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	<title>radio-cbn &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/radio-cbn/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "radio-cbn"</description>
	<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 15:41:56 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Abraço ecológico...]]></title>
<link>http://blogdoronaldo.wordpress.com/?p=2801</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 12:24:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>ronaldonezo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hoje, do ministro de Meio Ambiente, Carlos Minc, a Heródo Barbeiro: 
- um grande abraço ecológico]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, do ministro de Meio Ambiente, Carlos Minc, a Heródo Barbeiro: </p>
<p><em>- um grande abraço ecológico e libertário pra você. </em></p>
<p>Afinal, o que é um abraço ecológico e libertário?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Na Geral - Entrevista com Carlos Cereto]]></title>
<link>http://osgeraldinos.wordpress.com/?p=723</link>
<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 13:33:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodrigo Ferreira</dc:creator>
<guid>http://osgeraldinos.wordpress.com/?p=723</guid>
<description><![CDATA[O legal desta série de entrevistas é poder falar com as pessoas que você admira, mas não faz a m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O legal desta série de entrevistas é poder falar com as pessoas que você admira, mas não faz a mínima idéia de como são. Você manda um email, fica esperando não necessariamente a resposta, mas, sim, como ela vai ser. Se ela vier, claro.</p>
<p>O entrevistado de hoje foi um dos casos que nos fazem acreditar que jornalistas são pessoas legais. Carlos Cereto já me trasmitia esta simpatia pela televisão, quando o via nas transmissões do SporTv. Sempre simpatizei com suas opiniões e com a correção da suas reportagens em jogos. Assim como o seu novo momento na Rádio CBN e, claro, no seu blog <a href="http://cereto.wordpress.com/" target="_blank">Um Canhão</a>. Simples, direto e bem-humorado.</p>
<p>E o melhor é quando esta imagem é concretizada além das telas de Tv. Em um instante respondeu o email se disponibilizando a participar da entrevista e foi absolutamente companheiro. Sem enrolação, sem meias palavras. Simples, direto e bem-humorado.</p>
<p>Como só a escola do rádio poderia ensinar.</p>
<p>Segue a entrevista:</p>
<p><strong>Geraldinos: Qual sua formação e trajetória até os dias de hoje?</strong><br />
Carlos Cereto: Sou formado em Jornalismo pela Puc de Campinas. Profissionalemente comecei no rádio esportivo, o qual considero uma grande escola do Jornalismo. Trabalhei em rádios de Itapira, Mogi Mirim, Campinas e São Paulo.  Sou do interior, de Itapira.</p>
<p>Em 2001 fui para o Sportv, onde fiquei até me transferir para a Rádio Globo.</p>
<p><strong>G: Mudaria alguma coisa? Falta algo à sua formação?</strong><br />
CC: Estudaria mais, o estudo nunca é demais. Gostaria de falar outras línguas. Falo inglês, mas não com a fluência que gostaria.</p>
<p><strong>G: Você ainda se sente disposto a experimentar, abrir novos caminhos na sua profissão?</strong><br />
CC: Claro que sim. O Jornalismo é dinâmico. Há muito espaço para que novos caminhos sejam abertos. Para que novas linguagens sejam usadas, para que maneiras diferentes de se fazer Jornalismo de qualidade sejam colocadas em prática.</p>
<p><strong>G: Como foi para você a transição entre Tv e Rádio?</strong><br />
CC: Como já disse, minha formação foi no rádio esportivo. Por isso não tive dificuldades na transição. São linguagens diferentes, mas quem sabe fazer Jornalismo, faz em qualquer veículo.</p>
<p><strong>G: De todos os meios para os quais você trabalhou, qual você mais aprendeu? Qual te marcou mais?</strong><br />
CC: Apreendo a cada dia coisas diferentes e as experiências nos marcam de maneiras distintas. Tenho ótimas recordações de tudo que vivi desde os primeiros passos na carreira. A época em que trabalhei com Fiori Giglioti, grande nome do rádio esportivo, foi muito marcante pra mim, talvez a mais marcante de minha carreira. Com relação ao aprendizado.</p>
