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	<title>internetwebweb20 &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/internetwebweb20/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "internetwebweb20"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 15:29:38 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[baixaria atrás de baixaria]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=429</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 18:11:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
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<description><![CDATA[sobre o projeto do senador Azeredo não irei aqui entrar en detalhes acerca dos artigos e parágrafo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>sobre o <a href="http://webthes.senado.gov.br/sil/Comissoes/Permanentes/CCJ/Pareceres/PLC2008061889.rtf" target="_blank">projeto do senador Azeredo</a> não irei aqui entrar en detalhes acerca dos artigos e parágrafos (boas análises já estão sendo feitas <a href="http://samadeu.blogspot.com/" target="_blank">aqui </a>e <a href="http://www.andrelemos.info/" target="_blank">aqui</a>). só quero comentar algumas coisas, que assim como o projeto, são absurdas e  que acompanham essa palhaçada toda, desde seu início. a <a href="http://www.cic.unb.br/%7Erezende/trabs/entrevistaJV.html" target="_blank">entrevista do Pedro Rezende</a> (que achei pelo <a href="http://pontomidia.com.br/raquel" target="_blank">blog da Raquel</a>) trouxe informações que me convencem cada vez mais da<strong> PUTARIA </strong>que é esse nosso governo (em especial o legislativo, que cria, mas não obedece nem mesmo o que criou).</p>
<p><em>Quando a matéria entrou em deliberação, o relator anunciou que poria em votação a versão do substitutivoque ele havia enviado à Consultoria, e não a versão revisada pelo parecer que estava em pauta, da qual osvotantes da Comissão teriam tomado conhecimento.</p>
<p>Diante disso, um dos senadores votantes, Heráclito Fortes, pediu vistas e a votação foi adiada. Mas a versão original do relator acabou depois ali aprovada, em 20/06/06, desprezado o parecer elaborado pelaConsultoria do Senado. Foi aí que ficamos sabendo como os profissionais que são pagos com nossosimpostos para nos representar com neutralidade na análise de propostas legislativas foram descartados dadeste substitutivo.</p>
<p>Foram oito versões [4] até aquela que foi aprovada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em 11 dejunho de 2008. Ao examinar tal versão, vemos que o problema mais sério persiste, na forma de tipos penaisexcessivamente vagos e abertos, com várias sobreposições de conduta ilícita, expondo o ordenamentoexcessivamente marcado pela tradição positivista, ao perigo da radicalização normativa. Radicalização que já fecundou desastres sociais na História recente, e que agora se renova com os desafiosao Direito postos pelo virtual.</p>
<p>Talvez o mais inquietante nisso tudo seja a forma como a proposta foi finalmente aprovada na CCJ. No final de uma sessão cuja pauta não incluía a matéria, apenas sete dias após a mesma ter sido aprovada sabe-se lá como na CAE, onde as entidades civis alijadas do debate anterior não foram ouvidas. Sem qualquer debate ou mesmo leitura do que constava na versão da vez, nona ou décima de um polêmico substitutivo quepretente alterar profunda e radicalmente o ordenamento jurídico Brasileiro, como quis, nas tentativasanteriores nesta CCJ, o relator. </em> tramitação    jurídico pátrio, já</p>
<p>então que tudo é uma palhaçada, uma várzea generalizada: ninguém respeita porra nenhuma e ninguém reclama porra nenhuma sobre quem não respeita porra nenhuma! é igual a uma creche ou uma turma de colégio abandonada pelo professor. NINGUÉM RESPEITA NADA NEM NINGUÉM! a lei da selva se aplica junto com a da adpatação, ou seja, vale tudo pra conseguir o que se quer e se tiver que burlar uma regra ou outra pra que o "sistema" se adpate: beleza! vai fundo! não vai acontecer nada mesmo! estamos no Brasil, minha gente, o país do mensalão, do dinheiro na cueca e do presidente ingênuo que nunca sabe de nada!</p>
<p>e parece que está cada vez pior...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[manifesto]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=427</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 17:16:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
<guid>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=427</guid>
<description><![CDATA[
Pelo veto ao projeto de cibercrimes - Em defesa da liberdade e do progresso do conhecimento na Inte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://outroblogdepesquisa.files.wordpress.com/2008/07/azeredo2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-426" src="http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/files/2008/07/azeredo2.jpg?w=300" alt="" width="300" height="226" /></a></p>
<p style="text-align:left;"><a href="http://www.petitiononline.com/veto2008/petition.html" target="_blank">Pelo veto ao projeto de cibercrimes - Em defesa da liberdade e do progresso do conhecimento na Internet Brasileira</a></p>
<p style="text-align:left;">Assinem!!!!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[NÃO!]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=418</link>
<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 19:04:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
<guid>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=418</guid>
<description><![CDATA[diga não ao projeto do Senador Azeredo. caso contrário, và ver o sol nascer quadrado  

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>diga não ao projeto do Senador Azeredo. caso contrário, và ver o sol nascer quadrado :P</p>
[gallery]
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lady A no Cyber Cubo]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=416</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 21:50:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
<guid>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=416</guid>
<description><![CDATA[minha amiga Adri, chiquérrima e lindíssima na TV Feevale, no programa Cyber Cubo.
