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	<title>pensando-na-vida &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/pensando-na-vida/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "pensando-na-vida"</description>
	<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 20:55:33 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Cuide do seu jardim...]]></title>
<link>http://silvinhasoares.wordpress.com/?p=223</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 03:44:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>silvinhasoares</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Aprenda a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de v]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="entrytext">
<p>Aprenda a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você… A idade vai chegando e com o passar do tempo nossas prioridades na vida vão mudando… a vida profissional, a monografia de final de curso, as contas a pagar.</p>
<p>Mas uma coisa parece estar sempre presente… a busca pela felicidade com o amor da sua vida. Desde pequenas ficamos nos perguntando "quando será que vai chegar?" e a cada nova paquera, vez ou outra nos pegamos na dúvida "será que é ele?" Como diz o meu pai: "nessa idade tudo é definitivo", pelo menos a gente achava que era. Cada namorado era o novo homem da sua vida.</p>
<p>Faziam planos, escolhiam o nome dos filhos, o lugar da lua-de-mel e, de repente… PLAFT! Como num passe de mágica ele desaparecia, fazendo criar mais expectativas a respeito "do próximo". Você percebe cair na guerra quando se termina um namoro, é muito natural (desde que não dure muito tempo).</p>
<p>Agora, você procura melhor e começa a ser mais seletiva. Procura um cara formado, trabalhador, bem resolvido, inteligente, com aquele papo que a deixa sentada no bar o resto da noite. Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco dos amigos pelo aniversário da sua avó, que jogue "imagem e ação" e se divirta como uma criança, que sorria de felicidade quando te olha, mesmo quando está de shorts, camiseta e chinelo. A liberdade, ficar sem compromisso, sair sem dar satisfação já não têm o mesmo valor que tinha antes. A gente inventa um monte de desculpas esfarrapadas mas continuamos com a procura incessante por uma pessoa legal, que nos complete e vice-versa. Enquanto tivermos maquiagem e perfume, vamos à luta… e haja dinheiro para manter presença em todos os eventos da cidade: churrasco, festinhas, boates na quinta-feira. Sem falar na diversidade que vai do Forró ao Beatles.</p>
<p>Mas o melhor dessa parte é se divertir com as amigas, rir até doer a barriga, fazer aqueles passinhos bregas de antigamente e curtir o som… olhar para o teto, cantar bem alto aquela música que você adora. Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquele cara que você ama (ou acha que ama), e que não quer nada com você, definitivamente não é o homem da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.</p>
<p>O segredo é não correr atrás das borboletas… é cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!</p>
<p>- Mário Quintana</p></div>
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]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Energia negativa em cima de mim NÃO!]]></title>
<link>http://silvinhasoares.wordpress.com/?p=209</link>
<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 02:04:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>silvinhasoares</dc:creator>
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<description><![CDATA[Muita coisa tem me consumido, e uma delas é a inveja. Tem umas duas ou tres meninas com as quais so]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Muita coisa tem me consumido, e uma delas é a inveja. Tem umas duas ou tres meninas com as quais sou obrigada a conviver, chamar de amigas? é essa a dúvida. Tem gente que diz que sou inocente, que em amizade de mulher SEMPRE rola competição, mas no fundo do meu coração eu acredito que não, talvez eu tire por mim, que quando é amiga minha naõ importa o tamanho do sucesso, eu torço pra que ela tenha sempre mais! Essas "amigas" são diferentes, são amigas, até que você tenha mais que elas, porque a partir daí já era, são críticas atrás de críticas, alfinetadas e farpas para todos os lados e é isso que vem me consumindo, eu não sei me fazer de mosca morta e acabo entrando na delas, me irritando, ficando de "a mau humorada da raça" mas certas coisas me incomodam mesmo! Não vou ficar detalhando aqui, foi mais um desabafo mesmo... dizer que quero ser diferente diante dessas situações, quero abstrair, pois sei que o que esse tipo depessoa quer é sugar todas as nossas energias boas, então por mais dificil que isso seja pra mim, vou me esforçar ao máximo para abstrair e essa é mais uma das mudanças que estão nos meus planos... <strong>não deixar energia ruim nenhuma chegar perto de mim!</strong> quando perceber que a coisa ta ruim, sai fora, da uma risada gostosa, toma uma água-de-coco e abstrai, porque isso sim faz com que qualquer energia negativa se afaste!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Muito]]></title>