<p>A diferença é que o  rádio é uma escola do "improviso", através dele o profissional sente-se capaz para fazer qualquer coisa.</p>
<p><strong>G: Todas as pessoas que trabalham com rádio, costumam ser ou ficar apaixonados pela profissão. Você é um apaixonado pelo rádio?</strong><br />
CC: Sou absolutamente apaixonado pelo rádio. É sem dúvida o veículo mais prazeroso de se trabalhar. Um veículo único que tem o poder da notícia imediata para milhões de pessoas e que tem o poder único de mexer com a imaginação dos ouvintes.</p>
<p><strong>G: A que se deve toda essa paixão pelo rádio?</strong><br />
CC: Desde criança acompanhava os jogos de futebol pelo rádio. No quintal da minha casa, tentava sintonizar as principais rádios de São Paulo. A televisão não era tão forte no futebol, não existia Tv a cabo. Era apaixonado pelo Osmar Santos. Meu sonho era trabalhar na Rádio Globo com o Osmar. Graças a Deus realizei.</p>
<p><strong>G: Quais as principais diferenças entre os meios para os quais você trabalhou?</strong><br />
CC: As diferenças básicas estão na linguagem, mas o Jornalismo é o mesmo. Só há uma maneira de se fazer Jornalismo.<br />
<strong><br />
G: Você trabalhava no Sportv como repórter, comentarista e também editor. Como uma função complementa e/ou dificulta a outra? Onde você se sente mais confortável?</strong><br />
CC: Antes de mais nada sou Jornalista e o Jornalista tem que estar preparado para exercer qualquer função no Jornalismo. Gosto de ser repórter, pois é a função básica de nossa profissão, sem a qual não existiria. Todo Jornalista é repórter. É fundamental saber apurar informações, ouvir as fontes, filtrar o que é certo do errado, o que é verdade da mentira e produzir uma notícia.</p>
<p>A função de Editor é organizar a notícia ou o programa da melhor maneira possível para que seja inteligível para o espectador, leitor ou ouvinte. Também é uma função fascinante.</p>
<p>Ser comentarista é um grande desafio. Procuro exercitar a opinião sempre partindo do suposto de que ninguém é dono da verdade.  Por fim, na Globo, estou tendo a chance de apresentar um programa, o Globo na Rede, algo novo em minha carreira. Estou gostando muito de ser apresentador/âncora.</p>
<p><strong>G: Quais suas ambições profissionais?</strong><br />
CC: Quero ser o maior Jornalista esportivo do Brasil, trabalhando em rádio, TV, Jornal e Internet.</p>
<p><strong>G: Quem é o maior profissional com quem você já trabalhou? Quem inspira o Cereto a ser cada vez melhor?</strong><br />
CC: Vários porofissionais me inspiram. Respeito muitos profissionais e já trabalhei com grandes nomes. Como disse, Osmar Santos foi minha inspiração para querer ser Jornalista esportivo.</p>
<p>Espelhei-me no começo de carreira no repórter Osvaldo Luís, hoje na EPTV de Campinas e que trabalhou muitos anos na Rádio Globo. Maércio Ramos, o Morcegão, também da equipe da Globo é um dos meus ídolos, desde a época de Campinas. Fábio Luís, já falecido, trabalhou comigo na Record, era um grande repórter.</p>
<p>Há outros profissionais que respeito e admiro como Cleber Machado, Milton Leite, Mauricio Noriega, Deva Pascovic, Victor Birner, Oscar Ulisses, Juca Kfouri.  Sou fã de todos eles, sem precisar fazer média com ninguém.</p>
<p><strong>G: Qual seu maior defeito e qualidade? Se pudesse se dar um conselho, o que diria?</strong><br />
CC: Meu maior defeito é também minha maior qualidade: Sou sincero demais.<br />
O conselho: nunca deixe de acreditar nos sonhos. Nada é impossível para quem tem fé e persistência.</p>
<p><strong>G: Qual o maior erro que você já cometeu como jornalista (ideológicamente e/ou no dia-a-dia)?</strong><br />
CC: No dia-a-dia cometemos vários erros , afinal somos humanos. O meu maior erro talvez tenha sido comunicar ao vivo, a demissão de Juninho Fonseca, então técnico do Corinthians, ao próprio Juninho, antes do jogo começar, à beira do gramado. Era um furo de informação.</p>
<p>Osvaldo de Oliveira já havia sido contratado, foi anunciado no outro dia, mas na ânsia de dar a notícia faltou-me sensiblidade com o profissioanal envolvido, no caso o Juninho. Hoje faria diferente.</p>
<p><strong>G: Qual sua maior vitória ou o que mais se orgulha de ter realizado na profissão?</strong><br />
