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	<title>globalizacao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/globalizacao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "globalizacao"</description>
	<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 15:53:12 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[UE - Tratado de Lisboa e não só]]></title>
<link>http://politicaportugal.wordpress.com/?p=153</link>
<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 12:44:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>politicaportugal</dc:creator>
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<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/VzlNvLqELHA'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/VzlNvLqELHA&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Telefônica caiu...]]></title>
<link>http://pedecogumelo.wordpress.com/?p=565</link>
<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 22:01:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>albertcorbett</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Não estamos aqui pra criticar até porque nem precisa, mas Telefônica realmente caiu, e junto lev]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-568" src="http://pedecogumelo.wordpress.com/files/2008/07/telefonicacaiu.jpg" alt="" width="307" height="267" /></p>
<p style="text-align:justify;">Não estamos aqui pra criticar <span style="text-decoration:line-through;">até porque nem precisa</span>, mas Telefônica realmente caiu, e junto levou muita gente junto. Nesta quinta, por volta das 3:00 da madrugada, ouve uma pane nos serviços de transmissão de dados causando uma queda nos serviços que utilizam a Speedy, serviço de internet banda larga da Telefônica. Com isso, mais que 1/4 de todos os usuários do Estado de São Paulo, passou o dia praticamente sem nenhum serviço necessário, tanto pessoal como profissional.</p>
<p style="text-align:justify;">A operadora de telefonia celular, VIVO, pertencente também a Telefônica, registrou reclamações de instabilidade no serviço durante o dia. Segundo a ANATEL (<span class="noticialink">Agencia Nacional de Telecomunicações), ainda está sendo realizado estudos para descobrir o motivo da pane, e analiza como irá penalizar a empresa pelos prejuízos causados aos usuários. </span></p>
<p style="text-align:justify;">Muitos usuários, chegaram a optar pela alternativa de voltar ao acesso discado, por meio de telefones, o que em grande parte não foi possível, pois os telefones fixos do Estado são também controlados pela empresa. As alternativas mais viáveis estão sendo o acesso pelas operadoras TIM, CLARO e OI, outros provedores de acesso (NET VIRTUA e TVA) ou ainda por meio de conexão via rádio. A Telefônica, informa que ainda não há previsão de quando o problema será resolvido.</p>
<p style="text-align:justify;">Agora percebemos quão somos dependentes da tecnologia nos dias atuais.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CENÁRIOS E TENDÊNCIAS PARA OS PRÓXIMOS 20 ANOS - 2]]></title>
<link>http://dissidentex.wordpress.com/?p=816</link>
<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 15:40:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>dissidentex</dc:creator>
<guid>http://dissidentex.wordpress.com/?p=816</guid>
<description><![CDATA[PARTE 1 - CENÁRIOS E TENDÊNCIAS PARA OS PRÓXIMOS 20 ANOS
PARTE 2 - CENÁRIOS E TENDÊNCIAS PARA O]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>PARTE 1 - <a href="http://dissidentex.wordpress.com/2008/06/30/cenarios-e-tendencias-para-os-proximos-20-anos/">CENÁRIOS E TENDÊNCIAS PARA OS PRÓXIMOS 20 ANOS</a></p>
<p>PARTE 2 - CENÁRIOS E TENDÊNCIAS PARA OS PRÓXIMOS 20 ANOS - 2</p>
<p style="text-align:center;">♦</p>
<p><strong><span style="color:#3366ff;">SUPER TENDÊNCIAS PARA OS PRÓXIMOS 20 ANOS</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#3366ff;">MICRO ANÁLISE SOCIAL E ECONÓMICA.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Processo de longo termo analisando os processos em espectro largo e de grandes tendências, ao nível social, e económico a nível mundial.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>3 - A integração das mulheres no mundo do trabalho →Diversidade cultural.</strong></p>
<ul>
<li>Integração das mulheres no mundo do trabalho</li>
<li>necessidade dos talentos especiais das mulheres, da sua tendência mais suave e ponderada para reagir a situações</li>
<li>Participação considerada como prioritária na criação e poder de influencia sobre tendências culturais e de mercados.</li>
<li>Criação de regras jurídicas ou a- jurídicas para o equilíbrio entre  a vida familiar -trabalho</li>
</ul>
<p>Problemas:</p>
<p>No Ocidente há cada vez mais dificuldades em fazer as mulheres entrarem no mundo do trabalho plenamente devido</p>
<p>a) à drenagem de empregos para países sub desenvolvidos;</p>
<p>b) Influências de forças conservadoras visando enviar as mulheres para casa, criando assim espaço para que os restantes empregos sejam ocupados por homens;</p>
<p>Técnica usada de compensação:</p>
<ol>
<li>promover quotas de paridade em serviços públicos - privados;</li>
<li>incentivar a escolaridade feminina obtendo maiores taxas de ocupação de ensino superior no sexo feminino do que no masculino</li>
<li>Criação de uma ideia de demérito por via disto.</li>
</ol>
<p>No mundo não ocidental</p>
<ul>
<li>Cada vez mais forças conservadoras a surgirem misturando religião com sociedade querendo evitar a emancipação das mulheres.</li>
<li>Pressões demográficas.</li>
<li>A mulher vista como um "bem" de qualidade inferior( China).</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">A resposta no Ocidente será através de legislação , que falhará o seu objectivo ou criará sub sistemas de  "não mérito" ou não reconhecimento do papel das mulheres.</p>
<p style="text-align:justify;">A diversidade cultural, a acentuação da mesma visará criar uma nova forma de sociedades onde as regras do tradicionalismo( Ex, casamento) coexistirão com as novas tendências da mulher na sociedade visando tudo ser harmonizado , para se criar uma ligação estável entre o antigo e o novo.</p>
<p>A cultura ( especialmente no Ocidente) tenderá a tornar-se híbrida, fluída, desprovida de valores duradouros, "rápida" misturada com elementos de outras culturas - e todas elas misturadas.</p>
<p>Problema 1:</p>
<p>Geração de tradicionalistas e forças conservadoras.</p>
<p>Problema 2:</p>
<p>As culturas encaradas agora como um sistema de valores tenderão a competir globalmente, já não como sendo apenas representativas de um país, mas sim representativas das pessoas que  adoptam essa cultura.</p>
<p>Problema 3</p>
<p>As culturas mesmo concorrentes como sistemas de valores entre si, tenderão dentro do seu núcleo a gerarem sub nichos de novos sub valores dentro da cultura principal, levando quase ao individualismo único cultural.</p>
<p><strong>4- Novos paradigmas de mobilidade e transporte.</strong></p>
<p>Duas hipóteses</p>
<p>a) Optimista.</p>
<p>B) Pessimista.</p>
<p>Optimista: os meios de transporte tornam-se baratos, fiáveis, e eficientes, conjugados com a aplicaçãod e suficientes recursos na construção da logística que os permite acolher esses meios de transporte dessas características.</p>
<p>Pessimista: torna-se cada vez mais difícil viajar com a lógica do transporte de massas, devido aos custos de combustível, acrescidos da não alocação de recursos em termos de investimento de capital( público e privado) necessários a criar toda a logística necessária.</p>
<p>Politicamente crescem as barreiras à mobilidade devido a:</p>
<ul>
<li>ameaças de terrorismo.</li>
<li>criação de obstáculos burocráticos administrativos a certos produtos.</li>
<li>Barreiras relativamente à privacidade pessoal- à liberdade da mesma será limitada, obrigando o cidadão a aceitar ser alvo de vigilância e controlos electrónicos.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Globalmente aumentará ( teoricamente a mobilidade), mas o novo cidadão móvel, verá serem-lhe exigidas informações e será vigiado.</p>
<p style="text-align:justify;">Opções:</p>
<p style="text-align:justify;">- Se as</p>
<ul>
<li>infraestruturas de transportes, marítimas e terrestres,</li>
<li>as "barreiras" administrativas e de privacidade,</li>
<li>se as decisões políticas o apoiarem:</li>
</ul>
<p>toda a macro infra estrutura de transportes - de mobilidade - se desenvolverá. Isso originará:</p>
<ul>
<li>Novos conceitos de veículos( ex. Veículos eléctricos, ou solares)</li>
<li>novas tecnologias de condução →novos investimentos em investigação nestas áreas.</li>
</ul>
<p>Problema:</p>
<p style="text-align:justify;">Existirá capital de investimento e vontade política para fazer a transição entre uma economia organizada segundo um modelo baseado em intermediários ( países e empresas) que gerem o combustível e a organização da mobilidade, para um modelo em que todos serão produtores da mobilidade que usam?</p>
<p style="text-align:justify;">Existirá vontade política, para proporcionar o investimento necessário através dos sistemas fiscais visando obter interesse dos consumidores e das empresas para ir por esta opção?</p>
<p style="text-align:justify;">Existirá evolução para mundos de negócio virtuais.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Continua.</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Líderes das principais Religiões do Mundo e o G8]]></title>
<link>http://politicaportugal.wordpress.com/?p=144</link>
<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 14:14:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>politicaportugal</dc:creator>
<guid>http://politicaportugal.wordpress.com/?p=144</guid>
<description><![CDATA[



LÍDERES DAS PRINCIPAIS RELIGIÕES DO MUNDO REÚNEM-SE NO JAPÃO EM VISTA DO PRÓXIMO G8
Sapporo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="color:#153f6b;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:12px;line-height:18px;text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong></strong></span></p>
<p style="color:#153f6b;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:12px;line-height:18px;text-align:justify;">
<p style="color:#153f6b;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:12px;line-height:18px;text-align:justify;"><img class="alignleft" src="http://img366.imageshack.us/img366/4674/mundoglobalizadowv0.png" alt="" /><span style="color:#000000;"><strong></strong></span></p>
<p style="color:#153f6b;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:12px;line-height:18px;text-align:justify;">
