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	<title>peninsula-iberica &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/peninsula-iberica/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "peninsula-iberica"</description>
	<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 04:28:48 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Breve história do Marranismo - I]]></title>
<link>http://contrasenso.wordpress.com/?p=134</link>
<pubDate>Sun, 03 Aug 2008 17:34:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Tavares</dc:creator>
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<description><![CDATA[Os judeus estão espalhados pelo mundo afora faz muito tempo. Desde o século IV aEC que não nos en]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Os judeus estão espalhados pelo mundo afora faz muito tempo. Desde o século IV aEC que não nos encontramos mais reunidos num mesmo lugar, mas em dois mil e quinhentos anos de diáspora nos mantivemos judeus, unidos por uma identidade comum. E uma das comunidades judaicas no exílio mais antigas estava em Sefarad, o nome hebraico para a Península Ibérica. Sem dúvida, esse nome é mais antigo que os próprios termos <em>Ibéria</em>, <em>Espanha</em> ou <em>Portugal</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Os judeus sefaraditas permaneceram na península que os romanos conquistaram dos celtiberos, suportou a passagem avassaladora dos vândalos (daí o nome Andaluzia, região sul da Espanha, corruptela de <em>Vandaluzia</em> - mas isso é uma hipótese apenas), até a "plena" cristianização da região com os reis visigodos. Judeus e cristãos conviveram (relativamente) muito bem por algum tempo, mesmo séculos. Tão bem que o filo-semitismo dos cristãos nativos foi um sério problema para a Igreja Romana, que realizou concílios específicos para lidar com a questão. Mas lá pelo século VII, com o rei Sisebuto iniciou-se a era das conversões forçadas. Aos judeus que recusaram o batismo, puniu com a morte.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois vieram os mouros, na impressionante expansão do Islam. Sob uma divisão da dinastia Omíada (Umáida), constituiu-se o famoso Califado de Córdoba, que durou do século VIII ao XI. Os califas omíadas de Córdoba eram profundamente interessados em desenvolvimentos científicos, filosóficos e econômicos; isto abriu uma rota de ascensão para os judeus sefarditas, e muitos alcançaram grande renome e importância: médicos, filólogos, filósofos e sábios religiosos, químicos (al-químicos), etc.</p>
<p style="text-align:justify;">Com a fragmentação do califado decorrente da guerra civil, os mouros na Ibéria passaram a sofrer forte pressão dos reinos cristãos ao norte. O que se sucedeu foi a famosa guerra de reconquista que formou os reinos de Aragão, Castela e Portugal. A reconquista só foi completada com a tomada de Granada pelos Reis Católicos, Ferdinando e Isabel, em 1492. Com o declínio das capacidades omíadas,  para resistir ao assalto cristão, houve que se recorrer aos mamelucos do norte da África para, gente menos cultivada e praticante de um islamismo mais intolerante. Daí temos uma nova onda de conversões forçadas (agora ao Islam), ameaça e massacres de judeus. O maior sábio judeu da Idade Média, sefardita, RAMBAM ou Maimônides, teve que fugir para o Egito e depois para a Palestina. Era o fim da Era de Ouro Ibérica.</p>
<p style="text-align:justify;">Nessa situação, a conquista cristã da península veio a calhar, diriam alguns. A população judaica nos novos reinos católicos era consideravelmente grande, e contava com gente ilustre, de posses e bem formada. Mas apesar de alguma tolerância inicial, o triunfo da Guerra de Reconquista elevou o moral do catolicismo ibérico - tanto que a Espanha atribuiu a si o papel de guardiã da fé católica. A tomada de Granada em 1492 coincide com a chegada à América e, um ato verdadeiramente cristão, a resolução do problema judaico em Espanha.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 31 de março de 1492, os reis católicos, Ferdinando e Isabel, assinaram o Édito de Alhambra, que ordenava que todos os judeus deveriam deixar a Espanha até o dia 31 de julho do mesmo ano. A alternativa era ficar e ser batizado, tornando-se cristãos católicos. Os que quisessem deixar o país, podiam levar suas posses, a não ser ouro, prata e dinheiro cunhado. Ou seja, bens imóveis não poderiam ser convertidos em moeda pela venda... seriam deixados em Espanha. O número de judeus que deixaram seus lares e fugiram é motivo de grande controvérsia, variando entre 200.000 e 800.000 pessoas. A maior parte fugiu para Portugal, quando D. Manuel I, percebendo o quanto poderia acrescentar a Portugal, convidou os judeus para irem para lá.</p>
