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	<title>metodologias &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/metodologias/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "metodologias"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 07:47:24 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Notas al 7 de Julio - MAI]]></title>
<link>http://richardcarrillo.wordpress.com/?p=25</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 02:12:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>richardcarrillo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Notas de MA I al 7 de Julio 2008
Los estudiantes que deben el trabajo final deben hacerlo llegar a l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[wp_caption id="attachment_26" align="aligncenter" width="300" caption="Notas de MA I al 7 de Julio 2008"]<a href="http://richardcarrillo.files.wordpress.com/2008/07/ma11.gif"><img class="size-medium wp-image-26 " src="http://richardcarrillo.wordpress.com/files/2008/07/ma11.gif?w=300" alt="Notas de MA I al 7 de Julio 2008" width="300" height="246" /></a>[/wp_caption]
<p>Los estudiantes que deben el trabajo final deben hacerlo llegar a la brevedad, la nota máxima a la que pueden aspirar es a un 5,0: mientras más demoren, más castigo a la nota. Dudas, preguntas o consultas a mi correo.</p>
<p>La consulta por Fuentes es porque no tengo información alguna sobre él en esta asignatura más que su incorporación en el trabajo final entregado por Moncada. Necesito saber si es un error o bien es que está inscrito en la asignatura.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Modelo Mental]]></title>
<link>http://guilhermemarques.wordpress.com/?p=59</link>
<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 20:06:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Marques</dc:creator>
<guid>http://guilhermemarques.wordpress.com/?p=59</guid>
<description><![CDATA[Modelo Mental
Um modelo mental é uma visualização simples que representa como os usuários realiz]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[wp_caption id="attachment_60" align="alignright" width="226" caption="Modelo Mental"]<img class="size-full wp-image-60" src="http://guilhermemarques.wordpress.com/files/2008/07/modelo_mental.jpg" alt="Modelo Mental" width="226" height="144" />[/wp_caption]
<p>Um modelo mental é uma visualização simples que representa como os usuários realizariam uma seqüência de tarefas.</p>
<p>Como exemplo podemos desenhar o modelo mental de uma ida à praia num sábado de sol.</p>
<p>Ex: Em entrevista percebemos que a pessoa vê previsão do tempo, decide se vai, convida amigos, marca um horário, muda o status do MSN, veste sunga / biquíni, pega ônibus ou vai de carro, passa na casa de alguém, pode escolher ir de bike, aluga cadeira / sombreiro.</p>
<p style="text-align:justify;">As ações devem ser definidas sempre com um <span style="text-decoration:underline;">verbo + a ação</span>. (ex: Pega ônibus, marca horário). Depois de definida as ações o próximo passo é agrupar tarefas parecidas. Tarefas idênticas ou repetidas devem ser excluídas.</p>
<p style="text-align:justify;">Após analisar as variáveis envolvidas nesta simples ação, podemos verificar quais ações meu site oferece para este público, focando em um determinado serviço / demanda desta ação, ou até mesmo deixar de oferecer alguma funcionalidade por não perceber que não existe demanda.</p>
<p>O modelo mental deve ser usado a partir de uma <strong>perspectiva</strong> <strong>etnográfica</strong>, para mapear as <strong>tarefas</strong> que os usuários realizam para alcançar determinados objetivos. As tarefas neste caso são <strong>unidades mínimas de ação</strong> retiradas das transcrições das entrevistas com os usuários representantes do publico alvo do site.</p>
<p style="text-align:justify;">Saiba mais sobre modelo mental <a title="Link externo - Rosenfeld " href="http://rosenfeldmedia.com/books/mental-models/" target="_blank">aqui </a>e <a title="Link externo - Flickr" href="http://flickr.com/photos/rosenfeldmedia/sets/72157603511616271/" target="_blank">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Persona]]></title>
<link>http://guilhermemarques.wordpress.com/?p=53</link>
<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 17:43:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Marques</dc:creator>
<guid>http://guilhermemarques.wordpress.com/?p=53</guid>
<description><![CDATA[A final qual é mesmo o meu público?  A utilização da técnica de criação de personas aliado ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A final qual é mesmo o meu público?  A utilização da técnica de criação de personas aliado à de cenários é uma ótima resposta para essa pergunta. É barato, é fácil e divertido para a equipe de desenvolvimento.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="size-full wp-image-54 alignright" src="http://guilhermemarques.wordpress.com/files/2008/06/persona.jpg" alt="Persona" width="200" height="241" />Uma persona é um perfil de usuário fictício que representa uma fatia do público-alvo e serve para motivar e guiar os membros de um projeto interativo rumo ao Design Centrado no Usuário</p>
<p style="text-align:justify;">A utilização de personas no processo criativo tem por objetivo alinhar o produto com as necessidades dos usuários, através da simulação realista dos diversos tipos de usuários e suas intenções.</p>
<p style="text-align:justify;">Em resumo, os dados coletados sobre as pessoas na etapa de pesquisa são utilizados para construir modelos de usuários que servirão como critérios para a adequação do projeto. Ao invés de tentar projetar para uma grande quantidade de pessoas e nivelar por baixo para ter segurança, com personas, projeta-se para um número bem pequeno de usuários fictícios, porém representativos.</p>
<p style="text-align:justify;">As vantagens dessa técnica são:</p>
<ul style="text-align:justify;">
<li>engaja e conscientiza a equipe de projeto</li>
<li>chega-se a um consenso dos interesses do usuário</li>
<li>mantém o foco no usuário durante todo o projeto</li>
<li>agiliza a tomada de decisões porque não é preciso consultar usuários reais a cada etapa do projeto</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Contém seu nome, seus gostos, seus hábitos, suas habilidades, etc. Essas informações podem ser obtidas através de entrevistas com usuários potenciais ou através de conversas com quem lida freqüentemente com esse público.</p>
<p style="text-align:justify;">Leia mais sobre <a title="Link externo - Usabilidoido" href="http://usabilidoido.com.br/personas_e_cenarios_para_antecipar_o_futuro_.html" target="_blank">aqui</a> e <a title="Link externo - Case Microsoft" href="http://research.microsoft.com/research/coet/Grudin/Personas/Grudin-Pruitt.pdf" target="_blank">aqui</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Scrum]]></title>
<link>http://guilhermemarques.wordpress.com/?p=48</link>
<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 02:01:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Guilherme Marques</dc:creator>
<guid>http://guilhermemarques.wordpress.com/?p=48</guid>
<description><![CDATA[Tendência, Realidade ou Ultrapassada? A verdade é que cada vez mais, grandes empresas utilizam est]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Tendência, Realidade ou Ultrapassada? A verdade é que cada vez mais, grandes empresas utilizam esta metodologia ágil para gerenciamentos de projetos de software. Acompanhei de perto - na Globo.com - uma reunião da equipe de entretenimento definindo um novo produto e pude perceber o quanto todos envolvidos saem ganhando.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-50" src="http://guilhermemarques.wordpress.com/files/2008/06/sala_scrum.jpg" alt="Foto Sala Scrum" width="480" height="360" /></p>
<p><strong>Algumas práticas de Scrum</strong></p>
<ul>
<li>Clientes se tornam parte da equipe de desenvolvimento</li>
<li>Entregas freqüentes e intermediárias de funcionalidades</li>
<li>Planos freqüentes de mitigação de riscos desenvolvidos pela equipe</li>
<li>Discussões diárias de status com a equipe</li>
<li>Transparência no planejamento e desenvolvimento</li>
<li>Reuniões freqüentes com os stakeholders para monitorar o progresso</li>
<li>Problemas não são ignorados e ninguém é penalizado por reconhecer ou descrever qualquer problema não visto</li>
<li>Locais e horas de trabalho devem ser energizadas, no sentido de que "trabalhar horas extras" não necessariamente significa "produzir mais".</li>
</ul>
<p><strong>A discussão diária onde a equipe responde às seguintes perguntas:</strong><br />
<em>O que fiz desde ontem?<br />
O que estou planejando fazer até amanhã?<br />
Existe algo me impedindo de atingir minha meta?</em></p>
<ul>
<li>Aprenda mais sobre a metodologia <a title="Link externo - Scrum" href="http://dojofloripa.wordpress.com/2007/02/07/scrum-em-2-minutos/" target="_blank">aqui </a>e <a title="Link externo - Scrum in Five minutes" href="http://www.softhouse.se/Uploades/Scrum_eng_webb.pdf" target="_blank">aqui</a>.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Combinando disciplina con metodologías ágiles]]></title>
<link>http://danielvn7.wordpress.com/?p=81</link>
<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 21:20:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>danielvn7</dc:creator>
<guid>http://danielvn7.wordpress.com/?p=81</guid>
<description><![CDATA[Si bien es cierto que el desarrollo de software implica la ejecución de procesos y metodologías ac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span>Si bien es cierto que el desarrollo de software implica la ejecución de procesos y metodologías acordes a al desarrollo, es necesario la aplicación de procesos ágiles de desarrollo de software o también conocidos como metodologías liviana, con el fin de enfocarse en la gente que participa y en los resultados como mejoramiento de calidad de los productos, proceso, minimización de costos y tiempo. Las metodologías ágiles se centran en las iteraciones que se obtienen en cada una de las etapas del ciclo de vida del proceso de desarrollo: planificación, análisis de requerimientos, diseño, codificación, revisión y documentación; y en la adaptabilidad de procesos para la construcción del software. La idea es que en cada iteración se obtenga un demo funcional, es decir, sin errores.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span>Por lo general estas metodologías son consideradas indisciplinadas por la falta de documentación técnica, pero las características que esta posee y la facilidad al aplicar las distintas metodologías como Programación extrema (XP), Crystal clear, Adaptived Software Development (ASD), Rational Unified Process (RUP) y otras, hacen que se torne disciplinaria. La disciplina consiste en la ejecución adecuada de dichas metodologías; tecnologías ágiles; integración de modelos como CMMI, Cobit, ISO; procesos adaptables y de mejores prácticas de desarrollo de software que pueden ser utilizadas desde la construcción de pequeñas aplicaciones y componentes de un sistema, hasta el desarrollo y construcción de un sistema empresarial completo. Una de las principales características de las metodologías ágiles es la insistencia en la planificación adaptable a cambios y enfocada a personas. Lo que significa un gran esfuerzo y agilidad de parte del equipo de desarrollo y el mejoramiento continuo de de sus procesos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span>Como características de metodologías ágiles se tiene que:</span></p>
<ul style="margin-top:0;" type="disc">
<li class="MsoNormal"><span>Dan énfasis en las pruebas la aplicación en construcción y una      continua integración de cada uno de sus componentes.</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>Mantiene sencillez en la definición, diseño y desarrollo de cada      componente que constituye el software o producto.</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>Documenta solamente lo necesario, se centra en lo más importante      del software o producto, el código fuente.</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>Permite validar la habilidad de desarrollar software en un equipo      de ingeniería de software o en una organización a través de una evaluación      estándar.</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>Permite establecer reuniones de avances y recopilación de      requerimientos.</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>Se adaptan a las necesidades y entorno cambiante de los proyectos.</span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span><br />
El hecho de aplicar metodologías ágiles a un determinado proyecto, no quiere decir que no se pueda aplicar otras, de hecho la combinación con metodologías tradicionales resulta muy interesante, se puede involucrar prácticas de ambas metodologías  de tal forma que obtendríamos una metodología conjunta por cada proyecto. El único problema que existiría es definir cada una de las prácticas que se deben utilizar y, si es necesario definir parámetros para identificar cuál de ellas aplicar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span>¿Pero, qué es ser ágil? La agilidad en el desarrollo de software se describe como un marco de trabajo en que se busca aplicar mejores prácticas para minimizar los riesgos de un proyecto a través de iteraciones muy cortas pero funcionales.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span>La integración de modelos, metodologías, procesos mejorados y nuevas tendencias, seguramente incrementarán el nivel de éxito de los proyectos y la calidad de los productos. Pero sería importante tomar en cuenta la capacidad de comunicación y trabajo del equipo de desarrollo de software, además, de procesos o modelos de bajo nivel como Personal Software Process (PSP) para complementar los otros modelos y lograr un desarrollo de software eficaz y una respuesta adecuada e inmediata al cambio, principalmente en aquellos proyectos en los que intervienen requisitos inestables.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0.0001pt;text-align:justify;"><span>Lo más importante que toda organización o equipo de software debe tener en cuenta es que, no existe una metodología ideal para un proyecto  en la que se aplique. La metodología seleccionada sea esta ágil o tradicional, siempre dependerá directamente del equipo de desarrollo, la organización, lo cambiante del entorno y lo primordial, la aceptación de los usuarios finales.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Este blogue]]></title>
