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	<title>livros &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/livros/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "livros"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 08:13:44 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Starbucks, no Brasil e nos EUA]]></title>
<link>http://mrcavalcanti.wordpress.com/?p=62</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 05:30:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Miguel Cavalcanti</dc:creator>
<guid>http://mrcavalcanti.wordpress.com/?p=62</guid>
<description><![CDATA[Tenho uma longa admiração pela rede de cafeterias Starbucks.

Quando morei nos EUA, entre 1999 e 2]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho uma longa admiração pela rede de cafeterias <a title="site Brasil" href="http://www.starbucks.com.br/pt-br/" target="_blank">Starbucks</a>.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-64" src="http://mrcavalcanti.wordpress.com/files/2008/07/starbucks.gif?w=300" alt="" width="227" height="227" /></p>
<p>Quando morei nos EUA, entre 1999 e 2000, passei bons momentos nas lojas de lá. Tenho marcado o dia que fui convidado por um amigo, primeira vez em um <a title="site EUA" href="http://www.starbucks.com/" target="_blank">Starbucks</a>, para ler o Wall Street Journal do dia e bater papo, em uma das cafeterias de Tucson, Arizona. Nesse dia, escolhemos uma loja longe de onde morávamos. Ao tentar pagar, a moça disse: "esses, hoje, são cortesia da casa". Nunca me esqueci, mesmo depois de saber que é uma norma da empresa dar café de graça aleatoriamente.</p>
<p>Quando comecei a trabalhar na AgriPoint, li, emprestado do meu sócio, o livro <a href="http://compare.buscape.com.br/dedique-se-de-coracao-schultz-howard-8586014230.html" target="_blank">"Dedique-se de coração"</a>, do CEO Howard Schultz. Um dos melhores livros de negócios que já li, e que até hoje influencia a maneira como penso sobre negócios. A principal lição do livro é simples: sua empresa deve se basear em alguns poucos princípios fundamentais e, principalmente, deve ser fiel a eles.</p>
<p><strong>Café e third place</strong></p>
<p>A empresa busca oferecer um excelente café e ser um "<a title="Third Place" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Third_Place" target="_blank">third place</a>", ou terceiro lugar.</p>
<p>Um local onde você pode se encontrar com amigos, sem ser sua casa ou trabalho. Mas sem ser um local onde todos são anônimos. Onde você se sente bem e em casa, sem estar em casa.</p>
<p>Eu me sinto assim em um Starbucks. Vou lá para trabalhar, me distrair, passar bons momentos papeando com minha esposa ou amigos. Para mim, é um bom programa ir a um Starbucks.</p>
<p>Hoje a Starbucks está com problemas, ações em queda, competição acirrada, fechamento de centenas de lojas nos EUA.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-63" src="http://mrcavalcanti.wordpress.com/files/2008/07/starbucks.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></p>
<p><strong>Brasil x EUA</strong></p>
<p>No final de abril, fui a Nova Iorque fazer um curso com <a href="http://www.squidoo.com/daylongseminar" target="_blank">Seth Godin</a>, e tomei muitos café em inúmeros Starbucks da cidade. A primeira impressão: há uma loja em cada esquina, ou mais. É mais fácil achar um Starbukcs que um McDonald´s em Manhattan.</p>
<p>Segundo e mais importante: o atendimento nos EUA piorou muito. Parece que o problema é o grande número de lojas e a dificuldade de contratar um grande número de pessoas com habilidades para atender muito bem, e fazer um excelente café. Em especial quando a loja está cheia. O incrível é que Howard previu isso no livro, quando disse que não queria ter franquias, para não perder o controle, a qualidade, o padrão e mística. Com mais de 10.000 lojas no mundo, mesmo não sendo franquia, fica difícil.</p>
<p>Aqui no Brasil, as poucas lojas seguem muito cheias. O atendimento é muito melhor que nos EUA. Fiquei impressionado com isso, ao voltar a tomar café lá, quando estava nos EUA esse ano.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-65" src="http://mrcavalcanti.wordpress.com/files/2008/07/night-starbucks.jpg?w=300" alt="" width="300" height="202" /></p>
<p><strong>Outro detalhe</strong></p>
<p>Acredito também que a empresa está aproveitando pouco a oportunidade de ser mais aberta ao cliente. Mais aberta a receber sugestões e críticas. Ter um blog (<a href="http://brandautopsy.typepad.com/brandautopsy/2008/02/howard-schultz.html" target="_blank">já escreveram sobre isso</a>). Acabo de ler uma reportagem da <a href="http://www.portfolio.com/executives/features/2008/06/16/Starbucks-CEO-Howard-Schultz-Profile" target="_blank">revista Portfolio</a> que dá a entender que a empresa faz pouco sobre isso (e a culpa é do jeito de Howard).</p>
[wp_caption id="attachment_66" align="alignnone" width="364" caption="Escolha seu tamanho"]<img class="size-full wp-image-66" src="http://mrcavalcanti.wordpress.com/files/2008/07/starbucks2.jpg" alt="Escolha seu tamanho" width="364" height="271" />[/wp_caption]
<p><strong>O que desejo</strong></p>
<p>Espero que a empresa volte a ser um sucesso, de público, de vendas, de admiradores, e também na bolsa. Como empreendedor admiro muito a capacidade deles de fazerem uma marca de luxo, que você pode usar.</p>
<p>Além disso, mesmo com todas essas críticas recentes, e o pior atendimento (nos EUA), continuo um cliente satisfeito, grande admirador. E o <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?isbn=8586014230&#38;sid=20410624910522534551511674" target="_blank">livro de Howard Schultz</a> continua um dos meus preferidos, e um dos primeiros na minha lista de possíveis presentes a amigos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O POEMA de BASHÔ e o ZEN - pelo mestre h. masuda goga]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2743</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 03:55:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2743</guid>
<description><![CDATA[Quase todos os que estudam o haicai acreditam que Bashô escreveu seus poemas de acordo com a ilumin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size:12pt;">Quase todos os que estudam o haicai acreditam que Bashô escreveu seus poemas de acordo com a iluminação Zen. Portanto, pensam que o haicai é uma poesia que nasceu do zen-budismo. Mas o próprio Bashô disse que não era bonzo nem adepto da seita Zen, apesar da grande amizade com o bonzo Bucchô.</span></div>
<div><span style="font-size:12pt;">Pode-se dizer que Bashô foi espiritualmente influenciado pelo bonzo amigo de forma profunda, tendo a sua atitude perante a arte tornado-se cada vez mais rigorosa e séria. Ele ficou sensibilizado pelas vicissitudes não só da vida humana, mas também dos outros seres vivos que habitam o universo.</span></div>
<div><span style="font-size:12pt;">O saudoso bonzo zen Ryohan Shingu discorreu certa vez em artigo sobre a "tranqüilidade". Esta é uma virtude do zen-budismo. Pensamos que Bashô queria expressar no famoso haicai da rã um ambiente de quietude, inspirado pelo súbito acontecimento da natureza: um salto de rã na água de um velho tanque.</span></div>
<p><span style="font-size:12pt;">Certa vez, lemos que este haicai foi criticado por Kikaku, um de seus discípulos, que sugeriu o termo "yamabuki" (um tipo de rosa) no lugar de "velho tanque". Mas o Mestre preferiu o original, reforçando sua sensibilidade poética ao referir-se à quietude que enfrentava e ao mesmo tempo apreciava.</p>
<p>Reconhecemos a influência do budismo no poema de Bashô, mas o haicai por si mesmo não é Zen ou produto artístico do Zen.</p>
<p>COMPLEMENTO:</p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;">Perguntar a um mestre se o que ele pratica é Zen pode deixá-lo zangado ou simplesmente mudo. "O que você entende por Zen?", ele poderá perguntar. Em sua racionalidade, você discorrerá sobre as teorias expostas nos livros. "Se é isso que você pensa ser Zen, então o que eu faço não é Zen", responderá ele.</span></div>
<p><span style="font-size:10pt;">Conceituar qualquer arte como Zen é levar o Zen ao nível mais baixo. Certa ceramista objetivou o Zen na forma e na queima das peças. O comportamento "Zen" dessa ceramista era justamente descobrir as formas no próprio processo de transformação. Cada peça nascia quando da manipulação da matéria-prima pela artista, de maneira completamente não-intencional.</p>
<p>"Como posso chamar a minha arte de Zen se nem ao menos sei o que vou criar?", irritou-se ela, ao ser abordada por jornalistas. Afirmar que uma arte é Zen é possuir uma idéia pré-concebida. No momento em que isso ocorre, aquela arte deixa de ser Zen. Em outras palavras, quando afirmo "aqui está vazio", o "vazio" desaparece.</p>
<p><strong><em>Francisco Handa<br />
</em>O que é Zen<br />
<em>Editora Brasiliense</em></strong></p>
<p></span></p>
<p><a href="http://palavrastodaspalavras.files.wordpress.com/2008/07/as-maos-do-girassol-girassol.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2744" src="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/files/2008/07/as-maos-do-girassol-girassol.jpg" alt="" width="495" height="466" /></a></p>
<address> sem crédito. ilustração do site.<span style="font-size:12pt;"> </span></address></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[COMO ACABAR COM A VIOLÊNCIA NA ESCOLA - por vicente martins]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2742</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 03:42:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2742</guid>
<description><![CDATA[Encontro-me com um grupo de professores da educação básica. O bate-papo é inicialmente informal ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-indent:35.4pt;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Encontro-me com um grupo de professores da educação básica. O bate-papo é inicialmente informal e ameno. Aos poucos, porém, a conversa torna-se </span></em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">confragosa, crua e empedrouçada. Ouço, atento, o relato das <em>dificuldades pedagógicas dos mestres, em sala de aula, sobretudo as relacionadas ao ensino e à aprendizagem da leitura, escrita e ortografia. Logo me incomoda a descrição da escola enquanto </em>palco de situações de violência. A violência escolar nas escolas, públicas e privadas, é um problema pedagógico. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span>Diretores e professores de escolas públicas me descrevem, apavorados, ocorrências de depredações dos prédios, casos de arrombamento de salas e laboratórios, ameaças e casos de detenções ou prisões e, não poucas vezes, situações de constrangimento e amedrontamento envolvendo pais, professores e alunos.<span>  </span></span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span>Um professor me diz que a situação está tão grave que um puxão ou uma tapinha entre alunos, dentro ou fora da escola, já pode<span>  </span>não ser sinal de uma simples brincadeirinha infanto-juvenil, mas de safanão<span>  </span>que logo será desferido contra o colega de sala, a ser deflagrado com intenção de dano físico, moral e requinte de perversidade <span> </span>Agora, uma pergunta advém: em que <span> </span>a universidade pude ajudar as escolas públicas? Onde podemos encontrar, na Academia, respostas concretas para uma situação real e preocupante das escolas públicas?</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Uma solução simplista, imediata e necessária é, decerto, o policiamento e a colocação de grades. Mas isso não basta.Quase sempre as medidas coercitivas e paliativas parecem reforçar, apenas, a violência escolar. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">São nas crenças, atitudes e reações dos mestres e na descrição do que se passa efetivamente na ambiência escolar que um novo olhar de todos nós, educadores, pais e poder público, deve ser proativo e, desde logo, vale começar por uma questão fundamental: de onde vem a violência? E, em seguida, levantar dúvidas do tipo: onde há a exclusão social se manifesta de modo mais acentuado a violência escolar?<span>  </span>Onde as causas? Onde as soluções?</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span>As respostas que nos vem à consciência nos mostra que as escolas não ficam isoladas <span> </span>do contexto social uma vez que, realmente, estão muito próximas das famílias e da sociedade. A escola, para lembrar Louis Althusser, é o principal aparelho ideológico do Estado. As boas experiências de superação da violência escolar sairão, pois, do interior dos <span> </span>próprios estabelecimentos de ensino.</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Os gestores escolares sabem que medidas tradicionais como gradeamento, vigilância e policiamento, a médio ou longo prazos, não são suficientes nem atingem os <span> </span>pontos centrais do problema da violência escolar ou urbana.</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span>Se tomarmos, como referência a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), a Lei 9.394/96, <span> </span>ela, ao certo, dar-no-á pistas para uma resposta mais contumaz e convincente para a violência escolar. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O artigo 22, da LDBEN, referindo-se à educação infantil, ao ensino fundamental e médio, estabelece que é tarefa das instituições de ensino assegurar aos alunos a formação para cidadania e fornecer-lhes meios para progredir no trabalho, nos estudos posteriores e na vida. <span> </span>Agora, novos questionamentos: a escola tem cumprido esta missão? A escola tem se preocupado em formar os alunos para viver em sociedade, a saber-estar na vida social, ou tem se limitado a repassar conteúdos curriculares? </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Sei que nada disso é fácil. E a primeira tarefa é sairmos do discurso ou espírito da Lei e ingressarmos na ação concreta. Então, com o fim de colaborar nessa missão, eis algumas sugestões ou passos<span>  </span>em direção<span>  </span>ao que chamaria aqui de <strong>práxis cidadã</strong>. