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	<title>microeconomia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/microeconomia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "microeconomia"</description>
	<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 05:35:35 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Para os ainda aprendizes de Teoria dos Preços, o trabalho é um clássico deste blog (e do meu caro Leo Monasterio): Alchian-Allen]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/?p=9069</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 00:14:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
<guid>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2008/10/08/para-os-ainda-aprendizes-de-teoria-dos-precos-o-trabalho-e-um-classico-deste-blog-e-do-meu-caro-leo-monasterio-alchian-allen/</guid>
<description><![CDATA[Eis as instruções aqui. Até quem não é meu aluno pode fazer, dada a absurda simplicidade das in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eis as instruções <a href="http://shikida.net/alchian_allen_2008ii.pdf">aqui</a>. Até quem não é meu aluno pode fazer, dada a absurda simplicidade das instruções no que diz respeito à base de dados.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[MICROECONOMIC ANALYSIS ]]></title>
<link>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/?p=5178</link>
<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 04:14:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>aleive</dc:creator>
<guid>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/2008/10/07/microeconomic-analysis/</guid>
<description><![CDATA[

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-5180" title="microeconomic-analysis" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/10/microeconomic-analysis.jpg" alt="" width="272" height="393" /></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/economia/microeconomia/microeconomic-analysis/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-811" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/08/tv5ft2gx63pp78in0uoc.gif?w=153" alt="" width="153" height="39" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[preferência revelada e erros]]></title>
<link>http://simplesnotas.wordpress.com/?p=16</link>
<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 19:51:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Philipe</dc:creator>
<guid>http://simplesnotas.wordpress.com/2008/10/04/preferencia-revelada-e-erros/</guid>
<description><![CDATA[Geralmente os economistas assumem que só podemos conhecer as preferências (gostos) das pessoas obs]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Geralmente os economistas assumem que só podemos conhecer as preferências (gostos) das pessoas observando suas escolhas. Ou seja, se eu como feijão branco com caldo de tomate e poderia ter comido milho com carne, então eu prefiro a primeira opção à segunda (ou pelo menos sou indiferente). Tal inferência é possível pelo que se chama de <a title="wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Revealed_preference" target="_blank">preferência revelada</a>. Esse conceito parte da idéia de que, como não existe um critério objetivo para julgarmos o que é bom para cada pessoa, não podemos dizer que uma pessoa age de certa maneira com o intuito de prejudicar a si mesma. No entanto, minha razão me faz pensar que isso nem sempre é verdade, e lendo sobre o assunto eu encontrei um exemplo interessante (grifos meus):</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">American visitors in London suffer numerous injuries and fatalities because they often look only to the left before stepping into streets, even though they know traffic approaches from the right. This is a systematic pattern; one can't dismiss it as an isolated incident. <strong>A literal application of the revealed preference compels us to conclude either that these people simply have a very strong preference look left, or that they're masochistic.</strong> If we use these revealed preferences for welfare analysis, there's no legitimate basis for preventing someone from stepping in front of a truck. And yet, it's safe to say that, after recognizing the purpose of the intervention, anyone would be grateful. The pedestrian's objective -- to cross the street safely -- is clear, and the decision is plainly a mistake.</p>
<p style="text-align:right;"><a title="leia o paper na integra" href="http://www.stanford.edu/~bernheim/Behavioral%20Public%20Economics%20Final.pdf" target="_blank">Bernheim e Rangel</a></p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[consideração ao consumidor]]></title>
<link>http://simplesnotas.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 19:41:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Philipe</dc:creator>
<guid>http://simplesnotas.wordpress.com/2008/10/03/o-respeito-ao-consumidor/</guid>
<description><![CDATA[Algo que percebi no meu primeiro mês aqui na Europa é a falta de consideração que a maioria dos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Algo que percebi no meu primeiro mês aqui na Europa é a falta de consideração que a maioria dos estabelecimentos têm com seus clientes. Antes de ir embora do Brasil, eu sempre festejava o fato de não ter mais que enfrentar filas em bancos, ou não ter que mais ligar pra empresa de televisão a cabo para reclamar da cobrança de um serviço que nunca utilizei. No entanto, para minha surpresa aqui eu enfrento a mesma coisa, e, para piorar, em ocasiões muito mais freqüentes.</p>
