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	<title>imperio &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/imperio/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "imperio"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 02:41:16 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Google, en la mira de la Justicia por YouTube]]></title>
<link>http://sabesqsi.wordpress.com/?p=103</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 11:23:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>chaban</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por Gonzalo Mengarelli

El gigante de la web fue instado por un juez federal de los Estados Unidos a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Por <strong>Gonzalo Mengarelli</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://infobae.com/adjuntos/imagenes/84/0098452G.jpg" alt="" /></p>
<div id="texto2" class="Georgia t16 c000000 tdn pb5">El gigante de la web fue instado por un juez federal de los Estados Unidos a transferir a la empresa Viacom los datos de los usuarios que visitaron el popular sitio de videos desde 2005</div>
<p>Esta medida se debe a la inquietud de la justicia por saber si esas informaciones pueden ser utilizadas por terceros.</p>
<p>Esta orden ya empezó a causar preocupación entre los millones de usuarios del popular portal de videos, que fue comprado por Google el año pasado, debido a la privacidad que tienen sus datos en la web.</p>
<p>Ante esta medida judicial, <strong>Google y Viacom informaron que comenzaron a trabajar en una forma que de protección a las identidades de los visitantes de YouTube, </strong>informó el sitio informativo <em>Mercado Digital. </em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Luto no Império]]></title>
<link>http://frod.wordpress.com/?p=207</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 17:49:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>majordark</dc:creator>
<guid>http://frod.wordpress.com/?p=207</guid>
<description><![CDATA[É com pesar que os Siths comunicam a explosão da Estrela da Morte e junto com ela a morte de milh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>É com pesar que os Siths comunicam a explosão da Estrela da Morte e junto com ela a morte de milhões de soldados imperiais.</p>
<p>Os Siths decretaram uma semana inteira de luto, não irão usar a força, sabotar ou perseguir rebeldes, manipular nem destruir plantes (destruir não ia ter como mesmo).</p>
<p><a href="http://frod.files.wordpress.com/2008/07/31501.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-212" src="http://frod.wordpress.com/files/2008/07/31501.jpg" alt="" width="390" height="598" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DESCENTRALIZAÇÃO &gt; INSTITUCIONALIZAÇÃO]]></title>
<link>http://heliopaz.wordpress.com/2008/07/02/descentralizacao-institucionalizacao/</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 15:21:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hélio Sassen Paz</dc:creator>
<guid>http://heliopaz.wordpress.com/2008/07/02/descentralizacao-institucionalizacao/</guid>
<description><![CDATA[O prof. GILSON CARONI, que leciona SOCIOLOGIA na FACHA, é colunista da AGÊNCIA CARTA MAIOR e colab]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O prof. GILSON CARONI, que leciona SOCIOLOGIA na <a target="_blank" href="http://www.facha.edu.br/">FACHA</a>, é colunista da <a target="_blank" href="http://www.cartamaior.com.br/">AGÊNCIA CARTA MAIOR</a> e colabora com o <a target="_blank" href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/">OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA</a>, defende, em seu <a target="_blank" href="http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=3925">artigo mais recente</a>, que Lula é de esquerda.</p>
<p>Embora minhas leituras sobre Sociologia, Antropologia, Ciência Política, Filosofia, Psicologia e tanto minha militância presencial como minha relativa juventude sejam extremamente incipientes perto de qualquer intelectual (mesmo os de má qualidade - o que não é o caso do prof. Gilson), tenho uma percepção e uma série de referenciais que me permitem emitir minha opinião.</p>
<p>Perrrguntas: </p>
<p>1) A quem interessa defender um partido, um sistema partidário, as empresas globalizadas ou um estado como locus de pertença representativo da alteridade?</p>
<p>2) A quem interessa utilizar figuras semânticas em retóricas vazias sem um verdadeiro sentido de inclusão, tais como "povo", "partido", "sindicato", "cooperativa", etc.?!</p>
<p>Quando em algum momento da história o <a target="_blank" href="http://www.pt.org.br/">PT</a> trabalhou verdadeiramente pelos movimentos sociais a não ser para incluí-los no seu modelo de cidadania e de meritocracia, que inclui somente quem for sindicalizado? Enquanto o cara não for sindicalizado, ele não tem voz. Ele é um mero prospect, ou cliente em potencial. Quando "assina o contrato", o partido trabalha um pouco por ele a fim de ganhar adeptos para todas as suas causas. Contudo, quem verdadeiramente faz um <a target="_blank" href="http://www.forumsocialmundial.org.br/">FORUM SOCIAL MUNDIAL</a> são as entidades globais e locais da sociedade civil organizada. Os partidos, os governos e as empresas têm um papel extremamente reduzido em termos de mobilização e de proposições para as demandas da sociedade.</p>
<p>Mesmo que toda resistência seja necessária, já foi-se o tempo em que fazer bravata, greve, operação-tartaruga e o escambau resolvia alguma coisa de maneira permanente e, sobretudo, garantindo os grevistas ou os sindicalistas no emprego. Hoje em dia, não é o discurso político que é vazio mas, sim, o discurso político-partidário. Não é mais a pertença a um determinado pedaço de terra ou a identificação com um punhado de gente que se criou de maneira semelhante que garante por quem ou para quem se deve lutar a fim de se ter uma vida melhor: o ativismo é pela saúde do planeta que, espera-se, influenciará melhorias substanciais na saúde, na educação, na infra-estrutura, na energia sustentável, no reaproveitamento de material, na redução radical da exploração dos recursos naturais e em uma racionalidade jamais antes vista em transportes e infra-estrutura, contribuindo para uma sociedade cujo maior valor seja a solidariedade.</p>
<p>Mesmo com palavras diferentes dos autores e misturando uma coisa com a outra, tudo o que eu disse no parágrafo anterior aproxima-se bastante dos últimos trabalhos do prof. <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Boaventura_de_Sousa_Santos">BOAVENTURA DE SOUZA SANTOS</a>, da UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA, e também dos trabalhos de <a target="_blank" href="http://www.nd.edu/%7Enetworks/Publication%20Categories/publications.htm#anchor-bio0002">ALBERT-LASZLÓ BARABÁSI</a> (<a target="_blank" href="http://www.amazon.com/Linked-Everything-Connected-Else-Means/dp/0452284392">LINKED</a>), <a target="_blank" href="http://www.tvcultura.com.br/rodaviva/resultado.asp?programa=1106">STEVEN JOHNSON</a> (<a target="_blank" href="http://www.amazon.com/Emergence-Connected-Brains-Cities-Software/dp/0684868768/ref=pd_sim_b_2">EMERGÊNCIA</a>) e, acima de todos estes, da dupla ANTONIO NEGRI e MICHAEL HARDT (<a target="_blank" href="http://www.amazon.com/Empire-Michael-Hardt/dp/0674006712/ref=pd_bbs_sr_2?ie=UTF8&#38;s=books&#38;qid=1215011914&#38;sr=1-2">IMPÉRIO</a> e <a target="_blank" href="http://www.amazon.com/Multitude-War-Democracy-Age-Empire/dp/1594200246/ref=sr_1_6?ie=UTF8&#38;s=books&#38;qid=1215011914&#38;sr=1-6">MULTIDÃO</a>).</p>
<p>A Grande Imprensa ataca, mente e omite. Mas a audiência NÃO É PASSIVA: ela interpreta a notícia e a coluna de acordo com o referencial cultural (escolaridade, rua, bairro, cidade, clube, profissão, trabalho, praça, trânsito, idiomas, viagens, etc.) e com a sua alteridade (aonde estou, a que/a quem/com quem/com o que me sinto íntimo, à vontade e me dá vontade de ajudar e de aceitar ser ajudado; de defender e de cobrar que seja defendido). A esquerda precisa conhecer autores latino-americanos que escrevem sobre sociedade midiatizada, propaganda, consumo como JESÚS MARTÍN-BARBERO, OROZCO, NESTOR GARCÍA-CANCLINI, ARMAND MATTELART, MUNIZ SODRÉ e também fazer um paralelo entre as histórias sociais do conhecimento e da mídia, através do trabalho dos ingleses ASA BRIGGS e PETER BURKE.</p>
<p>Se todos fossem uns coitadinhos ignorantes, explorados em todos os sentidos, subservientes e obedientes em todas as situações de suas vidas, aí, sim, a Grande Mídia, seus patrocinadores e seus representantes em todos os níveis de governo seriam "os" grandes intelectuais orgânicos. Seu papel é importante para a manutenção do status quo e merece todo o nosso cuidado e as nossas denúncias. Porém, há várias instâncias que devem ser observadas fora da mídia, dos partidos, dos sindicatos e das empresas que envolvem ações globais descentralizadas que, através da internet e dos celulares, ao invés de entregarem o ouro ao bandido, voltam a oferecer força e seriedade às manifestações presenciais. Portanto, o <a target="_blank" href="http://www.amazon.com/Everything-Bad-Good-You-Actually/dp/1573223077">discurso político existe com força</a>, sim, e não é nada vazio.</p>
<p>Concordo com o artigo: Lula não deixou de ser de esquerda e nem tampouco se vendeu ao sistema: todavia, tudo em que sempre acreditou está repleto de referências setentistas do "milagre brasileiro", onde engenharia pesada era sinônimo de desenvolvimento e foda-se a natureza, pois o homem é um animal "superior".</p>
<p>Não importa quem, aonde nem quantos foram os petistas históricos que abandonaram o partido prevendo esse desastre nem quais foram os oportunistas de outras siglas não necessariamente de esquerda que juntaram-se ao PT (e, pior, foram aceitas). O que importa é que, se a falta de escolaridade do presidente o prejudicou em alguma coisa, o prejudicou no fato de que seus antigos "cumpanhêros" com curso superior, viajados, poliglotas e melhor articulados com empresários são hoje consultores da mesma estirpe dos que superpovoavam os gabinetes de Collor e FHC.</p>
<p>Um pseudo-partido de pseudo-esquerda no governo sempre fará menos pior do que um partido de centro-esquerda diante de uma população predominantemente miserável.</p>
<p>Repito: voto no PT, mas porque é o único partido que possui um conteúdo programático que indica menos desonestidade, maior inclusão e maior respeito às minorias. Nas eleições, caso saia de camiseta, bandana, estrela, bótons e adesivos espalhados pelo corpo, será por puro desespero, pelo mais profundo medo de ver o pior dos piores manter-se ditando as regras e privilegiando quem menos precisa de privilégios em toda a sociedade. Como nunca me filiei a partido algum, posso afirmar minha frustração e minha descofiança sem eliminar a sua importância nem o seu valor que, em determinados nichos da sociedade, ainda oferece um alento. Porém, não serve mais como tábua de salvação para um país. </p>
<p>Caso isso se perca, ou mudam na lei a forma de representatividade democrática, ou passarei a votar nulo, pois a militância mais importante não é a do partido, da igreja, do sindicato, do clube, da profissão: é a da cidadania. Mas não da cidadania meramente local para resolver problemas egoístas ou, às vezes, até mesmo pequenos: a verdadeira militância, o verdadeiro ativismo é o da CIDADANIA GLOBAL.</p>
<p>Bato sempre nessa tecla. Enquanto isso não for introjetado em toda a esquerda, enquanto os esquerdistas não crerem mais na desinstitucionalização do que em entidades de classe oportunistas que funcionaram durante décadas mais como intelectuais orgânicos para sustentar os privilégios de uma minoria do que como fonte permanente e honesta de militância, ativismo e luta contra um poder antagônico e excludente, todo e qualquer embate tende a ser vergonhosa e ingenuamente perdido.
