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	<title>hebreus &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/hebreus/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "hebreus"</description>
	<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 15:22:15 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Uma chance e um Mediador      ]]></title>
<link>http://meditardiaenoite.wordpress.com/?p=110</link>
<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 10:43:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>meditardiaenoite</dc:creator>
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<description><![CDATA[ 
Em Hebreus 9:27 está escrito: “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, v]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p style="background:none transparent scroll repeat 0 0;margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="color:#800000;"><span style="background:none transparent scroll repeat 0 0;"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><span style="font-size:small;">Em Hebreus 9:27 está escrito: “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo”. Neste versículo, Deus esclarece que os homens estão destinados a morrer uma só vez, vindo depois o juízo. Portanto, depois da morte vem o juízo! Não há reencarnação, pois a oportunidade de salvação que possuímos se limita de nosso nascimento até o dia da nossa morte natural.</span></span></span></span></p>
<p style="background:none transparent scroll repeat 0 0;margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="color:#800000;"><span style="background:none transparent scroll repeat 0 0;"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><span style="font-size:small;">Em 1Timóteo vemos que Deus está assentado no trono e que entre Ele e os homens há um único mediador: Jesus Cristo, homem. Isso significa que se quisermos ser salvos e restaurados, precisamos ir a Deus por intermédio de Jesus Cristo.</span></span></span></span></p>
<p style="background:none transparent scroll repeat 0 0;margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"> </p>
<p style="background:none transparent scroll repeat 0 0;margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="color:#800000;"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><span style="font-size:small;"><span style="background:none transparent scroll repeat 0 0;">Fonte: Jornal O Sul por Sérgio Alves</span></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Perseverar até o fim.]]></title>
<link>http://meditardiaenoite.wordpress.com/?p=53</link>
<pubDate>Thu, 08 May 2008 11:32:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>meditardiaenoite</dc:creator>
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<description><![CDATA[ 
Para meditar:
Hebreus 6:10-12 Porque Deus não é injusto, para se esquecer da vossa obra, e do a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="color:#800000;"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><span style="font-size:small;"><strong>Para meditar:</strong></span></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;" align="justify"><span style="color:#800000;"><span style="font-family:Arial, sans-serif;"><span style="font-size:small;"><strong>Hebreus 6:10-12</strong> <em>Porque Deus não é injusto, para se esquecer da vossa obra, e do amor que para com o seu nome mostrastes, porquanto servistes aos santos, e ainda os servis. E desejamos que cada um de vós mostre o mesmo zelo até o fim, para completa certeza da esperança; para que não vos torneis indolentes, mas sejais imitadores dos que pela fé e paciência herdam as promessas. </em></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Caos x Fé]]></title>
<link>http://gabrielfelix.wordpress.com/2008/02/20/caos-x-fe/</link>
<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 08:23:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>gabrielfelix</dc:creator>
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<description><![CDATA[Umas das coisas que tem fortalecido a minha fé é o fato de me conscientizar de que Deus não parou]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Umas das coisas que tem fortalecido a minha fé é o fato de me conscientizar de que Deus não parou para considerar os problemas visíveis; não se deteve para meditar sobre a profundidade, largura, altura ou quantidade da deformação da terra, como também não perdeu tempo analisando a imensidão do vazio.</p>
<p>Simplesmente, ao olhar para o caos, colocou seu foco nas soluções mais importantes para meditar, do que em problemas. Diante disso, reconheço que muitas vezes perdemos tempo criando imagens negativas quando paramos para considerar as circunstâncias.</p>
<p>Quanto mais ficamos presos a essas imagens, mais nos sentimos impossibilitados, e os problemas se agigantam. A Bíblia nos ensina que a fé vem pela pregação, e a pregação pela palavra de Deus. Observe que não é qualquer pregação que nos alimenta de uma fé do tipo de Deus.</p>
<p>Uma pessoa poderá abrir a Bíblia para pregar, usar um texto bíblico e mesmo assim não proporcionar aos seus ouvintes a fé do tipo de Deus.</p>
<p>Uma certa ocasião ouvi um homem de Deus ministrando cura sobre muitas pessoas. Pude perceber nele um coração desejoso de fazer a vontade de Deus. Era um homem sincero em suas palavras, mas com relação à doutrina da redenção estava sinceramente errado. Em seus ensinamentos sobre a cura divina ele salientava que se fosse da vontade de Deus as pessoas seriam curadas.</p>
