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	<title>gustav-hofer &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/gustav-hofer/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "gustav-hofer"</description>
	<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 11:01:30 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Festival do Rio, post 4]]></title>
<link>http://cineorly.wordpress.com/?p=228</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 02:22:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>cineorly</dc:creator>
<guid>http://cineorly.wordpress.com/2008/10/06/festival-do-rio-post-4/</guid>
<description><![CDATA[Para não deixar a coisa esfriar e na dificuldade de participar do Festival e ter tempo para escreve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Para não deixar a coisa esfriar e na dificuldade de participar do Festival e ter tempo para escrever textos bem elaborados para cada um dos filmes vistos, vou postar aqui alguns textículos -  um pouco maiores do que um miguelão - pra sinalizar o que achei na bagunça de filmes que rondam minha cabeça esses dias:</p>
<p><a title="ficha do filme" href="http://www.cineplayers.com/filme.php?id=4840" target="_blank"><strong>O bom, o mau e o bizarro, Kim Jee-Woon</strong></a><br />
Superprodução do cinema coreano transpõe uma trama típica de westerns americanos (alguém me disse que o termo ‘western americano’ é redundância, mas...) para a Coréia colonial e traz como enredo a disputa de três lendários homens cujas aventuras são popularmente conhecidas. Correndo atrás do mesmo mapa e do mesmo tesouro, o embate entre os três vai se desenrolando enquanto todos ao redor vão sendo dizimados. Bonita fotografia, piadas engraçadas e cenas de luta que nos desafiam a imaginar como aquilo possa ter sido filmado. Destaque para o figurino, cenários e objetos que misturavam elementos dos westerns clássicos como roupas de couro, botas e chapéus com elementos orientais como armaduras. Empolga e é bem divertido.</p>
<p><strong><a title="ficha do filme" href="http://www.cineplayers.com/filme.php?id=4839" target="_blank">Casa Negra, Shin Terra</a></strong><br />
Até agora fica a dúvida se Shin Terra quis fazer uma comédia bizarra misturando técnicas de filmes b com suspense, ou se quis ser sério e errou na mão. Um funcionário de uma empresa de seguros cai na besteira de se identificar durante uma conversa telefônica com uma cliente. A partir daí começa a ser perseguido por um casal sem escrúpulos que não mede esforços para conseguir dinheiro através de apólices de seguros. O personagem Jeon Jun-oh é um tipo tão caricato e inocente que pareceu confirmar o estereótipo do homem-bobinho-oriental que está sempre sorrindo e fazendo reverência. Os 40 minutos finais são de gargalhar de tão inacreditáveis.</p>
<p><strong><a title="ficha do filme" href="http://www.cineplayers.com/filme.php?id=4691" target="_blank">Choke, Clark Gregg</a></strong><br />
Nova adaptação cinematográfica de um livro de Chuck Palahniuk deixa uma sensação de idéia mal-cumprida ao final da projeção. Roteirizado e dirigido pelo ator Clark Gregg e apesar da presença de Sam Rockwell e Angelica Houston como protagonistas, o ritmo com que a trama se desenvolve é tão constante que a virada do personagem quase nem é sentida. Cenas desnecessárias como a do pedagogismo cristão sobre amar ao próximo não parecem coisa de Palahniuk e sim de um diretor tentando explicitar o conflito, que já sabemos, está perturbando o protagonista perturbado. Trama interessante: Cara viciado em sexo trabalha num museu sobre a vida colonial norte-americana e faz pequenos trambiques para conseguir o dinheiro necessário para manter a mãe num sanatório. Com a piora no estado de saúde da mãe ele tenta arrancar dela a confissão de quem seja seu pai, buscando assim alguma explicação para seus desequilíbrios. Sam Rockwell é sempre bom de ser visto e as piadas são bem bacanas.</p>
<p><a title="ficha do filme" href="http://www.cineplayers.com/filme.php?id=4871" target="_blank"><strong>De repente, o inverno passado, Gustav Hofer e Luca Ragazzi</strong></a><br />
