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	<title>mismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/mismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "mismo"</description>
	<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 20:12:55 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Vamos organizar nossa Cozinha]]></title>
<link>http://cozinhas.wordpress.com/?p=5</link>
<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 20:20:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogydecoracao15</dc:creator>
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<description><![CDATA[Você já decorou sua cozinha, ou copa-cozinha com os armários, talvez uma mesa? Se ainda não, ace]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Você já decorou sua cozinha, ou copa-cozinha com os armários, talvez uma mesa? Se ainda não, acesse nosso canal de  <span style="color:#d729c4;">Decoração de Cozinha</span>.</p>
<p>Qual seja a decoração dela, agora você precisa recheá-la, saber quais são os utensílios que devem ser comprados em primeiro lugar.</p>
<p>Em nossos dias temos uma infinidade deles, tanto para copa como para a cozinha. Desde os mais simples e úteis até os mais sofisticados.</p>
<p>Se você não tiver disponibilidade para comprar os mais sofisticados que são sempre mais caros, não fique triste, pois uma copa-cozinha bem montada, não precisa de sofisticação. Precisa, sim é de praticidade.<br />
Se você é chegada à <span style="color:#d729c4;">arte de cozinhar</span> e quer ter tudo o que há de mais moderno em uma cozinha.</p>
<p>Tenha este desejo sempre em mente e aos poucos, pode ir incrementando-a, com os utensílios que você for sentindo falta.</p>
<p>Um dia, você vai chegar onde você mentalizou, pois pensamentos bons de prosperidade sempre tendem a se realizar, desde que você batalhe para isto.</p>
<p>Algumas dicas de como organizar sua cozinha:</p>
<p>Agora vamos falar em como organizar e depois daremos a relação de quais comprar.</p>
<p>Se a sua cozinha foi planejada e têm armários e aparadores para você guardar e apoiar os objetos, fica mais fácil mantê-la organizada.</p>
<p>Procure dividir os armários, guardando seus objetos por grupos. Exemplo: Louças, copos, travessas de inox, objetos de plástico, bandejas, assadeiras, travessas de vidro, potes de vidro.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Louças:</span> Empilhe os pratos por serviço - rasos, fundos e de sobremesa.  Pires de chá, pires de café.  Arrumem da melhor forma, respeitando o espaço do seu armário, as xícaras de chá e café. Bule de café, de chá e leite, açucareiro e manteigueira. Travessas maiores embaixo e menores em cima</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Copos:</span> Enfileire os copos iguais, assim você terá, quando abrir o armário, acesso a todos os tipos, não necessitando se esforçar para pegar um tipo que esteja no fundo.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Travessas de inox: </span>Arrume colocando as maiores embaixo e diminuindo o tamanho até a última.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Objetos de plástico:</span> Separe as tampas e as organize em um pote maior. Deixe os potes organizados, por tamanho, abertos, para evitar que conservem odores dos alimentos.  Objetos plásticos, sem tampa, como o espremedor de laranja, peneira e outros, devem ficar em um local acessível, facil de ser usado.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Bandejas:</span> O ideal é guardá-las na vertical, pois ocupam menos espaço e é mais fácil para pegá-las.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Assadeiras: </span>Guarde sempre as maiores por baixo e siga encaixando as menores. Se forem de teflon, cuidado para que a de cima não arranhe a de baixo.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Travessas de vidro:  </span>São muito práticas, geralmente vão ao forno, microondas, geladeira e freezer. São ideais para preparo de tortas, lasanhas e muitas coisas. Acondicione-as com cuidado, para não lascarem as bordas, se estiverem lascadas, descarte-as. É melhor poucas e perfeitas, do que muitas com lascas. Além do mais, podem cortar e reter restos de alimentos.</p>
<p> </p>
<p><span style="font-weight:bold;">Potes de vidro:</span> Ideais para guardar sobras de alimentos, salgadinhos, compotas, petiscos, devem ser sempre guardados abertos, para não preservarem cheiro de alimentos.</p>
<p>Aproveite os aparadores e tampos de sua cozinha para colocar seus eletrodomésticos, como cafeteira, batedeira, liquidificador.</p>
<p>Se eles forem bonitos, darão um ar de modernidade e funcionalidade a sua cozinha.</p>
<p>O que vou guardar nas gavetas?</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Nas gavetas</span> (geralmente são no mínimo quatro), arrume seus talheres. Na primeira, procure ter um separador de talheres, custa pouco e organiza melhor.</p>
<p>Separe por garfo, faca, colher de mesa, faca, garfo, colher de sobremesa, colher de chá e café.</p>
<p>Em outra gaveta, coloque outros utensílios, como facas grandes, espumadeira, concha, coador, pegador, pinça, etc</p>
<p>Na próxima, <span style="font-weight:bold;">panos de prato</span>, sempre bem passados e dobrados.</p>
<p>Inclua uns <span style="font-weight:bold;">panos de mão</span>. É super importante não utilizar pano de prato para secar as mãos.</p>
<p> </p>
<p>E na última, <span style="font-weight:bold;">toalhas de mesa</span> ou <span style="font-weight:bold;">jogos americanos</span>. Se você tiver uma copa, guarde lá. É mais prático.</p>
<p>E separe algum armário, para colocar mantimentos, que já estejam em uso. Muitos ficam mais fáceis de serem usados, acondicionados em vasilhas especiais.</p>
<p>Tenha sempre uma <span style="font-weight:bold;">fruteira </span>á vista, com frutas mais resistentes, como banana, maçã, laranja, além de enfeitarem, seu consumo fica mais fácil.</p>
<p>Se a sua cozinha não é planejada, não tem problema, você pode mantê-la organizada. Utilize seus armários da mesma forma e use os espaços disponíveis para colocar alguns objetos, como a fruteira ou uma cafeteira. Fica mais bonito.</p>
<p><a href="http://cozinhas.files.wordpress.com/2008/08/cozinha.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6" src="http://cozinhas.wordpress.com/files/2008/08/cozinha.jpg" alt="" width="345" height="230" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Firefox 6,000,000 de descargas y contando]]></title>
<link>http://julianrdz.wordpress.com/?p=195</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 15:41:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julián Rodríguez</dc:creator>
<guid>http://julianrdz.wordpress.com/?p=195</guid>