<p>É bem verdade que ele estava usando um texto bíblico que dizia que Jesus curava as pessoas. Entretanto, a sua pregação não transmitia a fé do tipo de Deus, e sim uma esperança sob dois aspectos: esperança positiva e esperança negativa, pela possibilidade de haver ou não uma cura.</p>
<p>Sabemos que esperança não é fé; logo, sua pregação pela palavra estava produzindo a fé do tipo do homem que vê a impossibilidade em Deus quando essa não existe, pois a impossibilidade está no homem, por não crer ou não conhecer exatamente como a Palavra de Deus trata esse assunto.</p>
<p>A pregação pela Palavra de Deus produziria exatamente o que Deus diz, a fé do tipo de Deus, pela qual todas as coisas são possíveis ao que crê.</p>
<p>“A fé é a certeza das coisas que se esperam e a convicção de fatos que se não vêem.” Hebreus 11.1</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hb 12:1 e 2]]></title>
<link>http://beadisciple.wordpress.com/?p=26</link>
<pubDate>Sun, 03 Feb 2008 02:32:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>beadisciple</dc:creator>
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<description><![CDATA[Visto que temos uma multidão tão grande de homens de fé observando-nos da tribuna principal, afas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Visto que temos uma multidão tão grande de homens de fé observando-nos da tribuna principal, afastemos de nós qualquer coisa que nos torne vagarosos e nos atrase, e especialmente aqueles pecados que se enroscam tão fortemente em nossos pés e nos derrubam; e corramos com perseverança a carreira especial que Deus pôs diante de nós. Mantenham o olhar firme em Jesus, nosso líder e orientador.</p>
<p><strong>O que é que me torna vagarosa e me atrasa?</strong> A televisão. Passo horas diante dela. A internet também. As discussões vazias, as conversas tolas.</p>
<p>O que me torna vagarosa e me atrasa em uma corrida? Todo peso desnecessário! As preocupações por minha vida, minha família, minhas coisas. A indisciplina, a preguiça. O medo me torna bastante devagar.</p>
<p><strong>Devo me livrar também (e especialmente) daqueles pecados que tão fortemente se enroscam em meus pés e me derrubam.</strong> Quais pecados me derrubam? O orgulho está sempre à espreita. A justiça própria, a incredulidade, os pensamentos impuros, a necessidade de ser o centro do mundo.</p>
<p><strong>E devo correr a carreira proposta.</strong> Preciso caminhar no caminho estreito. Nessa carreira é fundamental fixar os olhos em Jesus. Na carreira cristã não preciso me preocupar em chegar em primeiro lugar. Jesus já fez isso e outros já completaram-na antes de mim. O importante nessa carreira é completá-la. E não há outra maneira de conseguir senão olhando para Jesus, o autor e consumador da fé, seguindo seu exemplo.</p>
<p>Pai, ajuda-me a me livrar de todo peso extra. De tudo aquilo que me deixa mais pesada, mais cansada e me torna uma corredora mais devagar. Livra-me também dos pecados que se agarram fortemente e me derrubam.</p>
<p>Dá-me consciência, todos os dias, de que tenho uma carreira a completar. E que nesta carreira não há necessidade de chegar em primeiro lugar. Todo aquele que a completa é vencedor porque Jesus assegurou o lugar mais alto do pódio por e para todos nós.</p>
<p>Lembra-me sempre de não olhar para os lados ou para o quanto falta, mas que meus olhos permaneçam sempre fixos em Jesus, o autor e consumador (líder e orientador) desta carreira de fé.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Igreja, o tráfico e a escravidão]]></title>
<link>http://leitorcritico.wordpress.com/?p=52</link>
<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 18:46:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Lemes</dc:creator>
<guid>http://leitorcritico.wordpress.com/?p=52</guid>
<description><![CDATA[Meus caros leitores,
Coloco um texto muito pertinente, já que nas ultimas semanas a comemoração d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Meus caros leitores,</p>
<p>Coloco um texto muito pertinente, já que nas ultimas semanas a comemoração de 200 anos da chegada da corte portuguesa ao Brasil tem levantado algumas polêmicas referentes aquela época.</p>
<p>Espero que o texto possa ser de grande auxílio para esclarecer a posição da Igreja Católica diante do tráfico negreiro e da escravidão.</p>
<p>Boa Leitura<br />
Carlos Lemes</p>
<h5>A Igreja, o tráfico e a escravidão</h5>
<h6> Rafael Diehl</h6>
<div style="text-indent:18pt;"><span style="font-size:10pt;">Proponho-me aqui a tratar da visão da Igreja Católica acerca da escravidão, bem como o papel desta nesse processo. Para isso, introduzirei o texto tratando da questão escravista nos pensamentos que influenciaram a ideologia cristã: a teologia hebraica antiga e a filosofia clássica greco-romana.<br />
</span></div>
<div style="text-indent:18pt;"></div>
<ol>
<li><span style="color:#ff0000;"><b><span style="font-size:10pt;">A escravidão no pensamento greco-romano e no pensamento hebraico</span></b></span></li>
</ol>
<div style="margin:0 0 0 18pt;"><span style="font-size:10pt;">Para a mentalidade greco-romana, a escravidão era considerada lícita, concedendo ao senhor amplo domínio sobre seus escravos, inclusive o direito de vida e morte sobre os mesmos. Havia duas justificativas principais: </span></div>
<div style="text-indent:18pt;"><span style="font-size:10pt;">Aristóteles considerava que a escravidão era determinada fisicamente, ou seja, ele cria que alguns seres humanos nasciam com condições físicas propícias ao ofício escravo: com muita força física e pouca inteligência. Para tanto, cria-se que os homens eram desiguais quanto à natureza e aos acidentes.</span></div>