<p style="text-align:justify;">Na <em>Portucália</em> os judeus tinham alto estatus, e não eram raros os títulos de nobreza concedidos a judeus - casamentos misto com a nobreza cristã também foram registrados. Portugal parecia ser um porto calmo. Dom Manuel I, o Venturoso, conduziu seu reino na odisséia das grandes navegações, e também tinha pretenções cruzadas. Contudo, foi generoso, a princípio, com os judeus - libertou os que foram presos por seu antecessor, e primo, Dom João II.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas Dom Manuel almejava a unificação ibérica, ou seja, o trono espanhol. Para tanto, decidiu casar-se com a filha de Isabel de Castela e Ferdinando de Aragão, a infanta Isabela de Aragão. A condição do enlace, por parte dos pais espanhóis, era que o rei português mudasse sua política de tolerância aos judeus, já que sua filha não se casaria com um amigo dos assassinos de Cristo.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 1497 a escolha foi posta novamente diante dos judues sefaraditas: a expulsão ou a conversão. Como no caso espanhol, quem insistisse em ficar sem se batizar, seria punido com a morte. Como permaneceram fiéis à fé, muitos judeus escolheram o exílio, iniciando um grande evasão de recursos - intolerável para o tesouro português, que logo taxou a emigração.</p>
<p style="text-align:justify;">Nesse ponto, começa uma das grandes tragédias do Judaísmo. Muitos judeus hoje em dia insistem em dizer que aqueles que ficaram em Portugal e Espanha e se submeteram às conversões forçadas não honraram o compromisso com a fé judaica e o maior dever, o martírio pela fé, a Santificação do Nome. Isso é bastante injusto, tanto que muitos rabinos da época absolveram os conversos, asseverando que a escolha pela vida pensando num retorno posterior à fé judaica era compreensível. De qualquer maneira, não cabe a ninguém julgar a fé ou motivos de quem se submeteu, naquele momento, àquela humilhação.</p>
<p style="text-align:justify;">Então os judeus que permanecem na Península Ibérica foram forçados a se converterem ao cristianismo católico, são os batizados em pé. Assim, creram seus opressores cristãos, os reinos ibéricos estavam purgados da infidelidade e da perversão judaica. Contudo, apesar de algumas conversões terem sido sinceras, a grande parte dos judeus converteu-se apenas externamente, para sobreviver. Tendo em vista que o judaísmo passou por muitos períodos de provação mas sempre sobreviveu, não é de todo impossível pensar que logo alguma coisa aconteceria e seria possível retornar à fé abertamente. Assim surgiu o fenômeno do cripto-judeu, do cristão novo, do forçado, dos <em>anussim</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Esses judeus conversos à fé cristã mantiveram secretamente a fé judaica, os ritos e observâncias, em casa, na clandestinidade. Mantiveram os casamentos entre si. Isso logo foi percebido pelos cristãos velhos, e a sinceridade das conversões foi posta em questão. Logo, para lidar com o caso, foram estabelecidos tribunais do Santo Ofício, ou Inquisição, para lidar especificamente com a heresia judaizante, os elementos conversos que mantinham práticas das Leis de Moisés, pervertendo a fé cristã.</p>
<p style="text-align:justify;">Vejamos que isso era crucial para os reinos ibéricos. Nesse momento, eram os reinos cristãos que haviam conseguido impor derrotas aos potentosos mouros, a retomar terras cristãs, que mudaram o mundo europeu com as grandes navegações... eram os líderes da cristandade ocidental. Eram os reinos cristãos. Era seu dever manter a fé imaculada da Igreja para que alcançassem seu destino messiânico. A heresia judaizante, o cristão novo, era uma ameaça. E por trezentos anos os marranos, como ficaram conhecidos, foram perseguidos implacavelmente pela Inquisição.</p>
<p style="text-align:justify;">Muitos fugiram, inclusive para o Brasil, no caso portugês, e para o México, no caso espanhol. Os que podiam, migravam para a Holanda e Itália, para a Europa central e Polônia, mas sobretudo para Turquia, Marrocos e Egito, onde havia comunidades judaicas estabelecidas. A nata do judaísmo sefaradita, a fina flor da intelectualidade ibérica foi morta, arruinada ou perdida para outras paragens.</p>
<p style="text-align:justify;">Os que sobreviveram ficaram marcados com o estígma, a alcunha: cristão novo, marrano. Sem identidade, já que nunca seriam aceitos completamente na comunidade cristã, entre os cristãos velhos, vagaram preservando tradições e ritos, trapos de lembranças de uma trama de fios cada vez mais frágeis. Passando de pai para filho, de avô para neto... ou melhor, de mãe para filhos, de avó para netos, já que as mulheres, senhoras do lar, mantinham o segredo em ritos e costumes, mantinham acesa uma chama vacilante de memória.</p>
<p style="text-align:justify;">Velas acesas ao entardecer de sexta-feira, proibição do sangue e da carne de porco, infreqüência na Igreja, orações e rezas familiares distintas das comuns, bençãos familiares, nomes... foi o que lhes restou... e um vazio na alma. Quem sabe seja por isso que apenas em português tenhamos essa palavra para essa dor da ausência, da distância: saudade.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Gasolineiras ibéricas ordenadas por preços]]></title>
