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	<title>hipertexto &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/hipertexto/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "hipertexto"</description>
	<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 02:19:01 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[A revanche do hipertexto]]></title>
<link>http://jacksonmedeiros.wordpress.com/?p=387</link>
<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 14:00:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jackson Medeiros</dc:creator>
<guid>http://jacksonmedeiros.wordpress.com/2008/10/03/a-revanche-do-hipertexto/</guid>
<description><![CDATA[Faz algum tempo que tive de mencionar este artigo no blog mas, não sei muito bem a causa, acabei es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Faz algum tempo que tive de mencionar este artigo no blog mas, não sei muito bem a causa, acabei esquecendo. Repassando pela revista <a href="http://www.dgz.org.br" target="_blank">DataGramaZero</a>, <a href="http://dgz.org.br/abr08" target="_blank">edição de abril deste ano</a>, lembrei e aqui vai: <a href="http://dgz.org.br/abr08/Art_03.htm" target="_blank">A revanche o hipertexto</a>, de <a href="http://nilton-santos.spaces.live.com/" target="_blank">Nilton Bahlis dos Santos</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Gosto desse artigo por parecer uma miscelânea organizada da cultura da comunicação através do hipertexto, falando dos Wikis, claro, da Wikipédia.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[AQUINO, mc.]]></title>
<link>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/?p=485</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 17:47:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>mc</dc:creator>
<guid>http://outroblogdepesquisa.wordpress.com/2008/10/01/aquino-mc/</guid>
<description><![CDATA[semana passada acabando com um aceite em congresso e essa começando com uma publicação em revista]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>semana passada acabando com um aceite em congresso e essa começando com uma publicação em revista. yeeeeaaah!</p>
<p>meu trabalho "<span class="TextoBOLD"><strong>Relações entre folksonomia e web semântica: o impacto da atuação dos internautas na representação e na recuperação de informação na web</strong>" foi aprovado para ser apresentado no II Simpósio da ABCiber - Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura, que acontecerá de 10 a 13 de novembro, na PUC-SP. </span></p>
<p>e o meu artigo "<strong>A folksonomia como hipertexto potencializador de memória coletiva: um estudo dos links e das tags no de.licio.us* e no Flickr</strong>" foi publicado na <a href="http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/index" target="_blank">Liinc em Revista</a>. segue o <a href="http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/view/263" target="_blank">resumo</a> e t<a href="http://revista.ibict.br/liinc/index.php/liinc/article/view/263/175" target="_blank">exto completo</a> pra quem quiser baixar.</p>
<p>* lembrando que agora é delicious (tutoxuntoreunido!)</p>
<p>:)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[GAudi: documentación y lenguaje audiovisual]]></title>
<link>http://periodismoglobal.wordpress.com/?p=279</link>
<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 13:09:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>rafaeldiazarias</dc:creator>
<guid>http://periodismoglobal.com/2008/09/19/gaudi-documentacion-y-lenguaje-audiovisual/</guid>
<description><![CDATA[Los laboratorios de Google han lanzado un nuevo producto: GAudi. No, no tiene nada que ver con Gaud]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://labs.google.com/gaudi"><img class="alignright" src="http://labs.google.com/gaudi/static/labs_logo_small.gif" alt="" width="150" height="55" /></a>Los laboratorios de <strong>Google</strong> han lanzado un nuevo producto: <a href="http://labs.google.com/gaudi/static/faq.html"><strong>GAudi</strong></a>. No, no tiene nada que ver con Gaudí (¿se habrá buscado la coincidencia en la denominación). Se trata de una sistema de indización de audio, aplicado a la búsqueda de vídeos. Existen desde hace tiempo sistemas profesionales de reconocimiento automático de la palabra (<em>speech recognition)</em>, utilizados en relación con ficheros de audio. Hay ya televisiones que utilizan tecnologías semejantes, <a href="http://periodismoglobal.com/2008/02/27/innovacion-y-convergencia-en-la-pagina-electoral-de-rtve/">como hizo TVE con los debates electorales</a>; a novedad no es tanto que está búsqueda por palabras se haga ahora sobre el audio de un vídeo, como la generalización por parte de Google de una herramienta que está llamada a revolucionar la búsqueda y el lenguaje audiovisual.</p>
<p>Por el momento se trata de una <a href="http://labs.google.com/gaudi">versión beta</a>, aplicada sólo a los canales políticos de YouTube sobre las elecciones norteamericanas, y, por lo que parece, sólo trabaja en inglés. La búsqueda puede hacerse sobre el conjunto de los vídeos electorales o exclusivamente sobre uno en concreto. Una vez realizada, nos presenta en la pantalla del vídeo los marcadores que nos dirigen a los puntos donde se encuentra la palabra, expresión o cadena de texto. Basta que situemos el cursor encima para que aparezca la frase donde se han pronunciado esas palabras, lo que facilita la navegación.</p>
<p>La primera implicación de la generalización de esta tecnología es potenciar las posibilidades de las búsquedas . A nivel de profesionales de la documentación audiovisual puede facilitar su trabajo. Y para los periodistas puede ser un útil instrumento para tratar, filtrar y, sobre todo, investigar.</p>
<p>Pero las posibilidades que se abren para el lenguaje audiovisual son grandes. Hasta ahora, los vídeos siguen sin ser un elemento interactivo en el lenguaje hipertextual. Podemos enlazar a un vídeo, pero éste estará yuxtapuesto, "incrustado", en el discurso textual. Con las herramientas de reconocimiento del audio (y con las de reconocimiento de rostros) los elementos del discurso audiovisual pueden desagregarse, enlazarse y volverse a combinar. Habrá que pensar nuevos usos expresivos de la palabra y la imagen en un contexto hipertextual.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hipermídia | Animatrix]]></title>
<link>http://bethead.wordpress.com/?p=35</link>
<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 03:35:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Aldo Bitencourt</dc:creator>
<guid>http://bethead.wordpress.com/2008/09/12/hipermidia-animatrix/</guid>
<description><![CDATA[
O mundo mudou, bom&#8230; pelo menos a parte que trata dos meios de comunicação em massa, e das f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bethead.files.wordpress.com/2008/09/animatrix.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-36" title="animatrix" src="http://bethead.wordpress.com/files/2008/09/animatrix.jpg?w=450" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
<p>O mundo mudou, bom... pelo menos a parte que trata dos meios de comunicação em massa, e das formas que todas as pessoas interagem com esses meios.</p>
<p>Agora chamamos de Hipermídia todo esse espaço onde o Hipertexto se faz presente, esse novo conteúdo da Hipermidia é tudo que pode ser viabilizado por esse canal.</p>
<p>Peguei como exemplo o filme Animatrix que se baseia no filme The Matrix. O filme se dá assim como a Hipermidia de um jeito desconexo, onde a linearidade se perde, e tudo pode acontecer a qualquer momento e em momentos que voce pensar que está vendo o presente na verdade o que realmente ve é o passado ou o futuro.</p>
<p>Cabe esse filme muito bem no assunto, pois, ele interage entre um mundo palpavel e um mundo digital, e até imagetico como já tratamos no post sobre a filosofia da fotografia. As pessoas irão então um dia realmente ser controladas por robos? bom, eu acredito que sim, pois o ser humano não vai conseguir mais competir com a maquina uma hora, a maquina não sente, não cansa, não erra. a única vantagem nossa é que por enquanto as maquinas ainda seguem protocolos, enquanto os humanos podem tomar atitudes inesperadas.</p>
<p>Mas voltando ao filme e a discussão sobre a Hipermidia, pode-se dizer que o filme todo é um grande hipertexto, uma vez que faz uso de todos os aparatos da Hipermidia, inclusive primeiramente só esteve disponível para download e não para compra de CD.</p>
<p>Outra característica da Hipermidia é a participação das pessoas, onde você participa do site, voce acrescenta informação e se faz um emissor alem de um receptor. Esse Hibridismo é uma das maiores caracteristicas dos Hipertexto.</p>
<p>Tudo enfim, vai começar a ser alterado, até chegarmos no ponto que é tratado nesse filme futurista, feito de animação, onde um pouco de verdade presente e um pouco de verdade futura se mesclam mostrando o efeito de tudo que fazemos e de tudo que planejamos fazer...</p>
<p>Esse post está muito Teoria da Conspiração...</p>
<p>Se vocês quiserem fazer o download do filme, ele não é grande, acessem:</p>
<p><a title="Animatrix" href="http://www.intothematrix.com/" target="_blank">http://www.intothematrix.com/</a></p>
<p>Aliás, o site é um bom exemplo de Hipermídia e Hipertexto.</p>
<p>Vou postar aqui um dos capitulos do filme só pra voces terem idéia do que se trata:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/IeapucGrAD4'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/IeapucGrAD4&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p> </p>
<p>Valew...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lexia]]></title>
<link>http://marcelmarques.wordpress.com/?p=15</link>
<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 21:32:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcelmarques</dc:creator>
<guid>http://marcelmarques.wordpress.com/2008/09/08/lexia/</guid>
<description><![CDATA[O termo Lexia denomina os blocos ou unidades básicas de informação que constituem um hipertexto. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O termo Lexia denomina os blocos ou unidades básicas de informação que constituem um hipertexto. Uma lexia pode ser formada por diferentes elementos, tais como texto, imagens, vídeos, ícones, botões, sons, narração e etc.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[140: criatividade coletiva]]></title>
<link>http://lidoeanotado.wordpress.com/?p=97</link>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 15:08:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>L@uR!nh@</dc:creator>
<guid>http://lidoeanotado.wordpress.com/2008/09/05/140-criatividade-coletiva/</guid>
<description><![CDATA[



Duvido. Mas se você não conhece o Twitter, podemos explicar: de forma um pouco simplista, o Tw]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><BR><BR></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone" src="http://assets3.twitter.com/images/twitter.png?1220572277" alt="" width="210" height="49" /></p>
<p style="text-align:justify;">
<p><BR></p>
<p style="text-align:justify;">Duvido. Mas se você não conhece o <strong>Twitter</strong>, podemos explicar: de forma um pouco simplista, o <strong>Twitter </strong>é uma ferramenta de microbloggin, ou seja... Limitando sua expressão escrita em 140 caracteres, o sistema nasceu com a pergunta "O que você está fazendo agora?" para se tornar uma importante forma de comartilhamento de micro-informação na Rede. Quanto maior for a sua lista de contatos, mais diversa será a gama de informações (relevantes ou não, curiosas, pessoais e criativas) listadas pra vc...</p>
