólogo, que comunidades mais antigas têm mais facilidade para desenvolver regras de uso de recursos que minimizam o impacto do uso de fogo para queimadas.</p>
<p>“As formas de ação coletiva, como as precauções para não alastrar o fogo para áreas vizinhas, são mais eficazes em comunidades mais antigas, com redes sociais mais fortes e maior compreensão das sutilezas ambientais”, disse.</p>
<p>O artigo <em>Human dimensions of climate change: the vulnerability of small farmers in the Amazon</em>, de Eduardo Brondizio e Emilio Moran, pode ser lido por assinantes da <em>Philosophical Transactions B</em> em <strong><a href="http://journals.royalsociety.org" target="_blank">http://journals.royalsociety.org</a></strong>.</p>
<p>Por Fabio de Castro: <a href="http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=8916">http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=8916</a></p>
<p>Pesquisa: FPN-SP-Brasil</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Meio Ambiente aprova plano de arborização urbana]]></title>
<link>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=213</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 18:22:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flavio Pinho Nogueira</dc:creator>
<guid>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=213</guid>
<description><![CDATA[A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou na terça-feira (27) mudança no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou na terça-feira (27) mudança no Estatuto da Cidade (Lei 10.257/01) para incluir no âmbito do plano diretor de cada município o Plano de Arborização Urbana. Esse plano deve conter a definição das espécies a serem utilizadas e o porte das árvores, além de considerar as condições ambientais de acesso, circulação e segurança dos locais públicos a serem arborizados.</p>
<p>O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Marcos Montes (DEM-MG), ao Projeto de Lei <a href="http://flavionogueira.wordpress.com/wp-admin/materias.html?pk=121986"><strong><span style="color:#2a2279;">2897/08</span></strong></a>, do deputado Miguel Martini (PHS-MG). O relator incluiu a necessidade de um inventário quantitativo e qualitativo da arborização urbana; o planejamento das áreas públicas a serem objeto de plantio, garantindo, sempre que possível, a conservação das árvores existentes; e um programa de educação ambiental para assegurar a efetiva participação da população no trato das árvores.</p>
<p>Além disso, Marcos Montes propôs que sejam respeitados o limite mínimo de 60% do total de árvores plantadas originárias dos ecossistemas nativos da região, em vez de 20% como no projeto original; e as normas relativas à produção de mudas, plantio, manejo, podas, conservação e transplante das árvores.</p>
<p><strong>Equilíbrio ambiental</strong><br />
"A arborização é um dos principais aspectos de valorização da paisagem urbana e do equilíbrio ambiental", disse o relator. "Ela contribui para a conservação do solo e dos recursos hídricos, a melhoria da qualidade do ar e a conservação da biodiversidade", acrescentou.</p>
<p>Na avaliação do parlamentar, esses aspectos têm sido pouco considerados no processo de expansão urbana, o que implica impactos negativos, como a sobrecarga do sistema de drenagem das águas pluviais e fluviais; enchentes; poluição; e desconforto ambiental. "A delimitação de áreas verdes, quando existente, destina-se muito mais à ornamentação e à recreação do que ao equilíbrio ambiental", afirmou.</p>
<p>Em geral, segundo ele, os espaços não edificados não contam com projetos de paisagismo. Além disso, acrescenta, o plantio de árvores, quando ocorre, "carece de planejamento sobre os locais onde deve ser feito, a escolha de espécies adequadas e outras normas que maximizem os benefícios da arborização".</p>
<p><strong>Tramitação</strong><br />
O projeto ainda será analisado, em <strong><span style="color:#2a2279;">caráter conclusivo</span></strong>, pelas comissões de Desenvolvimento Urbano e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Reportagem - Newton Araújo Jr.<br />
Edição - João Pitella Junior</p>
<p>(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')</p>
<p>Agência Câmara<br />
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852<br />
Fax. (61) 3216.1856<br />
E-mail:<a href="mailto:agencia@camara.gov.br"><span style="color:#2a2279;">agencia@camara.gov.br</span></a></p>
<p>Pesquisa: FPN-SP-Brasil</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Desmatamento da Mata Atlântica também avança.]]></title>
<link>http://tarjaverde.wordpress.com/?p=120</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 15:42:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>mestre</dc:creator>
<guid>http://tarjaverde.wordpress.com/?p=120</guid>
