<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>independencia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/independencia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "independencia"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 14:30:22 +0000</pubDate>

	<generator>http://wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Relações Humanas]]></title>
<link>http://dialogoscomaminhamente.wordpress.com/?p=120</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 22:35:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Karan</dc:creator>
<guid>http://dialogoscomaminhamente.wordpress.com/?p=120</guid>
<description><![CDATA[Li hoje no blog Multiversos da Ultra Violet uma opinião interessante sobre as conseqüências da in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Li hoje no blog <a href="http://multi-versos.blogspot.com" target="_blank">Multiversos</a> da Ultra Violet uma opinião interessante sobre as conseqüências da independência/liberdade da mulher hoje em dia. O artigo se chama <a href="http://multi-versos.blogspot.com/2008/07/broken-english.html" target="_blank">Broken English</a>, por ter sido inspirado do filme homônimo. Resumindo - com minha falta de objetividade e de imparcialidade caraterística ;) - a opinião da amiga, as mulheres hoje em dia tem que enfrentar os mesmos problemas de antes, ou seja: casa, crianças, compras, e no mesmo tempo lutar para seus direitos de independência e liberdade, ou seja: trabalhar, com os horários doidos que cada um sabe. Além do mais, essa liberdade traz a tona a dificuldade de ter que arrumar um bom partido, já que o casamento não é mais pre-arrumado pela família como antigamente, e a mulher tem que cortejar e manter beleza e estílo para conquistar o homem dos seus sonhos, ou seja: o cara-que-já-não-existe-mais... risos.</p>
<p>Minha opinião é a seguinte: essa liberdade provavelmente desejada por uma minoria - os movimentos de emancipação da mulher - e assumida pela maioria foi no mesmo tempo o melhor e o pior para a humanidade. Melhor, porque é um Direito da mulher querer e ter sua liberdade completa de decisão sobre as escolhas da vida. Pior, porque agora é mesmo um saco um homem arrumar uma esposa decente, e uma mulher arrumar um marido válido...</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">O lado bom</span></strong></p>
<p>A mulher antigamente não era muito diferente de um escravo, vendida pelos pais àquele que oferecia o maior partido, financeiramente, politicamente e socialmente. Pior ainda, não somente ela estava "vendida", mas a própria familia tinha ainda que juntar um dote para ela ajudar o marido. Me desculpem a comparação, mas é um pouco como se a prostituta tinha que pagar o cliente para que ele a comesse - e talvez faça a propaganda dela depois...</p>
<p>Enfim: acabou. A mulher ganhou um valor próprio. A mulher pode escolher. Escolher ela mesma o marido, tendo em vista o patrimônio, o poder e a posição social do tal... Bom, afinal ela ganhou o poder de escolher mas parece que - na maioria dos casos - os fundamentos das relações humanas continuam os mesmos...</p>
<p>Porém, como conquistar a independência necessita de autonomia, principalmente financeira, e que casar com um ricaço nem necessáriamente é um prazer - voltamos à idéia da prostitua - a mulher acabou procurando trabalhar e se sustentar.</p>
<p>Infelizmente, o homem, vendo seu poder de controle - sobre a família (ou seja, os herdeiros e a genética em geral), e sobre o próprio emprego - ameaçada por essa nova geração de mulheres ambiciosas, consegui manter um desequilíbrio financeiro e político ao seu favor: as mulheres continuam pagas menos, e com poucas chances de chegar ao topo da hierarquia na empresa ou no pais; e quando porventura elas chegam aí, o menor erro fica imperdoável... O que nós leva pro lado ruim disso tudo.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>O lado ruim</strong></span></p>
<p>A situação é a seguinte: mulheres trabalhando para ganhar uma autonomia difícil e uma igualdade de papel, enquanto os homens continuam na mesma: donos da verdade, decidindo tão por eles como por elas, e deixando o papel de sempre, casa-educação-compras com elas...</p>
<p>Logicamente, as mulheres que não conseguiram aquela autonomia tão desejada se vêem obrigadas a recorrer aos subterfúgios de sempre para atrair em suas garras o homem perfeito: beleza, sexo, e promessas de amor eterno - quem ainda acredita nisso? Quando bem sucedidas, encontram o mega-partido e desistam de vez daquela autonomia, já que é muito mais fácil continuar como antes, cuidar do lado chato mas também poder gastar quanto e como quiserem - doce compensação. E quando o nem-necessariamente-bonito-mas-pelo-menos-rico marido pular acidentalmente a cerca, basta pedir um bom divórcio e conseguir a tão desejada autonomia financeira - até esgotarem os fundos e voltar para a caça...</p>
<p>Note bem que eu não estou criticando esse modo de funcionamento. Sempre existiu, sempre existirá. A igualdade de verdade não existe, é uma ilusão provavelmente montada pelos homens para convencer aquelas mulheres feministas que ganharam a batalha. É comprovado geneticamente que a mulher sempre busca um homem capaz de sustentar e proteger sua prole e lhe-oferecer um certo <em>status</em> - isto é: poder, dinheiro, situação profissional e social - e que o homem sempre procura uma mulher fértil e capaz de assumir as tarefas da casa e a educação da prole. Recomendo ler o livro <em>Os Ovários de Madame Bovary</em>, disponível em qualquer livraria, escrito por um bióogo e sua filha, e traduzido do inglês. Muito interessante embora não tem obrigação de acreditar ou concordar com os modelos apresentados: cada um sua opinião - mulher e homem ;)</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong>The next step</strong></span></p>
<p>O passo seguinte é claro: ou reconhecemos abertamente que a genética é mais forte que nós, e assumimos nossos defeitos intrinsecos e inigualdade histórica, ou batemos do punho na mesa:</p>
<ul>
<li>Salário igual para cargo igual</li>
<li>Atividades de casa e de educação compartilhadas</li>
<li>Se a mulher tiver um trabalho bom e uma remuneração conseqüente, que tal o homem virar dono de casa, se for uma opção melhor?</li>
</ul>
<p>E também:</p>
<ul>
<li>Direito do homem ter dores de cabeça quando entrar na cama</li>
<li>Direito do homem dilapidar a renda familiar comprando porcarias inútis</li>
<li>Direito da mulher comprar um carro enorme e ridículo para impressionar os pequenos donos de casa</li>
<li>Direito da mulher xingar e cuspir na rua e assobiar os bonitões que passam na calçada</li>
<li>Direito da mulher fazer xixi na frente da árvore ou atrás do ônibus (especialmente para cariocas!)</li>
<li>Direito do homem ser paquerado e esperar a mulher propôr coisas indecentes</li>
<li>Direito do homem recusar aquelas propostas indecentes sem razão justificada</li>
<li>Direito da mulher ir se embebedar após o trabalho numa chopperia com amigas</li>
<li>Direito da mulher trair o homem quando e onde ela quiser, em particular no trabalho ou na tal chopperia</li>
</ul>
<p>Bom, pensando bém, tudo tem mesmo que ficar tão ruim assim?</p>
<p>Um beijo, Mulheres Independentes! Amo vocês!<br />
K'ran.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Más de lo mismo: Españaragón]]></title>
<link>http://aragonando.wordpress.com/?p=340</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 14:28:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>aragonando</dc:creator>
<guid>http://aragonando.wordpress.com/?p=340</guid>
<description><![CDATA[
¿Qué pabellones le gustan más? Me han gustado mucho los de España y Aragón, creo que son muy c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align:justify;"><strong>¿Qué pabellones le gustan más?</strong> Me han gustado mucho los de España y Aragón, creo que son muy complementarios. El de España es muy didáctico y el de Aragón es una apuesta valiente, que emociona y transmite la grandeza y belleza de esta tierra.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Hoy tengo ganas de escribir poco. Esto de aquí arriba lo dice Emilio Fernández-Castaño, comisario de la Expo (entrevista en <em>El Periódico de la Expo</em>, 20.07.08). Muy ufano el señor Emilio, juega a justificar esa entrañable complementariedad entre Ejpaña y Arragón. Siempre juntas, didácticas, frescas, valientes. El regionalismo es expansivo. Irónicamente en Catalunya van al revés y alguno ya sueña con un tal <a href="http://loburromasque.wordpress.com/2008/04/02/cronologia-de-unos-no-hechos-que-llevaron-a-catalunya-a-la-independencia/" target="_blank">Montilla declarando la independencia en el año 2012</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EL BINOMIO ESTUVO EL 20 DE JULIO EN VENEZUELA]]></title>
<link>http://blogvallenato.wordpress.com/?p=552</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 06:55:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogvallenato</dc:creator>
<guid>http://blogvallenato.wordpress.com/?p=552</guid>
<description><![CDATA[

Colombianos y venezolanos se congregaron desde muy tempranas horas de este Domingo 20 de julio en ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a id="thelink"><img class="aligncenter" src="http://img67.imageshack.us/img67/7853/binomiodeoro001jv1.jpg" alt="img67/7853/binomiodeoro001jv1.jpg" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#333333;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Colombianos y venezolanos se congregaron desde muy tempranas horas de este Domingo 20 de julio en la plaza Brion de Chacaito, Caracas, donde se realizaron  una cantidad de actividades en el marco de la celebración de la Independencia de Colombia. En representación del hermano país "El Binomio de Oro de América", quienes cumplieron la función de embajadores musicales de Colombia en Venezuela por ser la mejor agrupación vallenata de los últimos tiempos.</span></span></div>