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<title><![CDATA[ANÚNCIOS PAGOS NA MÍDIA CORPORATIVA]]></title>
<link>http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/27/anuncios-pagos-na-midia-corporativa/</link>
<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 22:15:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hélio Sassen Paz</dc:creator>
<guid>http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/27/anuncios-pagos-na-midia-corporativa/</guid>
<description><![CDATA[Há uma série de ações na internet cujo efeito é inócuo. Talvez a principal delas seja a petiç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma série de ações na internet cujo efeito é inócuo. Talvez a principal delas seja a petição. O problema das petições é que elas não possuem nenhum valor legal em função da facilidade de preencher um nome que não pode ser comprovado em outro país (p. ex. o CPF só funciona no Brasil e o security number só funciona nos EUA).</p>
<p>Além disso, qualquer um pode reunir milhões de endereços de e-mail. E nenhum endereço de e-mail funciona como identificação válida. Portanto, a esmagadora maioria de quem recebe uma petição por e-mail considera-o como spam. Portanto, é um mau produto para as esquerdas, já que está fora do fluxo natural de informação, de consumo e de sociabilidade da classe média urbana, que é a parte da sociedade que DEVERIA ser mais bem informada a respeito da cidadania global.</p>
<p>Descobri uma nova forma de investir em mensagens com amplo alcance nos meios de comunicação de massa. No entanto, os movimentos sociais precisam entrar na lógica do mercado e do consumo tal como ele se apresenta para o senso comum SEM PRECONCEITO.</p>
<p>Como exemplo disso, a <a target="_blank" href="http://www.igrejauniversal.org.br/">IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS</a> adquiriu um império através de uma mensagem que dizimou a base da <a target="_blank" href="http://www.catolico.org.br/">IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA</a> no BRASIL porque o discurso católico, além de ultra-conservador, é uma pregação da era do rádio ou, voltando mais ainda no tempo, da cultura oral. A partir do contestado <a target="_blank" href="http://www.padremarcelorossi.org.br/">PADRE MARCELO ROSSI</a> é que os católicos passaram a investir em marketing para conhecer o seu MERCADO potencial, como atingi-lo e como GERAR CONSUMO. Apesar da ampla gama de padres serem velhos e da maioria dos crentes romanos também possuir idade avançada, mesmo que tenha perdido o bonde da história, já está obtendo resultados positivos.</p>
<p>No site da <a target="_blank" href="http://www.avaaz.org/po/">AVAAZ</a>, paguei 5 dólares por uma fração do valor de um anúncio de página inteira para ser veiculado no principal jornal da África do Sul relativo à questão do <a target="_blank" href="http://www.avaaz.org/po/democracy_for_zimbabwe">ZIMBÁBUE</a>. Não precisa juntar mais do que 130 ou 140 doadores de cinco "verdinhas" pra bancar o anúncio.</p>
<p>O PIG define suas pautas da seguinte forma: os assuntos são incluídas e excluídas da edição em função do comercial: novos anúncios = editor deleta, reduz ou amplia uma determinada matéria, de acordo com a necessidade. Se o anúncio e o fato não são mentirosos, como há um cliente e eles estão interessados no dinheiro, se a esquerda se mobilizar, pode mudar toda a face de um jornal impresso.</p>
<p>Caso um jornal negue um anúncio; caso uma rádio negue um spot ou um jingle; caso um site comercial negue-se a publicar um banner; e caso uma emissora de TV se negue a veicular um comercial, <a target="_blank" href="http://www.procon.rs.gov.br/procon_nova/principal.php">PROCON</a> e <a target="_blank" href="http://www.conar.org.br/">CONAR</a> neles.</p>
<p>O importante é o negociador gravar e salvar todos os contatos que tiver com o comercial dos veículos, publicar qualquer negativa em blogs e acionar o Ministério Público.</p>
<p>Se eu estiver errado, por favor, algum advogado me ajude!
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]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[RETROSPECTIVA SOBRE RESISTÊNCIA PÓS-MODERNA]]></title>
<link>http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/27/retrospectiva-sobre-resistencia-pos-moderna/</link>
<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 15:40:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hélio Sassen Paz</dc:creator>
<guid>http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/27/retrospectiva-sobre-resistencia-pos-moderna/</guid>
<description><![CDATA[Percebo na blogosfera dúvidas e discussões que não entram na prioridade comunicacional onde estou]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Percebo na blogosfera dúvidas e discussões que não entram na prioridade comunicacional onde estou envolvido. Ofereço abaixo links para artigos pouco lidos e pouco comentados que escrevi nos últimos meses a fim de reativarmos a discussão. Ei-los:</p>
<p><a target="_blank" href="http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/25/avaaz-exemplo-ativista-pos-moderno/">http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/25/avaaz-exemplo-ativista-pos-moderno/</a></p>
<p><a target="_blank" href="http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/25/comunicacao-comparada-e-desconstrucao/">http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/25/comunicacao-comparada-e-desconstrucao/</a></p>
<p><a target="_blank" href="http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/21/projeto-palanque-do-blackao-2009/">http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/21/projeto-palanque-do-blackao-2009/</a></p>
<p><a target="_blank" href="http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/21/projeto-palanque-do-blackao-2009/">http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/19/a-comunicacao-resistente/</a></p>
<p><a target="_blank" href="http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/21/projeto-palanque-do-blackao-2009/">http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/16/os-ultimos-dias-de-yeda/</a></p>
<p><a target="_blank" href="http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/21/projeto-palanque-do-blackao-2009/">http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/13/a-resistencia-inteligente-sem-tecnologia/</a><br /><a target="_blank" href="http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/21/projeto-palanque-do-blackao-2009/"><br />http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/13/politica-de-demandas-sem-tomar-o-poder/</a></p>
<p><a target="_blank" href="http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/21/projeto-palanque-do-blackao-2009/">http://heliopaz.wordpress.com/2008/05/29/a-noticia-como-mercadoria/</a></p>
<p><a target="_blank" href="http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/21/projeto-palanque-do-blackao-2009/">http://heliopaz.wordpress.com/2008/05/26/a-volta-ao-espaco-publico-presencial-passa-pela-internet/</a></p>
<p><a target="_blank" href="http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/21/projeto-palanque-do-blackao-2009/">http://heliopaz.wordpress.com/2008/05/14/bioinseguranca-e-subdesenvolvimento-insustentavel/</a></p>
<p><a target="_blank" href="http://heliopaz.wordpress.com/2008/05/10/porque-a-pedagogia-tradicional-nao-funciona-na-era-digital/">http://heliopaz.wordpress.com/2008/05/10/porque-a-pedagogia-tradicional-nao-funciona-na-era-digital/</a><br /><a target="_blank" href="//heliopaz.wordpress.com/2008/05/06/visitem-o-generacion-y/"><br />http://heliopaz.wordpress.com/2008/05/06/visitem-o-generacion-y/</a></p>
<p><a target="_blank" href="http://heliopaz.wordpress.com/2008/04/25/o-que-fazemos-em-nossos-blogs/">http://heliopaz.wordpress.com/2008/04/25/o-que-fazemos-em-nossos-blogs/</a></p>
<p><a target="_blank" href="http://heliopaz.wordpress.com/2008/04/16/resistencia-pos-moderna/">http://heliopaz.wordpress.com/2008/04/16/resistencia-pos-moderna/</a></p>
<p><a target="_blank" href="http://heliopaz.wordpress.com/2008/04/17/resistencia-pos-moderna-no-brasil/">http://heliopaz.wordpress.com/2008/04/17/resistencia-pos-moderna-no-brasil/</a></p>
<p><a target="_blank" href="http://heliopaz.wordpress.com/2008/04/19/os-movimentos-sociais-e-a-blogosfera/">http://heliopaz.wordpress.com/2008/04/19/os-movimentos-sociais-e-a-blogosfera/</a></p>
<p><a target="_blank" href="http://heliopaz.wordpress.com/2008/04/15/jornalismo-politico-brasileiro/">http://heliopaz.wordpress.com/2008/04/15/jornalismo-politico-brasileiro/</a>
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<item>
<title><![CDATA[AVAAZ: EXEMPLO ATIVISTA PÓS-MODERNO]]></title>
<link>http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/25/avaaz-exemplo-ativista-pos-moderno/</link>
<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 23:35:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hélio Sassen Paz</dc:creator>
<guid>http://heliopaz.wordpress.com/2008/06/25/avaaz-exemplo-ativista-pos-moderno/</guid>
<description><![CDATA[
Caríssimos blogueiros e amigos ativistas,
Acredito que a forma de resistência pós-moderna consis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.avaaz.org/images/avaazlogo_po.gif" alt="Avaaz.org logo in Portuguese" /></p>
<p>Caríssimos blogueiros e amigos ativistas,</p>
<p>Acredito que a forma de resistência pós-moderna consiste sobretudo em ações em rede. A <a target="_blank" href="http://www.avaaz.org/po/about.php">AVAAZ</a> é uma entidade séria, que mereceu um pequeno investimento meu de $5 (cinco dólares - cada um doa o quanto quiser ou puder) em uma iniciativa GLOBAL para bancar um anúncio em jornais africanos contra a falcatrua eleitoral que está ocorrendo no paupérrimo Zimbábue.</p>
<p>Justamente pelo PIG ser PIG é que ele é ganancioso: pagou, publicou - mesmo que cobre mais caro para atender demandas contrárias às de seus anunciantes tradicionais.</p>
<p>Como já cansei de dizer, não acredito mais em partidos, em sindicatos, nem no estado, nem nas grandes empresas. Mas sou politizado, sou ativista, sou de esquerda e acredito nos movimentos sociais, embora seu modo de resistir seja um tiro no pé.</p>
<p>Na atualidade, já recebi motivos suficientes para sentir-me convencido de que não faz mais sentido lutar por um país, por um modelo econômico e nem tampouco por formas contraditórias de institucionalização.</p>
<p>Eu estou apostando nessa. E seria ótimo se pelo menos algum de vocês também tivesse esse desprendimento.</p>
<p>O texto-padrão original do <a target="_blank" href="http://www.avaaz.org/blog/po">AVAAZ</a> é o seguinte:</p>
<p>"Olá,</p>
<p>Eu acabei de apoiar uma campanha de emergência pedindo uma reunião entre os líderes dos países do sul da África para trazer um governo legítimo para o Zimbábue. O atual presidente Robert Mugabe lançou uma repressão violenta ao partido de oposição vencedor do primeiro turno das eleições, matando mais de 70 pessoas. Estamos publicando anúncios em vários países africanos pedindo uma ação imediata para trazer a paz e democracia de volta ao Zimbábue. <a target="_blank" href="http://www.avaaz.org/po/save_zimbabwe/98.php?cl_tf_sign=1">Participe da campanha no site</a>.</p>
<p>Obrigado!"<br />____________________</p>
<p>Agradeço imensamente ao CESAR CARDIA do <a target="_blank" href="http://goncalodecarvalho.blogspot.com/">AMIGOS DA RUA GONÇALO DE CARVALHO</a> por ter-me despertado a curiosidade para a <a target="_blank" href="http://www.avaaz.org/po/report_back_1">AVAAZ</a> apenas por disponibilizar um banner da entidade em seu blog ativista de tanto sucesso.