<description><![CDATA[Notícia veiculada pela Rede de ONGs da Mata Atlântica, com dados da Fundação SOS Mata Atlântica]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.rma.org.br/v3/action/news/detail.php?id=1605" target="_blank">Notícia</a> veiculada pela <a href="http://www.rma.org.br/v3/action/template/display.php" target="_blank">Rede de ONGs da Mata Atlântica</a>, com dados da <a href="http://www.sosma.org.br" target="_blank">Fundação SOS Mata Atlântica</a> e do <a href="http://www.inpe.br/" target="_blank">INPE</a>, informa que o desmatamento da mata atlântica <strong>voltou a crescer no período de 2005 a 2007</strong>. Desta vez, o estado campeão da destruição é <strong>Santa Catarina</strong>, onde estão as 3 cidades líderes do ranking, que desmataram o equivalente a 34km².</p>
<p>Comparando com os 1.123km² subtraídos da Amazônia, parece pouco. Porém, dado que restam pouco mais de 7% desta vegetação, o fato é <strong>alarmante</strong>.<!--more--></p>
<p>Uma das causas apontadas pela <a href="http://www.fatma.sc.gov.br/default/default.asp" target="_blank">FATMA</a> (Fundação do Meio Ambiente de Santa Catarina) é a substituição das florestas por pínus, que são vendidos para a indústria de papel. O que essas indústrias chamam de "reflorestamento" consiste na criação de <strong>largas monoculturas</strong> de eucaliptos, acácias ou pínus, que em nada se assemelham à vegetação original ali existente. Nessas áreas não nascem outras plantas, quase não moram animais, além de, em alguns casos, <a href="http://www.ambienteemfoco.com.br/?p=970" target="_blank">invadir</a> <a href="http://www.aracruz.com.br/show_arz.do?act=stcNews&#38;lastRoot=63&#38;id=568&#38;lang=1" target="_blank">áreas</a> <a href="http://www.aracruz.com.br/show_arz.do?act=stcNews&#38;lastRoot=63&#38;id=10&#38;lang=1" target="_blank">indígenas</a>. São as chamados <strong>desertos verdes</strong>. Veja um <a href="http://maps.google.com/maps?f=q&#38;hl=pt-BR&#38;geocode=&#38;q=deserto+verde&#38;jsv=113&#38;sll=-9.968851,-36.540527&#38;sspn=10.632512,20.566406&#38;ie=UTF8&#38;latlng=-19842612,-40084648,7021844366506180156&#38;ei=x1lFSOXlJKOgrAKFrIz1Aw&#38;sig2=nrt8wSJt0HlUSwjcaFDFiA&#38;cd=4" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Algo parecido acontece quando uma empresa manda plantar um zilhão de árvores, para "compensar" sua "pegada de carbono". Ugh... odeio essa expressão.</p>
<p>Se quiser saber mais sobre a insustentabilidade da indústria de papel, leia <a href="http://www.idec.org.br/rev_servicosambiente.asp" target="_blank">este texto</a> do IDEC.</p>
<p>E se quiser dar-nos uma baita ajuda, <a href="http://www.rma.org.br/v3/action/template/display.php" target="_blank">entre aqui</a>!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entidade alerta para biocombustível de 3ª geração]]></title>
<link>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=209</link>
<pubDate>Sat, 31 May 2008 15:35:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flavio Pinho Nogueira</dc:creator>
<guid>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=209</guid>
<description><![CDATA[Produtos usados na fabricação de biocombustíveis de terceira geração podem se transformar em pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Produtos usados na fabricação de biocombustíveis de terceira geração podem se transformar em pragas perigosas com expansão acelerada e descontrolada, dominando solo fértil usado para o cultivo de alimentos. Essa é a conclusão e o alerta feito após estudo pelo Global Invasive Species Program em parceria com o Nature Conservancy e a União Internacional para a Conservação da Natureza, apresentado durante a 9ª Conferência das Partes da Convenção de Controle Biológico (CBD) realizada em Bonn, na Alemanha.</p>
<p>Nesta categoria de potenciais pragas de rápida e descontrolada disseminação estão incluídas matérias-primas como a mamona (Ricinus communis), o pinhão manso (Jatropha curcas) e o dendê (Elaeis guineensis), entre muitos outros menos conhecidos ou populares nas pesquisas em curso no Brasil, indica o estudo. A pesquisa compara o impacto da expansão do cultivo não controlado dessas matérias-primas com as lavouras que produzem insumos para biocombustíveis de segunda geração, como a cana de açúcar, a soja, a batata doce, o girassol e alguns grãos usados também na produção de alimentos, destacando a vantagem destes últimos.</p>
<p>O Brasil tem ampla experiência com alguns produtos considerados pelo estudo como de terceira geração,, casos do dendê e da mamona. Há anos, culturas e mesmo na forma silvestre, essas plantas convivem com a produção de alimentos e outros insumos no País, sem que se tenham tornado pragas, graças, por exemplo, ao profundo conhecimento de especialistas da Embrapa e outros estudiosos.</p>
<p>O estudo traz uma tabela que detalha, um a um dos insumos de terceira geração, descreve onde são cultivados e o modo como essas plantas se alastram. No caso do dendê, por exemplo, sugere que a planta se dissemina facilmente sozinha, pela ação dos animais silvestres, assim como a mamona. Mas tanto a mamona quanto o pinhão manso também se alastram por meio da água e do trânsito de animais e veículos agrícolas, o que agrava os riscos de sua cultura nas proximidades de plantações de alimentos.</p>
<p>O estudo faz, em seguida, um alerta: "Não deixe que o cultivo de biocombustíveis ataque o seu país". Na visão dos especialistas responsáveis pelo documento, o controle da disseminação dessas plantas para lavouras próximas pode ser difícil, o que tende a causar riscos de "maiores perdas do que ganhos financeiros", argumenta o estudo.</p>
