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	<title>mosteiro &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/mosteiro/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mosteiro"</description>
	<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 01:48:31 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://familia9horas.wordpress.com/?p=633</link>
<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 15:42:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>familia9horas</dc:creator>
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<description><![CDATA[.
Igreja do Mosteiro de Lorvão
 

 

 
Lorvão - Concelho de Penacova
.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align:center;">.</h1>
<h1 style="text-align:center;"><span style="color:#333333;">Igreja do Mosteiro de Lorvão</span></h1>
<p> </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://familia9horas.files.wordpress.com/2008/10/lorvao-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-631" title="lorvao-1" src="http://familia9horas.wordpress.com/files/2008/10/lorvao-1.jpg" alt="" width="460" height="345" /></a></p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://familia9horas.files.wordpress.com/2008/10/lorvao-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-632" title="lorvao-2" src="http://familia9horas.wordpress.com/files/2008/10/lorvao-2.jpg" alt="" width="460" height="345" /></a></p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<h2 style="text-align:center;">Lorvão - Concelho de Penacova</h2>
<p style="text-align:center;">.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Múmia no mosteiro]]></title>
<link>http://nuvens.wordpress.com/?p=111</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 20:11:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>pekena</dc:creator>
<guid>http://nuvens.wordpress.com/2008/10/01/mumia-no-mosteiro/</guid>
<description><![CDATA[Não, não é nenhum filme novo da séria da Múmia. E a notícia também não é nova, mas é um pe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Não, não é nenhum filme novo da séria da Múmia. E a notícia também não é nova, mas é um pequeno fato da história de São Paulo.</p>
<p>Em fevereiro deste ano, conforme reportagem do <a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/reuters/2008/02/26/ult27u64915.jhtm">UOL</a>, foi encontrada uma mpumia de aproximadamente 200 anos e um esqueleto nas paredes do subsolo do Mosteiro da Luz. A descoberta foi feita por uma equipe que combatia cupins no Mosteiro, que achando estranho um foco de cupins na parede, resolveu entrar no local.</p>
<p>A arquidiocese informou que de 1774 (fundação do Mosteiro) até 1882, as freiras que habitam o local eram enterradas ali.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[light serenade]]></title>
<link>http://outrasluzes.wordpress.com/?p=86</link>
<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 14:00:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>outrasluzes</dc:creator>
<guid>http://outrasluzes.wordpress.com/2008/09/26/light-serenade/</guid>
<description><![CDATA[
Mosteiro da Batalha
Paulo Pinto 2008
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://outrasluzes.files.wordpress.com/2008/09/ls.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-87" title="light serenade" src="http://outrasluzes.wordpress.com/files/2008/09/ls.jpg" alt="" width="280" height="420" /></a></p>
<p>Mosteiro da Batalha<br />
Paulo Pinto 2008</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Catpeople en el Dolorock´08]]></title>
<link>http://bidimensional.wordpress.com/?p=223</link>
<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 23:48:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>bidimensional</dc:creator>
<guid>http://bidimensional.wordpress.com/2008/09/01/catpeople-en-el-dolorock%c2%b408/</guid>
<description><![CDATA[
More pics
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/kasikeno/"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3010/2816633509_1a28175b0d.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/kasikeno/2816633091/">More pics</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Monastério de Montserrat]]></title>
<link>http://ocachambinaoeaqui.wordpress.com/?p=293</link>
<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 02:42:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leandro</dc:creator>
<guid>http://ocachambinaoeaqui.wordpress.com/2008/08/27/monasterio-de-montserrat/</guid>
<description><![CDATA[Um passeio de um dia partindo de Barcelona: era o que eu queria fazer no dia livre que havia program]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Um passeio de um dia partindo de Barcelona: era o que eu queria fazer no dia livre que havia programado.  A minha escolha se revelou muito boa (não chegou a ser excepcional, mas ficou longe de decepcionar): o Monastério de Montserrat.</p>
<p style="text-align:justify;">A viagem até lá demora pouco mais de uma hora.  Por isso, é bom acordar bem cedo e pegar o primeiro trem do dia (às 8:46h) - até existem trens mais cedo, <a title="Timetable do trem de cremalheira e dos funiculares" href="http://www.cremallerademontserrat.cat/website_cremallera/media/downloads/cremallera/horaris_cremallera_2008.pdf" target="_blank">mas não dá para subir ao Monastério antes do horário de chegada desse trem</a>.  Ele vai parando de estação em estação até lá.  E acredite: todos os turistas que estiverem no tal trem, vão para lá também.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
[caption id="" align="alignright" width="240" caption="Estação Monistrol de Montserrat"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2690273151/in/set-72157605955960253/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3177/2690273151_2e74204053_m.jpg" alt="Estação Monistrol de Montserrat" width="240" height="180" /></a>[/caption]
<p>Para <a href="http://www.cremallerademontserrat.cat/website_cremallera/eng/cremallera_comarribar.asp" target="_blank">chegar no Monastério é fácil</a>: pega-se o trem (linha R5 - verde), na estação Plaza d'Espanya, com direção a Manresa-Baixador.  Daí para frente não tem erro: é só esperar o trem chegar na estação desejada e saltar.  Dá até para tirar um cochilo e colocar o sono em dia.  Para subir ao Monastério, há duas opções: via teleférico ou via trem de cremalheira.  Mas sobre isso eu vou falar daqui a pouco.</div>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.fgc.cat/accesible/eng/viatjar/oci.php" target="_blank">Eu fiz as contas, na ponta do lápis</a>, e vi que comprar o bilhete Montserrat TOT era mais vantajoso do que comprar cada bilhete separadamente.  O TOT dá direito a pegar um metrô em Barcelona, o trem de ida, o teleférico ou a cremalheira para subir ao Monastério, visita ao museu e ao espaço audiovisual, almoço em restaurante "<em>self service</em>", uso ilimitado dos funiculares de São João e Santa Cova, teleférico ou cremalheira para descer até a estação de trem, o trem de volta a Barcelona e outro metrô em Barcelona.  O bilhete TransMontserrat é parecido com o bilhete TOT, mas não dá direito à entrada do museu e ao almoço.</p>
<p style="text-align:justify;">É importante dizer, para os mais aventureiros, que os trechos percorridos pelos funiculares de Santa Cova e São João podem ser feitos a pé, em <a title="Mapa das trilhas" href="http://www.cremallerademontserrat.cat/website_cremallera/eng/itineraris_rutes.asp" target="_blank">trilhas</a> que variam de 40 a 90 minutos, aproximadamente.</p>
<p style="text-align:justify;">Esses bilhetes são vendidos em qualquer estação de trem e metrô de Barcelona.  <a title="Lista e tabela de preços de todos os bilhetes possiveis e imagináveis para chegar a Montserrat" href="http://www.cremallerademontserrat.cat/website_cremallera/eng/cremallera_tarifes.php" target="_blank">O TOT custa €34,40; o Trans custa €20,90.</a>  Só que, no ato da compra do bilhete, você tem que decidir como quer subir ao Monastério: de funicular ou de teleférico.  Eu escolhi funicular, porque a <em>Fiona</em> não quis andar de teleférico, mas recomendo teleférico, que vai direto até a estação, porque você não tem que sincronizar o horário de volta do funicular (a cada três funiculares que descem do Monastério, só um vai até a estação do trem, os outros fazem ponto final da cidade).  Não dá para subir em um e descer no outro (não com esses bilhetes combinados).</p>
<p style="text-align:justify;">Para subir e descer de teleférico, deve-se utilizar a estação do trem "Monistrol-Aeri".  Para subir e descer de funicular, deve-se utilizar a estação do trem "Monistrol de Montserrat".  Com todas essas dicas compreendidas, vamos falar agora do passeio em si.</p>
[caption id="" align="alignleft" width="240" caption="A vista é linda!"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2691377552/in/set-72157605955960253/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3074/2691377552_ea447d1ce8_m.jpg" alt="A vista é linda!" width="240" height="180" /></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;">O visual é lindo!  A <a href="http://www.montserratvisita.com/Nature/_pUI7-gXTbraorWsYtYXV_aCVHbQFRvdxQEvP1fcfrQYo5iejDnk8iQ" target="_blank">natureza de lá</a> é completamente diferente de qualquer coisa que eu já havia visto, no Brasil ou fora dele.  As formações rochosas que envolvem o Monastério são ímpares.  E faz frio, principalmente lá em cima do funicular de São João, porque venta bastante: é bom levar um casaquinho, principalmente para as mulheres que normalmente são mais friorentas que os homens.</p>
<p style="text-align:justify;">O mosteiro, em si, é bastante simples por fora.  Não é uma atração turística por causa de sua opulência arquitetônica, nem de sua importância para a história do mundo, como acontece na maioria das atrações turísticas européias.  Pelo estilo da maioria dos visitantes (velhinhos de várias nacionalidades), vê-se que o forte ali é o turismo religioso mesmo: romaria.  Muita gente vai lá para se <a title="Clique aqui para fazer reservas online (com antecedência)" href="http://www.montserratvisita.com/?go=6b0419701c53a8c04e4176c671250db590b056e8dc96f05072d73e511cfd575712678990a4277f42cb219d50a6f395d4053326e8b28cc3043fdd814d258a67b6" target="_blank">hospedar</a> lá, fazer retiro, rezar, peregrinar, estudar.  Alguns visitam por causa da beleza natural do lugar.  Pouca gente, ao que senti, quer apenas conhecer mais um lugar diferente e voltar para Barcelona.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
[caption id="" align="alignright" width="180" caption="Imagem de Nossa Senhora de Montserrat"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2696709577/in/set-72157605955960253/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3069/2696709577_f372507d74_m.jpg" alt="Imagem de Nossa Senhora de Montserrat" width="180" height="240" /></a>[/caption]
<p>A igreja é bonita, e não poderia deixar de ser, apesar de sua fachada ficar oculta em um claustro do mosteiro.  Não se paga para entrar nela nem para visitar a imagem de Nossa Senhora de Monserrat, a sua peça principal.  Para visitar a estátua, pegue a porta mais à direita da igreja (olhando para a fachada) e siga por dentro das capelas laterais até subir a escadaria que leva à parte superior do altar fixo.  A saída dessa visita é feita pela outra lateral da igreja, onde o visitante é despejado no local onde os romeiros acendem suas velas.</p></div>
<p style="text-align:justify;">Na igreja, as missas são a principal atração, seguidas do coral de meninos.  Tudo com <a title="Horários de serviços" href="http://www.montserratvisita.com/?go=6b0419701c53a8c0d0e87a408ec15e596d42707cffd583a76b4ba8a299200f1277f04aed47df3c7b9adbe7b106b28054f7281efe0b219c42ca54e34e01f12701" target="_blank">horários pré-definidos</a> e seguidos à risca.  E não é demais lembrar que é preciso chegar cedo para pegar um bom lugar na igreja.</p>
[caption id="" align="alignleft" width="240" caption="Trilha para Santa Cova"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2690611741/in/set-72157605955960253/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3209/2690611741_e987a79d64_m.jpg" alt="Trilha para Santa Cova" width="240" height="180" /></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;">A trilha para a Santa Cova tem início com a descida pelo <a title="Funicular de Santa Cova" href="http://www.cremallerademontserrat.cat/website_cremallera/eng/funicular_santacova.asp" target="_blank">funicular de Santa Cova</a>.  A trilha é linda!  Enquanto caminha pelo sobe-desce (às vezes bastante íngreme, mas sempre bem calçada) da trilha, o peregrino admira estátuas alusivas aos mistérios do rosário.  Depois das quinze estações, finalmente, chega-se à pequenina capela de Santa Cova, onde ocorreu a aparição da Virgem de Montserrat.</p>
<p style="text-align:justify;">A chegada na capela é reconfortante, mas ali rola um clima de Aparecida do Norte, com aqueles exageros que fazem a fé parecer fanatismo.  Pedaços de corpo em cera pendurados nas paredes, velas enormes queimando e vários objetos aleatórios decoram a capela, provavelmente significando o desejo ou o agradecimento por alguma graça.</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar do reconforto, a volta não é nada animadora.  O sobe e desce tem que ser percorrido todo novamente até chegar ao funicular para, enfim, subir para o Monastério.  Mas <a title="Timetable do trem de cremalheira e dos funiculares" href="http://www.cremallerademontserrat.cat/website_cremallera/media/downloads/cremallera/horaris_cremallera_2008.pdf" target="_blank">cuidado com o horário</a>: o funicular fecha para almoço!  Antes de ir à Santa Cova, verifique a última partida e se esforce para chegar lá a tempo, senão a espera (com fome) será muito grande.</p>
[caption id="" align="alignright" width="240" caption="Meu prato de comida"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2690631191/in/set-72157605955960253/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3211/2690631191_f66dcbd191_m.jpg" alt="Meu prato de comida" width="240" height="180" /></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;">De volta ao mosteiro, é a hora do almoço: <a href="http://www.cremallerademontserrat.cat/website_cremallera/eng/montserrat_allotjament.asp" target="_blank">no restaurante</a> a comida não é "<em>self-service</em>": enquanto você desliza a bandeja um garçom do outro lado do balcão coloca a comida que você escolhe no seu prato, na quantidade que ele quer.  Há duas seções de comida: na primeira, você escolhe um prato (eu escolhi macarrão) e, na segunda, dois pratos (eu escolhi carne de coelho e batata frita).  Depois você escolhe uma sobremesa e um refrigerante.  Se quiser salada, tem que abrir mão da sobremesa (escolha difícil...).</p>
