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	<title>profondo-rosso &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/profondo-rosso/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "profondo-rosso"</description>
	<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 11:30:15 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Mother of Sighs sets her sights on Natalie Portman?]]></title>
<link>http://libraridan.wordpress.com/?p=477</link>
<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 18:24:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Librari[d]an</dc:creator>
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<description><![CDATA[Natalie Portman is cute as a button, and there is nothing I would like to see more than her being ra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Natalie Portman is cute as a button, and there is nothing I would like to see more than her being ravaged by a coven of violent, depraved witches! According to BloodyDisgusting.com, rumor has it Portman may star in the remake of Dario Argento's supernatural horror film <a title="Suspiria" href="http://www.tcm.com/tcmdb/title.jsp?stid=92027"><em>Suspiria</em></a>.</p>
<p><a href="http://libraridan.files.wordpress.com/2008/08/protectedimage.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-479" src="http://libraridan.wordpress.com/files/2008/08/protectedimage.jpg" alt="" width="600" height="254" /></a></p>
<p>Probably Argento's best known work, <em>Suspiria</em> was the first film from his recently concluded <em>Three Mothers</em> trilogy. It is a stylized masterpiece, second only to his <a title="giallo" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Giallo">giallo </a>that became an archetype for the subgenre: <a title="Profondo Rosso" href="http://www.tcm.com/tcmdb/title.jsp?stid=72717"><em>Profondo Rosso</em></a> (in English, <em>Deep Red</em>). Thematically, <em>Suspiria </em>addresses memory, <a href="http://www.kinoeye.org/02/11/schultesasse11.php">fascism</a>, and sight.</p>
<p><em>Suspiria</em> is stylistically typified by:</p>
<ul>
<li> the bold use of color, especially primary colors (see above)</li>
<li>elaborate <a title="setpiece" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Setpiece">setpieces</a> for each murder</li>
<li>the confusion of spatial logic</li>
<li>fairy tale narrative conventions (as identified by Max Lüthi: one-dimensionality, depthlessness, and abstract 		  style)</li>
<li>its progressive rock score by Goblin</li>
</ul>
<p><em>Suspiria</em> is ripe for being remade. In typical Italian fashion, some set designs of the original were outlandish and haven't aged well. The film also has technical problems, such as the fact that much of the film was dubbed. (I've heard it argued that this increases the strange, fairy-tale-like nature of the film. I just think it's sloppy.) Also, while the first setpiece in the film is undeniably masterful in its viciousness (see below), it becomes the highlight of the film.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/M6zJGUUiG0c'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/M6zJGUUiG0c&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>The final setpiece, in which the protagonist confronts the agèd Mater Suspiriorum, falls flat. (The Mother of Sighs, in very poor costume make-up, looks and sounds more like a deranged nursing home patient rather than a magically formidable witch.) The last time I saw <em>Suspiria </em>was on February 10, 2007 at the Oaks Theater. (I lent my DVD of it, won at the February screening by my sister, to a friend... who moved to NYC.) Honestly, the audience did as much laughing as they did screaming.</p>
<p>:: Bibliography ::</p>
<ul>
<li>Mackenzie , Michael. "Suspiria: Definitive Edition." <em>DVD Times</em>, 31 October 2007.  <a title="Definitive Edition" href="http://www.dvdtimes.co.uk/content.php?contentid=66235">http://www.dvdtimes.co.uk/content.php?contentid=66235</a> (6 August 2008).</li>
<li>MrDisgusting. "Rumor: Natalie Portman to Topline 'Suspiria' Remake?" <em>BloodyDisgusting.com</em>, 5 August 2008. <a title="Natalie Portman to Topline 'Suspiria' Remake?" href="http://www.bloody-disgusting.com/news/13203">http://www.bloody-disgusting.com/news/13203</a> (6 August 2008).</li>
</ul>
<p>:: Further Reading ::</p>
<ul>
<li>Lüthi, Max. <em>The European Folktale: Form and Nature</em>. Translations in folklore studies. Philadelphia: Institute for the Study of Human Issues, 1982. (Chapters 1-3 discuss fairy tale conventions.)</li>
</ul>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Profondo Rosso]]></title>
<link>http://spoilerin.wordpress.com/?p=811</link>
<pubDate>Sat, 24 May 2008 08:40:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>saloc</dc:creator>
