<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>penal &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/penal/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "penal"</description>
	<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 18:18:47 +0000</pubDate>

	<generator>http://wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Melodiile de pe 3 zile]]></title>
<link>http://putereacuvintelor.wordpress.com/?p=116</link>
<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 23:22:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>dinamoboy</dc:creator>
<guid>http://putereacuvintelor.wordpress.com/?p=116</guid>
<description><![CDATA[Sambata,16.08.2008
Talisman-Fara tine

Duminica,17.08 2008
Codu` Penal-Europa romaneasca

Luni,18.08]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sambata,16.08.2008</strong></p>
<p>Talisman-Fara tine</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/VLOkg5kzp0Q'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/VLOkg5kzp0Q&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><strong>Duminica,17.08 2008</strong></p>
<p>Codu` Penal-Europa romaneasca</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/zpvwSQG8AGc'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/zpvwSQG8AGc&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><strong>Luni,18.08.2008</strong></p>
<p>Puya,Cabron &#38; Nico - Viata bate filmul</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/NW4NoBM2d8s'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/NW4NoBM2d8s&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reconhecimento da Continuidade Delitiva e Fase de Execução  - INFO Nº 514/STF PRIMEIRA TURMA]]></title>
<link>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=942</link>
<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 13:12:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jurisprudência em Revista</dc:creator>
<guid>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=942</guid>
<description><![CDATA[ A Turma retomou julgamento de habeas corpus em que se pretende o reconhecimento da continuidade del]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span class="texto"> A Turma retomou julgamento de habeas corpus em que se pretende o reconhecimento da continuidade delitiva entre os diversos crimes de estupro, atentado violento ao pudor e roubo praticados pelo paciente. No caso, em sede de execução criminal, a defesa formulara pedido de unificação das penas ao argumento de se tratar de delitos de mesma espécie e semelhantes circunstâncias de tempo, modo e execução das condutas. </span></p>
<p>O tribunal de origem indeferira o pleito por reputar que alguns crimes foram cometidos fora do lapso de 30 dias e que outros pressupostos também estariam ausentes, tais como, diversidade de vítimas e de localidade. Na sessão de 3.6.2008, o Min. Carlos Britto, relator, indeferiu o writ. Enfatizou que o tema da existência ou não de continuidade delitiva entre os crimes de estupro e atentado violento ao pudor não estaria em discussão, uma vez que a pretensão do paciente esbarraria em questão logicamente anterior relativa à falta dos demais requisitos do art. 71, do CP. Assim, entendeu que a análise da impetração exigiria o revolvimento de todo o quadro empírico dos delitos praticados, incabível na via eleita. Por fim, tendo em conta que as condenações estabeleceram a obrigatoriedade do regime integralmente fechado para o cumprimento das penas, concedeu a ordem, de ofício, para viabilizar a progressão no regime, no que foi acompanhado pelos demais Ministros.<br />
<strong><span class="texto" style="color:#008080;"><a href="http://www.stf.gov.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=93536&#38;classe=HC&#38;origem=AP&#38;recurso=0&#38;tipoJulgamento=M">HC 93536/SP, rel. Min. Carlos Britto, 5.8.2008.  (HC-93536)</a></span></strong><br />
<span class="texto"><a name="Reconhecimento da Continuidade Delitiva e Fase de Execução - 2"></a><strong>Reconhecimento da Continuidade Delitiva e Fase de Execução - 2</strong><br />
Em voto-vista, o Min. Marco Aurélio, por considerar impróprio o instrumental acionado pelo paciente, em virtude da existência de decisões a esta altura imutáveis sob o ângulo da simples execução, indeferiu o habeas corpus quanto ao pedido de reconhecimento da continuidade delitiva de todos os crimes de estupro pelos quais fora condenado o paciente e, sucessivamente, dos que merecerem o enquadramento na continuidade delitiva. Asseverou que a interpretação do que contido na LEP, tendo em vista o sistema processual pátrio, não sugeriria a possibilidade de alteração do que decidido nos processos-crime, sob o prisma da execução das sentenças condenatórias. Ademais, aludiu que não se encontra no rol das competências do juiz da execução (LEP, art. 66) a de julgar verdadeira revisão de títulos judiciais. Afirmou, no ponto, que a tanto não equivaleria a referência a soma ou unificação de penas e que seriam diversas as balizas da mera execução de penas e as da revisão de processos findos. No entanto, julgou cabível a concessão, de ofício, do writ para assentar a impropriedade do exame procedido em execução de títulos condenatórios, como se pudessem ser alterados em tal via, abrindo-se margem com isso a que as matérias versadas possam ser apreciadas mediante o instrumental próprio. Após, ante o tema novo, o Min. Carlos Britto, relator, indicou adiamento.<br />
<strong><span class="texto" style="color:#008080;"><a href="http://www.stf.gov.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=93536&#38;classe=HC&#38;origem=AP&#38;recurso=0&#38;tipoJulgamento=M">HC 93536/SP, rel. Min. Carlos Britto, 5.8.2008.  (HC-93536)</a></span></strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uso de Algemas e Excepcionalidade - INFO Nº 514/STF]]></title>
<link>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=933</link>
<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 12:57:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jurisprudência em Revista</dc:creator>
<guid>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=933</guid>
<description><![CDATA[O uso de algemas tem caráter excepcional. Com base nesse entendimento, o Tribunal concedeu habeas c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O uso de algemas tem caráter excepcional</strong>. Com base nesse entendimento, o Tribunal concedeu habeas corpus — impetrado em favor de condenado à pena de 13 anos e 6 meses de reclusão pela prática dos crimes previstos no art. 121, § 2º, II, III e IV, do CP, e no art. 10, da Lei 9.437/97 — para tornar insubsistente a decisão do Tribunal do Júri, e determinar que outro julgamento seja realizado, com a manutenção do acusado sem as algemas. Na espécie, o paciente permanecera algemado durante toda a sessão do Júri, tendo sido indeferido o pedido da defesa para que as algemas fossem retiradas, ao fundamento de inexistência de constrangimento ilegal, sobretudo porque tal circunstância se faria necessária ao bom andamento dos trabalhos, uma vez que a segurança, naquele momento, estaria sendo realizada por apenas 2 policiais civis, e, ainda, porque o réu permanecera algemado em todas as audiências ocorridas antes da pronúncia.<br />