CC: Minha maior vitória é ser reconhecido no meio como um bom profissional, um profissional correto, digno de trabalhar em grandes empresas, e empresas sérias. Orgulho-me da minha trajetória que tenho certeza está só começando.</p>
<p><strong>G: Como você se definiria como profissional?</strong><br />
CC: Completamente apaixonado pelo que faço.</p>
<p><strong>G: A vaidade e a incansável busca pelo furo jornalístico atrapalham o relacionamento entre profissionais?</strong><br />
CC: Atrapalha e muito. A vaidade é o grande mal do ser humano e evidente que é uma erva daninha em qualquer setor de atividade.</p>
<p>O furo, hoje em dia, é absolutamente relativo, visto que o mais importante é apurar corretamente a notícia do que dar antecipadamente a informação. Se puder fazer as duas coisas, tanto melhor.<br />
<strong><br />
G: Existe diferença de tratamento entre os meios de comunicação? Ser da maior rede de comunicação do país facilita o trabalho?</strong><br />
CC: CLARO QUE SIM. Infelizmente existe diferença de tratamento entre os meios de comunicação. Já estive dos dois lados. Em emissoras pequenas e grandes.</p>
<p>Como em todo setor de atividade e na sociedade, as pessoas, a maioria delas vive de aparências e tendem a privilegiar quem suspostamente tem mais importância, ou mais poder,  o que convenhamos é uma grande besteira.</p>
<p>O importante é o profissional saber se respeitar e respeitar os outros independentemente de prefixo.</p>
<p><strong>G: Sobre seu blog, como você começou e por que o mantém?</strong><br />
CC: Comecei meio que de brincadeira para exercitar a escrita e a opinião. Se você se habitua a escrever sobre determinados temas ou assuntos, quando precisa falar dos mesmos ao vivo, fica bem mais fácil. Mantenho pelo mesmo motivo, porque gosto de escrever.<br />
<strong><br />
G: Qual a principal função do blog para você?</strong><br />
CC: Entendo que o blog é a grande ferramenta do Jornalismo moderno calcado na interatividade. O conceito de interatividade ainda irá se modificar e melhorar muito com o passar do tempo, mas o blog já é um grande começo.</p>
<p><strong>G: Você consegue ler outros blogs? Quais você costuma acessar?</strong><br />
CC: Leio muito e leio de tudo. É claro, tenho alguns favoritos como o blog do Juca, do Noriega, do Birner e do Paulinho, mas tem muita gente boa que escreve.</p>
<p><strong>G: Até que ponto os blogs informativos podem ser fonte de notícia?</strong><br />
CC: O blog do Juca, do Paulinho e do Birner são provas de que os blogs podem ser fontes de notícia, desde que haja credibilidade pra tal.</p>
<p><strong>G: É possível fazer jornalismo com isenção?</strong><br />
CC: Claro que sim, caso contrário não é Jornalismo.</p>
<p><strong>G: Você é a favor de revelar seu clube do coração? Qual o seu?</strong><br />
CC: É claro que tenho um clube do coração, e não teria problema nehum em revelar não fosse a ignorância de algumas pessoas que costumam misturar as coisas.</p>
<p>Há pessoas que acham que o trabalho do Jornalista é deturpado por gostar do azul ou do amarelo. A ignorância por vezes gera violência, por isso não acho conveniente revelar a preferência clubística.</p>
<p><strong>G: Como você lida com a proximidade dos leitores no blog?</strong><br />
CC: Acho uma grande barato, é como se todos fossem meus amigos de anos. É um dos grandes baratos da interatividade.</p>
<p><strong>G: Qual sua maior decepção no esporte? E a melhor lembrança?</strong><br />
CC: As maiores decepções foram a morte de Ayrton Senna e o acidente de Osmar Santos que o impediu de narrar futebol. A melhor lembrança foi a conquista da copa de 94 quebrando um jejum de 24 anos. Curiosamente tudo aconteceu no mesmo ano.<br />
<strong><br />
G: Qual notícia ou fato do mundo esportivo você gostaria de ter participado, visto e relatado?</strong><br />
CC: Queria ter participado da cobertura da Copa de 70, no México.</p>
<p><strong>G: Qual notícia você se emociona ou lembra com carinho de ter dado?</strong><br />
CC: Fui o único repórter em campo quando da morte de Serginho, zagueiro do São Caetano. Foi muito triste dar a notícia de sua morte.</p>
<p><strong>G: Que notícia, se você pudesse dar rumo aos acontecimentos, você espera dar nos próximos anos?</strong><br />