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O primeiro passo para uma práxis cidadã, certamente, pode ser o de seguir alguns procedimentos de gestão participativa como, por exemplo, o de ouvir todos os segmentos envolvidos na comunidade escolar, em especial, os alunos.</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O segundo passo é o de explicitar as contradições existentes na escola. Um terceiro passo é o de trabalhar as contradições internas da escola para que, em quarto momento, possa propor melhorias para as relações humanas. Um quinto procedimento é o de organizar comissões para aprofundar as discussões sobre violência e sobre a segurança possível na escola, no bairro, na cidade. E, por fim, duas ações são fundamentais para uma escola com menos violência e mais cidadania: os gestores devem abrir as escolas para dentro e para fora, inclusive aos finais de semana, e fazer funcionar, sem medo, e <span> </span>efetivamente, <span> </span>as estruturas democráticas das escolas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A atuação de cada docente pode se materializar em projetos especiais nas escolas públicas. Como professor de língua materna, sem hesitação, montaria um projeto “ Ler Mais para uma Vida Melhor”. Sim, começar, pela leitura. Não é, <span> </span>por certo, um projeto original, mas, para o modelo de escola que temos no Brasil, não há dúvida de que há de ser inovador, um novo olhar sobre a problemática escolar. Um bom exemplo (e é bom imitar o que é bom) é o projeto <strong>Círculos de Leitura</strong>, do Instituto </span><span class="MsoHyperlink"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#0000cc;">Fernand Braudel</span></span></span></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">, com grande atuação em Diadema, São Paulo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O nome do Instituto é inspirativo: </span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="PT">Fernand Braudel</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="PT">, um historiador francês e um dos mais importantes representantes da Escola dos Annales. Esta escola foi pioneira na abordagem de um estudo de estruturas histórias de longa duração nos eventos. Conhecer a história é, de alguma maneira, conhecer a geografia, cultura material, as <em>mentalidades</em> e a psicologia da época.<span>  </span>Da mesma forma, conhecer a violência urbana ou escolar é algo que extrapola histórica, social e juridicamente a questão da segurança pública e <span> </span>nos conduz ao campo dos valores, crenças, </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">maneira de pensar, disposições psíquicas e morais da coletividade. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Pois bem. As atividades do Instituto começaram assim: um grupo de estudiosos da problemática social, ao conduzirem pesquisas de campo nas escolas públicas da periferia da Grande São Paulo, em 1999, documentaram a falta da prática da leitura, reflexão e debate no cotidiano da sala de aula. A partir do diagnóstico, desenvolveram uma política de apoio às bibliotecas escolares, através de mutirões e capacitação de voluntariado em parceria com a comunidade escolar. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin-right:11.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O método da Fundação Fernand Braudel é fantástico, por sua simplicidade e eficácia e, mais do que isso, por seus resultados.<span>  </span>Eles <span>trabalham com grupos pequenos e interativos </span>de educadores pagos e voluntários <span> </span>que trabalham de forma interativa com grupos de 10 a 15 jovens. Com esta medida, o Instituto oferece melhores condições para o jovem dialogar e formar vínculos com outros alunos e professores. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin-right:11.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Outra interessante atividade é o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem a partir da leitura de t<span>emas universais e clássicos da literatura. Vale destacar que trabalham </span>com obras literárias que trazem em suas <span> </span>histórias (e estórias) temas universais, com que o jovem pode se identificar, ampliando seu repertório cultural e relacionando suas experiências com relatos que sobrevivem ao tempo. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin-right:11.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Entre as atividades de lectoescrita, a Fundação <span> </span>faz um trabalho de desenvolvimento da leitura em voz alta e em grupo. A Fundação acredita, e isso é verdade, que para aquisição da</span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> capacidade cognitiva, alunos necessitam de instrução efetiva em cinco áreas: fonêmica, fonética, fluência, vocabulário e compreensão do texto. Em pequenos círculos, participantes se alternam lendo em voz alta e parando periodicamente para discutir sobre o significado dos trechos lidos. <span>     </span></span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin-right:11.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Ainda no campo da lectoescrita, os voluntários da Fundação Fernand Braudel desenvolvem atividades como produção textual </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">para que o aluno reflita e escreva sobre o que foi lido e discutido em grupo. As redações desenvolvidas durante as sessões do Círculo são utilizadas para acompanhar o progresso de cada aluno e do grupo. Ao final de cada encontro, os participantes lêem e refletem sobre os conteúdos dos poemas e textos encontrados ou escritos por eles.</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin-right:11.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Por fim, outras ações da Fundação, não menos significativas, são a participação voluntária do jovem, </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">peça-chave para a construção de sua cidadania, e sua contribuição na melhoria das condições do espaço escolar. As <span>atividades culturais também têm lugar na missão da Fundação. São elas que auxiliam </span>no aprendizado do jovem e ampliar seu universo de referência cultural a partir das obras lidas, além de organizar atividades e passeios culturais, incluindo visitas a bibliotecas, parques <span> </span>e teatros. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span><span>        </span>O que sei, depois de duas décadas de magistério, é que a privação da leitura interfere no desenvolvimento da personalidade dos alunos. Um sem-leitura é como um sem-terra sem a posse legal da terra em que vive e trabalha. Um aluno sem leitura não compreende os códigos lingüísticos e sociais e, o mais grave, não sabe interpretar, naquela visão paulofreiriana, a vida em sociedade. Não é à toa que um aluno sem-leitura é rechaçado e rechaçador, triste e deprimido, agressivo e angustiado, potencialmente um excluído do convívio social. . </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>         </span>Numa sociedade de informação, ler ou escrever bem é condição de superação da desigualdade social. A leitura vai além do repertório de palavras que brotam do alfabeto.<span>  </span>Ler é compreender, interpretar, descobrir, criar e, sobretudo, desfrutar do reino do conhecimento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<address><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Vicente Martins é professor da Universidade Estadual Vale do Acaraú(UVA), de Sobral, Estado do Ceará.<strong> </strong></span></address>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fotojornalista lança livro em Salvador]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=380</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 01:17:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
<guid>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=380</guid>
<description><![CDATA[O livro 68: Destinos. Passeata dos 100 Mil, do fotojornalista Evandro Teixeira, será lançado no d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://carlosscomazzon.files.wordpress.com/2008/07/evandro_teixeira.jpg"></a><a href="http://carlosscomazzon.files.wordpress.com/2008/07/evandro_teixeira.jpg"></a><a href="http://carlosscomazzon.files.wordpress.com/2008/07/evandro_teixeira1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-384" src="http://carlosscomazzon.wordpress.com/files/2008/07/evandro_teixeira1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="218" /></a>O livro <em>68: Destinos. Passeata dos 100 Mil</em>, do fotojornalista Evandro Teixeira, será lançado no dia 9 de julho em Salvador (BA), na Livraria Saraiva do Salvador Shopping. O livro conta 40 anos de história em uma foto e fala do destino de cem daqueles personagens da Passeata dos 100 Mil, ocorrida no Rio em 1968. Evandro Teixeira, que começou sua carreira em 1958, é hoje um dos mais importantes fotojornalistas em atividade. É uma de suas fotos, memorável instantâneo de uma encruzilhada histórica, que motiva o livro. Trata-se de uma fotografia única, por suas características e pelo que representa: um retrato de uma geração reunida na Cinelândia, Rio de Janeiro, em 26 de junho de 1968, para a Passeata dos 100 Mil.</p>
<p>Como registrou o jornalista Marcos Sá Corrêa, trata-se de caso raro de fotografia de multidão em que é possível reconhecer com clareza praticamente todos os rostos das pessoas reunidas ali. As cem pessoas selecionadas na foto de 26 de junho de 1968 foram fotografadas novamente por Evandro no mesmo cenário da passeata e contaram a sua história, lembrando o que as levou até a Passeata dos Cem Mil e como suas vidas transcorreram dali para frente. Para contar a história da manifestação e da História que ela sintetiza, reflete e provoca, o livro reúne textos de Vladimir Palmeira, Fernando Gabeira, Marcos Sá Corrêa, Augusto Nunes e Fritz Utzeri. Mas, principalmente, se baseia no olhar de Evandro Teixeira. O livro de 120 páginas é editado pela Textual.</p>
<p>No dia 26 de março, o livro foi lançado na Livraria da Travessa do Rio. A noite começou com um debate sobre o ano de 1968 entre Augusto Nunes, Heloísa Buarque de Hollanda, Vladimir Palmeira e Jean Marc von der Weid. Evandro recebeu muitos amigos, entre eles os fotógrafos Walter Carvalho e Marcos Prado, os jornalistas Zuenir Ventura, Ruy Castro e Jaguar, o cantor Moraes Moreira e o médico Paulo Niemeyer Filho. Em São Paulo o lançamento teve uma exposição de fotos do autor e um bate-papo entre Evandro e Augusto Nunes, que relembraram a época e a importância do movimento para a história política do Brasil. Em Salvador o convidado de Evandro é o jornalista e escritor Emiliano José, vice-presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas em 1968 e ex-preso político.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Senhor dos Anéis]]></title>
<link>http://leclandestin.wordpress.com/?p=10</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 00:38:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Raphael (leclandestin.wordpress.com)</dc:creator>
<guid>http://leclandestin.wordpress.com/?p=10</guid>
<description><![CDATA[O Senhor dos Anéis
Avaliação
O Senhor dos Anéis é um épico brilhante, empolgante da primeira a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[wp_caption id="attachment_11" align="aligncenter" width="600" caption="O Senhor dos Anéis"]<a href="http://leclandestin.files.wordpress.com/2008/07/o_senhor_dos_aneis.jpg"><img class="size-full wp-image-11 alignnone" src="http://leclandestin.wordpress.com/files/2008/07/o_senhor_dos_aneis.jpg" alt="O Senhor dos Anéis" width="600" height="300" /></a>[/wp_caption]
<h1>Avaliação</h1>
<p><em>O Senhor dos Anéis</em> é um épico brilhante, empolgante da primeira a última linha. É o tipo de obra fantástica que reúne filosofia, religião, mitologia e as mais variadas raças (hobbits, elfos, magos, orcs, anões, ents e humanos) numa só estória.</p>
<p>Definitivamente é atemporal, o considero um trabalho memorável, mas a grande sacada de Tolkien foi dar traços de realidade à estória que se passa numa Europa mitológica de 6000 anos atrás. Sua inventividade chega a ser incansável, para se ter uma idéia, <em>O senhor dos anéis</em> conta com 301 nomes de pessoas e animais e, 433 nomes de lugares. Também dotado de imensa habilidade lingüística, Tolkien criou um idioma por completo, a linguagem élfica.</p>
<p>A única nota negativa fica por conta de seu tamanho. A minha edição, volume único, possui 1.202 páginas. Aparentemente robusto, a narrativa nos cativa de tal maneira, que nos vemos desejando encontrar ao seu fim no mínimo o dobro de páginas para ler. Para vocês terem uma idéia, o devorei em apenas uma semana.</p>
<p>Se você ainda não leu ou se leu e deseja recapitular, transcreverei abaixo os detalhes do enredo, a estrutura da obra e o pano de fundo da história.<!--more--></p>
<h1>Estrutura da obra e pano de fundo da história</h1>
<p>Já foi dito que a obra deveria ser lançada em um único volume, mas foi dividido em três como forma de baratear os custos (havia racionamento de papel na Inglaterra do pós-guerra). Cada volume é dividido em dois tomos ou "livros".</p>
<ol>
<li>O primeiro volume, A Sociedade do Anel, publicado em 1954, contém um prólogo, no qual são dadas as características dos Hobbits.</li>