<p><span style="color:#333333;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"><!--more--></p>
<p></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#333333;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Un Evento donde más de 40 mil asistentes se llenaron de euforia al ver llegar a cada uno de sus vocalistas Didier Moreno, Orlando Acosta, Duban Bayona y sus acordeoneros Marcos Bedoya y Carlos Humberto López. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#333333;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#333333;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Didier y Orlando dieron inicio al show con el tema COMO TE OLVIDO seguido por SI TU AMOR NO VUELVE, LA CRECIENTE, AL RITMO DEL CHA CUN CHA, luego al culminar estas canciones comenzó la histeria de la gente y seguidamente hacen el llamado para que suba a tarima el decano <strong>Israel Romero "El Pollo Isra"</strong> recibido por el Embajador de Colombia en Venezuela <strong>Fernando Marín</strong> <strong>Valencia</strong> junto a su señora esposa y algunas palabras de aprecio por parte del público. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#333333;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#333333;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">El Binomio arrancó seguidamente con la canción NIÑA BONITA, interpretada por Didier y Duban, luego de esto "El Pollo" toma el micrófono y da  unas palabras de apoyo a todos los presentes, e hizo un llamado a la paz de Colombia y Venezuela, Al terminar interpreta la canción TODO SE ACABA y NO PUEDO OLVIDARLA a dúo con Didier Moreno y para finalizar la presentación lo hicieron con el clásico EL HIGUERON, donde el Pollo dio a conocer a sus dos acordeoneros Marquitos Bedoya, Carlos Humberto demostraron todo lo que han aprendido durante su estadía en la Universidad del Vallenato.  </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#333333;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#333333;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">Sin duda el grupo más esperado durante el evento fue El Binomio de Oro de América. <strong>Embajadores musicales de Colombia en Venezuela.<br />
</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:11pt;font-family:&#34;">Jhony Rangel</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:11pt;font-family:&#34;">Corresponsal en Caracas</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:11pt;font-family:&#34;"><a href="mailto:jhonyrangel@hotmail.es">jhonyrangel@hotmail.es</a> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-family:&#34;"><span style="font-size:small;">www.venevallenato.com</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#333333;font-family:&#34;"><span style="font-size:small;"><strong></strong></span></span></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Independência]]></title>
<link>http://juhhazevedo.wordpress.com/?p=8</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 19:05:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>juhhazevedo</dc:creator>
<guid>http://juhhazevedo.wordpress.com/?p=8</guid>
<description><![CDATA[Essa música foi feita para mim..

Toda essa curiosidade
Que você tem pelo que eu faço
Eu não gos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Essa música foi feita para mim..</p>
<p><strong><em></em></strong></p>
<p><strong><em>Toda essa curiosidade<br />
Que você tem pelo que eu faço<br />
Eu não gosto de me explicar<br />
Eu não gosto de me explicar...</em></strong></p>
<p>Toda essa intensidade<br />
Buscamos identidade<br />
Mas não sabemos explicar<br />
Mas não sabemos explicar...</p>
<p>Se paro e me pergunto<br />
Será que existe alguma razão<br />
Prá viver assim<br />
Se não estamos<br />
De verdade juntos...</p>
<p>Procuramos independência<br />
Acreditamos na distância entre nós<br />
Procuramos independência<br />
Acreditamos na distância entre nós...</p>
<p>Toda essa meia verdade<br />
A qual temos nos conformado<br />
Só conseguimos nos afastar<br />
Nós aprendemos a aceitar...</p>
<p>Tantas coisas pela metade<br />
Como essa imensa vontade<br />
Que não sabemos explicar<br />
Que não sabemos saciar...</p>
<p>Se paro e me pergunto<br />
Será que existe alguma razão<br />
Prá viver assim<br />
Se não estamos<br />
De verdade juntos...</p>
<p>Procuramos independência<br />
Acreditamos na distância entre nós<br />
Procuramos independência<br />
Acreditamos na distância entre nós...(2x)</p>
<p>Toda essa curiosidade<br />
Toda essa intensidade<br />
Toda essa meia verdade<br />
Tantas coisas pela metade<br />
Toda essa curiosidade<br />
Toda essa intensidade...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El ciclo del colonialismo psicológico]]></title>
<link>http://piptrujillo109.wordpress.com/?p=99</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 11:41:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>puertowiccan</dc:creator>
<guid>http://piptrujillo109.wordpress.com/?p=99</guid>
<description><![CDATA[


NELLIE ZA M B RA N A
PSICÓLOGA Y CAT E D R Á T I CA DE EDUCACIÓN DE LA UPR
 



Por 515 años]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<table style="width:627px;height:32px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="5" width="627">
<tbody>
<tr>
<td><span><strong>NELLIE</strong> <strong>ZA M B RA N A</strong><br />
</span><span style="font-size:x-small;"><span>PSICÓLOGA Y CAT E D R Á T I CA DE EDUCACIÓN DE LA UPR</span></span></td>
<td align="center"> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span>P</span><span>or 515 años hemos padecido una sistemática represión psicológica que ha fomentado miedo e impotencia hacia el desarrollo económico y político: lo llamo colonialismo psicológico. Derrumbar la muralla de mentiras sobre la independencia equivale a apoderarnos de nuestra autodeterminación como pueblo.</span></p>
<p>La relación colonial y desigual con Estados Unidos no provee un modelo económico viable para Puerto Rico. Estados Unidos no defiende el ELA en el plano internacional y sus políticos que buscan votos dicen que respetarían lo que el pueblo de Puerto Rico decida. Eso es como decirle a una mujer que lleva 15 años soportando la violencia doméstica, que el gobierno respeta su "decisión" de seguir siendo malt ra t a d a .</p>
<p>El ciclo de maltrato físico y psicológico ha de romperse no sólo con una pedagogía esperanzadora, sino también con una que nos permita indignarnos y reinventar nuestra agenda de vida. Los pueblos colonizados, igual que las personas maltratadas, tienen que hacer rupturas de engañosos discursos de afecto o de falsas lecciones de historia, para dar paso a un proceso que es legítimo y natural como es la independencia y la libertad.</p>
<p>La independencia con un gobierno socialdemócrata es la esperanza para enfrentar el presente y el futuro con dignidad y muchas más posibilidades de desarrollo económico y social.</p>
<p>Datos del Banco Mundial hablan de las ventajas de la independencia para naciones pequeñas, al indicar que el producto nacional bruto per cápita de los 10 estados nacionales más pequeños supera el de los 10 estados nacionales más grandes. No hay que ser grande físicamente para vencer la subyugación: hay que tener grandes aspiraciones y una ruta que seguir.</p>
<p>Se ha cuestionado la viabilidad de la independencia para Puerto Rico poniendo de ejemplos a Haití y a República Dominicana, pero nuestra estructura socioeconómica se parece más a Costa Rica y otras naciones pequeñas que nos han rebasado en los indicadores de desarrollo económico y de desarrollo humano. Hoy, nuestra economía se mantiene artificialmente mediante cuantiosas transferencias federales, que laceran la autogestión impostergable.</p>
<p>El colonialismo por definición es antidemocrático, así como lo es el sometimiento y falta de apoderamiento que violenta las relaciones humanas entre parejas. Ese déficit de democracia se combate al romper con el ciclo del colonialismo p s i c o l ó g i c o.</p>
<p>Urge entender la soberanía plena para diseñar el modelo económico y social que nos permita la interdependencia respetuosa con Estados Unidos y el mundo. Descolonicemos pues nuestra conciencia y nuestras aspiraciones como nación.</p>
<p><span><span style="color:#339966;"><strong>*Nellie Zambrana es psicóloga y Catedrática de Educación en la UPR y es esposa del candidato a alcalde por el PIP en Trujillo Alto, Jaime Negrón.</strong> </span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ZAFIRO]]></title>
<link>http://calamb.wordpress.com/2008/07/22/zafiro/</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 11:27:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>AMBER</dc:creator>
<guid>http://calamb.wordpress.com/2008/07/22/zafiro/</guid>