CC: ACABOU A CORRUPÇÃO NO FUTEBOL. TODOS OS BANDIDOS FORAM PRESOS.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Na Geral - Entrevista com Vitor Birner]]></title>
<link>http://osgeraldinos.wordpress.com/?p=366</link>
<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 13:24:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodrigo Ferreira</dc:creator>
<guid>http://osgeraldinos.wordpress.com/?p=366</guid>
<description><![CDATA[Vitor Birner, na verdade Victor, é um jornalista de verdade. Daqueles que faz você sentir vontade ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Vitor Birner, na verdade Victor, é um jornalista de verdade. Daqueles que faz você sentir vontade de sair por aí lutando pela notícia. Até jornalistas desiludidos como eu. É um cara verdadeiro, interessado e isto se reflete no seu trabalho.</p>
<p>Tornou-se uma referência em "notícias quentes", sem se deixar levar pelo oportunismo ou notícias falsas. "O esporte da moda hoje é divulgar qualquer coisa para vender. Ventilam notícias sem qualquer fundamento só para conseguir espaço e se valorizar", reclama.</p>
<p>E com esta autenticidade, ganhou seu espaço na rádio CBN e na Tv Cultura. Como resultado, o <a href="http://blogdobirner.net/" target="_blank">Blog do Birner</a>, um verdadeiro exemplo de informação, opinião e bom humor na internet. E, por que não, de sucesso!</p>
<p>Segue a entrevista:</p>
<p><strong>Geraldinos: Como você se definiria como jornalista?</strong><br />
Vitor Birner: Sou um pouco idealista, um pouco indignado no futebol e um pouco curioso. Não sou tão dinheirista assim.</p>
<p>Meu sonho hoje é viver do que não me dá bons recursos ainda que é o blog. Eu trabalho na rádio (CBN), faço televisão (Cartão Verde da Tv Cultura), tudo para um dia encher meu blog de leitores assíduos e futuramente poder viver disso.</p>
<p>Aliás, o que dá mais prazer é sempre o que dá menos dinheiro. E ainda bem que não é só comigo isso.</p>
<p><strong>G: Quais os objetivos que norteiam um blog?</strong><br />
VB: Em primeiro lugar, dar boas informações.</p>
<p>Sou uma negação em informática e fiz o blog porque o Rodrigo Simão, o André Sanches e o Gustavo duarte disseram para fazer. Eu perguntei o motivo e disseram: “Vitor, você dá algumas informações que ninguém sabe de onde saíram”. Então, comecei o blog específicamente para dar as informações e poder provar que elas saíram daqui antes dos outros lugares.</p>
<p>Depois disso, acabei pegando gosto. Vi que podia ser crítico, que podia fazer as coisas do meu jeito. Lá eu sigo o meu padrão, do jeito que acho que deve ser. É uma maneira de comunicação muito pessoal.</p>
<p>O objetivo editorial do blog é que ele tenha a minha cara. Que seja crítico, informativo. Um lugar para que as pessoas debatam. Faço questão que seja um lugar de opiniões, prefiro estimular o debate. Eu odeio donos da verdade.</p>
<p>Uma coisa é você ter um tom impositivo, ter confiança. Outra é achar que não erra nunca. É um perfil um pouquinho diferente da média da mídia esportiva. E, comercialmente, eu espero que um dia ele possa ser o meu sustento.</p>
<p><strong>G: Certa vez, conversando com PVC, ele disse que o problema do jornalismo com a chegada dos blogs e da internet é que a atividade jornalística fica prejudicada. Os sites tornam-se fontes. Você concorda?</strong><br />
VB: O PVC foi perfeito. Hoje em dia, a urgência não nos dá nem tempo de ir até os lugares conversar com as pessoas. Ao contrário, as redações estão cada vez menores, mais enxutas e com cada vez mais trabalho. Eu mesmo já cheguei a ser produtor, repórter, comentarista, tudo ao mesmo tempo. Com a ajuda da internet e o acesso fácil a informação, você ganha muito tempo e o jornalismo acaba ficando superficial.</p>
<p>Em assuntos específicos, eu prefiro conversar pessoalmente. Em alguns casos, sei que se eu estiver no local, certamente vou conseguir as informações. Uso o telefone todo dia, mas sei que se pudesse estar na rotina, poderia conseguir informações mais rápido ou com mais detalhes. Infelizmente, a necessidade não permite isso.</p>
<p><strong>G: Como é o relacionamento com suas fontes? É possível ser amigo de jornalista?</strong><br />
