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	<title>paulo-autran &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/paulo-autran/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "paulo-autran"</description>
	<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 14:26:17 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[O que é Teatro...]]></title>
<link>http://blogdosirmaos.wordpress.com/?p=4631</link>
<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 23:23:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redação</dc:creator>
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<description><![CDATA[Algumas definições dizem que é&#8230; O lugar de onde se vê ( ou se vai para ver). Acredito no s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Algumas definições dizem que é... O lugar de onde se vê ( ou se vai para ver). Acredito no sentido amplo da expressão, pois tudo que é visto é Teatro, então a partir disso, posso concluir que crianças brincando na frente do espelho é a própria ilustração de um despertar artístico.</p>
<p align="justify">E no Brasil ainda temos o maior espetáculo da Terra: O carnaval. Você já parou para pensar, como é linda a organização de uma escola de samba?</p>
<p align="justify">Inicia – se na comissão de frente, sempre coreografadas e trazendo um sentido real para o que a escola vai desfilar pela avenida, e temos também os casais de mestre sala e porta bandeira, a tradicional ala das baianas, os carros alegóricos e por ai vai.... mas aonde pretendo chegar com isso? Ora, o carnaval não deixa de ser um belo e grande teatro musical, muito bem organizado que chega ao ponto de servir de exemplo para muitas empresas que gostam de demonstrar como funciona o trabalho em equipe.</p>
<p align="justify">Que atire a primeira pedra, que nunca ao menos brincou de teatro com os amigos, ou na escola ou nas igrejas e por ai vai... No fundo, não tenho dúvidas de dizer que todo mundo tem um ator dentro de si...</p>
<p align="justify">Outro dia eu estava analisando uma entrevista na TV, e por curiosidade fiz uma pequena analise do tipo de texto, na maioria das vezes começa da mesma forma:</p>
<p align="justify">Hoje eu recebo aqui fulano de tal, que realizou ou esta realizando tal fato...</p>
<p align="justify">E durante quinze ou vinte minutos de conversa, o bate bola que existe tem uma grande semelhança com o texto teatral (ou a encenação) , um fala o outro responde, chega – se em momentos de conflitos, risos, descontrações e um público que assiste a tudo como se fosse uma final de campeonato de futebol...</p>
<p align="justify">E já que chegamos no tema futebol, esse é o teatro que mais gera dinheiro no mundo. Temos em campo:  Vinte e dois homens correndo atrás de uma bola, um juiz para por ordem na casa, os auxiliares (bandeirinhas), os reservas de cada time, os árbitros reservas, massagistas e médicos, a imprensa, enormes arquibancadas com torcedores alucinados que enfrentam horas de filas em condições desfavoráveis, vendedores ambulantes, empresários e por ai vai.... E por falar em esporte, curiosamente estamos na época das olimpíadas e o mundo se une para ver os méis perfeitos corpos atléticos disputarem medalhas olímpicas, quebrarem recordes mundiais, serem ovacionados e aclamados por uma multidão em ginásios, arenas, estádios e tudo isso conta com uma grande abertura, que podemos chamar de um grande espetáculo teatral e musical.</p>
<p align="justify">Depois dessas pequenas citações dos tipos de Teatro, não podemos esquecer do modelo tradicional do palco italiano, onde as pessoas ficam acomodadas nas cadeiras assistindo encenações de atores, ou o teatro de rua que na maior parte das vezes é aberto ao público de uma forma gratuita. </p>
<p align="justify">E além de levar entretenimento as pessoas, o teatro tem a função de educar, fazer refletir, conscientizar, levar esperança aos que não tem motivos para sorrir (Quem diria que palhaços poderiam ajudar crianças e adultos a atravessarem suas dificuldades de forma alegre). Etc...etc.. etc... </p>
<p align="justify">Caro amigo e leitor, ainda teria uma quantidade de teatro a citar, mas com certeza eu acabaria enchendo vossas paciências e todos diriam... “Esta vendo não falei que teatro é chato” ... é chato mesmo!</p>
<p align="justify">Se você gostou ou odiou, fale comigo, <a href="mailto:amcamargo@ig.com.br">amcamargo@ig.com.br</a>.</p>
<p>Um grande abraço!</p>
<p>E como diria o mestre Paulo Autran: “ Vamos ao Teatro”</p>
<p><img src="http://blogdosirmaos.wordpress.com/files/2008/08/image2.png" alt="" width="447" height="45" class="alignnone size-full wp-image-4634" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O ano em que meus pais saíram de férias]]></title>
<link>http://serakipresta.wordpress.com/?p=131</link>
<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 05:33:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lucas</dc:creator>
<guid>http://serakipresta.wordpress.com/?p=131</guid>
<description><![CDATA[O ano em que meus pais saíram de férias - 2006
Direção: Cao Hamburger      
Roteiro: Claudio Gal]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><a href="http://www.mininova.org/tor/609722" target="_blank"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-132 alignleft" style="float:left;" src="http://serakipresta.wordpress.com/files/2008/06/oano.jpg?w=65" alt="" width="111" height="164" /></a><strong><a href="http://www.mininova.org/tor/609722" target="_blank">O ano em que meus pais saíram de férias</a> - 2006</strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Direção: Cao Hamburger</strong><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong><strong><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong></strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong><strong>Roteiro: </strong>Claudio Galperin, Cao Hamburger, Bráulio Mantovani, Anna Muylaert</strong><strong><strong> </strong></strong><strong> </strong></p>
<p><strong><strong>Elenco: </strong>Michel Joelsas, Germano Haiut, Daniela Piepszyk, Liliana Castro, Simone Spoladore, Paulo Autran, Caio Blat, Eduardo Moreira</strong></p>
<p><!--more--></p>
<p>Tai mais um filme que mostra o quão evoluído está o cinema nacional. "O ano..." foi uma das maiores sensações do ano passado, sendo indicado a mais de 30 premiações e vencendo 18 delas. O roteiro escrito a 8 mãos, retrata um momento tenso da política nacional de uma forma sutil, apenas como pano de fundo. Também pudera, o personagem principal, Mauro (Michael Joelsas), tem apenas 12 anos e no ano de 1970 suas únicas preocupações são o futebol e que os pais voltem logo das tais férias. Algumas passagens são referências do que o diretor e roteirista Cao Hamburger passou na infância, como a prisão dos pais.</p>
<p>Na trama, Mauro vê a sua vida mudar, quando seus pais tem que tirar umas férias forçadas (eufemismo para se esconder da perseguição na ditadura) e ele é levado de Belo Horizonte para São Paulo para ficar com o avô. Seus problemas começam quando ao esperar por horas na porta do apartamento do avô, descobre que ele morreu e tem que ficar hospedado na casa de Shlomo (Germano Hauit), um velho e solitário judeu. Na casa de Shlomo, Mauro vai tendo problemas de adaptação, a comida é ruim e o velho é chato demais. Os dias vão passando e Mauro fica grudado no telefone, esperando uma ligação dos pais. A coisa vai melhorando quando ele faz amizade com a esperta Hanna (Daniela Piepszyk)  e com ela vai descobrir novos sentimentos e brincadeiras.</p>
<p>"O ano..." é um filme muito bonito e sabe dosas muito bem a inocência e esperança de uma criança com a truculência desse período de nossa história. Algumas cenas, como ele treinando de goleiro na cama e comemorando os gols da seleção brasileira na Copa de 1970 são alguns exemplos disso. É um dos melhores filmes de 2007, presta de boa.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/lRWjv5fj8Dg'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/lRWjv5fj8Dg&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Passado]]></title>
<link>http://serakipresta.wordpress.com/?p=127</link>
<pubDate>Thu, 29 May 2008 03:23:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lucas</dc:creator>
<guid>http://serakipresta.wordpress.com/?p=127</guid>
<description><![CDATA[El  Passado -  2007
Direção: Hector Babenco     
Roteiro: Hector Babenco,  Marta Goes, Alan Pauls ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><a href="http://thepiratebay.org/tor/4099020/El.Pasado.(2007).DVDrip.Hector.Babenco" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-128 alignleft" style="float:left;" src="http://serakipresta.wordpress.com/files/2008/05/opassado.jpg?w=204" alt="" width="92" height="138" /></a><strong><a href="http://thepiratebay.org/tor/4099020/El.Pasado.(2007).DVDrip.Hector.Babenco" target="_blank">El  Passado</a> -  2007</strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Direção: </strong><strong>Hector Babenco</strong><strong></strong><strong> </strong><strong> </strong><strong><strong> </strong><strong> </strong><strong> </strong></strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong><strong>Roteiro: </strong></strong><strong>Hector Babenco,  Marta Goes, Alan Pauls</strong><strong></strong><strong> </strong></p>
<p><strong><strong>Elenco: </strong></strong><strong>Gael García Bernal, Analía Couceyro, Ana Celentano, Mariana Anghileri, Paulo Autran</strong></p>
<p><!--more--></p>
