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	<title>gringas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/gringas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "gringas"</description>
	<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 05:37:53 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Como ler as melhores <b>revistas americanas</b> sem sair do Brasil]]></title>
<link>http://janasbancas.wordpress.com/?p=150</link>
<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 17:46:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Felipe Fustaino</dc:creator>
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<description><![CDATA[  
É mais barato comprar revistas nas bancas americanas do que nas brasileiras. Ser assinante de re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img class="alignnone size-medium wp-image-160" src="http://janasbancas.wordpress.com/files/2008/08/wired.gif?w=105" alt="" width="105" height="136" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-159" src="http://janasbancas.wordpress.com/files/2008/08/vanity-1.jpg?w=105" alt="" width="105" height="136" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-158" src="http://janasbancas.wordpress.com/files/2008/08/nyork.gif?w=105" alt="" width="105" height="130" /></p>
<p>É mais barato comprar revistas nas bancas americanas do que nas brasileiras. Ser assinante de revistas por lá compensa bem mais do que por aqui. Mas o que podem fazer os brasileiros que querem ler as publicações americanas? Revistas mensais que custam US$ 5 na capa costumam ser vendidas aqui por um valor quatro ou cinco vezes maior, além de chegar nas nossas bancas com quase um mês de atraso. <em><strong>Já nas bancas</strong></em> preparou um caminho das pedras para você conhecer e, quem sabe, se tornar leitor das melhores revistas americanas, que, ao contrário das nossas, já disponibilizam na internet praticamente todo o conteúdo impresso.</p>
<p><strong>1) Um bom começo.</strong> O melhor jeito de saber o que há de novo nas principais revistas norte-americanas é a coluna <a href="http://www.slate.com/id/2197171/" target="blank">Other Magazines</a>, da revista eletrônica <a href="http://www.slate.com" target="blank">Slate</a>. Revista a revista, o jornalista Morgan Smith apresenta as capas, os destaques da edição e, ao fim, seleciona um texto obrigatório e outro dispensável daquela semana. A coluna é atualizada às terças e às sextas.</p>
<p align="center"><img class="alignnone size-medium wp-image-157" src="http://janasbancas.wordpress.com/files/2008/08/time-1.jpg?w=105" alt="" width="105" height="133" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-156" src="http://janasbancas.wordpress.com/files/2008/08/economist1.jpg?w=105" alt="" width="105" height="132" /></p>
<p><strong>2) Reserve o fim de semana para ler as semanais.</strong> As três principais revistas semanais em inglês (as <em>newsweeklies</em>) vão para a internet antes mesmo de chegarem nas bancas dos Estados Unidos. Melhor: todas na íntegra e sem necessidade de cadastro, de senha, de nada!</p>
<p>Na quinta-feira à tarde, o site da britânica <a href="http://www.economist.com" target="blank">The Economist</a> coloca todos os textos da edição da semana no ar. A revista, cujos textos não são assinados, faz a melhor síntese e análise dos acontecimentos da semana. Na sexta-feira é o dia da <a href="http://www.time.com/time" target="blank">Time</a>, a revista mais vendida do mundo - poucas reportagens, mas com pautas bastante criativas. No sábado, é a vez da <a href="http://www.newsweek.com" target="blank">Newsweek</a>, que muitas vezes vai para a web no domingo, com atraso. A Newsweek costuma trazer ensaios escritos por jornalistas opinativos (na capa dessa semana, o jornalista de assuntos internacionais Fareed Zakaria escreve sobre os acertos de George W. Bush em seus oito anos na presidência dos EUA).</p>
<p style="text-align:right;"><strong>[LEIA AMANHÃ: MAIS ETAPAS DO CAMINHO DAS PEDRAS]</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[<b>New Yorker</b>: O herdeiro de Fidel]]></title>
<link>http://janasbancas.wordpress.com/?p=131</link>
<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 20:41:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Felipe Fustaino</dc:creator>
<guid>http://janasbancas.wordpress.com/?p=131</guid>
<description><![CDATA[
A The New Yorker dessa semana traz uma extensa reportagem sobre Hugo Chavez, “o herdeiro de Fidel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://janasbancas.wordpress.com/files/2008/06/newyorkerhugochavez.jpg" alt="" width="400" height="308" class="alignnone size-full wp-image-133" /></p>
<p>A The New Yorker dessa semana traz uma extensa reportagem sobre <a href="http://www.newyorker.com/reporting/2008/06/23/080623fa_fact_anderson" target="blank">Hugo Chavez, “o herdeiro de Fidel”</a>, assinada pelo jornalista Jon Lee Anderson. Um trabalho de ourives: em entrevista concedida à <a href="http://www.cambio.com.co/paiscambio/10preguntascambio/761/ARTICULO-WEB-NOTA_INTERIOR_CAMBIO-3939283.html">revista colombiana Cambio</a> em janeiro desse ano, Anderson estava escrevendo a reportagem que só chegou aos leitores agora, em meados de junho.</p>
<p>Anderson é um dos principais colaboradores da revista, em que escreve sobre política e conflitos internacionais. Além disso, é o autor de “Che Guevara: uma vida em vermelho”, biografia do líder revolucionário editada no Brasil pela Companhia das Letras.</p>
<p>É a primeira reportagem sobre a América Latina escrita por Anderson desde a troca de acusações entre ele e Diogo Schelp, editor de internacional da revista Veja, iniciada após a semanal brasileira estampar na capa <a href="http://veja.abril.com.br/031007/p_082.shtml" target="blank">a matéria "Che - A farsa do herói"</a>. </p>
<p align="center"><img src="http://janasbancas.wordpress.com/files/2008/06/veja03102007.jpg" alt="" width="270" height="348" class="alignnone size-full wp-image-134" /></p>
<p>A revista Veja com Che na capa apareceu nas bancas em 29 de setembro de 2007. No dia 23 de outubro, Jon Lee Anderson enviou um e-mail à redação de Veja e a outros jornalistas brasileiros, entre eles Pedro Dória, de O Estado de S. Paulo, que tornou a carta pública em seu blog:<!--more--></p>
<blockquote><p>Caro Diogo,<br />
Fiquei intrigado quando você não me procurou após eu responder seu email. Aí me passaram sua reportagem em Veja, que foi a mais parcial análise de uma figura política contemporânea que li em muito tempo. Foi justamente este tipo de reportagem hiper editorializada, ou uma hagiografia ou – como é o seu caso – uma demonização, que me fizeram escrever a biografia de Che. Tentei pôr pele e osso na figura super-mitificada de Che para compreender que tipo de pessoa ele foi. O que você escreveu foi um texto opinativo camuflado de jornalismo imparcial, coisa que evidentemente não é. Jornalismo honesto, pelos meus critérios, envolve fontes variadas e perspectivas múltiplas, uma tentativa de compreender a pessoa sobre quem se escreve no contexto em que viveu com o objetivo de educar seus leitores com ao menos um esforço de objetividade. O que você fez com Che é o equivalente a escrever sobre George W. Bush utilizando apenas o que lhe disseram Hugo Chávez e Mahmoud Ahmadinejad para sustentar seu ponto de vista. No fim das contas, estou feliz que você não tenha me entrevistado. Eu teria falado em boa fé imaginando, equivocadamente, que você se tratava de um jornalista sério, um companheiro de profissão honesto. Ao presumir isto, eu estaria errado. Esteja à vontade para publicar esta carta em Veja, se for seu desejo.<br />
Cordialmente, Jon Lee Anderson.</p></blockquote>
<p>A resposta de Diogo Schelp também não se restringiu à caixa de e-mails dos dois jornalistas, sendo publicada no blog do Reinaldo Azevedo, articulista de Veja, no dia 14 de novembro:</p>
<blockquote><p>Caro Anderson,<br />
Eu fiquei me perguntando, depois de lhe enviar um e-mail pedindo (educadamente) uma entrevista, por que nunca recebi uma resposta sua. Agora sei que a mensagem deve ter-se perdido devido a algum programa antispam ou por qualquer outra questão tecnológica. Também não recebi sua “carta” – talvez pelo mesmo problema. Tudo isso não tem a menor importância agora porque você resolveu o assunto valendo-se dos meios mais baixos – um e-mail circular. O que lhe fez pensar que tinha o direito de tornar pública nossa correspondência, incluindo a mensagem em que eu (educadamente) pedia uma entrevista? Isso, caro Anderson, é antiético. Vindo de alguém que se diz um jornalista, é surpreendente. Você pode não gostar da reportagem que escrevi; ela pode ser boa ou ruim, bem-escrita ou não, editorializada ou não – mas não foi feita com os métodos antiéticos que você usa. Eu respeito a relação entre jornalistas e fontes. Você não. E mais: parece-me agora que você é daquele tipo de jornalista que tem medo de fazer uma ligação telefônica (assim são os maus jornalistas), já que tem meu cartão de visita e conhece meu número de telefone. Se você tinha algo a dizer sobre a reportagem — e já que sua mensagem não estava chegando a seu destino — poderia ter me ligado.<br />
Eu não sei que tipo de imagem de si mesmo você quer criar (ou proteger) negando os fatos que o seu próprio livro mostra, mas está claro agora que é a de alguém sem ética. Você pode ficar certo de que não aparecerá mais nas páginas desta revista.<br />
Sem mais, Diogo Schelp</p></blockquote>
<p>A tréplica de Jon Lee Anderson:</p>
<blockquote><p>Caro Diogo Schelp,<br />
Obrigado por sua “gentil” resposta (Aprendi que você que é de fato uma pessoa bem “gentil”, como apontou não uma, mas duas vezes). E vejo agora que o desentendimento que nos envolve está ligado inteiramente ao meu caráter profundamente falho. Eu nunca deveria ter presumido, claro, que você tenha recebido minha resposta inicial, e depois meu e-mail após o seu texto – e simplesmente decidiu ignorá-los. Obviamente você tem um vigoroso bloqueador de spam. Um conselho técnico: talvez você deva selecionar seu sistema para “moderado” em vez de “extremo”. Foi o que fiz, e como resultado recebi seus e-mails sem problemas. Lembre-se, Diogo – moderado, e não extremo. Esta é a chave.<br />
Você me acusa de ser antiético, e um “mau jornalista”. Você até questiona se eu sou mesmo um jornalista. Nossa, você ficou IRRITADO, heim? Entre as minhas gargalhadas, digo que isto, vindo de você, soa como o roto falando do rasgado. Vamos recapitular por um momento a metodologia usada para ludibriar os leitores de Veja:<br />
Você publicou uma capa ilustrada com fotos de Che, usando a popularidade comercial da imagem de Guevara para vender mais cópias da revista. Para preencher o texto, pegou algumas referências já escritas, incluindo a minha, para sustentar sua tese particular de que o heroísmo de Che nada mais é do que uma construção marxista – como evidencia o título: “Che, a Farsa do Herói”.<br />
Para chegar a sua conclusão arrasa-quarteirão, você entrevistou, nas minhas contas, sete pessoas: um velho oponente boliviano de Che e cubanos exilados anti-Castro, alguns deles ex-prisioneiros e veteranos de várias campanhas paramilitares para derrubar Castro (aliás, um deles, o acadêmico Jaime Suchlicki, você não mencionou, é pago pelo governo dos Estados Unidos como líder do intitulado Projeto de Transição Cubano). Também percebi que você deu especial atenção ao testemunho de Felix Rodriguez, o ex-agente da CIA que liderou a execução de Che. Você o destaca porque o considera sua testemunha mais contundente? Ou porque foi a única fonte com quem você esteve pessoalmente? Todos os outros parecem ter sido contatados por Veja pelo telefone. Evidentemente, você tem rigorosos critérios de reportagem.<br />
Como disse em minha “carta aberta” a você, escrever uma reportagem com o tipo de fontes é como escrever um perfil de George W. Bush pautado por Mahmoud Ahmadinejad e Hugo Chávez. Em outras palavras, não é algo que possa nem deva ser levado a sério. É um exercício novelesco, algo para se divertir, mas NÃO é jornalismo. Afirmar aos seus leitores, como você disse no texto de abertura, que “Veja conversou com historiadores, biógrafos, antigos camaradas de Che e do governo cubano” dá a impressão errônea que você realmente fez o dever de casa, que está oferecendo aos leitores jornalismo bem fundamentado, que estava apresentando a eles algo novo. Infelizmente, a maior parte do que você escreveu é mera propaganda, mero requentado de coisas que foram afirmadas e reafirmadas, sem muita base, em Miami nos últimos 40 anos.<br />
Não se trata de política. Eu escrevi um livro que, na sua definição, é “a mais completa biografia” escrita sobre Che. Há material que pode ser usado para criticar Che, mas também há aspectos de sua vida e personalidade que as pessoas consideram admiráveis. Em outras palavras, é um retrato completo. E como eu sempre disse, escrevi minha biografia como um antídoto aos inúmeros exercícios de propaganda que têm soterrado o verdadeiro Che, como hagiografias ou demonizações – como o seu texto.<br />
Por favor, não cometa o erro de me acusar de defender Che devido a minha postura crítica com você. Vamos ser claros: a questão aqui não é Che, é a qualidade do seu jornalismo. Seu texto é, simplesmente, bem ruim, e causa estranheza vê-lo em uma respeitável revista como Veja. Seus leitores merecem mais, e aparecer ou não em suas páginas enquanto você estiver no comando não me preocupa. O que é preocupante é que, com tantos jornalistas brilhantes no Brasil, Veja tenha escolhido você como “editor internacional”.<br />
Cordialmente, Jon Lee Anderson.</p></blockquote>
<p>Logo depois da troca de acusações entre os jornalistas, Veja alfinetou Jon Lee Anderson sem deixar claro o porquê do ataque. Em tom de piada interna, a revista publicou a seguinte tira na seção Radar, na edição de 28 de novembro, dois meses após a capa com Che:</p>
<p align="center"><a href="http://janasbancas.files.wordpress.com/2008/06/vejaradarjonleeanderson.jpg" target="blank"><img src="http://janasbancas.wordpress.com/files/2008/06/vejaradarjonleeanderson.jpg?w=300" alt="" width="300" height="105" class="alignnone size-medium wp-image-135" /></a></p>
<p align="center"><b>Clique na imagem para ampliá-la</b></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O fracasso das <b>semanais americanas</b>]]></title>
<link>http://janasbancas.wordpress.com/?p=114</link>
<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 20:11:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Felipe Fustaino</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Os números acima representam a queda do número de páginas reservadas à publicidade nas revistas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img class="aligncenter size-full wp-image-117" src="http://janasbancas.wordpress.com/files/2008/06/1-newsweeklies-0609081.jpg" alt="" width="256" height="249" /></p>
<p>Os números acima representam a queda do número de páginas reservadas à publicidade nas revistas semanais americanas. É claro que os efeitos da crise econômica norte-americana não são desprezíveis, mas o mau momento pelo qual essas revistas atravessam já vem de longa data.</p>
<p><a href="http://www.nytimes.com/2008/06/11/business/media/11mag.html?_r=1&#38;ref=media&#38;oref=slogin" target="blank">Segundo o The New York Times, as revistas semanais enfrentam pelo menos três dificuldades</a>: a proliferação de veículos que informam em-cima-da-hora; a migração de leitores e de anunciantes para a internet; e o crescimento das revistas britânicas The Economist e The Week no mercado norte-americano.</p>