<div style="text-indent:18pt;"><span style="font-size:10pt;">Já a filosofia estóica pregava uma explicação metafísica: a do Destino. Para eles, alguns indivíduos nasciam destinados à escravidão e não poderiam alterar sua sorte.</span></div>
<div style="text-indent:18pt;"><span style="font-size:10pt;">Por outro lado, os hebreus consideravam lícito escravizar estrangeiros, mas não outros hebreus. Isso porque os gentios eram considerados acidentalmente, não naturalmente, inferiores ao “povo escolhido” da Revelação Divina.<a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftn1" title="_ftnref1" name="_ftnref1"><span><span><span style="font-size:10pt;">[1]</span></span></span></a> A escravidão de hebreus eram permitidas apenas temporariamente.<a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftn2" title="_ftnref2" name="_ftnref2"><span><span><span style="font-size:10pt;">[2]</span></span></span></a> </span></div>
<div style="text-indent:18pt;"></div>
<ol>
<li><b><span style="color:#ff0000;"><span style="font-size:10pt;">A doutrina Cristã sobre a escravidão</span></span></b></li>
</ol>
<div style="text-indent:18pt;"><span style="font-size:10pt;">A doutrina cristã, de modo geral, era contrária à escravidão e ao comércio de escravos. Já nos primórdios do Cristianismo, São Paulo Apóstolo (séc. I d.C.) ensinava a igualdade de natureza entre os homens, judeus e gentios (não-judeus), visto que a Nova Aliança possuía um caráter universalista. Entretanto, não tendo grande influência na sociedade romana imperial, a Igreja recomendava aos escravos serem obedientes e não se revoltarem contra os seus senhores, mas também admoestava os senhores ao bom trato com seus escravos.</span></div>
<div style="text-indent:18pt;"><span style="font-size:10pt;">A escravidão, era também vista como uma conseqüência acidental do pecado, tal como expõe Santo Agostinho de Hipona (século IV-Vd.C.) que dizia ser todo homem escravo de seus pecados, e que alguns também eram castigados tornando-se escravos de senhores temporais.<a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftn3" title="_ftnref3" name="_ftnref3"><span><span><span style="font-size:10pt;">[3]</span></span></span></a> Mas também considera que os escravos devem aceitar sua condição como punição pelos seus vícios, bem como serem obedientes e amarem seus senhores para não darem razão aos maus-tratos por eles provocados.<a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftn4" title="_ftnref4" name="_ftnref4"><span><span><span style="font-size:10pt;">[4]</span></span></span></a> Pensa, contudo, que a condição escrava era temporária e chegaria um tempo na qual não seria mais necessário o escravismo.<a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftn5" title="_ftnref5" name="_ftnref5"><span><span><span style="font-size:10pt;">[5]</span></span></span></a></span></div>
<div style="text-indent:18pt;"><span style="font-size:10pt;">Durante a Antiguidade Tardia (séculos IV-VII), apesar de ainda existir (inclusive fundamentada no direito da época) no Oriente, o escravismo foi, aos poucos sendo substituído pelo sistema do colonato, que por volta do ano 1000 gerou o feudalismo. No senhorio feudal, alguns camponeses estavam submetidos ao regime de servidão, que difere-se da escravidão propriamente dita, já que o servo medieval recebia um pequeno lote de terra para cultivar e possuía um vínculo semi-voluntário com seu senhor.<a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftn6" title="_ftnref6" name="_ftnref6"><span><span><span style="font-size:10pt;">[6]</span></span></span></a> Possuindo um ligação de dependência com sua terra, o servo não poderia ser vendido separado de sal terra.</span></div>
<div style="text-indent:18pt;"><span style="font-size:10pt;">Voltemos, pois as medidas da Igreja. Em 873, o papa João VIII em uma carta a um príncipe da Sardenha diz:“<i>Há uma coisa a respeito da qual desejamos admoestar-vos em tom paterno; se não vos emendardes, cometereis grande pecado, e, em vez do lucro que esperais, vereis multiplicadas as vossas desgraças. Com efeito, por instituição dos gregos, muitos homens feitos cativos pelos pagãos são vendidos nas vossas terras e comprados por vossos cidadãos que os mantêm em servidão. Ora consta ser piedoso e santo, como convém a cristãos, que, uma vez comprados, esses escravos sejam postos em liberdade por amor a Cristo, a quem assim proceda, a recompensa será dada não pelos homens, mas pelo mesmo Nosso Senhor Jesus Cristo. Por isto exortamo-vos e com paterno amor vos mandamos que compreis dos pagãos alguns cativos e os deixeis partir para o bem de vossas almas.”<a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftn7" title="_ftnref7" name="_ftnref7"><span><span><b><span style="font-size:10pt;">[7]</span></b></span></span></a></i></p>
<p></span></div>
<div style="text-indent:18pt;"><span style="font-size:10pt;">De igual forma, as condenações serão reafirmadas pelo papa Pio II em 1462. Em uma época que o tráfico escravo estava ressurgindo na Europa, principalmente devido às conquistas portuguesas<a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftn8" title="_ftnref8" name="_ftnref8"><span><span><span style="font-size:10pt;">[8]</span></span></span></a>, Pio II afirma que o tráfico escravo é <i>magnum scelus</i>, um “grande crime”.<a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftn9" title="_ftnref9" name="_ftnref9"><span><span><span style="font-size:10pt;">[9]</span></span></span></a> Outras censuras ao escravismo e ao tráfico serão reforçadas pelos papas como Urbano VIII (1639) e Bento XIV (1741), sendo que o último prescreveu excomunhão para os senhores que maltratassem seus escravos.<a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftn10" title="_ftnref10" name="_ftnref10"><span><span><span style="font-size:10pt;">[10]</span></span></span></a> Gregório XVI, em 1839 dirá em uma epístola que:<i>“</i></p>