<link>http://capeiaarraiana.wordpress.com/?p=6430</link>
<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 12:55:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>anapaulasousa</dc:creator>
<guid>http://capeiaarraiana.wordpress.com/?p=6430</guid>
<description><![CDATA[O endereço electrónico «gasmappers.com» é um portal português com adesão livre e gratuita que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O endereço electrónico «gasmappers.com» é um portal português com adesão livre e gratuita que permite consultar os preços actualizados dos combustíveis em mais de 14 mil estações de serviço na Península Ibérica.</strong></p>
<p><img src="http://capeiaarraiana.wordpress.com/files/2008/08/internet-gasolineiras01a.jpg" alt='Gasolineiras' align='right' hspace='1' width="225" height="174" class='wp-image-6447' />Portugueses y españoles disponen ahora de la plataforma «www.gasmappers.com» para localizar las gasolineras con precios más bajos ubicadas a menor distancia. La página web registra un total de 14 mil surtidores y estaciones de servicio en toda la Península Ibérica.<br />
Este novedoso servicio diseñado por <em>Innovation Point SA</em>, una filial tecnológica del grupo DST, ha entrado en funcionamiento esta semana.<br />
Utilizando una interfaz única desarrollada bajo la tecnología «Google Maps», este portal de acceso libre se basa en una navegación intuitiva. El programa permite hacer búsquedas de gasolineras y de los precios de los combustibles dentro de unos parámetros establecidos por el usuario en una ubicación elegida o incluso según el combustible deseado.<br />
En Portugal la actualización se hace por los propios consumidores registrados en el gasmappers.com, mientras que en España ya se está aplicando un nuevo sistema de actualización diario que se procesa automáticamente para las más de 12.000 gasolineras.<br />
Además de los idiomas castellano y portugués, la plataforma está también disponible en inglés. De este modo se espera que puedan utilizarlo los miles de turistas que viajan por España y Portugal en esta temporada.<br />
«Con esta iniciativa, Innovation Point refuerza su propósito de implementar soluciones innovadoras y creativas, poniendo a disposición de los usuarios una herramienta tecnológicamente desarrollada para responder a una necesidades cotidianas de los consumidores», señala José Mendes, CEO de Innovation Point.<br />
Según Innovation Point, el «roadmap» de desarrollo del concepto gasmappers.com contempla también la posibilidad de adaptar la herramienta a los dispositivos móviles, como por ejemplo los teléfonos móviles, pda´s o agendas electrónicas.</p>
<p><em>Tire as suas dúvidas em:</em> <a href="http://www.gasmappers.com" target='_blank'><strong>gasmappers.com</strong></a><br />
<em><strong>aps</strong></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El cambio climático afectará más a los árboles atlánticos de la Península Ibérica]]></title>
<link>http://cienciatec.wordpress.com/?p=301</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 08:50:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>cienciatec</dc:creator>
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<description><![CDATA[
La ola de extremo calor que asoló los territorios de Europa occidental en el verano de 2003 fue si]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.plataformasinc.es/var/ezwebin_site/storage/images/noticias/el-cambio-climatico-afectara-mas-a-los-arboles-atlanticos-de-la-peninsula-iberica/54568-1-esl-MX/El-cambio-climatico-afectara-mas-a-los-arboles-atlanticos-de-la-Peninsula-Iberica_medium.jpg" alt="" /></p>
<blockquote><p>La ola de extremo calor que asoló los territorios de Europa occidental en el verano de 2003 fue signo científico evidente del cambio que está sufriendo el clima. Ahora, investigadores de la Universidad del País Vasco han estudiado las respuestas a la canícula de los árboles y arbustos mediterráneos y atlánticos de la Península Ibérica para concluir que los segundos son los que sufrirán más con el aumento de las temperaturas.</p></blockquote>
<p>Vía: <a href="http://www.plataformasinc.es/index.php/esl/Noticias/El-cambio-climatico-afectara-mas-a-los-arboles-atlanticos-de-la-Peninsula-Iberica">SINC</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo]]></title>
<link>http://cinemagia.wordpress.com/?p=694</link>
<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 00:08:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tommy Beresford</dc:creator>
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<description><![CDATA[Do Terra:
Com o intuito de exibir filmes dos países do Mercosul no Rio, a pesquisadora e professora]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://cinemagia.wordpress.com/files/2008/06/cinesul2008.jpg" align="right">Do Terra:</p>