parte 1

parte 2]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>minha amiga <a href="http://palavrasecoisas.blogspot.com/" target="_blank">Adri</a>, chiquérrima e lindíssima na TV Feevale, no programa Cyber Cubo.</p>
<p><strong>parte 1</strong></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/tmuebOqLof0'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/tmuebOqLof0&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><strong>parte 2</strong></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/PNScaj7bEXY'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/PNScaj7bEXY&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><strong>parte 3</strong></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/eAthSJQo_K4'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/eAthSJQo_K4&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><strong>parte 4</strong></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Ibkux8whUO8'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/Ibkux8whUO8&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um Eee PC!]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=406</link>
<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 12:57:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
<guid>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=406</guid>
<description><![CDATA[…e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O BR-Linux e o Efetividade l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>…e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O <a href="http://br-linux.org" target="_blank">BR-Linux</a> e o <a href="http://efetividade.net" target="_blank">Efetividade</a> lançaram uma <a href="http://br-linux.org/2008/campanha-wikipedia" target="_blank">campanha</a> para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e <a href="http://br-linux.org/2008/campanha-wikipedia" target="_blank">participe</a> - quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!</p>
<p>go, go, go!!! :D</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[processo migratório obsessivo compulsivo frenético... histeria coletiva? ]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=394</link>
<pubDate>Thu, 29 May 2008 01:20:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
<guid>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=394</guid>
<description><![CDATA[publiquei hoje no Jaiku um pouco da minha indignação com esse processo migratório recursivo-obses]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>publiquei hoje no <a href="http://jaiku.com" target="_blank">Jaiku</a> um pouco da minha indignação com esse processo migratório recursivo-obsessivo-compulsivo e todos os outros termos que se referem a algo frenético. o que aconteceu hoje foi quase uma histeria coletiva (digo quase, pois não estudei o conceito a fundo ehehe). bastou o <a href="http://twitter.com" target="_blank">Twitter</a> dar um bug mais grave do que os de sempre que os usuários parece que saíram que nem manada de boi pelo campo a fora. eu vi gente implorando por convite pra outro sistema do tipo e recebi trocentos e-mails de gente que me seguia no Twitter me convidando pra ir pro Jaiku. tudo bem que os usos desse tipo de sistema andam bem diversificados e tal, mas o que eu vi me deixou quase chocada (precisa mais pra me deixar perplexa hehehe).</p>
<p>eu recebi do Antoun um convite pro Twitter há séculos, quando quase ninguém usava. experimentei e tal, mas como não achei muita graça na época, abandonei. depois fui convidada pro <a href="http://pownce.com" target="_blank">Pownce</a>. aquele ali sim, bombou, mas por pouco tempo. aí reacederam a chama do Twitter. abandonei o Pownce, junto com quase todo mundo que eu seguia e que me seguia por lá e revivi minha conta no Twitter. nesse meio tempo me convidaram pro Jaiku, que eu até usei junto com o Twitter durante alguns dias, mas logo abandonei.</p>
<p>duas causas dos meus abandonos:</p>
<p>- falta de conhecidos no sistema (o que me acontece em várias outras ferramentas sociais);</p>
<p>- eu comecei a seguir muito portal de notícia no Twitter e gostei disso, assim acabei ficando por lá mesmo.</p>
<p>hoje, quando todo mundo resolveu se emputecer com o Twitter, parecia um flashmob!!! todo mundo migrando enloquecidamente pro Jaiku.</p>
<p>não sei se é porque eu realmente diminuí muito a minha publicação de tweets e passei mais a só acompanhar o que os usuários que eu sigo publicam, mas eu não morri de desespero porque o Twitter tava dando pau. sim, fui lá pro Jaiku e fiquei acompanhando o que se passava por lá... nada de muito diferente do que acontece no Twitter.</p>
<p>o que me incomodou foi esse desespero e essa coisa que eu venho acompanhando que é esse processo migratório de um sistema pra outro, algo totalmente recursivo a meu ver. a gente parece uns cachorrinhos: quando o dono joga um osso pra um lado a gente vai lá e pega pra ganhar o biscoito de recompensa. se o dono não der mais biscoito quando a gente trouxer o osso, tsc, tsc, tsc... abandonamos e vamos tentar outra coisa que nos faça ganhar um biscoitinho. ou seja, deu pau? não tá oferecendo o de sempre, ou até algo mais? tchau.</p>
<p>mas isso é óbvio, mc!!! a gente usa esses sistemas pra facilitar, pra interagir, pra procrastinar... se o sistema der pau, a gente pula fora. então eu pergunto pra quem anda estudando esses sistemas:</p>