<description><![CDATA[Zafiro, puede representarse en varios colores, pero los más frecuentes son el azul y el amarillo. U]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Zafiro, puede representarse en varios colores, pero los más frecuentes son el azul y el amarillo. Una antigua leyenda védica dice que los ojos del demonio Vala se transformaron en semillas del zafiro azul, las cuales cayeron sobre la tierra sagrada de Sinhala en el Asia sudoriental. La palabra zafiro proviene del persa saffir, del árabe safir y del griego sapphiros, con el significado de “el amado por Saturno”. El rey Salomón la utilizaba para la concentración y para facilitar la escritura. Los musulmanes confirmaron posteriormente que el misterioso sello de Salomón, al cual se le atribuían mágicas propiedades, era un zafiro. Para ellos el zafiro ayudaba a centrar la mente de modo que se podía discernir la verdad en una situación, aunque ella estuviera oculta. Es por ello que se decía que el zafiro armonizaba a su portador con la fuerza de la verdad y con el amor hacia ésta. Los persas pensaban que la Tierra descansaba sobre un zafiro gigante, del que los cielos recibían su color. El color del zafiro azul posee un efecto relajante sobre la mente, activando el pensamiento libre. Inspira a la enseñanza y la pedagogía, así como a los estudios de tipo psicológico y humanista. El zafiro amarillo es más adecuado para la labor mental de concentración en las ciencias exactas, como las matemáticas y la física, pues sus cualidades son sobre todo las de activación de la lógica, la profundidad, la constancia mental y la consistencia de los pensamientos. Su virtud es la de favorecer el altruismo y la generosidad, estimula la imaginación y la curiosidad y atrae la simpatía y numerosas amistades. Previene la lujuria, limpia los ojos, alivia los dolores de vientre y protege de los animales venenosos. El zafiro azul posee un efecto relajante sobre la mente, activa el pensamiento libre y quita el dolor de la frente. El  zafiro amarillo activa la concentración en las ciencias exactas, ya que proporciona constancia, lógica y consistencia en el pensamiento. Hace a la persona más independiente.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Feliz 28, felices Fiestas Patrias]]></title>
<link>http://onairosjs.wordpress.com/?p=1831</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 19:21:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>onairosjs</dc:creator>
<guid>http://onairosjs.wordpress.com/?p=1831</guid>
<description><![CDATA[En medio de un veranito de San Juan con 29 grados y mucho sol, con el modo peruano, hoy día me he l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://onairosjs.files.wordpress.com/2008/07/guachiman.gif"><img class="size-medium wp-image-1845 alignright" src="http://onairosjs.wordpress.com/files/2008/07/guachiman.gif?w=140" alt="" width="140" height="194" /></a><em><span style="color:#993300;">En medio de un veranito de San Juan con 29 grados y mucho sol, con el modo peruano, hoy día me he levantado todavía. Superficial, me alegro de la tormenta de Santa Rosa que me anuncia displicente aunque un mes adelantado el <strong>guachiman </strong>de mi trabajo. Contento en soledad, tomo asiento en el único Chifa peruano que </span></em><span style="color:#993300;"><em>conozco </em></span><em><span style="color:#993300;">en Buenos Aires y que de casualidad queda a media cuadra de mi trabajo. Concordante con las fechas está ubicado en Perú e Independencia. Sobre la calle  Perú es la tercera puerta.<br />
</span></em></p>
<p><em><span style="color:#993300;">Olor a chifa. El cocinero propietario, originario de Huachipa, desde la cocina pone un CD y de pronto en los parlantes suena una guitarra nacional, repiquetea un cajón y cantan las cucharas criollas.  Los pies se mueven solos. asi, asi....</span></em><em><span style="color:#993300;"> </span></em></p>
<p><em><!--more Para entrar a la jarana por favor haga click aquí--></em></p>
<p><em><span style="color:#993300;">Allí estaba yo, en ese trajinar de comer rápido al mediodía cuando me encuentro con que los dueños del Chifa son todos del norte, de Piura. Doña Rosa, la señora que atiende es Ingeniera en pesquería y el dueño, que cocina, como dije es de Huachipa en Lima. </span></em></p>
<p><em><span style="color:#993300;">Nada, que en automático me cambia el acento y se me sale del alma un felices fiestas patrias anticipado.</span><span style="color:#993300;"><br />
</span></em><em><span style="color:#993300;">Me siento y me encuentro a gusto comiendo ceviche entre los míos que no conozco.  Comparto la costumbre en silencio, mirando al plato. Como lo hacen otros muchos diversos peruanos que allí estamos como en silencio. La tele sin volumen, que nadie mira, anuncia tempestades campestres y gubernamentales. </span></em></p>
<p><em><span style="color:#993300;">Me hago cargo de mi alegría, por una vez me siento en territorio propio aunque este lejos. Es como llegar a la casa </span></em><em><span style="color:#993300;">donde brillan</span></em><em><span style="color:#993300;"> los olores y </span></em><em><span style="color:#993300;">con la música del recuerdo </span></em><em><span style="color:#993300;">nos perfuman los sonidos. Me doy cuenta de como compartimos la diversidad de nuestra cultura que va mas allá de sólo comer un buen ceviche o un wantan frito y un chaufa con Inka Kola. </span></em></p>
<blockquote><p><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"><em>Surge el ritmo peruano<br />
y en sus compases<br />
parece que dijera, así, así,<br />
ahora cómo haces;<br />
las manos de un moreno<br />
repiquetean suave madera;<br />
a bailar se ha dicho hermano<br />
que aquí está la marinera.</em></span></p></blockquote>
<p><em><span style="color:#993300;">La marinera republicana </span></em><em>avienta la </em><em><span style="color:#993300;">tristeza en la lejanía y las ausencias desaparecen en la sonrisa y el ritmo que despierta en todos los que allí estamos, la sigue un valsecito criollo, un tondero o una marinera de guitarra y cajón.Ya nadie mira al plato. Sonreimos alegres en los recuerdos y la jarana.<br />
</span></em></p>
<p><em><span style="color:#993300;">Todos comenzamos a mover los pies.  Andinos, costeños, chinos y mulatos y hasta asimilados argentinos acartonados- los únicos con corbata-se contagian de nuestra alegre diversidad. </span></em></p>
<p><em><span style="color:#993300;">Se eleva el volumen de las conversaciones. Seño, seño, favorcito traigame una chela helada.  En una mesa al lado hay un salú compadre!!! </span></em></p>
<p><em><span style="color:#993300;">Salú y que viva el Perú!!!.<br />
</span></em></p>
<p><em></em><em><span style="color:#993300;">Se adivina que siempre podemos armar la juerga, que no hay barreras para estar alegre con una chelita bien helada pues compadre. Porque sabemos que no necesitamos escarapela para saber que estamos orgullosos de ser peruanos. Porque para sobrevivir sabemos de creatividad, de juntarnos en la adversidad sabiendo que somos diversos y que allí se encuentra nuestra fuerza y nuestra fortuna.</span></em><br />
<em></em></p>
<p><em></em><em><span style="color:#993300;">Somos cómplices con alegría en seguir luchando en donde estemos por estar mejor, por tener un país de todos que sea más nuestro, mejor. Porque no importa el color, o el lugar, o la edad para juntarse. El mar esta viejo pero todavía se mece y el Perú es joven en su esperanza y en su futuro. </span></em></p>
<p><em><span style="color:#993300;">Aunque aquí no nos muestren el cariño que les damos cuando nos visitan todo esta bien, estamos siempre agradecidos.<br />
</span></em></p>
<p><em></em><em><span style="color:#993300;">Por un nuevo año, una nueva patria, seamos felices mientras estamos aquí. Viva el Peru Carajo!!!</span></em><br />
<em></em><br />
<em><span style="color:#993300;">¡Felices Fiestas patrias! Salú compadre!!!</span></em></p>
<p>Lecturas relacionadas:</p>
<h2><a title="Feliz 28, felices Fiestas Patrias" rel="bookmark" href="http://josesoriano.com.ar/2007/07/25/feliz-28-felices-fiestas-patrias/">Feliz 28, felices Fiestas Patrias 2007</a></h2>
<h1><a href="http://onairosjs.files.wordpress.com/2008/07/revista_c_21_paraweb.pdf">Perú al plato<br />
</a></h1>
<h2><a href="http://onairosjs.files.wordpress.com/2008/07/revista_c_21_paraweb.pdf">Los cocineros peruanos se están convirtieron en estrellas mundiales de la gastronomía y la cocina del Perú es en 2008 la de mayor influencia global. Las razones del boom y una guía para comer bien, en Lima o en Buenos Aires.revista_c_21_paraweb</a></h2>
<h3>Inspirado en las canas que se pinta estudiante peruana de lingüística y bloggera en <a href="http://menoscanas.blogspot.com/">menos canas</a> a la que nunca vi, hasta esta mañana.</h3>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[&gt; Quem tem medo de ser feliz para sempre? [Artigo]]]></title>
<link>http://sociedadedepsicologia.wordpress.com/?p=36</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 22:42:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>sociedadedepsicologia</dc:creator>
<guid>http://sociedadedepsicologia.wordpress.com/?p=36</guid>
<description><![CDATA[
Hoje ouvi numa estação de rádio local uma locutora dizer, acertadamente, que o medo de assumir o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a title="Cama ao centimetro" href="http://subproduto.wordpress.com/files/2008/01/bed.jpg"><img src="http://subproduto.wordpress.com/files/2008/01/bed.jpg" alt="Cama ao centimetro" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Hoje ouvi numa estação de rádio local uma locutora dizer, acertadamente, que o medo de assumir o compromisso e a relação é algo cada vez menos exclusivo dos homens, e cada vez mais partilhado pelas mulheres.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela terminou deixando no ar uma frase que eu achei interessante: “Parece que hoje em dia, há quem tenha medo do lobo mau, e há também quem tenha medo de ser feliz para sempre.”.</p>
<p style="text-align:justify;">Como mulher perguntei-me... Será que este comportamento foi uma aprendizagem, uma reacção ao comportamento deles? Ou será que este é o destino de todos aqueles, que alcançando por fim a sua autonomia como ser humano, têm-na como tão pouco certa, que não arriscam a entrega que o amor implica?</p>