<p style="text-align:justify;">Todo dia, após a rodada de estudo matinal, eu vou até o mercado que tem perto do <a title="Tinbergen Institute" href="http://www.tinbergen.nl" target="_blank">TI</a> para comprar meu almoço. Geralmente isso se passa entre o meio-dia e uma da tarde, e sempre que eu entro naquele lugar - cuja temperatura está uns vinte graus mais quente do na rua - eu me deparo com uma fila gigantesca nos dois únicos caixas abertos para atender dezenas de pessoas. Hoje foi a mesma coisa, e, após selecionar o que comeria, resolvi contar quantas pessoas haviam na fila pela qual optei. Eu não pude acreditar no número, então gostaria de saber se algum de vocês consegue adivinhar. A resposta eu dou em alguns dias.</p>
<p style="text-align:justify;">Após pagar o meu almoço, fui sacar um pouco de dinheiro no caixa eletrônico que tem dentro do mercado e, para minha alegria, a máquina não me deu o dinheiro devido. Recebi um recibo, mas não o dinheiro. Falei com o segurança e ele disse que deveria ir ao banco responsável pelo caixa, mas ele não sabia onde era. Voltei pro Instituto e descobri que a agência mais próxima não era nada próxima. Resultado: minha tarde de estudos ia embora junto com minha paciência. Chegando no banco, mais uma fila. Uma única fila e doze pessoas para serem atendidas. Pelo menos não foi uma hora da minha vida desperdiçada, pois pude me concentrar na escuta de <a title="Veja no YouTube!" href="http://www.youtube.com/watch?v=LlLPLO90fSk" target="_blank">Vltava</a>, um magnífico poema sinfônica do tcheco Bedřich Smetana.</p>
<p style="text-align:justify;">Em suma, apesar de a vida por aqui ser de uma qualidade muito superior à que eu tinha no Brasil, ainda tenho que enfrentar alguns dos fatos que mais me deixam irritado na minha antiga cidade. Comecei, então, a pensar sobre os motivos que levariam a tal descaso.</p>
<p style="text-align:justify;">Como economista, sou levado a crer que isso se dá à falta de competição entre as empresas, mas existem opções para se comprar o almoço nas proximidades de onde estudo, assim como existem outros bancos para os quais as pessoas poderiam migrar. Assim, penso que, em parte, a falta de dinâmica dentro do setor de serviços aqui na Europa se dá pela imobilidade dos que demandam os serviços. Se as pessoas são acomodadas e estão satisfeitas com suas rotinas fica muito difícil fazer com que elas experimentem algo novo. Podem pensar que no banco do lado é a mesma coisa, o que de fato é, mas é justamente esse pensamento que faz com que ela seja tratada assim.</p>
<p style="text-align:justify;">Sem se sentirem ameaçadas as empresas não inventam, não fazem esforço algum para criar alternativas que satisfaçam e atraiam clientes. Com a certeza de que amanhã, mesmo com filas, os mesmos clientes estarão lá, o empresário ou gerente não vê motivos para mudanças.</p>
<p style="text-align:justify;">A teoria econômica parte do pressuposto que os consumidores irão atrás de outras opções caso se sintam lesados de alguma maneira, ou seja, caso o custo de adquirir um produto seja maior que o preço de mercado. No entanto, quando as outras alternativas - sob o ponto de vista do consumidor - não garantem um custo menor, como é o caso brasileiro e de alguns países europeus, ficamos com essa falta de dinâmica, um equilíbrio não-ótimo. Tenho plena convicção que por de trás dessa acomodação existe algum fator psicológico muito forte que deixa as pessoas pessoas presas nessa armadilha.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MICROECONOMIA BASICA]]></title>
<link>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/?p=4896</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 17:53:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>aleive</dc:creator>
<guid>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/2008/10/01/microeconomia-basica/</guid>
<description><![CDATA[La economía como ciencia tiene una dicotomía disciplinaria: tiene un enfoque positivo al que se le]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">La economía como ciencia tiene una dicotomía disciplinaria: tiene un enfoque positivo al que se le nombra Teoría Económica, y otro normativo también conocido como economía política. La primera se dice científica por que parte de juicios de verdad, se basa en la inferencia estadística y es muy escrupulosa en cuanto el sustento de sus postulados científicos. La segunda difiere de la primera en el sentido que parte de juicios de bondad y de valor, es ideológica, y necesariamente implica en las aseveraciones criterios de protagonismo y antagonismo ideológico según el compromiso, clase e intereses de quienes son sujetos de emitir un juicio calificativo, evaluativo de la situación o variable de estudio. <strong>EXTRAIDO DEL TXT</strong><br />
<img class="aligncenter size-medium wp-image-4897" title="microeconomia" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/10/microeconomia.png?w=212" alt="" width="212" height="300" /></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/economia/microeconomia/microeconomia-basica/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-811" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/08/tv5ft2gx63pp78in0uoc.gif?w=153" alt="" width="153" height="39" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MICROECONOMICS FOR MBAS ]]></title>