<link>http://idontlikemondays.wordpress.com/?p=323</link>
<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 22:41:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulynhah</dc:creator>
<guid>http://idontlikemondays.wordpress.com/2008/09/25/muito/</guid>
<description><![CDATA[Muito trabalho. Muito, muito, muito mesmo.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Muito trabalho. Muito, muito, muito mesmo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cecília Meireles]]></title>
<link>http://surradebambu.wordpress.com/?p=41</link>
<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 16:42:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paty</dc:creator>
<guid>http://surradebambu.wordpress.com/2008/09/24/cecilia-meireles/</guid>
<description><![CDATA[Quarto Motivo da Rosa


&#8220;Não te aflijas com a pétala que voa: 
também é ser, deixar de se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Quarto Motivo da Rosa</span></div>
<div></div>
<div></div>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">"Não te aflijas com a pétala que voa: <br />
também é ser, deixar de ser assim. </span></div>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Rosas verá, só de cinzas franzida, <br />
mortas, intactas pelo teu jardim. </span></div>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Eu deixo aroma até nos meus espinhos <br />
ao longe, o vento vai falando de mim. </span></div>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">E por perder-me é que vão me lembrando, <br />
por desfolhar-me é que não tenho fim."</span></div>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornalista procura]]></title>
<link>http://idontlikemondays.wordpress.com/?p=308</link>
<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 17:48:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulynhah</dc:creator>
<guid>http://idontlikemondays.wordpress.com/2008/09/02/jornalista-procura/</guid>
<description><![CDATA[Alguém aí está precisando de uma jornalista
(repórter, redatora, revisora, assessora de imprensa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#ff00ff;">Alguém aí está precisando de uma jornalista<br />
(repórter, redatora, revisora, assessora de imprensa)???</span></h2>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aniversário]]></title>
<link>http://idontlikemondays.wordpress.com/?p=298</link>
<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 13:08:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulynhah</dc:creator>
<guid>http://idontlikemondays.wordpress.com/2008/08/27/aniversario/</guid>
<description><![CDATA[E não é que que esse aniversário não foi tão ruim?! rs
Recebi vááááááários recados, um m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>E não é que que esse aniversário não foi tão ruim?! rs</p>
<p>Recebi vááááááários recados, um monte de beijos e abraços na empresa e em casa, um almoço em uma cantina bem gostosa com o pessoal do trabalho, uma ligação de quase 1 hora com a minha melhor amiga virtual (Thaís) hahaha, um recado engraçado do Lui no celular (ele é doido!!!), um creme da Victoria's Secret (perfect!) da Thatão, flores da Yorie, tolhas lindas e bordadas da vovó, sapato boneca fofo da madrinha... Enfim, curti bastante.</p>
<p>Melhor do que tudo isso, foi a mudança que aconteceu na vida do meu pai. Infelizmente ainda não foi o rim (ainda!!!), mas essa novidade fará muito bem a ele, em diversos aspectos (profissional, pessoal, financeiro). <strong>Que Deus te abençoe nesse nova fase da sua vida, pai!</strong> Esse, sem dúvida, foi o meu melhor presente de aniversário!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A todos que não foram e não ligaram]]></title>
<link>http://idontlikemondays.wordpress.com/?p=289</link>
<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 01:59:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulynhah</dc:creator>