<p style="text-align:justify;">Inclinei-me para a segunda hipótese. E pensei ainda, que este hábito de buscar perfeições que não existem, de não tolerar alterações ao nosso cenário, é apenas uma boa forma de justificar o risco que não se assume e, consequentemente, adiar a partilha do “nós”.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;"><strong><span>Catarina Santos</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;">Psicóloga Clínica</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;">Psicoterapeuta Psicanalítica</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#008000;">Directora Técnica e Coordenadora da Equipa Psicopedagógica da Instituição A Casa Amarela.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Shakira, Bose, Juanes, y Vives]]></title>
<link>http://escandalosa.wordpress.com/?p=33</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 18:34:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>escandalosa</dc:creator>
<guid>http://escandalosa.wordpress.com/?p=33</guid>
<description><![CDATA[El dia de la independencia Colombiana fue celebrada por sus artistas favoritos. Carlos Vives y Shaki]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>El dia de la independencia Colombiana fue celebrada por sus artistas favoritos. Carlos Vives y Shakira celebraron por medio de un concierto en Colombia. Por otro lado, Miguel Bose y Juanes lo celebraron en  Paris, tambien por medio de un concierto. En combinacion, asistieron 18 mil personas a los conciertos. Viva Colombia![caption id="" align="alignnone" width="300" caption="Juanes"]<img alt="Juanes" src="http://img.timeinc.net/pespanol/i/ultimo/2007/diciembre/juanes_121007_300.jpg" width="300" height="400" />[/caption]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hoy, 20 de julio]]></title>
<link>http://donblogperez.wordpress.com/?p=163</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 05:07:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tomáz</dc:creator>
<guid>http://donblogperez.wordpress.com/?p=163</guid>
<description><![CDATA[Desempolvando camisa
Mucha música, mucha marcha, cubrimiento sobreexclusivo a la basura y poco fond]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="attachment_166" align="aligncenter" width="300" caption="Desempolvando camisa"]<a href="http://donblogperez.wordpress.com/files/2008/07/colombia_independencia_20_julio.jpg"><img class="size-medium wp-image-166" src="http://donblogperez.wordpress.com/files/2008/07/colombia_independencia_20_julio.jpg?w=300" alt="Desempolvando camisa" width="300" height="225" /></a>[/caption]
<p>Mucha música, mucha marcha, cubrimiento sobreexclusivo a la basura y poco fondo, como sucede siempre en Colombia. El país entero salió hoy con la camisa que sólo se usaba para lavar a buscar cámaras de noticieros para saludar a los del barrio sin saber los intereses para los que se usa su imagen.<br />
"198 años de independencia", una frase que refleja la falta de coherencia en la que vivimos. Hablamos de independencia precisamente cuando Gringolandia entra en recesión y los que perdemos somos nosotros, se supone que tampoco dependemos de Venezuela, después de que la ruptura de relaciones nos dejó sin petróleo. Nuestras leyes y la situación parapolítica de nuestro país demuestran que la libertad quedó extinguida y que la actualidad es sólo una pesadilla que tuvo Bolívar.<br />
Vivimos en un país que se ha dejado tocar el corazón por el sentimiento patriótico, ver propagandas en las que la bandera de Colombia se agita con el viento produce alegría en las masas adictas al amarillismo telesivo, las palabras de Alvarito y la diplomacia que dice tener llenan de orgullo a millones de colombianos que ganan menos del mínimo y pasan por las situaciones más precarias, en este país el hambre y el cansancio se olvidan escuchando el himno nacional ¿en realidad es eso benéfico?<br />
Colombianos trabajando duro para demostrar 'berraquera' y agradeciendo las migajas que caen de la mesa de la casa de Nariño, orgullosos de no descansar y repudiando a quienes lo hacen para disfrutar vivir, esclavos con cédulas de ciudadanía, animales nacidos en el planeta tierra pintados del tricolor de las cadenas que nos pusieron en la registraduría, pero supuestamente, independientes.<br />
¿Que por qué no me voy si odio tanto este hueco? Sencillo: porque el desvalorizado peso colombiano baja, baja y nos hunde más en una pobreza que no nos da ni para soñar con irnos a un país peor. Además, droga como la de aquí no hay en ningún lado... adiós, compatriotas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SIMON BOLIVAR]]></title>
<link>http://tumundovirtual.wordpress.com/?p=1224</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 02:46:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tu Mundo Virtual</dc:creator>
<guid>http://tumundovirtual.wordpress.com/?p=1224</guid>
<description><![CDATA[
Caudillo de la independencia hispanoamericana (Caracas, Venezuela, 1783 - Santa Marta, Colombia, 18]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="biog" style="text-align:center;margin:auto 21.2pt auto 0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;"><a href="http://Ninguno"><img class="size-medium wp-image-1225 aligncenter" src="http://tumundovirtual.wordpress.com/files/2008/07/bolivar.jpg?w=208" alt="" width="208" height="300" /></a></span></p>
<p class="biog" style="margin:auto 21.2pt auto 0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Caudillo de la independencia hispanoamericana (Caracas, Venezuela, 1783 - Santa Marta, Colombia, 1830). Nacido en una familia de origen vasco de la hidalguía criolla venezolana, Simón Bolívar se formó leyendo a los pensadores de la Ilustración (Locke, Rousseau, Voltaire, Montesquieu…) y viajando por Europa. En París tomó contacto con las ideas de la Revolución y conoció personalmente a Napoleón y Humboldt. Afiliado a la masonería e imbuido de las ideas liberales, ya en 1805 se juró en Roma que no descansaría hasta liberar a su país de la dominación española. Y, aunque carecía de formación militar, Simón Bolívar llegó a convertirse en el principal dirigente de la guerra por la independencia de las colonias hispanoamericanas; además, suministró al movimiento una base ideológica mediante sus propios escritos y discursos.</span></p>
<p class="biog" style="margin:auto 21.2pt auto 0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">En 1810 se unió a la revolución independentista que estalló en Venezuela dirigida por Miranda (aprovechando que la metrópoli se hallaba ocupada por el ejército francés). El fracaso de aquella intentona obligó a Bolívar a huir del país en 1812; tomó entonces las riendas del movimiento, lanzando desde Cartagena de Indias un manifiesto que incitaba de nuevo a la rebelión, corrigiendo los errores cometidos en el pasado (1812).</span></p>
<p class="biog" style="margin:auto 21.2pt auto 0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">En 1813 lanzó una segunda revolución, que entró triunfante en Caracas (de ese momento data la concesión por el Ayuntamiento del título de <em>Libertador). </em>Aún hubo una nueva reacción realista, bajo la dirección de Morillo y Bobes, que reconquistaron el país para la Corona española, expulsando a Bolívar a Jamaica (1814-15); pero éste realizó una tercera revolución entre 1816 y 1819, que le daría el control del país.</span></p>
<p class="biog" style="margin:auto 21.2pt auto 0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Bolívar soñaba con formar una gran confederación que uniera a todas las antiguas colonias españolas de América, inspirada en el modelo de Estados Unidos. Por ello, no satisfecho con la liberación de Venezuela, cruzó los Andes y venció a las tropas realistas españolas en la batalla de Boyacá (1819), que dio la independencia al Virreinato de Nueva Granada (la actual Colombia). Reunió entonces un Congreso en Angostura (1819), que elaboró una Constitución para la nueva República de Colombia, que englobaba lo que hoy son Colombia, Venezuela, Ecuador y Panamá; el mismo Simón Bolívar fue elegido presidente de esta «Gran Colombia». Luego liberó la Audiencia Quito (actual Ecuador) en unión de Sucre, tras imponerse en la batalla de Pichincha (1822).</span></p>
<p class="biog" style="margin:auto 21.2pt auto 0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">En aquel mismo año Simón Bolívar se reunió en Guayaquil con el otro gran caudillo del movimiento independentista, San Martín, que había liberado Argentina y Chile, para ver la forma de cooperar en la liberación del Perú; ambos dirigentes chocaron en sus ambiciones y en sus apreciaciones políticas (pues San Martín se inclinaba por crear regímenes monárquicos encabezados por príncipes europeos), desistiendo San Martín de entablar una lucha por el poder y dejando el campo libre a Bolívar (poco después se marcharía a Europa).</span></p>
<p class="biog" style="margin:auto 21.2pt auto 0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Bolívar pudo entonces ponerse al frente de la insurrección del Perú, último bastión del continente en el que resistían los españoles, aprovechando las disensiones internas de los rebeldes del país (1823). En 1824 obtuvo la más decisiva de sus victorias en la batalla de Ayacucho, que determinó el fin de la presencia española en Perú y en toda Sudamérica. Los últimos focos realistas del Alto Perú fueron liquidados en 1825, creándose allí la República de Bolívar (actual Bolivia). Bolívar, presidente ya de Colombia (1819-30), lo fue también de Perú (1824-26) y de Bolivia (1825-26), implantando en estas dos últimas Repúblicas un modelo constitucional llamado «monocrático», con un presidente vitalicio y hereditario.</span></p>