<p>O documento sugere que os riscos são particularmente alarmantes quando se leva em conta que as novas culturas de insumos para a terceira geração de biocombustíveis vêm sendo realizadas por investidores sem experiência agrícola, mas com muita pressa para obter retorno do patrimônio investido. Por fim, recomenda que os países envolvidos com a terceira geração de insumos realizem estudos mais cuidadosos antes de implementar grandes cultivos dessas plantas e dêem preferência a insumos de segunda geração, como a cana de açúcar, entre outros, que comprovadamente são mais seguros.</p>
<p>Por: Flora Holzman</p>
<p>Fonte: <a href="http://invertia.terra.com.br/carbono/interna/0,,OI2918703-EI8935,00.html">http://invertia.terra.com.br/carbono/interna/0,,OI2918703-EI8935,00.html</a></p>
<p>Pesquisa: FPN-SP-Brasil</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Minc quer aumentar poder do Ibama na fiscalização]]></title>
<link>http://hrcastro.wordpress.com/?p=286</link>
<pubDate>Thu, 29 May 2008 22:27:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Henrique</dc:creator>
<guid>http://hrcastro.wordpress.com/?p=286</guid>
<description><![CDATA[O novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, informou na quarta-feira (28/5) que proporá ao presi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O novo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, informou na quarta-feira (28/5) que proporá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva a ampliação dos poderes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) na fiscalização de crimes ambientais. Segundo o ministro, a idéia é dar ao Ibama poderes semelhantes aos da Receita Federal. "Uma das possibilidades é a de dar ao Ibama poder para leiloar imediatamente os bens apreendidos de criminosos ambientais", disse o ministro.</p>
<p>Em relação à declaração do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que disse esperar da gestão de Minc mais rapidez na concessão de licenças ambientais para obras, o novo ministro informou que terá uma longa conversa com o colega. "Primeiro, para dizer que não sou ''Chapeuzinho Vermelho''. Mas direi que teremos uma ótima relação, pois acho que as hidrelétricas fazem a diferença. A nossa matriz (energética) é uma das mais limpas, porque as hidrelétricas geram pouca emissão de CO²."</p>
<p>Minc acrescentou que pretende usar os recursos das compensações ambientais pagas pelas usinas para preservar os recursos hídricos, reflorestando as nascentes e os mananciais e criando dezenas de parques fluviais. O ministro acrescentou que pedirá a Lobão apoio na tentativa de tornar nacional um decreto que já está em vigor no Rio de Janeiro, que determina que produtores de combustíveis fósseis terão de produzir um certo porcentual de energia renovável. Ao final da entrevista, o ministro evitou responder a perguntas sobre as mudanças no projeto da usina de Jirau feitas pelo consórcio liderado pela Suez Energy. Disse apenas que está tomando posse hoje e analisando todas as pendências.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Estadão Online</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comissão aprova política para preservação de florestas]]></title>
<link>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=191</link>
<pubDate>Sat, 24 May 2008 03:46:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flavio Pinho Nogueira</dc:creator>
<guid>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=191</guid>
<description><![CDATA[A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou, no último dia 14, substitutivo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou, no último dia 14, substitutivo do deputado Luiz Carreira (DEM-BA) ao Projeto de Lei <a href="http://flavionogueira.wordpress.com/wp-admin/materias.html?pk=115467"><strong><span style="color:#2a2279;">2161/07</span></strong></a>, do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), que institui o Programa de Apoio à Preservação de Florestas (Pró-Floresta).</p>
<p>O substitutivo cria a Política Nacional de Apoio à Preservação de Florestas, em substituição ao programa da proposta original. Carreira argumenta que é de iniciativa do Executivo a criação de programas.</p>
<p>Essa política concederá benefícios fiscais a empresas que realizem investimentos em preservação, proteção integral, conservação <em>in situ</em>, recuperação e restauração de <a href="http://flavionogueira.wordpress.com/wp-admin/materias.html?pk=96936"><strong><span style="color:#2a2279;">unidades de conservação</span></strong></a>, zonas de amortecimento e corredores ecológicos, bem como florestas nativas, primárias ou secundárias em estágio médio ou avançado de regeneração.</p>
<p><strong>Regulamento</strong><br />