<p style="color:#153f6b;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:12px;line-height:18px;text-align:justify;"><span style="font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:bold;font-size:18px;line-height:normal;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;color:#153f6b;">LÍDERES DAS PRINCIPAIS RELIGIÕES DO MUNDO REÚNEM-SE NO JAPÃO EM VISTA DO PRÓXIMO G8</span></p>
<p style="color:#153f6b;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-style:normal;font-variant:normal;font-weight:normal;font-size:12px;line-height:18px;text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong>Sapporo, 03 jul (RV) </strong>- Representantes das principais Religiões do mundo encontram-se reunidos, ontem e hoje, em Sopporo, no Japão, para debaterem temas como a pobreza, a mudança climática e a violência. O encontro ocorre em vista da reunião do G8 (os 7 Países mais industrializados do mundo, e a Rússia), que terá lugar naquela cidade, no norte do Japão, de 7 a 9 próximos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>«A globalização dos mercados exige uma globalização de responsabilidades»</strong>, declarou num comunicado o principal bispo protestante da Alemanha, Wolfgang Huber. Este bispo promoveu, em 2007, a uma reunião semelhante, em Colônia, antes da reunião do G8, organizada no norte da Alemanha.</p>
<p style="text-align:justify;">A Igreja Evangélica na Alemanha informou que estão participando 50 representantes das tr<span style="color:#000000;">adições anglicana, luterana, reformada e católica, assim como representantes do islamismo, judaísmo, budismo, hinduísmo, xintoísmo e religiões autóctones.</span></p>
<p style="text-align:justify;">Os responsáveis religiosos são provenientes de oito países, como também do Oriente Médio, África e Ásia. Em antecipação, os bispos católicos dos países do G8 lançaram um apelo aos dirigentes desses países para que reafirmem os compromissos para com os países em desenvolvimento. <a href="http://www.oecumene.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=216134" target="_blank">&#62;&#62;&#62;</a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><img src="http://www.oecumene.radiovaticana.org/img_common/x.gif" border="0" alt="" width="1" height="10" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Globalização]]></title>
<link>http://humorvip.wordpress.com/?p=2433</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 13:00:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Pereira</dc:creator>
<guid>http://humorvip.wordpress.com/?p=2433</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i221.photobucket.com/albums/dd223/humorvip1/julho/news_20056120628.jpg" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A crise alimentar e os culpados]]></title>
<link>http://naturalmente.wordpress.com/?p=420</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 02:44:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaopc</dc:creator>
<guid>http://naturalmente.wordpress.com/?p=420</guid>
<description><![CDATA[ Este também não pude deixar de reproduzir aqui. Trata-se de um artigo do editor principal da rev]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> Este também não pude deixar de reproduzir aqui. Trata-se de um artigo do editor principal da revista <a title="Foreign Policy" href="http://www.foreignpolicy.com/" target="_blank">Foreign Policy</a>, do seu último número, acerca da crise alimentar global, de responsabilidades e caminhos. Um texto magnífico, que coloca a questão do aumento dos preços da comida em devida perspectiva. Muito didáctico e objectivo e assim de repente só um reparo: no início do último parágrafo, devia ter feito acompanhar os agricultores norte-americanos dos agricultores europeus. Aliás, o autor (a revista é americana) esquece-se um pouco da Europa, mas enfim, no geral mete os dedos nas feridas certas. Acho eu.</p>
<p style="text-align:center;"><em><strong>Missing Links: The Global Food Fight</strong></em></p>
<p style="margin-bottom:0;"><em>By Moisés Naím</em></p>
<p style="margin-bottom:0;"><em>July/August 2008</em></p>
<p style="margin-bottom:0;"><em><br />
</em></p>
<p style="margin-bottom:0;"><em>There are many culprits we can blame for higher food prices. But the poor isn’t one of them.</em><em><br />
</em></p>
<p style="margin-bottom:0;"><em>The spike in food prices is a global crisis, and it is destabilizing politics and economics everywhere. Food prices have doubled in the past two years, and most signs indicate they will stay high. Not surprisingly, the poor will bear the heaviest burden. Household surveys show that the poor already devote half of their spending to food. Inevitably, this percentage will rise sharply, cutting into what people have left for basic expenses like healthcare or shelter. This crisis, which caught governments by surprise, is undermining much of the progress that was made in lifting people out of poverty in the past 10 years. The World Bank estimates that high food prices will quickly pull 100 million people back below the poverty line. </em></p>
<p style="margin-bottom:0;"><em>The poor are not only being hurt by the food crisis more than anyone else, but they are also being blamed for it. U.S. President George W. Bush, for example, noted that when poor countries like India prosper, people there “start demanding better nutrition and better food.” Therefore, he said, “demand is high, and that causes the price to go up.” This view is widely shared by politicians, economists, and journalists alike. I echoed it myself in a recent column. But although the emergence of a global middle class is undoubtedly a factor in driving up food prices, it is not as important as most commentators think. We are blaming the wrong people. </em></p>
<p style="margin-bottom:0;"><em>That is one of the surprising conclusions of Donald Mitchell’s analysis of the food crisis. Mitchell, who is the World Bank’s expert on agricultural commodities, argues that while the poor, especially in Asia, are indeed eating more meat, this increased consumption is not the cause of the spike in food prices. Take, for example, the global consumption of rice and wheat. Between 2000 and 2007, the global consumption of rice grew by 1 percent a year; consumption of wheat grew even more slowly. Meanwhile, meat consumption soared. These trends seem contradictory because when you eat chicken or steak, you are essentially consuming grains, which are the main raw material used to raise these animals for human consumption. In fact, the demand for both rice and wheat has not matched the increase in the world’s population—that is, consumers. If meat consumption in Asian countries explained today’s higher grain prices, then the demand for grains should be consistently high and countries like China and India would be unlikely to have surplus grain to export. But, as Mitchell notes, the growth in demand for these grains in the past seven years was slower than the increase in demand between 1995 and 2000, when international prices were stable and Asian consumption had yet to boom. Moreover, China and India became net grain exporters in 2000, despite their growing populations and their rising meat consumption. </em></p>
<p style="margin-bottom:0;"><em>So what explains the fact that while meat consumption has gone up—the indicator most commonly used to blame poor Asian countries for their responsibility for higher food prices—the demand for grains has not kept pace? Technology, says Mitchell. Innovations in animal genetics, nutrition, and production methods have revolutionized the efficiency of the production of chicken, pork, and beef. The meat produced per unit of grain feed has increased 40 percent in East Asia since 1990, for example. So then, why are the international prices of these commodities soaring? </em></p>
<p style="margin-bottom:0;"><em>One indirect way in which rising consumption in poor countries is contributing to higher food prices is through increased energy consumption. The higher demand for energy in poor countries has added to the pressure that led to record prices for oil and gas. In turn, these high energy prices have pushed up food prices—not only because they have made the transportation of agricultural products more expensive, but mostly because they boost the cost of fertilizers produced with hydrocarbons. Weather anomalies, such as the severe drought in Australia, have also contributed to higher food prices. So have speculators. In the past five years, the number of futures contracts for wheat (the commitment to buy or sell a given volume of wheat by a certain future date at a predetermined price) has quadrupled. Although a lot of idle money looking for quick returns has found its way to agricultural markets, the fact is that while speculators ride and accelerate existing market trends, they don’t create the underlying market fundamentals. </em></p>
<p style="margin-bottom:0;"><em>And one of the fundamental realities that financial speculators are exploiting is that the existing inventories of agricultural commodities are at record lows. In the past 25 years, most countries gradually abandoned the policy of stocking grains and other agricultural commodities. Now that commodity markets are in turmoil, most countries lack significant cushions to absorb the impact of any sudden disruption in their ability to import grains. Such disruptions can have many causes, some natural and others man-made. Climate change, for example, is already having a discernible effect on harvest cycles and crop yields. But the most important catalysts of the current food crisis are government policies—especially in the United States—that encourage farmers to divert their production away from crops for human consumption and toward ethanol and other biofuels. Recent studies point out that these government decisions are responsible for more than 50 percent of the recent increase in food prices and will account for more than 33 percent of food inflation in the next decade. </em></p>
<p style="margin-bottom:0;"><em>Of course, the explosion in food prices was an unintended consequence of policies geared to help American farmers. But it is also true that such unintended consequences could have been avoided if decisions had been based on a careful analysis of food markets rather than on the shortsighted promotion of special interests. In any case, at least we now know that the culprits of the higher food prices are not consumers in poor countries but farmers in rich ones—and the politicians they have in their pockets. »</em></p>
<p style="margin-bottom:0;"><em><a title="The Global Food Fight" href="http://www.foreignpolicy.com/story/cms.php?story_id=4347" target="_blank">Moisés Naím is editor in chief of Foreign Policy</a></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CENÁRIOS E TENDÊNCIAS PARA OS PRÓXIMOS 20 ANOS.]]></title>
