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	<title>o-livro-do-desassossego &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "o-livro-do-desassossego"</description>
	<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 12:49:20 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:53:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Tenho mais pena dos que sonham o provável, o legítimo e o próximo, do que dos que devaneiam so]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“Tenho mais pena dos que sonham o provável, o legítimo e o próximo, do que dos que devaneiam sobre o longínquo e o estranho. Os que sonham grandemente, ou são doidos e acreditam no que sonham e são felizes, ou são devaneadores simples, para quem o devaneio é música da alma, que os embala sem lhes dizer nada. Mas o que sonha o possível tem a possibilidade real da verdadeira desilusão. (...) O sonho que nos promete o impossível já nisso nos priva dele, mas o sonho que nos promete o possível intromete-se com a própria vida e delega nela a sua solução. Um vive exclusivo e independente; o outro submisso das contingências do que acontece.”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
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<title><![CDATA[My life]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/my-life/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:52:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Toda a minha vida é um recibo por assinar.” Fernando Pessoa
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“Toda a minha vida é um recibo por assinar.”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Angústia misteriosa]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/angustia-misteriosa/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:51:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Não há sensação angustiada do mistério que possa doer como o amor, o ciúme, a saudade, que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“Não há sensação angustiada do mistério que possa doer como o amor, o ciúme, a saudade, que possa sufocar como o medo físico intenso, que possa transformar como a cólera ou a ambição. Mas também nenhuma dor das que esgacelam a alma consegue ser realmente dor como a dor de dentes, ou a das cólicas, ou (suponho) a dor de parto.”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
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<title><![CDATA[Eu]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/eu-2/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:50:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Há muito tempo que eu não sou eu.” Fernando Pessoa
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“Há muito tempo que eu não sou eu.”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:49:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Por mais alto que subamos e mais baixo que desçamos, nunca saímos das nossas sensações. Nunca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“Por mais alto que subamos e mais baixo que desçamos, nunca saímos das nossas sensações. Nunca desembarcamos de nós. Nunca chegamos a outrem, senão outrando-nos pela imaginação sensível de nós mesmos.”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:48:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Há uma erudição do conhecimento, que é propriamente o que se chama erudição, e há uma erud]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“Há uma erudição do conhecimento, que é propriamente o que se chama erudição, e há uma erudição do entendimento, que é o que se chama cultura. Mas há também uma erudição da sensibilidade. A erudição da sensibilidade nada tem a ver com a experiência da vida. A experiência da vida nada ensina, como a história nada informa. A verdadeira experiência consiste em restringir o contacto com a realidade e aumentar a análise desse contacto. Assim a sensibilidade se alarga e aprofunda, porque em nós está tudo; basta que o procuremos e o saibamos procurar.”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Sentir]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/sentir/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:47:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“O peso de sentir! O peso de ter que sentir!” Fernando Pessoa
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“O peso de sentir! O peso de ter que sentir!”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:46:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Sentir tudo de todas as maneiras; saber pensar com as emoções e sentir com o pensamento; não d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“Sentir tudo de todas as maneiras; saber pensar com as emoções e sentir com o pensamento; não desejar muito senão com a imaginação; sofrer com coquetterie; ver claro para escrever justo; conhecer-se com fingimento e táctica, neutralizar-se diferente e com todos os documentos; em suma, usa por dentro todas as sensações, descascando-as até Deus; mas embrulhar de novo e repor na montra da graxa da nova marca.”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Navegar e viver]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/navegar-e-viver/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:45:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Diziam os argonautas que navegar é preciso, mas que viver não é preciso. Argonautas, nós, da ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“Diziam os argonautas que navegar é preciso, mas que viver não é preciso. Argonautas, nós, da sensibilidade doentia, digamos que sentir é preciso, mas que não é preciso viver.”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Criança ou louco?]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/crianca-ou-louco/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:44:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Pedir é mais próprio das crianças. Conquistar é mais próprio dos loucos&#8230;” Fernando P]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“Pedir é mais próprio das crianças. Conquistar é mais próprio dos loucos...”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[O universo]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/o-universo/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:43:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“O universo não é meu: sou eu.” Fernando Pessoa
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“O universo não é meu: sou eu.”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[O essencial é invisível aos olhos]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/o-essencial-e-invisivel-aos-olhos/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:42:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Só o sonho vê com o olhar.” Fernando Pessoa