<blockquote><p>Com o intuito de exibir filmes dos países do Mercosul no Rio, a pesquisadora e professora Ângela José Nascimento criou em 1994 o Cinesul, Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo. Ao longo dos anos, o evento tomou proporções maiores, com mostras paralelas e filmes da Península Ibérica (leia-se Portugal e Espanha), e em sua 15ª edição, que começa nesta quarta-feira, dia 18, consolida-se como vitrine da produção cinematográfica do circuito latino-americano.</p>
<p>Até o próximo dia 29 serão exibidos um total de 240 filmes, mas só 80 competem na mostra principal. Os outros 160 longas, médias e curtas-metragens do festival fazem parte das dez mostras paralelas incluídas no evento.</p></blockquote>
<p>Leia mais <a target="_blank" href="http://cinema.terra.com.br/interna/0,,OI2957730-EI1176,00-Festival+de+cinema+exibira+filmes+gratuitamente+no+Rio.html">clicando aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Batalla de Guadalete]]></title>
<link>http://nazrem.wordpress.com/?p=225</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 21:23:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>nazrem</dc:creator>
<guid>http://nazrem.wordpress.com/?p=225</guid>
<description><![CDATA[Trágica batalla para los visigodos en hispania pues a la derrota hay que sumarle la muerte de su re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Trágica batalla para los visigodos en hispania pues a la derrota hay que sumarle la muerte de su rey rodrigo, el ultimo rey godo de la península ibérica y con ello el fin de su existencia por estas tierras de dios dando paso y lugar a la ocupación árabe de la peninsula.</p>
<p>[splashcast c TPBQ7643SI]<br />
<br />
bonita tierra nuestra a ojos de los extranjeros... todos la han ansiado y todos la han deseado pero ninguno se la a quedado jeje.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Plaza de Espana (Sevilla)]]></title>
<link>http://greenmike.wordpress.com/?p=104</link>
<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 11:35:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>greenmike</dc:creator>
<guid>http://greenmike.wordpress.com/?p=104</guid>
<description><![CDATA[
Plaza de Espana - Sevilla
Encargada al arquitecto Aníbal González (que también era arquitecto di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://greenmike.files.wordpress.com/2008/06/pict00191.jpg"><img src="http://greenmike.wordpress.com/files/2008/06/pict00191.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" class="alignnone size-medium wp-image-103" /></a></p>
<p><strong>Plaza de Espana - Sevilla</strong><br />
Encargada al arquitecto Aníbal González (que también era arquitecto director del evento), para la <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Exposici%C3%B3n_Iberoamericana_de_Sevilla_%281929%29">Exposición Iberoamericana</a> del año 1929 (inaugurada por su majestad el rey Alfonso XIII), llegaron a trabajar en su construcción mil hombres al mismo tiempo. Su superficie total es de 50.000 metros cuadrados, de los que 19.000 están edificados y los 31.000 restantes son espacio libre, el canal ocupa 515 metros de longitud. La obra comenzó en 1914, terminándola en 1928 el arquitecto Vicente Traver tras la dimisión de Aníbal González como arquitecto director en 1926. Está situada dentro del Parque de María Luisa, siendo su entrada más próxima por la glorieta del Cid Campeador, justo enfrente de dicho monumento y la antigua Real Fábrica de Tabacos.</p>
<p>[googlemaps http://maps.google.com/maps?f=q&#38;hl=en&#38;geocode=&#38;q=+Sevilla,+Espana&#38;ie=UTF8&#38;t=h&#38;s=AARTsJoy1tcVF4B1dmxC7pE27G7Oim1OXA&#38;ll=37.377046,-5.986948&#38;spn=0.005115,0.006437&#38;z=16&#38;output=embed&#38;w=300&#38;h=300]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Batalla de las Navas de Tolosa]]></title>
<link>http://nazrem.wordpress.com/?p=189</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 03:03:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>nazrem</dc:creator>
<guid>http://nazrem.wordpress.com/?p=189</guid>
<description><![CDATA[La carga de los tres reyes ibéricos en las Navas de Tolosa contra el ejercito musulmán de ocupaci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>La carga de los tres reyes ibéricos en las Navas de Tolosa contra el ejercito musulmán de ocupación.</p>
<p>[splashcast CLEZ1828CC]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Judeus e cristãos novos em Portugal e no Brasil [com indicação de curso]]]></title>
<link>http://contrasenso.wordpress.com/?p=111</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 13:55:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Tavares</dc:creator>
<guid>http://contrasenso.wordpress.com/?p=111</guid>