<link>http://dissidentex.wordpress.com/?p=813</link>
<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 21:32:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>dissidentex</dc:creator>
<guid>http://dissidentex.wordpress.com/?p=813</guid>
<description><![CDATA[PARTE 1 - CENÁRIOS E TENDÊNCIAS PARA OS PRÓXIMOS 20 ANOS (ESTE)
PARTE 2 - CENÁRIOS E TENDÊNCIAS]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>PARTE 1 - CENÁRIOS E TENDÊNCIAS PARA OS PRÓXIMOS 20 ANOS (ESTE)</p>
<p>PARTE 2 - <a href="http://dissidentex.wordpress.com/2008/07/03/cenarios-e-tendencias-para-os-proximos-20-anos-2/">CENÁRIOS E TENDÊNCIAS PARA OS PRÓXIMOS 20 ANOS - 2</a></p>
<p style="text-align:center;">♦</p>
<p><strong><span style="color:#3366ff;">SUPER TENDÊNCIAS PARA OS PRÓXIMOS 20 ANOS</span></strong></p>
<p><strong><span style="color:#3366ff;">MICRO ANÁLISE SOCIAL E ECONÓMICA.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Processo de longo termo analisando os processos em espectro largo e de grandes tendências, ao nível social, e económico a nível mundial.</p>
<p>A intensidade do impacto e o que causa transformações multi dimensionais nas sociedades.</p>
<p><strong>1. Mudanças demográficas → novos estádios de individualização.</strong></p>
<ul>
<li>No ocidente (excepção ao EUA) população envelhecida.</li>
<li>No resto do mundo, populações cada vez mais jovens e maiores.</li>
<li>Tendência a aumento de populações migrantes.</li>
</ul>
<p>Problemas:</p>
<ul>
<li>No ocidente, pressão sobre as populações mais velhas consideradas como um fardo.</li>
<li>Custos de saúde aumentados.</li>
<li>Xenofobia resultante das "soluções" preconizadas pelas elites desorientadas, que prevem aumento de imigração.</li>
<li>Custos com segurança e militares com tendência a aumentarem, micro conflitos políticos e diplomáticos com os estados do terceiro mundo.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Paralelamente, o individualismo das populações ocidentais - agora acompanhado pela procura dele por parte das populações dos países do terceiro mundo, irão gerar gerar um tipo de individualismo global</p>
<p style="text-align:justify;">A tendência será para menos relações sérias e estruturadas, assentes em valores como a lealdade, a segurança, a honra - o numero destas na vida de uma pessoa será menor - sendo substituidas por muitas e muitos relacionamentos "soltos" e rápidos como comida rápida pronta a largar e a usar de novo algures.</p>
<p style="text-align:justify;">Os efeitos na psicologia colectiva serão tremendos. As pessoas serão mais superficiais e menos "profundas" na maior parte dos seus relacionamentos. O mesmo nas empresas onde a força de trabalho será incentivada a não ter lealdade.</p>
<p style="text-align:justify;">Pessoas de meia idade serão excluidas - consideradas consumidores desejáveis, mas não cidadãos desejáveis.</p>
<p style="text-align:justify;">O mercado transformar-se-á de um mercado de massas, com produção em massa, para um mercado personalizado, um micro mercado, cada vez mais ajustado ao hedonismo e individualismo globais. Problemas adicionais serão a cada vez maior confusão e falta de pontos de orientação do consumidor/cidadão, cada vez mais "isolado" num mundo que lhe diz que o que ele adquire é pessoal e intransmissível, mas a que a solidão do "consumidor" aparece sempre, porque este está isolado.</p>
<p style="text-align:justify;">Teorias da auto suficiência do cidadão/consumidor ( produção da própria energia, por exemplo...)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>2 - Objectivos de saude → qualidade de vida.</strong></p>
<ul>
<li>Crescente tendência especialmente no Ocidente para que as pessoas sejam incentivadas a ter mais cuidado com a sua saúde,</li>
<li>Obtém-se com uma indução para o aumento da responsabilidade pessoal, quer nestas áreas, quer noutras áreas.</li>
<li>Objectivo: minorar os gastos de saude, e passar para o lado dos cidadãos a responsabilidade por isso, legitimando uma cultura de individualismo nesta área.</li>
<li>Saúde e qualidade de vida cada vez mais tecnologizadas, aumentando os custos pela aquisição das mesmas e separando os cidadãos que podem pagar dos que não podem pagar.</li>
<li>Tendência para a criação de novas forma de comida - comida bio modificada.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">É necessário criar estas lógicas antes. Crises de comida - produção e distribuição - ocorrerão, antes que a solução da bio modificada se apresente como uma alternativa viável.</p>
<p style="text-align:justify;">Os mercados serão de convergência nesta àrea. A saúde dará a mão à produção de comida, para se criarem produtos ( "novas formas de comida", medicamentos, aplicações laboratoriais, cosméticas) derivadas destes sectores.</p>
<p style="text-align:justify;">Sectores caros em preço de aquisição para o cidadão - largas maiorias deles não o poderão pagar e serão excluidos, embora, ao mesmo tempo a exclusão tenha a forma de individualismo e comportamentos pessoais (cidadãos convencidos que não obtém algo, mas que essa " não obtenção " é um acto de individualismo, por si mesmo escolhido como uma "tendência" e não uma criação externa e exterior aos mesmos feita por quem incentiva as próximas tendências.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Continua.</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um quarto do mundo terá acesso à internet em 2012, diz consultoria]]></title>
<link>http://luishipolito.wordpress.com/?p=3041</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 19:50:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Hipolito @ The Blogger</dc:creator>
<guid>http://luishipolito.wordpress.com/?p=3041</guid>
<description><![CDATA[FOLHA ONLINE
O número de usuários de internet vai chegar a 1,8 bilhão de pessoas em 2012, chegand]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>FOLHA ONLINE</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">O número de usuários de internet vai chegar a 1,8 bilhão de pessoas em 2012, chegando a um quarto da população mundial. Segundo previsão da consultoria JupiterResearch, o crescimento será principalmente em economias emergentes, com Brasil, Rússia, Índia e China alcançando os maiores índices de crescimento.</p>
<p style="text-align:justify;">A JupiterResearch aponta que o número de internautas vai crescer 44% até 2012, em relação aos dados de 2007, alavancado principalmente por países em desenvolvimento. Em dados absolutos, a China deve ultrapassar os Estados Unidos no número de usuários freqüentes de internet - a Índia deve ficar com o terceiro lugar.</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar disso, a consultoria avalia que, em 2012, esses países ainda estarão muito atrás de potências como os Estados Unidos no que se refere ao índice da população com acesso à rede - a expectativa é que os emergentes cheguem em 2012 aos índices de penetração de internet que os EUA tinham em 2000.</p>
<p style="text-align:justify;">"Apesar de as economias emergentes terem uma porcentagem de usuários de internet mais baixa comparada com os países desenvolvidos, a JupiterResearch acredita que eles vão dar um salto na curva de aprendizado, ao adotar atividades on-line mais sofisticadas que os desenvolvidos", afirma Vikram Sehgal, diretor de pesquisa da empresa e autor do estudo, em nota.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Campeão em comunidades</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O Brasil é uma mostra de como os países emergentes estão em processo contínuo de adesão da internet. O país é, por exemplo, o que mais usa sites relacionados a comunidades, como redes socais, tanto em horas gastas nesse tipo de site quanto no número de acessos.</p>
<p style="text-align:justify;">Dados do Ibope/NetRatings indicam que, em abril deste ano, 17,5 milhões de pessoas navegaram nesses portais utilizando conexão residencial - o maior número entre os dez países analisados pela empresa.</p>
<p style="text-align:justify;">E a última medição divulgada pela empresa indica que o acesso por internet em banda larga no Brasil cresceu 53% em um ano, chegando no mês de abril a 18,3 milhões de usuários residenciais ativos - que acessaram a rede em casa pelo menos uma vez no mês. O dado mostra que 82% dos internautas brasileiros utilizaram internet rápida naquele mês.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo a pesquisa, 22,4 milhões de pessoas utilizaram internet residencial - em qualquer velocidade - em abril deste ano, um crescimento de 41,3% em relação aos 15,9 milhões de abril de 2007. A alta foi a maior registrada no mês entre os dez países que são monitorados pela Nielsen/NetRatings.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>PCs em alta</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O Brasil vendeu 2,82 milhões de PCs no primeiro trimestre deste ano, o equivalente a cerca de 21,5 unidades por minuto, segundo dados de uma outra consultoria, o IDC. O resultado representa uma alta de 18,7% em relação ao mesmo período do ano passado. A expectativa é que o Brasil feche 2008 com 13 milhões de máquinas vendidas, o que faria do país o quarto maior mercado de PCs do mundo, ultrapassando o Reino Unido.</p>
<p style="text-align:justify;">Os resultados de 2007 colocaram o Brasil na quinta posição, atrás de Estados Unidos, China, Japão e Reino Unido. De acordo com a IDC, até o final de 2010 o Brasil deverá ser o terceiro maior em vendas de computadores, atrás apenas de Estados Unidos e China.</p>
<p style="text-align:justify;">O IDC projeta que esse mercado vai se manter em crescimento pelo menos até 2012, porém com taxas menores. A expectativa é que, naquele ano, o Brasil chegue à marca de 25 milhões de computadores vendidos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Novelas Globalizadas]]></title>
<link>http://roquesanteiro.wordpress.com/?p=112</link>
<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 13:53:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roque Santeiro</dc:creator>
<guid>http://roquesanteiro.wordpress.com/?p=112</guid>
<description><![CDATA[O pesquisador (e noveleiro) espanhol Jesús Martín-Barbero, da Universidad Javeriana, de Bogotá, a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O pesquisador (e noveleiro) espanhol Jesús Martín-Barbero, da Universidad Javeriana, de Bogotá, abriu nesta segunda feira o 4º Semniário Internacional Obitel (Observatorio Iberoamericano de la Ficción Televisiva), realizado no Rio em parceria entre a USP e o projeto Globo Universidade.  Ele falou com o Estadão sobre telenovelas, includindo <em>Roque Santeiro</em>.  Aqui vai um trecho:</p>