<guid>http://spoilerin.wordpress.com/?p=811</guid>
<description><![CDATA[L&#8217;assassino è la vecchia. Viene decapitata dall&#8217;ascensore. Aveva sbagliato piano. 9.9
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>L'assassino è la vecchia. Viene decapitata dall'ascensore. Aveva sbagliato piano. 9.9</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Prelúdio Para Matar (Dario Argento, 1975)]]></title>
<link>http://multiplot.wordpress.com/?p=115</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 00:44:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Henrique Boaventura</dc:creator>
<guid>http://multiplot.wordpress.com/?p=115</guid>
<description><![CDATA[
Não existe experiência cinematográfica mais intensa que Profondo Rosso. Argento agarra e rasga o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img src="http://www.bocadoinferno.com/romepeige/artigos/slashers/preludio/rosso1.jpg" alt="" width="481" height="320" /></p>
<p style="text-align:justify;">Não existe experiência cinematográfica mais intensa que Profondo Rosso. Argento agarra e rasga os nervos do espectador num processo de estupro e orgasmo do mais puro cinema já concebido. Nem Janela Indiscreta, nem Veludo Azul, Peeping Tom ou Blow-up. Nada é mais cinema que Profondo Rosso. Pegando emprestado tanto David Hemmings como o espírito obsessivo do seu personagem no filme do Antonioni (e no de Hitchcock, e no de Lynch), e torturando seu espectador de forma ainda mais terrível que Michael Powell ao transformá-lo no assassino do seu filme (através de uma lente subjetiva filtrada no mais bruto voyeurismo), Dario Argento consegue afinar o cinema no tom definitivo.</p>
<p style="text-align:justify;">Enlouqueci assistindo. O Noonan e o Scofa me encontraram logo depois e sabem do meu estado. Fui abusado cinematograficamente. Nunca estive tão dentro de um filme. E falo literalmente quando digo que Argento faz do espectador o assassino de Prelúdio (que sempre sabe de tudo, sempre está um passo à frente, como Marcus comenta em determinado momento). A linguagem visual poucas vezes (ou nenhuma, sabe-se lá) foi usada com tanta fluência e tanta beleza. A primeira vez que chegamos ao auditório, por exemplo (e chegamos caminhando, que fique claro) e nos deparamos com o hipnotismo do vermelho incandescente nas cortinas e nas poltronas, revisitado mais tarde (descarnados do assassino) sob a predominância dos tons de cinza. Ou depois, na casa da escritora, quando um personagem deixa uma velha senhora sozinha no lugar. A enxergamos do outro lado do corredor como se contemplássemos um pedaço de carne. Uma madeira do piso estala, damos um passo atrás, ela vem em nossa direção, e nos escondemos sob uma parede em outro cômodo e a cena corta para nada em torno dela ser retomado mais tarde. Sim, o Argento é um filho da puta.</p>
<p style="text-align:justify;">E tem muito disso, de sermos relegados quanto a coisas que não tinham, de qualquer modo, importância para o que se busca em Profondo Rosso. E várias vezes essa condição de a lógica não ter espaço algum no filme é criada ao invés de meramente acontecer, revestindo-o de uma expressão surreal de pesadelo. Há quem possa reclamar de soluções e conexões non-sense no roteiro, como a adição de um livro como caminho para a investigação na mansão e pretexto de outro assassinato. E é genial, não há limites neste ajuste onde se joga um elemento no lixo apenas para amplificar outro. Foda-se a coerência, foda-se a lógica. Argento usará o que for preciso, sem qualquer compromisso nem rota regrada de margens para produzir efeitos.</p>
<p style="text-align:justify;">Daí que para pervertidos incuráveis por atmosferas, Profondo Rosso é novamente o filme definitivo. E a trilha do Goblin é das coisas mais absurdas já compostas e já utilizadas, o que torna sua simbiose com as imagens algo como uma relação sexual. Daqueles casos em que houve uma compreensão absoluta, uma harmonia encantada entre compositores e cineasta. Há momentos, inclusive, em que a música tem picos de um agudo agressivo aos ouvidos, transformando a trilha numa lamina que fere o espectador. E outras nuances fantásticas, como, quando percorrendo a amplitude da mansão (uma seqüência com possíveis sérios agravantes psicológicos), música altíssima, Marcus pisa num caco de vidro. Tudo silencia. Lembrando de Lynch em Império dos Sonhos, na cena em que o som e as dançarinas desaparecem, o efeito é provocado através da ausência de efeitos, comprovando a imersão total do espectador a ponto de tornar uma atmosfera completamente tensa e vazada sensorialmente na atmosfera “normal”, por alguns minutos, transformando a silenciosa e antes cômoda, exatamente, na incômoda. Depois de uns instantes de silêncio, a trilha volta, provocando um novo impacto. O resultado é inexplicável (não, apesar de eu ter descrito aqui, não há como ter idéia do que acontece).</p>