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]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Imperio convoca a sus Embajadores]]></title>
<link>http://elreves.wordpress.com/2008/06/19/el-imperio-convoca-a-sus-embajadores/</link>
<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 22:48:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>elreves</dc:creator>
<guid>http://elreves.wordpress.com/2008/06/19/el-imperio-convoca-a-sus-embajadores/</guid>
<description><![CDATA[
Momento de la llegada al cónclave de los diferentes miembros del Imperio, para celebrar el acto de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="flickr-frame"><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/karlg/2568097109/"><img class="flickr-photo" src="http://farm4.static.flickr.com/3067/2568097109_acffeae23d.jpg" alt="" /></a></div>
<p class="flickr-yourcomment">Momento de la llegada al cónclave de los diferentes miembros del Imperio, para celebrar el acto de consolidacion de la fuerza.</p>
<p class="flickr-yourcomment"><span class="flickr-caption"><a href="http://www.flickr.com/photos/karlg/2568097109/">Imperial March</a>, originalmente cargada por <a href="http://www.flickr.com/people/karlg/">Karl Gunnarsson</a>.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Primeiro Reinado]]></title>
<link>http://profluizhist.wordpress.com/?p=50</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 21:46:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>profluizfilo</dc:creator>
<guid>http://profluizhist.wordpress.com/?p=50</guid>
<description><![CDATA[A Constituição de 1824
A Confederação Do Equador
D. Pedro I (ler Atuação Política e Declínio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=2">Constituição de 1824</a></p>
<p>A <a href="http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=385">Confederação Do Equador</a></p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_I_do_Brasil">D. Pedro I</a> (ler Atuação Política e Declínio no Brasil)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La bolsa del imperio...]]></title>
<link>http://yankeeswelcome.wordpress.com/?p=75</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 18:18:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>yaggo11</dc:creator>
<guid>http://yankeeswelcome.wordpress.com/?p=75</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://yankeeswelcome.files.wordpress.com/2008/06/bolsa-del-imperio1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-77" src="http://yankeeswelcome.wordpress.com/files/2008/06/bolsa-del-imperio1.jpg" alt="" width="460" height="514" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quinta da Boa Vista - Museu e Zoo]]></title>
<link>http://diversaorj.wordpress.com/?p=31</link>
<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 20:13:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>educarium</dc:creator>
<guid>http://diversaorj.wordpress.com/?p=31</guid>
<description><![CDATA[
Situado no tradicional bairro de São Cristovão, a Quinta da Boa Vista foi residência oficial e s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://diversaorj.files.wordpress.com/2008/06/zoo_v1.jpg"><img class="size-full wp-image-32 aligncenter" src="http://diversaorj.wordpress.com/files/2008/06/zoo_v1.jpg" alt="" width="450" height="213" /></a></p>
<p>Situado no tradicional bairro de São Cristovão, a Quinta da Boa Vista foi residência oficial e sede do Império do Brasil. Seus amplos jardins, arquitetura ímpar e a variedade de opções de lazer fazem deste local um maravilhoso ponto de diversão.</p>
<p>O Zoológico do Rio de Janeiro pode ser a primeira parada deste passeio. Ele está bem cuidado, com uma variedade grande de animais e com uma boa estrutura.</p>
<p>Neste local destacamos os grandes felinos, os primatas e o viveiro de animais noturnos.</p>
<p>Na saída do ZOO temos a passarela que dá acesso ao aquário, cujo custo de visitação está incluso no ingresso do zoológico. Muitos peixes e animais de clima frio. O passeio é bem legal.</p>
<p>O Museu Nacional também é uma ótima pedida. Recomendamos uma visita a sala dos dinossauros, a sala do antigo Egito e a sala do Mamute.</p>
<p>Dentro das diversões periféricas destacamos o passeio no Trenzinho que faz ponto final entre o museu e o ZOO.</p>
<p>Um problema que deve ser levado em consideração é a falta de banheiros. Dentro do ZOO existem banheiros relativamente limpos para crianças. Dentro do Museu os banheiros são menos convidativos. Em caso de emergências existe um resturante perto do estacionamento do ZOO que quebra um galho.</p>
<p>A estrutura para lanches e pequiniques é vasta.</p>
<p>Existem muitas vagas de estacionamento. Recomendamos o estacionamento que fica perto do ZOO, em frente ao restaurante.</p>
<p>Para chegar, indo de transporte público, podemos usar o trem ou metrô que possuem estações (São Cristovão) na entrada da Quinta. A disponibilidade de ônibus também é vasta.</p>
<p>Indo de transporte próprio, vindo da zona norte, siga pela Avenida Brasil - pista lateral até a Av. Pedro II que fica a direita após a Rodoviária Novo-Rio. Siga então as placas indicativas.</p>
<p>Vindo da Zona Sul, venha pelo Rebouças, Linha Vermelha, desça em São Cristóvão e siga as Placas Indicativas.</p>
<p><span class="subtitulo">Endereço: Campo de São Cristovão, S/N - São Cristovão</span><br />
<span class="subtitulo">Telefone: (</span>21) 3878-4200.<span class="subtitulo"><br />
Veja o Mapa: </span><a href="http://maps.google.com.br/maps?f=q&#38;hl=pt-BR&#38;geocode=&#38;q=%22Campo+de+S%C3%A3o+Cristov%C3%A3o%22+%26+RJ&#38;ie=UTF8&#38;ll=-22.904918,-43.229141&#38;spn=0.007966,0.010493&#38;t=h&#38;z=16"><span style="color:#0066cc;">Clique Aqui !!!!</span></a><span class="subtitulo"><br />
Veja o Site: </span><a href="http://www.rio.rj.gov.br/riozoo"><span style="color:#0066cc;">Clique Aqui !!!!</span></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[[PC] Restaurant Empire]]></title>
<link>http://elrincondelex.wordpress.com/?p=41</link>
<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 22:00:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>elrincondelex</dc:creator>
<guid>http://elrincondelex.wordpress.com/?p=41</guid>
<description><![CDATA[
Nombre de Aplicacion: Restaurant Empire
Descripcion: 
¿Te consideras el rey de la cocina? ¿Argui]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img src="http://i25.tinypic.com/2wnd2lz.jpg" alt="2wnd2lz.jpg" /></strong></p>
<p><img src="http://i32.tinypic.com/9utc0z.png" alt="9utc0z.png" /><em><strong>Nombre de Aplicacion: </strong></em>Restaurant Empire</p>
<p><img src="http://i32.tinypic.com/9utc0z.png" alt="9utc0z.png" /><em><strong>Descripcion: </strong></em></p>
<p>¿Te consideras el rey de la cocina? ¿Arguiñano es un simple aprendiz a tu lado? Pues a qué esperas para abrir tu propio restaurante y forrarte con tus recetas!</p>
<p>Eso es precisamente lo que puedes conseguir con Restaurant Empire, una divertida aventura de simulación estratégica donde tu principal objetivo será abrir y mantener una cadena de restaurantes.</p>
<p>Ya sabes todo lo que ello implica: decoración del local, contratación de personal, selección del menú, ajuste de precios y control de que tu clientela esté lo suficientemente satisfecha como para volver a tu restaurante. Todo ello teniendo en cuenta también a la competencia!</p>
<p>El juego presenta un alto nivel de detalle, cuidando al máximo todos y cada uno de los detalles de este tipo de negocios, y con unos gráficos que recuerdan mucho al conocido juego "Los Sims". Es bastante intuitivo a la hora de manejarse por las distintas opciones y menús y cuenta con un completo sistema de ayuda.</p>
<p><img src="http://i32.tinypic.com/9utc0z.png" alt="9utc0z.png" /><em><strong>Formato: </strong></em>RAR</p>
<p><img src="http://i32.tinypic.com/9utc0z.png" alt="9utc0z.png" /><em><strong>Idioma: </strong></em>Español</p>
<p><img src="http://i32.tinypic.com/9utc0z.png" alt="9utc0z.png" /><em><strong>Peso: </strong></em>570Mb</p>
<p><img src="http://i32.tinypic.com/9utc0z.png" alt="9utc0z.png" /><em><strong>Uploader: </strong></em>Lex92/Pentium5</p>
<p><img src="http://i32.tinypic.com/9utc0z.png" alt="9utc0z.png" /><em><strong>Capturas:</strong></em></p>
<p><img src="http://images-eu.amazon.com/images/P/B00008Y8GA.03.LZZZZZZZ.jpg" alt="B00008Y8GA.03.LZZZZZZZ.jpg" /></p>
<p><em><strong><img src="http://i29.tinypic.com/adf70n.png" alt="adf70n.png" /></strong></em></p>
<p><img src="http://i32.tinypic.com/9utc0z.png" alt="9utc0z.png" /><strong>Servidor de Descarga: </strong><span style="color:blue;">Rapidshare</span></p>
<p><img src="http://i32.tinypic.com/9utc0z.png" alt="9utc0z.png" /><strong>Links:</strong></p>
<pre>http://rapidshare.com/files/121692711/Restaurant.Empire.PC.Spanish._www.elrincondelex.wordpress.com__Upload_by_pentium5-lex92_.part1.rar
http://rapidshare.com/files/121694313/Restaurant.Empire.PC.Spanish._www.elrincondelex.wordpress.com__Upload_by_pentium5-lex92_.part2.rar
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<p><img src="http://i32.tinypic.com/9utc0z.png" alt="9utc0z.png" /><strong>Servidor de Descarga: </strong><span style="color:orange;">Megaupload</span></p>
<p><img src="http://i32.tinypic.com/9utc0z.png" alt="9utc0z.png" /><strong>Links:</strong></p>
<pre>http://www.megaupload.com/?d=CB2S184Q
http://www.megaupload.com/?d=6JF3K2BG
http://www.megaupload.com/?d=PBDGI5L3
http://www.megaupload.com/?d=ANHRJUS2
http://www.megaupload.com/?d=KFYGUSEF
http://www.megaupload.com/?d=BATKG2RI</pre>
<p><span style="font-size:15pt;"><strong>LINKS INTERCAMBIABLES</strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De jenízaros y ex jenízaros]]></title>
<link>http://laopcionb.wordpress.com/?p=93</link>
<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 08:51:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>PedroB</dc:creator>
<guid>http://laopcionb.wordpress.com/?p=93</guid>
<description><![CDATA[
Lo bueno de tener una hermana que lee casi tanto como respira es que te filtra los libros. Los mast]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://laopcionb.files.wordpress.com/2008/06/funda1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-94" src="http://laopcionb.wordpress.com/files/2008/06/funda1.jpg" alt="El mundo es una barra americana" width="133" height="200" /></a></p>
<p>Lo bueno de tener una hermana que lee casi tanto como respira es que te filtra los libros. Los mastica y los digiere y te da sólo los que te pueden sentar bien. Gracias a Paloma, me leí ayer en tres estornudos (tiene 190 páginas) <strong>"El fundamentalista reticente"</strong> (Tusquets). Lo escribe <strong>Mohsin Hamed</strong>, un paquistaní que estudió en Princeton y trabajó en Nueva York pero que volvió a Lahore y ahora vive en Londres. Y lo escribe en forma de monólogo de un paquistaní, Changez, con un misterioso interlocutor gringo sin voz. Una elección narrativa arriesgada que consigue salir a flote por lo que cuenta. Aquí se habla de la identidad, del complejo de ser el otro, de fidelidades a amores imposibles que se contagian, de jenízaros y de ex jenízaros. Los jenízaros eran jóvenes cristianos apresados de niños por los otomanos y entrenados para destruir su propia civilización. Changez es jenízaro hasta que decide convertirse en ex. Y como ex jenízaro, dice lo siguiente:</p>
<blockquote><p>Me sorprendió lo tradicional que parecía su imperio desde esa perspectiva. Guardias armados vigilaban el punto de control por el que yo debía entrar; siendo, como era, de una raza sospechosa, me llevaron aparte y me sometieron a una inspección adicional; no bien me dejaron pasar, alquilé a un auriga que pertenecía a una clase de siervos que no cumplía los requisitos para estar legalmente en el país y se veía por tanto obligada a trabajar por menos dinero; yo mismo era una especie de sirviente ligado por contrato cuyo derecho de estancia dependía de la constante benevolencia de mi patrón".</p></blockquote>