<strong><span class="texto" style="color:#008080;"><a href="http://www.stf.gov.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=91952&#38;classe=HC&#38;origem=AP&#38;recurso=0&#38;tipoJulgamento=M">HC 91952/SP, rel. Min. Marco Aurélio, 7.8.2008.  (HC-91952)</a></span></strong></p>
<p><span class="texto"><strong>Uso de Algemas e Excepcionalidade - 2</strong></span><span class="texto"><br />
Entendeu-se que o uso das algemas, no caso, estaria em confronto com a ordem jurídico-constitucional, tendo em conta que não havia, no caso, uma justificativa socialmente aceitável para submeter o acusado à humilhação de permanecer durante horas algemado, quando do julgamento no Tribunal do Júri, não tendo sido, ademais, apontado um único <strong>dado concreto</strong>, relativo ao perfil do acusado, que estivesse a exigir, em prol da segurança, a permanência com algemas. Além disso, afirmou-se que <strong>a deficiência na estrutura do Estado <em>não</em> autorizava o desrespeito à dignidade do envolvido</strong> e que, inexistente o aparato de segurança necessário, impunha-se o adiamento da sessão. Salientou-se, inicialmente, que o julgamento perante o Tribunal do Júri não requer a custódia preventiva do acusado (CF, art. 5º, LVII), não sendo necessária sequer sua presença (CPP, art. 474, alterado pela Lei 11.689/2008). Considerou-se, também, o princípio da não-culpabilidade, asseverando-se que a pessoa acusada da prática de crime doloso contra a vida merece o tratamento devido aos humanos, aos que vivem em um Estado Democrático de Direito. Ressaltou-se que o art. 1º da CF tem como fundamento a dignidade da pessoa humana e que da leitura do rol das garantias constitucionais previstas no art. 5º (incisos XIX, LXI, XLIX, LXI, LXIII, LXIV, LXV, LXVI, XLVIII), depreende-se a preocupação em se resguardar a figura do preso, repousando tais preceitos no inafastável tratamento humanitário do cidadão, na imprescindibilidade de lhe ser preservada a dignidade. Aduziu-se que manter o acusado algemado em audiência, sem que demonstrada, <strong>ante práticas anteriores</strong>, a periculosidade, implicaria colocar a defesa, antecipadamente, em patamar inferior. Acrescentou-se que, em razão de o julgamento no Júri ser procedido por pessoas leigas que tiram ilações diversas do contexto observado, a permanência do réu algemado indicaria, à primeira vista, que se estaria a tratar de criminoso de alta periculosidade, o que acarretaria desequilíbrio no julgamento, por estarem os jurados influenciados.<br />
<strong><span class="texto" style="color:#008080;"><a href="http://www.stf.gov.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=91952&#38;classe=HC&#38;origem=AP&#38;recurso=0&#38;tipoJulgamento=M">HC 91952/SP, rel. Min. Marco Aurélio, 7.8.2008.  (HC-91952)</a></span></strong></span></p>
<p><span class="texto"><strong>Uso de Algemas e Excepcionalidade - 3</strong></span><span class="texto"><br />
Registrou-se que a proibição do uso de algemas e do uso da força já era previsto nos tempos do Império (Decreto de 23.5.1821 e Código de Processo Criminal do Império de 29.11.1832, art. 180) e que houve manutenção dessas normas no ordenamento jurídico brasileiro subseqüente (Lei 261/1841; Lei 2.033/1871, regulamentada pelo Decreto 4.824/1871; Código de Processo Penal de 1941, artigos 284 e 292; Lei de Execução Penal - LEP 7.210/84, art. 159; Código de Processo Penal Militar, artigos 234, § 1º e 242). Citou-se, ademais, o que disposto no item 3 das regras da Organização das Nações Unidas - ONU para tratamento de prisioneiros, no sentido de que o emprego de algemas jamais poderá se dar como medida de punição. <strong>Concluiu-se que isso estaria a revelar que o uso desse instrumento é excepcional e somente pode ocorrer nos casos em que realmente se mostre indispensável para impedir ou evitar a fuga do preso ou quando se cuidar comprovadamente de perigoso prisioneiro.</strong> Mencionou-se que a Lei 11.689/2008 tornou estreme de dúvidas a excepcionalidade do uso de algemas (“Art. 474... § 3º Não se permitirá o uso de algemas no acusado durante o período em que permanecer no plenário do júri, salvo se absolutamente necessário à ordem dos trabalhos, à segurança das testemunhas ou à garantia da integridade física dos presentes.”), e que caberia ao Supremo emitir entendimento sobre a matéria, a fim de inibir uma série de abusos notados na atual quadra, bem como tornar clara, inclusive, a concretude da Lei 4.898/65, reguladora do instituto do abuso de autoridade, considerado o processo de responsabilidade administrativa, civil e penal. Deliberou-se, por fim, no sentido de se editar uma súmula a respeito do tema. Precedentes citados: HC 71195/SP (DJU de 4.8.95); HC 89429/RO (DJU de 2.2.2007).<br />
<strong><span class="texto" style="color:#008080;"><a href="http://www.stf.gov.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?numero=91952&#38;classe=HC&#38;origem=AP&#38;recurso=0&#38;tipoJulgamento=M">HC 91952/SP, rel. Min. Marco Aurélio, 7.8.2008.  (HC-91952)</a></span></strong></span></p>
<p>(negritos pela Revista)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mueren cuatro reos y dos resultan heridos en enfrentamiento en penal de Mazatl&aacute;n]]></title>
<link>http://alertaperiodistica.wordpress.com/2008/08/17/mueren-cuatro-reos-y-dos-resultan-heridos-en-enfrentamiento-en-penal-de-mazatln/</link>
<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 19:16:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alerta Periodística</dc:creator>
<guid>http://alertaperiodistica.wordpress.com/2008/08/17/mueren-cuatro-reos-y-dos-resultan-heridos-en-enfrentamiento-en-penal-de-mazatln/</guid>
<description><![CDATA[Al filo del medio día de este sábado, en&nbsp; los módulos cinco y seis, muy cerca de la zona con]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Al filo del medio día de este sábado, en&#160; los módulos cinco y seis, muy cerca de la zona conocida como el mercado, en el Centro de Ejecuciones de las Consecuencias Jurídicas de Mazatlán, un grupo aun no determinado de reos, armados con pistolas, abrieron fuego contra otros internos.</p>
<p><!--more-->
<p>De acuerdo con información de El Universal, la balacera se debió presuntamente a un pleito por el control de la venta de drogas en este penal, aunque ello no ha sido confirmado por las autoridades.</p>
<p>Francisco Javier Gutiérrez Álvarez, de 36 años de edad, recluido desde el 2005, por el delito de violación, Armando Sifuentes Semental, de 41 años, quien purgaba una condena desde 1989 por el delito de homicidio, Santos Virgen&#160; Pasillas, de 34 años, recluido desde el 2007 y Héctor Lizarraga Ramos (a) el Caballo, de 35 años de edad, internado desde hace cinco años por el delito de secuestro, perdieron la vida durante el enfretamiento.</p>
<p>Mientras que Salterio Arellano Ramos, de 49 años de edad, preso por delitos contra la salud desde 2006 y Jose Rivera Diaz, de 42 años, quien purga una pena por el delito de secuestro desde hace siete años resultaron heridos, los cuales se encuentran hospitalizados.</p>
<p>Tras la balacera, soldados del Ejército y de la Policía Estatal Preventiva tomaron el control del penal y de inmediato iniciaron una revisión en los diferentes módulos, para buscar las armas utilizadas.