VB: Não dá pra ter amizade de verdade com as fontes. A não ser que seja seu amigo antes mesmo de ser fonte.</p>
<p>Fora isso, tenho um relacionamento muito bom com as minhas fontes. Alguns que são colegas próximos, que eu realmente gosto, mas amigo de verdade não. Até porque os interesses divergem. Amizade pode ter interesse, mas não competitivo.</p>
<p><strong>G: Como você lida com a liberdade que os leitores têm de opinar e “moldar” o seu trabalho?</strong><br />
VB: Eu lido bem com isso. Primeiro, porque eu pego muita coisa das idéias que os blogueiros dão para usar no meu trabalho, seja na rádio, na tv ou no blog. Segundo, porque quando você coloca um ponto de vista no blog, alguém vai ter sempre um ponto de vista diferente, com uma argumentação diferente que me ensina bastante. Isso abre a cabeça.</p>
<p>Eu tenho uma relação com alguns leitores uma relação quase de amizade. Não dá pra dizer que são amigos porque não encontro, não convivo. Só que de alguma maneira, cria-se uma intimidade que eu sinto pelas coisas ruins que acontecem com eles, assim como eles compartilham das coisas que acontecem comigo. Eu vibro com eles e eles comigo.</p>
<p>Acabei ficando amigo de alguns e tendo uma boa relação com os outros. E, claro, tem sempre aqueles com que tenho uma relação de conflito.</p>
<p>É como se fosse um mundo “real”.</p>
<p><strong>Geraldinos: Qual sua melhor lembrança como geraldino, torcedor do seu time no estádio?</strong><br />
Vitor Birner: Morumbi, quarta-feira à noite, dias frios, nenhuma divisão na arquibancada e eu podia ver os jogos atrás do gol onde o São Paulo atacava, e hoje não é possível.</p>
<p>Meu maior jogo, sem dúvida, foi contra o Newell's Old Boys da Argentina na final da Libertadores de 92. Fui pra Rosário ver o jogo de ida, comprei o ingresso muito tempo antes, no dia entrei no estádio às duas da tarde, porque precisava estar naquele ambiente.</p>
<p>Naquela época a Libertadores não era tão importante, mas era um sonho pra mim. Já tinha ido em muitos jogos nos outros anos.</p>
<p>Esta é a minha principal lembrança.</p>
<p>As outras são de partidas em que a torcida teve atuações inacreditáveis. Em 93, também contra o Newell’s, nas oitavas-de-final (o campeão entrava direto no mata-mata), o São Paulo perdeu de 2 a 0 lá em Rosário. A torcida começou a cantar 30, 40 minutos antes. Quarenta mil pessoas embaixo de uma garoa fina, pulando.</p>
<p>A torcida cantou o tempo inteiro e o jogo acabou 4 a 0 pro São Paulo, com atuação exuberante do Raí e o Palhinha inspiradíssimo. Depois do jogo, a torcida continuou cantando por uns 15 a 20 minutos. Já em casa, vi uma entrevista, se não me engano do (ex-zagueiro do Newell’s, Fernando) Gamboa, dizendo que nunca tinha visto uma torcida como aquela.</p>
<p>Pra um argentino falar isso, é porque foi diferente. Mesmo a torcida do São Paulo sendo de momento.</p>
<p><strong>G: Uma torcida que é normalmente chamada de fria.</strong><br />
VB: Eu não acho. A torcida brasileira é fria. O brasileiro é frio com futebol. Não acho nem que seja “fria” a palavra exata. A torcida gosta quando o time ganha. Quando está bem, a torcida grita, enche, apóia. Quando está mal, fica mais fria.</p>
<p>E tem outro fator. Quando um time ganha muito, a torcida se acostuma e deixa de ir ao estádio. Pra você ver, quando o São Paulo voltou à Libertadores em 04, com um time porcaria, a torcida colocava 60mil no estádio todo jogo e cantando muito. Tudo isso porque ficou longe da Libertadores por muito tempo.Em 2005, foi campeão jogando muito. Depois, o time caiu de produção. Começou a jogar menos. E a torcida começou a sumir.</p>
<p>Se você anda de ônibus e compra um Fiat 147, você acha o seu carro o máximo. Depois, você o troca por um Gol, que também será o melhor carro do mundo. Aí, você troca por uma BMW, seu sonho de consumo. Todos os carros sempre foram ótimos e você nunca teve problema com eles, mas acostumado com a BMW, você não consegue voltar a andar de Fiat 147. Com futebol é a mesma coisa. O time ganha tudo e, de repente, cai de rendimento. O torcedor diminui a frequencia.</p>
<p><strong>G: Você acredita em imparcialidade do jornalista? Como você trata a questão de revelar o time para o qual você torce?</strong><br />
