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	<title>nomade &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/nomade/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "nomade"</description>
	<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 21:47:38 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Nomad, nomadismo, nômade na era web móvel ou mobile]]></title>
<link>http://nomadismocelular.wordpress.com/?p=159</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 18:28:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>nomadismocelular</dc:creator>
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<description><![CDATA[Um dos co-autores deste blog saiu de microférias. A idéia era partir para um lugar distante, no ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos co-autores deste blog saiu de microférias. A idéia era partir para um lugar distante, no mar, próximo, geograficamente, a montanhas.</p>
<p>Nos trópicos, inverno a 25 graus centígrados = calor. Rumei então com duas adolescentes e duas crianças para <a title="Ilhabela - SP Google Maps" href="http://maps.google.com.br/maps/ms?msa=0&#38;msid=100720932709620404591.00044a2840be06e540e21" target="_self">Ilhabela</a>, precisamente na <a title="Praia do Pinto - Ilhabela - Google Maps" href="http://maps.google.com.br/maps/ms?msa=0&#38;msid=100720932709620404591.00044a2840be06e540e21" target="_self">praia do Pinto</a>.</p>
<p>É a versão 2.0, pois no ano passado fiz o mesmo trajeto, porém ficamos em uma casa mais próxima do centro. O que significa mais perto de conexão com a web.</p>
<p>Em 2008, aqui, a 5 km da vila, sem conexão de cabo algum, vim munida de um ultraportátil notebook, um mini modem e meus celulares.</p>
<p>Feliz ou infelizmente a operadora <a title="TIM" href="http://www.tim.com.br" target="_self">TIM</a> não pega bem aqui. Na casa onde estou as concorrentes fazem e aceitam chamadas. Não é de todo mal, pois recebo menos ligações. Na varanda, de onde avisto o mar a poucos metros, conecto o notebook e falo por telefone, de onde acesso a web com mais rapidez.</p>
<p>Esmiuçando: o mini modem, teoricamente, teria de fazer uma conexão 3G, com velocidade prometida de 1 Mbps. Claro, não estou em terra muito firme, então vamos de conexão GPRS, bem mais lenta. Equivale, mais ou menos, a uma conexão discada (para quem se lembra o que já foi esse tipo de acesso à web).</p>
<p>Um detalhe importantíssimo: quando se navega por conexão GPRS, você está abrindo sites na tela do seu celular. O que significa que essas páginas são mais leves, com poucas imagens. Por isso, carregam rapidamente. Os adeptos de web em celulares preferem mil vezes usar os endereços de sites feitos especialmente para abrir nas telinhas. Ao entrar na versão padrão, cai a velocidade para carregar a página.</p>
<p>Aí vai um exemplo de conexão GPRS em um notebook: para baixar um simples programinha para conectar o celular ao notebook de pouco mais de 30 megabytes, foi necessário esperar mais de uma hora. E olhe que o notebook que estou usando é pra lá de potente. Mal chegou às lojas. É um lançamento da <a title="HP Mini Note 2133" href="http://www.hp.com/hpinfo/newsroom/press/2008/080408xc.html" target="_self">HP</a> e tem um chip de bom desempenho para quem precisa de um caderno quie pese pouco mais de 1 kg.</p>
<p>O que esperar de uma conexão mais lerda? Nada, pois quem mandou sair da base, onde tenho internet de banda larguíssima em mais de um computador.</p>
<p>Pergunto: dá para confiar na tal da conexão web móvel, proposta pelas operadoras <a title="Claro" href="http://www.claro.com.br/portal/" target="_self">Claro</a>, TIM e <a title="Vivo" href="http://www.vivo.com.br" target="_self">Vivo</a>, que oferecem descontos bacanas para quem comprar o mini modem e conectá-lo a seu notebook? Ou a seu computador de mesa?</p>
<p>Eu diria o seguinte: depois de quase duas semanas testando três notebooks ultraportáteis com três mini modems de três operadoras (parece o trava-línguas dos três tristes tigres), sou obrigada a confessar que o mini modem é útil sim.</p>
<p>E digo o por quê: na primeira semana, o teste foi realizado para a revista, na qual sou editora,  <a title="GSMmania" href="http://www.gsmmania.com.br" target="_self">GSMmania</a>. No meio da semana, aconteceu o famigerado apagão da Telefônica / Speedy, cujas explicações até agora não me satisfazem. Quem trabalha o dia inteiro conectado dança. Era o meu caso, pois meu escritório tem três máquinas, todas  usando banda larga <a title="Speedy" href="http://www.speedy.com.br/" target="_self">Speedy</a>.</p>
<p>Entre as incontáveis narrações sobre a pane, gosto bastante da relatada no <a title="Zumo" href="http://zumo.uol.com.br" target="_self">Zumo</a>, por <a title="Zumo - o apagão da Telefônica" href="http://zumo.uol.com.br/2008/07/03/sampa-e-o-apagao-da-telefonica/" target="_self">Nagano</a>, que trabalha muito bem em parceria com meu querido colega e amigo Henrique Martin, que, além de levar esse blog com muita competência, está de volta ao <a title="IDG Now" href="http://www.idgnow.com.br" target="_self">IDG Now</a>, editando o site da <a title="MacWorld Brasil" href="http://www.macworldbrasil.com.br/" target="_self">MacWorld Brasil</a>. Confiram.</p>
<p>No dia do pau geral, quase trucidei parte considerável da família, acreditando que minha filha mais velha tinha pegado algum vírus maléfico nas suas conexões <a title="Orkut" href="http://www.orkut.com" target="_self">Orkut</a> ou MSN. Minha cara-metade teve a pressão alterada, pois eu vociferava que, durante o fechamento de uma edição, não se pode inventar de atualizar programa ou fazer alterações grandes no servidor.</p>
<p>E como sintonizar-se no noticiário? Bastava ligar a TV ou o rádio, óbvio. A internet parou em todo o Estado de São Paulo. Para nossa sorte, os mini modems deram conta do recado. E, mesmo em velocidade baixa, era possível acessar e-mails, entrar em sites, conferir informações e fechar uma revista.</p>
<p>Ah, e na agência, onde o fechamento das 68 páginas acontecia, a conexão não era da Telefônica. Menos mal.</p>
<p>E nesta segunda semana: o tal do mini modem, mesmo funcionando apenas na varanda da casa, e quando lhe dá na telha, me ajuda a conferir e-mails de urgência, entrar raríssimas vezes no <a title="Twitter" href="http://twittter.com/zilveti" target="_self">Twitter</a> e em sites noticiosos.</p>
<p>E por último, a atualizar este blog, que estava abandonado às traças digitais.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mudamos Para http://salvadorba.wordpress.com]]></title>
<link>http://carnavalsalvador.wordpress.com/?p=23</link>
<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 03:30:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>cassioso</dc:creator>
<guid>http://carnavalsalvador.wordpress.com/?p=23</guid>
<description><![CDATA[Araras

Saudações,

O site http://carnavalsalvador.wordpress.com se mudou para um novo endereço. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[wp_caption id="attachment_24" align="aligncenter" width="200" caption="Araras"]<a rel="attachment wp-att-24" href="http://carnavalsalvador.wordpress.com/2008/07/04/mudamos-para-httpsalvadorbawordpresscom/ararinhas/"><img class="size-full wp-image-24" src="http://carnavalsalvador.wordpress.com/files/2008/07/ararinhas.jpg" alt="Araras" width="200" height="263" /></a>[/wp_caption]
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">Saudações,</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">O site http://carnavalsalvador.wordpress.com se mudou para um <a href="http://salvadorba.wordpress.com">novo endereço</a>. Carnavalsalvador não será mais monitorado nem atualizado. O <a href="http://salvadorba.wordpress.com">novo endereço</a> do blog é:</p>
<p style="text-align:center;">
<h1 style="text-align:center;"><a title="Salvador - Ba" href="http://salvadorba.wordpress.com">http://salvadorba.wordpress.com</a></h1>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">Neste <a href="http://salvadorba.wordpress.com">novo endereço</a> se encontram todos os posts publicados aqui no Carnavalsalvador. Todas as novas publicações serão feitas no <a href="http://salvadorba.wordpress.com">SalvadorBa</a>.</p>
