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	<title>literatura &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/literatura/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "literatura"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 06:00:44 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Un poco de poesía]]></title>
<link>http://hazaeljm.wordpress.com/?p=69</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 04:53:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>hazaeljm</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hace algún tiempo publiqué en mi viejo blog un poema que había traducido del inglés. Lo curioso]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Hace algún tiempo publiqué en <a href="http://hazaeljaramillo.spaces.live.com" target="_blank">mi viejo blog</a> un poema que había traducido del inglés. Lo curioso es que había olvidado que lo había escrito y la categoría en la que lo había guardado, hoy lo recordé porque una amiga a quien quiero muchísimo actualizó su Windows Live Space con una reflexión que me gustó mucho y que les <a href="http://wbluecin.spaces.live.com/blog/cns!5B463B53B012E7DA!2750.entry" target="_blank">recomiendo leer</a>. El caso es que en la entrada anterior, la cuál ella había publicado hace ya algún tiempo encontré ese poema perdido el cuál vuelvo a escribir aquí:</p>
<p>No me interesa que haces para sobrevivir.<br />
Quiero saber que te lastíma<br />
y si te atreves a soñar en lo que tu corazón anhela.</p>
<p>No me interesa que tan vieja seas.<br />
Quiero saber si te arriesgarías a quedar como una tonta<br />
por amor<br />
por tu sueño<br />
por la aventura de estar viva.</p>
<p>No me interesa si la historia que me estas contando es verdadera.<br />
Quiero saber si puedes<br />
defraudar a otro por seguir tus ideales.<br />
Si puedes ser acusada de traición<br />
y no traicionar a tu alma.<br />
Si puedes ser desleal<br />
y aún así ser digna de confianza.</p>
<p>No me interesa a quien conoces<br />
o como llegaste aquí.<br />
Quiero saber si puedes permanecer<br />
en medio del fuego<br />
conmigo<br />
y no acobardarte.</p>
<p>No me interesa dónde o qué o con quién<br />
has estudiado.<br />
Quiero saber que te sostiene<br />
desde el interior<br />
cuando todo lo demás se derrumba.</p>
<p>Quiero saber si puedes estar sóla<br />
contigo misma<br />
y si realmente te gusta la compañía que tienes<br />
en esos momentos vacíos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Atta e Ira]]></title>
<link>http://sandrarosamadalena.wordpress.com/?p=124</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 04:51:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>sandrarosamadalena</dc:creator>
<guid>http://sandrarosamadalena.wordpress.com/?p=124</guid>
<description><![CDATA[
Atta não andava muito bem. Andando por ai, sempre de olho num tal de Irani. Puxava conversa premed]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong></strong></p>
<p><strong>Atta</strong> não andava muito bem.<strong> </strong>Andando por ai, sempre de olho num tal de <strong>Irani</strong>. Puxava conversa premeditada, e no meio do <em>tudo bem?</em> sempre emendava alguma revelação de suas profundezas. <strong>Ira</strong> por vezes se esquivava, com uma pressa dispensável<strong></strong> e um estéril adeus.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[07/07/08Foi-se, mais um capítulo da história!]]></title>
<link>http://lugon.wordpress.com/?p=146</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 04:29:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>PandaMaru</dc:creator>
<guid>http://lugon.wordpress.com/?p=146</guid>
<description><![CDATA[
Aos que me conhecem, talvez não saibam&#8230; Mas este blog completou hoje 1 ano de existência. A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lugon.wordpress.com/files/2008/07/424.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-148" src="http://lugon.wordpress.com/files/2008/07/424.gif?w=48" alt="" width="48" height="48" /></a></p>
<p>Aos que me conhecem, talvez não saibam... Mas este blog completou hoje 1 ano de existência. A um ano atrás, no dia JackPot do século, postei minha primeira notícia: "07/07/07Como se começa uma história", os que quiserem visitar (Já vou tombar como patrimônio do blog),segue o link, apenas a título de curiosidade.</p>
<p>-&#62; <a title="JackPot Day" href="http://lugon.wordpress.com/2007/07/07/como-se-comeca-um-historia/" target="_blank">http://lugon.wordpress.com/2007/07/07/07-07-07</a></p>
<p>Tenho a dizer, que depois de um ano de tantas lamúrias, aventuras, contos, mentiras, comédias e tragédias, aprendi muito com tudo isso... E pensar que nesse curto Jornal (Blog) passou apenas um capítulo (Ano), e depois de um ano de pensares, finalmente descobri como começar essa grande história... que não sei ao certo como vai terminar (Cof cof! Com a morte... Õ.ó). Depois de ver como tudo ocorreu, só existe um meio de começar esta tragédia/comédia: "Tudo começou com o acaso, e do acaso surgiram decisões, e das decisões... cheguei ao caso."</p>
<p>Desculpe-me Pricila, mas sim... As coisas acontecem por acaso, mas num dança tão perfeita, que acreditamos ser tudo planejado. Plano ou não, tenho certeza de que tudo se encaixa perfeitamente, e agora me resta acompanhar a Valsa.</p>
<p>No fim das contas, comecei a escrever a história a respeito de minha partida, e agora continuarei citando mais partidas, mas ainda tem muita água por rolar.</p>
<p style="text-align:right;"><strong> Joguem seus dados, façam suas apostas... Pois o Show... Deve Continuar.</strong></p>
<p style="text-align:right;"><strong> Muito Obrigado por todas as visitas.</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Assinar a pele]]></title>
<link>http://desenchantee.wordpress.com/?p=116</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 04:17:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>désenchantée</dc:creator>
<guid>http://desenchantee.wordpress.com/?p=116</guid>
<description><![CDATA[Gato que brincas na rua
Como se fosse na cama,
Invejo a sorte que é tua
Porque nem sorte se chama.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;   &#60;![endif]-->Gato que brincas na rua<br />
Como se fosse na cama,<br />
Invejo a sorte que é tua<br />
Porque nem sorte se chama.</p>
<p>Bom servo das leis fatais<br />
Que regem pedras e gentes,<br />
Que tens instintos gerais<br />
E sentes só o que sentes.</p>
<p>És feliz porque és assim,<br />
Todo o nada que és é teu.<br />
Eu vejo-me e estou sem mim,<br />
Conheço-me e não sou eu.</p>
<p><span style="font-weight:bold;"><strong>Fernando Pessoa</strong></span><br />
<em><span style="font-style:italic;">(Cancioneiro)</span></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poema: Selena]]></title>
<link>http://liverdades.wordpress.com/?p=654</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 04:13:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruno Resende</dc:creator>
<guid>http://liverdades.wordpress.com/?p=654</guid>
<description><![CDATA[Orquídeas selvagens nasciam em sepulcros áridos,
entre torrencialidades de ventanias eviscerantes,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Orquídeas selvagens nasciam em sepulcros áridos,<br />
entre torrencialidades de ventanias eviscerantes,<br />
imponentes em excelência,<br />
emancipantes de aromatizações extasiantes,<br />
afagantes da intemporalidade,<br />
resplandecentes de vivacidade,<br />
areais enegrecidos contemplados em floreados,<br />
frigidez aromática chacinada em odores roxos emanados,<br />
toldo nocturno incrustado em singelas estrelas,<br />
visionarismos excitados, adocicadamente temperados,<br />
êxtase lunar em luminescências contrastantes,<br />
e das orquídeas selvagens se propagaram semblantes,<br />
sombreados doces bailantes nas sonoridades dos abismos,<br />
ao longe, no cume da alta montanha se vislumbrou por instantes...</p>
<p>O fogo da divindade, a feminilidade plena.<br />
E eras tu, Selena...</p>
<p>Por: BM Resende</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O quarto é quase escuro...]]></title>
<link>http://naoresolve.wordpress.com/?p=25</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 04:06:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>naoresolve</dc:creator>
<guid>http://naoresolve.wordpress.com/?p=25</guid>
<description><![CDATA[&#8230; porque é iluminado apenas pela luz do computador. Já é noite e só se ouve o silêncio. P]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>... porque é iluminado apenas pela luz do computador. Já é noite e só se ouve o silêncio. Para tapar o desespero causado pela ausência sonora, colaca sua lista no lastfm. Checa o Orkut. Caixa de email vazia. Ninguém no Msn.</p>
<p>Deita e finge que a música o diverte. Mas as músicas, que antes serviam para tapar o desespero, começam a desesperar. Não só pela repetição, mas pelo conteúdo.</p>
<p>Já ao som gelado do Cientista de Coldplay, ele percebe, como se fosse novidade, está apaixonado pela internet. Ah! A Internet... como eram bons os tempos que as pessoas se falavam olho no olho. Saíam às ruas como se o planeta ainda fosse habitado por outros seres humanos. Outro invento parecido foi o telefone. Em diferente grau e função, a televisão.</p>
<p>Pouco a pouco, a humanidade criou um novo meio ambiente, alheio às leis naturais de temperatura, ventos, movimento. Mas pertencente à lógica do Bug milenar, do World clock, da língua inglesa. À lógica da música que ninguém canta ou toca, do texto que não usa tinta, da luz que emite sentido, da vida virótica que não vive em outro meio. Sim, existem discussões sobre a vida de um vírus de computador. Veja: Se multiplica sozinho, existe em um meio e é capaz de mutações e adaptações. O único problema concreto que pode pôr em cheque esta definição é uma que se aplica também aos vírus proteicos de Se isto é vida.</p>
<p>Isto é vida?</p>
<p> </p>
<p>- - -</p>
<p>Cena 2:</p>
<p> </p>
<p>Será que ela entra hoje? Pena, não está online. Mas e se eu esperar?! Já sei! Vou fazer algo diferente... vou conhecer novas páginas. Dizem que há milhões por aí.</p>
<p>Tédio... as páginas novas são tão novas... tão diferentes do que eu estava acostumado. Não gostei. Queria mais do mesmo. Queria falar com ela!</p>
<p> </p>
<p>- - -</p>
<p>Cena 3:</p>
<p> </p>
<p>Oi! Nossa, que bom te ver por aqui, na Internet.</p>
<p>...</p>
<p>É mesmo! faz tempo que não nos falamos. Novidades?</p>
<p>...</p>
<p>Por que você fez isto?</p>
<p>...</p>
<p>Sério que não gosta do jeito que eu sou?</p>
<p> </p>
<p>- - -</p>
<p>Cena 4:</p>
<p> </p>
<p>Sou?! É isto o que sou? Um ser de frente para um ambiente que não existe, seguindo leis que não se aplicam à realidade, para me satisfazer com algo que não satisfaz?</p>
<p>E ela?! Quem é ela?</p>
<p> </p>
<p>- - -</p>
<p>Cena 5:</p>
<p> </p>
<p>Pena que os pensamentos anteriores se aplicam também ao ambiente fora do computador, exceto o fato de não ter sido inventado pelo homem. Não seria o computador uma reinvenção do que o homem acredita que É? E tenta Ser sempre que usa mais uma vez? Mas deixa de Ser quando percebe que aquilo que criou achando que É, em verdade, não É?</p>
<p> </p>
<p>- - -</p>
<p>Cena 6:</p>
<p> </p>
<p>Está tarde, vou dormir, enfim. Mas não ia.</p>
<p>A Thaís diria Podia, sim, abrir os olhos. Não queria. O problema dela era esse.</p>
<p><a href="http://freudentenderia.wordpress.com/2008/07/03/play-dead/">http://freudentenderia.wordpress.com/2008/07/03/play-dead/</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O POEMA de BASHÔ e o ZEN - pelo mestre h. masuda goga]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2743</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 03:55:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2743</guid>
<description><![CDATA[Quase todos os que estudam o haicai acreditam que Bashô escreveu seus poemas de acordo com a ilumin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size:12pt;">Quase todos os que estudam o haicai acreditam que Bashô escreveu seus poemas de acordo com a iluminação Zen. Portanto, pensam que o haicai é uma poesia que nasceu do zen-budismo. Mas o próprio Bashô disse que não era bonzo nem adepto da seita Zen, apesar da grande amizade com o bonzo Bucchô.</span></div>
<div><span style="font-size:12pt;">Pode-se dizer que Bashô foi espiritualmente influenciado pelo bonzo amigo de forma profunda, tendo a sua atitude perante a arte tornado-se cada vez mais rigorosa e séria. Ele ficou sensibilizado pelas vicissitudes não só da vida humana, mas também dos outros seres vivos que habitam o universo.</span></div>
<div><span style="font-size:12pt;">O saudoso bonzo zen Ryohan Shingu discorreu certa vez em artigo sobre a "tranqüilidade". Esta é uma virtude do zen-budismo. Pensamos que Bashô queria expressar no famoso haicai da rã um ambiente de quietude, inspirado pelo súbito acontecimento da natureza: um salto de rã na água de um velho tanque.</span></div>
<p><span style="font-size:12pt;">Certa vez, lemos que este haicai foi criticado por Kikaku, um de seus discípulos, que sugeriu o termo "yamabuki" (um tipo de rosa) no lugar de "velho tanque". Mas o Mestre preferiu o original, reforçando sua sensibilidade poética ao referir-se à quietude que enfrentava e ao mesmo tempo apreciava.</p>
<p>Reconhecemos a influência do budismo no poema de Bashô, mas o haicai por si mesmo não é Zen ou produto artístico do Zen.</p>
<p>COMPLEMENTO:</p>
<p> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;">Perguntar a um mestre se o que ele pratica é Zen pode deixá-lo zangado ou simplesmente mudo. "O que você entende por Zen?", ele poderá perguntar. Em sua racionalidade, você discorrerá sobre as teorias expostas nos livros. "Se é isso que você pensa ser Zen, então o que eu faço não é Zen", responderá ele.</span></div>