<description><![CDATA[O Laboratório de Estudos sobre Tolerância (LEI), da USP, disponibiliza, através do portal Rumo à]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O <a href="http://www.rumoatolerancia.fflch.usp.br/node/690">Laboratório de Estudos sobre Tolerância</a> (LEI), da USP, disponibiliza, através do portal <a href="http://www.rumoatolerancia.fflch.usp.br/">Rumo à Tolerância</a>, o curso <em>on line</em> (no Moodle) <a href="http://www.rumoatolerancia.fflch.usp.br/cursos/"><em>Inquisição e Intolerância na Península Ibérica e no Brasil </em>(2008.)</a>. O curso é gratuito, e conta com professores e pesquisadores da USP envolvidos na ampla pesquisa sobre a herança dos <em>bnei anussim</em>, ou marranos, em Portugal e no Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;">Muita gente não sabe, mas o Brasil foi formado (naquela parte <em>portuguesa ou européia</em> de nossa identidade étnica ou cultural) por judeus que foram forçados a se converterem ao catolicismo na Península Ibérica no final do século XV e início do XVI. Calcula-se que havia pelo menos 200.000 judeus em Portugal na época das conversões forçadas, até a expulsão em 1497. Os que não tiveram condições de emigrar (houve um fluxo de emigração principalmente para a Holanda), permaneceram em solo português, muitos deles praticando a religião judaica clandestinamente.</p>
<p style="text-align:justify;">Esses judeus convertidos ficaram conhecidos como <em>cristãos novos </em>(ou <em>cristianos nuevos</em>, ou ainda <em>batizados em pé</em>, por receberem batismo já adultos), e em termos hebraicos como <em>anussim, </em>que quer dizer "forçados". Seus descendetes, portanto, são os <em>bnei anussim</em>, os filhos dos forçados. Quando a Igreja na Península Ibérica percebeu que a conversão dos judeus não era sincera (e como poderia ser?), estabeleceu-se o Tribunal do Santo Ofício, também conhecido como Inquisição, que tinha como missão monitorar os cristãos novos e as atividades judaizantes.</p>
<p style="text-align:justify;">Fugindo da Inquisição e seus terrores, muitos cripto-judeus portugueses e espanhóis vieram para as colônias na América, sobretudo para o Brasil. Pra se ter uma idéia, das treze naus da esquadra de Cabral, quando chegou ao Brasil, onze delas tinham (supõe-se) capitães cristãos novos. As capitanias hereditárias, uma espécie de Parceria Público Privada da época, foram arrendadas principalmente por empreendedores de origem judaica, que também foram os primeiros investidores na florescente e próspera indústria do açúcar, e quase todos os bandeirantes eram também cristãos novos.</p>
<p style="text-align:justify;">De fato, aquilo que chamamos de "elemento português" na formação do Brasil é, na verdade, um elemento judeu, de um tipo muito específico (o judeu forçado à converção ao catolicismo). Isso, entre outras coisas, que dizer que <a href="http://ensinandodesiao.org.br/anussim/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=12&#38;Itemid=1">muitos brasileiros são descendentes de judeus</a> perseguidos pela Inquisição.</p>
<p style="text-align:justify;">Então, é fundamental, para entendermos nossa herança e formação, resgatar essa história e bem compreendê-la. A iniciativa da professora Anita Novinsky e do LEI são, portanto, de grande valia. Segue abaixo a ementa do curso.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:x-small;">A conversão forçada de todos os judeus em Portugal ao catolicismo (1497), iniciou a era dos cristãos novos, também conhecidos como “conversos” ou “marranos”. Interesses econômicos, apoiados no fato de que muitos convertidos seguiam a religião judaica em segredo, levaram à criação do Tribunal do “Santo” Ofício da Inquisição, em Portugal no ano de 1536, que teve a duração de perto de três séculos. Portugueses e brasileiros de origens judaicas sofreram perseguições, confiscos e humilhações. Poetas, mulheres, homens ilustres, em Portugal e no Brasil, perderam suas vidas, num processo anti-semita, que afetou todas as instituições da época, inclusive a Companhia de Jesus, e cujas conseqüências se fizeram sentir na época, como no Brasil de hoje.</span></p>
<p style="text-align:justify;">
</blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Numancia y Trajano]]></title>
<link>http://nazrem.wordpress.com/?p=164</link>
<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 23:22:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>nazrem</dc:creator>
<guid>http://nazrem.wordpress.com/?p=164</guid>
<description><![CDATA[Un par de relatos de juan antonio cebrian sobre el asedio a numancia por los romanos y de la vida de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Un par de relatos de juan antonio cebrian sobre el asedio a numancia por los romanos y de la vida del imperator Hispano Trajano.</p>
<p>[splashcast TBJT7733HC]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nacimiento de los reinos Cristianos de la Península Ibérica hasta mediados del siglo XI]]></title>
<link>http://potnia.wordpress.com/?p=49</link>
<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 19:38:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>mavipas</dc:creator>
<guid>http://potnia.wordpress.com/?p=49</guid>