<description><![CDATA[Hace escasamente cinco minutos, a éso de las 13:15 hora española, el  contador de descargas de Fir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Hace escasamente cinco minutos, a éso de las 13:15 hora española, el <a href="http://downloadcounter.sj.mozilla.com/"> contador de descargas de Firefox 3 </a> ha alcanzado la mágica cifra de <strong>6.000.000 de descargas</strong>. Habemus Record Guinness, sin duda. Unos minutillos antes, la cifra de descargas para España superaba las <strong>200.000 descargas</strong>. Éste dato es interesante, ya que según el <a href="http://observatorio.red.es/">Observatorio de las Telecomunicaciones y de la Sociedad de la Información de Red.es</a>, en España somos <a href="http://observatorio.red.es/indicadores/areas/ciudadanos/internet/individuos_uso_mes.html">alrededor de los 16 millones de internautas</a>. Esto significa que aproximadamente un 1,3% de los internautas españoles se están descargando el Firefox 3 el mismo día de su lanzamiento. Y eso que aún quedan cinco horas y media, ya que el <a href="http://www.spreadfirefox.com/es-ES/worldrecord">Download Day</a> no acaba hasta las 19:00h hora española. <a href="http://www.mozilla.com/es/firefox?p=downloadday">¡A seguir descargando!</a> Aunque ayer <a href="http://nemoelpiratilla.wordpress.com/2008/06/17/firefox-3-download-day/">el servidor agantaba a duras penas</a>, como <a href="http://www.telegraph.co.uk/connected/main.jhtml?xml=/connected/2008/06/18/dlfox118.xml">explica también el Daily Telegraph</a>. Efecto Barrapunto, seguramente.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El calor me Nefastea.]]></title>
<link>http://talegaman.wordpress.com/?p=13</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 07:49:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>talegaman</dc:creator>
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<description><![CDATA[Y como estoy nefasteado, me quejare&#8230;
Empezare con la Universidad (en mi caso, la UVM):


*Porq]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#993300;"><strong>Y como estoy nefasteado, me quejare...</strong></span></p>
<p><strong><span style="color:#808080;">Empezare con la Universidad </span>(<span style="color:#800080;">en mi caso, la UVM</span>):<br />
</strong></p>
<ul>
<li><strong>*<span style="color:#808080;">Porque mierda, no nos</span><span style="color:#808080;"> dan los dias libres que le dan a la UJAT??</span></strong></li>
<li><strong><span style="color:#808080;">Porque a los de Ing. Sistemas nunca nos mandan a congreso como a los lame-escrotos de Turismo?. Que madres pues aprender en Turismo? es una mamada...</span></strong></li>
<li><span style="color:#808080;"><strong>Porque dejan clases en la Tarde? que no sienten el pinche calor a esa hora? Y que no saben que a las 10pm, ya roban, violan,  asaltan, te roban mientras te violan, te asaltan mientras te violan, y te violan, mientras intentan robarte??</strong></span></li>
</ul>
<p><span style="color:#808080;"><strong><span style="color:#993300;">Igual me quejare de las mujeres...</span><br />
</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color:#808080;"><strong>Porque se quejan tanto?</strong></span></li>
<li><span style="color:#808080;"><strong>Porque van de a 2 al baño?</strong></span></li>
<li><span style="color:#808080;"><strong>Porque tienen complejo de obesidad, si estan mas flacas que un tubo?</strong></span></li>
<li><span style="color:#808080;"><strong>Porque siempre dicen "No" cuando quieren decir "Si"?</strong></span></li>
<li><span style="color:#808080;"><strong>Porque cuando tienen algo nunca lo dicen?? (<span style="color:#800080;">Clasiquisimo de la novia  que se calla lo que le molesta, o  que SIEMPRE...SIEMPRE espera a que uno adivine que es lo que tienen??</span>)</strong></span></li>
<li><span style="color:#808080;"><strong>Porque les importa lo que trae fulanita puesto?</strong></span></li>
<li><span style="color:#808080;"><strong>Porque ven Novelas?</strong></span></li>
<li><span style="color:#808080;"><strong>Porque mejor no Leen novelas?</strong></span></li>
<li><span style="color:#808080;"><strong>Porque exageran una pelea pequeña?</strong></span></li>
<li><span style="color:#808080;"><strong>Porque les gusta manipular a la gente?</strong></span></li>
</ul>
<p><span style="color:#808080;"><strong><span style="color:#993300;">Me quejare de Meteoro:</span><br />
</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color:#808080;"><strong>No quiero ver meteoro en el cine...si la veo, sera obligado</strong></span></li>
<li><span style="color:#808080;"><strong>Porque meteoro siempre gana?</strong></span></li>
<li><span style="color:#808080;"><strong>Porque meteoro siempre tiene mamadas en su carro que lo hacen casi un Dios?</strong></span></li>
<li><span style="color:#808080;"><strong>Porque a nadie se le ha ocurrido, meterle un taladro por el ano a los directores de "<span style="color:#000000;">Meteoro</span>" (<span style="color:#800080;">Los hermanos Wachowski</span>)</strong></span></li>
<li><span style="color:#808080;"><strong>Porque tienen un simio? que no es ilegal?</strong></span></li>
<li><span style="color:#808080;"><strong>Que meteoro no tiene necesidades fisiologicas, como pensar en fornicar??, en vez de pensar en carreras todo el dia.</strong></span></li>
</ul>
<p><span style="color:#808080;"><strong><span style="color:#993300;">Me quejare de mi Mismo:</span><br />
</strong></span></p>
<ul>
<li><span style="color:#808080;"><strong>Porque escribes tantas pendejadas? en verdad crees que eres gracioso, anoide?</strong></span></li>
<li><span style="color:#808080;"><strong>Para que escribes cosas distintas en tu Metroflog?</strong></span></li>
<li><span style="color:#808080;"><strong>Donde quedo la bolita?</strong></span></li>
<li><span style="color:#808080;"><strong>Porque no te has ido a dormir? son las 2:50am cabron!!</strong></span></li>
</ul>
<p><span style="color:#808080;"><strong><span style="color:#ff0000;">._.  Ya me ire a dormir...el clima ya me calmo el calor.<br />
Dejen Comentarios o Comentenme en mi msn: suicide_alex87@hotmail.com</span></strong></span></p>
<p><strong></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Encontrarse con uno mismo]]></title>
<link>http://kanguro19.wordpress.com/?p=205</link>
<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 14:35:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>kanguro19</dc:creator>
<guid>http://kanguro19.wordpress.com/?p=205</guid>
<description><![CDATA[Porque no mirar por un instante nuestro interior para tratar de encontrarnos con nuestro verdadero y]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Porque no mirar por un instante nuestro interior para tratar de encontrarnos con nuestro verdadero yo… pero hay que encontrarse<span> </span>para poder<span> </span>verse… es difícil encontrar el yo interior “pero mas difícil debe ser si lo buscas”.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Si podemos encontrar ese yo interior podremos sentirnos uno con nosotros… encontraremos la paz interior –supongo- que si logramos encontrarnos a nosotros mismos podremos ser nosotros mismos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Creo que no estoy siendo demasiado claro… tratare: propongo buscar en nuestro interior a esa persona que somos, dejar de lado esa persona que parecemos, para encontrarnos con nuestro verdadero yo. Busquemos y amiguémonos con el, en realidad con uno mismo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Espero haber sido mas claro… no se si lo logre pero en resumidas cuentas propongo que cada uno de nosotros se encuentre consigo mismo en su interior.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Me saqué una foto.]]></title>
<link>http://cleverpresenta.wordpress.com/?p=115</link>
<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 02:50:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tomás</dc:creator>
<guid>http://cleverpresenta.wordpress.com/?p=115</guid>
<description><![CDATA[Y además le subí el brillo y el contraste para que quede más fachera.