<p> </p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-116" src="http://janasbancas.wordpress.com/files/2008/06/usnews.jpg" alt="" width="160" height="221" />A semana começou com a notícia de que a revista <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/U.S._News_%26_World_Report" target="blank">U.S. News and World Report</a>, cuja tiragem é inferior apenas à das revistas Time e Newsweek, deixará de ser uma publicação semanal em 2009, passando a ser quinzenal. A U.S. News deve dar mais ênfase a seus diferenciais: a publicação de rankings e a prestação de serviços à população (reportagens sobre saúde, educação, finanças pessoais, etc.). Os rankings de hospitais e de faculdades que a U.S. News produz anualmente são referências para os americanos.</p>
<blockquote><p>A transformação [da U.S. News and World Report em publicação quinzenal] evidencia a batalha das revistas semanais de notícias em encontrar um nicho, um propósito, algo que contenha a queda do número de leitores e da receita dessas revistas. A U.S. News acredita que os anunciantes se contentam com a idéia de que suas propagandas continuam nas bancas por mais uma semana.</p>
<p>“A questão é: você pode fazer menos coisas, mas melhores?”, disse Brian Kelly, editor executivo da U.S. News. “Nós acreditamos que a combinação entre análises de notícias e prestação de serviços ao consumidor é o nosso diferencial.” <strong><a href="http://www.nytimes.com/2008/06/11/business/media/11mag.html?_r=1&#38;ref=media&#38;oref=slogin" target="blank">[Leia a íntegra da reportagem do The New Tork Times clicando aqui &#62;&#62;]</a></strong></p></blockquote>
<p><a href="http://adage.com/mediaworks/article?article_id=127620" target="blank">A revista Advertising Age, que também noticiou a reformulação editorial da U.S. News,</a> nota que a reação das revistas semanais é o alto investimento em suas páginas na internet, acreditando no potencial de crescimento da audiência nessa nova plataforma.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A <b>vanitização</b> das revistas]]></title>
<link>http://janasbancas.wordpress.com/?p=105</link>
<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 20:45:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Felipe Fustaino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Já faz algum tempo que a editora Globo resolveu acordar para a vida e investir em suas revistas. A ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Já faz algum tempo que a editora Globo resolveu acordar para a vida e investir em suas revistas. A entrevista com o consultor de fotografia Ricardo Correa, publicada em Época.com.br, é apenas o testemunho dessa nova fase da editora. Logo no início do vídeo, Ricardo deixa claro que as publicações da Globo tomam como exemplo a referência americana Vanity Fair. </p>
<blockquote><p>Fui chamado para analisar a revista e ver que tipo de trabalho poderia ser feito para aproximar a Época da Time. Um termo que a gente usa aqui na Globo é ‘vanitizar’, que é deixar a revista com uma fotografia mais bonita, mais bacana.</p></blockquote>
<p align="center"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/f9z3DKuefEE'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/f9z3DKuefEE&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><br>Recentemente, escrevi em Já nas Bancas que <a href="http://janasbancas.net/2008/05/31/o-novo-projeto-grafico-de-epoca/">a revista Época é aquela que mais parece se espelhar nas semanais estrangeiras, como a Time e a Newsweek</a>. Além de comprovar essa idéia, o vídeo mostra que esse é não apenas o espírito da revista Época, mas um dos pilares dessa reestruturação da editora Globo.</p>
<p><strong>Algumas publicações da editora Globo:</strong> Época, Época Negócios, Criativa, Galileu, Auto Esporte, Casa &#38; Jardim, Monet</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[<b>Vanity Fair:</b> Uma história oral da internet]]></title>
<link>http://janasbancas.wordpress.com/?p=95</link>
<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 19:06:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Felipe Fustaino</dc:creator>
<guid>http://janasbancas.wordpress.com/?p=95</guid>
<description><![CDATA[A Vanity Fair do mês de julho, que acaba de chegar nas bancas norte-americanas (é, as revistas ame]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-96" src="http://janasbancas.wordpress.com/files/2008/06/cover_vanityfair_146_053008.jpg?w=146" alt="" width="146" height="199" />A Vanity Fair do mês de julho, que acaba de chegar nas bancas norte-americanas (é, as revistas americanas têm esse infame costume de antecipar o calendário...), traz a estrela de Cannes Angelina Jolie na capa. <a href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/zeroseuns/listar1.shtml" target="blank">O blog Zeros e Uns, do editor da revista Exame Sérgio Teixeira Jr.</a>, recomenda uma das reportagens da revista como sendo "o link do dia. Da semana. Do mês. Do ano?". Publicada na íntegra no site da VF, a reportagem traça um panorama dos 50 anos da internet. <a href="http://www.vanityfair.com/culture/features/2008/07/internet200807" target="blank"><b>[Clique aqui para ler &#62;&#62;]</b></a><br />
<br><br />
<blockquote>A edição de julho da revista Vanity Fair traz uma coleção de depoimentos que contam os 50 anos da internet. Bem, não são exatamente 50 anos, afinal de contas o período começa com a criação da Arpa, a agência do Departamento de Defesa americano criada no susto depois do lançamento do satélite soviético Sputnik. A versão primordial da internet, que nasceu na Arpa, só surgiria onze anos depois, em 1969.</p>
<p>Mas a precisão de datas não importa. <strong>Vale a pena ler o longo, mas movimentado relato oral da história da internet. Da criação da divisão dos dados em pacotes, passando pela criação da World Wide Web (um nome "provisório"), pela guerra dos browsers e a loucura da bolha do fim dos anos 90, até os mais novos empreendedores, como Mark Zuckerberg, do Facebook: está tudo ali, contado pelos próprios protagonistas.</strong></p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[<b>Economist:</b> Toque de recolher]]></title>
<link>http://janasbancas.wordpress.com/?p=78</link>
<pubDate>Fri, 30 May 2008 16:35:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Felipe Fustaino</dc:creator>
<guid>http://janasbancas.wordpress.com/?p=78</guid>
<description><![CDATA[O aumento dos preços do petróleo tornou-se insustentável. Depois de terem sido ignorados nesses ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.economist.com/images/covers/currentcoverus.jpg" alt="Capa da Economist, Recoil" />O aumento dos preços do petróleo tornou-se insustentável. Depois de terem sido ignorados nesses últimos cinco anos, os preços atingem agora recordes que fazem o mundo se recolher em dor – a The Economist dessa semana traz na capa uma única palavra, “Recoil”, e o pico de US$ 135 o barril.</p>
<p><a href="http://www.economist.com/opinion/displaystory.cfm?story_id=11454989" target="blank">Em editorial</a>, a revista alerta que os bodes expiatórios em quem recai a culpa pela elevação dos preços – os especuladores do mercado de commodities, as companhias produtoras de petróleo – não são os verdadeiros culpados. O problema é muito mais simples, e está numa relação básica dos livros-texto de economia: a relação entre oferta e demanda.</p>
<p><a href="http://www.economist.com/opinion/displaystory.cfm?story_id=11453090" target="blank">Quem acaba causando essa alta são os ofertantes</a>, que têm dificuldade de atender à elevada demanda. Uma das razões é que encontrar e desenvolver novos campos de petróleo é uma tarefa árdua, e o país citado como exemplo é o Brasil, cujos gigantescos campos de petróleo só serão viáveis daqui a pelo menos 10 anos. Outro fator é a política de países com abundância em petróleo, como a Venezuela e a Rússia: quando o preço do petróleo está em queda, esses países acenam às grandes empresas com boas-vindas; quando o petróleo está mais caro, dão um jeito de repatriar os campos de petróleo, sobretarifar a exploração desses recursos.</p>
<blockquote><p>Trinta e cinco anos depois [dos choques do petróleo dos anos 70], os preços do petróleo quadruplicaram novamente, atingindo brevemente um pico de pouco mais de US$ 135 o barril. Mas, até agora, o que acontece é um choque do petróleo em câmera lenta. Se os árabes puderam usar o petróleo como arma nos anos 70, desta vez a estagnação da produção petrolífera e a crescente demanda dos mercados emergentes têm espremido o mercado do petróleo. Há quase cinco anos, um mundo em crescimento minimizou a alta dos preços. Só agora é que se recolhe em dor.</p></blockquote>
<p align="center"><img src='http://vejaonline.abril.com.br/notitia/images/65129.jpg' alt='' class='aligncenter' /></p>
<p>O correspondente da Veja em Paris, Antonio Ribeiro, <a href="http://vejaonline.abril.com.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=1&#38;pageCode=1290" target="blank">escreve em seu blog</a> que o mundo vive o terceiro choque do petróleo. Na mesma onda da Economist, ele prefere acreditar que a alta decorre da dificuldade da oferta em atender à demanda, e não dos especuladores.</p>
<blockquote><p>Interessante notar que quanto mais avançado é o uso de energias alternativas em um país europeu, menor foi a alta do petróleo. É o caso da Alemanha que produz metade do biodiesel do mundo. Mas para alguns o cultivo agrícola para produzir biocarburantes é responsável pelo encarecimento dos alimentos básicos. Uma falácia. Veja abaixo quanto da produção mundial de três produtos foi desviada para produzir etanol: </p>
<p>Trigo: 0,6%<br />
Milho: 10%<br />
Cana-de-açúcar e beterraba: 20%</p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pensando o futuro com os pés no chão]]></title>
<link>http://janasbancas.wordpress.com/?p=55</link>
<pubDate>Tue, 20 May 2008 18:04:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Felipe Fustaino</dc:creator>
<guid>http://janasbancas.wordpress.com/?p=55</guid>
<description><![CDATA[
Fareed Zakaria e Chris Anderson:
seus ensaios foram capas de revistas
Não é toda hora que um ensa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img class="alignnone size-full wp-image-56" src="http://janasbancas.wordpress.com/files/2008/05/fareed.jpg" alt="Fareed Zakaria, \" width="174" height="200" /><img class="alignnone size-full wp-image-57" src="http://janasbancas.wordpress.com/files/2008/05/chris_anderson.jpg" alt="Chris Anderson, \" width="163" height="200" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Fareed Zakaria e Chris Anderson:<br />
seus ensaios foram capas de revistas</span></strong></p>
<p><br>Não é toda hora que um ensaio ganha a capa de uma revista. Quando isso acontece, pode ter certeza que haverá muita repercussão pelo mundo afora. Foi o que aconteceu com dois textos publicados na imprensa norte-americana e que, nessa semana, ganharam traduções no Brasil: <strong>O mundo pós-americano</strong> está na Época e <strong>Free! - Porque o futuro dos negócios é grátis</strong>, na bimestral HSM Management.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-60" src="http://janasbancas.wordpress.com/files/2008/05/capas_wirednewsweek.jpg" alt="" width="103" height="267" /><strong>O mundo pós-americano</strong> reúne trechos do livro homônimo escrito por Fareed Zakaria, editor internacional da revista Newsweek, que publicou esse ensaio há duas semanas, junto com o lançamento do livro nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Free! - Porque o futuro dos negócios é grátis</strong> sintetiza alguns dos conceitos que o jornalista Chris Anderson, editor-chefe da revista Wired, transformará em livro a ser lançado em 2009.</p>
<p>Fareed Zakaria tem 44 anos. Chris Anderson, 47. Em seus textos, um ponto em comum: tentam antecipar cenários de um futuro muito próximo sem se deixar levar pelo oba-oba apocalíptico. Não falam do mundo que deixarão para seus filhos e netos, mas de uma realidade de que eles também farão parte.</p>
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<title><![CDATA[<b>O mundo pós-americano</b>: o futuro é dos emergentes]]></title>
<link>http://janasbancas.wordpress.com/?p=53</link>
<pubDate>Tue, 20 May 2008 18:04:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Felipe Fustaino</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Os americanos andam mal-humorados. Em abril, uma pesquisa revelou que 81% da população acredita q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img class="alignnone size-medium wp-image-54" src="http://janasbancas.wordpress.com/files/2008/05/usa_2.jpg?w=210" alt="" width="210" height="300" /></p>
<blockquote><p>Os americanos andam mal-humorados. Em abril, uma pesquisa revelou que 81% da população acredita que o país está “no caminho errado”. Nos 25 anos em que a pesquisa é feita, a resposta do mês passado foi, de longe, a mais negativa. Há razões para pessimismo – um pânico financeiro e a ameaça de uma recessão, uma guerra aparentemente infindável no Iraque e a ameaça do terrorismo. Porém, os fatos – índice de desemprego, número de execuções hipotecárias, mortes por terrorismo – não são tão ruins para explicar o mal-estar. A ansiedade brota de uma sensação de que forças poderosas e desagregadoras estão agindo no mundo. Em quase todos os aspectos da vida, padrões do passado estão sendo embaralhados. “Turbilhão é rei, tendo expulsado Zeus”, escreveu o dramaturgo grego Aristófanes há 2.400 anos. E – pela primeira vez na memória viva – os Estados Unidos não parecem liderar o ataque. Os americanos percebem que um novo mundo está nascendo, mas temem que ele esteja sendo formado em terras distantes e por povos estrangeiros. O prédio mais alto do mundo fica em Taiwan. A maior empresa do mercado acionário está em Pequim. A maior refinaria do mundo está sendo construída na Índia. O maior avião de passageiros é feito na Europa. O maior fundo de investimentos do planeta está em Abu Dhabi, e a maior indústria cinematográfica é Bollywood, Índia. Ícones americanos foram usurpados: a maior roda-gigante do mundo fica em Cingapura, o maior cassino está em Macau. Apenas duas das dez pessoas mais ricas do planeta são americanas. Essas listas são arbitrárias e um tanto tolas, mas há apenas dez anos os EUA teriam encabeçado quase todas. Esses factóides refletem um deslocamento de poder e atitudes. Nos EUA, ainda se debate o antiamericanismo. <b>O mundo passou do antiamericanismo para o pós-americanismo.</b><!--more--></p></blockquote>
<p><strong>I. O FIM DA PAZ AMERICANA</strong><br />
Na década de 1980, quando eu visitava a Índia – onde cresci –, a maioria dos indianos estava fascinada pelos EUA. Freqüentemente me perguntavam sobre... Donald Trump. Arrojado, rico e moderno, ele simbolizava a sensação de que, se você quisesse o maior e melhor de qualquer coisa, tinha de olhar para os EUA. Hoje, fora os personagens do mundo do entretenimento, não existe interesse comparável por personalidades americanas. Existem dezenas de empresários indianos mais ricos que Trump. Os indianos são obcecados por seus próprios bilionários vulgares. E esse recém-descoberto interesse em sua própria história ocorre em todo o mundo.</p>