<link>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=64</link>
<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 01:29:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>anacrisnevespais</dc:creator>
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<description><![CDATA[Este blogue apresenta vários apontamentos sobre as aulas (de metodologias da fbaup) e, por isso, n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Este blogue apresenta vários apontamentos sobre as aulas (de metodologias da fbaup) e, por isso, não devem ser entendidos como as informações exactas dadas pelo professor, pois podem apresentar deturpações. A maior parte dos trabalhos foram realizados de forma espontânea, por gosto e interesse na disciplina.</p>
<p>Os posts devem ser lidos de forma cronológica se o objectivo principal for entender a ordem com que foram feitos. No entanto, apresento no topo o mais recente, para o caso de ter visitantes assíduos e, assim, não se cansarem com o scroll, ele não tem culpa. :P</p>
<p>cumprimentos,</p>
<p>ana pais</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como devo analisar uma fotografia?]]></title>
<link>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=59</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 23:42:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>anacrisnevespais</dc:creator>
<guid>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=59</guid>
<description><![CDATA[Entretida com o tema das aulas, fui experimentando várias metodologias para vários tipos de quest]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Entretida com o tema das aulas, fui experimentando várias metodologias para vários tipos de questões ou sub-questões. Uma delas é esta mesmo....</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Antes de responder a esta questão devo perceber qual é a metodologia ideal para encontrar a(s) resposta(s).</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">A questão em si abarca uma série de opções ainda que camufladas, e que devem ser tidas em conta para a formulação de perguntas subsequentes. Esta metodologia foi utilizada em todas as aulas e têm-me ajudado bastante na análise de diversas questões no dia-a-dia. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Algumas das questões subsequentes poderão ser: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"><span>1.<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">O que é uma fotografia?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"><span>2.<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Para que quero analisar uma fotografia?</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Possíveis respostas: </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Para entendê-la; para extrair uma estrutura a fim de ser estudada e utilizada na construção/desconstrução de novas imagens; para situá-la no devido contexto ou simplesmente para estudar a luz e a técnica, etc. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Objectivos:</span></strong></p>
<ul>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Tendo em conta todos estes aspectos e, conhecendo o meu principal objectivo, – estudar a percepção, a memória e a representação humana – estabeleço um <strong>plano específico de procedimentos:</strong> </span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">numa primeira fase irei analisar a imagem segundo a leitura da esquerda para a direita e de cima para baixo;</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">levar a cabo uma análise descritiva, o mais objectiva possível, tentando desviar possíveis interferências mais afectivas;</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">enquanto vou enunciando os pontos que observo na imagem, tenho um gravador que irá registar todos os pontos para que não haja qualquer deturpação dos meus pensamentos através da escrita;</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">escrevo todos os pontos analisados enquanto ouço a gravação;</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">de seguida, numa segunda fase, irei estudar a descrição referida anteriormente e mapear o percurso do meu olhar nessa imagem;</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">finalmente, irei tirar algumas conclusões e interpretar os resultados;</span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Prática/Síntese:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">1- Análise descritiva da esquerda para a direita e de cima para baixo:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">(tentativa)</span></p>
<ul>
<li><strong><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"> </span></strong><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">parede em sombra no canto superior esquerdo da imagem;</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">esta zona abarca mais ou menos metade da fotografia; (olhei para a imagem toda a fim de entender se de facto corresponde a metade)</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">existe uma linha vertical que corta a imagem a meio – passagem da parede mais escura para uma parede iluminada (à direita), reparo numa frase que está escrita nesta parede: “O hoje pertence à acção”;</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">a zona mais escura (à esquerda) dá a entender uma certa profundidade e tridimensionalidade à imagem; existe uma janela ao fundo, no que parece ser um corredor escuro;</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">reparo num armário velho e vermelho um pouco mais à direita, numa vista frontal; a abertura do armário é percepcionada por uma linha vertical que o corta a meio;</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">reparo na frase, e na parede suja;</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">esquerda: umas escadas e corrimão, percebo que é um corredor escuro, percebo um átrio e de seguida uma entrada para uma zona mais escura</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">(à direita) continuo a ver o armário;</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">mais à direita vejo uma pessoa com as mão sobre o colo e pernas cruzadas;</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">a sua roupa está suja de tinta, veste-se com tons azuis e brancos e olha para a sua esquerda;</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">possui um ar distante;</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">nesta zona a parede está suja e escura;</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">à esquerda: percebo o átrio e as escadas segundo linhas horizontais(vista frontal) que se prolongam para a parede à direita;</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">fim das escadas e o chão com a mesma tonalidade das escadas – cinzentos</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">resto do chão à direita;</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">no geral, tons cinzentos e frios, à excepção do armário forte e contrastante com o resto;</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">agora reparei numa figura a negro, na zona mais escura do corredor, uma silhueta, parece ser uma pessoa;</span></li>
<li><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">paro por aqui para não me sentir tentada a procurar pormenores esquecidos;</span></li>
</ul>
<p>Mapa da minha leitura:</p>
<p><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/mapa-metodologias.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-61" src="http://anapaismetodologias.wordpress.com/files/2008/06/mapa-metodologias.jpg?w=206" alt="" width="185" height="270" /></a></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Interpretação dos dados:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Observando o mapeamento do percurso do meu olhar, reparo que iniciei a leitura à esquerda e também finalizei à esquerda, contrariando uma leitura rigorosa da esquerda para a direita.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Reparo que existe uma grande concentração de pontos observados na figura humana, na frase e no armário o que demonstra que estes aspectos, de certa forma, prenderam mais a minha atenção. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Existem diversos elementos que me esqueci de referir tais como: o sexo da figura humana, a forma como a frase foi escrita na parede, através de spray, a luz que vem de cima e ilumina quase todo o espaço captado na fotografia.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Assim existe uma grande dificuldade de ser objectiva, de conseguir manter uma certa distância daquilo que foi captado por mim mesma. Também falhei na leitura sequencial da esquerda para a direita, deixando-me levar pela intuição, uma intuição condicionada por alguma razão. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Tal como já foi mencionado nas aulas, a prática leva a uma maior proximidade da verdade e do conhecimento mas, não existe a perfeição. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;font-family:Verdana;">Para superar estes problemas proponho criar uma grelha e estudar a imagem de forma rigorosa e exaustiva, parte a parte, tendo sempre em conta a sua relação com o todo.</span></p>
<p><strong>Reformulação do Plano:</strong></p>
<p><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/grelha-metodologias.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-62" src="http://anapaismetodologias.wordpress.com/files/2008/06/grelha-metodologias.jpg?w=215" alt="" width="194" height="270" /></a></p>
<p>Talvez uma análise mais regrada seja uma boa opção para extrair o máximo de informação técnica sobre a imagem. No entanto, aqui perde-se a essência da observação humana que se realiza de forma intuitiva e espontânea, estabelecendo várias associações entre aquilo que vai analisando antes e depois.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reformulação da proposta]]></title>
<link>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=46</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 22:33:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>anacrisnevespais</dc:creator>
<guid>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=46</guid>
<description><![CDATA[
Este post apresenta a reformulação da pergunta levantada por mim, desenvolvida posteriormente com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span>Este post apresenta a reformulação da pergunta levantada por mim, desenvolvida posteriormente com a colega Marina Oliveira.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span>“Como devo analisar uma imagem?”, foi a questão tomada como ponto de partida para o desenvolvimento da proposta. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span>No estudo da questão em grupo, surgiram espontaneamente duas questões subsequentes: </span></p>
<ol style="margin-top:0;" type="1">
<li class="MsoNormal"><span>Que tipo      de imagens queremos analisar?</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>Com que      objectivos quero analisar uma imagem?</span></li>
</ol>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span>Ora isto demonstra o carácter extremamente vago e complexo da questão inicial, no entanto, achamos que deveríamos ser fieis à proposta e desenvolver uma possível metodologia para esta pergunta. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span>Assim definimos um plano metodológico:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:8pt;">1.<span> </span>Temos várias áreas onde se insere a imagem:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Fotografia</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Pintura</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Design</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:8pt;">2.<span> </span>Objectivos</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Conhecer o contexto que envolve esta imagem;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Conhecer e estudar o autor;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Levantamento da estrutura;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Reconstrução de novas imagens;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Análise simbólica - Ligação afectiva;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Para banco de dados;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Teorização sobre percepção e representação;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Estudar a luz e a cor;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:8pt;">3.<span> </span>Metodologia </span></strong></p>
<ul>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Observação da imagem</span></li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Levantamento de informação sobre a imagem</span></li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Análise descritiva</span></li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Análise simbólica</span></li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Comparação com outras imagens</span></li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Confronto entre diversas leituras, tendo em conta a diversidade cultural como factor importante na análise de uma imagem;</span></li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Diagrama</span></li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Desconstrução da imagem</span></li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Estudo da Luz</span></li>