<p style="text-align:justify;">O prelúdio de cada assassinato pode ser recortado em pequenas-gigantes obras-primas da construção de clima, fazendo da escada para a tensão o próprio pico da tensão. A primeira iniciativa contra Marcus é som e imagem pra se derreter e injetar na veia. O gesso sobre o piano, a câmera que de repente invade a saleta de música transpassando as cortinas, o passeio do espectador-assassino pelos cômodos à espreita de Marcus, a sustentação da trilha no piano com uma mão, como elemento de cena... E tudo, o tempo todo, é compulsivamente pensado e desenhado. Em cada plano e cada movimento, seja na simetria ou na assimetria misteriosamente perfeita dos fundamentos.</p>
<p style="text-align:justify;">A cena final é uma coisa que não tem teoria, tratado nem religião que explique. E o reflexo na poça revela não apenas o assassino refletido no seu oposto, como no espectador. Este mesmo espectador que teve ao longo filme sua sede de sangue saciada a gordos jarros de sadismo, que foi encarnado, que vestiu nas mãos as luvas negras do psicopata, dando vazão à própria psicopatia no conforto de uma ficção. E Argento não nos condena, apenas nos mostra como somos, ainda nos aliviando na companhia de Marcus.</p>
<p style="text-align:justify;">Absurdo. Inexplicável. Obra que justificaria inteira um século de cinema.</p>
<p style="text-align:justify;">4/4<br />
 </p>
<p style="text-align:right;"><em>Luis Henrique Boaventura</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Profondo Rosso il Musical al Teatro Smeraldo ]]></title>
<link>http://imigliorimusicals.wordpress.com/?p=349</link>
<pubDate>Tue, 06 May 2008 01:04:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>isabel511</dc:creator>
<guid>http://imigliorimusicals.wordpress.com/?p=349</guid>
<description><![CDATA[Arriva a Milano al Teatro Smeraldo il musical &#8220;Profondo Rosso&#8221;

Il teatro Smeraldo di Mi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#ff6600;">Arriva a Milano al Teatro Smeraldo il musical "Profondo Rosso"</span></strong></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;"><strong>Il teatro Smeraldo di Milano si tinge di rosso, o meglio, del 'Profondo rosso' del musical tratto dall'omonimo film di Dario Argento. La trasposizione teatrale non dimentica gli ingredienti che hanno reso noto il film: suspence, brividi e colpi di scena saranno i padroni della performance che vede protagonisti Michel Altieri nei panni di Mark Harris e Silvia Specchio in quelli di Gianna Bezzi, la giornalista interpretata dall'allora moglie di Argento, Daria Nicolodi. Il testo e la direzione artistica sono stati curati da Marco Daverio e la regia è di Marco Calindri, mentre le musiche sono state riviste in chiave moderna dallo stesso Claudio Simonetti che, nel '75, compose per Argento una delle colonne sonore piu' celebri del nostro cinema. L'allestimento, prodotto da Lorenzo Vitali, vede Sergio Stivaletti, altro storico collaboratore del regista, impegnato nella realizzazione degli effetti speciali. Insomma, sembra esserci tutto il necessario per trasportare il pubblico all'interno di un mondo fatto di delitti raccapriccianti, medium e pupazzi dal sorriso inquietante. Lo stesso Argento, che ha curato la supervisione artistica del musical, si è detto entusiasta nel vedere la trasposizione. "Dal film - ha spiegato il regista Calindri - abbiamo raccolto l'informazione, ma poi ne è venuto fuori uno spettacolo diverso, perché il punto di forza del teatro è proprio quello di far vivere la scena a tutti gli spettatori dal primo all'ultimo". Dello stesso parere è il protagonista Altieri, che ha sottolineato la volontà di "prendere per mano lo spettatore e portarlo all'interno di queste scene surreali, affinché il pubblico creda nel tempo del presente quello che si sta vivendo sul palco". L'innovazione sembra essere l'elemento chiave del musical: le musiche sono state riviste dallo stesso Simonetti in chiave rock e accompagnano sulla scena la voce di Altieri che, invece di essere un cantante di jazz, come nel film, è un musicista rock. Un altro aspetto originale è la presenza del rapporto con l'aldilà e l'inserimento del tema dell'occulto, con i fantasmi delle vittime che costruiscono una sorta "di piano parallelo - ha spiegato Daverio - agli attori in scena e che, grazie anche all'uso di elementi come lo specchio, rivelano il mondo che sta al di là". Una sorta di spiritualità esoterica rafforzata dalla presenza scenica delle "maschere greche del riso, del pianto e della neutralità che - ha raccontato Calindri - riprendono la vecchia funzione dei cori greci, raccontando a modo loro la trama e inserendo