<p>Considere o seguinte: em 2006 e 2007, a economia de 124 países cresceu mais de 4% ao ano. O economista Antoine van Agtmael, que cunhou o termo “mercados emergentes”, identificou 25 empresas que provavelmente serão as próximas grandes multinacionais. Brasil, México, Coréia do Sul e Taiwan têm quatro empresas cada um; Índia, três; China, duas; e Argentina, Chile, Malásia e África do Sul, uma cada um. É muito mais que a ascensão da China ou da Ásia. É a ascensão do resto – do resto do mundo.</p>
<p>Vivemos o terceiro grande deslocamento de poder da história moderna. O primeiro foi a ascensão do Ocidente, por volta do século XV, que produziu o mundo como o conhecemos hoje – ciência e tecnologia, comércio e capitalismo, as revoluções industrial e agrícola. O segundo ocorreu no fim do século XIX, com a ascensão dos EUA. Nos últimos 20 anos, o status americano de superpotência em todas as esferas passou praticamente incontestado. Durante essa “Pax Americana”, a economia global se acelerou drasticamente. E essa expansão é a mola propulsora por trás do terceiro grande deslocamento de poder – a ascensão do resto.</p>
<p>Militar e politicamente continuamos em um mundo unipolar. Mas, em todas as outras dimensões, a distribuição do poder está se distanciando do domínio americano. Isso produzirá uma paisagem bastante diferente, uma paisagem definida e dirigida a partir de muitos lugares e por muitos povos.</p>
<p>O mundo pós-americano é uma perspectiva inquietante para os americanos, mas não será definido pelo declínio dos EUA, e sim pela ascensão dos outros países. É o resultado de tendências dos últimos 20 anos que criaram um clima internacional de paz e prosperidade.<br />
Eu sei. Não é o mundo que as pessoas percebem. Dizem que vivemos tempos perigosos. Terrorismo, Estados bandidos, proliferação nuclear, pânico financeiro, recessão, terceirização, imigrantes ilegais, tudo figura com destaque no discurso americano. A Al Qaeda, o Irã, a Coréia do Norte, a China e a Rússia, todos são ameaças. Mas, quão violento é o mundo realmente?</p>
<p>Uma equipe da Universidade de Maryland rastreia mortes causadas pela violência organizada. Os dados mostram que todos os tipos de guerra declinam desde meados da década de 1980 e que atualmente desfrutamos os níveis mais baixos de violência desde a década de 1950. As mortes resultantes do terrorismo têm aumentado. Mas um exame mais minucioso mostra que 80% dessas fatalidades são no Afeganistão e no Iraque, zonas de guerra – e os números totais permanecem pequenos. O polivalente professor de Harvard Steven Pinker arriscou-se a especular que provavelmente vivemos “na era mais pacífica da existência de nossa espécie”.</p>
<p>Por que não é essa a sensação? Parte do problema é a quantidade de informações. Os últimos 20 anos produziram uma revolução de informação que traz notícias e imagens de todo o mundo o tempo todo. A divulgação quase instantânea das imagens e a intensidade do ciclo noticioso de 24 horas se combinam para produzir uma constante tensão. Qualquer perturbação climática é “a tempestade da década”. Toda bomba que explode é NOTÍCIA EXTRAORDINÁRIA. E, como a revolução da informação é nova, estamos apenas começando a descobrir como colocar tudo dentro do contexto. O risco de morrer em um ataque terrorista para um americano é menor que morrer afogado na banheira. Mas a sensação não é essa.</p>
<p>As ameaças são reais. Os jihadistas islâmicos são um bando sórdido. Mas está cada vez mais claro que representam uma minúscula fração do 1,3 bilhão de muçulmanos do mundo. Eles podem causar danos muito reais. No entanto, os esforços dos governos do mundo puseram-nos para correr. Os jihadistas foram obrigados a se dispersar, operar em pequenas células e usar armas simples. Eles não têm sido capazes de atingir alvos grandes, especialmente os americanos. Então explodem bombas em cafés, mercados e estações de metrô. Ao fazer isso, matam habitantes locais e afastam muçulmanos comuns. Acompanhe as pesquisas de opinião pública. O apoio à violência caiu drasticamente nos últimos cinco anos nos países muçulmanos.</p>
<p>Desde o 11 de setembro, a Al Qaeda dirigida por Osama Bin Laden não foi capaz de desfechar um único ataque terrorista de grandes proporções no Ocidente ou em qualquer país árabe – seus alvos originais. O fato de terem sido silenciados por quase sete anos mostra que, na batalha entre governos e grupos terroristas, os primeiros não precisam se desesperar.<br />
Alguns apontam para países como o Irã. Esses Estados bandidos constituem problemas reais, mas olhe o contexto. A economia americana é 68 vezes maior que a do Irã. Seu orçamento militar é 110 vezes o dos mulás. Não se compara aos perigos representados por uma Alemanha em ascensão na primeira metade do século XX ou uma União Soviética expansionista na segunda metade. Se hoje fosse 1938, o Irã seria a Romênia, não a Alemanha.</p>
<p>Outros pintam um mundo de ditadores em ação. A China, a Rússia e vários potentados petrolíferos estão ganhando força. Temos de nos engajar em uma luta maniqueísta que definirá o próximo século. Mas as potências ascendentes de hoje são relativamente benignas. No passado, quando os países enriqueciam, eles queriam se tornar potências militares, derrubar a ordem existente e criar seus próprios impérios. Mas, desde a ascensão do Japão e da Alemanha nas décadas de 1960 e 1970, eles optam por enriquecer dentro da ordem existente. A China e a Índia estão nessa direção.</p>
<p>Compare a Rússia e a China com o ponto em que estavam há 35 anos. Naquela época, ambas eram potências ameaçadoras, conspirando contra os EUA, financiando insurgências e guerras civis. Agora, os dois países estão mais integrados na economia global que em qualquer momento dos últimos cem anos. Qual é seu potencial para causar problemas? Os gastos militares da Rússia são da ordem de US$ 35 bilhões, ou 0,05% do que o Pentágono gasta. A China tem cerca de 20 mísseis nucleares que podem alcançar os EUA. Os americanos têm 830 mísseis que podem chegar à China. Quem deve se preocupar com quem?</p>
<p><strong>II. AS BOAS NOTÍCIAS </strong><br />
Em julho de 2006, falei com um membro do governo israelense, pouco depois da guerra entre Israel e o Hezbollah. Ele estava genuinamente preocupado com a segurança do país. Então perguntei sobre a economia. “Isso nos deixou perplexos”, disse ele. “O mercado de ações estava mais alto no último dia da guerra que no primeiro!” O governo estava assombrado, mas o mercado não.</p>
<p>A Guerra do Iraque produziu um caos. Mais de 2 milhões de refugiados se amontoaram em países vizinhos. Mas, ao viajar pelo Oriente Médio nos últimos anos, me dei conta de quão pouco os problemas do Iraque desestabilizaram a região. As pessoas denunciam furiosamente a política externa dos EUA. Mas os vizinhos do Iraque – Turquia, Jordânia e Arábia Saudita – desfrutam de uma prosperidade sem precedente. Os países do Golfo estão modernizando suas economias e sociedades. Há pouca evidência de instabilidade e fundamentalismo.</p>
<p>Pela primeira vez na história, a maioria dos países do mundo pratica uma economia sensata. Os resultados são claros. A porção de pessoas que viviam com US$ 1 por dia despencou de 40%, em 1981, para 18% em 2004. A pobreza está em declínio em países que abrigam 80% da população mundial. A economia global mais que dobrou nos últimos 15 anos! O comércio global cresceu 133% no mesmo período. A expansão do bolo econômico global se tornou a força dominante. Guerras, terrorismo e conflitos causam rupturas temporárias, mas eventualmente são dominados pelas ondas da globalização. Essas circunstâncias podem não durar, mas vale a pena compreender a aparência do mundo nas últimas poucas décadas.</p>
<p><strong>III. UM NOVO NACIONALISMO</strong><br />
Evidentemente, o crescimento global também é responsável por problemas. Ele produziu toneladas de dinheiro. A combinação de uma inflação baixa e muito dinheiro significou baixas taxas de juros, e isso fez com que as pessoas agissem gananciosa e/ou estupidamente. Então, testemunhamos uma série de bolhas. O crescimento também explica a disparada dos preços de commodities. Quase todas as commodities estão numa alta recorde de 200 anos. Os alimentos, que há algumas décadas corriam risco de sofrer um colapso de preços, estão numa assustadora alta. Nada disso se deve a uma diminuição de abastecimento. É a crescente demanda global que inflaciona os preços. O fato de mais e mais pessoas comerem, beberem, lavarem, dirigirem, consumirem terá efeitos sísmicos no sistema global. Podem ser bons problemas, mas são problemas.</p>
<p>O efeito mais imediato é o surgimento de novos motores econômicos. Nos últimos séculos, os países mais ricos do mundo têm sido muito pequenos em termos de população. A Dinamarca tem 5,5 milhões de habitantes, os Países Baixos 16,6 milhões. Os EUA são o maior do grupo e dominaram o avançado mundo industrial. Outros gigantes, porém – China, Índia e Brasil –, têm sido incapazes ou relutantes em se juntar às economias funcionais. Agora estão se mexendo e, dadas suas dimensões, deixarão uma grande pegada no mapa do futuro. Mesmo que as pessoas nesses países continuem relativamente pobres, como nações sua riqueza total será maciça. Qualquer número multiplicado por 2,5 bilhões (a soma das populações da China e da Índia) torna-se um número muito grande.</p>
<p>A ascensão da China e da Índia é apenas a manifestação mais óbvia de um mundo em ascensão. Em dezenas de países grandes, podem-se ver uma economia ascendente, uma cultura vibrante e um crescente orgulho nacional. Esse orgulho pode se transformar em algo mais feio. Para mim, isso ficou vivamente ilustrado há alguns anos quando conversava com um jovem executivo chinês em Xangai. Ele trajava roupas ocidentais, falava inglês e estava imerso na cultura pop. Era um produto da globalização. Até começarmos a falar sobre Taiwan, o Japão e os EUA. Suas respostas eram cheias de s paixão, belicosidade e intolerância. Senti-me na Alemanha de 1910, falando com um jovem alemão, que teria sido igualmente moderno e nacionalista.</p>
<p>Perspectivas nacionais divergentes sempre existiram. Mas hoje, graças à revolução da informação, elas são amplificadas, repetidas e disseminadas. O resultado é que o “resto” agora está dissecando as suposições e narrativas do Ocidente e fornecendo opiniões alternativas. Um jovem diplomata chinês me disse em 2006: “Quando vocês nos dizem que apoiamos uma ditadura no Sudão para ter acesso a seu petróleo, pergunto qual a diferença para seu apoio a uma monarquia medieval na Arábia Saudita? Nós vemos a hipocrisia, só não dizemos nada – ainda”.</p>
<p>Como conseguir que um mundo de muitos atores trabalhe em conjunto? Os mecanismos tradicionais de cooperação internacional estão desgastados. O Conselho de Segurança da ONU tem como membros permanentes os vencedores de uma guerra que acabou há mais de 60 anos. O G8 não inclui a China, a Índia ou o Brasil – as três grandes economias que mais crescem no mundo – e mesmo assim alega representar os propulsores da economia mundial. As únicas soluções que funcionarão serão as que envolverem muitas nações.</p>
<p><strong>IV. O PRÓXIMO SÉCULO AMERICANO</strong><br />
Muitos olham para este mundo emergente e concluem que os EUA já passaram por seus dias de glória. Mas, nos últimos 20 anos, os EUA se beneficiaram maciçamente da globalização. O país desfrutou de um crescimento robusto, baixos índices de desemprego e inflação, e recebeu centenas de bilhões de dólares em investimentos. Suas empresas entraram em novos países e indústrias com grande sucesso, usando cadeias de abastecimento e tecnologia globais para permanecer na vanguarda da eficiência.</p>
<p>Atualmente, os EUA figuram como a economia mais competitiva do globo, segundo o Fórum Econômico Mundial. Suas universidades são as melhores do mundo. Em 2004, a Fundação Nacional de Ciências afirmou que 950 mil engenheiros se formaram na China e na Índia, enquanto apenas 70 mil se graduaram nos EUA. Se você excluir os mecânicos e técnicos de carros, que são contados como engenheiros nas estatísticas chinesas e indianas, os números assumem um aspecto bem diferente. Os EUA treinam mais engenheiros per capita que qualquer gigante asiático.</p>
<p>Mas o segredo oculto dos EUA é que a maioria desses engenheiros é imigrante. Estrangeiros e imigrantes compõem quase 50% dos pesquisadores no país. Em 2006, eles receberam 40% dos ph.Ds. Quando esses graduados se instalam no país, criam oportunidade econômica. Metade das novas empresas no Vale do Silício tem um fundador imigrante ou um americano de primeira geração. O potencial para um novo impulso da produtividade americana não depende de nosso sistema educacional ou dos gastos com pesquisa e desenvolvimento, mas de nossas políticas de imigração. Se essas pessoas tiverem permissão e forem encorajadas a ficar, a inovação acontecerá aqui. Se partirem, elas a levarão junto.</p>
<p>Essa é a grande – e potencialmente insuperável – força dos EUA. O país continua sendo a sociedade mais aberta e flexível do mundo. O país prospera com a fome e a energia de imigrantes pobres. Diante das novas tecnologias de companhias estrangeiras, ou dos mercados em expansão no exterior, ele se adapta e ajusta. Quando você compara esse dinamismo com as nações fechadas e hierárquicas que no passado foram superpotências, sente que os EUA são diferentes e que podem não cair na armadilha de se tornarem ricos, gordos e preguiçosos.</p>
<p>A sociedade americana pode se adaptar a este novo mundo. Mas o governo americano consegue? O paroquialismo americano está particularmente evidente na política externa. Economicamente, à medida que outros países crescem, todo mundo ganha. Mas a geopolítica é uma luta: à medida que outras nações se tornam mais ativas, elas buscam maior liberdade de ação. Isso implica que a influência dos EUA declinará. Em vez de ficar obcecados com seus interesses de curto prazo, a prioridade americana deveria ser trazer as forças emergentes para o sistema global. Se a China, a Índia, a Rússia e o Brasil sentirem que participam da ordem global, haverá menos perigo de guerra, depressão, pânicos e colapsos.</p>
<p>Os americanos – especialmente o governo americano – não entenderam de fato a ascensão do resto. É um dos acontecimentos mais emocionantes da História. Bilhões de pessoas escapando da pobreza abjeta. O mundo será enriquecido e enobrecido à medida que elas se tornarem consumidores, produtores, inventores, pensadores, sonhadores, fazedores. Tudo isso está acontecendo por causa de idéias e ações americanas. Durante 60 anos, os EUA incentivaram países a abrir seus mercados, a liberar suas políticas, a abraçar o comércio e a tecnologia. Justamente quando eles começam a fazê-lo, estamos perdendo a fé nessas idéias. Ficamos desconfiados do comércio, da abertura, da imigração e do investimento porque agora não se trata de americanos indo para o exterior, mas de estrangeiros indo para os EUA.<br />
Daqui a algumas gerações, quando os historiadores escreverem sobre esses tempos, poderão notar que, na virada do século XXI, os EUA tiveram sucesso em sua grande histórica missão – globalizar o mundo. Não queremos que eles escrevam que ao longo do caminho os próprios EUA esqueceram de se globalizar.</p>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[<b>Free!</b>: O futuro é grátis]]></title>
<link>http://janasbancas.wordpress.com/?p=58</link>