<li>O segundo volume, As Duas Torres, publicado alguns meses depois de A Sociedade do Anel, também em 1954, continua a história original com mais personagens.</li>
<li>A saga termina com a publicação em 1955 do terceiro volume, intitulado O Retorno do Rei, que contém diversos apêndices explicativos sobre a história, as línguas, a cronologia da narrativa e outras informações adicionais sobre a mitologia criada por Tolkien para a sua Terra-Média.</li>
</ol>
<p>O pano de fundo da história é revelado enquanto o livro progride, e elaborado também nos apêndices, no Silmarillion e em Contos Inacabados, os últimos publicados após a morte de Tolkien. Começa milhares de anos antes da ação no livro, com a ascensão do epônimo senhor dos anéis, senhor escuro Sauron, possuidor de grandes poderes supernaturais, que governava o temido reino de Mordor. No fim da Primeira Era da Terra Média, Sauron sobreviveu à catastrófica derrota e o exílio de seu mestre, a figura fundamental do mal, Morgoth e durante a Segunda Era Sauron planejou ganhar o domínio sobre a Terra Média. Sob aparência de "Annatar" ou senhor dos presentes ajudou os elfos ferreiros de Eregion, e fomentou a forja dos anéis mágicos que conferenciaram vários poderes e habilidades aos seus portadores, mas Celebrimbor, líder dos elfos ferreiros (muito talentoso e neto de Fëanor que criara as Silmarils na Primeira Era), os tinha forjado independentemente de Sauron. Os mais importantes destes foram os dezenove anéis do poder ou os Grandes Anéis.</p>
<p>Então Sauron forjou secretamente um Grande Anel para si próprio, o Um Anel, pois planejava escravizar os portadores dos outros anéis do poder. Este plano falhou em parte porque os elfos tomaram ciência dele e esconderam seus anéis, os Três Anéis Élficos, dando-os aos Sábios de seu tempo (Galadriel, Círdan e Gil-Galad). Nesses, Sauron jamais tocou. Sauron lançou-se então à guerra, durante a qual capturou dezesseis dos anéis do poder e os distribuiu aos senhores e aos reis dos anões e dos homens. Estes anéis foram conhecidos como os sete e os nove respectivamente. Os Senhores Anões se provaram demasiado resistentes à escravização, embora seu desejo natural para a riqueza, especialmente ouro, aumentasse; isto trouxe muitos conflitos entre eles e outras raças. Dos sete Anéis que tinham sido dados aos Senhores Anões, Sauron recuperou os que não tinham sido destruídos, e dos nove Anéis presenteados aos Homens, Sauron trouxe todos para sua custódia. Esses humanos portadores dos Nove lentamente se corromperam e transformaram-se conseqüentemente nos morto-vivos, Nazgûl, os Espectros do Anel, os servos mais temidos de Sauron.</p>
<p>Após 1500 anos, o Numenorianos enviaram uma grande força para destruir Sauron, conduzida por seu poderoso monarca Ar-Pharazôn, o Dourado. Abandonado por seus servos, Sauron rendeu-se e foi feito prisioneiro de Númenor. Entretanto, com perspicácia e força de vontade, começou a aconselhar o rei e envenenou as mentes do Númenorianos contra os Valar. Iludiu seu rei, aconselhando-o a invadir as Terras Imortais para conseguir ser imortal como os Valar e os elfos. Os Valar, ao saberem da invasão, invocaram Eru Ilúvatar, que causou um deslizamento de terras sobre os Númenorianos, e abriu uma grande abismo no mar, destruindo Númenor e separando as Terras Imortais das Mortais. O corpo físico de Sauron foi destruído, mas seu espírito retornou a Mordor e assumiu um nova e terrível forma. Alguns Númenorianos (chamados de Fiéis por não terem deixado de adorar Ilúvatar) também obtiveram sucesso em escapar para a Terra-média. Esses eram chamados de Elendili e foram conduzidos por Elendil e seus filhos Isildur e Anárion.</p>
<p>Depois de cem anos, Sauron lançou um ataque contra os Númenorianos exilados. Elendil formou a Última Aliança dos Elfos e dos Homens com o Elfo-rei Gil-galad. Marcharam de encontro a Mordor, derrotando os exércitos de Sauron na planície de Dagorlad e sitiaram a fortaleza Barad-dûr, onde Anárion morreu. Após sete anos sitiado, o próprio Sauron foi forçado a vir para fora e entrar num combate com os líderes. Gil-galad e Elendil foram mortos enquanto lutavam com Sauron e a espada de Elendil, Narsil, quebrou-se. O corpo de Sauron foi subjugado e morto e Isildur cortou o Um Anel de sua mão com que sobrara da espada, Narsil; quando isto aconteceu, o espírito de Sauron fugiu e não reapareceu por muitos séculos. Isildur foi aconselhado a destruir o Um Anel arremessando-o no vulcão da Montanha da Perdição onde foi forjado, mas atraído pela sua beleza, Isildur preferiu conservá-lo para que fosse a herança de seu povo.</p>
<p>Começou assim a Terceira Era da Terra-média. Dois anos mais tarde Isildur e seus soldados foram atacados em uma emboscada por um bando de Orcs no que foi chamado posteriormente de Desastre dos Campos do Lis. Quase todos os homens foram mortos, mas Isildur escapou pondo o Anel, que torna invisível quem o coloca. Mas o Um traiu o seu portador, escapando do dedo de Isildur, que foi visto e flechado pelos orcs, e o Anel foi perdido por dois milênios.</p>
<p>Foi então encontrado, por acaso, no rio por um ancestral dos hobbits chamado Déagol. Seu parente e amigo Sméagol o estrangulou para roubar o Anel. Sméagol fugiu para a Montanhas Sombrias depois de ter sido expulso de casa, e nas raízes das montanhas se transformou numa criatura repulsiva e nojenta chamada Gollum.</p>
<p>Em O Hobbit, aproximadamente 60 anos antes dos eventos do Senhor dos Anéis, Tolkien relacionou a história do encontro aparentemente acidental do Anel por um outro hobbit, Bilbo Bolseiro, que o leva para sua casa, o Condado. Foi somente durante a criação de O Senhor dos Anéis que Tolkien relacionou as histórias. Nem Bilbo nem o mago Gandalf estavam cientes neste momento que o anel mágico de Bilbo era o Um Anel, forjado pelo senhor do escuro, Sauron.</p>
<p>A saga do Anel conta, no final da Terceira Era, a luta entre os povos livres da Terra-média contra Sauron, que procura pelo Um Anel e tem o intuito de dominar toda a Terra-média, assim como seu mestre, Morgoth, tentara.</p>
<h1>Detalhes do enredo</h1>
<h2>A Sociedade do Anel (A Irmandade do Anel)</h2>
<p>Frodo Bolseiro é um hobbit do Condado, que recebe de seu tio Bilbo um anel de rara beleza. Esse anel tem uma longa história: foi roubado de uma criatura chamada Gollum (como relatado no livro O Hobbit), e desde então ele tem sido guardado por Bilbo.</p>
<p>O Mago Gandalf, um velho amigo de Bilbo, percebe o poder que aquele anel possui, não sendo um anel comum, mas sim o Um Anel, artefato mágico forjado por Sauron, o Senhor do Escuro, e que fora perdido numa batalha muito tempo antes. Se recuperado, o Um Anel permitiria a Sauron o domínio definitivo sobre toda a Terra-média. O Um Anel, ou Anel do Poder, dera longevidade fora do comum a seu antigo dono, Bilbo, e possuia consciência, uma vontade própria que o conduzia sempre na direção do seu criador e senhor. Gandalf aconselha Frodo a deixar o Condado pois servos de Sauron conhecidos como Nazgûl estão à procura do Um Anel. Gandalf parte em busca de ajuda mas não manda notícias durante vários meses. Frodo decide então deixar o Condado furtivamente, levando consigo seu fiel amigo e jardineiro, Samwise Gamgee, mais conhecido como Sam. Os dois companheiros viajam a pé rumo a Bri, uma vila habitada por Homens, perto da fronteira do Condado.</p>
<p>No caminho, juntam-se a eles dois outros hobbits, Merry e Pippin. Os hobbits resolvem pegar um atalho que passa através da Floresta Velha, lar de árvores que se comunicam entre si. Dentro da Floresta, os hobbits são salvos de uma árvore violenta por um estranho ser que adora cantar: o enigmático Tom Bombadil, um dos maiores mistérios de Tolkien.</p>
<p>Passando por outros perigos, os hobbits chegam a Bri, e lá aceitam a ajuda de um Guardião chamado Passolargo, amigo de Gandalf, que os guia até Valfenda, um reino ainda habitado por elfos, seres imortais, detentores de grande poder, beleza e sabedoria. Mas o caminho ainda é perigoso: o grupo é emboscado no Topo do Vento e Frodo acaba apunhalado por um Nazgûl, Espectro do Anel. Passolargo consegue repelir a ofensiva do Inimigo e foge com Frodo, que está gravemente ferido, e os outros hobbits. Quando estão sendo alcançados novamente pelos Espectros do Anel, o elfo Glorfindel os encontra e os conduz em segurança até Valfenda. Os Nazgûl tentam detê-los mas são varridos pela inundação súbita do rio Baraduin.</p>
<p>Já curado, Frodo descobre as maravilhas de Valfenda e lá é realizado um conselho liderado por Elrond, o meio-elfo mestre de Valfenda e pai de Arwen, a amada de Passolargo, cujo verdadeiro nome é Aragorn, que se revela descendente de Isildur e herdeiro do Trono de Gondor.</p>
<p>No Conselho de Elrond são expostos os problemas relacionados ao Um Anel. Boromir, filho do regente de Gondor, sugere usar o Anel do Poder contra Sauron. Elrond e Gandalf rejeitam a idéia imediatamente e explicam os vários motivos pelos quais não podem usá-lo contra o "Senhor dos Anéis": Sauron é o único e verdadeiro mestre do Anel, pois o forjou, sendo portanto totalmente maligno, além disso, seu poder é grande demais para ser controlado por mortais comuns e mesmo os poderosos entre os povos livres da Terra-Média, como os imortais elfos (Elrond) e os magos (Gandalf), temem inclusive tocá-lo. O poder quase absoluto do anel corrompe o caráter e deforma a personalidade daquele que se atreve a empunhá-lo, ainda que movido por boas intenções. Quem quer que tente derrotar Sauron utilizando magia, acabará se tornando o próximo Senhor do Escuro.</p>
<p>Dada a impossibilidade de utilizar o Um Anel como arma de guerra, é imposta a tarefa de levá-lo até a Montanha da Perdição, um vulcão localizado no centro de Mordor, a Terra Negra do Inimigo, onde o anel fora forjado e também o único lugar onde poderia ser destruído.</p>
<p>Para essa missão, de sucesso improvável, é formada a Sociedade do Anel, composta por nove companheiros: quatro hobbits (Frodo, Sam, Merry e Pippin), dois humanos (Aragorn e Boromir), um elfo (Legolas), um anão (Gimli) e um mago (Gandalf). Frodo seria o Portador do Anel, aquele que deveria lançar o Anel nos fogos de Orodruin.</p>
<p>A Sociedade do Anel parte em direção ao sul. Cientes que essa rota está sendo vigiada pelo Inimigo, o grupo faz um desvio para Leste através das Montanhas Nebulosas, mas são obrigados a voltar por causa da neve e do frio. Um caminho alternativo os leva até a temida Moria, reino subterrâneo dos anões, onde Gandalf é morto lutando com um Balrog, um demônio do mundo antigo. Os outros companheiros escapam e chegam em segurança a Lothlórien, reino da rainha élfica Galadriel, temida por seu poder mas dotada de rara beleza e sabedoria. Nesse reino encantado, onde o tempo parece não passar, os viajantes recebem auxílio e conselhos. Após algumas semanas de descanso, a Sociedade do Anel, agora liderada por Aragorn, parte de Lothlorien em direção ao sul, navegando o grande rio Anduin em canoas construídas pelos elfos da Floresta Dourada. Quando param para descansar próximo às cataratas de Rauros, Boromir tem uma discussão com Frodo, e tenta roubar-lhe o Anel do Poder. Frodo foge e decide ir sozinho para Mordor. Quando os outros membros da Sociedade do Anel vão em busca de Frodo, são atacados por Uruk-hai (sub-espécie de Orc, mais alta e forte) enviados por Saruman, um mago renegado que se aliou a Sauron, mas que também ambiciona o Anel do Poder.</p>
<p>Na luta que se segue, a Sociedade é rompida: Merry e Pippin são capturados pelos uruk-hai, Boromir morre ao defendê-los, Aragorn, Legolas e Gimli decidem resgatar os hobbits aprisionados, Frodo e Sam partem sozinhos para a Montanha da Perdição.</p>
<h2>As Duas Torres</h2>
<p>Aragorn, Legolas e Gimli seguem os rastros dos hobbits capturados e o caminho os conduz até a Floresta de Fangorn. Nela encontram o Mago Branco que inicialmente pensam ser Saruman, o traidor. No entanto, o velho enigmático revela-se Gandalf, que morreu enfrentando o Balrog e retornou da morte para cumprir sua missão na Terra-Média. Os quatro seguem então para Rohan, Terra dos Cavalos. Sua capital Edoras fica no alto de uma colina, onde os rohirrim ergueram Meduseld, O Palácio Dourado. Nele vive o rei Théoden, cuja mente fora envenenada por Saruman através de um agente infiltrado, o conselheiro Gríma Língua-de-cobra. Gandalf expulsa Grima, cura o rei de seus males, e o aconselha a enfrentar a ameaça de Saruman e partir rumo a Isengard, fortaleza de Saruman, com todos os guerreiros disponíveis.</p>
<p>Enquanto isso, os hobbits Merry e Pippin conseguem escapar dos uruk-hais, e fogem para o interior da Floresta de Fangorn. Lá encontram Barbárvore, um Ent, um gigante em forma de árvore, e cujas origens remontam a tempos muitíssimo mais antigos que a Terceira Era, na qual se passa essa história.</p>
<p>Barbárvore leva Merry e Pippin a sua casa, onde descansam enquanto os Ents são convocados para uma reunião (o "Entebate") no qual se discute, na lentíssima língua dos ents, o que fazer com o Inimigo Saruman. Os Ents decidem ir à guerra e partem rumo a Isengard. Os Ents invadem a fortaleza de Saruman, massacram os odiados orcs, que haviam derrubado muitas árvores de Fangorn, e apagam as fornalhas de Isengard desviando o curso do Rio Isen. Todo o círculo de Orthanc é inundado, ficando Saruman isolado pelas águas em sua Torre de pedra.</p>
<p>De volta a Rohan, o rei Theoden envia velhos, mulheres e crianças para a segurança do Templo da Colina, um refúgio nas montanhas, enquanto os cavaleiros de Rohan partem em direção a Isengard. Entretanto, são obrigados a fazer um desvio que os leva até o Abismo de Helm, um estreito desfiladeiro onde os rohirrim construíram uma fortaleza de pedra (o "Forte da Trombeta"). Nela, as tropas de Rohan buscam refúgio mas acabam sitiadas pelos Uruk-hai de Saruman. Após horas de batalha sangrenta, os orcs são derrotados com a ajuda de outras tropas de Rohirrim, trazidas por Gandalf. Os Orcs remanescentes fogem mas são massacrados pelos Huorns, Ents mais arvorescos, que buscam vingança pela destruição da Floresta de Fangorn.</p>