<p>Eita filminho que perturba viu! Talvez por mostrar situações bem reais e ter personagens fortes, o filme acerta em cheio com a idéia de perturbar e nos fazer refletir com os nossos relacionamentos. A produção é uma parceria entre o Brasil e a Argentina, dirigida pelo brasileiro nascido na Argentina Hector Babenco, baseada no livro do argentino Alan Pauls, estrelada pelo mexicano Gael García Bernal e com a ilustre participação do brasileiro Paulo Autran.</p>
<p>A trama conta a história de Rímini (Gael García Bernal), um tradutor que depois de 12 anos termina de forma amigável um relacionamento com Sofia. Mesmo com o fim do relacionamento, Sofia age como se ainda fosse mulher de Rímini, seu temperamento forte faz com que seja presença constante na vida de Rímini, quase que como uma sombra. Mesmo assim ele começa a namorar Vera, uma modelo que tem sérios problemas de confiança, achando toda hora que está sendo traída. Após fazer uma tradução de uma palestra, Rímini encontra com Sofia e acabam se beijando, Vera vê a cena e sai correndo que nem uma maluca pela rua, é atropelada e morta por um ônibus. Passado um ano, já refeito do acidente, Rímini está casado com Carmen, sua parceira de traduções. O novo relacionamento vai bem, mas Rímini começa a ter problemas com repentinas amnésias e sua carreira vai para as cucuias.</p>
<p>Um novo animo em sua vida é a chegada do filho Lúcio, mas como nada na sua vida dura muito, Sofia em um momento de loucura rapta o moleque após um encontro fracassado com Rímini. O resultado é a decisão judicial de não se aproximar a menos de 50 metros de Carmen e Lúcio. Depois disso, a vida de Rímini vai para o buraco, morando no apartamento do pai e se tornando um mendigão barbudo e porco. Com a ajuda de um amigo, retorna a vida normal, trabalhando  como personal trainer em uma academia. Lá ele se envolve com uma aluna, mas após flagrar-la com outro tem um acesso de fúria e acaba em cana. E quem vai resgatá-lo?? Tchan, tchan!! O capeta Sofia paga a fiança e leva Rímini para casa como um troféu para suas amigas de um grupo de mulheres que foram abandonadas pelos maridos. O final condiz bem com a frase que aparece no teaser, "a separação também pode ser parte de uma história de amor"</p>
<p>O filme como um todo é muito bom, ficando difícil apontar o que se destaca mais. A direção de Hector Babenco soube trabalhar muito bem com os personagens, que por sua vez tinham um roteiro bem coeso e trabalhado para se apoiarem. É um filme que presta bastante.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/HQmdvG_Xjcg'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/HQmdvG_Xjcg&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Terra em Transe. Brasil. 1967]]></title>
<link>http://dadagaio.wordpress.com/?p=1768</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 04:59:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>samdrade</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Segundo filme do diretor Glauber Rocha que eu assisto(o primeiro foi o excelente Deus e Diabo no Te]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://dadagaio.files.wordpress.com/2008/05/terraemtransecapapq1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1770" src="http://dadagaio.wordpress.com/files/2008/05/terraemtransecapapq1.jpg" alt="" width="381" height="500" /></a></p>
<p>Segundo filme do diretor <strong>Glauber Rocha</strong> que eu assisto(o primeiro foi o excelente <em>Deus e Diabo no Terra do Sol</em>). Aqui, o ambiente é o cenário político brasileiro, e esteticamente nos remete ao neorealismo do <em>Antonioni</em> sendo que  com toques de megalomania como um <em>Oito e 1/2</em> do <em>Fellini</em>, ainda que com uma voz em off tão insuportável quanto a de <em>Cidadão Kane</em>(sacou?.P). O filme é explendoroso na primeira parte com cenas grandiosas, a segunda parte entedia demais pelo excesso de improvisação teatral filmada. Nhém! Ainda fiquei comovido com o elenco: <em>Jardel Filho</em> é um homem de verdade de tão viril; <em>Paulo Autran</em> dispensa comentários; <em>Danuza Leão</em> linda e calada fica óteema como atriz; <em>Francisco Milani</em> tão lindo jovem. Destaque ainda às cenas de festas regadas à jazz com os atores farreando com as bonitonas da cena carioca da época, comentada na última autobiografia da Danuza*(eu sou fã dela!) e à trilha sonora também.</p>
<p>* Lembro que a bunitah diz em sua biografia que o filme foi feito todo na colegagem: atores amigos do diretor, locações em casas de amigos, era filmado de manhã ou de dia, e o resto do dia o diretor ia atrás de dinheiro. Ela diz ainda que Autran e o diretor tiveram paus de briga pelo estilo do diretor de não seguir um roteiro e improvisar ou mudar tudo em cima da hora.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paulo Autran]]></title>
<link>http://freakshowbusiness.wordpress.com/?p=29</link>
<pubDate>Thu, 01 May 2008 22:38:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>freakshowbusiness</dc:creator>
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<description><![CDATA[Eu queria escrever um texto em homenagem a Paulo Autran, mas minhas palavras teriam a frieza de quem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eu queria escrever um texto em homenagem a Paulo Autran, mas minhas palavras teriam a frieza de quem jamais o viu no palco. Eu poderia exibir tudo que sei ou que viesse a pesquisar a seu respeito, mas... E daí?</p>
<p>Assisti a Paulo Autran somente no filme “Terra em Transe”, de Glauber Rocha, e nas novelas “Guerra dos Sexos” e “Sassaricando”, ambas de Silvio de Abreu. No entanto, como tenho 32 anos, é claro que sua efêmera fase novelística foi a única que eu acompanhei de perto e na época original. Justamente o detalhe que menos importa em sua carreira, talvez a forma de dramaturgia que lhe deu menos prazer.</p>
<p>O jeito foi pôr a memória para pinçar o que guardei dos trabalhos televisivos de Paulo Autran. E é claro que a lembrança mais forte foi aquela antológica cena de “Guerra dos Sexos” em que ele e Fernanda Montenegro atiravam comida um no outro à mesa do café da manhã, talvez por essa imagem já ter sido reprisada diversas vezes. Puro pastelão, do tipo que detesto hoje em dia, mas que provavelmente me fez gargalhar aos 8 anos, quando a cena foi exibida pela primeira vez. Daí, me perguntei: o que havia de tão bom nessa cena para que ela se eternizasse? O que há de mais em duas pessoas fazendo guerra de comida, algo tão antigo em comédia? Entrei no YouTube para rever a cena. E entendi.</p>
<p>A cena, em si, não tem nada de mais mesmo. Mas quem está ali atirando leite, geléia, suco de laranja e patê um no outro são Paulo Autran e Fernanda Montenegro, que já eram profissionais de terceira idade e meia idade, respectivamente, e considerados os maiores atores do Brasil. Eles dão uma dignidade impressionante àquele pastelão. Eles dão alto valor à comédia mais banal. E o pastelão, por sua vez, também os dignifica, porque, ao jogar comida um no outro numa novela das sete, eles poderiam ter chamuscado suas carreiras, irretocáveis, mas, ao contrário, reafirmaram suas condições de maiores ator e atriz do Brasil.</p>
<p>Rever a cena também fez com que eu me desse conta de uma outra coisa: nos anos 1980, as novelas das sete serviam de palco para os maiores atores de diversas gerações. Claro que havia os galãs sem talento e as gostosas sem cultura que iam parar na Playboy. Mas tínhamos uma novela protagonizada por Paulo Autran e Fernanda Montenegro! Tínhamos atores egressos dos históricos Teatro Brasileiro de Comédia e Teatro de Arena protagonizando comédias no início das noites da TV Globo, e eles já nem eram jovens.</p>
<p>Os atores principais de “Brega &#38; Chique” eram Marília Pêra, Raul Cortez, Marco Nanini e Glória Menezes. “Sassaricando” era encabeçada por um quadrilátero amoroso formado por Paulo Autran, Tônia Carrero, Irene Ravache e Eva Wilma, coadjuvados pela revelação Diogo Vilela. Tereza Rachel era o grande nome de “Que Rei Sou Eu?”, que tinha Antônio Abujamra como vilão, Giulia Gam como mocinha e Stênio Garcia inesquecível como Corcoran. A dulpa Dina Sfat e Ary Fontoura roubou a cena em “Bebê a Bordo”, com seus improvisos que faziam a realidade invadir a ficção para fazer rir. Um trio de velhinhos formado por Paulo Gracindo, Ary Fontoura e Cláudio Corrêa e Castro conduzia a trama de “Hipertensão”. “Cambalacho” teve Fernanda Montenegro e Gianfrancesco Guarnieri como par romântico principal, Natália do Valle como vilã e coadjuvantes marcantes como a Tina Pepper de Regina Casé, a Ana Machadão de Deborah Bloch e o Jean Pierre de Luiz Fernando Guimarães. Ney Latorraca e Marco Nanini deram show ao se revezar em vários papéis de “Um sonho a mais”, experiência que deve tê-los motivado a montar “O Mistério de Irmã Vap” no teatro. E ainda se via Nathália Timberg, Marieta Severo, Yara Amaral, Aracy Balabanian, José Lewgoy, Walmor Chagas, Renata Sorrah e Carlos Vereza em papéis importantes.</p>
<p>Não estou dizendo que os elencos de hoje são piores, nem fazendo vista grossa para a inflação de beldades inexpressivas que marcou as novelas nos anos 1980. Falo apenas de minha infância diante da TV. E agradeço a Paulo Autran e outros grandes por terem aceitado alguns papéis em telenovelas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Grrrraaaah]]></title>
<link>http://djoh.wordpress.com/?p=474</link>
<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 12:55:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>wakabara</dc:creator>
<guid>http://djoh.wordpress.com/?p=474</guid>
<description><![CDATA[Vou confessar um negócio vergonhoso.