<p><span style="font-size:10pt;">Conceituar qualquer arte como Zen é levar o Zen ao nível mais baixo. Certa ceramista objetivou o Zen na forma e na queima das peças. O comportamento "Zen" dessa ceramista era justamente descobrir as formas no próprio processo de transformação. Cada peça nascia quando da manipulação da matéria-prima pela artista, de maneira completamente não-intencional.</p>
<p>"Como posso chamar a minha arte de Zen se nem ao menos sei o que vou criar?", irritou-se ela, ao ser abordada por jornalistas. Afirmar que uma arte é Zen é possuir uma idéia pré-concebida. No momento em que isso ocorre, aquela arte deixa de ser Zen. Em outras palavras, quando afirmo "aqui está vazio", o "vazio" desaparece.</p>
<p><strong><em>Francisco Handa<br />
</em>O que é Zen<br />
<em>Editora Brasiliense</em></strong></p>
<p></span></p>
<p><a href="http://palavrastodaspalavras.files.wordpress.com/2008/07/as-maos-do-girassol-girassol.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2744" src="http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/files/2008/07/as-maos-do-girassol-girassol.jpg" alt="" width="495" height="466" /></a></p>
<address> sem crédito. ilustração do site.<span style="font-size:12pt;"> </span></address></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[COMO ACABAR COM A VIOLÊNCIA NA ESCOLA - por vicente martins]]></title>
<link>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2742</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 03:42:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Palavreiros da Hora</dc:creator>
<guid>http://palavrastodaspalavras.wordpress.com/?p=2742</guid>
<description><![CDATA[Encontro-me com um grupo de professores da educação básica. O bate-papo é inicialmente informal ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-indent:35.4pt;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Encontro-me com um grupo de professores da educação básica. O bate-papo é inicialmente informal e ameno. Aos poucos, porém, a conversa torna-se </span></em><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">confragosa, crua e empedrouçada. Ouço, atento, o relato das <em>dificuldades pedagógicas dos mestres, em sala de aula, sobretudo as relacionadas ao ensino e à aprendizagem da leitura, escrita e ortografia. Logo me incomoda a descrição da escola enquanto </em>palco de situações de violência. A violência escolar nas escolas, públicas e privadas, é um problema pedagógico. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span>Diretores e professores de escolas públicas me descrevem, apavorados, ocorrências de depredações dos prédios, casos de arrombamento de salas e laboratórios, ameaças e casos de detenções ou prisões e, não poucas vezes, situações de constrangimento e amedrontamento envolvendo pais, professores e alunos.<span>  </span></span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span>Um professor me diz que a situação está tão grave que um puxão ou uma tapinha entre alunos, dentro ou fora da escola, já pode<span>  </span>não ser sinal de uma simples brincadeirinha infanto-juvenil, mas de safanão<span>  </span>que logo será desferido contra o colega de sala, a ser deflagrado com intenção de dano físico, moral e requinte de perversidade <span> </span>Agora, uma pergunta advém: em que <span> </span>a universidade pude ajudar as escolas públicas? Onde podemos encontrar, na Academia, respostas concretas para uma situação real e preocupante das escolas públicas?</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Uma solução simplista, imediata e necessária é, decerto, o policiamento e a colocação de grades. Mas isso não basta.Quase sempre as medidas coercitivas e paliativas parecem reforçar, apenas, a violência escolar. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">São nas crenças, atitudes e reações dos mestres e na descrição do que se passa efetivamente na ambiência escolar que um novo olhar de todos nós, educadores, pais e poder público, deve ser proativo e, desde logo, vale começar por uma questão fundamental: de onde vem a violência? E, em seguida, levantar dúvidas do tipo: onde há a exclusão social se manifesta de modo mais acentuado a violência escolar?<span>  </span>Onde as causas? Onde as soluções?</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span>As respostas que nos vem à consciência nos mostra que as escolas não ficam isoladas <span> </span>do contexto social uma vez que, realmente, estão muito próximas das famílias e da sociedade. A escola, para lembrar Louis Althusser, é o principal aparelho ideológico do Estado. As boas experiências de superação da violência escolar sairão, pois, do interior dos <span> </span>próprios estabelecimentos de ensino.</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Os gestores escolares sabem que medidas tradicionais como gradeamento, vigilância e policiamento, a médio ou longo prazos, não são suficientes nem atingem os <span> </span>pontos centrais do problema da violência escolar ou urbana.</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span>Se tomarmos, como referência a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), a Lei 9.394/96, <span> </span>ela, ao certo, dar-no-á pistas para uma resposta mais contumaz e convincente para a violência escolar. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O artigo 22, da LDBEN, referindo-se à educação infantil, ao ensino fundamental e médio, estabelece que é tarefa das instituições de ensino assegurar aos alunos a formação para cidadania e fornecer-lhes meios para progredir no trabalho, nos estudos posteriores e na vida. <span> </span>Agora, novos questionamentos: a escola tem cumprido esta missão? A escola tem se preocupado em formar os alunos para viver em sociedade, a saber-estar na vida social, ou tem se limitado a repassar conteúdos curriculares? </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Sei que nada disso é fácil. E a primeira tarefa é sairmos do discurso ou espírito da Lei e ingressarmos na ação concreta. Então, com o fim de colaborar nessa missão, eis algumas sugestões ou passos<span>  </span>em direção<span>  </span>ao que chamaria aqui de <strong>práxis cidadã</strong>. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O primeiro passo para uma práxis cidadã, certamente, pode ser o de seguir alguns procedimentos de gestão participativa como, por exemplo, o de ouvir todos os segmentos envolvidos na comunidade escolar, em especial, os alunos.</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O segundo passo é o de explicitar as contradições existentes na escola. Um terceiro passo é o de trabalhar as contradições internas da escola para que, em quarto momento, possa propor melhorias para as relações humanas. Um quinto procedimento é o de organizar comissões para aprofundar as discussões sobre violência e sobre a segurança possível na escola, no bairro, na cidade. E, por fim, duas ações são fundamentais para uma escola com menos violência e mais cidadania: os gestores devem abrir as escolas para dentro e para fora, inclusive aos finais de semana, e fazer funcionar, sem medo, e <span> </span>efetivamente, <span> </span>as estruturas democráticas das escolas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A atuação de cada docente pode se materializar em projetos especiais nas escolas públicas. Como professor de língua materna, sem hesitação, montaria um projeto “ Ler Mais para uma Vida Melhor”. Sim, começar, pela leitura. Não é, <span> </span>por certo, um projeto original, mas, para o modelo de escola que temos no Brasil, não há dúvida de que há de ser inovador, um novo olhar sobre a problemática escolar. Um bom exemplo (e é bom imitar o que é bom) é o projeto <strong>Círculos de Leitura</strong>, do Instituto </span><span class="MsoHyperlink"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#0000cc;">Fernand Braudel</span></span></span></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">, com grande atuação em Diadema, São Paulo. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O nome do Instituto é inspirativo: </span><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="PT">Fernand Braudel</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;" lang="PT">, um historiador francês e um dos mais importantes representantes da Escola dos Annales. Esta escola foi pioneira na abordagem de um estudo de estruturas histórias de longa duração nos eventos. Conhecer a história é, de alguma maneira, conhecer a geografia, cultura material, as <em>mentalidades</em> e a psicologia da época.<span>  </span>Da mesma forma, conhecer a violência urbana ou escolar é algo que extrapola histórica, social e juridicamente a questão da segurança pública e <span> </span>nos conduz ao campo dos valores, crenças, </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">maneira de pensar, disposições psíquicas e morais da coletividade. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Pois bem. As atividades do Instituto começaram assim: um grupo de estudiosos da problemática social, ao conduzirem pesquisas de campo nas escolas públicas da periferia da Grande São Paulo, em 1999, documentaram a falta da prática da leitura, reflexão e debate no cotidiano da sala de aula. A partir do diagnóstico, desenvolveram uma política de apoio às bibliotecas escolares, através de mutirões e capacitação de voluntariado em parceria com a comunidade escolar. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin-right:11.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O método da Fundação Fernand Braudel é fantástico, por sua simplicidade e eficácia e, mais do que isso, por seus resultados.<span>  </span>Eles <span>trabalham com grupos pequenos e interativos </span>de educadores pagos e voluntários <span> </span>que trabalham de forma interativa com grupos de 10 a 15 jovens. Com esta medida, o Instituto oferece melhores condições para o jovem dialogar e formar vínculos com outros alunos e professores. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin-right:11.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Outra interessante atividade é o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem a partir da leitura de t<span>emas universais e clássicos da literatura. Vale destacar que trabalham </span>com obras literárias que trazem em suas <span> </span>histórias (e estórias) temas universais, com que o jovem pode se identificar, ampliando seu repertório cultural e relacionando suas experiências com relatos que sobrevivem ao tempo. </span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin-right:11.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Entre as atividades de lectoescrita, a Fundação <span> </span>faz um trabalho de desenvolvimento da leitura em voz alta e em grupo. A Fundação acredita, e isso é verdade, que para aquisição da</span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> capacidade cognitiva, alunos necessitam de instrução efetiva em cinco áreas: fonêmica, fonética, fluência, vocabulário e compreensão do texto. Em pequenos círculos, participantes se alternam lendo em voz alta e parando periodicamente para discutir sobre o significado dos trechos lidos. <span>     </span></span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin-right:11.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Ainda no campo da lectoescrita, os voluntários da Fundação Fernand Braudel desenvolvem atividades como produção textual </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">para que o aluno reflita e escreva sobre o que foi lido e discutido em grupo. As redações desenvolvidas durante as sessões do Círculo são utilizadas para acompanhar o progresso de cada aluno e do grupo. Ao final de cada encontro, os participantes lêem e refletem sobre os conteúdos dos poemas e textos encontrados ou escritos por eles.</span></p>
<p style="text-indent:35.4pt;margin-right:11.25pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Por fim, outras ações da Fundação, não menos significativas, são a participação voluntária do jovem, </span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">peça-chave para a construção de sua cidadania, e sua contribuição na melhoria das condições do espaço escolar. As <span>atividades culturais também têm lugar na missão da Fundação. São elas que auxiliam </span>no aprendizado do jovem e ampliar seu universo de referência cultural a partir das obras lidas, além de organizar atividades e passeios culturais, incluindo visitas a bibliotecas, parques <span> </span>e teatros. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span> </span><span>        </span>O que sei, depois de duas décadas de magistério, é que a privação da leitura interfere no desenvolvimento da personalidade dos alunos. Um sem-leitura é como um sem-terra sem a posse legal da terra em que vive e trabalha. Um aluno sem leitura não compreende os códigos lingüísticos e sociais e, o mais grave, não sabe interpretar, naquela visão paulofreiriana, a vida em sociedade. Não é à toa que um aluno sem-leitura é rechaçado e rechaçador, triste e deprimido, agressivo e angustiado, potencialmente um excluído do convívio social. . </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span>         </span>Numa sociedade de informação, ler ou escrever bem é condição de superação da desigualdade social. A leitura vai além do repertório de palavras que brotam do alfabeto.<span>  </span>Ler é compreender, interpretar, descobrir, criar e, sobretudo, desfrutar do reino do conhecimento.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"> </span></p>
<address><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Vicente Martins é professor da Universidade Estadual Vale do Acaraú(UVA), de Sobral, Estado do Ceará.<strong> </strong></span></address>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hemingway também]]></title>
<link>http://alinguadosgatos.wordpress.com/?p=181</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 02:51:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cibele Machado</dc:creator>
<guid>http://alinguadosgatos.wordpress.com/?p=181</guid>
<description><![CDATA[

Foto de um dos gatos que moram na casa do Hemingway e a casa.