Documentário abordando o cotidiano de um casal homossexual que mantém uma relação estável há 8 anos sem nenhum resguardo burocrático para a união. Na Itália onde vivem um projeto de lei é criado para legitimar a adoção para casais homossexuais e inicia ampla campanha de contestação por parte do Vaticano e congressistas ligados à Igreja. Colhendo depoimentos nas ruas, em passeatas de orgulho cristão até a parada do orgulho gay eles demonstram como o preconceito enraizado impede o debate sobre questões como essa. Reflexivo e bem-humorado debate a questão sem ser piegas.</p>
<p><a title="ficha do filme" href="http://www.cineplayers.com/filme.php?id=4837" target="_blank"><strong>Delta, Kornél Mundruczó</strong></a><br />
Filme feito de silêncios e sugestões mais do que ação propriamente dita, fala sobre o retorno de um homem a sua cidade natal, à beira do Danúbio, uma idade pequena onde todos se conhecem. Nesse retorno ele é tratado pelos homens do lugar como estranho, tornando-se assim ressabiado. E no encontro com uma irmã cuja existência ele desconhecia, o forasteiro encontra o apoio que precisava para pôr em prática a construção de uma bela casa num terreno que pertencia a seu pai. A comunidade passa a vigiar de perto a confusa relação entre os irmãos, deixando claro desde o começo a sua desaprovação. Apesar de falar sobre a questão do incesto, Mundruczó não o torna explícito evitando com sensibilidade a cena do beijo. Terá sido um escolha poética de supressão da cena óbvia ao algum receio de chocar demais? A fotografia ampla privilegia a beleza natural do Danúbio e algumas cenas de ângulos menores são dirigidas com primor.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[improvvisamente]]></title>
<link>http://marcoboccaccio.wordpress.com/?p=123</link>
<pubDate>Sun, 18 May 2008 20:48:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcoboccaccio</dc:creator>
<guid>http://marcoboccaccio.wordpress.com/2008/05/18/improvvisamente/</guid>
<description><![CDATA[ieri sera siamo stati a vedere improvvisamente l&#8217;inverno scorso, il film che racconta la manca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>ieri sera siamo stati a vedere <a href="http://www.suddenlylastwinter.com/improvvisamente/">improvvisamente l'inverno scorso</a>, il film che racconta la mancata istituzione dei dico in italia (già lo avevo <a href="http://marcoboccaccio.wordpress.com/2008/03/04/improvvisamente-linverno-scorso/">segnalato</a> in un post precedente). molto carino, molto godibile, a tratti divertente, sempre leggero ma importante. un film da vedere, che siate omosessuali o no. ma la cosa che mi ha impressionato di più, dopo l'iniziale rigurgito di fastidio verso la costante omofobia che appare (<em>appare</em>, non <em>traspare</em>) da tutte le interviste, si tratti di ferventi credenti o politici qualunque (con la sola eccezione della pollastrini, oltre che ovviamente di grillini), è l'inconsistenza degli argomenti delle persone che considerano l'omosessualità una caratteristica <em>sbagliata</em>. fino al leader di militia christi, che mi aspettavo fosse un austero signore un po' mistico, mentre non è altro che un ragazzo un po' borgataro, con tanto di maglietta col cuore e la croce sopra. ma si sa, il nostro paese è il regno dell'ignoranza (oltre che una colonia vaticana). una cosa, apparentemente ovvia, invece significativa, mi ha fatto notare il mio R., ossia che non ci sono interviste agli amici gay: una scelta che evita lo scontato commentare tra persone di casa, mostrando invece il confronto con chi la pensa diversamente da noi (un po' come fa la chiesa cattolica?). e poi tra tutte la frase in cui luca dice che in trenta e più anni non si era mai accorto di essere <em>sbagliato</em>: come succede anche a noi frequentando persone con un po' di cervello. ma tante potrebbero essere le citazioni: per cui, andatelo a vedere...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Improvvisamente, l'inverno scorso: l'anteprima]]></title>
<link>http://lampidipensiero.wordpress.com/?p=451</link>
<pubDate>Sat, 15 Mar 2008 12:12:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>stratex</dc:creator>
<guid>http://lampidipensiero.wordpress.com/2008/03/15/improvvisamente-linverno-scorso-lanteprima/</guid>