all'interno della stessa un tocco di teatro antico, una rottura con quello che è rappresentato in scena". Sotto indicazione dello stesso Argento, l'opera si ispira al teatro francese del macabro, il Gran Guignol, che è considerato il precursore dei films thriller e horror. Questo teatro, fino agli anni '60, riprendeva vicende misteriose piene di suspence o fatti di cronaca nera realmente accaduti e accompagnava le performance con trucchi di scena straordinari capaci di riportare in vita, davanti ad un pubblico inorridito, i delitti piu' efferati. Proprio questo richiamo al vecchio teatro francese porterà, forse, la compagnia a presentare lo spettacolo nella prossima stagione dei teatri parigini. (Ansa)</strong></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/MJLoJJSnqSs'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/MJLoJJSnqSs&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Prelúdio para Matar - Dario Argento]]></title>
<link>http://caralhissimo.wordpress.com/?p=108</link>
<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 06:13:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Henrique Boaventura</dc:creator>
<guid>http://caralhissimo.wordpress.com/?p=108</guid>
<description><![CDATA[


Não existe experiência cinematográfica mais intensa que Profondo Rosso. Argento agarra e rasga]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:9.5pt;font-family:&#34;"></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:9.5pt;"><span style="font-family:Trebuchet MS;"><img src="http://www.bocadoinferno.com/romepeige/artigos/slashers/preludio/rosso1.jpg" alt="" width="400" height="250" /></span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9.5pt;"></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9.5pt;"><span style="font-family:Trebuchet MS;">Não existe experiência cinematográfica mais intensa que Profondo Rosso. Argento agarra e rasga os nervos do espectador num processo de estupro e orgasmo do mais puro cinema já concebido. Nem Janela Indiscreta, nem Veludo Azul, Peeping Tom ou Blow-up. Nada é mais cinema que Profondo Rosso. Pegando emprestado tanto David Hemmings como o espírito obsessivo do seu personagem no filme do Antonioni (e no de Hitchcock, e no de Lynch), e torturando seu espectador de forma ainda mais terrível que Michael Powell ao transformá-lo no assassino do seu filme (através de uma lente subjetiva filtrada no mais bruto voyeurismo), Dario Argento consegue afinar o cinema no tom definitivo. </span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9.5pt;"><span style="font-family:Trebuchet MS;"> </span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9.5pt;"><span style="font-family:Trebuchet MS;">Enlouqueci assistindo. O Noonan e o Scofa me encontraram logo depois e sabem do meu estado. Fui abusado cinematograficamente. Nunca estive tão dentro de um filme. E falo literalmente quando digo que Argento faz do espectador o assassino de Prelúdio (que sempre sabe de tudo, sempre está um passo à frente, como Marcus comenta em determinado momento). A linguagem visual poucas vezes (ou nenhuma, sabe-se lá) foi usada com tanta fluência e tanta beleza. A primeira vez que chegamos ao auditório, por exemplo (e chegamos caminhando, que fique claro) e nos deparamos com o hipnotismo do vermelho incandescente nas cortinas e nas poltronas, revisitado mais tarde (descarnados do assassino) sob a predominância dos tons de cinza. Ou depois, na casa da escritora, quando um personagem deixa uma velha senhora sozinha no lugar. A enxergamos do outro lado do corredor como se contemplássemos um pedaço de carne. Uma madeira do piso estala, damos um passo atrás, ela vem em nossa direção, e nos escondemos sob uma parede em outro cômodo e a cena corta para nada em torno dela ser retomado mais tarde. Sim, o Argento é um filho da puta.</span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9.5pt;"><span style="font-family:Trebuchet MS;"> </span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9.5pt;"><span style="font-family:Trebuchet MS;">E tem muito disso, de sermos relegados quanto a coisas que não tinham, de qualquer modo, importância para o que se busca em Profondo Rosso. E várias vezes essa condição de a lógica não ter espaço algum no filme é criada ao invés de meramente acontecer, revestindo-o de uma expressão surreal de pesadelo. Há quem possa reclamar de soluções e conexões non-sense no roteiro, como a adição de um livro como caminho para a investigação na mansão e pretexto de outro assassinato. E é genial, não há limites neste ajuste onde se joga um elemento no lixo apenas para amplificar outro. Foda-se a coerência, foda-se a lógica. Argento usará o que for preciso, sem qualquer compromisso nem rota regrada de margens para produzir efeitos.