<link>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/?p=4891</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 16:32:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>aleive</dc:creator>
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<description><![CDATA[Frank Knight was a wise professor. Through long years of teaching he realized that students, even th]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Frank Knight was a wise professor. Through long years of teaching he realized that students, even those in advanced business programs, beginning a study of economics, no matter the level, face a difficult task. They must learn many things in a rigorous manner that, on reflection and with experience, amount to common sense. To do that, however, they must set aside —or “unlearn”—many pre-conceived notions of the economy and of the course itself. The problem of “unlearning” can be especially acute for MBA students who are returning to a university after years of experience in industry. People in business rightfully focus their attention on the immediate demands of their jobs and evaluate their firms’ successes and failures with reference to production schedules and accounting statements, a perspective that stands in stark contrast to the perspective developed in an economics class.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4890" title="microeconomics" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/10/microeconomics.jpg?w=230" alt="" width="230" height="300" /></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/economia/microeconomia/microeconomics-for-mbas/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-811" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/08/tv5ft2gx63pp78in0uoc.gif?w=153" alt="" width="153" height="39" /></a></p>
<p><a href="http://bibliotecavirtualeive.files.wordpress.com/2008/09/gifs-animados-enter-25.gif"> </a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MICROECONOMIA Y MACROECONOMIA]]></title>
<link>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/?p=4583</link>
<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 05:27:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>aleive</dc:creator>
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<description><![CDATA[

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4584" title="2" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/09/2.png" alt="" width="357" height="416" /></p>
<p><a href="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/economia/microeconomia/microeconomia-y-macroeconomia/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2606" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/08/entrar-para-web.gif?w=200" alt="" width="200" height="50" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EJERCICIOS DE MICROECONOMIA]]></title>
<link>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/?p=4459</link>
<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 17:53:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>aleive</dc:creator>
<guid>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/2008/09/23/ejercicios-de-microeconomia/</guid>
<description><![CDATA[Aquí les dejo una serie de ejercicios de microeconomía con sus respuestas muy buenos para el apren]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Aquí les dejo una serie de ejercicios de microeconomía con sus respuestas muy buenos para el aprendizaje, encontraremos ejercicios de la restricción presupuestaria, del monopolio, de la incertidumbre, de la competencia, las preferencias entre otras. Espero sean de su agrado e interés.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-4461" title="ejercicios-microeconomia" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/09/ejercicios-microeconomia.png?w=213" alt="" width="213" height="300" /></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/economia/microeconomia/ejercicios-de-microeconomia/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-811" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/08/tv5ft2gx63pp78in0uoc.gif?w=153" alt="" width="153" height="39" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Outro daqueles puzzles econômicos]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/?p=8847</link>
<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 10:15:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
<guid>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2008/09/23/outro-daqueles-puzzles-economicos/</guid>
<description><![CDATA[Desta vez, do Espectro Econômico.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Desta vez, do <a href="http://espectroeconomico.blogspot.com/2008/09/sobre-um-restaurante.html">Espectro Econômico</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CONTIGO PAN Y CEBOLLA.]]></title>
<link>http://neweconomy.wordpress.com/?p=135</link>
<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 18:37:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Miguel Angel</dc:creator>
<guid>http://neweconomy.wordpress.com/2008/09/22/contigo-pan-y-cebolla/</guid>
<description><![CDATA[
Aunque hace ya tiempo que a pesar de que nuestro gobierno nos lo niegue durante meses para finalmen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Escenas de matrimonio" src="http://elninodelsur.files.wordpress.com/2007/11/escenas-de-matrimonio-1.jpg" alt="" width="453" height="299" /></p>