<li><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Conclusão </span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Após a exposição do nosso trabalho à turma, surgiram alguns entraves e questões pertinentes, por entre os quais se destaca aquela que já tínhamos tido em conta: a complexidade e ambiguidade da questão. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Foi-nos então proposta uma reformulação da pergunta, para restringir o campo de investigação, que permita realmente explorar uma metodologia concreta para um universo concreto.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Assim, apresentamos uma nova questão: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span style="text-decoration:underline;"><strong><span>Como se analisa a fotografia abstracta do website Olhares?</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><strong><span> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><strong><span>Os objectivos inerentes a esta questão são: </span></strong></p>
<ul style="margin-top:0;" type="disc">
<li class="MsoNormal"><span>Estudar a      área da fotografia abstracta</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>Encontrar      um padrão ou linguagem comum a todas as imagens criadas e rotuladas como      abstractas</span></li>
<li class="MsoNormal"><span>Entender a      cultura visual daqueles que contribuem para o Olhares <strong></strong></span></li>
<li class="MsoNormal"><span>Estabelecer      uma metodologia capaz de dissecar uma estrutura comum na construção destas      imagens<strong></strong></span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><strong><span> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><strong><span>O contexto deste trabalho é o website nacional “Olhares” que é um dos maiores bancos de imagens nacional, e uma boa referência para qualquer fotógrafo profissional ou amador. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><strong><span> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><strong><span>O universo de estudo engloba a área da fotografia abstracta no contexto do website referido anteriormente. </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><strong><span> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><strong><span style="font-size:8pt;">A metodologia que apresentamos segue vários passos como: </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><strong><span style="font-size:8pt;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:1.5pt 0 0.0001pt 36pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span style="font-size:8pt;"><span>1.<span> </span></span></span></strong><!--[endif]--><strong><span style="font-size:8pt;">Estudar o significado do termo “abstracto”</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:1.5pt 0 0.0001pt 36pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span style="font-size:8pt;"><span>2.<span> </span></span></span></strong><!--[endif]--><strong><span style="font-size:8pt;">Observação da fotografia</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:1.5pt 0 0.0001pt 36pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span style="font-size:8pt;"><span>3.<span> </span></span></span></strong><!--[endif]--><strong><span style="font-size:8pt;">Identificação da fotografia (autor, título, contexto, proprietário, etc.)</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:1.5pt 0 0.0001pt 36pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span style="font-size:8pt;"><span>4.<span> </span></span></span></strong><!--[endif]--><strong><span style="font-size:8pt;">Levantamento de dados técnicos (formato, tamanho, resolução etc.)</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:1.5pt 0 0.0001pt 36pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span style="font-size:8pt;"><span>5.<span> </span></span></span></strong><!--[endif]--><strong><span style="font-size:8pt;">Análise descritiva:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span style="font-size:8pt;"><span> </span>Estudo da forma e da cor segundo a teoria de Gestalt:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span style="font-size:8pt;"><span> </span>Boa Continuação</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span style="font-size:8pt;"><span> </span>Conexão </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span style="font-size:8pt;"><span> </span>Similaridade</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span style="font-size:8pt;"><span> </span>Encerramento</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span style="font-size:8pt;"><span> </span>Proximidade</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span style="font-size:8pt;"><span> </span>Análise estrutural:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><em><span style="font-size:8pt;"><span> </span></span></em><span style="font-size:8pt;">Diagrama</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span style="font-size:8pt;"><span> </span>Análise de Indicadores Dinâmicos: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:1.5pt 0 0.0001pt 72pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;font-family:Symbol;"><span>·<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:8pt;">Obliquidade/Formas Cunha; Sobreposição.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span style="font-size:8pt;"><span> </span>Análise de Indicadores de Profundidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span style="font-size:8pt;"><span> </span>Análise Topófila</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:1.5pt 0 0.0001pt 36pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span style="font-size:8pt;"><span>6.<span> </span></span></span></strong><!--[endif]--><strong><span style="font-size:8pt;">Desconstrução/Reconstrução da imagem</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:1.5pt 0 0.0001pt 36pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:8pt;"><span>7.<span> </span></span></span><!--[endif]--><strong><span style="font-size:8pt;">Análise simbólica</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:1.5pt 0 0.0001pt 36pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span style="font-size:8pt;"><span>8.<span> </span></span></span></strong><!--[endif]--><strong><span style="font-size:8pt;">Levantamento fotográfico/Comparação com outras imagens</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:1.5pt 0 0.0001pt 36pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span style="font-size:8pt;"><span>9.<span> </span></span></span></strong><!--[endif]--><strong><span style="font-size:8pt;">Comparação e análise entre outras imagens</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:1.5pt 0 0.0001pt 31.2pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span style="font-size:8pt;"><span>10.<span> </span></span></span></strong><!--[endif]--><strong><span style="font-size:8pt;">Confronto entre diversas leituras, tendo em conta a diversidade<span> </span><span> </span>cultural como factor importante na análise de uma imagem;</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:-18pt;margin:1.5pt 0 0.0001pt 31.2pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span style="font-size:8pt;"><span>11.<span> </span></span></span></strong><!--[endif]--><strong><span style="font-size:8pt;">Conclusão</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><strong><span> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span>Esta metodologia foi construída com base na intersecção entre vários planos metodológicos utilizados nalgumas disciplinas do curso de Design da FBAUP. Para além dessas metodologias acrescentamos algum cunho pessoal pela forte ligação com a Fotografia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span>A Fotografia Abstracta entra no campo da Pintura, uma vez que apresenta um vasto leque de composições impressionistas e por vezes realistas, que transparecem uma certa ambiguidade e mistério. À partida, parece-nos difícil que se encontre uma metodologia pare este tipo de fotografias, mas não é de todo impossível, basta passarmos o olhar pelas fotografias inseridas na categoria “Abstracto” no website nacional<a title="olhares" href="http://olhares.aeiou.pt/"> Olhares</a>, para entendermos que existe algo comum na construção de imagens abstractas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span>Esta é apenas uma das referências a ter em conta neste tipo de trabalho, assim como Man Ray, um pintor e fotógrafo abstracto, que foi um dos nomes mais importantes do movimento vanguardista da década de 1920.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><strong>Semelhanças entre diversas imagens:</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top:1.5pt;"><!--[if gte vml 1]&#62;                     &#60;![endif]--><!--[if !vml]--><!--[endif]--><!--[if gte vml 1]&#62;   &#60;![endif]--><!--[if !vml]--><!--[endif]--><strong><span style="font-size:9pt;">Semelhança na Estrutura</span></strong><span style="font-size:9pt;"> – cruzamento de linhas abaixo da linha horizontal que divide a imagem a meio</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;"> </span><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/mico1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-49" src="http://anapaismetodologias.wordpress.com/files/2008/06/mico1.jpg?w=300" alt="" width="270" height="202" /></a></p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/mico1.jpg"> </a><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/benjamin-vieira1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-50" src="http://anapaismetodologias.wordpress.com/files/2008/06/benjamin-vieira1.jpg?w=300" alt="" width="269" height="229" /></a></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;">Fotografias de Benjamin Vieira e Mico respectivamente.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:9pt;">Semelhança no enquadramento de um padrão paralelo ao plano da objectiva – </span></strong><span style="font-size:9pt;">composição centrada</span></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if gte vml 1]&#62;   &#60;![endif]--><!--[if !vml]--><!--[endif]--><!--[if gte vml 1]&#62;   &#60;![endif]--><!--[if !vml]--><!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/ines-sacadura.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-51" src="http://anapaismetodologias.wordpress.com/files/2008/06/ines-sacadura.jpg?w=300" alt="" width="270" height="194" /></a></p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/ines-sacadura.jpg"> </a><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/luna.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-52" src="http://anapaismetodologias.wordpress.com/files/2008/06/luna.jpg?w=300" alt="" width="269" height="205" /></a></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:8pt;">Fotografias de Luna e Inês Sacadura respectivamente.</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:9pt;">Semelhança na utilização das diagonais da fotografia na construção do enquadramento</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if gte vml 1]&#62;   &#60;![endif]--><!--[if !vml]--><!--[endif]--><!--[if gte vml 1]&#62;   &#60;![endif]--><!--[if !vml]--><!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if gte vml 1]&#62;   &#60;![endif]--><!--[if !vml]--><!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if gte vml 1]&#62;   &#60;![endif]--><!--[if !vml]--><!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/daniel-oliveira.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-53" src="http://anapaismetodologias.wordpress.com/files/2008/06/daniel-oliveira.jpg?w=300" alt="" width="270" height="180" /></a></p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/daniel-oliveira.jpg"> </a><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/goncalves.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-54" src="http://anapaismetodologias.wordpress.com/files/2008/06/goncalves.jpg?w=300" alt="" width="270" height="179" /></a></p>
<p class="MsoNormal">Fotografias de Daniel Oliveira e Gonçalves.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/humberto-machado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-55" src="http://anapaismetodologias.wordpress.com/files/2008/06/humberto-machado.jpg?w=300" alt="" width="270" height="210" /></a><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/humberto-machado.jpg"> </a></p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/paulo-cesar1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-57" src="http://anapaismetodologias.wordpress.com/files/2008/06/paulo-cesar1.jpg?w=300" alt="" width="270" height="201" /></a></p>
<p class="MsoNormal">Fotografias de Humberto Machado e Paulo César.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Apresentação das propostas - Debate dos Grupos (ainda incompleto)]]></title>
<link>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=45</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 19:51:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>anacrisnevespais</dc:creator>
<guid>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=45</guid>
<description><![CDATA[Debate sobre a questão do grupo 1 José e Alexandra:


Universidades      entendidas como portas, p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><strong>Debate sobre a questão do grupo 1 José e Alexandra:</strong></p>
<p class="MsoNormal">
<ul style="margin-top:0;" type="disc">
<li class="MsoNormal">Universidades      entendidas como portas, pontes de ligação entre o mercado, empresas e o      universo académico.</li>
<li class="MsoNormal">Seleccionar      alterações que ocorreram no social e a sua ligação com o design;</li>