</span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9.5pt;"><span style="font-family:Trebuchet MS;"> </span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9.5pt;"><span style="font-family:Trebuchet MS;">Daí que para pervertidos incuráveis por atmosferas, Profondo Rosso é novamente o filme definitivo. E a trilha do Goblin é das coisas mais absurdas já compostas e já utilizadas, o que torna sua simbiose com as imagens algo como uma relação sexual. Daqueles casos em que houve uma compreensão absoluta, uma harmonia encantada entre compositores e cineasta. Há momentos, inclusive, em que a música tem picos de um agudo agressivo aos ouvidos, transformando a trilha numa lamina que fere o espectador. E outras nuances fantásticas, como, quando percorrendo a amplitude da mansão (uma seqüência com possíveis sérios agravantes psicológicos), música altíssima, Marcus pisa num caco de vidro. Tudo silencia. Lembrando de Lynch em Império dos Sonhos, na cena em que o som e as dançarinas desaparecem, o efeito é provocado através da ausência de efeitos, comprovando a imersão total do espectador a ponto de tornar uma atmosfera completamente tensa e vazada sensorialmente na atmosfera “normal”, por alguns minutos, transformando a silenciosa e antes cômoda, exatamente, na incômoda. Depois de uns instantes de silêncio, a trilha volta, provocando um novo impacto. O resultado é inexplicável (não, apesar de eu ter descrito aqui, não há como ter idéia do que acontece).</span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9.5pt;"><span style="font-family:Trebuchet MS;"> </span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9.5pt;"><span style="font-family:Trebuchet MS;">O prelúdio de cada assassinato pode ser recortado em pequenas-gigantes obras-primas da construção de clima, fazendo da escada para a tensão o próprio pico da tensão. A primeira iniciativa contra Marcus é som e imagem pra se derreter e injetar na veia. O gesso sobre o piano, a câmera que de repente invade a saleta de música transpassando as cortinas, o passeio do espectador-assassino pelos cômodos à espreita de Marcus, a sustentação da trilha no piano com uma mão, como elemento de cena... E tudo, o tempo todo, é compulsivamente pensado e desenhado. Em cada plano e cada movimento, seja na simetria ou na assimetria misteriosamente perfeita dos fundamentos.</span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9.5pt;"><span style="font-family:Trebuchet MS;"> </span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9.5pt;"><span style="font-family:Trebuchet MS;">A cena final é uma coisa que não tem teoria, tratado nem religião que explique. E o reflexo na poça revela não apenas o assassino refletido no seu oposto, como no espectador. Este mesmo espectador que teve ao longo filme sua sede de sangue saciada a gordos jarros de sadismo, que foi encarnado, que vestiu nas mãos as luvas negras do psicopata, dando vazão à própria psicopatia no conforto de uma ficção. E Argento não nos condena, apenas nos mostra como somos, ainda nos aliviando na companhia de Marcus. </span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9.5pt;"><span style="font-family:Trebuchet MS;"> </span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9.5pt;"><span style="font-family:Trebuchet MS;">Absurdo. Inexplicável. Obra que justificaria inteira um século de cinema.</span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9.5pt;"><span style="font-family:Trebuchet MS;"> </span></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:9.5pt;"><span style="font-family:Trebuchet MS;">Puta que pariu/4</span></span></p>
<p></span></p>
<p class="MsoBodyText" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoBodyText" style="margin:0;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Profondo rosso]]></title>
<link>http://filmscoop.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 13:23:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>paultemplar</dc:creator>
<guid>http://filmscoop.wordpress.com/?p=3</guid>
<description><![CDATA[
Ci sono opere cinematografiche low coast nate per caso,diventate per caso cult,e per caso tramandat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://www.videomagica.it/img/locandine/6406415967ca987fb-profondorosso.jpg" alt="" width="364" height="508" /></p>
<p>Ci sono opere cinematografiche low coast nate per caso,diventate per caso cult,e per caso tramandate ai posteri come capolavori assoluti.<br />
Profondo rosso,diretto da <strong>Dario Argento</strong> nel 1975,è la sintesi perfetta del caso.<br />
Non ci sono molti attori,nel film,quelli che ci sono all’epoca erano quasi degli sconosciuti,fatta eccezione per <strong>Clara Calamai</strong>,diva del cinema muto,ma da anni in disparte.<br />