<p style="text-align:left;">Aunque hace ya tiempo que a pesar de que nuestro gobierno nos lo niegue durante meses para finalmente reconocerlo pero echandole la echa la culpa a los americanos, todos los ciudadanos españoles tenemos claro desde hace meses que algo esta cambiando en España. Los datos publicados esta mañana por el Instituto Nacional de Estadísitica, sólo han terminado  confirmar lo que todos sabíamos hace meses: <strong>estamos atravesando una grave crisis económica</strong>, que  posiblemente sea una de las peores de la historia.</p>
<p>Algunos me podéis llamar cínico por analizar un tema tan serio en clave económica pero la noticia publicada en los principales medios de comunicación no deja lugar a dudas a poco que se reflexione: <a href="http://www.expansion.com/edicion/exp/empresa_y_mujer/es/desarrollo/1167668.html" target="_blank">las rupturas matrimoniales descienden por primera vez en una década en España.</a> <strong>El año pasado se produjo un descenso del 38,4% en el número de separaciones  y un 0,9% menos de divorcios</strong>. Partiendo de la hipótesis indudable de que la felicidad matrimonial de las parejas españolas no ha mejorado de forma considerable durante ese período de tiempo como para justificar dicho descensos, habría que preguntarse el por qué de ese cambio de tendencia después de diez años con continuo número de aumentos en las rupturas familiares: acaso se ha aprobado una ley anti-divorcios en España, se ha convertido la población al monogamismo o es que se han vuelto todos locos para querer seguir con sus parejas¿?</p>
<p>La explicación lógica es más sencilla y puramente económica. Está claro que además de lo traumático y doloroso que supone para cualquier persona terminar una relación tan seria y sólida como el matrimonio, <strong>una separación o un divorcio es algo que no podemos permitirnos la mayor parte de la sociedad por pura economía, más aún en un período de emperoramiento de las condiciones económicas.</strong></p>
<p>Las personas a la hora de decidirse a terminar con una relación tan seria como el matrimonio analizan seriamente todos los pros y contras así como las implicaciones futuras de sus decisiones. Es por ello que la mayoría de las personas que atraviesan o atravesaron alguna crisis matrimonial durante el año pasado se lo pensó dos veces antes de dar el último paso.<strong><br />
</strong></p>
<p>Las personas somos racionales incluso en cosas tan sentimentales como un divorcio o una separación. Así pensando con cabeza y no con corazón, <strong>los españoles durante el último año se han dado cuenta  de las tremendas dificultades económicas a las que tendrían que enfrentarse para logran mantener un hogar con los ingresos de una sola persona, no hablemos ya siquiera de mantener un cierto nivel de vida.</strong></p>
<p>Incluso para la mayoría de las familias españolas que cuentan con los ingresos de ambos conyuges, mantener una casa supone un gran esfuerzo, lograr pagar a fin de mes todos los gastos: la hipoteca,los préstamos personales, gastos del hogar, mantenimiento del coche, gasolina, seguros, ...</p>
<p>En conclusión,<strong> si los matrimonios españoles no se divorcian o separan es porque le es imposible económicamente y más aún en el panorama de crisis actual</strong>.</p>
<p>Además las perspectivas a corto plazo no son nada optimistas. Las posibilidades de que uno de los componentes se quede en el paro son elevadísimas dada la gran cantidad de empresas que están presentando quiebras, expedientes de regulación de empleo,... Por lo que el estar sólo en la vida se ha convertido en un lujo que los ciudadanos de a pie no podemos permitirnos.</p>
<p><strong>Lo curioso del dato es que refleja la rapidez con la que los hogares se ha dado cuenta de las dificultades económicas y como ha modificado su comportamiento en un breve período de tiempo</strong>, un año escaso, mientras las administraciones pública aún meditan medidas frente a la crisis.</p>
<p>Después de diez años de bonanza económica, los matrimonios españoles nos hemos acostumbrado a un nivel de vida al que nos cuesta mucho renunciar mal que nos pese. Así que por mucho que se odien los defectos de la pareja, en España toca hacer de tripas corazón y aguantar con lo que hay porque como dice los curas en desde el altar <em>"en la riqueza y en la pobreza". </em><strong>A todos no nos queda más remedio que seguir adelante y ser cada día seamos más parecidos a los protagonistas de la serie de Telecinco Escenas de matrimonio por mucho que nos desagrade</strong><em>, </em>¿no creéis?<em><br />
</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MICROECONOMIA INTERMEDIA]]></title>
<link>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/?p=4305</link>
<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 16:36:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>aleive</dc:creator>
<guid>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/2008/09/17/microeconomia-intermedia-2/</guid>