<li class="MsoNormal">Necessita      um grupo grande de pessoas para que o projecto não seja um fracasso total.</li>
<li class="MsoNormal">Análise      de cada uma das realidades em separado</li>
<li class="MsoNormal">Estudo      da Dinâmica das duas realidades depois de um aprofundamento maior</li>
<li class="MsoNormal"><strong>Porque é importante conhecer o      processo legal?</strong> José: Porque se houver obrigatoriedade legal (...)      parte das nossas fontes estão nos diários da república. Entender as fontes      quando queremos iniciar o trabalho. Despistagem (professor) – nós podemos      concluir que aparentemente o curso não reage a condições externas (...)      mas podemos estudar as mudanças (...)</li>
</ul>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Investigar desde o início da licenciatura em design na fbaup, qual a evolução curricular da literatura ao longo do tempo:</p>
<ul style="margin-top:0;" type="disc">
<li>
<ol style="margin-top:0;" type="1">
<li class="MsoNormal">Conhecer       o processo legal</li>
<li class="MsoNormal">Referenciar       e pesquisar informação sobre o ambiente social;</li>
<li class="MsoNormal">Analisar       e relacionar toda a informação obtida</li>
<li class="MsoNormal">Conclusão</li>
</ol>
</li>
</ul>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Debate: questões externas à metodologia</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>Debate sobre a questão do grupo constituído por Ana Pais e Marina Oliveira:</strong></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>João:</strong> “devo” refere-se a algo muito concreto e implica que exista uma metodologia segundo a qual “devemos” trabalhar.</p>
<p class="MsoNormal">Como se deve?</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">No entanto, o professor refere que podem existir situações onde a utilização desse “devo” tenha algum sentido e pertinência.</p>
<p class="MsoNormal">Por exemplo: Como devo analisar uma imagem na área do crime?</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>Eu: </strong>A “imagem” é um termo vago, poderá ser uma pintura, uma fotografia etc. É necessário centralizar a questão e reduzir o campo de estudo.</p>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Especificação da questão</strong></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Procurar áreas onde a imagem pode ser analisada de uma forma regrada e universal.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Sugestões para a reformulação da questão:</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>José:</strong> <strong>Como devo analisar as imagens de um museu?</strong></p>
<p class="MsoNormal"><span> </span>Reconhecimento fenomenológico</p>
<p class="MsoNormal">Exemplo: visitas guiadas a crianças em Serralves</p>
<p class="MsoNormal">Educação infantil – limitação e explicação</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Perspectiva aplicada</p>
<p class="MsoNormal">Entender que as crianças possam ser entrevistadas</p>
<p class="MsoNormal">Perspectiva individual<span> </span></p>
<p class="MsoNormal">Comparação entre informação antes e depois da entrevista</p>
<p class="MsoNormal">Ligação afectiva impede uma metodologia regrada</p>
<p class="MsoNormal">Identificação dos universos em questão</p>
<p class="MsoNormal">Natureza técnica</p>
<p class="MsoNormal">Análise da Química</p>
<p class="MsoNormal">Análise em diversas áreas</p>
<p class="MsoNormal">Perspectiva do mercado</p>
<p class="MsoNormal">José: Museus tem processos de legitimação da autoria</p>
<p class="MsoNormal">Aplicação do tema ao nosso curso?</p>
<p class="MsoNormal">E se entendermos imagem como Vídeo / imagem em movimento?</p>
<p class="MsoNormal">Uma imagem?</p>
<p class="MsoNormal">(...)</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>Debate sobre a questão do grupo constituído por Willfrid<span> </span>Sá e Filipa:</strong></p>
<p class="MsoNormal">Qual a influência do factor empregabilidade no grau de atracção do curso de design na FBAUP?</p>
<p class="MsoNormal">
<ul style="margin-top:0;" type="disc">
<li class="MsoNormal">História      do curso</li>
<li class="MsoNormal">Dados      estatísticos , percentagem de alunos colocados e pessoas formadas, activas      na área do design: teses etc</li>
<li class="MsoNormal">Interpretação      dos dados</li>
<li class="MsoNormal">Conclusão</li>
</ul>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>Debate:</strong> reformular a questão?</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Eu:</strong> não seria útil entrevistar as pessoas para entender o que as leva a entrar no curso com a alteração da empregabilidade ?</p>
<p class="MsoNormal">Resposta dada: Não, porque não é isso que está em questão...</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>Reformulação:</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span><span>-<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span></span><!--[endif]-->Qual a influência do factor de empregabilidade na área do Design no grau de atracção do curso de Design na FBAUP?</p>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Reflexão</strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Atracção – </strong>é algo subjectivo, logo fez com<span> </span>que eu colocasse a questão da entrevista;<strong></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Influência </strong>também é algo subjectivo. Quantitativo e qualitativo.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Reacção</strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong>Conclusão: é necessário recorrer às tais entrevistas e questionários.</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como devo analisar uma imagem?]]></title>
<link>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=42</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 19:14:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>anacrisnevespais</dc:creator>
<guid>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=42</guid>
<description><![CDATA[
Aqui apresento a minha questão, cuja metodologia foi pensada em conjunto com a colega de grupo Mar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Aqui apresento a minha questão, cuja metodologia foi pensada em conjunto com a colega de grupo Marina Oliveira:</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>Questões subsequentes: </strong></p>
<ol style="margin-top:0;" type="1">
<li class="MsoNormal">Que      tipo de imagens queremos analisar?</li>
<li class="MsoNormal">Com      que objectivos quero analisar uma imagem?</li>
</ol>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>1.<span> </span>Temos várias áreas onde se insere a imagem:</strong></p>
<ul style="margin-top:0;" type="disc">
<li class="MsoNormal">Fotografia</li>
<li class="MsoNormal">Pintura</li>
<li class="MsoNormal">Design</li>
</ul>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>2.<span> </span>Objectivos</strong></p>
<ul style="margin-top:0;" type="disc">
<li class="MsoNormal">Conhecer      o contexto que envolve esta imagem;</li>
<li class="MsoNormal">Conhecer      e estudar o autor<span style="font-size:11pt;">;</span></li>
<li class="MsoNormal">Levantamento      da estrutura;</li>
<li class="MsoNormal">Reconstrução      de novas imagens;</li>
<li class="MsoNormal">Análise      simbólica - Ligação afectiva;</li>
<li class="MsoNormal">Para      banco de dados;</li>
<li class="MsoNormal">Teorização      sobre percepção e representação;</li>
<li class="MsoNormal">Estudar      a luz e a cor;</li>
</ul>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>3.<span> </span>Metodologia </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]-->Observação da imagem</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]-->Levantamento de informação sobre a imagem</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]-->Análise descritiva</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]-->Análise simbólica</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]-->Comparação com outras imagens</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]-->Confronto entre diversas leituras, tendo em conta a diversidade cultural como factor importante na análise de uma imagem;</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]-->Diagrama</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]-->Desconstrução da imagem</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]-->Estudo da Luz</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]-->Conclusão</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Grupos]]></title>
<link>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=41</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 18:46:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>anacrisnevespais</dc:creator>
<guid>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=41</guid>
<description><![CDATA[As pessoas que não contribuiram para a proposta anteriores, terão que responder às questões leva]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas que não contribuiram para a proposta anteriores, terão que responder às questões levantadas pelos colegas. Assim, cada um escolhe uma pergunta e respectivo colega, posteriormente, será feita uma comparação entre as diferentes metodologias.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>Nome do autor - Colega de grupo - nº correspondente à ordem da questão no mapa anterior</strong></span></p>
<ol>
<li><span style="color:#888888;"><strong>José Mateus</strong></span> - Alexandra Fernandes - 1</li>
<li><strong><span style="color:#888888;">Cátia Lopes</span> </strong>- Maria Bessa Pinto - 15</li>
<li><span style="color:#888888;"><strong>Raquel Rei</strong></span> - Filipe Cardigos - 9</li>
<li><span style="color:#888888;"><strong>João Araújo</strong></span> - Nuno fontes - 14</li>
<li><span style="color:#888888;"><strong>Wilfrid Sá</strong></span> - Carla Sousa - 2</li>
<li><span style="color:#888888;"><strong>Ana costa</strong></span> - Nuno Pereira - 3</li>
<li><span style="color:#888888;"><strong>Mafalda Nobre</strong></span> - Ana Moreira - 13</li>
<li><span style="color:#888888;"><strong>Fernanda Ferraz</strong></span> - Rita Vaz - 17</li>
<li><span style="color:#888888;"><strong>Susana Milheiro e Joana Oliveira</strong></span> - <span style="color:#ff0000;">X</span> (não tinha na altura que escrevi isto) - 4</li>
<li><span style="color:#888888;"><strong>Ruben Pires</strong></span> - <span style="color:#ff0000;">X <span style="color:#000000;">- 5</span><br />
</span></li>
<li><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#888888;"><strong>Filipa Trindade</strong></span> -</span> </span><span style="color:#ff0000;">X <span style="color:#000000;">- 12</span><br />
</span></li>
<li><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#888888;"><strong>Catarina Correia</strong></span> - </span></span><span style="color:#ff0000;">X <span style="color:#000000;">- 10</span><br />
</span></li>
<li><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#888888;"><strong>Ana Branco, Catarina Queirós, Daniela Fonseca e Sara Oliveira</strong></span> - Nelson - 6<br />
</span></span></li>
<li><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#888888;"><strong>Luisa</strong> </span>- </span></span><span style="color:#ff0000;">X <span style="color:#000000;">- 16</span><br />
</span></li>
<li><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#888888;"><strong>Sara Tavares</strong></span> - Bruna Moreira - 7<br />
</span></span></li>
<li><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#888888;"><strong>Ana Pais</strong></span> - Marina Oliveira - 8<br />
</span></span></li>
<li><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#888888;"><strong>Beatriz Cunha</strong></span> - Ana Sofia Costa - 11<br />
</span></span></li>
</ol>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mapeamento da leitura]]></title>
<link>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=38</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 18:17:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>anacrisnevespais</dc:creator>
<guid>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=38</guid>
<description><![CDATA[
Aqui apresento um pequeno exercício feito por mim sobre a imagem do quadro. Este exercício aprese]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/levantamento-de-questoes_-metodologias3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-40" src="http://anapaismetodologias.wordpress.com/files/2008/06/levantamento-de-questoes_-metodologias3.jpg?w=300" alt="" width="270" height="162" /></a></p>
<p>Aqui apresento um pequeno exercício feito por mim sobre a imagem do quadro. Este exercício apresenta a ordem das perguntas dos colegas através de pontos que se interligam, criando assim uma rede.</p>
<p>A orientação das pessoas foi-se desenvolvendo mais ou menos da esquerda para a direita aos zigue-zagues. Até à questão nº 8 seguiu a orientação da esquerda para a direita, voltando à esqurda no ponto 9. De seguida dá-se um grande avanço para o centro do quadro e, para o canto direito na pergunta 11. A partir desta questão houve um aproveitamento de todos os espaços. Assim são vários os factores que influenciam esta orientação: a questão da altura do indivíduo, a sua preguiça de se baixar, o tamanho do quadro e da caligrafia dos colegas, a leitura e escrita da esquerda para a direita etc.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A minha visão sobre o quadro]]></title>
<link>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=28</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 17:24:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>anacrisnevespais</dc:creator>
<guid>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=28</guid>
<description><![CDATA[Título curioso&#8230;. mas este post não tem nada a ver com pintura.