De acordo com o substitutivo, a especificação dos benefícios que as empresas enquadradas no Pró-Floresta receberão será feita por regulamento. O projeto prevê incentivos tributários, como a isenção da contribuição para o <a href="http://flavionogueira.wordpress.com/wp-admin/materias.html?pk= 70090"><strong><span style="color:#2a2279;">PIS/Pasep</span></strong></a>, da <a href="http://flavionogueira.wordpress.com/wp-admin/materias.html?pk=70084"><strong><span style="color:#2a2279;">Cofins</span></strong></a>, do Imposto sobre Produtos Industrializados (<a href="http://flavionogueira.wordpress.com/wp-admin/materias.html?pk=73510"><strong><span style="color:#2a2279;">IPI</span></strong></a>) e do Imposto de Importação (II) para empresas que comercializarem sementes, mudas, defensivos agrícolas, corretivos de solo de origem mineral, adubos e fertilizantes, e ainda na contratação de serviços para o desenvolvimento dessas atividades.</p>
<p><strong>Tramitação</strong><br />
A matéria tramita em <a href="http://flavionogueira.wordpress.com/wp-admin/materias.html?pk=109932"><strong><span style="color:#2a2279;">caráter conclusivo</span></strong></a> e ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Reportagem - Oscar Telles<br />
Edição - Marcos Rossi</p>
<p>(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')</p>
<p>Agência Câmara<br />
Tel. (61) 3216.1851/3216.1852<br />
Fax. (61) 3216.1856<br />
E-mail:<a href="mailto:agencia@camara.gov.br"><span style="color:#2a2279;">agencia@camara.gov.br</span></a></p>
<p>Pesquisa: FPN-SP-Brasil</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Recuperação verde ]]></title>
<link>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=179</link>
<pubDate>Mon, 19 May 2008 01:49:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flavio Pinho Nogueira</dc:creator>
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<description><![CDATA[ Agência FAPESP – As baixas taxas de nitrogênio no solo representam um fator limitante de nutrie]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> Agência FAPESP – As baixas taxas de nitrogênio no solo representam um fator limitante de nutrientes para o crescimento de florestas tropicais. Mas uma nova pesquisa destaca que, na medida em que as áreas desmatadas se recuperam, elas conseguem restabelecer também seu ciclo de nitrogênio. </p>
<p>O estudo foi feito por pesquisadores do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), da Embrapa Amazônia Oriental, do Departamento de Botânica do Museu Paraense Emílio Goeldi e do Centro de Pesquisas Woods Hole, nos Estados Unidos. </p>
<p>De acordo com um dos autores, Luiz Antonio Martinelli, do Cena, o estudo, publicado na edição desta quinta-feira (21/6) da revista Nature, dá uma importante contribuição para o desenvolvimento de técnicas de recuperação de áreas degradadas na Amazônia. </p>
<p>O trabalho comparou diferentes áreas de florestas com crescimentos secundários – isto é, nas quais havia capoeiras, locais em que houve desmatamento, mas que estão em recuperação. </p>
<p>“Escolhemos áreas em que houve desmatamento para uso agrícola, o que nos permitiu identificar a idade de corte de cada trecho. Fizemos amostragens intensivas em cada uma dessas parcelas, com idades entre 2 anos e 70 anos, e as comparamos com a floresta original”, disse Martinelli à Agência FAPESP. </p>
<p>Segundo o pesquisador, as florestas jovens são ricas em plantas leguminosas, que fixam o nitrogênio. “Essas plantas tendem a jogar nitrogênio no sistema e restabelecem a riqueza do solo, perdida com o desmatamento”, disse. </p>
<p>A conseqüência da pesquisa, de acordo com Martinelli, é confirmar a capacidade de recuperação do ciclo de nitrogênio em áreas degradadas, caso as capoeiras não sejam mais desmatadas. </p>
<p>“Podemos acelerar o processo adubando um pouco com fósforo e plantando leguminosas a fim de rejuvenescer a floresta em menos tempo”, disso. O trabalho indica que a floresta demora no mínimo 70 anos para a completa recuperação. </p>
<p>O artigo Recuperation of nitrogen cycling in Amazonian forests following agricultural abandonment, de Luiz Antonio Martinelli e outros, pode ser lido por assinantes da Nature em www.nature.com. </p>
<p> Fonte:http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?data[id_materia_boletim]=7326<br />
Pesquisa: FPN-SP-Brasil</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Cientistas demonstram que bactérias são responsáveis por chuva no mundo todo]]></title>
<link>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=172</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 21:05:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flavio Pinho Nogueira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Alonso de Contreras
Redação central, 29 fev (EFE).- Até agora, sabia-se que algumas bactérias qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Alonso de Contreras</p>
<p>Redação central, 29 fev (EFE).- Até agora, sabia-se que algumas bactérias que flutuam na atmosfera provocam chuva em certas condições e em algumas áreas, mas uma equipe de cientistas comprovou sua presença no mundo todo e sua importância para o clima.</p>
<p>Geralmente, o vapor d'água acumulado nas nuvens se precipita em forma de chuva quando esta água se congela próximo a partículas sólidas que flutuam na atmosfera, seja de areia e grãos minerais a pó de origem biológica.</p>