<guid>http://idontlikemondays.wordpress.com/2008/08/24/a-todos-que-nao-foram-e-nao-ligaram/</guid>
<description><![CDATA[Acabei de ler este texto da Fernanda Young que me fez lembrar de uma situação ocorrida no meu aniv]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de ler este texto da Fernanda Young que me fez lembrar de uma situação ocorrida no meu aniversário do ano passado (2007) - e que, de verdade, eu gostaria de ter esquecido, mas não deu... Não sou tão "elevada" assim a ponto de esquecer e relevar certas coisas.</p>
<p><a href="http://claudia.abril.uol.com.br/materias/2087/?sh=25&#38;cnl=5" target="_blank"><span style="color:#0000ff;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>A todos que não foram e não ligaram</strong></span></span></a></p>
<p>Bom, você não foi. E não ligou. A mim, só restou lamentar a sua falta de educação. Imaginando motivos possíveis. Será que você não foi porque realmente não pôde ou simplesmente não quis? Será que não ligou para não me magoar ou justamente o inverso disso?</p>
<p>Estou confusa, claro. Achava que você iria.</p>
<p>Tanto que eu aguardei sua chegada por mais minutos do que deveria, inventando desculpas esfarrapadas para mim mesma. O trânsito, o horário, a meteorologia. Qualquer pneu furado serviria. E até o último instante, juro, achei que você chegaria a qualquer momento. Pedindo perdão pelo terrível atraso. Perdão que você teria, junto com uma cara de quem está acostumada, e assim encerraríamos o assunto. Mas você não foi.</p>
<p>Esperei outro tanto pelo seu telefonema, com todas as esclarecedoras explicações. Para cada razão que houvesse, pensei numa excelente resposta. Para cada silêncio, num suspiro. Para cada sensatez de sua parte, numa loucura específica da minha.</p>
<p>Se você tivesse ligado do celular, eu seria fria. Se tivesse ligado do trabalho, seria levemente avoada. Se a ligação caísse, eu manteria a calma.</p>
<p>Foram muitos dias nessa tortura, então entenda que percorri todas as rotas de fuga. Cheguei a procurar notícias suas pelos jornais, pois só um obituário justificaria tamanha demora em uma ligação.</p>
<p>Enfim, por muito mais tempo do que desejaria, mantive na ponta da língua tudo o que eu devia te dizer, e tudo o que você merecia ouvir, e tudo. Mas você não ligou.</p>
<p>Mando esta carta, portanto, sem esperar resposta. Nem sequer espero mais por nada, em coisa alguma, nesta vida, para ser sincera. No que se refere a você, especialmente, porque o vazio do seu sumiço já me preenche; tenho nele um conforto que motivos não me trarão.</p>
<p>Não me responda, então, mesmo que deseje. Não quero um retorno; quis, um dia, uma ida. Que não aconteceu, assim deixemos para lá.</p>
<p>Estaria, entretanto, mentindo se não dissesse que, aqui dentro, ainda me corrói uma pequena curiosidade. Pois não é todo dia que uma pessoa não vai e não liga, é? As pessoas guardam esses grandes vacilos para momentos especiais, não guardam?</p>
<p>Então, eis a minha única curiosidade: você às vezes pensa nisso, como eu penso? Com um suave aperto no coração? Ou será que você foi apenas um idiota que esqueceu de ir?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Penso, logo existo (?)]]></title>
<link>http://carolinavieira.wordpress.com/?p=35</link>
<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 00:47:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>carolinadeconto</dc:creator>
<guid>http://carolinavieira.wordpress.com/2008/08/18/penso-logo-existo/</guid>
<description><![CDATA[Boa noite a todo@s
Hoje para mim foi um dia bastante taciturno e, durante o meu trajeto a pé para c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Boa noite a <a href="mailto:todo@s">todo@s</a></p>
<p>Hoje para mim foi um dia bastante taciturno e, durante o meu trajeto a pé para casa, uma míriade de pensamentos me trouxeram reflexões profundas acerca do universo, do significado da vida e tudo o mais.</p>
<p>Vou tentar colocar em sequencia os encadeamentos de pensamentos que me fizeram chegar na frente da tela do notebook para postar algo:</p>
<p>Primeiramente eu estava voltando da farmácia após ter comprado meus anticoncepcionais para evitar que um novo ser no mundo venha a <strong>existir</strong>. Depois disso, ao cortar caminho pelo centro politécnico (a poli da UFPR) para ir para casa, encontrei alguns colegas da geografia. Por estar num momento taciturno, respondi a saudação das pessoas com um aceno e apertando o passo (com o note nas costas). Neste momento, pensei: "como eu gostaria de não <strong>existir</strong> em momentos como esse." Aí acabei pensando em como seria a vida se possivelmente eu tivesse sido abortada. Tudo isso porque um amigo do meu namorado falou para mim que em até um dado período <strong>eu não existia</strong>.</p>