<pubDate>Tue, 20 May 2008 18:04:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Felipe Fustaino</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Chris Anderson, editor-chefe da revista Wired, se tornou uma referência entre os figurões do mund]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img class="alignnone size-full wp-image-59" src="http://janasbancas.wordpress.com/files/2008/05/free-chrisanderson.jpg" alt="" width="350" height="254" /></p>
<p>Chris Anderson, editor-chefe da <a href="http://www.wired.com/wired" target="blank">revista Wired</a>, se tornou uma referência entre os figurões do mundo dos negócios. Em junho, vem para o Brasil participar de um Fórum de Marketing promovido pela HSM - cuja revista, a HSM Management (edição maio-junho), traz a tradução de "Free!".</p>
<p>Mas como um jornalista de uma revista de tecnologia se transforma em guru dos negócios? Simples: Anderson conseguiu traduzir com perfeição o funcionamento da economia nos meios virtuais. Para isso, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cauda_Longa" target="blank">criou a teoria da cauda longa</a>.</p>
<p>Antes de ocupar o cargo de editor-chefe da Wired, Anderson escrevia na The Economist. Um detalhe biográfico que sintetiza o teor de trabalhos como <em>A Cauda Longa</em> e <em>Free!</em>: as novas tecnologias não são pensadas como novidades indecifráveis, mas sim examinadas de acordo com números, estatísticas, resultados. Anderson é, na verdade, um jornalista de economia que, ao invés de falar sobre o pregão da Bolsa, resolveu entender os fenômenos do mundo digital.</p>
<p align="center"><a href="http://www.wired.com/techbiz/it/magazine/16-03/ff_free" target="blank"><strong>[Clique aqui para ler, em inglês, a integra do texto de Chris Anderson,<br />
</strong>Free! - Why $0,00 is the future of business<strong> &#62;&#62;]</strong></a></p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[A Playboy brochou]]></title>
<link>http://janasbancas.wordpress.com/?p=29</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 12:28:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Felipe Fustaino</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nem mesmo o sexo está imune à recessão. É o que diz o The New York Times sobre os resultados neg]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2007/07/27_25-logo-playboy.jpg" alt="" width="120" height="120" />Nem mesmo o sexo está imune à recessão. <a href="http://www.nytimes.com/2008/05/12/business/media/12playboy.html?ref=media" target="blank">É o que diz o The New York Times sobre os resultados negativos</a> apresentados pela Playboy Enterprises no primeiro trimestre de 2008. A divisão norte-americana da empresa é a principal responsável pelo mau desempenho, com queda no faturamento dos negócios em televisão (-16%), publicações impressas (-14%) e conteúdo online (-3%).</p>
<p> </p>
<table class="MsoTableGrid" style="border-collapse:collapse;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="width:113.4pt;background-color:transparent;border:black 1pt solid;padding:0 5.4pt;" width="151" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="line-height:120%;margin:0;"><span style="font-size:8pt;color:#000000;line-height:120%;">PLAYBOY ENTERPRISES</span></p>
</td>
<td style="border-right:black 1pt solid;border-top:black 1pt solid;border-left:#f0f0f0;width:94.5pt;border-bottom:black 1pt solid;background-color:transparent;padding:0 5.4pt;" width="126" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="line-height:120%;margin:0;"><span style="font-size:8pt;color:#000000;line-height:120%;"> </span></p>
</td>
<td style="border-right:black 1pt solid;border-top:black 1pt solid;border-left:#f0f0f0;width:121.5pt;border-bottom:black 1pt solid;background-color:transparent;padding:0 5.4pt;" width="162" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="line-height:120%;margin:0;"><strong><span style="font-size:8pt;color:#000000;line-height:120%;">FATURAMENTO</span></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-right:black 1pt solid;border-top:#f0f0f0;border-left:black 1pt solid;width:113.4pt;border-bottom:black 1pt solid;background-color:transparent;padding:0 5.4pt;" width="151" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="line-height:120%;margin:0;"><strong><span style="font-size:8pt;color:#000000;line-height:120%;">1º trimestre 2007</span></strong></p>
</td>
<td style="border-right:black 1pt solid;border-top:#f0f0f0;border-left:#f0f0f0;width:94.5pt;border-bottom:black 1pt solid;background-color:transparent;padding:0 5.4pt;" width="126" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="line-height:120%;margin:0;"><span style="font-size:8pt;color:#000000;line-height:120%;">LUCRO: $ 1,4 mi </span></p>
</td>
<td style="border-right:black 1pt solid;border-top:#f0f0f0;border-left:#f0f0f0;width:121.5pt;border-bottom:black 1pt solid;background-color:transparent;padding:0 5.4pt;" width="162" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="line-height:120%;margin:0;"><span style="font-size:8pt;color:#000000;line-height:120%;">US$ 85,4 mi</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-right:black 1pt solid;border-top:#f0f0f0;border-left:black 1pt solid;width:113.4pt;border-bottom:black 1pt solid;background-color:transparent;padding:0 5.4pt;" width="151" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="line-height:120%;margin:0;"><strong><span style="font-size:8pt;color:#000000;line-height:120%;">1º trimestre 2008</span></strong></p>
</td>
<td style="border-right:black 1pt solid;border-top:#f0f0f0;border-left:#f0f0f0;width:94.5pt;border-bottom:black 1pt solid;background-color:transparent;padding:0 5.4pt;" width="126" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="line-height:120%;margin:0;"><span style="font-size:8pt;color:#000000;line-height:120%;">PREJUÍZO: $ 3,1 mi</span></p>
</td>
<td style="border-right:black 1pt solid;border-top:#f0f0f0;border-left:#f0f0f0;width:121.5pt;border-bottom:black 1pt solid;background-color:transparent;padding:0 5.4pt;" width="162" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="line-height:120%;margin:0;"><span style="font-size:8pt;color:#000000;line-height:120%;">US$ 78,5 mi<br />
(- 8% em relação a 2007)</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;">Nos planos de Christie Hefner, 55, CEO da Playboy Enterprises e filha do fundador Hugh Hefner, estão o fortalecimento da marca Playboy por meio da venda de artigos de luxo e de produtos exclusivos. Ela reconhece que, com a internet, a Playboy deve apostar em alternativas ao conteúdo explícito:</p>
<blockquote><p>“People don’t come to us for explicit content,” she said. “In fact, they’d be very disappointed if that’s what they were looking for and they bought Playboy magazine or went to <a href="http://www.playboy.com" target="_blank">Playboy.com</a>.” The 7 million monthly visitors to the Playboy Web site and the 10 million who read the magazine “look to Playboy for glamour,” said Ms. Hefner — “for celebrities, for the unique look of the playmate, for the breadth of content.”</p></blockquote>
<p style="text-align:center;"><strong><a href="http://janasbancas.net/2008/05/08/jogadores-por-acaso/" target="blank">[E POR FALAR EM PLAYBOY: Clique aqui para ler trechos da entrevista do jogador Valdivia na seção 20 Perguntas da edição de maio.]</a></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A economia brasileira e os vibradores de silicone]]></title>
<link>http://janasbancas.wordpress.com/?p=31</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 12:27:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Felipe Fustaino</dc:creator>
<guid>http://janasbancas.wordpress.com/?p=31</guid>
<description><![CDATA[
A revista Time poderia anunciar o bom momento da economia brasileira – nunca o crédito foi tão ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://img.timeinc.net/time/daily/2008/0805/sex_shop_brazil_0509.jpg" alt="" /></p>
<p>A revista Time poderia anunciar o bom momento da economia brasileira – nunca o crédito foi tão fácil, nunca o brasileiro comprou tanto – usando como exemplo um cidadão da classe C que acaba de adquirir seu primeiro carro graças aos juros mais baixos ou que se beneficiou de um financiamento mais flexível para comprar sua casa própria. Foi essa a solução que todas as nossas revistas preferiram. Mas não a Time.</p>
<p>Com muita criatividade, o correspondente Andrew Downie <a href="http://www.time.com/time/world/article/0,8599,1738892,00.html" target="blank">anuncia o avanço da classe C no Brasil usando como exemplo o forte crescimento da indústria de produtos eróticos no país</a>. O gancho da reportagem foi a <a href="http://www.erotikafair.com.br/" target="blank">12ª Erotika Fair</a>, a maior feira erótica da América Latina, realizada no fim de abril em São Paulo – a próxima edição da feira está agendada para outubro desse ano.</p>
<blockquote><p>The erotica entrepreneur [Edvaldo Bertipaglia] attributes the growth in his market to the fact that as many as 20 million people have in recent years joined Brazil's middle class — defined in Brazil as Class C, or households whose monthly income is around $581. (The highest earners, Class A, take home on average $4,300 a month; the lowest, Class E, pocket an average of $167.)</p>
<p>"Today 70% of my clients are in Class C," Bertipaglia said. "Four years ago I think people in Class C didn't even make up 20% of my clientele. People in Class C today have more buying power. People are better off."</p>
<p>A second reason for the erotica boom is the empowerment of Brazilian women, says Evaldo Shiroma, president of the industry trade association and organizer of Erotikfair. With more money comes more independence, and Brazilian women — never known as shrinking violets — are taking their needs into the erotica marketplace. "Women are buying products, and so demand has really gone up," Shiroma said. "Back in 1997, less than 5% of consumers were females, today that number is about 70% or 80%. That is the key reason for the explosion in interest."</p></blockquote>
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</item>
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<title><![CDATA[Economist.com de cara nova]]></title>
<link>http://janasbancas.wordpress.com/?p=25</link>
<pubDate>Tue, 13 May 2008 12:25:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Felipe Fustaino</dc:creator>
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<description><![CDATA[
O site da revista The Economist passou por uma reformulação gráfica. Os três objetivos pretendi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://www.economist.com" target="blank"><img src="http://media.economist.com/images/economist_logo.png" alt="" /></a></p>
<p>O <a href="http://www.economist.com" target="blank">site</a> da revista The Economist passou por uma reformulação gráfica. <a href="http://www.economist.com/displayStory.cfm?source=most_commented&#38;story_id=11355660&#38;intent=postBottom" target="blank">Os três objetivos pretendidos com a mudança</a> – tornar a página mais simples, mais profunda e mais bem aproveitada pelos leitores – parecem ter sido alcançados. Mas não há nada além disso. As mudanças se limitam ao aspecto visual, e não há nenhum flerte sequer com ferramentas mais dinâmicas – a tal da Web 2.0.</p>
<p>A The Economist está para as revistas assim como o <a href="http://www.nytimes.com" target="blank">The New York Times</a> está para os jornais. Isso é verdade no papel, mas não na web, onde o Times está a anos-luz da revista britânica.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Obama venceu ou Hillary perdeu?]]></title>
<link>http://janasbancas.wordpress.com/?p=15</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 20:43:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Felipe Fustaino</dc:creator>
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<description><![CDATA[ Barack Obama é o candidato democrata à presidência dos EUA. Esse é o veredicto da revista Time:]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://FileURL"><img class="alignleft size-medium wp-image-16" src="http://janasbancas.wordpress.com/files/2008/05/time_obama.jpg?w=226" alt="E o vencedor é..." width="226" height="300" /></a> Barack Obama é o candidato democrata à presidência dos EUA. Esse é o veredicto da revista Time: <em>And the winner* is... – *Really, we’re pretty sure this time</em> (E o vencedor* é… - *Sério, e dessa vez nós temos certeza). Mesmo assim, tanto o principal comentarista político da revista, Joe Klein, quanto a melhor matéria sobre as eleições americanas nesta edição não versam sobre a vitória do provável adversário de John McCain, mas sobre a derrotada da vez.</p>
<p><a href="http://www.time.com/time/nation/article/0,8599,1738330,00.html" target="_blank">Joe Klein vê com pesar o naufrágio</a> da candidatura de Hillary Clinton. Embora com o título <em>Klein on Obama</em>, o que o comentarista faz é lamentar as atitudes populistas de Hillary em seus últimos suspiros – “uma jogada fraudulenta”, segundo Klein – e reconhecer que o cenário entre os eleitores democratas já está mais do que certo.</p>
<p> </p>
<blockquote><p>Clinton's paste-on populism changed absolutely nothing. The demographic blocs that had determined the shape of this remarkable campaign remained stolidly in place. Blacks, young people and those with college educations voted for Obama; Clinton won women, the elderly, whites without college educations.</p></blockquote>
<p>Outro texto da revista, <em><a href="http://www.time.com/time/politics/article/0,8599,1738331,00.html" target="_blank">Five mistakes that Clinton made</a></em> (Os cinco equívocos que Hillary cometeu) era o mais lido no site da revista até a tarde dessa sexta-feira, primeiro dia dessa edição nas bancas. A jornalista Karen Tumulty enumera os cinco equívocos:</p>
<p><strong>1. Ela não soube interpretar o desejo dos eleitores.</strong> Oferecendo-se como a candidata experiente, esbarrou na palavra de ordem dos democratas em 2008; ela não trouxe nenhuma surpresa; eles queriam justamente mudança.</p>
<p><strong>2. Ela não dominou as regras do jogo. </strong>O critério para a escolha dos assessores foi a confiança, e não a experiência em eleições. Com isso, decisões equivocadas e previsões mal-estimadas foram freqüentes no QG da senadora.</p>
<p><strong>3. Ela subestimou os estados onde há cáucuses.</strong> Apostando nas eleições de maior peso, deixou meio caminho andado para que Obama vencesse com folga algumas prévias.</p>
<p><strong>4. Ela contou apenas com dinheiro velho.</strong> Com formas de financiamento tradicionais, Hillary atingiu arrecadação recorde antes de começarem as prévias. Só que menosprezou a internet - e deu no que deu.</p>
<p><strong>5. Ela nunca pensou que o percurso fosse tão longo.</strong> Apostou todas as fichas nas prévias realizadas até a Super Tuesday (Super Terça-Feira), em 5 de fevereiro. O all-in não funcionou, a disputa continuou e enquanto Obama ainda tinha muita ficha pra apostar, Hillary disputou todas as prévias seguintes com o caixa minguando.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[...]]></title>
<link>http://madame007.wordpress.com/?p=27</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 00:13:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>madame007</dc:creator>
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<description><![CDATA[Meu&#8230;como pode tudo aki ser sem gosto e qdo tem gosto pq tem q ser doce????