<p style="text-align:center;">
<p>Att,</p>
<p>cassioso</p>
<p>* Imagem das araras copiada de:</p>
<p><a href="http://www.ecoviagem.com.br/fique-por-dentro/viajantes/expedicao-parques-nacionais/boletins/jeremoabo-e-canudos-ba-santuario-das-ultimas-araras-azuis-de-lear-1344.asp">http://www.ecoviagem.com.br/fique-por-dentro/viajantes/expedicao-parques-nacionais/boletins/jeremoabo-e-canudos-ba-santuario-das-ultimas-araras-azuis-de-lear-1344.asp</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Maman, tu me couds mon siège nomade ?]]></title>
<link>http://gdrfactory.wordpress.com/?p=79</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 15:55:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Aude</dc:creator>
<guid>http://gdrfactory.wordpress.com/?p=79</guid>
<description><![CDATA[Le départ pour Montréal approche. On essaie de penser à tout&#8230;
On a trouvé un siège auto s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Le départ pour Montréal approche. On essaie de penser à tout...<br />
On a trouvé un siège auto sur place, on est en passe de trouver un lit pliant, et voilà la solution pour la chaise.</p>
<p><a href="http://gdrfactory.files.wordpress.com/2008/07/siege11.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-82" src="http://gdrfactory.wordpress.com/files/2008/07/siege11.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Un siège nomade, qui coute une vingtaine d'euros sur le net mais qui est épuisé partout...<br />
Qu'a cela ne tienne, bricolons la chose:</p>
<p>Matos :<br />
<em>- Un morceau de tissu (coton, calicot) de 150 / 150 cm en comptant large<br />
- de la craie<br />
- une paire de ciseaux<br />
- une machine à coudre (et la bonne copine qui va avec, dans mon cas)<br />
- un bébé (optionnel, on peut faire les essais avec un grand koala en peluche)</em></p>
<p>Précisons que je ne l'ai pas réinventé, un patron existe <a href="http://www.sleepingbaby.net/jan/Baby/chairseat.html">ici</a> en anglais. Je l'ai pompé en changeant des mesures et arrangé le truc à ma sauce.</p>
<p><a href="http://gdrfactory.files.wordpress.com/2008/07/layout.jpg"><img class="size-medium wp-image-83 alignleft" src="http://gdrfactory.wordpress.com/files/2008/07/layout.jpg?w=154" alt="" width="154" height="300" /></a></p>
<p>1. Plier le tissu en 2 et le repasser... en respectant le droit fil, c'est toujours mieux.</p>
<p>2. dessiner le plan si contre. Attention, j'ai changé (doublé)  la mesure pour le bord du bas (elle ne correspond donc pas à l'échelle!)</p>
<p>3. découper à 1 centimètre du dessin (pour la couture)</p>
<p>4. coudre les 2 épaisseurs de tissus ensemble, sauf le bord du bas. Retourner et faire une petite couture le long du bord (pour l'esthétique et le solidité)</p>
<p>5. Plier la partie du haut en deux (selon les pointillés) et coudre les deux bords latéraux bien solidement</p>
<p>6.Plier en deux le bord du bas et le coudre sur toute sa largeur (laisser les deux côtés ouverts)</p>
<p>7. couper dans le reste de tissu une longue bande de 12 cm de large.<br />
La plier en deux, coudre, retourner. Refaire une jolie couture bien droite le long des bords à l'extérieur.</p>
<p>8. Passer la bande de tissu dans le bord du bas.<br />
Terminé ça donne ça ! <br />
On a mis deux lichettes parce que bébé semblait alors attaché de façon plus stable, et on a même fait le petit sac qui va avec, 15/20cm.</p>
<p><a href="http://gdrfactory.files.wordpress.com/2008/07/siege.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-81" src="http://gdrfactory.wordpress.com/files/2008/07/siege.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://www.sleepingbaby.net/jan/Baby/chairseat.html"></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[nomade, rom, sinti e zingaro]]></title>
<link>http://doro0tea.wordpress.com/?p=364</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 08:18:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>doro</dc:creator>
<guid>http://doro0tea.wordpress.com/?p=364</guid>
<description><![CDATA[
nomade: persona, popolo o tribù che si sposta periodicamente;
rom: persona o gruppo etnico zingaro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a title="zingari" href="http://it.wikipedia.org/wiki/Zingaro" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-366" src="http://doro0tea.wordpress.com/files/2008/07/zing1.jpg" alt="zingari" width="300" height="300" /></a></p>
<p><strong>nomade</strong>: persona, popolo o tribù che si sposta periodicamente;</p>
<p><strong>rom</strong>: persona o gruppo etnico zingaro per lo più stanziale e residente nelle regioni dell'europa centro-orientale;</p>
<p><strong>sinti</strong>: persona o gruppo etnico zingaro per lo più stanziale e residente nelle regioni dell'europa occidentale;</p>
<p><strong>zingaro</strong>: persona o gruppo etnico che discende dalla popolazione indoeuropea, originaria della regione nord-occidentale del subcontinente indiano, che tra V e XI secolo prese a migrare verso occidente.</p>
<p><span style="color:#000000;">.<br />
</span>questi termini, ognuno con una propria univoca identità semantica, possono essere usati indifferentemente. infatti, ancora non hanno deciso di <a title="MARONI, IMPRONTE A ROM IN LINEA CON NORME UE" href="http://www.adnkronos.com/IGN/Politica/?id=1.0.2299389686" target="_blank">prendere le impronte</a> a chi disdegni l'italiano.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cinema nomade]]></title>
<link>http://nouvellepunk.wordpress.com/?p=5</link>
<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 00:24:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>unpopularpress</dc:creator>
<guid>http://nouvellepunk.wordpress.com/?p=5</guid>
<description><![CDATA[ 


In questi spazi liberi fuori da Hollywood e dal cinema di opposizione, sta emergendo un nuovo c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2> </h2>
<div class="entry">
<div class="snap_preview">
<p>In questi spazi liberi fuori da Hollywood e dal cinema di opposizione, sta emergendo un nuovo cinema, un cinema appena nato, un cinema non ancora qui, un cinema in viaggio - un cinema nomade. Solo in spazi liberi e aperti un nuovo cinema può decostruire e, insieme, costruire questo cinema…</p>
<p style="text-align:right;"> </p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cinema nomade]]></title>
<link>http://combatcinema.wordpress.com/?p=5</link>
<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 21:36:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>unpopularpress</dc:creator>
<guid>http://combatcinema.wordpress.com/?p=5</guid>
<description><![CDATA[In questi spazi liberi fuori da Hollywood e dal cinema di opposizione, sta emergendo un nuovo cinema]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>In questi spazi liberi fuori da Hollywood e dal cinema di opposizione, sta emergendo un nuovo cinema, un cinema appena nato, un cinema non ancora qui, un cinema in viaggio - un cinema nomade. Solo in spazi liberi e aperti un nuovo cinema può decostruire e, insieme, costruire questo cinema...</p>
<p style="text-align:right;">Teshome Gabriel</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Incontrarsi]]></title>
<link>http://cittainvisibili.wordpress.com/?p=31</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 18:00:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>ellepizeta</dc:creator>
<guid>http://cittainvisibili.wordpress.com/?p=31</guid>
<description><![CDATA[Incontrarsi per progettare luoghi e situazioni che creano una suggestione di atmosfere surreali, in ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Incontrarsi per progettare luoghi e situazioni che creano una suggestione di atmosfere surreali, in uno spazio che è quello di ogni giorno e incontrarsi per rinnovare un rito, un patto fra noi e la città che siamo, insieme a tutte quelle che ci portiamo dentro, di ritorno dai nstri interminabili viaggi.</p>
<p>Cosa sarebbe accaduto se Marco Polo non avesse avuto un commentatore al suo fianco? Chi ci avrebbe detto della Cina e delle stupefacenti e favolose avventure di quei suoi viaggi? E tutti gli altri grandi viaggiatori, come avrebbero fatto a raccontarci le loro imprese?</p>