<p style="text-align:justify;">O almoço enche e satisfaz o peregrino.  Dos melhores almoços que comi na Europa, senão o melhor.  Mas logo depois que sentei para comer, formou-se uma fila descomunal no restaurante.  Então vai a dica: almoce cedo, assim que o restaurante abrir, para evitar a fila monstruosa!</p>
<p style="text-align:justify;">De pança cheia, é a hora de ver o museu, que é bonito e bem arrumado, mas praticamente só tem quadros em exibição.  Tem obras muito interessantes, dos mais variados estilos, e um segurança dos mais antipáticos que eu já vi.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois de relaxar no <a href="http://www.cremallerademontserrat.cat/website_cremallera/eng/montserrat_museu.asp" target="_blank">museu</a>, só resta ao viajante subir o <a title="Funicular de São João" href="http://www.cremallerademontserrat.cat/website_cremallera/eng/funicular_santjoan.asp" target="_blank">funicular de São João</a>.  A subida é longa e demorada.  Enquanto o funicular sobe, a paisagem da planície lá embaixo e do próprio monastério, em primeiro plano, vão se revelando ainda mais bonitas.  Se na subida, a paisagem já é bonita, imagina lá de cima.  É fantástica!</p>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
[caption id="" align="alignleft" width="240" caption="A vista é linda!"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2690702899/in/set-72157605955960253/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3226/2690702899_09ce5be124_m.jpg" alt="A vista é linda!" width="240" height="180" /></a>[/caption]
<p>Há muitas trilhas lá pelo topo das montanhas.  Muita gente faz trekking, montanhismo e outros esportes por lá.  Há quem apenas peregrine até a capela de São João - que fica um pouco longe, tanto que eu nem fui lá.  Aqui há outra dica para ser dada: a quantidade de gente querendo descer de tarde é bem maior que a capacidade do funicular.  Por isso, é preciso esperar algumas viagens do funicular (<a title="Timetable do trem de cremalheira e dos funiculares" href="http://www.fgc.cat/accesible/eng/viatjar/horaris.php" target="_blank">que tem horários mais espaçados que o necessário</a> para atender bem o público) para, enfim, descer.  E como o funicular tem horário limite de funcionamento, muita gente acaba descendo a pé mesmo, numa trilha demorada e de considerável nível de dificuldade.  É bom não deixar para descer nos últimos funiculares - o que é pena, porque prejudica o aproveitamento do dia de passeio.</div>
<p style="text-align:justify;">Depois de ver tudo isso, e antes de retornar a Barcelona, vale a pena percorrer as <a href="http://www.montserratvisita.com/Where%20to%20shop/_pUI7-gXTbraorWsYtYXV_SZNQu0qnG6sEYiI56pjMYPRnGtr-hZFcA" target="_blank">lojinhas</a> que existem perto da estação do funicular que conduz até a estação do trem.  São muito grandes, com uma imensa variedade de produtos para vender, não apenas religiosos.</p>
<p style="text-align:justify;">Visto tudo, é só descer e voltar a Barcelona, o que deve acontecer lá pelo fim do dia.  A viagem de volta é feita com a certeza de que o passeio de um dia valeu a pena.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[I Copa Bauxita - Resultados]]></title>
<link>http://pontontrasero.wordpress.com/?p=313</link>
<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 21:46:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>pontontrasero</dc:creator>
<guid>http://pontontrasero.wordpress.com/2008/08/24/i-copa-bauxita-resultados/</guid>
<description><![CDATA[Éxito de Organización
Este domingo 24 de agosto se ha celebrado en el Circuito Val do Salnés, tam]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3>Éxito de Organización</h3>
<p>Este domingo 24 de agosto se ha celebrado en el Circuito Val do Salnés, también conocido como Mosteiro, la I Copa Bauxita de Karting.</p>
<p>El coste mínimo de las inscripciones, 45 €; los altos premios, el ganador de ICC se llevó a casa 250 €; la libertad en la compra de los neumáticos, el coste en el circuito era de tan sólo 130 € cuando en el Campeonato Gallego, por ejemplo, es de 175 €; hasta el buen tiempo, no invitó a una elevada participación en esta I Copa Bauxita de Karting (<a href="http://www.bauxitagalega.es">www.bauxitagalega.es</a>), algo realmente incomprensible. Habría que analizar cuáles fueron los motivos para que no se acercasen más pilotos y equipos a correr esta prueba cuando se ha dado un verdadero ejemplo de organización exquisita.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-324" src="http://pontontrasero.wordpress.com/files/2008/08/i-copa-bauxita-287.jpg" alt="" width="500" height="308" /></p>
<p>Premios para todos los pódiums, desde teléfonos móviles para alevines y cadetes, además de unos preciosos trofeos, hasta premios en metálico para los mayores, llevándose 250 € el ganador de ICC, ó 200 € el ganador de sénior, pero hasta el 3er clasificado de ICC se llevó 50 €, con lo que amortizó la inscripción, económica puesto que fueron 45 € que incluían los entrenamientos del sábado. Precioso el detalle del talón gigante, seguro que un gran recuerdo para los ganadores.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-323" src="http://pontontrasero.wordpress.com/files/2008/08/i-copa-bauxita-407.jpg" alt="" width="500" height="401" /></p>
<p>Había hasta 6 comisarios en pista, todos ellos conectados con el Director de Carrera mediante walkies, y todos los comisarios tenían un juego completo de banderas que, a las ordenes del D.C. agitaron cuando fue necesario, de tal forma que no se produjo ningún incidente con los doblados, motivo de preocupación pues cadetes y alevines corrían juntos y enseguida se empezó a doblar. Ejemplar y tranquilizador, ¡cuánto que enseñar! Fue tal el despliegue de medios para esta Copa, que hasta la organización compró una bascula para el correcto pesaje de los karts, supervisado, y ayudado, por 4 comisarios. ¡Un 10!</p>
<p>Hubo, también, presencia de una ambulancia, la cual no fue necesaria su asistencia, excepto por un pequeño susto por una salida de pista de Francisco J. Fariña, el cual se golpeó la mano, por lo que los sanitarios comprobaron in situ que todo estaba en orden después de hacerle al niño el examen pertinente. Era tan bueno el ambiente en el técnico circuito pontevedrés, que hasta el padre de Daniel Martín fue el que solicitó un aplauso para que a Francisco se le pasase el susto y se recuperase.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-319" src="http://pontontrasero.wordpress.com/files/2008/08/i-copa-bauxita-234.jpg" alt="" width="500" height="294" /></p>
<p>Desde luego que de quien no debemos de olvidarnos es del patrocinador de esta Copa, Bauxita Galega. Es muy de agradecer que una empresa privada tome la iniciativa de ayudar económicamente a un deporte tan caro como este y aporte más de 700 € en premios en metálico, además de otros premios y apoyos. Desde <a href="http://www.pontontrasero.com">www.pontontrasero.com</a> apoyaremos siempre estos proyectos dándole la mayor difusión posible. ¡Enhorabuena!, y ánimo para darle continuidad en años venideros a esta Copa, la cual a buen seguro terminará siendo referencia en el karting del noroeste peninsular.</p>
<h4>Las Carreras</h4>
<p>Pocos participantes en todas las categorías, ya que en alevín se terminaban presentando 5 pilotos, 2 en cadete, 3 en júnior y 5 ICC´s, 15 en total que se terminaron agrupando en 2 categorías aunque han puntuado por separado.</p>
<p>Los alevines y los cadetes no realizaron entrenamientos cronometrados, sino que realizaron una tanda de 10 minutos libres. Después de esta tanda, se realizó el sorteo de la parrilla de salida de la primera clasificatoria, para la cual salía, desde la pole, Lorenzo Vázquez (que brilla en la Challenge Repsol a Gas), seguido del piloto del equipo Hobby Kart - Cubicaje, Sergio Martínez. Se les dio la primera línea de parrilla a los cadetes para que no se viesen perjudicados en su pelea por los alevines. Éstos salían con Francisco J. Fariña de primero, seguido de Daniel Martín, Borja Aballe de tercero, Pablo Torres a continuación y Eulogio Cruceiro cerraba la parrilla. La salida fue parada para que no hubiese problemas, y así Daniel Martín se ponía en cabeza seguido de Pablo Torres que adelantaba a Borja Aballe, precediendo a los debutantes Fariña y Cruceiro. En la primera vuelta Aballe adelantaba a Torres y se iba a por el lucense Martín, no llegando a adelantarlo. Detrás llegaba el piloto de Maranello Pablo Torres, seguido de Fariña y Cruceiro con vuelta perdida. Mientras Sergio y Lorenzo hacían su carrera en solitario, dando un tremendo espectáculo, ya que Martínez tenía unas ruedas que no le daban el agarre que necesitaba y así Lorenzo aprovechó para inquietarle todo lo que pudo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-321" src="http://pontontrasero.wordpress.com/files/2008/08/i-copa-bauxita-344.jpg" alt="" width="500" height="495" /></p>
<p>En la segunda manga cambiaron las cosas entre los pequeños, mientras que los cadetes hicieron la misma clasificatoria que en la anterior. El alevín Pablo Torres adelantó a Cruceiro en la salida y se escapó en solitario, seguido a cierta distancia por Daniel y Borja Aballe. Cruceiro entraba cuarto y Francisco Fariña llegaría 5º.</p>
<p>Así la final tendría la siguiente parrilla de salida:</p>
<ol>
<li>Sergio Martínez</li>
<li>Lorenzo Vázquez</li>
<li>Daniel Martín</li>
<li>Pablo Torres</li>
<li>Borja Aballe</li>
<li>Eulogio Cruceiro</li>
<li>Francisco J. Fariña</li>
</ol>
<p>El piloto xallense Sergio Martínez obtuvo una clara victoria en solitario seguido de Lorenzo en una carrera con poca historia, mientras que por detrás Daniel y Pablo se escapaban del resto de participantes. Una pena que Borja Aballe, con problemas de rendimiento en su IAME, no pudiese pelear con estos pilotos como en la primera manga, donde realizó una fantástica exhibición de pundonor y lucha. Después de la primera vuelta, Pablo comenzó a acechar a Daniel Martín, hasta que en la segunda vuelta lo adelantó en el final de recta pero Daniel se desdobló inmediatamente. En la siguiente vuelta Torres se puso a rebufo de Martín antes de entrar en la recta y así pudo realizar el adelantamiento más holgado para durante las siguientes vueltas aumentar el ritmo hasta conseguir una distancia suficiente sobre su rival. A continuación llegaron Aballe y Cruceiro, ya que Fariña sufrió una salida de pista en la penúltima curva.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-315" src="http://pontontrasero.wordpress.com/files/2008/08/i-copa-bauxita-152.jpg" alt="" width="500" height="276" /></p>
<p>Clasificación final:</p>
<ul>
<li>Cadete</li>
</ul>
<ol>
<li>Sergio Martínez</li>
<li>Lorenzo Vázquez</li>
</ol>
<ul>
<li>Alevín</li>
</ul>
<ol>
<li>Pablo Torres</li>
<li>Daniel Martín</li>
<li>Borja Aballe</li>
<li>Eulogio Cruceiro</li>
<li>Francisco Fariña</li>
</ol>
<p>Entre los mayores se hizo una manga de entrenamientos libres en la que corrieron juntos los ICC´s con los júnior. Después, para los entrenamientos cronometrados, salieron por separado y decidieron guiarse por el tiempo de sus cronómetros Mychron. Entre los ICC había un plantel de gran nivel, con pilotos de la talla de Abel Seijo o Carlos Sanmartín, rivales contra los que cualquier piloto le gustaría batirse. Abel realizó la pole sin ningún género de dudas. La parrilla quedaría configurada de la siguiente manera:</p>
<ol>
<li>Abel Seijo</li>
<li>Carlos Sanmartín</li>
<li>José M. Díaz</li>
<li>David Senra</li>
<li>Oscar Alfonso</li>
</ol>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-320" src="http://pontontrasero.wordpress.com/files/2008/08/i-copa-bauxita-302.jpg" alt="" width="500" height="465" /></p>
<p>Los júnior rodaron a un ritmo elevadísimo, superando incluso a algún ICC. David Fernández y su flamante Energy Corse se hacía con la pole, pero hay que destacar el ritmo alcanzado por Eloy Noya en su debut en competición:</p>
<ol>
<li>David Fernández</li>
<li>Ramiro Camiña</li>
<li>Eloy Noya</li>
</ol>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-322" src="http://pontontrasero.wordpress.com/files/2008/08/i-copa-bauxita-386.jpg" alt="" width="500" height="429" />La carrera no tuvo historia para Abel Seijo, auténtico dominador desde el banderazo de salida. Detrás Carlos Sanmartín se vio adelantado por José M. Díaz y sobre todo por Senra que se puso 2º en la primera vuelta. Fue una bonita y luchada carrera entre estos tres pilotos, aunque al final Sanmartín puso las cosas en su sitio y recuperó la segunda posición, llegando 3º Miguel Díaz. Entre los júnior David mantuvo su hegemonía durante toda la carrera y poca historia si no fuese por el accidente en el que se vio involucrado Noya al quedarse sin frenos y motivo por el cual recibió un golpe durísimo. El piloto hizo gala de una gran sangre fría y en la recta de meta consiguió sacar el kart de la pista sin poner en peligro a ningún participante ni a él mismo. La clasificación quedaría así:</p>
<ul>
<li>ICC</li>
</ul>
<ol>
<li>Abel Seijo</li>
<li>Carlos Sanmartín</li>
<li>José M. Díaz</li>
<li>David Senra</li>
<li>Oscar Alfonso</li>
</ol>
<ul>
<li>Júnior</li>
</ul>
<ol>
<li>David Fernández</li>
<li>Ramiro Camiña</li>
<li>Eloy Noya</li>
</ol>
<p> </p>
<p>La entrega de premios fue una fiesta total, los pequeños encantados con sus teléfonos móviles Orange, sus preciosos trofeos y medallas para todos los participantes. Los mayores se llevaron un dinerito a casa que hacen más llevaderas estas carreras, con trofeos y unos cheques gigantes muy fotografiados. Gran ambiente, buenas carreras, suculentos premios y excelente organización. ¡Hasta los bocatas estaban buenísimos!</p>
<p><strong>Lo más In</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-318" src="http://pontontrasero.wordpress.com/files/2008/08/i-copa-bauxita-1972.jpg" alt="" width="500" height="309" /></strong></p>
<ul>
<li>El apoyo de Bauxita Galega.</li>
<li>La organización.</li>
<li>La Dirección de Carrera.</li>
<li>El buen ambiente.</li>
<li>El despliegue ejercido por algunos equipos como Seijo Kart o Hobby Kart.</li>
<li>La televisión para ver el partido entre USA y España de la final de baloncesto de las Olimpiadas.</li>
</ul>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-314" src="http://pontontrasero.wordpress.com/files/2008/08/i-copa-bauxita-144.jpg" alt="" width="500" height="229" /></p>
<p><strong>Lo más Out</strong></p>
<ul>
<li>La falta de pilotos y equipos.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[I Copa Bauxita - Cierre inscripciones]]></title>
<link>http://pontontrasero.wordpress.com/?p=301</link>