<p>(Para os que entraram em choque com o verbete: eu não estou em uma crise de rejeição, minha mãe não tentou me abortar, eu não estou grávida e não quero me suicidar.)</p>
<p>Após pensar nisso, lembrei de algumas máximas do existencialismo, que muito longe de ser uma "vã filosofia", é uma maneira de viver e encarar o mundo com dignidade e com a plenitude de aproveitarmos nossos potenciais enquanto seres humanos livres que somos.  Pensei nas palavras de <a title="Informações superficiais sobre Sartre" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Paul_Sartre#O_existencialismo_de_Sartre">Sartre </a>quando ele diz que ao escolhermos ao tomarmos consciência de nossa liberdade e de como somos inteiramente responsáveis pelo que fazemos, nasce a grande angústia de lidar com esta liberdade com responsabilidade, pois pelo fato de existirmos, estamos também mudando o mundo ao nosso redor.</p>
<p>Depois de tentar lembrar das máximas do existencialismo, lembrei do livro que estou lendo: <strong>A convidada</strong>, de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Simone_de_Beauvoir">Simone de Beauvouir</a>, esposa de Sartre. Neste livro, ela discorre sobre a convivência de um casal (autobiográfico) - Françoise e Pierre - que vive sobre os preceitos existencialistas (minha interpretação) e está lidando com dois novos elementos em suas vidas: uma moça chamada Xavière e a sombra da guerra que está por vir. Diga-se de passagem, a resenha deste livro também está a caminho...</p>
<p>Então, após pensar sobre o casal Simone-Sartre e o livro da Simone, cheguei a conclusão de que é de nosso desejo que existamos uns para os outros. Todo aquele que de alguma forma vive e existe quer existir para o outro. Para isso, a humanidade lança mão de diversos subterfúgios: música, um grito, um suicídio, uma mensagem de celular, um blog, um relógio de R$18 000 (à venda no Shopping Cidade Jardim), som alto com graves estourando, uma sonata, uma tese de doutorado, um caráter impecável, um beijo roubado, uma frase de efeito, um cabelo azul e muito mais!</p>
<p>Partindo desta premissa que eu acredito ser verdadeira - tendo em consideração que um dos maiores medos do homem é morrer, ou seja, deixar de estar no mundo - pensei nas 1001 maneiras que existo na minha vida. Pensando nisto, acabei reestruturando meus significados sobre existir (ou não).</p>
<p>Somente existimos para o outro quando elas atribuem algum significado para nós e pela maneira com a qual nos relacionamos com ele: meu melhor amigo, minha prima, o cara que senta no canto do ônibus, o tiozinho da guarita, minha mãe, o presidente dos Estados Unidos, dentre outros... dei uma exagerada agora, mas agora vou colocar meus argumentos em uma perspectiva mais resalista. (gosto desta palavra... mas não posso ser pretensiosa para afirmar o que é ou não real)</p>
<p>Todo ser humano existe e, de alguma maneira, crava sua existência na grande <a title="Se não entende em inglês, pode ir na versão em português" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tabula_rasa">tábula rasa</a> da vida alheia devido ao simples fato de agir (ou não, o que representa uma atitude passiva). Somos atraídos pelo outro porque, em condições normais de pressão e temperatura, temos este incansável desejo de existir e de nos enxergar através das reações/interações alheias, embora muitos só se relacionem com quem reflete a imagem semelhante à que se quer ver.</p>
<p>Depois de muito pensar nisso, cheguei à conclusão que Howard Shore (autor de House) constantemente presta tributo ao existencialismo através do protagonista. Mas isso merece um post sozinho.</p>
<p>NOTA: Infelizmente o wordpress esqueceu de salvar o resto do meu post. Vai ficar assim, inacabado, como é toda a existência humana. Cabe a nós (e a mim) nos conformarmos com estes reveses que a vida às vezes prega. Se bem que, diante dum post que li sobre inferno astral, estou muito bem debaixo das cobertas, obrigada! =)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Triste]]></title>
<link>http://silvinhasoares.wordpress.com/?p=151</link>
<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 17:23:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>silvinhasoares</dc:creator>
<guid>http://silvinhasoares.wordpress.com/2008/08/18/triste/</guid>
<description><![CDATA[Olá!