<blockquote><p><strong>Na sua palestra, o senhor chamou a novela colombiana <em>Betty, a Feia </em>de “mutante”, porque ela teria perdido a identidade quando foi adaptada em outros países . Mas não vê êxito nisso para a produção colombiana? </strong></p>
<p><em>Betty, a Feia</em>, em termos de público ou audiência, é um êxito maravilhoso. Mas o problema é que com essa telenovela não estamos falando com latino-americanos, mas usando a genialidade de um roteirista de usar um tema-chave, como é o de Branca de Neve. Nas versões de Betty, o único aspecto que resta do original é o núcleo arquetípico da beleza oculta. É diferente, por exemplo, de novelas como <em>Roque Santeiro </em>e <em>Terra Nostra</em>, que apresentam uma visão brasileira sobre as diferentes situações. Betty é um modelo que pode ser feito pelos alemães, basta mudar as tramas. Isso não tem nada a ver com a Colômbia, nem com a América Latina. De alguma forma, essa novela é o modelo que a globalização da TV está buscando: não é remake, é transformação, que permite que Betty seja alemã, norte-americana, espanhola... </p></blockquote>
<p>Entrevista completa <a href="http://txt.estado.com.br/editorias/2008/06/25/cad-1.93.2.20080625.51.1.xml">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Emergentes melhoraram combate à corrupção, diz Bird]]></title>
<link>http://luishipolito.wordpress.com/?p=2891</link>
<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 03:33:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Hipolito @ The Blogger</dc:creator>
<guid>http://luishipolito.wordpress.com/?p=2891</guid>
<description><![CDATA[BBC BRASIL











Bird disse que governabilidade no mundo piorou em geral




Um relatório sobr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ff0000;"><strong>BBC BRASIL</strong></span></p>
<p><!-- end_title --></p>
<div class="eight"></div>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="208" align="right">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2" bgcolor="#ffffff"><img src="http://www.bbc.co.uk/f/t.gif" border="0" alt="" width="5" height="1" /></td>
<td>
<div><img src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/images/2008/05/20080520170617080520_homemalgemado203.jpg.gif" alt="Mãos algemadas" width="203" height="153" /></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td class="caption">Bird disse que governabilidade no mundo piorou em geral</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><!-- st_story --></p>
<div class="storytext" style="text-align:justify;"><strong>Um relatório sobre governabilidade, divulgado nesta terça-feira pelo Banco Mundial (Bird), afirma que alguns países em desenvolvimento estão se igualando a países ricos no aperfeiçoamento de suas instituições e no combate à corrupção.</strong></div>
<p class="storytext" style="text-align:justify;">No documento, o Banco Mundial analisou 212 países de acordo com seis critérios – como a estabilidade política, o controle                   da corrupção e a qualidade normativa, entre outros.</p>
<p class="storytext" style="text-align:justify;">O documento deste ano, com dados referentes a 2007, mostra que alguns países em desenvolvimento – como Uruguai, Costa Rica, República Checa e Botsuana – conseguiram igualar seus índices de governabilidade aos de países considerados ricos, como Itália e Grécia.</p>
<p class="storytext" style="text-align:justify;"><!-- end_story -->"Alguns países estão fazendo rápido progresso em governabilidade, inclusive na África, mostrando que se justifica um pouco                   de afro-otimismo", disse o diretor de governabilidade do Instituto Banco Mundial, Daniel Kauffman.</p>
<p class="storytext" style="text-align:justify;">O relatório elogia os avanços de estabilidade política na Argentina e o aumento do grau de participação dos cidadãos no Haiti.</p>
<p class="storytext" style="text-align:justify;"><strong>Brasil</strong></p>
<p class="storytext" style="text-align:justify;">Apesar destes avanços, o Banco Mundial destaca que "a qualidade global da governabilidade no mundo não melhorou muito na última                   década".</p>
<p class="storytext" style="text-align:justify;">O documento afirma que nos últimos dez anos a governabilidade "se deteriorou em várias dimensões" no Zimbábue, Costa do Marfim,                   Belarus, Eritréia e Venezuela.</p>
<p class="storytext" style="text-align:justify;">O Brasil apresentou pequenas variações em relação ao ranking do ano passado nos seis critérios de governança.</p>
<p class="storytext" style="text-align:justify;">Os dois critérios nos quais o país mantém suas piores avaliações são estabilidade política e regime de direito.</p>
<p class="storytext" style="text-align:justify;">O relatório de governabilidade do Banco Mundial é feito a partir da análise de centenas de pesquisas de opinião com cidadãos                   dos países estudados.</p>
<p style="text-align:justify;">As pesquisas são feitas por mais de 30 instituições diferentes, sob supervisão da instituição. O relatório é divulgado desde                   1996.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dance, dance, dance!]]></title>
<link>http://slsnake.wordpress.com/?p=427</link>
<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 01:15:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>S.L. Snake</dc:creator>
<guid>http://slsnake.wordpress.com/?p=427</guid>
<description><![CDATA[Vale a pena uma olhada. É engraçado! (detalhe para o cachorro correndo em volta dele no Kuweit)
Wh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Vale a pena uma olhada. É engraçado! (detalhe para o cachorro correndo em volta dele no Kuweit)</p>
<p><a href="http://www.vimeo.com/1211060?pg=embed&#38;sec=1211060">Where the Hell is Matt? (2008)</a> from <a href="http://www.vimeo.com/user484313?pg=embed&#38;sec=1211060">Matthew Harding</a> on <a href="http://vimeo.com?pg=embed&#38;sec=1211060">Vimeo</a>.</p>
<p><HR><br />
Dica da Camilla Avella</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Choques de preços como dos alimentos poderão criar novas potências, e o Brasil está na lista]]></title>
<link>http://luishipolito.wordpress.com/?p=2871</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 14:51:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Hipolito @ The Blogger</dc:creator>
<guid>http://luishipolito.wordpress.com/?p=2871</guid>
<description><![CDATA[CIDADE BIZ
Fortunas mudarão de mãos, surgirão novas potências, muitas mudanças para que se mani]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>CIDADE BIZ</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span class="olhoNot">Fortunas mudarão de mãos, surgirão novas potências, muitas mudanças para que se manifestem sem crise</span></strong></p>
<p><a class="credito" href="mailto:abarros8@terra.com.br">Antonio Machado</a></p>
<p style="text-align:justify;"><a class="credito" href="mailto:abarros8@terra.com.br"></a></p>
<p>A grande armadilha em tempos de incertezas, como as que solapam o desempenho da inflação e excitam os mercados financeiros globais, é perder o foco da fotografia ampliada do momento e se levar pelo pessimismo. Crise não é só sacrifício, mas também oportunidade.</p>
<p>A mesma inflação dos alimentos que provoca calafrios mundo afora, e leva o Banco Central a voltar a pôr fermento na massa indigesta da Selic, fará a agricultura ser para o Brasil o que o petróleo é para os países produtores. Só errando muito para não dar certo.</p>
<p>Quem depende de petróleo vendido a mais de US$ 130 o barril, e que fosse US$ 100 que o problema seria igual, está numa sinuca de bico. Nos EUA, maior consumidor e importador mundial, a venda de carrões estagnou, a economia está parada, há quem fale em redução dos congestionamentos em cidades como Los Angeles. Na China, o 2º maior, onde a inflação anual já passa de 8%, o governo anunciou o fim do subsídio dos combustíveis, com aumentos de 16% a 18%.</p>
<p>Na Índia, cuja economia cresce à sombra da China, a inflação foi a 11%, a maior em treze anos, puxada pelo petróleo. Até a Europa disciplinada está num impasse: o Banco Central Europeu quer subir a taxa básica hoje de 4,25%, com receio da inflação, e os governos da zona do euro temem a recessão. Não há para onde fugir, e é mais grave no Japão, Coréia do Sul, países sem uma gota de petróleo e sem terras disponíveis para a lavoura verde dos biocombustíveis.</p>
<p>O choque de petróleo, que vem se formando desde 2002, criou o dos alimentos, e a eles se embolou o capital financeiro que escapou da crise financeira dos EUA e perdeu momentaneamente a fé nos ativos de alto risco dos mercados de derivativos de Wall Street e da Citi de Londres.</p>
<p>Hoje, já não se sabe se tais preços sobem movidos pelo aumento da demanda na Ásia, pela oferta regulada ou por causa das operações especulativas nas bolsas de commodities. Não importa.</p>
<p>Provavelmente, tais choques reajam a tudo isso. Para muitos, é um fenômeno que veio para ficar, mesmo que a bolha especulativa venha a furar afastando das commodities parte dos capitais financeiros.</p>
<p>A ameaça realmente séria é uma inflação “corretiva” que reduza a pó tais capitais, o que implicaria a débâcle do dólar.</p>
<p><strong>Goldman perde brilho</strong></p>
<p>As transformações devidas a tal processo começam a acontecer. Nos EUA causou frisson esta semana a notícia segundo a qual o valor de mercado de uma indústria de fertilizantes e ração animal, a Potash Corp, fabricante de potássio, fosfato e nitrogênio - os nutrientes básicos da agricultura -, superou o de um astro de Wall Street, o badalado banco de investimento Goldman Sachs, por US$ 69,7 bilhões a US$ 69,4 bilhões.</p>
<p>E olhe que o Goldman foi dos poucos bancos dos EUA a escapar sem prejuízos da crise do subprime de hipotecas.</p>
<p><strong>A corrida ao campo</strong></p>
<p>Tais notícias, sabe-se lá se por desinformação ou masoquismo, não repercutem no Brasil. A súbita valorização da Potash, que opera no país sob o nome de Fosfatos do Brasil, com fábrica em São Vicente, tem tudo a ver com o aumento da demanda por comida pelas economias emergentes, como trigo, soja e arroz.</p>
<p>“A pressão pela oferta de alimentos está se intensificando”, disse o presidente da Potash, Bill Doyle. “Você verá preços maiores para os grãos, não menores.” Nessa toada, previu, a demanda por nutrientes dobrará em quinze anos, com China, Índia e Brasil, segundo ele, puxando a produção.</p>
<p><strong>Mutações silenciosas</strong></p>