<p>1) como fica a conta abandonada? quem vai responder se você abandonar o seu Twitter, Jaiku, Pownce ou qualquer outro?</p>
<p>2) e o conteúdo que ficou lá? fica lá? se não dá pra importar a criatura se dá ao trabalho de construir tudo de novo? fica igual? e alguém volta pra deletar a conta do sistema abandonado?</p>
<p>3) e se o sistema voltar? vai bater o desespero de ler 50 páginas de posts? de dar 400 replies?</p>
<p>fico me questionando umas bizarrices assim, como se eu tivesse com pena do sistema abandonado. pois é quase como um sentimento de perda, de abandono e até de derrota. o cara construiu seu espaço, catou gente pra seguir, se preocupou em disponibilizar links, ganhou adeptos que acompanhavam o que ele postava (mesmo que fosse pra dizer que tinha acordado com bafo de pizza da noite anterior) e aí... PUF! foi-se! cadê o cara?</p>
<p>pelo que me disseram ele surtou porque não ganhou um biscoito e fugiu de casa pra ver se na pet da esquina ele ganha alguma coisa :P</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[tag galaxy]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=389</link>
<pubDate>Fri, 23 May 2008 13:45:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
<guid>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=389</guid>
<description><![CDATA[o Tag Galaxy é resultado da tese de Steve Wood, da Georg-Simon-Ohm Hochschule Nürnberg University ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="/DOCUME~1/PLANEJ~1/CONFIG~1/Temp/moz-screenshot.jpg" alt="" /><img src="/DOCUME~1/PLANEJ~1/CONFIG~1/Temp/moz-screenshot-1.jpg" alt="" />o <a href="http://taggalaxy.de/" target="_blank">Tag Galaxy</a> é resultado da tese de Steve Wood, da <a href="http://www.ohm-hochschule.de/index.php" target="_blank">Georg-Simon-Ohm Hochschule Nürnberg University of Applied Siences Nuremberg</a>. vocâ digita uma tag que se torna o sol de um sistema solar no qual os outros planetas são as tags relacionadas com aquela que você digitou. clicando nesse sol ou nos outros planetas, o sistema gera um globo 3D onde aparecem várias fotos etiquetadas com aquela tag no <a href="http://flickr.com" target="_blank">Flickr</a>. bem legal! gostei de ficar mexendo com o mouse e girando os planetas :P</p>
<p><a href="http://outroblogdepesquisa.files.wordpress.com/2008/05/taggalaxy1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-392" src="http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/files/2008/05/taggalaxy1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="240" /></a></p>
<p>primeiro digitei "tag", depois "blog". vieram sisteminhas solares... mas quando digitei hypertext, necas. nenhuma tag relacionada. hypertext é um sol solitário hehehe. depois, claro, digitei satriani :P</p>
<p><a href="http://outroblogdepesquisa.files.wordpress.com/2008/05/globo1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-393" src="http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/files/2008/05/globo1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="240" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sound Index]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=388</link>
<pubDate>Tue, 20 May 2008 19:10:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
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<description><![CDATA[a BBC lançou o Sound Index, um indexador de artistas e faixas cujos resultados são gerados a parti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">a <a href="http://bbc.co.uk" target="_blank">BBC </a>lançou o <a href="http://www.bbc.co.uk/soundindex" target="_blank">Sound Index</a>, um indexador de artistas e faixas cujos resultados são gerados a partir da atividade dos internautas no <a href="http://www.bebo.com/" target="_blank"><span style="text-decoration:none;color:#000000;">Bebo</span></a>, <a href="http://www.myspace.com/" target="_blank"><span style="text-decoration:none;color:#000000;">MySpace</span></a>, <a href="http://www.lastfm.com/" target="_blank"><span style="text-decoration:none;color:#000000;">Last.FM</span></a>, <a href="http://www.apple.com/uk/itunes/" target="_blank"><span style="text-decoration:none;color:#000000;">iTunes</span></a>, <a href="http://www.google.com/" target="_blank"><span style="text-decoration:none;color:#000000;">Google</span></a> and <a href="http://www.youtube.com/" target="_blank"><span style="text-decoration:none;color:#000000;">YouTube</span></a>.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">a cada seis horas o sistema fornece o Top 1000 de artistas e músicas mais populares na web. quais os critérios de busca? as interações, os links, os downloads, as tags…!! Para construir o tal Top 1000 o sistema vai fuçando esses sites e coletando os dados com base no que as pessoas escrevem, escutam, assistem e baixam (música ou artista). quanto mais um artista ou música é mencionado em um blog, mais comentado, mais tocado, mais baixado, mais sobe no tal Top 1000. como eles mesmos se definem: “<em>the system is a music buzz index controlled entirelly by the public</em>".</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">o Sound Index também permite que se monte um index próprio, escolhendo quais gêneros musicais, a audiência (sexo, idade e região) e a fonte onde o sistema vai buscar os dados. no meu caso funcionou muito bem. <span> </span>O índex que o sistema me retornou a partir das definições que eu forneci foi excelente: veio Beatles, Quen, Coldplay, Madonna, Green Day; Gorillaz, <span class="chartelementname"><a href="http://www.bbc.co.uk/soundindex/profiles/artist/?id=20"></a>Pearl Jam, ok GO, Audioslave, Counting Crows, enfim... maioria esmagadora composta por artistas que eu gosto. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span class="chartelementname">ele demora pra completar toda o índex de gêneros definidos pelo usuário, mas mesmo assim é excelente em termos de resultado, aliando qualidade e quantidade. Mas o que mais achei interessante é que o site tem dois usos já<span> </span>de cara: 1) saber o que ta bombando por aí e 2) saber do que EU mais gosto que tem bombado por aí. individual ou coletivo? Sound Index é bi :P funciona como ferramenta de buscas, baseada na atividade da massa digital e ainda é útil para o uso individual... hibridozinho o negócio, não? como diz nas legendas de Orkut: A-DOOOO-RO!!!</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[looking for people?]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=385</link>
<pubDate>Mon, 05 May 2008 14:55:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
<guid>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=385</guid>
<description><![CDATA[dois sistemas de busca. ambos pra procurar por pessoas. as diferenças:
Tinfinger vasculha dados sob]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">dois sistemas de busca. ambos pra procurar por pessoas. <span>as diferenças:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span><a href="http://www.tinfinger.com" target="_blank">Tinfinger</a> vasculha dados sobre “famosos” onde “famosos” <em>means that you’re mentioned in news stories or important blogs</em>. <em>People who participate in major sporting leagues, get their scientific dissertations published in journals like Nature, hold high office in a political party, are prominent members of a religion, hold executive-level jobs at a company, appear in court, create works of art, are associated with one or more technologies, or are just your every day celebrity… all of these people qualify</em>.</span></p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://www.pipl.com" target="_blank">Pipl</a> vasculha informações sobre pessoas, mas informações que estão na chamada web invisível ou <em>the deep web</em>. os webcrawlers não conseguem chegar nessa web, por isso que descobrir um endereço, um telefone, encontrar determinada pessoa através do Google ou do Yahoo!, por exemplo, não é sempre tão fácil.</p>
<p class="MsoNormal"><em><span><span> </span><span>Unlike a typical search-engine, Pipl is designed to retrieve information from the deep web, our robots are set to interact with searchable databases and extract facts, contact details and other relevant information from personal profiles, member directories, scientific publications, court records and numerous other deep-web sources.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal">o Tinfinger tem um mecanismo de pesquisa avançada, onde é possível saber de alguém através de perfil, pessoa, notícias, blogs, opiniões, fotos, castegoria, tag, autor, nação e texto. o que, obviamente, me chamou a atenção no Tinfinger é esse sistemas de representação e recuperação que funciona através de categorias e tags. uma pessoa fica numa categoria só, mas as categorias possuem sub-categorias e são assim interligadas. ainda que essa coisa de categorização de uma hierarquizada na coisa, acho que a implementação das tags equilibra o sistema.</p>
<p class="MsoNormal">só me achei no pipl, mas ainda alcanço fama pra ser encontrada no Tinfinger ahahahaha :P</p>
<p>fonte: <a href="" target="_blank">alt search engines</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[mini-consideração sobre o uso e a produção de ferramentas digitais]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=361</link>
<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 19:11:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
<guid>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=361</guid>
<description><![CDATA[esses dias, conversando com um amigo e ex-colega de faculdade falávamos sobre a importância de alg]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>esses dias, conversando com um amigo e ex-colega de faculdade falávamos sobre a importância de algumas agências de comunicação/publicidade perderem o medo da web  e começarem a produzir campanhas online DE VERDADE e a realmente aprenderem a usar ferramentas de comunicação digital.  discutíamos a necessidade de inovação, já que muitas ainda insistem em usar páginas ou blogs que mal gerenciados acabam não servindo pra nada ou então mandar spam por e-mail. sem desmerecer qualquer ferramenta digital eu acredito que a coisa é mesmo complicada. e não só pras agências. muitos dos próprios veículos de comunicação de massa ainda não aprenderam a lidar com os recursos da web, mas demonstram uma necessidade, até mesmo compulsiva, de estar na Rede. ótimo. já é um caminho, só que eu acho que pra isso é preciso gente especializada por trás.</p>
<p>tenho visto cases fantásticos e outros catastróficos. ja no caso de jornais e revistas (que não os especializados) a maioria é um caos.  acho que além de abrir os olhos pros novos recursos, pras novas mídias, pros novos meios, seja lá como se queira chamar tudo isso, acho que é preciso abrir as portas pra gente que sabe o fundamento da coisa.</p>