<p>Por lo mismo que es interesante ver las noticias por Al Jazeera, es recomendable leer este libro. Porque está bien ver las cosas desde otros puntos de vista. Porque ya van quedando pocos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LAS RIQUEZAS MATERIALES DE LA SUCIEDAD MUCHPOWER BIBLE &amp; TRUCO (EXTRACTO DE UN ARTÍCULO MÁS EXTENSO)]]></title>
<link>http://lavasori.wordpress.com/?p=216</link>
<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 16:22:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>apologista</dc:creator>
<guid>http://lavasori.wordpress.com/?p=216</guid>
<description><![CDATA[

Por Antonio Carrera 
A raíz de los homicidios y suicidios del “Templo Solar”, en Francia, Can]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 12pt;" align="center"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;"><img src="http://www.bibleprobe.com/watchtower.jpg" alt="" /></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">P</span><span style="font-size:12pt;">or Antonio Carrera </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">A raíz de los homicidios y suicidios del “Templo Solar”, en Francia, Canadá y Suiza, en 1994, el Gobierno de Francia nombró una comisión de investigación. En el informe Gest-Guyard se incluye a los Testigos de Jehová entre 173 “Cultos peligrosos”. A la vista de esto, Francia ordena una auditoria que abarca de 1993 a 1996, de la cual se deriva un elevado montante de dinero. Acto seguido les exigen pagar 25 millones de dólares como impuestos por el 60% de las donaciones. Como la Watchtower no acepta eso, el 14 de mayo de 1998 le comunican que debe pagar una multa de 50 millones de dólares. El 22 de junio de 1998 inician el embargo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">Entretanto la Watchtower desmantela seis fábricas en Europa: Austria, Países Bajos, Dinamarca, Grecia, Suiza y Francia. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">Enterados de lo sucedido en Francia, A.F.A.S. realiza una investigación, y en noviembre de 1999 presenta la denuncia a la Fiscalía de Hacienda, de un, de momento presunto fraude fiscal, junto con este dossier de 200 folios con 290 documentos de la propia S.A. Watchtower.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">¿Quién está detrás de los Testigos de Jehová?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">El secretismo y el misterio encubren todo lo relacionado con esta organización. Todo su montaje, aparentemente religioso, es solo un velo que oculta la realidad. Pues quien dirige, controla, manipula y explota<br />
a los pobres Testigos de Jehová, es una empresa multinacional, de nombre Sociedad Anónima Watchtower de Nueva York. Dicha sociedad consta de 500 accionistas, que nadie sabe quiénes son, pues tanto en sus libros, revistas, formularios o cartas, nadie firma. Y como una gran empresa, todos los años a primeros de octubre, celebran una reunión de negocios con los accionistas, a puerta cerrada. Esta S.A. Watchtower aparece en los anuarios empresariales editados por la Dun de Bradstreet, como una de las 50.000 empresas más importantes. Asimismo la Asociación de los Testigos de Jehová, en España, aparece entre las 30.000 principales empresas más importantes, con unas ventas en 1992 de 2.000.000.000 de pesetas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">Otro documento revelador es el informe del Banco BBV, de 1998, donde aparecen los intereses abonados a la cuenta de los Testigos de Jehová, Q 2800029 G, que fueron ¡asómbrense! 39.436.529 de pesetas. Y ante tanto dinero nos hacemos estas preguntas: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">¿Qué venden los Testigos de Jehová?, ¿De dónde sale tanto dinero? Y ¿adónde va ese dinero?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">Breve vistazo al imperio comercial de la S.A. Watchtower</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">Esta multinacional con 109 sucursales en 234 países en sus 130 años de existencia, ha creado un colosal imperio, veámoslo: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">Fábricas y otros edificios: Tienen 40 fábricas en otros tantos países, que producen libros, revistas, folletos, biblias, discos, cintas de cassette, cintas de video, disquetes, CD-ROM, calendarios, postales, etc. Como muestra de los terrenos que poseen citaré algunos: En la Central de Estados Unidos, en Nueva York, tienen 8 manzanas con un total de 230.071 metros cuadrados de superficie, equivalente a 230 campos de fútbol. La sucursal de Londres tiene 18500 metros cuadrados. La de Alemania cuenta con 30 hectáreas. La de México comprende 115hectáreas. La de España (Ajalvir)11.780 metros cuadrados.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">Equipos: Todas las fábricas están equipadas con la maquinaria super moderna. En 1978 ya tenían funcionando mas de 70 rotativas, cada una de estas tirando 16.000 revistas por hora. Pero las HANTSCHO, una de éstas instalada en Ajalvir, imprime 38000 revistas a la hora. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">Granjas: Ya en 1977, en Estados Unidos poseían 4 granjas que abarcan1.728 hectáreas y producen cereales, cultivan frutales, verduras, tienen un rebaño de 200 vacas lecheras, 500 reses para carne, 3400 gallinas, 5000 pollos, 1300 cerdos y más. En otros países también poseen granjas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">Salones: En el mundo poseen unos 58.000 “Salones del Reino” donde celebran sus cinco reuniones semanales. En España tienen 1.000, más otros cuatro “Salones de Asambleas” con capacidad para 1.800 personas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">Asimismo disponen de flotas de camiones en España y otros países. Vender y vender, pero ¿quiénes venden?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">De los más de 5.000.000 de Testigos de Jehová en el mundo, de éstos, 18.500 trabajan en las fábricas y centrales. El resto son usados para distribuir “vender” la mercancía, que ellos ya han adquirido, y también como propagandistas y proselitistas. En relación con la colosal distribución, veamos: revistas colocadas en el mundo el año 2000, mil millones. Las revistas colocadas en España fueron 10.386.618. La producción de libros en 1990 se elevó a 51.000.000. El último informe lo presentan en su revista ¡Despertad! Del 22-XII-2000, con una lista de sus libros más vendidos, diciendo que “desde 1970 la impresión de libros, folletos y revistas ha sobrepasado los 20.000 millones”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">Otros artículos producidos y vendidos son: más de un millón de discos LP. Cada año unos 3 millones de calendarios. En 1993 nos informan que la fabricación de cintas de cassettes llegó a más de 65 millones. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">Llegados a 1996 habían fabricado 7.000.000 de video cintas. El primer CD-ROM fabricado por ellos ya lo distribuyeron en nueve idiomas. También venden disquetes, postales, bolígrafos, etc. Y cada Testigo debe entregar un informe todos los meses, del trabajo realizado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">Los testigos ya no son vendedores, ahora son mendigos</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">Debido a que algunos gobiernos han tachado a los Testigos de Jehová de comercialistas y les exigen pagar impuestos, se inventaron el sistema de entregar la literatura “gratis”, pero mendigando un donativo para Obra Mundial de la Sociedad. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">Son, casi, obligados a pedir, mendigando un donativo, pero les advierten que nunca deben decir que es por la literatura, sino para la “Obra Mundial”. En su boletín mensual “Ministerio del Reino”, todos los meses les recalcan que deben pedir donativos, mendigar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">La Watchtower anima a sus miembros a construir o comprar locales para habilitar sus Salones del Reino, pero les “recomiendan”: “que se abstengan de obtener la financiación de sus proyectos mediante bancos y/o sociedades financieras”. Es la propia S.A. Watchtower quien opera como prestamista, incluso exigiéndoles intereses del 6%. Pero, ¿está registrada y paga impuestos como prestamista? No siendo así está defraudando a Hacienda.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">El TIMO consiste en que después que los pobres Testigos, con esfuerzo económico, consiguen devolver el préstamo, el local se registra a nombre, no de quienes lo pagaron, sino a nombre de Testigos de Jehová, y como la sucursal de España está dirigida y controlada por la Central de América, todo pasa a otras manos. Los miembros que lo pagaron no son dueños de nada. Otro fraude a Hacienda pudiera ser que la Watchtower también es aseguradora de los Salones, sin estar autorizada ni pagar matricula fiscal.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">Hasta el momento son más de 1000 los Salones habilitados en España, aunque en propiedad solo rondan el 40%. La superficie media de cada uno de esos Salones es de 154 metros cuadrados, que multiplicado por mil nos da 61.600 metros. Ahora si calculamos por lo bajo a 180.000 Pts. El metro cuadrado, ¿cuánto sale?. El cálculo se lo dejo a ustedes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">Obreros sin salario ni seguridad social</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">La S.A. Watchtower en España tiene un total de 568 trabajadores de tiempo completo, sin salario ni Seguridad Social. De éstos, 245 son Precursores Especiales, otros 73 Superintendentes de Circuito y Distrito, más 250 trabajadores en la fábrica de Ajalvir. ¿Eso es legal?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;">Esperamos que, como lo hizo Francia, asimismo la Fiscalía de Hacienda española investigue estas irregularidades. Por nuestra parte deseamos que tanto las autoridades como la ciudadanía se enteren de estos TIMOS.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 12pt;"><span style="font-size:12pt;color:#990000;"> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[BICENTENÁRIO-PORTUGAL E BRASIL RECORDAM CHEGADA DA CORTE PORTUGUESA]]></title>
<link>http://fdrojornal.wordpress.com/?p=61</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 18:32:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>mjoseluis</dc:creator>
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<description><![CDATA[ Em 1801, Napoleão Bonaparte reinicia a sua luta contra a Inglaterra e, na procura de aliados, con]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;font-family:Verdana;"><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://i44.servimg.com/u/f44/11/04/23/54/partid11.jpg" alt="" width="319" height="238" /> E<span style="color:black;font-family:Verdana;" lang="pt">m 1801, Napoleão Bonaparte reinicia a sua luta contra a Inglaterra e, na procura de aliados, convence a Espanha a declarar guerra a Portugal. Sem condições para enfrentar esse conflito o Rei D. João VI pede a paz, prometendo fechar os portos à navegação e comércio com a Inglaterra. No entanto, a economia portuguesa estava ligada, de forma profunda, às relações comerciais com a Inglaterra e o monarca vai protelando a consumação do acordo.</p>
<p>Em 1806 Napoleão Bonaparte faz um ultimato a Portugal: ou se fecham os portos à Inglaterra ou a França invade Portugal</span><span style="color:black;font-family:Verdana;" lang="pt">;</span><span style="color:black;font-family:Verdana;" lang="pt"> é a política do Bloqueio Continental.</span><span style="color:black;font-family:Verdana;" lang="pt"> </span><span style="color:black;font-family:Verdana;" lang="pt"><br />