<p>Os cientistas sabiam que sobre amplas zonas agrícolas - como extensas plantações de trigo - e de florestas - como a Amazônica - a presença abundante de pólen e bactérias em zonas médias e altas da atmosfera eram os principais núcleos sólidos pelos quais a formação de gelo se catalisava.</p>
<p>Este gelo, ao atravessar posteriormente as camadas mais quentes do ar, se transforma em chuva.</p>
<p>Os meteorologistas chamam esse processo de nucleação, e é a origem, por exemplo, das freqüentes chuvas barrentas que ocorrem poucos dias depois e a milhares de quilômetros de uma tempestade de areia no deserto.</p>
<p>No estudo que será publicado no sábado pela revista "Science", Brent Christner, biólogo da Universidade do Estado da Louisiana (Estados Unidos), e outros cientistas encontraram evidências de que as bactérias que fazem chover se distribuem por toda a atmosfera terrestre e estão entre as principais partículas catalisadoras de chuva.</p>
<p>O estudo, que confirma algumas suposições de biólogos e meteorologistas, poderia ter aplicações práticas para provocar chuva artificial.</p>
<p>As principais bactérias que provocam chuvas são organismos fitopatógenos, como a Pseudomona Syringae, prejudicial aos cultivos por ser parasita do talo e das folhas das plantas.</p>
<p>Brent Christner afirma, no trabalho, que o biólogo David Sands, da Universidade de Montana, propôs o conceito de bioprecipitação há 25 anos, mas poucos cientistas levaram o estudo a sério.</p>
<p>A equipe de Christner examinou a água da chuva em diferentes lugares e percebeu que o principal agente que a provoca tem uma origem biológica, e que as bactérias têm a capacidade de provocar a formação de gelo a temperaturas mais altas do que o pó mineral, por exemplo.</p>
<p>Este resultado, que transforma em global o que antes era tido apenas como um fenômeno local, pode dar razão a alguns biólogos que supunham que a capacidade das bactérias para provocar chuvas era uma adaptação evolutiva para melhorar sua distribuição.</p>
<p>No caso de certas bactérias, a presença de algumas proteínas concretas que não aparecem na membrana de outras espécies - e que são capazes de nuclear gelo mais rápido - fazia com que se pensasse que essa capacidade era uma forma de facilitar sua dispersão, como no caso de certos fungos com esporos especialmente voláteis.</p>
<p>"Encontramos nucleação de origem biológica da Louisiana à Antártida, o que demonstra que estamos começando a compreender a complexa relação entre o clima do planeta e a biosfera", afirmou Christner.</p>
<p>David Sands, o cientista citado por Christner em seu estudo, já havia publicado um trabalho sobre a nucleação produzida por bactérias, no qual propôs solucionar as geadas nos campos cultivados, disseminando bactericidas, "como são curadas as infecções". EFE</p>
<p>ac/mac/dgr</p>
<p>&#124;K:CYT:CIENCIA-TECNOLOGIA,METEOROLOGIA CYT:CIENCIA-TECNOLOGIA,NATUREZA&#124;</p>
<p>&#124;N:C&#124;</p>
<p>02/29/20-35/08</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL332759-5603,00.html">http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL332759-5603,00.html</a></p>
<p>Pesquisa: FPN-SP-Brasil</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reflorestamento/Ecossistema]]></title>
<link>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=164</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 14:56:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flavio Pinho Nogueira</dc:creator>
<guid>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=164</guid>
<description><![CDATA[Dependente do inimigo
14/05/2008 

Por Thiago Romero 
Agência FAPESP – Uma inédita relação ent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span class="newstit2"><strong><span style="color:#638294;font-family:Verdana;">Dependente do inimigo</span></strong></span></p>
<p><span style="font-size:xx-small;"><span style="font-family:Verdana;"><span class="boletimdata1">14/05/2008 </span><br />
</span></span><span class="newstexto1"><br />
</span><span class="boletimtexto3"><span style="font-family:Verdana;"><strong>Por Thiago Romero</strong> </span></span></p>
<p><strong>Agência FAPESP</strong> – Uma inédita relação entre o tucano-toco (<em>Ramphastos toco</em>) e a arara-azul (<em>Anodorhynchus hyacinthinus</em>) no Pantanal Mato-Grossense acaba de ser descrita: o equilíbrio entre os dois animais pode ser a chave para a conservação da arara-azul, espécie fortemente ameaçada de extinção no país.</p>
<p>A descoberta foi feita por pesquisadores do Instituto de Biociências (IB) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Rio Claro (SP), e publicada na revista inglesa <em>Biological Conservation</em>.</p>
<p>Com o objetivo de desvendar parte da ecologia da arara-azul, o trabalho teve como base observações de aves que se alimentam dos frutos do manduvi (<em>Sterculia apetala</em>), árvore que, também ameaçada de extinção na região, é uma das poucas a abrigar ninhos de araras.</p>
<p>A interação observada é inusitada: apesar de diversos pássaros comerem os frutos do manduvi, o único que consegue abri-lo e engolir a semente é o tucano-toco que, além de ser o principal responsável pela dispersão das sementes do manduvi é, por outro lado, o grande predador dos ninhos e dos ovos de araras-azuis.</p>