<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 15:17:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>pontontrasero</dc:creator>
<guid>http://pontontrasero.wordpress.com/2008/08/19/i-copa-bauxita-cierre-inscripciones/</guid>
<description><![CDATA[Mañana miércoles acaba el plazo de inscripción (a precio reducido) para la &#8220;I Copa Bauxita ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mañana miércoles acaba el plazo de inscripción (a precio reducido) para la "I Copa Bauxita de Karting" que se celebrará en el técnico y bonito circuito Val do Salnés, en Mosteiro.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-298" src="http://pontontrasero.wordpress.com/files/2008/08/cabecera.png" alt="" width="500" height="123" />El precio de la inscripción es de 45€ (incluye la jornada de entrenamientos del sábado). La prueba constará de entrenamientos libres, dos mangas clasificatorias y final en la mañana del domingo. Como categorías admitidas están los alevines (con sus motores Puma, Comer y Honda), los cadetes, los júnior, Inter - A, Sénior y KZ2 (ICC). Las parrilas serán por sorteo y los reglamentos de cada categoría son los siguientes:</p>
<ul>
<li><a href="http://pontontrasero.files.wordpress.com/2008/07/reglamento-bauxita-alevin.pdf">reglamento-bauxita-alevin</a></li>
<li><a href="http://pontontrasero.files.wordpress.com/2008/07/reglamento-bauxita-cadete.pdf">reglamento-bauxita-cadete</a></li>
<li><a href="http://pontontrasero.files.wordpress.com/2008/07/reglamento-bauxita-junior.pdf">reglamento-bauxita-junior</a></li>
<li><a href="http://pontontrasero.files.wordpress.com/2008/07/reglamento-bauxita-inter.pdf">reglamento-bauxita-inter</a></li>
<li><a href="http://pontontrasero.files.wordpress.com/2008/07/reglamento-bauxita-senior.pdf">reglamento-bauxita-senior</a></li>
<li><a href="http://pontontrasero.files.wordpress.com/2008/07/reglamento-bauxita-icc.pdf">reglamento-bauxita-icc</a></li>
</ul>
<p>La hoja de inscripción de la Copa Bauxita:</p>
<ul>
<li><a href="http://pontontrasero.files.wordpress.com/2008/07/bauxita-hoja_inscripcion.pdf">bauxita-hoja_inscripcion</a></li>
</ul>
<p>Los horarios de la Copa serán:</p>
<ul>
<li><a href="http://pontontrasero.files.wordpress.com/2008/07/bauxita-horario.pdf">bauxita-horario</a></li>
</ul>
<p>Para los menores de edad, tendrán que llevar una autorización paterna:</p>
<ul>
<li><a href="http://pontontrasero.files.wordpress.com/2008/07/bauxita-aut_paterna.pdf">bauxita-aut_paterna</a></li>
</ul>
<p><a href="http://pontontrasero.files.wordpress.com/2008/08/foto-054-large-copia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-299" src="http://pontontrasero.wordpress.com/files/2008/08/foto-054-large-copia.jpg" alt="" width="500" height="163" /></a>Para formalizar la inscripción, hay que formalizar el ingreso antes de las 22:00 h. del miércoles 20 de agosto en el propio circuito o en la cuenta del Banco de Santander nº 0049 4530 85 2990002201. Habrá premios y trofeos para los ganadores de cada categoría. Para más información sobre esta copa, contactar en el <strong>617 607 352</strong> o en el correo - e <strong><a href="mailto:circuitovaldosalnes@hotmail.com">circuitovaldosalnes@hotmail.com</a></strong>.</p>
<p>Suerte a todos y ¡buenas carreras!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Toledo]]></title>
<link>http://ocachambinaoeaqui.wordpress.com/?p=226</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 18:01:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leandro</dc:creator>
<guid>http://ocachambinaoeaqui.wordpress.com/2008/08/08/toledo/</guid>
<description><![CDATA[Toledo, a antiga capital da Espanha, é uma boa opção de passeio para quem está em Madri.  E, ai]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Toledo, a antiga capital da Espanha, é uma boa opção de passeio para quem está em Madri.  E, ainda que os toledanos digam que um dia em Toledo não é suficiente para conhecer a cidade, eu, como turista, digo que é.  Tanto que o meu roteiro, montado meticulosamente a quatro mãos (com uma baita ajuda da <em>Fiona</em>), se provou um grande acerto.</p>
<p style="text-align:justify;">Para começar, aboli a idéia multipropagada em diversas páginas da <em>internet</em> especializadas em viagens e em Toledo, de passar uma noite por lá.  Meu roteiro de viagem e meu orçamento não me permitiriam tanto.  Além disso, por viajar no fim da primavera européia, eu só via a noite muito tarde, o que tornava improdutivo esperar por essa experiência.  E, também, as afirmativas de que a noite em Toledo era uma experiência ímpar (para dizer o mínimo) mais me pareciam uma mentira repetida milhares de vezes.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas antes de falar do Toledo, em si, é preciso recomendar a compra antecipada de passagem, pois o movimento pendular - mesmo no sentido inverso à lógica - lota os trens.  É recomendável também a aquisição de passagem conjugada de ida e volta, o que proporciona economia substancial e elimina o risco de não se encontrar vagas nos trens na hora de voltar (risco esse que, acreditem, existe!).</p>
<p style="text-align:justify;">Para entender o que eu fiz em Toledo, preciso explicar como eu programei a minha visita a essa cidade que é considerada <a title="Historic City of Toledo" href="http://whc.unesco.org/en/list/379" target="_blank">patrimônio histórico da humanidade pela UNESCO</a>.  Na construção do roteiro, <a href="http://www.toledo-turismo.com/turismo/contenido/conociendo-la-ciudad/donde-mirar/monumentos.aspx" target="_blank">identifiquei todos os meus pontos de interesse na cidade</a>, anotei os horários de funcionamento e tentei, em seguida, criar um caminho lógico, dando uma volta circular na cidade, sem repetir nada.  O roteiro (com os devidos comentários), então, passou a ser o seguinte:</p>
<div style="text-align:justify;">
[caption id="" align="alignleft" width="240" caption="Bilheteria da estação"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2592817383/in/set-72157605702119682/"><strong><img src="http://farm4.static.flickr.com/3264/2592817383_0a9c97bd71_m.jpg" alt="Bilheteria da estação" width="240" height="180" /></strong></a>[/caption]
<p><strong>1. Estação ferroviária:</strong> a própria estação ferroviária por onde o trem chega já é um charme.  Toda em estilo mourisco (foto), ela lembra uma mesquita e dá ao visitante a nítida sensação de estar chegando a um lugar diferente de Madri, onde a história (ali carreada pela ocupação moura da Península Ibérica) tem os seus privilégios sobre a modernidade e ainda se faz presente no dia-a-dia das pessoas que moram no local.</p>
[caption id="" align="alignright" width="240" caption="Vista da ponte"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2592838461/in/set-72157605702119682/"><strong><img src="http://farm4.static.flickr.com/3289/2592838461_a5b126bdac_m.jpg" alt="Vista da ponte" width="240" height="180" /></strong></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>2. Rio Tejo:</strong> o rio que banha Lisboa e de onde partiam as expedições exploradoras lusitanas dos séculos XV e XVI também banha Toledo.  Na verdade, ele contorna a cidade e a separa da estação ferroviária.  Ignorando as placas que apontam o caminho mais curto até o centro histórico e caminhando pela ponte nova, por onde passam os carros (o visual dali é lindíssimo), subi a pé a ladeira (<em>Calle de La Carrera</em>) que beira o lado externo das muralhas até a Porta Nova de Bisagra.  O visual é tão bonito que a ladeira nem cansa tanto (veja na foto).</p>
[caption id="" align="alignleft" width="240" caption="Colunata do claustro"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2618607634/in/set-72157605702119682/"><strong><img src="http://farm4.static.flickr.com/3117/2618607634_351c24a9b5_m.jpg" alt="Colunata do claustro" width="240" height="180" /></strong></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>3. Hospital de Tavera:</strong> em vez de entrar na cidade histórica pela porta, dobrei à direita na <em>Calle del Cardenal Tavera</em> e segui até o tal mosteiro, um prédio bonito que se destaca no fim de uma área verde e não estava na minha programação original (é o que eu chamo de alvo eventual: você não programa vê-lo, às vezes nem sabe o que é nem que ele existe, mas como tem tempo resolve entrar para espiar).  Entrei no claustro e vi uma belíssima colunata (foto), mas todas as portas estavam fechadas, inclusive a da igreja, cuja entrada é pelo outro lado do prédio.  Depois (já no Rio) fiquei sabendo que, perto dali (no quarteirão seguinte), fica a Arena de Touros de Toledo.</p>
<div><strong></strong></div>
[caption id="" align="alignright" width="240" caption="Porta Nova de Bisagra"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2617772367/in/set-72157605702119682/"><strong><img src="http://farm4.static.flickr.com/3150/2617772367_76c2a2b164_m.jpg" alt="Porta Nova de Bisagra" width="240" height="180" /></strong></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>4. Porta Nova de Bisagra: </strong>a porta é uma das entradas da muralha da cidade, talvez a mais bonita e mais imponente (veja na foto).  A sua feição atual foi dada em uma reforma feita no século XVI e, por isso, ela se apresenta como um perfeito cartão de visitas para quem vem a Toledo.  Ela se divide em duas seções, com uma estátua de Carlos V (e outros adereços de cunho político-histórico, tais como placas de bronze) na "pracinha" que há entre os dois portões.</p>
<div><strong></strong></div>
[caption id="" align="alignleft" width="240" caption="Igreja de Santiago de Arrabal"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2594861706/in/set-72157605702119682/"><strong><img src="http://farm4.static.flickr.com/3232/2594861706_1347424899_m.jpg" alt="Igreja de Santiago de Arrabal" width="240" height="180" /></strong></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>5. Igreja de Santiago de Arrabal: </strong>logo após o segundo portão da Porta Nova de Bisagra e, enfim, dentro do perímetro delimitado pelas muralhas externas da cidade, está a igreja de Santiago de Arrabal (foto).  Os guias informam que ela está fechada à visitação e, de fato, sua porta estava fechada.  Por fora, ela não é nada demais - a não ser pelo fato de evocar a ocupação mourisca do passado.  Pudera!  A construção é do século XIII.  A sujeira provocada pelos cocôs de pombos nas obras de arte, principalmente da sua porta (e isso se repete por toda a Europa), é a nota triste do lugar.</p>
[caption id="" align="alignright" width="240" caption="Porta do Sol"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2632773384/in/set-72157605702119682/"><strong><img src="http://farm4.static.flickr.com/3282/2632773384_0376465599_m.jpg" alt="Porta do Sol" width="240" height="180" /></strong></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>6. Porta do Sol:</strong> continuando pela rua principal, após fazer acompanhar sua curva à esquerda, o sol nasce de frente para o visitante e só é ofuscado pela Porta do Sol, uma das entradas da muralha interna da cidade (foto).  Embora bem diferente da Porta de Bisagra, e não tão imponente quanto ela, a Porta do Sol, com suas ameias, também encanta o visitante.  Nesse ponto, a muralha lembra muito a muralha de Óbidos.</p>
[caption id="" align="alignleft" width="240" caption="Praça Zocodover"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2632817884/in/set-72157605702119682/"><strong><img src="http://farm4.static.flickr.com/3279/2632817884_f5db50ff52_m.jpg" alt="Praça Zocodover" width="240" height="180" /></strong></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>7. Praça Zocodover:</strong> entrando na Porta do Sol e continuando a subir a ladeira, depois de ver a belíssima vista da parte externa da muralha da cidade (inclusive o Hospital de Tavera), algumas lojas de souvenires e se espremer pelas estreitas (às vezes inexistentes) calçadas da Calle de las Carretas, chega-se a essa praça, que é a principal da cidade.  Para meu espanto, descobri que a pronúncia correta não é Zocodôver, mas Zocodovér.  Também me espantei ao perceber que a praça era menor do que eu imaginava (ver na foto).  No fundo, ela não é nada demais: não tem a beleza da Plaza Mayor nem o charme de uma Place des Vosgues.  É uma praça e só!  Ali estão o escritório de informações turísticas e uma doceria que é um espetáculo - e onde eu tive uma das sensações de déja vu mais longas e incrivelmente reais da minha vida.</p>
[caption id="" align="alignright" width="240" caption="Fachada do futuro museu do Exército"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2632021763/in/set-72157605702119682/"><strong><img src="http://farm4.static.flickr.com/3117/2632021763_e7fd6f6c7a_m.jpg" alt="Fachada do futuro museu do Exército" width="240" height="180" /></strong></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>8. Alcazar de Toledo:</strong> o palácio real - que tem o nome de Alcazar devido à origem árabe do termo - é fechado à visitação.  Atualmente, sofre reformas para receber o museu do exército espanhol (foto), de mudança do Prado, em Madri, onde já se encontra fechado à visitação (a fachada do futuro museu já pode ser vista na <em>Calle de los Alféreces Provisionales</em>).  O prédio é bonito e se destaca na paisagem da cidade, quase como um símbolo do poderio e da autoridade que outrora dali se emanava sobre boa parte da Europa.  Mas de perto não dá para ver quase nada.</p>
<div>
[caption id="" align="alignleft" width="240" caption="Altar que fica atrás do altar-mor"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2632197859/in/set-72157605702119682/"><strong><img src="http://farm4.static.flickr.com/3017/2632197859_cab6941881_m.jpg" alt="Altar atrás do altar principal" width="240" height="180" /></strong></a>[/caption]
<p><strong>9. Catedral:</strong> do Alcazar segui direto para a Catedral de Toledo, que todos afirmam ser uma obra prima da cidade - informação que se revelou verdadeira - chegando pela <em>Calle del Cardenal Cisneros</em>.  O horário marcado para abertura, nos guias da cidade, era 10:30h e, por isso, gastei algum tempo sentado na praça em frente a ela, mais bonita e charmosa que a Zocodover.  Tirei algumas fotos e descansei um pouco.  Mas quando me aproximei da entrada (que não é pela frente, mas pela porta do relógio, que fica do lado norte da Catedral), vi que ela já estava aberta há algum tempo.  A entrada é cobrada ali, ainda na rua, e ali mesmo o visitante é avisado que não é possível tirar fotos no interior da Catedral.  As informações que obtive na internet revelavam que a entrada na catedral era gratuita: pagava-se apenas para visitar a sacristia e o museu (que ficam dentro da Catedral).  Na prática, paguei para entrar na Catedral mas não paguei para visitar a sacristia e o museu.  A Catedral é fantástica, diferente de tudo que eu já havia visto na vida.  O sentido correto da visita é anti-horário: entrando pela porta do relógio, deve-se virar à direita e seguir as marcações.  Como não havia nenhum aviso prévio a esse respeito, errei e virei à esquerda.  Nada que prejudicasse muito a visita, mas as explicações das placas perdiam um pouco da sua lógica.  A Catedral parece ter uma igreja dentro da própria igreja, constituída pelo coro e pelo altar-mor.  Os destaques, na minha opinião, foram o altar que fica atrás do altar-mor (na foto) e a sacristia.  O museu, em si, é fraco.  Mas nem precisa dizer que é a visita à Catedral é obrigatória.</div>