Apesar de ter feito parte da pesquisa do FilmeFashion, eu simp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Vou confessar um negócio vergonhoso.<br />
Apesar de ter feito parte da pesquisa do FilmeFashion, eu simplesmente não assisti a <em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0062352/">Terra em transe</a></em>.<br />
Não assisti... até ontem.</p>
<p>Eu sempre morri de medo do Glauber Rocha. A única coisa que assisti dele até agora foi ao curta <em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0075937/">Di</a></em>, que é maluquérrimo, então a imagem que eu tinha é que <em>Terra em transe</em> seria alegoria atrás de alegoria e que eu não entenderia porra nenhuma.<br />
Ontem, na 2001 com a minha mãe, estava lá entre <em>Terra em transe</em> e algum outro, sei lá qual era, e disse "Bom, na verdade eu deveria assistir <em>Terra em transe</em>, seria melhor para a minha formação intelectual" - eu falei meio brincando meio sério, eu sei que é ridículo. GENTE, NÃO RIA, TÔ ABRINDO MEU CORAÇÃO. HAHAHA! Minha mãe falou: "Então leva, ué".</p>
<p>Aí eu levei.</p>
<p><img src="http://djoh.wordpress.com/files/2008/02/terraemtranse2.jpg" alt="TerraEmTranse" /><br />
<em>Jardel Filho e Paulo Autran</em></p>
<p>Eu tenho reclamado da falta de <em>timing</em> em alguns momentos, mas no fundo reparei que <em>timing</em> é o que mais tem rolado nessa minha vidinha. Assisti ao filme levando na cabeça um "debate" recente com Mari Tavares e Heitor a respeito do que seria o movimento de esquerda hoje etcetc.<br />
O filme, além de não ser entrópico do jeito que eu pensava, tem um roteiro lindíssimo que trata da esquerda sem demagogia, criticando os defeitos direto, mostrando como o jogo político é bem mais complicado e não tem apenas dois lados fixos.<br />
Eu ainda inventei, não sei o porquê, de assistir com legendas - talvez porque eu estava com medo de entender ainda menos porque som de cinema brasileiro das antigas, você sabe, geralmente é porco. Então eu ficava repetindo todo aquele texto, aquelas poesias, e pirando naquelas imagens maravilhosas. A fotografia é incrível, a história... E a escolha do elenco? Eu piro nisso: Paulo Autran para fazer o político reaça safado - ele que já era um mito do teatrão. Jardel Filho, um cara de televisão e de teatro também, para fazer o jornalista e poeta idealista?! E a Glauce Rocha, tão ótima no papel de Sara...<br />
Ou seja: é para assistir sem medo. Tem que prestar atenção, não é um filme fácil, mas também não é um monstrengo.</p>
<p><img src="http://djoh.wordpress.com/files/2008/02/danuza.jpg" alt="Danuza" /></p>
<p>Obs.: Sabe essa foto? Esse arranjo de penas é o que menos aparece no figurino de Danuza Leão. Fiquei passado quando percebi que ele só é visível na cena final, e mesmo assim só para os mais atentos, porque em nenhum momento fica em destaque. Ou seja: de figurino glamour, apesar das roupas de Danuza serem assinadas por Guilherme Guimarães, o filme tem pouca coisa... Muito mais legal são as loucuras dos momentos alegóricos - os índios do começo e a coisa meio "família real" do fim, com aquela coroa gigantesca, que me lembrou <a href="http://chic.ig.com.br/materias/430501-431000/430665/430665_1.html">o penúltimo desfile do João Pimenta</a> - só esteticamente, claro.</p>
<p>Uma cena, para terminar:<br />
<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/-t4qwyGR24Y'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/-t4qwyGR24Y&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Só pra lembrar deles...]]></title>
<link>http://25centavo.wordpress.com/2007/12/29/so-pra-lembrar-deles/</link>
<pubDate>Sat, 29 Dec 2007 12:38:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maísa</dc:creator>
<guid>http://25centavo.wordpress.com/2007/12/29/so-pra-lembrar-deles/</guid>
<description><![CDATA[
Ok, ok, ok&#8230; meu dia é sexta-feira, eu sei! Mas, gente, sexta é um dia muito estranho. Muito]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Verdana;"></span><span style="font-family:Verdana;"></span><span style="font-family:Verdana;"></span><span style="font-family:Verdana;"></p>
<p align="center" style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Verdana;"><em>Ok, ok, ok... meu dia é sexta-feira, eu sei! Mas, gente, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sexta-feira">sexta</a> é um dia muito estranho. Muito mesmo. E foi esse blog aqui que me fez enxergar isso. (...)</em></span></p>
<p align="center" style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Verdana;"></span></p>
<p align="center" style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Verdana;">A</span><span style="font-family:Verdana;">gora, indo ao que interessa, é porque meu post de hoje não pode ficar pra semana que vem... então estou aqui.</span></p>
<p align="center" style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Verdana;"></span></p>
<p align="center" style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Verdana;">T</span><span style="font-family:Verdana;">á certo que a pauta é meio batida, mas eu precisava lembrar de duas perdas irreparáveis que a nossa TV e o teatro tiveram esse ano..</span></p>
<p align="center" style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Verdana;"></span></p>
<p align="center" style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Verdana;">S</span><span style="font-family:Verdana;">abe aquelas <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kubanacan">novelas das sete</a>, do Carlos Lombardi, com umas histórias sem pé nem cabeça? Pois é... a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nair_Bello">Nair Bello</a> sempre estava lá. E, claro, <span> </span>entre as personagens mais divertidas da trama. Quando ligo a televisão e ela aparece ali, dando aquelas gargalhadas tão únicas, dá uma sensação até um pouco melacólica, de que ela ainda está aqui, entre nós. Nair Bello é daquelas entidades que, pra nós, admiradores, são imortais.</span></p>
<p align="center" style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Verdana;"></span></p>
<p align="center" style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Verdana;"></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Verdana;"></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Verdana;"></p>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"><img src="http://25centavo.wordpress.com/files/2007/12/nair.jpg" alt="nair.jpg" /></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<p></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-family:Verdana;">E, já que a palavra é imortalidade, impossível não falar de <a href="http://s-eustaquio.vilabol.uol.com.br/">Paulo Autran</a>. Se suas poucas participações na TV já ficaram marcadas, o que dizer da sua representação para a história do teatro brasileiro? As obras de Tennessee Williams, Shakespeare, Molière e Bertolt Brecht, talvez nunca tenham sido melhor interpretadas. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Verdana;"></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Verdana;"></p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://25centavo.wordpress.com/files/2007/12/paulo.jpg" alt="paulo.jpg" /></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;"></div>
<div style="text-align:center;">(...)</div>
<div style="text-align:center;"></div>
<p></span></p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Outros top tops...]]></title>
<link>http://alerib.wordpress.com/2007/12/14/outros-top-tops/</link>
<pubDate>Fri, 14 Dec 2007 19:31:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>alerib</dc:creator>
<guid>http://alerib.wordpress.com/2007/12/14/outros-top-tops/</guid>
<description><![CDATA[As melhores exposições de artistas brasileiros:
Nazareth Pacheco @ Casa Triângulo
Iran do Espíri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As melhores exposições de artistas brasileiros:</strong><br />
Nazareth Pacheco @ Casa Triângulo<br />
Iran do Espírito Santo @ Estação Pinacoteca<br />
Dora Longo Bahia @ Galeria Leme<br />
Rosângela Rennó @ Caixa Cultural / Rio de Janeiro</p>
<p><strong>Os melhores momentos da música eletrônica em terras brazucas:</strong><br />
Takaaki Itoh @ Clash Club<br />
Vince Watson @ Clash Club<br />
Underground Resistance @ Nokia Trends</p>
<p><strong>As perdas irreparáveis do ano:</strong><br />
Paulo Autran<br />
Karlheinz Stockhausen<br />
Jean Baudrillard<br />
Ingmar Bergman</p>
<p><strong>Vergonha alheia:</strong> da  nossa ministra Marta Suplicy, com sua pérola do "Relaxa e goza", em relação ao caos aéreo.</p>
<p><strong>Outro momento importante na música:</strong> Led Zeppelin reunion.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O mundo do Jovem Cibernético]]></title>
<link>http://querocultura.wordpress.com/2007/11/21/o-mundo-do-jovem-cibernetico/</link>
<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 15:45:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Lopes</dc:creator>
<guid>http://querocultura.wordpress.com/2007/11/21/o-mundo-do-jovem-cibernetico/</guid>
<description><![CDATA[

A internet não tem restrição de idade, mas ela é visivelmente dominada pelos jovens. Principal]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Verdana;"></span><span style="font-family:Verdana;"></span><span style="font-family:Verdana;"></span><span style="font-family:Verdana;"></span><span style="font-family:Verdana;"></span><span style="font-family:Verdana;"></span><span style="font-family:Verdana;"></span><span style="font-family:Verdana;"></span><span style="font-family:Verdana;"></span><span style="font-family:Verdana;"></p>
<p align="center"><a href="http://querocultura.wordpress.com/files/2007/11/generator.jpg" title="generator.jpg"></a><span style="font-family:Verdana;"><a href="http://querocultura.wordpress.com/files/2007/11/generator.jpg" title="generator.jpg"><img width="601" src="http://querocultura.wordpress.com/files/2007/11/generator.jpg" alt="generator.jpg" height="261" style="width:477px;height:248px;" /></a></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana;">A internet não tem restrição de idade, mas ela é visivelmente dominada pelos jovens. Principalmente porque para os jovens o mundo virtual não é uma novidade, ele fez parte do crescimento dele e hoje é essencial em sua vida.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana;"></span><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-family:Verdana&#60;"></span><span style="font-family:Verdana;">A rede mundial é somente mais uma ferramenta para o dia-a-dia desses <em>“jovens cibernéticos"</em>. Ela é um acessório multiplo, podendo  ser usada  para o lazer ou para a educação. E através da escolha desse acessório é que o jovem mostra qual desses valores tem maior importância no seu conceito.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-family:Verdana;"></span></span><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-family:Verdana;">A cultura é uma solução, pois ela une as duas alteranativas. E há jovens como o designer gráfico, Danilo Rodrigues, que tenta se “manter o mais informado possível” sobre esse mundo, pois é um grande amante dessa solução.</span></span></p>