La colonna sonora è affidata ad un gruppo assolutamente sconosciuto,i <strong>Goblin</strong>,capitanati da Claudio Simonetti,famoso all’epoca solo per essere il figlio di Enrico.<br />
L’unico a godere di una certa fama è proprio lui,il regista.</p>
<p><strong></strong></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.waltermartino.it/pics/picscurriculum/profondorosso.bmp" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p style="text-align:center;"><strong>La colonna sonora dei Goblin</strong></p>
<p style="text-align:left;">Che ha esordito come sceneggiatore e aiuto regista,aiutato sicuramente dal fatto che il papà,Salvatore,era un valente critico e produttore cinematografico.<br />
Mangia pane e cinema,Dario.<br />
Si fa le ossa come sceneggiatore,e grazie all’aiuto del padre,produce e dirige L’uccello dalle piume di cristallo,che diventa il suo primo successo al botteghino,confermato poi da Il gatto a nove code e Quattro mosche di velluto grigio.<br />
Nel 1975 nasce,come detto,il progetto Profondo rosso.<br />
La trama è universalmente riconosciuta,inutile quindi riproporla.<br />
Interessante,viceversa,curiosare tra le varie scene.<br />
In una di esse,per esempio,precisamente quella dedicata al primo omicidio,quello della sensitiva Helga Hulmann,interpretata magistralmente da Macha Meril,c’è una location che rappresenta un tributo di Argento ad un grande pittore americano,Hopper.</p>
<p><img src="http://www.audiovisione.it/immagini/argento.jpg" alt="" width="100" height="133" /><strong>Dario Argento </strong><img src="http://www.pollanetsquad.it/asp/attori/img/191_00.jpg" alt="" width="247" height="132" /><strong>David Hemmings</strong></p>
<p>Il bar che si vede nella piazza,ricostruito alla perfezione,altri non è che la trasposizione nella realtà cinematografica di Nighthawk,quadro dalla bellezza eccezionale.<br />
La scena dell’omicidio è magistrale.<br />
L’assassino colpisce con un’accetta Helga,mentre,dal basso,Mark e Carlo stanno parlando.<br />
La scena è un piccolo gioiellino,perché porta su due piani temporali contemporanei lo spettatore;si assite al dietro le quinte dell’omicidio,quasi in anticipo su quello che vede il vero protagonista della storia,il musicista Mark.</p>
<p><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/it/5/56/Profondo_rosso.jpg" alt="" width="250" height="170" /><br />
Interpretato da <strong>David Hemmings</strong>,il pianista americano è un personaggio che ispira da subito simpatia.<br />
Come del resto ispira simpatia <strong>Gianna Brezzi</strong>,una svagata giornalista qui interpretata dalla musa di Argento,<strong>Daria Nicolodi</strong>.<br />
La colonna sonora dei Goblin,assolutamente impeccabile,continua a percorrere,con discrezione e in parallelo,le varie scene del film.</p>
<p><img src="http://www.gotterdammerung.org/film/people/female/italy/00000879.jpg" alt="" width="240" height="240" /><strong>Clara Calamai</strong><br />
Il momento successivo,la visita del misterioso assassino a casa di Mark,è scandita dalla nenia infantile che fuoriesce con discrezione dal magnetofono.<br />
Il passo successivo,l’assassinio di <strong>Amanda Righetti</strong>,la scrittrice autore del libro dal quale Mark ha tratto la foto della villa dei misteri ,è la scena più brutale del film.<br />
La donna viene selvaggiamente massacrata nel suo villino,sfracellata contro il bordo della vasca da bagno.<br />
La trovata geniale è il messaggio sullo specchio,che comparirà in seguito,quando Mark intuirà che con il vapore può far comparire il messaggio della sventurata scrittrice.<br />
Il crescendo è rossiniano.</p>
<p><img src="http://it.wikipedia.org/wiki/Immagine:Daria_Nicolodi.jpg" alt="" /><img src="http://it.wikipedia.org/wiki/Immagine:Daria_Nicolodi.jpg" alt="" /><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/it/4/49/Daria_Nicolodi.jpg" alt="" width="240" height="240" /><strong>Daria Nicolodi</strong></p>
<p><strong></strong><br />
La morte del professor <strong>Giordano</strong>,ucciso con selvaggia ferocia,una morte che oggi definiremmo splatter;la visita di Mark alla misteriosa villa,il dipinto coperto da intonaco sulla parete,mentre l’ossessiva musica dei Goblin scandisce inesorabile gli eventi.<br />
Poi la scuola,con Gianna colpita dalla mano invisibile,Carlo che finisce con la testa sotto le ruote di un camion della spazzatura e …..<br />
Il cast risponde appieno al delirio visivo di Argento:Hemmings è svagato quanto basta,la Nicolodi altrettanto;Gabriele Lavia rende bene il personaggio tormentato di Carlo,la Calamai è perfetta nel ruolo della psicotica madre di Carlo;<strong>Glauco Mauri</strong> è così perfetto nel ruolo di Giordani da essere identificato,negli anni successivi,con il personaggio del film.<br />
Ma qual è il motivo del successo internazionale del film,del suo essere diventato cult?<br />