Y no me importa que no ten]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;">Y además le subí el brillo y el contraste para que quede más fachera.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="Post URL"><img class="aligncenter size-full wp-image-116" src="http://cleverpresenta.wordpress.com/files/2008/04/bodegaa1inaguracionn-terrenoo-158.jpg" alt="" width="450" height="600" /></a></p>
<p style="text-align:center;">Y no me importa que no tenga nada que ver con nada.</p>
<p style="text-align:center;">(además lo uso de excusa para darme más tiempo para hacer un post en serio.)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Epístola fraternal.]]></title>
<link>http://citizenkant.wordpress.com/?p=170</link>
<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 15:52:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Book-Fu</dc:creator>
<guid>http://citizenkant.wordpress.com/?p=170</guid>
<description><![CDATA[
Hola,
esta carta no iría dirigida ni a mi peor enemigo, te lo juro. Un enemigo no merece el benefi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center;"><img width="424" src="http://citizenkant.wordpress.com/files/2008/04/epistola-al-tonto.jpg" alt="epistola-al-tonto.jpg" height="257" /></div>
<div style="text-align:justify;">Hola,</div>
<p align="justify">esta carta no iría dirigida ni a mi peor enemigo, te lo juro. Un enemigo no merece el beneficio de mi honestidad brutal; mi opinión, aunque lapidante, sería para él de mi parte un regalo demasiado grandioso. En cambio, vaya paradoja, estas palabras tan crudas las dirijo a ti, uno al que en el fondo quiero, y lo hago con solo una idea en mente: arrancarte de la mediocridad en la que estás inmerso desde nomás mismo nacer.</p>
<p align="justify">Por tanto, lo primero es: mucha calma y atención a su lectura. Lo segundo: darte un consejo para, como con los medicamentos, una correcta asimilación. A saber: las palabras o frases que no se entienden, uno va y las busca en el diccionario, va y las consulta con un fulano que sepa. El estilo cutre que tienen ciertas personas como tú, de leer el pensamiento ajeno sólo hasta dónde les permite su reducidísimo vocabulario y dejando el resto de lado para más tarde abrir sobre lo leído un juicio pseudo-estético (“que pluma exquisita”, por ejemplo, pero no digo ni mú acerca de si lo entendí o no y sobre qué haré al respecto), esa forma de enfrentarse a las ideas ajenas tan Topeniano-Montepiano-Grisuolano es de cuarta, de pésima categoría, da vergüenza ajena, te delata como el ser que eres: ignorante y demasiado orgulloso como para decir “no entiendo”. Entonces: si respecto a algún tema deseas dialogar conmigo, esta postura barata, esta mediocridad de nuevo rico es el primer inconveniente heredado de tus papis que por tu parte deberás solucionar.</p>
<p align="justify">Esta carta (te lo aclaro porque si no igual te crees que es un cuento escrito especialmente para tu disfrute), mi pensamiento expresado por escrito, por momentos puede volverse complicado. Cuando una persona intenta tocar temas delicados precisa montar su pensamiento en palabras no profundas o graves sino precisas. Si de lo que hablamos es acerca del partido Boca-San Lorenzo o del <i>jingle</i> para las neveras <i>Patrick</i> te acepto vagar a gusto, pero si pensamos tocar temas vitales como el concepto de “Hermandad”, “Humanidad” “Amor”, “Deber”, “Maternidad” o “Paternidad” y toda esa larga lista de etcéteras que hace décadas nos ocupa, con la cháchara de entrecasa, querido, con el llanto y la cháchara de la abuela Conchi no vamos ni a la esquina.</p>
<p align="justify">Entonces, hasta aquí, haz de cuenta que esta carta ni siquiera comenzó. Y en todo caso, si ya vas pensando “éste quién se cree”, es decir, si estás leyéndola con los ojos abiertos y la mente oscura del nuevo rico que porque en su cabeza porta mil palabras se cree que piensa en todo lo que es posible pensar (caso Topena-Montepo-Grisuolo) más te valdría hacer de esta carta un puto bollo, arrojarla ahora mismo a la basura e irte al cine a ver la última de Tom Cruise. Yo con gusto perderé mi tiempo puliendo éste “espejo para un tonto” aunque seas un tonto tan tonto que ni siquiera atines a dudar de si lo eres.</p>
<p align="justify">Comencemos por lo primero. Así como para encontrarnos en el espacio usamos tres coordenadas <i>x, z, y</i>, es decir, nos sabemos en Kamchatka o en Jupiter (geografía básica del colegio secundario), para encontrarnos en el plano de las ideas se necesita contar también con un sistema sino infalible al menos muy preciso de posicionamiento; de otro modo, como contigo, será imposible <i>comunicar</i>. Antes que nada hace falta detectar en ambos lados una constancia, es decir, como cuando jugábamos a arrojarnos la pelota, primero debíamos ubicarnos en tal o cual posición. Sin ubicación fija no hay comunicación posible; sería como echar al buzón una carta sin dirección de destino.</p>
<p align="justify">Entonces yo te hablo desde aquí (un plano de cosas del que tú eres ignorante). Por el momento no debe interesarte mucho en qué plano estoy (porque puedo enviarte una carta sin remitente e igual llega y comunicamos). En cambio, yo debo estar segurísimo que tú te hallas en tal otro plano concreto. Y como desde aquí no te veo, lo que haré es dirigir mis palabras hacia el sitio en donde tu cháchara me indica que estás. <b>Caso práctico:</b> Me dices (como me dijiste hace poco al teléfono): “se que papá te va a ayudar desde el cielo; pídele”; yo enseguida, enseguidita te ubico en la <i>infancia</i>. Se que es un niño el que me habla, Magoo, el mimado de sus tíos que ha preguntado a su mamá por papá, ella le ha respondido: “papá está en el cielo” y él tan tranquilo viene y me lo repite.</p>
<p align="justify">De nuevo; el cutre que, como buen Topena-Montepo-Grisuolo te habita se molesta al escuchar que lo llaman <i>niño</i>; pero no perderá la compostura; más que nada porque es un reprimido. Lo que hará en cambio es dar por sentado que él tiene la razón, que cientos de millones de católicos alrededor del mundo lo avalan y que puede continuar considerándose un adulto pues, aunque aún crea en el lobo y los fantasmas, tiene treinta y pico de pirulos. Así, quien diga lo contrario (en éste caso yo) es un imbécil, un metido, un hombre de poca fe o está loco y no vale ni la pena contestar. Y si me responde es para decir que se meta su puta carta en el bolsillo, aunque eso no lo hará nunca pues dejaría de reprimirse. Y si se dice gran creyente dirá “te perdono”; aunque éste caso huelga, en nuestro grupo de parentesco la palabra perdón jamás se ha proferido que yo sepa y, entre paréntesis, aquí no habría nada que perdonar, te lo aseguro. Lo único que no hará este pedante ser de pacotilla que eres, éste imbécil de ignorancia abrumadora, es preguntar, como adulto, aquello que no le queda claro: ¿Qué oposición lógica existe entre creer que tu papá está en el cielo y ser hoy un adulto?</p>
<p align="justify">Esa sería una buena pregunta, adulta, una que vale la pena responder; y asumiendo que estás aún allí voy a intentarlo. Pues si quiero que entiendas si no todo <i>algo</i> de lo que tengo para decirte, para mí no hay nada primordial a <i>ubicarte</i> en la adultez. Partiendo de allí, quizás, contemos con una mínima chance de <i>comunicar.</i></p>
<p align="justify">Una psique adulta se caracteriza, entre muchas otras cualidades, por su capacidad <i>crítica</i>. Esta capacidad es troncal pues le permite interrogar y auto-interrogarse, expresar su parecer acerca de todos los fenómenos que componen su realidad. ¿Crees que existe una trinidad todopoderosa? Nadie la ha visto pero muchos dicen sentirla; se apoyan en un libro como podría ser “Los Tres Mosqueteros” sólo que en éste caso lo llaman “santo”, tienen <i>fe </i>en él. Y yo como adulto te pregunto: ¿Esa fe qué es; de dónde viene? Uno puede responder que es intrínseca, es una de las pruebas de la existencia del propio Dios. Digo: así como con la telepatía, ¿cómo estar medianamente seguros de que podemos considerarla también fuera de la psique individual?</p>