<p style="text-align:justify;">No <strong>Twitter</strong> também existem as famosas "tags", que podem ser monitoradas através de outras ferramentas (como Hastags, Tweet Scan, Twist ou outras) e fornecem um panorama sobre as discussões ou comentários sobre determinado tema.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao que nos interessa, surgiu essa espécie de micro-meme há algumas semanas que propunha aos twitteiros a criação de <strong>micro-contos em 140 caracteres</strong>. Cada microconto deveria ser precedido da tag <strong>#140</strong> e estaria concorrendo a uma premiação legal, em livros, claro!</P></p>
<p style="text-align:justify;">Produção coletiva de conteúdo literário. A linguagem hipertextual - essa que configura a existência da web como a conhecemos - permite não só a troca criativa ( muita coisa boa aparece, tenha certeza) mas também favorece que a própria linguagem refine, modele, organize suas formas a partir de novos conceitos de escrita e leitura.</p>
<p style="text-align:justify;">Como os microcontos continuam surgindo entre os meus contatos, resolvi <a href="http://twittersearch.flaptor.com/search/search.do?tz=-3&#38;orderBy=timestamp%3Along%3Areversed&#38;query=140"><strong>pesquisar a tag da campanha</strong></a>, saber o que os colaboradores criativos andam desenvolvendo mundo online a fora... Divertido, construtivo, inspirador... Veja o que está circulando por lá hoje:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>@storyteel</strong>, "ainda estava ofegante sobre o vestido branco manchado de sangue quando disparou: consegui o que mais queria, agora quero o anulamento".</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>@operon</strong>, "Procurou a vida inteira a cura da gagueira. Quando ela finalmente chegou, involuntária e inesperada, já era inútil. Só havia o silêncio".</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>@saabreu</strong>, " de tantas páginas viradas, amanhã começava um novo diário".</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>@anarina</strong>, "Só lhe restou puxar a ponta do vestido para secar as próprias lágrimas".</p>
<p><BR><BR></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hipertexto I]]></title>
<link>http://jornalismodigital.wordpress.com/2008/03/14/hipertexto-i/</link>
<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 14:30:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Holanda</dc:creator>
<guid>http://jornalismodigital.wordpress.com/2008/09/01/hipertexto-i/</guid>
<description><![CDATA[Apresentação da aula Hipertexto I, introduzindo o tema e aplicando conceitos em uma análise da m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Apresentação da aula Hipertexto I, introduzindo o tema e aplicando conceitos em uma análise da mídia on-line nacional.</p>
<p>[slideshare id=299834&#38;doc=aula3-ojd-links-1205125855226464-2&#38;w=425]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hipertexto y búsquedas adecuadas en la Web]]></title>
<link>http://lidaximenatabares.wordpress.com/?p=90</link>
<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 20:57:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>lidaximenatabares</dc:creator>
<guid>http://lidaximenatabares.wordpress.com/2008/08/27/hipertexto-y-busquedas-adecuadas-en-la-web/</guid>
<description><![CDATA[Holas, esta semana trabajamos dos temas en clase. El primero fue el hipertexto como el lenguaje de l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Holas, esta semana trabajamos dos temas en clase. El primero fue el hipertexto como el lenguaje de la web. Para ese tema preparé la presentación que publico a continuación.</p>
<p>[slideshare id=572047&#38;doc=hipertexto-1219869129820035-9&#38;w=425]</p>
<p>En clase realizamos un ejercicio (vale la pena aclarar que no es el que aparece en la presentación), que tienen la oportunidad de presentar quienes no asistieron a clase y quienes ven el curso virtual hasta el próximo domingo 31 de agosto. Basicamente deben buscar un tema (una zapatería, por ejemplo), desglozarlo en subtemas y aplicar para su organización uno de los tipos de jerarquía que aparecen en la presentación (lineal, arbórea, ...).</p>
<p>Para la próxima sesión queda pendiente un trabajo individual de búsqueda de cibergrafía (información en Internet) sobre los cambios sociales generados por las TIC (tecnologías de información y comunicación).</p>
<p>en cada uno de los documentos que encuentren sobre el tema (4 por persona), deben indicar el nombre del texto, la validez de la fuente y los subtemas tratados.</p>
<p>La validez de la fuente esta dada por datos como:</p>
<p>¿quién es el autor? ¿es un investigador, un centro de investigación? ¿un generador directo o indirecto de información?</p>
<p>Pueden buscar información sobre el autor en su perfil, en la sección quienes somos de la página donde encuentren el texto o en un buscador como google.</p>
<p>Para este ejercicio deben tener cuidado con fuentes como wikipedia o algunos apócrifos (o aquellos que suplantan a otros para darle credibilidad a sus contenidos).</p>
<p>Cualquier inquietud no duden en escribirme.</p>
<p>Lida Ximena Tabares</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exercício #1: Texto com hiperlinks]]></title>
<link>http://felipemoraispontocom.wordpress.com/?p=19</link>
<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 12:24:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>felipemoraispontocom</dc:creator>
<guid>http://felipemoraispontocom.wordpress.com/2008/08/27/exercicio-1-texto-com-hiperlinks/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Pai da internet&#8221; prevê explosão de serviços disponíveis on-line
 
JULIANA CARPANEZ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:Arial;">"Pai da internet" prevê explosão de serviços disponíveis on-line</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">JULIANA CARPANEZ, da Folha Online</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">O norte-americano Vinton Cerf, 62, atraiu a atenção de diversos representantes do setor de tecnologia nesta semana, em visita ao Brasil. Seu currículo justifica o interesse: considerado um dos pais da internet, o atual vice-presidente do Google e presidente da Icann (sigla em inglês para Corporação da Internet para Nomes e Números Designados) tem bagagem para falar sobre o histórico da rede e também os rumos que ela deve tomar nos próximos anos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">O especialista prevê uma explosão na oferta de <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx" target="_blank">serviços disponíveis on-line</a></span>. "Já estamos vivendo uma fase de transição, em que a internet deixa de ser uma rede de conexão de dados e pessoas para tornar-se uma 'rede de todas as coisas'", afirma.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Sua afirmação pode ser exemplificada com a disponibilidade, em um futuro próximo, de <a href="http://www.portaldetonando.com.br/forum/portal.php" target="_blank">diversos produtos compatíveis com a internet</a>. Uma máquina de lavar roupas hi-tech, por exemplo, poderá decidir o melhor ciclo de lavagens e quantidade de sabão para aquela peça de roupa manchada, quando o usuário especificar seu problema no site do fabricante.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Considerado um visionário, o cientista reforça a necessidade da inovação para que empresas consigam "formatar" modelos de negócio <a href="http://araraquara.sopastadelivery.com.br/component/option,com_virtuemart/page,shop.browse/category_id,1/Itemid,26/" target="_blank">tirando melhor proveito da tecnologia</a>. Como casos de sucesso, ele cita o iTunes (loja virtual da Apple que fornece conteúdo para o toca-MP3 iPod) e também a Netflix (locadora de DVDs em que os filmes escolhidos via internet são enviados pelo correio).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Nova geração</span></em><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">- A explosão de <a href="http://www.abcr.org.br/conc/conc_mapsp.php" target="_blank">serviços on-line</a> e conectividade deve ganhar força com a chegada ao mercado de trabalho dos jovens que atualmente se divertem com os MMORPG (sigla em inglês para RPG on-line, ou jogos que permitem a interação entre diversos usuários). "Eles estão acostumados com a interatividade e reforçarão este conceito dentro das empresas", diz.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Ainda falando sobre comportamento, Cerf descarta que a internet tenha tornado as pessoas mais hábeis para realizar diversas atividades simultaneamente. Segundo ele, esta capacidade é mais evidente entre os jovens, que são "multifuncionais" por natureza. "Pode ter certeza que, com a idade, as coisas vão ficando mais difíceis", afirma o bem-humorado cientista que se auto-intitula "o funcionário mais idoso do Google".</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">No Brasil, para onde veio diversas vezes desde 1975, ele também divulgou o projeto de internet interplanetária, que ajuda a desenvolver no Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa. O objetivo dos pesquisadores envolvidos neste projeto é juntar os planetas do Sistema Solar com a internet terrestre até 2010.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um novo cenário para a comunicação]]></title>
<link>http://siqueiraacademico.wordpress.com/?p=8</link>
<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 00:03:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>leonardosiqueira</dc:creator>
<guid>http://siqueiraacademico.wordpress.com/2008/08/04/um-novo-cenario-para-a-comunicacao/</guid>
<description><![CDATA[Leonardo Siqueira
A oportunidade de um novo gênero jornalístico frente à realidade do hipertexto ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span class="art_texto"><em>Leonardo Siqueira</em></span></p>
<p><span class="art_texto">A oportunidade de um novo gênero jornalístico frente à realidade do hipertexto e do conceito de uma leitura não-linear [<em>leitura que desobedece a uma metodologia cronológica, o conceito de leitura não-linear é considerado um precursor do hipertexto, link que dá origem a outra página na internet sobre um mesmo assunto (Palácios 1999)</em>] indica a necessidade de novas estratégias editoriais para o jornalismo na rede. Além disso, as condições de leitura e novos hábitos de consumo mudaram o perfil do leitor que tem acesso às informações pela web. Murad (1999) sugere que a possibilidade de maior espaço para as matérias deve ser aproveitada com a edição de textos curtos e enxutos. A especialista em Ciências Políticas afirma que muitos leitores são como <em>scanners</em>: vêem a notícia como imagem, fixando-se em elementos-chave. Conforme Murad, a possibilidade de inserir informações é ilimitada, mas o poder de <em>atenção</em> [grifo meu] em relação aos leitores, não. Outra ferramenta da web que deve influenciar a redação noticiosa é o sistema RSS. A tecnologia<em> </em>facilita a distribuição de dados e informa ao leitor quando alguma novidade é publicada ou postada no site, blog etc.</span></p>
<p>Embora muitas das especulações em relação ao texto jornalístico enfatizem a mudança no perfil dos leitores em detrimento da técnica, a discussão é pertinente e mereceu a atenção de teóricos e especialistas da comunicação no país e exterior, entre eles, a professora Angèle Murad, da Universidade Federal Fluminense e Ramón Salaverría, da Universidade de Navarra, na Espanha.</p>