<description><![CDATA[El análisis económico descansa metodológicamente en dos pilares: la Teoría de la Decisión, enca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">El análisis económico descansa metodológicamente en dos pilares: la Teoría de la Decisión, encargada del análisis de las decisiones individuales, y la Teoría del Equilibrio, que estudia el resultado agregado del comportamiento de grupos de individuos. Este curso es una introducción a ambas, con un énfasis especial en su aplicación al estudio del funcionamiento del  mercado como mecanismo de asignación de recursos. <strong>EXTRAIDO DEL PREFACIO</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4306" title="sd" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/09/sd.jpg" alt="" width="344" height="122" /></p>
<p><a href="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/economia/microeconomia/microeconomia-intermedia/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3406" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/09/gifs-animados-enter-25.gif" alt="" width="114" height="39" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[É a Bolívia o novo Império Austro-Húngaro?]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/?p=8700</link>
<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 10:30:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
<guid>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2008/09/16/e-a-bolivia-o-novo-imperio-austro-hungaro/</guid>
<description><![CDATA[Acho que não, mas não são poucas as coincidências segundo este artigo no prelo:
Why did the Aust]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que não, mas não são poucas as coincidências segundo este artigo no prelo:</p>
<p><a href="http://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=1113206">Why did the Austro-Hungarian Empire collapse? - A public choice perspective<br />
Dalibor Rohac<br />
</a></p>
<p><a href="http://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=1113206">In this paper, we seek to identify causes of the disintegration of the Austro-Hungarian Empire. We note that great salience was attached to issues of self-governance and autonomy of the numerous ethnic groups living within the Empire. From a public choice perspective, the Empire was an over-centralised state and there were clear gains from federalising it. However, such federalisation was not feasible because of the collective action problem arising in bargaining with the central government. Furthermore, the move towards the war economy and the empowerment of the executive state provided the last drop leading to the exit of ethnic minorities from the monarchy and to the ultimate demise of the Empire.</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Irracionalidade Racional, Economia da Religião e do Terrorismo]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/?p=8677</link>
<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 13:18:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
<guid>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2008/09/15/irracionalidade-racional-economia-da-religiao-e-do-terrorismo/</guid>
<description><![CDATA[



Rational Irrationality as a Habit: A Dynamic Approach Towards Belief Formation [Rohác]
Dalibor ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="clear:both;display:block;"><br />
</span></p>
<div id="body">
<div id="content">
<blockquote><p>Rational Irrationality as a Habit: A Dynamic Approach Towards Belief Formation [Rohác]</p>
<p>Dalibor Rohác<br />
George Mason University</p>
<p>In this paper, we present a dynamic model of rational irrationality, which explains how individuals choose their optimal paths of beliefs and how these respond to changes in underlying choice parameters. Our model extends the literature on cognitive dissonance, self deception and rational irrationality by providing a spatial model of formation of beliefs. This setting is used as basis for a dynamic model which depicts false beliefs as a habit. Habit formation in beliefs can be explained in terms of selective memory management. When irrational beliefs are habit-forming, then a nonconvexity in choice of optimal path of beliefs arises. New implications of our work include the conclusion that when dissonance between ones desired belief and the state of the world exists, the individual will be forced to adopt the realistic belief if the wedge between the two is large enough. More importantly, our model predicts that individuals will always choose either sticking to a realistic perception of the world or succumbing entirely to their irrational belief.</p>
<p>File: <a href="http://www.religionomics.com/archives/file_download/18/Rohac-RationalIrrationality-10-21-07.pdf">Rohac-RationalIrrationality-10-21-07.pdf [220.47KB] </a></p>
<p>Published 11/02/2007</p></blockquote>
<p>Aqui no Brasil, por enquanto, é difícil ver um entusiasmo com alguns tópicos da agenda de pesquisa econômica como a irracionalidade racional. Dos pterodoxos da ala heterodoxa, nada há que se esperar já que qualquer função utilidade desperta suor e tremedeira. Dos pterodoxos ortodoxos, o problema é mais complicado mas não menos importante.</p>
<p>De qualquer forma, eis o artigo.</p></div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Incentivos em ação]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/?p=8665</link>
<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 09:06:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
<guid>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2008/09/15/incentivos-em-acao/</guid>
<description><![CDATA[A notícia é esta.