<p>Talvez fosse mais fácil visualizar as mutações da economia como um processo rumo a um arranjo ainda um tanto nebuloso quanto aos ganhadores, perdedores e os paradigmas da política econômica. Vai ficando claro que será difícil sem a mediação do Estado, o que já suscita um debate intenso nos EUA na esteira das campanhas de John McCain e Barak Obama.</p>
<p>Se não só os mercados estão estabelecendo as novas tendências, mas as necessidades geopolíticas de cada país, o arcabouço de formulação da economia terá de se reinventar.</p>
<p>Tais mutações impactam silenciosamente a economia global. A vasta riqueza do petróleo acumulada pelo Conselho de Cooperação do Golfo (como Arábia Saudita, Kuwait, Dubai, Catar), de US$ 5 trilhões a US$ 9 trilhões entre 2007 e 2020, segundo estudo da McKinsey, vai redesenhar os mercados de capitais no mundo.</p>
<p>Fortunas vão mudar de mãos, surgirão novas potências, enfim, muitas mudanças para que se manifestem sem crise e reação. E o Brasil é protagonista.</p>
<p><strong>Chrysler bate Toyota</strong></p>
<p>Num momento como esse às vezes o que se vê não corresponde ao que é de fato. Exemplo: esta semana a agência Standard &#38; Poor’s fez o oposto do que atribuiu ao Brasil ao reduzir a nota de crédito nos EUA da GM, Ford e Chrysler. Na fotografia as três são um desastre, dinossauros da indústria americana, e amargam pesados prejuízos.</p>
<p>Na evolução, já alcançaram a invejada produtividade das japonesas Toyota e Honda, conforme pesquisa da consultoria Harbour Report. A Chrysler baixou para 30,37 horas o tempo de montagem por veículo, igualando-se à Toyota, e o faz em 13,57 horas numa nova fábrica em Toledo South, Ohio. Não há jeito: ou Detroit se reinventa tal qual fênix ou morre. É uma lição para empresas brasileiras acomodadas.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A síndrome de Canudos e o udenismo sem-vergonha]]></title>
<link>http://luishipolito.wordpress.com/?p=2867</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 14:38:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Hipolito @ The Blogger</dc:creator>
<guid>http://luishipolito.wordpress.com/?p=2867</guid>
<description><![CDATA[AGÊNCIA CARTA MAIOR
Muitas vezes, a esquerda da esquerda, ao falar do governo Lula, parece repetir ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><strong>AGÊNCIA CARTA MAIOR</strong></span></p>
<p class="linhafina" style="text-align:justify;"><strong>Muitas vezes, a esquerda da esquerda, ao falar do governo Lula, parece repetir a síndrome de Canudos. Esse governo tem suas contradições, lacunas, erros? Tem, nunca deixamos de apontá-los. Deveria ser abatido? Sua continuidade (seja lá com quem for) deve ser impedida? Só uma néscia irresponsabilidade histórica pode pensar assim. A análise é de Flávio Aguiar.</strong></p>
<p class="linhafina" style="text-align:justify;">
<p class="headline-link" style="text-align:justify;"><strong>Flávio Aguiar</strong></p>
<p class="headline-link" style="text-align:justify;">
<p class="texto" style="text-align:justify;">Chamou-me a atenção um comentário do Emir em resposta aos muitos que recebeu quando da publicação em seu blog do relato sobre a reunião do presidente Lula com os intelectuais em Araraquara, quando da homenagem à professora Gilda de Mello e Sousa. Dizia o Emir que um dos presentes, recém chegado do exterior, disse que “lá” a imagem do Brasil é muito boa; e que “aqui” é muito ruim. Ao que ele (Emir) comentou com Luis Fernando Veríssimo que “lá” “eles” não lêem a imprensa “daqui”. Veio o pensamento a mim, que vivo “lá”: é também que “aqui”, este “lá”, não ressoa muito o pensamento de uma certa esquerda “daí”, do Brasil, que o desanca sem saber muito em que mundo está, situada “acolá” de qualquer reflexão sobre o que se passa, muitas vezes, além da soleira do próprio nariz.</p>
<p style="text-align:justify;">Como o nariz dos que acusam a Carta Maior de aulicismo. Ou é porque não lêem a Carta Maior, não a acompanham, ou é porque só lêem nela o que querem, tomados que estão de uma “síndrome de Canudos”, a nossa admirável, mas malograda cidadela popular.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma observação prévia se impõe. Depois de massacrada pelo Exército e polícias estaduais, a cidadela do Belo Monte foi massacrada de novo, por muitas décadas, pela própria esquerda, rotulada que foi de “messiânica”, “beata”, “alienada”, etc., aceitando-se o pré-conceito histórico dos positivistas. Recordo-me que na beleza da juventude, que os anos não trazem mais, ouvi elogios ao personagem Antonio das Mortes (de resto, um grande personagem) do filme “Deus e o Diabo na terra do sol”, de Glauber Rocha (de resto, um grande filme). Esses elogios falavam dele como “necessidade histórica”, porque destruía o cangaço e a comunidade de Monte Santo, em torno do beato Sebastião, para que reluzisse a “verdadeira consciência” do povo, isto é, aquela que nós, estudantes inflamados daqueles verdes anos, trazíamos para a praça pública.</p>
<p style="text-align:justify;">Tínhamos nossas razões, mas nesse particular, havia alguma incômoda homologia com os positivistas jacobinos que, em nome da República, saudavam o fim da “nossa Vendéia”, o reduto camponês manobrado pela aristocracia francesa contra a revolução de 89.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas... voltemos ao principal que é o fio da meada que nos leva da síndrome de Canudos ao udenismo sem-vergonha. Para tanto, tomemos a via direta de uma digressão, que nem sempre o caminho mais curto entre dois pontos é uma linha reta, como já demonstraram Einstein e o imortal Didi, cada um em seu campo específico.</p>
<p style="text-align:justify;">Onze anos atrás, em colóquio na cidade alemã de Colônia, a propósito da celebração dos 100 anos do massacre que se abateu sobre o sertão, apareceu um notável oficial do Exército Brasileiro, do setor de documentação. Davi era o seu nome. Sua participação foi brilhante. Provou, por A + B, que nada de sedição houvera na formação da cidadela do Belo Monte. Qual era o abecedário? A estratégia militar, em duas facetas. A primeira, expôs ele, era a de que se houvesse um princípio sedicioso na formação da cidadela, aquele sítio do Belo Monte jamais poderia ter sido de escolha.</p>
<p style="text-align:justify;">Por quê? Porque era ligado ao resto da região por inúmeros caminhos. Se assim aconteceu, é porque além de ser bom para congregar gente, o sítio o era para manter indispensáveis contatos com a região em volta, que incluíam o comércio, o abastecimento, a circulação de informação, enfim, tudo o que uma urbs “moderna” exige. Canudos era um caminho de “modernização”, vejam só, não de sublevação. Aqueles caminhos abertos, aliás, serviram aos seus atacantes, os fracassados e os de sucesso. A segunda é que, deflagrada a hostilidade, esses mesmos caminhos não foram usados para qualquer retirada, a não ser quase no final, dias antes do cerco se fechar, por um pequeno grupo liderado pelos comerciantes locais. O reduto de Canudos deixou-se isolar, e por isso foi abatido. Convenhamos, é o que muitas vezes vejo a esquerda da esquerda exigir do governo Lula. Esse governo tem suas contradições, lacunas, erros? Tem, nunca deixamos de apontá-los. Deveria ser abatido? Sua continuidade (seja lá com quem for) deve ser impedida? Só uma néscia irresponsabilidade histórica pode pensar assim.</p>
<p style="text-align:justify;">A nossa intuição diz que uma coisa é uma coisa, e que outra coisa outra é. Mas se pensarmos bem, uma coisa pode ser uma e a outra também. Criticar, por exemplo, a timorata atitude do governo Lula diante da Casa Grande (ia dizer Branca) em que o Banco Central se transformou, conceitualmente, é uma coisa. Fazê-lo indiscriminadamente, sem atentar para que lado vai a crítica, qual é a proposta alternativa, é abrir caminho para tucanos e demos, pois cria aquela atmosfera do “é tudo a mesma coisa”.</p>
<p style="text-align:justify;">Olhemos ao redor, para o vasto e pequeno mundo que nos cerca. Nas várias Europas, as poucas esquerdas estão na UTI da história. Os partidos social-democratas e os socialistas se renderam, duas décadas atrás, às balizas conservadoras do Consenso de Washington, a ponto de perderem a própria identidade (como aponta artigo recente de José Luis Fiori) e se tornarem apêndices das políticas conservadoras, quando não pontas-de-lança. Mas não foram apenas “eles” que se renderam. Houve como que um torpor generalizado, de corações e mentes, que engolfou-os e engolfou-as nessa verdadeira “Bolha Assassina”(nome de um filme famoso, com Steve McQueen, para quem não sabe ou lembra) em que se transformou a necessidade das “reformas” depois do desabamento do mundo socialista.</p>
<p style="text-align:justify;">Este, é bom lembrar, não foi derrotado de fora para dentro; não houve ocupação militar, como na Comuna de Paris. Ele foi derrotado de dentro para fora, derrotou-se a si mesmo. Aí há algo em que pensar, para além dos aviões de carreira que nos transportam ao cômodo, mas inútil, mundo das certezas imutáveis.</p>
<p style="text-align:justify;">Agora, não mais que de repente, as antigas e as novas esquerdas ensaiam alguma recuperação, ainda em nível existencial. A candidatura de Royal na França, assim como o surgimento do novo partido <em>Die Linke</em> (A Esquerda) e a timidíssima inflexão ao centro do SPD na Alemanha são sinais desses organismos que, depois de longo estado de coma, começam a dar sinais de saírem, quem sabe, da hibernação.</p>
<p style="text-align:justify;">No Leste europeu os políticos de prestígio pertencem à direita ou à centro-direita, assim como na Suíça e na Inglaterra. A Rússia está tomada por um governo mais interessante do que ao tempo do Yeltsin, mas de espírito czarista redivivo. A Espanha de Zapatero é mais interessante do que a de Aznar, mas assim mesmo não é um modelo de vanguarda. Da Itália de Berlusconi e de Bento XVI nem é bom falar, para não mergulharmos logo no inferno astral. A China transformou-se numa potência capitalista e neo-imperialista na África, sobretudo, onde desembarca capitais e mão de obra, numa ocupação que lembra os tempos coloniais na América Latina. Na África aos tempos heróicos das lutas anti-coloniais se sucedeu um (des)integrar-se na nova ordem mundial capitalista. A África do Sul resiste um tanto, mas ainda assim seu esforço mais é por integrar-se de modo mais coerente que seus vizinhos a essa nova ordem. A Índia moveu-se, é verdade: de um governo de direita passou para um de centro-direita, o que, sem dúvida, é melhor, mas não nos desperta o <em>animus revolucionandi</em>, ao contrário, o <em>reflexionandi</em>. O Japão lembra o dito sobre Minas: está onde sempre esteve. Para a Palestina nem é bom olhar, com a confusão ideológica em todos os campos, e no mundo árabe e próximo ao redor campeiam fantoches norte-americanos, líderes que são mais problemas do que soluções, como no Irã, e ex-criações da CIA, como os talebãs e Osama Bin Laden, ou o que dele restar.</p>