<p>Nomadi nel pensiero siamo, e nello spirito, tutte le volte in cui la penna trafigge come solchi i fogli bianchi.</p>
<p>E il pensiero si lascia trasportare dalle mille suggestioni della mente, anche solo dopo aver visto un giglio di mare sbocciare sulla roccia.</p>
<p>Nomade il pensiero di chi scrive e di chi legge: del primo perchè insegue le onde del deserto che cambiano col vento, dell'altro perchè scorre tra le pagine la sabbia che vola e lo accompagna verso lontane e suggestive sponde.</p>
<p>Muore la sera amica e ci lasciamo pieni di speranza per questa bella avventura che ci aspetta. Siamo tanti e scriviamo, siamo tanti e leggiamo, siamo tanti e vogliamo diventare anche di più. </p>
<p style="text-align:right;"> </p>
<p style="text-align:right;">Loriana Pitzalis</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A agitada rotina dos mochileiros]]></title>
<link>http://alfarrabistas.wordpress.com/?p=133</link>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 20:59:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniella Almeida</dc:creator>
<guid>http://alfarrabistas.wordpress.com/?p=133</guid>
<description><![CDATA[


Mochilar não é pra todo mundo. É preciso pensar nos mínimos detalhes e ter fôlego, seja sozi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><img class="alignnone size-full wp-image-334" src="http://olinguarudo.files.wordpress.com/2008/05/mochila_01.jpg?w=400&#38;h=300" alt="" width="400" height="300" /></strong></h2>
<div class="entry">
<div class="snap_preview">
<p><strong>Mochilar não é pra todo mundo.</strong> É preciso pensar nos mínimos detalhes e ter <span style="color:#000000;"><span><strong>fôlego</strong></span>,</span> seja sozinho ou em grupo, na hora de pegar a estrada e desbravar o mundo rumo a novas emoções. Você vai conferir como é viver essa experiência, quais os obstáculos, <strong>vantagens</strong> e desafios que muitos optam por encarar a fim de enxergar a vida sob um novo <span style="color:#000000;"><strong><span>viés</span></strong>.</span> Embarque nessa viagem no Especial de <strong>Daniella Almeida.</strong></p>
<p>E leia também:</p>
<p><a href="http://alfarrabistas.wordpress.com/2008/06/17/voce-em-transito/"><strong>Você em transito</strong></a></p>
<p><a href="http://alfarrabistas.wordpress.com/2008/06/17/voce-em-outro-lugar/"><strong>Você em outro lugar</strong></a></p>
<p><a href="http://alfarrabistas.wordpress.com/2008/06/17/voce-organizado/"><strong>Você organizado</strong></a></p>
<p><a href="http://alfarrabistas.wordpress.com/2008/06/16/voce-sozinho/"><strong>Você sozinho</strong></a></p>
<p><strong>Postado inicialmente no blog </strong><a href="http://olinguarudo.wordpress.com/category/sintonizado/turismo/"><strong>olinguarudo</strong></a></div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Você em trânsito]]></title>
<link>http://alfarrabistas.wordpress.com/?p=131</link>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 14:13:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniella Almeida</dc:creator>
<guid>http://alfarrabistas.wordpress.com/?p=131</guid>
<description><![CDATA[


Disposição e paciência são essenciais para seguir viagem sem estresse 
Realizado pelo própri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="entry">
<div class="snap_preview">
<p><em><a href="http://nenhum/"><img class="alignnone size-full wp-image-338" src="http://olinguarudo.files.wordpress.com/2008/05/mochila_05.jpg?w=400&#38;h=200" alt="" width="445" height="200" /></a></em></p>
<p><em>Disposição e paciência são essenciais para seguir viagem sem estresse </em></p>
<p>Realizado pelo próprio viajante, fazer mochilão significa também estar muito bem disposto a enfrentar todo tipo de transporte, além de longas horas de viagem. Isso vai depender muito das condições sociais do local ou, até mesmo, situação financeira do mochileiro que nem sempre está com condições de arcar com confortos fora do previsto.</p>
<p>Mas, para tudo grandes lições podem ser tiradas. Nem todo mundo tem vocação para ser um mochileiro. Para descobrir isso, é bom responder algumas perguntas como: Se incomoda em dormir em quartos coletivos ou dividir banheiro? Faz tudo nos mínimos detalhes e fica extremamente nervoso quando não consegue fazer o que está fora do plano? É uma pessoa que gosta de previsibilidade? É enjoado a todo tipo de comida? Gosta de dormir até tarde? Tem preguiça para andar?</p>
<p>Se todas essas respostas forem sim, então é bom desistir de se tornar um e comprar um pacote completo numa agência de viagem.</p>
<p>A rotina mochileira é muito imprevisível. Esse tipo de viajante sempre esta em lugares diferentes e se utiliza bastante dos transportes coletivos municipais. Atentos aos horários de ônibus, aviões, trens e metrôs, os mochileiros enfrentam muitas vezes horas e horas de locomoção de uma cidade a outra, mas que segundo muitos valem a pena por encontrarem no meio do caminho pessoas das mais diferentes culturas.</p>
<p>Kleber Monteiro em sua ida a Bolívia passou por algumas dessas situações. “Viajei da cidade de Cochabamba até La Paz por 7 horas, num ônibus sem banheiro com direito a uma parada apenas. Lá a situação é precária, então temos que nos adequar aos serviços da melhor forma possível e ainda tem o fator enjôo. Estava a uma altitude de 3.800m. Apesar do pouco conforto e mal estar físico valeu a pena. As paisagens são lindas e viajamos com pessoas típicas que terminam revelando pra gente um pouco mais sobre a cultura local”, diz o estudante.</p>
<p><span style="color:#99cc00;"><span style="color:#ff0000;"><strong>Para ajudar…</strong></span></span></p>
<ul>
<li>De ônibus, preste muita atenção sempre que abrirem o compartimento das bagagens.</li>
<li>Chegando ao destino, viva a vida de lá. No máximo tire um cochilo para tirar o cansaço da viagem e aproveitar ao máximo todos os momentos.</li>
<li>Se estiver a negócios, procure viajar alguns dias antes.</li>
<li>Lembre-se que a adaptação é pessoal e cada um tem o seu tempo. Em lugares onde o clima é muito diferente do nosso, a aclimatação leva em média duas horas por dia no destino. Mas, isso pode variar muito.</li>
</ul>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">SERVIÇO:</span></strong><br />
<a href="http://www.0ferta.info/empresatransporte.asp" target="_blank"><span style="color:#515151;">Transporte para mochileiros</span></a><br />
CVC Turismo- (81) 2122.5757</div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Você em outro lugar]]></title>
<link>http://alfarrabistas.wordpress.com/?p=130</link>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 14:11:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniella Almeida</dc:creator>
<guid>http://alfarrabistas.wordpress.com/?p=130</guid>
<description><![CDATA[




É importante planejamento e integração para que uma viagem mochileira faça jus ao seu objet]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="post-332" class="post">
<h2><a title="você em outro lugar" rel="bookmark" href="http://olinguarudo.wordpress.com/2008/05/19/especial-turismo-voce-em-outro-lugar/"></a></h2>
<div class="entry">
<div class="snap_preview">
<p><em><a href="http://nenhum/"><img class="alignnone size-full wp-image-337" src="http://olinguarudo.files.wordpress.com/2008/05/mochila_02.jpg?w=400&#38;h=200" alt="" width="441" height="216" /></a></em></p>
<p><em>É importante planejamento e integração para que uma viagem mochileira faça jus ao seu objetivo<br />
</em><br />
“Todo ano faço mochilão com a turma para algum lugar do mundo em busca de aventura, mas o estresse em alguns momentos é grande. Recentemente fui para o Peru e apesar do planejamento, muita coisa mudou de itinerário. Contudo, mochilar é isso mesmo, a gente nunca sabe exatamente o que pode acontecer no meio do caminho”, afirma Ivani Passira, 25 anos, estudante de geografia da Paraíba. Cinco meses antes de viajar, Ivani e mais quatro amigos encontravam-se uma vez por semana para discutir o itinerário da viagem. “Foi preciso planejamento e estudo para definirmos os lugares que todos desejaram passar”.</p>