<p>“O tucano dispersa quase 85% das sementes produzidas pelo manduvi. Observamos 14 espécies de aves comendo manduvi, mas apenas o tucano-toco e o araçari engolem as sementes e as dispersam. Sem o tucano-toco, a regeneração do manduvi seria afetada. Sem o manduvi, a arara-azul não tem onde fazer ninhos, uma vez que 90% deles são feitos nessa espécie de árvore”, explicou o coordenador do estudo, Mauro Galetti, professor do Departamento de Ecologia do IB de Rio Claro, à <strong>Agência FAPESP</strong>.</p>
<p>“Isso que dizer que a arara-azul depende indiretamente dos serviços de dispersão do tucano. Porém, descobrimos que 53% dos ovos das araras azuis são predados por tucanos. Ou seja, a relação é indiretamente benéfica em um ponto mas afeta a população das araras no outro”, disse.</p>
<p>Segundo ele, essa relação entre o tucano (predador-dispersor) e a arara-azul (presa) não havia sido apontada na literatura científica. “Praticamente nada se conhece sobre interações animais-plantas no Pantanal, ecossistema que merece mais atenção da comunidade científica e dos órgãos de fomento de todo o país”, afirmou.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Quatro anos de observações</strong></p>
<p>Os pesquisadores observaram, de 2002 a 2005, na Fazenda Rio Negro – propriedade da Conservação Internacional localizada na cidade de Pantanal da Nhecolândia (MS) –, 12 árvores de manduvi durante o período de maturação dos frutos. Foram realizadas 89 sessões de observação, com duração que variou entre uma e cinco horas cada, em um total de 255 horas de análises do comportamento dos animais.</p>
<p>“Observamos o manduvi escondido na vegetação a uma distância de aproximadamente 50 metros, para não assustar os animais. Anotamos dados como quais aves ou mamíferos visitaram a planta, quais comeram os frutos, quais predaram as sementes e qual a quantidade de sementes engolidas”, contou Galetti. O total de frutos sobre as árvores foi registrado no início de cada sessão de observação.</p>
<p>O pesquisador atualmente desenvolve estágio na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, com apoio do programa Novas Fronteiras da FAPESP – estuda o impacto da perda de fauna na diversidade de plantas em florestas tropicais.</p>
<p>Segundo Galetti, o principal ganho da pesquisa feita pela Unesp, que poderá contribuir para programas de preservação da arara-azul, é a indicação de que uma mesma espécie, o tucano-toco, afeta indiretamente outra (manduvi) com da dispersão de sementes e, ao mesmo tempo, uma terceira, com a predação de seus ovos.</p>
<p>“Para conservar as araras precisamos de manduvis, mas só haverá manduvis se tivermos tucanos suficientes para dispersar suas sementes. Por outro lado, um aumento populacional excessivo de tucanos afetaria as populações de araras. Mas se os tucanos forem caçados ou capturados pelo mercado ilegal de animais, por exemplo, as araras azuis, no futuro, terão menos manduvis para fazer seus ninhos. É um balanço delicado da natureza”, explicou.</p>
<p>Ainda que 53% dos ovos das araras sejam predados por tucanos, a segunda não é o principal problema de conservação da primeira. “O maior é a rápida destruição dos ecossistemas do Pantanal. Nosso estudo aponta que, seja qual for o plano de conservação da arara-azul, será necessário antes avaliar a população dos tucanos. Prevenir a predação dos ovos pelos tucanos é praticamente impossível”, destacou.</p>
<p>De acordo com o cientista, a melhor forma de proteger a arara-azul é impedir o desmatamento e a conversão das florestas no Pantanal em pastos ou atividades agrícolas.</p>
<p>“Estimativas sugerem a existência de cerca de 5 mil araras-azuis no Brasil, a maioria no Pantanal. O manduvi ocorre apenas nas florestas semidecíduas e matas ciliares, que formam menos de 6% da área do Pantanal. As populações de araras-azuis, por sua vez, são controladas pela abundância de manduvis. E quem promove a dispersão do manduvi é o tucano”, afirmou Galetti.</p>
<p>“Dados recentes da Conservação Internacional mostram que a destruição da vegetação do Pantanal é altíssima, cerca de 2,5% ao ano, e que em 2030 todo o bioma estará descaracterizado, afetando importantes serviços ambientais ao bem estar humano. Hoje só se fala da conservação da Amazônia, mas o Pantanal está bem mais ameaçado, uma vez que lá existem pouquíssimas reservas”, apontou.</p>
<p>Também participaram do trabalho desenvolvido na Unesp, que contou com apoio da FAPESP na modalidade Auxílio a Pesquisa, Marco Aurélio Pizo, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Neiva Maria Guedes, da Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal, e Camila Donatti, da Universidade de Stanford.</p>
<p>O artigo <em>Conservation puzzle: Endangered hyacinth macaw depends on its nest predator for reproduction</em>, de Mauro Galetti e outros, publicado no volume 141, edição 3 da <em>Biological Conservation</em>, pode ser lido por assinantes da revista em <strong><a href="http://www.sciencedirect.com/science/journal/00063207" target="_blank">www.sciencedirect.com/science/journal/00063207</a></strong>.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=8831">http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=8831</a></p>