<p style="text-align:justify;">E os Estados Unidos? Debatem-se entre a neo-direita de McCain e a neo-ainda-não-sabemos-o-quê de Obama. Tudo bem: simbolicamente, Obama é um acontecimento saudável. Mas o que de mais substancioso trouxe até agora foi a promessa de criar um sistema de saúde de espírito público nos Estados Unidos, algo assim como o SUS que já existe no Brasil (e é muito avançado, diga-se de passagem) em lugar da situação caótica e privatista que hoje campeia do Rio Bravo aos Grandes Lagos, do Rio Hudson à Golden Gate. Enquanto isso, numa tirada demagógico-populista Bush promete encher a costa norte-americana do Atlântico com plataformas submarinas para baratear já (!) o preço do petróleo e o candidato republicano diz que vai inundar o oeste do país com 32 novas usinas nucleares! (A propósito: não ouvi nenhuma ONG européia ou outra a demandar a internacionalização do oeste norte-americano para discutir a instalação dessas usinas).</p>
<p style="text-align:justify;">Baixemos o olhar para a nossa América Latina. O México, da gloriosa revolução de 1910, hoje é ponta de lança da direita, com o caso ainda mais grave da Colômbia logo ao sul. Cuba se debate para não naufragar, e está à beira de uma “segunda fase revolucionária” (ou será já a prorrogação?) que ninguém sabe onde vai dar. No Haiti, o novo governo já teria sido varrido do mapa pelas milícias(?) com que o governo de Aristide, cheio de boas intenções, mas desorganizado, conviveu, não fosse a presença das tropas (infelizmente, mas a vida tem infelicidades piores e menos piores) brasileiras. As revoluções republicanas (ainda longe de socialistas) da Venezuela, da Bolívia, do Equador e do Paraguai dependem da estabilidade brasileira, enquanto nestes países as direitas torcem para a queda do governo de centro-esquerda brasileiro em 2010 e sua substituição pelos almejados tucanos e demos. O Partido Socialista de Bachelet se parece mais com seus congêneres europeus, embora não tenha chegado ao desossamento por que muitos destes passaram.</p>
<p style="text-align:justify;">Caramba, e nós queremos que o governo Lula reinvente – só isso, e só – a esquerda, o socialismo, e quem sabe um novo socialismo de exportação... No fundo se deseja que o governo Lula se isole, e isso num país que tem uma classe média imensa cuja cabeça política por vezes parece ventoinha de aeroporto. Inclusive a de esquerda.</p>
<p style="text-align:justify;">Dito isto, cabe refletir sobre os limites da experiência que este (nosso, meu pelo menos) governo traz. No limite, dizia um amigo meu de larga e longa experiência, desde os tempos da militância contra o Estado Novo, ele nos ensina que numa moldura destas como vivemos a postura socialista deveria ser a de disputar os “pequenos espaços” e refletir sobre os grandes, sobre o que deve ser pensado, rescaldado e transubstanciado das experiências socialistas passadas e das grandes revoltas – de Espártaco aos zapatistas e ao MST de hoje. Lembrava ele, como argumento a seu favor, o sucesso inspirador em escala mundial (para além das derrotas e vitórias eleitorais) da administração petista por 16 anos em Porto Alegre (e ele não é gaúcho...) e a de 50 anos em Bolonha, na Itália. Poderia eu acrescentar hoje a de Berlim, ilha à esquerda num oceano de vagas encapeladas à direita...</p>
<p style="text-align:justify;">Mas na verdade discuti que essa idéia é improvável, pois que as forças sociais se aglutinam para disputar o poder, e todas as suas fatias, não apenas algumas. Mas, contra-argumentava ele, a tradição do Estado brasileiro, sulcado pelas cordialidades históricas, é a de cooptar para dentro de si e de suas práticas, não o contrário. Mesmo um partido de esquerda não tem força, fora de um momento revolucionário, para revirar esse estado de pernas para o ar, e as “práticas difíceis” terminam por se impor em setores vitais, como acabou acontecendo em setores do “nosso” (ele também assim se expressa) governo. Mas, e eu voltava de novo a argumentar, é possível ainda disputar pequenos e grandes espaços mesmo num Estado como o brasileiro, desde que se pense grande, e não pequeno, como muitas vezes acabou acontecendo; o Brasil hoje pensa grande em muitos setores, e dei como exemplo o energético e o da política externa, ainda que abertos ambos a inúmeras discussões. E por aí seguimos na discussão. Deu-me esse amigo lição profunda, como as  que costuma dar: o governo Lula é uma pauta em discussão, não uma questão fechada, nem para um lado nem para o outro. E precisa manter diálogos com todos os setores sociais e todos os personagens internacionais, como vem fazendo, com espírito de soberania e não de integração subalterna. Questão fechada só uma: a ele não pode suceder a direita. Caso isso se realize, sentiremos saudades de nós mesmos, diante do amargor com que todos passaremos a viver.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As ferramentas de comunicação com os clientes em Marketing]]></title>
<link>http://rmmmarketing.wordpress.com/?p=686</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 14:30:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Mauricio Menshhein</dc:creator>
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<description><![CDATA[A evolução das ferramentas utilizadas na comunicação pode ser um diferencial a ser utilizado ant]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">A evolução das ferramentas utilizadas na comunicação pode ser um diferencial a ser utilizado antes dos concorrentes, mas é necessário estar atento ao momento do mercado, pois nem todos os clientes podem ter acesso ao material que a empresa utiliza.<br />
</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Estudar as variáveis e usar a melhor ferramenta para comunicação pode parecer muito simples, mas quando a empresa faz uma pesquisa e descobre que seus clientes não têm acesso àquele material fica surpresa, mas também pode aprender a importância de estudar o mercado consumidor antes de partir para a ação.<br />
</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Há alguns anos a mídia escrita passa por adaptações perante as tecnologias utilizadas atualmente, assim como as rádios e emissoras de televisão, que puderam aprender a conviver e até mesmo a complementar seus serviços com a internet.<br />
</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Logicamente a internet também passa por evoluções, desde os serviços disponibilizados até os programas (softwares) que permitem que a interatividade esteja muito presente em campanhas.<br />
</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Talvez o ponto mais importante não seja a extinção de uma ou mais mídias utilizadas, mas a forma como elas se adaptam ao momento do mercado, principalmente quando muitas pessoas declaram que esta ou aquela forma morrerá, mas que na verdade passará por uma transformação.<br />
</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Então é possível perceber que muitas pessoas declararam o desaparecimento de algumas mídias, como as rádios, jornais, revistas etc., após o surgimento e o crescimento, que ainda ocorre, da internet, mas o tempo só trouxe uma nova constatação, as rádios passaram a ser virtualizadas, e o número crescente de opções pôde ampliar também as escolhas dos ouvintes, assim como cada indivíduo pode criar a sua própria rádio e então compartilhar com outras pessoas, independente do local onde estejam.<br />
</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Também é interessante notar como a televisão acaba se adaptando com as novas tecnologias, pois a interatividade é um caminho que traz o consumidor para mais perto da empresa, assim como na internet o próprio cliente cria seus conteúdos ao demonstrar a relação que possui com uma marca, e que no primeiro momento foi um alvo para críticas, mas que o tempo conseguiu apontar uma nova solução, onde o cliente passa a ser um grande divulgador das marcas, pois também é "dono" das mesmas.<br />
</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Outro ponto interessante é que muitas das mídias impressas acabam por trazer informações interessantes, e que também oferecem mais detalhes em suas versões digitais, seja através de uma página na internet, newsletter, blog etc., e que são indicados dentro das publicações.<br />
</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">Adaptar-se ao momento é fundamental em qualquer época, independente das ferramentas utilizadas para comunicar-se com os clientes, sem esquecer que a mídia utilizada deve estar disponível para o seu cliente, pois de nada adianta estar presente em um local onde o seu público-alvo sequer sabe que existe.<br />
</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms;">A comunicação das empresas com seus clientes pode se transformar em uma experiência que o encante ou então afaste, o que aponta a necessidade real de pesquisas constantes e que estudar e utilizar novas ferramentas pode ser uma solução prática e viável se a empresa vai ao encontro do consumidor.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Número de PCs em uso no planeta ultrapassa 1 bilhão]]></title>
<link>http://luishipolito.wordpress.com/?p=2800</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 18:31:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Hipolito @ The Blogger</dc:creator>
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<description><![CDATA[FOLHA ONLINE
O número de PCs em uso no planeta ultrapassou 1 bilhão, com forte crescimento dos mer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ff0000;"><strong>FOLHA ONLINE</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">O número de PCs em uso no planeta ultrapassou 1 bilhão, com forte crescimento dos mercados emergentes, e esse número pode dobrar até 2014. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (23) pela consultoria Gartner.</p>
<p style="text-align:justify;">O centro de pesquisas espera que 180 milhões de computadores serão substituídos só neste ano. Atualmente, os mercados desenvolvidos contam com 58% dos computadores utilizados, mas no próximo bilhão farão parte de apenas 30%.</p>
<p style="text-align:justify;">O Brasil vendeu 2,82 milhões de PCs no primeiro trimestre deste ano, o equivalente a cerca de 21,5 unidades por minuto, segundo adiantou a <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u409535.shtml"><strong>Folha Online</strong></a> neste mês.</p>