<p>São chamados mochileiros viajantes alternativos que percorrem cidades, estados ou países a fim de conhecer culturas diferentes. Nesse tipo de turismo todos os detalhes da viagem são resolvidos pelo próprio viajante, desde as passagens até hospedagem, alimentação e passeios. Dessa forma, muitos agregam valores a sua vida através de vivências que provavelmente não passariam em suas rotinas diárias. De forma aventureira, abrindo mão de certos confortos e comodidades, o mochileiro termina por fazer a difusão cultural acontecer e tornam-se verdadeiros veículos de movimentação econômica.</p>
<p>Para qualquer tipo de viagem é preciso pensar em diversos fatores como orçamento, segurança, hospedagem, roteiros entre outros. Para quem é mochileiro, existem algumas facilidades que contribuem muito nos gastos quando estão fora.</p>
<p>Serviços como os promovidos pela Student Travel Bureal (STB), por exemplo, oferece a esse perfil de viajante, um cartão que dá acesso a uma rede de descontos em todo o mundo em diversas áreas como alimentação, hospedagem, esportes, entretenimento, saúde e outros. Essa carteira é válida por um ano e qualquer pessoa de até 25 anos pode tirar, mesmo não sendo estudante. Outra estratégia usufruída por muitos é  contratar agências apenas em passeios específicos. Hoje, muitas delas investem no lado radical desses viajantes. Trilhas, rapel, ciclismo e agitadas festas geralmente compõe os pacotes oferecidos por quantas horas o mochileiro desejar. “Em muitas cidades, os mochileiros são determinantes para alavancar a economia e a cultura do país”, afirma o colunista da revista Trilhas e Aventuras, Rodrigo Moço.</p>
<p>Para quem pensa que mochilar é apenas curtição com a turma pode estar enganado. Algumas situações podem comprometer a confiabilidade dos parceiros de viajem que temem dividir esses denominados “momentos especiais”, com quem não está a fim de levar a sério compromissos coletivos, como pesquisar preços de alojamentos, fazer alguma compra, ter atenção em horário de chegadas nos alojamentos, respeitar vontades da maioria, etc. “Em 2005 viajei com um amigo para a Bolívia. Lá perdi meu passaporte e precisei resolver a situação na embaixada brasileira, o que levou alguns dias. Ao invés do meu amigo me dar suporte, ele seguiu viagem e falou que me encontrava em outra cidade”, relembra o estudante de jornalismo Kleber Monteiro <strong>(foto acima)</strong>.</p>
<p><strong><span style="color:#99cc00;">Para mochilar é preciso…</span></strong></p>
<ul>
<li>Ter paciência. Nem todo mundo acorda na mesma hora ou quer ir embora do lugar tarde. O ideal é entrar num consenso antes de decidir qualquer coisa.</li>
<li>Conhecer bem o lugar que está indo. Saber onde ficam hotéis, alojamentos e pousadas, lugar para comer e pontos de emergência.</li>
<li>Ter um guia de mochileiros sempre em mãos. Mapinhas e telefones úteis podem ser encontrados com mais agilidade quando se anda com um livro desses.</li>
<li>Ter média de quanto vai gastar também é essencial. Para não ficar na mão, é bom levar um dinheirinho extra.</li>
<li>Estar atento no lugar que vai se hospedar, na empolgação da turma em economizar, nem sempre o mais barato é o melhor.</li>
<li>Aproveitar todos os momentos sem se estressar com tudo.</li>
</ul>
<p><strong><span style="color:#99cc00;">Quanto vale um mochilão</span><br />
</strong>O custo de viagens pelo Brasil e pelo mundo varia de acordo com a época do ano. Nas férias escolares, sempre é mais caro. Tudo também depende do seu tempo de permanência no local. Albergues e pousadas podem negociar preços mais vantajosos. Pesquisar é fundamental. A América do Sul ainda é o destino mais em conta para os mochileiros. Porém na Europa também é crescente o número. América do Norte, Ásia, África e Oceania vêem em seguida.</p>
<p><strong>SERVIÇOS:<br />
</strong>Student Travel Bureal (STB) - <a href="http://www.stb.com.br/"><span style="color:#515151;">www.stb.com.br</span></a><br />
Mochila Brasil: <a href="http://www2.uol.com.br/mochilabrasil/"><span style="color:#515151;">http://www2.uol.com.br/mochilabrasil/</span></a><br />
O viajante: <a href="http://www.mochileiros.com/"><span style="color:#515151;">www.mochileiros.com</span></a></div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Você organizado]]></title>
<link>http://alfarrabistas.wordpress.com/?p=129</link>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 14:06:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniella Almeida</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Atitudes simples podem tornar o roteiro menos burocrático e ágil

Ao invés da mala de rodinha, u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="post-330" class="post">
<p><em>Atitudes simples podem tornar o roteiro menos burocrático e ágil</em></p>
<div class="entry">
<p class="snap_preview">Ao invés da mala de rodinha, uma básica e apertada mochila. Quem costuma fazer mochilão, sabe bem o quanto é incomodo estar sempre com aquele peso em todo lugar que anda. A mochila ideal é aquela que corresponde bem às atividades durante a viagem e à estrutura física do viajante. Mas um bom tamanho são as de 60 a 75 litros. O objeto mochilão nada mais é que as denominadas mochilas cargueiras. Conforto, resistência e praticidade são os critérios mais exigidos pelos mochileiros na hora de investir numa.</p>
<p class="snap_preview"><strong><a href="http://nenhum/"><img class="alignleft size-full wp-image-341" src="http://olinguarudo.files.wordpress.com/2008/05/mochila_041.jpg?w=200&#38;h=400" alt="" width="200" height="400" /></a>ARRUMAÇÃO</strong> - As peças de maior volume e com menor chance de serem utilizadas devem ir ao fundo da mochila, como jaqueta e um agasalho extra. Em seguida é a vez das blusas, calça de moleton, toalha, camiseta, bermudas e roupas íntimas (sempre embaladas num saquinho). Tudo a ser levado deve ser pequeno, maleável e com menos quantidade possível, principalmente nos itens de higiene pessoal. Tente levar produtos no tamanho “amostra grátis”, sempre dentro de sacos plásticos. Retire o rolo do papel higiênico e leve só o papel. “Sempre me estressava na hora de mudar de um alojamento para outro, por conta da arrumação. Mochilei para um país frio e no meio do caminho ia comprando casacos. Chegou um momento que minha mochila não cabia mais nada de tanta coisa que tinha nela. Não teve arrumação que desse jeito”, lembra o bancário Luiz Neto <strong>(foto acima)</strong> , que já viajou como mochileiro para a Argentina.</p>
<p class="snap_preview">Mas, mochilar implica também outras preocupações. Se for para terras estrangeiras é preciso tirar passaporte e receber o visto da embaixada do país de destino, porém, para viagens a países do Mercosul, a cédula de identidade serve como passaporte. Dependendo do lugar para onde se viaja, também é preciso tomar alguns cuidados para não adoecer. Algumas medidas devem ser programadas com antecedência, como é o caso da vacina contra a febre amarela que deve ser tomada dez dias antes de viajar de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O cartão de vacina em regiões da América do Sul, África e estados brasileiros como Manaus e Amazonas, deve estar sempre em mãos para ser apresentado as autoridades locais quando pedido.</p>
<p class="snap_preview">O dinheiro é outro fator importante. Na hora de usá-lo surge sempre a dúvida: ir com dinheiro ou cartão de crédito? Saber para onde vai e a moeda de destino, são dicas fundamentais para não fazer feio na hora de colocar a mão no bolso.</p>
<p class="snap_preview">Segundo a gerente de viagens da Luck Turismo, Silvana Alencar, o cartão é uma das melhores opções, porém não se deve viajar sem dinheiro na carteira. “É sempre bom levar 40% do que vai gastar em dinheiro, pois nem todos os lugares possuem caixa eletrônico ou aceitam cartão”, explica.</p>
<p class="snap_preview"><strong><span style="color:#ff0000;">Itens indispensáveis numa viagem mochileira</span></strong></p>
<div class="snap_preview">
<ul>
<li>Cadeado para mochila</li>
<li>Kit primeiros socorros</li>