VB: Imparcialidade, não. Não acredito. Acredito em isenção.<br />
Para você ter imparcialidade, você precisa ter o mesmo número de exemplos de cada time, citá-los exatamente no mesmo tom, do mesmo jeito. Sempre que aparecer uma circunstância, ela deve ser tratada exatamente do mesmo jeito para todos os clubes. Isso é impossível.</p>
<p>Eu, por exemplo, sou são paulino. Antes de ser jornalista, sem exagero, fui a mais de mil jogos no estádio. É óbvio que eu tenho mais exemplos do São Paulo. E o que que eu devo fazer quando trabalho em um jogo do São Paulo? Esconder estes exemplos ou utilizá-los para que meu público tenha mais informação ou saiba de mais curiosidades?</p>
<p>Imparcialidade não. Isenção é obrigação.</p>
<p><strong>G: Você acredita em um futebol brasileiro sério? Quem seria um dirigente ideal para torná-lo sério?</strong><br />
VB: Não existe ninguém preparado pra isso. Talvez um Felipão, um Zico, pelo que representam e se fizessem alguns cursos e se preparassem para isso.</p>
<p>Acredito em futebol sério. Porque hoje é o dinheiro que move o mundo e o nosso futebol dá pouco dinheiro. Um dia alguém vai querer brigar com a estrutura de hoje para torná-la mais séria e rentável. Só não acredito nesta mudança de maneira rápida. Talvez não seja para a minha geração assistir.</p>
<p><strong>G: Hoje o jornalismo mudou muito. Até que ponto é do ofício jornalístico as incursões sobre as vidas pessoais dos jogadores?</strong><br />
VB: Eu sou totalmente contra. Acho que vida pessoal é, como diz a própria expressão, pessoal. Diz respeito apenas aos jogadores. Não gosto de fofoca.</p>
<p>Acho que só deve tocar no assunto se estiver interferindo muito no desempenho da equipe. E aí, pro prejudicar o clube ou seleção, diz respeito ao interesse dos torcedores.</p>
<p>Digamos que, antes de uma Copa do Mundo, o Ronaldo esteja enchendo a cara de cerveja e comendo um monte de chocolates. Nem sei se ele gosta ou faz isso, só um exemplo. Se ele chegar na competição acima do peso, é preciso informar que “ele não está se cuidando”, “ele está acima do peso”, “ele precisa se cuidar”. Você fala porque é do interesse do país. Agora, você não precisa dizer o que ele está bebendo ou comendo para dar esta informação.</p>
<p>Não interessa o que o jogador faz, onde ele vai, se ele usa drogas. É informação inútil, mas tem quem gosta.</p>
<p><strong>G: Os jogadores de hoje são tão piores de bola e de caráter do que os de antigamente ou a imprensa que é saudosista?</strong><br />
VB: O futebol mudou. Não sei se são piores. Eles tem menos espaço, menos tempo pelo profissionalismo, por causa da questão atlética e necessidades de mercado para desenvolver suas habilidades.</p>
<p>Durante o jogo, eles tem menos espaço também para desenvolver o jogo. E isso dificulta.</p>
<p>Eu prefiro não comparar. Acho que são tempos diferentes, cada um tem seu valor.<br />
<strong><br />
G: Até que ponto a fama é um adversário do jogador atual? Ainda existe amor à camisa?</strong><br />
VB: Hoje os jogadores não sonham mais em jogar por um grande clube ou mesmo pela seleção. O clube é uma ponte, um meio para a realização do grande sonho, que é fechar um contrato milionário com o exterior. Não há mais amor à camisa.<br />
<strong><br />
G: E o que você imagina para o futuro?</strong><br />
VB: Espero ver os campeonatos valorizados. Porque, independente do que a fama faça com os atletas, o que torna o espetáculo maravilhoso é a torcida. Não adianta ter um campo perfeito, cheio de bons jogadores e um excelente jogo, se a torcida não participar. A alma do futebol é a paixão que ele provoca nas pessoas.</p>
<p>Se estivermos eu e você, disputando um jogo de palitinho, de péssimo nível no Morumbi e 100mil pessoas nos assistindo, é sinal que o nosso esporte vale a pena.</p>
<p>É isso que eu espero, ver o futebol ser ainda mais apaixonante do que tem sido.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Links - Podcasts]]></title>
<link>http://elitepublicitaria.wordpress.com/?p=359</link>
<pubDate>Sat, 03 May 2008 05:12:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcelor2d2</dc:creator>
<guid>http://elitepublicitaria.wordpress.com/?p=359</guid>
<description><![CDATA[Uma nova seção de LINKS foi criada, Podcasts.