<description><![CDATA[El período de la expansión de los Reinos Cristianos de la Península Ibérica comienza en el año ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">El período de la expansión de los Reinos Cristianos de la Península Ibérica comienza en el <span style="color:#333300;">año 722 </span>con la Batalla de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Batalla_de_Covadonga">Covadonga </a>(cuando visigodos y astures frenen a los muslmanes) y terminará en el siglo XIII, cuando comience lo que se conoce con el polémico nombre de la Reconquista.</p>
<p style="text-align:left;">La primera fase de este periodo tiene como fecha final el año 1035, momento de la muerte de Sancho III, el Mayor. Pero veamos primero cuál era el panorama de estas tierras hasta esa fecha. Los musulmanes se habían extendido por todo el sur de la península, quedando establecida la población en los territorios al <span style="color:#808000;">norte del Valle del Duero y los Pirineos</span>. Existen cuatro zonas, además de la zona islámica, que podemos resumir de la siguiente manera:</p>
<ul style="text-align:left;">
<li>El<span style="color:#808000;"> <strong>reino astur-leonés</strong>, </span>que es el primero que surge como resistencia a la invasión y hereda ciertos principios y estructuras del reino visigodo.</li>
</ul>
<ul style="text-align:left;">
<li>El <strong><span style="color:#808000;">condado de Castilla</span></strong>, que nace en el 929 cuando el conde Fernán González de Lara aprovecha la debilidad del rey Ramiro II para independizarse del reino Astur-leonés, y con asesinato de su sucesor, León de garcía Sánchez, entrará en la órbita del reino de Navarra en el año 1029.</li>
</ul>
<ul style="text-align:left;">
<li>El <span style="color:#808000;"><strong>reino de Navarra</strong> </span>que surge en el 729 con la Batalla de Roncesvalles que pone freno al avance del francés Carlomagno. El reino independeiente de Aragón surge de la mmisma manera que el anterior.</li>
</ul>
<ul style="text-align:left;">
<li>El <strong><span style="color:#808000;">territorio de Cataluña</span></strong>, que consiste por el momento en lo conocido como la Marca Hispánica, con territorio entre los Pirineos y el río Llobregat, en el año 801, anteriormente pertenecientes a Carlomagno.</li>
</ul>
<p style="text-align:left;">Como véis no es un panprama sencillo.</p>
<h3><span style="text-decoration:underline;">1.1.- El reino astur-leonés</span></h3>
<p class="secund" style="text-align:left;"><span style="font-weight:normal;">En el siglo VIII la Península estaba tomada en gran parte por los musulmanes. En el año 722 en la </span><span style="color:#808000;"><strong>Batalla de Covadonga</strong></span><span style="font-weight:normal;">, una alianza entre astures y visigodos vence a los musulmanes. </span><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Alfonso_I_de_Asturias">Alfonso I</a><span style="font-weight:normal;"> (739-757) aprovecha las disputas internas de los árabes para asegurar la frontera sur, y </span><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Alfonso_II_de_Asturias">Alfonso II</a><span style="font-weight:normal;"> (791-842) legitima su poder haciendo del Reino de Asturias heredero directo de los visigodos, así como restaurando el orden visigodo en Iglesia y palacio y favoreciendo cierto renacimiento cultural. Favorecido por la <strong><span style="color:#808000;">“<em>fitna</em>” </span></strong>(es decir, la división interna de los territorios conquistados por los musulmanes, que no contaban aún, con unidad política), </span><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Alfonso_III_de_Asturias">Alfonso III</a><span style="font-weight:normal;"> (866-909) avanza la frontera hasta el Duero, repoblando desde Burgos hasta Oporto y Coimbra, y trasladando la capital<span> </span>de Oviedo a León.</span></p>
<p class="secund" style="text-align:center;"><img src="http://bp1.blogger.com/_6SxW6Gdb6wQ/RsgTx0Dod_I/AAAAAAAAAUk/D2Ic6sRMG94/s1600/Alfonso%2BI%2Bde%2BAsturias.jpg" alt="" width="294" height="410" /></p>
<p class="secund" style="text-align:center;"><span style="color:#888888;"><strong>Alfonso I de Asturias</strong></span></p>
<p class="secund"><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ramiro_II_de_Le%C3%B3n">Ramiro II</a><span style="font-weight:normal;"> (930-951), logra,<span> </span>a pesar de su breve reinado, impedir la división del reino en tres partes (Asturias, Galicia y León). Además repuebla y reorganiza el valle del Duero y pone freno a <a href="http://potnia.wordpress.com">Abd Al-Rahman III </a>en las </span><span style="color:#808000;"><span style="font-weight:normal;">Batallas de Osuna y S</span></span><span style="font-weight:normal;"><span style="color:#808000;">imancas</span>. La crisis vendrá por los conflictos civiles ya que los reyes están sometidos a la voluntad de Córdoba y de la nobleza ascendente, por lo que pasará su preponderancia al reino de Navarra y el Condado de Castilla.</span></p>