<p>Pesquisa: FPN-SP-Brasil</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Reciclagem de polímeros foi tema de seminário ontem à tarde ]]></title>
<link>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=163</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 14:47:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flavio Pinho Nogueira</dc:creator>
<guid>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=163</guid>
<description><![CDATA[A professora pesquisadora, Ruth Marlene Campomanes Santana, da Universidade Federal do Rio Grande do]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div>A professora pesquisadora, Ruth Marlene Campomanes Santana, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS) e da Universidade de Santa Cruz do Sul, é a palestrante convidada do seminário sobre “Reciclagem em Polímeros” hoje, às 15h, no auditório do Departamento de Física, do Instituto de Ciências Exatas e da Terra (ICET), da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Organizado pelo professor pesquisador Romildo Jerônimo Ramos, da área de Engenharia de Materiais, o evento vai reunir acadêmicos dos cursos de graduação e pós-graduação em Física, profissionais da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), das empresas Engeseta e Cemat/Rede e pessoas interessadas em reciclagem.</p>
<p>Com pós-doutorado pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e doutorado em Engenharia Química pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a professora pesquisadora tem experiência na área de Engenharia de Materiais e Metalúrgica, com ênfase em materiais não-metálicos. Atua principalmente nos seguintes temas: compósitos condutores, síntese fotoquímica, poliprrol, PVA.</p>
<p>O que são polímeros, os recursos químicos, mecânicos e energéticos, os tipos de aplicações e as tecnologias de reciclagem recentes são alguns dos assuntos que serão abordados pela pesquisadora. Além de transmitir conhecimentos teóricos e práticos, o principal objetivo é incentivar os acadêmicos e profissionais para a pesquisa de novas alternativas de reciclagem. A proposta é despertar maior interesse nessa linha de pesquisa que tem aplicação em diversas áreas como automotiva, construção civil e mobiliário, explicou Ruth Santana.</p>
<p>Os resíduos sólidos são problemas nas grandes e médias cidades brasileiras. Ela considera essencial a implantação de um sistema de coleta seletiva que, inclusive facilitaria o trabalho das empresas recicladora e investimentos no setor. As tecnologias mais recentes valorizam o plástico, por exemplo, e dão uma aplicação mais nobre, inclusive com a sua reutilização com total segurança para os consumidores.</p>
<p>“É preciso começar a pensar e incentivar a pesquisa. Só de conversar com alguns professores eles se animaram”, afirmou a pesquisadora ao destacar a importância da formação de núcleos de pesquisas e de parcerias nessa área. “ Estamos perdendo dinheiro. Muita coisa vai para o aterro sanitário e poderia ser reclicado. Tudo pode ser transformado”, frisou.</p>
<p>A professora pesquisadora defendeu um processo de conscientização da população e das autoridades públicas sobre a importância e as vantagens da reciclagem. “Os aterros sanitários estão cada vez mais longe e chegará uma hora que a sua capacidade é esgotada,” observou ao destacar o papel da reciclagem do plástico, papel, metal e do vidro.</p>
<p>Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (65) 3615 8747.<br />
<em><br />
Autor: Raquel Ferreira </em></div>
<div><em>Fonte: <a href="http://www.gazetadigital.com.br/digital.php?codigo=64385&#38;GED=6035&#38;GEDDATA=2008-05-12&#38;UGID=838d68dd2ad2a6bad5490a147ae3c0bc">http://www.gazetadigital.com.br/digital.php?codigo=64385&#38;GED=6035&#38;GEDDATA=2008-05-12&#38;UGID=838d68dd2ad2a6bad5490a147ae3c0bc</a></em></div>
<div><em></em></div>
<div><em>Pesquisa: FPN-SP-Brasil</em></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Projetos ambientais]]></title>
<link>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=156</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 15:38:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flavio Pinho Nogueira</dc:creator>
<guid>http://flavionogueira.wordpress.com/?p=156</guid>
<description><![CDATA[Poupança Florestal
Em 2005, a VCP deu andamento à sua estratégia de inclusão social e cresciment]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Poupança Florestal</strong></p>
<p>Em 2005, a VCP deu andamento à sua estratégia de inclusão social e crescimento sustentável por meio do programa Poupança Florestal. Desenvolvido em parceria com proprietários de terras vizinhos às bases florestais da Companhia, o programa  busca o melhor aproveitamento dessas áreas além da geração de trabalho e renda.</p>
<p>A VCP auxilia pequenos e médios produtores no acesso à tecnologia, a material genético e a crédito para plantio, cultivo e manutenção das florestas de eucalipto. Para o financiamento, foi estabelecida uma parceria com o Banco Real, em que basta o aval da esposa ou companheira - não é necessário colocar a terra como garantia do empréstimo - e a assinatura do contrato de compra e venda futura da madeira para receber os recursos.</p>