<li>Passaporte</li>
<li>Cartão de vacina (dependendo do lugar que for)</li>
<li>Cartão de crédito / Cartões Multibanco (evita-se andar a trocar dinheiros e câmbios, se paga uma taxa, mas vale a pena)</li>
<li>Desodorizante roll-on ( em spray não passa no avião )</li>
<li>Uma venda para os olhos, para poder dormir em qualquer lado que tenha luz (avião, hotel ou pousada sem cortinados )</li>
<li>Repelente de insetos (se vai para climas tropicais atenção à potência do spray, compre potente)</li>
<li>Transformador ou adaptador de eletricidade (caso leve alguma coisa que necessite de eletricidade)</li>
<li>Preservativos</li>
<li>Bloco de notas e caneta</li>
<li>Máquina fotográfia digital com cartões de memória, carregador e 1 bateria extra</li>
<li>Cachecol ou lenço para o pescoço</li>
<li>Canivete suiço (este tem que estar bem escondido na mochila que vai no compartimento de cargas do avião)</li>
</ul>
</div>
<p><strong>LINKS ÚTEIS</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.anvisa.gov.br/"><span style="color:#515151;">www.anvisa.gov.br</span></a></li>
<li><a href="http://www.who.int/en"><span style="color:#515151;">www.who.int/en</span></a></li>
<li><a href="http://alfarrabistas.wordpress.com/wp-admin/www.bergamoturismo.com.br" target="_blank"><span style="color:#515151;">Consultoria Bérgamo</span></a></li>
<li><a href="http://www.travelproducts.com/" target="_blank"><span style="color:#515151;">Travel Acccesories:</span></a></li>
<li><a href="http://www.precomania.com/search_attrib.php/page_id=1358//" target="_blank"><span style="color:#515151;">Acessórios de Viagem</span></a></li>
<li><a href="http://www.mammut.ch/mammut/katalog.asp?dart=3&#38;did=2" target="_blank"><span style="color:#515151;">Mammut Accesories</span></a></li>
</ul>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pays-Bas : Pixman signe avec @Hand Communications]]></title>
<link>http://oohtv.wordpress.com/2008/06/17/pays-bas-pixman-signe-avec-hand-communications/</link>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 07:48:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redaction</dc:creator>
<guid>http://oohtv.wordpress.com/2008/06/17/pays-bas-pixman-signe-avec-hand-communications/</guid>
<description><![CDATA[ Pixman Média Nomade inc. annonce la signature d´un accord de revendeur à valeur ajoutée (RVA) a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img style="margin:5px 0 5px 10px;" height="23" alt="pixman Logo Canada" src="http://oohtv.files.wordpress.com/2008/06/pixman-logo-canada2.jpg" width="97" align="right"> <a href="http://www.pixman.com" target="_blank">Pixman Média Nomade inc.</a> annonce la signature d´un accord de revendeur à valeur ajoutée (RVA) avec <a href="http://www.athand.eu/" target="_blank">@Hand Communications</a>, "une agence spécialisée dans l'activation de la marque et l'événementiel". Ce dernier distribuera les produits et applications Pixman sur le territoire néerlandais.
<p>Une première campagne est déjà en cours pour le lancement de la télévision sur mobile par KPN.
<p>C´est le quatrième partenariat annoncé en l´espace de 15 jours par le canadien, qui vient de signer <a href="http://oohtv.wordpress.com/2008/06/03/turquie-pixman-fait-de-zom-kurumsal-son-distributeur-en-turquie/" target="_blank">en Turquie</a>, <a href="http://oohtv.wordpress.com/2008/06/02/francemaroc-pixman-collaborera-avec-geome-et-media-max/" target="_blank">France et Maroc</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Você sozinho]]></title>
<link>http://alfarrabistas.wordpress.com/?p=127</link>
<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 20:31:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniella Almeida</dc:creator>
<guid>http://alfarrabistas.wordpress.com/?p=127</guid>
<description><![CDATA[


Ninguém é uma ilha, mas sozinho você pode escolher caminhos

Amadurecer não significa dizer q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2><em><a href="http://nenhum/"><img class="alignnone size-full wp-image-335" src="http://olinguarudo.files.wordpress.com/2008/05/mochila_03.jpg?w=400&#38;h=200" alt="" width="450" /></a></em></h2>
<div class="entry">
<div class="snap_preview">
<p><em>Ninguém é uma ilha, mas sozinho você pode escolher caminhos<br />
</em><br />
Amadurecer não significa dizer que você tem que ficar sozinho o tempo todo. Fazer novas amizades, refletir sobre a vida pessoal e profissional a partir da história de pessoas que você nunca viu, no mínimo é uma experiência diferente. Porém, vale lembrar que quando se trata de sentimentos desconhecidos, é preciso cuidado.</p>
<p>Mesmo sendo mochileiro, turistas são facilmente identificados e com isso se tornam alvos de golpistas. Nem todo nativo está aberto a conversas. Alguns mochileiros tem o costume de pegar carona, mas apesar de ser uma maneira econômica e fácil, não é muito bom dar chance ao azar. “Sozinha as circunstâncias se complicam e quando alguma coisa dá errado temos que tirar a força de dentro de nós mesmos”, afirma a carioca Denise Paiva <strong>(foto)</strong>, que já ousou a aventura na Bolívia e em algumas cidades do Brasil.</p>
<p>Ao viajar sozinho você se vê obrigado a fazer contatos e encontrar pessoas que talvez se estivesse com uma turma, não faria amizade. Existem mochileiros solitários por diversos motivos: alguns a trabalho, outros por prazer e diversão, tem os que buscam encontrar um sentido na vida, gente que foge da realidade da vida cotidiana ou simplesmente gente que precisa encontrar gente. É o que revela a mochileira Denise Paiva, em entrevista a repórter Daniella Almeida.</p>
<p><strong><span style="color:#99cc00;"><span style="color:#ff0000;">Entrevista Denise Paiva</span></span></strong></p>
<p><strong>Daniella Almeida-</strong> Em sua opinião, mochilar sozinha é mais vantajoso do que em grupo?</p>
<p><strong>Denise-</strong> Nem sempre viajar sozinha significa estar só, depende do que você está buscando com essa experiência. Acho interessante por que refletimos mais sobre nossa vida, mas, na hora de tirar uma foto, por exemplo, nem sempre um desconhecido tá a fim de fazer esse favor, sabe?</p>
<p><strong>Daniella Almeida-</strong> Existe uma fama que mochileiro só pega carona, você concorda com essa afirmação?</p>
<p><strong>Denise-</strong> Não, de jeito nenhum. Mas sempre tem um pessoal que vai sim. Eu prefiro pegar um ônibus ou metrô mesmo.</p>
<p><strong>Daniella Almeida-</strong> Qual o perigo e os cuidados a serem tomados quando se mochila sozinho?</p>
<p><strong>Denise-</strong> Todos os possíveis. Fora do Brasil, por incrível que pareça, é mais fácil passar por situações de perigo. Aqui a violência é muita. Mas fora tem o complicador língua. A dica é ficar esperta em tudo que dizem a você, não dar ouvidos a qualquer um, prestar atenção ao beber com outras pessoas, enfim esses cuidados básicos.</p>
<p><strong>Daniella Almeida- </strong>É possível fazer uma ótima viagem sem gastar muito?</p>
<p><strong>Denise- </strong>Com certeza o planejamento é o que faz milagres.</p>
<p><strong>Daniella Almeida-</strong> Vale a pena mochilar?</p>
<p><strong>Denise-</strong> Fazer um mochilão não é fácil, mas vale muito a pena. Vivenciar tudo isso é uma experiência que levamos por toda nossa vida. A vivência desta aventura nos proporciona uma sensação única que nenhuma agência oferece: a liberdade do momento.</p>
<p><strong><br />
<span style="color:#99cc00;"><span style="color:#ff0000;">MOCHILAR</span><br />
</span></strong>Essa é a denominação mais utilizada mundialmente para descrever os turistas que viajam de forma independente e econômica. De acordo com o site MochilaBrasil, maior portal brasileiro da internet sobre turismo alternativo, a cultura mochileira originou-se da Geração Beatnik, nascida nos Estados Unidos. Mas a Austrália, por sua vez, é hoje o berço do turismo mochileiro, sendo o país que mais recebe esse público no mundo, tendo gerado mais de US$ 4 bilhões ao ano.</div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Euro 2008 : Adwalker r&eacute;alise une campagne pour Castrol]]></title>
<link>http://oohtv.wordpress.com/2008/06/16/euro-2008-adwalker-ralise-une-campagne-pour-castrol/</link>