<p>La directora de penal, Guadalupe Camacho, aceptó que no se puede tapar el sol con un dedo y que se sospecha tanto de celadores como de los visitantes, como quienes posiblemente metieron el armamento.
<p>Martín Robles Armenta, Director de Averiguaciones Previas expuso que como parte de las indagatorias, se investiga la identidad de los reos que participaron en este enfrentamiento y se buscan las armas de fuego usadas por estos, dentro del penal.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TSE autoriza envio de Forças Armadas se Rio de Janeiro pedir]]></title>
<link>http://eleicao.wordpress.com/?p=5</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 20:22:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
<guid>http://eleicao.wordpress.com/?p=5</guid>
<description><![CDATA[
Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) decidiram nesta noite que o  presidente da Cort]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="coluna1">
<p>Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) decidiram nesta noite que o  presidente da Corte, ministro Carlos Ayres Britto, deverá intensificar os  trâmites burocráticos para que forças federais de segurança atuem nas eleições  do Rio . Na prática, eles deram a Britto carta branca para acertar com  o ministro da Defesa, Nelson Jobim, o envio de tropas das Forças Armadas, se o  pedido for feito pelo governador fluminense, Sérgio Cabral. O governador já se  declarou publicamente favorável ao auxílio.</p></div>
<div>
<p>O reforço da estrutura de segurança do Rio de Janeiro começou a ser debatido  com o objetivo de neutralizar a influência direta de milícias ou traficantes no  processo eleitoral. Em comunidades da cidade dominadas por esses grupos, apenas  candidatos com apoio dos criminosos fazem campanha livremente. Outros candidatos  e jornalistas chegaram a ser ameaçados ao passarem por esses locais.</p>
<p>A assessoria do TSE informou que a solicitação de auxílio das Forças Armadas  já foi prontamente atendida pelo Ministério da Defesa em eleições anteriores. Em  2006, as tropas atuaram em 142 municípios.</p></div>
<p style="text-align:justify;">Veja mais:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://candidatos2008.wordpress.com/2008/08/07/stf-rejeita-pedido-de-juizes-e-libera-candidatura-de-ficha-suja/" target="_blank">STJ rejeita pedido de juizes e libera candidatura de "ficha suja"</a></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><a href="http://www.record.com.br/acabecadoeleitor/" target="_blank">A Cabeça do Eleitor</a></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:center;"><a href="http://www.acabecadoeleitor.com.br/"><img class="alignnone size-medium wp-image-64" src="http://candidatos2008.wordpress.com/files/2008/08/albertocarlos4.jpg?w=202" alt="" width="202" height="300" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TSE autoriza envio de Forças Armadas se Rio de Janeiro pedir]]></title>
<link>http://zonaeleitoral.wordpress.com/?p=6</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 18:43:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
<guid>http://zonaeleitoral.wordpress.com/?p=6</guid>
<description><![CDATA[
Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) decidiram nesta noite que o  presidente da Cort]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="coluna1">
<p>Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral ( TSE ) decidiram nesta noite que o  presidente da Corte, ministro Carlos Ayres Britto, deverá intensificar os  trâmites burocráticos para que forças federais de segurança atuem nas eleições  do Rio . Na prática, eles deram a Britto carta branca para acertar com  o ministro da Defesa, Nelson Jobim, o envio de tropas das Forças Armadas, se o  pedido for feito pelo governador fluminense, Sérgio Cabral. O governador já se  declarou publicamente favorável ao auxílio.</p></div>
<div>
<p>O reforço da estrutura de segurança do Rio de Janeiro começou a ser debatido  com o objetivo de neutralizar a influência direta de milícias ou traficantes no  processo eleitoral. Em comunidades da cidade dominadas por esses grupos, apenas  candidatos com apoio dos criminosos fazem campanha livremente. Outros candidatos  e jornalistas chegaram a ser ameaçados ao passarem por esses locais.</p>
<p>A assessoria do TSE informou que a solicitação de auxílio das Forças Armadas  já foi prontamente atendida pelo Ministério da Defesa em eleições anteriores. Em  2006, as tropas atuaram em 142 municípios.</p></div>
<p style="text-align:justify;">Veja mais:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://candidatos2008.wordpress.com/2008/08/07/stf-rejeita-pedido-de-juizes-e-libera-candidatura-de-ficha-suja/" target="_blank">STJ rejeita pedido de juizes e libera candidatura de "ficha suja"</a></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><a href="http://www.record.com.br/acabecadoeleitor/" target="_blank">A Cabeça do Eleitor</a></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:center;"><a href="http://www.acabecadoeleitor.com.br/"><img class="alignnone size-medium wp-image-64" src="http://candidatos2008.wordpress.com/files/2008/08/albertocarlos4.jpg?w=202" alt="" width="202" height="300" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CHEQUE PRÉ-DATADO. ESTELIONATO - INFO 362/STJ]]></title>
<link>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=887</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 16:52:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jurisprudência em Revista</dc:creator>
<guid>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=887</guid>