<p>O contrato entre os produtores e a VCP tem prazo mínimo de dois ciclos de produção de eucalipto (cada um de sete anos). A Empresa garante, na assinatura do contrato, o preço que será pago na colheita, evitando risco para o produtor. Se, naquele momento, o valor de mercado estiver abaixo do que foi acertado previamente, a Companhia pagará o preço combinado, com correção anual de 9% (o mesmo percentual do financiamento).</p>
<p>No Rio Grande do Sul, onde a meta é plantar 5 mil hectares ao ano, o Poupança Florestal tornou viável a parceria tanto com grandes proprietários como com assentados do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) para a produção consorciada - a chamada agrossilvicultura -, ou seja, o plantio de floresta e culturas como arroz, milho ou soja na mesma área. Além disso, o processo busca recuperar terras hoje degradadas, com a formação de florestas de eucalipto e áreas de preservação plantadas com espécies nativas.</p>
<p>Nos municípios de Pinheiro Machado e Piratini, cerca de 120 mil mudas de eucalipto já começaram a ser plantadas em 70 hectares de propriedade do Condomínio Karam. A ação envolveu, na primeira fase, 97 pessoas - 75 no plantio, dez na condução de tratores e 12 no combate às gramíneas invasoras - 49 das quais foram treinadas pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e receberam noções de preservação ambiental, tecnologia de produção de floresta e gestão de negócios. Em Capão do Leão, a comunidade também está participando da construção do maior viveiro coberto do País, com capacidade para abrigar anualmente 35 milhões de mudas.</p>
<p>As iniciativas, que têm o suporte técnico das universidades de Piracicaba, Lavras, Viçosa, Santa Maria, e de Freiburg, na Alemanha, foram referendadas em 2005, quando a VCP tornou-se a primeira empresa do setor florestal no Rio Grande do Sul a receber a Licença de Operação Integrada (LOI), da Fundação Estadual de Proteção Ambiental Luis Roessler (Fepam). O documento autoriza a aplicação e operação da atividade de silvicultura em 78 propriedades agrícolas da Empresa no Extremo Sul do Estado, e é extensivo aos terceiros que participam do programa Poupança Florestal. Ele representa a regularização legal dos empreendimentos, o que facilita o acesso a financiamentos e programas oficiais de incentivo.</p>
<p>Para aperfeiçoar ainda mais o Poupança Florestal, a VCP firmou parceria com a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a Universidade de Freiburg para a realização de uma pesquisa inédita em todo o mundo. Denominado Monitoramento de Fatores de Produção de um Sistema Agrossilvipastoril na Metade Sul do Rio Grande do Sul, o estudo prevê uma série de levantamentos ao longo de sete anos e a introdução de tecnologias de monitoramento de florestas plantadas em consórcio com agricultura, pastagens e animais. Os equipamentos já foram importados da Alemanha e instalados na fazenda Aroeira, em Candiota (RS).</p>
<p><strong>Conserv-Ação</strong></p>
<p>Ainda na área florestal, a VCP mantém o projeto Conserv-Ação, cujo objetivo é conhecer os remanescentes de florestas nativas da Companhia para propor ações que contribuam para a manutenção da biodiversidade. Com mais de dez anos, a iniciativa mantém o maior banco de dados sobre fauna e flora do Estado de São Paulo.Até 2005 já foram feitos 17.780 registros de espécies vegetais, identificadas 417 espécies de aves (sendo 40 ameaçadas de extinção) e 46 espécies de mamíferos (23 ameaçadas de extinção).</p>
<p>O projeto envolve 42 fazendas nas três unidades florestais e é desenvolvido com a assessoria da Casa da Floresta. Entre 1991 e 2005 contou com o apoio do Centro de Monitoramento Ambiental da Serra do Itapety (Cemasi) na Fazenda São Sebastião do Ribeirão Grande (em processo para se tornar Reserva Particular do Patrimônio Natural - RPPN), o que permitiu o envolvimento de vários profissionais e estagiários, com a elaboração de oito trabalhos científicos apenas em 2005.</p>
<p><strong>Monitoramento de Microbacias</strong></p>
<p>A VCP deu início e participa da Rede de Monitoramento Ambiental em Microbacias (Reman), que é composta por 18 microbacias experimentais localizadas em áreas de reflorestamento com diferentes condições edafo-climáticas. A Empresa conta com três microbacias em cada uma das três unidades florestais.</p>
<p>Cada microbacia integrante do Remam constitui, em si, um trabalho de pesquisa, desenvolvido por meio de um convênio com o Departamento de Ciências Florestais da Esalq/USP, por intermédio do Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (IPEF).</p>
<p>O objetivo da Remam é monitorar e avaliar operações florestais em relação à qualidade e quantidade de água e ciclagem de nutrientes, além de obter e aperfeiçoar indicadores hidrológicos para a busca do manejo sustentável de florestas plantadas.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.vcp.com.br/Meio+Ambiente/Projetos+Ambientais/default.htm">http://www.vcp.com.br/Meio+Ambiente/Projetos+Ambientais/default.htm</a></p>
<p>Pesquisa: FPN-SP-Brasil</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>

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