[caption id="" align="alignright" width="240" caption="Vista da torre da igreja"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2633106466/in/set-72157605702119682/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3122/2633106466_e0f7bc26fa_m.jpg" alt="Vista da torre da igreja" width="240" height="180" /></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>10. Igreja de São Vicente:</strong> a saída da Catedral é na <em>Calle del Cardenal Cisneros</em>.  Assim, passei novamente pela pracinha e segui em busca de um restaurante.  Descobri que a Casa Aurélio era muito cara e resolvi procurar outra coisa mais em conta.  E foi assim que me perdi pela cidade até chegar à igreja de São Vicente, na <em>Calle de Afonso X ‘El Sábio'</em>.  Entrei por acaso e fui conquistado pelo recepcionista que prometeu uma vista deslumbrante a partir das torres da igreja.  Que maravilha: é a melhor vista da cidade de Toledo (veja na foto)!  Vale muito mais do que os dois euros cobrados pela entrada.  E a igreja, em si, é bonitinha, muito parecida com a Igreja da Recoleta, em Buenos Aires.  E logo depois de sair da igreja, seguindo pela Calle de Afonso XII, parei num restaurante pequeno (Cafeteria Restaurante Dominico), especializado em massas, onde comi bem - servido pelo próprio dono, que também é cozinheiro e garçom - pagando uma pechincha.</p>
[caption id="" align="alignleft" width="240" caption="Interior da igreja"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2632315415/in/set-72157605702119682/"><strong><img src="http://farm4.static.flickr.com/3021/2632315415_87e3e77d62_m.jpg" alt="Interior da igreja" width="240" height="180" /></strong></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>11. Igreja de São Tomé:</strong> a igreja é sede da paróquia em que El Greco vivia.  A visita à igreja, em si, não é paga nem vale muito a pena (veja na foto).  Paga-se apenas para ver o grande tesouro da paróquia, que é o quadro "<em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Enterro_do_Conde_de_Orgaz" target="_blank">Enterro do Conde de Orgaz</a></em>", do próprio El Greco, num recinto cuja entrada - bastante concorrida - fica na porta dos fundos da igreja que, curiosamente, fica de frente para a praça.  Ali a segurança é reforçada e nem se pode pensar em tirar uma fotografia.  A lojinha é uma perdição.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>12. Museu El Greco:</strong> encontra-se fechado para obras de reforma, e não me recordo se há previsão de reabertura.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>13. Sinagoga de Samuel Levy ou del Transito:</strong> estava fechada à visitação por ser uma segunda-feira.</p>
[caption id="" align="alignright" width="180" caption="Interior da sinagoga"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2633152106/in/set-72157605702119682/"><strong><img src="http://farm4.static.flickr.com/3056/2633152106_3732f29bc8_m.jpg" alt="Interior da sinagoga" width="180" height="240" /></strong></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>14. Sinagoga Santa Maria la Blanca:</strong> as duas sinagogas ficam na zona judia da cidade, alinhadas na rua que curiosamente é chamada <em>Calle de los Reyes Católicos</em>, perto do extremo da cidade oposto à estação do trem.  Nesse trecho, as lojas de souvenires são excelentes e têm preços convidativos; é difícil resistir à tentação.  Mas a sinagoga em si é uma porcaria: está completamente desnuda, o que resulta em um prédio comum, todo pintado de branco por dentro (confira na foto).  Achei aquilo um charlatanismo!  Sem falar na mulher que vende os ingressos para o público - a pessoa mais mal educada que eu já vi na vida (não estou falando só de antipatia, mas de educação mesmo).  Quem quiser se aventurar a comprovar dessa má educação, basta tentar comprar o ingresso sem dinheiro trocado.</p>
<p> </p>
[caption id="" align="alignleft" width="240" caption="Esqueleto sobre a porta de entrada do claustro"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2632404927/in/set-72157605702119682/"><strong><img src="http://farm4.static.flickr.com/3045/2632404927_9010e21c39_m.jpg" alt="Esqueleto sobre a porta de entrada do claustro" width="240" height="135" /></strong></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>15. <a href="http://www.toledo-turismo.com/turismo/contenido/conociendo-la-ciudad/donde-mirar/monumentos/grandes-monumentos/san-juan-reyes.aspx" target="_blank">Monastério de los Reyes</a>: </strong>fica no final da <em>Calle de los Reyes Católicos</em>, é lindo e vale a visita.  Logo na entrada, uma caveira deitada numa cova sobre a porta impressiona o visitante (veja a foto).  Por dentro, o claustro lembra muito o estilo manuelino de muitos mosteiros de Portugal, inclusive o Mosteiro dos Jerónimos de Belém, em Lisboa.  É proibido fotografar no interior da igreja, mas não havia ninguém para fiscalizar os visitantes.  Olhei para o outro sujeito que também estava com a namorada na igreja e com uma Canon EOS pendurada no pescoço e ele também olhou para mim.  Naquela troca de olhar firmamos um pacto silencioso de cumplicidade mútua, erguemos nossas câmeras à altura dos olhos e começamos a fotografar freneticamente.  Quando ouvimos passos vindo na direção da igreja, nos olhamos novamente e guardamos nossas câmeras.  Era um velhinho acompanhado de sua esposa, inofensivo.  Voltamos a nos olhar e, mais uma vez, sacamos as câmeras, fotografando ainda mais, até cansar.</p>
[caption id="" align="alignright" width="240" caption="Vista da Porta de Cambrón"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2633246246/in/set-72157605702119682/"><strong><img src="http://farm4.static.flickr.com/3137/2633246246_18b0754bf6_m.jpg" alt="Vista do Tejo" width="240" height="180" /></strong></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>16. Porta de Cambrón:</strong> a porta em si não é nada demais, perto da Porta de Bisagra.  Parece se contentar com a sua posição de "fundos" da cidade (se considerar a "frente" como sendo o lado da cidade mais perto de Madri).  Mas ela tem sua beleza, obviamente, beleza essa que reside muito mais na vista que dali se tem para o Tejo que, nesse ponto, leva suas águas para longe da cidade, no seu caminho rumo ao mar (foto).</p>
[caption id="" align="alignleft" width="240" caption="Escavações arqueológicas na mesquita"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2633295046/in/set-72157605702119682/"><strong><img src="http://farm4.static.flickr.com/3188/2633295046_2ba71dabe2_m.jpg" alt="Escavações arqueológicas na mesquita" width="240" height="180" /></strong></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>17. Mesquita do Cristo Luz:</strong> contornando a cidade pela muralha norte, e depois de me perder um pouco por esse caminho complicado, passar por vielas, andar em círculos, descobrir que o caminho não tinha a saída que o mapa mostrava que existia, passar pela paróquia de Santa Eulália, subir e descer algumas ladeiras, finalmente cheguei nessa Mesquita, que é, ao lado da Sinagoga de Santa Maria La Blanca, a atração 171 de Toledo.  A mesquita está em processo de escavação arqueológica (foto) e não há nada para ver ali salvo buracos abertos no chão, com as marcações típicas dos trabalhos de escavação, ainda em andamento.  Só não é pior que a tal sinagoga porque de lá é possível ter uma vista bonita da parte externa da muralha da cidade, e porque tem acesso à parte superior da Porta do Sol.  Este último eu não sei se vale a pena porque era segunda-feira e estava fechado à visitação.</p>
[caption id="" align="alignright" width="240" caption="Fachada do museu"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2633307932/in/set-72157605702119682/"><strong><img src="http://farm4.static.flickr.com/3033/2633307932_f50a223950_m.jpg" alt="Fachada do museu" width="240" height="180" /></strong></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>18. Museu Santa Cruz:</strong> depois da Catedral, essa é mais recomendável de Toledo.  Embora seja pequeno, o museu é bonitinho e bem organizado (exceto a parte dos azulejos que, apesar de ostentar uma coleção bastante rica e variada, é um pouco cansativa).  Ele se situa no único (ex-) mosteiro sem igreja que eu já vi na vida.</p>
[caption id="" align="alignleft" width="240" caption="Toledo e a ponte"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2632523257/in/set-72157605702119682/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3103/2632523257_60a93b9257_m.jpg" alt="Toledo e a ponte" width="240" height="180" /></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>19. Ponte d'Alcântara:</strong> saindo do Museu Santa Cruz e descendo em direção ao Tejo (e bota descida nisso), chega-se em frente a essa ponte que, na verdade, é por onde a maioria dos visitantes entram na cidade (lembra daquela placa indicando o caminho do centro histórico que eu ignorei no início do dia?  Pois é: o caminho indicado ia dar ali).  A ponte é linda e a vista de Toledo, da outra margem (foto) também.  As torres e suas portas expessas lembram ao visitante que ela, um dia, já serviu de fortaleza e porta de entrada da cidade, protegendo-a dos visitantes indesejados.  Parando ali e olhando para ela - já me despedindo de Toledo - imaginei quantas histórias essa ponte, e tantas outras coisas em Toledo, teriam para contar.</p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pátio de São Pedro, Recife - PE]]></title>
<link>http://emersonfialho.wordpress.com/?p=458</link>
<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 19:50:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>emersonfialho</dc:creator>
<guid>http://emersonfialho.wordpress.com/2008/07/28/patio-de-sao-pedro-recife-pe/</guid>
<description><![CDATA[Nesta série, Paisagens do Recife, exponho como vejo minha cidade que possui um grande e bonito acer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta série, Paisagens do Recife, exponho como vejo minha cidade que possui um grande e bonito acervo multicultural. Esta é a Igreja do Pátio de São Pedro feito como estudo de cores e pincéis no Photoshop. Adoro minha cidade... tem muita coisa bonita pra se ver, pessoal! Ah, obrigado pela visita. Fiquem com Deus no coração! Emerson Fialho</p>
<p><a href="http://Nenhum"><img class="alignnone size-full wp-image-459" src="http://emersonfialho.wordpress.com/files/2008/07/patio-de-sao-pedro.jpg" alt="" width="500" height="707" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[I Copa Bauxita de Karting - Cierre inscripciones]]></title>
<link>http://pontontrasero.wordpress.com/?p=218</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 22:28:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>pontontrasero</dc:creator>
<guid>http://pontontrasero.wordpress.com/2008/07/26/i-copa-bauxita-de-karting/</guid>
<description><![CDATA[Mañana miércoles acaba el plazo de inscripción (a precio reducido) para la &#8220;I Copa Bauxita ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mañana miércoles acaba el plazo de inscripción (a precio reducido) para la "I Copa Bauxita de Karting" que se celebrará en el técnico y bonito circuito Val do Salnés, en Mosteiro.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-298" src="http://pontontrasero.wordpress.com/files/2008/08/cabecera.png" alt="" width="500" height="123" />El precio de la inscripción es de 45€ (incluye la jornada de entrenamientos del sábado). La prueba constará de entrenamientos libres, dos mangas clasificatorias y final en la mañana del domingo. Como categorías admitidas están los alevines (con sus motores Puma, Comer y Honda), los cadetes, los júnior, Inter - A, Sénior y KZ2 (ICC). Las parrilas serán por sorteo y los reglamentos de cada categoría son los siguientes:</p>
<ul>
<li><a href="http://pontontrasero.files.wordpress.com/2008/07/reglamento-bauxita-alevin.pdf">reglamento-bauxita-alevin</a></li>
<li><a href="http://pontontrasero.files.wordpress.com/2008/07/reglamento-bauxita-cadete.pdf">reglamento-bauxita-cadete</a></li>
<li><a href="http://pontontrasero.files.wordpress.com/2008/07/reglamento-bauxita-junior.pdf">reglamento-bauxita-junior</a></li>
<li><a href="http://pontontrasero.files.wordpress.com/2008/07/reglamento-bauxita-inter.pdf">reglamento-bauxita-inter</a></li>
<li><a href="http://pontontrasero.files.wordpress.com/2008/07/reglamento-bauxita-senior.pdf">reglamento-bauxita-senior</a></li>
<li><a href="http://pontontrasero.files.wordpress.com/2008/07/reglamento-bauxita-icc.pdf">reglamento-bauxita-icc</a></li>
</ul>
<p>La hoja de inscripción de la Copa Bauxita:</p>
<ul>
<li><a href="http://pontontrasero.files.wordpress.com/2008/07/bauxita-hoja_inscripcion.pdf">bauxita-hoja_inscripcion</a></li>
</ul>
<p>Los horarios de la Copa serán:</p>
<ul>
<li><a href="http://pontontrasero.files.wordpress.com/2008/07/bauxita-horario.pdf">bauxita-horario</a></li>
</ul>
<p>Para los menores de edad, tendrán que llevar una autorización paterna:</p>
<ul>
<li><a href="http://pontontrasero.files.wordpress.com/2008/07/bauxita-aut_paterna.pdf">bauxita-aut_paterna</a></li>
</ul>
<p><a href="http://pontontrasero.files.wordpress.com/2008/08/foto-054-large-copia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-299" src="http://pontontrasero.wordpress.com/files/2008/08/foto-054-large-copia.jpg" alt="" width="500" height="163" /></a>Para formalizar la inscripción, hay que formalizar el ingreso antes de las 22:00 h. del miércoles 20 de agosto en el propio circuito o en la cuenta del Banco de Santander nº 0049 4530 85 2990002201. Habrá premios y trofeos para los ganadores de cada categoría. Para más información sobre esta copa, contactar en el <strong>617 607 352</strong> o en el correo - e <strong><a href="mailto:circuitovaldosalnes@hotmail.com">circuitovaldosalnes@hotmail.com</a></strong>.</p>
<p>Suerte a todos y ¡buenas carreras!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Museus de Madri]]></title>