Hj rolou uma comida]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Meu...como pode tudo aki ser sem gosto e qdo tem gosto pq tem q ser doce????</p>
<p>Hj rolou uma comida koreana(sushi koreano q em vez de salmao vai um peixe la com legumes,uma sopa de feijao com peixe q deve ser so o caldo do beijao e um steak)cara...na boa , o steak tinha cara de churrascao brasuca...</p>
<p>bateu moh agua na boca...qdo eu comecei a cortar um pedacao ja vi q o meio tava totalmente cru, nesse momento ja resolvi comer so um quarto do q eu tava planejando...</p>
<p>depois com o pedaco ja no meu prato do lado dos sushis e da bowl de sopa de cheiro de feijao(pq feijao q eh bom faltou!) eu peguei o primeiro pedaco...o Damed...a carne eh doce...</p>
<p>Pq diabos eles tem q colocar o bendito vinagre balsamico em td!!!</p>
<p>Descobri o nome do Vinagre q eh doce...atendem para nunca comprar o infeliz...ele se chama BALSAMICO!!!</p>
<p>Chega passou a vontade de comer...enfei o pedaco de carne na boca pensando q eu podia ter pego um quarto do pedaco q eu peguei....</p>
<p>Enfim...acabou-se mais um dia...</p>
<p>Amanha vou pra balada...nao q eu goste de, mas , vou com 3 vizinhas daki...pra falar a verdade to tentando uma amizade , saca?!?!?!11</p>
<p>Entao vamos ver...</p>
<p>Bom galera eh isso...</p>
<p>no Domingo faco um resumao da primeira semana em terras do Tio Sam...</p>
<p> </p>
<p>CYA!!!!!!</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Quando a capa dispensa palavras]]></title>
<link>http://janasbancas.wordpress.com/?p=7</link>
<pubDate>Thu, 08 May 2008 23:51:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luiz Felipe Fustaino</dc:creator>
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<description><![CDATA[
A capa da edição internacional da revista britânica The Economist que chega às bancas nessa sex]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-medium wp-image-13" src="http://janasbancas.wordpress.com/files/2008/05/20080510issuecovuk4001.jpg?w=227" alt="" width="227" height="300" /></p>
<p>A capa da edição internacional da revista britânica The Economist <a href="http://www.economist.com/printedition/" target="_blank">que chega às bancas nessa sexta-feira</a> traz apenas uma foto de Barack Obama, que <a href="http://www.economist.com/opinion/displayStory.cfm?Story_ID=11332147" target="_blank">está “quase lá” nas eleições presidenciais</a> – nessa última semana, Hillary Clinton se esforçou, mas não conseguiu reverter o quadro contra Obama; venceu apertado em Indiana, perdeu com folga em Carolina do Norte.</p>
<p>Mas quem comprar a revista no Reino Unido terá em mãos uma capa daquelas. <a href="http://www.economist.com/opinion/displaystory.cfm?story_id=11332230" target="_blank">A agonia do primeiro-ministro Gordon Brown</a>, que sucede Tony Blair há menos de um ano, é retratada em foto-montagem que dispensa chamada de capa. Segundo a The Economist, o mau momento pelo qual atravessa Gordon Brown é decorrente, em grande parte, por equívocos de gestão cometidos por ele, pela crise do Labour Party (partido ao qual pertencem Brown e Blair) e também pela ascensão dos Tories, opositores que, sob o comando do moderado David Cameron, ameaçam reduzir a importância do partido do atual primeiro-ministro no cenário político britânico.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Las 5 Chicas mas Sexys de la Television USA]]></title>
<link>http://nebraskamagazine.wordpress.com/2008/03/27/las-5-chicas-mas-sexys-de-la-television-usa/</link>
<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 03:11:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>ezixtenze</dc:creator>
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<description><![CDATA[El  Autor de este blog se confiesa  un consumidor  de Television Estadounidense.   Fanatico de mucha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp3.blogger.com/_JstR64kv4DA/R-sfobLFtZI/AAAAAAAAAK4/vwGhkOMLB_o/s1600-h/Cincogringas.jpg"><img style="display:block;text-align:center;cursor:pointer;margin:0 auto 10px;" src="http://bp3.blogger.com/_JstR64kv4DA/R-sfobLFtZI/AAAAAAAAAK4/vwGhkOMLB_o/s320/Cincogringas.jpg" alt="" border="0" /></a><br />El  Autor de este blog se confiesa  un consumidor  de Television Estadounidense.   Fanatico de muchas  series  y  programas  basuras   ( Reality Shows ).   Este es un Top de las 5 Mujeres que   despertaron admiracion   y  deseo. Todas talentosas ( bueno, creo que  menos   una)  , hermosas  y con mucho que dar  en los proximos años, tanto en la caja chica y la pantalla grande.
<div style="text-align:justify;"><span style="font-weight:bold;"><span style="font-size:130%;">Julie Benz</span></p>
<p></span>
<div style="text-align:justify;">
<div style="text-align:center;"><span><a href="http://img106.imagevenue.com/img.php?image=82127_benz1_123_643lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img106.imagevenue.com/loc643/th_82127_benz1_123_643lo.jpg" border="0" /></a></span></div>
<p>Su  belleza   parece florecer al pasar los años, no es una  adolescente, ya esta madurita y es  la  novia  del  Asesino mas  querido  de la television: Dexter Morgan.<br />Hija de una patinadora y de un cirujano, debutó en el cine en su niñez al intervenir en el film de terror “Los ojos del diablo” (1980).  Con muchas participaciones  en la  Television,  su rostro se  convirtio popular luego de  su intervencion en las series “Angel”  y  “Buffy”.<br />Gracias  a la   serie DEXTER, donde intrepreta  a  la candida y fragil  Rita Bennett,  su carrera parece  repuntar  y  ahora le  ofrecen mejores contratos  cinematograficos.</div>
</div>
<div style="text-align:justify;">Se puede ver actualmente   en la pantalla grande, como la chica  de la ultima entrega de Rambo. Ademas, existen fuertes rumores que  la   nombran como parte del elenco de la pelicula Saw 5.</p>
<p>
<p style="text-align:center;" class="MsoNormal"><a href="http://img154.imagevenue.com/img.php?image=82116_3Julie-Benz_123_1035lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img218.imagevenue.com/img.php?image=82134_dexter-20061215010054566_123_585lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img218.imagevenue.com/loc585/th_82134_dexter-20061215010054566_123_585lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img154.imagevenue.com/img.php?image=82116_3Julie-Benz_123_1035lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img154.imagevenue.com/loc1035/th_82116_3Julie-Benz_123_1035lo.jpg" border="0" /></a></span><a href="http://img198.imagevenue.com/img.php?image=82121_1655335_123_590lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img224.imagevenue.com/img.php?image=82205_satellite02_123_498lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img224.imagevenue.com/loc498/th_82205_satellite02_123_498lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img198.imagevenue.com/img.php?image=82121_1655335_123_590lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img198.imagevenue.com/loc590/th_82121_1655335_123_590lo.jpg" border="0" /></a></span><a href="http://img198.imagevenue.com/img.php?image=82121_1655335_123_590lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img185.imagevenue.com/img.php?image=82129_benz-julie-photo-xxl-julie-benz-6220152_123_58lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img185.imagevenue.com/loc58/th_82129_benz-julie-photo-xxl-julie-benz-6220152_123_58lo.jpg" border="0" /></a></span><a href="http://img185.imagevenue.com/img.php?image=82129_benz-julie-photo-xxl-julie-benz-6220152_123_58lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img230.imagevenue.com/img.php?image=82128_benz-julie-photo-julie-benz-6232928_123_489lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img230.imagevenue.com/loc489/th_82128_benz-julie-photo-julie-benz-6232928_123_489lo.jpg" border="0" /></a></span><a href="http://img230.imagevenue.com/img.php?image=82128_benz-julie-photo-julie-benz-6232928_123_489lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img233.imagevenue.com/img.php?image=82198_JulieBenz_123_566lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img233.imagevenue.com/loc566/th_82198_JulieBenz_123_566lo.jpg" border="0" /></a></span><a href="http://img230.imagevenue.com/img.php?image=82128_benz-julie-photo-julie-benz-6232928_123_489lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img134.imagevenue.com/img.php?image=82077_00yl5_123_1185lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img134.imagevenue.com/loc1185/th_82077_00yl5_123_1185lo.jpg" border="0" /></a></span><a href="http://img134.imagevenue.com/img.php?image=82077_00yl5_123_1185lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img235.imagevenue.com/img.php?image=82199_ktJulieBenz_123_241lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img235.imagevenue.com/loc241/th_82199_ktJulieBenz_123_241lo.jpg" border="0" /></a></span><a href="http://img235.imagevenue.com/img.php?image=82199_ktJulieBenz_123_241lo.jpg" target="_blank"></a><a href="http://img216.imagevenue.com/img.php?image=82135_julie_benz_1_123_511lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img44.imagevenue.com/img.php?image=82136_julie_benz_3_123_710lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img44.imagevenue.com/loc710/th_82136_julie_benz_3_123_710lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img216.imagevenue.com/img.php?image=82135_julie_benz_1_123_511lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img216.imagevenue.com/loc511/th_82135_julie_benz_1_123_511lo.jpg" border="0" /></a></span><a href="http://img216.imagevenue.com/img.php?image=82135_julie_benz_1_123_511lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img140.imagevenue.com/img.php?image=82110_01mb6_123_676lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img140.imagevenue.com/loc676/th_82110_01mb6_123_676lo.jpg" border="0" /></a></span><a href="http://img140.imagevenue.com/img.php?image=82110_01mb6_123_676lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img44.imagevenue.com/img.php?image=82200_normal_Julie_Benz_123_1179lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img44.imagevenue.com/loc1179/th_82200_normal_Julie_Benz_123_1179lo.jpg" border="0" /></a></span><span></p>
<p></span><span><br /></span></p>
<p><b><span style="font-size:130%;">Natascha McElhone</span></p>
<p></b>
<div style="text-align:center;"><span><a href="http://img232.imagevenue.com/img.php?image=th_82616_Natasca_McElhone_123_513lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img232.imagevenue.com/loc513/th_82616_Natasca_McElhone_123_513lo.jpg" border="0" /></a></span></div>
<p>Nació en Londres, pero se trasladó en su niñez a Brighton. Desde pequeña quiso dedicarse a la interpretación y para ello se preparó durante varios años en la London Academy of Music and Dramatic Arts.<br />es otra  madurita que  se ve  muy sexy  en la pantalla chica.<br />En su carrera  se encuentran participaciones en importantes peliculas, pero  gracias a su actual papel  de la  bella  Karen , ex esposa   de Fox Mulder, no, no, es un error.  Ex esposa de  Hank Moody ( personaje interpretado por  Fox Mulder, no, disculpen , me equivoque nuevamente. interpretado por David Duchovny )  en la   Delirante y Fornicadora   serie CALIFORNICATION.</p>
<p style="text-align:center;" class="MsoNormal"><a href="http://img157.imagevenue.com/img.php?image=82607_mcelhone002_123_905lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img222.imagevenue.com/img.php?image=82622_NataschaMc_Grani_750359_600_123_458lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img222.imagevenue.com/loc458/th_82622_NataschaMc_Grani_750359_600_123_458lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img157.imagevenue.com/img.php?image=82607_mcelhone002_123_905lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img157.imagevenue.com/loc905/th_82607_mcelhone002_123_905lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img174.imagevenue.com/img.php?image=82612_mcelhone003_123_338lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img174.imagevenue.com/loc338/th_82612_mcelhone003_123_338lo.jpg" border="0" /></a><br /></span></p>
<p>
<p style="font-weight:bold;"><span style="font-size:130%;">Rose Byrne</span></p>
<p style="text-align:center;"><span><a href="http://img216.imagevenue.com/img.php?image=82474_rose-byrne-wallpapers-1-1024_123_55lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img216.imagevenue.com/loc55/th_82474_rose-byrne-wallpapers-1-1024_123_55lo.jpg" border="0" /></a></span></p>
<p>Esta actriz  posee  un  gran  magnetismo. a pesar de tener     rostro  de   protagonista de  telenovela mexicana ( cara de mosquita muerta ), debutó en el cine en su Australia natal con la comedia “Dallas Doll” (1994),  gano premios  y  era algo reconocida en su pais. En  Hollywood debuto con un pequeñisimo papel   en El Ataque de los Clones   y  hace poco  se pudo ver en  28 Semanas despues.  Actualmente   podemos  admirar su belleza y talento   en la serie DAMAGE, donde interpreta a Ellen Parsons, una  joven abogada que  se une al bufete  de Patty Hewes ( (Glenn Close)</p>
</p>
<p style="text-align:center;" class="MsoNormal"><a href="http://img128.imagevenue.com/img.php?image=82459_000501045241_123_911lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img106.imagevenue.com/img.php?image=82472_byrne_123_680lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img106.imagevenue.com/loc680/th_82472_byrne_123_680lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img128.imagevenue.com/img.php?image=82459_000501045241_123_911lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img128.imagevenue.com/loc911/th_82459_000501045241_123_911lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img14.imagevenue.com/img.php?image=82463_000501045271_123_1040lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img14.imagevenue.com/loc1040/th_82463_000501045271_123_1040lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img229.imagevenue.com/img.php?image=82471_2061003965_123_350lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img229.imagevenue.com/loc350/th_82471_2061003965_123_350lo.jpg" border="0" /></a></span><a href="http://img229.imagevenue.com/img.php?image=82471_2061003965_123_350lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img175.imagevenue.com/img.php?image=82726_2006feb23byrne61bb_123_1123lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img175.imagevenue.com/loc1123/th_82726_2006feb23byrne61bb_123_1123lo.jpg" border="0" /></a></span><a href="http://img175.imagevenue.com/img.php?image=82726_2006feb23byrne61bb_123_1123lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img174.imagevenue.com/img.php?image=82734_000501000410_123_83lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img174.imagevenue.com/loc83/th_82734_000501000410_123_83lo.jpg" border="0" /></a></span><a href="http://img174.imagevenue.com/img.php?image=82734_000501000410_123_83lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img111.imagevenue.com/img.php?image=82729_269253728_7a2cbef047_o_123_920lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img111.imagevenue.com/loc920/th_82729_269253728_7a2cbef047_o_123_920lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img210.imagevenue.com/img.php?image=82741_000501000464_123_433lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img210.imagevenue.com/loc433/th_82741_000501000464_123_433lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img168.imagevenue.com/img.php?image=82749_000501000496_123_1026lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img168.imagevenue.com/loc1026/th_82749_000501000496_123_1026lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img213.imagevenue.com/img.php?image=82753_000501000532_123_597lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img213.imagevenue.com/loc597/th_82753_000501000532_123_597lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img193.imagevenue.com/img.php?image=82755_000501000568_123_347lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img193.imagevenue.com/loc347/th_82755_000501000568_123_347lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img186.imagevenue.com/img.php?image=82763_000501045031_123_2lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img186.imagevenue.com/loc2/th_82763_000501045031_123_2lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img203.imagevenue.com/img.php?image=82787_000501045081_123_97lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img203.imagevenue.com/loc97/th_82787_000501045081_123_97lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img223.imagevenue.com/img.php?image=82728_269253725_170d65b188_o_123_393lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img223.imagevenue.com/loc393/th_82728_269253725_170d65b188_o_123_393lo.jpg" border="0" /></a></span><span><br /></span><span></p>