<p>estou puxando sardinha pro meu lado? vendendo meu peixe? claro que sim. pois acredito que meu raciocínio é lógico. a multidisciplinaridade já faz parte da academia e acho que a "multiprofissionalidade" (lindíssimo termo inventado agora :P) também deveria povoar o mercado. já povoa em muitos casos, mas eu vejo uma espécie de preconceito com gente da academia. ah, se o cara não tem experiência prática, de que adianta colocar ele numa redação, numa agência? pra pesquisar!!! pra evitar erros que acontecem em material produzido por leigos no assunto. pra aperfeiçoar as peças, as matérias, pra dizer o que é válido ou não. pra dar consistência, foco, argumentos, direções e principalmente relevância. resumindo, pra servir de apoio, de background, de fundamentação!!</p>
<p>a web 2.0 não é a web da cooperação (não aguento mais esse chavão)? pois então, acho que essa cooperação deveria estender-se pro ambiente offline...</p>
<p>queria desenvolver mais o post, mas tá muito calor e tenho outras coisas pra encaminhar. acho que isso é uma discussão que muito tem a ver com o caminho que os meios de comuicação estão tomando e com a necessidade de avançarem, bem como a necessidade de até mesmo a academia avançar mais, andar mais rápido, já que tenho visto em ambos os campos (prático e teórico) a produção de coisas óbvias, errôneas e algo como que estagnadas. não sei... esse post ficou confuso até pra mim e eu acabei me perdendo no caminho hehehe, mas se eu me achar, volto pra explicar melhor :)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[vai um link aí?]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=358</link>
<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 15:13:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
<guid>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=358</guid>
<description><![CDATA[o Alex fez um post questionando e apresentando argumentos de Por que o webjornalismo participativo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>o <a href="http://alexprimo.com" target="_blank">Alex</a> fez um post questionando e apresentando argumentos de <i><b><a href="http://alexprimo.com/2008/03/05/por-que-o-webjornalismo-participativo-e-relevante-para-o-proprio-pensar-sobre-jornalismo/" target="_blank">Por que o webjornalismo participativo é relevante para o próprio pensar sobre o jornalismo?</a>*</b></i> depois de sua participação na banca da Cris. anteontem, ela defendeu sua dissertação <i><b>O perfil da notícia no webjornalismo participativo: uma análise do canal vc repórter, do Portal Terra. </b></i>enquanto Alex se volta para o fato de que está mais do que na <i>hora de se repensar muitos conceitos e teorias do jornalismo</i>, uma das coisas que me chamou muito a atenção foi a questão da hipertextualidade (dã, que óbvio, néam :P).</p>
<p>a Cris analisou a quantidade de matérias com e sem links e logo eu me questionei quem era o responsável pela criação desses links. sendo o texto, teoricamente, escrito pelos internautas que os enviam ao vc repórter, seriam eles mesmos que estariam criando os links dessas matérias? logo a questão foi feita pela banca. a resposta foi dúbia, devido ao fato de que Cris não teve o acesso que gostaria à redação do Terra para a realização da pesquisa. porém, foi unânime a opinião de banca e da mestranda (agora mestre) de que os links devem, provavelmente, ser criados pela redação do canal. em seguida a discussão rumou para a relevância do conteúdo desses links.</p>
<p>hoje, navegando pelos meus feeds, comecei a observar os links, ou até mesmo a ausência deles, nas páginas que acessava. é fácil gritar aos quatro ventos que estamos na web 2.0. é fácil dizer "ah, minha empresa está na web", "mas é claro que temos um site", "meus alunos têm blogs" e por aí vai. mas, quando se entra em determinadas páginas, a sensação é a mesma de se estar utilizando uma mídia impressa, ou algo até mesmo sem definição midiática.</p>
<p>alguns exemplos:</p>
<p>- páginas que pensam que linkam, colocando o endereço no meio da frase e obrigando o internauta a selecionar o link (muitas vezes gigantesco), copiar, abrir uma nova aba ou janela do navegador, colar e só então acessar o endereço. ex: "acesse mais informações através do site www.acesseosite/seçãodeacesso%20%_4386&#38;#sueltnaod.firtna_/fdjveroanfirossn$¨9274.html"</p>
<p>- links bate-volta: aquele que você clica e volta pro mesmo portal/página: ex: um texto/matéria que cita uma informação e manda você clicar num link que te leva pra página inicial e não pra onde a informação citada realmente está. é um caso típico de analfabetismo hipertextual. ocorre também com blogs que não possuem permalinks e que assim não possibilitaque posts específicos sejam linkados por outras pessoas.</p>
<p>- links quebrados: o Ted Nelson já falava neles quando mencionava a questão da bidirecionalidade. caso típico decorrente da falta de pessoal responsável pela atualização/manutenção do site. ou também porque o dono do site não pagou o servidor, não viu que o site onde hospeda as informações (imagens/áudios) não existe mais, enfim... relapso, relapso...</p>
<p>- não-links: também relacionado com a bidirecionalidade. quando você está navegando num site e acaba numa página sem nenhum link que lhe permita voltar para a página anterior, ou principal. o único jeito é dar um F5, acessar a home novamente e se quiser voltar para onde estava, refazer todo o caminho feito na navegação anterior. dica tosca: abra o note e copie e cole os endereços que você acessou, pra não se perder fazendo tudo de novo :P.</p>