<link>http://ocachambinaoeaqui.wordpress.com/?p=171</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 19:06:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leandro</dc:creator>
<guid>http://ocachambinaoeaqui.wordpress.com/2008/07/25/museus-de-madri/</guid>
<description><![CDATA[Na ordem em que eu os vi (ou não), são os seguintes:
Interior do estádio
1. Santiago Bernabéu: ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Na ordem em que eu os vi (ou não), são os seguintes:</p>
[caption id="" align="alignright" width="240" caption="Interior do estádio"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2562738592/in/set-72157605434136100/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3167/2562738592_5f31f9ed44_m.jpg" alt="Interior do estádio" width="240" height="180" /></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>1. Santiago Bernabéu:</strong> o estádio do <a href="http://www.realmadrid.com/cs/Satellite/en/Home" target="_blank">Real Madrid</a> (para os que não vivem no planeta Terra, é o principal clube de futebol da capital espanhola) <a href="http://www.realmadrid.com/cs/Satellite/en/Santiago_Bernabeu/1193041512838/GenericoContenedor/Stadium_Tour.htm" target="_blank">está permanentemente aberto a visitação do público e tem um museu no seu interior</a>.  A visita é muito legal (principalmente para quem gosta de futebol).  O estádio tem excepcional capacidade (mais de 80.000 pessoas) e é apertadinho, aconchegante.  Mesmo com tantos lugares, ele deve proporcionar um ótimo efeito "caldeirão".  Mas é meio sujo, ao estilo Maracanã.  O <a title="Foto do museu" href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2561972523/in/set-72157605434136100/">museu nada mais é do que uma grande sala de troféus ganhos pelo clube no futebol e em outros esportes</a>.  É muito didático, bem arrumado, requintado e auto-explicativo.  A lojinha, no fim, tem preços honestos e uma farta variedade de produtos, licenciados ou não.  Vale a visita, apesar de a entrada custar um pouco caro demais (15€ por pessoa).</p>
[caption id="" align="alignleft" width="216" caption="O Gabinete Real"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2564759713/in/set-72157605434136100/"><strong><img class=" " src="http://farm4.static.flickr.com/3091/2564759713_ee27625575_m.jpg" alt="O Gabinete Real" width="216" height="162" /></strong></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>2. <a title="Site do museu" href="http://www.mncn.csic.es/home800.php" target="_blank">Museu Nacional de Ciências Naturais</a>:</strong> fica próximo ao Bernabéu (uma estação de metrô de distância). Ele é um pouco lusitano, pois se divide em duas partes que não se comunicam - você tem que sair do museu para entrar novamente em outro lugar e continuar a vê-lo.  Apesar desse trote, o museu é bom, principalmente para crianças, que podem ver vários bichos empalhados e uns tantos esqueletos fósseis.  Destaque para o Gabinete Real (foto ao lado), uma das salas do museu que fica meio escondida, já que o <em>tour</em> não segue um roteiro lógico.</p>
[caption id="" align="alignright" width="240" caption="Relógio de Sol"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2565175705/in/set-72157605434136100/"><strong><img src="http://farm4.static.flickr.com/3044/2565175705_88821b43c2_m.jpg" alt="Relógio de Sol" width="240" height="180" /></strong></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>3. <a title="Site do museu" href="http://man.mcu.es/" target="_blank">Museu Arqueológico Nacional</a>:</strong> para ser sincero, eu não esperava muita coisa do museu.  E passei a esperar menos ainda quando eu, na entrada, fui avisado que a visita seria gratuita pois ele estava em obras de recuperação - o que significava que apenas pequena parte do seu acervo disponível para visita.  Surpreendi-me, e teria me surpreendido mesmo em relação à expectativa original.  O museu é lindo, muito bem organizado e um bom acervo - não espere ver caquinhos de vasos antigos.  A visita, por causa das obras, é rápida e, assim, não cansa nem um pouco.  Destaque para o lindíssimo e engenhoso relógio de sol (na foto ao lado) e, também, para as <a title="Foto das Leis Julianas" href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2565174679/in/set-72157605434136100/" target="_blank">Leis Julianas</a> que lá estão expostas.</p>
<p style="text-align:justify;">
[caption id="" align="alignleft" width="240" caption="Palácio Real"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2566313989/in/set-72157605434136100/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3026/2566313989_a503f5790a_m.jpg" alt="Palácio Real" width="240" height="180" /></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>4. <a href="http://www.patrimonionacional.es/preal/preal.htm" target="_blank">Palácio Real</a>:</strong> encaixei sua visita no fim do dia, o que acabou me obrigando a vê-lo com mais pressa do que ele merece.  A visita se divide, basicamente, em três partes: a farmácia, o palácio em si e a armeria.  Comecei pela farmácia e, confesso, não me encantei muito - acho que a minha irmã ia gostar mais desta parte: um monte de vidros com nomes de substâncias químicas expostos em muitas prateleiras e nada mais.  Depois, vi os aposentos (o palácio em si).  Foi lá que encontrei o guarda-bafo-de-cana que mencionei <a title="Beber, cair, levantar" href="http://ocachambinaoeaqui.wordpress.com/2008/07/23/beber-cair-levantar/" target="_blank">em um <em>post</em> anterior</a>.  É lindo, mesmo para quem já havia visto o Louvre e os palácios de Versailles, de Bruxelas e de Sintra (como eu).  Destaques para a sala do trono e para a sala de porcelana (na qual as paredes são revestidas por porcelana!).  Por fim, e já com tempo suficiente, vi a Real Armeria, a parte do palácio que expõe as armaduras reais (feitas para humanos e para cavalos).  Foi, sem dúvida, uma das cinco coisas mais interessantes que vi na viagem toda.  Só ela já vale o preço todo do ingresso.</p>
[caption id="" align="alignright" width="240" caption="Interior da catedral"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2568131133/in/set-72157605434136100/"><strong><img src="http://farm4.static.flickr.com/3069/2568131133_efe0d1d716_m.jpg" alt="Interior da catedral" width="240" height="180" /></strong></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>5. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Catedral_de_Santa_Maria_a_Real_de_Almudena" target="_blank">Catedral de Santa Maria a Real de Almudeña</a></strong>: não é propriamente um museu, mas pode entrar neste rol.  A entrada é pela porta lateral, e não pela porta da frente.  Não se paga para entrar (salvo para fazer uma visita à torre, cuja entrada é ao lado da estátua de São Paulo, do lado esquerdo da fachada), mas paga-se para acender as luzes dos altares laterais e, assim, poder admirá-los - prática que, depois constatei, é muito comum na Europa.  Quem quiser acendê-los, deposita uma moedinha na caixa ao lado do altar e as luzes ficam acesas por um tempo (não mais que um minuto).  Quem não quiser, não deposita a moeda e espera outra pessoa depositar para admirar o altar aceso.  Mas a Catedral, por ser muito nova (foi consagrada em 1993), tem excelente luminosidade captada do exterior e poucos adereços que a tornem demasiadamente interessante.  Na prática isso significa a completa desnecessidade de gastar moedinhas para ver os altares iluminados.  Destaque negativo para o porteiro: a simpatia em pessoa, bem ao estilo madrilenho.</p>
[caption id="" align="alignleft" width="240" caption="Fachada do museu"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2566022018/in/set-72157605434136100/"><strong><img src="http://farm4.static.flickr.com/3278/2566022018_b383c51676_m.jpg" alt="Fachada do museu" width="240" height="180" /></strong></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>6. <a href="http://www.museothyssen.org/thyssen/" target="_blank">Museu de Arte Thyssen-Bornemisza</a>:</strong> ele tem uma das coleções mais interessantes - e bem arrumadas - que eu vi na viagem.  Foi ali que eu aprendi a admirar, gostar (enfim: virei fã) daqueles quadros flamencos que mais parecem tirinhas de desenho animado sobre temas religiosos.  As explicações dos quadros nas placas ao lado são bem interessantes.  A parte que eu não gostei da coleção são as obras muito modernosas - um monte de tinta jogado nas telas, como sempre.  Nada que retire do museu a recomendação de visita.</p>
<p style="text-align:justify;">
<div style="text-align:justify;"><strong></strong></div>
[caption id="" align="alignright" width="240" caption="Entrada lateral do museu"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2570559387/in/set-72157605434136100/"><strong><img src="http://farm4.static.flickr.com/3079/2570559387_d3cd424c00_m.jpg" alt="Entrada lateral do museu" width="240" height="180" /></strong></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>7. <a href="http://www.museodelprado.es" target="_blank">Museu Nacional do Prado</a>: </strong>um dos maiores museus do mundo, visitar no Prado, para mim, era um sonho.  E valeu a pena!  O museu tem três entradas de fáceis acesso e localização.  Entrei pelos fundos, a maior entrada.  De mapa em mãos, visitei sala por sala, até completar todas, feliz da vida.  O museu fica aberto até as 20h e, depois das 17h, não se cobra pela entrada.  Eu não queria esperar até lá e paguei o ticket para visitá-lo, entrando às 15h.  Acelerei o passo, porque imaginava que ele seria do tamanho do Louvre.  Não é: em três horas consegui ver tudo, em um bom ritmo (nem muita calma nem muita pressa).  Quando saí, a fila estava enorme novamente, cheia de gente querendo aproveitar o horário em que a visita é gratuita.  Os destaques são, obviamente, para as obras de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_de_Goya" target="_blank">Goya</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/El_greco" target="_blank">El Greco</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Velazquez" target="_blank">Velázquez</a>.  Nem precisa dizer que a visita é imperdível...</p>
<div style="text-align:justify;"><strong></strong></div>
[caption id="" align="alignleft" width="230" caption="Guernica"]<strong><img class="   " src="http://www.geocities.com/drew483@sbcglobal.net/resources/photos/guernica.jpg" alt="Guernica" width="230" height="134" /></strong>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>8. <a href="http://www.museureinasofia.es" target="_blank">Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia</a>: </strong>apesar do nome pomposo, o museu é uma bela porcaria.  Só presta porque expõe <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guernica_(quadro)" target="_blank">Guernica</a> - a obra máxima de Pablo Picasso - ao público (foto ao lado).  Então, ao visitá-lo, faça o seguinte: entre, vá direto ver Guernica e saia!  Não perca tempo com o resto.  No dia que eu fui visitá-lo, a entrada era franca, mas Guernica sempre valerá o ingresso.  E mesmo sendo franca a entrada, o visitante deve pegar um bilhete na bilheteria.  Vai entender...</p>
[caption id="" align="alignright" width="240" caption="Fachada leste e o jardim dos frades"]<a href="http://www.flickr.com/photos/leandrosmoreira/2633400976/in/set-72157605434136100/"><strong><img src="http://farm4.static.flickr.com/3040/2633400976_e41ff1d08e_m.jpg" alt="Fachada leste e o jardim dos frades" width="240" height="180" /></strong></a>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>9.</strong> <strong><a href="http://www.patrimonionacional.es/en/escorial/escorial.htm" target="_blank">El Real Sítio de San Lorenzo de El Escorial</a>:</strong> o sítio <a href="http://whc.unesco.org/en/tentativelists/1026/" target="_blank">é patrimônio mundial, tombado pela Unesco</a>.  Só por aí já dá para sentir que "<em>o buraco é mais embaixo</em>".  O sítio é um complexo que fica a uma hora de Madri (pegar ônibus 661 ou 664 do terminal de Moncloa - pelo menos dois ônibus por hora para cada linha, tarifa módica paga ao motorista, recomenda-se não ir de trem) e inclui o monastério de San Lorenzo, o palácio real, a biblioteca e a catedral.  É visita para quase um dia inteiro: por isso, é bom chegar às 10h, hora que o museu abre, ou antes, para bater fotos com calma do lado de fora, como eu fiz.  Aviso: por ser lugar alto e perto da mata, é mais frio que em Madri.  <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mosteiro_e_S%C3%ADtio_do_Escorial" target="_blank">O mosteiro é simples</a>, o que justifica ter sido construído em tempo recorde: entre 1563 e 1584, apesar do imenso tamanho.  A visita tem vários pontos imperdíveis: o museu de arquitetura, o panteão dos infantes, a sala das batalhas, a biblioteca.  Mas nada se compara - nada mesmo - ao panteão dos reis, cripta onde os reis da Espanha e as esposas deles cujos filhos se tornaram reis estão enterrados.  Para visitar tudo, exceto o panteão dos reis, o bilhete de entrada é suficiente.  Para visitar o panteão dos reis, é necessário adquirir o <em>audioguide</em>.  Seria mais honesto cobrar dois preços diferenciados do que impor ao visitante a obrigação de carregar o pesado <em>audioguide</em> pendurado no pescoço, cujas lições são extremamente superficiais (com destaque hilário-negativo para as tentativas dos narradores de interpretar os personagens bíblicos retratados nas obras nas quais eles estão representados, como se fosse rádio-novela).  Há muitas obras, especialmente pinturas, repetidas do Museu do Prado e, por isso, não sei se vi as originais no Prado, no Escorial ou em nenhum dos dois.  Lembro que em 2001 visitei os jardins dos frades (jardim do lado leste do mosteiro - foto ao lado); desta vez, não havia visita aos jardins.  Fora o sítio, a cidade ao lado é pequenina, bonitinha, mas não tem nada para ver.  Não perca tempo nela: volte logo para Madri.</p>
[caption id="" align="alignright" width="230" caption="Fachada da igreja do mosteiro"]<strong><img class="   " src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/64/Real_Monasterio_de_la_Encarnación_(Madrid)_01.jpg/800px-Real_Monasterio_de_la_Encarnación_(Madrid)_01.jpg" alt="Fachada da igreja do mosteiro" width="230" height="165" /></strong>[/caption]