<h3><span style="text-decoration:underline;">1.2.- Condado de Castilla</span><span style="text-decoration:underline;"><span> </span></span></h3>
<p class="secund"><span style="font-weight:normal;">Los condes castellanos eran nombrados por los reyes de Asturias, hasta que </span><a href="http://www.artehistoria.jcyl.es/histesp/personajes/4871.htm">Fernán<span style="font-weight:normal;"> </span>González de Lara</a><span style="font-weight:normal;"><a href="http://www.artehistoria.jcyl.es/histesp/personajes/4871.htm"> </a>se nombra en el año 931 “Conde de toda Castilla” y a la muerte del rey astur Ramiro II, en el año 951, forma un principado feudal. </span></p>
<p class="secund"><span style="font-weight:normal;">La repoblación del territorio se produce con campesinos cántabros, vascos y germánicos y por los monasterios, con necesidad de un fuerte sistema defensivo por ser territorio de frontera. Logran aumentar paulatinamente su independencia hasta que en el <strong><span style="color:#808000;">1029 </span></strong></span><strong><span style="color:#808000;">León de<span style="font-weight:normal;"> </span>García Sánchez</span></strong><span style="font-weight:normal;"><strong><span style="color:#808000;"> </span></strong>es asesinado y Castilla entra en la órbita del reino de Navarra, reinada por Sancho III. </span></p>
<h3><span style="text-decoration:underline;">1.3- Reino de Navarra y orígenes de Aragón</span></h3>
<p class="secund"><span style="font-weight:normal;">Sometido a la presión musulmana por el sur y a la de los francos por el norte, la aristocracia tribal de la zona consiguió establecer a principios del siglo IX una monarquía. La dinastía de los Arista inició esta fórmula política y contó con el apoyo de la familia muladí de los <a href="http://www.biografiasyvidas.com/biografia/q/qasi.htm">Banu Qasi</a> que pretendía desvincularse de Córdoba. Su fundador fue </span>Iñigo Arista<span style="font-weight:normal;"> (810-852), a quien sucedió García Iñiguez (852-870) y Fortún Garcés (870-905). No será hasta </span><a href="http://www.socialesweb.com/conceptos/conceptos/Sancho%20Garces%20I.htm">Sancho Garcés I</a><span style="font-weight:normal;"><a href="http://www.socialesweb.com/conceptos/conceptos/Sancho%20Garces%20I.htm"> </a>(905-925), fundador de la dinastía Jimena, que se romperá la ambigüedad de las relaciones y se alía con Alfonso III de Asturias y lleva la reconquista más allá del Ebro. </span></p>
<p class="secund"><a href="http://www.biografiasyvidas.com/biografia/s/sancho_iii.htm">Sancho III, el mayor</a><span style="font-weight:normal;"><a href="http://www.biografiasyvidas.com/biografia/s/sancho_iii.htm"> (1004.1035)</a> alcanzó para su reino la mayor hegemonía de toda la Edad Media. Gracias a la política matrimonial adopta el <strong><span style="color:#808000;">título leonés de Emperador</span></strong> y aprovecha la crisis del califato para consolidar sus territorios y obtener Sobrarbre y Ribagorza, León, Astorga y Zamora. Se mostró abierto a la influencia europea, lo que se tradujo en la introducción de instituciones feudales y de la norma monástica de san Benito.</span></p>
<p class="secund" style="text-align:center;"><strong><img src="http://www.maravedis.org/imagenes/sancho3imagen.jpg" alt="" width="220" height="425" /></strong></p>
<p class="secund" style="text-align:center;"><strong><span style="color:#888888;">Sancho III, el Mayor<br />
</span></strong></p>
<p class="secund" style="text-align:left;"><span style="font-weight:normal;">Su <span style="text-decoration:underline;">testamento</span> dividió los territorios que había logrado aunar dejando para <span style="color:#808000;"><strong>García Sánchez III</strong> </span>Pamplona y la <em>potestas regia</em>; para <strong><span style="color:#808000;">Fernando I </span></strong>Castilla y los territorios de Carrión y Saldaña; para <strong><span style="color:#808000;">Gonzalo </span></strong>Sobrarbre y Ribagorza y para su hijo bastardo, <strong><span style="color:#808000;">Ramiro</span></strong>,<strong> </strong>el reino de Aragón, que hasta principios del siglo X había dependido del poder carolingio.</span></p>
<p class="secund" style="text-align:center;"><img src="http://www.sabuco.com/historia/images/Estados%20de%20Sancho%20III.jpg" alt="" width="311" height="293" /></p>
<p class="secund" style="text-align:center;"><strong><span style="color:#888888;">Península Ibérica hacia el año 1035</span></strong></p>
<h3><span style="text-decoration:underline;">1.4.- Cataluña</span></h3>
<p class="secund" style="text-align:left;"><span style="font-weight:normal;">La mayor presencia musulmana en esta zona provocaba el descontento de la población y la necesidad de la colaboración carolingia para recuperar el territorio. Tras las conquistas de Girona (785) y Barcelona (801), se forma entre los Pirineos y el Llobregat la denominada </span>“<strong><span style="color:#808000;">Marca Hispánica</span></strong>”<span style="font-weight:normal;">, que permitirá el regreso de los emigrados para la repoblación.</span></p>