<p></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-family:Verdana;">No v</span></span><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-family:Verdana;">irtual, Danilo também é um aficionado por cultura. “Todos os dias, toda hora” ele está em sites que lhe dão lazer e educação, como o <a href="http://www.deviantart.com/">Deviant Art</a>, site “que é basicamente um desses museus virtuais”, conta Danilo.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-family:Verdana;"></span></span><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-family:Verdana;"></span><span style="font-family:Verdana;">Outro exemplo é Mariana Rodrigues, de 19 anos, que ao ser indagada se já teria visitado algum site que aborda cultura respondeu, “sim, lógico”. Mariana não apenas visita esses sites como também participa ativamente de um <em>Blog</em> sobre o tema. Ela diz que “há uma grande demanda de sites sobre cultura e pessoas (jovens) que procuram por eles”, porém Samara Teixeira de 20 anos, uma das moderadoras do <em>blog</em> de cultura <em>Balaiada das Gatas</em> , afirma exatamente o oposto.</span> </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana;"></span><span style="font-family:Verdana;"></span><span style="font-family:Verdana;">Samara concorda que ao comparar seu site com outros de diferente tema,<span>  </span>o seu número de visitantes é muito inferior. E lembra, “as pessoas geralmente procuram entretenimento. As pessoas que entram nos sites de cultura são geralmente pessoas com grande exigência. Por exemplo a revista <em>Bravo</em>, que mostra uma matéria sobre Paulo Autran, e é só para os que realmente entendem de teatro”.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana;"></span><span style="font-family:Verdana;">O <em>“jovem cibernético”</em> não pode ser plenamente acusado de falta de interesse no mundo cultural. Como esses, há vários outros que apreciam e fazem parte desse mundo e se o número desses visitantes ainda é baixo a resposta pode estar em quem emite a mensagem.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:12pt;font-family:Verdana;">“</span>Com uma linguagem adequada, principalmente que se especializa em uma linguagem, um determinado assunto que atrai o jovem”, é possível aumentar esse número, comenta Samara.</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;"></span><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Isto é o que tentamos fazer neste blog, fazer que o “Todo dia é dia de arte” seja para todos</span></em> <a href="http://querocultura.wordpress.com/files/2007/11/pict_20061026pht12252.jpg" title="pict_20061026pht12252.jpg"></a><a href="http://querocultura.wordpress.com/files/2007/11/pict_20061026pht12252.jpg" title="pict_20061026pht12252.jpg"></a><a href="http://querocultura.wordpress.com/files/2007/11/pict_20061026pht12252.jpg" title="pict_20061026pht12252.jpg"></a><a href="http://querocultura.wordpress.com/files/2007/11/pict_20061026pht12252.jpg" title="pict_20061026pht12252.jpg"></a><a href="http://querocultura.wordpress.com/files/2007/11/pict_20061026pht12252.jpg" title="pict_20061026pht12252.jpg"></a><a href="http://querocultura.wordpress.com/files/2007/11/pict_20061026pht12252.jpg" title="pict_20061026pht12252.jpg"></a><a href="http://querocultura.wordpress.com/files/2007/11/pict_20061026pht12252.jpg" title="pict_20061026pht12252.jpg"></a><a href="http://querocultura.wordpress.com/files/2007/11/pict_20061026pht12252.jpg" title="pict_20061026pht12252.jpg"></a><a href="http://querocultura.wordpress.com/files/2007/11/pict_20061026pht12252.jpg" title="pict_20061026pht12252.jpg"></a><a href="http://querocultura.wordpress.com/files/2007/11/pict_20061026pht12252.jpg" title="pict_20061026pht12252.jpg"></a><a href="http://querocultura.wordpress.com/files/2007/11/pict_20061026pht12252.jpg" title="pict_20061026pht12252.jpg"></a><a href="http://querocultura.wordpress.com/files/2007/11/pict_20061026pht12252.jpg" title="pict_20061026pht12252.jpg"></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://querocultura.wordpress.com/files/2007/11/pict_20061026pht12252.thumbnail.jpg" alt="pict_20061026pht12252.jpg" /></p>
<p><em><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"></span></em><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Imagens:</span></em> <em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><a href="http://www.europarl.europa.eu/eplive/expert/photo/20061026PHT12252/pict_20061026PHT12252.jpg">http://www.europarl.europa.eu/eplive/expert/photo/20061026PHT12252/pict_20061026PHT12252.jpg</a></span></em> <em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">http://www.dhnet.org.br/direitos/direitosglobais/paradigmas/pierrelevy/generator.jpg</span></em></p>
<p></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O pior do Brasil é o Brasileiro (2)]]></title>
<link>http://saladamaejoana.wordpress.com/2007/10/19/o-pior-do-brasil-e-o-brasileiro-2/</link>
<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 04:26:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Munhoz</dc:creator>
<guid>http://saladamaejoana.wordpress.com/2007/10/19/o-pior-do-brasil-e-o-brasileiro-2/</guid>
<description><![CDATA[Retomando o post que tratou do comportamento (médio) do brasileiro (inicialmente escrito aqui), apr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Retomando o post que tratou do comportamento (médio) do brasileiro (inicialmente escrito <a href="http://saladamaejoana.wordpress.com/2007/10/14/o-pior-do-brasil-e-o-brasileiro/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>), aproveito para registrar que o Senhor Mauro Borges teve a gentileza de tecer um comentário sobre minhas palavras. No próprio post, coloquei também minha "resposta" ao comentário do cavalheiro, que certamente não tem o que fazer da vida - se tivesse, não perderia tempo criticando escolhas de outras pessoas, famosas ou anônimas, nem tampouco dando "sugestões" ("pitacos" é mais adequado) sobre como eu ou qualquer outra pessoa deveria viver sua vida.</p>
<p>Mas quero retomar a discussão, então reproduzo aqui o comentário do Senhor Mauro-desocupado-hipócrita-Borges, na íntegra:  <font color="#ff0000"><em>MAURO BORGES É JORNALISTA E PUBLICITÁRIO, AUTOR E COORDENADOR NACIONAL DA CAMPANHA DROGA MATA. É FORMADO PELA MELHOR FACULDADE DO MUNDO: A FACULDADE DO LULA, OU SEJA; A FACULDADE DA VIDA. O PRINCIPAL OBJETIVO DA CAMPANHA DROGA MATA É ORIENTAR OS PAIS E AS CRIANÇAS DE HOJE, PARA SE EVITAR TER QUE PUNIR OS JOVENS E OS ADULTOS DE AMANHÃ. SLOGANS: É MELHOR SER UM CARETA VIVO, DO QUE UM DROGADO MORTO. AS DROGAS SÓ LEVAM A 03 CAMINHOS: CADEIA, MANICÔMIO OU CEMITÉRIO. O MUTIRÃO DROGA MATA, FOI CRIADO EM 1994, DEVIDAMENTE AUTORIZADO PELO CONEN - CONSELHO DE ENTORPECENTES DO ESTADO DE SÃO PAULO. NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESSE PAÍS UMA CAMPANHA EDUCATIVA CONTRA AS DROGAS - COMO O MUTIRÃO DROGA MATA - TEVE A CORAGEM DE PENETRAR ATÉ NO MAIOR PRESÍDIO DA AMÉRICA LATICA, CARANDIRU, EM 15/12/99, LEVANDO A MENSAGEM DO PROJETO PARA MAIS DE 7 MIL PRESOS E 3 MIL FAMILIARES, TENDO SIDO UM TREMENDO SUCESSO. NOS ÚLTIMOS 13 ANOS FOI REALIZADA TAMBÉM EM DEZENAS DE BAIRROS POBRES DE SÃO PAULO, LITORAL E INTERIOR. MAIORES INFORMAÇÕES E ADESÕES: (<em>propaganda gratuita removida</em>)</em></font></p>
<p>O irritante "recurso" de caixa alta do texto (que, todo usuário minimamente informado de internet sabe que indica falta de educação, além de atrapalhar sobremaneira a leitura) é original, não fui eu quem colocou assim. Foi o próprio Sr. Mauro Borges.</p>
<p>Que realmente é um desesperado por propaganda gratuita ! O cara fez merchandising na Folha de São Paulo (Caderno do Leitor, exclusivo on-line), num momento completamente inapropriado: se a carta era para comentar a morte do maior ator brasileiro, (o grande) Paulo Autran, era completamente desnecessário citar a porcaria da campanha (ONG, ou qualquer que seja a merda) que ele dirige. Como se não bastasse, vem no meu humilde blog - que tem audiência infinitamente menor do que a Folha de São Paulo - para fazer MERCHANDISING !</p>
<p>Ou seja: além de hipócrita, desocupado e mal-educado, não tem bom senso - e, como se fosse pouco, faz questão de tentar se meter na vida dos outros !</p>
<p>Mas sobre o brilhante texto (sic) que ele postou no comentário, acho interessante perceber que um jornalista e publicitário escreva tão mal, e ainda faça questão de citar Rei Lulla (além da menção à mania pobre de "nunca antes neste país", típica de Rei Mulla) como se isso fosse bom. Esta auto-associação já fornece sólidos indícios do tipo de "mentalidade" da criatura..... Deve ser "jornalista" daquelas tranqueiras como "Caros Amigos", "Carta Capital", "Brasil de Fato" ou outras bizarrices do espectro PTista....(no máximo!).</p>
<p>Mas como se não bastasse ser desocupado, tentar (desesperadamente) fazer seu merchandising gratuitamente, e desfilar falta de educação e bom senso, não se deu ao trabalho de comentar a questão CRUCIAL do meu post inicial - afinal, caso o Sr. Mauro Borges não tenha percebido (<em>não duvido, a julgar que todo PTista é ignorante ou apenas mal intencionado, ou ambos, numa combinação tenebrosa</em>), eu não estava tratando nem de sua campanha ridícula, nem tampouco de sua formação acadêmica.... A questão crucial, sobre a hipocrisia e a mentalidade torpe que decerto ajudaram a colocar o Brasil na atual situação deplorável em que se encontra, era o mais importante.</p>
<p><strong>Obviamente, sobre isso, nenhuma palavra. Em caixa alta ou não......</strong></p>
<p><strong> O que acaba apenas por reforçar minha teoria......</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estadão e Paulo Autran: a emergência do jornalismo vidente]]></title>