<p style="text-align:justify;">O resultado representa uma alta de 18,7% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram vendidos 2,378 milhões de computadores. A expectativa é que o Brasil feche 2008 com 13 milhões de máquinas vendidas, o que faria do país o quarto maior mercado de PCs do mundo, ultrapassando o Reino Unido.</p>
<p style="text-align:justify;">Os resultados de 2007 colocaram o Brasil na quinta posição, atrás de Estados Unidos, China, Japão e Reino Unido.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A hora de uma reforma verdadeira do mercado]]></title>
<link>http://luishipolito.wordpress.com/?p=2796</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 17:17:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Hipolito @ The Blogger</dc:creator>
<guid>http://luishipolito.wordpress.com/?p=2796</guid>
<description><![CDATA[AGÊNCIA CARTA MAIOR
Hoje, a maioria dos países latino-americanos está rejeitando a fórmula dos E]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#ff0000;"><strong>AGÊNCIA CARTA MAIOR</strong></span></p>
<p class="linhafina" style="text-align:justify;"><strong>Hoje, a maioria dos países latino-americanos está rejeitando a fórmula dos EUA, em prol dos modelos europeu e chinês. Há alguns anos, as economias de Taiwan, Coréia do Sul e Cingapura prosperaram no modelo asiático de mercado, dirigido e regulado pelo governo. A análise é de Hazel Henderson.</strong></p>
<p class="headline-link"><strong>Hazel Henderson*</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O mantra de economistas, banqueiros centrais, Banco Mundial, FMI e outros consultores para países em desenvolvimento clama, acima de tudo, por uma reforma no mercado. Desembrulhando o jargão, isso significa que eles querem desregulamentação, comércio livre, privatização, moedas conversíveis, crescimento via débito e exportação e mercados de trabalho flexíveis – resumido como o “Consenso de Washington”.</p>
<p>Hoje, a reivindicação está se transformando em demanda por reformas do mercado e do capitalismo, bem como do estreito “scorecard” econômico de progresso, o Produto Interno Bruto (PIB). Stravos Dimas, Comissário Europeu do Meio Ambiente liderará a conferência Além do PIB, prevista para novembro de 2008 no Parlamento Europeu (www.beyond-gdp.eu).</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje em dia, a receita do tipo “tamanho único” para o crescimento econômico, medido pelo PIB, está sendo questionada em outros terrenos, além do social e ambiental. A razão é que a visão geral oferecida por esse modelo é falha. A cúpula do G-8 na Alemanha e os CEOs corporativos em Davos preocupam-se com o caos do clima global e o grupo US-CAP, relacionado a eles, exigem limites mandatários para a própria emissão de carbono. Com o fracasso dos diálogos comerciais na OMC, a crescente lacuna entre ricos e pobres, os efeitos da globalização, a diminuição de postos de trabalho manual e, cada vez mais, de trabalho administrativo, a procura por almas conscientes continua. Não há como assegurar ao cidadão mediano que qualquer novo pensamento derivado dessas políticas esteja no horizonte.</p>
<p style="text-align:justify;">Os europeus estão liderando o novo debate e já dão preferência à economia de mercado social mista. A China modificou o modelo do Consenso de Washington, criando sua própria economia social, onde os mercados são vistos como “bons servidores, mas mestres ruins”. Hoje, a maioria dos países latino-americanos está rejeitando a fórmula dos EUA, em prol dos modelos europeu e chinês. Há alguns anos, as economias de Taiwan, Coréia do Sul e Cingapura prosperaram no modelo asiático de mercado, dirigido e regulado pelo governo.</p>
<p style="text-align:justify;">Administradores de fundos de pensão socialmente responsáveis e gerentes de fundos mútuos lançaram o Princípios de Investimento Responsável da ONU, representando mais de US$ 8 trilhões em ativos. O “Carbon Disclosure Project”, representando US$31 trilhões em mãos de gerentes de ativos globais, demanda a divulgação das emissões de carbono. Esses agentes financeiros estão dando um novo significado para a reforma de mercado. (veja em <a title="Ethical Markets" href="http://www.EthicalMarkets.com" target="_blank">www.EthicalMarkets.com</a>). Eles exigem que as companhias que fazem parte do seu portfólio tenham também como foco tornar os mercados mais éticos. Aplicam o novo protocolo de prestação de contas do triple bottom line, que vai além do tradicional “single bottom line” que visa lucro, bem como melhora a governança, o desempenho social e ambiental. Isso não surpreende tanto, já que atualmente o mau comportamento das empresas está vinculado com novos riscos para o preço de suas ações no mercado: riscos de ordem social, ambiental e na reputação, mensurados por firmas de serviços financeiros como Innovest Strategic Value Advisors, Truecost e outras.</p>
<p style="text-align:justify;">A Era da Informação transformou-se também numa nova Era da Verdade, em que a reputação de uma empresa, de marcas preciosas e das ações pode ser destruída em tempo real, através de informações negativas vindas de grupos de supervisão, como Corpwatch.org e Global Exchange. Investidores individuais, simpáticos aos sindicatos, ambientalistas e grupos de justiça social, estimularam essa nova definição de reforma de mercado, pois eles representam US$ 2,3 trilhões em ativos, isso só nos EUA. Até mesmo o Comitê do Nobel concedeu o Prêmio da Paz a um banqueiro dos pobres, Mohammed Yunus.</p>
<p style="text-align:justify;">Tais reformas incluem uma gestão corporativa mais ética, transparente e prestadora de contas, repleta de aberturas, com marketing e propaganda responsáveis, produtos corretos do ponto de vista ambiental, cortes de salários exorbitantes e opções de ações de executivos, imposição de limites à influência exercida por meio de lobby ou política, práticas trabalhistas injustas, poluição ambiental e desperdício de recursos.</p>
<p style="text-align:justify;">A ética é a grande história dos governos e dos mercados, bem como da aliança não muito ortodoxa entre os dois. A recente onda de crimes corporativos nos EUA ajudou a eleger o governador de Nova York, Eliot Spitzer. O Senado dos EUA aprovou um pacote de medidas éticas, limitando a prática de lobby, apropriação indevida e favorecimento, como resposta ao clamor público contra a corrupção. Os políticos fariam melhor se simplesmente se comprometessem, quando candidatos, a nunca trabalhar como lobistas.</p>
<p style="text-align:justify;">Mesmo as fundações não estão mais imunes, uma vez que investidores socialmente responsáveis exigem que elas examinem os portfólios de ações que estão por trás das suas doações. As regras esquizofrênicas que ainda permitem que exista uma “Muralha da China” entre as decisões de investimento e de assistência são eticamente cegas. A Fundação “Bill e Melinda Gates” é apenas a mais recente a ser questionada. Ela é eticamente confusa e até mesmo incoerente, como fundação. Na área da saúde, ela possui um portfólio que inclui ações de companhias de fumo, álcool, alimentos não-saudáveis e refrigerantes com alto teor de açúcar. O novo padrão preconiza que as missões sociais de uma fundação sejam complementadas pelo gerenciamento de um portfólio limpo.</p>
<p style="text-align:justify;">O debate sobre ética está crescendo nos mercados globais e na elaboração de políticas, enquanto os EUA reavaliam a moralidade de uma guerra preventiva no Iraque e seus trágicos custos humanos. A proliferação nuclear, que foi além do “clube” EUA, Rússia, China, França, Grã-Bretanha e Israel, incluindo agora Índia, Paquistão e provavelmente outros países, está pressionando o Tratado de Proliferação Nuclear, que prega que todos os países abram mão dessas armas.</p>
<p style="text-align:justify;">A exigência por reformas alcança agora os mercados e o próprio capitalismo. Será que Adam Smith ficaria surpreso? Provavelmente não, já que ele prezava muito o dinamismo capitalista. Posteriormente, Schumpeter percebeu a evolução dos mercados como “destruição criativa”, como é vista hoje a tecnologia “perturbadora” de energia mais limpa e mais verde, bem como o uso sustentável de recursos, hoje desafiando o carvão, o petróleo e a energia nuclear. Os novos valores e a inquietação com a ética, ao guiarem a evolução do capitalismo, refletem os novos imperativos do século 21 neste nosso pequeno e ameaçado planeta. A famosa “mão invisível” de Smith tornou-se agora a nossa própria mão...e não alguma força metafísica. Guiados por nossa crescente consciência humana do trabalho que fazemos neste planeta e do nosso potencial para o desenvolvimento futuro, todos os interesses de longo prazo e pessoais se tornam indivisíveis. A ética e a moralidade estão se tornando o novo pragmatismo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>* Hazel Henderson é escritora independente, criadora da série para TV Ethical Markets e dos Indicadores Calvert-Henderson de Qualidade de Vida, com o grupo Calvet-Henderson. É autora de 9 livros, incluindo Ethical Markets: Growing de Green Economy (2007). </em></strong></p>
<p><strong>Tradução: <em>Beatriz Jordão (Mercado Ético)</em></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Directiva 18 do tratado Bilderberg]]></title>
<link>http://raivaescondida.wordpress.com/?p=856</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 15:24:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>raiva</dc:creator>
<guid>http://raivaescondida.wordpress.com/?p=856</guid>
<description><![CDATA[



A &#8220;Directiva de Retorno&#8221; foi aprovada pelo Parlamento Europeu fixa normas rígidas p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3 class="post-title"><a href="http://wehavekaosinthegarden.blogspot.com/2008/06/directiva-18.html"><br />
</a></h3>
<div class="post-body">
<p style="text-align:center;" align="center"><a title="Durão Barroso e Socrates" href="http://www.blogger.com/%20http://img59.imageshack.us/img59/6450/europaleiimigraohh4.jpg"><img class="aligncenter" src="http://img59.imageshack.us/img59/6450/europaleiimigraohh4.jpg" alt="Imigração" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="font-family:arial;text-align:justify;">A "Directiva de Retorno" foi aprovada pelo Parlamento Europeu fixa normas rígidas para o repatriamento de ilegais apanhados em países da União Europeia. Os sem-papéis podem passar até 18 meses em centros de detenção enquanto se processa a sua expulsão (em Portugal, actualmente, o período é de 60 dias); podem ser detidos com uma mera ordem administrativa e uma vez expulsos não podem regressar à UE por um período de cinco anos; os ilegais com menos de 18 anos também podem ser repatriados, mesmo que não estejam acompanhados. O deputado conservador alemão Manfred Weber, que esteve nas negociações, considerou ser a "vitória da razão".</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Só se for a visão fascista que parece vigorar naquele Parlamento Europeu que dizem representar-me. Eu recuso a aceitar que essa gente fale em meu nome, que decida por mim seja lá o que for. Será que os Deputados do CDS e do PSD que votaram a favor também a consideram como “vitória da razão”. É para esta Europa que nos querem conquistar, que nos dizem para entreguemos o poder com os seus Tratados de Bilderberg. Não contem comigo para aceitar esta Europa de merda, na merda em que estão a transformar este mundo.</p>