<p>Finda a Batalha do Abismo de Helm, o rei Theoden, Gandalf, Aragorn, Legolas e Gimli, cavalgam até Isengard. Ao chegarem lá, encontram Merry e Pippin sãos e salvos, e se surpreendem com os hobbits se fartando com as provisões de comida, vinho e fumo da fortaleza do Inimigo. Numa última e desesperada tentativa, Saruman procura seduzir o grupo com sua voz persuasiva, quase hipnótica, mas Gandalf anula o feitiço e ainda o expulsa da ordem dos Istari, quebrando seu cajado. Nesse momento, Gríma língua-de-cobra atira da Torre de Orthanc um Palantír, pedra vidente que é capaz de comunicar-se com outras semelhantes. Gandalf a recolhe para posterior averiguação.</p>
<p>À noite no acampamento, Pippin, em sua incontrolável curiosidade, agarra o Palantír e olha em seu interior, e numa visão, vê o próprio Sauron, mas por sorte não revela nada dos planos dos povos livres, e ainda vê uma parte dos planos do Senhor dos Anéis: seu primeiro ataque será contra a capital do Reino de Gondor, a cidade de Minas Tirith.</p>
<p>Gandalf parte então com Pippin para Minas Tirith a fim de alertar Gondor da guerra iminente, encerrando assim a primeira parte de As Duas Torres.</p>
<p>A segunda parte do livro, que fala sobre Frodo e Sam, inicia-se com a captura de Gollum. Em troca de sua liberdade, ele promete levar os dois até Mordor, onde fica a Montanha da Perdição. Assim é feito.</p>
<p>Mas Gollum não é totalmente fiel, nem totalmente sincero. Apenas Sam é capaz de perceber suas verdadeiras intenções. Gollum é uma criatura velha e "pegajosa" que já foi um hobbit, mas que foi possuído pelo poder do Um Anel, e jamais conseguiu libertar-se dessa atração: um lado de sua personalidade dividida quer levar os hobbits até Mordor em segurança, mas a outra pretende matá-los e apossar-se do Anel que lhe foi roubado.</p>
<p>Atravessando vários lugares, os hobbits são guiados até o Portão Negro de Mordor, mas este está fechado, e os hobbits, conduzidos por Gollum, seguem outro caminho.</p>
<p>Ao pararem para descansar e comer, Frodo e Sam testemunham uma batalha entre Homens de Gondor e os Haradrim, aliados de Sauron. Gollum desaparece e os hobbits são capturados por uma patrulha chefiada por Faramir, irmão de Boromir. Frodo e Sam são levados até um esconderijo situado atrás de uma cachoeira onde Sam inadvertidamente revela o objetivo da missão (a destruição do anel do poder).</p>
<p>Frodo repreende Sam e teme que Faramir seja como seu falecido irmão e queira tomar o anel para si. Entretanto, para sua surpresa, Faramir revela grande força de caráter e nobreza de coração, e os liberta para que possam cumprir sua tarefa.</p>
<p>Os hobbits reiniciam sua jornada para Mordor, com Gollum como seu guia, e decidem atravessar as montanhas através de Cirith Ungol, local de má fama, considerado maldito e perigoso. Este caminho os leva até uma escada talhada em um paredão de rocha, que termina num túnel. O plano de Gollum, que se rendeu ao mal, é guiá-los através desse túnel e lá dentro entregá-los a Laracna, uma aranha gigantesca, descendente da terrível Ungoliant. O esquema de Gollum funciona em parte: Frodo é picado por Laracna, mas Sam luta desesperadamente contra o terrível aracnídeo e acaba derrotando-o com um golpe de espada num ponto fraco de sua couraça.</p>
<p>Convicto da morte de Frodo, Sam decide assumir o fardo do anel e completar a missão de seu mestre. Nesse ínterim, uma patrulha de orcs se aproxima, e Sam volta para evitar que o cadáver de Frodo vire carniça de orcs. Sam ouve a conversa dos servos de Sauron e tem um choque ao saber que Frodo na verdade não estava morto, apenas inconsciente (Laracna preferia comer seu lanche vivo!). As Duas Torres termina com os orcs levando o adormecido Frodo para a Torre de Cirith Ungol e com o Hobbit Samwise Gamgee em desespero, que tem de escolher entre continuar a missão do Anel ou tentar salvar Frodo das garras dos orcs.</p>
<h2>O Retorno do Rei (O Regresso do Rei)</h2>
<p>Gandalf e Pippin entram na cidade de Minas Tirith, onde se encontram com Denethor, regente do reino de Gondor. Gandalf o avisa da guerra próxima, e o regente pede a ajuda de Rohan, mas revela seu rancor por Aragorn, que, sendo descendente direto do último rei, é o herdeiro legítimo do trono de Gondor. Merry, entretanto, permanece com os rohirrim, para servir ao rei Théoden, que reune todos os guerreiros aptos de seu reino e parte para a guerra em Minas Tirith. Junto com ele vão Aragorn, Legolas e Gimli.</p>
<p>Enquanto isso, Sam penetra na torre de Cirith Ungol, e resgata Frodo, que era mantido prisioneiro. Com muita sorte, ambos escapam dos muitos orcs, e adentram Mordor, uma imensa terra devastada, coberta de pó, cinza e fogo, cujo próprio ar é carregado de fumaça venenosa.</p>
<p>Após receberem uma mensagem de Elrond, Aragorn, Legolas e Gimli deixam o exército de Rohan e viajam então para as Sendas dos Mortos. Lá Aragorn convoca um exército de almas penadas/mortos-vivos (o livro não deixa muito claro) a cumprirem um antigo juramento de lealdade para com Isildur, o primeiro rei de Gondor e seu ancestral direto. Os mortos haviam jurado lutar ao lado de Gondor mas fugiram para as montanhas quando foram chamados à guerra. Isildur então os amaldiçoou a não terem paz, nem na vida nem na morte, até que sua promessa fosse cumprida.</p>
<p>Quando a guerra se abate sobre Gondor, o exército dos mortos, liderado por Aragorn, liberta um porto no grande rio Anduin, dominado pelos Haradrim (habitantes do sul da Terra-Média), o que permite o embarque de tropas aliadas que vão em auxílio de Minas Tirith, sitiada pelas Tropas de Sauron. Terminada a batalha dos Campos do Pelennor, que ainda não fora a batalha definitiva, os exércitos de Gondor e Rohan, marcham rumo ao Portão Negro de Mordor. O objetivo da arriscada manobra é atrair os exércitos remanescentes do Inimigo e esvaziar a Terra Negra, possibilitando a passagem de Frodo e Sam até a Montanha da Perdição, onde o Anel do Poder poderia ser destruído.</p>
<p>Tudo ocorre como previsto: os exércitos de Mordor caem na armadilha. Frodo e Sam conseguem passar, todavia antes de entrarem na Montanha da Perdição, encontram Gollum em seu caminho. Os hobbits se separam, Frodo adentra as Fendas da Perdição, uma câmara no vulcão que dá acesso à lava chamejante. Quando já está à beira do precipício, surpreendentemente, Frodo é dominado pelo Anel do Poder e o reivindica para si: "o anel é meu, não vou destruí-lo!". Nisso, Gollum intervém, ele e Frodo lutam ferozmente, até que Gollum arranca o anel das mãos de Frodo. Gollum escorrega e cai acidentalmente (ou não) na lava ardente, levando consigo o Um Anel, que é destruído, assim como Sauron, cujo espírito estava vinculado ao anel, e seus servos orcs, que dependiam de sua força e comando.</p>
<p>Aragorn então assume o trono de Gondor com o nome élfico Elessar, sendo coroado Rei por Gandalf, e se casa com a meia-elfa Arwen. Tem início assim a Quarta Era, a era do Domínio dos Homens. Os elfos remanescentes da Terra-Média decidem partir para Aman, morada dos deuses Valar.</p>
<p>Os quatro Hobbits então retornam para o Condado, tendo que enfrentar um último inimigo: Saruman que se apossou do Condado. Mas o mago acaba morto pelas mãos de Grima Língua-de-cobra, e a paz volta à terra dos hobbits.</p>
<p>O livro termina com a partida para as Terras Imortais (Aman) de Gandalf, Galadriel, Elrond assim como dos hobbits Frodo e seu tio Bilbo, que, embora mortais, conquistam o direito de viver o resto de seus dias junto aos Elfos e aos Valar, como reconhecimento de sua lealdade e sacrifício durante a Guerra contra Sauron e por terem sido portadores do Um Anel.</p>
<address>Estrutura da obra e pano de fundo da história e Detalhes do enredo foram retirados da <a title="Wikipédia (O Senhor dos Anéis)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Senhor_dos_Anéis" target="_blank">Wikipédia</a>.</address>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Painel temático "O trabalho &amp; as profissões"]]></title>
<link>http://coorcrebe.wordpress.com/?p=167</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 00:00:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>ANA SALEMA</dc:creator>
<guid>http://coorcrebe.wordpress.com/?p=167</guid>
<description><![CDATA[Ainda se lembram ? Neste painel, agora a cores, figura o Sr Costa, o mesmo do post anterior ao sil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda se lembram ? Neste painel, agora a cores, figura o Sr Costa, o mesmo do post anterior ao silêncio do  Becrelendo  -silêncio auto-imposto, mas audivelmente sofrido... A música que acompanha a apresentação denomina-se <span style="color:#ff0000;">worksong <span style="color:#000000;">-</span> </span><span style="color:#000000;">Cannon Ball e Coltrane Project - e está aí a celebrar o trabalho de equipa, claro, que no jazz, como na vida, na escola, e no trabalho deve ser bom trabalhar em equipa!</span></p>
<p>A BeCre deu o mote, o colega Ricardo Oliveira pegou no mote, supervisionou os trabalhos das quatro turmas do Profissional:10º G e H,11º F e G e o resultado foi este extraordinário painel, a partir do qual realizei esta apresentação!</p>
<p>Há um extra que recomendo: a palestra motivacional de Daniel Godri - porque , de facto, como Diderot dizia: " Até para fazer alfinetes o entusiasmo é indispensável."No fim, o <span style="color:#888888;"><em>Operário em construção</em></span> , de Vinicius de Morais, dito por Mário Viegas também se recomenda.</p>
<p>O que aqui fica registado é um daqueles raros momentos em que se conseguiu trabalhar em equipa.</p>
<p>[splashcast c SDNZ7378JC IWRU3951XC]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pictures, Livraria Cultura, Vestibular and Wimbledon]]></title>
<link>http://desopilar.wordpress.com/?p=130</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 23:04:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>carolpatricio</dc:creator>
<guid>http://desopilar.wordpress.com/?p=130</guid>
<description><![CDATA[So we took thousends of pictures today, but found out we have the wrong USB cable for my cousin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">So we took thousends of pictures today, but found out we have the wrong USB cable for my cousin's camera (I definitely need a new one - other than my cell phone!). No funny/turistical photos till she (my cousin/camera owner) goes back to Petrolina and send them by email... :/ <em>[note: what's the difference between 'picture' and 'photo'? Or there is no difference?!]<br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;">-----</p>
<p style="text-align:justify;">I went to <em>Livraria Cultura</em> today. I just love going there, the place smells like knowledge (?!), but I was so sad in the end because: <strong>a)</strong> I didn't buy any book from my booklist (my mom bought this thick and expensive drawing-tips book that the $$ was gone before we could say wai...t!) and <strong>b)</strong> I got into this crisis again about what I should do at <em>vestibular</em> (an horrible test that should be extint of the world - admission to college and stuff...).</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Painho</em> (dad) says I should do Computer Engineering, but I'm not that good in math or phisics. <em>Mainha</em> (mom) says I look like a Law student - I DON'T! Rebeca thinks I'm more to Publicity or Marketing... And I have no idea about what I should do!</p>
<p style="text-align:justify;">*<em>packs things and goes traveling around the world alone</em>*</p>
<p style="text-align:justify;">-----</p>
<p style="text-align:justify;">Nadal won Wimbledon! *<em>YAY!</em>* I'm so happy for him! But then, I'm really sad for Federer. They're my favourite players (after <a href="http://www.janko-tipsarevic.narod.ru/" target="_blank">Tipsi</a> - of course-  I still love you, <em>honey</em>!), like your children and you can't choose the one you love the most... Anyway, I couldn't watch the whole match because of the rain, I'm looking forwad to watch the highlights on youtube!</p>
<p style="text-align:justify;">needstostudybiology!</p>
<p style="text-align:justify;">-----</p>
<p style="text-align:justify;">[pt] Agora vai ser em inglês. 100%. Eu. Espero. [/pt]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[RODÍZIO LITERÁRIO]]></title>
<link>http://churrasconalaje.wordpress.com/?p=207</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 22:15:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Churrasqueiro Pereira</dc:creator>
<guid>http://churrasconalaje.wordpress.com/?p=207</guid>
<description><![CDATA[
THE HOT KID (Elmore Leonard)
Policial noir lançado em 2005, que acompanha a caçada (e vice-versa)]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.elmoreleonard.com/images/uploads/075288073X.01.LZZZZZZZ.jpg" alt="" width="224" height="345" /><br />
<strong>THE HOT KID (Elmore Leonard)</strong><br />
Policial noir lançado em 2005, que acompanha a caçada (e vice-versa) de um policial <em>badass</em> chamado Carl Webster ao porra-louca psicopata Jack Belmont, filho de um poderoso do petróleo que se rebelou contra tudo e todos. Tiroteios de tirar o fôlego, códigos de honra e vagabundas sedutoras num texto cheio de humor e estilo passado na Grande Depressão.<br />
<img class="alignnone" src="http://i169.photobucket.com/albums/u210/andrezp/churrasconalaje/espeto4.jpg" alt="" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://ec1.images-amazon.com/images/I/517KK8M0Q8L.jpg" alt="" width="212" height="328" /><br />