<p>- ____: ausência de links. típico caso de auto-exibição, egocentrismo e necessidade obssessiva-compulsiva de estar na web. decorrente da escuta de frases como "se não está na web, no Google, não existe". aí o cara vai lá, cria uma página, não linka nada e pensa que vai ser achado.</p>
<p>- linklinklink: textos que a pessoa não entende se não clicar nos links. peca pela excessividade.</p>
<p>sem contar nos links desnecessários, que não levam a nada e que realmente não precisariam existir. enfim, estamos na web 2.0, ainda que em alguns aspectos, aos trancos e barrancos.</p>
<p>* título do post</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[divulgação]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=357</link>
<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 00:33:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
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<description><![CDATA[em breve sai o livro sobre blogs organizado por Adriana Amaral, Raquel Recuero e Sandra Montardo, do]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>em breve sai o livro sobre blogs organizado por <a href="http://palavrasecoisas.blogspot.com/" target="_blank">Adriana Amaral</a>, <a href="http://pontomidia.com.br/raquel/" target="_blank">Raquel Recuero</a> e <a href="http://www.tekhne.blogspot.com/" target="_blank">Sandra Montardo</a>, do qual fará parte meu artigo sobre <b>representação e recuperação de informação em blogs na web 2.0.</b></p>
<p>outras utilidades públicas são as listas de artigos brasileiros sobre <a href="http://pontomidia.com.br/wiki/doku.php?id=blogbrasil" target="_blank">blogs</a> e sobre <a href="http://pontomidia.com.br/wiki/doku.php?id=redessociais" target="_blank">redes sociais</a>. se alguém não achar algo por lá, é só mandar um "emelho" pra <a href="http://pontomidia.com.br/raquel/" target="_blank">Raquel</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[darth quer colaborações. quem topa?]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/2008/02/22/darth-quer-colaborar-quem-topa/</link>
<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 00:37:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
<guid>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/2008/02/22/darth-quer-colaborar-quem-topa/</guid>
<description><![CDATA[eu ia fazer um post sobre essa cooooisa, mas o gilberto publicou um antes e eu gostei bastante, ent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>eu ia fazer um post sobre essa <a href="http://www.microsoft.com/presspass/presskits/interoperability/default.mspx" target="_blank">cooooisa</a>, mas o <a href="http://webresearch.wordpress.com/2008/02/21/microsoft-se-rende-ao-open-source/#comment-38" target="_blank">gilberto publicou um antes</a> e eu gostei bastante, então vou economizar palavras aqui e resumir minha indignação.</p>
<p>o desepero está atingindo níveis extremos e o medo de perder um bom pedaço da fatia de mercado está fazendo com que a "colaboração" seja vista como alternativa. entre aspas porque eu duvido que essa abertura funcione como funcionam outros sistemas colaborativos. o que eu me arrisco prever é uma montanha de processos (movidos por amabas as partes) devido ao abuso que o lado negro da força está prestes a pôr em prática e à exploração que quem se dignar a colaborar irá sofrer. vamos ver, mas não estou botando nenhum fé nessa ação mascarada de "boazinha".</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[um rápido comentário]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=350</link>
<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 18:28:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
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<description><![CDATA[a insistência irrita e a prepotência me lembra o Bush (que no momento deve estar contando quantos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="///F:/DCIM/101MSDCF/DSC09981.JPG" /><img src="///F:/DCIM/101MSDCF/DSC09981.JPG" />a insistência irrita e a prepotência me lembra o Bush (que no momento deve estar contando quantos soldados vai mandar pra "democratizar" Cuba).</p>
<p style="font-style:italic;"> A Microsoft tentará convencer os acionistas do Yahoo! a nomear um novo conselho administrativo a favor da venda da empresa, informou nesta terça-feira (19) o blog <a href="http://dealbook.blogs.nytimes.com/" target="_blank">Dealbook</a>, do "The New York Times".</p>
<p><span style="font-style:italic;"> Segundo o site do jornal, a companhia vai autorizar o que no meio empresarial é conhecido como compra hostil, quando a empresa compradora tenta convencer os acionistas da companhia assediada a substituir a junta diretora por dirigentes favoráveis a compra.</span> da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u373948.shtml" target="_blank">Folha</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[pra conferir]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=346</link>
<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 00:30:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
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<description><![CDATA[duas coisas legais, uma no Rio, outra em POA.