Rádio CBN
http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/podca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova seção de LINKS foi criada, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Podcast" target="_blank">Podcasts</a>.</p>
<p><strong>Rádio CBN</strong></p>
<p><a href="http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/podcast/comentaristas.asp" target="_blank">http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/podcast/comentaristas.asp</a></p>
<p>--<a href="http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/podcast/comentaristas.asp" target="_blank"><br />
</a></p>
<p><strong>RapaduraCast</strong></p>
<p><a href="http://www.cinemacomrapadura.com.br/blog/category/rapaduracast/" target="_blank">http://www.cinemacomrapadura.com.br/blog/category/rapaduracast/</a><br />
--</p>
<p>Quem sabe o Elite Publicitária não venha a ter um podcast futuramente?</p>
<p>Pra quem ainda não se tocou, seria interessante desenvolver alguma propaganda, publicidade, seja até com mesmo merchandising em podcasts.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Carreira em marcha lenta]]></title>
<link>http://umrefugio.wordpress.com/?p=116</link>
<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 03:49:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Wallace</dc:creator>
<guid>http://umrefugio.wordpress.com/?p=116</guid>
<description><![CDATA[Escutei  este texto no qual estou compartilhando com vocês, no último dia 12, na Rádio CBN , do e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Escutei  este texto no qual estou compartilhando com vocês, no último dia 12, na Rádio CBN , do escritor e administrador de empresas Max Gehringer. Só por estar escutando uma rádio AM eu acho que estou ficando velho...</p>
<p>Ele, que teve seu primeiro emprego como auxiliar de faxina aos 12 anos, começou sua carreira como office-boy, graduou-se em Administração de Empresas e chegou a dirigir a Pepsi, a Elma Chips e a Pullman. Tornou-se conhecido por suas colunas nas revistas Você S/A, Exame e Época, na própria rádio CBN e também no programa Fantástico da TV Globo.</p>
<p><i>Uma carreira profissional tem esse nome, carreira, porque ela deve estar sempre em  movimento. Não por acaso, a palavra carreira veio de carro, o que já equivale a um aviso: Não estacione!</i></p>
<p><i>Uma carreira é construída acelerando nos momentos certos, mas é importante não ser ultrapassado. Por isso, aqui vão os sete sinais de que a sua carreira pode estar em marcha lenta.</i></p>
<p style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;font-style:italic;"><span>1)<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span>Falta de Foco - Você não têm metas definidas. Seu chefe direto não lhe passou qualquer objetivo numérico para este ano.</p>
<p style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;font-style:italic;"><span>2)<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span>Falta de Rumo - Você não recebe nem elogios nem críticas construtivas. As únicas críticas resultam de explosões momentâneas de mal humor da chefia.</p>
<p style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;font-style:italic;"><span>3)<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span>Falta de Informações - Sua empresa não tem um processo formal de avaliação de desempenho. Por isso você nunca sabe se está mais perto de uma promoção ou de uma demissão.<!-- D(["mb","\u003c/p\u003e\n\n\u003cp style\u003d\"margin-left:36pt;text-indent:-18pt;font-style:italic\"\u003e\u003cspan\u003e4)\u003cspan style\u003d\"font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;font-size-adjust:none;font-stretch:normal\"\u003e      \u003c/span\u003e\u003c/span\u003eFalta\nde Reconhecimento – Você não recebe um aumento por mérito há mais de dois anos,\nmas algumas pessoas receberam e ninguém lhe explicou o porquê você foi passado\npara trás.\u003c/p\u003e\n\n\u003cp style\u003d\"margin-left:36pt;text-indent:-18pt;font-style:italic\"\u003e\u003cspan\u003e5)\u003cspan style\u003d\"font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;font-size-adjust:none;font-stretch:normal\"\u003e      \u003c/span\u003e\u003c/span\u003eFalta\nde Estímulo – Você não tem qualquer incentivo para fazer cursos e se\naperfeiçoar. Cursos de especialização são vistos pela empresa como perda de\ntempo, porque é na vida prática que se aprende a fazer as coisas bem feitas.