<link>http://alexprimo.com/2007/10/15/estadao-e-paulo-autran-a-emergencia-do-jornalismo-vidente/</link>
<pubDate>Mon, 15 Oct 2007 16:37:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>alexprimo</dc:creator>
<guid>http://alexprimo.com/2007/10/15/estadao-e-paulo-autran-a-emergencia-do-jornalismo-vidente/</guid>
<description><![CDATA[O blog Teleguiados, de Cristina Padiglione, traz uma série de críticas à cobertura da mídia sobr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O blog <a href="http://blog.estadao.com.br/blog/padiglione/?title=paulo_autran_e_a_edicao_de_cada_canal&#38;more=1&#38;c=1&#38;tb=1&#38;pb=1" title="Teleguiados">Teleguiados</a>, de Cristina Padiglione, traz uma série de críticas à cobertura da mídia sobre a morte de Paulo Autran. Infelizmente, ela "esqueceu" de comentar o erro mais grave, publicado pelo Estadão, que justamente veicula o seu blog. Apesar de você encontrar <a href="http://www.estadao.com.br/arteelazer/not_art64222,0.htm" title="Nota de falecimento de Paulo Autran">nesta nota</a> do jornal que o ator faleceu às 16h10, o Estadinho já havia noticiado que o falecimento ocorrera horas antes. Confira na imagem abaixo, capturada por Aloisio Milani, o horário da publicação. (Engraçado que a notícia ainda está <a href="http://www.estadao.com.br/arteelazer/not_art64156,0.htm" title="A prova do crime">disponível aqui</a>!)</p>
<p style="text-align:center;" align="center"><a href="http://myskitch.com/alex.primo/autran_estadao-20071015-144421.jpg"><img src="http://myskitch.com/alex.primo/autran_estadao-20071015-144421.jpg" alt="A prova do crime" border="2" height="439" width="501" /></a></p>
<p>Assim, o Estadão inaugura um novo gênero jornalístico, o <strong>jornalismo vidente</strong>. Infelizmente, depois de <a href="http://alexprimo.com/2007/08/14/o-grito-de-desespero-do-estadao/" title="O grito de desespero do Estadão">criticar a blogosfera</a> e apresentar-se como <a href="http://alexprimo.com/2007/09/06/seriam-os-jornalistas-do-estadao-macacos-ou-voce-pode-confiar-no-que-le-no-estadinho/" title="Credibilidade no Estadão?">estandarte da credibilidade</a>, existe sempre um blogueiro à espreita (como o Milani, a <a href="http://gabrielaz.blogspot.com/2007/10/estado-erra-de-novo.html" title="ius communicatio">Gabriela Zago</a>, o <a href="http://www.andredeak.com.br/2007/10/12/estadao-erra-de-novo/" title="Blog do André Deak">André Deak</a> e o <a href="http://e-squina.blogspot.com/2007/10/salvem-o-o.html" title="e-squina">Fagundes</a>) cuidando os erros do jornalzinho (lembra <a href="http://alexprimo.com/2007/09/20/parabens-estadao/" title="Estradáo publica not�cia falsa">disto aqui</a>?) e outro fazendo uma <a href="http://narua.org/new/2007/10/12/esperando-paulo-autran/" title="Esperando Autran">crítica inteligente</a>.</p>
<p>Enfim, às 11 ou 16 horas, a verdade é que perdemos um ator referencial. Tive oportunidade de vê-lo apenas uma vez ao vivo, no monólogo <em>Quadrante</em>. Mas gostava de relembrar a experiência sempre que o ouvia no rádio, nos últimos meses, com uma coluna de mesmo nome.</p>
<p>Em tempo: você já clicou naquele botão no pé da página do site do Estadão, intitulado "<a href="http://www.estadao.com.br/pages/blogs/codigodeconduta.htm" title="Código de conduta?">Conheça nosso código de conduta</a>"? Pois o texto do tal código diz o seguinte: "<span class="txtQ">Incentivamos o leitor a tomar responsabilidade pelo teor de seus comentários e pelo impacto por ele causado:</span> informações equivocadas devem ser corrigidas, e mal entendidos, desfeitos". Quem sabe o próprio Estadão dá o exemplo?</p>
<p><strong>Compartilhe: </strong><img src="http://alexprimo.wordpress.com/files/2007/09/email_go.png" /><a href="mailto:?body=Veja%20este%20post%20que%20encontrei:%20http://alexprimo.wordpress.com/2007/10/15/estad%C3%A3o-e-paulo-autran:-a-emerg%C3%AAncia-do-jornalismo-vidente&#38;subject=Estad%C3%A3o+e+Paulo+Autran:+a+emerg%C3%AAncia+do+jornalismo+vidente" target="_blank" title="Post 'Estadão e Paulo Autran: a emergência do jornalismo vidente"> Envie este post para um amigo</a> &#124;  <img src="http://alexprimo.wordpress.com/files/2007/09/delicious.png" /><a href="http://del.icio.us/post?url=http://alexprimo.wordpress.com/2007/10/15/estad%C3%A3o-e-paulo-autran:-a-emerg%C3%AAncia-do-jornalismo-vidente&#38;title=Estad%C3%A3o+e+Paulo+Autran:+a+emerg%C3%AAncia+do+jornalismo+vidente" target="_blank" title="Post 'Estadão e Paulo Autran: a emergência do jornalismo vidente">  Salve no del.icio.us</a> &#124;  <img src="http://lorelle.files.wordpress.com/2007/02/rss.png" /><a href="http://feeds.feedburner.com/DossieAlexPrimo">  Assine o blog (RSS)</a> &#124;  <img src="http://lorelle.files.wordpress.com/2007/03/email.gif" /><a href="http://www.feedblitz.com/f/f.fbz?Sub=259593">  Receba novos posts por e-mail</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O pior do Brasil é o brasileiro]]></title>
<link>http://saladamaejoana.wordpress.com/2007/10/14/o-pior-do-brasil-e-o-brasileiro/</link>
<pubDate>Sun, 14 Oct 2007 07:26:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Munhoz</dc:creator>
<guid>http://saladamaejoana.wordpress.com/2007/10/14/o-pior-do-brasil-e-o-brasileiro/</guid>
<description><![CDATA[Tentei me manter afastado da discussão envolvendo o artigo que o &#8220;apresentador de TV&#8221; L]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Tentei me manter afastado da discussão envolvendo o artigo que o "apresentador de TV" Luciano Huck publicou na Folha de São Paulo (<a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0110200708.htm" target="_blank"><b>aqui</b></a>, restrito a assinantes), e tudo o que seguiu ao texto - a repercussão ainda pode ser lida, no Painel do Leitor da Folha, mesmo o texto tendo sido publicado há exatos 14 dias (foi em 01/10). A Revista Veja dedicou a entrevista das páginas amarelas ao "apresentador" (desculpem as aspas, mas ainda não acho que isso seja profissão ou coisa que o valha) e tratou desta repercussão (<a href="http://veja.abril.com.br/101007/entrevista.shtml" target="_blank"><b>aqui</b></a>), que também gerou outras colunas, sendo as duas mais comentadas a de um tal de Férrez (disponível <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0810200708.htm" target="_blank"><b>aqui</b></a>), de quem nunca ouvi falar (e, a julgar pelo texto asqueroso, fico feliz por desconhecê-lo), e de um articulista da Folha, Nelson Ascher (<a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0810200722.htm" target="_blank"><b>aqui</b></a>).</p>
<p>Fiquei lendo os textos (todos os citados), bem como acompanhando as cartas dos leitores, na Folha e também na Veja. Nesta semana, o assunto ganhou capa da Época (<a href="http://revistaepoca.globo.com/EditoraGlobo/Artigo/exibir.ssp?artigoId=79536&#38;secaoId=6014&#38;edicao=491" target="_blank"><b>aqui</b></a>). A mesma Época dedicou, ainda, bastante espaço no site, com um artigo (<a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG79565-9554,00.html" target="_blank"><b>aqui</b></a>) e o "blog da semana" (<a href="http://blogdasemana.globolog.com.br/" target="_blank"><b>aqui</b></a>) discutindo o "caso Luciano Huck".</p>
<p>Bom, eu estava disposto a nem comentar esse "assunto" tamanha sua futilidade/inutilidade. O cara foi roubado (famoso ou não, é uma constante numa cidade como São Paulo), expressou seus sentimentos e opiniões publicamente, e foi massacrado pelo simples fato de não ser um hipócrita que defende os bandidos a qualquer custo, como PT, MST e congêneres adoram fazer (<i>o "Senador ridículo", Suplicy, foi um dos que mais agitou para que os seqüestradores do publicitário Washington Olivetto ganhassem liberdade para serem extraditados, uns para o Chile, outros para o Canadá; voltaram a seus países, onde eram livres, e não cumpriram a pena por terem seqüestrado uma pessoa "de bem", honesta e da maior competência como Washington Olivetto...... Marilene Felinto, outra que adora defender bandidos, deve ter escrito (mal) sobre isso naquele lixo da Caros Amigos, soltando rojões!</i>).</p>
<p>Mas o mau-caratismo de grande parcela dos brasileiros vai além. E só por isso resolvi tratar deste ponto.</p>
<p class="tagline">Uma carta publicada na Folha de São Paulo de hoje, domingo, trata da morte do (grande) Paulo Autran, e revela a ignorância, a hipocrisia e a futilidade do brasileiro no geral. Reproduzo na íntegra o petardo de ignorância: <font color="#ff0000"><i>Com a morte do monumental, insubstituível e inimitável ator Paulo Autran, aos 85 anos, vitima do terrível vício do cigarro fumava dois maços por dia, morreu também um pouquinho de todos nós. Dentre suas infinitas qualidades, eu não poderia deixar de lamentar profundamente aquele que sempre considerei o maior erro de sua vida, que foi sua verdadeira aversão em ser pai, sob a alegação de que filhos era sinônimo de problemas e que nunca teve paciência para conviver com crianças. Como pai de quatro lindos filhos e uma netinha simplesmente maravilhosa e encantadora, posso garantir que, infelizmente, Paulo Autran perdeu a grande oportunidade de encenar e ser o ator principal do maior e mais importante papel de sua existência, que teria sido o milagre de gerar uma criança, pela qual, com certeza ele iria se apaixonar perdidamente, transformando-se numa pessoa muito mais feliz do que realmente pensava que era. Curiosamente, talvez por uma molecagem ou castigo de Deus, Paulo Autran morreu exatamente no Dia das Crianças. Que pena! MAURO BORGES, coordenador nacional da campanha Droga Mata (São Paulo, SP)</i></font></p>
<p>Este Senhor Mauro Borges revela um preconceito aliado à ignorância que assegura ao Rei Mulla um lugar na história do Brasil. Além de julgar uma escolha do (grande) Paulo Autran (a de não ter filhos), aproveita para fazer demagogia e promover sua xexelenta "campanha Droga Mata". Ora, ele que vá até Brasília, protestar contra todas aquelas drogas que estão no Congresso e no Planalto !!!!!</p>
<p>Usar este momento (e o espaço no jornal) para se auto-promover e ainda julgar uma escolha que o (grande) Paulo Autran fez demonstra bem o tipinho de mentalidade imbecil e torpe de muitos dos brasileiros, que ao invés de cuidarem de suas próprias vidas e buscar uma melhora, um desenvolvimento, alguma "evolução" própria, preferem criticar as escolhas de outras pessoas, julgarem, condenarem as escolhas alheias. Se ele acha que ter filhos, netos, bisnetos ou o diabo que seja, é bom, PROBLEMA DELE. Na cabecinha oca desse estropício, então, qualquer pessoa que opte por ter um estilo de vida diferente do dele está errada ?!<i><b> MUITA BURRICE !!!!!</b></i></p>