L’alchimia perfetta della storia,non banale,delle musiche assolutamente straordinarie,della regia attenta,rigorosa di Argento,del cast perfettamente integrato alla storia.</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://www.torinoinsolita.it/img/sito_torinoliberty/img1/Scott1.jpg" alt="" width="400" height="272" /></div>
<div style="text-align:center;"><strong>Villa Scott,Torino,location del film </strong></div>
<p>Non è mai facile riuscire a integrare le varie componenti,ma in questo caso funziona tutto.<br />
Un ricordo personale è legato alla prima del film,che vidi nella primavera del 1975.<br />
Quando uscii dal cinema ero convinto di aver visto un capolavoro.<br />
Solo l’Esorcista di Friedkin,Apocalipse now di Coppola e l’Arancia meccanica di Kubrick mi avevano colpito allo stesso modo.</p>
<p><img src="http://www.torinoinsolita.it/img/sito_torinoliberty/img1/Scott4.jpg" alt="" width="301" height="450" />Un altra foto di villa <strong>Scott</strong></p>
<p><strong></strong><br />
Ed evidentemente il pubblico che affollò le sale la pensava allo stesso modo.<br />
Profondo rosso fu il film più visto di quell’anno,e non dimentichiamo che quell’anno uscirono Amici miei,Qualcuno volò sul nido del cuculo,Barry Lindon e film di cassetta come Fantozzi.<br />
Un risultato straordinario per Dario <strong>Argento</strong>.<br />
Il punto più alto del suo cinema.<br />
Perché,come succede spesso,proprio con Profondo rosso Dario Argento segna la fine della sua parabola ascendente.<br />
Il successivo <strong>Suspiria</strong>,pur opera di buona levatura,era una rivoluzione copernicana.<br />
Niente giallo,ma incursione nell’horror parapsicologico.<br />
Inferno segnerà una ulteriore caduta di tensione,che proseguirà con il pessimo <strong>Tenebre</strong>,l’incero <strong>Phenomena</strong> fino al punto più basso,quel Il cartaio sconclusionato e brutto in maniera indecorosa.<br />
Profondo rosso può essere definito,in pratica,il canto del cigno di un ottimo regista,che però da 25 anni ha quasi perso smalto e inventiva.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Giudizio</strong></p>
<h1><img src="http://www.mymovies.it/css/film/stella_rec_5_3.gif" alt="Valutazione" /><img src="http://www.mymovies.it/css/film/stella_rec_5_3.gif" alt="Valutazione" /><img src="http://www.mymovies.it/css/film/stella_rec_5_3.gif" alt="Valutazione" /><img src="http://www.mymovies.it/css/film/stella_rec_5_3.gif" alt="Valutazione" /></h1>
<p>Un film di <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?r=2917">Dario Argento</a>.       Con <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=538">David Hemmings</a>, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=979">Clara Calamai</a>, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=1273">Macha Méril</a>, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=3198">Eros Pagni</a>, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=6604">Giuliana Calandra</a>, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=9101">Gabriele Lavia</a>, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=9342">Glauco Mauri</a>, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=15221">Daria Nicolodi</a>, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=4195">Attilio Dottesio</a>, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=22731">Furio Meniconi</a>, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=2673">Glauco Onorato</a>, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=75">Mario Scaccia</a>, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=9089">Piero Vida</a>, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=17883">Aldo Bonamano</a>, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=20426">Lorenzo Piani</a>, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=66918">Vittorio Fanfoni</a>, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=6999">Piero Mazzinghi</a>, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=18433">Fulvio Mingozzi</a>, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=14632">Geraldine Hooper</a>, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=73247">Salvatore Baccaro</a>, <a href="http://www.mymovies.it/dizionario/biblio.asp?a=73315">Salvatore Puntillo</a>.       Genere <a title="Film gialli" href="http://www.mymovies.it/film/gialli/">Giallo</a>,    colore 123 minuti.  - Produzione Italia  <a title="Film 1975" href="http://www.mymovies.it/film/?anno=1975">1975</a>.</p>
<p>Personaggi e interpreti:</p>
<div style="border-bottom:1px solid #aaaaaa;padding:0.5em;">
<ul>
<li><a title="David Hemmings" href="http://it.wikipedia.org/wiki/David_Hemmings">David Hemmings</a>: Marcus Daly</li>
<li><a title="Daria Nicolodi" href="http://it.wikipedia.org/wiki/Daria_Nicolodi">Daria Nicolodi</a>: Gianna Brezzi</li>