<p style="text-align:justify;"><strong>10. <a href="http://www.patrimonionacional.es/encarna/encarna.htm" target="_blank">Convento da Encarnação</a>:</strong> em Madri, novamente, o mosteiro, conforme eu disse <a title="Religiosidade madrilenha" href="http://ocachambinaoeaqui.wordpress.com/2008/07/23/religiosidade-madrilenha/" target="_blank">em um <em>post</em> anterior</a>, foi uma grata surpresa.  Ele não está em nenhum guia turístico, mas a visita é interessante.  Ele tem obras de arte bonitas e uma coleção imensa de relicários, o que leva a duvidar da autenticidade daqueles ossos todos e também refletir a validade de se esquartejar o corpo de santos para pôr em redomas de ouro e vidro (óbvio que esse pensamento partiu da <em>Fiona</em>, e não de mim, mas eu o apreendi para reflexão, sem ter chegado a nenhuma conclusão).  O mais interessante da visita, porém, é que ela é feita dentro de um mosteiro em funcionamento, ou seja, com clausura cheia de freiras.  Por causa disso, as visitas são feitas em grupos, com um segurança à frente e outro atrás do grupo, que deve sempre permanecer junto.  Mesmo assim, a visita não demora mais que quarenta minutos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Religiosidade madrilenha]]></title>
<link>http://ocachambinaoeaqui.wordpress.com/?p=151</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 13:30:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leandro</dc:creator>
<guid>http://ocachambinaoeaqui.wordpress.com/2008/07/23/religiosidade-madrilenha/</guid>
<description><![CDATA[A Espanha foi, durante muitos e muitos anos (alguns séculos, na verdade), a maior nação católica]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A Espanha foi, durante muitos e muitos anos (alguns séculos, na verdade), a maior nação católica do mundo.  Isso ainda se reflete no dia-a-dia de Madri: passear pelas suas ruas, especialmente no centro antigo da cidade, significa ver inúmeras igrejas e conventos, de todos os tipos, origens e tamanhos, de todas as ordens, em homenagem aos santos mais variados.</p>
<p style="text-align:justify;">A devoção católica madrilenha é parte da sua cultura.  É por isso que em todas as inúmeras igrejas há várias missas sendo celebradas todos os dias.  Acho - e digo isso sem medo de errar - que cada igreja da cidade tem pelo menos quatro missas por dia, todos os dias.  É um número espantoso, principalmente porque há público e padres suficiente para isso.  Chega a ser uma opulência.</p>
[caption id="" align="alignleft" width="210" caption="Senhor dos Passos"]<img class="  " src="http://www.rosanevolpatto.trd.br/senhorpassos5.jpg" alt="Senhor dos Passos" width="210" height="158" />[/caption]
<p style="text-align:justify;">A devoção madrilenha é um pouco distinta da brasileira.  O povo é mais ortodoxo nas vestimentas e no modo de ser: é comum ver senhoras com véus andando nas ruas e pessoas, de todas as idades, ostentando crucifixos em seus cordões.  Os santos de preferência popular também são um pouco diferentes: o Senhor dos Passos e a Nossa Senhora das Dores são os campeões.  Depois deles, os santos de nacionalidade espanhola - que são incontáveis - são os preferidos do povo (San Isidro, Santa Eulália, Domingos de Gusmão, Inácio de Loyola, Santiago Mayor, San Pedro d'Alcântara e Francisco Xavier).  Bem diferente do Brasil, onde a tradição portuguesa legou a preferência por Santo Antônio, São Francisco, Santa Luzia, Santa Rita, São José, Nossa Senhora do Carmo e do Rosário.  É raro encontrar um desses santos nos altares espanhóis.</p>
[caption id="" align="alignleft" width="189" caption="Mosteiro da Encarnação"]<img class="  " src="http://vincentvanderveken.com/wp-content/photos/madrid3/thumbs2/Real-Monasterio-de-la-Encarnacion.JPG" alt="Mosteiro da Encarnação" width="189" height="141" />[/caption]
<p style="text-align:justify;">É igualmente impressionante a quantidade de relíquias expostas nas igrejas, conventos e museus madrilenhos.  Em um deles, o Mosteiro da Encarnação, perto do Palácio Real (que nem estava no meu roteiro mas eu, por acaso, acabei descobrindo e entrando para ver), há uma sala enorme somente com inúmeras relíquias de santos.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois de observar tanta fervorosidade, dá para entender o que deve ter sido a Espanha na época dos reis católicos e seus sucessores (Felipes II, III, IV...).  As heranças desse passado longínqüo ainda permanecem vivas na cultura madrilenha.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Mudanças de hábito]]></title>
<link>http://analgesico.wordpress.com/?p=63</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 23:29:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Felipe Mendes</dc:creator>
<guid>http://analgesico.wordpress.com/2008/07/15/mudancas-de-habito/</guid>
<description><![CDATA[Bem lá no interior do Paraná, quase na divisa com Santa Catarina, 23 monges vivem para a oração,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">Bem lá no interior do Paraná, quase na divisa com Santa Catarina, 23 monges vivem para a oração, para o estudo e para o trabalho no Mosteiro Trapista - Nossa Senhora do Novo Mundo, localizado no pequeno município de Campo do Tenente, de 6.461 habitantes, a 90 km de Curitiba.</div>
<p>Os religiosos, de 18 a 88 anos, se dedicam a oração , praticada 7 vezes ao dia, plantam, colhem, assam pães caseiros e biscoitos e estudam, em uma biblioteca de 14 mil volumes, entre filosofia, teologia, sociologia e até literatura. Tudo dentro de uma rotina rígida, que começa às 2h45 da manhã, hora de levantar da cama, até às 19h30, quando vão dormir.</p>
[caption id="attachment_68" align="alignleft" width="225" caption="Caminho para a hospedaria dos visitantes"]<a href="http://analgesico.files.wordpress.com/2008/07/dsc02331_edit.jpg"><img class="size-medium wp-image-68 " src="http://analgesico.wordpress.com/files/2008/07/dsc02331_edit.jpg?w=225" alt="Caminho para a hospedaria dos visitantes" width="225" height="300" /></a>[/caption]
<p style="text-align:left;">O Mosteiro é parecido com um grande sítio, mergulhado na natureza. Entre o portal na beira da estrada e a hospedaria são cerca de 2 km de distância, percorridos numa estradinha de chão, ladeada por árvores, extensas plantações e até um açude, habitado por poucos peixes.</p>
<p style="text-align:left;">A casa dos monges é separada da hospedaria por cerca de 200 metros de folhagens, passarinhos e, com sorte, até um esquilo, que de vez em quando dá as caras. Também há um muro de pouco mais de 1,80 de altura rodeando o ambiente privado dos religiosos.</p>
<p style="text-align:left;">Há pouco contato com os monges. Além das orações na capela, onde é possível ficar a poucos metros dos religiosos, o maior contato com visitantes ocorre durante o almoço, que é servido numa sala, ao lado do refeitório, na casa dos monges, do outro lado do muro.</p>
<p style="text-align:left;">Foi nesse ambiente que entrei em contato com duas boas histórias, que resumo abaixo:    </p>
<p style="text-align:left;"><strong>Do campo de guerra para Campo do Tenente<br />
</strong>Irmão Francisco nasceu na Filadélfia, nos EUA, filho de pai americano e mãe alemã. Hoje com 88 anos, o monge participou da Segunda Guerra Mundial como co-piloto dos Aliados. Em um vôo sobre a Alemanha, o avião, com 5 tripulantes, foi atingido. O futuro monge pulou de pára-quedas da aeronave em chamas, junto com os companheiros de batalha.</p>
<p style="text-align:left;">Ao cair em território alemão, não imaginou que seu sobrenome alemão pioraria uma situação já crítica. Nas mãos dos soldados nazistas, o americano foi tachado de traidor, o que lhe rendeu mais sofrimento em comparação aos demais prisioneiros. Irmão Francisco não dá detalhes do que passou. Apenas lembra que sobreviveu.</p>
<p style="text-align:left;">Ao retornar para os EUA, renegou sua a vida que levava até então. Em uma tarde ensolarada, o americano saiu para passear de carro com sua namorada, como costumava fazer. Tirou a gravata. “Nunca mais vou usar isso”, disse à companheira. No meio do caminho, passou por uma ponte, onde costumava se encontrar com ela. “Essa é a última vez que passo por aqui”. Aos poucos, ele foi se desfazendo de sua antiga vida. “Aliás essa é a última vez que você está me vendo”, disse, sem rodeios, à namorada.</p>
<p style="text-align:left;">E voltou sua atenção para o volante, em direção ao Mosteiro Trapista de Massachusetts, estado ao norte dos EUA, onde foi ter uma nova vida.</p>
[caption id="attachment_66" align="alignright" width="300" caption="Capela do Mosteiro"]<a href="http://analgesico.files.wordpress.com/2008/07/fundos_igreja1.jpg"><img class="size-medium wp-image-66  " src="http://analgesico.wordpress.com/files/2008/07/fundos_igreja1.jpg?w=300" alt="Capela do Mosteiro" width="300" height="203" /></a>[/caption]
<p style="text-align:left;">O ex-combatente adotou o nome de Irmão Francisco. Hoje, com seus ralos cabelos brancos, é o mais velho dos monges do mosteiro de Campo do Tenente, onde mora há 20 anos. Foi um dos primeiros monges do local, vindo diretamente dos EUA. Até o ano passado, recebia, ainda com um forte sotaque inglês, os visitantes que ficam hospedados no mosteiro. Devido à idade avançada, o Irmão foi substituído no posto de monge-hospedeiro, mas ainda auxilia seu substituto quando pode.</p>
<p style="text-align:left;">E, pra quem duvida, ele mostra uma foto antiga, onde aparece em um avião, com o símbolo americano estampado, ao lado de outros soldados.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Inversão de papéis</strong><br />
Irmão José nasceu na Suíça, numa família abastada, “em berço de ouro”, como se costuma dizer. Sua família era dona da Bayer, aquela mesma da aspirina. Como boa parte de seus parentes, ele trabalhou na empresa farmacêutica. E progrediu. Em pouco tempo, alcançou o posto de diretor da empresa responsável pela América Latina.</p>
[caption id="attachment_69" align="alignright" width="225" caption="Área reservada dos monges"]<a href="http://analgesico.files.wordpress.com/2008/07/dsc02390_edit.jpg"><img class="size-medium wp-image-69  " src="http://analgesico.wordpress.com/files/2008/07/dsc02390_edit.jpg?w=225" alt="Área reservada dos monges" width="225" height="300" /></a>[/caption]
<p style="text-align:left;">Era o quinto homem mais rico do continente sul-americano e tinha, sob seu comando, 400 funcionários. Morava sozinho, em São Paulo, numa mansão de 19 cômodos na companhia de apenas um cachorro, à semelhança de Quincas Borba, o personagem literário de Machados de Assis.</p>
<p style="text-align:left;">Um dos executivos mais bem-sucedidos do país, aos 40 anos, com sua fortuna acumulada, poderia morar num hotel de 5 estrelas pelo resto da vida, sem mais trabalhar. O Suíço, no entanto, deu uma guinada radical em sua vida.</p>
<p style="text-align:left;">Largou tudo. Mansão, cachorro, família, nome e sobrenome. Doou seu dinheiro para parentes, instituições de caridade e amigos, novamente como fez o “filósofo” Quincas Borba. Sua residência, por exemplo, virou uma casa de repouso para mendigos, administrada por uma Ong. Viajou para Campo do Tenente e se juntou aos outros monges. E adotou o epíteto de Irmão José.</p>
<p>Sua mudança de vida ficou famosa. Até repórteres do Fantástico, da rede Globo, foram conhecer esse executivo milionário que resolveu abrir mão de conforto, luxo e até das modernidades mais prosaicas da vida, como TV, telefone e rádio, para viver uma vida simples, quase espartana no Mosteiro Trapista.</p>
<p>Ao chegar no local, o repórter fez a pergunta que não queria calar: Por quê? A resposta foi tão simples quanto desconcertante. “Já fui muito servido nessa vida. Agora é a minha vez de servir”, declarou.</p>
<p>E adentrou o mosteiro, onde passou a cumprir a rotina dos demais monges: cozinhar, lavar louça, limpar banheiros e participar de todas as 7 orações diárias, a começar pela primeira do dia, às 3 horas da manhã.</p>
<p style="text-align:left;">(Mais informações sobre o mosteiro em <a href="http://www.mosteirotrapista.org.br/">http://www.mosteirotrapista.org.br/</a>)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Just a quickie!]]></title>
<link>http://summerpages.wordpress.com/?p=197</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 16:38:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>stregoni3enefici</dc:creator>
<guid>http://summerpages.wordpress.com/2008/06/03/just-a-quickie/</guid>
<description><![CDATA[I was so bored I had to start doing something, so I decided to visit 3 places in 5 hours. It was a b]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>I was so bored I had to start doing something, so I decided to visit 3 places in 5 hours. It was a bit tough but I managed to do it anyway ;) Oh, and my parents came with me, for the very first time.</p>
<p>We got to São Jorge's field at around 11.00am just to see the place where the <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Battle_of_Aljubarrota">Aljubarrota battle</a> took place, and allow me to say, what a disappointment! I wasn't expecting to see dead bodies and 50.000 men fighting, but come on! Not even a tourist information plaque? As far as I know they kept building houses in that battlefield and built a museum, dedicated to the portuguese victory, right in the middle of it! It's absolutely ridiculous! And by the way, it's closed! (Oh yes, it's closed for 3 years now, thats what someone told me). Portugal...always leaving historical places like this behind. (See the picture of the battlefield below...it's realllllllly difficult to picture a battle there!)</p>
<p>A bit of history? In the 13th of August of 1385, 40.000 Castilians invaded Portugal. Not that of a happy ending for the Spanish...we smashed them! :) This was what was later considered the most important battle in the history of Portugal.</p>
<p>The light effects inside the <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Batalha_Monastery">Batalha's Monastery</a> (built to celebrate the Portuguese victory) makes it beautiful and almost unreal. As to the architecture, beautiful as every single historic monument in Portugal.</p>
<p>We then went to <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Alcoba%C3%A7a_Monastery">Alcobaça's Monastery</a>, the first Gothic monument in Portugal. This was pretty special because I absolutely adore <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/In%C3%AAs_de_Castro">D. Inês de Castro love story</a> :P and I was able to see  her tomb for the first time, as well as her husband's, D. Pedro I (king of Portugal). The story is a bit tragic but oh well...hard times.</p>
<p>Here's the most interesting things to see inside the monastery: 1) the Capítulo room, 2) the monks chambers and 3) the huge kitchen chimney.</p>
<p>And this was pretty much it. Very interesting indeed but not that different form the monuments one can find in England.</p>
<p>Hope to travel a bit more around Lisbon before I go back to Coventry! Stay tuned ;)</p>