\u003c/p\u003e\n\n\u003cp style\u003d\"margin-left:36pt;text-indent:-18pt;font-style:italic\"\u003e\u003cspan\u003e6)\u003cspan style\u003d\"font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;font-size-adjust:none;font-stretch:normal\"\u003e      \u003c/span\u003e\u003c/span\u003eFalta\nde Explicações – Se você insinua que merece um aumento ou pede uma\ntransferência, ou solicita uma oportunidade para mostrar que pode fazer mais do\nque faz, a resposta é sempre vaga, por exemplo: Esse não é o melhor momento\npara discutirmos esse assunto ou então, a situação da empresa não permite.\u003c/p\u003e\n\n\u003cp style\u003d\"margin-left:36pt;text-indent:-18pt;font-style:italic\"\u003e\u003cspan\u003e7)\u003cspan style\u003d\"font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;font-size-adjust:none;font-stretch:normal\"\u003e      \u003c/span\u003e\u003c/span\u003eO\npior de todos, Falta de perspectiva – Quando você encontra colegas de outras\nempresas e começa aquela conversa de \u0026quot; E aí? Quanto você está ganhando?\u0026quot; , você\nresolve impressionar dizendo que ganha o dobro do que realmente ganha, e aí um\ncolega diz: Só isso?\u003c/p\u003e\n\n\u003cp style\u003d\"margin-left:18pt;font-style:italic\"\u003e \u003c/p\u003e\n\n\u003cp style\u003d\"margin-left:18pt;font-style:italic\"\u003e",1] );  //--></p>
<p style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;font-style:italic;"><span>4)<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span>Falta de Reconhecimento – Você não recebe um aumento por mérito há mais de dois anos, mas algumas pessoas receberam e ninguém lhe explicou o porquê você foi passado para trás.</p>
<p style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;font-style:italic;"><span>5)<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span>Falta de Estímulo – Você não tem qualquer incentivo para fazer cursos e se aperfeiçoar. Cursos de especialização são vistos pela empresa como perda de tempo, porque é na vida prática que se aprende a fazer as coisas bem feitas.</p>
<p style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;font-style:italic;"><span>6)<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span>Falta de Explicações – Se você insinua que merece um aumento ou pede uma transferência, ou solicita uma oportunidade para mostrar que pode fazer mais do que faz, a resposta é sempre vaga, por exemplo: Esse não é o melhor momento para discutirmos esse assunto ou então, a situação da empresa não permite.</p>
<p style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;font-style:italic;"><span>7)<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span>O pior de todos, Falta de perspectiva – Quando você encontra colegas de outras empresas e começa aquela conversa de " E aí? Quanto você está ganhando?" , você resolve impressionar dizendo que ganha o dobro do que realmente ganha, e aí um colega diz: Só isso?</p>
<p style="margin-left:18pt;font-style:italic;">Max Gehringer, para CBN.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Essa eu fiquei sem entender]]></title>
<link>http://rafaelfortes.wordpress.com/?p=320</link>
<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 03:24:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Fortes</dc:creator>
<guid>http://rafaelfortes.wordpress.com/?p=320</guid>
<description><![CDATA[Transmissão de Flamengo x Cienciano na Rádio CBN. Falta para o Flamengo, quase na risca da área. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Transmissão de Flamengo x Cienciano na Rádio CBN. Falta para o Flamengo, quase na risca da área. Narrador:</p>
<p>- Dali é quase pênalti.</p>
<p>Penso: "depende do time e dos batedores, né? Como o Flamengo há meses não tem um jogador que bata bem falta direto para o gol, deve ter sido a força do hábito."  Entra o repórter:</p>
<p>- Dali o Flamengo tem um cardápio variado de batedores.</p>
<p>(Porém, curiosamente não cita uma opção sequer do "cardápio variado".) Penso: "bom, não é força do hábito do narrador. É desconhecimento mesmo."</p>
<p>A falta é batida - na barreira. Volta o repórter, informando que nos últimos 40 jogos o time só fez um gol de falta.</p>
<p>Vai entender...</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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