<description><![CDATA[O paciente entregou cheques a seu irmão e ele  utilizou-os na aquisição de mercadorias junto à v]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O paciente entregou cheques a seu irmão e ele  utilizou-os na aquisição de mercadorias junto à vítima, um comerciante. Sucede  que os cheques foram sustados pelo paciente e, após, foram resgatados por seu  irmão em troca de outros emitidos por sua filha, sobrinha do paciente, cheques  igualmente sustados, o que frustrou o pagamento em prejuízo, mais uma vez, da  vítima. Ordem de  <em>habeas corpus</em> foi impetrada no Tribunal de Justiça em favor da  sobrinha, ao final concedida por tratar-se de cheques pré-datados entregues à  vítima para saldar débito preexistente, o que afasta o estelionato.<span> </span>Nesta sede, a Turma, igualmente, entendeu conceder a ordem ao paciente e,  por extensão, a seu irmão, visto que os cheques em questão foram emitidos em  garantia de dívida (preexistente o débito), anotando que o paciente sequer era  devedor, quanto mais que a própria vítima, em depoimento dado em juízo, afirmou  tratar-se de cheques pré-datados (Súm. n. 246-STF). Precedente citado: RHC  20.600-GO, DJ 25/2/2008. <strong><a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&#38;valor=HC+96132" target="_blank">HC 96.132-SP</a>, Rel. Min. Nilson Naves, julgado em  7/8/2008.</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[APROPRIAÇÃO INDÉBITA. PRINCÍPIO DA SUBSIDIARIEDADE - INFO 362/STJ]]></title>
<link>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=885</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 16:49:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jurisprudência em Revista</dc:creator>
<guid>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=885</guid>
<description><![CDATA[A recorrente (uma contadora) comprometeu-se a  desembaraçar a obtenção de benefício previdenciá]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A recorrente (uma contadora) comprometeu-se a  desembaraçar a obtenção de benefício previdenciário devido à vítima. Para tanto,  recebeu a quantia de quinhentos reais com o fito de quitar, junto ao INSS,  contribuições atrasadas, o que, ao cabo, deixou de fazer. Também deixou de  protocolar o próprio pedido administrativo para a concessão de auxílio-doença,  obrigando a vítima a aguardar por mais um ano pelo benefício. Diante disso,  viu-se denunciada e condenada pela prática da apropriação indébita (art. 168, §  1º, III, do CP). Isso posto, a Turma, ao continuar o julgamento e seguir o  voto-vista do Min. Nilson Naves, entendeu, tal como o <strong>Tribunal de Justiça, que  as relações aqui descritas bem podem ser resolvidas na esfera cível, pois o  Direito Penal, tal como afirmou Roxin, é desnecessário quando se possa garantir  a segurança e a paz jurídica através dos Direitos Civil e Administrativo, ou  mesmo por medidas preventivas extrajurídicas</strong> (Princípio da Subsidiariedade). Assim, por maioria, a Turma não  conheceu do especial. O voto vencido da Min. Jane Silva dava provimento ao  especial para restabelecer a sentença condenatória, ao entender que esse  entendimento do Tribunal de Justiça não encontra amparo no ordenamento jurídico  pátrio, visto que resultaria em efetiva e ilegal negativa de vigência ao citado  artigo do CP. Precedentes citados: HC 36.985-MG, DJ 10/10/2005; HC 39.599-MG, DJ  22/5/2006, e HC 93.893-SP, DJ 30/6/2008. <span><strong><a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&#38;valor=REsp+672225" target="_blank">REsp 672.225-RS</a>, Rel. originária Min. Jane Silva  (Desembargadora convocada do TJ-MG), Rel. para acórdão Min. Nilson Naves,  julgado em 7/8/2008.</strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[OITIVA. TESTEMUNHA. SUSPEIÇÃO - INFO 362/STJ]]></title>
<link>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=883</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 16:44:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jurisprudência em Revista</dc:creator>
<guid>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=883</guid>
<description><![CDATA[Há cerceamento de defesa na hipótese, pois o  paciente, que age em causa própria, comprovou que n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Há cerceamento de defesa na hipótese, pois o  paciente, que age em causa própria, comprovou que não poderia comparecer à  oitiva da vítima por motivo de doença e, mesmo assim, o juízo entendeu  realizá-la sem sua participação, o que o impossibilitou de formular perguntas  tidas por necessárias. Quanto à exceção de suspeição, é certo que o juiz de  Direito não pode rejeitá-la liminarmente, pois é o Tribunal imediatamente  superior quem julga a exceção (art. 100, § 2º, do CPP). Porém, esse último tema  não pode ser apreciado sob pena de supressão de instância ou mesmo pela  constatação de não ser a via do HC o meio próprio para tanto, visto se requerer  dedução em<span> </span>expediente próprio. Com esse entendimento, a Turma  anulou os atos processuais posteriores ao previsto no art. 499 do CPC,  determinou que a vítima fosse novamente ouvida após a intimação do paciente da  realização da audiência e recomendou ao Tribunal de Justiça que determine a  regularização do processamento da suspeição junto ao juízo de primeiro grau. <strong><span lang="EN-US"><a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&#38;valor=HC+93485" target="_blank">HC 93.485-SP</a>, Rel. </span><span>Min. Jane Silva  (Desembargadora convocada do TJ-MG), julgado em  7/8/2008.</span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR. MENOR. QUALIFICADORA EXISTENTE - Info 362/STJ]]></title>
<link>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=875</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 16:27:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jurisprudência em Revista</dc:creator>
<guid>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=875</guid>
<description><![CDATA[No caso, nas instâncias ordinárias, o crime de  atentado violento ao pudor foi considerado qualifi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>No caso, nas instâncias ordinárias, o crime de  atentado violento ao pudor foi considerado qualificado na forma do art. 223,  <em>caput</em>, do CP, isso porque a vítima, de apenas oito anos, teria  contraído, em razão da conduta do réu, doença sexualmente transmissível  (gonorréia), o que lhe trouxe extremo desconforto físico, tendo sido obrigada a  passar por várias consultas ginecológicas e tratamento medicamentoso.</p>