Em 1807, perante a eminência da invasão do território português pelas forças de Napoleão, o Príncipe Regente D. João, depois de aconselhado, decidiu-se pela saída da Família Real para o Brasil, procurando desta forma manter a autonomia portuguesa.</p>
<p>Embarcaram com destino àquela colónia a Rainha D. Maria I, o Príncipe Regente D. João e D. Carlota Joaquina, seus filhos e filhas e demais familiares, assim como centenas de pessoas, que deslocaram a Corte para aquele território.</span><span style="color:black;font-family:Verdana;" lang="pt"> </span><span style="color:black;font-family:Verdana;" lang="pt">A 22 de Janeiro de 1808 a Corte chegava à cidade de São Salvador da Bahia, no Brasil, assim como a documentação do Real Arquivo da Torre do Tombo.</p>
<p>Foi um acontecimento único na história: uma família real transferia-se e mudava a «sede» da corte para uma das suas colónias. Levava com ela todo o aparelho de Estado. Ao decidir mudar a Corte para a sua principal colónia, o então Príncipe Regente assegurou a continuação da Casa Real de Bragança no trono de Portugal e mudou a história do Brasil: o Rio de Janeiro passou a ser a capital do Império, </span><span style="color:black;font-family:Verdana;" lang="pt">estatuto que manteve durante 13 anos.</p>
<p>Celebrar os 200 anos dessa efeméride significa reler o episódio histórico com um novo olhar sobre os seus personagens e, em especial, D. João VI, o primeiro monarca europeu a cruzar a linha do Equador, a pisar terra tropical e a ser aclamado Rei na Colónia. A ele se deve a formação de um Estado independente e com a dimensão territorial que tem hoje.</p>
<p>O Presidente da República foi convidado pelo Presidente brasileiro, Lula da Silva, para participar nas comemorações dos 200 anos da chegada da corte portuguesa ao Rio de Janeiro.</p>
<p>Fora das comemorações oficiais, a</span><span style="color:black;font-family:Verdana;" lang="pt"> Igreja do Rosário celebrou no dia 9 de Março, uma uma missa solene.<br />
Negros, mulatos, brancos, enfim, numa definição, brasileiros, encheram os bancos da igreja. A irmandade que gere a igreja chama-se "dos homens pretos" porque foi desde cedo composta por escravos, e negros libertados - muitos com fundos da paróquia. No primeiro Te Deum, o príncipe regente foi recebido pelos negros da congregação, como retrata o quadro de Armando Viana, agora na capa do catálogo da grande exposição sobre o tema, aberto na por Cavaco e Lula no Museu Nacional.·</p>
<p>Foi essa audiência mista que rejubilou em palmas com a</span><span style="color:black;font-family:Verdana;" lang="pt"> entrada de D. Duarte Pio na cerimónia. No Rio a convite da câmara, atrasado por ter estado com Cavaco - veio a pé dois quarteirões até à igreja -, foi saudado com um "vem entrando o rei de Portugal" pelo nervoso apresentador negro, que nem reparou no erro diplomático.</p>
<p>Na igreja já estavam D. Luís Gastão, herdeiro do trono brasileiro, e seus irmãos, que se associaram à celebração não oficial. Para os Bragança, descendentes de D. João VI, todas as comemorações são boas: dignificam as memórias familiares, relembram o lugar deles, herdeiros sem trono, na história. "Fiquei muito emocionado com o </span><span style="color:black;font-family:Verdana;" lang="pt">discurso de Lula", conta D. Bertrand de Orleans e Bragança, irmão de D. Luís. O presidente brasileiro agradecera à família o papel na criação do Brasil e enalteceu D. João VI no discurso de inauguração das comemorações.</p>
<p>D. Duarte Pio é descendente de D. Miguel, que não esteve ao lado do irmão na questão brasileira. Mas 200 anos depois, e sem monarquia instituída em nenhum dos países, a questão é pouco relevante. Como aliás mostra a recepção, entre o eufórico e o curioso, que ele e Isabel de Herédia tiveram nesta missa e no que se seguiu.</p>
<p>Depois da cerimónia, houve</span><span style="color:black;font-family:Verdana;" lang="pt"> o "aperto de mão" a D. Luís - muito parecido com o beija-mão real em que D João VI passava tardes no Paço Real. Os que participaram na missa foram cumprimentar o herdeiro, ele sentado numa cadeira no meio do salão paroquial, eles em fila indiana à espera do momento. Nenhum dos presentes teve de passar por seguranças, como aconteceu na cerimónia de Lula e Cavaco. Até o fotógrafo de serviço, Jadson, apareceu porque viu o anúncio da missa no jornal e achou que havia ali negócio: vendia, por 20 euros, "a sua foto com o imperador". Uma verdadeira manifestação popular</span><span style="color:black;font-family:Verdana;" lang="pt">, como dizia Isabel de Herédia, "muito divertida e sem preconceitos". "Viva o Brasil! Viva D. Luís! Viva D. Duarte Pio! Viva Portugal, nossa pátria mãe!", gritou o apresentador no final da cerimónia.</span><span style="color:black;" lang="en-GB"> </span><span style="color:#fb4f14;font-family:Wingdings;" lang="en-US">n</span></span></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[No Império a imprensa é livre ]]></title>
<link>http://dompedroii.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Sat, 31 May 2008 16:56:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>paulistanos21</dc:creator>
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<description><![CDATA[D. Pedro II sempre fez questão de que a imprensa fosse livre. Ela devia ser combatida por meio da p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3 class="post-title entry-title">D. Pedro II sempre fez questão de que a imprensa fosse livre. Ela devia ser combatida por meio da própria imprensa, e não fazendo-a calar:<br />
-- Os seus abusos, puna-os a lei, a qual não convém que continue ineficaz, como até agora.52,57</h3>
<div class="post-body entry-content">
<p>Em 1871, antes de viajar para a Europa, D. Pedro II escreveu algumas instruções para sua filha, a Princesa Isabel, que assumiria a Regência durante a sua ausência. Aí se encontram observações sobre a liberdade de imprensa, com o seguinte teor: “Entendo que se deve permitir toda a liberdade nestas manifestações da imprensa e de qualquer outro meio de exprimir opiniões, quando não se dêem perturbações da tranqüilidade pública, pois as doutrinas expendidas nessas manifestações pacíficas, ou se combatem por seu excesso ou por meios semelhantes, menos no excesso. Os ataques ao Imperador, quando ele tem consciência de haver procurado proceder bem, não devem ser considerados pessoais, mas apenas manejo ou desabafo partidário”.43,68<br />
O desvelo do Imperador pela integral observância da liberdade de imprensa, como de algumas outras liberdades que ele desejava assegurar com a mais escrupulosa meticulosidade, valeram-lhe naturalmente aplausos calorosos de personalidades públicas e privadas afeitas aos princípios do liberalismo. Mas causaram também desacordo e até estranheza da parte de outras personalidades, que argumentavam, com base em numerosos exemplos históricos, em favor de uma aplicação comedida dos princípios constitucionais de inspiração liberal.<br />
Curioso é notar que a radicalidade do procedimento liberal de D. Pedro lhe valeu até apodos de baixo nível, partidos dos próprios arraiais do liberalismo, como a alcunha soez de “Pedro Banana”.<br />
Foi o Segundo Reinado, da Maioridade à República, o único período da história pátria em que a imprensa exerceu a sua missão sem entraves preparados para lhe cercear ou suprimir legalmente a liberdade.43 Quem ler as coleções de jornais antigos da Biblioteca Nacional chegará, inevitavelmente, à conclusão de que nunca a imprensa gozou de tanta liberdade como durante o longo reinado de D. Pedro II.132<br />
Veio a República, e encerrou-se um período único na história da imprensa brasileira. Foram 49 anos de reinado, em que não houve estado de sítio nem se votou qualquer lei especial contra a liberdade de imprensa. Isso porque Pedro II não o permitiu. Caberia à República o triste fadário de criar peias às liberdades que a Monarquia amparou, protegeu e preservou, dando prova de que isso é possível, e de que, mesmo com a aparência de um erro, pode uma sociedade organizar-se, viver e engrandecer-se sem o recurso à violência, à tirania ou à ilegalidade.43<br />
O jornalista republicano José Veríssimo escreveu no “Jornal do Brasil”, em 8 de dezembro de 1891: “Neste País, todos os que têm a honra de empunhar uma pena convencida e honesta, por modesta que seja, reconhecerão que jamais, durante o longo reinado, tiveram que deixá-la cair por falta de liberdade, ou sequer de iludir ou velar o seu pensamento. Todos pensávamos como queríamos, e dizíamos o que pensávamos”.29,30,75,132<br />
Ferreira de Araújo, redator-chefe da “Gazeta de Notícias”, afirmou: “Em nenhum país se poderia achar mais liberdades do que as existentes de fato no Brasil. Tudo é lícito dizer na imprensa, na tribuna, contra a política, contra a Magistratura, contra o Governo, contra o Imperador. Há leis contra o abuso destas liberdades, mas essas leis nunca regularmente se aplicam, e para muitos casos não há leis especiais”.29,132<br />
Souza Ferreira, redator-chefe do “Jornal do Comércio”, propôs: “Aqueles que nos últimos quarenta anos têm vivido na imprensa, não deixarão de pedir que se lhes reserve espaço na lápide comemorativa para que possam gravar esta verdade: Nunca a livre expansão do pensamento, a liberdade da imprensa, teve mais convencido, mais enérgico, mais constante defensor do que o Imperador do Brasil, D. Pedro II”.29<br />
O dia 2 de dezembro, aniversário de D. Pedro II, era comemorado em todo o Brasil com solenidade e entusiasmo. Os jornais dedicavam-lhe amplo espaço, inclusive os pasquins da oposição, que se aproveitavam também dessa ocasião para tentar colocar em ridículo o Monarca. Não era desses o “Jornal do Comércio”, que procurava manter-se em alto nível. Em 1868, recebeu este jornal, para publicação naquela data, versos aparentemente inofensivos, enaltecendo o Imperador. E os publicou:</p>
<p>“Oh! excelso Monarca, eu vos saúdo,<br />
Bem como vos saúda o mundo inteiro,<br />
O mundo que conhece as vossas glórias.<br />
Brasileiros, erguei-vos, e de um brado<br />
O Monarca saudai, saudai com hinos,<br />
Do dia de dezembro o dois faustoso,<br />
O dia que nos trouxe mil venturas.<br />
Ribomba ao nascer d'alva a artilharia,<br />
E parece dizer, em som festivo:<br />
Império do Brasil, cantai, cantai!<br />
Festival harmonia reine em todos;<br />
As glórias do Monarca, as sãs virtudes<br />
Zelemos, decantando-as sem cessar.<br />
A excelsa Imperatriz, a mãe dos pobres,<br />
Não olvidemos também de festejar<br />
Neste dia imortal que é para ela<br />
O dia venturoso em que nascera<br />
Sempre grande e imortal Pedro II”.</p>
<p>Nada de especial teriam os versos, se as primeiras letras de cada verso, colocadas em ordem, não formassem uma mensagem insultante: O bobo do rei faz annos. Esse acróstico, cuja autoria não se conhece com certeza, mas é atribuída ao republicano Salvador de Mendonça, provocou protestos e discussões acaloradas, tanto nas ruas quanto através da própria imprensa. O “Diário do Rio de Janeiro”, por exemplo, escreveu: “Agora mesmo tem o autor dessa poesia degenerada ocasião de comprovar a extensão do amor e da simpatia que o povo brasileiro vota à Família Imperial. Ele não ousou nem ousará jamais declarar-se. E coitado dele se o fizesse!”66,85,132,146</p>
<p> </p>
<div style="clear:both;">Fonte: Revivendo o Brasil Império<br />
Leopoldo Bibiano Xavier, Artpress 1991.</div>
<div style="clear:both;">Esse livro pode ser encontrado em <a href="http://www.jatservers.com/loja">www.jatservers.com/loja</a></div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EL IMPERIO DE LA WATCHTOWER BIBLE &amp; TRACT SOCIETY, N.Y. USA]]></title>