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-182" src="http://alinguadosgatos.wordpress.com/files/2008/06/gatohemingway.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-183" src="http://alinguadosgatos.wordpress.com/files/2008/06/casahemingway.jpg" alt="" width="500" height="357" /></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/somecandy/2448895700/">Foto</a> de um dos gatos que moram na casa do Hemingway e a <a href="http://www.flickr.com/photos/jay_and_caroline_roam/2386476794/">casa</a>.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/jay_and_caroline_roam/2386476794/"></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tenebre (VII)]]></title>
<link>http://ioanusca.wordpress.com/?p=653</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 02:45:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vania</dc:creator>
<guid>http://ioanusca.wordpress.com/?p=653</guid>
<description><![CDATA[
Foto: Adina Huţanu
Tenebre VI
VII
 
Încolţită, Elfa cea roşcată da’ vopsită se scotoci pri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ioanusca.files.wordpress.com/2008/07/adina-hutanu-10.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-654" src="http://ioanusca.wordpress.com/files/2008/07/adina-hutanu-10.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p><a href="http://adinahutanu.wordpress.com/" target="_blank"><strong>Foto: Adina Huţanu</strong></a></p>
<p><a href="http://ioanusca.wordpress.com/2008/07/06/tenebre-vi/" target="_blank"><strong>Tenebre VI</strong></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><strong><span style="color:#333333;">VII</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><strong><span style="color:#333333;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">Încolţită, <strong><a href="http://satmareanca.wordpress.com/2008/07/04/la-drum/" target="_blank">Elfa cea roşcată da’ vopsită</a> </strong>se scotoci prin buzunare şi întinse celor trei cunoscuţi câte-o lamă de gumă de mestecat. „Parc-ar fi unchiu-meu din Germania!” – îşi spuse <a href="http://oanastoicamujea1.wordpress.com/2008/07/05/raportul/" target="_blank"><strong>Oriana</strong></a>, afişând o mină jalnică. Deşi nici Our ori <strong><a href="http://gavrosh.wordpress.com/2008/07/02/disputa-amoroasa-in-closet/" target="_blank">Alizee</a> </strong>nu păreau mai entuziasmaţi, se apucară toţi trei să clefăie, stârnind curiozitatea unui ospătar. Desigur, întreg personalul hanului <em>Lucrătorul ostenit</em> ar fi fost fascinat, dacă s-ar fi aflat la serviciu la acea oră, matinală totuşi.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- Ce te uiţi aşa la noi, n-ai mai văzut gumă de mestecat? – întrebă, mândru de sine, Our.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- Nu!... – răspunse ospătarul, deopotrivă sincer şi lipsit de demnitate.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- Eu mestec de asta când vreau, chiar mai multe pe zi! – completă piticul, făcând un balonaş.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">Ospătarul atinse cu degetul punga lipicioasă şi, cum aceasta se sparse cu un zgomot sec, după un moment de descumpănire începu să râdă prosteşte.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- Stai, bă, dobitocule, că-mi lipeşti guma de barbă! – mormăi Our, aparent ofensat, dar, în sinea sa, mândru că a reuşit să atragă atenţia cuiva şi să-l menţină pe tânăr minute bune îndoit de şale.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">Momentul s-ar fi prelungit, probabil, dacă în han n-ar fi intrat Vrăjitorul. Despre acesta, circulau sumedenie de legende, cele mai multe cu caracter tenebros. În pofida popularităţii, Vrăjitorul reuşea cel mai adesea să treacă prin lume incognito, fiind recognoscibil doar după privirea de-un gri-verzui halucinant, silueta zveltă şi-un tic verbal care, pe acea planetă şi-n acel mileniu, reprezenta o inovaţie lingvistică:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- Futu-i! – zise el, intrând în local.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">Pe dată, Oriana îşi abandonă rânjetul terifiant, arborând un zâmbet sinistru, Elfa cea roşcată da’ vopsită începu să-şi ciupească, nervos, smocurile verzi de pe urechi, iar Alizee îşi concentră toată fiinţa în privire, aceasta reamintind de cea a unei veveriţe. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- <em>Întunericul se va abate</em> – murmură noul venit, apropiindu-se de grup.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- <em>Pentru o zi sau pentru eternitate</em> – răspunse Alizee, însoţindu-şi vorbele de-o gestică stângace, însă fascinantă pentru cunoscători, iar Vrăjitorul părea a fi unul dintre aceştia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">„De unde dracu’ ştie asta parola, că zicea că n-a citit <em>Şarama</em>?” – se întrebă Oriana, recăpătându-şi rânjetul tenebros.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- Adineauri am zis <em>futu-i</em> – explică bărbatul -, la gândul că suntem aşteptaţi de prinţesa Sirona. Or, eu mi-am făcut tabietul ca, în orice han aş intra, să zăbovesc…</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- Atunci, să mai zăbovim! – propuse Alizee, asumându-şi cu de la sine putere postura de purtătoare de cuvânt a micului grup. N-avem nicio obligaţie faţă de Sirona…</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">Our o înghionti pe vrăjitoarea cu cearcăne terifiante, şoptindu-i:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- Ce vrea ăsta? Să-l dau afară?...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">Dar, cum nu primi nici un răspuns, Our prinse să-şi sugă dinţii, sperând ca oaspetele să plece de bunăvoie. Fu, însă, şi de data aceasta ignorat.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- De câte ori intru aici – reluă noul venit -, am impresia că mă aflu în plin curent <em>dark fantasy</em>…</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- Depinde… - replică Alizee. Uneori, atmosfera poate deveni de-un intens neoromantism…</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">Observând că discuţia tinde să degenereze, Oriana ceru ospătarului un ceai, Elfa încetă să-şi răsucească smocurile verzi de pe urechi, singur Our recurgând la încercarea disperată de-a se scobi în nas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">„Eu am scris opt volume, fără să teoretizez! Te pui, scrii şi publici, ce mai tura-vura?...” – îşi zise vrăjitoarea.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">„Ăştia încep cu dobitocii de-ale lor, de-o să ne prindă dimineaţa! În jurnalism, e destul dacă nu scrii <strong>aceiaşi </strong>în loc de <strong>aceeaşi</strong>. Şi să găseşti subiecte fierbinţi şi, pe cât posibil, inedite” – gândi Elfa cea roşcată.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">„Ce, toporişca mea?” – completă piticul Our seria meditaţiilor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">Simţind că o discuţie literară ar fi stânjenitoare pentru cei mai mulţi, Alizee şi Vrăjitorul se retraseră într-un separeu, având grijă să închidă şi uşa. În mod straniu, dezinteresul celorlalţi se preschimbă pe dată într-o irezistibilă curiozitate, astfel că Oriana şi Elfa îşi lipiră câte-o ureche de uşă, în vreme ce Our căuta să-şi facă loc printre picioarele lor.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- Ce zic? Ce zic?... – întrebă piticul.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- Taci odată, că nu se-aude nimic de gura ta!- îi reproşă vrăjitoarea.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- Sunt mai mult gemete… - spuse, înciudată, Elfa cea roşcată. Ce curent literar mai e şi ăsta?...</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- Ceva avangardist – propuse Oriana, deşi, din ton, s-ar fi putut deduce că nu ţine neapărat să aprofundeze discuţia. Alizee, te simţi bine? – întrebă, cu voce cavernoasă, după o vreme.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- Daa! – răzbătu din încăperea anexă, fără a mai sosi şi alte precizări.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- Ăştia mănâncă ceva bun, că nu prea vorbesc! – opină Our.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- Şşşt! – şuierară cele două însoţitoare, privindu-l cu mânie.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">După trecerea a încă ceva vreme, cei doi ieşiră din separeu continuând o conversaţie care nu păruse nimănui a fi avut loc:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- Cum ziceam, curentele literare de bază sunt opt… - zise vrăjitorul.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- Or fi! – admise Alizee. Dar, într-o singură şedinţă, patru sunt de-ajuns! De fapt, celelalte sunt derivate din primele…</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">De teama unor divagaţii angoasante, vrăjitoarea Oriana aminti că scopul întrunirii era acela al perfectării vizitei la prinţesa Sirona.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height:18pt;"><span style="color:#333333;">- Ce mai vrea şi aia? – se răsti Alizee. Eu nu merg, duceţi-vă voi!...</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre el compromiso]]></title>
<link>http://albertochimal.wordpress.com/?p=14</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 01:58:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alberto</dc:creator>
<guid>http://albertochimal.wordpress.com/?p=14</guid>
<description><![CDATA[Y ahora un texto que debía desde hace algunas semanas; los antecedentes se encuentran en esta nota ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Y ahora un texto que debía desde hace algunas semanas; los antecedentes se encuentran en <a href="http://www.lashistorias.com.mx/blog/?p=370">esta nota de <em>Las historias</em></a>, en la que hay enlaces a varios blogs involucrados en un debate ya no tan reciente sobre el compromiso de los escritores (y en especial de los escritores mexicanos), motivado por <a href="http://eltaza.wordpress.com/2008/05/26/mucho-mucho-mucho/">esta carta abierta de Ira Franco</a>, publicada en su blog <a href="http://eltaza.wordpress.com/"><em>El taza</em></a>.</p>
<p>He aquí lo que pienso:</p>
<p><!--more-->Se ha dicho de los escritores que no se comprometen, en el sentido de que no se interesan por los acontecimientos presentes ni por la forma en que afectan las vidas de las personas. Primero que nada es necesario preguntarse: ¿qué tanto los aparta esto del resto de la población? El compromiso del escritor es un asunto pequeño comparado con el del compromiso de cualquier ciudadano. Y, por lo tanto, un problema todavía más grave que el de la abulia o el carácter acomodaticio de muchos de los escritores mexicanos es la abulia y el carácter acomodaticio de la mayor parte de los habitantes del país. Los escritores no tienen el monopolio de la irresponsabilidad y la venalidad. Los escritores no son lo únicos que se niegan a defender sus convicciones, que miran para otro lado cuando se hace algo que más tarde considerarán deplorable, que practican, en fin, la indiferencia ética, que no es lo mismo que la tolerancia aunque muchos no sepan (o no quieran) distinguirlas.</p>
<p>Un escritor puede ser una persona <em>comprometida</em> aunque no escriba una palabra sobre la actualidad o la "agenda" política. Lo será si vive, simplemente, contra la corriente de la actualidad, que niega la importancia de la vida de los otros: si se preocupa por su entorno y actúa en consecuencia en la medida de sus fuerzas. Este tipo de compromiso es rarísimo, desde luego; por otra parte, así como no se reflejará necesariamente en el trabajo de quien escribe, tampoco tiene por qué mantenerse ajeno a él: no hay una relación fatal entre uno y otro. Nadie es mejor escritor si defiende las <em>causas nobles</em>, ni peor si las ataca o se burla de ellas.</p>
<p>Nada de esto quiere decir que sea "malo" o "reprobable" el que un escritor se dedique a discutir la política. Hay quienes lo hacen muy bien y hasta quienes consiguen influir en su entorno positivamente (o no) con su trabajo. Pero <em>nada de esto es parte connatural del oficio</em>. El escritor puede buscar ser también politólogo o periodista, si lo desea, pero <em>no tiene </em>que hacerlo.</p>
<p>El que se insista tanto en el deber del escritor para con la actualidad tiene que ver con el papel que muchos de los más importantes autores del último siglo han jugado como <em>intelectuales</em>. De acuerdo con <a href="http://www.lainsignia.org/2004/septiembre/cul_033.htm">Gabriel Zaid</a> (el enlace lleva a un artículo famoso donde el escritor discute la cuestión), el intelectual es "el escritor, artista o científico que opina en cosas de interés público con autoridad moral entre las elites" y cumple con una clara función social:</p>
<blockquote><p>[La] intervención [de <a href="http://www.lanacion.com.ar/nota.asp?nota_id=441880">Émile Zola en el caso Dreyfus</a>, en 1898] puso en evidencia que la verdad pública no está sujeta a la verdad oficial; que hay tribunales de la conciencia pública donde la sociedad civil ejerce su autonomía frente a las autoridades militares, políticas, eclesiásticas, académicas. Mostró la aparición de un cuarto poder, el de la prensa, frente al legislativo, ejecutivo y judicial. Hizo ver que las cosas de interés público (...) no pueden reducirse a tal o cual interés, competencia, jurisdicción: que la guerra es demasiado importante para dejarla en manos militares, el derecho demasiado importante para dejarlo en manos de abogados.</p></blockquote>
<p>El problema, entre nosotros, es que se ha desvirtuado el sentido de la labor del intelectual: demasiadas personas han terminado por emplear la creación artística como mero peldaño hacia la celebridad o el poder, y demasiadas personas han procurado endiosar la labor de la escritura para hacer creer que su utilidad más elevada es la de proveer interlocutores (o argumentos) a quienes están en el poder. Durante las décadas en que el PRI mantuvo el control del sistema político mexicano, mantuvo y cortejó (cooptó, como se dice también) a muchos intelectuales; ahora, el régimen panista desconfía de ellos o los desprecia, pero el deseo de figurar como se figuraba en el siglo XX permanece, en muchas personas y muchos círculos, como una especie de reflejo condicionado. No es agradable reconocer que los auténticos "líderes de opinión" de nuestro tiempo no son escritores salvo en, literalmente, uno o dos casos: son locutores, celebridades mediáticas, deportistas, figuras del espectáculo...</p>
<p>Todo esto quiere decir que sí, me parece una gran idea (me parece imprescindible) comprometerse y actuar; pero escribir sobre los temas de actualidad no es el único modo de hacerlo, y creer que lo es, que para un escritor es suficiente con eso, es caer en el error de olvidar, como siempre se olvida en estos casos, que lo más importante que un artista puede cultivar es su propio <em>hacer</em>,<em> </em>su propio <em>oficio</em>. De vez en cuando, la práctica de este oficio dará por resultado obras que resulten cruciales para entender el presente, la historia y la mismísima naturaleza humana, pero esas obras aparecen con muy escasa frecuencia, y en general no las podemos entender bien en el momento en que se publican. Pretender que basta con asumir la pose para que lo escrito tenga alguna validez es una forma muy popular del autoengaño entre los escritores de aquí y de todas partes.</p>
<p>(Y los malos pastiches nihilistas son signos de pereza: la obra de genio, cuando llegue a surgir, lo hará en medio de muchas obras mediocres, pues en esa masa estarán las de quienes no se interesan por su oficio y también las de quienes se interesan pero no pueden llegar a la altura deseada. Pero nunca se puede saber de antemano en cuál grupo está cada quién.)</p>
<p>Para terminar, baste decir que así como tengo mis ideas sobre la escritura tengo mis convicciones políticas. No hablo de ellas, por lo general, en lo que escribo, pero no diré que son "<em>sólo </em>mi punto de vista"; estoy  dispuesto a defenderlas.</p>