<strong>DIÁRIO (Chuck Palahniuk)</strong><br />
Romance de 2003, narrado na primeira pessoa. A protagonista/narradora é Misty, uma pobre coitada que decide escrever um diário acompanhando o coma do marido Peter, que tentou o suicídio sem sucesso, ficando em estado vegetativo. Vivendo com a filha dominada pela sogra manipuladora, Misty narra seus dias com doses pesadas de sarcasmo e melancolia. Ela e o leitor vão descobrindo que o coma do marido é apenas o prelúdio de uma descida ao inferno, envolvido numa conspiração a la Bebê de Rosemary. Prosa de Palahniuk em sua melhor forma: cheia de humor negro, escatologia, personagens bizarros e viradas inesperadas.<br />
<img class="alignnone" src="http://i169.photobucket.com/albums/u210/andrezp/churrasconalaje/espeto4.jpg" alt="" /></p>
<p><img class="alignnone" src="http://thefaust.files.wordpress.com/2007/12/bignowhere.jpg" alt="" width="260" height="405" /><br />
<strong>O GRANDE DESERTO (James Ellroy)</strong><br />
Virada de ano de 49 para 50: é encontrado o corpo de um homem numa vala. Suas costas estão todas mutiladas, suas vísceras expostas (com sinais de mordida de um animal grande ao redor), seus olhos foram arrancados e há KY Gel nas órbitas (sim, o assassino fez isso que você está pensando). Um detetive idealista chamado Danny Upshaw fica obcecado no crime e passa a perseguir o serial killer. Ao mesmo tempo, um júri contra a presença comunista em Hollywood (no meio do Macartismo) é formado por Upshaw, um ex-policial corrupto chamado Buzz Meeks (hoje cafetão de Howard Hughes) e o tenente do LAPD Mal Considine, que luta pela guarda do filho. O Grande Deserto faz parte do "Quarteto de L.A." de Ellroy, dando sequência a Dália Negra e antecipando L.A. Confidential e Jazz Branco. Há a presença de Dudley Smith, o demônio em pessoa da polícia de L.A., que teria papel ainda mais important em L.A. Confidential (quem viu o filme vai se lembrar de James Cromwell no papel dele) e, em termos literários, mostra Ellroy começando a sair do estilo mais tradicional de sua narrativa anterior (que culminaria no radicalismo de Jazz Branco). São 500 e poucas páginas de conspirações, reviravoltas, violência extrema, perversão e perversidade. Um livro extremamente vivo e pulsante do melhor escritor policial de todos os tempos.<br />
<img class="alignnone" src="http://i169.photobucket.com/albums/u210/andrezp/churrasconalaje/espeto5.jpg" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[a short history]]></title>
<link>http://macaumicau.wordpress.com/?p=206</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 21:44:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>macaumicau</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uma amiga vai-se casar brevemente e fomos convidados. A saga do vestido dura desde Abril, e hoje par]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Uma amiga vai-se casar brevemente e fomos convidados. A saga do vestido dura desde Abril, e hoje parece ter terminado. Comprei um vestido. Em Portugal as pessoas vao tao formais aos casamentos que estou ainda na duvida se devo levar o vestido. Amsterdao nao tem nada de jeito para o genero: coisas giras para cima dos €400 ou entao mais barato, mas bom para levar para a praia. Um desabafo de um problema <em>light</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">E para completar o inicio da <em>silly season </em>comprei mais um livro para ler nas ferias (que vai competir seriamente com o meu livro de neerlandes). Chama-se<a href="A Short History of Tractors in Ukrainian" target="_blank"> A Short History of Tractors in Ukrainian</a> e promete ser engracado e leve.</p>
<p style="text-align:justify;">E ja agora o site da <a href="http://www.putumayo.com/" target="_blank">Putumayo</a>. As ilustracoes das capas dos cd's sao <em>naif </em>e deliciosas!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pedinte descarada]]></title>
<link>http://azafama.wordpress.com/?p=26</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 21:17:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana</dc:creator>
<guid>http://azafama.wordpress.com/?p=26</guid>
<description><![CDATA[Meu aniversário está chegando (26 de julho, há) e eis a wishlist:
Jogos:

WALL-E (PC ou PS2)


 A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Meu aniversário está chegando (26 de julho, há) e eis a wishlist:</p>
<p><strong>Jogos:</strong></p>
<ul>
<li>WALL-E (PC ou PS2)</li>
</ul>
<ul>
<li> Aquele Rayman dos coelhos desdentados (PC)</li>
</ul>
<p><strong>Livros:</strong></p>
<ul>
<li>Persuasão, de Jane Austen</li>
</ul>
<ul>
<li>Reparação, de Ian McEwan (o filme é tristíssimo, mas eu amei)</li>
</ul>
<p><strong>Filmes:</strong></p>
<ul>
<li>WALL-E</li>
</ul>
<p><strong>Brinquedos:</strong></p>
<ul>
<li>Boneco do WALL-E (Qualquer obsessão é mera coincidência)</li>
</ul>
<p><strong>Carros:</strong></p>
<ul>
<li>Qualquer um, já que eu só posso tirar carteira nas férias de verão, ou seja, depois do vestibular</li>
</ul>
<p><strong>Calçados:</strong></p>
<ul>
<li>Um par de botas marrom sem salto</li>
</ul>
<p>Qualquer um desses itens será bem-vindo aqui no meu cafofo. Ouviu, pai? Paiê!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Excelentes MAteriais  gratuitos para ajuda na suprema tarefa deixada por Cristo, a de Evangelizar]]></title>
<link>http://pregar.wordpress.com/?p=508</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 21:12:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>pregar</dc:creator>
<guid>http://pregar.wordpress.com/?p=508</guid>
<description><![CDATA[Nesta sessão você encontrará diveros materiais de apoio (apostilas e estudos) que lhe ajudarão n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sessão você encontrará diveros materiais de apoio (apostilas e estudos) que lhe ajudarão nesta suprema tarefa deixada por Cristo, a de Evangelizar.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="5%" align="center" valign="top"> </td>
<td class="cinzaEscuro" width="95%"><span class="azulEscuroNegrito"><a class="azulEscuroNegrito" href="http://pregar.wordpress.com/wp-admin/estudos/a_comunicacao_do_evangelho_no_meio_academico.pdf">A Comunicação do Evangelho no Meio Acadêmico</a></span><br />
1ª Jornada de Capacitação para Estudantes Cristãos<br />
IBAD, Pindamonhangaba-SP - Janeiro de 2002</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="5%" align="center" valign="top"> </td>
<td class="cinzaEscuro" width="95%"><span class="azulEscuroNegrito"><a class="azulEscuroNegrito" href="http://pregar.wordpress.com/wp-admin/estudos/enfrentando_desafios_e_buscando_solucoes.pdf">Enfrentando Desafios e Buscando Soluções</a></span><br />
Seminário Interativo de Evangelização - 2006</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="5%" align="center" valign="top"> </td>
<td class="cinzaEscuro" width="95%"><span class="azulEscuroNegrito"><a class="azulEscuroNegrito" href="http://pregar.wordpress.com/wp-admin/estudos/discipulado_em_pesquenos_grupos.pdf">Evangelismo Através de Discipulado em Pequenos Grupos</a></span><br />
Por John F. Koeshall<br />
Students for Christ</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="5%" align="center" valign="top"> </td>
<td class="cinzaEscuro" width="95%"><span class="azulEscuroNegrito"><a class="azulEscuroNegrito" href="http://pregar.wordpress.com/wp-admin/estudos/jovem_cristao_cabeca_feita.pdf">Jovem Cristão Cabeça Feita</a></span><br />
enfocando a formação da identidade cristã no discípulo a partir do seu relacionamento com Deus (Este estudo foi adaptado. com pequenas modificações, do livro Manual e Evangelismo do Pr. Valdir Bícego e Pr. Bernhard Johnson)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="5%" align="center" valign="top"> </td>
<td class="cinzaEscuro" width="95%"><span class="azulEscuroNegrito"><a class="azulEscuroNegrito" href="http://pregar.wordpress.com/wp-admin/estudos/lideranca_-_descoberta_e_formacao.pdf">Liderança - Descoberta e Formação</a></span><br />
A Cosmovisão Cristã no limiar de um Novo Milénio</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="5%" align="center" valign="top"> </td>
<td class="cinzaEscuro" width="95%"><span class="azulEscuroNegrito"><a class="azulEscuroNegrito" href="http://pregar.wordpress.com/wp-admin/estudos/o_cristao_e_a_universidade.pdf">O Cristão e a Universidade</a></span><br />
A universidade tem sido lugar de desafio para muitos que, não sabendo ali entrar como verdadeiros cristãos, saem de lá derrotados em sua vida espiritual. Contudo, com base na Palavra de Deus, no exemplo de muitos homens e mulheres crentes em Jesus, e em nossa própria experiência, cremos que é possível viver na universidade sem perder a identidade cristã.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="5%" align="center" valign="top"> </td>
<td class="cinzaEscuro" width="95%"><span class="azulEscuroNegrito"><a class="azulEscuroNegrito" href="http://pregar.wordpress.com/wp-admin/estudos/planejameno_e_vida_crista.pdf">Planejameno e Vida Cristã</a></span><br />
1ª Jornada de Capacitação para Estudantes Cristãos<br />
IBAD, Pindamonhangaba-SP - Janeiro de 2002</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="5%" align="center" valign="top"> </td>
<td class="cinzaEscuro" width="95%"><a class="azulEscuroNegrito" href="http://pregar.wordpress.com/wp-admin/?pg=ver_estudo&#38;id=1">A Igreja e a Universidade</a><br />
Por Pr. Túlio Barros Ferreira (in memorian)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="5%" align="center" valign="top"> </td>
<td class="cinzaEscuro" width="95%"><a class="azulEscuroNegrito" href="http://pregar.wordpress.com/wp-admin/?pg=ver_estudo&#38;id=2">Evangelismo, Vida Acadêmica Família e Trabalho. Como harmonizar sem detrimento</a><br />
Por Pr. Elinaldo Renovato de Lima</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="5%" align="center" valign="top"> </td>
<td class="cinzaEscuro" width="95%"><a class="azulEscuroNegrito" href="http://pregar.wordpress.com/wp-admin/?pg=ver_estudo&#38;id=5">Introdução à Filosofia</a><br />
Por Norman L. Geisler E Paul D. Feinberg</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="5%" align="center" valign="top"> </td>
<td class="cinzaEscuro" width="95%"><a class="azulEscuroNegrito" href="http://pregar.wordpress.com/wp-admin/?pg=ver_estudo&#38;id=103">COMO COMEÇAR UM MINISTÉRIO CRISTÃO UNIVERSITÁRIO</a><br />
Por Jossy - Organizador</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.pesformosos.org">http://www.pesformosos.org</a></p>
<p> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tudo o que eu considero indispensável]]></title>
<link>http://pecademissaoevatrabalhar.wordpress.com/?p=477</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 20:47:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo Tavares</dc:creator>
<guid>http://pecademissaoevatrabalhar.wordpress.com/?p=477</guid>
<description><![CDATA[TUDO o que dá certo pra mim e tudo o que eu considero indispensável funciona à partir de PESSOAS,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3><strong><span style="color:#ff0000;">TUDO </span>o que dá certo pra mim e tudo o que eu considero indispensável funciona à partir de </strong>PESSOAS, LIVROS e EXPERIÊNCIAS</h3>
<p style="text-align:justify;"><strong>A minha receita diz que você deve:</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Selecionar as <span style="color:#0000ff;">MELHORES PESSOAS</span> pra conviver com você. Seja amigo das empreendoras, das que acreditam no valor do trabalho honesto e bem feito e em que se é possível sempre aprender algo. Almoce com elas, beba com elas, ligue depois do expediente, troque emails, tire dúvidas e nunca as perca de vista. </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Ler somente os melhores <span style="color:#0000ff;">LIVROS.</span></strong><strong><span style="color:#0000ff;"> <span style="color:#000000;">Sempre que você ouvir que um livro fez muita diferença na vida de alguém procure conhecer o livro. LER é a forma mais revolucionária de mudar as suas opiniões, construir idéias novas e ampliar a sua visão de mundo.</span></span> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Viver <span style="color:#0000ff;">EXPERIÊNCIAS NOVAS</span>. Não se furte de conhecer gente diferente, comidas diferentes,  hábitos, pensamentos novos ou cidades diferentes...  leia revistas que você nunca leu, vá andar a pé pra conversar com gente que você nunca viu antes, frequente festas de gente diferente ou lugares que você nem sabia que existiam  na sua cidade.<br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p><strong>PESSOAS! LIVROS! EXPERIÊNCIA! São os mandamentos que eu sigo pra <span style="color:#ff0000;">TUDO </span>dar certo.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<h2><span style="color:#ff0000;"><strong>DO IT GUY!</strong></span></h2>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[III Feira do Livro da Maia]]></title>
<link>http://programadefestas.wordpress.com/?p=1457</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 20:44:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>profestas</dc:creator>
<guid>http://programadefestas.wordpress.com/?p=1457</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3006/2643623142_866a6f2d9f_o.jpg" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em nome de Deus - livro]]></title>
<link>http://nihilsubsolenovum.wordpress.com/?p=58</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 20:07:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andrea</dc:creator>
<guid>http://nihilsubsolenovum.wordpress.com/?p=58</guid>
<description><![CDATA[Abaixo, o prefácio do livro &#8220;Em nome de Deus&#8221;, de David Yallop. Leitura recomendada.
O ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Abaixo, o prefácio do livro "Em nome de Deus", de David Yallop. Leitura recomendada.</p>
<p>O livro pode ser lido na íntegra, no seguinte link:</p>
<p><a href="http://www.geocities.com/emnomededeus/prologo.htm" target="_blank">http://www.geocities.com/emnomededeus/prologo.htm</a></p>
<p><strong>Em nome de Deus - David Yallop</strong></p>
<p><strong>Prólogo</strong></p>
<p>O líder espiritual de quase um quinto da população mundial manipula um imenso poder. Mas qualquer observador desinformado de Albino Luciani, no início de seu pontificado como Papa João Paulo 1, acharia difícil acreditar que aquele homem realmente encarnava tanto poder. A timidez e humildade emanando daquele pequeno e quieto italiano de 65 anos levaram muitos a concluir que o seu papado não seria particularmente notável. Os bem-informados, no entanto, sabiam que não era bem assim: Albino Luciani iniciara uma revolução.</p>
<p>A 28 de setembro de 1978 ele era Papa há 33 dias. Em pouco mais de um mês, lançara-se por diversos cursos de ação que, se prosseguidos, teriam um efeito direto e dinâmico sobre todos nós. A maioria aplaudiria suas decisões, uns poucos ficariam assustados. O homem que fora rapidamente chamado de "O Papa Sorriso" tencionava remover os sorrisos de diversos rostos no dia seguinte.</p>
<p>Naquela noite, Albino sentou para comer na sala de jantar no terceiro andar do Palácio Apostólico, na Cidade do Vaticano. Tinha a companhia de seus dois secretários, Padre Diego Lorenzi, que trabalhara como ele em Veneza por mais de dois anos, quando Luciani, como cardeal, ali fora Patriarca, e Padre John Magee, que assumira o posto recentemente, depois da eleição papal. Enquanto as freiras que trabalhavam nos aposentos papais pairavam ansiosamente pelas proximidades, Albino Luciani comeu uma refeição frugal, de sopa, vitela, vagens frescas e um pouco de salada. Bebia ocasionalmente um gole de água e pensava nos acontecimentos do dia e nas decisões que tomara. Não queria a posição. Não procurara nem solicitara votos para ser o novo Papa. Agora, como Chefe de Estado, tinha de assumir as terríveis responsabilidades.</p>
<p>Enquanto as Irmãs Vincenza, Assunta, Clorinda e Gabrietta serviam silenciosamente os três homens, que assistiam ao noticiário pela televisão sobre os acontecimentos que preocupavam a Itália naquela noite, outros homens, em outros lugares, preocupavam-se profundamente com as atividades de Albino Luciani.</p>
<p>As luzes ainda se achavam acesas um andar abaixo dos aposentos papais, no Banco do Vaticano. Seu diretor, o Bispo Paul Marcinkus, estava absorvido por problemas mais prementes que o seu Jantar. Nascido em Chicago, Marcinkus aprendera tudo sobre a sobrevivência nas ruas de Cicero, em Illinois. Durante a sua meteórica ascensão à posição de "Banqueiro de Deus", sobrevivera a muitos momentos de crise. Confrontava-se agora com a crise mais séria que já lhe surgira. Nos últimos 33 dias, seus colegas no banco haviam notado uma mudança intensa no homem que controlava os milhões do Vaticano. O extrovertido americano de 1,90m de altura, 100 quilos de peso, tornara-se soturno e introspectivo. Estava visivelmente emagrecendo e seu rosto adquirira uma palidez extrema. Sob muitos aspectos, a Cidade do Vaticano é uma aldeia... e é muito difícil se guardar segredos numa aldeia. Marcinkus tomara conhecimento dos rumores de que o novo Papa iniciara discretamente uma investigação pessoal do Banco do Vaticano e especificamente dos métodos usados pelo bispo americano em sua condução. Por muitas vezes, desde o advento do novo Papa, Marcinkus lamentara o negócio em 1972 com o Banca Cattolica del Veneto.</p>
<p>O Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Jean Villot, era outro que ainda se achava em seu gabinete de trabalho naquela noite de setembro. Estudava a lista de nomeações, renúncias a serem pedidas e transferências, que o Papa lhe entregara uma hora antes. Villot aconselhara, argumentara e protestara, mas tudo em vão. Luciani se mostrara intransigente.</p>
<p>Era uma reformulação dramática, por quaisquer padrões. Lançaria a Igreja por novos rumos, que Villot e os outros na lista, prestes a ser substituídos, consideravam altamente perigosos. Quando aquelas mudanças fossem anunciadas, haveria a respeito milhões de palavras escritas e pronunciadas nos meios de comunicação do mundo inteiro, analisando, dissecando, profetizando, explicando. A verdadeira explicação, no entanto, não seria discutida, jamais seria oferecida ao conhecimento público. Havia um denominador comum, um fato que ligava todos os homens que estavam em vias de ser substituídos, Villot sabia disso. E o que era mais importante, o Papa também sabia. Fora um dos fatores que o levaram a agir, a necessidade de despojar aqueles homens de poder concreto e colocá-los em posições relativamente inofensivas. Era a Maçonaria.</p>
<p>Mas não era a Maçonaria convencional que preocupava o Papa, embora a filiação a essa sociedade fosse considerada pela Igreja motivo para excomunhão automática. Sua preocupação maior era com a loja maçônica ilegal que se expandiria além das fronteiras da Itália em sua busca de dinheiro e poder, denominando-se P2. O fato de ter penetrado no Vaticano e estabelecido vínculos com padres, bispos e até mesmo cardeais fez da P2 um anátema para Albino Luciani.</p>
<p>Villot já começara a ficar profundamente preocupado com aquele novo papado antes mesmo daquela última bomba. Era um dos poucos que tinha conhecimento do diálogo ocorrendo entre o Papa e o Departamento de Estado, em Washington. Sabia que, a 23 de outubro, o Vaticano receberia uma delegação do Congresso americano. No dia seguinte, essa delegação teria uma audiência particular com o Papa. O assunto seria o controle da natalidade.</p>
<p>Villot estudara cuidadosamente o dossiê do Vaticano sobre Albino Luciani. Também lera o memorando secreto que Luciani, então Bispo de Vittorio Veneto, enviara a Paulo VI, antes da encíclica Humanae Vitae, que proibira aos católicos todas as formas artificiais de controle da natalidade. Suas próprias discussões com Luciani não deixavam margem a qualquer dúvida sobre a posição do novo Papa na questão. Villot também não tinha qualquer dúvida sobre o que Luciani tencionava fazer. Haveria uma mudança de posição que alguns classificariam de traição a Paulo VI, enquanto muitos aclamariam como a maior contribuição da Igreja ao século XX.</p>
<p>Em Buenos Aires, outro banqueiro estava pensando em João Paulo I naquele final de setembro. Nas semanas anteriores, discutira os assuntos propostos pelo novo Papa com seus protetores, Licio Gelli e Umberto Ortolani, dois homens que podiam incluir, entre suas muitas atividades, o completo controle sobre Roberto Calvi, Presidente do Banco Ambrosiano. Calvi já estava sobrecarregado de problemas, antes mesmo da eleição papal que colocou Albino Luciani no trono de São Pedro. O Banco da Itália investigava secretamente o banco de Calvi em Milão desde abril. Era uma investigação impelida por uma misteriosa campanha contra Calvi, que começara ao final de 1977. Os cartazes forneciam informações sobre algumas das atividades criminosas de Calvi e sugeriam outras tantas.</p>
<p>Calvi conhecia exatamente o progresso da investigação do Banco da Itália. Sua amizade Intima com Licio Gelli lhe garantia um relato diário. Estava igualmente a par da investigação papal no Banco do Vaticano. Como Marcinkus, sabia que era apenas uma questão de tempo antes que as duas investigações independentes compreendessem que sondar um daqueles impérios financeiros era sondar a ambos. Estava fazendo tudo, na extensão do seu poder considerável, para frustrar a investigação do Banco da Itália e proteger o seu império financeiro, do qual se achava no processo de roubar mais de um bilhão de dólares.</p>
<p>Uma análise cuidadosa da situação de Roberto Calvi em setembro de 1978 deixa absolutamente claro que, se o Papa Paulo VI fosse sucedido por um homem honesto, o banqueiro sofreria a ruína total, o colapso de seu império financeiro e certamente a prisão. E não havia a menor dúvida de que Albino Luciani era um homem assim.</p>
<p>Em Nova York, o banqueiro siciliano Michele Sindona também acompanhava ansiosamente as atividades do Papa João Paulo 1. Havia mais de três anos que Sindona lutava contra as tentativas do governo italiano de extraditá-lo. Queriam que ele fosse levado a Milão para enfrentar a acusação de desvio fraudulento de 225 milhões de dólares. Em maio daquele ano, parecia que Sindona finalmente perdera a longa batalha. Um juiz federal americano decidira que o pedido de extradição deveria ser atendido.</p>
<p>Sindona permanecera em liberdade, sob uma fiança de três milhões de dólares, enquanto seus advogados se preparavam para uma última cartada. Exigiram que o governo dos Estados Unidos provasse que havia motivos concretos para justificar a extradição. Sindona assegurava que as acusações levantadas contra ele pelo governo italiano eram obra de comunistas e outros políticos de extrema esquerda. Seus advogados também afirmavam que o promotor de Milão escondera provas da inocência de Sindona e que seu cliente quase que certamente seria assassinado ou recambiado à Itália. A audiência estava marcada para novembro.</p>
<p>Naquele verão, em Nova York, havia outras pessoas igualmente ativas por conta de Michele Sindona. Um membro da Máfia, Luigi Ronsisvaíle, um assassino profissional, ameaçava de morte a testemunha Nicola Biase, que anteriormente prestara depoimento contra Sindona no processo de extradição. A Máfia também expedira um contrato contra a vida de John Kenney, assistente de promotor federal, que atuava no processo. O preço que se oferecia pela morte do promotor era de 100 mil dólares.</p>
<p>Se o Papa João Paulo I continuasse a investigar os negócios do Banco do Vaticano, então não adiantariam todos os contratos da Máfia para evitar que Sindona fosse extraditado de volta à Itália. A teia de corrupção no Banco do Vaticano, que incluía a legalização do dinheiro da Máfia por seu intermédio, ia muito além de Calvi, estendendo-se até Michele Sindona.</p>
<p>Em Chicago, outro Príncipe da Igreja Católica preocupava-se e irritava-se com os acontecimentos na Cidade do Vaticano. Era o Cardeal John Cody, chefe da arquidiocese mais rica do mundo. Cody reinava sobre dois e meio milhões de católicos e quase três mil sacerdotes, sobre 450 paróquias e uma receita anual que ele se recusava a revelar em sua totalidade a quem quer que fosse. Estava na verdade acima dos 250 milhões de dólares. O sigilo fiscal era um dos problemas que atormentavam Cody. Ele já dominava Chicago há 13 anos em 1978.</p>
<p>Durante esse período, os pedidos para sua substituição haviam alcançado proporções extraordinárias. Padres, freiras, trabalhadores leigos e pessoas de muitas profissões seculares solicitaram a Roma, aos milhares, o afastamento de um homem que consideravam um déspota.</p>
<p>O Papa Paulo se angustiara por anos com a perspectiva de remoção de Cody. Pelo menos em uma ocasião reuniu coragem suficiente e tomou a decisão, só para revogar a ordem no último momento. A personalidade complexa e torturada de Paulo era apenas parte do motivo para a vacilação. Paulo sabia que havia outras alegações contra Cody, secretas, com provas substanciais, que indicavam a necessidade urgente de substituir o Cardeal de Chicago.<br />
Ao final de setembro, Cody recebeu um telefonema de Roma. A aldeia que era a Cidade do Vaticano deixara transpirar outra informação — e o Cardeal Cody sempre pagara muito bem por informações importantes, ao longo dos anos. O interlocutor avisou-o de que, onde o Papa Paulo se angustiara na indecisão, seu sucessor João Paulo agira. O Papa decidira que o Cardeal Cody seria substituído.</p>
<p>Mais de três desses homens pelo menos se ocultavam na sombra de outro, Licio GeIli. Chamavam-no "11 Burattinaio" — o titereiro. Os títeres eram muitos e se espalhavam por vários países. Controlava a P2 e, através dela, a Itália. Em Buenos Aires, a cidade onde discutira com Calvi o novo Papa, o titereiro organizou a triunfante volta do General Perón ao poder — um fato que Perón subseqúentemente reconheceu ao ajoelhar-se aos pés de Gelli. Se Marcinkus, Sindona ou Calvi estavam ameaçados pelos vários cursos de ação planejados por Albino Luciani, era de interesse para Licio Gelli que tais ameaças fossem removidas.</p>
<p>É mais do que evidente que, a 28 de setembro de 1978, todos esses homens, Cody, Marcinkus, Villot, Calvi, Sindona e Gelli tinham muito a temer se o papado de João Paulo 1 continuasse. E igualmente evidente que todos eles teriam muito a ganhar, por diversas maneiras, se o Papa João Paulo 1 morresse subitamente.</p>
<p>Foi o que aconteceu, em algum momento entre o final da noite de 28 de setembro de 1978 e o início da madrugada de 29 de setembro de 1978, 33 dias depois de sua eleição, Albino Luciani morreu.</p>
<p>Hora da morte: desconhecida. Causa da morte: desconhecida.</p>
<p>Estou convencido de que os fatos totais e as circunstâncias completas descritas nas páginas subsequentes contêm a chave para a verdade sobre a morte de Albino Luciani. Estou igualmente convencido de que um desses seis homens já iniciara, no começo da noite de 28 de setembro de 1978, um curso de ação para resolver os problemas apresentados pelo pontificado de Albino Luciani. Um desses homens se encontrava por trás de uma conspiração que aplicou a Solução Italiana.</p>
<p>Albino Luciani fora eleito Papa a 26 de agosto de 1978. Pouco depois do Conclave, o cardeal inglês, Basil Hume disse: — A decisão foi inesperada. Mas depois que aconteceu, parecia total e inteiramente certa. O sentimento de que ele era justamente o que desejávamos foi tão generalizado que compreendemos que ele era, inegavelmente, o candidato de Deus.</p>
<p>Trinta e três dias depois o candidato de Deus morreu.</p>
<p>O que se segue é o resultado de três anos de investigações contínuas e intensivas sobre essa morte. Desenvolvi diversas regras para uma investigação dessa natureza. Regra Um: Começar pelo início. Verificar a natureza e personalidade do morto. Que tipo de homem era Albino Luciani?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zoomii]]></title>
<link>http://rccomp.wordpress.com/?p=10</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 18:43:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>rccomp</dc:creator>
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<description><![CDATA[Encontrar livro na internet é sempre complicado, principalmente quando você não sabe exatamente o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrar livro na internet é sempre complicado, principalmente quando você não sabe exatamente o que quer. São vários sites que levam a outros e a outros e você acaba desistindo porque acaba se cansando de tanto vai e vem. Pois bem, hoje, escutando um podcast do papoTech, o pessoal mensionou um site que é uma livraria virtual chamada Zoomii. Isso mesmo, possui prateleiras, todos os livros separados por categorias e você pode ir navegando entre as prateleiras clicando e arrastando o mouse. O pessoal que criou o site escaneou as capas dos livros e colocaram nas prateleiras, assim você pode navegar entre elas visualizando os livros. Quando achar algum livro interessante, você pode clicar na capa que irá enquadrar os detalhes do livro. Nesta tela possui um link que direciona para o livro no site da amazon.com. Vale a pena conferir<strong> <span style="color:#3366ff;"><a href="http://zoomii.com"><span style="color:#008080;">aqui</span></a></span></strong>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trecho do Livro: Dinheiro - Os Segredos de Quem Tem | Gustavo Cerbasi]]></title>
<link>http://tigredefogo.wordpress.com/?p=1193</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 17:53:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>tigredefogo</dc:creator>
<guid>http://tigredefogo.wordpress.com/?p=1193</guid>
<description><![CDATA[Trecho do Livro: Dinheiro - Os Segredos de Quem Tem | Gustavo Cerbasi
Gustavo Cerbasi é mestre em A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Trecho do Livro: Dinheiro - Os Segredos de Quem Tem &#124; Gustavo Cerbasi</strong></p>