Aqui apresento dois esboços ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Título curioso.... mas este post não tem nada a ver com pintura.</p>
<p>Aqui apresento dois esboços feitos no meu caderno quando observava a forma como os meus colegas escreviam no quadro como formiguinhas a arranjar espaço. Coisa que pode parecer ridícula numa primeira impressão mas, revela aspectos importantes na forma como lemos, escrevemos e dispomos informação escrita neste suporte. Agradou-me o aspecto psicológico da coisa.</p>
<p><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/primeira-ordem2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-33" src="http://anapaismetodologias.wordpress.com/files/2008/06/primeira-ordem2.jpg?w=300" alt="" width="270" height="179" /></a></p>
<p><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/segunda-ordem2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-34" src="http://anapaismetodologias.wordpress.com/files/2008/06/segunda-ordem2.jpg?w=300" alt="" width="270" height="179" /></a></p>
<p>Na primeira imagem vemos uma representação minha da ordem normal com que as pessoas escreveram no quadro, na segunda, observamos a ordem feita pelo professor quando quis enumerar as perguntas.</p>
<p>Penso que é interessante este confronto entre duas representações da mesma realidade embora sob pontos de vista diferentes, uma vez que eu estava a anotar tudo o que acontecia.</p>
<p>Aqui está a fotografia do quadro tirada pelo professor Heitor Alvelos:</p>
<p><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/20080430mpildc.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-36" src="http://anapaismetodologias.wordpress.com/files/2008/06/20080430mpildc.jpg?w=300" alt="" width="270" height="116" /></a></p>
<p class="MsoNormal">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Levantamento de uma questão ou problema]]></title>
<link>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=26</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 16:46:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>anacrisnevespais</dc:creator>
<guid>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=26</guid>
<description><![CDATA[Foi-nos apresentada uma proposta que consiste na formulação de uma questão que possa ser estudada]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Foi-nos apresentada uma proposta que consiste na formulação de uma questão que possa ser estudada e investigada através de um determinado método.</p>
<p>Pensemos sobre aquilo que nos levou a formular estas questões/problemas (as seguintes questões podem não corresponder exactamente aos alunos enunciados mas penso que a associação está correcta):</p>
<ol type="1">
<li class="MsoNormal"><strong>José Mateus:</strong> Inventariar as disciplinas que constituem o currículo de design da FBAUP      desde o início da licenciatura, e tentar compreender porque ocorreram      mudanças na sua composição.</li>
<li class="MsoNormal"><strong>Wilfrid Sá: </strong>Qual tem sido a percentagem de alunos da FBAUP em      cada um dos seus cursos desde a abertura do curso de Design?<strong></strong></li>
<li class="MsoNormal"><strong>Ana Costa: </strong>Qual a relação da média curricular de um aluno      licenciado em Design pela FBAUP com a sua empregabilidade?<strong></strong></li>
<li class="MsoNormal"><strong>Susana Milheiro e Joana oliveira: </strong>De que forma a orientação de      um jornal (horizontal ou vertical) influencia a opinião do leitor?<strong></strong></li>
<li class="MsoNormal"><strong>Ruben Pires: </strong>Qual a coerência entre igualdade e hierarquia? <strong></strong></li>
<li class="MsoNormal"><strong>Ana Branco, Catarina Queirós, Daniela Fonseca, Sara oliveira: </strong>De      que forma é que o designer trabalhando para os outros se reflecte a si      próprio?<strong></strong></li>
<li class="MsoNormal"><strong>Sara Tavares (não, não é a cantora): </strong>Actualmente existem      diferenças na educação de um homem e de uma mulher na sociedade ocidental?<strong></strong></li>
<li class="MsoNormal"><strong>Ana Pais (eu): </strong>Como devo analisar uma imagem? (sabia lá eu que      uma pergunta tão pequenina ia dar tanto que fazer)<strong></strong></li>
<li class="MsoNormal"><strong>Raquel Rei: </strong>Até que ponto a caixa alta não é aconselhável para      grandes quantidades de texto? Porque razão a caixa baixa desempenha melhor      papel?<strong></strong></li>
<li class="MsoNormal"><strong>Catarina Correia: </strong>O design visa diversas ferramentas para      comunicar, influenciando as suas próprias tendências. Quais as próximas      ferramentas no Design e as suas novas tendências?<strong></strong></li>
<li class="MsoNormal"><strong>Beatriz Cunha: </strong>O que é mais importante para os alunos de      design na sua futura profissão: a eficaz resolução de um problema ou a      criação de um trabalho pessoal?<strong></strong></li>
<li class="MsoNormal"><strong>Filipa Trindade: </strong>Porque se rege a sociedade por estereótipos      sociais?<strong></strong></li>
<li class="MsoNormal"><strong>Mafalda Nobre: </strong>Até que ponto considerar mau design depende      apenas da ineficácia e por outro lado, o bom design corresponde a uma      comunicação eficaz?<strong></strong></li>
<li class="MsoNormal"><strong>João Araújo: </strong>Que estratégias (de design) são adoptadas pelos      partidos portugueses?<strong></strong></li>
<li class="MsoNormal"><strong>Cátia Lopes: </strong>Como será o desenvolvimento da criança quando      esta se encontra doente?<strong></strong></li>
<li class="MsoNormal"><strong>Luísa Beato: </strong>Será favorável a existência de disciplinas que      apoiem e ajudem a estruturar e desenvolver o trabalho do aluno nas      restantes disciplinas?<strong></strong></li>
<li class="MsoNormal"><strong>Fernanda Ferraz: </strong>Como é que a formação do curso de design na      FBAUP se relaciona com a formação de Design noutras instituições de      Ensino?<strong></strong></li>
</ol>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Apontamentos da aula do dia 23/04/08]]></title>
<link>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=25</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 16:03:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>anacrisnevespais</dc:creator>
<guid>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=25</guid>
<description><![CDATA[Resumo da aula passada:
 Epistemologia: modelo(s) que pretende(m) estruturar o conhecimento;

 Lynn ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Resumo da aula passada:</p>
<p class="MsoNormal"><strong> Epistemologia:</strong> modelo(s) que pretende(m) estruturar o conhecimento;</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong> Lynn Henrichsen</strong></p>
<p class="MsoNormal">Quatro formas de conhecimento:</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:38.9pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span>1.<span> </span></span><!--[endif]-->Intuitivo (palpites, crenças religiosas, experiência de vida)</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:38.9pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span>2.<span> </span></span><!--[endif]-->Atestado (autoridade no conhecimento; livros; provas; verdade; fundamento)</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:38.9pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span>3.<span> </span></span><!--[endif]-->Lógico (razão; reflexão sobre algo; capacidade em sermos objectivos; formulação de hipóteses e conclusão)</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:38.9pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span>4.<span> </span></span><!--[endif]-->Empírico (intransmissível; deriva da experiência; prática; somos envolvidos no processo, identificamo-nos com ele; dimensão que nos pertence)</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>Fontes Primárias:</strong></p>
<p class="MsoNormal">Formas mais puras de receber informação. Por exemplo, é diferente estar numa manifestação politica ou ler sobre ela no jornal. Vários dados podem ser ignorados ou adulterados quando são transpostos para outro tipo de realidade.</p>
<p class="MsoNormal">Trabalho de Campo: entrevistas a alguém, gravações: maior controlo sobre tudo.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>Nota:</strong> quanto maior for o distanciamento do objecto de estudo, menor será a credibilidade do nosso trabalho.</p>
<p class="MsoNormal"><strong> Fontes Secundárias:</strong></p>
<ul style="margin-top:0;" type="disc">
<li class="MsoNormal">Tendem      a fundamentar-se no conhecimento atestado.</li>
<li class="MsoNormal">Fiabilidade/      o conhecimento atestado e empírico interligam-se, bem como o intuitivo e o      lógico;</li>
<li class="MsoNormal">O      conhecimento atestado é sempre relativo e posto em causa;</li>
<li class="MsoNormal">A      História revela uma profunda ambiguidade, trata-se de construir o Passado,      não apresenta um relato de factos.</li>
</ul>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>Práticas – Metodologias</strong></p>
<p class="MsoNormal">2 modelos de investigação:</p>
<ul style="margin-top:0;" type="disc">