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<p style="font-weight:bold;"><span style="font-size:130%;">Kristen Bell</span></p>
<p>Esta  tipica rubia   de Hollywood    fue  sensacion con la  cancelada serie Veronica Mars.  Pero el año pasado ( 2007 )  regreso  a  la pantalla chica, no como protagonista, ahora es una   de las villanas de la serie Heros  y ya esta confirmada su  participacion  para la tercera temporada, asi  que la chica   con poderes electricos  aun tiene mucho  que ofrecer.  Bell hizo su gran debut en la pantalla grande  por el  año 2004, apareciendo en  Spartan  de David Mamet,  como Laura Newton, la hija secuestrada del presidente, actuando  junto a Val Kilmer. Kristen fue nombrada por la revista Jane en Estados Unidos como una de las "once personas que más querrías ver desnudas." Espero  que esto se haga realidad algun dia.</p>
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<p style="text-align:center;" class="MsoNormal"><a href="http://img108.imagevenue.com/img.php?image=83197_rachel_bilson_kristen_bell_10_big_123_792lo.jpg" target="_blank"></a><a href="http://img199.imagevenue.com/img.php?image=83239_kristen_bell_complex_cover_small_123_592lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img195.imagevenue.com/img.php?image=83248_kristen_bell_complex_cover_2_big_123_134lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img195.imagevenue.com/loc134/th_83248_kristen_bell_complex_cover_2_big_123_134lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img199.imagevenue.com/img.php?image=83239_kristen_bell_complex_cover_small_123_592lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img199.imagevenue.com/loc592/th_83239_kristen_bell_complex_cover_small_123_592lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img108.imagevenue.com/img.php?image=83197_rachel_bilson_kristen_bell_10_big_123_792lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img108.imagevenue.com/loc792/th_83197_rachel_bilson_kristen_bell_10_big_123_792lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img220.imagevenue.com/img.php?image=83211_rachel_bilson_kristen_bell_8_big_123_451lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img220.imagevenue.com/loc451/th_83211_rachel_bilson_kristen_bell_8_big_123_451lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img186.imagevenue.com/img.php?image=83212_rachel_bilson_kristen_bell_7_big_123_199lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img186.imagevenue.com/loc199/th_83212_rachel_bilson_kristen_bell_7_big_123_199lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img218.imagevenue.com/img.php?image=83231_kristen-bell-11290712_123_119lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img218.imagevenue.com/loc119/th_83231_kristen-bell-11290712_123_119lo.jpg" border="0" /></a></span><a href="http://img218.imagevenue.com/img.php?image=83231_kristen-bell-11290712_123_119lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img220.imagevenue.com/img.php?image=83232_kristen-bell-10250703_123_366lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img220.imagevenue.com/loc366/th_83232_kristen-bell-10250703_123_366lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img45.imagevenue.com/img.php?image=83234_kristen-bell-10250701_123_142lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img45.imagevenue.com/loc142/th_83234_kristen-bell-10250701_123_142lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img206.imagevenue.com/img.php?image=83255_Kristen_Bell_12090702_123_365lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img206.imagevenue.com/loc365/th_83255_Kristen_Bell_12090702_123_365lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img229.imagevenue.com/img.php?image=83259_Kristen_Bell_12090701_123_132lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img229.imagevenue.com/loc132/th_83259_Kristen_Bell_12090701_123_132lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img196.imagevenue.com/img.php?image=83279_rachel_bilson_kristen_bell_13_big_123_122lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img196.imagevenue.com/loc122/th_83279_rachel_bilson_kristen_bell_13_big_123_122lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img216.imagevenue.com/img.php?image=83295_rachel_bilson_kristen_bell_12_big_123_413lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img216.imagevenue.com/loc413/th_83295_rachel_bilson_kristen_bell_12_big_123_413lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img233.imagevenue.com/img.php?image=83298_rachel_bilson_kristen_bell_11_big_123_49lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img233.imagevenue.com/loc49/th_83298_rachel_bilson_kristen_bell_11_big_123_49lo.jpg" border="0" /></a></span><span><br /></span><span></p>
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<p style="font-weight:bold;" class="MsoNormal"><span style="font-size:130%;">Kim kardashian.</span></p>
<p class="MsoNormal">Esta es  la  menos talentosa  de  las cinco. Pero   algo tiene  esta morena  que me vuelve loco. Es una de las hijas del  difunto abogado Robert Kardashian. Miembro de la alta sociedad estadounidense, especialmente conocida por su amistad con Paris Hilton y  su vídeo Porno casero:   <i>Kim Kardashian Superstar</i> y sus frecuentes apariciones en los tabloides y en la prensa del corazón estadounidense.  Ahora   tambien tiene   su  Reality Show: Keeping Up with the Kardashians. Aqui  podemos ver las ajetreadas vidas de su  familia. Vida de ricos: drama, carros lujosos,  risas , llanto, dinero y estupideces. Pero  igual,  esta morena esta muy buena.</p>
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<p style="text-align:center;" class="MsoNormal"><span><a href="http://img217.imagevenue.com/img.php?image=83873_1026_kim_kardashian_premiere_01_123_339lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img217.imagevenue.com/loc339/th_83873_1026_kim_kardashian_premiere_01_123_339lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img140.imagevenue.com/img.php?image=83874_1026_kim_kardashian_premiere_02_123_641lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img140.imagevenue.com/loc641/th_83874_1026_kim_kardashian_premiere_02_123_641lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img174.imagevenue.com/img.php?image=83876_1026_kim_kardashian_premiere_03_123_231lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img174.imagevenue.com/loc231/th_83876_1026_kim_kardashian_premiere_03_123_231lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img108.imagevenue.com/img.php?image=83878_1026_kim_kardashian_premiere_04_123_1002lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img108.imagevenue.com/loc1002/th_83878_1026_kim_kardashian_premiere_04_123_1002lo.jpg" border="0" /></a></span><a href="http://img108.imagevenue.com/img.php?image=83878_1026_kim_kardashian_premiere_04_123_1002lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img216.imagevenue.com/img.php?image=83881_1026_kim_kardashian_premiere_05_123_231lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img216.imagevenue.com/loc231/th_83881_1026_kim_kardashian_premiere_05_123_231lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img106.imagevenue.com/img.php?image=83883_1026_kim_kardashian_premiere_06_123_986lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img106.imagevenue.com/loc986/th_83883_1026_kim_kardashian_premiere_06_123_986lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img186.imagevenue.com/img.php?image=83887_1026_kim_kardashian_premiere_07_123_44lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img186.imagevenue.com/loc44/th_83887_1026_kim_kardashian_premiere_07_123_44lo.jpg" border="0" /></a></span><a href="http://img186.imagevenue.com/img.php?image=83887_1026_kim_kardashian_premiere_07_123_44lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img229.imagevenue.com/img.php?image=83898_1107_kim_kardashian_playboy_01_123_438lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img229.imagevenue.com/loc438/th_83898_1107_kim_kardashian_playboy_01_123_438lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img231.imagevenue.com/img.php?image=83899_1107_kim_kardashian_playboy_02_123_473lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img231.imagevenue.com/loc473/th_83899_1107_kim_kardashian_playboy_02_123_473lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img16.imagevenue.com/img.php?image=83900_1107_kim_kardashian_playboy_03_123_812lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img16.imagevenue.com/loc812/th_83900_1107_kim_kardashian_playboy_03_123_812lo.jpg" border="0" /></a></span><a href="http://img16.imagevenue.com/img.php?image=83900_1107_kim_kardashian_playboy_03_123_812lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img231.imagevenue.com/img.php?image=84006_1107_kim_kardashian_playboy_04_123_353lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img231.imagevenue.com/loc353/th_84006_1107_kim_kardashian_playboy_04_123_353lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img213.imagevenue.com/img.php?image=84007_1107_kim_kardashian_playboy_09_123_67lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img213.imagevenue.com/loc67/th_84007_1107_kim_kardashian_playboy_09_123_67lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img195.imagevenue.com/img.php?image=84008_1107_kim_kardashian_playboy_10_123_381lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img195.imagevenue.com/loc381/th_84008_1107_kim_kardashian_playboy_10_123_381lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img220.imagevenue.com/img.php?image=84015_1107_kim_kardashian_playboy_11_123_496lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img220.imagevenue.com/loc496/th_84015_1107_kim_kardashian_playboy_11_123_496lo.jpg" border="0" /></a></span><a href="http://img220.imagevenue.com/img.php?image=84015_1107_kim_kardashian_playboy_11_123_496lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img232.imagevenue.com/img.php?image=84017_1107_kim_kardashian_playboy_13_123_462lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img232.imagevenue.com/loc462/th_84017_1107_kim_kardashian_playboy_13_123_462lo.jpg" border="0" /></a></span><span><br /></span></p>
<p style="text-align:center;" class="MsoNormal"><span style="font-size:130%;"><span style="font-weight:bold;">Kim Kardashian en Playboy</span></span></p>
<p style="text-align:center;" class="MsoNormal"><span><a href="http://img224.imagevenue.com/img.php?image=84025_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-cover_123_243lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img224.imagevenue.com/loc243/th_84025_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-cover_123_243lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img168.imagevenue.com/img.php?image=84018_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-03_123_655lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img168.imagevenue.com/loc655/th_84018_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-03_123_655lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img203.imagevenue.com/img.php?image=84027_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-05_123_143lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img203.imagevenue.com/loc143/th_84027_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-05_123_143lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img201.imagevenue.com/img.php?image=84041_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-07_123_104lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img201.imagevenue.com/loc104/th_84041_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-07_123_104lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img227.imagevenue.com/img.php?image=84131_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-11_123_229lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img227.imagevenue.com/loc229/th_84131_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-11_123_229lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img229.imagevenue.com/img.php?image=84132_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-13_123_472lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img229.imagevenue.com/loc472/th_84132_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-13_123_472lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img234.imagevenue.com/img.php?image=84133_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-15_123_50lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img234.imagevenue.com/loc50/th_84133_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-15_123_50lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img211.imagevenue.com/img.php?image=84148_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-20_123_16lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img211.imagevenue.com/loc16/th_84148_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-20_123_16lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img224.imagevenue.com/img.php?image=84188_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-02_123_181lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img224.imagevenue.com/loc181/th_84188_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-02_123_181lo.jpg" border="0" /></a></span><a href="http://img224.imagevenue.com/img.php?image=84188_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-02_123_181lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img178.imagevenue.com/img.php?image=84186_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-21_123_94lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img178.imagevenue.com/loc94/th_84186_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-21_123_94lo.jpg" border="0" /></a></span><a href="http://img178.imagevenue.com/img.php?image=84186_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-21_123_94lo.jpg" target="_blank"><span></span></a><span><a href="http://img222.imagevenue.com/img.php?image=84230_untitledgrdrg_123_573lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img222.imagevenue.com/loc573/th_84230_untitledgrdrg_123_573lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img134.imagevenue.com/img.php?image=84231_untitledgetfg_123_980lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img134.imagevenue.com/loc980/th_84231_untitledgetfg_123_980lo.jpg" border="0" /></a><a href="http://img14.imagevenue.com/img.php?image=84260_untitledfwsf_123_1141lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img14.imagevenue.com/loc1141/th_84260_untitledfwsf_123_1141lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img120.imagevenue.com/img.php?image=84282_untitlede3tf_123_991lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img120.imagevenue.com/loc991/th_84282_untitlede3tf_123_991lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img167.imagevenue.com/img.php?image=84287_untitleddgaw_123_870lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img167.imagevenue.com/loc870/th_84287_untitleddgaw_123_870lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img198.imagevenue.com/img.php?image=84158_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-25_123_393lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img198.imagevenue.com/loc393/th_84158_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-25_123_393lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img201.imagevenue.com/img.php?image=84133_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-30_123_402lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img201.imagevenue.com/loc402/th_84133_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-30_123_402lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img163.imagevenue.com/img.php?image=84152_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-23_123_1106lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img163.imagevenue.com/loc1106/th_84152_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-23_123_1106lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img174.imagevenue.com/img.php?image=84228_untitledsfff_123_153lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img174.imagevenue.com/loc153/th_84228_untitledsfff_123_153lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img204.imagevenue.com/img.php?image=84289_untitledasf_123_427lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img204.imagevenue.com/loc427/th_84289_untitledasf_123_427lo.jpg" border="0" /></a></span><span><a href="http://img190.imagevenue.com/img.php?image=84180_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-27_123_516lo.jpg" target="_blank"><img src="http://img190.imagevenue.com/loc516/th_84180_Kim_Kardashian-Playboy_December_2007-27_123_516lo.jpg" border="0" /></a></span><br /><span><br /></span><span></span></p>