<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 15:55:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redaction</dc:creator>
<guid>http://oohtv.wordpress.com/2008/06/16/euro-2008-adwalker-ralise-une-campagne-pour-castrol/</guid>
<description><![CDATA[ L´irlandais Adwalker réalise pendant l´Euro 2008 une campagne pour Castrol, un des sponsors de l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img style="margin:5px 0 5px 10px;" height="29" alt="Adwalker" src="http://oohtv.files.wordpress.com/2008/06/adwalker.jpg" width="139" align="right"> L´irlandais <a href="http://www.adwalker.com/" target="_blank">Adwalker</a> réalise pendant l´Euro 2008 une campagne pour Castrol, un des sponsors de l´événement, <a href="http://www.dailydooh.com/archives/2066" target="_blank">rapporte Adrian Cotterill</a>.</p>
<p>Les unités nomades d´Adwalker ont été déployées sur les huit villes accueillant les matches et font la promotion du site <a href="http://www.castrolindex.com">www.castrolindex.com</a>, un portail d´information et de statistiques sur la compétition.</p>
<p>Des images sont accessibles <a href="http://www.dailydooh.com/archives/2071" target="_blank">ici</a> ou <a href="http://www.dailydooh.com/archives/2068" target="_blank">là</a>. </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Embarque nessa aventura...]]></title>
<link>http://alfarrabistas.wordpress.com/?p=7</link>
<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 22:51:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniella Almeida</dc:creator>
<guid>http://alfarrabistas.wordpress.com/?p=7</guid>
<description><![CDATA[
&#8220;Um homem precisa viajar. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://alfarrabistas.files.wordpress.com/2008/06/nomade1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-93" src="http://alfarrabistas.wordpress.com/files/2008/06/nomade1.jpg" alt="" width="350" height="263" /></a></p>
<p><span style="font-style:italic;">"Um homem precisa viajar. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver" . </span></p>
<p>Ser nômade nada mais é do que bem descreve acima o navegador Amyr Klink. Neste espaço, os detalhes nada mais são do que ocasos do tempo. Viaje aqui e descubra qual a satisfação em ser nômade com Daniella Almeida.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nomades et oasis (Thema chronos)]]></title>
<link>http://trajectoiresfluides.wordpress.com/?p=393</link>
<pubDate>Mon, 19 May 2008 11:02:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Marzloff</dc:creator>
<guid>http://trajectoiresfluides.wordpress.com/?p=393</guid>
<description><![CDATA[Le futur du travail, de la ville et de leurs mobilités
L&#8217;actualité apporte un regard nouveau]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.groupechronos.org/index.php/gchronos/ID/1056/" target="_blank">Le futur du travail, de la ville et de leurs mobilités</a></p>
<p style="text-align:justify;">L'actualité apporte un regard nouveau sur cette réflexion qui allait être postée. Libération publie ce jour une page entière ("<a href="http://www.liberation.fr/actualite/economie_terre/326967.FR.php" target="_blank">Les salariés n’ont plus les moyens de se payer la mobilité</a>") d'échanges avec Eric Le Breton, sociologue, qui publie ce mois-ci une enquête : "Domicile-travail. Les salariés à bout de souffle". Ses propos résonnent avec l'analyse qui suit pour rappeler que "la mobilité n’est pas qu’une question de transports mais aussi d’organisation de la vie quotidienne" et que l'écartèlement domicile-travail n'est pas un choix, mais un nécessaire compromis entre des obligations qui concernent toutes les personnes d'un foyer, soumises chacune à des contraintes différentes, auxquelles s'ajoutent des impératifs économiques qui imposent des choix de localisation. L'article qui suit élargit le réflexion. Les pistes de réponse ne se situent pas seulement dans des réponses de transports plus collectifs et plus économiques, mais aussi dans d'autres aménagements des temps et des lieux de travail, grâce notamment aux possibilités ouvertes par les technologies.</p>
<p style="text-align:justify;">Dessine-moi un nomade !</p>
<p style="text-align:justify;">"<a href="http://www.economist.com/opinion/displaystory.cfm?story_id=11016402" target="_blank">Our nomadic future</a>", un dossier remarquable du magazine anglais The Economist, est l'occasion de remettre sur la forge le vieux mot de nomade dont chaque génération s'est emparée pour ne cesser d'en faire varier le sens. Daniel Roche (Humeurs vagabondes, 2003) fait remonter l'acception de nomade en français au 17e siècle pour désigner ceux que la société rejette de la ville. En fait, "nomas" existait en grec pour appeler le berger itinérant, donc sans domicile fixe avant l'heure. L’itinérance n’est pas loin de l’errance et de la précarité. Jacques Attali (Le Monde, 07/03/96. La surclasse) y voit une valeur et célèbre "la création de ces tribus de nomades sans cesse adaptables, libérant mille énergies et porteuse de solidarités originales". Bruce Bégout (Lieu commun, 2003) évoque plutôt "l’homme mobile sans motif, l’homme autosuffisant et autosubsistant, emblème de l’instabilité chronique", là où Thierry Paquot souligne plus calmement mais aussi surement "l’urbain éparpillé" (Nomade, vous avez dit nomade, 2004). Joseph Morsel (<a href="http://lamop.univ-paris1.fr/W3/JosephMorsel/index.htm" target="_blank">L'Histoire est un sport de combat</a>, un pdf stimulant à charger) diagnostique pour sa part un "habiter léger" dans ce néonomadisme, "conçu comme le prolongement de l'habiter : on est chez soi même en route". Tout cela est loin du bédouin, image plus conventionnelle de ces itérations loin du domicile qui ouvre pourtant la voie au "<a href="http://www.lesechos.fr/info/analyses/4714222.htm" target="_blank">techno bédouin</a>" dans un des articles commentés par Les Echos. C'est l'occasion de s'interroger sur le rôle des technologies et du travail dans ce mouvement dit nomade.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.groupechronos.org/index.php/gchronos/ID/1056/" target="_blank">Lire la suite du Thema</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Grau de mobilidade]]></title>
<link>http://vandob.wordpress.com/?p=15</link>
<pubDate>Tue, 06 May 2008 02:38:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>vandob</dc:creator>
<guid>http://vandob.wordpress.com/?p=15</guid>
<description><![CDATA[Voltemos à discussão: por mobilidade podemos entender que é a propriedade daquele que é móvel e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Voltemos à discussão: por <strong>mobilidade</strong> podemos entender que é a propriedade daquele que é móvel e que obedece às leis do movimento. Mais ainda, é aquele que tem a capacidade de se mover mantendo sua funcionalidade íntegra, individualmente ou coletivamente.<em><br />
</em></p>
<p>Para analisarmos o termo sob o ponto de vista de software, consultemos o Wikipédia: "<em>Capacidade de acessar ou executar sistemas através de dispositivos portáteis, facilitando trabalhos que antes eram restritos a grandes dispositivos</em>". É importante ressaltar que além da transparência de acesso e de localização, comumente requeridas em um sistema distribuído, <strong>há a necessidade de assegurar a transparência de mobilidade</strong>. Uma breve definição por  <a href="http://www.cdk4.net" target="_blank">CDK 4e</a> tras o conceito de computação móvel como  aquela que tem o objetivo de "<em>ocupar-se da exploração da conexão em equipamentos portáteis</em>".</p>
<p>Com todos estes conceitos, não é preciso justificar aqui que é intrínseco da mobilidade a independência total ou parcial de uma infra-estrutura fixa, centralizada de rede; pois para ser móvel é necessário um certo grau de desvinculação física entre os "objetos" (aqueles que estão compondo determinado cenário).</p>
<p>Quanto a esta independência, podemos classificar um sistema quanto ao grau de mobilidade que os dispositivos e as redes móveis dão suporte. Segundo Licia Capra em Mobile Middleware, estes tipos são classificados como:</p>