<link>http://lavasori.wordpress.com/?p=175</link>
<pubDate>Sat, 31 May 2008 00:31:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>apologista</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Es curioso que una secta lucrativa como la Watchtower niegue tener ingresos… Es curioso que todo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><strong><span style="font-size:18pt;"><a href="http://images.google.es/imgres?imgurl=http://www.panoramio.com/photos/original/6137608.jpg&#38;imgrefurl=http://www.panoramio.com/photo/6137608&#38;h=1704&#38;w=2272&#38;sz=621&#38;hl=es&#38;start=426&#38;um=1&#38;tbnid=8e9tLYJpUY5OJM:&#38;tbnh=112&#38;tbnw=150&#38;prev=/images%3Fq%3DFOTOS%2BDE%2Bla%2BwATCHTOWER%26start%3D420%26ndsp%3D20%26um%3D1%26hl%3Des%26rlz%3D1T4ADBF_esPE253PE254%26sa%3DN"></a><img src="http://lasteologias.files.wordpress.com/2008/02/tjsedecentral.jpg" alt="" /></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:13pt;">Es curioso que una secta lucrativa como la Watchtower niegue tener ingresos… Es curioso que todo sea gratuito y que las donaciones sean voluntarias. Pues aquí va un extracto de lo que la organización ha saqueado durante los últimos años. No tiene desperdicio…</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:13pt;">El auténtico negocio de la Watchtower son, como todo el mundo sabe, los libros. Del ejemplar “La verdad que lleva a la vida eterna” se vendieron entre 1968 y 1974, 74 millones de ejemplares. Anteriormente, con el mismo contenido pero cambiando los títulos y el orden de capítulos, se habían vendido 29.246.710 ejemplares. En 1980 se vendieron libros en todo el mundo por un total de 22.837.471 ejemplares, y de revistas 218.827.546 ejemplares (”Atalaya”, en 106 idiomas, y “Despertad!” en 34), y 16.465.248 folletos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:13pt;">Estos datos están extraídos de sus propios informes.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:13pt;">Los libros se venden a un precio 10 veces superior al de edición, entre 80 y 350 pesetas en 1985. Similar beneficio aportaban las revistas, a 40 pesetas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:13pt;">En sus siete manzanas de Brooklyn trabajan a cambio de comida, hospedaje y una propina mensual, dos mil adeptos fabricando la literatura base. La comida les llega de sus propias granjas, donde trabajan cuatrocientos voluntarios, también a cambio de su manutención, como esclavos que son.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:13pt;">A esto se añade el ahorro en derechos de autor, ya que todos los ceden a la secta, el no pagar impuestos por ser una sociedad religiosa y el tener millones de vendedores (tantos como adeptos) que trabajan de forma gratuita.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:13pt;">Y aún nos queda lo mejor: cada adepto no sólo es obligado vendedor sino también comprador. Y no sólo un ejemplar por familia, sino uno para cada persona, para que así no tengan que hacer cola por leer. Además, los adeptos compran, y pagan por adelantado, todos los libros y revistas que luego deben vender (o regalar) puerta por puerta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:13pt;">En cada reunión semanal se habla de la venta de libros y revistas, de cómo “colocar” literatura. Puesto que el fin del mundo está cerca, hay que proclamar la palabra de Jehová lo más rápido posible, o serán responsables de la muerte de los infieles.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:13pt;">Es muy fácil escribir uno de estos libros. Primero puede aparecer en revistas, que se compran todas, luego se funden los capítulos en un libro que también se vende, y cuando se ha saturado el mercado, se le cambian de orden los capítulos, se añaden, se cambia el título y las cubiertas, y un nuevo éxito editorial. El mismo texto ha sido vendido con cinco títulos distintos en más de una ocasión. Desde sus comienzos, y con las mismas ideas doctrinales básicas, entre 1874 y 1974 se vendieron 704,163,616 libros y folletos, en los siguientes diez años otros 355 millones. Entre 1918 y 1974 se vendieron 3.970.261.080 revistas, y 3.185.000.000 en los siguientes diez años. Aparte tenemos que considerar unos dos millones de suscripciones anuales a sus revistas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:13pt;">Pero nunca se acaban de hacer números con esta “organización no lucrativa”, pues los modos de esquilmar a los adeptos (como los caminos del Señor) son infinitos. También se les hace pagar los formularios y hojas de registro obligatorias para el control interno, las tarjetas de territorio y los sobres, las hojas de invitación al Memorial (ceremonia) y a conferencias, las tarjetas postales que luego reparten de forma gratuita… Tienen sus contribuciones mensuales, otras para necesidades concretas con cajitas habilitadas a tal efecto en cada Salón del Reino. Y teniendo en cuenta que la mayoría de adeptos son de baja extracción social, muchos acaban viviendo casi en la miseria. Pero en fin, sin lujos ni estudios universitarios seguro que viven con más entrega.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:13pt;">También se deben sufragar los viajes de los líderes cuando van a los EEUU.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:13pt;">Si un adepto va a predicar fuera de su localidad corre con todos los gastos y estos no se descuentan de los beneficios por ventas. Las asambleas son otro negocio. Se reúnen miles de Testigos en estadios o similares (unos 70,000 recientemente) durante varios días, allí les venden de todo (comida, refrescos, literatura…) pero más caro y de peor calidad. Allí dejan todo lo que han traído, después de haber pagado hasta las credenciales para asistir. Todos los que preparan la asamblea y vender las chucherías lo hacen gratuitamente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:13pt;">Otro hábil sistema de saqueo es el de que la central de la secta ofrece créditos a sus feligreses, con interés por debajo del mercado, para adquirir bienes inmuebles. Pero es que los bienes comprados revierten en la secta. Es decir, que para comprar un local en el que hacer un Salón del Reino pides dinero prestado y compras, luego la central recibe el dinero prestado, más los intereses, más el propio local que ha sido registrado a su nombre y no al de los que lo han pagado realmente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:13pt;">En 1983 habían censados 2.342.634 Testigos de Jehová en todo el mundo. En España eran 50.355 miembros, con un incremento anual del 6%, repartidos en 812 congregaciones. Si cada uno gasta 35.000 pesetas al año en cuotas varias generan un beneficio de unos 1200 millones limpios una vez descontados los 500 que costaba la estructura. Además del producto de las 8.772.829 horas de trabajo como publicador de puerta en puerta. La secta no pone absolutamente nada. Por no poner, ni siquiera pone el famoso fin del mundo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;"> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Albio Tibulo (vida)]]></title>
<link>http://grecolatino.wordpress.com/?p=112</link>
<pubDate>Sun, 25 May 2008 15:40:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>mambre</dc:creator>
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<description><![CDATA[Poeta latino, del momento de oro de la poesía romana. Sólo poseemos 16 elegías compuestas por él]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Poeta latino, del momento de oro de la poesía romana. Sólo poseemos 16 elegías compuestas por él y, con ellas, ha pasado a la historia. "Horacio, amigo suyo, lo hace crítico de sus sátiras, protagonista de una de sus odas y destinatario de una bella epístola; Ovidio lo imita con adoración, llora su muerte y lamenta no haberlo conocido; Domicio Marso lo iguala en su género a Virgilio; para Quintiliano es el mejor elegíaco latino."</p>
<p style="text-align:justify;">Sin saber ni cuándo ni dónde nace, se intuye que muere el 19 aC, como Virgilio. Huérfano de padre, es criado en un ambiente provinciano por su madre y hermana. Pertenece al orden de los caballeros. Estudioso y pacífico por naturaleza, no comprende y se duele por las guerras civiles, de las cuales también sufre de forma directa la reducción de sus tierras. Vivió toda su vida sin apuros económicos y dedicado prácticamente a la literatura.</p>
<p style="text-align:justify;">Horacio lo describe como agraciado, elegante, culto, bueno, elocuente y famoso. Enamoradizo, como demuestra su obra, dirigida a Delia, Mátaro y Némesis (pseudónimos).</p>
<p style="text-align:justify;">Se acepta que, políticamente, pertenece al grupo de Mesala. Lo que no se comprende exactamente es el alcance de tal grupo. Aunque en principio se abogaba por su carácter conservador, hoy se acuerda que, si bien al principio sí existieron ánimos restauracionistas, tras la paz imperial, comprenden y aceptan las ideas de Augusto.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gladiatus]]></title>
<link>http://musashinm.wordpress.com/?p=198</link>
<pubDate>Wed, 21 May 2008 11:56:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>musashinm</dc:creator>
<guid>http://musashinm.wordpress.com/?p=198</guid>
<description><![CDATA[
O assunto de hoje é bem light. Além do mais, estamos na véspera de um feriado prolongado e, como]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://s3.br.gladiatus.com/game/c.php?uid=57271" target="_blank" title="Gladiatus - Hero of Rome"><img src="http://musashinm.wordpress.com/files/2008/05/gladiatus.jpg" border="0" alt="Gladiatus - Hero of Rome" width="96" height="128" align="left" /></a></p>
<p align="justify">O assunto de hoje é bem <em>light</em>. Além do mais, estamos na véspera de um feriado prolongado e, como sempre, todo mundo já está em <em>ponto morto</em>. Não é mesmo? Por isso, resolvi falar sobre algo que não precisasse de muitas pesquisas. Algo que eu pudesse postar rapidamente. Então lembrei de um <strong>Text Based MMORPG</strong> que estou jogando (indicação de um grande amigo). Sendo que, como todo MMORPG, este jogo é altamente viciante.</p>
<p><!--more--></p>
<p align="justify">Que porra é essa de "Text Based MMORPG"? Bom, como diria Jack (o Estripador): "Vamos por partes".</p>
<p align="justify">Os MMORPGs (Massive Multiplayer Online RPG) são <em>jogos online</em>, que permitem uma interação com milhares de outros jogadores. Existem vários jogos muito bons, que podem ser citados aqui. Mas os mais conhecidos são: <a href="http://www.worldofwarcraft.com/" target="_blank"><strong>World of Warcraft</strong></a> e <a href="http://secondlife.com/" target="_blank"><strong>Second Life</strong></a>.</p>
<p align="justify">O termo <em>Text Based</em> significa literalmente "baseado em texto". Como assim? Simples, este termo é usado para designar jogos sem gráficos. Ou seja, todas as ações de cenários, personagens e jogadores são ilustradas através de textos! Não há gráficos que demonstram, por exemplo, o jogador pulando ou caíndo. Entendeu agora (rs)?</p>
<p align="justify">Divaguei muito, né? Estava já quase perdendo o propósito de <em>postar rapidamente</em>. Por isso, sem mais delongas, segue o Link para o jogo: <a href="http://s3.br.gladiatus.com/game/c.php?uid=57271" target="_blank"><strong>Gladiatus</strong></a>.</p>
<p align="justify">O jogo se passa no Império Romano! Sendo que, você é um Gladiador em busca de glória e fama. Quer coisa melhor? O jogo é <em>pancadaria</em> do começo ao fim. Mesmo durante as <em>Quests</em> ou Expedições o foco é sempre bater em alguém ou em algo!</p>