<p>Gustavo Cerbasi é mestre em Administração pela Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (USP/FEA) e graduado em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Possui especializações em Finanças pela Stern School of Business (New York University/NYU) e pela Fundação Instituto de Administração (FIA).</p>
<p><img src="http://images.americanas.com.br/produtos/item/781/7/781742g.gif" alt="Livros Dinheiro Os Segredos de Quem Tem Gustavo Cerbasi Books" hspace="20" vspace="1" align="left" />Livro: <strong>Dinheiro - Os Segredos de Quem Tem</strong><br />
<a title="Dinheiro Os Segredos de Quem Tem" href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&#38;ProdTypeId=1&#38;ProdId=192401&#38;franq=249087">Brasil</a> &#124; <a rel="nofollow" href="http://www.amazon.com/gp/search?ie=UTF8&#38;keywords=Gustavo%20Cerbasi&#38;tag=tigdefog-20&#38;index=blended&#38;linkCode=ur2&#38;camp=1789&#38;creative=9325">World</a></p>
<p><strong>Você está tranqüilo em relação ao futuro?</strong> Se estivesse, poderia considerar-se uma agulha em meio a um imenso palheiro, tão felizardo quanto um ganhador de loteria. Você seria uma rara exceção. Mas tenho certeza de que não está, caso contrário não leria este livro.</p>
<p>Sou palestrante, professor e consultor de finanças. Convivo diariamente com pessoas que buscam solução para seus problemas financeiros. Conheci muita gente humilde, que vive com muito pouco dinheiro, mas não tem a menor esperança de algum dia possuir “algo mais” na vida. Convivo também com gerentes de empresas, estudantes de boas instituições de ensino. Muitos até se consideram experts em finanças, mas a maioria nem sequer tem expectativa de aonde quer chegar.</p>
<p>Este livro surgiu da dor, como profissional da área, de ver tanta gente perder rios de dinheiro sem se dar conta - acredite, você faz isso! -, de ver tanta gente sofrer na terceira idade por ter passado a vida toda contribuindo para uma Previdência que hoje não paga seu alimento. Não se pode confiar exclusivamente na Previdência. Na década de 1960, cerca de trinta trabalhadores contribuíam para a Previdência Social para cada aposentado; hoje praticamente cada trabalhador sustenta um aposentado. E a razão disso não é o fato de menos trabalhadores contribuírem, e sim mais aposentados viverem por mais tempo.</p>
<p>Como será no futuro? Certamente, não poderemos confiar nossa sorte à proteção do governo: temos de garantir sozinhos nossa sobrevivência com dignidade e conforto. Não será também a empresa para a qual trabalhamos que vai garantir nosso futuro. Muitos executivos de sucesso têm grande parte de seu padrão de vida mantida pela empresa para a qual trabalham. Ganham bons salários, mas são incentivados, a título de status, a manter um nível de gastos elevado, que muitas vezes compromete grande parte desses salários. Seu bom carro, sua boa casa, seu título de um bom clube, seus hobbies e muitos outros mimos são bancados pela empresa. Mas esses executivos perceberão que ninguém dura para sempre em um time e se verão obrigados a deixar seu posto. Com sua saída da empresa irão também seu carro, sua casa e tudo o mais. Como explicar à família que o padrão de vida agora será outro? E os amigos? E então toda a poupança formada com as sobras do salário executivo será utilizada na manutenção do elevado padrão de vida de outrora, consumindo-se completamente em pouco tempo. Tais executivos de sucesso provavelmente terão a vida encurtada por problemas emocionais à medida que perceberem o esgotamento de seu patrimônio. Em que momento da vida ou de seus planos eles erraram?</p>
<p>Ao longo deste livro, você perceberá que pessoas que enfrentam esse tipo de problema erraram na atitude em relação ao dinheiro. Seus planos de poupança visavam algo nebuloso, talvez uma poupança cuja única importância era tornar-se cada vez maior. Se o dinheiro sobrava, havia então uma poupança. Caso contrário, esperava-se o mês seguinte com certa expectativa de que alguma coisa sobrasse.</p>
<p>Tenho muito orgulho de ser brasileiro, gosto muito de nossa terra, nossos hábitos de vida e de lazer. Sou daqueles que falam de sua origem de boca cheia quando vou ao exterior. Mas sou obrigado a reconhecer que algumas heranças latinas de nossas características culturais são extremamente negativas para nossa sobrevivência. Uma delas é o imediatismo. Dificilmente pensamos no futuro quando tomamos nossas decisões. E há grande contradição nessa forma de pensar, pois nós, brasileiros, vivemos continuamente a sensação de insegurança. Insegurança quanto ao emprego, quanto ao valor de nosso aluguel, quanto à alíquota de impostos que pagamos, quanto aos investimentos que fazemos...</p>
<p>Mesmo assim, temos uma cultura extremamente imediatista, focamos apenas o presente para tomar nossas decisões. A construção de sua riqueza requer não somente alguns procedimentos aqui apresentados mas também uma mudança de postura. Não adianta se arriscar a aplicar as ferramentas apresentadas nos próximos capítulos se não houver mudança de atitude. Trace um plano. Determine aonde você quer chegar ou o padrão de vida que deseja ter. Mude alguns maus hábitos. Fazendo isso, estará pronto para crescer financeiramente. Este livro foi escrito para um público seleto, independentemente da renda de cada um. Foi escrito para pessoas que se convenceram de que podem mudar seu futuro para melhor com o próprio esforço. Se você já errou muito, perdeu muito dinheiro na vida, perdeu muitos anos de salário sem saber como construir a riqueza fico contente de que esteja lendo este livro. Sempre há tempo de retomar um plano de vida, afinal a medicina pode nos levar longe! Se você nem sequer entrou na faculdade e já está preocupado com seu futuro, melhor ainda, porque não houve tempo de cometer muitos erros, e sua riqueza virá para você desfrutar com muita tranqüilidade a maior parte de sua vida. Quanto mais cedo seu plano de riqueza começar, mais cedo você alcançará seus objetivos e mais tempo terá para colher seus frutos. Sua aposentadoria poderá ocorrer muito antes de você atingir o auge de sua capacidade intelectual, o que lhe dará a oportunidade de fazer planos mais ambiciosos para o futuro.</p>
<p>Espero que este livro não seja simplesmente mais um dentre vários manuais de práticas financeiras para determinado momento de nossa economia. Espero que sirva de guia de uma verdadeira transformação de sua postura na prosperidade. Tenha-o sempre ao seu alcance na prateleira: alguns conceitos aqui apresentados voltarão a lhe ser úteis dentro de algum tempo.</p>
<p>-----<br />
<em>+ Veja também:</em></p>
<ul>
<li><a rel="nofollow" href="http://tigredefogo.wordpress.com/about/livros-mais-vendidos-lista-dos-livros-mais-vendidos-no-brasil/">Lista atualizada dos livros mais vendidos no Brasil</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a rel="nofollow" href="http://tigredefogo.blogspot.com/2008/06/casais-inteligentes-enriquecem-juntos.html">Trecho do Livro: Casais Inteligentes Enriquecem Juntos &#124; Gustavo Cerbasi</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://tigredefogo.blogspot.com/2008/07/uma-bagunca-perfeita-abrahamson-livro.html">Trecho do Livro: Uma Bagunça Perfeita &#124; Eric Abrahamson e David H. Freedman</a></li>
</ul>
<p></br></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Portal disponibiliza dois livros de RP]]></title>
<link>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=379</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 16:40:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Scomazzon</dc:creator>
<guid>http://carlosscomazzon.wordpress.com/?p=379</guid>
<description><![CDATA[Os e-books História das Relações Públicas e Relações Públicas do Brasil foram disponibilizado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os e-books <em>História das Relações Públicas</em> e <em>Relações Públicas do Brasil</em> foram disponibilizados completos e gratuitos no Portal RP-Bahia <a href="http://www.rp-bahia.com.br/">http://www.rp-bahia.com.br</a>. O livro <em>História das Relações Públicas - Fragmentos da memória de uma área</em> é organizado pela professora doutora Claudia Peixoto de Moura. Prefaciado pelo professor doutor José Marques de Melo e publicado pela Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Edipucrs), o livro está disponível para download no <a title="Portal RP-Bahia - Livros" href="http://www.rp-bahia.com.br/biblioteca/historiarp.htm" target="_blank">Portal</a>. A obra reúne textos de autores como Waldyr Gutierrez Fortes; Sidinéia Gomes de Freitas; Heloiza Matos; Rudimar Baldissera; Cleusa Scroferneker; Marcello Chamusca; Márcia Carvalhal; Márcia Yukiko Duarte; Sonia Cabestré; Cíntia Carvalho; Yuji Gushiken; Andréia Athaydes; João Carissimi, dentre outros importantes autores brasileiros.</p>
<p>Já o livro <em>Relações Públicas do Brasil – Volume I</em> traz a biografia de três consagrados profissionais de relações públicas brasileiros, vencedores da primeira edição do Prêmio Relações Públicas do Brasil: Candido Teobaldo de Souza Andrade, Roberto Porto Simões e Carlos Eduardo Mestieri. É apresentado por Paulo Nassar, professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP) e presidente da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje); prefaciado pelo professor Luiz Gonzaga, da Universidade Federal de Alagoas e presidente da Associação Brasileira de Relações Públicas (ABRP-Seção Alagoas); e pós-faciado pelo relações públicas gaúcho Henrique Wendhausen, mestre em comunicação pela PUCRS. Pode ser baixado no <a title="Portal RP-Bahia-Livros" href="http://www.rp-bahia.com.br/biblioteca/rpdobrasil.htm" target="_blank">Portal</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Napoleão Bonaparte trouxe a aposentadoria para o Brasil]]></title>
<link>http://saraupontocom.wordpress.com/?p=161</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 16:10:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Júnia de Azevedo</dc:creator>
<guid>http://saraupontocom.wordpress.com/?p=161</guid>
<description><![CDATA[
A celebração dos 200 anos da chegada da família real portuguesa traz à tona uma série de fatos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><a href="http://saraupontocom.files.wordpress.com/2008/07/napoleao2.jpg"><img class="size-medium wp-image-162  aligncenter" src="http://saraupontocom.wordpress.com/files/2008/07/napoleao2.jpg?w=85" alt="" width="85" height="101" /></a></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A celebração dos 200 anos da chegada da família real portuguesa traz à tona uma série de fatos curiosos, como o que deu origem à palavra “aposentadoria”. Com uma etimologia carregada de tanta repugnância, não é de se estranhar que a aposentadoria oficial brasileira seja essa lástima que é hoje. </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><strong>Fugindo</strong> das tropas de Napoleão, que estavam a apenas dois dias de Lisboa, a família real partiu, numa atabalhoada fuga, rumo à sua maior colônia d’além mar, o Brasil. Assim, em março de 1808, junto com Sua Majestade, mais de dez mil pessoas aportaram de repente no Rio de Janeiro. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Mas, onde instalar todos aqueles nobres e protegidos que, às pressas, deixaram seus solares, quintas e herdades muitas vezes sem tempo nem de preparar a bagagem? Simples: escolhiam-se as melhores habitações e as famílias eram obrigadas a desocupar seus aposentos – incluindo aí suas cousas, como móveis, pratarias, roupas de cama, criados e o que mais o hóspede escolhesse. Taí a origem da palavra aposentadoria.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Quem tinha uma habitação regular, de uma hora para outra, podia deparar à porta com as iniciais P. R., que significavam Príncipe Real, ou, em bom português, “Ponha-se na Rua”. Existia tanto a aposentadoria <em>passiva</em> como a <em>ativa</em>. A passiva permitia que o proprietário, embora recebendo o hóspede, permanecesse na casa (quanta gentileza!).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">“Foi um deus-nos-acuda...”<sup>1</sup> O ato despertou a ira da população. O trauma foi tanto que os mais endinheirados, com medo de terem seus imóveis invadidos, passaram a construir casas pequenas, influenciando na arquitetura da cidade. Mas também havia os que se achavam mui dignos de terem suas habitações escolhidas (vai entender...).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A verdade é que o ato de despojar a pessoa de sua casa era um costume antigo da nobreza portuguesa. Desde a dinastia de Borgonha, os reis usavam e abusavam desse preceito. A partir de 1590, virou imposição legal. Assim, os deslocamentos dos reis de Portugal pelo país eram precedidos por um personagem da casa real, o <em>aposentador-mor</em>, que ia à frente escolhendo os aposentos que lhes serviriam de pouso. Nada mais natural, portanto, que invocar o direito à aposentadoria para instalar toda aquela gente que chegava no Rio de Janeiro. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Vale notar que “o nobre ou protegido que se aboletava na casa alheia devia obrigatoriamente pagar um aluguel. Mas a verdade é que isso nem sempre foi feito. Pouco a pouco, principalmente com o falecimento das importantes personagens que para cá vieram, os proprietários começaram a reaver as suas casas. O regime das aposentadorias foi extinto no reino de Portugal a partir de 25 maio de 1821. No Brasil isso ocorreu dois anos depois: a 20 de outubro; o que constituía uma conseqüência da volta de muita gente para Portugal, acompanhando o rei d. João.”<sup>1</sup></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><sup><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></sup></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><sup><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">1</span></sup></em><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O Rio de Janeiro Imperial, Adolfo Morales de los Rios Filho, 2ª edição, Topbooks, Universidade da Cidade Editora, págs. 60 e 61.</span></em></p>
<div><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></em></div>
<div><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></em></div>
<div><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Outras fontes de pesquisa:</span></div>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Wilcken, Patrick; Império à deriva: A corte portuguesa no Rio de Janeiro, 1808-1821; Rio de Janeiro; Objetiva; 2005.<br />
</span></em><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Lustosa, Isabel; D. Pedro I: um herói sem nenhum caráter; São Paulo, Companhia das Letras; 2006;</span></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CÓDIGO E LINGUAGEM, METALINGUAGEM por décio pignatari]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2721</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 15:52:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2721</guid>