<p align="justify">Porque cualquier hombre sensato podría argumentar que tu cabeza machacada con la idea “ten fe en Dios”, “ten fe en Dios”, “ten fe en Dios” desde sus primeras fases de desarrollo no tuvo oportunidad de alcanzar una posición crítica al respecto de esta idea. Porque la idea “fe en dios” es ya “parte central de tu propia psique”. Es como el juego de las maderitas con que se construye una estructura para luego ir quitándolas una por una; si quitas esa de abajo que dice “fe en dios”, se te cae el edificio entero y pierdes.</p>
<p align="justify">¿Un ejemplo más terrenal? Te invito a recordar: ¿alguna vez deseaste irte a la cama con alguien de tu mismo sexo? A mí no se me pasó siquiera una vez por la cabeza y eso me suena de lo más extraño. Pareciera como si en mí hubiera un completo desinterés hacia el cuerpo de otros hombres. Hay quien dirá que eso es ser <i>heterosexual</i> (dirán “hijo de tigre”, en fin, esas memeces). Que eso es lo “normal”. Que suerte, Fulano, nunca se te paso por la cabeza porque eres normal; punto y aparte.</p>
<p align="justify">¿Pero por qué soy normal? ¿Por qué hay quienes son considerados a-normales respecto de éste asunto? ¿Podría yo, alguna vez, haber considerado la idea de tener una relación homosexual? Pues parece que no; y parece que no pues nacer como individuo en nuestra cultura comporta un adoctrinamiento que acostumbra condicionar la formación de tu psique como heterosexual (¿condición?) porque, como es obvio, esto facilita en gran medida la <i>reproducción</i>. La humanidad precisa crias; sin crias la humanidad se extingue. Es así de fácil. Entonces estas crias, si tienen palito serán siempre celestes como el cielo y si tienen agujerito serán rosas como una flor, desde el nacimiento, hasta la muerte. No vaya a ser, pobres, que se confundan.</p>
<p align="justify">En nuestra cultura la sexualidad no es de libre elección sino de una sutil imposición. Nos programan cariñosamente sólo para generar descendencia; para ello debemos ser héteros. Nada de andar por ahí desperdiciando inutilmente nuestro preciado semen en culos. ¿Pajas? No. Nada de andar desperdiciando nuestro preciado semen en Kleenex. ¿Condones? No. “Pero es para prevenir el sida”. No. Nada de andar desperdiciando nuestro preciado semen y punto. <em>¿Capisci?</em> Una mafia de la consciencia.</p>
<p align="justify">Éste interesante patrón cultural por supuesto no es nuevo; nos viene de una realidad ancestral. Se trata del ayer de unos seres humanos judíos que erraban por el desierto hace ya cincomil años; una tribu de nomades que a ojos de hoy serían niños desesperados a los que se les daba por pensar en ciertas cosas que <i>no se deberían hacer</i>. Era gente que no se permitía desperdiciar un solo polvo pues precisaba de todos los embarazos posibles para que su humanidad no se extinguiera, para que los niños nazcan y se conviertan en adultos a la vez reproductores, para criar una fuerza de trabajo que mantenga a los ancianos (los que pensaron el plan) hasta su muerte. Si a algo el ser humano historicamente ha temido no es tanto a la muerte sino a la indefensión atroz que comporta la vejez y eso lo comprende cualquier tonto, hasta tú.</p>
<p align="justify">A esta altura, pensar que aceptas sin empachos lo que te han dicho siempre acerca de todos esos cuentos chinos sin cotejar un mínimo otras fuentes históricas me avergüenza. De éste modo te expones a que la gente te use y te tire como a un condón; porque de crítico no tienes un pelo. De ese modo cualquier fulano se te mete en la cabeza sabe dios cómo, y te hace hacer y decir lo que le viene en gana. Intelectualmente, te veo como la marioneta de unos cuenta cuentos. Por eso te hablo de esta manera tan cruda, de la misma forma en que Melanie Klein le hablaba a sus niños, para despertar tu consciencia. ¿Qué cuernos sabes tú, de primera mano, acerca del fulano histórico llamado Jesús y de todos sus representantes vestidos con falda? ¿Cuáles eran las condiciones políticas en aquel entonces por las que, dicen, surgió éste personaje?</p>
<p align="justify">Mira, chico, estas dos últimas preguntas son, diría, lo de menos. Lo de más es que toda está parafernalia <i>vive en ti</i> como la prueba de la existencia de un algo todopoderoso, una trinidad, padre, hijo, espíritu santo y santa María virgen a quienes no se puede cuestionar siquiera una mísera tilde. Tu dios primero nos mata a todos, acaba con la humanidad entera, nos ahoga; después es bueno; despúes acaba con toda una ciudad por el asuntillo del semen, claro (porque en Sodoma y Gomorra si algo se hacía era “desperdiciar semen”); después era bueno; luego de la nada va y le pide a Abraham que mate a su propio hijo...</p>
<p align="justify">Éste es el supuesto mismo Dios que entregó las famosas tablas a un tal Moisés, otro judío errante que vagaba con su tribu por el desierto egipcio. ¿Te cuento sobre los diez mandamientos? Esas leyes no bajaron de una montaña grabadas en piedras que portaba el tal Moisés. Esas proposiciones son una mera remodelación de leyes que ya existían en época de los sumerios y que con ciertas modificaciones se evidencian ya en la escritura cuneiforme, momento en que el Hombre organizó sus primeras ciudades entre los rios Tigris y Éufrates, allí donde hoy ubicamos a Irak. No se trata de un invento judío.</p>
<p align="justify">Desde un punto de vista laico, esas diez leyes pueden considerarse excelentes como base para socializar a un grupo humano. Pero así, copadas como están por la religión, son la peste; y son la peste porque vienen presentadas como la palabra de algo omnipresente y todopoderso con quien no puede discutirse un punto ni una coma. Y así, con éste prólogo perverso, haciendo que la gente crea que estas leyes vienen directamente del cielo, técnicamente, lo que se logra es dispensar al creyente (o sea dispensarte a ti) de construir su propio aparato ético y moral.</p>
<p align="justify">¡Si en tu vida no hace falta pensar en ciertas cosas...! ¿Alguien mata?, no importa por qué: CULPABLE; ¿alguien miente?, no importa por qué: CULPABLE; ¿alguien roba?, no importa por qué: CULPABLE; ¿alguien no RESPETA a su PADRE y a su MADRE?, no importa por qué: CULPABLE. Y como al respecto de esta útima ley tu y yo hemos entrado en conflicto con tu tal dios (porque sabés que sobran los motivos para ser irrespetuoso a éste respecto), entonces, te has sedado, adormecido, intentas olvidar. De éste modo te ves seguro, en el cielo. Mira, si debo conocer a éste tal Dios por tu fidelidad a sus normas, ya digo que el tal dios es un maldito egoísta y tú su marioneta más fiel.</p>
<p align="justify">¿No te has dado cuenta que atendiendo ciegamente a sus leyes estás atado de pies y manos, y de pies y manos atas a todo aquel que dependiera alguna vez de ti? Aquí le hablo directamente al condenado ignorante Topena-Montepo-Grisuolo que está dentro tuyo: produce vergüenza ajena apreciar tu carencia de pensamiento crítico, tanto ético como moral. Y esto no es una elucubración mía sino el mero recuerdo de una frase de tu cosecha: “Yo no te voy a permitir que me pongas en un dilema moral”.</p>