<p></span><i><span style="font-size:10pt;">Admoestamos os fiéis para que se abstenham do desumano tráfico dos negros ou de quaisquer outros homens que sejam.” </span></i><span style="font-size:10pt;">Também o papa Leão XIII, no século XIX apoiará as tendências abolicionistas no Brasil, que obtiveram êxito com a lei Áurea em 1888.</span></div>
<div style="text-indent:18pt;"></div>
<div style="text-indent:18pt;"></div>
<ol>
<li><span style="color:#ff0000;"><b><span style="font-size:10pt;">Igreja e escravidão no Brasil</span></b></span></li>
</ol>
<div style="text-indent:18pt;"><span style="font-size:10pt;">Para tratar acerca das relações entre a Igreja Católica e o Brasil utilizarei de três fontes principais: A obra <i>Economia Cristã dos Senhores no Governo dos Escravos</i> (fins do século XVII) do padre jesuíta Jorge Benci, os Sermões do Padre jesuíta Antônio Vieira (século XVII) e As <i>Constituiçoens primeyras do Arcebispado da Bahia</i> (1707).</span></div>
<div style="text-indent:18pt;"><span style="font-size:10pt;">Importante recordar que a Igreja no Brasil, estava submetida ao padroado e ao beneplácito da Coroa Portuguesa, o que reduzia em parte sua autonomia na região, pois a mesma ficava sujeita ao poder régio lusitano. Não tendo poder suficiente para aplicar as determinações papais que sugeriam o fim do tráfico e da escravidão, limitam-se a exortar os senhores no bom trato aos escravos e estabelecer sanções canônicas contra os abusos.<a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftn11" title="_ftnref11" name="_ftnref11"><span><span><span style="font-size:10pt;">[11]</span></span></span></a></span></div>
<div style="text-indent:18pt;"><span style="font-size:10pt;">Nos sermões do Padre Vieira podemos observar a reprovação ao tráfico e à escravidão. No Sermão XIV, por exemplo, reafirma a igualdade natural dentre os homens.<a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftn12" title="_ftnref12" name="_ftnref12"><span><span><span style="font-size:10pt;">[12]</span></span></span></a> No mesmo Sermão diz que os negros não são inferiores, mesmo tendo sito gentios e cativos.<a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftn13" title="_ftnref13" name="_ftnref13"><span><span><span style="font-size:10pt;">[13]</span></span></span></a> Sobre o tráfico escravo considera no Sermão XXVII que:<i>"Nas outras terras, do que aram os homens e do que fiam e tecem mulheres se fazem os comércios: naquela (na África) o que geram os pais e o que criam a seus peitos as mães, é o que se vende e compra. <b>Oh! trato desumano, em que a mercancia são homens! Oh! mercancia diabólica, em que os interesses se tiram das almas alheias e os ricos são das próprias</b>'' </i>(destaques nossos).<a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftn14" title="_ftnref14" name="_ftnref14"><span><span><span style="font-size:10pt;">[14]</span></span></span></a></p>
<p></span></div>
<div style="text-indent:18pt;"><span style="font-size:10pt;">Para Vieira, a escravidão além de ilícita atrai pragas e desastres para o Brasil, conforme conclui no Sermão XVII.<a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftn15" title="_ftnref15" name="_ftnref15"><span><span><span style="font-size:10pt;">[15]</span></span></span></a></span></div>
<div style="text-indent:18pt;"><span style="font-size:10pt;">Em fins do século XVII, o padre Jorge Benci escreve a sua <i>Economia Cristã dos Senhores no governo dos escravos</i>, onde procura formular quais os deveres dos senhores para com os servos a partir das palavras do capítulo 33 do Eclesiático: <i>panis, disciplina et opus servo</i> – pão, disciplina e trabalho para o servo. Nesta obra, Benci defende que os senhores devem fornecer aos escravos o sutento material (comida e vestuário) e espiritual (catequese e o não impedimento do usufruto dos Sacramentos); a disciplina (ensinando-os e castigando-os, sem, contudo cometer excessos); o trabalho condizente com as condições e capacidades físicas do escravo. (para que não fiquem ociosos, que segundo o autor seria ocasião para pecados) e o descanso durante as noites, Domingos e dias santos. </span></div>
<div style="text-indent:18pt;"><span style="font-size:10pt;">Embora lembre que nos primeiros tempos do cristianismo era comum os recém-convertidos alforriarem seus escravos, o autor considerando que tal coisa era difícil de ser conseguida da parte dos senhores de seu tempo insiste no bom tratamento que os senhores devem aos escravos, pois para ele é tirano o senhor que não se compadece dos sofrimentos de seus servos.<a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftn16" title="_ftnref16" name="_ftnref16"><span><span><span style="font-size:10pt;">[16]</span></span></span></a></span></div>
<div style="text-indent:18pt;"><span style="font-size:10pt;">Passemos, pois às Constituições primeiras do Arcebispado da Bahia, de 1707. Estas constituições forma promulgadas pelo Primeiro Sínodo Diocesano do Brasil, em Salvador. Suas determinações estiveram em vigor durante os séculos XVIII e XIX.</span></div>