<p>A Turma  entendeu que, embora tal circunstância seja gravíssima e, em hipótese alguma,  possa deixar de ser considerada na aplicação da reprimenda penal, não há como  classificá-la como lesão corporal de natureza grave, porquanto não produziu  qualquer dos resultados elencados no art. 129, §§<sub> </sub>1º e 2º, do CP.  Além disso, inexiste nos autos comprovação ou mesmo alegação, por parte da  defesa, de que a vítima contraiu enfermidade incurável ou teve comprometido  qualquer membro, sentido ou função. Assim, concedeu-se parcialmente a ordem de  <em>habeas corpus</em> exclusivamente para afastar a forma qualificada do delito  e refazer a dosimetria da pena, levando-se em conta, contudo, as mencionadas  circunstâncias como majorantes da culpabilidade do agente e conseqüências do  crime para aumento da pena-base (art. 59 do CP), fixando-a em oito anos,  acrescida de um sexto pela continuidade delitiva, ao entendimento de que não  ficou comprovado nos autos o número de vezes da prática delituosa, sendo que,  quanto a esse último aspecto (continuidade delitiva), deu-se por maioria de  votos. <strong><span lang="EN-US"><a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&#38;valor=HC+99657" target="_blank">HC 99.657-AC</a>, Rel. </span></strong><strong><span>Min. Napoleão  Nunes Maia Filho, julgado em 5/8/2008.</span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DEPOSITÁRIO JUDICIAL. PRISÃO CIVIL. ILEGALIDADE - Info 362/STJ]]></title>
<link>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=867</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 16:06:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jurisprudência em Revista</dc:creator>
<guid>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=867</guid>
<description><![CDATA[A Turma, por maioria, concedeu o writ para afastar a prisão civil de depositário judicial infiel m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Turma, por maioria, concedeu o <em>writ</em> para afastar a prisão civil de depositário judicial infiel mormente seguindo a  nova orientação do Pretório Excelso. Precedentes citados do STF: HC 90.702-RJ,  DJ 23/5/2007; do STJ: REsp 286.326-RJ, DJ 2/4/2001; REsp 400.376-RJ, DJ  18/11/2002, e REsp 485.512-SP, DJ 25/2/2004. <strong><span lang="EN-US"><a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&#38;valor=HC+95430" target="_blank">HC 95.430-SP</a>, Rel. </span><span>Min. Aldir Passarinho Junior,  julgado em 5/8/2008.</span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[HC. DEPOSITÁRIO INFIEL. EMPRESA DEVEDORA - Info 362/STJ]]></title>
<link>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=861</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 15:57:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jurisprudência em Revista</dc:creator>
<guid>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=861</guid>
<description><![CDATA[A Turma reafirmou que não pode ser considerado  infiel o depositário que assumiu o encargo quando ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Turma reafirmou que não pode ser considerado  infiel o depositário que assumiu o encargo quando era empregado da empresa e,  após ingressar em novo emprego, tentou livrar-se do encargo, mas teve seu pedido  indeferido. Note-se que, no caso dos autos, o fato de ser filho de um dos sócios  da empresa não alterou sua situação jurídica principalmente, segundo a Min.  Relatora, porque procurou a Justiça para desonerar-se do encargo. Com essas  considerações, concedeu-se a ordem de <em>habeas corpus</em>. Precedentes  citados: HC 77.408-SP, DJ 17/5/2007; HC 81.345-SP, DJ 26/9/2007, e HC 68.985-SP,  DJ 15/2/2007. <strong><span lang="EN-US"><a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&#38;valor=HC+106104" target="_blank">HC 106.104-SP</a>, Rel. </span><span>Min. Eliana Calmon, julgado  em 5/8/2008.</span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cand hotii decid urmarirea penala a altor hoti (Parlabamentul Romaniei)]]></title>
<link>http://ailaic.wordpress.com/?p=60</link>
<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 13:11:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>ailaic</dc:creator>
<guid>http://ailaic.wordpress.com/?p=60</guid>
<description><![CDATA[ 

Hai sa luam o gasca de hoti prinsa la furat si pentru arestarea fiecaruia dintre ei sa cerem per]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><a href="http://ailaic.files.wordpress.com/2008/08/225px-nicolae_ceausescu.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-62" src="http://ailaic.wordpress.com/files/2008/08/225px-nicolae_ceausescu.jpg" alt="" width="480" height="184" /></a></p>
<p>Hai sa luam o gasca de hoti prinsa la furat si pentru arestarea fiecaruia dintre ei sa cerem permisiunea celorlalti din gasca!<span style="color:#ff0000;">¹</span></p>
<p><a href="http://www.hotnews.ro/stiri-esential-3938679-camera-deputatilor-decis-adrian-nastase-miron-mitrea-nu-vor-urmariti-penal.htm" target="_blank"><span style="color:#0000ff;">Parlamentul a decis ca Adrian Nastase si Miron Mitrea nu vor fi urmariti penal</span></a></p>
<p>Nu imi vine sa cred.. e incredibil cat de nesimtiti pot fi! O fac pe fata, cu tupeu, iar noi ramanem cu frustrarea deoarece.. nu putem face nimic! <br />
De ce unii sunt deasupra legii? Este absurd. Nu imi pasa ca e dosar politic sau nu, daca e nevinovat Instanta va decide! NU PARLAMENTUL! <br />
Nu avem cum sa scapam de ei.. decat sa iesim in strada si sa le spargem termopanele. Si chiar de ar fi asa, tot ar zice ca am fost de-fapt trimisi de Basescu, fiindca nesimtirea si tupeul nu au limite in Parlabament.<br />
Traim in tara in care cei pe care nu i-am ales au puterea, iar cel pe care l-am ales nu are nici-o putere, fiind chiar demis la dorinta celor ne-alesi. </p>