<p align="justify"><strong>Observação</strong>: Se, na hora do cadastro, for perguntado em qual <em>Server</em> você quer jogar: escolha o <strong>Server 3</strong>. É onde estou jogando.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Navarre sans peur]]></title>
<link>http://imerburu.wordpress.com/?p=18</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 15:23:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>imerburu</dc:creator>
<guid>http://imerburu.wordpress.com/?p=18</guid>
<description><![CDATA[
En el año 1997, el 5º regimiento de infantería del ejército de la república de Francia proced]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://imageshack.us"><img src="http://img119.imageshack.us/img119/7308/navarresanspeurvo2.jpg" border="0"></a><br></p>
<p align="justify">En el año 1997, el 5º regimiento de infantería del ejército de la república de Francia procedía a disolverse. No creo que el ejército francés note mucho la desaparición de éste regimiento de infantería, ni si quiera la mayoría de los franceses se habrán percatado de ello, es más, no habría sido merecedor de mención de no ser por el nombre del mismo: <em>Navarre</em>.   </p>
<p align="justify">Antes de formar parte del ejército francés, este cuerpo militar era realmente el ejército de los reyes legítimos del Reino soberano de Navarra, situado al norte del Pirineo. El primer jefe de dicho ejército, del cual se tiene constancia desde el año 1562, fue Antonio I de Borbón, marido de la reina de Navarra, Juana III de Albret. </p>
<p align="justify">Para encontrar el origen de la formación de un ejército profesional en el reino de Navarra debemos remontarnos al año 1512, concretamente tras la invasión y ocupación de Navarra por parte de las tropas españolas de duque de Alba. Ese mismo año el rey de Navarra, Juan III de Albret, organiza la resistencia y prepara un ejército formado por vasco(ne)s, bearneses y gascones, sencillamente, de navarros. </p>
<p align="justify">Los soberanos navarros forman una alianza con el reino de Francia, buscando con ello expulsar al ejército español que ocupaban el viejo reino pirenaico. El primer intento de reconquista fue el mismo año 1512. El rey navarro prepara un gran contingente de tropas navarras, a los que se suman algunos caballeros franceses, más mercenarios alemanes y albaneses. Una parte de estas tropas navarras estaba comandada por el vizconde de Lautrec, Odet de Foix, y por el mariscal Pedro de Navarra. </p>
<p align="justify">En el año 1515, Francisco I de Francia prepara junto a sus aliados venecianos el asalto al Milanesado en poder de los suizos. Los 30000 hombres de armas a las órdenes del rey de Francia estaban constituidos por caballeros franceses, lansquenetes alemanes y mercenarios de los Países Bajos, pero también se encontraban tropas de su aliado el reino de Navarra bajo las órdenes de Odet de Foix, quien un año después sería nombrado gobernador del Milanesado. </p>
<p align="justify">Este ejército navarro aún estaba en formación en el año 1521 y era capitaneado por Andrés de Foix, señor de Asparrots, llegando incluso a liberar el Reino de Navarra con la inestimable colaboración de los navarros que soportaban la ocupación extranjera, que se sublevaron contra la tiranía española. Aunque fue por poco tiempo, ya que el señor de Asparrots licenció a la mayoría de las tropas y los navarros fueron derrotados, tras una nueva invasión, por los españoles en la batalla de Noain, donde murieron 5000 navarros. </p>
<p align="justify">Durante las guerras de Italia, concretamente en la batalla de Pavía del año 1525, tropas capitaneadas por Enrique II de Navarra, entran en combate junto a sus aliados franceses, enfrentándose a las tropas imperiales de Carlos I de España. Tanto el rey francés como el soberano navarro caen prisioneros en poder de las tropas del emperador español, quien se alza con la victoria en el campo de batalla. Tuvieron que pasar dos años hasta que Enrique II de Navarra consiguiera huir del cautiverio español. </p>
<p align="justify">En el año 1560, la reina Juana III de Albret se convierte al calvinismo y posteriormente lo introduce en el reino de Navarra. La soberana de Navarra se une a los protestantes franceses, los hugonotes, dando comienzo las denominadas guerras de religión. En el año 1562 el ejército de Navarra está totalmente organizado y su capitán general es el rey consorte, Antonio I de Borbón, el cual no ostentará mucho tiempo dicho cargo, ya que ese mismo año es apresado y asesinado en Ruán por los franceses católicos. Además el ejército navarro no llegó a entrar en combate en la primera guerra de religión. </p>
<p align="justify">La reina de Navarra durante la segunda guerra de religión manda a su hijo Enrique, el príncipe de Viana, que se haga cargo del ejército navarro con apenas 15 años, para socorrer la sede protestante de La Rochelle. Durante la tercera guerra de religión el ejército del reino de Navarra continúa comandado por el príncipe de Viana. </p>
<p align="justify">Es en el año 1573 cuando el ya rey Enrique III de Navarra fue obligado a permanecer en la corte de París, ciudad donde un año antes se había casado con Margarita de Valois. Tras la fuga del soberano navarro de la corte francesa, éste vuelve a abrazar de nuevo el protestantismo y se pone otra vez al frente del ejército navarro, consiguiendo importantes victorias, pero no definitivas, en la guerra denominada como de los tres Enriques, por la sucesión al trono francés. </p>
<p align="justify">Luis XIII de Francia, en el año 1620, realiza el decreto del la unión. En él, el reino de Navarra se unía de forma ilegítima al reino de Francia y con ello el ejército navarro se fusionaba coactivamente con el ejército francés. Supeditado desde entonces a mandos franceses, el ejército navarro se va transformando paulatinamente, pero durante más de un siglo sigue manteniendo la procedencia de los soldados, los cuales siguen siendo gascones, vasco(ne)s y bearneses, es decir navarros. </p>
<p align="justify">La revolución francesa de 1789 se encarga de completar la labor comenzada por el rey Luís XIII de Francia, consiguiendo que el ejército de Navarra se transforme en un batallón de infantería francés, el cual combatió en la mayoría de las campañas europeas realizadas por Francia, especialmente las que realizó Napoleón Bonaparte, eso sí, todas ellas alejadas de las tierras del antiguo Reino de Navarra. </p>
<p align="justify">El 5º regimiento de infantería también participó en las dos guerras mundiales que asolaron Europa en el siglo XX, siendo la última campaña bélica en la que participaron en las entrañas de Alemania en el año 1945. Hasta su disolución en el año 1997, éste batallón no volvió a participar en ningún conflicto bélico. Pese a ser desde hace varios siglos un simple batallón de infantería francés, en su escudo pueden verse varios escudos de Navarra, junto al lema del batallón, el cual fue introducido por un rey navarro, concretamente Enrique III, y que dice así: </p>
<p><em>"Navarra sin miedo"</em> </p>
<p>Iruñea, Mayo de 2008  </p>
<p><strong>BIBLIOGRAFÍA</strong> </p>
<p>ADOT, Álvaro. <em>Juan de Albret y Catalina de Foix o la defensa del Estado navarro</em>, 2005 </p>
<p>AOIZ, Floren. <em>La vieja herida. De la conquista española al amejoramiento Foral</em>, 2002 </p>
<p>ARBELOA, Víctor Manuel. <em>La corte protestante de Navarra (1527-1563)</em>, 1992 </p>
<p>BOISSONNADE, P. <em>La conquista de Navarra</em>, 1981 </p>
<p>CHANDLER, David. <em>Las campañas de Napoleón: un emperador en el campo de batalla : de Tolón a Waterloo (1796-1815)</em>, 2005 </p>
<p>ESARTE, Pello. <em>Navarra 1512-1530</em>, 2001 </p>
<p>ESARTE, Pello. <em>Represión y reparto del Estado navarro (s.XVI y XVII)</em>, 2007  </p>
<p>MANFRED, Albert. <em>Napoleón Bonaparte</em>, 1995 </p>
<p>MONROY Y SILVA, Cristóbal de. <em>La batalla de Pavía y prisión del rey Francisco</em>, 2002 </p>
<p>MARTIN MÁS, Miguel Angel. <em>La grande armée: introducción al ejército de Napoleón</em>, 2005 </p>
<p>MOOTE Lloyd, <em>Luís XIII, el justo</em>, 1994 </p>
<p>NARBAITZ, Pierre. <em>Navarra o cuando los vascos tenían reyes</em>, 2007 </p>
<p>NAVARRE SANS PEUR. <em>Página wed oficial de amigos del 5º regimiento de infantería Navarre</em>, <a href="http://navarre5eri.free.fr/">http://navarre5eri.free.fr/</a> </p>
<p>SERRANO, Bixente. <em>Navarra. Las tramas de la historia</em>, 2006 </p>
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<p>URZAINQUI, Tomás. <em>Navarra Estado europeo</em>, 2003  </p>
<p>VV.AA., <em>Enrique II de Albret "el sangüesino" (1503-1555)</em>, 2003  </p>
<p>WIPIPEDIA. Página de la batalla de Marignan, <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Batalla_de_Marignan">http://es.wikipedia.org/wiki/Batalla_de_Marignan</a> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Documentário recomendado: Why We Fight]]></title>
<link>http://zopassos.wordpress.com/?p=32</link>
<pubDate>Fri, 16 May 2008 02:35:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Zé Otavio</dc:creator>
<guid>http://zopassos.wordpress.com/?p=32</guid>
<description><![CDATA[
O documentário &#8220;Why We Fight&#8221; (2005), dirigido por Eugene Jarecki, distribuido pela So]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/3/3e/Why_we_fight.jpg/200px-Why_we_fight.jpg" alt="Capa do DVD do documentario Why We Fight" /></p>
<p style="text-align:justify;">O documentário "<a title="Página oficial do documentário Why We Fight, dirigido por Eugene Jarecki e distribuido pela Sony Classics" href="http://www.sonyclassics.com/whywefight/" target="_blank">Why We Fight</a>" (2005), dirigido por Eugene Jarecki, distribuido pela Sony Classics e transmitido pelo canal britânico BBC4, reconstroi o crescimento da industria armamentista dos EUA, desde a segunda guerra mundial, até os dias de hoje, desnudando a relação entre o governo norte-americano e o complexo militar-industrial que se desenvolveu principalmente desde os anos 1950.</p>
<p style="text-align:justify;">O documentário "toma emprestado" o nome (Why We Fight) de uma série de filmes propagandisticos lançados durante a segunda guerra mundial e dirigidos por <a title="Frank Capra na Wikipedia em português" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Frank_Capra" target="_blank">Frank Capra</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">A cena inicial do filme, é a última declaração oficial do ex-presidente e ex-comandante das forças armadas dos EUA na Europa durante a II Guerra Mundial, o General (5 estrelas) <a title="Dwight D. Eisenhower na Wikipedia em português" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dwight_D._Eisenhower" target="_blank">Dwight Eisenhower</a>, ao fim do seu segundo mandato à frente da Casa Branca.</p>
<p style="text-align:justify;">Nessa declaração (realizada em 1961), Eisenhower diz que a produção de armamentos não pode ser improvisada e que as circunstancias justificam a existencia de uma ampla industria militar, no entanto ele finaliza fazendo um alerta alarmante sobre os grandes riscos que isso traz e a necessidade de ter sempre baixo controle o complexo industrial-militar, sem que ele pudesse exercer nenhuma influência política.</p>
<p style="text-align:justify;">A realidade do assustador crescimento do complexto industrial-militar norte-americano e sua poderosa influência em Washington é tratada como uma profecia que se realizou, levando ao pesadelo, ao pior cenário possivel alertado por Eisenhower (cujo conhecimento tanto sobre as Forças Armadas como sobre as entranhas do poder é absolutamente inquestionável).</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Essa declaração é considerada uma das mais profundas e alarmantes declarações finais de um presidente dos EUA e costuma ser comparada com a declaração de George Washington (1796), o primeiro presidente norte-americano, e que alertou para o risco de que existisse um exército permanente e aconselhou o país a não se meter demais em outros países</p>