<p>Este senhor é de uma "iguinorânsia" comparável à do Rei Lulla. É um coitado, um imbecil, cegado pela própria insignificância. O (grande) autor Paulo Autran fez sua escolha, e viveu muito bem com ela - e não gastava seu tempo criticando as escolhas de vida de outras pessoas, pois além de cultura e visão, tinha mais o que fazer. O mesmo, obviamente, não pode ser dito deste avô, ignóbil, desocupado, desesperado por atenção. Pessoalmente, concordo plenamente com o (grande) Paulo Autran: acho casamento e filhos um saco. Tenho o direito de pensar assim - mas não é por isso que saio por aí criticando as pessoas que casam, que têm filhos.... Ora, cada um vive a sua vida do jeito que achar melhor !</p>
<p>Esse tipo de coisa me revolta, e está no cerne da discussão iniciada pelo artigo do "apresentador" Luciano Huck (<i>nada contra ele, haja vista que nunca assisti nenhum de seus programas, e não pretendo fazê-lo, pois tenho coisas mais úteis com as quais me ocupar</i>). A falsidade, a hipocrisia, a falta de caráter tornam o brasileiro o PIOR do Brasil.</p>
<p><i>Enquanto a maioria do povo continuar com esta mentalidade estúpida, Lulla continuará sendo popular, continuará desviando dinheiro para o PT, e o país continuará afundado na merda.</i></p>
<p><b>Merecidamente.</b></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Paulo Autran - O Homem do Teatro]]></title>
<link>http://querocultura.wordpress.com/2007/10/13/paulo-autran-o-homem-de-teatro/</link>
<pubDate>Sun, 14 Oct 2007 00:34:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>gisellemadureira</dc:creator>
<guid>http://querocultura.wordpress.com/2007/10/13/paulo-autran-o-homem-de-teatro/</guid>
<description><![CDATA[          &#8221; Quem é capaz de dedicar toda sua vida à humanidade e à paixão existentes neste]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>          " Quem é capaz de dedicar toda sua vida à humanidade e à paixão existentes nestes metros de tablado, esse é um homem de teatro."</p>
<p>Esse era Paulo Autran, durante 57, dos seus 85 anos (completados no dia 07 de setembro), dedicou cada momento de sua vida a arte de interpretar. Com 90 peças de teatros, aonda teve participação em em alguns filmes, como <em>Terra em Transe</em>, de Glauber Rocha, e em 3 novelas, entre elas <em>Guerra dos Sexos</em>, de Silvio de Abreu, em 1983. Ficou conhecido nacionalmente por rodar o Brasil inteiro com peças como <em>Morte e Vida Severina</em>, de João Cabral de Melo Neto e <em>Liberdade, Liberdade</em>, que foi um dos seus maiores sucessos.</p>
<p>Sua estréia profissional foi aos 27 anos, (já formado em Direito, pela Universidade Largo São Francisco) em 13 de Dezembro de 1949, no Rio, na peça "Um Deus Dormiu Lá Em Casa", de Guilherme Figueiredo. Contracenava com Tônia Carrero, que foi quem descobri Paulo Autran. No mesmo ano ganhou seus primeiros, de muitos prêmios, que receberia em sua vida.</p>
<p>Seu último trabalho foi <em>O Avarento</em> que estava em cartaz no Teatro Cultura Artística, mas por problemas de Saúde o ator teve que se afastar. Sua última aparição em público foi no dia 01 de outubro, quando foi receber o <em>Prêmio Bravo! 2007</em>, como Artista Prime do Ano, onde se emocionou bastante na hora em que subiu ao palco.</p>
<p>Por consequência desses problemas Paulo Autran se foi na tarde do dia 12 de outubro. Deixando nas lembranças de cada um que prestigiará seu talento, a sensação do que é ter conhecido não só um bom ator, mas uma pessoa apaixonada pelo que faz, que se tornou referência no que fez.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Scene Classic Novelas - Guerra dos Sexos (Globo/1983)]]></title>
<link>http://bloginternacional.wordpress.com/2007/10/13/scene-classic-novelas-guerra-dos-sexos-globo1983/</link>
<pubDate>Sat, 13 Oct 2007 20:41:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luan Borges</dc:creator>
<guid>http://bloginternacional.wordpress.com/2007/10/13/scene-classic-novelas-guerra-dos-sexos-globo1983/</guid>
<description><![CDATA[Em homenagem ao ator Paulo Autran, publicamos essa clássica cena da novela Guerra dos Sexos (Globo/]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em homenagem ao ator Paulo Autran, publicamos essa clássica cena da novela Guerra dos Sexos (Globo/1983), onde dois monstros sagrados do teatro brasileiro atuam juntos pela primeira vez. Nesta cena, Charlô (Fernanda Montenegro) e Bimbo (Paulo Autran) fazem uma hilária guerra de guloseimas.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/X8QmJC8VYc4'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/X8QmJC8VYc4&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Desenhando Paulo Autran]]></title>
<link>http://planetamongo.wordpress.com/2007/10/13/desenhando-paulo-autran/</link>
<pubDate>Sat, 13 Oct 2007 06:30:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Francisco</dc:creator>
<guid>http://planetamongo.wordpress.com/2007/10/13/desenhando-paulo-autran/</guid>
<description><![CDATA[Na década de 80 trabalhei na Revista da Tevê, do jornal O Globo. Aliás, trabalhei neste caderno ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a target="_blank" href="http://i79.photobucket.com/albums/j128/_ucha/caricaturas/Pauloautran-Jul83.jpg"><img border="0" vspace="2" align="left" width="220" src="http://i79.photobucket.com/albums/j128/_ucha/caricaturas/Pauloautran-Jul83th.jpg" hspace="2" alt="Paulo Autran em julho de 1983, por Ucha. Clique para ampliar." height="305" /></a>Na década de 80 trabalhei na <em>Revista da Tevê</em>, do jornal <em>O Globo</em>. Aliás, trabalhei neste caderno desde seu lançamento. Fiquei lá durante onze anos, até o dia em que decidi mudar de cidade. Nesse período tive o prazer de fazer desenhos "engraçadinhos"  de grandes atores para ilustrar notinhas leves e pitorescas, daquelas que entremeavam as matérias principais do caderno. Não sei quantas vezes desenhei o <strong><a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Autran">Paulo Autran</a></strong>. Certamente foram poucas. Não tenho todos os desenhos aqui para conferir (<em>muitos ficaram no arquivo do jornal; acabei não recolhendo a maioria das artes</em>). Porém, tenho estes dois (<em>para ampliá-los, basta clicar neles</em>). O desenho à esquerda foi publicado no dia 10 de julho de 1983 e ilustrava o seguinte texto:</p>
<p><font color="#000080">"Finalmente Paulo Autran está tecendo um tapete que considera bonito: "Será o primeiro de minha carreira de tecelão. Os outros, sinceramente, eram um horror. Pena que só vai ficar pronto daqui a um ano, porque nunca tenho tempo de trabalhar nele..." Paulo, que divide seu tempo entre as gravações e os ensaios da peça <em>Amante Inglesa</em>, recebeu um convite que o deixou muito orgulhoso: "Em setembro, vou dar uma palestra sobre o teatro e sua função cultural para os alunos da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo. Aliás, não é a primeira vez que isto acontece."</font><a target="_blank" href="http://i79.photobucket.com/albums/j128/_ucha/caricaturas/Pauloautran-Dez85.jpg"><font color="#000080"><img border="0" vspace="2" align="right" width="167" src="http://i79.photobucket.com/albums/j128/_ucha/caricaturas/Pauloautran-Dez85th.jpg" hspace="2" alt="Paulo Autran, por Ucha - Setembro de 1983 - Clique para ampliar" height="300" /></font></a></p>
<p>Este da direita foi publicado mais de uma vez. A primeira foi no dia 11 de setembro de 1983 e ilustrava um texto sobre as comemorações do aniversário dos 61 anos do grande autor, que ocorrera quatro dias antes. A nota diz que "o <em>Parabéns Pra Você</em> foi comandado por Tonia Carrero, no palco do teatro". Na época os dois grandes atores atuavam juntos na peça <em>Amante Inglesa</em>, de Marguerite Duras. Paulo interpretava ainda Otávio de Alcântara Rodrigues e Silva , o "Bimbo", na novela <em>Guerra dos Sexos</em> – grande sucesso da época. Com este personagem, ele protagonizou cenas antológicas da televisão brasileira ao lado de Fernanda Montenegro (<em><a target="_blank" href="http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL149429-7084,00.html">clique aqui</a> para ver alguns vídeos do ator no </em>G1).</p>
<p>Paulo nasceu no dia 7 de Setembro e morreu ontem, no dia de Nossa Senhora Aparecida. Dois feriados nacionais. Alma de criança, grande personalidade, um monstro nos palcos. Inesquecível. Já estamos todos com saudades...</p>
<p><strong>Veja alguns links sobre Paulo Autran:<br />
</strong>Às portas do século 21, a revista <em>Isto É</em> resolveu fazer uma eleição para escolher o <em>Brasileiro do Século</em> em diversas áreas. <a target="_blank" href="http://www.terra.com.br/istoe/biblioteca/brasileiro/artes_cenicas/cenicas2.htm">Paulo Autran</a> foi o segundo colocado em <em>Artes Cênicas</em>. <a target="_blank" href="http://www.terra.com.br/istoe/biblioteca/brasileiro/artes_cenicas/indice.htm" title="Os 20 brasileiros do século em artes cênicas, segundo a Isto É.">Fernanda Montenegro</a> foi a escolhida.</p>
<p>- <a target="_blank" href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq3011200506.htm">Sabatina da Folha</a> com Paulo Autran  (<em>somente para quem é assinante</em>) - O pensamento do ator, num texto dividido em várias páginas. Eis uma de suas declarações:<br />
"<em>Teatro é uma idéia transmitida por um ator ao público. São três elementos: público, ator e idéia. Se você suprime um, deixa de ser teatro. Se você suprime o público, então o teatro o que é? Uma masturbação para os atores gozarem, só? Para mim não é</em>."<br />
- Paulo Autran no <a target="_blank" href="http://www.imdb.com/name/nm0042623/">IMDb</a> e na <a target="_blank" href="http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_teatro/index.cfm?fuseaction=personalidades_biografia&#38;cd_verbete=825">Enciclopédia Itaú Cultural</a>.<br />
- Paulo Autran <a target="_blank" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u336321.shtml">recitando Carlos Drumond de Andrade</a></p>
<p><em>Repercussão da morte de Paulo Autran:</em><br />