<description><![CDATA[Vê-se por aí que código e linguagem são basicamente uma e mesma coisa, a ponto de podermos dizer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;">Vê-se por aí que código e linguagem são basicamente uma e mesma coisa, a ponto de podermos dizer que o Português é um código, e o Inglês, outro. O que não impede que, sem certas circunstâncias, e para maior clareza, se faça uma distinção entre linguagem e código, como o faz Colin Cherry. Para ele, linguagem é "um vocabulário (de signos) e o modo de usá-los", um conjunto de signos e regras, tais como os que usamos na conversação diária, de um modo altamente flexível e, até, bastante "ilógico". As mensagens podem ser codificadas quando já expressas por meio de signos (letras, por exemplo); então, uma codificação seria uma transformação, geralmente unívoca e reversível, por meio da qual mensagens podem ser convertidas de um conjunto de signos para outro. O código semafórico e o código dos surdos-mudos – melhor ainda, o Código Morse – representam exemplos típicos. Dessa forma, as linguagens teriam um longo desenvolvimento orgânico, enquanto que os códigos seriam inventados para algum fim específico e sujeitos a regras explícitas. A verdade, no entanto, é que na medida em que se introduz a ambigüidade num código – ou seja, quando a sua reversibilidade não é perfeita – ele começa a tingir-se de certas características de linguagem, ou melhor, de língua.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;">De outra parte, convém fazer a distinção entre língua e linguagem, ainda mais quando vemos que, em Inglês e Francês, as palavras "language" e "langage" são tomadas como sinônimos de "língua", Por esta razão, no que nos toca, consideramos as línguas como manifestações particulares, fundamentais embora, da linguagem, e a Lingüística como um ramo da Semiótica, que pode, assim, ser considerada como a Linguagem (ou: princípios gerais que comandam toda e qualquer manifestação da linguagem).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;">No estudo da linguagem, uma última distinção se faz ainda necessária: entre linguagem-objeto e metalinguagem. Linguagem-objeto é a linguagem que se estuda; metalinguagem é a linguagem com que se estuda, é a linguagem instrumental, crítico-analítica, que permite estudar a linguagem-objeto sem com ela se confundir. Ou ainda: quando a linguagem-objeto se volta sobre si mesma, ela tende a ser metalinguagem, beneficiando-se da fenomenologia. Este fenômeno é particularmente notável nas revoluções artísticas e de "design" (Dada, neoplasticismo e pop, nas artes visuais; dodecafonismo, música serial e eletrônica, na música; "nouvelle vague", no cinema; Mallarmé, Joyce, Pound, poesia concreta, na literatura; a revista Mad em relação às linguagens dos meios de comunicação de massas; Mies Van Der Rohe, na arquitetura).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;">Segue-se daí que toda metalinguagem é marcadamente sintática, formal, estrutural. É por ignorância deste fato e pela tendenciosa e hegemônica formação cultural de tipo lingüístico (melhor dizer literário), que a maior parte da chamada crítica de arte – literária, visual, musical, cinematográfica, arquitetônica – se manifesta "literária" e subjetivamente: carece de metalinguagem adequada (voltada que está, aristotelicamente, para o "conceito", o "conteúdo" a "significação"). O criador está por dentro da linguagem; o crítico, por fora. O criador se alimenta de raízes da linguagem; o crítico, de suas folhas, flores e frutos. O mesmo se diga dos professores de nossas universidades, ao abordarem o fenômeno artístico. A metalinguagem é um processo dinâmico, mas é comum ver como ela tende a se estratificar em código, confundindo-se então com o jargão técnico, especializado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;">Texto escrito em Janeiro de 1968.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;">                                                 </span></em><em><span style="font-size:10pt;"><a href="http://palavrastodaspalavras.files.wordpress.com/2008/07/carpe-diem-foto-da-capa.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2722" src="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/files/2008/07/carpe-diem-foto-da-capa.jpg" alt="" width="307" height="448" /></a></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;">     coletânea CARPE DIEM. Curitiba.</span></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Baixaria no mundo das biografias]]></title>
<link>http://recantodaspalavras.wordpress.com/2008/07/06/baixaria-no-mundo-das-biografias/</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 14:09:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jorge Alberto</dc:creator>
<guid>http://recantodaspalavras.wordpress.com/2008/07/06/baixaria-no-mundo-das-biografias/</guid>
<description><![CDATA[ A escritora Amanda Foreman, está sendo acusada de causar um rebuliço no recatado e discreto mundo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://recantodaspalavras.files.wordpress.com/2008/07/na185x-363355a.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" height="364" alt="Amanda Foreman ₢ The Times" src="http://recantodaspalavras.files.wordpress.com/2008/07/na185x-363355a-thumb.jpg" width="189" align="left" border="0"></a> A escritora Amanda Foreman, está sendo acusada de causar um rebuliço no recatado e discreto mundo das escritoras de biografias. A acusação baseia-se no fato de ela estar transformando este espaço em um trampolim para alcançar a lista dos best-sellers e autopromoção.
<p align="justify">Ela é jovem e bonita. A sua estratégia de marketing foi tirar uma foto nua<a href="#_ftn1_3970" name="_ftnref1_3970"><font color="#0000ff">[1]</font></a> tendo uma pilha de seu primeiro livro <i>Georgiana, Duchess of Devonshire</i>, livro publicado em 1998. A pilha foi colocada em pontos estratégicos à frente de seu corpo. Para os meios literários ingleses isto foi um atentado. Tanto que sobre ela também recai a acusação de desvalorizar a atividade do (a) biógrafo (a) e prestando um desserviço a arte de escrever biografias. Assim, também está inaugurando a era das biografias escritas por encomenda para enaltecer a imagem do biografado.
<p align="justify">&#160;<br />
<blockquote>
<p align="justify"><strong>Aqui no Brasil isto não é motivo de espanto. Agora mesmo saiu uma biografia de um antigo governador do estado e prefeito de São Paulo. Imaginem o que deve estar escrito lá dentro. Só devem existir palavras doces e desmentidos para as descalabros cometidos em suas gestões, como prospectar petróleo em plena Avenida Paulista.</strong>
<p align="justify"><strong></strong>
<p align="justify"><strong>Ao mesmo tempo, há poucos meses deu-se a polêmica sobre a biografia do maior cantor popular do Brasil ainda em atividade. Foi autorizada ou não autorizada? Outra polêmica também se deu com relação a biografia e ao pagamento de direitos às filhas do maior ponta direita do futebol em todos os tempos.</strong> (Nota do Tradutor)</p>
</blockquote>
<p align="justify">As farpas foram lançadas por Kathryn Hughes, uma biógrafa que apresenta regularmente o programa de rádio <i>Livro Aberto </i>na Radio 4 da BBC, em um artigo intitulado <i>A Morte de Vida Escrita</i>, alegou que uma grande parte da "desmoralização do biógrafo profissional" foi estabelecida pela autora Amanda Foreman, que é filha do falecido roteirista de Hollywood Carl Foreman, responsável pelos roteiros dos filmes High Noon Matar ou Morrer) , The Guns of Navarone (Os Canhões de Navarone) e The Bridge On The River Kwai (A Ponte do Rio Kwai). Ela usou sua tese de doutorado em Oxford (Lady Margaret Hall), como base para a <em>Georgiana</em>.
<p align="justify">A biografia vendeu mais de 200 mil cópias e uma versão para o cinema, estrelada por Keira Knightley (Piratas do Caribe) será lançada ainda este ano na Inglaterra.
<p align="justify">A grita geral dos críticos afirma que esta atitude, a autopromoção, digamos, exótica, tem gerado uma drástica mudança no estilo literário denominado biografia. Algumas editoras estão editando menos biografias sérias como a <a href="http://www.consciencia.org/arendtpedro.shtml" target="_blank"><font color="#0000ff">Adolf Eichmann</font></a> (Nazista criminoso de guerra, responsável pela morte de milhares de judeus e que foi preso na Argentina em 1962), em favor das biografias como as da cantora <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Charlotte_Church" target="_blank"><font color="#0000ff">Charlotte Church</font></a> e da atriz Lesley Ash.
<p align="justify">Na semana passada foi contabilizada a biografia da modelo e apresentadora de TV Katie Price, também conhecida por Jordan, que vendeu mais de 335 mil cópias, enquanto que <i>Matisse the Master</i>, a biografia de Henri Matisse escrita por Hilary Spurling vendeu apenas 12.451 exemplares.<br />
<blockquote>
<p align="justify"><strong>Como se pode perceber, o povo quer ler sobre as fofocas e mazelas da vida alheia.</strong> (Opinião do tradutor)</p>
</blockquote>
<p align="justify">Ainda segundo Kathryn Hughes, que contabilizou as vendas acima, num artigo no jornal The Guardian, declarou que “ao se permitir fotografar nua por detrás de uma pilha de livros e contando sua própria história de vida na matéria da revista de moda Tatler, quis parecer mais importante do que a sua biografada. Sendo assim causou um mal acidental ao estilo literário biografia e também às jovens biógrafas em particular.<br />
<blockquote>
<p align="justify"><strong>Isto tem levado as editoras a buscar biógrafas fotogênicas para escreverem biografias encomendadas unindo, assim, duas estratégias de venda que podem render excelentes lucros: escritoras bonitas e assuntos popularescos. Cada vez mais se comprará um livro não apenas pela capa bem feita e o assunto curioso; mas também, pela fotogenia e ousadia da escritora. Te cuida, J.K. Rowling.</strong><a href="#_ftn2_3970" name="_ftnref2_3970"><font color="#0000ff">[2]</font></a> (Opinião do tradutor)</p>
</blockquote>
<p align="justify">Um historiador inglês declarou, num artigo sobre autores-celebridades da Literary Review, que “O pior de tudo é que esta história marcará o início da contaminação das editoras que lançarão livros encomendados (logo, comprometidos - n.t.) escritos por pessoas que passam longe de saber alguma coisa sobre algum período, apenas arranhando o assunto que escreverão”. Ainda arrematou informando que a opinião pública inglesa não estaria suficientemente preparada para vê-lo nu ao promover um de seus livros.
<p align="justify">Algumas biógrafas afirmam que há um notável “Efeito Amanda”. Susan Ronald, de 55 anos, autora de uma biografia da Rainha Elizabeth I, chamada The Pirate Queen (A Rainha Pirata), relatou que um editor lhe disse a seguinte frase: “Você é muito velha para ter sua foto na capa”
<p align="justify">Eles deveriam contratar apresentadoras de programas infantis e top models, que estão sempre aparecendo, pois são geralmente muito bonitas.
<div align="justify">
<hr align="left" width="33%" size="1"> </div>
<p align="justify"><a href="#_ftnref1_3970" name="_ftn1_3970"><font color="#0000ff">[1]</font></a> Ela não tem um umbiguinho bonitinho? (Opinião do Tradutor)
<p align="justify"><a href="#_ftnref2_3970" name="_ftn2_3970"><font color="#0000ff">[2]</font></a> Feia pra caramba, mas talentosa. (Opinião do Tradutor)
<p align="justify">Livre tradução do artigo de Maurice Chittenden, <a href="http://entertainment.timesonline.co.uk/tol/arts_and_entertainment/books/article4276549.ece" target="_blank"><font color="#0000ff">Bitchiness breaks out in world of biography: Calm down, ladies!</font></a> , par a o Sunday Times, em 6 de julho de 2008.</p>
<p align="justify">Tradutor: Jorge Alberto</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rumorejando (Com a volta da inflação, cada vez mais o cinto apertando). - por josé zokner (juca)]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2710</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 13:16:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2710</guid>
<description><![CDATA[ 
PEQUENAS CONSTATAÇÕES, NA FALTA DE MAIORES.
Constatação I
Rico é bem-intencionado; pobre, é]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">PEQUENAS CONSTATAÇÕES, NA FALTA DE MAIORES.</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação I</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Rico é bem-intencionado; pobre, é faccioso.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação II</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Rico pondera; pobre, é leviano.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação III</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Fui defender minha liderança</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Dentro do meu doce lar</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Como após a tempestade</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Sobrevém a bonança</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">A também doce cara-metade</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Mandou, sem mais delongas,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Xingando-me de xongas*</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Eu, incontinente, pirar**.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">*Xongas = “coisa nenhuma, nada” (Houaiss).</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong><span>** </span></strong><span>Pirar<strong> = “</strong>R</span><span>etirar-se discretamente, cair fora, dar o pira” (Houaiss).</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação IV</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Em certos países, os assaltantes matam como se fosse a coisa mais corriqueira do mundo. Pelo jeito, pra quem não se importa com o fato, também...</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação V</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>Deu na mídia: “</span><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT">IBGE: mortalidade infantil caiu 64% de 1980 a 2006”. <strong>Rumorejando:</strong> Imortalidade de deputados e senadores não caiu. Sempre foi de 0%. Salvo rarísssimas (assim mesmo, com três esses para enfatizar o fato...) exceções, alguém se lembra de algum deputado e/ou senador que mereça os encômios da nação?</span></span><span class="cnoticia"><strong><span></span></strong></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><strong><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação VI (“Poesia” do cotidiano).</span></span></span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Ponderou com a patroa</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Que a comida não tava boa.</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">“Vai comer no boteco da esquina</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Lá o ‘Jesus me chama’</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">É iguaria fina,</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Recheada com salmonela,</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Cozida numa suja panela.</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Aí, você cai de cama</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">E, mais depois, finado, </span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Nunca mais reclama</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Do meu suculento</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Cardápio de ensopado</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Preparado com esmero</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Em fogo lento</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">E sem exagero</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Do meu preferido tempero”.</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Coitado!</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><strong><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação VII</span></span></span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Rico faz acordo; pobre, conluio*.</span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span class="cnoticia"><span style="color:#292929;" lang="PT">*Conluio = </span></span><span class="cnoticia"><span lang="PT">“C</span></span><span>umplicidade para prejudicar terceiro(s); colusão, trama; ajuste maléfico” (Houaiss).</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação VIII</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Não se pode confundir <strong>desperto </strong>com <strong>esperto</strong> até porque tem que ser <strong>esperto</strong> para adormecer, quer dizer não <strong>desperto</strong> quando se ouvem discurso de político e/ou as empulhações em época do horário gratuito. E, que fique bem claro, de todos os partidos, sem exceção. A recíproca é como é e tá acabado. Tenho democraticamente dito.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Constatação IX</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">A pedido do meu dentista</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Fiz uma panorâmica,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Um baita de um raio-x. </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Eu não sou alarmista</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Mas a chapa revelada</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">De vermelho tava manchada</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">E me deixou assaz infeliz:</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Mostrou dois dentes de cerâmica,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Pontiagudos, assim como, também,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="color:black;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">Os que lembram Franke