<p align="justify">Y fíjate que tu actitud, como hermano, podría producirme odio pero no es así. Si supiese que lo haces a sabiendas vaya y pase; por el contrario, estoy tan al tanto de que se trata de la consecuencia de tu debilidad emocional que hablo sólo de <i>vergüenza</i>. ¿Dejar que tu religión (y una familia de ignorantes) te lo ponga así de fácil, hermano? Te lo digo yo porque si no está visto que no te lo dirá nadie. Desde que naciste vienen adoctrinándote en la mediocridad: te han enseñado que todo asunto moral o ético se resuleve en los diez mandamientos. Listo. A otra cosa. Los conflictos internos que éste pensamiento puedan acarrearle a quien con justicia no respete a sus padres se resolverán con <i>olvido</i>. De ese modo tu capacidad de pensar criticamente acerca de asuntos muy importantes de tu vida como “la moral y la ética que tus padres utilizaron y que tu madre continúa utilizando contigo” se anula en favor tanto del tal dios que por tí eligieron tus padres (qué conveniente), como a favor de tus propios padres que, beneficiados por la ley del tal dios, “siempre se han visto impunes”.</p>
<p align="justify">Entonces volvamos al tema de la <i>ubicación</i>. Hermano, mirá, te lo digo con una mano en el corazón y la otra en los huevos: lo lamento con el alma, hace rato largo (años) que no logramos comunicar y eso se debe, simplemente, a que estás más desubicado que un barco en el desierto. Si te colocaras un atuendo de payaso, te vería incluso menos ridículo. Y lo digo también por esto:</p>
<p align="justify">Hace por lo menos quince años que vengo oyendo de tus labios para conmigo la palabra <em>socio</em>. Yo pensé que nosotros éramos hermanos pero tú machacas y machacas con esto de <i>socios</i>, y al final no queda más remedio que dejarlo así. Aún así, y en tu favor, quisiera aclarar sólo una cosa. Éste “concepto” de socios (vamos a llamarlo así por respeto a los difuntos) no creo que sea de tu autoría; tienes todo el derecho del mundo (como has ejercido) a repetirlo hasta el hartazgo como buen loro de feria en que te han convertido las circunstancias; ahora sí, al menos, aunque más no fuese por mejorar un poquitín tu imagen, adjudica el galardón de su autoría a quien de veras lo haya pergeniado. Cualquier adulto te entenderá pues a los niños le da por repetir y repetir las palabras que oye de boca de sus padres, aunque fueran tonterías. En cambio si hay algo que en un niño se hace inaceptable es que a consciencia utilice una palabra en reemplazo de otra que no tiene un comino que ver. Sobre todo porque si lo dejas, de grande dirán que está <i>loco</i>.</p>
<p align="justify">Ahora bien, hace quince años que me vienes llamando descaradamente ex socio. Ahora que me necesitas dices que en realidad somos hermanos. ¿En qué quedamos? Menos mal que se trata de una pregunta retórica pues entiendo que se trata de infantilismo psíquico producto de un entorno familiar perverso.</p>
<p align="justify">Segunda señal de que estás desubicado: hace un tiempo atrás me dejé los muñones sobre el teclado escribiendo unas cartas. Se trataba de unas cartas muy importantes para mí. En ellas hice un esfuerzo por exponer lo más clara y concisamente posible la historia familiar que me ha tocado vivir y de la que tu has sido el principal testigo. Fueron dirigidas a María Adela y sus hijos. Dada mi patética condición de descendiente de una familia de nuevos ricos que desprecia el intelecto (¡vaya paradoja!), la experiencia de escribirlas, de ordenar los pensamientos de modo que se volvieran una historia y un alegato, fue para mi no sólo algo que podría calificarse de esfuerzo enorme: fue (al igual que esta carta) una acción sobrehumana. Estoy seguro (tanto como que las escribí yo) que leer aquellas cartas fue para ti una experiencia sorprendente. Y no tanto por su aspecto estético (que al final era lo de menos) sino porque venían de un tio que fue como tú, un fulano al que ni su padre ni su madre quisieron jamás que llegara a ningún sitio, y menos que menos a <i>Pensar</i>.</p>
<p align="justify">Aún así, tu condición de marioneta de los diez mandamientos pudo más. Por lo bajo me dijiste “qué pluma exquisita”, pero luego, a la hora de ratificar o desmentir (como te pedí claramente) esas palabras de manera fehaciente, corriste de nuevo bajo la falda de tu mamá y de la pequeña seguridad que a lo largo de tu vida te han brindado sus mentiras. (A que debajo de esa falda huele a máquina de parir cheques ¿o no?). Así me privaste de continuar embistiendo a favor de lo que ambos sabemos que es justo, porque me privaste del testigo principal que eras tú. Te hiciste humo. Desapareciste. Y lo hiciste de la manera más digna del ser que eres: con una carta escrita a golpe de New Age, exponiéndome (si se puede llamar a aquello una exposición) las delicias que a nuestro ánimo provee el olvido; recortes del “Suplemento Dominical” como tú mismo la llamaste. La consigna fue: Olvídate de todo, socio. Yo ya lo hice.</p>
<p align="justify">Muchacho, de nuevo, lo de veras vergonzoso no es tanto mantener hasta el fin un ideal equivocado sino ir por la vida como puta veleta. Puede entenderse hasta cierto punto que me niegues tu apoyo tajante ante un asunto que, por fuerza mayor, preferiste condenar al olvido; lo de veras inadmisible es que hagas siempre lo que te sale de los huevos y te sientas el amo de la memoria tanto tuya como ajena, me condenes a olvidar cuando te place y a recordar si te apetece. Luego de tamaña vergüenza de acto como fue negarme publicamente tu testimonio, no puedes..., te lo digo sinceramente, carece de toda lógica que me llames un día y me obligues a recordar historias que tú mismo me has condenado a olvidar. Te colgué el teléfono tal como me has colgado cada puta carta que te enviado. Volviste a llamar. Te dije <i>no quiero saberlo</i>. Aún así me forzaste a escuchar, porque esta vez te conviene a ti.</p>
<p align="justify">Que te quede bien claro; y como te dije al principio de la carta, la escribo porque te quiero, pues si fueras mi enemigo hago silencio, te olvido y que te hundas (lo que hiciste tú por mí). Yo no me voy a sentar contigo de por medio unos vinos para que me cuente las últimas horas de tu difunto padre. Esa es una historia entre él y tú; punto. A mi me importa un bledo. Lo que tú, atento a los diez mandamientos hayas decidido hacer frente a esta historia es asunto pura y exclusivamente tuyo y de su beneficiario. Te lo aclaro por si aún no has caído: éste mundo no lo inventé yo; en éste infierno árido, violento, solitario, salvaje y completamente désertico que es el Egipto de hace cincomil años en el que vagaban los judíos, el mundo en que tú, Topena, Montepo y Grisuolo viven y han condenado tanto por acción como por omisión tantos aspectos de nuestra vida, ese mundo de dioses invisibles y consejos nefastos acerca de que la única vida que vale la pena vivir es una después de muerto, en ese mundo en el que hasta ahora has vivido tan a tus anchas, cada cual, tio, cada cual se hace cargo de la consecuencia de sus decisiones: <i>sólo</i>. Así que arréglate.</p>
<p align="justify">Y en ese sentido, lo tuyo para mí es una decepción constante. Te juro, creí que al ser tú el directo testigo de mis años de soledad, de la inutilidad de mi reclamo, después de contemplar en carne cercana lo poco que en nuestra familia ha valido el amor, chico, pensé que con tanta experiencia no ibas a ser tan imberbe como para hacerte salpicar de éste modo a causa de la muerte de alguien que nunca te ha dado nada. Por enésima vez: vas desubicado; hay que virar el rumbo. Si quieres dialogar conmigo, haz el favor: <i>ponte en foco</i>. Esto que sigue, tómalo como un mandamiento que aprendí de la sociedad Topena, Montepo y Grisuolo:</p>
<p align="justify">Todas las deudas que hayas contraído como consecuencia de tu decisión son tuyas, sólo tuyas y nada más que tuyas. No importa qué clase de decisión hayas tomado ni por qué causa. Acá todo se mueve por mandamientos; frases que sean fáciles de interpretar apoyadas en un dios invisible. No les da la cabeza para más, chico; no vayas con dilemas morales porque sólo hallarás <em>silencio</em>.</p>