- Site do Estadão: <a target="_blank" href="http://www.estadao.com.br/arteelazer/not_art64224,0.htm">Uma vida dedicada ao teatro</a> - Texto com vários links (fotos, vídeos e uma homenagem)<br />
- Portal G1: <a target="_blank" href="http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL149465-7084,00.html">Teatro ocupou maior parte da carreira de Paulo Autran</a><br />
- Blog do Lira Neto: <a target="_blank" href="http://pauloautran.blogspot.com/2007/10/gigante-dos-palcos.html">Gigante dos Palcos</a> (Texto publicado na revista Contigo!)<br />
- Jornal de Notícias (de Portugal): <a target="_blank" href="http://jn.sapo.pt/2007/10/13/cultura/morreu_paulo_autran.html">Morreu Paulo Autran</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Me arrepiei ao lado de Paulo Autran]]></title>
<link>http://emerluis.wordpress.com/2007/10/13/me-arrepiei-ao-lado-de-paulo-autran/</link>
<pubDate>Sat, 13 Oct 2007 06:23:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>emerluis</dc:creator>
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<description><![CDATA[
 Ao final de 1993 fui com a ambição de arrancar uma simples frase de Paulo Autran para os ouvinte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://emerluis.wordpress.com/files/2007/10/20060815-autran230.jpg" title="20060815-autran230.jpg"><img src="http://emerluis.wordpress.com/files/2007/10/20060815-autran230.jpg" alt="20060815-autran230.jpg" /></a></p>
<p> Ao final de 1993 fui com a ambição de arrancar uma simples frase de Paulo Autran para os ouvintes da Rádio Gazeta AM de São Paulo: Feliz Natal e Próspero Ano Novo.</p>
<p>Na época, a Rádio Gazeta vivia como apêndice da TV Gazeta, ambas pertencentes a Fundação Cásper Líbero: chupando pautas da TV.</p>
<p>Era assim: tudo o que acontecia na TV, a rádio tinha obrigação de participar, seja com uma fala ou simples entrevista. E lá estava a info, dita pela produção do Mulheres em Desfile: Paulo Autran viria para entrevista.</p>
<p>E lá foi o tolo, pau mandado da redação: - Vc tem que arrancar essa contribuição dele.</p>
<p>No sofá da sala vip, gravador em riste, disse e perguntei: estamos fazendo os agradecimentos de fim de ano da rádio, o senhor poderia contribuir? Silêncio total.  Eu era o anticristo.</p>
<p>- Sr. Paulo, o senhor poderia desejar aos ouvintes da rádio um feliz natal e próspero ano novo?</p>
<p>Ele olhou pra mim, continuando seu gesto inicial, com se eu fosse alguém descido do céu ou subido das trevas.</p>
<p>Insisti: o senhor poderia dizer  uma frase de final de ano para os ouvintes da Rádio Gazeta?</p>
<p>Depois de me fuzilar, por uns 3 minutos, ele disse: Para os ouvintes da Rádio Gazeta, um feliz Natal e próspero Ano Novo.</p>
<p>Fui agraciado com a grosseria, mas cumpri a minha tarefa: retirar um depoimento de Paulo Autran, o príncipe dos palcos.</p>
<p>Era 1994 e eu acreditava na humildade dos grandes gregos do teatro.</p>
<p>Mas ainda assim, me arrepiei ao lado de Paulo Autran.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DESCANSO]]></title>
<link>http://saladamaejoana.wordpress.com/2007/10/13/descanso/</link>
<pubDate>Sat, 13 Oct 2007 01:56:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Munhoz</dc:creator>
<guid>http://saladamaejoana.wordpress.com/2007/10/13/descanso/</guid>
<description><![CDATA[Por vezes, é muito bom descansar um pouco desses assuntos &#8220;nada agradáveis&#8221; dos quais ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Por vezes, é muito bom descansar um pouco desses assuntos "nada agradáveis" dos quais trato por aqui.</p>
<p>Então, aproveitando o feriado (<em>e a licença do Presidente do Senado, Renan Calheiros</em>), um post mais "light", em homenagem a um grande artista que morreu hoje (<strong><em>Paulo Autran</em></strong>), e a outro, que felizmente ainda está vivo, na ativa e produzindo (e cantando!!!!)  muito - meu "<strong>ídolo do rock</strong>", <strong><em>David Coverdale</em></strong>:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/L5QKBmBAxQk'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/L5QKBmBAxQk&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aos 85 anos, morre Paulo Autran]]></title>
<link>http://bloginternacional.wordpress.com/2007/10/12/aos-85-anos-morre-paulo-autran/</link>
<pubDate>Sat, 13 Oct 2007 00:14:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luan Borges</dc:creator>
<guid>http://bloginternacional.wordpress.com/2007/10/12/aos-85-anos-morre-paulo-autran/</guid>
<description><![CDATA[
Na tarde desta sexta, 12 de outubro, faleceu o ator Paulo Autran de câncer no pulmão. Paulo Autra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img src="http://www.uol.com.br/folha/galeria/album/images/03autran_06.jpg" height="280" width="420" /></p>
<p>Na tarde desta sexta, 12 de outubro, faleceu o ator Paulo Autran de câncer no pulmão. Paulo Autran já tinha sido internado no hospital Sírio-Libanês, no centro de São Paulo, no último sábado, dia 5, e já tinha recebido alta na terça, dia 9. Nessa semana, ele voltou a ser internado em estado grave. Autran fazia rádio e quimioterapia.</p>
<p>O corpo de Paulo Autran está sendo velado na Assembléia Legislativa de São Paul.</p>
<p>Na TV, seu último trabalho foi na minissérie "Hilda Furacão" (Globo/1998). Entre seus trabalhos se destacam "Pai Herói" (Globo/1979), "Guerra dos Sexos" (Globo/1983), "Sassaricando" (Globo/1987) e "Brasileiras e Brasileiros" (SBT/1990).</p>
<p>Já no cinema esteve recentemente em "A Máquina" (2005) e "O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias" (2006).</p>
<p>É no Teatro que Autran possui seu currículo mais extenso. Alguns sucessos do ator nos palcos foram "Otelo", "Antígone", "My Fair Lady", "Liberdade, Liberdade", "A Morte do Caixeiro Viajante", "Visitando o Sr. Green" e "Adivinhe quem Vem para Rezar".</p>
<p>No rádio, Paulo Autran tinha a coluna "Quadrante", na rádio Band News FM, em que recitava poemas de diversos poetas brasileiros.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Ode Triunfal" na voz de Paulo Autran]]></title>
<link>http://navalha.wordpress.com/2007/10/12/ode-triunfal-na-voz-de-paulo-autran/</link>
<pubDate>Fri, 12 Oct 2007 23:07:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>B.Cardoso</dc:creator>
<guid>http://navalha.wordpress.com/2007/10/12/ode-triunfal-na-voz-de-paulo-autran/</guid>
<description><![CDATA[Homenagem.
* * *
Ode Triunfal
Álvaro de Campos.
Londres, junho de 1914.
Interpretado por Paulo Autr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img512.imageshack.us/img512/3309/pauloautranxl6.jpg" align="right" height="187" width="150" /><a href="http://diversao.uol.com.br/ultnot/2007/10/12/ult4326u424.jhtm">Homenagem</a>.</p>
<p>* * *</p>
<h3>Ode Triunfal</h3>
<p style="font-size:small;">Álvaro de Campos.</p>
<p style="font-size:small;">Londres, junho de 1914.</p>
<p style="font-size:small;">Interpretado por Paulo Autran.</p>
<p style="font-size:small;">[audio http://uploadingit.com/files/136641_3n5sh/ode_triunfal.mp3]</p>
<p>À dolorosa luz das grandes lâmpadas eléctricas da fábrica<br />
Tenho febre e escrevo.<br />
Escrevo rangendo os dentes, fera para a beleza disto,<br />
Para a beleza disto totalmente desconhecida dos antigos.</p>
<p>Ó rodas, ó engrenagens, r-r-r-r-r-r-r eterno!<br />
Forte espasmo retido dos maquinismos em fúria!<br />
Em fúria fora e dentro de mim,<br />
Por todos os meus nervos dissecados fora,<br />
Por todas as papilas fora de tudo com que eu sinto!<br />
Tenho os lábios secos, ó grandes ruídos modernos,<br />
De vos ouvir demasiadamente de perto,<br />
E arde-me a cabeça de vos querer cantar com um excesso<br />
De expressão de todas as minhas sensações,<br />
Com um excesso contemporâneo de vós, ó máquinas!</p>
<p><!--more--></p>
<p>Em febre e olhando os motores como a uma Natureza tropical -<br />
Grandes trópicos humanos de ferro e fogo e força -<br />
Canto, e canto o presente, e também o passado e o futuro,<br />
Porque o presente é todo o passado e todo o futuro<br />
E há Platão e Virgílio dentro das máquinas e das luzes eléctricas<br />
Só porque houve outrora e foram humanos Virgílio e Platão,<br />
E pedaços do Alexandre Magno do século talvez cinquenta,<br />
Átomos que hão-de ir ter febre para o cérebro do Ésquilo do século cem,<br />
Andam por estas correias de transmissão e por estes êmbolos e por estes volantes,<br />
Rugindo, rangendo, ciciando, estrugindo, ferreando,<br />
Fazendo-me um acesso de carícias ao corpo numa só carícia à alma.</p>
<p>Ah, poder exprimir-me todo como um motor se exprime!<br />
Ser completo como uma máquina!<br />
Poder ir na vida triunfante como um automóvel último-modelo!<br />
Poder ao menos penetrar-me fisicamente de tudo isto,<br />
Rasgar-me todo, abrir-me completamente, tornar-me passento<br />
A todos os perfumes de óleos e calores e carvões<br />
Desta flora estupenda, negra, artificial e insaciável!</p>
<p>Fraternidade com todas as dinâmicas!<br />
Promíscua fúria de ser parte-agente<br />
Do rodar férreo e cosmopolita<br />
Dos comboios estrénuos,<br />
Da faina transportadora-de-cargas dos navios,<br />
Do giro lúbrico e lento dos guindastes,<br />
Do tumulto disciplinado das fábricas,<br />
E do quase-silêncio ciciante e monótono das correias de transmissão!</p>
<p>Horas europeias, produtoras, entaladas<br />
Entre maquinismos e afazeres úteis!<br />
Grandes cidades paradas nos cafés,<br />
Nos cafés - oásis de inutilidades ruidosas<br />
Onde se cristalizam e se precipitam<br />
Os rumores e os gestos do Útil<br />
E as rodas, e as rodas-dentadas e as chumaceiras do Progressivo!<br />
Nova Minerva sem-alma dos cais e das gares!<br />
Novos entusiasmos de estatura do Momento!<br />
Quilhas de chapas de ferro sorrindo encostadas às docas,<br />
Ou a seco, erguidas, nos planos-inclinados dos portos!<br />
Actividade internacional, transatlântica, Canadian-Pacific!<br />
Luzes e febris perdas de tempo nos bares, nos hotéis,<br />
Nos Longchamps e nos Derbies e nos Ascots,<br />
E Piccadillies e Avenues de L'Opéra que entram<br />
Pela minh'alma dentro!</p>
<p>Hé-lá as ruas, hé-lá as praças, hé-lá-hô la foule!<br />
Tudo o que passa, tudo o que pára às montras!<br />
Comerciantes; vários; escrocs exageradamente bem-vestidos;<br />
Membros evidentes de clubes aristocráticos;<br />
Esquálidas figuras dúbias; chefes de família vagamente felizes<br />
E paternais até na corrente de oiro que atravessa o colete<br />
De algibeira a algibeira!<br />
Tudo o que passa, tudo o que passa e nunca passa!<br />