<p>Probabil asta trebuie sa facem.. sa iesim in strada tot tineretul, sa le dovedim ca 89 nu a fost in zadar, cum si ei ne arata ca Comunismul (cacofonie intentionata) nu e departe de '08.</p>
<h6><span style="color:#c0c0c0;"><span style="font-weight:normal;">¹Lucian11, Hotnews.ro</span></span></h6>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Info 359/STJ - HC. CHEQUE. GARANTIA. DÍVIDA. SUSTAÇÃO]]></title>
<link>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=817</link>
<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 18:26:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jurisprudência em Revista</dc:creator>
<guid>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=817</guid>
<description><![CDATA[Para a Min. Relatora originária, a ação penal deveria prosseguir para que no seu curso, fossem os]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Para a Min. Relatora originária, a ação penal deveria prosseguir para que no seu curso, fossem os fatos definitivamente esclarecidos, bastando por ora, a presença das provas mencionadas na denúncia. A circunstância ainda obscura quanto à sustação do pagamento por meio de declaração de extravio ou boletim de ocorrência de roubo do cheque, que, em tese, poderia ser considerado um meio fraudulento para a obtenção de vantagem ilícita, nos termos da denúncia, é um fato típico que deve ser esclarecido. Porém, verificou-se empate na votação, prevalecendo a decisão mais favorável ao réu. A Turma concedeu a ordem nos termos do voto do Min. Nilson Naves, para quem a emissão de cheque como garantia de dívida não configura o crime do art. 171, § 2º, VI, do Código Penal (estelionato). No caso, o próprio ofendido (credor) não demonstrou claramente que se cuidava de ordem de pagamento à vista; ao contrário, afirmou tratar-se de pagamento a prazo; descaracterizou, portanto, o crime de estelionato. Precedentes citados: RHC 20.600-GO, DJ 25/2/2008; HC 11.984-PB, DJ 12/6/2000, e RHC 9.221-MT, DJ 3/4/2000. <span><strong><a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&#38;valor=HC+103449" target="_blank"><span style="color:#0000cc;">HC 103.449-SP</span></a>, Rel. originária Min. Jane Silva (Desembargadora convocada do TJ-MG), Rel. para acórdão Min. Nilson Naves, julgado em 12/6/2008.</strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Info 359/STJ - LAVRA NÃO AUTORIZADA. USURPAÇÃO. MATÉRIA-PRIMA]]></title>
<link>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=813</link>
<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 18:22:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jurisprudência em Revista</dc:creator>
<guid>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=813</guid>
<description><![CDATA[O paciente retirava ilegalmente carvão do subsolo mediante uso de dinamite e esteiras rolantes. Em ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O paciente retirava ilegalmente carvão do subsolo mediante uso de dinamite e esteiras rolantes. Em razão disso, foi denunciado por lavra não autorizada (art. 55 da Lei n. 9.605/1998), crime contra o meio ambiente, além da desobediência (art. 330 do CP). Sucede que, ao fundamento de ser cabível o disposto no art. 383 do CPP (<em>emendatio libeli</em>), viu-se condenado também por usurpação de matéria-prima (art. 2º da Lei n. 8.176/1991), crime contra o patrimônio público, de pena mais grave. Nesse panorama, vê-se que não se fez, propriamente, a dação ao fato de uma definição jurídica diversa, mas, sim, acrescentou-se à acusação novo fato, o que leva a outra definição jurídica. Assim, aqui se está diante não de, simplesmente, <em>emendatio</em>, mas de um caso de <em>mutatio libeli</em> sem que se observasse o disposto no art. 384 do CPP (sem o aditamento da denúncia ou a prévia audiência da defesa), o que gera, sem dúvida, a nulidade do processo. Anote-se, por último, que as figuras típicas acima elencadas não se confundem, tal como apregoado pela jurisprudência do STJ. Precedentes citados: RHC 16.801-SP, DJ 14/11/2005; REsp 815.071-BA, DJ 19/6/2006 e HC 35.561-RO, DJ 21/2/2005. <strong><span lang="EN-US"><a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&#38;valor=HC+98328" target="_blank"><span style="color:#0000cc;">HC 98.328-SC</span></a>, Rel. </span><span>Min. Nilson Naves, julgado em 10/6/2008.</span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Le spam : une pratique commerciale agressive !]]></title>
<link>http://decryptages.wordpress.com/?p=135</link>
<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 10:36:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jérôme</dc:creator>
<guid>http://decryptages.wordpress.com/?p=135</guid>
<description><![CDATA[Le spam n&#8217;est pas nouveau : le premier aurait été envoyé en 1978. L&#8217;envoi de spam est]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Le spam n'est pas nouveau : le <a title="lien vers Wikipedia" href="http://fr.wikipedia.org/wiki/Spam">premier</a> aurait été envoyé en 1978. L'envoi de spam est déjà réglementé par les <a title="lien vers le site de Légifrance" href="http://legifrance.gouv.fr/affichCodeArticle.do;jsessionid=F50048E93E3CFCEB0A97796081F95C99.tpdjo01v_1?idArticle=LEGIARTI000006292062&#38;cidTexte=LEGITEXT000006069565&#38;dateTexte=20080812">articles L.121-20-5 c. conso</a> et L.34-5 c. postes et communications électroniques. Ce qui est nouveau en revanche, c'est que le spam soit considéré comme une <strong>pratique commerciale agressive</strong>.</p>
<p>C'est ce qui ressort de l'<a title="lien vers le site de Légifrance" href="http://legifrance.gouv.fr/affichCodeArticle.do;jsessionid=F50048E93E3CFCEB0A97796081F95C99.tpdjo01v_1?idArticle=LEGIARTI000019293650&#38;cidTexte=LEGITEXT000006069565&#38;dateTexte=20080812">art. L. 122-11-1 c. conso</a> qui dispose que "<em>sont réputées agressives au sens de l'article L. 122-11 les pratiques commerciales qui ont pour objet (...) 3° de se livrer à des sollicitations répétées et non souhaitées par téléphone, télécopieur, <strong>courrier électronique</strong> ou tout autre outil de communication à distance</em>". Cette disposition a été introduite dans le code de la consommation par la loi n°2008-776 du 4 août 2008. Ce texte ne recouvre pas tout à fait les cas prévus par l'art. L. 34-5 <acronym title="code des postes et communications électroniques">c.p.c.e.</acronym> En effet jusqu'à présent seul l'émetteur pouvait voir sa responsabilité engagée. Le texte de l'<strong>art. L.34-5 évoque ainsi "l'envoi de tout message"</strong>. En conséquence, seul l'<strong>expéditeur</strong>, une entreprise de routage le plus souvent, pouvait voir sa <strong>responsabilité engagée</strong>.</p>