<description><![CDATA[In una sala gremita all&#8217;inverosimile, il 14 marzo si è svolta a Roma l&#8217;annunciata antep]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.suddenlylastwinter.com/improvvisamente/files/page0_1.jpg" align="left" height="282" hspace="10" vspace="10" width="215" />In una sala gremita all'inverosimile, il 14 marzo si è svolta a Roma l'<a href="http://lampidipensiero.wordpress.com/2008/03/08/dico-improvvisamente-linverno-scorso/" target="_blank">annunciata anteprima nazionale</a> di <a href="http://www.suddenlylastwinter.com/" target="_blank">Improvvisamente, l'inverno scorso</a>, film documentario sulla vicenda italiana dei DICO, realizzato da Gustav Hofer e Luca Ragazzi e premiato a Berlino.</p>
<p>Il  pubblico presente ha reagito con molta partecipazione ai numerosi spunti di riflessione e alla ricostruzione che il film propone con semplicità e con una forte ed indispensabile dose di ironia. Segno evidente che il film centra in pieno il suo obiettivo di dare un punto di vista, di parte ma anche "dalla parte delle persone", sulla controversa e squallida vicenda dei Dico, poi Cus, poi più nulla.</p>
<p>Quindi, un "bravo" agli autori che sono anche i protagonisti del film, nel quale intrecciano la loro storia personale con le vicende politiche nazionali, esercizio che la nostra classe politica dovrebbe praticare più spesso, non solo per captare consenso elettorale, ma per "servire gli elettori" come si addice a chi è stato eletto.</p>
<p>Alle testimonianze più vicine al mondo della politica e delle istituzioni, il film affianca moltissimi brani di interviste raccolte per strada durante alcune manifestazioni che in quel periodo si organizzavano a Roma. Quelle più rilevanti sono certamente le interviste raccolte da persone che partecipavano ad eventi organizzati da istituzioni legate alla Chiesa: la celebrazione del 25° di Comunione e Liberazione, la fiaccolata del Trifoglio in difesa della vita e dei valori cristiani, le veglie e le fiaccolate di Militia Christi contro l'aborto (in vero più simile ad un raduno di estrema destra che ad una celebrazione religiosa), il Family Day: il panorama che disegna il film fa chiaramente intendere che il livello di superficialità, di pregiudizio, di ignoranza sui temi toccati nel documentario è talmente diffuso da assumere i contorni di una vera e propria tragedia sociale.</p>
<p>Dopo la proiezione, si è svolto un dibattito tra il pubblico, gli autori e i politici presenti per l'occasione: Franco Grillini, Cesare Salvi, l'assessore alla cultura della provincia di Roma (Vita) e il deputato Brutti. La parte più interessante sono stati gli interventi del pubblico, ispirati ad un notevole maturità e ad una consapevolezza molto forte. Personalmente, essendo molto infastidito dall'evidente volontà di usare la serata come "lancio elettorale" e dalla inveterata abitudine che molti politici hanno di giustificare il passato per non parlare del futuro, ho voluto intervenire non per fare una domanda ma per fornire alcuni spunti di riflessione:</p>
<ol>
<li>il movimento glbt non ha ottenuto risultati sostanziali da quando ha mosso i primi passi</li>
<li>ha sempre posto le sue questioni in sordina per evitare di "provocare"</li>
<li>oggi non considera più un suo obiettivo la legislazione sulle unioni affettive</li>
<li>l'obiettivo è la <b>piena equiparazione</b>, cioè l'ottenimento degli stessi diritti e doveri che sono riservati ai cittadini eterosessuali</li>
<li>il fondamento delle unioni è cementato dall'amore e dall'affetto, non certo dalla sessualità, che è un elemento incidentale e complementare</li>
</ol>
<p>Dopo l'anteprima, parte un tour di presentazioni che si svolgeranno in tutta Italia, in attesa che qualche distributore cinematografico decida di mettere in circuito questo indispensabile contributo al progresso civile di questa nazione bigotta e decadente.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[6° Entre les 2, mon coeur balance ^x^]]></title>
<link>http://biml.wordpress.com/2007/09/17/6%c2%b0-entre-les-2-mon-coeur-balance-x/</link>
<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 19:25:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lysithea</dc:creator>
<guid>http://biml.wordpress.com/2007/09/17/6%c2%b0-entre-les-2-mon-coeur-balance-x/</guid>
<description><![CDATA[Je suis amoureuse.