1º:
 dia 18 de fevereiro, no auditório do campus II ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>duas coisas legais, uma no Rio, outra em POA.</p>
<p><font color="#e66922"><b>1º:</b></font></p>
<p><a href="http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/files/2008/02/imagem_logo_jwuni.gif" title="JW"><img src="http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/files/2008/02/imagem_logo_jwuni.thumbnail.gif" alt="JW" align="left" /></a> dia 18 de fevereiro, no<font color="#000000"> auditório do campus II da <a href="http://www.facha.edu.br/" target="_blank">FACHA</a>, </font><b><font color="#e66922">O Mercado e o Ensino de </font></b><b><font color="#e66922">Jornalis</font></b><b><font color="#e66922">mo Online</font> </b>será o tema da primeira edição de 2008 do <a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=jwuni" target="_blank">JW n</a><a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=jwuni" target="_blank">as Universidades</a>.</p>
<p>gostei da dupla abordagem: <b><font color="#e66922">mercado </font></b>e <b><font color="#e66922">ensino</font></b>. não adianta reclamar das dificuldades de se conseguir um emprego com salário decente (que ao menos sustente a criatura, já que a famosa "qualidadevida" é quase inviável com os salários miseráveis oferecidos à maioria dos jornalistas) sem pensar que o problema tem origens lá na graduação. e não estou criticando apenas os cursos, com currículos desatualizados que pouca, ou quase nenhuma, bola dão para as novas tecnologias. estou botando a culpa também naqueles alunos que acham que só marcar presença nas aulas e entregar o que os professores pedem, e olhe lá, é suficiente pra encarar o que vem depois; e também nos professores que não movem uma palha pra se atualizar e que não instigam os alunos a buscar outros meios de aprendizado fora da faculdade.</p>
<p><b><font color="#e66922">→</font></b> as palestras serão transmitidas na web, através de um link que será disponibilizado no site do evento alguns dias antes do dia 28.</p>
<p><b><font color="#e66922"> 2º:</font></b></p>
<p><a href="http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/files/2008/02/bf4_poa-2008.jpg" title="FILE 08"><img src="http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/files/2008/02/bf4_poa-2008.thumbnail.jpg" alt="FILE 08" align="left" /></a>dica da Sandra. <a href="http://www.file.org.br/" target="_blank">FILE 08 - Mostra Cultural Festival Internacional de Linguagem Eletrônica/Electronic Language International Festival</a>, de 20 de fevereiro à 20 de março, no <a href="http://www.santandercultural.com.br/institucional/conceito.asp" target="_blank">Santander Cultural</a>. quase como uma <b><font color="#e66922">tag cloud</font></b>, o site disponibiliza algumas das categorias (algumas já extintas) presentes na mostra, que já acontece à oito anos.</p>
<p align="center"><font color="#339966"><font color="#e66922">Web art, Net art, Web Design, Vida Artificial, Java Art, VRML, e-filmes, Simulação e Modelagem, Animação Interativa, Hipertexto, Web Filme Interativo, Panoramas, Software Art, Code Art, Code Poetry, Minimal Code, Programing Languages, Existing Software Manipulations, Artistic re-packaging, Generative Art, Algorithmic Audio, Software Art, Instalações interativas, Sound art, Game art, Animações Computadorizadas, Inteligência Artificial, Screenings. </font></font></p>
<p> segundo o site, <i>Porto Alegre terá uma visão abrangente das manifestações estéticas produzidas para a cultura digital na primeira década do século XXI</i>.</p>
<p>EU VOU!!! :D</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[web 3.0 no forno]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=344</link>
<pubDate>Sat, 16 Feb 2008 17:15:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
<guid>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=344</guid>
<description><![CDATA[o mais difícil em fazer pesquisa na área de cibercultura é acompanhar a velocidade do surgimento ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>o mais difícil em fazer pesquisa na área de cibercultura é acompanhar a velocidade do surgimento de novidades. sempre digo isso e também ouço isso de gente que convive comigo e me pergunta como eu faço pra estar por dentro de tudo. na verdade eu não faço, eu tento. e acredito que não consiga saber nem a metade do que eu queria hehehe. mas, são ossos do ofício de quem trabalha com isso e tem que se controlar pra não virar um neurótico do RSS nem um prisioneiro do monitor.</p>
<p>bom, introdução, acredito que, condizente com o fato de algumas pessoas mal estarem sabendo o que é <b>web 2.0 </b>e já existirem muitos textos sobre <b>web 3.0</b>. mas, como muitos já devem saber, <b>web 3.0</b> é, como a <b>web 2.0</b>,  mais uma denominação para <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Semantic_Web" target="_blank">algo que já se vem tentando fazer com a web há bastante tempo</a>, torná-la semântica. logo, <b>web 3.0</b> é a tão sonhada web <b>semântica</b>.</p>
<p>hoje, no <a href="http://www.readwriteweb.com" target="_blank">ReadWriteWeb</a> tem um <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/semantic_web_11_things_to_know.php#more" target="_blank">post com 11 coisas para saber sobre a web semântica</a>. o último item traz o ponto de transição, a ponte entre a <b>web 2.0</b> e a <b>web 3.0</b>:</p>