<p>Algunas son: en el poder, el PAN ha demostrado no ser mejor que el PRI; la elección de 2006 fue (sin necesidad de discutir quién la ganó) un cochinero; la legalización del aborto es necesaria; lo es también la de la marihuana; la educación debe ser laica; el dinero no es todo en la vida y buscarlo como lo exige nuestra sociedad actual (como exige buscar también el poder, el abandono, la belleza física) es una idiotez; el aspecto imponente de los males que padece el mundo no es excusa para ignorarlos ni para hacerlos crecer.</p>
<p>Etcétera.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pensamiento Etnorevolucionario.]]></title>
<link>http://gua30.wordpress.com/?p=1847</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 01:50:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nayade Aguirre</dc:creator>
<guid>http://gua30.wordpress.com/?p=1847</guid>
<description><![CDATA[
Por Augusto Caña Mamani “Sinshi Cahuide”


Los guerreros saben que una jornada de lucha
bien e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h5 style="margin:0;">
<h5 style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#000000;font-family:Arial;">Por Augusto Caña Mamani “Sinshi Cahuide”</span></h5>
<h5 style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:9pt;color:#000000;font-family:Arial;"><img class="aligncenter" src="http://www.peru-explorer.com/PERU-EXPLORER.2002/peru_travel_center/paracas_picture.jpg" alt="" width="185" height="167" /></span></h5>
</h5>
<p>Los guerreros saben que una jornada de lucha</p>
<p>bien empleado produce el triunfo victorioso.</p>
<p>Lo mismo, una ideología bien aplicada causa un<!--more--></p>
<p>efecto estridente y radical contra los roñosos opresores.</p>
<p>Para enfrentar radicalmente contra el paradigma</p>
<p>de dominación del neoliberalismo globo colonial;</p>
<p>el marxismo no sirve en el terreno del etno nacionalismo,</p>
<p>por carecer de valores culturales y de identidad autóctono.</p>
<p>El colonialismo y el capitalismo cual aves de rapiña,</p>
<p>es el monstruo más vorágine que pudo existir.</p>
<p>Estos temibles asesinos han exterminado pueblos enteros</p>
<p>y como usurpadores son perversos entre los perversos.</p>
<p>Para rescatar nuestra madre patria secuestrada,</p>
<p>tenemos que luchar y avanzar por importantes trechos;</p>
<p>debemos ser recapacitados bajo examen de conciencia</p>
<p>y también ser firmes con mejor propósito de enmienda.</p>
<p>La endémica casta criolla del mamotreto colonial,</p>
<p>ha hecho riqueza con la desgracia de nuestro pueblo:</p>
<p>Ahora, sin lamentos y sin desánimos conspirativos,</p>
<p>tenemos el derecho de desproticar a esa gleba fáctica.</p>
<p>¿Acaso solo podemos sentir cólera cuando vemos</p>
<p>a un hermano herido que no puede defenderse?</p>
<p>Seremos solidarios para socorrer y ayudar al caído,</p>
<p>luego castigar al agresor sin que se dé cuenta.</p>
<p>El quien lucha por su pueblo, no le falta valor,</p>
<p>sabe que su sacrificio es por una causa justa.</p>
<p>Entonces es fácil conocer a un hombre valiente,</p>
<p>que a un cobarde que se esconde en la sombra.</p>
<p>Sólo los héroes pueden subir hasta la cumbre</p>
<p>más alta de la historia y vivir eternamente:</p>
<p>Túpac Amaru, Túpac Katari, Wllcapaza y Atusparia,</p>
<p>son crónidas y númenes de ese aposento estelar.</p>
<p>Los criollos como hijos mancer de los sicarios españoles,</p>
<p>son tipos repulsivos, racistas y furibundos blasfemos;</p>
<p>su ínfimo conducta está asociada a la mala fama</p>
<p>y su afán de lucro lo enloquece a su espíritu caínista.</p>
<p>Los criollos supertichosos tienen metida su cabeza,</p>
<p>al hoyo fementido de su religión iconoclasta pagana.</p>
<p>Estos hijos de santos milagreros y arquetipos de infamia,</p>
<p>todavía viven aquí comiendo el pan de la maldición.</p>
<p>Los políticos criollos como férvulos del imperialismo,</p>
<p>son de poca vergüenza y de amnésica memoria;</p>
<p>estos duetos demagógicos padecen de miopía ojera,</p>
<p>pueden ver a cualquier lado, menos hacia la realidad.</p>
<p>Las proclamas políticas que no encarne nuestra lucha,</p>
<p>es solo otro devaneo criollo y turbamultas de agitación:</p>
<p>En cambio, nuestro etno nacionalismo está llamado a</p>
<p>navegar sobre las encrespadas olas de la historia universal.</p>
<p>El neoliberalismo globo colonial es el nuevo poder del orden</p>
<p>económico, es régimen de subordinación y de obediencia.</p>
<p>Su etnocentrismo se sustenta como raza blanca dominante</p>
<p>y por propio definición tiende ser fuerza única y rector absoluto.</p>
<p>La democracia europea es teoría de involución que nos deshumaniza,</p>
<p>su contravenir política es formalismo retórica y retahíla de insultos;</p>
<p>en los países colonizados es el vocablo de imponer la voluntad del</p>
<p>derecho privativo de la cachiporra, lagrimógina y el manguerazo.</p>
<p>Aquí la democracia criolla es la mordaza de fuerzas oscuras,</p>
<p>es tribuna axioma de la mentira y es prisión de los cazurros;</p>
<p>su credo político es sinónimo del hambre y urna de la injusticia</p>
<p>y está condenado a caer en pedazos en la noche agónico del tiempo.</p>
<p>Hoy es la hora de fortalecer nuestro espíritu etno nacionalista,</p>
<p>resaltar los conceptos humanistas de nuestra milenaria cultura:</p>
<p>En esta aldea global somos una sociedad con propio identidad</p>
<p>y nuestros ideales están reservados para nuestra pronta liberación.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Escondido en los silencios]]></title>
<link>http://eariandes.wordpress.com/?p=124</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 01:47:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>eariandes</dc:creator>
<guid>http://eariandes.wordpress.com/?p=124</guid>
<description><![CDATA[Death is the road to Awe (The Fountain OST) - Clint Mansell 


Cuando se enmudecen las palabras
De n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:center;"><a href="http://www.goear.com/files/sst3/c76369597f36fbb6f10e02b76baffffd.mp3">Death is the road to Awe (The Fountain OST) - Clint Mansell </a></h2>
<h2 style="text-align:center;"><a title="Death is the road to Awe (The Fountain OST) - Clint Mansell " href="http://www.goear.com/files/sst3/c76369597f36fbb6f10e02b76baffffd.mp3">[audio=http://www.goear.com/files/sst3/c76369597f36fbb6f10e02b76baffffd.mp3]</a></h2>
<h2 style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://img364.imageshack.us/img364/7817/01filmamelie002bd8.jpg" alt="Parejas de cine, miradas, encuentros, amelie," /></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#993300;">Cuando <span style="color:#f46100;">se enmudecen las palabras</span></span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#993300;">De nuestros lívidos labios</span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#f46100;">Ante los temerarios enigmas</span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#993300;">De nuestros gestos, De nuestros ojos...</span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#993300;">Cuando <span style="color:#f46100;">se desvanecen las barreras</span></span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#993300;">Y se acercan los horizontes,</span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#993300;">Serán los fugaces instantes</span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#f46100;">En el que  nuestras conciencias,</span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#993300;">De su carga despojadas,</span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#993300;">Logren <a href="http://eariandes.wordpress.com/2008/06/21/seremos-nosotros/">acariciarse</a> sin pesares.</span></h2>
<p style="text-align:right;">Por Arminda C. Ferrera</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dime con quién andas...]]></title>
<link>http://nadaparadeclarar.wordpress.com/?p=112</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 01:21:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>wadajo</dc:creator>
<guid>http://nadaparadeclarar.wordpress.com/?p=112</guid>
<description><![CDATA[
Duilio Pierri, &#8220;Dedoman and friends&#8221;. Óleo sobre tela. 130&#215;200 cm. La obra formó]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://nadaparadeclarar.files.wordpress.com/2008/07/pierri1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-113" src="http://nadaparadeclarar.wordpress.com/files/2008/07/pierri1.jpg" alt="" width="450" height="290" /></a></p>
<blockquote><p><strong>Duilio Pierri</strong>, "Dedoman and friends". Óleo sobre tela. 130x200 cm. La obra formó parte de la exposición inaugural de <strong>Objeto a</strong>, palermitana galería inaugurada hace un mes, ubicada en Niceto Vega 5181. Más información en www.objeto-a.com.ar</p></blockquote>
<p>... y te diré quién eres, dice el refrán. Es extraño que muchos refranes tengan su antítesis. Por ejemplo, está "la venganza nunca es buena, mata el alma y la envenena" y su contrario "la venganza es el placer de los dioses", o un intermedio neutro como "la venganza es un plato que se sirve frío". Brrr, qué sangriento.</p>
<p>Muchas obras literarias consagraron dichos que pasaron al habla popular. <strong>El Gatopardo</strong>, del conde de Lampedusa, contiene la famosa expresión "hace falta cambiar algo para que todo siga igual". Luego del éxito de la película de Luchino Visconti (1963), este tipo de actos pasó a conocerse como "gatopardismo" de tan popular y acertado que probó ser.</p>
<p>El <strong>Quijote </strong>de Cervantes, bueno, ni qué hablar. Como todos los que lo leyeron recordarán, Sancho Panza era aficionado a los refranes, y esta costumbre sacaba de quicio a don Quijote. Una vez, recuerdo, Sancho tira como cuatro o cinco al hilo: "Porque quien a buen árbol se arrima buena sombra le cobija, y bien se está San Pedro en Roma, y más vale pájaro en mano que ver un ciento volar" y sigue algo así. A ver, acá encontré una cita: "[Sancho: - ] (...) y considere que se suele decir que buen corazón quebranta mala ventura, y que donde no hay tocinos, no hay estacas; y también se dice, donde no piensa, salta la liebre. (...) - Por cierto, Sancho - dijo Don Quijote-, que siempre traes tus refranes tan a pelo de lo que tratamos cuanto me dé Dios mejor ventura en lo que deseo" <strong>(1).</strong></p>
<p>Otra obra clásica pródiga en refranes es el <strong>Martín Fierro</strong>, de José Hernández. La mayoría están en la <strong>Vuelta</strong>, que es cuando Fierro se vuelve un gaucho manso y deja atrás sus días de furia contra el mundo. Algunos versos expresan este tono claramente conservador: "El que obedeciendo vive/ nunca tiene suerte blanda -/ mas con su soberbia agranda/ el rigor en que padece -/ obedezca el que obedece/ y será bueno el que manda" <strong>(2)</strong>. Otros son tan clásicos que ni vale la pena citarlos completos: "Los hermanos sean unidos/ (...)". Versos como los del Moreno, a continuación, ponen la piel de gallina de tan actuales que suenan: "La Ley es tela de araña -/ en mi inorancia lo esplico,/ no la tema el hombre rico -/nunca la tema el que mande -/pues la ruempe el vicho grande/ y solo enrieda a los chicos" <strong>(3)</strong>. Todos los refranes que estén en octosílabos son del <strong>Martín Fierro</strong>: "todo bicho que camina/ va a parar  al asador", por ejemplo.</p>
<p>Otros libros dieron y darán títulos para cualquier nota periodística más o menos atinada. Gabriel García Márquez, por ejemplo, ya debe estar hasta las pelotas con que siempre que pasa algo pongan "Crónica de un/a [inserte nombre de suceso] anunciada/o". ¿Qué pasa, es "culto" encabezar una nota con un título de algo que nunca leíste? Como el otro día, que nombraron a Eduardo Galeano "ciudadano ilustre del Mercosur", en Montevideo. Todas las notas eran "En memoria de <strong>las venas abiertas de América Latina</strong>" o "Cerrando las venas abiertas de América Latina". En la tele, un periodista muy atinado le preguntó al escritor uruguayo: "¿están cerradas hoy las venas abiertas de América Latina?" ¡¡NO PODÉS, FLACO!! Si estudiás periodismo para tener en frente a uno de los más grandes escritores vivos de la actualidad no podés preguntarle semejante boludez.</p>
<p>Otros escritores se hicieron famosos, además de por sus libros, por su histrionismo y agudeza al hablar. Mark Twain y Oscar Wilde son recordados por sus frases. Del segundo, "solo hay una cosa peor a que hablen de uno: que no hablen". Y del primero: "Cuando tenía catorce años, me llamaba la atención qué poco inteligente era mi padre; cuando tenía veintiuno, me sorprendió cuánto había aprendido en los últimos siete años".</p>
<p>Marx era un gran escritor. Cualquiera que haya leído su obra puede dar fe de que su prosa era realmente amena y trágica, debido a su atenta lectura y admiración por Shakespeare. De hecho, ciertas frases famosas de Marx se han convertido en refranes: eso de que "la sucesos históricos se repiten dos veces, una vez como tragedia y otra como farsa" es casi textual el comienzo de <strong>El 18 brumario de Luis Bonaparte</strong>.</p>
<p>Ya lo decía Pity Álvarez al principio de su hit "Una vela": "siempre que prendo la tele veo a uno hablando de la lealtad; prendo la radio y escucho a un boludo hablando de la lealtad; vas en el bondi y el colectivero habla de la lealtad. Todo el mundo habla de la lealtad, todos quieren ser la lealtad, y nosotros somos la lealtad, ¡así que qué me vienen a hablar de la lealtad!"</p>
<p><strong>(1)</strong> Miguel de Cervantes, <em>El ingenioso hidalgo Don Quijote de la Mancha</em>, Buenos Aires, Centro Editor de Cultura, 2004, p. 392.</p>
<p><strong>(2)</strong> José Hernández, <em>Martín Fierro</em>, Buenos Aires, Centro Editor de América Latina, 1991, p. 202.</p>
<p><strong>(3)</strong> <em>op. cit.</em>, p. 189.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Senhor dos Anéis]]></title>
<link>http://leclandestin.wordpress.com/?p=10</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 00:38:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Raphael (leclandestin.wordpress.com)</dc:creator>
<guid>http://leclandestin.wordpress.com/?p=10</guid>
<description><![CDATA[O Senhor dos Anéis
Avaliação
O Senhor dos Anéis é um épico brilhante, empolgante da primeira a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[wp_caption id="attachment_11" align="aligncenter" width="600" caption="O Senhor dos Anéis"]<a href="http://leclandestin.files.wordpress.com/2008/07/o_senhor_dos_aneis.jpg"><img class="size-full wp-image-11 alignnone" src="http://leclandestin.wordpress.com/files/2008/07/o_senhor_dos_aneis.jpg" alt="O Senhor dos Anéis" width="600" height="300" /></a>[/wp_caption]
<h1>Avaliação</h1>
<p><em>O Senhor dos Anéis</em> é um épico brilhante, empolgante da primeira a última linha. É o tipo de obra fantástica que reúne filosofia, religião, mitologia e as mais variadas raças (hobbits, elfos, magos, orcs, anões, ents e humanos) numa só estória.</p>
<p>Definitivamente é atemporal, o considero um trabalho memorável, mas a grande sacada de Tolkien foi dar traços de realidade à estória que se passa numa Europa mitológica de 6000 anos atrás. Sua inventividade chega a ser incansável, para se ter uma idéia, <em>O senhor dos anéis</em> conta com 301 nomes de pessoas e animais e, 433 nomes de lugares. Também dotado de imensa habilidade lingüística, Tolkien criou um idioma por completo, a linguagem élfica.</p>
<p>A única nota negativa fica por conta de seu tamanho. A minha edição, volume único, possui 1.202 páginas. Aparentemente robusto, a narrativa nos cativa de tal maneira, que nos vemos desejando encontrar ao seu fim no mínimo o dobro de páginas para ler. Para vocês terem uma idéia, o devorei em apenas uma semana.</p>
<p>Se você ainda não leu ou se leu e deseja recapitular, transcreverei abaixo os detalhes do enredo, a estrutura da obra e o pano de fundo da história.<!--more--></p>
<h1>Estrutura da obra e pano de fundo da história</h1>
<p>Já foi dito que a obra deveria ser lançada em um único volume, mas foi dividido em três como forma de baratear os custos (havia racionamento de papel na Inglaterra do pós-guerra). Cada volume é dividido em dois tomos ou "livros".</p>
<ol>
<li>O primeiro volume, A Sociedade do Anel, publicado em 1954, contém um prólogo, no qual são dadas as características dos Hobbits.</li>