<ul>
<li>Infra-estruturada</li>
<li>Nômade</li>
<li>Ad-Hoc</li>
</ul>
<p>É extremamente importante ter esses conceitos em mente, assim como as possíveis soluções para os principais desafios, ao projetar um novo sistema que envolva mobilidade como requisito da aplicação, para que a mesma não influencie negativamente no resultado final e na experiência dos usuários.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[nous devons demander quels sont nos nomades aujourd'hui, qui sont vraiment nos nietzschéens ? - conclusion : exil et nomadisation chez nietzsche]]></title>
<link>http://anarkali.wordpress.com/?p=75</link>
<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 17:16:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>anarkali</dc:creator>
<guid>http://anarkali.wordpress.com/?p=75</guid>
<description><![CDATA[- figures de l&#8217;exil chez nietzsche -
les esprits libres (VI) | dépassement de l&#8217;exil (V]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;">- figures de l'exil chez nietzsche -<br />
<a href="/2008/04/06/plutot-mourir-que-vivre-ici-les-esprits-libres-chez-nietzsche/" target="_blank">les esprits libres (VI)</a> &#124; <a href="2008/04/14/ce-quon-peut-aimer-chez-lhomme-cest-quil-est-transition-et-perdition-depassement-de-lexil-chez-nietzsche/" target="_blank">dépassement de l'exil (VII)</a> &#124; conclusion ; exil et nomadisation (VIII)</p>
<p style="text-align:left;">---</p>
<p>La philosophie nietzschéenne est celle du mouvement nécessaire avant que celui-ci ne soit volontaire - dans la nuance entre le passif et l'actif. Un mouvement qui ne cherche ni logique, ni but ; mais qui est celui d'une liberté affranchie de ce qui retient à l'immobile, à la terre ferme : la morale, la vérité, l'Identique. Ainsi, c'est une philosophie de la sédition que nous livre Nietzsche, d'une résistance contre la loi, l'institution, le contrat - toute idée de souveraineté qui ne soit pas celle de la Volonté de Puissance. Nietzsche abolit le sens donné à l'existence.</p>
<blockquote><p>Le « signifiant », c'est vraiment le dernier avatar philosophique du despote. Or si Nietzsche n'appartient pas à la philosophie, c'est peut-être qu'il est le premier à concevoir un autre type de discours comme une contre-philosophie. C'est-à-dire un discours avant tout nomade, dont les énoncés ne seraient pas produits par une machine rationnelle administrative, les philosophes comme bureaucrates de la raison pure, mais par une machine de guerre mobile. (1)</p></blockquote>
<p>La mobilité est la force constante de Nietzsche, en ce qu'elle veut déloger à chaque fois les convictions les mieux acquises, les maisons les plus solidement bâties pour renvoyer l'homme à sa solitude, qu'elle remplace une illusion confortable par une incertitude constante. Accepter cet état de fait revient néanmoins à ouvrir des perspectives infinies de trajectoires individuelles, un faisceau multiple de possibilités qui ne saurait être fixé ou limité par une autorité hétéronome. En ce sens, notre probité nous commande toujours de <em>dé-ménager</em> notre esprit, de l'altérer pour en provoquer le mouvement, en affirmer le caractère multiple. Ce mouvement n'est point nécessairement spatial, il n'engage pas le corps dans sa course. Nietzsche fut peut-être celui qui atteignit les plus hautes cimes, son corps n'en demeurant pas moins ce qui aura cloué son esprit pensant une décennie.</p>
<p>La <em>pensée nomade</em> de Nietzsche est toujours autant d'actualité, la circulation accrue des personnes, des biens et des idées a déraciné bien des hommes de leur habitat pour les confronter aux multiples lignes de fuite qui sont les leurs. Ce mouvement est de plus en plus rapide, inconfortable, précarise l'individu dans sa société. Le pouvoir et l'autorité ne trouvent plus la résistance qu'ils escomptaient car l'individu se meut rapidement à l'intérieur de lui-même, modifie ses allégeances au fil de son voyage. Il est de moins en moins fixé à un seul village, une seule idée, un seul dieu. Il <em>s'exile</em> dans la multiplicité des devenirs, se dé-sédentarise pour nomadiser à nouveau.</p>
<blockquote><p>On sait bien que dans nos régimes les nomades sont malheureux : on ne recule devant aucun moyen pour les fixer, ils ont peine à vivre. Et Nietszche vécut comme un de ces nomades réduits à leur ombre, allant de pension meublée en pension meublée. Mais aussi, le nomade, ce n'est pas forcément quelqu'un qui bouge : il y a des voyages sur place, des voyages en intensité, et même historiquement, les nomades ne sont pas ceux qui bougent à la manière des migrants, au contraire ce sont ceux qui ne bougent pas, et qui se mettent à nomadiser pour rester à la même place, pour échapper aux codes. [...] Voilà peut-être le plus profond de Nietzsche, la mesure de sa rupture avec la philosophie, telle qu'elle apparaît dans l'aphorisme : avoir fait de la pensée une machine de guerre, avoir fait de la pensée une puissance nomade. Et même si le voyage est immobile, même s'il se fait sur place, imperceptible, inattendu, souterrain, nous devons demander quels sont nos nomades aujourd'hui, qui sont vraiment nos nietzschéens ? (2)</p></blockquote>
<p>« Tous et personne! », s'écrierait Zarathoustra.</p>
<p style="text-align:left;">---</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://anarkali.wordpress.com/2008/02/27/exil-et-ontologie-chez-nietzsche/">figures de l'exil chez nietzsche (I) : exil et ontologie</a><br />
<a href="http://anarkali.wordpress.com/2008/03/09/nous-avons-invente-l%e2%80%99idee-de-but-dans-la-realite-le-but-manque%e2%80%a6-exil-innocence-et-tragique-de-lexistence-chez-nietzsche/" target="_blank"> figures de l'exil chez nietzsche (II) : exil, innocence et tragique de l'existence</a><br />
<a href="http://anarkali.wordpress.com/2008/03/19/le-chemin-en-effet-cela-nexiste-pas-exil-et-probite-chez-nietzsche/"> figures de l'exil chez nietzsche (III) : exil et probité</a><br />
<a href="http://anarkali.wordpress.com/2008/03/23/o-solitude-solitude-ma-patrie-exil-solitude-et-voyage-chez-nietzsche/"> figures de l'exil chez nietzsche (IV) : exil, solitude et voyage</a><br />
<a href="/2008/03/30/jenseigne-aux-hommes-un-vouloir-nouveau-exil-et-amor-fati-chez-nietzsche/" target="_self"> figures de l'exil chez nietzsche (V) : exil et amor fati</a><br />
<a href="/2008/04/06/plutot-mourir-que-vivre-ici-les-esprits-libres-chez-nietzsche/" target="_self"> figures de l'exil chez nietzsche  (VI) : les esprits libres</a><br />
<a href="/2008/04/14/ce-quon-peut-aimer-chez-lhomme-cest-quil-est-transition-et-perdition-depassement-de-lexil-chez-nietzsche/" target="_self"> figures de l'exil chez nietzsche  (VII) : dépassement de l'exil</a><br />
figures de l'exil chez nietzsche (VIII) : conclusion ; exil et nomadisation</p>
<p>---</p>
<p>(1) Gilles 	Deleuze, <em>La pensée 	nomade</em>, in 	<em>Nietzsche 	aujourd'hui ?</em>, 	vol. 1 ''Intensités'', Paris, Union Générale 	d'Éditions, 10/18, 1973 ; p. 	173</p>
<p>(2) Gilles Deleuze, <em>La 	pensée nomade, </em>op. 	cit., p. 173</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Les touaregs et le désert]]></title>
<link>http://somewhereinthemiddleofnowhere.wordpress.com/?p=65</link>
<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 23:37:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>YN</dc:creator>
<guid>http://somewhereinthemiddleofnowhere.wordpress.com/?p=65</guid>
<description><![CDATA[Lu dans Libération :

Les touaregs maîtres du désert

Entamer une série sur les territoires en p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Lu dans Libération :</p>
<ul>
<li><a href="http://www.liberation.fr/actualite/monde/321058.FR.php">Les touaregs maîtres du désert</a></li>
</ul>
<p>Entamer une série sur les territoires en parlant d'un peuple nomade confronté à une logique de gestion de l'espace créée par des sédentaires, c'est presque commencer par la fin. Mais il y a des articles que l'on ne peut pas laisser passer car il y est fait appel à de nombreuses notions de ce qu'est un territoire.</p>