<p align="justify">Ojo, bicho; te lo dice alguien que sabe de primera mano lo que habla; abre las orejas y escucha. Ésta es la descripción de los escenarios posibles a partir de hoy:</p>
<blockquote>
<p align="justify">1) Tu madre y tus hermanastros, que podrían pues tienen un marido y padre que está forrado, te sacan de apuros demostrándole al mundo que tienen la cintura necesaria para quedar como el buen pastor al tiempo que me señalan como a la oveja negra.</p>
<p align="justify">2) Tu madre y tus hermanastros, que podrían pues tienen un marido y padre que está forrado, <em>no</em> te sacan de apuros, no sorprenden a nadie con su habitual automatismo y dejan que te hundas.</p>
<p align="justify">3) Tu padre te ayuda desde el cielo (te hace ganar la lotería, cosas de ese tipo).</p>
<p align="justify">4) La iglesia a la que tanto has ayudado ahora te ayuda (te doy ideas: una colecta por ejemplo, Cáritas, una carta a Benedicto).</p>
<p align="justify">5) Eliges hundirte.</p>
<p align="justify">6) Eliges reconciliarte conmigo, barremos al tal Dios de nuestro diálogo y yo acepto pensar si aún me interesa ayudarte. Es decir: <i>primero te pones en foco</i>. Eso no implica que yo vaya a quererte más sino sólo: <i>que vuelva a respetarte un mínimo</i> pues, hoy por hoy, para mí eres, como te dije, no más que una estúpida marioneta maniobrada por subnormales.</p>
</blockquote>
<p align="justify">Puede que otros escenarios sean posibles aunque no atino a imaginarlos. Cualquier aclaración ya sabes en qué plano encontrarme.</p>
<p align="justify">Un beso.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Del cielo, vida.]]></title>
<link>http://forjandouncamino.wordpress.com/?p=55</link>
<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 19:24:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>forjandouncamino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Fue regalo&#8230; Del cielo un regalo, puesto ahi para mi. Para probarme. Para conocerme. Para compr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Fue regalo... Del cielo un regalo, puesto ahi para mi. Para probarme. Para conocerme. Para comprobar mi arrogancia. Mi inseguridad. Mi falta de fe. Mi soberbia.</p>
<p>En un altar puesto, custodiado por angeles y demonios a la vez. Con un espejo, donde se refleja el rostro del amor mismo. </p>
<p>Rebeldía y libertad proclamo, al subir al altar y desafiar el orden paradigmático del destino injusto, al hacer que la rueda vuelva a girar, al vivir de nuevo.</p>
<p>Del regalo brilla nieve, y luz dorada, que son Luz en la habitacion oscura. Luna del lobo, noche del poeta.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rules are not enough.  Knowledge is core to reuse.]]></title>
<link>http://pvhaley.wordpress.com/?p=33</link>
<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 18:50:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>paul@haleyAI.com</dc:creator>
<guid>http://pvhaley.wordpress.com/?p=33</guid>
<description><![CDATA[James Taylor&#8217;s blog today on rules being core to BPM and SOA in which he discussed reuse had a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="left">James Taylor's blog <a target="_blank" href="http://www.edmblog.com/weblog/2008/02/business-rules.html">today</a> on rules being core to BPM and SOA in which he discussed reuse had a particularly strong impact on me following a trip yesterday.  During a meeting with the insurance and retail banking practice leaders at a large consulting firm, we looked for synnergies between applications related to investment and applications related to risk.  Of course, during that conversation, we discussed whether operational rules could be usefully shared across these currently siloed areas, but we landed up discussing what they had in common in terms of business concepts, definitions, and fundamental truths or enterprise wide governance.  It was clear to us that this was the most fruitful area to develop core, reusable knowledge assets. </p>
<p>In his post, James agrees with the Butler Group's statement:</p>
<blockquote><p>Possibly the most important aspect of a rules repository, certainly in respect of the stated promise of BPM, Service Oriented Architecture (SOA), and BRMS, is the ability for the developer to re-use rules within multiple process deployments.</p></blockquote>
<p>I have several problems with this statement:<!--more--></p>
<ol>
<li>I don't think it's the most important aspect.</li>
<li>I don't think the possibility of re-use is being realized.</li>
<li>I don't think current tools facilitation of re-use is limited.</li>
</ol>
<p>The most important aspect of a repository is the reuse of knowledge, not just rules.  The types of knowledge that are most easily reused are:</p>
<ol>
<li>the <u>vocabulary</u> (e.g., nouns, verbs and adjectives) and what they mean in the domain</li>
<li>the <u>taxonomy</u> of concepts and how they are refered to using (primarily) nouns and adjectives</li>
<li>the <u>ontology</u> of concepts, which is the taxonomy plus relationships between concepts, and how they are referenced using nouns, verbs and adjectives</li>
<li>the <u>definitions</u> of derived concepts in terms of formulas or equations or constraints that define the truth without respect to process, state, or event</li>
<li>the <u>rules</u> that specify behavior, regulation, governance, or policy</li>
</ol>
<p>And their re-use decreases in the same order.  Industry specific standards, like ACORD or MISMO of FIX or XBRL, for example, stop at 2 or 3.  Logical formalism address 4 but are used more rarely than business rules.  The SBVR standard, although it stands for the semantics of business vocabulary and rules, actually stops at 4.  It's rules are logical definitions and constraints, not business rules that take action, resulting in state transitions, data modifications, or other side-effects.</p>
<p>The use of SBVR or simply ontology is quite limited in today's BRMS/BPM markets.  There is simply too little emphasis on separating semantic models and business vocabularies using logic and ontology.  Most BRMS/BPM platforms are fixated on behavior and process, rather than truth and knowledge. </p>
<p>Sure, clever enterprise architects and systems analyts can engineer rules so that they are useful in more than one application, but this is not the typical result of a business rules application.  I do agree that encapsulating decisions within services is a more viable way of realizing re-use, but that is an architectural result (i.e., an SOA benefit), not a benefit of a rules repository.</p>
<p>I have blogged repeatedly (see the requirements category, for example) about the limitations of current tools with regard to vocabulary, separating ontology from implementation, and managing definitions and functional requirements in the natural form.  Current BRMS tools are generally limited to an if-then mentality that makes them inadequate for managing knowledge.  If-then metaphors force knowledge to be expressed and organized relative to how it is used.  This fundamentally and inherently limits its reusability.</p>
<p>Just to drive this home, if you are technically inclined, take a look at the standard developed by the vendors, PRR.  It will become immediately apparent that their focus is on rules at the operational rather than the knowledge level.  RIF, on the other hand, evolved from the logic community to address the requirements of the semantic web.  In this regard it is much more like SBVR.  It makes up for its vocabularly weaknesses with much more ontological and logical strength.  Nonetheless, RIF, like SBVR, is more at level 4 than level 5. </p>