<div style="text-indent:18pt;"><span style="font-size:10pt;">Estas Constituições dedicaram vinte e três tópicos à questão dos escravos, sendo que as principais determinações foram: exortar aos senhores no bom trato dos escravos fornecendo-lhes sustento necessário em alimentos e vestuários, bem como o descanso nos Domingos e dias santos. Também regulamentou a catequese ministrada aos escravos, bem como proibiu os batismos forçados.<a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftn17" title="_ftnref17" name="_ftnref17"><span><span><span style="font-size:10pt;">[17]</span></span></span></a> Além disso, o Sínodo defendeu o direito dos escravos ao usufruto do Sacramento do Matrimônio, mesmo contra a vontade dos senhores, conforme permitia o Direito Canônico.<a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftn18" title="_ftnref18" name="_ftnref18"><span><span><span style="font-size:10pt;">[18]</span></span></span></a>Outra determinação foi a obrigação dada ao senhores de concederem aos seus falecidos escravos Missas de corpo-presente e sétimo dia de falecimento, bem como uma sepultura cristã.<a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftn19" title="_ftnref19" name="_ftnref19"><span><span><span style="font-size:10pt;">[19]</span></span></span></a> Como pode-se ver, as determinações deste Sínodo episcopal foram fortemente influenciadas pela obra de Jorge Benci.<a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftn20" title="_ftnref20" name="_ftnref20"><span><span><span style="font-size:10pt;">[20]</span></span></span></a></span></div>
<p><span style="font-size:10pt;">Por fim, destaco a ação das Irmandades, Confrarias e Ordens Religiosas no Brasil. Muitas destas além de congregar brancos e negros empenhavam-se na arrecadação de dinheiro para comprar alforrias de alguns escravos. Haviam também confrarias específicas para os negros, não só no brasil, mas também em várias partes da África, como a Venerável Ordem Terceira </span></p>
<div> <br />
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<div><a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftnref1" title="_ftn1" name="_ftn1"><span><span><span><span style="font-size:10pt;">[1]</span></span></span></span></a><font size="2"> Levítico XXV, 44-46.</font></div>
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<div><a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftnref2" title="_ftn2" name="_ftn2"><span><span><span><span style="font-size:10pt;">[2]</span></span></span></span></a><font size="2"> Êxodo XXI, 2-7.</font></div>
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<div><a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftnref3" title="_ftn3" name="_ftn3"><span><span><span><span style="font-size:10pt;">[3]</span></span></span></span></a><font size="2"> <i>“Esse nome [o de servo, escravo] mereceu-o, pois, a culpa, não a natureza. [...] Tornavam-se servos; palavra derivada de servir. Isso também é merecimento do pecado.”</i> Santo Agostinho de Hipona. <b>A Cidade de Deus</b>. São Paulo: Vozes , 2001, parte II. p. 406. Para aprofundar esta questão vide A Cidade de Deus, parte II, Livro XIX, capítulos XV e XVI.</font></div>
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<div><a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftnref4" title="_ftn4" name="_ftn4"><span><span><span><span style="font-size:10pt;">[4]</span></span></span></span></a><font size="2"> <i>“A causa primeira da servidão, é, pois, o pecado, que submete um homem a outro pelo vínculo da posição social. É o efeito do juízo de Deus, que é incapaz de injustiça e sabe impor penas segundo o merecimento dos delinqüentes. O Senhor supremo diz: Todo aquele que comete pecado é escravo do pecado. Por isso muitos homens piedosos servem patrões iníquos, mas não livres, porque quem é vencido por outro fica escravo de quem o venceu.” Ibid</i>.p. 406.</font></div>
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<div><a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftnref5" title="_ftn5" name="_ftn5"><span><span><span><span style="font-size:10pt;">[5]</span></span></span></span></a><font size="2"> <i>“Por isso, o Apóstolo aconselha aos servos que estejam submissos aos respectivos senhores e os sirvam de coração e bom grado. Quer dizer, se os donos não lhes dão liberdade, tornem eles, de certa maneira, livre sua servidão, não servindo com temor falso, mas com amor fiel, até que passe a iniqüidade e se aniquilem o principado e o poder humano e Deus seja tudo em todas as coisas.” Ibid</i>. p. 406.</font></div>
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<div><a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftnref6" title="_ftn6" name="_ftn6"><span><span><span><span style="font-size:10pt;">[6]</span></span></span></span></a><font size="2"> Utilizo a expressão semi-voluntário devido ao fato de que um camponês vinculava-se voluntariamente a um senhor de terras, mas estes contratos geralmente obrigavam os descendentes do dito camponês a vincularem-se ao senhor em servidão.</font></div>
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<div><a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftnref7" title="_ftn7" name="_ftn7"><span><span><span><span style="font-size:10pt;">[7]</span></span></span></span></a><font size="2"> <span>Denzinger-Sch'ánmetzer.<b>Enquirídio dos Símbolos e Definições</b> <i>nº 668 </i>citado em: BETTENCOURT, Dom Estevão Tavares, OSB. <b>O Tráfico Negro no Brasil e a Igreja</b>. Artigo digitalizado, disponível em URL: http://www.presbiteros.com.br/Hist%F3ria%20da%20Igreja/Trafico.htm</span></font></div>
<div><font size="2">Acesso em 09/05/2007, às 24 h e 34 min.</font></div>