Em primeiro lugar gostaria só de lembrar que estou devendo um post sobre os cosmorritmos e a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Olá!</p>
<p>Em primeiro lugar gostaria só de lembrar que estou devendo um post sobre os cosmorritmos e a "esfera" prometo que logo tento fazê-lo.</p>
<p>Em segundo lugar o post de hoje é de desabafo, não, não é mais uma daquelas crises bobas com o namorado ou uma briga com a mãe por causa de uma coisinha qualquer, é tudo mais sério, estou muito triste, por motivos que não quero contar aqui, mas muito triste, uma tristeza que dói lá no fundo, doi na alma, aperta o coração e os olhos, uma tristeza que me corrói mesmo por de trás dos sorrisos. Uma perda. Não ter controle sobre algo tão importante pra mim é o que me faz mais desnorteada. Tentar equilibrar tudo, é complicado. Sem chão. Descepcionada, triste, carente, insegura, tantos adjetivos de uma só vez. Pesado demais pra mim. Acho que não cresci o suficiente para suportar tais dores, ou talvez, justamente por não ter crescido Deus quis me fazer crescer. Ruim demais.</p>
<p>Exausta por dentro. É assim que estou. Vontade de montar uma barraquinha em cima de uma montanha, sem nada nem ninguém e ficar lá... sozinha, esperando que passe algum tempo...</p>
<p>Minha vida tomando um novo rumo neste momento, uma nova etapa, uma nova fase. Espero que de cabeça erguida, espero que com força, espero que para ser feliz. Tenho planos, metas, objetivos e assim quero seguir. Ter força para ir para a frente.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conteúdo é tudo (e não somente seu blog)]]></title>
<link>http://silentinsanity.wordpress.com/?p=306</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 14:56:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodrigo Leme</dc:creator>
<guid>http://silentinsanity.wordpress.com/2008/08/15/conteudo-e-tudo-nao-somente-seu-blog/</guid>
<description><![CDATA[Estava lendo meus feeds, e achei uma pérola do (excelente) blog da 37 Signals. No texto mais recent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Estava lendo meus feeds, e achei uma pérola do (excelente) blog da <a href="http://37signals.com/" target="_blank">37 Signals</a>. No texto mais recente, Matt Linderman faz uma bela analogia sobre <a href="http://www.37signals.com/svn/posts/1186-gearheads-dont-get-it" target="_blank">conteúdo x visual de blogs e sites com um guitarrista</a>. Mas a questão é mais ampla: será que você está valorizando seu visual de mais e seu conteúdo de menos? E não estou falando do seu blog...</p>
<p><!--more--></p>
<p>Segundo Matt, um guitarrista bom vai ser sempre reconhecido indepente do equipamento, e ter o mesmo equipamento de um guitarrista excelente não lhe garante nada. O ponto focal da questão é apresentar um conteúdo relevante para sites e logs antes de widgets, javas, flashes...chega a citar uma frase que vai ser o ponto central do que tenho a dizer. A frase é do <a href="http://garyvaynerchuk.com/" target="_blank">Gary Vaynerchuk</a>, uma das figuras mais populares na internet:</p>
<blockquote><p>Não é a camera que eu uso, não é a plataforma de blog, não são os widgets, não é o SEO. São os dois Cs: conteúdo e comunidade. (...) É sobre oferecer de coração conteúdo do qual você realmente entende e, mais importante, dar de volta à comunidade que apóia seu show.</p></blockquote>
<p>Gozado que todo dia as pessoas procuram como melhorar seus blogs, e esquecem que eles são uma manifestação do que estas pessoas são na vida. Quantas vezes a gente teve medo de expor nosso conteúdo e escondemos atrás de roupas, subterfúgios, disfarces, máscaras? Porque na sua persona virtual deveria ser diferente?</p>
<p>Conteúdo e comunidade são duas coisas que você pratica na vida, e aplica em qualquer situação. Em uma entrevista de emprego, o bom entrevistador sabe quando você está mentindo, disfarçando sua falta de conteúdo, e sabe se você é uma pessoa que sabe interagir com sua comunidade ou não.</p>
<p>E esse é só um exemplo: pense nisso em termos de sua vida amorosa, familiar, social...todos eles exigem conteúdos diferentes que vão determinar onde você se encaixa. O que você é determina onde você vai estar, e não o contrário.</p>
<p>Eu passo muito bem no quesito conteúdo, mas tenho dificuldades no quesito comunidade. É um aspecto meu que coloco em constante melhoria, ampliando sempre minha rede de contatos, tentando balancear contatos pela internet com contatos <em>real life</em>, buscando conhecer novas pessoas.</p>
<p>Nunca é demais tratar isso como um planejamento: defini como meta minha ter ao menos uma conversa interessante pelo menos a cada 3 dias. Amanhã, vai ser a cada 2 dias, e naturalmente terei ao menos uma conversa interessante com uma pessoa nova ou não por dia, oferecendo tanto quanto recebendo inputs que vão melhorar minha relação com as pessoas.</p>