<p>Mas a maneira de escrever para a web não é a única característica a ser considerada no mercado da comunicação para as próximas décadas. As estratégias de marketing e propaganda são mais agressivas e pretendem potencializar as ferramentas da internet. Uma das possibilidades da rede é a segmentação de mercado que permite um maior aproveitamento das ações de marketing, o que representa 2,7% das ações em publicidade e propaganda. [Projeto Inter-Meios. A iniciativa é feita em parceria com a empresa de auditoria PriceWaterhouse, que elabora um relatório de investimento em mídia no país. O relatório mede mensalmente os investimentos em veiculação feitos pelos anunciantes na mídia brasileira. Pelo menos 90% das verbas são mensuradas pelo projeto.]</p>
<p>Embora seja difícil estabelecer um cenário complexo do mercado comunicacional para os próximos anos é possível, ao menos, prever algumas mudanças no setor. Entre elas, a reinvenção do impresso, dos títulos mais tradicionais aos mais recentes, incluindo os populares e as mudanças estratégicas para o meio digital frente aos desafios técnicos e editoriais. O objetivo do presente artigo é destacar alguns desses desafios e suas implicações na atividade jornalística.</p>
<p><strong>A publicidade na mídia digital - </strong>O crescimento do faturamento bruto na internet aumentou 36% em 2006, segundo informações do Projeto Inter-Meios. Para a Editora Abril, o resultado gerou um acréscimo de 340% na receita publicitária da empresa e movimentou 22 milhões de reais no ano passado. O sucesso é atribuído à produção de um conteúdo específico para internet e acesso gratuito a páginas cujo conteúdo era disponível apenas para assinantes. A <em>Veja</em> estreou mais colunistas no site e aumentou em 143% a audiência do portal.</p>
<p>Para Cardozo (2004), a publicidade na internet possui grandes vantagens, entre elas a interatividade imediata do consumidor e sua capacidade de atender tanto a uma campanha massiva como atingir públicos extremamente segmentados. Segundo ela, de uma maneira geral, a internet proporciona ao anunciante direcionar sua ação para um <em>target</em> [em publicidade e propaganda, é o público-alvo da empresa] muito específico.</p>
<p>O jornal <em>The New York Times </em>faturou 10 milhões de dólares no ano passado, um lucro recorde em ações midiáticas na web. Apesar do resultado positivo, o aumento na receita publicitária reacendeu a polêmica sobre a viabilidade de o jornal existir apenas na versão online, conforme anunciou a direção da empresa. Uma discussão sobre a rentabilidade dos anúncios na internet em detrimento da pequena porcentagem que as ações representam para o faturamento global da empresa dividiu representantes e executivos do <em>NYT</em>. Um grupo, liderado pelo diretor de entretenimento do jornal, Nicholas Ascheim, acredita que o lucro não justifica a perda de leitores. Em contrapartida, há quem aposte na internet como ferramenta para resolver a perda de anunciantes.</p>
<p><strong>O futuro do impresso - </strong>Jornais norte-americanos como <em>The Wall Street Journal</em> e <em>USA Today</em> apresentaram queda de 10% e até 14% nos rendimentos publicitários. Embora o percentual represente apenas 5,4% da receita em publicidade dos jornais até 2006, o número preocupou especialistas e donos de jornais em todo o mundo. Mas os resultados não afetaram editores e profissionais ligados à mídia impressa. Pelo contrário, eles estão satisfeitos com os resultados, embora mostrem certa expectativa em relação ao resultado negativo do meio nos últimos anos. Um estudo realizado pelo World Editors Forum e Reuters revelou que 85% dos editores estão otimistas quanto ao futuro dos jornais onde trabalham. A pesquisa, intitulada Newsroom Barometer [Barômetro da Redação, sigla em inglês; <a class="art_leia" href="http://www.journalism.co.uk/news/story3243.shtml">disponível aqui</a>], avaliou 435 editores de todo o mundo. Uma boa parte deles trabalha em jornais europeus que têm grande atuação na internet. Cerca de 40% dos entrevistados acham que suas publicações serão mais lidas pela internet em um período de até dez anos e 35% acreditam que os impressos continuarão como veículo dominante. Além disso, oito de cada dez entrevistados vêem as novas ferramentas midiáticas como positivas para o jornalismo. "É hora de pararmos de nos definir a partir do tipo mídia que somos e começarmos a nos definir pelo tipo de serviço que prestamos: jornalismo", disse no site do Fórum o jornalista e analista de mídia Jeff Jarvis.</p>
<p>No país, a discussão não ganhou tanta atenção dos donos de jornal como nos Estados Unidos e Europa. Ademais, o jornalismo online não é o <em>core competence</em> [em marketing, a competência central de uma entidade ou organização] das empresas jornalísticas brasileiras. Para Barbosa (2000) a transposição [adaptação do jornal impresso para a mídia online] é o modelo de jornalismo correspondente à fase inicial de expansão do World Wide Web (www), formato presente ainda hoje nos veículos online do País. "Atualmente, no Brasil, apesar da evolução dos modelos, muitos jornais ainda estão operando segundo o formato transpositivo, conforme avaliou a pesquisa "Um mapeamento de características e tendências no jornalismo online brasileiro" (BARBOSA, A informação de proximidade no jornalismo online, página 3) [a autora cita um estudo feito pelo Instituto Verificador de Circulação (IVC), no qual foram avaliadas as edições online de 44 jornais do tipo comercial e diário de todas as regiões do país].</p>
<p>Entretanto, mudanças recentes no mercado impresso brasileiro apontam um caminho diferente para a mídia de papel: novas estratégias gráficas e editoriais. Para os veículos mais tradicionais, como <em>Folha de S. Paulo</em>, <em>O Globo</em>, <em>O Estado de S. Paulo</em> e <em>Zero Hora</em>, o desafio é maior: deter o crescimento dos populares e aumentar a participação de mercado<em> </em>junto aos anunciantes. Um levantamento feito pelo Instituto Verificador de Circulação (IVC) entre janeiro e novembro de 2006, publicado na edição do dia 5 de fevereiro de 2007 do jornal <em>Meio e Mensagem</em>, revelou um aumento de 6,19% da circulação de jornais em relação a 2005. Segundo dados do IVC, o crescimento dos populares é o principal propulsor do aumento da circulação de títulos no país. O popular <em>Extra,</em> do Rio de Janeiro, detém a terceira posição no <em>ranking</em> dos maiores jornais, à frente de periódicos de tradição como <em>O Estado de S.Paulo</em> e <em>Zero Hora</em>.</p>
<p><strong>Diminuir para crescer - </strong>Embora o modelo de jornal <em>standard</em> [modelo de jornal que mede, aproximadamente, 50cm de altura e 30cm de largura] seja o mais utilizado entre os veículos brasileiros e o mais adaptável ao formato jornalístico do meio, conforme aponta o jornalista Carlos José Fernandes (2006) [entrevista concedida na redação da <em>Gazeta do Povo</em> em 09/05/2006 para um grupo de TCC do curso de Jornalismo do Unasp, campus Engenheiro Coelho; a equipe elaborou caderno de educação para o jornal <em>O Estado do Paraná</em>], a aposta em um tamanho menor motivou a inovação de títulos considerados tradicionais no mercado. Um exemplo é o jornal <em>O Estado do Paraná</em>, do grupo Paulo Pimentel. Desde o dia 29 de março, o impresso começou a circular no tamanho <em>berlinder</em> [um modelo intermediário entre o <em>standard</em> e o tablóide] sem perder conteúdo e credibilidade. A maior dificuldade alegada pelos leitores do antigo formato era o manuseio em locais com pouco espaço. Para os anunciantes, a visibilidade é maior. Com a mesma verba aplicada em um jornal <em>standard</em>, o cliente pode obter 35% a mais de centimetragem na publicidade, o que potencializa o poder de comunicação da empresa.</p>
<p>Outro exemplo é o caso do <em>Jornal do Brasil</em>, um dos mais antigo do país, que, a partir de abril, começou a circular no novo formato. Além de reduzir despesas e aumentar o lucro em publicidade, uma provável ferramenta em resposta ao resultado obtido pela internet, o novo modelo é uma tendência comum na Europa. Jornais ingleses como <em>The Times</em>, <em>The Guardian</em> e <em>The Independent</em>, adotaram nos últimos três anos a estratégia de inovação gráfica.</p>
<p>Contudo, a discussão não envolve apenas a questão do pragmatismo editorial frente às dificuldades da mídia escrita. Embora a prática jornalística da informação concisa e utilitária – no caso dos tablóides e jornais em tamanho <em>berlinder</em> – seja a mais adequada em relação à mudança no perfil de leitores de jornal, a discussão a respeito da forma e conteúdo é o principal desafio para o impresso. Segundo Fernandes, um modelo menor para a mídia de papel implica a necessidade de uma captação noticiosa mais apurada. Segundo ele, a matéria no modelo tablóide precisa ser capaz de abrir uma página e merecer um título digno de manchete, em razão do tamanho reduzido.</p>
<p><strong>Considerações finais -</strong>Analistas de comunicação e profissionais ligados à atividade jornalística enfatizaram a falência da mídia de papel em detrimento dos desafios da comunicação digital. Esqueceram a responsabilidade da técnica e elementos semióticos ligados ao exercício da profissão. Mas acertaram no palpite: é preciso estabelecer políticas de comunicação e planejamento para o meio digital.</p>
<p>É bem verdade que a maneira de fazer jornalismo vai mudar daqui para frente e a responsabilidade ética acompanhará toda e qualquer produção jornalística. Seja em relação à difusão noticiosa em rede ou mídia impressa, ou ao relacionamento com o público. O novo perfil de leitores do online implica mais que a transposição, padronização ou superficialidade da notícia digital, características tidas como necessária para a produção jornalística. Ele exige uma segmentação, aproximação e contextualização da notícia, de acordo com Barbosa em <em>A informação de proximidade no jornalismo online</em>.</p>
<p>Conforme pondera Mielniczuk (1999), novas práticas tais como <em>chats </em>realizados com o público e personalidades sugerem um novo gênero de entrevista. Entre os desafios para o meio digital, o professor Ramón Salaverría, chefe do laboratório de comunicação multimídia da Universidade de Navarra, na Espanha, questiona a viabilidade da pirâmide invertida para o jornalismo online.</p>
<p>Há problemas de diversos tipos. Para começar, de extensão: os artigos pensados para a edição impressa, em geral, são muito extensos e obrigam o leitor à incômoda tarefa de avançar o texto ao longo das janelas. Ademais, os textos não permitem que ele conheça a extensão aproximada da quantidade de informação que está disponível. Isso implica que o leitor pode desejar ler detalhes substanciais do texto informativo porque supõe que a informação relevante já lhe foi oferecida nos primeiros parágrafos e que apenas lhe resta texto para ler. (SALAVERRÍA, <em>De la pirámide invertida al hipertexto</em>).</p>
<p>Em relação às técnicas de captação, redação e edição da notícia, há especulações de que o chamado jornalismo-cidadão poderia extinguir a figura do jornalista. E a internet é um meio propício para isso, já que o próprio leitor pode fazer a mediação entre a notícia e a divulgação dela. É perigoso utilizar a mídia como um fim, e não como um meio.</p>