C&#8217;est terrible.
Si. 
D&#8217;un côté, il y a Yann.
Ah, Yann!
Lui et moi, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Je suis amoureuse.<br />
C'est terrible.<br />
Si. </p>
<p>D'un côté, il y a Yann.<br />
Ah, Yann!<br />
Lui et moi, ce n'est pas seulement physique. D'abord, je suis tombée amoureuse de son sens de l'humour. Tous les soirs, Yann me faisait pleurer de rire et j'avais hâte de le retrouver le lendemain. Et bientôt, le simple son de sa voix réveillait la joie dans mon coeur à chacun de nos rendez-vous. Puis cette année, Yann a décidé de se révéler à mes yeux. C'est comme si j'avais rencontré mon correspondant, on a toujours un peu peur d'être déçu...<br />
Eh bien non. Maintenant que je sais qu'il a les yeux bleus et le sourire qui tue, je pardonne même à Yannichou quand il bafouille <em>(eh oui, les aléas du direct! On dira ce qu'on voudra, les chroniques enregistrées, c'est tout de même bien commode.). </em></p>
<p><code>[dailymotion id=prbTFgkUguqj9krvA]</code></p>
<p>Cette année dans le Grand Journal, ils ont AUSSI pensé aux femmes.<br />
A vot' bon coeur, braves gens, si une bonne âme parmi vous me révélait l'heure exacte des passages de Yann Barthes, ça m'éviterait de zapper au hasard et de tomber sur la fin du Petit Journal... Et, horreur, sur la météo de Louise Bourgouin <em>(AAAAH!!!).</em></p>
<p>Et puis il y a Gustav...<br />
J'ose le dire : l'allemand, c'est sexy.<br />
Gustav Hofer et l'incomparable musicalité de son nom, le mouvement régulier de sa pomme d'adam qui me met en émoi, le déchirement dans ma poitrine quand il annonce qu'Annette Gerlach présentera le Journal de la Culture demain...<br />
Le meilleur argument d'Arte pour vous faire suivre l'actualité des musées new-yorkais que vous n'irez probablement jamais visiter.<br />
Peut-être pas le meilleur argument d'Arte pour vous cultiver.<br />
Parce que quand Gustavounet parle, je le regarde béatement sans écouter 2 mots des reportages diffusés entre ses apparitions. Au mieux, je râle qu'il soit doublé en français. L'avantage, c'est que partir à Bonn ne me fait plus peur ;)</p>
<p><code><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/K25o13hYeVU'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/K25o13hYeVU&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></code></p>
<p>GUSTAV, SI TU M'ENTENDS!!! Si tu as besoin d'une assistante dévouée qui parle la langue de Goethe, fais serment de m'engager, et je cesserai d'être stagiaire!</p>
<p>Vous ne trouvez pas qu'ils ont un petit air de ressemblance??? o_O</p>
<p><img src='http://biml.wordpress.com/files/2007/09/sans-titre-2.jpg' alt='Gustav Hofer' /><br />
<img src='http://biml.wordpress.com/files/2007/09/sans-titre-12.jpg' alt='Yann Barthes' /></p>
<p>Tout est dans la mèche, je crois... Rrrrrrrr! ;)</p>
<p><img src='http://biml.wordpress.com/files/2007/09/sans-titre-8.jpg' alt='Rrrrrr!' /></p>
<p><strong>Coffee &#38; TV - Blur :</strong><br />
<code><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/kWUil383us4'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/kWUil383us4&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></code></p>
]]></content:encoded>
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