<p class="biog" style="margin:auto 21.2pt auto 0;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Sin embargo, los éxitos militares de Bolívar no fueron acompañados por logros políticos comparables. Su tendencia a ejercer el poder de forma dictatorial despertó muchas reticencias; y el proyecto de una gran Hispanoamérica unida chocó con los sentimientos particularistas de los antiguos virreinatos, audiencias y capitanías generales del imperio español, cuyas oligarquías locales acabaron buscando la independencia política por separado.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Actitud vasca ante la independencia]]></title>
<link>http://aragonando.wordpress.com/?p=317</link>
<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 19:46:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>aragonando</dc:creator>
<guid>http://aragonando.wordpress.com/?p=317</guid>
<description><![CDATA[El último sociómetro del Gobierno Vasco saca datos muy esclarecedores sobre la situación de ese p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Verdana;">El último sociómetro del Gobierno Vasco saca datos muy esclarecedores sobre la situación de ese país. El tratamiento nacionalista (banalmente español) nos deja perlas como la publicada por <em>El Periódico de Aragón</em> el pasado 13 de julio. La noticia aparecía resaltada con esta frase: “Solo el 22% de la población de Euskadi quiere la independencia”. Que bonito es todo. Y un 30% se opone. Y un 32% decidirá su postura en función de las circunstancias. Interesa dar la imagen de división y de opción perdedora para la emancipación. Pero yo creo que las cosas no van por ahí y que la consulta de octubre decide sobre decidir. Aún no va de ejercer. Pero los <span style="text-decoration:line-through;">españoles</span> siembran y luego recogen. De todas formas, la actitud respecto a la independencia no está en su mejor momento aunque siempre ha oscilado en ese 25% (ver <a href="http://www1.euskadi.net/estudios_sociologicos/sociometros_c.apl" target="_blank">Sociómetro Vasco, julio 2008</a>). Entre todos empujaremos. <span> </span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MALESTAR EN BAILÉN]]></title>
<link>http://myblugus.wordpress.com/?p=129</link>
<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 18:20:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>martinmad</dc:creator>
<guid>http://myblugus.wordpress.com/?p=129</guid>
<description><![CDATA[El desplazamiento de los Reyes a Palma coincide en el tiempo con el bicentenario de la Batalla de Ba]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/7b/Rendicion_de_Bailen.jpg"><img class="aligncenter" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/7b/Rendicion_de_Bailen.jpg" alt="" width="389" height="247" /></a>El desplazamiento de los Reyes a Palma coincide en el tiempo con el bicentenario de la Batalla de Bailén, primera victoria sobre las tropas napoleónicas durante la Guerra de Independencia. El ayuntamiento de la localidad jiennense, gobernado por la Agrupación Independiente de Bailén, ha arremetido --con el apoyo del PP-- contra el Ejecutivo de José Luis Rodríguez Zapatero, a quien culpan de que ningún miembro de la Familia Real acuda a la conmemoración</p>
<p>Desde Casa Real se recuerda que la Familia Real acudió en pleno a la inauguración de los actos conmemorativos del Bicentenario el pasado 2 de mayo en Móstoles, donde se homenajeó a los alcaldes que en la misma fecha de 1808 firmaron el bando de alzamiento contra Napoleón que marcó el inicio de la sublevación ante las tropas francesas.</p>
<p>Historia:desde <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Batalla_de_Bail%C3%A9n" target="_blank">wikipedia.es</a></p>
<p>La <strong>Batalla de Bailén</strong> (también conocida como la <strong>Batalla de Baylén</strong>) se libró durante la <a title="Guerra de la Independencia Española" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Guerra_de_la_Independencia_Espa%C3%B1ola">Guerra de la Independencia Española</a> y supuso la primera derrota en la historia del potentísimo ejército napoleónico, la Grande Armée. Tuvo lugar el <a title="19 de julio" href="http://es.wikipedia.org/wiki/19_de_julio">19 de julio</a> de <a title="1808" href="http://es.wikipedia.org/wiki/1808">1808</a> junto a la ciudad <a title="Provincia de Jaén (España)" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Provincia_de_Ja%C3%A9n_%28Espa%C3%B1a%29">jienense</a> de <a title="Bailén" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Bail%C3%A9n">Bailén</a>. Enfrentó a un ejército <a title="Francia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Francia">francés</a> de unos 21.000 soldados al mando del <a class="mw-redirect" title="Pierre Antoine Dupont de l'Etang" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Pierre_Antoine_Dupont_de_l%27Etang">general Dupont</a> con otro <a title="España" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Espa%C3%B1a">español</a> ligeramente más numeroso (unos 24.000) a las órdenes del <a title="Francisco Javier Castaños" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Francisco_Javier_Casta%C3%B1os">general Castaños</a>. El ejército francés fue derrotado y hecho prisionero, la primera derrota militar de Napoleón. En esta batalla se distinguió el futuro Libertador de Argentina, Chile y Perú, <a title="José de San Mart�n" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_de_San_Mart%C3%ADn">José de San Martín</a>, por entonces ya veterano oficial de carrera del ejército español.</p>
<p>Consecuencias:</p>
<p>La derrota del <a class="mw-redirect" title="Pierre Antoine Dupont de l'Etang" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Pierre_Antoine_Dupont_de_l%27Etang">general Dupont</a> en Bailén tuvo graves consecuencias para el esfuerzo de guerra francés. La noticia se extendió por toda la península y forzó al rey <a title="José I de España" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_I_de_Espa%C3%B1a">José I Bonaparte</a> a abandonar Madrid, además de poner en duda la aparente invencibilidad de los franceses. <a title="Napoleón Bonaparte" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Napole%C3%B3n_Bonaparte">Napoleón</a> tuvo que acudir a la península con un nuevo y numeroso ejército para consolidar su dominio.</p>
<p><span> <strong>Compartir:</strong> <a href="http://www.wikio.es/vote?url=http://myblugus.wordpress.com/2008/07/20/malestar-en-bailen/" target="_blank"> <img class="alignnone size-medium wp-image-80" src="http://creditosflexibles.files.wordpress.com/2008/07/ico_wikio1.gif?w=16&#38;h=16&#38;h=16" alt="" width="16" height="16" /></a><a href="http://www.furl.net/storeIt.jsp?t=Nice%20Work%20-%20Just%20the%20Jobbie.&#38;u=http://myblugus.wordpress.com/2008/07/20/malestar-en-bailen/" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-76" src="http://creditosflexibles.files.wordpress.com/2008/07/furl1.gif?w=16&#38;h=17&#38;h=17" alt="" width="16" height="17" /></a><a href="http://www.negociame.com/submit.php" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-145" src="http://creditosflexibles.files.wordpress.com/2008/07/negociame.jpg?w=17&#38;h=17" alt="" width="17" height="17" /></a><br />
<a href="http://www.autobombeame.com/submit.php?url=http://myblugus.wordpress.com/2008/07/20/malestar-en-bailen/" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-144" src="http://creditosflexibles.files.wordpress.com/2008/07/autobombeame.png?w=24&#38;h=24" alt="" width="24" height="24" /></a><a href="http://www.blinklist.com/index.php?Action=Blink/addblink.php&#38;Url=http://myblugus.wordpress.com/2008/07/20/malestar-en-bailen/" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-143" src="http://creditosflexibles.files.wordpress.com/2008/07/blinklist2.gif?w=24&#38;h=24" alt="" width="24" height="24" /></a><a href="http://www.digg.com/submit?url=http://myblugus.wordpress.com/2008/07/20/malestar-en-bailen/" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-141" src="http://creditosflexibles.files.wordpress.com/2008/07/digg2.gif?w=24&#38;h=24" alt="" width="24" height="24" /></a><a href="http://del.icio.us/post?title=&#38;url=http://myblugus.wordpress.com/2008/07/20/malestar-en-bailen/" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-142" src="http://creditosflexibles.files.wordpress.com/2008/07/delicious1.gif?w=24&#38;h=24" alt="" width="24" height="24" /></a><a href="http://enchilame.com/submit.php?url=http://myblugus.wordpress.com/2008/07/20/malestar-en-bailen/" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-140" src="http://creditosflexibles.files.wordpress.com/2008/07/enchilame.png?w=24&#38;h=24" alt="" width="24" height="24" /></a><a href="http://tec.fresqui.com/post?url=http://losprestamospersonales.com/2008/07/13/contra-el-capital-privado" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-139" src="http://creditosflexibles.files.wordpress.com/2008/07/fresqui.png?w=24&#38;h=24" alt="" width="24" height="24" /></a><a href="http://www.google.com/bookmarks/mark?op=edit&#38;bkmk=http://myblugus.wordpress.com/2008/07/20/malestar-en-bailen/" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-138" src="http://creditosflexibles.files.wordpress.com/2008/07/google.png?w=24&#38;h=24" alt="" width="24" height="24" /></a><a href="http://meneame.net/submit.php?url=http://myblugus.wordpress.com/2008/07/20/malestar-en-bailen/" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-137" src="http://creditosflexibles.files.wordpress.com/2008/07/meneame.png?w=24&#38;h=24" alt="" width="24" height="24" /></a><a