<p>Ademais, o mercado é volúvel, por isso a necessidade de reinvenção gráfica e editorial do impresso. Apesar do vertiginoso crescimento da mídia online, a técnica jornalística é principal ferramenta de trabalho para os meios digitais e impresso. Antes de tudo, é preciso repensar as necessidades do público a partir do cenário comunicacional. Até porque a internet pode ser o carro-chefe daqui para frente, mas não agora.</p>
<p>Revista <em>Contracampo 7</em>, Dossiê Tecnologias: Niterói – RJ: Instituto de Arte e Comunicação Social; v.7, 47-69, 2º sem/2002. <a class="art_leia" href="http://bocc.ubi.pt/pag/barbosa-suzana-proximidade-online.pdf">Disponível aqui</a></p>
<p><strong>Referências bibliográficas</strong></p>
<p>CANAVILHAS, João Messias. <em>Considerações gerais sobre jornalismo na web</em>. Laboratório de Comunicação e Conteúdos Online, Covilhã, 2001. <a class="art_leia" href="http://www.bocc.ubi.pt/pag/canavilhas-joao-webjornal.pdf">Disponível aqui</a></p>
<p>CANESSO, Natacha Stefanini. Um estudo dos formatos de anúncios online. Trabalho apresentado no Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, em Porto Alegre. Anais; São Paulo: Intercom, 2004.</p>
<p>CARDOZO, Missila Loures. <em>Mercado e publicidade online</em>. <a class="art_leia" href="http://www2.metodista.br/unesco/gcsb/mercado.pdf">Disponível aqui</a></p>
<p>MIELNICZUK, Luciana. Características e implicações do jornalismo na Web. Trabalho apresentado no II Congresso da Associação Portuguesa de Comunicação (SOPCOM). Lisboa, 2001. <a class="art_leia" href="http://www.facom.ufba.br/jol/2001_mielniczuck_caracteristicasimplicacoes.pdf">Disponível aqui</a></p>
<p>MURAD, Angèle. <em>Oportunidades e desafios para o jornalismo na internet</em>. <a class="art_leia" href="http://www.uff.br/mestcii/angele1.htm">Disponível aqui</a></p>
<p>PALACIOS, Marcos. <em>Hipertexto, fechamento e o uso do conceito de não-linearidade discursiva</em>. <a class="art_leia" href="http://www.comunica.unisinos.br/tics/textos/1999/1999_mp.pdf">Disponível aqui</a></p>
<p>SALAVERRÍA, Ramón. <em>De la pirámide invertida al hipertexto</em>. <a class="art_leia" href="http://www.unav.es/fcom/mmlab/mmlab/investing/piram.htm">Disponível aqui</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[5. Cómo crear enlaces hipertexto]]></title>
<link>http://esjobs.wordpress.com/?p=125</link>
<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 08:46:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>esjobs</dc:creator>
<guid>http://esjobs.wordpress.com/2008/07/31/hipertexto/</guid>
<description><![CDATA[



Una vez visto como introducir distintos tipos de texto y párrafos así como insertar imágenes ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div id="contenidoCapitulo">
<div style="width:100%;">
<div class="page">
<p style="text-align:center;"><a href="http://esjobs.files.wordpress.com/2008/09/cadena.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-139" title="cadena" src="http://esjobs.wordpress.com/files/2008/09/cadena.jpg" alt="" width="410" height="230" /></a></p>
<p><span style="font-size:12px;">Una vez visto como introducir distintos tipos de texto y párrafos así como insertar imágenes en una página, lo único que queda por aprender para ser capaces de crear una página Web bastante completa son los enlaces hipertexto. Con ellos se pueden activar frases o palabras de la página para que al pulsar sobre ellas se salte a cualquier otra página de Internet que decidamos. </span></p>
<p><span style="font-size:12px;">Estos enlaces hipertexto (en inglés <em class="foreignphrase">links</em>) no son más que unas zonas (habitualmente palabras o frases) <em>especiales</em> de nuestro texto que ofrecen la posibilidad de pulsar sobre ellas para ir a otras páginas. El concepto del hipertexto no es nuevo, la mayoría de los lectores lo habrán usado ya en la ayuda de <span class="trademark">Windows</span>™ o en otros muchos sistemas, lo realmente novedoso que ofrecen estos enlaces en el WWW es la posibilidad de pulsar y navegar hasta páginas que se encuentren en el otro extremo de la tierra. El navegante puede moverse de España a Japón con una única pulsación sobre el texto adecuado. En seguida se verá lo sencillo que es incluir esta impresionante tecnología en una página web. </span></p>
<p><span style="font-size:12px;">Los enlaces pueden clasificarse en dos tipos, los internos o locales y los externos: </span></p>
<ol type="1">
<li><span style="font-size:12px;">Los enlaces internos son aquellos que enlazan las páginas que componen un mismo sitio web (<em class="foreignphrase">web site</em>). Todas estas páginas estarán (generalmente) en el mismo servidor WWW, y por tanto estarán también en el mismo ordenador. Por esta razón sólo será necesario indicar en nuestro código el nombre del archivo donde está la página que queremos enlazar y el directorio en el que se encuentra. Un ejemplo dirección de un enlace interno es: </span><br />
<table border="0" width="100%" bgcolor="#e0e0e0">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size:12px;color:#000000;"></p>
<pre class="programlisting">   /hobbies/index.html</pre>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</li>
<li><span style="font-size:12s;">Los enlaces externos permiten saltar desde una página hasta otra puede estar en cualquier otro lugar del mundo en otro servidor web. Al crear estos enlaces es necesario especificar la dirección completa de Internet (la URL) de la página que queremos enlazar. Por ejemplo: </span><br />
<table border="0" width="100%" bgcolor="#e0e0e0">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size:12px;color:#000000;"></p>
<pre class="programlisting">   http://www.otroservidor.com/hobbies/index.html</pre>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</li>
</ol>
<p><span style="font-size:12px;">Por último, cabe resaltar que aunque la mayoría de las veces los links se usan para enlazar una páginas con otras también pueden usarse con imágenes, sonido, vídeo y prácticamente cualquier tipo de fichero. </span></p>
<div class="sect2">
<h2 class="sect2"><span style="font-size:12s;">La etiqueta <tt class="sgmltag">&#60;a&#62;</tt>... <tt class="sgmltag">&#60;/a&#62;</tt></span></h2>
<p><span style="font-size:12s;">Esta etiqueta, de nombre sencillo, es la que va a permitir incluir en las páginas enlaces hipertexto. Su atributo 'href' permite indicar cual es la página a la que debe saltar el usuario al pulsar sobre el texto adecuado. El texto del enlace será aquel que se introduzca entre la instrucción de inicio y la instrucción de final de la etiqueta y debe ser resaltado por el navegador para que el usuario sepa que puede pulsar en él. La estructura de un link es: </span></p>
<table border="0" width="100%" bgcolor="#e0e0e0">
<tbody>
<tr>
<td><span style="color:#000000;"></p>
<pre class="programlisting"> <tt class="sgmltag">&#60;a href="dirección_URL"&#62;</tt>
  Texto que será sensible (hipertexto)
  <tt class="sgmltag">&#60;/a&#62;</tt></pre>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size:12s;">Los navegadores gráficos como <span class="productname">Netscape Navigator </span>y <span class="productname">Microsoft Internet Explorer </span>resaltan este texto mostrándolo de un color diferente y subrayándolo, además el cursor cambiará al situarlo sobre el texto. Los navegadores que funcionan en modo texto como <span class="productname">Lynx</span> resaltan los enlaces hipertexto cambiando el color del texto y de su fondo. </span></p>
<p><span style="font-size:12s;">Veamos un ejemplo sencillo del uso de enlaces. Se ha creado un sitio web personal con 2 páginas. La página principal se encuentra en el archivo <tt class="filename">index.html</tt> y se quiere que en ella haya un enlace a otra página donde se han escrito sobre los hobbies del creador del sitio web y que se encuentra en el archivo <tt class="filename">hobbies.html</tt>. El enlace podría ser algo así: </span></p>
<table border="0" width="100%" bgcolor="#e0e0e0">
<tbody>
<tr>
<td><span style="color:#000000;"></p>
<pre class="programlisting"><span style="font-size:12s;"> También puedes conocer mis </span><span style="font-size:12s;"><tt class="sgmltag">&#60;a
	href="hobbies.html"&#62;</tt>hobbies<tt class="sgmltag">&#60;/a&#62;</tt>
	   </span></pre>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size:12s;">El resultado es el que puede apreciarse en la figura 5.1 donde la palabra hobbies aparece resaltada. </span></p>
<div class="figure">
<p><strong><span style="font-size:12s;">Figura 5.1. Al pulsar sobre un enlace hipertexto <em>saltaremos </em>a otra página de Internet. Los navegadores resaltan estos enlaces para que sea fácil identificarlos. </span></strong></p>
<p><span style="font-size:12s;"><img src="http://www.wikilearning.com/imagescc/9708/fig2-10.png" alt="" /></span></div>
<div class="warning">
<table class="warning" border="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="25" align="center" valign="top"></td>
<td align="left" valign="top"><span style="font-size:12s;">Si no funciona un link conviene comprobar la sintaxis del código HTML. Un error común es no cerrar las comillas que tras poner la dirección de la página enlazada. Si se comete este error, además de no funcionar el enlace, es posible que desaparezcan otros elementos de la página al visualizarla. </span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<div class="sect2">
<h2 class="sect2"><span style="font-size:12s;">Páginas en otros directorios</span></h2>
<p><span style="font-size:12s;">Si la página a la que queremos crear el enlace no se encuentra en el mismo directorio que la actual es necesario indicar el directorio (o ruta de directorios, path) donde está. Si en el ejemplo anterior la página <tt class="filename">hobbies.html</tt> estuviese en el directorio <em>varios</em> el ejemplo anterior debería sustituirse por: </span></p>
<table border="0" width="100%" bgcolor="#e0e0e0">
<tbody>
<tr>
<td><span style="color:#000000;"></p>
<pre class="programlisting"> También puedes conocer mis
  <tt class="sgmltag">&#60;a href="varios/hobbies.html"&#62;hobbies&#60;/a&#62;</tt></pre>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size:12s;">Como vemos, para separar el nombre del directorio del nombre del archivo se usa el símbolo "/". También se usaría, si fuese necesario, para separar varios directorios. </span></div>
<div class="sect2">
<h2 class="sect2"><span style="font-size:12s;">Enlaces externos</span></h2>
<p><span style="font-size:12s;">La verdadera fuerza de Internet estriba en la posibilidad de navegar con una sola pulsación por información que se encuentre en cualquier lugar del mundo. Para convertir esto en realidad existen los enlaces externos. </span></p>
<div class="note">
<table class="note" border="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="25" align="center" valign="top"></td>
<td align="left" valign="top"><span style="font-size:12s;">Algunos diseñadores web recomiendan que no se creen enlaces externos desde la página principal o <em>home page</em> de nuestro sitio Web para no incitar al visitante a que se vaya de la página. </span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span style="font-size:12s;">La creación de uno de estos enlaces es muy similar a la creación de los enlaces locales. El único cambio radica en que el valor dado al atributo 'href' es la dirección completa de Internet, sea otra página web, una imagen o cualquier otro archivo. Por ejemplo, para incluir un enlace desde cualquier página a la de DMOZ (<em class="foreignphrase">Open Directory Project</em>) . Para ello puede emplearse: </span></p>