</p></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Videos caseros de chicas de las colonias locales]]></title>
<link>http://crapitolio.wordpress.com/?p=246</link>
<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 23:48:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>actonauta</dc:creator>
<guid>http://crapitolio.wordpress.com/?p=246</guid>
<description><![CDATA[Los ya conocidos videos pornográficos, ahora estan a la vanguardia en mercadotecnia, y es que los p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Los ya conocidos videos pornográficos, ahora estan a la vanguardia en mercadotecnia, y es que los puesteros de conocidas calles de la ciudad y pulgas ambulantes, han desarrollado una estrategia bastante eficiente para la comercialización de estos productos.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<h1 style="text-align:center;"><a href="http://crapitolio.com/2008/01/28/videos-caseros-de-chicas-de-las-colonias-locales/" target="_self">Sigue leyendo acá</a></h1>
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<p>.</p>
<p>.</p>
<p>Los vendedores que hace algun tiempo nos llegaron con los famosos videos de Goku Super Sayayin 6 tirandose a Sailor Moon y Ranma (cuando es hombre) y que después siguieron con videos de chicas famosas para llamar la atencion de los clientes (quien podra olvidar ese famosisimo video de Michelle Vieth, un bestseller en el mercado clandestino), ahora nos traen la nueva onda pornográfica.</p>
<p align="center"><a title="dsc01441.jpg" href="http://crapitolio.wordpress.com/files/2008/01/dsc01441.jpg"><img style="width:220px;height:295px;" src="http://crapitolio.wordpress.com/files/2008/01/dsc01441.jpg" alt="dsc01441.jpg" width="220" height="318" /></a><a title="dsc01439.jpg" href="http://crapitolio.wordpress.com/files/2008/01/dsc01439.jpg"><img style="width:210px;height:297px;" src="http://crapitolio.wordpress.com/files/2008/01/dsc01439.jpg" alt="dsc01439.jpg" width="240" height="384" /></a></p>
<p>Lo nuevo son los ya por muchos conocidos, videos conteniendo chicas de colonias aledañas a la ciudad, y es que, si nos ponemos a pensar (suciamente) un poquito, que es más morboso y excitante que saber que las chicas que aparecen haciendo obscenidades en estos videos, ¡son tus vecinas!, sin duda el sueño de muchos. Lo más típico (para que tomen nota si quieren iniciarse en el negocio) es colocar algo asi como "Chicas de (colonia) XXX"</p>
<p>Lo gracioso de todo esto es que en la mayoría de estos videos a la hora de ponerlos a correr en tu reproductor de dvd (no por experiencia propia ) aparecen chicas de ojos azules, rubias y aparte hablan inglés; eso me hace pensar, ¿acaso tenemos tantas vecinas gringas en la ciudad?, ¿porqué no las conocemos? o más bien, la respuesta mas coherente, somos víctimas de una nueva gran estafa. Pero, al fin y al cabo, estas tambien estan buenas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cultural Identity Dialog Exchange]]></title>
<link>http://mayatalk.wordpress.com/2007/11/16/cultural-identity-dialog-exchange/</link>
<pubDate>Fri, 16 Nov 2007 19:47:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>maya escobar</dc:creator>
<guid>http://mayatalk.wordpress.com/2007/11/16/cultural-identity-dialog-exchange/</guid>
<description><![CDATA[Below are selected excerpts from a grant proposal that I recently submitted to Washington University]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#000080">Below are selected excerpts from a grant proposal that I recently submitted to Washington University,  for a cultural identity dialog  exchange between Guatemalan Youth living within the diaspora and those living in Guatemala. </font></p>
<p><font color="#000080">Please contact me if you are interested in collaborating, participating (either yourself or your child) and funders.</font></p>
<blockquote><p><font color="#000000">Within most North American contexts I am inevitably the only Guatemalan representative.  As a child I yearned for this paternal classification. I wanted desperately to be a Guatemalan.  However, upon entering academia I immediately became the Guatemalan.  As an artist, this categorization places me in the awkward position of being unable to produce work without feeling and seeming inauthentic, voyeuristic, and exploitative.</font></p>
<p><font color="#000000">In order to directly confront these insecurities and consequential perceptions, I will expose myself to the very environment where I feel most uncomfortable: Guatemala. I will present myself exactly as I do in the United States with the self-imposed title: Guatemalan Jewish Interdisciplinary Artist and Educator.  Working as a researcher, artist, educator, student, performer and public speaker  I will interact with all of the communities represented by the aforementioned title.</font></p></blockquote>
<blockquote>
<blockquote><p><font color="#000000">[...]In this lesson, students will critically analyze the ways in which Guatemalans have been depicted both historically and presently.  They will look at national and international examples of these depictions, produced by: historians, anthropologists, sociologists, the media, and artists. Considering the mediums that have been utilized in these depictions (newspapers, magazines, history books, movies, paintings, the internet, etc.), and their availability to the general public, students will evaluate the impact of these depictions on the formation of their personal identity.</font></p>
<p><font color="#000000">Students will then discuss their feelings towards Guatemalan youth living in the US, who have inevitably been equally (in not more so) effected by these depictions.  They will then analyze the specific elements these depictions falsely portray or leave unsaid, thus identifying the important things they want Guatemalan youth living in the US to know about their culture.  [...]</font></p></blockquote>
<blockquote><p><font color="#000000"> •    What role does an individual play in defining their identity?<br />
•    How is identity affected by: surrounding community, geographic location, socio-economic background, religious beliefs, political affiliation, gender, sexuality, level of education, access to technology?<br />
•    What responsibilities accompany self-imposed cultural allegiance?<br />
•    What responsibilities accompany societal-imposed cultural allegiance?</font></p></blockquote>
</blockquote>
<p><i><font color="#000000">student work from Cuyotenango, Guatemala</font> </i></p>
<blockquote></blockquote>
<p><a href="http://mayatalk.wordpress.com/2007/04/24/beautiful-guatemalan-insipred/" title="nuestro mundo by mayaescobar, on Flickr"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2108/2038557030_475f9847a4_o.jpg" alt="nuestro mundo" width="600" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gallery Opening]]></title>
<link>http://mayatalk.wordpress.com/2007/10/06/gallery-opening/</link>
<pubDate>Sat, 06 Oct 2007 22:07:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>maya escobar</dc:creator>
<guid>http://mayatalk.wordpress.com/2007/10/06/gallery-opening/</guid>
<description><![CDATA[Jewish Women, Jewish Girls, The Club, and Latina Role Model are part of a series entitled Acciones P]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.brunodavidgallery.com/press_releases/PR_BrunoDavidGallery_oct-nov07.pdf" target="_blank"><img src="http://web.mac.com/mayanoemi/iWeb/mayaescobar.com/Responses/F8CCE857-13F7-4388-A8BB-063CBC5E9FA2_files/10.19.png" /></a><a href="http://mayaescobar.com/0CDE594E-DDB4-49B5-AD6D-D5592C17D600.html" target="_blank"><img src="http://web.mac.com/mayanoemi/iWeb/mayaescobar.com/Responses/F8CCE857-13F7-4388-A8BB-063CBC5E9FA2_files/10.19.jpg" align="top" /></a><i><a href="http://www.youtube.com/watch?v=8H8mpau6dSc">Jewish Women</a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=GBjBN0ftcP0">Jewish Girls</a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Xj3Q42YF40Y&#38;watch_response">The Club</a>, and <a href="http://www.youtube.com/watch?v=F_1X1igrL4U">Latina Role Model</a> are part of a series entitled <a href="http://mayatalk.wordpress.com/2007/09/29/next-phase-of-acciones-plasticas-gallery-opening-mfa-open-studios/">Acciones Plásticas</a>, an interactive performance piece that <a href="http://web.mac.com/mayanoemi/iWeb/mayaescobar.com/Responses/8D36CB06-028B-4473-8066-3615F5FB61E4.html" target="_blank">questions</a> the role of stereotyping in the development of identity. Modeled after low-quality <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Video_blog" target="_blank">videos blogs</a>, each video features a woman whose life has been visibly defined by <a href="http://images.google.com/images?q=latina&#38;um=1&#38;ie=UTF-8&#38;sa=N&#38;tab=wi" target="_blank">societal expectations</a>. The videos are made accessible to the general public through their strategic placement, on all of the popular <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Social_network_service" target="_blank">social networking</a> sites such as <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Youtube" target="_blank">youtube</a> and <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Myspace">myspace.</a> This internet-backdrop contextualizes the videos by framing them with similarly <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tag_%28metadata%29" target="_blank">tagged </a>content. The linked videos, images, and profiles point directly to the heart of the depicted stereotypes.</i><i></i><b>RELATED POST<span style="font-weight:normal;" class="Apple-style-span"><b>S</b></span></b><b><span style="font-weight:normal;" class="Apple-style-span"><b></b><a href="http://mayatalk.wordpress.com/2007/09/29/next-phase-of-acciones-plasticas-gallery-opening-mfa-open-studios/"><font color="#ff6600">Next Phase of Acciones Plasticas</font></a></span></b><b><span style="font-weight:normal;" class="Apple-style-span"><a href="http://mayatalk.wordpress.com/2007/09/29/next-phase-of-acciones-plasticas-gallery-opening-mfa-open-studios/"><font color="#ff6600"></font></a><a href="http://mayatalk.wordpress.com/2007/03/30/your-responses/" target="_blank"><font color="#ffcc00">Your Responses</font></a></span></b><b><span style="font-weight:normal;" class="Apple-style-span"><a href="http://mayatalk.wordpress.com/2007/03/30/your-responses/" target="_blank"><font color="#ffcc00"></font></a><a href="http://mayatalk.wordpress.com/2007/03/18/video-responses/" target="_blank"><font color="#008000">Video Responses</font></a></span></b><b><span style="font-weight:normal;" class="Apple-style-span"><a href="http://mayatalk.wordpress.com/2007/03/18/video-responses/" target="_blank"><font color="#008000"></font></a><a href="http://mayatalk.wordpress.com/2007/03/11/how-does-it-feel-to-be-called-a-jap/"><font color="#0000ff">How does it feel to be called a JAP?</font></a></span></b><b><span style="font-weight:normal;" class="Apple-style-span"><a href="http://mayatalk.wordpress.com/2007/03/11/how-does-it-feel-to-be-called-a-jap/"><font color="#0000ff"></font></a><a href="http://mayaescobar.com/the_orthodox_jew.html" target="_blank"><img src="http://farm1.static.flickr.com/220/467189432_e0789fd15c_o.png" alt="Escobar_Maya_02.png" height="71" width="76" /></a><a href="http://mayaescobar.com/the_JAP.html" target="_blank"><img src="http://farm1.static.flickr.com/188/467201981_616d63a7d0_o.png" alt="Escobar_Maya_03 .png" height="72" width="76" /></a><a href="http://mayaescobar.com/the_chach.html" target="_blank"><img src="http://farm1.static.flickr.com/172/467201997_d32632e741_o.png" alt="Escobar_Maya_04.png" height="72" width="76" /></a><a href="http://mayaescobar.com/the_sexy_latina.html" target="_blank"><img src="http://farm1.static.flickr.com/177/467189482_d49a3631f4_o.png" alt="Escobar_Maya_05.png" height="72" width="77" /></a><a href="http://mayaescobar.com/the_mayan.html" target="_blank"><img src="http://farm1.static.flickr.com/173/467189502_d25ba6bc8b_o.png" alt="Escobar_Maya_06.png" height="72" width="76" /></a></span></b></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Identity Issues Affecting Puerto Rican Girls: An Artist Speaks]]></title>
<link>http://mayatalk.wordpress.com/2007/05/23/tamara-liz-rivera-boria/</link>
<pubDate>Wed, 23 May 2007 18:49:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>maya escobar</dc:creator>
<guid>http://mayatalk.wordpress.com/2007/05/23/tamara-liz-rivera-boria/</guid>
<description><![CDATA[Last week Salty Femme  to linked my blog .  I was delighted because I  secretly thought she disliked]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Last week<a href="http://saltyfemme.com/2007/05/14/salty-sunday-8/"> <span style="color:#800080;">Salty Femme </span></a> to linked my blog .  I was delighted because I  secretly thought she disliked me, after I didn't hear from her directly following the whole  <span style="color:#800080;"><a href="http://saltyfemme.com/2007/02/20/debunking-jap-is-like-pulling-teeth/">JAP</a> </span>fiasco.</p>
<blockquote><p>I wonder if you’ve considered responding to any of the JAP stuff, now that it’s a few months after the fact? It seems like people are itching to have a conversation but don’t exactly know how to have it.</p></blockquote>
<p>I expressed to her in an email that what has frusterated me the most, has been the lack of uproar regarding the <a href="http://www.youtube.com/watch?v=F_1X1igrL4U"><span style="color:#800080;">Latina Role Model</span> </a>video, which I consider to be MUCH more problematic than the <a href="http://www.youtube.com/watch?v=GBjBN0ftcP0"><span style="color:#800080;">J</span><span style="color:#800080;">ewish Girls</span></a><span style="color:#800080;"> </span>video.</p>
<p>However, I am well aware that just because the amount of responses regarding Jewish women (specifically the JAP) have been astronomically higher then the Latina stereotypes, this does not indicate that Latina women do not care about the ways in which they are being perceived. As always it is a much larger socioeconomic issue that takes into consideration things such as leisure time, internet access, and general cultural practices...</p>
<p>Anyways I thought this might be a good way to reintroduce the topic...</p>
<p>------------------------------------------------------------------------------------------------------------------</p>
<h1>Identity Issues Affecting Puerto Rican Girls:</h1>
<h1>An Artist Speaks</h1>