<li><a title="Gabriele Lavia" href="http://it.wikipedia.org/wiki/Gabriele_Lavia">Gabriele Lavia</a>: Carlo</li>
<li><a class="new" title="Macha Méril (pagina inesistente)" href="http://it.wikipedia.org/w/index.php?title=Macha_M%C3%A9ril&#38;action=edit&#38;redlink=1">Macha Méril</a>: Helga Ulmann</li>
<li><a title="Eros Pagni" href="http://it.wikipedia.org/wiki/Eros_Pagni">Eros Pagni</a>: comm. Calcabrini</li>
<li><a title="Giuliana Calandra" href="http://it.wikipedia.org/wiki/Giuliana_Calandra">Giuliana Calandra</a>: Amanda Righetti</li>
<li><a class="new" title="Piero Mazzinghi (pagina inesistente)" href="http://it.wikipedia.org/w/index.php?title=Piero_Mazzinghi&#38;action=edit&#38;redlink=1">Piero Mazzinghi</a>: Bardi</li>
<li><a title="Glauco Mauri" href="http://it.wikipedia.org/wiki/Glauco_Mauri">Glauco Mauri</a>: prof. Giordani</li>
<li><a title="Clara Calamai" href="http://it.wikipedia.org/wiki/Clara_Calamai">Clara Calamai</a>: Marta (madre di Carlo)</li>
<li><a class="new" title="Aldo Bonamano (pagina inesistente)" href="http://it.wikipedia.org/w/index.php?title=Aldo_Bonamano&#38;action=edit&#38;redlink=1">Aldo Bonamano</a>: padre di Carlo</li>
<li><a title="Liana Del Balzo" href="http://it.wikipedia.org/wiki/Liana_Del_Balzo">Liana Del Balzo</a>: Elvira (cameriera di Amanda)</li>
<li><a class="new" title="Vittorio Fanfoni (pagina inesistente)" href="http://it.wikipedia.org/w/index.php?title=Vittorio_Fanfoni&#38;action=edit&#38;redlink=1">Vittorio Fanfoni</a>: agente assistente dell'ispettore</li>
<li><a class="new" title="Dante Fioretti (pagina inesistente)" href="http://it.wikipedia.org/w/index.php?title=Dante_Fioretti&#38;action=edit&#38;redlink=1">Dante Fioretti</a>: fotografo della Polizia</li>
<li><a class="new" title="Geraldine Hooper (pagina inesistente)" href="http://it.wikipedia.org/w/index.php?title=Geraldine_Hooper&#38;action=edit&#38;redlink=1">Geraldine Hooper</a>: Massimo Ricci (amante di Carlo)</li>
<li><a class="new" title="Jacopo Mariani (pagina inesistente)" href="http://it.wikipedia.org/w/index.php?title=Jacopo_Mariani&#38;action=edit&#38;redlink=1">Jacopo Mariani</a>: giovane Carlo</li>
<li><a class="new" title="Furio Meniconi (pagina inesistente)" href="http://it.wikipedia.org/w/index.php?title=Furio_Meniconi&#38;action=edit&#38;redlink=1">Furio Meniconi</a>: Rodi</li>
<li><a title="Fulvio Mingozzi" href="http://it.wikipedia.org/wiki/Fulvio_Mingozzi">Fulvio Mingozzi</a>: agente Mingozzi</li>
<li><a class="new" title="Lorenzo Piani (pagina inesistente)" href="http://it.wikipedia.org/w/index.php?title=Lorenzo_Piani&#38;action=edit&#38;redlink=1">Lorenzo Piani</a>: agente addetto alle impronte digitali</li>
<li><a class="new" title="Salvatore Puntillo (pagina inesistente)" href="http://it.wikipedia.org/w/index.php?title=Salvatore_Puntillo&#38;action=edit&#38;redlink=1">Salvatore Puntillo</a>: agente della Polizia</li>
<li><a class="new" title="Piero Vida (pagina inesistente)" href="http://it.wikipedia.org/w/index.php?title=Piero_Vida&#38;action=edit&#38;redlink=1">Piero Vida</a>: agente grasso</li>
<li><a title="Nicoletta Elmi" href="http://it.wikipedia.org/wiki/Nicoletta_Elmi">Nicoletta Elmi</a>: Olga (figlia di Rodi)</li>
<li><a title="Salvatore Baccaro" href="http://it.wikipedia.org/wiki/Salvatore_Baccaro">Salvatore Baccaro</a>: fruttivendolo (non menzionato)</li>
<li><a class="new" title="Bruno Di Luia (pagina inesistente)" href="http://it.wikipedia.org/w/index.php?title=Bruno_Di_Luia&#38;action=edit&#38;redlink=1">Bruno Di Luia</a>: Concerned man in restroom (non menzionato)</li>
<li><a class="new" title="Attilio Dottesio (pagina inesistente)" href="http://it.wikipedia.org/w/index.php?title=Attilio_Dottesio&#38;action=edit&#38;redlink=1">Attilio Dottesio</a>: fioraio (non menzionato)</li>
<li><a class="new" title="Tom Felleghy (pagina inesistente)" href="http://it.wikipedia.org/w/index.php?title=Tom_Felleghy&#38;action=edit&#38;redlink=1">Tom Felleghy</a>: chirurgo (non menzionato)</li>
<li><a title="Glauco Onorato" href="http://it.wikipedia.org/wiki/Glauco_Onorato">Glauco Onorato</a>: (non menzionato)</li>
<li><a title="Mario Scaccia" href="http://it.wikipedia.org/wiki/Mario_Scaccia">Mario Scaccia</a>: uomo alla conferenza di parapsicologia (non menzionato)</li>
<li><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/7nmvTNSBYAY'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/7nmvTNSBYAY&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></li>
<li><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/dpsBiX8JIQw'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/dpsBiX8JIQw&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></li>
</ul>
</div>
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