href="http://reddit.com/submit?url=http://myblugus.wordpress.com/2008/07/20/malestar-en-bailen/" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-136" src="http://creditosflexibles.files.wordpress.com/2008/07/reddit.png?w=24&#38;h=24" alt="" width="24" height="24" /></a><a href="http://www.simpy.com/simpy/LinkAdd.do?href=http://myblugus.wordpress.com/2008/07/20/malestar-en-bailen/" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-135" src="http://creditosflexibles.files.wordpress.com/2008/07/simpy.gif?w=24&#38;h=24" alt="" width="24" height="24" /></a><a href="http://www.spurl.net/spurl.php?url=http://losprestamospersonales.com/2008/07/13/contra-el-capital-privado" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-134" src="http://creditosflexibles.files.wordpress.com/2008/07/spurl.gif?w=24&#38;h=24" alt="" width="24" height="24" /></a><a href="http://www.technorati.com/blogs/losprestamospersonales.com" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-133" src="http://creditosflexibles.files.wordpress.com/2008/07/technorati1.gif?w=24&#38;h=24" alt="" width="24" height="24" /></a><a href="http://myweb2.search.yahoo.com/myresults/bookmarklet?u=http://myblugus.wordpress.com/2008/07/20/malestar-en-bailen/" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-132" src="http://creditosflexibles.files.wordpress.com/2008/07/yahooweb.gif?w=24&#38;h=24" alt="" width="24" height="24" /></a></span></p>
<p><strong><span style="color:#000080;">Deja tu opinión acerca de: no es importante para los Reyes de España la conmemoración de Bailén?</span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Doodle de la independencia de colombia en Google!]]></title>
<link>http://andresvasquez.wordpress.com/?p=191</link>
<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 16:56:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>andresvasquez</dc:creator>
<guid>http://andresvasquez.wordpress.com/?p=191</guid>
<description><![CDATA[
Buen detalle de google.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://img296.imageshack.us/img296/9589/coindependence08lt3.gif" alt="" width="276" height="110" /></p>
<p>Buen detalle de google.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[20 de julio Día de la Independecia de Colombia.]]></title>
<link>http://colombiapasionylibertad.wordpress.com/?p=77</link>
<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 05:21:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lara</dc:creator>
<guid>http://colombiapasionylibertad.wordpress.com/?p=77</guid>
<description><![CDATA[Cambiemos de una vez por todas esa tradición de marcha militar de todos los 20 de julio. Que nuestr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Cambiemos de una vez por todas esa tradición de marcha militar de todos los 20 de julio. Que nuestros militares ese día lo puedan dedicar a sus familias, a compartir con los demás, a gozar de la "libertad".</p>
<p>Las armas solo demuestran poderío, es tiempo de cambiar la cara. Vamos a los conciertos, sentémonos en torno a mesas y tomemos café o cerveza, conversemos, vamos a la marcha, reunámonos con nuestras familias y amigos y almorcemos o pasemos juntos la tarde, o por qué no rescatar la tradición del "algo" o "medias nueves" o "medias tardes" o  "té" para celebrar este día.</p>
<p>¡Celebremos! ¡Brindemos por Colombia! Vamos a los parques, que los 20 de julio de 2008 en adelante, sean una verdadera fiesta de libertad. Seamos un país diferente, zafémonos las cadenas que nos atan al pasado y corramos a abrazar la libertad, porque ¡Colombia es grande! y el futuro es prometedor.</p>
<p>Y cuando vamos por la calle saludemos a la gente diciendo: Feliz Día de Independencia o Feliz Día de Libertad o Feliz 20 de julio.</p>
<p>Colombia, Pasión y Libertad les desea a todos colombianos, en todos los rincones del mundo un ¡Feliz Día de Independencia!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[&gt; Era uma vez... Sobre os Contos Tradicionais na Literatura Infantil [Artigo] ]]></title>
<link>http://sociedadedepsicologia.wordpress.com/?p=96</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 19:03:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>sociedadedepsicologia</dc:creator>
<guid>http://sociedadedepsicologia.wordpress.com/?p=96</guid>
<description><![CDATA[
Numa sociedade moderna, detentora de variadíssimos meios de comunicação, qual o lugar da literat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><a href="http://sociedadedepsicologia.files.wordpress.com/2008/07/quadrito_1002.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100" src="http://sociedadedepsicologia.wordpress.com/files/2008/07/quadrito_1002.jpg?w=240" alt="" width="240" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Numa sociedade moderna, detentora de variadíssimos meios de comunicação, qual o lugar da literatura de expressão oral na infância? Qual a importância destes contos no desenvolvimento da criança?</p>
<p style="text-align:justify;">A procura de algum significado para a vida, trata-se de um processo pessoal e subjectivo que se inicia bastante cedo. Independentemente das inúmeras opções que cada indivíduo possa tomar, existem temas que a todos pertencem.</p>
<p style="text-align:justify;">Os contos tradicionais são exemplo de uma herança cultural colectiva, focalizada nas vivências humanas. Mediante uma linguagem própria, recorrendo ao «maravilhoso», grandes emoções são experimentadas nestas histórias, onde estão simbolizados conflitos humanos universais. Nomeadamente conflitos comuns no pensamento da criança, como as rivalidades, a rejeição, a luta pela independência.</p>
<p style="text-align:justify;">É comum num conto de fadas ser exposto um dilema de forma concisa e directa, o que permite à criança enfrentar o problema na sua forma mais essencial. Um enredo mais complexo poderia ser-lhe confuso. O conto atribui aos medos da criança, muitas vezes confusos e mal delimitados, uma representação precisa. Dá-lhes um nome e sugere uma maneira de lidar com eles.</p>
<p style="text-align:justify;">O bem e o mal estão presentes, mas ao serem representados simbolicamente (em personagens do maravilhoso) e afastados temporalmente ("Era uma vez..."; "Há muito, muito tempo..."), permitem que a criança encontre significados que lhe serão úteis, sem se traçar uma linha directa com as suas vivências reais.</p>
<p style="text-align:justify;">A literatura de expressão oral incita à criação de um palco imaginário, onde é possível integrar significados, encorajando ainda o acto criativo.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma das personalidades que mais amplamente se debruçou sobre esta área foi o psicanalista vienense Bruno Bettelheim, autor do livro "Psicanálise dos Contos de Fadas".</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo Bettelheim, a cada conto corresponde um sector da evolução interior do indivíduo, utilizando alguns exemplos populares: em <em>João e Maria</em>, a luta relutante pela independência dos pais (o medo da separação); em <em>Capuchinho Vermelho</em>, a exposição prematura a experiências para as quais ainda não se está preparado (primeiros desvios às orientações dos pais); em <em>Branca de Neve</em>, o conflito/rivalidade entre filho e figura parental (simbolizado no conto pela madrasta), em <em>A Bela e o Monstro</em>, a temática antiga do amor existente entre progenitor e filho, do qual nascerá mais tarde um amor diferente, que o fará unir-se à pessoa amada.</p>
<p style="text-align:justify;">O bom herói é largamente escolhido como figura de identificação, por se afigurar extremamente agradável à criança, em todas as suas lutas. O modo como o protagonista, frequentemente o mais pequeno, ou o mais novo, se desenvencilha dos obstáculos deparados, confere um sentimento de esperança na criança de que também ela, vencerá as suas piores ameaças. De acordo com o referido autor, quanto mais simples e directa é uma personagem, mais rapidamente a criança se identifica a ela e rejeita a má.</p>
<p style="text-align:justify;">O "final feliz" que alguns adultos consideram irreal e falso, parece ser uma óptima contribuição que estes contos fornecem às crianças, encorajando-as a lutar por valores amadurecidos e a construir um sentimento positivo em relação à vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Cada vez há evidências maiores no sentido dos sistemas de crenças terem um efeito profundo sobre o funcionamento psicológico, de infundirem esperança e significado, os quais poderão ir assistindo na superação das dificuldades com que nos possamos deparar.</p>
<p style="text-align:justify;">"E viveram felizes para sempre..."</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:left;"><strong></strong></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#008000;"><strong><span>Catarina Barros</span></strong></span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#008000;">Psicóloga Clínica</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#008000;">Psicoterapeuta Psicanalítica</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#008000;">Psicóloga na Santa Casa da Misericórdia de Lisboa</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Escuela Dominical en la Iglesia]]></title>
<link>http://meditacionescristianas.wordpress.com/?p=123</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 02:30:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>meditacionescristianas</dc:creator>
<guid>http://meditacionescristianas.wordpress.com/?p=123</guid>
<description><![CDATA[Aqui adjuntamos algunas fotos de la reunion del domingo&#8230;.