<p><a href="http://summerpages.wordpress.com/files/2008/06/dscf0399.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-198" src="http://summerpages.wordpress.com/files/2008/06/dscf0399.jpg" alt="" width="655" height="491" /></a></p>
<p><a href="http://summerpages.wordpress.com/files/2008/06/batalha_web1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-200" src="http://summerpages.wordpress.com/files/2008/06/batalha_web1.jpg" alt="" width="448" height="336" /></a></p>
<p><a href="http://summerpages.wordpress.com/files/2008/06/dscf04221.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-201" src="http://summerpages.wordpress.com/files/2008/06/dscf04221.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://summerpages.wordpress.com/files/2008/06/dscf0571.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-202" src="http://summerpages.wordpress.com/files/2008/06/dscf0571.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://summerpages.wordpress.com/files/2008/06/dscf0568.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-203" src="http://summerpages.wordpress.com/files/2008/06/dscf0568.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Pictures (from top to bottom): Aljubarrota battlefield (Campo de São Jorge), Batalha's Monastery, inside Batalha's Monastery, Alcobaça Monastery, D. Inês de Castro tomb.</p>
<p><a href="http://picasaweb.google.co.uk/stregonibenefici/BatalhaAljubarrota">See more of Batalha</a> . <a href="http://picasaweb.google.co.uk/stregonibenefici/AlcobaA">See more of Alcobaça</a></p>
<p><a href="http://summerpages.wordpress.com/files/2008/06/screenshotpng.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-213" src="http://summerpages.wordpress.com/files/2008/06/screenshotpng.jpg" alt="" width="176" height="409" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pão nosso de cada dia]]></title>
<link>http://sitecomidinhas.wordpress.com/?p=1346</link>
<pubDate>Tue, 27 May 2008 15:05:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Claudia</dc:creator>
<guid>http://sitecomidinhas.wordpress.com/2008/05/27/pao-nosso-de-cada-dia/</guid>
<description><![CDATA[Por Marcelo Jucá
A receita é simples: para começar o dia divinamente, assista à missa das 10h no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gastronomiaenegocios.uol.com.br/v2/revista/ver/32/pao-nosso-de-cada-dia/"><em>Por Marcelo Jucá</em></a></p>
<p>A receita é simples: para começar o dia divinamente, assista à missa das 10h no Mosteiro de São Bento, e depois passe na padaria para comprar o pão nosso de cada dia.</p>
<p>Mas vá a padaria do próprio mosteiro, onde é possível encontrar também o já famoso pão de mel, docinhos, além de um sagrado vinho.</p>
<p>Dom Bernardo, responsável pela administração da padaria, lembra que “Essa padaria começou pequena, ela era dentro da cozinha. Com o crescimento, com o desenvolvimento ela separou-se hoje da cozinha --hoje a cozinha é uma outra coisa-- então a padaria ela é totalmente independente da cozinha”.</p>
<p>Tamanha é a fama dos produtos que o movimento é freqüente. Localizada numa pequena sala, com luz baixa e silêncio espiritual, pode-se admirar e escolher do balcão os produtos comercializados.</p>
<p>“As pessoas sempre falaram que iriam a missa das dez, e após a missa das dez, passar na loja dos monges (...) O que a gente espera de todo esse trabalho, é que ele possa ter um retorno”, completa Dom Bernardo.</p>
<p><strong>História</strong></p>
<p>De acordo com a regra de São Bento, cada mosteiro deveria ser auto-suficiente, e que o excedente fosse colocado à venda para ajudar o mosteiro. Não que fosse uma obrigação, como explica Dom Bernardo, no entanto, uma fonte de renda era necessária.</p>
<p>“Depois que começou essa loja, essa padaria aqui no nosso mosteiro, muitos mosteiros começaram a despertar pra esse meio de angariar recursos financeiros, apesar de que não é uma novidade, a prática data do século 5º”.</p>
<p>Com a crescente fama desde sua inauguração, em 1999, cada dia atrai mais curiosos por provar os produtos dos monges.</p>
<p>“A soma de uma série de elementos, como por exemplo, a qualidade dos produtos, porque a princípio ele pode despertar um grande mistério no cliente, mas quando você abre o produto, degusta o produto, descobre o mistério, se o produto não for bom, você não volta associado a isso. E o trabalho que a imprensa sempre teve, em lançamentos de produtos, ela sempre compareceu e divulgou com bons conceitos, com boas reportagens, com boa administração. Tudo isso somado, dá um bom resultado”, explica Dom Bernardo, referindo-se à fama que o local conquistou.</p>
<p>O curioso é que o mosteiro já servia como ponto turístico para os estrangeiros, e depois da forte divulgação da imprensa sobre os produtos, a padaria também é um bom pretexto para se conhecer o local.</p>
<p><strong>Padaria</strong></p>
<div id="slide2" style="float:left;padding:5px;">
<div id="div_credito_slide2">Caio Guatelli</div>
<div id="div_imagem_slide2"><a id="link_slide2" href="http://sitecomidinhas.wordpress.com/wp-admin/"><img class="fotimg" src="http://gastronomiaenegocios.uol.com.br/v2/imagens/69be4f09dd50810a2490bfeaba944e7a.jpg" border="0" alt="" /></a></div>
<div id="div_controle_slide" class="control opaco"><a href="slide2.anterior();">ANTERIOR</a> &#124; <a href="slide2.proxima();">PRÓXIMA</a></div>
</div>
<p>Sobre a qualidade posta nos produtos da padaria, Dom Bernardo afirma que “Desde o início, optei por um produto que tenha certo refinamento, associado isso a uma qualidade, como também ter certa organização para que isso flua para uma boa aceitação de público”.</p>
<p>E acrescenta: “Eu sempre tenho a preocupação de não industrializar os produtos. De ser produtos artesanais. Claro que ao longo desses nove anos, devido à demanda das pessoas, você fica aflito de ver a vontade que as pessoas têm de provar, de conhecer seus produtos, aumentando a produção como também a diversidade dos produtos”.</p>
<p>Mesmo com tantas opções saborosas, não fica difícil adivinhar qual o produto mais procurado: “Eu diria que o pão, por ser um produto, talvez, mais acessível para o bolso do cliente, é um produto com maior número de vendagem, embora o bolo de natal tenha uma aceitação muito boa. É um produto sazonal, e eu diria que a venda de natal, por ser natal também, ele sempre superou as nossas expectativas”.</p>
<p>Espertos como são obviamente eles próprios também consomem os produtos da padaria: “O pão nosso de cada dia também é o que nós produzimos, e os bolos nós colocamos sempre aos domingos”.</p>
<p><strong>Lançamentos</strong></p>
<p>Festivais e livros com as receitas sagradas não fazem parte dos planos – pelo menos até agora - de Dom Bernardo, no entanto, antecipa uma nova surpresa que estará na padaria em junho.</p>
<p>“Estou para lançar agora em junho, uma caixa de pães de mel --nós vendemos em unidade-- fazer algo menor, mas vender os pães de mel numa caixa para presente. Isso foi uma idéia, um projeto, agora para o mês de maio, para o dia das mães, que vai concretizar-se agora em junho”.</p>
<p>“Você se sente desafiado de colocar um pouco de você ali dentro”, conclui.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Todos os produtos estão à venda na loja do Mosteiro.<br />
Domingo logo após a missa das 10h;<br />
de segunda a sexta no horário de 7h às 18h; e sábado de 7h30 às 12h.<br />
www.mosteiro.org.br</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[My Other Places: Japan #4]]></title>
<link>http://jbonnet.wordpress.com/?p=162</link>
<pubDate>Sun, 04 May 2008 21:57:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>jbonnet</dc:creator>
<guid>http://jbonnet.wordpress.com/2008/05/04/my-other-places-japan-4/</guid>
<description><![CDATA[A quarta página do episódio Japan do My Other Places apresenta um novo ambiente: um mosteiro.

A t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A quarta página do episódio <strong>Japan</strong> do <a title="My Other Places" href="./my-other-places" target="_self"><strong>My Other Places</strong></a> apresenta um novo ambiente: um <strong>mosteiro</strong>.</p>
<p><a href="http://jbonnet.files.wordpress.com/2008/05/myotherplacesjapan4-400-689.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-163" src="http://jbonnet.wordpress.com/files/2008/05/myotherplacesjapan4-400-689.jpg" alt="Japan #4" width="400" height="689" /></a></p>
<p>A tarefa que foi dada à personagem principal na página <a title="Japan #3" href="./2008/04/10/161/" target="_self">anterior</a>, varrer o pátio, só agora se percebe. Aparentemente cumpre-se rapidamente, mas há um factor inesperado: o vento, que acaba por abrir o portão do mosteiro.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Biografia de São Tomás - 3º capítulo]]></title>
<link>http://alinesouza.wordpress.com/?p=83</link>
<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 11:08:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Aline Souza</dc:creator>
<guid>http://alinesouza.wordpress.com/2008/04/24/biografia-de-sao-tomas-3%c2%ba-capitulo/</guid>
<description><![CDATA[3º Capítulo – o Abade Fugitivo.
	 A família de Aquino era parente do Imperador da época Freder]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>3º Capítulo – o Abade Fugitivo.</strong></em></p>
<p>	 A família de Aquino era parente do Imperador da época Frederico II, que por sua vez insistia em fazer guerra com a Igreja, afinal achava que era o imperador que deveria consagrar os bispos e não o Papa.</p>
<p>             São Tomás não mostrava nenhum afeto pelo seu tio, afinal era um imperador que fazia de tudo contra o Papa. Tomás quanto mais obtinha laços de sangue com o Império mais ele se aproximava do Papa.</p>
<p>            O Imperador não se contentando com a situação, revoltava-se contra a Igreja, fazendo assim suas guerras, destruindo mosteiros e conventos, saqueando Igrejas, etc.</p>
<p>	A família de Aquino também era contra o Papa e inclusive o Conde de Aquino era guerreiro de Frederico II, onde destruía os mosteiros.</p>
<p>	Era uma família muito grande com sete filhos, e todos eram robustos e lutavam nas guerras, menos um.</p>
<p>	O filho mais novo dos Aquino não mostrava interesse em guerras, pelo contrário era tardio, pesado e mal falava em sua casa, e quando falava era apenas para perguntar:</p>
<p>	- Que é Deus?</p>
<p>	Mesmo que ninguém soubesse responder essa pergunta ao menino, ele interiormente, um dia saberia encontrar a resposta.</p>
<p>	Tomás de Aquino era o último dos filhos dessa família e os pais sabiam que para ele não restava outra alternativa senão colocá-lo num mosteiro ou seguir alguma ordem parecida.</p>
<p>	Para seus pais isso também se tratava de uma jogada política, afim de, colocá-lo no mesmo mosteiro que há um tempo eles saquearam.</p>
<p>	Mas a idéia era que um dia seu filho se tornasse abade do mesmo e obtivesse cargos elevados dentro do mesmo para poder enaltecer a família e continuar com essa jogada política junto com o Imperador.</p>
<p>	Tomás de Aquino não se deteve em ir para o mosteiro, e como seus pais queriam foi recebido numa cerimônia solene e cheia de pomposidades.</p>
<p>	Mas algum tempo depois resolveu ir para uma nova ordem que estava surgindo no final da Idade Média, que era a ordem de Domingos, ou ordem dominicana. Quando foi contar para os seus pais, os mesmo quase pularam em cima do seu pescoço, desaprovando por completo a decisão do filho.</p>
<p>	Afinal isso já não seria mais para eles uma jogada política e estaria demonstrando a vontade de Tomás de Aquino de servia o Papa e estar contra as idéia de Frederico II.</p>
<p>	Mas não teve jeito e Tomás de Aquino mudou de ordem, sua mãe depois de um certo tempo acabou por se acostumar com a idéia e ficou do lado do filho, mas seus pais e seus irmão de maneira alguma aceitaram.</p>
<p>	Uma certa vez Tomás estava caminhando pela estrada e foi saqueado por dois rapazes que rasgaram suas roupas, jogaram-no no chão, bateram nele. Esses rapazes eram seus irmão que desde então não pararam de o perseguir.</p>
<p>	Mas desta vez o levaram junto com eles, um de cada lado segurando Tomás de Aquino, como se fosse dois policiais arrastando um bandido para a prisão e assim o prenderam numa torre e o deixaram trancado lá e escondido de tudo e de todos.</p>
<p>	Certa vez colocaram com ele nessa torre uma mulher toda requintada e pintada, para fazer com que ele fosse tentado das piores formas possíveis, e acreditavam que com aquilo ele não agüentaria e cairia nas mãos daquela mulher, contrariando a forma de vida que havia decido para tal.</p>
<p>	Tomás de Aquino começou a ficar tão nervoso com a presença daquela mulher ali na sala com ele que num passo de raiva pegou um pedaço de uma tocha e saiu gritando feito um doido pelo quarto, ameaçando atear fogo no quanto inteiro.</p>
<p>	Como não era de se esperar a mulher começou a gritar de susto e saiu correndo do quarto e num estalo Tomás saiu correndo atrás dela até a porta no qual a fechou, trancou e voltou a sentar em sua cadeira de estudo e ali ficou.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FALECIMENTO DE DOM ESTÊVÃO BETTENCOURT]]></title>
<link>http://catolicismo.wordpress.com/?p=395</link>
<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 18:41:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Roldão</dc:creator>
<guid>http://catolicismo.wordpress.com/2008/04/14/falecimento-de-dom-estevao-bettencourt/</guid>
<description><![CDATA[Rio de Janeiro, 14 de Abril de 2008.
Prezados senhoras e senhores e amigos de Dom Estêvão,
Paz!
Ho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Rio de Janeiro, 14 de Abril de 2008.</p>
<p style="text-align:justify;">Prezados senhoras e senhores e amigos de Dom Estêvão,</p>
<p style="text-align:justify;">Paz!</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje, antes do amanhecer, nosso querido Dom Estêvão realizou sua Páscoa junto ao Senhor.</p>
<p style="text-align:justify;">A Santa Missa de exéquias terá lugar, hoje, às 16 horas, seguida de sepultamento no claustro de nossa Abadia.</p>
<p style="text-align:justify;">Pedimos vossas orações.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Abade e Comunidade</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Abadia Nossa Senhora de Monserrate do Rio de Janeiro </strong> <span style="font-size:12pt;"><br />
<!--[if !supportLineBreakNewLine]--><!--[endif]--></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[My Other Places: Japan #3]]></title>
<link>http://jbonnet.wordpress.com/?p=161</link>
<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 09:54:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>jbonnet</dc:creator>
<guid>http://jbonnet.wordpress.com/2008/04/10/161/</guid>
<description><![CDATA[A terceira página do episódio Japan do My Other Places é O Caminho.