Empresas que manobram veículos na frente de bares de regiões boêmias de São ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A notícia é <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080914/not_imp241443,0.php">esta</a>.</p>
<blockquote><p>Empresas que manobram veículos na frente de bares de regiões boêmias de São Paulo têm usado a comunicação via rádio e celular para alertar clientes sobre as blitze da lei seca. Das 30 empresas de valets que prestam serviços na Vila Madalena, na zona oeste, pelo menos nove se comunicam para trocar informações e avisar os freqüentadores das noitadas.</p></blockquote>
<p>É isso aí! Incentivos funcionam. Aliás, você já deve ter visto <a href="http://shikida.net/leiseca.pdf">isto</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[240 PREGUNTAS BASICAS MICROECONOMIA]]></title>
<link>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/?p=4057</link>
<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 05:58:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>aleive</dc:creator>
<guid>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/2008/09/12/240-preguntas-basicas-microeconomia/</guid>
<description><![CDATA[Este librito me lo encontré hace mucho navegando y la verdad me pareció interesante  y recién lo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Este librito me lo encontré hace mucho navegando y la verdad me pareció interesante  y recién lo encontré en mis archivos y he decidido compartirlo para que nos evaluemos de lo que sabemos de microeconomía, especialmente a los que estudiamos dicha carrera así que amigos a descargarlo y a pasarles el cuestionario a nuestros amigos</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4073" title="logo-template-logo_281" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/09/logo-template-logo_281.png" alt="" width="249" height="335" /></p>
<p style="text-align:justify;">
<p><a href="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/economia/microeconomia/240-preguntas-basicas-de-microeconomia/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3406" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/09/gifs-animados-enter-25.gif" alt="" width="114" height="39" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[INTRODUCCION A LA TEORIA DEL CONSUMIDOR]]></title>
<link>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/?p=4046</link>
<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 05:41:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>aleive</dc:creator>
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<description><![CDATA[Este libro, tiene su origen en el curso de Microeconometría dictado entre 1997 y 1998 en la Univers]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Este libro, tiene su origen en el curso de Microeconometría dictado entre 1997 y 1998 en la Universidad del Valle. Adicionalmente algunos capítulos de la teoría del consumidor fueron expuestos durante el año 1999 y 2000 en el curso de Economía Neoclásica (Microeconomía I) en el pregrado. El objetivo del curso consistió en revisar la teoría del consumidor y sus alcances empíricos. No obstante, ante la profusa publicación de artículos y la inexistente mención de la mayoría de éstos en los libros de microeconomía en español, surgió la idea de escribir estas notas.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4048" title="pg" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/09/pg.gif" alt="" width="300" height="400" /></p>
<p><a href="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/economia/microeconomia/introduccion-a-la-teoria-del-consumidor/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3406" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/09/gifs-animados-enter-25.gif" alt="" width="114" height="39" /></a></p>
<p><a href="http://bibliotecavirtualeive.files.wordpress.com/2008/09/gifs-animados-enter-25.gif"> </a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Microeconomia]]></title>
<link>http://lafproject.wordpress.com/?p=22</link>
<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 05:00:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Conrado</dc:creator>
<guid>http://lafproject.wordpress.com/2008/09/12/microeconomia/</guid>
<description><![CDATA[
PRO-LAF : Microeconomia
El Curso está estructurado en seis unidades, consideradas como las de mayo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-thumbnail wp-image-9 aligncenter" title="laf-basico1" src="http://lafproject.wordpress.com/files/2008/09/laf-basico1.jpg?w=58" alt="" width="58" height="96" /></p>
<p style="text-align:center;"><strong>PRO-LAF : Microeconomia</strong></p>
<p style="text-align:center;">El Curso está estructurado en seis unidades, consideradas como las de mayor importancia para una materia que analiza de forma general la teoría microeconómica. La estructuración del programa permitirá al alumno y al maestro, sistematizar el proceso de enseñanza y aprendizaje con relación al objetivo u objetivos que presentan alcanzar los temas que dberán utilizarse para ello.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>PRIMERA UNIDAD</strong><br />
INTRODUCCION</p>
<p style="text-align:center;"><strong>SEGUNDA UNIDAD</strong><br />
OFERTA Y DEMANDA</p>
<p style="text-align:center;"><strong>TERCERA UNIDAD</strong><br />
LA ELASTICIDAD</p>
<p style="text-align:center;"><strong>CUARTA UNIDAD</strong><br />
UTILIDAD Y DEMANDA, POSIBILIDADES, PREFERENCIAS Y ELECCIONES</p>
<p style="text-align:center;"><strong>QUINTA UNIDAD</strong><br />
PRODUCCION Y COSTOS</p>
<p style="text-align:center;"><strong>SEXTA UNIDAD</strong><br />
LOS MERCADOS Y LA COMPETENCIA</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-60 aligncenter" title="silent-hill-avatar" src="http://lafproject.wordpress.com/files/2008/09/silent-hill-avatar.gif" alt="" width="43" height="43" /><a href="http://www.mediafire.com/?vcbagcdayq0" target="_blank">Descargar Documento</a></p>
<p style="text-align:center;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MICROECONOMIA INTERMEDIA]]></title>
<link>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/?p=3788</link>
<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 06:00:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>aleive</dc:creator>