<p>Mais il montre avant tout qu'un territoire c'est quelque chose de vécu, qui n'a pas nécessairement des limites fixes et que les limites peuvent varier en fonction du temps et de intérêts.</p>
<p>Le conflit décrit ici repose entre autre sur des relations au territoire différente et sur des imbrications de territoires qui ne coïncident pas entre 2 peuples. <em>Un territoire serait l'espace dans lequel vit un peuple.</em></p>
<p>Le partage et la souveraineté sur un territoire ont été la cause de la plupart des conflits à travers l'histoire. <em>Un territoire serait un lieu sur lequel s'exerce un pouvoir.</em></p>
<p>La plupart du temps, le pouvoir ne suffit pas à justifier le volonté de posséder un territoire, la valeur qu'il possède, ses ressources naturelles et matérielles sont aussi des éléments qui feront ou non son attractivité. <em>Un territoire serait un espace qui produit des richesses.</em></p>
<p>La première notion de territoire lorsque l'on met en lien ces notions : peuple, richesse, pouvoir. Ce sont les états.</p>
<p>La situation géographique et politique actuelle est étroitement liée à la colonisation et à la décolonisation. C'est ce passage de l'histoire du continent qui en a façonné l'organisation et qui est encore à la base de la structure de la plupart de ces états. La décolonisation a permis au modèle occidental d'état nation s'installer en Afrique.</p>
<p>Hors, l'organisation du territoire pour un peuple nomade ne peut fonctionner en fonction de ces critères. Pour eux, le territoire existe mais il est mouvant. Fonction du commerce, de la météo et des richesses. Il s'aborde différemment que dans un modèle sédentaire. Pour nous, un territoire, c'est une aire, une surface donnée, délimitée et la plupart du temps stable. Ici pour ce peuple nomade, le territoire est plutôt comme une constellation, des points à relier entre eux, connectés par des routes elles mêmes mouvantes.</p>
<p>Cette culture répond aux caractéristiques naturelles d'un tel espace qui ne permettent pas l'entretien d'une population nombreuse et sédentaire.</p>
<p>Le conflit est né de l'existence même de frontières d'états au cœur d'un territoire mouvant. États qui veulent évidemment contrôler les flux de personnes et de marchandises.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Apple et l'iPhone continuent leur tournée merchandising...]]></title>
<link>http://tendance2point0.wordpress.com/?p=52</link>
<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 12:20:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tendance 2.0</dc:creator>
<guid>http://tendance2point0.wordpress.com/?p=52</guid>
<description><![CDATA[Depuis sa sortie, tendance 2.0 s&#8217;intéresse de près au merchandising qui gravite autour de l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Depuis sa sortie, tendance 2.0 s'intéresse de près au merchandising qui gravite autour de l'<strong>iPhone</strong>. Certains produits ou "gadgets" n'ont que peu d'intérêts pour ses adeptes. D'autres, au contraire, présentent une véritable valeur ajoutée au produit et enfin, certains peuvent être considérés comme les prémices de nouveaux usages.</p>
<p align="justify">C'est le cas de cet accessoire "<strong>sans nom</strong>" (ce qui le rend d'ailleurs plus mystique encore) qui permet de transformer un iPhone en un véritable poste de travail.</p>
<p align="justify">Directement inspiré du célèbre socle iMac, ce produit muni d'un projecteur permet d'<strong>afficher une image de clavier QWERTY</strong> sur tout les supports. <strong>Les capteurs infrarouges</strong> intégrés à la base du socle récupèrent le mouvement des doigts et les analysent pour définir les touches qui ont été “tapées”.</p>
<p align="justify">Ainsi, le téléphone digital, lecteur MP3, agenda, album photo... laisse place à un ordinateur high-tech et particulièrement mobile. "Sans nom" apporte une nouvelle dimension au produit far d'Apple : un produit nomade et pratique allié à l'avantage d'une utilisation "fixe".</p>
<p align="justify"><em><br />
Source : Tendance Moderne 2.0</em></p>
<p style="text-align:center;" align="justify"><a href="http://tendance2point0.files.wordpress.com/2008/04/iphone-desktop1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-55" src="http://tendance2point0.wordpress.com/files/2008/04/iphone-desktop1.jpg?w=468" alt="" width="411" height="411" /></a><a href="http://tendance2point0.files.wordpress.com/2008/04/iphone-desktop-21.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-56" src="http://tendance2point0.wordpress.com/files/2008/04/iphone-desktop-21.jpg?w=468" alt="" width="410" height="298" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Turquie : Pixman sélectionne Zoom Kurumsal]]></title>
<link>http://oohtv.wordpress.com/2008/06/03/turquie-pixman-fait-de-zom-kurumsal-son-distributeur-en-turquie/</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 13:32:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redaction</dc:creator>
<guid>http://oohtv.wordpress.com/2008/06/03/turquie-pixman-fait-de-zom-kurumsal-son-distributeur-en-turquie/</guid>
<description><![CDATA[ Pixman Média Nomade annonce avoir sélectionné Zoom Kurumsal comme revendeur à valeur ajoutée e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img style="margin:5px 0 0 10px;" src="http://oohtv.files.wordpress.com/2008/06/pixman-logo-canada1.jpg" alt="pixman Logo Canada" width="95" height="23" align="right" /> <a href="http://www.pixman.com" target="_blank">Pixman Média Nomade</a> annonce avoir sélectionné <a href="http://www.zoomkurumsal.com/" target="_blank">Zoom Kurumsal</a> comme revendeur à valeur ajoutée en Turquie. Ce dernier, qui était depuis plus d´un an détenteur d'une licence Pixman, bénéficiera à présent d'un plus grand éventail de produits et applications provenant du groupe canadien.</p>
<p>Cette annonce fait suite aux <a href="http://oohtv.wordpress.com/2008/06/02/francemaroc-pixman-collaborera-avec-geome-et-media-max/" target="_blank">désignations, hier, de revendeurs à valeur ajoutée en France et au Maroc</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[France/Maroc : Pixman collaborera avec Geome et Media Max]]></title>
<link>http://oohtv.wordpress.com/2008/06/02/francemaroc-pixman-collaborera-avec-geome-et-media-max/</link>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 21:04:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redaction</dc:creator>
<guid>http://oohtv.wordpress.com/2008/06/02/francemaroc-pixman-collaborera-avec-geome-et-media-max/</guid>
<description><![CDATA[ Pixman a sélectionné Geome comme revendeur à valeur ajoutée sur l´ensemble du territoire fran]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img style="margin:5px 0 0 10px;" src="http://oohtv.files.wordpress.com/2008/06/pixman-logo-canada.jpg" alt="pixman Logo Canada" width="97" height="23" align="right" /> <a href="http://www.pixman.com" target="_blank">Pixman</a> a sélectionné <a href="http://www.geome.com/fr/" target="_blank">Geome</a> comme revendeur à valeur ajoutée sur l´ensemble du territoire français. Ce dernier a déjà réalisé en mai une première campagne pour la Société Générale.</p>
<p>Le groupe était <a href="http://www.cjpixmanfrance.com/" target="_blank">déjà présent en France</a> via <a href="http://www.cj.com.fr/" target="_blank">cj.com</a>, une "agence de conseil en communication active", qui le représentait dans l´ouest de la France.</p>
<p>Le canadien a, par ailleurs, choisi Media Max pour l´accompagner dans son développement au Maroc. Les deux groupes sont déjà partenaires en Tunisie.</p>
<p>Une première campagne a déjà été confirmée pour le compte de l´opérateur téléphonique marocain Meditel (pour le lancement de la 3G).</p>
<p>Pixman est actuellement engagée dans une phase soutenue d´internationalisation, pilotée par son président et CEO Philippe Gribeauval, depuis son nouveau bureau de Madrid.</p>
<p>Les régions principalement visées sont l´Europe et l´Asie (<a href="http://oohtv.wordpress.com/2008/03/24/canadainde-pixman-nomadic-media-se-dveloppe-en-inde/" target="_blank">le groupe a ainsi fait son entrée en Inde en mars dernier</a>).</p>
]]></content:encoded>
</item>

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