O Japão rural é uma fascin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">A terceira página do episódio <strong>Japan</strong> do <strong>My Other Places</strong> é <strong>O Caminho</strong>.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://jbonnet.wordpress.com/files/2008/04/myotherplacesjapan3-400-7061.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-160" src="http://jbonnet.wordpress.com/files/2008/04/myotherplacesjapan3-400-7061.jpg" alt="Japan #3" width="283" height="499" /></a></p>
<p style="text-align:left;">O Japão rural é uma fascinação minha muito antiga. Nesse Japão os mosteiros budistas têm um papel muito importante, agora como tiveram no passado. E é ao ler alguns <strong>manga históricos</strong> (<strong>Lone Wolf and Cub</strong>, por exemplo) e sobretudo o <strong>Kogaratsu</strong>, de  <strong><span class="existingWikiWord">Marc Michetz</span></strong> e <span class="newWikiWord"><strong>Bosse</strong>.</span></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Nota:</strong> Não inseri hiperligações por esta nova versão do <strong>Wordpress</strong> ter ainda alguns problemas. Actualizarei este <em>post</em> logo que isso seja possível.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Da série `Post Perdidos´ (1)]]></title>
<link>http://betoqueiroz.wordpress.com/?p=116</link>
<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 11:20:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Adalberto Queiroz</dc:creator>
<guid>http://betoqueiroz.wordpress.com/2008/03/27/da-serie-post-perdidos%c2%b4-1/</guid>
<description><![CDATA[Publiquei este post originalmente, em 2006, no ex-Blog Zadig, na comunidade blogs Verbeat. 
O livro ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><i>Publiquei este post originalmente, em 2006, no ex-Blog Zadig, na comunidade blogs Verbeat. </i></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">O livro “<b>A Vida Silenciosa</b>” foi escrito por Thomas Merton uma década após ele ter se licenciado de sua vida num mosteiro trapista. Ele próprio descreve a obra como "uma meditação sobre a vida monástica feita por alguém que, sem nenhum mérito próprio, teve o privilégio de conhecer essa vida por dentro. Se há nestas páginas, insiste o autor, algo de valor, vem, não de algum talento especial do autor (e ele o possui), mas de ter sido porta-voz de uma tradição milenar ou multissecular, como diz Merton “indigno descendente de São Bento e dos primeiros apóstolos” a quem os monges consideram como seus Pais Espirituais.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Qual o interesse de um livro assim no mundo conturbado de hoje, onde a televisão e a Internet definem padrões?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">O esboço de uma resposta começaria por examinar a realidade das vida monástica por oposição à vida no mundo atual. Goleada para o mundo atual, diriam os apressados, principalmente se se dirigem aos moços, que se apegam aos padrões do mundo contemporâneo, e a quem mal sobra um tempinho para entender o que pode ser uma vida silenciosa. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Th. Merton não está interessado em propaganda fácil mas em estudo até porque “nada há de mais detestável do que a tentativa de fazer propaganda da vida monástica” e, no entanto, ele cumpre seu apostolado de divulgador com a esperança de poder tornar mais conhecido o mistério íntimo de uma vida tão rica da misericórdia e bondade de Deus como é a vida monástica.</span></p>
<p>E, no entanto, em sua negatividade construtiva, este livro é importante porque combina uma lúcida e informativa descrição da natureza e das formas de monaquismo - do comunitário ao solitário -, com uma apaixonada defesa do anseio humano de contemplar a Deus. A intensa beleza da meditação irradia desse pequeno volume com benefícios que emanan da sua calma superfície, fazendo deste livro um clássico sobre o monaquismo.</p>
<p>Dom Basílio Penido no prefácio do livro acentua que: <span style="background:yellow none repeat scroll 0 50%;">“<i>Vivemos num mundo não somente de ação mas de agitação. O rádio, a TV, a incrível facilidade das comunicações, os divertimentos e as comodidades que nos proporcionaram o desenvolvimento da técnica, conquanto sejam coisas fundamentalmente boas, não deixam entretanto de facilitar uma certa preguiça da inteligência e da boa vontade que dificultam extremamente a vida interior.</i>”</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">E, no entanto, muitos jovens continuam se interessando pela vida monástica. Por quê?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">- Hugo de São Vitor afirma em um opúsculo intitulado <span style="background:yellow none repeat scroll 0 50%;">“<b><i>Sobre o modo de Aprender e de Meditar” </i></b><i>que<b> “há três operações básicas da alma racional</b></i>” – lembra-nos a “<b>Educação segundo a Filosofia Perene</b>” – <i>a primeira é o pensamento, a segunda, a meditação e a terceira, a contemplação</i>.</span> O que os monges fazem como dever e ofício é a contemplação de Deus, vocação última do ser humano, esquecida por todos os artifícios do mundo agitado de nossos dias. E a contemplação, afirma-nos o humilde (e anônimo) sintetizador da “Educação...” é “<b><i>o fim último do homem</i></b>”. O homem, diz o autor, por natureza, tende para a contemplação.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="background:yellow none repeat scroll 0 50%;font-size:10pt;font-family:Verdana;">“<b><i>O homem é um ser tal que a sua realização, a sua suprema felicidade, se encontra na contemplação</i></b>.”</span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Merton repassa a vida dos diversos mosteiros, ressaltando que a contemplação cristã nada é se não se alimenta da revelação de Deus, de Sua Sabedoria, no Mistério de Cristo. Ela seria, segundo Merton “<b><i>estéril se não fosse nutrida pelos sacramentos e pela teologia da Igreja</i></b>”.</span><span style="font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Se na primeira parte do livro, Merton se ocupa dos fundamentos da Pax Monástica, na segunda ele detalha a situação atual da vida dita cenobítica em oposição à vida eremítica (cartuxos e camaldulenses) [conforme a Regra, cap. 1 dos gêneros de monges].</span><span style="font-family:Verdana;"> </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">São Bento, patrono da Europa e inspirador de nosso atual Papa Bento XVI, é também o inspirador da vocação dos monges. Aprendemos com Th. Merton que a Regra de São Bento descreve os 12 degraus da humildade interior e exterior (cada qual sendo participação no mistério da obediência de Cristo), declara “<b><i>quando todos esses degraus tiverem sido galgados, alcançará logo o monge a perfeita caridade que expele todo temor</i></b>” (p.33).</span></p>
<p class="MsoNormal"><b><span style="background:yellow none repeat scroll 0 50%;font-size:10pt;font-family:Verdana;">Os monges</span></b><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">, nos ensina Merton, <span style="background:yellow none repeat scroll 0 50%;">“<b><i>procuram glorificar a Deus e salvar suas almas, abraçando a vida contemplativa em conformidade com a Regra de São Bento e guiados por seu espírito</i></b>”.</span> Se há variantes na forma de observar essa Regra isso depende, em larga medida, da importância que cada família monástica dá a este ou àquele aspecto da regra beneditina. (p.65).</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Assim, não deve haver conflito entre um monge cenobita ou eremita, entre uma abadia e outra, ou mesmo entre os membros de um mosteiro. No entanto, é de seres humanos que são feitos os conventos e, portanto, com a rude realidade de nossas limitações, eis de que os mosteiros são feitos. São Bernardo já clamava há séculos atrás da rivalidade entre Cister e Cluny. “<b><i>Se há cistercienses que tentaram menosprezar a observância de Cluny como sendo ´mole` e relaxada, devem ser muito lastimados, declara o santo</i></b>” (p.106).</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Mostrando a dificuldade da vida monástica em países dominados pela sociedade de consumo, Merton nos dá esperança ao indicar os rumos do movimento monástico nos EUA e no Canadá, que por orientação dos beneditinos europeus deram grande impulso à cristianização da América do Norte e do México. Também o Brasil, asseguram as tradutoras (elas também pessoas que vivem no claustro) nós, católicos, podemos nos alegrar com o crescente número e a qualidade dos mosteiros beneditinos fundados recentemente. Elas destacam o mosteiro de Santa Maria de Serra Clara, nas montanhas do sul de Minas, próximo de Itajubá como exemplo de vida monástica. Uma rápida busca no Google nos dá a saber que <a href="http://www.mosteiro.org.br/MSB/links.htm" target="_blank" title="Mosteiros">há outros</a>. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Dia desses, uma dileta amiga protestante manifestou sua vontade de ser monja, o que é uma contradição no mundo luterano que não privilegia a vida monástica, mas me deu a pensar que, não fossem as vocações de pai, marido, profissional etc. também este blogueiro estaria habilitado ao convento.</span></p>
<p><span style="font-size:10pt;">Como ousei dizer isso numa reunião com amigos, e o dizia enquanto saboreava um cálice de vinho, minha mulher caiu em riso, porque, segundo ela, eu não passaria nunca dos capítulos 39 e 40 [“Da medida da comida, da medida da bebida”, neste caso específico, a determinação Beneditina de “uma hêmina de vinho por dia” – algo em torno de 1,5 cálice]. Humor à parte, o mundo do monastério é por demais atraente como regra de disciplina, humildade e busca da maturidade espiritual. Isso tem atraído milhares de jovens em todo o mundo, apesar do ruído atraente do mundo cá fora.</span></p>
<p>Conheça a <a href="http://www.merton.org/" target="_blank" title="Fundação Merton"><span style="font-size:11pt;color:windowtext;text-decoration:none;">fundação Merton</span></a>.</p>
<address><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;font-style:normal;">+++++<br />
Fonte: "A Vida Silenciosa", Thomas Merton. Ed. Vozes, Petrópolis, 2002.</span></address>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nas pedras de Santa Maria da Vitória]]></title>
<link>http://capeiaarraiana.wordpress.com/2008/03/19/nas-pedras-de-santa-maria-da-vitoria/</link>
<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 00:01:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>jclages</dc:creator>
<guid>http://capeiaarraiana.wordpress.com/2008/03/19/nas-pedras-de-santa-maria-da-vitoria/</guid>
<description><![CDATA[A acção de reflexão sob o lema «Batalha: Pensar o Turismo Cultural com os escritores» e a sua l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A acção de reflexão sob o lema «Batalha: Pensar o Turismo Cultural com os escritores» e a sua ligação à vida e obra de Miguel Torga reuniu no dia 15 de Março, na Batalha, mais de uma centena de participantes. A aldeia histórica de Sortelha foi o ponto de partida para esta peregrinação, coordenada por José Cymbron, pelos concelhos eminentemente torguianos propondo o «Turismo Cultural» e o «Dia de Torga».</strong></p>
<p><font color='#663300'><em><strong>«Hoje sei apenas gostar duma nesga de terra debruada de mar»</font> (Torga)</strong></em></p>
<p><img src='http://capeiaarraiana.wordpress.com/files/2008/03/mt-batalha.gif' alt='Miguel Torga (Batalha)' align='right' hspace='1' width='225' height='160' />Sob a coordenação do professor universitário José Cymbron, ausente por doença, decorreu no sábado, 15 de Março, no Mosteiro da Batalha e no Auditório Municipal uma acção de reflexão alusiva à temática do Património Cultural Português, a sua ligação à Educação e ao Turismo e à passagem de Miguel Torga pelo concelho.<br />
O director do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, Júlio Ribeiro Órfão, serviu de guia aos mais de cem participantes no percurso pela grandiosidade arquitectónica do monumento que foi reconhecido em 1983 como Património Mundial.<br />
Logo depois da entrada, à direita, a <em>Capela do Fundador,</em> onde repousam no mesmo túmulo os restos mortais do rei D. João I e de sua esposa D. Filipa de Lencastre e as <em>Capelas Imperfeitas</em> (que os estrangeiros preferem chamar <em>Capelas Inacabadas</em>) foram o cenário ideal para escutar textos literários de Miguel Torga, Camões, Pessoa, Alexandre Herculano, Oliveira Martins, Lopes Vieira, Jaime Cortesão, José Travaços, Jorge Dias e Carlos Queirós entre outros.<br />
Nos jardins exteriores os convidados de honra, general Ramalho Eanes (antigo Presidente da República) e esposa (Manuela Eanes), descerraram uma lápide com o texto do Diário de Miguel Torga, de 15 de Março de 1983, alusivo à sua passagem pela Batalha: <em>«As Capelas Imperfeitas. Vim contemplá-las novamente com a imaginação, como devia competir a todos os portugueses pelo menos uma vez na vida.»</em><br />
Os participantes deslocaram-se de seguida para o Auditório Municipal onde foram recebidos pelos alunos da Sociedade Artística e Musical dos Pousos (SAMP) que sob a batuta do maestro Alberto Roque interpretaram, afinadíssimos, algumas músicas clássicas.<br />
As comunicações estiveram a cargo do general Ramalho Eanes, de Carlos Henriques (vereador da cultura da Câmara da Batalha) e de Carlos Vieira (administrador do INP-Instituto das Novas Profissões).<br />
A intervenção do coordenador científico do projecto, José Cymbron, impossibilitado de estar presente fisicamente, com o título «O que fazer com a obra de Miguel Torga?», foi lida por Mafalda Patuleia e continha oito propostas. O <em><strong>Capeia Arraiana</strong></em> disponibiliza para cópia o documento na íntegra mas aproveitamos para destacar a segunda proposta:<br />
<em>«Avançar com um projecto da Junta de Freguesia de Sortelha, que visa criar um Centro de Divulgação da Obra de Miguel Torga, e que se propõe dar início já em 2008 a quatro eventos torguianos, um em cada uma das estações do ano. É com muita satisfação que vos digo que estão hoje, connosco, o presidente da Junta de Sortelha (autor do projecto), o vereador da cultura do Sabugal e o sabugalense Dr. Bernardino Henriques, que no passado ano publicou um livro fruto de uma investigação desenvolvida ao longo de dez anos: Miguel Torga – (Quase) na Primeira Pessoa.»</em><br />
A comitiva sabugalense com António Robalo, vereador da cultura do município, Luís Paulo, presidente da Junta de Freguesia de Sortelha e Bernardino Henriques, investigador torguiano natural dos Fóios, aproveitou para convidar o general Ramalho Eanes a estar presente em Sortelha no Encontro de Maio sobre Torga.</p>
<p><em>Propostas de José Cymbron:</em> <a href='http://capeiaarraiana.wordpress.com/files/2008/03/pdf-cymbronbatalha01.pdf' title='O que fazer com a obra de Miguel Torga?' target='_blank'><strong>O que fazer com a obra de Miguel Torga?</strong></a><br />
<em><strong>jcl</strong></em></p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