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui adjuntamos algunas fotos de la reunion del domingo....<!--more-Seguir para ver las fotos&#62;--></p>
[gallery]
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[INDEPENDENCIA]]></title>
<link>http://elimarcela.wordpress.com/?p=145</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 21:43:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcela T</dc:creator>
<guid>http://elimarcela.wordpress.com/?p=145</guid>
<description><![CDATA[El próximo 20 de Julio se celebra en mi país El Día de la Independencia ocurrida en 1810 en Santa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Tahoma;">El próximo 20 de Julio se celebra en mi país El Día de la Independencia ocurrida en 1810 en Santa Fe de Bogotá. De toda la historia de mi país, ésta es quizá la que más me llama su atención debido a la forma como ocurrieron los hechos. He aquí una partecita de la historia del día viernes 20 de julio de 1810:</span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:CountryBlueprint;"><span style="font-size:small;">Aquel viernes, día de mercado, la ciudad de Santafé era el escenario donde confluían campesinos procedentes de diversos sitios aledaños a la ciudad, como la Peña, Egipto, Belén, San Cristóbal, Usaquén y La Calera. Cargados con sus habituales mercados regateaban con los santafereños los precios de sus tradicionales cosechas y animales de cría. La <span> </span>Bogotá de entonces no tendría más de 20.000 habitantes y sus límites los marcaba por el norte con San Diego y Chapinero, al sur Las Cruces; al oriente, Egipto y al occidente, La Capuchina. </span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-family:CountryBlueprint;"><span style="font-size:small;">En los costados de la <span>plaza mayor</span> estaban dispuestas las construcciones del establecimiento político colonial: la cárcel, la casa de los <span>alcaldes ordinarios</span>, el <span>cabildo</span>, la <span>escribanía</span> y <span>archivo</span>, y la casa privada del <span>virrey</span>. En la esquina de la <span>calle Real con 11</span> tenía su casa y negocio uno de los protagonistas de la reyerta del <span>20 de Julio de 1810</span> entre criollos y chapetones. Era <span>José González Llorente</span>, gaditano que llegó a Cartagena de Indias en 1779. La fortuna que hizo allí con el comercio le permitió trasladarse definitivamente a Santafé a comienzos del siglo XIX. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-family:CountryBlueprint;"><span style="font-size:small;">En la ciudad se le identificaba políticamente por sus afectos al <span>soberano y sus ideas realistas</span>. El día de los hechos, según lo relata Acevedo y Gómez "...fue <span>don Luis Rubio</span> a pedir prestado un ramillete a <span>don José González Llorente</span>, comensal del fiscal Frías; <span>Llorente le negó con excusas frívolas</span>; se le dijo que era para disponer la mesa que se le preparaba en obsequio del diputado regio <span>don Antonio Villavicencio</span> y respondió que se <span>caga en Villavicencio y en todos los americanos</span>; al momento que pronunció estas palabras le cayeron<span> los Morales</span>, padre e hijo; se juntó tanto pueblo, que si no se refugia en casa de <span>Marroquín</span>, lo matan". </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:CountryBlueprint;">Mueran los chapetones</span></strong><strong><span style="font-family:CountryBlueprint;">, <span>cabildo abierto</span>, fue la consigna del día, y<span> José María Carbonell</span>, el líder de los 'chisperos'. Entre tanto los criollos como <span>Camilo Torres</span> prepararon la batalla política, que debía culminar en la conformación de una junta de gobierno. <span>José Acevedo y Gómez</span> condujo la conformación de la <span>Junta Suprema de Gobierno </span>que sustituiría al <span>virreinato</span>.</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:CountryBlueprint;"><span style="font-size:small;">El papel del virrey <span>Amar y Borbón</span> en el contexto de los hechos del <span>20 de Julio</span> fue sintetizado por el periodista e historiador Arturo Abella: "Las etapas se habían cubierto casi en horas: de cabildo extraordinario a cabildo abierto; de cabildo abierto a junta suprema; de golpe contra el virrey a nombramiento simbólico de presidente de la junta; de visita al ex virrey para que prestara juramento, a orden para que concurriera a escuchar -por fortuna era sordo- un bando que desde el balcón del cabildo se leería al pueblo; de 'traslado' de la casa a su primera detención y de ésta a la cárcel con grillos; no cabía otra acción: expulsar cortésmente a los símbolos de la tiranía española y empezar a romper las ligaduras de los criollos con los peninsulares". </span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:CountryBlueprint;"><span style="font-size:small;">Los hechos del <span>20 de Julio</span> estuvieron lejos de ser <span>un motín o insurrección</span> espontánea, como aquellas que habían caracterizado la <span>vida política colonial</span>. Fue un plan previamente dispuesto por los criollos que en reuniones sucesivas en casa de <span>Acevedo y Gómez</span>, y luego en el <span>Observatorio Astronómico</span> cuyo director era <span> </span>Francisco José de Caldas, acordaron maquiavélicamente la manera de desencadenar los hechos. </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Tahoma;">Hasta hace algunos años, la celebración de la Independencia no tenía un significado mayor a del vestirse con el uniforme de gala, asistir a un desfile y finalizar la tarde chupando paleta de agua en compañía de las compañeras.<span>  </span>Nunca entendí la contradicción de lo que me decía la profesora de sociales y lo que veía en la calle ese día: Pocas casas sacaban a relucir sus banderas tricolores y el día no tenía sabor a fiesta, aunque en mi casa siempre hubo bandera y escudo colgados a un lado de la puerta.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span><span style="font-size:small;font-family:Tahoma;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Tahoma;">Poco o nada sabía de política en ese entonces y mi orgullo patriótico quizá me era indiferente.<span>  </span>Han pasado años, ahora mismo, poco o casi nada se de política porque es poco lo que me interesa; en realidad, decir que se de política me queda grande pues he aprendido que con el conocimiento hay que ser humildes y que hay que reconocer que tan poco se sabe de algo.<span>  </span>Incluso, así maneje muy bien las ecuaciones y posea excelentes habilidades para entender enunciados de problemas, no está demás de prepararse un poco antes de decir: “¡yo se!”.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span><span style="font-size:small;font-family:Tahoma;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Tahoma;">Pero entonces ahora que veo las cosas de otra manera, que amo esta tierra linda donde yo nací y que he conocido un poco con mochila la hombro, me visto de colores de la bandera, no sólo el 20 de julio, sino cada vez que de hablar de Colombia se trata. Gracias a la liberación de los secuestrados nos hemos llenado de un gran optimismo, esta vez la fiesta tendrá otro sabor, un sabor a libertad y a esperanza.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span><span style="font-size:small;font-family:Tahoma;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Tahoma;">Y aunque cada año en lo personal, la celebración de la Independencia es el comienzo de otra de las celebraciones más importantes para mí en el año, ésta vez voy a gozármela completa este donde esté, lastimosamente no marchando con mi camiseta tricolor ni asistiendo al concierto de cierre, aunque acompañaré la marcha de corazón.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span><span style="font-size:small;font-family:Tahoma;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span><a href="http://elimarcela.wordpress.com/2008/07/17/soy-colombiano/">AAAYYYY QUE ORGULLOSA ME SIENTO DE HABER NACIDO EN MI PATRIA!!!</a></span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://elimarcela.wordpress.com/2008/07/17/soy-colombiano/"><img class="size-medium wp-image-150  aligncenter" src="http://elimarcela.wordpress.com/files/2008/07/bandera.jpg?w=121" alt="" width="121" height="81" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[BBC: el paradigma de televisión pública]]></title>
<link>http://latelevisionpublica.wordpress.com/?p=50</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 21:38:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Análisis y Crítica de Medios 2008</dc:creator>
<guid>http://latelevisionpublica.wordpress.com/?p=50</guid>
<description><![CDATA[