<p>Dorénavant, l'<strong>annonceur</strong>, qui est responsable du contenu du message, pourra également voir sa responsabilité engagée sur le fondement de cette <strong>pratique commerciale agressive</strong>. Le seul moyen pour lui de s'exonérer de cette responsabilité sera de prouver que les sollicitations répétées et non souhaitées ne sont pas de son fait mais de l'entreprise de routage. Les entreprises devront également être attentives aux prospects qui souhaitent se désabonner des newsletters.</p>
<p>Les peines encourues sont celles prévues pour le délit de tromperie soit au plus de 2 ans d'emprisonnement et 37500 € d'amende : de quoi faire réflechir !</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[COMPETÊNCIA. CRIME. DEPENDÊNCIAS. STM]]></title>
<link>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=590</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 21:40:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>clezius</dc:creator>
<guid>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=590</guid>
<description><![CDATA[O indiciado é militar e prestava serviços no Superior Tribunal Militar na função de fisioterapeu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O indiciado é militar e prestava serviços no Superior Tribunal Militar na função de fisioterapeuta, quando, diante da negativa de um médico daquele órgão em prescrever-lhe remédio para emagrecimento, preencheu, carimbou e apôs assinatura falsa em receituário médico, utilizando-o em seguida. Porém vê-se que o STM é órgão do Poder Judiciário, integrante da Justiça Federal da União, não submetido à administração militar. Deduz-se, também, pelas provas constantes dos autos até então, que a conduta, tanto prevista no art. 312 do CPM quanto no art. 299 do CP, foi praticada em satisfação de interesse próprio do indiciado, fora de suas funções militares. Por tudo isso, afastada a aplicação do art. 9º, II e alíneas, do CPM e, pela aplicação analógica da Súm. n. 297-STF, a Seção entendeu fixar a competência do juízo de Direito do Distrito Federal. <strong><span><a href="http://www.stj.gov.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&#38;valor=CC+52174" target="_blank">CC 52.174-DF</a>, Rel. </span></strong><strong><span>Min. Maria Thereza de Assis Moura, julgado em 26/9/2007.</span></strong></p>
<p><span>Fonte: Informativo STJ nº 333<br />
Jurisprudência em Revista Ano I - n° 29</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Terrorismo, Crimes Políticos e Extradição: nos passos de Hannah Arendt]]></title>
<link>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=723</link>
<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 00:20:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jurisprudência em Revista</dc:creator>
<guid>http://jurisprudenciaemrevista.wordpress.com/?p=723</guid>
<description><![CDATA[Terrorismo, Crimes Políticos e Extradição: nos passos de Hannah Arendt.
Lançamento em breve.
Agu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Terrorismo, Crimes Políticos e Extradição: nos passos de Hannah Arendt</em>.</p>
<p>Lançamento em breve.</p>
<p>Aguarde.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PAIN, PENALTY, PENAL. ]]></title>
<link>http://ewonago.wordpress.com/?p=74</link>
<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 18:02:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>neosblog2</dc:creator>
<guid>http://ewonago.wordpress.com/?p=74</guid>
<description><![CDATA[Etymology of pain and penalty
The noun pain (punishment, especially for a crime; condition one feels]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color:#800000;">Etymology of pain and penalty</span></strong></p>
<p>The noun <strong><em><span style="color:#ff0000;">pain</span></em></strong> (punishment, especially for a crime; condition one feels when hurt, opposite of pleasure) came into English from the old French <strong><em>peine</em></strong>, from the Latin <strong><em>poena</em></strong>, which is a transliteration of the Greek <strong><em>ποινή</em></strong> (poene; punishment, penalty).<br />
See also the post 25 (Punish, punishment).<br />
_<br />
<strong><span style="color:#660000;">From the same root:</span></strong> <em><strong>penal, penalty, penance, penalize, penalization, penally, painful, painless, pain-killer, painstaking.</strong></em><br />
_<br />
<strong><span style="color:#660000;">In modern Greek:</span></strong><br />
<strong><em><span style="color:#993300;">α) πόνος:</span></em></strong> pain, ache, suffering <em>[ponos]</em><br />
<strong><em><span style="color:#993300;">β) πονοκέφαλος:</span></em></strong> headache, hang-over <em>[ponokefalos]</em><br />
<strong><em><span style="color:#993300;">γ) πονόλαιμος:</span></em></strong> sore throat <em>[pono-lemos]</em><br />
<strong><em><span style="color:#993300;">δ) πονόδοντος:</span></em></strong> toothache <em>[pono-dontos]</em><br />
<strong><em><span style="color:#993300;">ε) ποινή:</span></em></strong> sentence, penalty, punishment <em>[pini]</em><br />
<strong><em><span style="color:#993300;">στ) ποινικός:</span></em></strong> adj criminal, penal <em>[pinikos]</em><br />
<strong><em><span style="color:#993300;">ζ) ποινικοποιώ:</span></em></strong> penalize <em>[pinikopio]</em><br />
<strong><em><span style="color:#993300;">η) πέναλτι:</span></em></strong> penalti <em>[penalte]</em><br />
<strong><span style="color:#993300;">θ) πονώ:</span></strong> vti pain, ache, hurt, be in pain <em>[pono]</em><br />