<table border="0" width="100%" bgcolor="#e0e0e0">
<tbody>
<tr>
<td><span style="color:#000000;"></p>
<pre class="programlisting"> Enlace a <tt class="sgmltag">&#60;a href="http://www.dmoz.org"&#62;</tt>Directorio DMOZ<tt class="sgmltag">&#60;/a&#62;</tt></pre>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size:12s;">Así de fácil. Para referirse a un archivo específico del servidor de <span class="productname">DMOZ</span> hay que especificar la ruta de directorios y el nombre del archivo. Un ejemplo de uso podría consistir en construir un enlace a la sección sobre Internet de este buscador. Para ello hay que incluir el siguiente link: </span></p>
<table border="0" width="100%" bgcolor="#e0e0e0">
<tbody>
<tr>
<td><span style="color:#000000;"></p>
<pre class="programlisting"><span style="font-size:12s;"> </span><span style="font-size:12s;"><tt class="sgmltag">&#60;a
	href="http://www.dmoz.org/Computers/Internet/"&#62;</tt>
	     Sección de Internet de DMOZ <tt class="sgmltag">&#60;/a&#62;</tt>
	   </span></pre>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size:12s;">Un aspecto destacable de este ejemplo es que se ha especificado la ruta de directorios pero no el nombre del archivo. Con ello se consigue acceder al archivo por defecto de ese directorio. Todos los servidores web tienen un <em>archivo</em> por defecto de manera que si no se introduce el nombre ninguno ese archivo será el mostrado. En la mayoría de servidores el nombre elegido es <tt class="filename">index.html</tt> por lo que la dirección usada antes sería equivalente a: </span></p>
<table border="0" width="100%" bgcolor="#e0e0e0">
<tbody>
<tr>
<td><span style="color:#000000;"></p>
<pre class="programlisting"><span style="font-size:12s;"> http://www.yahoo.com/computers/internet/</span><span style="font-size:12s;"><tt class="filename">index.html
  </tt>
	   </span></pre>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div class="note">
<table class="note" border="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="25" align="center" valign="top"></td>
<td align="left" valign="top"><span style="font-size:12s;">Si un sitio Web consta de varias páginas es usual incluir todos los enlaces externos en una página especial dedicada a ellos como la que se muestra en la figura 5.2. </span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div class="figure">
<p><strong><span style="font-size:12s;">Figura 5.2. Página que agrupa todos los enlaces de un sitio web </span></strong></p>
<p><span style="font-size:12s;"><img src="http://www.wikilearning.com/imagescc/9708/fig2-11.png" alt="" width="500" height="371" /></span></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<h2><span style="color:#008080;">Tema relacionado:</span></h2>
<p><a href="http://esjobs.wordpress.com/2008/07/17/diseno-de-enlaces/">Diseño de enlaces</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El hipertexto]]></title>
<link>http://eduardmasdeu.wordpress.com/?p=170</link>
<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 22:02:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>eduardmasdeu</dc:creator>
<guid>http://eduardmasdeu.wordpress.com/2008/07/30/170/</guid>
<description><![CDATA[Según Rios y Cebrián en el libro “Nuevas Tecnologías de la Información y la Comunicación apli]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Según Rios y Cebrián en el libro “<em><a href="http://dialnet.unirioja.es/servlet/libro?codigo=37">Nuevas Tecnologías de la Información y la Comunicación aplicadas a la Educación</a></em>”, el hipertexto es un documento donde solo se presenta información en bloques de texto unidos entre sí por nexos o vínculos que hacen que el lector elija o decida en cada momento el camino de lectura a seguir en función de los posibles itinerarios que le ofrece el programa.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Por otro lado, Nelson, en “<em><a href="http://dc-mrg.english.ucsb.edu/conference/CNCSC/multimedia/documents/wardrip-fruin.pdf">Literary Machines</a></em>“, lo define como "<em>un conjunto de bloques de texto interconectados por nexos, que forman diferentes itinerarios para el usuario</em>". A esta definición habría que añadir que, según George P. Landow, uno de los principales investigadores de la hipertextualidad, "<em>los nexos (enlaces) electrónicos unen fragmentos de texto internos o externos a la obra, creando un texto que el lector experimenta como no lineal o, mejor dicho, como multilineal o multisecuencial</em>".</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Según Nelson, "<em>la cultura mundial es un hipertexto implícito que la tecnología informática permite descubrir, explicitar y objetivar</em>". Nelson añade que "<em>en el hipertexto la última palabra no existe. No puede haber una última versión, un último pensamiento. Siempre hay una visión, una idea, una interpretación nueva</em>".</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Conceptualmente, el hipertexto puede utilizar soportes abiertos -online- o cerrados -offline-, y, según la acepción del término que utilizamos en este trabajo que corresponde a las primeras aplicaciones de este lenguaje, interconecta información principalmente verbal.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Leitura: espelho do leitor, espelho do texto]]></title>
<link>http://texturaslij.wordpress.com/?p=16</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 00:33:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Augusto</dc:creator>
<guid>http://texturaslij.wordpress.com/2008/07/20/leitura-espelho-do-leitor-espelho-do-texto/</guid>
<description><![CDATA[Na última quinta-feira (17/7), tive o prazer de participar de um simpósio sobre literatura infanti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Na última quinta-feira (17/7), tive o prazer de participar de um simpósio sobre literatura infantil na USP. Sob o título de <a href="http://www.abralic.org/mod/glossary/view.php?id=91" target="_blank">"A narrativa ficcional para crianças e jovens e as representações literárias de práticas de leitura"</a>, o simpósio foi um dos eventos do <a href="http://www.abralic.org/course/view.php?id=2" target="_blank">Congresso Internacional 2008</a> da <a href="http://www.abralic.org/" target="_blank">Abralic</a> (Associação Brasileira de Literatura Comparada).</p>
<p>As exposições giraram em torno de duas questões principais:</p>
<ol>
<li>de que forma o texto infantil reflete a sociedade que o criou: mostrando um tipo específico de leitor, um conceito de infância, uma moralidade social, costumes, um processo editorial etc.;</li>
<li>que estratégias um texto infantil traz para que o leitor se veja refletido nele.</li>
</ol>
<p>Como num jogo de espelhos, os textos infantis (como todo texto) são carregados preceitos morais e ideologias da sociedade, de certo modo numa tentativa de formar cidadãos segundo seus valores. De outro lado, o leitor busca no texto elementos de identificação: personagens e situações que condizam com seus valores pessoais e respondam a seus desejos e interesses.</p>
<p>Daí para mim a importância de que a formação crítica de leitores seja estimulada desde cedo... para que os pequenos, expostos constantemente a discursos ideológicos (não só nos livros, mas também na TV, na internet, e em todos os outros meios), possam perceber, entender e questionar esses textos.</p>
<p>Assim tavez possamos ter, num futuro, cidadãos mais conscientes. Para mim, esse é um dos grandes papéis da educação, e um dos únicos caminhos para uma sociedade melhor. O que acham?</p>
[caption id="attachment_17" align="alignnone" width="471" caption="Prof. José Nicolau Gregorin Filho e profa. Maria Zilda da Cunha debatem sobre ideologia na literatura infantil, durante simpósio do Congresso Internacional 2008 da Abralic."]<a href="http://texturaslij.wordpress.com/files/2008/07/17-07-08_1424.jpg"><img class="size-full wp-image-17" src="http://texturaslij.wordpress.com/files/2008/07/17-07-08_1424.jpg" alt="Simpósio Abralic 2008" width="471" height="412" /></a>[/caption]
<p>Para quem se interessar, fiz a seguir um resumo das três exposições mais relevantes do simpósio, com algumas observações pessoais:</p>
<blockquote><p><strong>Leitura: um jogo de espelhos</strong></p>
<p><em><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4703945U7" target="_blank">José Nicolau Gregorin Filho </a>(USP - São Paulo/SP)</em></p>
<p>A partir da década de 1970, a literatura infantil no Brasil alcançou uma qualidade menos moralizante/dogmatizante e mais livre/estética (mas ainda assim, com função pedagógica, o que é quase indissocíavel da literatura para crianças). Principalmente desde então, ela tem espelhado a sociedade, os grupos sociais e suas transformações. Isso porque, segundo o prof. Nicolau, as LDBs (Leis de Diretrizes e Bases) e os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais) homologam a discussão de temas considerados tradicionalmente "tabu" para a infância, a saber: a morte, o sexo e a violência. Como exemplo, é trabalhada a obra <a href="http://www.cosacnaify.com.br/loja/detalhes.asp?codigo_produto=655&#38;language=pt&#38;showPromo=True" target="_blank"><em>Um garoto chamado Rorbeto</em></a> (Gabriel, o Pensador e Eduardo Bueno - Cosac Naify), que traz a história de um garoto que aprende a usar suas aparentes deficiências em seu favor. Assim, manifestam-se valores como inclusão e respeito às diferenças, defedidos pela sociedade contemporânea.</p>
<p><strong>De estratégias de leitura aos desafios para medir a astúcia do viajante</strong></p>
<p><em><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4723255U9">Maria Zilda da Cunha</a> (USP - São Paulo/SP)<br />
</em></p>
<p>A partir da metáfora do labirinto, a profa. Maria Zilda mostra um tipo de leitura, denominada por Lucia Santaella, como "imersiva ou navegadora". Nesse tipo de texto, que tem por grande exemplo a obra de Jorge Luis Borges, o leitor é chamado a todo momento a optar por caminhos, uma vez que o texto deixa elementos abertos para intervenção do "viajante". Entre outras obras, a profa. Maria Zilda, traz <em><a href="http://www.ciadasletras.com.br/web_store.cgi?details=40425&#38;buy=yes&#38;cart_id=5301015.6703&#38;titulo_p_ini=zubair&#38;product=Livro&#38;pg_pesq=0&#38;slink=1" target="_blank">Zubair e os labirintos</a> </em>(Roger Mello - Cia. das Letrinhas) em que o leitor é levado junto com o protagonista para dentro de labirintos e, em determinado momento, inclusive, se confunde com este. A obra mostra um tipo de texto, com relações hipertextuais, que têm sido colocado em evidência, entre outros motivos, devido à emergência das novas mídias.</p>
<p><strong>Narizinho e Emília: representações de cenas de leitura e construção do perfil da leitora novecentista na obra infantil de Monteiro Lobato</strong></p>
<p><em><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4707317J0" target="_blank">Patricia Katia da Costa Pina </a>(UESC - Ilhéus/BA)<br />
</em></p>
