<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>mundo-mundo-vasto-mundo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/mundo-mundo-vasto-mundo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mundo-mundo-vasto-mundo"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 12:32:50 +0000</pubDate>

	<generator>http://wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[De olho nos invasores]]></title>
<link>http://pedrobiondi.wordpress.com/?p=100</link>
<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 23:00:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedrobiondi</dc:creator>
<guid>http://pedrobiondi.wordpress.com/?p=100</guid>
<description><![CDATA[O Instituto Hórus colocou na internet uma lista com 330 animais e plantas considerados espécies in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Hórus colocou na internet uma <a href="http://i3n.institutohorus.org.br/filt_especies.asp" target="_blank">lista com 330 animais e plantas considerados espécies invasoras</a> no Brasil. Pouca gente sabe, mas seres vivos exóticos ("estrangeiros"), incluindo microrganismos, podem causar grandes problemas quando introduzidos num local.<a href="http://pedrobiondi.files.wordpress.com/2008/04/foto-de-magno-v-segalla5.jpg"><img class="alignright alignnone size-medium wp-image-107" style="float:right;margin:11px 13px;" src="http://pedrobiondi.wordpress.com/files/2008/04/foto-de-magno-v-segalla5.jpg?w=400" alt="Rã-touro (foto de Magno Vicente Segalla)" width="294" height="220" /></a></p>
<p>No plano mundial, várias espécies foram extintas por causa dessas introduções, que subvertem uma seqüência de milhões e milhões de anos de processos naturais. Sem falar em prejuízos bilionários.</p>
<p>As trocas de fauna e flora entre as diferentes regiões, e ao mesmo tempo o isolamento de determinadas populações, resultaram da conformação dos acidentes geográficos e do clima, a partir da acomodação dos continentes. Trata-se de um processo fundamental para a formação da biodiversidade, isto é, o leque de seres vivos em cada parte do planeta.</p>
<p>Com os navios, aviões, carros e afins, e com as atividades humanas, as trocas desse tipo se aceleram cada vez mais. E colocam em cada local cartas (como a faminta rã-touro acima) que nunca estiveram no baralho natural dali.</p>
<p><!--more--></p>
<p>Ao se estabelecer, os "novos moradores" competem com os antigos por comida e espaço. Muitas vezes, viram predadores deles. Noutras, transmitem doenças.</p>
<p>Bom, mas voltando à base de dados: ela é aberta ao público geral e integrada às dos outros 13 países americanos que compõem a rede I3N. As pessoas podem buscar dados por espécie, nome comum, ambiente, lugar e outros filtros.</p>
<p>E, como se vê, é assunto que não se esgota num samba curto - parafraseando Paulinho. Voltarei ao tema nesta semana.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Like a dead duck]]></title>
<link>http://pedrobiondi.wordpress.com/?p=96</link>
<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 15:31:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedrobiondi</dc:creator>
<guid>http://pedrobiondi.wordpress.com/?p=96</guid>
<description><![CDATA[Pesquisadores do MIT constataram que o VT (tônus vital, pela sigla em inglês) de um brokenhearted ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="float:left;margin-left:12px;margin-right:12px;" src="http://www.thinctanc.co.uk/design/images/tut02_duck02.jpg" alt="" width="81" height="108" />Pesquisadores do MIT constataram que o VT (tônus vital, pela sigla em inglês) de um <em>brokenhearted</em> corresponde ao de um pato morto.</p>
<p>Assim, não obstante inusitada, provou-se verdadeira a expressão de língua inglesa <em>"feeling like a dead duck"</em>, imortalizada pela banda Jethro Tull (os registros não esclarecem se a imagem foi cunhada pela banda ou a precede).</p>
<p>Também descobriram os cientistas que o <em>riff</em> <a href="http://br.youtube.com/watch?v=alQJVwjfSkY&#38;feature=related" target="_blank">"cangancangangangan"</a>, com a respectiva paradinha, consolidou-se como dublê semântico da citada metáfora – ou seja, seu perfeito substituto. No experimento, voluntários fizeram associação espontânea e imediata entre o toque de guitarra e as palavras, e vice-versa.</p>
<p>Coisas da semiótica.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Media criticism...]]></title>
<link>http://pedrobiondi.wordpress.com/2008/01/17/media-criticism/</link>
<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 01:23:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedrobiondi</dc:creator>
<guid>http://pedrobiondi.wordpress.com/2008/01/17/media-criticism/</guid>
<description><![CDATA[&#8230; by Raul Santos Seixas, PhD, Brazil:
&#8220;Um piloto rouba um MiG
Gelo em Marte, diz a vikin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>... by Raul Santos Seixas, PhD, Brazil:</p>
<p><a href="http://br.youtube.com/watch?v=MqQq_ykY_j0" target="_blank">"Um piloto rouba um MiG</a></p>
<p><a href="http://br.youtube.com/watch?v=MqQq_ykY_j0" target="_blank">Gelo em Marte, diz a viking</a></p>
<p><a href="http://br.youtube.com/watch?v=MqQq_ykY_j0" target="_blank">Mas, no entanto</a></p>
<p><a href="http://br.youtube.com/watch?v=MqQq_ykY_j0" target="_blank">Não há galinha em meu quintal..."</a></p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