<p><i>11. Semantic Web will leverage the “community” to add structure and this will use some techniques from first generation Social Networking. But it is very unlikely that Semantic Web will emerge from the walled gardens of current social networking sites. The winners will know how to motivate community to provide structure and will provide the tools that make the structuring so easy that nobody knows they are doing anything so boring as structuring. That is the big lesson from Web 2.0 that will be applied in the Semantic Web. </i></p>
<p>eu, que li o post na ordem início/fim e não hipertextualmente, lendo o item 4 pra depois ler o 2, o 8 e o 9 hehehe, ao ler o último item imediatamente me lembrei do primeiro:</p>
<p><i>1. You don’t need to apologize for calling it Web 3.0. Of course the Web does not upgrade in one go like a company switching to Vista. But there is a definite phase transition from current technologies. My personal Web 3.0 definition is “the combination of Web 2.0 mass collaboration with structured databases”. </i></p>
<p>Berners-Lee, James Hendler e Ora Lassila, quando publicaram o <a href="http://www-personal.si.umich.edu/~rfrost/courses/SI110/readings/In_Out_and_Beyond/Semantic_Web.pdf" target="_blank">artigo</a> propondo a web semântica talvez nem imaginassem o que viria logo em seguida, com a questão da folksonomia. será? acho brabo hehehe. o fato é que depois que Berners-Lee entregou sua filha ao mundo, nada mais teve controle, no sentido de criação e adaptação. a apropriação social deu forma a instrumentos de publicação e logo a web se tornou <b>web 2.0</b>, já trazendo os indícios de uma <b>web 3.0</b>. enquanto os caras trabalhavam criando <a href="http://www.w3.org/" target="_blank">padrões para a publicação das páginas</a>, a folksonomia surgiu através de ferramentas que foram disponibilizadas aos internautas e permitiram que além de inserir informação na web, eles passassem a gerenciá-la.</p>
<p>ao contrário de sistemas operacionais como o <a href="http://www.microsoft.com/brasil/windows/products/windowsvista/default.mspx" target="_blank">ruindows vista</a>, que são desenvolvidos a portas fechadas e saem cheios de bugs que não podem ser consertados pelo usuário, a folksonomia como gerenciamento de informação é instantânea (alguns autores colocam como característica da prática o feedback imediato- <a href="http://www.adammathes.com/academic/computer-mediated-communication/folksonomies.html" target="_blank">Mathes, 2004</a>; <a href="http://www.infoworld.com/article/04/08/20/34OPstrategic_1.html" target="_blank">Udell, 2004</a>; <a href="http://www.iskoi.org/doc/folksonomies.htm" target="_blank">Quintarelli, 2005</a>)<span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"></span>. essa tag não é boa? não é tão utilizada quanto você pensava? as pessoas não vão encontrar a informações através dessa tag? simples, troca. qualquer usuário está apto a modificar as etiquetas e assim, ao invés de um sistema pronto, estático, cujas alterações só podem ser feitas por programadores, sistemas folksonômicos se modificam instantaneamente ao surgimento das necessidades dos usuários.</p>
<p>não quero arruinar com os projetos do <a href="http://www.w3.org/" target="_blank">W3C</a>, muito menos dizer que são inúteis, muito pelo contrário. a padronização na Rede é sim necessária, por mais descentralizado que o ambiente seja, mas o uso de formas padronizadas facilita o acesso, com certeza. o que me anima com a folksonomia é a apropriação social que causa a histeria de profissionais da informação que se escandalizam com a prática desse <a href="http://www.compos.org.br/files/15ecompos09_MariaClaraAquino.pdf" target="_blank">vocabulário descontrolado</a> e tentam instaurar mecanismos de ordenação que não fazem o menor sentido num processo que pressupõe a liberdade de criação (alguns autores propõem a inclusão de tesauros, controle de tags e outras práticas que limitariam a criação de tags pelos usuários).</p>
<p>acho que é preciso amadurecer a folksonomia, incorporá-la em mecanismos de busca e em outras ferramentas e observar, atentamente, como os internautas vão se comportar com a possibilidade de estruturar a informação. quanto à <b>web 3.0</b>, me parece que o caminho é esse e que não estamos tão longe de um espaço virtual onde máquinas e seres humanos realmente interajam em torno dos significados. no momento em que se percebe a web como um espaço coletivo e não como um mar de páginas para serem meramente navegáveis e clicáveis é preciso também aceitar que não adiante fechar as portas, as janelas e baixar as cortinas pra que ninguém saiba o que está por trás de um sistema. de um jeito ou de outro o esquema vai ser burlado ou então perder a freguesia. a <b>web 2.0 </b>já vem com essa idéia de <a href="http://www.oreillynet.com/pub/a/oreilly/tim/news/2005/09/30/what-is-web-20.html" target="_blank">crença na inteligência coletiva e na utilização dos usuários como co-desenvolvedores</a>. felizmente a colaboração tomou um caminho sem volta, começando na <b>web 2.0</b> e sendo fundamental para a concretização da <b>web 3.0</b>, <b>4.0</b>, <b>5.0</b>....</p>
]]></content:encoded>
</item>

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