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<div><a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftnref8" title="_ftn8" name="_ftn8"><span><span><span><span style="font-size:10pt;">[8]</span></span></span></span></a><font size="2"> A expansão portuguesa em direção a territórios muçulmanos teve para a Igreja um caráter cruzadístico e foi incentivada e legitimada pelo Papado através das bulas <i>Romanus Pontifex</i> (1455) de Nicolau V e <i>Inter Caetera</i> (1456) de Calixto III. Vide MARTINS, Manuel Gonçalves. <b>O Estado Novo e a Igreja Católica em Portugal (1933-1974)</b>. p. 1. Versão digitalizada, disponível em URL: <span style="color:black;">http://www.aps.pt/ivcong-actas/Acta191.PDF</span></font></div>
<div><font size="2"><span style="color:black;">Acesso em 09/05/2007, às 24 h e 46 min.</span></font></div>
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<div><a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftnref9" title="_ftn9" name="_ftn9"><span><span><span><span style="font-size:10pt;">[9]</span></span></span></span></a><font size="2"> BETTENCOURT, Dom Estevão Tavares, OSB. <i>Op</i>. <i>Cit</i>.</font></div>
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<div><a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftnref10" title="_ftn10" name="_ftn10"><span><span><span><span style="font-size:10pt;">[10]</span></span></span></span></a><font size="2"> <i>Ibid</i>.</font></div>
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<div><a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftnref11" title="_ftn11" name="_ftn11"><span><span><span><span style="font-size:10pt;">[11]</span></span></span></span></a><font size="2"> <i>“Neste panorama, observamos que, no projeto colonizador e evangelizador, Igreja e Estado Português, andavam juntos, uma vez que estavam interligados pela instituição do Padroado Régio; o Rei era a maior autoridade da Igreja, no território português e em suas colônias, e tinha direitos e deveres religiosos que muitas vezes se confundiam.”</i> CASIMIRO, Ana Palmira Bittencourt Santos. <b>Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia: Educação, Lei, Ordem e Justiça no Brasil Colonial</b>. p.3. Versão digitalizada disponível em URL: </font><font size="2">http://www.histedbr.fae.unicamp.br/navegando/artigos_frames/artigo_005.html</font></div>
<div><font size="2">Acesso em 13/05/2007, às 21 h e 42 min.</font></div>
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<div><a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftnref12" title="_ftn12" name="_ftn12"><span><span><span><span style="font-size:10pt;">[12]</span></span></span></span></a><font size="2"> <i>"Saibam os pretos, e não duvidem, que a mesma Mãe de Deus é Mãe sua porque num mesmo Espírito fomos batizados todos nós para sermos um mesmo corpo, ou sejamos judeus ou gentios, ou servos ou livres"</i> (Sermão XIV, em Sermões, vol. IX Ed. das Américas 1958, p. 243). Citado em: BETTENCOURT, Dom Estevão Tavares, OSB. <i>Op</i>. <i>Cit</i>.</font></div>
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<div><a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftnref13" title="_ftn13" name="_ftn13"><span><span><span><span style="font-size:10pt;">[13]</span></span></span></span></a><font size="2"> <i>Ibid</i>.</font></div>
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<div><a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftnref14" title="_ftn14" name="_ftn14"><span><span><span><span style="font-size:10pt;">[14]</span></span></span></span></a><font size="2"> VIEIRA, Antônio, SJ. Sermão XXVII, em <b>Sermões</b>, vol. IX Ed. das Américas 1958, p. 64. Citado em: <i>Ibid</i>.</font></div>
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<div><a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftnref15" title="_ftn15" name="_ftn15"><span><span><span><span style="font-size:10pt;">[15]</span></span></span></span></a><font size="2"> <i>Ibid</i>.</font></div>
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<div><a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftnref16" title="_ftn16" name="_ftn16"><span><span><span><span style="font-size:10pt;">[16]</span></span></span></span></a><font size="2"> BENCI, Jorge, SJ. <b>Economia Cristã dos Senhores no Governo dos Escravos</b>. São Paulo: Editorial Grijalbo, 1977. pp. 223-224.</font></div>
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<div><a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftnref17" title="_ftn17" name="_ftn17"><span><span><span><span style="font-size:10pt;">[17]</span></span></span></span></a><font size="2"> CASIMIRO, Ana Palmira Bittencourt Santos. <i>Op</i>.<i>Cit</i>. p.6.</font></div>
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<div><a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftnref18" title="_ftn18" name="_ftn18"><span><span><span><span style="font-size:10pt;">[18]</span></span></span></span></a><font size="2"> Em seu Discurso II § 3, o Padre Jorge Benci demonstra que ao contrário do Direito Imperial Antigo que permitia apenas o casamento para os livres, o Direito Canônico o estendia também aos escravos. Para tanto, vide <i>Ibid</i>. p. 102.</font></div>
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<div><a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftnref19" title="_ftn19" name="_ftn19"><span><span><span><span style="font-size:10pt;">[19]</span></span></span></span></a><font size="2"> BETTENCOURT, Dom Estevão Tavares, OSB. <i>Op</i>. <i>Cit</i>.</font></div>
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<div><a href="http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao&#38;lang=bra#_ftnref20" title="_ftn20" name="_ftn20"><span><span><span><span style="font-size:10pt;">[20]</span></span></span></span></a><font size="2"> CASIMIRO, Ana Palmira Bittencourt Santos. <i>Op</i>.<i>Cit</i>. p. 9.</font></div>