<p>A partir de cenas das obras do Sítio do Picapau Amarelo em que a personagem Dona Benta lê para as personagens infantis, a profa. Patricia estabelece dois perfis de leitor, tendo por base as personagens Narizinho e Emília. Narizinho sempre ratifica (e às vezes amplia) o texto lido por Dona Benta e a interpretação da avó. Seus comentários são sempre paráfrases e reprodução das idéias do texto. O leitor tipo "Narizinho" seria então aquele leitor modelar, tradicional, que as famílias do início do século XX esperariam de suas crianças (Será que isso hoje mudou?). Já Emília transgride o sentido original dos textos e questiona a interpretação tradicional de Dona Benta. Seus comentários subvertem os textos e os parodiam. O leitor tipo "Emília", seria o leitor crítico, que as diretrizes pedagógicas e as concepções modernas de infância esperariam das crianças (será que estamos rumando para isso?). Com isso, a profa. Patricia conclui que Lobato cria um recurso em que há duas possibilidades de identificação do leitor infantil: o leitor tradicional com a personagem Narizinho (e também com Pedrinho) e o leitor moderno com a personagem Emília.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[• O que é multimídia? ]]></title>
<link>http://liquidificador.wordpress.com/2008/07/16/%e2%80%a2-o-que-e-multimidia/</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 13:31:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana Flávia Dias</dc:creator>
<guid>http://liquidificador.wordpress.com/2008/07/16/%e2%80%a2-o-que-e-multimidia/</guid>
<description><![CDATA[  
Este vídeo foi a introdução de um trabalho da faculdade sobre multimídia feito em conjunto co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="display:block;width:425px;margin:0 auto;"> [vodpod id=Groupvideo.1396831&#38;w=425&#38;h=350&#38;fv=clip_id%3D1350804%26server%3Dwww.vimeo.com%26autoplay%3D0%26fullscreen%3D1%26md5%3D%26show_portrait%3D0%26show_title%3D0%26show_byline%3D0%26context%3D%26context_id%3D] </span></p>
<p>Este vídeo foi a introdução de um trabalho da faculdade sobre multimídia feito em conjunto com o Elson, Darlene e Lucas essa era a minha parte, e como não poderia deixar de ser, bastante didática (minha cara).</p>
<p>Abordamos a questão da interatividade como ponto-chave dessa linguagem e por isso o trabalho completo não pode ser colocado aqui, explico: como foi apresentado em sala de aula, era para um público específico, com peculiaridades dos envolvidos, inclusive fotos e não tenho autorização para mostrar as imagens. Por esse motivo o corte brusco no som.</p>
<p>Além da interatividade as principais características da multimídia foram abordadas também através de vídeos sobre:</p>
<blockquote><p>•Linguagem - Elson Di Nardo (<a href="http://cafecomdesign.wordpress.com/2008/07/16/linguagens-multimidiaticas/" target="_blank">veja aqui</a>)</p>
<p>•Ciberespaço - Lucas Devaney (não veja aqui pois ele não divulgou)</p>
<p>•Hipertexto - Darlene Carvalho (não vai ver também, infelizmente).</p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Una lectura de <i>Mantra</i>, de Rodrigo Fresán]]></title>
<link>http://elpezvolador.wordpress.com/?p=82</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 16:23:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Martín Cristal</dc:creator>
<guid>http://elpezvolador.wordpress.com/2008/07/01/una-lectura-de-mantra-de-rodrigo-fresan/</guid>
<description><![CDATA[Por Martín Cristal
Un lector disfruta más de aquellas obras que descubre en un momento de la vida ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Martín Cristal</strong></p>
<p>Un lector disfruta más de aquellas obras que descubre en un momento de la vida que favorece una <em>conexión total</em> entre su entendimiento —su sensibilidad, su experiencia— y el tema, el tono o la complejidad que esos textos proponen. Antes o después de ese momento propicio puede que la lectura también se finalice, incluso con agrado, pero sin ese impacto fortísimo que podría traducirla en una experiencia memorable.</p>
<p>Mi acercamiento a <em>Mantra</em>, segunda novela de Rodrigo Fresán, fue lento y desconfiado. Cuando se publicó (2002), yo vivía en México desde hacía ya casi tres años: era un argentino que había llegado al DF sin ningún plan y había terminado escribiendo <a title="Descargar PDF del 1er capitulo" href="http://www16.brinkster.com/martincristal/baresv1.pdf" target="_blank"><em>Bares vacíos</em></a> (2001), una novela acerca de un argentino que llega al DF sin ningún plan. Por eso, cuando se publicitó el plan pergeñado por cierta editorial transnacional —pagarle a un escritor argentino que vivía en Barcelona para que viajara al DF y escribiera una novela cuyo eje fuera la capital mexicana—, yo desconfié de inmediato: escritura por encargo, pasajes, plazos… <em>Demasiado plan</em>. Yo ya sabía que casi todos los que llegaban al DF, con plan o sin él, terminaban haciendo algo distinto de lo que pensaban.</p>
<p>Hojeé <em>Mantra</em> por primera vez en la librería Gandhi, o quizás fue en El Péndulo. Cuando vi que la primera parte de la novela no transcurría en el DF y que además el personaje principal era un mexicanito que iba a su primer día de escuela con un revólver para jugar a la ruleta rusa en frente de sus nuevos compañeros, me dije: “Uf, el cliché del mexicano loco, peligroso y machote. Mejor no sigo leyendo”. Pero seguí hojeando el libro: a vuelo de pájaro vi que la segunda parte era una especie de glosario sobre la ciudad. Aliterando, me dije: “qué género generoso es la novela: cualquier cosa puede hacerse en su nombre”. Me pareció que muchos términos del glosario también eran clichés, lugares comunes del DF, porque alcancé a leer algunas entradas breves que sí lo eran (“Picante” o “¿Dónde queda?”, por ejemplo). Decidí no leer <em>Mantra</em>: ese libro no podía ser bueno.</p>
<p>Hoy me doy cuenta de que mi primera aproximación estuvo sesgada, aunque creo que ese sesgo a la larga me resultó beneficioso. La Ciudad de México era mi (ir)realidad cotidiana de aquel entonces y creo que ninguna novela por encargo podría haber competido contra la experiencia verdadera, presente y tangible, de (sobre)vivir a diario en la misma metrópoli de la que dicho texto intentaría dar cuenta. Creo que, en esos días, el libro me hubiera desilusionado, porque yo hubiera tenido que pensar: “aquí faltan muchísimas cosas que también son esta ciudad”. Yo vivía en esa realidad contaminada e impura, estaba inmerso en ella, y sólo hubiera podido catalogar al autor como un simple turista empleado por una editorial transnacional, y a su novela como “el chingado libro de un chingado extranjero queriendo ser más mexicano que los mexicanos”.</p>
<p><a href="http://elpezvolador.files.wordpress.com/2008/07/fresan-bdemon.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-83" src="http://elpezvolador.wordpress.com/files/2008/07/fresan-bdemon.jpg" alt="" width="500" height="330" /></a></p>
<p>La cita anterior pertenece a <em>Mantra</em>. También la que sigue: “Los extranjeros que llegan a México suelen encontrar finales más bien infelices”. No fue mi caso, aunque quizá sólo supe irme a tiempo. Tanta cita entrecomillada me delata: sí, al final la leí. Viví cinco años en México, por varios motivos decidí regresar a la Argentina y, dos años después de eso, volví a tener la novela de Fresán entre mis manos, esta vez en una librería argentina. Supongo que por nostalgia del DF, leí <em>Mantra</em> en una hamaca mexicana que colgaba en mi departamento de Córdoba. Creo que ese lugar y ese momento hicieron que disfrutara mejor de esta novela, la cual se suma al amplio abanico de escritores no mexicanos que escribieron una “obra-que-transcurre-en-México”; o <em>escribimos</em>, corrijo, con total y absoluta vergüenza debido al calibre de los nombres que estoy a punto de recordar: Lawrence, Greene, Lowry, Traven, Kerouac y también Roberto Bolaño (con muchos de sus textos, entre los que reina su brillantísima novela <em>Los detectives salvajes</em>).</p>
<p>El comienzo de <em>Mantra</em> se me reveló mucho más atrapante de lo que yo esperaba, quizás, justamente, por mi nueva predisposición. La primera de sus tres partes se me fue en una sola sentada (o hamacada). Para comenzar la segunda parte —la más extensa: un glosario en apariencia tan <a title="Definición (Wikipedia)" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Narrativa_hipertextual" target="_blank">hipertextual</a> como el <em>Diccionario Jázaro</em> de Pavic, pero mexicano y sin cruces, lunas o estrellas que nos guíen y oficien de <em>link</em> entre un término y otro—, tuve que hacer una pausa y bajar un cambio, aguantar el quiebre narrativo hasta comprender que lo que seguía finalmente no era puro fragmento (puro <em>cut-up</em>), sino una historia que de a poco se podría ir reconstruyendo. Conforme avanzaba en la lectura, la ilusión de hipertextualidad que el formato “glosario” le da a esta segunda parte de la novela fue cediendo terreno ante la certeza de que el autor no espera (ni favorece) un tránsito no lineal por su texto; lo corroboré al notar que muchas veces los títulos de las “entradas” del glosario no son más que pausas formales intercaladas en un relato continuo y bien hilado. Había relato en el fondo, y eso lo agradecí: la novela sí era una novela, no un cuaderno de apuntes de viajes disfrazado, como me había parecido al principio.</p>
<p>Debo decirlo: una entrada de este glosario me provocó el malestar que todo escritor siente cuando lee algo parecido a lo que él mismo ha escrito alguna vez. Hablo de esas coincidencias que —cualquiera que lea y escriba lo sabrá—, suceden de vez en cuando. Dos meses antes de comprar y leer <em>Mantra</em>, yo había publicado un libro <em>—Mapamundi</em> (2005)— con cuentos cuyos personajes son argentinos en el extranjero. La acción de cada cuento transcurre en una ciudad diferente. Uno de ellos (“Vivir en aeropuertos”) ocurre en el DF. Las coincidencias entre ese cuento y la entrada de <em>Mantra</em> referida al Aeropuerto Internacional Benito Juárez son lógicas, lo sé: somos dos argentinos hablando acerca de un mismo lugar en la misma época, pero… igualmente, uno se siente entre sorprendido e incómodo.</p>
<p>La prosa es fluida y experta, precisa o ambigua a voluntad del autor. Creo que el estilo de Fresán en <em>Mantra</em> puede terminar de pintarse con sus propias palabras: “el hombre casi siempre exagera sus conocimientos cuando habla de lo que no conoce” (p. 215); “somos cultos y sofisticados y adictos a los nombres y a las firmas de otros. Manía referencial…” (p. 416); “Yo y mi jodida costumbre de relacionar todo con todo” (p. 413).</p>
<p>La mencionada manía referencial es a veces autorreferencial: en varias partes de la novela hay guiños para quien haya leído obras anteriores de Fresán, como por ejemplo los cuentos de <em>Historia argentina</em>. Otro elemento constructor de la novela son las paráfrasis o reescrituras. Las hay de Cortázar, Lowry y también de Rulfo: la tercera parte de la novela comienza parafraseando <em>Pedro Páramo</em>, en una especie de <em>cover</em> que quiere ser una contribución a la ciencia ficción mexicana, la cual, según Fresán, es casi inexistente toda vez que “poco y nada les importa a los mexicanos el concepto de futuro como tema”. (Quien tenga ganas de discutir el punto, podrá hacerlo fácilmente si antes consulta el libro <em>Los confines. Crónica de la ciencia ficción mexicana</em>, de Gabriel Trujillo Muñoz; Grupo Editorial Vid, México DF, 1999).</p>
<p>Por momentos —cuando Fresán parece olvidarse de la narración, distraído quizás con la tematización de la ciudad en su glosario—, el método de juntar datos y luego combinarlos entre sí hasta la exasperación produce que de a ratos el libro se convierta en un extensísimo artículo de <em>Página/12</em>, de esos que Fresán nos tiene acostumbrados a leer (<em>Uno, Dos, Tres</em>…). Esto sucede sobre todo hacia el final de la segunda parte: la acción ya está planteada, quedan pocos acicates argumentales que motiven la lectura porque uno espera ya la resolución de la trama; hay cierto suspenso, sí, pero como seguimos dando vueltas por la ciudad, la novela se estira y el suspenso se diluye en el cansancio del lector, cansancio que es alimentado también por otros recursos de los que el autor abusa, como el <em>copy-paste</em> del “(<em>a.k.a.</em>)”, con el que verdaderamente llega a ponerse pesado.</p>