<p>Another way of looking at this is that the models more than the rules are interchangeable.  This misses that logical rules are very reusable, but it is in accordance with the 80/20 rule.  In BPM, for example, the model is shared across processes.  With decision management, the model should also be shared across decisions.  The easiest rules to share across decisions are those that are true, not those that determine what to do.  </p>
<p>Practically speaking, put rules that determine what to do in a services that share what is true. </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ser mil y uno mismo]]></title>
<link>http://nsrl.wordpress.com/?p=40</link>
<pubDate>Tue, 19 Feb 2008 23:11:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>nsrl</dc:creator>
<guid>http://nsrl.wordpress.com/?p=40</guid>
<description><![CDATA[He escuchado muchas veces que el secreto de vivir y convivir con el resto es ser uno mismo. Estuve d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>He escuchado muchas veces que el secreto de vivir y convivir con el resto es ser uno mismo. Estuve de acuerdo con esta afirmación por mucho tiempo. Pero en los últimos años me he dado cuenta que no soy uno/a, soy muchos/as a la vez.</p>
<p>Aparentemente soy una mujer joven, estudiante de física, inmigrante latinoamericana en un país europeo. A veces creo escuchar en mi una voz de hombre que comanda mi vida, como si la mujer que soy fuese muy débil para tal tarea. Sí, soy hombre o quiero ser hombre, por el talento lógico y desconsiderado con el que desempeñan sus trabajos y toman sus decisiones, incluídas las personales. Pero al mismo tiempo creo que hay una voz sensual que me susurra aprender a pintarme los ojos, a usar faldas, una señorita coqueta que se enfrenta con la descuidada estudiante que no soporta las uñas largas ni pintadas, y jamás pretendería seguir la moda de perforarse el cuerpo o pintarse con algún tatuaje.</p>
<p>Y mientras mi cuerpo se ha dejado seducir por el placer sexual, en otro rincón quizás no en los muslos ni en mis pechos, sino más bien en el corazón de mi existencia, es decir en mi cerebro, las preguntas se multiplican y la científica sentada con lápiz y papel no deja de calcular. Probablemente no sea la única de mis yos con estas herramientas, también está la poeta que se hunde en laberintos, escaleras infinitas, y los corazones partidos de su imaginación.</p>
<p>Hay tiempos en los que todos/as dentro de mí se atropellan por tener el rol principal. No sé a cual de todas esas voces debo escuchar. Pero en los momentos de descanso todos se ponen de acuerdo para escuchar alguna pieza de Debussy o un bolero de Feliciano.</p>
<p>Creo que el arte de vivir es saber convivir con todos y todas los y las que llevas dentro y dejar vivir poco a poco a cada pedacito de tí.</p>
<p>Sofía Rodríguez</p>
<p>3 de Nov 2006</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[umaga na. oo, at martes pa.]]></title>
<link>http://dyiele.wordpress.com/2008/02/04/umaga-na-oo-at-martes-pa/</link>
<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 16:03:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Protagonist</dc:creator>
<guid>http://dyiele.wordpress.com/2008/02/04/umaga-na-oo-at-martes-pa/</guid>
<description><![CDATA[Dapat ngayon nagsisimula na akong gawin ang konseptong papel ko sa filipino. E dahil sumampal nanama]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Dapat ngayon nagsisimula na akong gawin ang konseptong papel ko sa filipino. E dahil sumampal nanaman ang katamaran, eto nagpapakatanga at nagpapakalalim sa sulating ito sa pag-asang may bumilib, sa sulating ito, mismo.</p>
<p>Malamang nakatakas ako sa pagbabayad ng pamasahe, pero hindi sa kadahilanang humahaba talaga ang buhok ng tao, at ang ibang tao galit sa pagpapahaba ko nito. kung sa umpisa nagagawa kong makalusot sa lagim ng limang sekyu na nakabalandra sa harapan ng beda, sa isang kumpas ng magaling na sekyu na bagong ditine eh wala na. palibhasa hindi ako kilala kaya kung umasta, kala mo. diretso konsehong tagagabay tuloy.</p>
<p>Liban pa pala sa inaasahan kong pagkuha lamang ng aking aydee ang matatamo ko sa pagpunta. Buruin mo, ipamuka sa iyo na ikaw ay monghe, hindi malaya, at pumipirma sa mga kasulatang hindi man lang binabasa sa umpisa. At hindi lang, nagpaliwanag pa na ang kumpanyang pinapasukan mo ay maaring magpatupad ng kulay lila sa inyong uniporme. ~kinalaman?</p>
<p>Letchugas naman kung bakit malayo ang pilipinas sa estados unidos. Para tuloy kaming nakikipagsapalaran makakakuha ng pasaporte upang makaluwas lamang. Masaklap pa dito, ang hiniram, kailangan daw binabalik. Sana katulad niya ako. Inaangkin ang hiniram, madalas. Ngayon kailangan ng tipirin ang sarili. Kung kailangan kumain ng longganisa araw-araw para lang maatim ang inaasam ay gawin na. kung ang barya ay mistulang barya, ihambing na din sa papel na may nakatatak na mga bayaning muka. pero etong si benedictong tanga, gumastos ng pitumput isang kusing para sa kape at tinapay na binudburan ng matamis na pulbos na ibenebenta sa DUNKIN’ DONUTS. Imbis na isang daan ang maiuwi, bente nanaman ang nasa bulsa. Hay ang sarap talaga ng pakiramdam pag may minamahal at minamahal. haha.</p>
<p>Huling pagmumuni ay pagmamatyag at pagmamasid sa mga gawain at sulat kamay ni maestro <u><strong>Patricia Amparo</strong></u>. Oo siya nga. Yung babaeng nakikita ninyo sa wallpaper, ng aking desktop, ng aking kompyuter nung ako'y nasa unang baitang ng hayskul pa. Sa simula pa lamang, masyado na akong nahuhumaling sa kakaiba at namumukod-tanging kakayahan niya sa mga bagay-bagay na kung saan ako naman ay bumabagay-bagay lamang. hindi ko maiwasan tuloy ang pagkaimbot, pagkayamot, at pagkainggit sa mga bagay na siya ay kumpleto na. buruin mo, mayaman, maganda, matalino, lahat na. hindi mo rin naman masasabi na mas magaling ka sa kanya dahil may pagkakataong ginaya ko na talaga siya. Malala pa, minsan na akong nakipag-away sa kadahilanang pinipilit ang sarili na ako’y mas tama. Pero kung sa bagay, matagal na akong may tama. Pero nakakainis pa rin. Nakakainggit pa din. Nakakabilib pa rin siya. Ay ewan. Nakatadhana na ata akong mainggit sa mga bagay na hindi ko kayang maabot sa simula pa lamang. Punyeta.</p>
<p>At tama na. itigil na ang kalokohan at karambola sa araw na ito.</p>
<p>Sa susunod na lang ulet sa mga ganitong pagkakataon na ako’y nagiging makata.</p>
<p>Babay.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aumenta tu autoestima]]></title>
<link>http://fjnavas.wordpress.com/2007/12/30/aumenta-tu-autoestima/</link>
<pubDate>Sun, 30 Dec 2007 12:50:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>fjnavas</dc:creator>
<guid>http://fjnavas.wordpress.com/2007/12/30/aumenta-tu-autoestima/</guid>
<description><![CDATA[
La mayoría de las veces que aparentamos ser algo que no somos es por vergüenza. Cuando la vergüe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/anopPN6Igeo'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/anopPN6Igeo&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p align="justify">La mayoría de las veces que aparentamos ser algo que no somos es por vergüenza. Cuando la vergüenza aparece actúa sobre nuestra autoestima, disminuyéndola. De ahí que muchas personas actúen automáticamente parodiando conductas socialmente deseables que distan mucho de su verdadera forma de ser.</p>
<p>La autoestima a lo largo de la vida, varía en función de los sentimientos y situaciones que se experimentan, estando al alcance de las personas la posibilidad de mejorar su nivel de autoestima. </p>
<p>Conoce los 4 pasos que has de desarrollar para aumentar tu autoestima sin fracasar en el intento.</p>