<p><img src="http://a215.ac-images.myspacecdn.com/01385/41/27/1385927214_l.jpg" alt="tamara" width="400" /></p>
<p>In Judith Ortiz Cofer’s essay, <a href="http://jan.ucc.nau.edu/hdh9/e-reserves/Cofer_-_The_myth_of_the_Latin_women_PDF.pdf"><span style="font-size:small;color:red;">The Myth of the Latina Woman/ Just Met a Girl Named Maria</span></a> she shares her experiences as a Puerto Rican woman who will never be free of the lurking stigma associated with Latina women.</p>
<blockquote><p>But Maria had followed me to London, reminding me of the prime fact of my life: you can leave the Island, master the English Language and travel as far as you can, but if you are a Latina, especially one like me who obviously belongs to Rita Moreno’s gene pool, the Island travels with you.</p></blockquote>
<p>She describes her Puerto Rican upbringing in a strict Catholic home in New Jersey, where she was taught to behave like a proper senorita. Cofer explains that the conflicting message  she received as a child is one that is commonly promoted by Puerto Rican mothers. “They encourage their daughters to look and act like women and to dress in clothes that our Anglo friends and their mothers found to mature for our age."</p>
<p>It is the combined forces of these expectations that make up the dichotomy that is a reality in the lives of Puerto Rican Women. A reality which (although I am not Puerto Rican) is my own.</p>
<p>It would be redundant to suggest that this situation is unfair, but it is! When the mere notion of being Hispanic equates passion and sexuality to gringos, why is it that Latino men are the first ones to point finger and to call these same women <em>suelta</em> (loose) or <em>facil </em>(easy)? Wouldn’t they understand? Haven’t they been subjected to the same treatment? Perhaps it is they way they were raised.</p>
<p>As is the case in many cultures, the different roles of males and females are delineated from a very early on.  Author Evelyn P. Stevens first introduced the this concept know as <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Machismo"><span style="font-size:small;color:red;">machismo</span></a> and <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Marianismo"><span style="font-size:small;color:red;">marianismo</span></a> in 1973.  Machismo  grants supreme authority of the man over the woman.  Under this doctrine women, who  are considered to be morally and spiritually superior to men are able to endure  abuse. They grow up expected to follow the sexual code of marianismo, and are submissive to the man’s authority.</p>
<p>Puerto Rican culture places women into one of two categories the virgin or the whore; mujeres de la casa (women of the home) or <em>mujeres de la calle</em> (women of the street). Una <em>mujer de la casa</em>, is expected to be pure, giving and compassionate. On the other hand una mujer de la calle is considered to be sluty, wild, and dangerous.</p>
<p>In <a href="http://www.booksamillion.com/ncom/books?pid=0813509912&#38;ad=FGLBKS"><span style="font-size:small;color:red;">Honor and the American Dream: Culture and Identity in a Chicano Community</span></a>, author Ruth Horowitz says the following:</p>
<blockquote><p>The very presence of a woman outside the household implicates them in promiscuity and/or sexual misconduct. Puerto Rican girls learn this good girl/bad girl dichotomy most clearly in the recruitment into reproductive labor... A good girl cooks, cleans, takes care of younger siblings, and helps her parents. In contrast una muchacha de la calle is a transgressive women who has gone beyond patriarchal control whose sexuality is unbounded and therefore dangerous.</p></blockquote>
<p>While in Puerto Rico this January, I had the privilege of meeting the incredibly talented video artist, Tamara Liz Rivera Boria.  Tamara and myself instantly bonded finding similarity in the content of our work, and decided that we needed to collaborate together.</p>
<p>I conducted a short series of interviews with her regarding her (documented with the camera from my laptop), where she describes her work as it plays on the screen behind her…</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/I2SdDl2zaus'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/I2SdDl2zaus&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><a href="http://vids.myspace.com/index.cfm?fuseaction=vids.individual&#38;videoid=2029266842"><img src="http://a37.ac-images.myspacecdn.com/images01/18/l_828278adaa372f4da6cff4527f66eec4.jpg" alt="" width="200" /></a><br />
click on above image to view video</p>
<h1><span style="color:#008000;"><strong>Interview with Puerto Rican Artist  Tamara Liz Rivera Boria</strong></span></h1>
<p><span style="color:#ff0000;">Maya</span>: Tamara, what can you tell me about <em>muchachas de la calle</em> and <em>muchachas de las casa</em>?</p>
<p><span style="color:#0000ff;">Tamara</span>: <em>De la casa</em> and <em>de la calle </em>girls might as well be related. They exchange roles sometimes, de la casa girl wanting to be de la calle, and vice versa.</p>
<p><span style="color:#ff0000;">Maya</span>:  How has this affected you?</p>
<p><span style="color:#0000ff;">Tamara:</span> I was raised in a catholic home, in a catholic school. I can tell you, I have been fucked up. I didn’t want to be told what to do, or what to believe in.How can you tell someone that using a condom is a sin? I had many issues over the years being raised like that. Even though my parents are not Catholic extremists. They were pretty easy going that’s how they could understand me or deal with me. Deep inside it made a mark, no matter how much I tried to live and understand the world. I became insane trying to understand other people lifestyle because indeed I might have been raised inside a bubble. I still am kind of in there, don’t wanting to look at how things really are.</p>
<p><span style="color:#ff0000;">Maya</span>: What role does your cultural upbringing play in your work?</p>
<p><span style="color:#0000ff;">Tamara</span>: Recently I made a video called <em>él, baño de marîa</em>. In this video I present various symbolism about religion, pecados (sins), sexuality, purity, faith among other things. Mainly because our culture has raised us thinking inside the box, controlling us with Christianity, especially Catholicism. Being pure, waiting till marriage although most don’t do it, is deep inside the mind. Like it is wrong to embrace sexuality.</p>
<p><em>Aglubium</em>, is another video I made in collaboration with Ralph Vazquez and Rebecca Adorno. In this video I am drowning, or trying to kill myself by submerging my head in the water. It’s aggressive, and it’s beautiful. We just want to end, we don’t want to think. We don’t want to face fears. We don’t want to wait, we want to get it over. We want to drown our fears. We don’t want to face reality. Escape its what we do.</p>
<p><span style="color:#ff0000;">Maya</span>: How do you escape?</p>
<p><span style="color:#0000ff;">Tamara</span>: Most people (Puerto Ricans) use drugs. Puerto Ricans that do not use illegal drugs, use legal pills, alcohol or even coffee. Everyone has an addiction. It’s a shame but I have seen most of my friends doing drugs. I been there, I done that but I never had an addiction. My new boyfriend said I was an alcoholic, he didn’t believe me when I said I wasn’t. It wasn’t till he lived with me for over a moth when he saw that I didn’t drink for so long that he believed me, and with the cigarettes the same.</p>
<p>For some weird reason I can try things for as long as I want and not create any addiction. I wish it were the same with those that surround me. But in the arts almost all the people I know use some kind of drugs, are the ones that worry me the most are the most intelligent that keep using. I guess they are not that smart…</p>
<p><span style="color:#ff0000;">Maya</span>:  Is there an alternative to escape?</p>
<p><span style="color:#0000ff;">Tamara</span>: I can see clearly that with true art I can make a difference, I can say what I understand to be real and important. I might help somebody. Other people just ignore what is going on (Puerto Rico). So many things had happen here, that demanded the people marching up the streets in protest, because our government is insane. But people don’t, they just “sit quietly”. They don’t want to get involved, they think they cannot change anything. They believe they have no power, when indeed I say, with all your power, what would you do? – I love that flaming lips song-</p>
<p><span style="color:#ff0000;">Maya</span>:  How does this affect Puerto Rican girls?</p>
<p><span style="color:#0000ff;">Tamara</span>: Puerto Rican girls have many issues. Not only because of <em>gringos</em> (Americans) our identity issues extend into religion and the ways women are portrayed in the reggaeton culture. Girls want to be thin like <em>gringas</em> (American girls), they don’t like they’re beautiful curves, ass and tits. They always feel fat no matter how thin they are. I bet this happen everywhere, but these are issues we shouldn’t have.</p>
<p>Accepting ourselves, as we are its what we should do. Because we are not <em>gringas</em>! We are not blonde and white! But boys see these girls in TV, and everywhere and they expect girls like that. It’s the gringo media. I’ve forgotten all about this, but I also had these issues. I think I kind of still do, I just ignore most of the time.</p>
<p><span style="color:#ff0000;">Maya</span>:  You mentioned Reggaeton, what message do you think Reggaeton is sending to young women?</p>
<p><span style="color:#0000ff;">Tamara</span>: Reggaeton is a part of that movement leads ladies to feeling less than the man, like he has to buy her. Girls learn to use their sexual power way to early with reggaeton. It is a confrontation for some, between what they like (reggaeton movement, lifestyle) and the religious foundation they might have. But since it probably was forced (religion) they escaped thru reggaeton. Ultimately ending in ugly situations.</p>
<p><span style="color:#ff0000;">Maya</span>: Okay , I agree with you. But I am not going to lie, I love reggaeton…  are you sure you don’t secretly like it?</p>
<p><span style="color:#0000ff;">Tamara</span>: I don’t dig reggaeton; I see how girls embrace being just a piece of meat, especially high schools girls. How much is this necklace, like a million? Said a girl, the boy answered – no. The girl said - well then, work and buy me this necklace.</p>
<p>Yesterday I heard a senior girl say that to her boyfriend at a hotel, it was their prom. Girls parade in lil’ dresses, easily they could have been mistaken for high-class whores. I won’t even comment on the dancing. It has gotten worse, every time. Since parents are so young they allow they’re children to behave like this. I mean, I see a problem with these situations. Boys catch another boy,looking at their girls, no matter if its sexual or if they just passed and look because its simply there, they get all worked up and want to fight. What is that dumbass looking at? So basically, what, people cant look at each other now? Girls can’t stand if you look at them either. Puerto Rico was not like that; you went to the mall, smiled and people smiled back at you.</p>
<p>The reggaeton anger and sexual damage can be easily identified. Even kindergarten boys are sexually harassing little girls. My mom is a teacher and I have heard some stories. I haven’t analyzed reggaeton issues deeply; this is just for what I have seen.</p>
<p><span style="color:#ff0000;">Maya:</span> Thank you for your insight Tamara, I can’t wait to see what you produce next.  I hope we can collaborate together in the future.</p>
<p><span style="color:#0000ff;">Tamara</span>: I know I could make more sense out of my ideas, since they’re not organized very well, but it doesn’t matter. This is just the beginning of many wonderful works to come, ideas to flow… I’m glad that I can collaborate with you.</p>
<blockquote><p>“Everything that surrounds me, mi entorno, makes a part of who I am and what I say in my videos. Little by little its somehow implicated.”</p></blockquote>
<p>As I begrudgingly stated in my interview with Tamara, I am a fan of reggaeton.  Like most, I don’t even acknowledge the lyrics or really think too much beyond the beat of the music.  Yet now I find myself wondering, are most girls conscious  of the message? I guess to some extent they must be, after all as Tamara shared many sing the lyrics as they grind (rub up) on men.</p>
<p>In my research I found extensive commentary regarding the direction of Salsa and its implications on women  in the Puerto Rican community.  However, as it is relatively new form of music, the writing concerning Reggaeton seems to be incredibly limited.</p>
<p>So I turned to a more contemporary source and found a blog entitled <a href="http://reggaetonica.blogspot.com/"><span style="font-size:small;color:red;">REGGAETONICA</span></a>, written by Raquel Z. Rivera; author of New York Ricans from the Hip Hop Zone.  In a recent post: <a href="http://reggaetonica.blogspot.com/2007/05/from-white-to-mulata-darkening-powers.html"><span style="font-size:small;color:red;">From White to Mulata: The Darkening Powers of Reggaetón</span></a>, she shares an email addressing this very issue:</p>
<blockquote><p>I think reggaeton has been raunchy &#38; explicitly all along, but I think the lyrics have reverted back to the "Reggeaton Sex" days of Underground. I think that "raunchiness" &#38; degradation have become more mainstream &#38; therefore are seen as less scandalous &#38; more acceptable to society, so I think it has questioned our value as a community. The fact that Reggaeton outright refers to sexual references &#38; acts &#38; is accepted as mainstream Puerto Rican culture posing an interesting cultural issue for me. Now you can go to Puerto Rico and see young girls singing "dame con el palo, " &#38; they're parents paying no mind to it, which I think is crazy. In the beginning of Reggaeton I found the lyrics to be much more raunchy, violent, &#38; drug-related. Then mainstream Reggaeton came along, switched the "sexo" to "amor" &#38; the "nenas" to "gatas." I think these subtle changes in language allowed Reggaeton to be more successful in the mainstream, but now a lot of artists are moving back to the original lyrics because they already have a stable fan base. I mean, look at someone like Tony Dize, if you translated some of his songs into English, they could put even 50 Cent to shame with the blatant sexual references &#38; degradation of women.</p></blockquote>
<p>Perhaps reggaeton is so widely accepted by mainstream and popular culture, because it provides a  free ticket  to promote these concepts in a non-threatening form.  If Puerto Rican women and other Latinas are fine dancing to this music, then what harm is there in gringos doing the same.</p>
<p>This then becomes representative of Puerto Rican culture.  When a gringa dances to reggaeton she can purse her lips and grind on men, but without an attached stigma.  She is just acting like a Latina girl.  The Puerto Rican girls participating in this scene are aiding in the further perpetuation of the stereotype of Latina’s being easy.</p>
<p>However, as Tamara explained a lot of this has to do with a search for independence.  Wanting to rebel against the forced restrictions of being una mucha de la casa,   girls go to the furthest extreme to break down those barriers. But to what cost?</p>
<p>I myself am unable to provide a concrete solution.  Yet I do think that one of the primary steps to forward progress is conversation.  Tamara and myself have opted to publish the text on the web so that others may join in the dialogue…</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/rxiWzxItuzo'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/rxiWzxItuzo&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
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