<li class="MsoNormal">Positivista:      método quantitativo; análise laboratorial; razão; ciência; previsão;      generalização a partir de hipóteses;</li>
<li class="MsoNormal">Fenomenológico:      método qualitativo; trabalho de campo;</li>
</ul>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>Três postulados:</strong></p>
<p class="MsoNormal">
<ol style="margin-top:0;" type="1">
<li class="MsoNormal">Postulados      das espécies naturais: todas as categorias de fenómenos apresentam as      mesmas propriedades;</li>
<li class="MsoNormal">Postulado      da constância: os fenómenos mantém-se os mesmos, ou transformam-se muito      lentamente;</li>
<li class="MsoNormal">Determinismo:      existe uma regularidade natural de causa e efeito;</li>
</ol>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong> James Neill</strong></p>
<p class="MsoNormal">Não existe conhecimento qualitativo: tudo é passível de ser reduzido a um “sim” ou “não”.</p>
<p class="MsoNormal"><strong> Fenomenologia:</strong> interpretação; pontos de vista; ciências sociais e humanidades; não existem duas situações idênticas; observação participante;</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Será que vivemos numa sociedade "americanizada"?]]></title>
<link>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=22</link>
<pubDate>Sat, 21 Jun 2008 12:39:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>anacrisnevespais</dc:creator>
<guid>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=22</guid>
<description><![CDATA[Questão levantada na aula de Antropologia Urbana que, naturalmente, teve o seu desenvolvimento na a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Questão levantada na aula de Antropologia Urbana que, naturalmente, teve o seu desenvolvimento na aula seguinte, de Metodologias.</p>
<p><strong>Será que vivemos numa sociedade "americanizada"?</strong></p>
<p>A questão começou por ser reformulada: o "será que" é necessário? Não.</p>
<p><strong>Outras possibilidades:</strong></p>
<p><strong>Até que ponto vivemos n</strong><strong>uma sociedade americanizada?</strong>; A questão em si já assume este facto como existente, logo, é necessário perceber se realmente vivemos neste tipo de sociedade. Assim, a questão poderá ser novamente reformulada.</p>
<p><strong>Como podemos averiguar se  vivemos numa sociedade americanizada? </strong>Esta questão, por outro lado, tem como resposta uma metodologia, uma forma ou processo que nos leve a entender se vivemos ou não numa sociedade americanizada.</p>
<p>ou: <strong>Vivemos numa sociedade americanizada? </strong>Esta, por sua vez, parece ter uma resposta algo redutora: "sim" ou "não", o que não trará grande conhecimento. "Vivemos" indica um grupo de pessoas como universo de estudo, somos nós? quem? Qual é o universo em estudo desta questão?</p>
<p><strong>Quais são os indicadores que nos permitirão averiguar se (...)?</strong></p>
<p>Poderíamos estar muito tempo em torno desta questão, até chegarmos a uma mais indicada...</p>
<p>Não é possível chegarmos a um fim, a investigação está em constante reformulação. Não é possível atingir a verdade, aproximamo-nos dela simplesmente. O processo de investigação é, então, infinito e, por isso, é entendida como uma espiral pelo autor Paul Leedy.</p>
<p>Esta espiral, é dividida segundo os vários passos da investigação e, se ligarmos os seus pontos ao centro da espiral, obtemos várias linhas que irão cortar a espiral à medida que se vai prolongando na investigação.</p>
<p>Inicialmente, não conseguia perceber porque raio tinha ele escolhido uma espiral, mas com a explicação do professor, e o esquema no quadro, facilmente se entende.</p>
<p><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/espiral.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-24" src="http://anapaismetodologias.wordpress.com/files/2008/06/espiral.jpg?w=300" alt="" width="264" height="176" /></a></p>
<p>Esta é a minha espiral. Devo referir que, se porventura algum visitante do meu blogue encontrar algum mal-entendido ou algum engano, agradeço desde já que mo digam. Estes são apenas apontamentos de aulas, e nunca poderão ser vistos como os dados fornecidos pelo professor, mas sim a minha interpretação desses mesmos dados que, poderá ser ou não, real ou deturpada. Espiral é então entendida como algo que parte do universal para o concreto e vice-versa.</p>
<p>Continuando com os apontamentos das aulas...</p>
<p>Devemos enunciar sempre os nossos objectivos quando partimos para uma investigação qualquer... entender o que queremos saber ou descobrir.</p>
<p>Sem termos a certeza do que vamos fazer, acabamos por nos perdermos pois não sabemos a metodologia indicada para obter os resultados para a nossa questão.</p>
<p>Apontei algumas questões para, mais tarde, debatê-las na aula... são elas:</p>
<p><strong>O que é a cultura?</strong> Se pretendemos saber se a nossa comunidade é realmente influenciada pela cultura americana, devemos entender o que define a cultura e, mais concretamente, as características de ambas as culturas em estudo. (digo eu, totalmente inexperiente na matéria)</p>
<p>Porque consideramos que a nossa cultura é americanizada se fomos sempre (ou quase sempre) influenciados e transformados segundo os valores "americanos". Não será essa a nossa realidade? Não será essa cultura também nossa, uma vez que a cultura foi sempre uma construção de várias sociedades ?</p>
<p>Também temos grandes influências orientais, as tatuagens, os rituais e as perfurações dos corpos dos modernos primitivos, as sub-culturas que se regem por valores do Oriente, como se pertencessem a eles. Tudo isto vagueia entre as modas e tendências, e a completa identificação de um povo com valores de outros povos. Não me parece então que sejamos "donos" de alguns valores que, de alguma forma, surgiram no seio da nossa comunidade. Não sei se me faço entender, espero que sim...</p>
<p>Penso que tudo isto também tem a ver com a Ideologia e os estereótipos que se criam na mente de cada um e, para isso muito contribuiram os media (esses que controlam tudo hoje em dia... por muito que me indigne, este facto revela algo muito importante no que diz respeito às relações humanas, coisa que não irei abordar aqui)</p>
<p>A objectividade, como se pode até perceber pelo meu discurso, é díficil de se obter numa análise ou investigação num campo concreto. Somos sempre levados pela intuição, emoção e, não nos podemos distanciar da experiência e conhecimentos que fomos construindo ao longo da nossa vida.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paul Leedy ]]></title>
<link>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=10</link>
<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 23:46:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>anacrisnevespais</dc:creator>
<guid>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=10</guid>
<description><![CDATA[Aqui apresento alguns apontamentos sobre Paul Leedy, autor bastante importante na medida em que nos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">Aqui apresento alguns apontamentos sobre Paul Leedy, autor bastante importante na medida em que nos apresenta uma visão fundamentada sobre os vários processos de investigação.</p>
<p style="text-align:left;">Eis alguns livros da sua autoria:</p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/paul-leedy-pratical-research3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15" src="http://anapaismetodologias.wordpress.com/files/2008/06/paul-leedy-pratical-research3.jpg?w=226" alt="" width="226" height="300" /> </a></p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;"><a href="http://anapaismetodologias.files.wordpress.com/2008/06/paul-leedy-pratical-research23.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-18" src="http://anapaismetodologias.wordpress.com/files/2008/06/paul-leedy-pratical-research23.jpg?w=228" alt="" width="228" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Este autor expõe <strong>oito postulados</strong>, onde apresenta a sua visão sobre a Investigação e os processos que a estruturam. Assim, a Investigação:</p>
<ol>
<li>tem sempre origem numa questão ou problema;</li>
<li>requer a articulação clara de um objectivo;</li>
<li>requer um plano específico de procedimentos;</li>
<li>requer a divisão dos problemas e sub-problemas;</li>
<li>é conduzida pelo problema, questão ou hipótese específicos;</li>
<li>permite a inclusão de construções críticas;</li>
<li>requer a recolha e interpretação de dados na procura da resposta ao problema levantado inicialmente;</li>
<li>é, por natureza, cíclica. (é representada pelo autor através de uma espiral - sugestão do professor: estudar o significado do que é uma espiral)</li>
</ol>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Primeiros Apontamentos das aulas...]]></title>
<link>http://anapaismetodologias.wordpress.com/?p=4</link>
<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 22:51:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>anacrisnevespais</dc:creator>
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<description><![CDATA[Referências: Bruce Archer, Gary Andersen, Paul Leedy.