<p class="secund" style="text-align:center;"><img src="http://www.vegueries.com/historia/images/mapamarca.gif" alt="" width="400" height="556" /></p>
<p class="secund" style="text-align:center;"><strong><span style="color:#888888;">Marca hispánica de Cataluña</span></strong></p>
<p class="secund" style="text-align:left;"><a href="http://www.biografiasyvidas.com/biografia/w/wifredo_i.htm">Wifredo<span style="font-weight:normal;"> </span>I</a><span style="font-weight:normal;">, conde de Barcelona, aprovecha la decadencia del Imperio Carolingio para independizase y controlar parte de los condados catalanes. A principios del siglo X es ya un país formado y agresivo capaz de llevar a cabo el <strong><span style="color:#808000;">saqueo de Córdoba (1010) </span></strong>por los condes de Urgell y Barcelona.</span></p>
<p class="secund" style="text-align:center;">
<h2><span style="color:#808000;"><br />
</span></h2>
<p style="text-align:center;">
<p class="secund" style="text-align:left;">Este panorama es el que continuará con los reinos cristianos orientales y occidentales durante la segunda mitad del siglo XI y el siglo XII hasta la famosa batalla de <a href="http://www.elmundo.es/ladh/numero65/navas.html">las Navas de Tolosa,</a> en 1212, cuando el  arzobispo de Toledo reuna a los reyes cristianos para luchar contra los musulmanes. A partir de este momento, la situación será muy diferente y comenzará una expansión cristiana mucho más rápida y efectiva que la vista hasta ahora.</p>
<p class="secund" style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
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<title><![CDATA[Península Ibérica - genealogia.]]></title>
<link>http://historiaecultura.wordpress.com/2007/11/22/peninsula-iberica-genealogia/</link>
<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 14:46:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>historiacultura</dc:creator>
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<description><![CDATA[Os geógrafos gregos deram o nome de Ibéria, provavelmente derivado do rio Ebro (Iberus), a todas a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os geógrafos gregos deram o nome de Ibéria, provavelmente derivado do rio Ebro (Iberus), a todas as tribos instaladas na costa sueste, mas que no tempo do historiador grego Herodotus (500 a.C.), é aplicado a todos os povos entre os rios Ebro e Huelva, que estavam provavelmente ligados linguisticamente.</p>
<p><span style="color:black;">A Península Ibérica é uma <span style="color:black;">península</span> situada no Sudoeste da <span style="color:black;">Europa</span>. Politicamente, podemos localizar nesta península três países, <span style="color:black;">Portugal</span>, <span style="color:black;">Espanha</span> e <span style="color:black;">Andorra</span>, além de um enclave dependente do Reino Unido, <span style="color:black;">Gibraltar</span>.</span></p>
<p><span style="color:black;">Formando quase um <span style="color:black;">trapézio</span>, a Península liga-se ao continente europeu pelo <span style="color:black;">istmo</span> constituído pela cordilheira dos <span style="color:black;">Pirenéus</span>, sendo rodeada a Norte, Oeste e parte do Sul pelo <span style="color:black;">oceano Atlântico</span>, e a restante costa sul e leste pelo <span style="color:black;">mar Mediterrâneo</span>. O seu ponto mais ocidental é o <span style="color:black;">Cabo da Roca</span> e o mais oriental o <span style="color:black;">Cabo de Creus</span>.</span></p>
<p><span style="color:black;"></span><span style="color:black;"></span><span style="color:black;">Com uma altitude média bastante elevada, apresenta predomínio de planaltos rodeados por cadeias de montanhas, e que são atravessados pelos principais rios. Os mais importantes são o rio Tejo, o rio Douro, o rio Guadiana e o rio Guadalquivir, que desaguam no oceano Atlântico, e o rio Ebro, que, por sua vez, desagua no mar Mediterrâneo.</span><span style="color:black;">As elevações mais importantes são a Cordilheira Cantábrica, no Norte; o Sistema Penibético (serra Nevada) e o Sistema Bético (serra Morena), no Sul; e ainda a Cordilheira Central (serra de Guadarrama), de que a serra da Estrela é o prolongamento ocidental. Densamente povoada no litoral, a Península Ibérica tem fraca densidade populacional nas regiões interiores. Excepção a esta regra é a região de Madrid, densamente povoada.</span><span style="color:black;">A grande maioria, mais de 95% da genética dos atuais povos da península ibérica é formada pelos antigos povos originários do caucaso: Celtas, Iberos, Lusitanos, Celtiberos, Tartessos, Cónios, e também Visigodos, Suevos, Vândalos e Alanos; cerca de menos de 5% é formada de uma pequena parcela  de povos oriundos das invasões arábes, e povos de diferentes continentes.</p>
<p>fonte wikipedia</p>
<p></span></p>
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