<li>O segundo volume, As Duas Torres, publicado alguns meses depois de A Sociedade do Anel, também em 1954, continua a história original com mais personagens.</li>
<li>A saga termina com a publicação em 1955 do terceiro volume, intitulado O Retorno do Rei, que contém diversos apêndices explicativos sobre a história, as línguas, a cronologia da narrativa e outras informações adicionais sobre a mitologia criada por Tolkien para a sua Terra-Média.</li>
</ol>
<p>O pano de fundo da história é revelado enquanto o livro progride, e elaborado também nos apêndices, no Silmarillion e em Contos Inacabados, os últimos publicados após a morte de Tolkien. Começa milhares de anos antes da ação no livro, com a ascensão do epônimo senhor dos anéis, senhor escuro Sauron, possuidor de grandes poderes supernaturais, que governava o temido reino de Mordor. No fim da Primeira Era da Terra Média, Sauron sobreviveu à catastrófica derrota e o exílio de seu mestre, a figura fundamental do mal, Morgoth e durante a Segunda Era Sauron planejou ganhar o domínio sobre a Terra Média. Sob aparência de "Annatar" ou senhor dos presentes ajudou os elfos ferreiros de Eregion, e fomentou a forja dos anéis mágicos que conferenciaram vários poderes e habilidades aos seus portadores, mas Celebrimbor, líder dos elfos ferreiros (muito talentoso e neto de Fëanor que criara as Silmarils na Primeira Era), os tinha forjado independentemente de Sauron. Os mais importantes destes foram os dezenove anéis do poder ou os Grandes Anéis.</p>
<p>Então Sauron forjou secretamente um Grande Anel para si próprio, o Um Anel, pois planejava escravizar os portadores dos outros anéis do poder. Este plano falhou em parte porque os elfos tomaram ciência dele e esconderam seus anéis, os Três Anéis Élficos, dando-os aos Sábios de seu tempo (Galadriel, Círdan e Gil-Galad). Nesses, Sauron jamais tocou. Sauron lançou-se então à guerra, durante a qual capturou dezesseis dos anéis do poder e os distribuiu aos senhores e aos reis dos anões e dos homens. Estes anéis foram conhecidos como os sete e os nove respectivamente. Os Senhores Anões se provaram demasiado resistentes à escravização, embora seu desejo natural para a riqueza, especialmente ouro, aumentasse; isto trouxe muitos conflitos entre eles e outras raças. Dos sete Anéis que tinham sido dados aos Senhores Anões, Sauron recuperou os que não tinham sido destruídos, e dos nove Anéis presenteados aos Homens, Sauron trouxe todos para sua custódia. Esses humanos portadores dos Nove lentamente se corromperam e transformaram-se conseqüentemente nos morto-vivos, Nazgûl, os Espectros do Anel, os servos mais temidos de Sauron.</p>
<p>Após 1500 anos, o Numenorianos enviaram uma grande força para destruir Sauron, conduzida por seu poderoso monarca Ar-Pharazôn, o Dourado. Abandonado por seus servos, Sauron rendeu-se e foi feito prisioneiro de Númenor. Entretanto, com perspicácia e força de vontade, começou a aconselhar o rei e envenenou as mentes do Númenorianos contra os Valar. Iludiu seu rei, aconselhando-o a invadir as Terras Imortais para conseguir ser imortal como os Valar e os elfos. Os Valar, ao saberem da invasão, invocaram Eru Ilúvatar, que causou um deslizamento de terras sobre os Númenorianos, e abriu uma grande abismo no mar, destruindo Númenor e separando as Terras Imortais das Mortais. O corpo físico de Sauron foi destruído, mas seu espírito retornou a Mordor e assumiu um nova e terrível forma. Alguns Númenorianos (chamados de Fiéis por não terem deixado de adorar Ilúvatar) também obtiveram sucesso em escapar para a Terra-média. Esses eram chamados de Elendili e foram conduzidos por Elendil e seus filhos Isildur e Anárion.</p>
<p>Depois de cem anos, Sauron lançou um ataque contra os Númenorianos exilados. Elendil formou a Última Aliança dos Elfos e dos Homens com o Elfo-rei Gil-galad. Marcharam de encontro a Mordor, derrotando os exércitos de Sauron na planície de Dagorlad e sitiaram a fortaleza Barad-dûr, onde Anárion morreu. Após sete anos sitiado, o próprio Sauron foi forçado a vir para fora e entrar num combate com os líderes. Gil-galad e Elendil foram mortos enquanto lutavam com Sauron e a espada de Elendil, Narsil, quebrou-se. O corpo de Sauron foi subjugado e morto e Isildur cortou o Um Anel de sua mão com que sobrara da espada, Narsil; quando isto aconteceu, o espírito de Sauron fugiu e não reapareceu por muitos séculos. Isildur foi aconselhado a destruir o Um Anel arremessando-o no vulcão da Montanha da Perdição onde foi forjado, mas atraído pela sua beleza, Isildur preferiu conservá-lo para que fosse a herança de seu povo.</p>
<p>Começou assim a Terceira Era da Terra-média. Dois anos mais tarde Isildur e seus soldados foram atacados em uma emboscada por um bando de Orcs no que foi chamado posteriormente de Desastre dos Campos do Lis. Quase todos os homens foram mortos, mas Isildur escapou pondo o Anel, que torna invisível quem o coloca. Mas o Um traiu o seu portador, escapando do dedo de Isildur, que foi visto e flechado pelos orcs, e o Anel foi perdido por dois milênios.</p>
<p>Foi então encontrado, por acaso, no rio por um ancestral dos hobbits chamado Déagol. Seu parente e amigo Sméagol o estrangulou para roubar o Anel. Sméagol fugiu para a Montanhas Sombrias depois de ter sido expulso de casa, e nas raízes das montanhas se transformou numa criatura repulsiva e nojenta chamada Gollum.</p>
<p>Em O Hobbit, aproximadamente 60 anos antes dos eventos do Senhor dos Anéis, Tolkien relacionou a história do encontro aparentemente acidental do Anel por um outro hobbit, Bilbo Bolseiro, que o leva para sua casa, o Condado. Foi somente durante a criação de O Senhor dos Anéis que Tolkien relacionou as histórias. Nem Bilbo nem o mago Gandalf estavam cientes neste momento que o anel mágico de Bilbo era o Um Anel, forjado pelo senhor do escuro, Sauron.</p>
<p>A saga do Anel conta, no final da Terceira Era, a luta entre os povos livres da Terra-média contra Sauron, que procura pelo Um Anel e tem o intuito de dominar toda a Terra-média, assim como seu mestre, Morgoth, tentara.</p>
<h1>Detalhes do enredo</h1>
<h2>A Sociedade do Anel (A Irmandade do Anel)</h2>
<p>Frodo Bolseiro é um hobbit do Condado, que recebe de seu tio Bilbo um anel de rara beleza. Esse anel tem uma longa história: foi roubado de uma criatura chamada Gollum (como relatado no livro O Hobbit), e desde então ele tem sido guardado por Bilbo.</p>
<p>O Mago Gandalf, um velho amigo de Bilbo, percebe o poder que aquele anel possui, não sendo um anel comum, mas sim o Um Anel, artefato mágico forjado por Sauron, o Senhor do Escuro, e que fora perdido numa batalha muito tempo antes. Se recuperado, o Um Anel permitiria a Sauron o domínio definitivo sobre toda a Terra-média. O Um Anel, ou Anel do Poder, dera longevidade fora do comum a seu antigo dono, Bilbo, e possuia consciência, uma vontade própria que o conduzia sempre na direção do seu criador e senhor. Gandalf aconselha Frodo a deixar o Condado pois servos de Sauron conhecidos como Nazgûl estão à procura do Um Anel. Gandalf parte em busca de ajuda mas não manda notícias durante vários meses. Frodo decide então deixar o Condado furtivamente, levando consigo seu fiel amigo e jardineiro, Samwise Gamgee, mais conhecido como Sam. Os dois companheiros viajam a pé rumo a Bri, uma vila habitada por Homens, perto da fronteira do Condado.</p>
<p>No caminho, juntam-se a eles dois outros hobbits, Merry e Pippin. Os hobbits resolvem pegar um atalho que passa através da Floresta Velha, lar de árvores que se comunicam entre si. Dentro da Floresta, os hobbits são salvos de uma árvore violenta por um estranho ser que adora cantar: o enigmático Tom Bombadil, um dos maiores mistérios de Tolkien.</p>
<p>Passando por outros perigos, os hobbits chegam a Bri, e lá aceitam a ajuda de um Guardião chamado Passolargo, amigo de Gandalf, que os guia até Valfenda, um reino ainda habitado por elfos, seres imortais, detentores de grande poder, beleza e sabedoria. Mas o caminho ainda é perigoso: o grupo é emboscado no Topo do Vento e Frodo acaba apunhalado por um Nazgûl, Espectro do Anel. Passolargo consegue repelir a ofensiva do Inimigo e foge com Frodo, que está gravemente ferido, e os outros hobbits. Quando estão sendo alcançados novamente pelos Espectros do Anel, o elfo Glorfindel os encontra e os conduz em segurança até Valfenda. Os Nazgûl tentam detê-los mas são varridos pela inundação súbita do rio Baraduin.</p>
<p>Já curado, Frodo descobre as maravilhas de Valfenda e lá é realizado um conselho liderado por Elrond, o meio-elfo mestre de Valfenda e pai de Arwen, a amada de Passolargo, cujo verdadeiro nome é Aragorn, que se revela descendente de Isildur e herdeiro do Trono de Gondor.</p>
<p>No Conselho de Elrond são expostos os problemas relacionados ao Um Anel. Boromir, filho do regente de Gondor, sugere usar o Anel do Poder contra Sauron. Elrond e Gandalf rejeitam a idéia imediatamente e explicam os vários motivos pelos quais não podem usá-lo contra o "Senhor dos Anéis": Sauron é o único e verdadeiro mestre do Anel, pois o forjou, sendo portanto totalmente maligno, além disso, seu poder é grande demais para ser controlado por mortais comuns e mesmo os poderosos entre os povos livres da Terra-Média, como os imortais elfos (Elrond) e os magos (Gandalf), temem inclusive tocá-lo. O poder quase absoluto do anel corrompe o caráter e deforma a personalidade daquele que se atreve a empunhá-lo, ainda que movido por boas intenções. Quem quer que tente derrotar Sauron utilizando magia, acabará se tornando o próximo Senhor do Escuro.</p>
<p>Dada a impossibilidade de utilizar o Um Anel como arma de guerra, é imposta a tarefa de levá-lo até a Montanha da Perdição, um vulcão localizado no centro de Mordor, a Terra Negra do Inimigo, onde o anel fora forjado e também o único lugar onde poderia ser destruído.</p>
<p>Para essa missão, de sucesso improvável, é formada a Sociedade do Anel, composta por nove companheiros: quatro hobbits (Frodo, Sam, Merry e Pippin), dois humanos (Aragorn e Boromir), um elfo (Legolas), um anão (Gimli) e um mago (Gandalf). Frodo seria o Portador do Anel, aquele que deveria lançar o Anel nos fogos de Orodruin.</p>
<p>A Sociedade do Anel parte em direção ao sul. Cientes que essa rota está sendo vigiada pelo Inimigo, o grupo faz um desvio para Leste através das Montanhas Nebulosas, mas são obrigados a voltar por causa da neve e do frio. Um caminho alternativo os leva até a temida Moria, reino subterrâneo dos anões, onde Gandalf é morto lutando com um Balrog, um demônio do mundo antigo. Os outros companheiros escapam e chegam em segurança a Lothlórien, reino da rainha élfica Galadriel, temida por seu poder mas dotada de rara beleza e sabedoria. Nesse reino encantado, onde o tempo parece não passar, os viajantes recebem auxílio e conselhos. Após algumas semanas de descanso, a Sociedade do Anel, agora liderada por Aragorn, parte de Lothlorien em direção ao sul, navegando o grande rio Anduin em canoas construídas pelos elfos da Floresta Dourada. Quando param para descansar próximo às cataratas de Rauros, Boromir tem uma discussão com Frodo, e tenta roubar-lhe o Anel do Poder. Frodo foge e decide ir sozinho para Mordor. Quando os outros membros da Sociedade do Anel vão em busca de Frodo, são atacados por Uruk-hai (sub-espécie de Orc, mais alta e forte) enviados por Saruman, um mago renegado que se aliou a Sauron, mas que também ambiciona o Anel do Poder.</p>
<p>Na luta que se segue, a Sociedade é rompida: Merry e Pippin são capturados pelos uruk-hai, Boromir morre ao defendê-los, Aragorn, Legolas e Gimli decidem resgatar os hobbits aprisionados, Frodo e Sam partem sozinhos para a Montanha da Perdição.</p>
<h2>As Duas Torres</h2>
<p>Aragorn, Legolas e Gimli seguem os rastros dos hobbits capturados e o caminho os conduz até a Floresta de Fangorn. Nela encontram o Mago Branco que inicialmente pensam ser Saruman, o traidor. No entanto, o velho enigmático revela-se Gandalf, que morreu enfrentando o Balrog e retornou da morte para cumprir sua missão na Terra-Média. Os quatro seguem então para Rohan, Terra dos Cavalos. Sua capital Edoras fica no alto de uma colina, onde os rohirrim ergueram Meduseld, O Palácio Dourado. Nele vive o rei Théoden, cuja mente fora envenenada por Saruman através de um agente infiltrado, o conselheiro Gríma Língua-de-cobra. Gandalf expulsa Grima, cura o rei de seus males, e o aconselha a enfrentar a ameaça de Saruman e partir rumo a Isengard, fortaleza de Saruman, com todos os guerreiros disponíveis.</p>
<p>Enquanto isso, os hobbits Merry e Pippin conseguem escapar dos uruk-hais, e fogem para o interior da Floresta de Fangorn. Lá encontram Barbárvore, um Ent, um gigante em forma de árvore, e cujas origens remontam a tempos muitíssimo mais antigos que a Terceira Era, na qual se passa essa história.</p>
<p>Barbárvore leva Merry e Pippin a sua casa, onde descansam enquanto os Ents são convocados para uma reunião (o "Entebate") no qual se discute, na lentíssima língua dos ents, o que fazer com o Inimigo Saruman. Os Ents decidem ir à guerra e partem rumo a Isengard. Os Ents invadem a fortaleza de Saruman, massacram os odiados orcs, que haviam derrubado muitas árvores de Fangorn, e apagam as fornalhas de Isengard desviando o curso do Rio Isen. Todo o círculo de Orthanc é inundado, ficando Saruman isolado pelas águas em sua Torre de pedra.</p>
<p>De volta a Rohan, o rei Theoden envia velhos, mulheres e crianças para a segurança do Templo da Colina, um refúgio nas montanhas, enquanto os cavaleiros de Rohan partem em direção a Isengard. Entretanto, são obrigados a fazer um desvio que os leva até o Abismo de Helm, um estreito desfiladeiro onde os rohirrim construíram uma fortaleza de pedra (o "Forte da Trombeta"). Nela, as tropas de Rohan buscam refúgio mas acabam sitiadas pelos Uruk-hai de Saruman. Após horas de batalha sangrenta, os orcs são derrotados com a ajuda de outras tropas de Rohirrim, trazidas por Gandalf. Os Orcs remanescentes fogem mas são massacrados pelos Huorns, Ents mais arvorescos, que buscam vingança pela destruição da Floresta de Fangorn.</p>
<p>Finda a Batalha do Abismo de Helm, o rei Theoden, Gandalf, Aragorn, Legolas e Gimli, cavalgam até Isengard. Ao chegarem lá, encontram Merry e Pippin sãos e salvos, e se surpreendem com os hobbits se fartando com as provisões de comida, vinho e fumo da fortaleza do Inimigo. Numa última e desesperada tentativa, Saruman procura seduzir o grupo com sua voz persuasiva, quase hipnótica, mas Gandalf anula o feitiço e ainda o expulsa da ordem dos Istari, quebrando seu cajado. Nesse momento, Gríma língua-de-cobra atira da Torre de Orthanc um Palantír, pedra vidente que é capaz de comunicar-se com outras semelhantes. Gandalf a recolhe para posterior averiguação.</p>
<p>À noite no acampamento, Pippin, em sua incontrolável curiosidade, agarra o Palantír e olha em seu interior, e numa visão, vê o próprio Sauron, mas por sorte não revela nada dos planos dos povos livres, e ainda vê uma parte dos planos do Senhor dos Anéis: seu primeiro ataque será contra a capital do Reino de Gondor, a cidade de Minas Tirith.</p>
<p>Gandalf parte então com Pippin para Minas Tirith a fim de alertar Gondor da guerra iminente, encerrando assim a primeira parte de As Duas Torres.</p>
<p>A segunda parte do livro, que fala sobre Frodo e Sam, inicia-se com a captura de Gollum. Em troca de sua liberdade, ele promete levar os dois até Mordor, onde fica a Montanha da Perdição. Assim é feito.</p>
<p>Mas Gollum não é totalmente fiel, nem totalmente sincero. Apenas Sam é capaz de perceber suas verdadeiras intenções. Gollum é uma criatura velha e "pegajosa" que já foi um hobbit, mas que foi possuído pelo poder do Um Anel, e jamais conseguiu libertar-se dessa atração: um lado de sua personalidade dividida quer levar os hobbits até Mordor em segurança, mas a outra pretende matá-los e apossar-se do Anel que lhe foi roubado.</p>
<p>Atravessando vários lugares, os hobbits são guiados até o Portão Negro de Mordor, mas este está fechado, e os hobbits, conduzidos por Gollum, seguem outro caminho.</p>
<p>Ao pararem para descansar e comer, Frodo e Sam testemunham uma batalha entre Homens de Gondor e os Haradrim, aliados de Sauron. Gollum desaparece e os hobbits são capturados por uma patrulha chefiada por Faramir, irmão de Boromir. Frodo e Sam são levados até um esconderijo situado atrás de uma cachoeira onde Sam inadvertidamente revela o objetivo da missão (a destruição do anel do poder).</p>