<p><b>1) Aceptación de uno mismo</b>. Es el primer paso para llegar a alcanzar una autoestima más elevada. Aceptarse no significa que le deba gustar todo de sí mismo, sino que consiste en reconocer, admitir y experimentar, la existencia de los sentimientos, tanto los positivos como los negativos.</p>
<p>De esta forma, si reconoce y acepta los sentimientos que le causan dolor, miedo, angustia, etc. está en una situación favorable para modificar aquellas conductas y sentimientos no deseados, ya que el rechazarlos o negarlos sólo ayudará a que permanezcan en el tiempo. <!--more--></p>
<p><b>2) Autoafirmación</b>. Es el segundo elemento que contribuye a potenciar la autoestima. Autoafirmarse consiste en valorar y respetar las propias ideas, sentir que lo que se hace es importante, porque es lo que uno ha decidido hacer, de forma voluntaria y libre.</p>
<p>Es vivir según las expectativas de cada uno, y no en función de las opiniones o deseos de los demás, ser fiel a uno mismo, en definitiva, ser auténtico. En este ser auténtico, se incluye la coherencia en las acciones en función de los valores de cada persona. Cuando hace algo que va en contra de sus principios, su autoestima se resiente. Practicar la integridad en todas las áreas de su vida (trabajo, familia, amigos, etc.) le ayudará a lograr una mayor autoestima.</p>
<p><b>3) Vivir de acuerdo a unas metas u objetivos</b>, es el tercer elemento que afianza y eleva la autoestima. El proponerse objetivos que vayan de acuerdo con las capacidades de cada uno, el tener proyectos y propósitos en la vida, tanto en el terreno profesional como en el personal o familiar, alimenta la autoestima. Pero esas metas han de ser diseñadas de forma consciente y objetiva, ya que sin un buen plan de acción, los objetivos se quedan únicamente en meras ilusiones que sólo acarrean frustración.</p>
<p><b>4) Responsabilidad de sí mismo</b>. La aceptación del hecho de que cada uno es responsable de su vida, de sus acciones y de la consecución de sus objetivos. Pensar y sentir que tiene derecho a la felicidad y que el poder alcanzarla es responsabilidad suya, será un paso adelante para poner en práctica un vivir consciente y activo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lo MiSMo eS...]]></title>
<link>http://haztelotu.wordpress.com/2007/12/18/lo-mismo-es/</link>
<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 15:23:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>minaranjita</dc:creator>
<guid>http://haztelotu.wordpress.com/2007/12/18/lo-mismo-es/</guid>
<description><![CDATA[Siempre que pasa igual&#8230;
sucede lo mismo.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size:14pt;">S</span></strong>iempre que pasa <strong><span style="font-size:14pt;color:#3366ff;">i</span><span style="color:#3366ff;">gual</span></strong>...</p>
<p>sucede lo <strong><span style="font-size:14pt;color:#3366ff;">m</span><span style="color:#3366ff;">ismo</span></strong>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Construye tu iPod/iPhone Lego Dock!!!]]></title>
<link>http://blaus.wordpress.com/2007/11/05/construye-tu-ipodiphone-lego-dock/</link>
<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 02:16:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>blaus</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Asi es! mis queridos ipoderos y iphoners llegó el tutorial sobre como hacer tu propio dock con nue]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blaus.files.wordpress.com/2007/11/dock.jpg" alt="dock" align="top" border="0" height="183" hspace="8" width="423" /></p>
<p>Asi es! mis queridos ipoderos y iphoners llegó el tutorial sobre como hacer tu propio dock con nuestros juguetes de antaño favoritos, ¡los legos!. Es bastante simple y asi podrán ahorrarse cerca de 50 dolares en un dock original! Les deseo mucha suerte, manden sus fotos si lo lograron hacer bien y las publicaré en el blog!</p>
<p>Baja el manual de instrucciones haciendo <a href="http://www.mytempdir.com/2055021" title="LegoDockInstrucciones" target="_blank">clic aquí</a></p>
<p>BLAUS</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/22lb7ryuFH8'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/22lb7ryuFH8&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Blaus Lego Dock.</p>
<p><a href="http://blaus.files.wordpress.com/2007/11/stp61995.jpg" target="_blank"><img src="http://blaus.files.wordpress.com/2007/11/stp61995-preview.jpg" alt="STP61995" align="top" border="0" height="150" hspace="8" width="200" /></a><a href="http://blaus.files.wordpress.com/2007/11/stp620361.jpg" target="_blank"><img src="http://blaus.files.wordpress.com/2007/11/stp62036-preview1.jpg" alt="STP62036" align="top" border="0" height="150" hspace="8" width="200" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[QUEREMOS QUE PARTICIPES EN Q.U.I !!!]]></title>
<link>http://queremosuniphone.wordpress.com/2007/10/30/queremos-que-seas-parte-de-qui/</link>
<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 01:41:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>blaus</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Si logras completar el método que posteamosanteriormente, envianos una foto o video tuyo con tu iP]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height:150%;text-align:justify;" class="MsoNormal" align="center"><strong><font face="Arial"><font color="#3366ff"><font size="5"><a href="http://queremosuniphone.files.wordpress.com/2007/10/1378718914-7fa2282a27-o.jpg" target="_blank"><img src="http://queremosuniphone.files.wordpress.com/2007/10/1378718914-7fa2282a27-o-preview.jpg" alt="1378718914_7fa2282a27_o" align="top" border="0" height="240" hspace="8" width="320" /></a></font></font></font></strong></p>
<p>Si logras completar el método que posteamosanteriormente, <a href="http://queremosuniphone.wordpress.com/porque-todo-iphonero-quiere-contactarnos/" target="_blank">envianos</a> una foto o video tuyo con tu iPhone desbloqueado y con tus comentarios. Nosotros lo publicaremos en el blog y daremos confianza al método.</p>
<p>Mucha suerte iPhonero!</p>
<p>QUI.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[A mi Mismo]]></title>
<link>http://schiele.wordpress.com/2007/10/02/a-mi-mismo/</link>
<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 15:58:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>schiele</dc:creator>
<guid>http://schiele.wordpress.com/2007/10/02/a-mi-mismo/</guid>
<description><![CDATA[ Me parece que hablar de uno mismo requiere una cuota importante de egolatría, exceptuando quizas e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> Me parece que hablar de uno mismo requiere una cuota importante de egolatría, exceptuando quizas el caso en el cual uno, hable de si mismo para hablar de otras cosas, o como parte de un todo mucho mas importante (o al menos tan importante).</p>
<p>Por eso no hablaré de mi (al menos de momento).</p>
<p>Porque excepto  que seas, que se yo, Walt Withman, no merece la pena hacer ningun canto a ti mismo.</p>
<p><font color="#ffffff" face="Georgia" size="2"><font color="#000000">Me celebro y me canto a mí mismo.<br />
Y lo que yo diga ahora de mí, lo digo de ti,<br />
porque lo que yo tengo lo tienes tú<br />
y cada átomo de mi cuerpo es tuyo también.</font></font></p>
<p>Porque lo que hizo el viejo de los dientes sudorosos, fue escribir sobre si mismo y a través de ese Yo superlativo, extrapolarse y escribir sobre todos nosostros, sobre cada átomo, sobre todo hombre y mujer.</p>
<p><font color="#000000" face="Georgia" size="2">y digo a cualquier hombre o mujer:<br />
que tu alma se alce tranquila y serena<br />
ante un millón de universos.</font><font color="#000000">   </font></p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