Si de televisión pública hablamos, no podemos dejar de nombrar a la BBC como el gran paradigma a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://latelevisionpublica.wordpress.com/files/2008/07/bbc-logo.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-147" src="http://latelevisionpublica.wordpress.com/files/2008/07/bbc-logo.jpg?w=120" alt="" width="106" height="85" /></a></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">Si de televisión pública hablamos, no podemos dejar de nombrar a la BBC como el gran paradigma a seguir. Como bien mencionamos en la editorial los canales de gestión privada, buscan lucrar, una de sus principales fuentes es la publicidad; todo lo contrario sucede con la<span> </span>televisión pública estatal que lo que intenta es atrapar al televidente pensándolo como ciudadano y no como consumidor. Apela a ese ciudadano crítico, que pueda dialogar, reflexionar y crear nuevos espacios entre los diversos actores sociales que conviven en su territorio.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">La Corporación Británica de Radiodifusión, más conocida como la BBC, es el servicio público de radio, televisión e internet del Reino Unido, con ocho décadas de trayectoria. Esta cadena es independiente de controles comerciales y/o políticos y opera bajo un estatuto real que garantiza dicha independencia.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">En sus comienzos, era la Compañía Británica de Radiodifusión; fue el grupo mediático clave del Reino Unido, introdujo la radio en -1922- y la televisión en -1936- y estableció los estándares de emisión. Se convirtió prontamente en uno de los grupos mediáticos más admirados de todo el mundo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">Su fundador, John Reith fue quien determinó el tono. Sus valores aseguraron que la BBC completaba su tarea de informar, educar, y entretener, y mantenía su promesa de imparcialidad en política, noticias y asuntos de actualidad. La gran reputación de la BBC en la cobertura de noticias empezó a forjarse en 1926, gracias a las innovaciones de la cadena y al continuo esfuerzo por explorar nuevas formas de dar las noticias. La Segunda Guerra Mundial fue la oportunidad que tuvo la BBC para convertirse en la principal agencia de noticias del mundo, cubriendo el conflicto y suministrando contenido informativo a las televisiones y radios de todo el mundo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">Durante la Segunda Guerra Mundial, la cadena introdujo servicios extras, como arte y música clásica. Y así, se aseguraba la continuidad de su servicio principal, el Home Service. En los años ‘60 la cadena reestructuró sus emisoras, dando lugar a las actuales Radios 1, 2, 3 y 4 -a los que se añadió Radio 5 ya en los ‘90-, así como al nacimiento de BBC Local Radio en 1967.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><a href="http://latelevisionpublica.wordpress.com/files/2008/07/aa.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-167" src="http://latelevisionpublica.wordpress.com/files/2008/07/aa.jpg" alt="" width="420" height="54" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">En cuanto a televisión, que es lo que nos compete, las emisiones de la BBC alcanzaron gran popularidad con su relanzamiento tras finalizar la guerra; y los responsables de la cadena innovaron creando contenidos educativos a partir del ’52.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">La BBC One (1) era la televisión más antigua, formaba un monopolio en el ámbito televisivo en el Reino Unido hasta que apareció ITV (Independet Television), en el ’55, como un servicio de la red de cadenas británicas comerciales de tv para proporcionarle competencia a la BBC.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">La BBC 1 ofrece una programación generalista y por los programas de sus servicios informativos.A partir de ahí, la cadena fue creando distintos canales, encargados de diferentes ámbitos. La BBC Two (BBC 2) fue el primer canal de televisión de Europa en difundir imágenes en color (67’).</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">En 2003, creó la BBC Three (BBC 3), disponible solamente a través de cable, TDT y satélite. Este canal se abocó al nuevo talento, nuevo drama, la comedida británica, películas y noticias accesibles.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">Luego, llegó la BBC Tour (BBC 4), al igual que la 3 está disponible sólo cable, TDT y satélite para espectadores del Reino Unido. Dedicada a difundir una mezcla de arte y documentales de ciencia, drama y producciones de lengua no inglesa como películas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">A pesar de ser técnicamente independiente del gobierno, el comité directivo de la cadena es nombrado por éste, y ha habido varias situaciones en las que la cadena ha recibido numerosas presiones por parte de los gobernantes de turno.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">Uno de los rasgos característico de la BBC es que su financiamiento, de los servicios locales -radio y televisión- se realiza a través del canon, que es uno de los principales recursos económicos. Consiste en un impuesto directo que pagan los propietarios de televisores. Teniendo que recurrir, a veces, a la venta de libros, videos y otros productos relacionados con sus programas. Esto deja ver, claramente, que la BBC no tiene como fin el lucro, sino todo lo contrario, apela a la creación de espacios donde exista la independencia, imparcialidad, precisión y transparencia al momento de informar. Esos, son los valores que rigen su organización periodística. Lo que pretende, es que el público pueda confiar en la independencia e integridad de los periodistas que allí trabajan.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">Con el correr de los años ha logrado y fortalecido el objetivo primordial que no ha sido otro que llevarle al público global, programación y contenidos decentes, dignos y relevantes.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">En toda Europa Occidental el financiamiento se hace ya sea a través de cánones; por medio de subvenciones públicas provenientes de los presupuestos del Estado; a través de ingresos publicitarios provenientes de la venta de espacios y/o a través de la venta de programas en los mercados internacionales. Sin embargo la base del modelo europeo es la financiación de las estaciones públicas a través del canon.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">Al provenir los fondos económicos de este impuesto, las emisoras correspondientes tienen mayor libertad respecto de sus anunciantes. Y, así, se comprometen aún más en cubrir todas las necesidades de todos los públicos sin tener en cuenta la “dictadura del rating” respecto a los contenidos que emiten.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">La BBC cuenta con una red de más de 250 corresponsales y transmite en emisoras AM y FM en más de 100 ciudades capitales de todo el mundo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">El Servicio Mundial que posee la BBC se financia de distinta manera, no recibe dinero a través de cánones, sino, que es financiado por la cancillería británica. Su presupuesto proviene de una subvención parlamentaria administrada por la cancillería británica. La cancillería decide en qué idiomas se debe transmitir, pero el control editorial está en manos de los productores de la BBC, que son independientes.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">El ingreso de dinero a través de la publicidad comenzó en los años ‘70, y controlado de manera severa por las distintas administraciones. Sólo en los años ‘80 y ‘90, con la llegada de la televisión comercial privada, la publicidad se convirtió en una fuente de ingresos primordial para muchas cadenas públicas. No lo fue para el caso de la BBC que aún hoy, continúa recibiendo a través del impuesto –canon- su financiamiento para generar así imparcialidad, independencia y responsabilidad, sobre todo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">“La responsabilidad es uno de los valores que deber estar reflejado en todos los aspectos de nuestra actividad periodística, desde el respeto da las culturas, el cuidado en la selección de imágenes y el uso de expresiones ofensivas, hasta la cobertura de temas de violencia sexual y actos delictivo”[1].</span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">[1] Razek Fouad, Jefe de Noticieros del Servicio Árabe de la BBC. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">En: http://news.bbc.co.uk/hi/spanish/who_we_are/newsid_4351000/4351030.stm#1</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">Bibliografía</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">http://www.laguia2000.com/inglaterra/historia-de-la-bbc-british-broadcasting-corporation</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">http://recursos.cnice.mec.es/media/television/bloque3/pag3.htm</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">http://es.wikipedia.org/wiki/BBC</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;"><em><strong><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">SITIOS DE INTERES</span></strong></em></p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://www.bbc.co.uk/"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">http://www.bbc.co.uk/</span></a></p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://news.bbc.co.uk/hi/spanish/news/"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">http://news.bbc.co.uk/hi/spanish/news/</span></a></p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://news.bbc.co.uk/hi/spanish/programmes/default.stm"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:&#34;">http://news.bbc.co.uk/hi/spanish/programmes/default.stm</span></a></p>
<div>
<div id="ftn1">
<div>
<div id="ftn1">
<p class="MsoFootnoteText">
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SOY COLOMBIANA]]></title>
<link>http://elimarcela.wordpress.com/?p=129</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 21:21:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcela T</dc:creator>
<guid>http://elimarcela.wordpress.com/?p=129</guid>
<description><![CDATA[SOY COLOMBIANO
Autor: Rafael Godoy
Ritmo: Bambuco

A mi deme un aguardiente,
un aguardiente de caña]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align:center;">SOY COLOMBIANO</h1>
<pre style="text-align:center;"><span style="font-size:14px;line-height:20px;">Autor: Rafael Godoy
Ritmo: Bambuco

A mi deme un aguardiente,
un aguardiente de caña,
de las cañas de mis valles
y el anís de mis montañas.
No me de trago extranjero
que es caro y no sabe a bueno,
porque yo quiero siempre
lo de mi tierra primero.
Ay! que orgulloso me siento
de haber nacido en mi pueblo.
A mi cánteme un bambuco
de esos que llegan al alma,
cantos que ya me alegraban
cuando apenas decia mama.
Lo demas sera bonito
pero el corazón no salta,
como cuando a mi me cantan
una canción colombiana.
Ay! que orgullosos me siento
de haber nacido en mi patria.
Y para mi una muchacha
aperladita, morena,
o una rubia de ojos claros
de suave piel montadora.
Muchachas, musica y trago
de la sierra o de mi llano.
Ay! que orgulloso me siento
de ser un buen colombiano.
Ay! que orgulloso me siento
de ser un buen colombiano.</span></pre>
<pre style="text-align:center;"><span style="font-size:14px;line-height:20px;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/DXLmNXJxoKA'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/DXLmNXJxoKA&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></span></pre>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