<p>Frodo repreende Sam e teme que Faramir seja como seu falecido irmão e queira tomar o anel para si. Entretanto, para sua surpresa, Faramir revela grande força de caráter e nobreza de coração, e os liberta para que possam cumprir sua tarefa.</p>
<p>Os hobbits reiniciam sua jornada para Mordor, com Gollum como seu guia, e decidem atravessar as montanhas através de Cirith Ungol, local de má fama, considerado maldito e perigoso. Este caminho os leva até uma escada talhada em um paredão de rocha, que termina num túnel. O plano de Gollum, que se rendeu ao mal, é guiá-los através desse túnel e lá dentro entregá-los a Laracna, uma aranha gigantesca, descendente da terrível Ungoliant. O esquema de Gollum funciona em parte: Frodo é picado por Laracna, mas Sam luta desesperadamente contra o terrível aracnídeo e acaba derrotando-o com um golpe de espada num ponto fraco de sua couraça.</p>
<p>Convicto da morte de Frodo, Sam decide assumir o fardo do anel e completar a missão de seu mestre. Nesse ínterim, uma patrulha de orcs se aproxima, e Sam volta para evitar que o cadáver de Frodo vire carniça de orcs. Sam ouve a conversa dos servos de Sauron e tem um choque ao saber que Frodo na verdade não estava morto, apenas inconsciente (Laracna preferia comer seu lanche vivo!). As Duas Torres termina com os orcs levando o adormecido Frodo para a Torre de Cirith Ungol e com o Hobbit Samwise Gamgee em desespero, que tem de escolher entre continuar a missão do Anel ou tentar salvar Frodo das garras dos orcs.</p>
<h2>O Retorno do Rei (O Regresso do Rei)</h2>
<p>Gandalf e Pippin entram na cidade de Minas Tirith, onde se encontram com Denethor, regente do reino de Gondor. Gandalf o avisa da guerra próxima, e o regente pede a ajuda de Rohan, mas revela seu rancor por Aragorn, que, sendo descendente direto do último rei, é o herdeiro legítimo do trono de Gondor. Merry, entretanto, permanece com os rohirrim, para servir ao rei Théoden, que reune todos os guerreiros aptos de seu reino e parte para a guerra em Minas Tirith. Junto com ele vão Aragorn, Legolas e Gimli.</p>
<p>Enquanto isso, Sam penetra na torre de Cirith Ungol, e resgata Frodo, que era mantido prisioneiro. Com muita sorte, ambos escapam dos muitos orcs, e adentram Mordor, uma imensa terra devastada, coberta de pó, cinza e fogo, cujo próprio ar é carregado de fumaça venenosa.</p>
<p>Após receberem uma mensagem de Elrond, Aragorn, Legolas e Gimli deixam o exército de Rohan e viajam então para as Sendas dos Mortos. Lá Aragorn convoca um exército de almas penadas/mortos-vivos (o livro não deixa muito claro) a cumprirem um antigo juramento de lealdade para com Isildur, o primeiro rei de Gondor e seu ancestral direto. Os mortos haviam jurado lutar ao lado de Gondor mas fugiram para as montanhas quando foram chamados à guerra. Isildur então os amaldiçoou a não terem paz, nem na vida nem na morte, até que sua promessa fosse cumprida.</p>
<p>Quando a guerra se abate sobre Gondor, o exército dos mortos, liderado por Aragorn, liberta um porto no grande rio Anduin, dominado pelos Haradrim (habitantes do sul da Terra-Média), o que permite o embarque de tropas aliadas que vão em auxílio de Minas Tirith, sitiada pelas Tropas de Sauron. Terminada a batalha dos Campos do Pelennor, que ainda não fora a batalha definitiva, os exércitos de Gondor e Rohan, marcham rumo ao Portão Negro de Mordor. O objetivo da arriscada manobra é atrair os exércitos remanescentes do Inimigo e esvaziar a Terra Negra, possibilitando a passagem de Frodo e Sam até a Montanha da Perdição, onde o Anel do Poder poderia ser destruído.</p>
<p>Tudo ocorre como previsto: os exércitos de Mordor caem na armadilha. Frodo e Sam conseguem passar, todavia antes de entrarem na Montanha da Perdição, encontram Gollum em seu caminho. Os hobbits se separam, Frodo adentra as Fendas da Perdição, uma câmara no vulcão que dá acesso à lava chamejante. Quando já está à beira do precipício, surpreendentemente, Frodo é dominado pelo Anel do Poder e o reivindica para si: "o anel é meu, não vou destruí-lo!". Nisso, Gollum intervém, ele e Frodo lutam ferozmente, até que Gollum arranca o anel das mãos de Frodo. Gollum escorrega e cai acidentalmente (ou não) na lava ardente, levando consigo o Um Anel, que é destruído, assim como Sauron, cujo espírito estava vinculado ao anel, e seus servos orcs, que dependiam de sua força e comando.</p>
<p>Aragorn então assume o trono de Gondor com o nome élfico Elessar, sendo coroado Rei por Gandalf, e se casa com a meia-elfa Arwen. Tem início assim a Quarta Era, a era do Domínio dos Homens. Os elfos remanescentes da Terra-Média decidem partir para Aman, morada dos deuses Valar.</p>
<p>Os quatro Hobbits então retornam para o Condado, tendo que enfrentar um último inimigo: Saruman que se apossou do Condado. Mas o mago acaba morto pelas mãos de Grima Língua-de-cobra, e a paz volta à terra dos hobbits.</p>
<p>O livro termina com a partida para as Terras Imortais (Aman) de Gandalf, Galadriel, Elrond assim como dos hobbits Frodo e seu tio Bilbo, que, embora mortais, conquistam o direito de viver o resto de seus dias junto aos Elfos e aos Valar, como reconhecimento de sua lealdade e sacrifício durante a Guerra contra Sauron e por terem sido portadores do Um Anel.</p>
<address>Estrutura da obra e pano de fundo da história e Detalhes do enredo foram retirados da <a title="Wikipédia (O Senhor dos Anéis)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Senhor_dos_Anéis" target="_blank">Wikipédia</a>.</address>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Guy de Maupassant: "Bola de Sebo".- ]]></title>
<link>http://aquileana.wordpress.com/?p=850</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 00:00:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>aquileana</dc:creator>
<guid>http://aquileana.wordpress.com/?p=850</guid>
<description><![CDATA[ Guy de Maupassant: &#8220;Bola de Sebo&#8221;: 

_________________________________________________]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;"> Guy de Maupassant: </span></span><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">"Bola de Sebo": </span></span></h2>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.buscalibros.cl/img_prod_gra/956111402X.jpg" alt="" /></p>
<h3 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">______________________________________________________________________________</span></span></h3>
<h3 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">Sinopsis: </span></span></h3>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Bola de Sebo</em> es el título del cuento que encumbró al autor francés </strong><strong>Guy de Maupassant</strong><strong> (1850-1893), quien emplea una sutil ironía para relatar su historia. Su argumento se desarrolla durante la ocupación de Francia en la guerra franco-prusiana de 1875. </strong><strong>Este relato se publicó por primera vez el 16 de abril de 1880, formando parte de la antología de cuentos titulada "Las veladas de Médan", en la que participaba, entre otros, el padre del naturalismo Émile Zola.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">___________________________________________________________________________________________________</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.camillerenault.com/images/uploads/Sans_titre_Maupassant.bmp" alt="" /></p>
<h5 style="text-align:center;"> Guy de Maupassant (1850-1893).-</h5>
<p style="text-align:center;">__________________________________________________________________________________________________</p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">Argumento:</span></span></h2>
<p style="text-align:justify;"><strong>En una diligencia de pasajeros, entre los que se encuentra una prostituta, es detenida en un acuartelamiento prusiano y no se le permite proseguir el viaje mientras la prostituta, Bola de sebo, no acceda a acostarse con el comandante de la guarnición. Los burgueses que viajan con ella, ante tal contratiempo, instan a la joven mediante lisonjas a que se doblegue a la petición del oficial enemigo. Ella, presionada, cede. Reanudando el viaje, la muchacha siente el desprecio de aquellos que horas antes la alentaban y ahora le critican callada e hipócritamente el sacrificio realizado para que los burgueses pudiesen finalizar su viaje. Durante muchos días consecutivos pasaron por la ciudad restos del ejército derrotado. Más que tropas regulares, parecían hordas en dispersión. Los soldados llevaban las barbas crecidas y sucias, los uniformes hechos jirones, y llegaban con apariencia de cansancio, sin bandera, sin disciplina. Todos parecían abrumados y derrengados, incapaces de concebir una idea o de tomar una resolución; andaba sólo por costumbre y caían muertos de fatiga en cuanto se paraban. Los más eran movilizados, hombres pacíficos, muchos de los cuales no hicieron otra cosa en el mundo que disfrutar de sus rentas, y los abrumaba el peso del fusil; otros eran jóvenes voluntarios impresionables, prontos el terror y al entusiasmo, dispuestos fácilmente a huir o acometer; y mezclados con ellos iban algunos veteranos aguerridos, restos de una división destrozada en un terrible combate; artilleros de uniforme oscuro, alineados con reclutas de varias procedencias, entre los cuales aparecía el brillante casco de algún dragón tardo en el andar, que seguía difícilmente la marcha ligera de los infantes. </strong><strong>Compañías de francotiradores, bautizados con epítetos heroicos: Los Vengadores de la Derrota, Los Ciudadanos de la Tumba, Los Compañeros de la Muerte, aparecían a su vez con aspecto de facinerosos, capitaneados por antiguos almacenistas de paños o de cereales, convertidos en jefes gracias a su dinero —cuando no al tamaño de las guías de sus bigotes—, cargados de armas, de abrigos y de galones, que hablaban con voz campanuda, proyectaban planes de campaña y pretendían ser los únicos cimientos, el único sostén de Francia agonizante, cuyo peso moral gravitaba por entero sobre sus hombros de fanfarrones, a la vez que se mostraban temerosos de sus mismos soldados, gentes del bronce, muchos de ellos valientes, y también forajidos y truhanes. Por entonces se dijo que los prusianos iban a entrar en Ruán. La Guardia Nacional, que desde dos meses atrás practicaba con gran lujo de precauciones prudentes reconocimientos en los bosques vecinos, fusilando a veces a sus propios centinelas y aprestándose al combate cuando un conejo hacía crujir la hojarasca, se retiró a sus hogares. Las armas, los uniformes, todos los mortíferos arreos que hasta entonces derramaron el terror sobre las carreteras nacionales, entre leguas a la redonda, desaparecieron de repente.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.ulises-valiente.com/wakan/numero18/images/MaupassantManuscrito.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Los últimos soldados franceses acababan de atravesar el Sena buscando el camino de Pont-Audemer por Saint-Severt y Bourg-Achard, y su general iba tras ellos entre dos de sus ayudantes, a pie, desalentado porque no podía intentar nada con jirones de un ejército deshecho y enloquecido por el terrible desastre de un pueblo acostumbrado a vencer y al presente vencido, sin gloria ni desquite, a pesar de su bravura legendaria. Una calma profunda, una terrible y silenciosa inquietud, abrumaron a la población. Muchos burgueses acomodados, entumecidos en el comercio, esperaban ansiosamente a los invasores, con el temor de que juzgasen armas de combate un asador y un cuchillo de cocina. La vida se paralizó, se cerraron las tiendas, las calles enmudecieron. De tarde en tarde un transeúnte, acobardado por aquel mortal silencio, al deslizarse rápidamente, rozaba el revoco de las fachadas. </strong><strong>En la tarde del día que siguió a la marcha de las tropas francesas, aparecieron algunos fulanos, sin que nadie se diese cuenta de cómo ni por dónde, y atravesaron a golpe la ciudad. Luego, una masa negra se presentó por Santa Catalina, en tanto que otras dos oleadas de alemanes llegaba por los caminos de Darnetal y de Boisguillaume. Las vanguardias de los tres cuerpos se reunieron a una hora fija en la plaza del Ayuntamiento y por todas las calles próximas afluyó el ejército victorioso, desplegando sus batallones, que hacían resonar en el empedrado el compás de su paso rítmico y recio. Las voces de mando, chilladas guturalmente, repercutían a lo largo de los edificios, que parecían muertos y abandonados, mientras que detrás de los postigos entornados algunos ojos inquietos observaban a los invasores, dueños de la ciudad y de vidas y haciendas por derecho de conquista. Los habitantes, a oscuras en sus vivencias, sentían la desesperación que producen los cataclismos, los grandes trastornos asoladores de la tierra, contra los cuales toda precaución y toda energía son estériles. La misma sensación se reproduce cada vez que se altera el orden establecido, cada vez que deja de existir la seguridad personal, y todo lo que protegen las leyes de los hombres o de la naturaleza se pone a merced de una brutalidad inconsciente y feroz. Un terremoto aplastando entre los escombros de las casas a todo el vecindario; un río desbordado que arrastra los cadáveres de los campesinos ahogados, junto a los bueyes y las vigas de sus viviendas, o un ejército victorioso que acuchilla a los que se defienden, hace a los demás prisioneros, saquea en nombre de las armas vencedoras y ofrenda sus preces a un dios, al compás de los cañonazos, son otros tantos azotes horribles que destruyen toda creencia en la eterna justicia, toda la confianza que nos han enseñado a tener en la protección del cielo y en el juicio humano.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6e/Franco-Prussian_War-_Illustrated_London_News,_September_3,_1870.PNG/350px-Franco-Prussian_War-_Illustrated_London_News,_September_3,_1870.PNG" alt="" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Se acercaba a cada puerta un grupo de alemanes y se alojaban en todas las casas. Después del triunfo, la ocupación. Los vencidos se veían obligados a mostrarse atentos con los vencedores a mostrarse. Al cabo de algunos días, y disipado ya el temor del principio, se restableció la calma. En muchas casas un oficial prusiano compartía la mesa de una familia. Algunos, por cortesía o por tener sentimientos delicados, compadecían a los franceses y manifestaban que les repugnó verse obligados a tomar parte activa en la guerra. Se les agradecían esas demostraciones de aprecio, pensando, además que alguna vez sería necesaria su protección. Con adulaciones, acaso evitarían el trastorno y el gasto de más alojamientos. ¿A qué hubiera conducido herir a los poderosos, de quienes dependían? Fuera más temerario que patriótico. Y la temeridad no es un defecto de los actuales burgueses de Ruán, como lo había sido en aquellos tiempos de heroicas defensas, que glorificaron y dieron lustre a la ciudad. Se razonaba —escudándose para ello en la caballerosidad francesa— que no podía juzgarse un desdoro extremar dentro de casa las atenciones, mientras en público se manifestase cada cual poco deferente con el soldado extranjero. En la calle, como si no se conocieran; pero en casa era muy distinto, y de tal modo le trataban, que retenían todas las noches a su alemán de tertulia junto al hogar, en familia. La ciudad recobraba poco a poco su plácido aspecto exterior. Los franceses no salían con frecuencia, pero los soldados prusianos transitaban por las calles a todas horas. Al fin y al cabo, los oficiales de húsares azules que arrastraban con arrogancia sus sables por aceras.</strong></p>
<p>___________________________________________________________________________________________________</p>
<h3 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">Leer "Bola de Sebo" (Cuento Completo): </span></span></h3>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.hobbiesguinea.com/images/HatFPlogito.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.ciudadseva.com/textos/cuentos/fran/maupassa/bolasebo.htm"><strong><span style="color:#000000;">http://www.ciudadseva.com/textos/cuentos/fran/maupassa/bolasebo.htm</span></strong></a></p>