<p>Para Fresán, el DF es un “mesías apocalíptico” (“postapocalíptico”, diría Carlos Monsiváis). Es una visión posible. En plan de personificar la ciudad, yo creo que el DF no es más que uno de esos borrachos grandotes, nobles pero llenos de ideas confusas y arranques de violencia difíciles de contener por los meseros de la cantina. Un alcohólico crónico, que por lo general se la pasa cantando o durmiendo la mona, pero que es capaz de madrear a quien lo despierte antes de averiguar la razón por la cual ha sido despertado.</p>
<p>“Aquí faltan muchísimas cosas que también son esta ciudad”: eso es lo que hubiera dicho de haber leído <em>Mantra</em> mientras vivía en el DF. Ahora veo que es inevitable que lo diga en este momento también. El catálogo mexicano de Fresán es incompleto. Además de faltarle <em>muchísimo</em> alcohol, al DF de Fresán le faltan los <em>tianguis</em> (o mercados) y los cordeles estranguladores de sus lonas, al acecho del cuello de cualquiera que mida más de un metro setenta; otros barrios peligrosos (que Tepito no es el único); la <em>mordida</em> (o soborno) instituida como lubricante de las transas urbanas; los <a title="La receta de este plato tipico" href="http://www.mundorecetas.com/culinaria/pasoapaso/chiles_en_nogada_tradicionales/" target="_blank">chiles en nogada</a> de septiembre y muchas otras delicias del país que confluyen en su capital; el albur, ignorado olímpicamente en la novela; las pulquerías, el barrio chino (<em>¡pinche Martita!</em>) y una infinidad de cosas más. Pero los que crean que por insinuar una lista de “cosas que faltan” —lista que inevitablemente también es incompleta— aquí se pretende restarle valor a la novela de Fresán, no entienden lo que digo y de seguro integran el “Conjunto de las Personas que Jamás Han Pisado el DF”; porque los que conocen la ciudad saben o deberían saber que el DF no cabe en una novela, aunque ésta tenga más de 500 páginas. No hay otra alternativa que seleccionar y omitir.</p>
<p>Más allá de los señalamientos que puedan hacérsele aquí o allá a una obra extensa y compleja como ésta, creo que <em>Mantra</em> es una buena novela, con una narración original y bien planteada. Creo también que es todo lo honesta que puede ser una novela que no nos esconde su naturaleza de obra por encargo, ni sus intenciones, ni su procedimiento. No sé cómo apreciará <em>Mantra</em> alguien que nunca haya estado en el DF o alguien que nunca haya salido del DF; yo estoy contento de haber vivido y salido de esa ciudad para poder disfrutar de esta novela, o de haber disfrutado de esta novela para recordar que alguna vez viví en México.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Site - Ciberscópio]]></title>
<link>http://webcultura.wordpress.com/?p=67</link>
<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 05:17:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodolfo Arruda</dc:creator>
<guid>http://webcultura.wordpress.com/2008/06/16/site-ciberscopio/</guid>
<description><![CDATA[Tá afim de bastante material denso para discutir Hipertexto, Tecnologia e Informação? Textos acad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Tá afim de bastante material denso para discutir Hipertexto, Tecnologia e Informação? Textos acadêmicos e autores credenciados.</p>
<p><a href="http://www.ciberscopio.net/index.php"><img src="http://www.ciberscopio.net/imagens/logo.gif" alt="" width="200" height="64" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hipertexto cooperativo: uma análise da escrita coletiva a partir dos blogs e da wikipédia]]></title>
<link>http://jacksonmedeiros.wordpress.com/?p=272</link>
<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 21:11:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jackson Medeiros</dc:creator>
<guid>http://jacksonmedeiros.wordpress.com/2008/06/06/hipertexto-cooperativo-uma-analise-da-escrita-coletiva-a-partir-dos-blogs-e-da-wikipedia/</guid>
<description><![CDATA[Desde que comecei a me interessar pelo estudo do hipertexto sempre achei o tema um tanto &#8220;enge]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Desde que comecei a me interessar pelo estudo do hipertexto sempre achei o tema um tanto "engessado". Digo isso porque o trabalho ficaria, quase que exclusivamente, à reflexão sobre links e escrita colaborativa. Ainda creio que tal "engessamento" possa existir, mas sempre temos que procurar possibilidades. e a Web 2.0 está aí para isso, com seus blogs e seus wikis.</p>
<p style="text-align:justify;">Um artigo bem interessante, e que reflete essa interação causada por essas ferramentas, é o "<a href="http://jacksonmedeiros.wordpress.com/files/2008/06/hipertexto-cooperativo-uma-analise-da-escrita-coletiva-a-partir-dos-blogs-e-da-wikipedia.pdf" target="_blank">Hipertexto cooperativo: uma análise da escrita coletiva a partir dos blogs e da wikipédia</a>", dos professores Alex Primo e Raquel Recuero.</p>
<p style="text-align:justify;">Nesse mundo 2.0, onde alguns preceitos da coletividade estão renascendo, vale a pena dar uma boa olhada neste artigo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A interatividade e o hipertexto segundo Lucia Leão]]></title>
<link>http://gamesfilmes.wordpress.com/?p=35</link>
<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 12:18:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>ericescudero</dc:creator>
<guid>http://gamesfilmes.wordpress.com/2008/06/05/a-interatividade-e-o-hipertexto-segundo-lucia-leao/</guid>
<description><![CDATA[- Uma característica marcante da hipermídia é a possibilidade de uma leitura não-linear
- Embora]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>- Uma característica marcante da hipermídia é a possibilidade de uma leitura não-linear</p>
<p>- Embora para alguns, a interatividade seja algo impossível num formato como o CD-ROM visto que todas as possibilidades são previamente programadas, para a autora é possível incluir escolhas aleatórias, fazendo com que cada leitura seja única. No caso dos games, embora as possibilidades também sejam previamente programadas, a interferência do usuário e a vasta gama de opções e caminhos a serem seguidos, faz com que a experiência seja única para cada jogador.</p>
<p>- Segundo Rokeby a interatividade pode ser pode ser definida como um modo de expressão artística. Ela se define no momento em que a obra reflete de volta para nós as conseqüências de nossas ações e decisões.</p>
<p>- Autor e receptor se confundem.</p>
<p>- Leitor como construtor de labiríntos</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[INFORMÁTICA, MULTIMEDIA E HIPERTEXTOS EN LA ENSEÑANZA. Diseño y Desarrollo de Materiales Multimedia Educativos]]></title>
<link>http://isabril.wordpress.com/?p=76</link>
<pubDate>Mon, 26 May 2008 11:24:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>isabril</dc:creator>
<guid>http://isabril.wordpress.com/2008/05/26/informatica-multimedia-e-hipertextos-en-la-ensenanza/</guid>
<description><![CDATA[


LA INFORMÁTICA
La utilización de los medios informáticos en el ámbito educativo es desde hace]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;padding-left:210px;"><img src="http://fresno.cnice.mecd.es/~mgad0008/foto2.jpg" alt="" width="204" height="142" /></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;">
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;">
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;"><strong><span style="color:#0000ff;">LA INFORMÁTICA</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;"><span style="color:#9900cc;">La utilización de los medios informáticos en el ámbito educativo es desde hace décadas tema central de debate en política educativa, entre los docentes y los especialistas sobre el tema. El abaratamiento de los equipos informáticos, el fácil manejo del software, el continuo uso doméstico de la informática, hace que la Informática sea de uso frecuente en todos los sectores. Por lo tanto lo es tambíen en el sistema educativo.</span></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;"><span style="color:#9900cc;">La informática en el aula se puede ver desde dos puntos distintos: como fin o como medio.</span></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;"><span style="color:#9900cc;">- <span style="color:#008000;">Como fin</span>: el objetivo es ofrecer al alumno una adecuada cualificación para la utilización de las nuevas tecnologías, adquiriendo poco a poco los conocimientos y formación necesaria útiles para su futuro. La creación del área de informática y el uso frecuente de ésta en otras asignaturas hará que el alumno se integre en la alfabetización informática dentro del curriculum.</span></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;"><span style="color:#9900cc;">- <span style="color:#008000;">Como medio</span>: se trataría de utilizarla como instrumento didáctico para sacar el mayor provecho de ella y convertirlo en una herrmamienta de aprendizaje, tanto para el docente como para el discente. El ordenador ayudaria, a unos y a otros en las tareas administrativas, en las de enseñanza, adquisición de conocimientos y aprender DEL ordenador y CON el ordenador.</span></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;"><span style="color:#9900cc;">Los <span style="color:#008000;">programas con soporte informático </span>se clasifica en :</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;text-align:justify;padding-left:60px;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;color:#9900cc;"><span>Þ<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="color:#9900cc;">Herramientas de usurario con intención generalizada.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;text-align:justify;padding-left:60px;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;color:#9900cc;"><span>Þ<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="color:#9900cc;">Interactivos de aprendizaje y refuerzo del desarrollo de la creatividad</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-indent:-18pt;text-align:justify;padding-left:60px;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;color:#9900cc;"><span>Þ<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="color:#9900cc;">Juegos de programas y entretenimiento, que potencian habilidades y destrezas</span></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;"><span style="color:#9900cc;">Todos se crean bajo distintos paradigmas de tipo instructivo, cognitivo y constructivo.</span></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;">
<p style="text-align:justify;padding-left:180px;"><img src="http://marenas.files.wordpress.com/2007/07/frosti.jpg" alt="" width="247" height="165" /></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;">
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;">