</div>
</div>
<hr align="center" size="1" width="99%" />     <b>Para citar este texto:</b></p>
<blockquote><p><b> Rafael Diehl</b>  - 	<i>"<b>A Igreja, o tráfico e a escravidão</b>"</i><br />
MONTFORT Associação Cultural<br />
<i>http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&#38;subsecao=historia&#38;artigo=igreja_escravidao〈=bra </i><br />
Online,  29/01/2008 às 16:18h</p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Perseverar....]]></title>
<link>http://blogisra.wordpress.com/2007/12/19/perseverar/</link>
<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 18:47:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Israel</dc:creator>
<guid>http://blogisra.wordpress.com/2007/12/19/perseverar/</guid>
<description><![CDATA[Esse é um vídeo impressionante, que nos faz pensar o quanto nós tentamos fazer alguma coisa. Acho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é um vídeo impressionante, que nos faz pensar o quanto nós tentamos fazer alguma coisa. Acho que a maioria, assim como eu, desiste muito fácil das coisas. Deêm uma olhada nisso.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/f_RQhkL3K8A'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/f_RQhkL3K8A&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>"... e corramos com paciência a carreira que nos está proposta"<br />
Hebreus 12:1c</p>
<p>;)</p>
<p>Abraço a todos</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A benção tem que ser do seu jeito?]]></title>
<link>http://pastorderville.wordpress.com/2007/09/29/a-bencao-tem-que-ser-do-seu-jeito/</link>
<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 21:00:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pastor Derville</dc:creator>
<guid>http://pastorderville.wordpress.com/2007/09/29/a-bencao-tem-que-ser-do-seu-jeito/</guid>
<description><![CDATA[A benção tem que ser do seu jeito, senão, você não aceita?
 Texto: Marcos 6:1-6
Isaías 14:24 ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman" size="2">A benção tem que ser do seu jeito, senão, você não aceita?</font></p>
<p><font size="2"><font face="Times New Roman"> </font></font><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Texto</span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">: Marcos 6:1-6</span></p>
<p style="margin:0 0 0 35.4pt;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman" size="2">Isaías 14:24 Jurou o SENHOR dos Exércitos, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e, como determinei, assim se efetuará.</font></p>
<p><font size="2"><font face="Times New Roman">Judas 1:4<span>  </span>Pois certos indivíduos se introduziram com dissimulação, os quais, desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta condenação, homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo.</font></font></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> </span><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Introdução</span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">:</span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> </span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">A benção tem que ser do seu jeito? Ou do jeito de Deus?</span></p>
<p><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Vamos tentar descobrir a razão pela qual muitos da cidade de Nazaré ficaram privados da manifestação do poder que emanava de Jesus.</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Imaginação humana – tentando estabelecer os critérios de como um homem ou mulher de Deus deve ser, se comportar, etc.</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Justiça Própria:</span></p>
<p style="margin:0 0 0 36pt;" class="MsoBodyTextIndent"><font face="Times New Roman" size="2">Romanos 10:3<span>  </span>Porquanto, desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à que vem de Deus.</font></p>
<p><font size="2"><font face="Times New Roman">Filipenses 3:9 e ser achado nele, não tendo justiça própria, que procede de lei, senão a que é mediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus, baseada na fé;<span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span></font></font><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">A Benção tem que necessariamente ser do seu jeito? Ou do jeito de Deus?</span></b></p>
<p><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">REBELDIA:</span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> agir contra Deus, tentar ser Deus ou mais que ele!</span><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> </span></b></p>
<p><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span></b><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Qual é a atitude dos que só reconhecem a benção do seu próprio jeito?</span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> </span><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span></b></p>
<p><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">1- Reconhece o Poder, mas questionando a Fonte</span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">.</span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2"></font></span></p>