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“Só o sonho vê com o olhar.”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Tentativas]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/tentativas/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:41:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Toda a literatura consiste num esforço para tornar a vida real. Como todos sabem, ainda quando a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“Toda a literatura consiste num esforço para tornar a vida real. Como todos sabem, ainda quando agem sem saber, a vida é absolutamente irreal, na sua realidade directa; os campos, as cidades, as idéias, são coisas absolutamente fictícias, filhas da nossa complexa sensação de nós mesmos. São intransmissíveis todas as impressões salvo se as tornarem literárias. As crianças são muito literárias porque dizem como sentem e não como deve sentir quem sente segundo outra pessoa.”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:40:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Essa (a literatura) simula a vida. Um romance é uma história do que nunca foi e um drama é um ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“Essa (a literatura) simula a vida. Um romance é uma história do que nunca foi e um drama é um romance dado sem narrativa. Um poema é a expressão de idéias ou de sentimentos em linguagem que ninguém emprega, pois que ninguém fala </em><em>em verso.” </em><strong><span style="font-style:normal;">Fernando Pessoa</span></strong></span></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Way of life]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/way-of-life/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:39:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida.” Fernando Pe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“Escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida.”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:38:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Avançar seria entrar no domínio onde começa o ciúme, o sofrimento, a excitação. Nesta antec]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“Avançar seria entrar no domínio onde começa o ciúme, o sofrimento, a excitação. Nesta antecâmara da emoção há toda a suavidade do amor sem a sua profundeza...”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:37:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Dizem os dois ‘amo-te’ ou pensam-no e sentem-no por troca, e cada um quer dizer uma idéia di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“Dizem os dois ‘amo-te’ ou pensam-no e sentem-no por troca, e cada um quer dizer uma idéia diferente, uma vida diferente, até, por ventura, uma cor ou um aroma diferente, na soma abstracta de impressões que constitui a actividade da alma.”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Alma versus Alma]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/alma-versus-alma/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:36:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“As relações entre uma alma e outra (&#8230;) são matéria de estranha complexidade.” Fernand]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“As relações entre uma alma e outra (...) são matéria de estranha complexidade.” </em></span><strong><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">Fernando Pessoa</span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Amor-próprio]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/amor-proprio/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:35:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Nunca amamos alguém. Amamos tão-somente, a idéia que fazemos de alguém. É a um conceito noss]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“Nunca amamos alguém. Amamos tão-somente, a idéia que fazemos de alguém. É a um conceito nosso – em suma, é a nós mesmo – que amamos. Isto é verdade em toda a escala do amor. No amor sexual buscamos um prazer nosso dado por intermédio de um corpo estranho. No amor diferente do sexual, buscamos um prazer nosso dado por intermédio de uma idéia nossa.”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[O amor romântico]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/o-amor-romantico/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:34:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Todo o homem de hoje (&#8230;) ama, quando ama, com o amor romântico. O amor romântico é um pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“Todo o homem de hoje (...) ama, quando ama, com o amor romântico. O amor romântico é um produto extremo de séculos sobre séculos de influência cristã; e, tanto quanto à sua substância, como quanto à seqüência do seu desenvolvimento, pode ser dado a conhecer a quem não o perceba comparando-o com uma veste, ou traje, que a alma ou a imaginação fabriquem para com ele vestir as criaturas, que acaso apareçam, e o espírito ache que lhes cabe. Mas todo o traje, como não é eterno, dura tanto quanto dura; e em breve, sob a veste do ideal que formamos, que se esfacela, surge o corpo real da pessoa humana, em que o vestimos. O amor romântico, portanto, é um caminho de desilusão. Só o não é quando a desilusão, aceite desde o princípio, decide variar de ideal constantemente, tecer constantemente, nas oficinas da alma, novos trajes, com que constantemente se renove o aspecto da criatura, por ele vestida.”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O X da questão]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/o-x-da-questao/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:32:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Todos os problemas são insolúveis. A essência de haver um problema é não haver uma solução]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“Todos os problemas são insolúveis. A essência de haver um problema é não haver uma solução.”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:31:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
<guid>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/</guid>
<description><![CDATA[“Não tenho uma idéia de mim próprio, nem aquela que consiste em uma falta de idéia de mim pró]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“Não tenho uma idéia de mim próprio, nem aquela que consiste em uma falta de idéia de mim próprio. Sou um nómada da consciência de mim.”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[A (não) personagem]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/a-nao-personagem/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:30:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Encontro-me descrito (em parte) em vários romances como protagonista de vários enredos; mas o e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“Encontro-me descrito (em parte) em vários romances como protagonista de vários enredos; mas o essencial da minha vida, como da minha alma, é não ser nunca protagonista.”</em></span><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"> <strong>Fernando Pessoa</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[A vida]]></title>
<link>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/a-vida/</link>
<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:29:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Didi</dc:creator>
<guid>http://diretodaestante.wordpress.com/2007/10/26/a-vida/</guid>
<description><![CDATA[“A vida é para nós o que concebemos nela.” Fernando Pessoa
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><em>“A vida é para nós o que concebemos nela.” </em></span><strong><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';">Fernando Pessoa</span></strong></p>
]]></content:encoded>
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