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<h5><span style="text-decoration:underline;">Links Post:</span></h5>
<h5><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Bola_de_Sebo"><span style="color:#808080;">http://es.wikipedia.org/wiki/Bola_de_Sebo</span></a></h5>
<h5><a href="http://www.ociojoven.com/article/articleview/972601/"><span style="color:#808080;">http://www.ociojoven.com/article/articleview/972601/</span></a></h5>
<h5><a href="http://www.clubdelibros.com/claboladesebo.htm"><span style="color:#808080;">http://www.clubdelibros.com/claboladesebo.htm</span></a></h5>
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<h3 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">By The Way: </span></span></h3>
<h3 style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#000000;">Imágenes Sublimes: </span><span style="color:#000000;">"El Prusiano Alado":</span></span></h3>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.aerofacil.com.ar/boletin3/lilienEE.jpg" alt="" /></p>
<p>______________________________________________________________________________________________________</p>
<h3 style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#000000;">By The Way: Do You Remember?: </span></span></h3>
<h3 style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#000000;">Clásico y Argento: "Topolín":</span></span></h3>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://membres.lycos.fr/puentealsina/topolin.jpg" alt="" /></p>
<h3 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">___________________________________________________________________________</span></span></h3>
<h3 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">Last, but not Least:</span></span></h3>
<h3 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><span style="text-decoration:underline;">"Leave me alone, Sunshine Lollipop!!!":</span></span></h3>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" style="display:block;width:320px;cursor:pointer;margin:0 auto 10px;" src="http://i75.photobucket.com/albums/i289/syaoran109/blog/mika_lollipop_screen_00792-copy.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p>_____________________________________________________________________________________________________</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Historiador divulga texto inédito de Pessoa sobre religião]]></title>
<link>http://ceticismo.wordpress.com/?p=1793</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 23:49:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>André</dc:creator>
<guid>http://ceticismo.wordpress.com/?p=1793</guid>
<description><![CDATA[Essa notícia é dedicada aos amantíssimos acompanhantes do Ceticismo.net de nome Sabino, Orlando e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" style="float:left;margin:4px;" src="http://ceticismo.net/wp-content/uploads/fernando_pessoa.jpg" alt="" width="227" height="306" />Essa notícia é dedicada aos amantíssimos acompanhantes do <strong>Ceticismo.net</strong> de nome Sabino, Orlando e Iara, posto que é algo direto de seu (deles) país. :-D</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo a agência de notícias Lusa, foi descoberto um texto de Fernando Pessoa – aquele que falou que nunca conhecera ninguém que não tivesse levado porrada (sic) – onde o distinto escrito, autor de Os Maias e Primo Basílio (não, não colocarei link. Toma vergonha e aprenda a procurar no Google. Comece pela <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Pessoa" target="_blank"><strong>Wikipédia</strong></a>, preguiçoso) tece algumas... considerações sobre a religião, principalmente sobre Fátima. Não, não é sobre a nossa Fátima, mas a Nossa (deles) Senhora de Fátima ;-) .</p>
<p style="text-align:justify;">O historiador português José Barreto afirmou que o poeta Fernando Pessoa encarava a cidade de Fátima como o lugar mítico da construção do nacionalismo católico e monárquico, repudiado pelo autor. <a href="http://ceticismo.net/2008/07/06/historiador-divulga-texto-inedito-de-pessoa-sobre-religiao/">Read more »</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Burkina Faso (11)]]></title>
<link>http://josesala.wordpress.com/?p=127</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 23:47:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>josesala</dc:creator>
<guid>http://josesala.wordpress.com/?p=127</guid>
<description><![CDATA[&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;- Vamos a pescar a ese viejo – dijo Fredy -. El cebo será Carol.
&nbsp;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;&#160;&#160;&#160;- Vamos a pescar a ese viejo – dijo Fredy -. El cebo será Carol.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;- ¿Cómo? – dijo esta.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;- Y para tenerlo bien a mano, nos alojaremos aquí.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;- ¿Y quién pagará los gastos? – dijo Cristina.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;- Se paga cuando te marchas. Y no nos moveremos de aquí hasta que tengamos el dinero.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;La ceremonia de la boda se celebró en la suite del viejo. El mayordomo hizo de testigo junto con una limpiadora del hotel. Y breves como son estas cosas, pronto los recién casados quedaron a solas en la suite. Continuaron relajándose con Martini blanco. Poco después decidieron bajar a la calle y en el hall del hotel, Carla reconoció a Carol, a Cristina y a Fredy.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;- ¡Eh! - les dijo.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;- ¡Carla!- dijo Cristina -. Y está con el viejo, Fredy.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;Se acercaron para saludar.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;- Os presento a mi marido - dijo Carla.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;- ¿Marido? - dijo Carol.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;Carla se volvió hacia el viejo con una amplia sonrisa color carmín y le susurró:<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;- ¿Puedes prestarme unos pavos, mi amor? Son parientes.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;El viejo hizo una seña y un hombre le entregó un fajo de billetes grandes a Carla. Ella guiñó un ojo y se lo pasó a Cristina con disimulo.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;- Esto para empezar – dijo -. Estoy casada con un viejo multimillonario al que le quedan semanas de vida.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;Morris conoció la noticia de labios de una camarera del hotel y empezó a entender el negocio que se traían entre manos. No le gustó. Aquello no era el tipo de noticia que se le puede servir a un tipo como Johnny Beltorino a la hora del desayuno. “Acaba de casarse en secreto con un viejo podrido de pasta. Fin del mensaje”. No. La prima estaba en juego y había que ser suave, por lo que decidió ocultar a Johnny el detalle de la boda por un tiempo. Hasta que se le ocurriese cómo decírselo. Aprovechó para irse a dormir unas horas. Al día siguiente, en la piscina del hotel Continental, Fredy se untaba crema solar factor no muy alto.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;- Parece que Carla se emplea a fondo con el viejo - soltó.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;- Parece - dijo Carol.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;- Ha sido una suerte increíble que Carla fuera a enrollarse justo con un proxeneta que trabaja para el viejo - dijo Cristina.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;- Una suerte merecida - dijo Fredy -. Ten, úntate.<br />
&#160;&#160;&#160;&#160;- Y más suerte aún – dijo Carol - que el viejo decidiera quedársela para él. Si no, ya estaba en Malasia.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trailer de "La posibilidad de una isla"]]></title>
<link>http://mcshuibhne.wordpress.com/?p=98</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 23:07:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>mcshuibhne</dc:creator>
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<description><![CDATA[Mientras aún me relamo tras saber que Iggy Pop compondrá la banda sonora de un documental sobre Mi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mientras aún me relamo tras saber que Iggy Pop compondrá la banda sonora de un documental sobre Michel Houellebecq, encuentro el trailer de <em>La posibilidad de una isla</em>, la adaptación que el indómito escritor francés ha realizado para el cine de su última novela homónima.</p>
<p>Tras la <strong>fallida versión para el cine de la inadaptable novela <em>Las partículas elementales</em></strong>, dirigida por el alemán Oskar Roehler, ahora ha sido el propio Houellebecq quien ha tomado las riendas para llevar al cine su última obra, que se<strong> estrenará en Francia el próximo 10 de septiembre</strong>.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/YrxtoKAvtWI'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/YrxtoKAvtWI&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
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<item>
<title><![CDATA[Veríssimo constata ausência de crítica literária]]></title>
<link>http://olicruz.wordpress.com/?p=86</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 22:50:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Olímpio Cruz Neto</dc:creator>
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<description><![CDATA[O escritor gaúcho Luís Vernando Veríssimo - Foto de Walter Craveiro/FLIP/DivulgaçãoNo Observat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>[wp_caption id="attachment_87" align="alignleft" width="212" caption="O escritor gaúcho Luís Vernando Veríssimo - Foto de Walter Craveiro/FLIP/Divulgação"]<img src="http://olicruz.wordpress.com/files/2008/07/146815-2603-cp.jpg?w=212" alt="O escritor gaúcho Lus Vernando Verssimo - Foto de Walter Craveiro/FLIP/Divulgação" width="212" height="136" class="size-medium wp-image-87" /></a>[/wp_caption]No Observatório da Imprensa, Luciano Martins Costa faz entrevista com o genial cronista e escritor Luís Fernando Veríssimo, por ocasião de sua participação na Festa Literária Internacional de Parati (Flip). Embora ressalte o bom momento que os autores brasileiros estão vivendo e elogie a cobertura da imprensa, Veríssimo se queixa, de fato, da pouca consistência da nossa crítica literária, talvez um pouco por conta da pobreza dos nossos cadernos de cultura nos jornais. Mas, vamos à entrevista, reproduzida do <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=492AZL003" target="_blank">OI</a>.</p>
<p><!--more--></p>
<blockquote><p><strong>Como vê a relação entre a imprensa e os fatos culturais especificamente em relação à literatura?</strong></p>
<p>Luis Fernando Veríssimo – Acho que em termos da cobertura da imprensa, de eventos culturais e livros, nós estamos bem servidos. Parece que falta no Brasil é crítica literária. Nós não temos críticos à altura do que existia há algum tempo – estão vivos ainda, mas não estão na ativa. Como o Antonio Cândido, não é? Não apareceu ninguém desse quilate. Então acho que a nossa falha é de falta de críticos.</p>
<p><strong>Você refere ao fato de que os cadernos de cultura viraram praticamente cadernos de entretenimento?</strong></p>
<p>L.F.V. – É. Como eu disse antes, em termos de cobertura de fatos culturais nós não podemos nos queixar. Tem esses segundos cadernos, cadernos de literatura, cadernos de cultura que prestam esse serviço, e eu acho que o fazem bem. Mas infelizmente não temos uma crítica literária.</p>
<p><strong>Qual seria sua referência, na imprensa internacional, que falta ao Brasil?</strong></p>
<p>L.F.V. – Nós temos muitos críticos americanos, ingleses, que fazem resenhas de livros e que, eles mesmos são personalidades – como críticos, não como escritores. Então parece que isso é o que estamos em falta.</p>
<p><strong>Como encontrar o equilíbrio entre a necessidade de divulgação da obra literária e a ação muito ativa do marketing das editoras? Existe uma produção literária real e uma produção literária mediada, uma literatura que está na mídia e uma literatura que não está na mídia. Isso se deve, em parte, ao fato de que as grandes editoras são muito mais ativas em termos de marketing. Como encontrar um equilíbrio para que se possa trazer ao público a melhor literatura sem que ela seja necessariamente vinculada ao interesse comercial das empresas?</strong></p>
<p>L.F.V. – Obviamente, as editoras são empresas comerciais, que precisam obter lucro, precisam vender. Então elas estão interessadas mesmo no chamado best seller, aquele livro que tem um público certo, que tem a venda garantida, mas sempre sobra alguma coisa para os autores novos e para uma literatura menos comercial, vamos dizer assim. São pequenas editoras que não estão tão interessadas em grandes lucros, e são outras maneiras que tem o autor novo ou o autor mais experimental, mais diferente, de vender o seu trabalho. Mas é claro que as grandes editoras mesmo estão interessadas em livros que vendam.</p>
<p><strong>E a vinculação entre literatura e a televisão? Você vê como um bom sinal o nascimento ou o desenvolvimento de minisséries ou telenovelas em cima de obras literárias?</strong></p>
<p>L.F.V. – A televisão sempre ajuda, não é? Um texto que esteja no ar, uma adaptação de romance que esteja no ar, obviamente vai fortalecer as vendas. Temos vários exemplos recentes disso. Acho bom. Acho que tudo que promova o livro é bom.</p>
<p><strong>E a Flip? Como você vê a feira sendo um veterano participante? Não como participante veterano, quero dizer.</strong></p>
<p>L.F.V. – Também um participante veterano. A Flip é ótima, porque é uma festa. Antes de mais nada é uma festa. Eu acho que tudo que transforma o livro e a literatura, o escritor, em notícia, em evento, em festa, é uma coisa positiva. Porque está promovendo o livro.</p>
<p><strong>A presença de cerca de 400 jornalistas aqui é um bom sinal pra você? De que a imprensa está atenta a esse fato cultural?</strong></p>
<p>L.F.V. – São 400, é? É bastante. Aí eu acho que é um bom exemplo da cobertura que a nossa imprensa dá à literatura como evento, como espetáculo, como acontecimento. E também um pouco o lado cultural, intelectual mesmo, além da parte festiva.</p>
<p><strong>E quanto à presença do autor brasileiro no cenário internacional? Você acha que estamos já colocando a realidade brasileira de uma maneira correta ou adequada, num bom volume, na literatura?</strong></p>
<p>L.F.V. – Não sei. Nós temos, claro, vários autores que têm projeção internacional, começando obviamente pelo Paulo Coelho, que é um fenômeno cultural no mundo todo, mas não vejo assim outro autor. Talvez o Jorge Amado, que está sendo vendido, Rubem Fonseca tem seu público no exterior, Clarice Lispector e Moacyr Scliar, também. Mas ainda não é o que poderia ser, ainda não é o ideal. Ainda temos uma literatura pouco conhecida e que ainda não está à altura da literatura em língua espanhola, por exemplo, que tem um mercado maior do que o de língua portuguesa.</p></blockquote>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Conferència d'escriptors a Llessui]]></title>
<link>http://sortactual.wordpress.com/?p=1193</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 22:16:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>bibliosort</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Els escriptors Maria Barbal i Jaume Cabré, autors de Pedra de tartera i Les veus del Pamano, respe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">
Els escriptors Maria Barbal i Jaume Cabré, autors de <em>Pedra de tartera</em> i <em>Les veus del Pamano</em>, respectivament, parlaran el 12 de juliol a les 19.00 a Llessui sobre la vall d'Àssua. Aquesta iniciativa s'emmarca dins del projecte <em>La vall d'Àssua i el Batlliu, paisatge de novel·la</em>, amb un curs dirigit a hotelers de Sort i Rialp per conèixer la zona i poder facilitar informació als seus clients.