<p>No caso de conteúdo, se você tem algum problema, o recomendável é investir em experiências: ler mais, fazer cursos, freqüentar lugares que você nunca conheceu, viajar...até fazer compras é uma forma de agregar conteúdo, quando você se arrisca a comprar algo que não conhece muito bem e tem que ir atrás de informação sobre o item ou serviço. A questão é sempre pensar diferente, enxergar outro ponto de vista.</p>
<p>Quando fiz um curso de criatividade na ESPM em 1997, o excelente professor <a href="www.predebon.com.br" target="_blank">José Predebon</a> apresentou uma idéia que norteia minha busca por conteúdo todo dia:entre em um ônibus e ande pela cidade como se você não a conhecesse. O que você perceberia? Notaria algo que não havia notado antes? Perceberia que você adora coisas que você já nem prestava mais atenção? Esse é o approach ideal para conteúdo: esquece um pouco o que você acha, fixe no que aqulo poderia ser para você.</p>
<p>Não tem segredo, não tem mistério: a partir do momento em que você tem o que mostrar para os outros, e a partir do momento em que você sabe como criar pontes de ida e volta entre você e as pessoas que interagem com você, a forma vem sozinha: roupas, discursos, posturas...no final, você pode acabar percebendo que nem precisava de tanto equipamento assim. Ou widgets. ;-)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Another Monday]]></title>
<link>http://idontlikemondays.wordpress.com/?p=267</link>
<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 21:14:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulynhah</dc:creator>
<guid>http://idontlikemondays.wordpress.com/2008/08/10/another-monday/</guid>
<description><![CDATA[Mais uma segunda está chegando e, mesmo não tendo mais aquela preocupação com o horário que eu ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma segunda está chegando e, mesmo não tendo mais aquela preocupação com o horário que eu devo chegar no trabalho, continuo não gostando desse dia. Blergh!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amigo é casa]]></title>
<link>http://idontlikemondays.wordpress.com/?p=263</link>
<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 03:18:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulynhah</dc:creator>
<guid>http://idontlikemondays.wordpress.com/2008/08/10/amigo-e-casa/</guid>
<description><![CDATA[Ouvi outro dia a Simone e a Zélia Duncan cantarem essa música no programa de Jô e gostei muito da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ouvi outro dia a Simone e a Zélia Duncan cantarem essa música no programa de Jô e gostei muito da letra, pois ela consegue mostrar bem o que é (ou, pelo menos, deveria ser) um amigo de verdade. E, pensando no assunto, percebi que, apesar dos pesares da (minha) vida, tive a felicidade de encontrar alguns "amigos-casa" em meu caminho. Mas, o melhor de tudo foi perceber que, mesmo estando meio afastada de alguns desses amigos, eu ainda tenho dois deles - os principais! - aqui em casa, só pra mim...<br />
 <br />
 <br />
<span style="color:#0000ff;"><strong>AMIGO É CASA</strong><br />
</span><span style="color:#0000ff;"><em>(Capiba / Hermínio Bello de Carvalho)<br />
</em> <br />
</span><span style="color:#0000ff;"><span style="text-decoration:underline;">Amigo é feito casa que se faz aos poucos<br />
e com paciência pra durar pra sempre<br />
</span>Mas é preciso ter muito tijolo e terra<br />
preparar reboco, construir tramelas<br />
Usar a sapiência de um João-de-barro<br />
que constrói com arte a sua residência<br />
há que o alicerce seja muito resistente<br />
que às chuvas e aos ventos possa então a proteger<br />
E há que fincar muito jequitibá<br />
e vigas de jatobá<br />
e adubar o jardim e plantar muita flor toiceiras de resedás<br />
não falte um caramanchão pros tempos idos lembrar<br />
que os cabelos brancos vão surgindo<br />
Que nem mato na roceira<br />
que mal dá pra capinar<br />
e há que ver os pés de manacá<br />
cheínhos de sabiás<br />
sabendo que os rouxinóis vão trazer arrebóis<br />
choro de imaginar!<br />
pra festa da cumieira não faltem os violões!<br />
muito milho ardendo na fogueira<br />
e quentão farto em gengibre<br />
aquecendo os corações<br />
A casa é amizade construída aos poucos<br />
e que a gente quer com beira e tribeira<br />
Com gelosia feita de matéria rara<br />
e altas platibandas, com portão bem largo<br />
que é pra se entrar sorrindo<br />
nas horas incertas<br />
sem fazer alarde, sem causar transtorno<br />
</span><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#0000ff;">Amigo que é amigo quando quer estar presente<br />
faz-se quase transparente sem deixar-se perceber<br />
Amigo é pra ficar, se chegar, se achegar,<br />
se abraçar, se beijar, se louvar, bendizer<br />
Amigo a gente acolhe, recolhe e agasalha<br />
e oferece lugar pra dormir e comer<br />
Amigo que é amigo não puxa tapete<br />
oferece pra gente o melhor que tem e o que nem tem<br />
quando não tem, finge que tem,<br />
faz o que pode e o seu coração reparte que nem pão.</span></span></p>
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