Presença demasiadamente acentuada das cocotes<br />
Banalidade interessante (e quem sabe o quê por dentro?)<br />
Das burguesinhas, mãe e filha geralmente,<br />
Que andam na rua com um fim qualquer;<br />
A graça feminil e falsa dos pederastas que passam, lentos;<br />
E toda a gente simplesmente elegante que passeia e se mostra<br />
E afinal tem alma lá dentro!</p>
<p>(Ah, como eu desejaria ser o souteneur disto tudo!)</p>
<p>A maravilhosa beleza das corrupções políticas,<br />
Deliciosos escândalos financeiros e diplomáticos,<br />
Agressões políticas nas ruas,<br />
E de vez em quando o cometa dum regicídio<br />
Que ilumina de Prodígio e Fanfarra os céus<br />
Usuais e lúcidos da Civilização quotidiana!</p>
<p>Notícias desmentidas dos jornais,<br />
Artigos políticos insinceramente sinceros,<br />
Notícias passez à-la-caisse, grandes crimes -<br />
Duas colunas deles passando para a segunda página!<br />
O cheiro fresco a tinta de tipografia!<br />
Os cartazes postos há pouco, molhados!<br />
Vients-de-paraître amarelos como uma cinta branca!<br />
Como eu vos amo a todos, a todos, a todos,<br />
Como eu vos amo de todas as maneiras,<br />
Com os olhos e com os ouvidos e com o olfacto<br />
E com o tacto (o que palpar-vos representa para mim!)<br />
E com a inteligência como uma antena que fazeis vibrar!<br />
Ah, como todos os meus sentidos têm cio de vós!</p>
<p>Adubos, debulhadoras a vapor, progressos da agricultura!<br />
Química agrícola, e o comércio quase uma ciência!<br />
Ó mostruários dos caixeiros-viajantes,<br />
Dos caixeiros-viajantes, cavaleiros-andantes da Indústria,<br />
Prolongamentos humanos das fábricas e dos calmos escritórios!</p>
<p>Ó fazendas nas montras! Ó manequins! Ó últimos figurinos!<br />
Ó artigos inúteis que toda a gente quer comprar!<br />
Olá grandes armazéns com várias secções!<br />
Olá anúncios eléctricos que vêm e estão e desaparecem!<br />
Olá tudo com que hoje se constrói, com que hoje se é diferente de ontem!<br />
Eh, cimento armado, beton de cimento, novos processos!<br />
Progressos dos armamentos gloriosamente mortíferos!<br />
Couraças, canhões, metralhadoras, submarinos, aeroplanos!<br />
Amo-vos a todos, a tudo, como uma fera.<br />
Amo-vos carnivoramente.<br />
Pervertidamente e enroscando a minha vista<br />
Em vós, ó coisas grandes, banais, úteis, inúteis,<br />
Ó coisas todas modernas,<br />
Ó minhas contemporâneas, forma actual e próxima<br />
Do sistema imediato do Universo!<br />
Nova Revelação metálica e dinâmica de Deus!</p>
<p>Ó fábricas, ó laboratórios, ó music-halls, ó Luna-Parks,<br />
Ó couraçados, ó pontes, ó docas flutuantes -<br />
Na minha mente turbulenta e encandescida<br />
Possuo-vos como a uma mulher bela,<br />
Completamente vos possuo como a uma mulher bela que não se ama,<br />
Que se encontra casualmente e se acha interessantíssima.</p>
<p>Eh-lá-hô fachadas das grandes lojas!<br />
Eh-lá-hô elevadores dos grandes edifícios!<br />
Eh-lá-hô recomposições ministeriais!<br />
Parlamentos, políticas, relatores de orçamentos,<br />
Orçamentos falsificados!<br />
(Um orçamento é tão natural como uma árvore<br />
E um parlamento tão belo como uma borboleta).</p>
<p>Eh-lá o interesse por tudo na vida,<br />
Porque tudo é a vida, desde os brilhantes nas montras<br />
Até à noite ponte misteriosa entre os astros<br />
E o mar antigo e solene, lavando as costas<br />
E sendo misericordiosamente o mesmo<br />
Que era quando Platão era realmente Platão<br />
Na sua presença real e na sua carne com a alma dentro,<br />
E falava com Aristóteles, que havia de não ser discípulo dele.</p>
<p>Eu podia morrer triturado por um motor<br />
Com o sentimento de deliciosa entrega duma mulher possuída.<br />
Atirem-me para dentro das fornalhas!<br />
Metam-me debaixo dos comboios!<br />
Espanquem-me a bordo de navios!<br />
Masoquismo através de maquinismos!<br />
Sadismo de não sei quê moderno e eu e barulho!</p>
<p>Up-lá hô jockey que ganhaste o Derby,<br />
Morder entre dentes o teu cap de duas cores!</p>
<p>(Ser tão alto que não pudesse entrar por nenhuma porta!<br />
Ah, olhar é em mim uma perversão sexual!)</p>
<p>Eh-lá, eh-lá, eh-lá, catedrais!<br />
Deixai-me partir a cabeça de encontro às vossas esquinas.</p>
<p>E ser levado da rua cheio de sangue<br />
Sem ninguém saber quem eu sou!</p>
<p>Ó tramways, funiculares, metropolitanos,<br />
Roçai-vos por mim até ao espasmo!<br />
Hilla! hilla! hilla-hô!<br />
Dai-me gargalhadas em plena cara,<br />
Ó automóveis apinhados de pândegos e de...,<br />
Ó multidões quotidianas nem alegres nem tristes das ruas,<br />
Rio multicolor anónimo e onde eu me posso banhar como quereria!<br />
Ah, que vidas complexas, que coisas lá pelas casas de tudo isto!<br />
Ah, saber-lhes as vidas a todos, as dificuldades de dinheiro,<br />
As dissensões domésticas, os deboches que não se suspeitam,<br />
Os pensamentos que cada um tem a sós consigo no seu quarto<br />
E os gestos que faz quando ninguém pode ver!<br />
Não saber tudo isto é ignorar tudo, ó raiva,<br />
Ó raiva que como uma febre e um cio e uma fome<br />
Me põe a magro o rosto e me agita às vezes as mãos<br />
Em crispações absurdas em pleno meio das turbas<br />
Nas ruas cheias de encontrões!</p>
<p>Ah, e a gente ordinária e suja, que parece sempre a mesma,<br />
Que emprega palavrões como palavras usuais,<br />
Cujos filhos roubam às portas das mercearias<br />
E cujas filhas aos oito anos - e eu acho isto belo e amo-o! -<br />
Masturbam homens de aspecto decente nos vãos de escada.<br />
A gentalha que anda pelos andaimes e que vai para casa<br />
Por vielas quase irreais de estreiteza e podridão.<br />
Maravilhosamente gente humana que vive como os cães<br />
Que está abaixo de todos os sistemas morais,<br />
Para quem nenhuma religião foi feita,<br />
Nenhuma arte criada,<br />
Nenhuma política destinada para eles!<br />
Como eu vos amo a todos, porque sois assim,<br />
Nem imorais de tão baixos que sois, nem bons nem maus,<br />
Inatingíveis por todos os progressos,<br />
Fauna maravilhosa do fundo do mar da vida!</p>
<p>(Na nora do quintal da minha casa<br />
O burro anda à roda, anda à roda,<br />
E o mistério do mundo é do tamanho disto.<br />
Limpa o suor com o braço, trabalhador descontente.<br />
A luz do sol abafa o silêncio das esferas<br />
E havemos todos de morrer,<br />
Ó pinheirais sombrios ao crepúsculo,<br />
Pinheirais onde a minha infância era outra coisa<br />
Do que eu sou hoje...)</p>
<p>Mas, ah outra vez a raiva mecânica constante!<br />
Outra vez a obsessão movimentada dos ónibus.<br />
E outra vez a fúria de estar indo ao mesmo tempo dentro de todos os comboios<br />
De todas as partes do mundo,<br />
De estar dizendo adeus de bordo de todos os navios,<br />
Que a estas horas estão levantando ferro ou afastando-se das docas.<br />
Ó ferro, ó aço, ó alumínio, ó chapas de ferro ondulado!<br />
Ó cais, ó portos, ó comboios, ó guindastes, ó rebocadores!</p>
<p>Eh-lá grandes desastres de comboios!<br />
Eh-lá desabamentos de galerias de minas!<br />
Eh-lá naufrágios deliciosos dos grandes transatlânticos!<br />
Eh-lá-hô revoluções aqui, ali, acolá,<br />
Alterações de constituições, guerras, tratados, invasões,<br />
Ruído, injustiças, violências, e talvez para breve o fim,<br />
A grande invasão dos bárbaros amarelos pela Europa,<br />
E outro Sol no novo Horizonte!</p>
<p>Que importa tudo isto, mas que importa tudo isto<br />
Ao fúlgido e rubro ruído contemporâneo,<br />
Ao ruído cruel e delicioso da civilização de hoje?<br />
Tudo isso apaga tudo, salvo o Momento,<br />
O Momento de tronco nu e quente como um fogueiro,<br />
O Momento estridentemente ruidoso e mecânico,<br />
O Momento dinâmico passagem de todas as bacantes<br />
Do ferro e do bronze e da bebedeira dos metais.</p>
<p>Eia comboios, eia pontes, eia hotéis à hora do jantar,<br />
Eia aparelhos de todas as espécies, férreos, brutos, mínimos,<br />
Instrumentos de precisão, aparelhos de triturar, de cavar,<br />
Engenhos brocas, máquinas rotativas!</p>
<p>Eia! eia! eia!<br />
Eia electricidade, nervos doentes da Matéria!<br />
Eia telegrafia-sem-fios, simpatia metálica do Inconsciente!<br />
Eia túneis, eia canais, Panamá, Kiel, Suez!<br />
Eia todo o passado dentro do presente!<br />
Eia todo o futuro já dentro de nós! eia!<br />
Eia! eia! eia!<br />
Frutos de ferro e útil da árvore-fábrica cosmopolita!<br />
Eia! eia! eia! eia-hô-ô-ô!<br />
Nem sei que existo para dentro. Giro, rodeio, engenho-me.<br />
Engatam-me em todos os comboios.<br />
Içam-me em todos os cais.<br />
Giro dentro das hélices de todos os navios.<br />
Eia! eia-hô! eia!<br />
Eia! sou o calor mecânico e a electricidade!</p>
<p>Eia! e os rails e as casas de máquinas e a Europa!<br />
Eia e hurrah por mim-tudo e tudo, máquinas a trabalhar, eia!</p>
<p>Galgar com tudo por cima de tudo! Hup-lá!</p>
<p>Hup-lá, hup-lá, hup-lá-hô, hup-lá!<br />
Hé-la! He-hô! H-o-o-o-o!<br />
Z-z-z-z-z-z-z-z-z-z-z-z!</p>
<p>Ah não ser eu toda a gente e toda a parte!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O teatro chora, e Todo dia é dia de Arte também]]></title>
<link>http://querocultura.wordpress.com/2007/10/12/o-teatro-chora-e-todo-dia-e-dia-de-arte-tambem/</link>
<pubDate>Fri, 12 Oct 2007 21:29:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tati</dc:creator>
<guid>http://querocultura.wordpress.com/2007/10/12/o-teatro-chora-e-todo-dia-e-dia-de-arte-tambem/</guid>
<description><![CDATA[Morreu hoje por volta das 16h10 o ator Paulo Autran.  É com pesar que informamos isso aos nossos c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://querocultura.wordpress.com/files/2007/10/pauloautran1.thumbnail.jpg" alt="foto de BandNews FM" align="left" />Morreu hoje por volta das 16h10 o ator Paulo Autran.  É com pesar que informamos isso aos nossos caros internautas.</p>
<p align="justify">A equipe de <em>Todo dia é dia de Arte </em>oferece seus pêsames aos familiares, amigos,  fãs deste grande ator. E é com a consciência de que hoje o teatro teve uma grande perda, que amanhã ofereceremos um post especial contando mais sobre o artista.</p>
<p align="right">Atenciosamente</p>
<p align="right">equipe de <em>Todo dia é dia de Arte</em></p>
<p align="right">&#160;</p>
<p align="right">&#160;</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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