<p style="text-align:justify;">Entre os personagens está o atual presidente dos EUA, George W. Bush, e um dos principais entrevistados é nada mais nada menos que <a title="John McCain na Wikipedia em portugues" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/John_McCain" target="_blank">John McCain</a>, que nessa época ainda não estava nem cotado para transformar-se no candidato republicano às eleições do final deste ano. É interessante avaliar alguns dos posicionamentos do candidato republicano e como em um dos momentos em que está sendo entrevistado, recebe uma ligação do atual vice-presidente dos EUA, <a title="Dick Cheney na Wikipedia em portugues" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Cheney" target="_blank">Dick Cheney</a>, um dos políticos mais criticados por suas conexões com o complexo industrial-militar, em especial a empresa <a title="Saiba mais sobre a Halliburton (Folha Online)" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u372387.shtml" target="_blank">Halliburton</a>, mas que também esteve <a title="Principais escandalos entre politicos republicanos" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u101394.shtml" target="_blank">envolvido em outros escandalos</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Infelizmente não consegui uma versão traduzida, nem legendas desse filme para o português ou espanhol. Pretendo quando conseguir um tempo fazer eu mesmo as legendas.</p>
<p style="text-align:justify;">O filme completo pode ser baixado a través de algum programa de download em <a title="Protocolo BitTorrent na Wikipedia em portugues" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/BitTorrent" target="_blank">torrents</a>, como o <a title="Azureus (cliente de bittorrent)" href="http://azureus.sourceforge.net/" target="_blank">Azureus</a>. É possível encontrar algumas <a title="Why We Fight no Mininova.org" href="http://www.mininova.org/search/?search=why+we+fight" target="_blank">versões disponiveis desse documentário</a>, no entanto a disponibilidade é reduzida, o que provavelmente deve significar um longo tempo de download.</p>
<p style="text-align:justify;">Também é possivel ver o documentário completo (em várias partes) no YouTube. Incluo abaixo a primeira parte:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Rfetdjjb3YY'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/Rfetdjjb3YY&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[palestina, palestina, palestina...]]></title>
<link>http://karlotti.wordpress.com/?p=495</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 12:24:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>karlotti</dc:creator>
<guid>http://karlotti.wordpress.com/?p=495</guid>
<description><![CDATA[Red Solidaria contra la Ocupación de Palestina
 La NAKBA, el desastre, eso es lo que los corazones ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a id="qvxc0" href="http://www.nodo50.org/causapalestina/">Red Solidaria contra la Ocupación de Palestina</a></p>
<p> La NAKBA, el desastre, eso es lo que los corazones lamentan.<br /> No hay nada que celebrar  contra PALESTINA NI NADA <br /> que hacer con un Estado de Israel, tomado por la rama mas brutal, cuya <br /> impiedad es manifiesta incluso a la hora de poner  sus propios intereses en juego.<br /> De acuerdo, DOS ESTADOS, Dos pueblos, de acuerdo epro ni un dia mas <br /> la cruenta humillacion a la que esta sometido el pueblo palestino, ni un dia<br /> mas.<br /> Pero Israel debe considerar volver a posiciones anteriores, devolver territorios,<br /> desmantelar asentamientos, no levantar ni un poblado mas en territorio palestino,<br /> poner fin a tanta crueldad estupida, a tanta estrategia imperial, de cuña criminal<br /> clavada en el corazon de ORIENTE MEDIO, un poco de generosidad y de <br /> piedad, de razonable consideracion de su propia realidad, y que no dude Israel<br /> en que ello, una actitud francamente valiente que conlleve la posibilidad real <br /> de que tanto el pueblo palestino y como los ciudadanos de Israel convivan de una<br /> vez para siempre en paz digna y llena de respeto.<br /> Que facil mis palabras, como suenan, hay tanta incredulidad de maldito acero entre <br /> sus vocales que pensar en los sangrientos y miserables intereses que tejen y destejen<br /> este puto mundo es inevitable, dolorosamente inevitable.<br /> La verdad es que no hay donde poner los ojos para sentir un minimo de calma,<br /> para cerrar los parpados sin miedo de encontrarnos al lado el mismo espanto<br /> que nos arrea hacia la impotencia y la rabia.<br /> Menos mal que nos queda la palabra, la palabra poetica, para aliviar el corazon<br /> de tanto machetazo, de tanto mazazo, de tanta mezquina y miserable abundancia.</p>
<p> <span style="font-weight:bold;color:#00ff00;font-size:medium;">http://www.nodo50.org/causapalestina/IMG/pdf/NAKBA-Cronologia_2.pdf</span></p>
<p> <a href="http://karlotti.files.wordpress.com/2008/05/palestina-022c51.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-496" src="http://karlotti.wordpress.com/files/2008/05/palestina-022c51.png?w=252" alt="" width="252" height="300" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cagadas imperiais]]></title>
<link>http://ocachambinaoeaqui.wordpress.com/?p=91</link>
<pubDate>Wed, 14 May 2008 00:18:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Leandro</dc:creator>
<guid>http://ocachambinaoeaqui.wordpress.com/?p=91</guid>
<description><![CDATA[Eu sou aficcionado por história.  O segundo império, no Brasil, é a minha área predileta.  Lei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Eu sou aficcionado por história.  O segundo império, no Brasil, é a minha área predileta.  Leio compulsivamente todos os livros sobre o assunto.  Quando essa onda de 200 anos da chegada da família real surgiu, eu já estava séculos na frente - embora ainda restem alguns livros sobre o assunto para eu ler, todos já comprados na última bienal.</p>
<p style="text-align:justify;">É por isso que eu me sinto muito à vontade para falar que o segundo reinado, apesar de todas os acertos, que não foram poucos, se resumiu a três grandes cagadas: uma cagada política, uma cagada econômica e uma cagada militar.  De trás para frente, elas foram as seguintes:</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignright" style="float:right;" src="http://www.multirio.rj.gov.br/historia/modulo02/imagens/f5063.jpg" alt="" width="146" height="212" />A cagada militar foi a <a title="Livro Guerra Maldita, o melhor livro sobre o assunto" href="http://afiliados.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&#38;ProdTypeId=1&#38;ProdId=169743&#38;ST=WL134594&#38;franq=136855" target="_blank">Guerra do Paraguai</a>.  Tudo bem que não dava para não entrar nela, mas dava para vencer mais facilmente e para terminar mais cedo - e isso pouparia vidas aos milhares.  Se <a href="http://www.cep.ensino.eb.br/cepcorp/biog_caxias.htm" target="_blank">Caxias</a> e <a href="http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u565.jhtm" target="_blank">Osório</a> (o General que dá nome à praça em Ipanema) tivessem, junto com <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ven%C3%A2ncio_Flores" target="_blank">Flores</a> (do Uruguai) e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bartolom%C3%A9_Mitre" target="_blank">Mitre</a> (da Argentina), comandando as forças aliadas desde o início, a farra de <a href="http://veja.abril.com.br/190303/p_092.html" target="_blank">Solano López</a> terminaria rapidinho.  Mas foi deixar o <a href="http://www.jornaloimparcial.com.br/pagina_indice.asp?iditem=355" target="_blank">Tamandaré</a> comanar a Marinha e tudo naufragou, tanto que, depois que ele deixou o comando da Marinha de Guerra brasileira, a vitória veio em um instante.  Durante a Guerra, o Imperador se abnegou de toda a política brasileira, envelheceu e sua saúde foi para a cucúia.  Em cinco anos, ele envelheceu trinta (ou mais) - só para ilustrar, foram exatamente nesses cinco anos que a sua barba ficou branca.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" style="float:left;" src="http://n.i.uol.com.br/licaodecasa/biografias/barao-maua.jpg" alt="Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá" width="152" height="198" />A <a title="Mauá, o Empresário do Império" href="http://www.antigonalivraria.com.br/descricao.asp?cod_livro=CA7954&#38;origem=buscape" target="_blank">cagada econômica foi também em parte política</a>.  O apoio político que D. Pedro II deu ao <a href="http://www.senado.gov.br/sf/senadores/senadores_biografia.asp?codparl=1631&#38;li=2&#38;lcab=1830-1833&#38;lf=2" target="_blank">Marquês de Barbacena</a> na condução da política econômica foi fatal para desacelerar o progresso do Brasil.  Barbacena lançou mão de todas as armas que tinha (a maioria legislativa e o apoio do imperador) para derrotar seu desafeto ideológico, o <a href="http://www.nossosaopaulo.com.br/Reg_SP/Barra_Escolha/B_ViscondeDeMaua.htm" target="_blank">Barão (depois Visconde) de Mauá</a>.  Ele ferrou com todas as indústrias que Mauá criou no Brasil, gerando milhares de empregos remunerados, para trabalhadores livres: das estradas de ferro à indústria naval na Ponta D'Areia, em Niterói (no lugar onde hoje está o <a href="http://www.estaleiromaua.ind.br/" target="_blank">Estaleiro Mauá</a>).  Nem o Banco escapou dessa sanha: o governo ferrou com o banco a tal ponto que Mauá lho entregou - daí surgiu o segundo <a href="http://www.bb.com.br" target="_blank">Banco do Brasil</a>, que existe até hoje (o primeiro, da época de D. João VI, já havia falido há muito tempo).  Se o imperador tivesse prestigiado Mauá ao invés de Barbacena, o Brasil hoje seria primeiro mundo fácil, fácil.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignright" style="float:right;" src="http://www.terrabrasileira.net/folclore/origens/africana/isabel.jpg" alt="" width="120" height="150" />A <a title="O Prncipe Maldito" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=1978510&#38;PAC_ID=6297" target="_blank">cagada política foram, na verdade, duas cagadas</a>.  A primeira foi não perceber que o eixo econômico havia mudado do Rio para São Paulo, com as fazendas do interior paulista em franca ascensão, ao passo que as fazendas fluminenses estavam em franca decadência.  Ao se apegar aos fazendeiros fluminenses, escravagistas, ele também se afundou politicamente.  Conforme São Paulo crescia economicamente, crescia também o número de adversários políticos do governo, até o ponto em que ele se viu espremido contra a parede, apoiando-se apenas nos fazendeiros fluminenses.  Aí veio a segunda cagada, que hoje completa cento e vinte anos: a <a href="http://www.unificado.com.br/calendario/11/princesa_isabel.htm" target="_blank">Princesa Isabel</a>, uma besta alienada que de política não entendia nada, assinou a <a href="http://www.unificado.com.br/calendario/11/lei_aurea.htm" target="_blank">Lei Áurea</a> (levou a fama de "redentora" mas perdeu a coroa).  Aí o único apoio que a monarquia tinha foi para o brejo: até os fazendeiros fluminenses ficaram contra a monarquia.  Sem apoio, foi só soprar para ela cair.</p>
<p style="text-align:justify;">Ano que vem a gente comemora cento e vinte anos da República, proclamada no Rio mas que rapidinho foi para São Paulo, com Prudente de Moraes, para nunca mais voltar ao Rio, exceto no período de Nilo Peçanha, que era vice e assumiu depois da morte de Afonso Pena (um baita acidente de percurso).</p>
]]></content:encoded>
</item>

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