 Bruce Archer, foi um engenheiro mecânico qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><strong><span lang="EN-GB">Referências: Bruce Archer, Gary Andersen, Paul Leedy.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;"> </span><a title="Bruce Archer" href="http://en.wikipedia.org/wiki/L._Bruce_Archer" target="_blank"><strong><span style="font-size:10pt;">Bruce Archer</span></strong></a><span style="font-size:10pt;">, foi um engenheiro mecânico que passou grande parte da sua vida em escolas de arte e design, nomeadamente na Royal College of Art, onde passou mais de vinte e cinco anos. Este autor foi bastante importante na medida em que estudou a questão da investigação e pesquisa na área do Design, ajudando também a institucionalizar esta área como disciplina académica. Promoveu o desenvolvimento desta prática segundo um método específico, assumindo a problematização e a investigação como partes essenciais no processo de trabalho. </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;">Apontamentos da aula:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;">Tudo pode ser estudado;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;">Devemos manter uma posição neutra e ser objectivos;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;">Não conseguimos ser totalmente objectivos porque nos envolvemos com o objecto de estudo;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;">Começar sempre a partir de uma questão ou problema;</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;">Questões de naturezas distintas: </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;"><strong>Simples:</strong> um objecto de estudo; (gráficos, medições, comparação, etc.)</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;">Relacionais</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;"><strong>Ponderáveis:</strong> indiciam a metodologia que será usada;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;"><strong>Imponderáveis:</strong> não indiciam a metodologia que será usada; </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;">Nota: não é possível obter uma resposta mais próxima da verdade, passível de ser calculada e provada. (penso que tem a ver com o último ponto)</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;">Gary Andersen – </span></strong><span style="font-size:10pt;">“Idealmente…”</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;">Apontamentos da aula:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;"> </span></strong><span style="font-size:10pt;">Anulou a imagem estereotipada do investigador. Para ele, a Investigação:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;">Não é a mera recolha de informação;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;">Não é a simples reorganização de factos;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;">Não procura “vender” nada ou persuadir;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;">“Cientista maluco” – inquieto – quer a verdade </span></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="font-size:10pt;">“Ignorance is Bliss” </span></em></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;"> A Ideologia controla e protege e, por isso, permanecemos tranquilos. O ser Humano prefere o desconhecimento de certas causas para que possa viver mais descansado. A ideologia surge assim, como forma de nos apoiarmos na ignorância porque é mais familiar e próxima ao indivíduo. Nem todos entendem a ciência, nem todos estão dispostos a percebê-la e a questioná-la sequer. </span></p>
<p class="MsoNormal">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Acerca de la Solicitud de Ampliar Plazos]]></title>
<link>http://richardcarrillo.wordpress.com/?p=20</link>
<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 03:41:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>richardcarrillo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Acabo de recibir un mensaje de Juan Pablo Aedo solicitando más Plazo para la entrega de los trabajo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Acabo de recibir un mensaje de Juan Pablo Aedo solicitando más Plazo para la entrega de los trabajos de MA1 y Planificación, argumentando que propablemente el gobierno universitario ampliará el semestre, y que además no tendrían claridad acerca de las formalidades asociadas a la construcción de una Monografía. Como repuesta, consideren:</p>
<p>1. Las propuestas de trabajo final datan del 4 de este mes, es decir, han tenido como tres semanas para trabajar, y además para pedir plazos: a 3 días de tener que entregar el trabajo esta solicitud es tardía, y me da la impresión que no se han planificado para un uso eficiente del tiempo sin clases producto de la movilización.</p>
<p>2. Me parece inaceptable que un estudiante universitario argumente que no sabe como hacer una monografía porque no se lo enseñaron en una asignatura: a través de un ejercicio mínimo como googlear, podemos solucionar inmediatamente el problema. Si en el buscador de google ustedes escriben "monografía", en los primeros 6 resultados hay 5 vínculos que indican como hacer una.</p>
<p>3. Lo mismo para la norma ASA, que es un estandar formal para la escritura de trabajos de sociología, comunidad de conocimiento de la que ustedes serán parte, es decir, es un deber conocerla. En inglés es ampliamente difundida, sin embargo si googlean, la encontrarán como manual en español en formato .doc como el segundo resultado de la página.</p>
<p>En consecuencia, no hay razones de peso para modificar la fecha de entrega de los trabajos, por lo que se mantienen las fechas establecidas. Quien necesite de mas tiempo para entregarlo puede hacer uso de él, teniendo en cuenta que por cada día de retraso en la entrega se descontarán 0,5 puntos (ejemplo nota 6,0 un día de atraso= 5,5, dos días de atraso =5,0, tres días de atraso= 4,5, etc.).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como devo analisar uma fotografia?]]></title>
<link>http://metodologias24.wordpress.com/?p=4</link>
<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 00:58:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>metodologias</dc:creator>
<guid>http://metodologias24.wordpress.com/?p=4</guid>
<description><![CDATA[Antes de responder a esta questão devo perceber qual é a metodologia ideal para encontrar a(s) res]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Antes de responder a esta questão devo perceber qual é a metodologia ideal para encontrar a(s) resposta(s).</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A questão em si abarca uma série de opções ainda que camufladas, e que devem ser tidas em conta para a formulação de perguntas subsequentes. Esta metodologia foi utilizada em todas as aulas e têm-me ajudado bastante na análise de diversas questões no dia-a-dia. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Algumas das questões subsequentes poderão ser: </span></p>
<ul style="margin-top:0;" type="disc">
<li class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O que é uma fotografia?</span></li>
<li class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Para que quero analisar uma      fotografia?</span></li>
</ul>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Possíveis respostas: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Para entendê-la; para extrair uma estrutura a fim de ser estudada e utilizada na construção/desconstrução de novas imagens; para situá-la no devido contexto ou simplesmente para estudar a luz e a técnica, etc. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Objectivos:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Tendo em conta todos estes aspectos e, conhecendo o meu principal objectivo, – estudar a percepção, a memória e a representação humana – estabeleço um <strong>plano específico de procedimentos:</strong> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">numa primeira fase irei analisar a imagem segundo a leitura da esquerda para a direita e de cima para baixo;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">levar a cabo uma análise descritiva, o mais objectiva possível, tentando desviar possíveis interferências mais afectivas;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">enquanto vou enunciando os pontos que observo na imagem, tenho um gravador que irá registar todos os pontos para que não haja qualquer deturpação dos meus pensamentos através da escrita;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">escrevo todos os pontos analisados enquanto ouço a gravação;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">de seguida, numa segunda fase, irei estudar a descrição referida anteriormente e mapear o percurso do meu olhar nessa imagem;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">finalmente, irei tirar algumas conclusões e interpretar os resultados;</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Prática/Síntese:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">1- Análise descritiva da esquerda para a direita e de cima para baixo:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">(tentativa)</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">parede em sombra no canto superior esquerdo da imagem;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">esta zona abarca mais ou menos metade da fotografia; (olhei para a imagem toda a fim de entender se de facto corresponde a metade)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">existe uma linha vertical que corta a imagem a meio – passagem da parede mais escura para uma parede iluminada (à direita), reparo numa frase que está escrita nesta parede: “O hoje pertence à acção”;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">a zona mais escura (à esquerda) dá a entender uma certa profundidade e tridimensionalidade à imagem; existe uma janela ao fundo, no que parece ser um corredor escuro;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">reparo num armário velho e vermelho um pouco mais à direita, numa vista frontal; a abertura do armário é percepcionada por uma linha vertical que o corta a meio;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">reparo na frase, e na parede suja;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">esquerda: umas escadas e corrimão, percebo que é um corredor escuro, percebo um átrio e de seguida uma entrada para uma zona mais escura</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">(à direita) continuo a ver o armário;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">mais à direita vejo uma pessoa com as mão sobre o colo e pernas cruzadas;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">a sua roupa está suja de tinta, veste-se com tons azuis e brancos e olha para a sua esquerda;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">possui um ar distante;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">nesta zona a parede está suja e escura;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">à esquerda: percebo o átrio e as escadas segundo linhas horizontais(vista frontal) que se prolongam para a parede à direita;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">fim das escadas e o chão com a mesma tonalidade das escadas – cinzentos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">resto do chão à direita;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">no geral, tons cinzentos e frios, à excepção do armário forte e contrastante com o resto;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">agora reparei numa figura a negro, na zona mais escura do corredor, uma silhueta, parece ser uma pessoa;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>-<span> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">paro por aqui para não me sentir tentada a procurar pormenores esquecidos;</span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><!--[if gte vml 1]&#38;gt;                     &#38;lt;![endif]--><!--[if !vml]--><!--[endif]--><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Interpretação dos dados:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Observando o mapeamento do percurso do meu olhar, reparo que iniciei a leitura à esquerda e também finalizei à esquerda, contrariando uma leitura rigorosa da esquerda para a direita.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Reparo que existe uma grande concentração de pontos observados na figura humana, na frase e no armário o que demonstra que estes aspectos, de certa forma, prenderam mais a minha atenção. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Existem diversos elementos que me esqueci de referir tais como: o sexo da figura humana, a forma como a frase foi escrita na parede, através de spray, a luz que vem de cima e ilumina quase todo o espaço captado na fotografia.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Assim existe uma grande dificuldade de ser objectiva, de conseguir manter uma certa distância daquilo que foi captado por mim mesma. Também falhei na leitura sequencial da esquerda para a direita, deixando-me levar pela intuição, uma intuição condicionada por alguma razão. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Tal como já foi mencionado nas aulas, a prática leva a uma maior proximidade da verdade e do conhecimento mas, não existe a perfeição. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Para superar estes problemas proponho criar uma grelha e estudar a imagem de forma rigorosa e exaustiva, parte a parte, tendo sempre em conta a sua relação com o todo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Reformulação do plano:</span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Workshop Domain Driven Design e Modelagem Ágil]]></title>