_<br />
Το ουσιαστικό <strong><em><span style="color:#ff0000;">pain</span></em></strong> (πόνος, τιμωρία) προέρχεται από το γαλλικό <strong><em>peine</em></strong>, που με τη σειρά του προέρχεται από το λατινικό <strong><em>poena</em></strong>, που αποτελεί μεταγραφή του ελληνικού <strong><em>ποινή</em></strong>. Από την ίδια ρίζα προέρχεται και το <em>πέναλτι</em> (ποινή, κύρωση)</p>
<p><strong><em><span style="color:#006600;">ποινή -&#62; paena -&#62; peine -&#62; pain</span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#006600;">_</span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#000000;">Post 26.</span></em></strong></p>
<p><strong><em><span style="color:#000000;"><br />
</span></em></strong> </p>
<p><a href="http://bp2.blogger.com/_rJzbGD1OARQ/SDm3ZAoHCuI/AAAAAAAAACE/KTHlY6G7LKI/s1600-h/poene1.jpg"><img style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp2.blogger.com/_rJzbGD1OARQ/SDm3ZAoHCuI/AAAAAAAAACE/KTHlY6G7LKI/s320/poene1.jpg" border="0" alt="" /></a><br />
 </p>
<p> </p>
<p><a href="http://bp2.blogger.com/_rJzbGD1OARQ/SDm3BAoHCtI/AAAAAAAAAB8/6uUYZmTSWL4/s1600-h/pain1.jpg"><img style="float:left;width:318px;cursor:hand;height:78px;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp2.blogger.com/_rJzbGD1OARQ/SDm3BAoHCtI/AAAAAAAAAB8/6uUYZmTSWL4/s400/pain1.jpg" border="0" alt="" width="338" height="97" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>_</p>
<p><strong><em>In blogger: </em></strong><a href="http://ewonago.blogspot.com/"><strong><em>http://ewonago.blogspot.com/</em></strong></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De Juana sale de la cárcel]]></title>
<link>http://creditosflexibles.wordpress.com/?p=240</link>
<pubDate>Sun, 03 Aug 2008 23:53:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Martin</dc:creator>
<guid>http://creditosflexibles.wordpress.com/?p=240</guid>
<description><![CDATA[
El preso de ETA Ignacio de Juana Chaos ha abandonado la cárcel de Madrid VI-Aranjuez entre fuertes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://creditosflexibles.files.wordpress.com/2008/08/de_juana.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-241" src="http://creditosflexibles.wordpress.com/files/2008/08/de_juana.jpg?w=300" alt="" width="300" height="226" /></a></p>
<p>El preso de ETA Ignacio de Juana Chaos ha abandonado la cárcel de Madrid VI-Aranjuez entre fuertes medidas de seguridad, donde ingresó por última vez el 7 de junio de 2007, apenas 24 horas después de que ETA formalizase el fin del alto el fuego que había declarado 14 meses antes, tras pasar 21 años en prisión.<a href="http://multibancos.es/Blog/?p=425" target="_blank">leer más</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rechinu sparge-tot]]></title>
<link>http://lilithalina.wordpress.com/?p=69</link>
<pubDate>Sat, 02 Aug 2008 18:22:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alina</dc:creator>
<guid>http://lilithalina.wordpress.com/?p=69</guid>
<description><![CDATA[Ma declar fana devotata&#8230;:))

 
Versurile (copyright me and Meza:D)
Doamneeee…Iisuse…Crist]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ma declar fana devotata...:))</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/VnaR5axvKWE'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/VnaR5axvKWE&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p> </p>
<p>Versurile (copyright me and Meza:D)</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">Doamneeee…Iisuse…Cristoase….omenirea-I plina de fapte si pacate</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">Mai intai te-au judecat,te-au batut,te-au scuipat…eh dupaceia te-au crucificat</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">La un moment dat.Acolo sus pe cruce tu ai spus: “iarta-i Doamne!...ca nu stiu ce FAAaak!(stop cadru)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">Fiecare dintre noi ne-am nascut cu capu’n<span>  </span>sUS,si cu ochiI la Iisus…eh ndea’</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">Te nasti fara puteri, viata este-o lupta…iubire,chin,DUREREEEE(grrrr)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">Te lupti,te zbati,ca sa traiesti cu inima,cu pumnul..si cu dintii tragi, nimic nu e usor pe pamant…chiar asaaa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">Simti ca Dumnezeu se uita la tine,din cer,te rogi ca pe veciie,bine sa fiiiie</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">Refren:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">Decat patru scanduri si un cuuuuii…asta e averea omului(falsetto)e tot ce ia din lumea luuuui(bis)</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">(???) de viata dar stii bine este ca un fir de aaata...<br />
frate, nu fii caine, nu ura, nu dusmani,gandeste-te cand nu veii mai fi,<br />
acolo jos in adanciiime,<br />
stii bine(spasm),<br />
nu e nimic cu tine, eeste adevarat, peste tot in lume, inca si-n Romania,<br />
zadarnica e lupta de-a invinge vicleniia;<br />
si vezi, ca nu-ti ramaaane placere pe pamant, asa yeeah..mahnirea, tristetea, pe oameni ii doboaaara...<br />
e gol. e frig. e groaaazaaah(growl)...deah=))<br />
si sufletul iti este ca un mormanteeeaaah...am, spulberat de vantaaaah(growl)<br />
...(matrix scene)<br />
R:E decat 4 scanduri si un cuiiiiiiiiiiiiiii...yeah<br />
asta e averea omULUI<br />
e tot ce ia din lumea luiii(BIS)<br />
In lumea, rea, pune picioru-n prag si fii de neschimbat,<br />
ca de nu vei ajunge ultimu ratat(ca si tine...:)))<br />
cauta in viata pace si in pace multumiireah<br />
ca la fiecare, cum le este omenirea<br />
este treaba tah, si nu-l suparah, crezi(?!???) in slava sa,<br />
ca-ti va da cu paaalma, cand nu te vei asteptaah<br />
e chiar asaaaaaaaaah(growl)<br />
R: e decat 4 scanduri si un cuiiiiiiiii...yeah<br />
asta e averea omULUI<br />
e tot ce ia din lumea luiiii(BIS)</span><a href="http://www.youtube.com/watch?v=VnaR5axvKWE"></a></p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