<guid>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/2008/09/07/microeconomia-intermedia/</guid>
<description><![CDATA[Convencionalmente, el primer capitulo de los manuales de microeconomía es un análisis del alcance ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Convencionalmente, el primer capitulo de los manuales de microeconomía es un análisis del alcance y los métodos de la economía. Aunque esta cuestión pueda ser muy interesante, no parece muy conveniente que le lector comience sus estudio de la economía por esos aspectos. difícilmente valorara un estudio de ese tipo hasta que no haya visto algunas aplicaciones del análisis económico <strong>EXTRAIDO DEL LIBRO</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3796" title="imageresbigphp" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/09/imageresbigphp.jpg" alt="" width="162" height="229" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p><a href="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/informatica/microeconomia-intermedia/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3406" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/09/gifs-animados-enter-25.gif" alt="" width="114" height="39" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LA MICROECONOMIA]]></title>
<link>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/?p=3665</link>
<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 02:27:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>aleive</dc:creator>
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<description><![CDATA[La microeconomía es una de las materias esenciales en los programas universitarios en ciencias econ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">La microeconomía es una de las materias esenciales en los programas universitarios en ciencias económicas, tanto en Europa como en Estados Unidos. Es generalmente rechazada por los estudiantes porque otorga un lugar importante a las matemáticas; con frecuencia estudiantes y docentes se concentran en los aspectos puramente técnicos, sin dar un lugar adecuado a reflexiones de fondo sobre las sociedades consideradas en los modelos y sobre la significación exacta de los “resultados” logrados. Incluso se puede afirmar que las matemáticas se han convertido en obstáculo a la reflexión sobre los problemas de la economía.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3667" title="bg" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/09/bg.gif" alt="" width="100" height="133" /></p>
<p><a href="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/economia/microeconomia/la-microeconomia/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3406" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/09/gifs-animados-enter-25.gif" alt="" width="114" height="39" /></a></p>
<p><a href="http://bibliotecavirtualeive.files.wordpress.com/2008/09/gifs-animados-enter-25.gif"> </a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ECONOMIA DE LA EMPRESA IDEAS CLAVE]]></title>
<link>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/?p=3661</link>
<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 01:47:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>aleive</dc:creator>
<guid>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/2008/09/06/economia-de-la-empresa-ideas-clave/</guid>
<description><![CDATA[La microeconomía se dedica al estudio de la empresa, entendida esta como la iniciativa. Las leyes q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">La microeconomía se dedica al estudio de la empresa, entendida esta como la iniciativa. Las leyes que rigen o explican su conducta deben ser concebidas desde dos sentidos: desde dentro lo que toca a la eficiencia, y desde fuera que corresponde a su eficacia o competitividad en su entorno, el mercado. La teoría de la Utilidad es el marco teórico en que se desarrolla esta toda la ciencia microeconómica. Donde utilidad es la capacidad de un bien de satisfacer una necesidad específica. La teoría de la Utilidad es el marco teórico en que se desarrolla esta toda la ciencia microeconómica. Donde utilidad es la capacidad de un bien de satisfacer una necesidad específica. <strong>EXTRAIDO DEL TEXTO</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3660" title="eco" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/09/eco.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></p>
<p><a href="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/economia/microeconomia/economia-de-la-empresa-ideas-clave/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3406" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/09/gifs-animados-enter-25.gif" alt="" width="114" height="39" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LA ASIGNATURA MACRO Y MICROECONOMIA A LA LUZ DE LA TEORIA MARXISTA Y LENINISTA]]></title>
<link>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/?p=3653</link>
<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 01:29:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>aleive</dc:creator>
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<description><![CDATA[Las primeras líneas del infierno de Dantes reflejan perfectamente los problemas que encuentan los e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Las primeras líneas del infierno de Dantes reflejan perfectamente los problemas que encuentan los economistas cubanos, desde que en la década de los 90 desapareciera el Campo Socialista: "En medio del viaje de nuestra vida, me encontré en un bosque oscuro en el que el camino recto se había perdido."</p>
<p style="text-align:justify;">Los cambios que acaecieron en la década del noventa en la Economía Mundial, exigen de un economista capaz de analizar con suficiente profundidad los problemas económicos tanto a nivel microeconómico como a escala macroeconómica. El desarrollo de la Economía Cubana no puede estar ajeno a estos cambios de la Economía Mundial; con el objetivo de insertarse en ella, debe formar un economista que tenga en su haber el conocimiento del conjunto de categorías y leyes económicas que le permita no sólo controlar y dirigir económicamente una empresa sino responder con calidad a las exigencias profesionales del capital extranjero invertido en nuestra economía y fuera de ella. Esta es la razón por la cual, las Comisiones</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3655" title="pgr" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/09/pgr.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></p>