</p>
<p><em>Font: SEGRE, diumenge 6 de juliol del 2008 (<a href="http://sortactual.files.wordpress.com/2008/07/sortactual0387.pdf">enllaç</a>)</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Era fácil suponer que en el sueño estaba el mar]]></title>
<link>http://dadaisforever.wordpress.com/?p=829</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 22:05:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Irles</dc:creator>
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<description><![CDATA[De nuevo en Chile, tras un intenso y enriquecedor mes de vacaciones. Santiago me recibió con su c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>De nuevo en Chile, tras un intenso y enriquecedor mes de vacaciones. Santiago me recibió con su cielo gris y su soportable invierno. Afortunadamente sin la llovizna fría e incesante de otras ocasiones, en las que parece destilar una extraña sensación que corona la vecina cordillera de soledad y de añoranza.</strong></p>
<p><a href="http://dadaisforever.files.wordpress.com/2008/07/terrazabrighton.jpg"><img class="size-full wp-image-830 alignright" style="float:right;" src="http://dadaisforever.wordpress.com/files/2008/07/terrazabrighton.jpg" alt="" width="243" height="302" /></a></p>
<p>Llegué algo cansado del largo vuelo, pero --a pesar de ello-- lo primero que hice cuando pisé las calles de Valparaíso fue dirigirme al Hotel Brighton, sentarme en su maravillosa terraza y pedir un <em>pisco sour</em>, que bebí lentamente mientras contemplaba absorto el océano que tenía ante mí.</p>
<p>Cumplía así con la promesa hecha a ese gran escritor llamado Enrique Vila-Matas, que se inmiscuyó en un sueño que tuve la última noche que pasé en Cazorla... No es demasiado extraño que así ocurriera, ya que pocas horas antes yo había finalizado la lectura de una de sus mejores novelas, <em>El mal de Montano</em>, en la que la narración de su viaje a este hermoso país "de loca geografía" ocupa una parte muy importante.</p>
<p>En el sueño, unos suaves golpes dados en la puerta de mi habitación me despertaban en plena madrugada. Yo, inicialmente, sentía la rara sensación de ser el hombre más solo del mundo, pero me alegraba en seguida de que alguien viniera a ofrecerme su palabra y su consuelo a esas horas de la noche. Entonces, abría la puerta y allí estaba él, acompañado por una hermosa mujer y tres hombre de edad madura. Todos permanecían en silencio e inmóviles, pese a que yo les invitaba a pasar al dormitorio para que tomaran un café.</p>
<p>"No es necesario, gracias", dijo muy serio el escritor catalán, "sólo he venido --y ellos han tenido la gentileza de  acompañarme-- a pedirte un gran favor: Cuando llegues a Valparaíso, diríjete a la terraza del Hotel Brighton, dónde yo viví tan intensamente la entrada del siglo XXI junto a Felipe Tongoy y a la  memoria de Gombrowicz, y pídele al <em>garçon</em> un pisco sour. Brinda entonces por nosotros, por Chile, por la literatura y por Texeira, allá tan olvidado en las Azores."<br />
--Desde luego que lo haré, puedes estar seguro --le respondía yo en el sueño.<br />
--Gracias, Luís. Sé que cumplirás tu promesa... Yo te acompañaría encantado, pero --desde que estuve en Budapest-- he envejecido veinte años de golpe y me siento muy agotado.<br />
"Cuídate mucho", le dije. No respondió. Simplemente estrechó mis manos y se alejó con sus amigos... Fue entonces cuando desperté. <br />
 <br />
Hay sueños, hay momentos, en que la irrealidad parece golpear nuestros sentidos. Esos sueños, esos instantes rara vez se olvidan. Y yo cumplo casi siempre mis promesas. Es por eso que acudí a la terraza del Brighton nada más llegar al Puerto... Me rodean los cerros multicolores y el océano gris y poderoso. He brindado entonces por Vila-Matas, por Montano, por Gombrowicz, por Chile, por Musil, por Texeira, por la auténtica literatura, por Felipe Tongoy y, también, por todos nosotros... Y ya cumplida mi promesa, me retiro, con el permiso de ustedes, a descansar de la larga travesía.<br />
   <br />
¿Lo escuchas, Montano? Cerca, siempre muy cerca del Brighton, está el rumor del mar. ¡Salud!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Top 5 de las 5: Lugares de ensueño]]></title>
<link>http://leonenjaulado.wordpress.com/?p=377</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 21:34:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fargok</dc:creator>
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<description><![CDATA[Este domingo el tema para el Top 5 de las 5 es lugares de ensueño que me gustarìa visitar. Para ha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Este domingo el tema para el Top 5 de las 5 es lugares de ensueño que me gustarìa visitar. Para hacer la onda más interesante, he decidido que sean lugares ficticios. Pues... sin más preámbulos, a darle átomos:</p>
<p>5. Kanto y Jhoto</p>
[wp_caption id="attachment_385" align="aligncenter" width="300" caption="Kanto"]<img class="size-medium wp-image-385" src="http://leonenjaulado.wordpress.com/files/2008/07/kanto.jpg?w=300" alt="Kanto" width="300" height="207" />[/wp_caption]
<p>Seh, las isalas de los juegos de Pokémon Red, Blue, Green, Yellow, Gold, Silver y Cristal... xD Antes tenía sueños recurrentes en los que era un entrenador Pokémon y viajaba por las ciudades y pueblos de estas dos ilsas haciendo lo que hacen los entrenadores... aw... quiero jugar Pokémon...</p>
<p>4. Naboo</p>
[wp_caption id="attachment_379" align="aligncenter" width="300" caption="Naboo"]<img class="size-medium wp-image-379" src="http://leonenjaulado.wordpress.com/files/2008/07/naboo.jpg?w=300" alt="Naboo" width="300" height="196" />[/wp_caption]
<p>¡El mejor lugar del universo para casarse!</p>
<p>3. Isle Delfino</p>
[wp_caption id="attachment_383" align="aligncenter" width="300" caption="Isle Delfino"]<img class="size-medium wp-image-383" src="http://leonenjaulado.wordpress.com/files/2008/07/stage02_070601a-l1.jpg?w=300" alt="Isle Delfino" width="300" height="246" />[/wp_caption]
<p>No sólo <em>Super Mario Sunshine</em> ha sido uno de mis juegos favoritos, sino que cada vez que prendía la consola me daban ganas de tirarme en la arena y descansar. Joder, no creo que haya mejor destino turístico que ése, y eso que yo prefiero la montaña.</p>
<p>2. Lothlórien</p>
[wp_caption id="attachment_382" align="aligncenter" width="300" caption="Lothlórien"]<img class="size-medium wp-image-382" src="http://leonenjaulado.wordpress.com/files/2008/07/lothlorien1.jpg?w=300" alt="Lothlórien" width="300" height="220" />[/wp_caption]
<p>Elfos, Elfos y más Elfos... el lugar más hermoso del universo Tolkien, o por lo menos así me lo imagino yo. Y es que ahí está la dama dorada, Galadriel...</p>
<p>1. Hogwarts</p>
[wp_caption id="attachment_380" align="aligncenter" width="300" caption="Hogwarts"]<img class="size-medium wp-image-380" src="http://leonenjaulado.wordpress.com/files/2008/07/hogwarts03b.jpg?w=300" alt="Hogwarts" width="300" height="225" />[/wp_caption]
<p>Pueeeeees... ¿qué fan de Jarri Potá no quiere visitar Hogwarts? Claro que lo chingón sería ir a tomar clases allá...</p>
<p>Más destinos para este verano en:</p>
<p>Brusete: <a rel="nofollow" href="http://mirandoalapared.blogspot.com/" target="_blank">http://mirandoalapared.blogspot.com</a><br />
Wittenbergman: <a rel="nofollow" href="http://flaigrod.blogspot.com/" target="_blank">http://flaigrod.blogspot.com<br />
</a>William: <a rel="nofollow" href="http://flaigrod.blogspot.com/" target="_blank"><a href="http://esquemaspiramidales.blogspot.com">http://esquemaspiramidales.blogspot.com</a></a><br />
PD: Pensé que esto sería más fácil... pero tengo el coco quemado ._o</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ausencia de un gran hombre: Ha muerto Luis Cencillo]]></title>
<link>http://arturovillarrubia.wordpress.com/2008/07/06/ausencia-de-un-gran-hombre-ha-muerto-luis-cencillo/</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 21:20:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>arturovillarrubia</dc:creator>
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<description><![CDATA[&nbsp;
Este nombre le dirá sin duda poco a la mayoría de los visitantes de este blog pero no deber]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>Este nombre le dirá sin duda poco a la mayoría de los visitantes de este blog pero no debería ser así. Fue un sabio y un humanista, uno de los grandes de la psicológica contemporánea y del pensamiento español.&#160; El invierno&#160; pasado tuve ocasión de escucharle hablar en publico y fue un auténtico placer. Destilaba en sus palabras esa difícil sencillez que solo nace de una vida dedicada a la búsqueda del conocimiento concretada en más de sesenta libros.</p>
<p>Tomo una pincelada biográfica de la web <a href="http://www.cencillo.com">www.cencillo.com</a> que invito a todo el mundo a visitar.</p>
<blockquote><p>El profesor Cencillo realizó contribuciones a la Ontología, la Antropología filosófica, la Gnoseología, la Filosofía de la ciencia, la Filosofía del lenguaje, la Ética, la Estética y la Filosofía de la cultura. Destacan sus estudios y publicaciones en Antropología cultural, estudio de los mitos, Historia de las religiones, Psicología, Psicopatología, Psicoterapia, Sexología, Teoría de la comunicación, investigación sobre la mística y Teología. Luis Cencillo pensaba en alemán, pero podía conversar en sáncrito o griego clásico, además de conocer casi todas las lenguas occidentales.
<p>Cencillo fue un peatón cristiano que no dejó de denunciar en sus homilías y libros la naturaleza injusta y opresora de la sociedad y la siniestra alianza de las jerarquías con los poderosos, lo que también le privó del paraguas cultural católico. En Friburgo compartió banco de universidad con Ratzinger, al que irónicamente se refería como “el marmolillo”.</p>
</blockquote>
<p>Hemos perdido a uno de los grandes.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Animatrix. Kids Story]]></title>
<link>http://letrasgraficas.wordpress.com/?p=136</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 21:14:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>albertopaz</dc:creator>
<guid>http://letrasgraficas.wordpress.com/?p=136</guid>
<description><![CDATA[Si bien creo que la historia de Matrix está sobre valorada (esencialmente en la película 2 y 3) la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Si bien creo que la historia de Matrix está sobre valorada (esencialmente en la película 2 y 3) la base de su argumento la considero muy poderosa para escribir nuevas historias.</p>
<p>Presento un video extraído de Animatrix, serie de minificciones paralelas al universo Matrix, que a mi gusto, superan con creces a la propia película. Que lo disfruten.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/eD1scicMB8g'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/eD1scicMB8g&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