<link>http://marciel84.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 18:55:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>marciel84</dc:creator>
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<description><![CDATA[Olá Pessoal,
Este final de semana participei de um Workshop sobre DDD &amp; MA, organizado pela Fra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal,</p>
<p>Este final de semana participei de um Workshop sobre DDD &#38; MA, organizado pela Fratech.</p>
<p>O Workshop foi bacana, onde foram abordados alguns tópicos como:</p>
<p>* Domain Driven Design<br />
* Ubiquitous Language<br />
* Scrum<br />
* Modelagem Ágil<br />
* Domain Objects<br />
* FDD<br />
* M3-Modelagem Baseada em Mapas Mentais<br />
* UML em Cores<br />
* Agile Draw<br />
e etc.</p>
<p>Modelamos na prática em grupo um sistema de Faculdade com bastante ênfase em Scrum e FDD. Foi apresentado um backlog, onde cada sprint executávamos as tarefas. Toda essa parte de Modelágem Ágil deve ser muito bem discutida antes de implantada nas empresas, pois no primeiro momento podemos ter uma certa resistência, mas depois com uma equipe intregada, as coisas fluem normalmente.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em Busca Da Fórmula Mágica]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/?p=5799</link>
<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 11:38:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/?p=5799</guid>
<description><![CDATA[
À aproximação da época de exames lá surgem sempre as peças sobre os melhores métodos para es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://educar.files.wordpress.com/2008/06/exames.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5800 aligncenter" src="http://educar.wordpress.com/files/2008/06/exames.jpg" alt="" width="481" height="390" /></a></p>
<p>À aproximação da época de exames lá surgem sempre as peças sobre os melhores métodos para estudar e obter bons resultados. Hoje é a <em>Notícias Magazine</em> que tem um artigo longo do pediatra Mário Cordeiro, cheio de conselhos plenos de bom senso.</p>
<p>No entanto, pela minha experiência como aluno e professor (e vão mais de 35 anos praticamente contínuos entre os dois estatutos) <strong>só tenho como certas duas coisas</strong>:</p>
<ul>
<li>Apesar de poderem existir regras gerais úteis para a maior parte dos alunos, <strong>cada um deve perceber exactamente qual é o seu perfil e de que modo funciona melhor. </strong>É uma aprendizagem essencial para obter o melhor desempenho individual. <strong>Não adianta seguir recomendações sensatas mas que não se aplicam ao nosso caso</strong> como estudar num local o mais privado possível, com boa iluminação e um plano de trabalho muito bem organizado se nós gostarmos de estudar com música, pouca luz e de acordo com um ritmo próprio.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>A melhor estratégia para estudar é compreender as matérias ao longo do ano lectivo e, no final, apenas revisitar as áreas que se sabe terem sido mais problemáticas ou que não foram completamente abordadas ao longo do ano.</strong> Não fiz muitos exames na vida (ou porque se tinham acabado ou porque dispensava) mas sei que raramente me foi necessário estudar muito para eles. Quando é necessário estar vários dias a estudar muitas horas para os exames, o mais certo é algo ter sido mal feito nos meses anteriores.</li>
</ul>
<p>É a minha opinião e, sinceramente, acho que vale tanto como qualquer outra, pois opiniões já sabemos que são como.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guerrilha agile: a motivação]]></title>
<link>http://1up4dev.wordpress.com/?p=41</link>
<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 03:58:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Humberto B</dc:creator>
<guid>http://1up4dev.wordpress.com/?p=41</guid>
<description><![CDATA[Eu preciso desenvolver uma idéia que vem me provocando ultimamente. Na verdade é menos uma idéia ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eu preciso desenvolver uma idéia que vem me provocando ultimamente. Na verdade é menos uma idéia do que um reflexo da situação desoladora em que a maioria de nós está.</p>
<p>Em se tratando de 1up4dev, nem preciso dizer que a situação a que me refiro é a de quase inevitabilidade do waterfall, em que estamos tão engolidos pelo "sistema" que, aparentemente, só nos resta lamentar, se frustrar e eventualmente se acostumar com tudo. Não deduzo, porém, que esses são estágios de uma manifestação de bunda-molice. Do contrário, seria suficiente encerrar o assunto com algo do tipo <em>"ou somos parte da solução ou do problema"</em> (doutrina Bush, em pleno 2008). E ainda assim, sem que ao menos sejam esboçados tanto "o problema" como "a solução", esse raciocínio binário não serviria para nada.</p>
<p>Antes de continuar com a minha idéia, gostaria de escrever rapidamente sobre o panorama que se desenha para o futuro. Especificamente, o nosso futuro. Nem sempre lembramos dele, mas é lá que vamos viver em breve. E sem querer parecer auto-ajudesco, digo que o futuro do desenvolvimento de software está nas nossas mãos -- e não de forma indireta ou abstrata. É lógico: as mãos que hoje controlam o "sistema" vão se aposentar daqui uns anos, e as nossas vão substituí-las. Nessa seqüência, é possível imaginar que, em breve, estaremos perpetuando o waterfall. Pois nesse dia nós é que seremos o status quo, e o status quo, para ser digno do nome, não quer saber de mudar nada.</p>
<p>Software já é estratégico há algum tempo e ocupará cada vez mais espaço na vida das pessoas, das empresas e dos governos. Que qualidade de software será oferecida quando nossa geração estiver no comando? Imagine o alto custo financeiro e social de se manter na periferia de TI. Sub-desenvolvimento passa a ter um novo significado, não é? Temos que assumir a responsabilidade, até porque ela pode significar a existência dos nossos empregos. Ou você vai preferir usar um software made in India?</p>
<p>Nada contra a Índia, claro. Mas o alerta já tinha sido dado por <a href="http://www.agilemanagement.net/" target="_blank">David Anderson</a> no comecinho do livro <a href="http://books.google.com.br/books?id=hawMF31KCRsC&#38;dq=david+anderson+agile+management&#38;pg=PP1&#38;ots=Zj4cGr8IU-&#38;sig=HQVvzFyMrtJ3jPR5TUyqYOYBuFo&#38;hl=pt-BR&#38;prev=http://www.google.com.br/search%3Fq%3Ddavid%2Banderson%2Bagile%2Bmanagement%26ie%3Dutf-8%26oe%3Dutf-8%26rls%3Dorg.mozilla:en-US:official%26client%3Dfirefox-a&#38;sa=X&#38;oi=print&#38;ct=title&#38;cad=one-book-with-thumbnail" target="_blank">Agile Management for Software Engineering</a>. Abaixo traduzo livremente um trecho cujo original você encontra na página xxvi do livro:</p>
<blockquote><p>Se a atividade intelectual de software tiver que permanecer nos países desenvolvidos e se os engenheiros de software americanos, europeus e japoneses quiserem manter o alto padrão de vida ao qual se acostumaram, eles devem aumentar sua competitividade. Há um mercado global de desenvolvimento de software, o que encolheu a distância entre um cliente na América do Norte e um fornecedor na China ou na Índia.</p></blockquote>
<p>Esse medo do sr Anderson tem que ser nosso também (exceto que nós não temos como rebaixar nosso "alto padrão de vida"). Sabemos que precisamos melhorar, e muito, a nossa competitividade, e não só individualmente. Agora, a grande questão é: como vamos fazer isso, se não temos suporte para viabilizar novas formas de trabalho sem dispararmos o sinal de pânico no chefe, no cliente?</p>
<p>Pretendo desenvolver a minha sugestão em alguns posts, seguindo alguns princípios:</p>
<ol>
<li>"Mudança" é definida como o amplo abandono da mentalidade waterfall no mercado de TI.</li>
<li>Você acredita na mudança e é o maior interessado nela, pois ela representa o futuro que <strong>você</strong> quer.</li>
<li>O risco da mudança é percebido com mais intensidade quanto maior é o poder de quem a observa.</li>
<li>O benefício da mudança é percebido com menor intensidade quanto maior é o poder de quem a observa.</li>
<li>A mudança pode ocorrer de baixo para cima na cadeia de poder.</li>
</ol>
<p>No próximo post, pretenderei detalhar melhor os efeitos desses cinco pontos. Dali em diante, dificilmente irei sugerir uma ação coordenada e planejada -- nada menos ágil que isso! Prefiro apostar no desenrolar natural das coisas, desde que os princípios sejam válidos. No mínimo, vamos avançar o debate. Tomara que eu não escreva muita besteira, e espero ser corrigido a qualquer momento.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mais De 70% De Insucesso? E Nós É Que Somos Ruins?]]></title>
<link>http://educar.wordpress.com/?p=5724</link>
<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 18:40:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paulo Guinote</dc:creator>
<guid>http://educar.wordpress.com/?p=5724</guid>
<description><![CDATA[
Failing schools told: improve or close
Hundreds of failing schools face being closed down or replac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<h2>Failing schools told: improve or close</h2>
<p>Hundreds of failing schools face being closed down or replaced with more privately-backed academies under a £400 million drive to raise standards of education, it was announced today.</p>
<p><strong>Children's Secretary Ed Balls is doubling the cash available for the 638 secondary schools in England where more than 70% of teenagers fail to get five C grades in their GCSEs</strong>.</p>
<p><strong>The "National Challenge" initiative will also see an expansion of the controversial academies programme, with up to 313 of the privately-sponsored schools set to be open by 2010. </strong></p>
<p><strong>Local authorities will be given a 50-day deadline to come up with a rescue plan for each of the schools on the Government's hit list</strong>.</p>
<p>But teachers warned that the plan must not set out to "name and shame" schools doing their best in tough areas.</p>
<p>Christine Blower, acting general secretary of the National Union of Teachers, said: "If Ed Balls is to provide meaningful support to the 638 secondary schools he has identified he has to lift the threat of school closure for failing to meet arbitrary targets.</p>
<p>"No headteacher or teacher mindful of their career will join a National Challenge school if they think it will be closed and turned into an academy in the following year."</p>
<p>Mary Bousted, general secretary of the Association of Teachers and Lecturers, said: "If the National Challenge does what it says on the tin - namely support these schools with increased resources, targeted assistance and, crucially, the brokering of local solutions between schools and local authorities - it has ATL's support.</p>
<p>"But if the National Challenge turns out to be more naming and shaming, a disgrace and failure of a policy, it will not improve school standards and the chances of the children in those schools."</p>
<p><strong>The Government's target is for no state school to have fewer than 30% of their pupils gaining five C grades in subjects including maths and English by 2011</strong>.</p></blockquote>
<p>Nota-se aqui uma evidente semelhança, em matéria de voluntarismo quase cego e de metas dificilmente realizáveis, com as reformas em decurso por cá.</p>
<p>Agora o que é estranho, mesmo muito estranho, é que<strong> algumas <em>luminárias </em>nos apontem o exemplo britânico um dos que devemos seguir</strong> (territorialização das políticas educativas, autonomia das escolas, pedagogia centrada no aluno como há pouco tempo era propagado pelo director do Colégio Inglês do Porto em artigo aqui destacado), <strong>quando por lá andam completamente às avessas com alguns dos resultados obtidos</strong>.</p>
<p>Mas, pelo menos, lá aumentam os recursos das escolas com piores resultados, antes de as quererem fechar, enquanto por cá a estratégia parece ser apenas premiar as melhores e deixar as ques estão em piores condições decair ainda mais.</p>
<p>Mas há que, por causa das palas nos olhos, só veja mesmo em frente...</p>
<p>(Com um agradecimento ao <strong>Luís Ferreira</strong> pela referência)</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