<p><a href="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/economia/macreconomia/la-asignatura-macro-y-microeconomia-a-la-luz-de-la-teoria-marxista-y-leninista/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3406" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/09/gifs-animados-enter-25.gif" alt="" width="114" height="39" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MICROECONOMIA TERCERA EDICION]]></title>
<link>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/?p=3547</link>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 03:26:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>aleive</dc:creator>
<guid>http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/2008/09/05/microeconomia-tercera-edicion/</guid>
<description><![CDATA[Para los estudiantes  interesados en saber como funciona el mundo, la microeconomía es una de las d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Para los estudiantes <span> </span>interesados en saber como funciona el mundo, la microeconomía es una de las disciplinas más relevantes e interesantes que lo estudian. Comprenderla bien es fundamental para tomar decisiones empresariales, concebir y entender la política económica y, en<span> </span>términos más generales, para hacerse una buena idea del funcionamiento de una economía moderna. <strong>EXTRAIDO DEL PROLOGO</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3546" title="microeconomia" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/09/microeconomia.jpg" alt="" width="272" height="300" /></p>
<p><a href="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/economia/microeconomia/microeconomia-tercera-edicion/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3406" src="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/files/2008/09/gifs-animados-enter-25.gif" alt="" width="114" height="39" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Barreiras à entrada - enfermeiras filipinas]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/?p=8445</link>
<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 08:32:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
<guid>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2008/09/01/barreiras-a-entrada-enfermeiras-filipinas/</guid>
<description><![CDATA[Esta matéria é um bom resumo de como funciona um poderoso lobby japonês: o das enfermeiras. Com u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Esta <a href="http://search.japantimes.co.jp/mail/eo20080901a1.html">matéria</a> é um bom resumo de como funciona um poderoso <em>lobby</em> japonês: o das enfermeiras. Com uma população idosa, claro, a profissão se torna bem valorizada e, assim, recusar-se a permitir a imigração de filipinas é um dos tópicos mais importantes da agenda sindical.</p>
<p>No Brasil não seria diferente. Afinal, os sindicatos protegem tão somente os sindicalizados e, no caso da notícia, não estão dando a mínima para os velhinhos.</p>
<p>Alguém poderia dizer que a solução é um cartel gigante, com todas as enfermeiras japonesas nele. O problema é que - como pode mostrar um estudante medianamente bom de economia - os incentivos são para que o cartel restrinja o número de membros. Ou seja: somente em países com forte tendência autoritária você veria sindicatos cheios de gente. Outra opção, tão cruel quanto, é obrigar a todos os profissionais a pagarem impostos para estas supostas estruturas de representação, mesmo que o sujeito não pertença ao sindicato.</p>
<p>É algo similar às milícias do RJ no sentido básico do termo: organizações governamentais paralelas para as quais se deve prestar tributos sob pena de sofrer sanções. A única diferença é que no caso das milícias, as sanções são mais frequentemente fora do escopo da lei enquanto que, no caso dos sindicatos, esta atuação ilegal ocorre em menos casos.</p>
<p>Enfermeiras japonesas não são apenas objeto de fetiche da galera. São também bons temas de estudos sobre os impactos dos incentivos sobre as ações individuais e coletivas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Custo de oportunidade, na prática]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/?p=8422</link>
<pubDate>Sun, 31 Aug 2008 10:28:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
<guid>http://gustibusgustibus.wordpress.com/2008/08/31/custo-de-oportunidade-na-pratica/</guid>
<description><![CDATA[Seven years after the attacks of Sept. 11, 2001, the state&#8217;s terrorism threat level remains at]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><a href="http://www.rep-am.com/articles/2008/08/31/news/363030.txt">Seven years after the attacks of Sept. 11, 2001, the state's terrorism threat level remains at an elevated yellow, even in the absence of credible threats.</p>
<p>For local law enforcement leaders in Connecticut and across the country, the time has come for federal authorities to start putting their money where the most urgent problems lie: in fighting crime on the streets.</p>
<p>Federal funding for law enforcement has been "decimated" in recent years, according to a letter written by Ronald C. Ruecker, president of the International Association of Chiefs of Police.</p>
<p>"The simple truth, is that average Americans are much more likely to find themselves victims of crime than of a terrorist attack," he wrote. Since the terrorist attacks, "99,000 Americans have been murdered, and each year roughly 1.4 million Americans are the victims of violent crime."</a></p></blockquote>
<p>Eis a necessária união da Estatística com a Economia. Como é que você decide a alocação de recursos sem pensar nas probabilidades? Claro, as probabilidades e toda a parafernália estatística deveria estar ligada a conceitos econômicos como os de bem-estar (Scitovsky, Pareto, Kaldor, etc). Bem, pelo menos no que diz respeito aos índices de preços e quantidades, qualquer aluno - que estudou e entendeu preferências reveladas - já sabe.</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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