<p><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Os habitantes de Nazaré, ao analisarem o ministério de Jesus, embora reconhecessem Sua sabedoria, bem como os milagres por Ele operados tinham dificuldades de identificar a fonte de todo esse poder. Não percebiam que tudo provinha de Deus.</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Por ser Jesus uma pessoa tão conhecida na cidade, lugar onde viveu sua infância, sendo dali toda a sua parentela, ficava difícil para muitas pessoas dissociar o menino de Nazaré, do homem que fazia proezas. Como alguém conhecido desde pequeno, como uma pessoa comum e igual a todas as demais, poderia agora estar realizando milagres da parte de Deus? Alguns pensavam ser uma técnica especial aprendida; outros artes mágicas; menos, poder do Alto.</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Os que viveram longe de Cristo no passado, mas voltaram para o seu lugar de origem depois da experiência do novo nascimento, estão sujeitos às mesmas dificuldades. Pode ser difícil para os amigos mais íntimos acreditarem numa mudança de vida, principalmente quando a imagem de quem a pessoa era, ainda esteja tão nítida na memória (Mt 10.34-36).</span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2"></font></span></p>
<p><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Mas a transformação genuína não ficará encoberta. Muitos hão de perceber que algo novo aconteceu e glorificarão a Deus por esse motivo.</span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">2 – Sentem-se ofendidos e enganados por Jesus</span></b></p>
<p><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Quando a Bíblia diz que os de Nazaré “escandalizavam-se n'Ele”, quer dizer que muitas pessoas estavam se sentindo enganadas por um suposto falso profeta. Era como se Ele fosse uma pedra de tropeço no caminho, da qual todos deviam se afastar. Eles se sentiam ofendidos e traídos por alguém da própria terra e, definitivamente, não estavam dispostos a crer que o filho do carpinteiro pudesse ser o Messias prometido.</span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2"></font></span></p>
<p><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Para muitas pessoas a mensagem do Evangelho também lhes parece loucura. Eles se justificam alegando insensatez acreditar num livro escrito por homens, ou aceitar a história do Jardim do Éden (I Coríntios 1:18). No entanto, para nós, o Evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo o que crê (Romanos 1:16).</span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> </span><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span></b></p>
<p><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">3 – Desenvolvem a incredulidade e a dúvida, privando-se das melhores Bênçãos </span></b></p>
<p><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Tudo isso termina de forma muito triste. A cidade na qual Jesus gostaria de ver os maiores milagres, acabou deixando de ver a glória de Deus passando por ali. A única razão que a Bíblia registra para tamanha ausência de poder, não estava numa eventual falta de inspiração para curar ou realizar milagres, e sim, na incredulidade daqueles que não conseguiam ver em Jesus, o Filho do Deus Vivo. A lembrança do “carpinteiro” ainda era mais forte do que a visão de quem havia descido dos Céus. Por causa disso, ficaram privados de uma bênção maior (Hebreus 3:12-19).</span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2"></font></span></p>
<p><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Muitas pessoas, infelizmente, continuam se privando do melhor que Deus tem a oferecer quando deixam de conhecer a Jesus de uma forma íntima e pessoal.</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Se cada pessoa abrisse o coração e deixasse a Palavra penetrar revelando Cristo dentro dele, todas as coisas passariam a ter um significado especial. Todos poderiam falar do Filho de Deus, não como alguém comentado em livros e biografias, mas de um Cristo pessoal, revelado no íntimo do coração. A Bíblia, a Igreja, e todas as demais coisas relacionadas ao Reino de Deus, não seriam mais vistas como coisas estranhas, e sim como recursos divinos para aproximar o homem do caminho celestial.</span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Conclusão</span></b></p>
<p><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">As pessoas de Nazaré deixaram passar a oportunidade de ter suas vidas totalmente transformadas.</span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2"></font></span></p>
<p><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Não conseguiram perceber que Aquele homem era o Deus que se fez carne e habitou entre nós.</span><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2"></font></span></p>
<p><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Deixaram de ver milagres, curas e, acima de tudo, perderam a oportunidade de receber o Evangelho que transforma corações.</span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span><b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Aplicação</span></b><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"></span></p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 18pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Neste período de reflexão, procure se lembrar de alguma situação em que você tenha se privado de uma bênção, por causa da aparência da pessoa que ministrava na ocasião.</span></p>
<p style="text-indent:-18pt;margin:0 0 0 18pt;" class="MsoNormal"><span style="font-family:Wingdings;"><font size="2">q</font><span style="font-family:'Times New Roman';font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:7pt;line-height:normal;">      </span></span><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">Se isso aconteceu, peça perdão a Deus por haver julgado alguém por sua aparência, desprezando o poder do Alto manifestado no seu interior.</span></p>
]]></content:encoded>
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