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;"><span style="color:#0000ff;">C</span><span style="color:#0000ff;">LASIFICACIÓN DE LOS MATERIALES EDUCATIVOS INFORMÁTICOS</span></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;"><span style="color:#9900cc;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;padding-left:60px;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;color:#9900cc;"><span>Ø<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="color:#9900cc;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>Software específico y material audiovisual</strong></span>: centrado en material y nivel educativo concreto. Ej: “cuaderno de Pipo” (software cerrado), “<a href="http://www.educared.net/" target="_blank">Educared</a>” (software educativo)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:18pt;text-align:justify;"><span style="color:#9900cc;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;padding-left:90px;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;color:#9900cc;"><span>Ø<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="color:#9900cc;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>Herramientas creativas:</strong></span> creación de productos artísticos multimedia dirigidas a los niños, se orientan más hacia el proceso. Permiten el trabajo colaborativo, utilizando animaciones, vídeo, fotografías, etc. Ejemplos:<br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:88.8pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;padding-left:60px;"><!--[if !supportLists]--><span style="color:#9900cc;"><span>-<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span>Kid Pix: fomenta la creatividad y que está adaptada a los niños de todas las edades, incluso de preescolar. Permite dibujar, insertar fotos, ver películas, insertar música, grabar voces, para finalmente realizar presentación del trabajo realizado.</span><!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:88.8pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;padding-left:60px;"><!--[if !supportLists]--><span style="color:#9900cc;"><span>-<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span>Scratch: entorno para enseñar conceptos básicos de programación a los niños.</span><!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:70.8pt;text-align:justify;"><span style="color:#9900cc;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;padding-left:60px;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;color:#9900cc;"><span>Ø<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="color:#9900cc;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>Herramientas de autor</strong></span>, permiten la:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:18pt;text-align:justify;"><span style="color:#9900cc;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:88.8pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;padding-left:30px;"><!--[if !supportLists]--><span style="color:#9900cc;"><span>-<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span><strong>Adaptación de las actividades a la materia y nivel</strong>. Ejemplos:</span><!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:70.8pt;text-align:justify;"><span style="color:#9900cc;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:160.8pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;color:#9900cc;"><span>§<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="color:#9900cc;"><a href="http://clic.xtec.net/es/jclic/download.htm" target="_blank">Clic y JCli</a>c (aplicación informática con proyectos donde se ubican paquetes de actividades)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:160.8pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;color:#9900cc;"><span>§<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="color:#9900cc;"><a href="http://www.ecomur.com/hotpotatoes/" target="_blank">Hot Potatoes </a>(ejercicios interactivos basados en páginas web),</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:160.8pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;color:#9900cc;"><span>§<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="color:#9900cc;"><a href="http://redes.cepmalaga.org/courses/052922IF005/" target="_blank">Squeck</a> (aplicación multiplataforma diseñada únicamente para la enseñanza/aprendizaje)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:160.8pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;color:#9900cc;"><span>§<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="color:#9900cc;"><a href="http://malted.cnice.mec.es/" target="_blank">Malted</a> (diseñado para el aprendizaje de lenguas)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:160.8pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;color:#9900cc;"><span>§<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="color:#9900cc;"><a href="http://www.teddi.ua.es/formacion/hyperstudio.asp" target="_blank">Hyperestudio</a> (destinada a los alumnos a partir de los 7 años, además de profesorado, donde se crean proyectos interactivos. Se encuentra en desarrollo)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:160.8pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Wingdings;color:#9900cc;"><span>§<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="color:#9900cc;"><a href="http://perso.wanadoo.es/martindedios/index.htm" target="_blank">Neobook</a> (destinado a profesores para crear su propio software educativo)</span></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;"><span style="color:#9900cc;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;"><strong><span style="color:#0000ff;">MULTIMEDIA, HIPERMEDIA E HIPERTEXTO</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;"><span style="color:#9900cc;">Con los avances tecnológicos en el ámbito audiovisual e informático, surgieron nuevos medios en los que se unen las capacidades comunicativas audiovisuales y digitales, dando lugar a los multimedias interactivos (combinación de sonidos, fotografias, vídeos, textos, etc). Cuanto más sentidos estén en contacto con el proceso de aprendizaje, más sencilla será la asimilación y retención de los conocimientos. El uso del término multimedia en computación está referido al uso del software (sistemas y programas multimedias) y el hardware (ordenadores multimedias). Existen otros términos parecidos y que crean confusión, estando relacionados unos con otros:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:54pt;text-indent:-18pt;padding-left:30px;text-align:justify;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;color:#9900cc;"><span>·<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="color:#9900cc;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>Hipermedia</strong></span>: es la fusión entre el concepto hipertexto y multimedia. Están en soporte informático que permitan “organizar la información textual, visual y sonora a través de vínculos que crean asociaciones entre información relacionada dentro del sistema” <span style="color:#9933cc;">(Caridad, M. y Moscoso, P. (1991): Los sistemas de hipertexto  e hipermedios, Madrid, Pirámide).<a name="Caridad1991"></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:54pt;text-indent:-18pt;padding-left:30px;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;color:#9900cc;"><span>·<span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="color:#9900cc;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>Hipertexto</strong></span>: podría considerase como un subtipo de materiales hipermedia, donde los datos del mismo son textuales. Pero los avances tecnológicos hacen que se permitan incorporar otros medios (sonidos, imágenes fijas e incluso de movimiento)</span></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;"><span style="color:#9900cc;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;"><span style="color:#9900cc;">Por lo tanto podríamos decir, que el hipertexto es un subtipo de programas hipermedia y multimedia, así como hipermedia lo es frente a los programas multimedia.</span></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;">
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;"><span style="color:#9900cc;">Como vemos en esta exposición, nos encontramos con una gran cantidad de herramientas para crear, manejar, colaborar, aprender, enseñar y disfrutar a través de la red y tecnologías, que potencian el aprendizaje significativo, tanto a los profesores, como a los alumnos.</span></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:60px;"><span style="color:#9900cc;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:54pt;text-indent:-18pt;text-align:justify;padding-left:60px;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family:Symbol;color:#9900cc;"><span><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;"> </span></span></span><!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:54pt;text-indent:-18pt;text-align:justify;padding-left:150px;"><img src="http://www.colegiolardero.es/fotos/educacion_infantil.gif" alt="" width="160" height="158" /></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:54pt;text-indent:-18pt;text-align:justify;padding-left:60px;"><span style="color:#9900cc;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:54pt;text-indent:-18pt;text-align:justify;padding-left:60px;"><span style="color:#9900cc;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:54pt;text-indent:-18pt;text-align:justify;padding-left:60px;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como fazemos]]></title>
<link>http://atercricaodesites.wordpress.com/?p=7</link>
<pubDate>Sat, 24 May 2008 02:21:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>temcosta</dc:creator>
<guid>http://atercricaodesites.wordpress.com/2008/05/24/como-fazemos/</guid>
<description><![CDATA[Trabalhamos com o conceito da &#8220;pirâmide&#8221;    de 4 camadas: e-publishing, e-relationship ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:x-small;font-family:arial;">Trabalhamos com o conceito da "pirâmide"    de 4 camadas: e-publishing, e-relationship e e-company. Cada empresa tem as    suas próprias</span><span style="font-size:x-small;font-family:arial;"> necessidades que podem    evoluir com o tempo. </span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:arial;">1) <span style="color:#ffff00;">E-Publishing</span> - presença    na internet e estratégia de comunicação on-line</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:arial;">2)<span style="color:#ff9900;"> <span style="color:#ffff00;">E-Relationship</span></span> - nível anterior + estratégia de fidelização e relacionamento    com o internauta</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:arial;">3)<span style="color:#ff9900;"> <span style="color:#ffff00;">E-Commerce</span></span> - nível anterior + estratégia de comércio on-line</span></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:arial;">4)<span style="color:#ff9900;"> <span style="color:#ffff00;">E-Company</span></span> - nível anterior + total automação dos processos e implementação    dos conceitos de companhia eletrônica (intranets, extranets, etc.)<br />
</span><span style="font-size:x-small;font-family:arial;"><br />
Para cada projeto elaboramos um conceito de comunicação que alcance os objetivos    e resultados esperados pelo cliente. Tendo esse conceito definido, desenvolvemos    o projeto desde a fase de planejamento e criação até a implantação, utilizando    sempre os recursos tecnológicos mais avançados.<br />
...............................</span></p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><strong><span style="font-size:x-small;color:#99ff00;">Porque    fazemos</span></strong></span><span style="font-size:x-small;font-family:arial;"><br />
Porque fazemos muito bem e porque acreditamos na dinâmica da comunicação interativa    nessa nova era digital.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