<p></span><span style="color:#999999;font-size:85%;"><span style="font-weight:normal;"><em><span style="font-style:normal;"><span style="font-family:arial;"><span style="font-size:85%;">Contribuição para o Echelon: Kwajalein, LHI</span></span></span></em></span></span></p>
</div>
<p class="post-footer-line post-footer-line-1"><span class="post-author"> Publicada por Kaos </span> <span class="post-timestamp"> em <a class="timestamp-link" title="permanent link" href="http://wehavekaosinthegarden.blogspot.com/2008/06/directiva-18.html">In "Wehavethekaosinthegarden"</a></span></p>
<p class="post-footer-line post-footer-line-1">O <a href="http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=99005" target="_self">Sol</a></p>
<div class="pretitle" style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;"><em><strong>Vincennes</strong></em></span></div>
<div id="NewsTitle" class="title" style="text-align:justify;"><em><strong>Imigrantes incendeiam centro de detenção francês</strong></em></div>
<div id="NewsSummary" class="summary" style="text-align:justify;"><em><strong>Imigrantes ilegais provocaram um incêndio num dos maiores centros de deportação de França, nos arredores de Paris. Dois prédios arderam e cerca de 20 prisioneiros que aguardavam a deportação ficaram feridos</strong></em></div>
<div class="summary" style="text-align:justify;">
<div class="pretitle"><span style="color:#0000ff;"><strong>Espanha</strong></span></div>
<div id="NewsTitle" class="title"><strong>Avalancha de imigrantes tenta passar a fronteira de Melilla durante a hora do jogo</strong></div>
<div id="NewsSummary" class="summary"><strong>Cerca de 70 africanos, a maioria de origem subsaariana, invadiram um posto de fronteira entre Marrocos e Melilla para tentar chegar a Espanha durante o jogo contra a Itália</strong></div>
</div>
<p class="post-footer-line post-footer-line-2"><span class="post-labels"> <a rel="tag" href="http://wehavekaosinthegarden.blogspot.com/search/label/Jos%C3%A9%20S%C3%B3crates"></a> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Na globalização, onde fica o Ser Humano?]]></title>
<link>http://abrhmt.wordpress.com/?p=74</link>
<pubDate>Sat, 21 Jun 2008 07:38:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>marlucedezorzi</dc:creator>
<guid>http://abrhmt.wordpress.com/?p=74</guid>
<description><![CDATA[
A globalização da economia virou tema da moda. É tratada como um fenômeno novo, “recém-chega]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size:x-small;"><span style="font-family:Verdana;"><a href="http://Nenhum"><img class="size-medium wp-image-75 alignleft" style="float:left;" src="http://abrhmt.wordpress.com/files/2008/06/jorge.jpg?w=99" alt="" width="99" height="146" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:150%;font-family:Arial;">A globalização da economia virou tema da moda. É tratada como um fenômeno novo, “recém-chegado” ao Brasil. Na verdade, a globalização já existe há muito tempo e esse processo talvez tenha se iniciado ainda com os fenícios, na antiga história. Na Brasil, seguramente, iniciou-se há mais de um século, com a abertura dos portos às nações amigas, feita no período colonial. Mas afinal, como é definida a globalização, hoje?Agregando as definições de vários autores, podemos dizer que a globalização é um processo de aceleração capitalista, num ritmo jamais visto, em que o produtor vai comprar matéria-prima em qualquer lugar do mundo onde ela seja melhor e mais barata, instala a fábrica onde a mão de obra fique mais em conta e vende seu produto para o mundo inteiro.Trás uma série de conseqüências, como empresas e produtos sem pátria (quem pode dizer que o tênis Reebok é mesmo americano?), desequilíbrios sociais, alteração na taxa de emprego, migração de fábricas, padronização cultural, tele-trabalho e várias outras. Poderíamos ficar horas (ou linhas) analisando cada conseqüência da globalização e podemos até nos posicionar favoravelmente ou contra ela. Só que não adianta ser contra ou a favor. Ela existe e está aí, cabendo à cada um de nós, cidadão e profissional, entendermos o fenômeno e atuarmos em consonância com esta nova realidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:150%;font-family:Arial;">E o que é esta nova realidade?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:150%;font-family:Arial;">É um mundo cada vez mais competitivo, os homens sendo substituídos pelas máquinas (e isso é bom partindo-se do princípio que trabalho que a máquina pode fazer não é mesmo para ser feito pelo homem), o emprego virando artigo raro, os produtos ficando mais baratos e com efêmera vida útil e outras tantas que já estamos vivenciando. A grande preocupação neste novo cenário é que a sociedade globalizada seja também uma sociedade de excluídos, numa forma ainda mais perversa do que a de hoje.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:150%;font-family:Arial;">Uma grande parte da população mundial assiste a esse processo sem poder participar de suas vantagens. São ferramentas da produção globalizada mas não são cidadãos. Refiro-me àqueles que trabalham mais de 12 horas por dia e não recebem remuneração digna; àqueles que não conseguiram se qualificar para disputar espaço no mercado de trabalho e vivem à margem da vida; àqueles que perderam dois dos componentes essenciais para a plena existência: a dignidade e a esperança.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:150%;font-family:Arial;">Sem querer julgar este ou aquele governante, vejo com extrema preocupação a atitude apática do poder público, que negligencia suas ferrementas de minimizar aos desfavorecidos o efeito perverso da globalização e assiste a tudo apaticamente, considerando-se impotente para atuar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:150%;font-family:Arial;">Não vejo solução viável para a humanidade enquanto muitos produzirem para poucos usufruirem. Estes poucos, cedo ou tarde, tornar-se-ão vítimas deste processo injusto e a felicidade então será mera utopia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:150%;font-family:Arial;"><a href="http://nenhum/"></a>É preciso que os líderes deste país que almeja ser Nação elaborem com a sociedade um programa que vise melhor distribuição de renda, a geração de emprego e remuneração e, por fim, o equilíbrio social.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:150%;font-family:Arial;">Não dá mais para tolerar trabalho escravo, prostituição infantil, gente sem casa e sem rumo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:150%;font-family:Arial;">Nosso país não pode reproduzir idéias que o mundo globalizado consagrou e, ao mesmo tempo, conviver com práticas que o mundo civilizado baniu há mais de um século. Nem pode imaginar que chegará ao século XXI carregando as mazelas do século XIX.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:150%;font-family:Arial;">Jorge Mauricio de Castro é professor de pós graduação e Diretor da JMC Consultoria e Educação Corporativa. Contatos: <a href="mailto:jorgemc@terra.com.br" target="_blank"><span style="color:navy;">jorgemc@terra.com.br</span></a></span></strong><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:150%;font-family:Arial;"></span></p>
<p> </p>
<p></span></span></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tibete? E a Palestina?]]></title>
<link>http://rottenideas.wordpress.com/?p=24</link>
<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 13:45:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rotten Souls</dc:creator>
<guid>http://rottenideas.wordpress.com/?p=24</guid>
<description><![CDATA[A comunidade internacional esteve unida nas últimas semanas em nome da &#8220;independência do Tib]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="clear:right;">A comunidade internacional esteve unida nas últimas semanas em nome da "independência do Tibete", sabotando o desfile da tocha das Olimpíadas de Pequim, 2008. Ironicamente, poucos gritam pela independência da Chechênia, por exemplo, e menos ainda pela Palestina. Certamente o povo tibetano tem direito à independência, ou pelo menos autonomia, assim como qualquer outra minoria oprimida. Mas a união pró-Tibete apresentada recentemente reflete um exercício de hipocrisia da parte do Ocidente.</p>
<p>Não é por coincidência que a atual onda de protestos no Ocidente, que nasceram como uma expansão dos protestos no próprio Tibete, tenham acontecido às vésperas dos Jogos Olímpicos de Pequim. Tratou-se de uma oportunidade de trazer às câmeras mundiais a questão tibetana, e funcionou. Mas tudo só se tornou possível pela manipulação estadunidense. Claramente, a CIA participou ativamente na organização dos protestos, e a mídia corporativa estadunidense liderou essa campanha internacional. Por mais atraente que tudo pareça ser, o Tibete é apenas um fantoche dos interesses políticos estadunidenses.</p>
<p>A hipocrisia da mídia ocidental é perturbante. São milhares de artigos, editoriais e opiniões que demonizam a China e iluminam a pureza de Dalai Lama, sem medir esforços para passar a ideologia adiante. Até faz parecer que o Tibete é o único povo sem o direito de independência, oprimido por uma força brutal que, caso desaparecesse, tudo estaria resolvido. Por que é que a mídia ocidental decide adotar uma luta por independência e ignora cinicamente outras? Será se o sangue de um tibetano vale mais que o de africano no Congo do Leste, ou de milhões de palestinos expulsos de suas próprias terras para a manutenção do "lar nacional judaico"?</p>
<p>Nessa competição pela simpatia do Ocidente, os palestinos enfrentam um sério obstáculo – os seus opressores carregam a coroa da vítima, e nunca se esquecem de exibi-la. A maioria ainda apóia os israelenses, devido ao peso dos crimes europeus contra o povo judaico no passado. Isso dá origem a uma situação única, em que o poder opressor é mais popular do que a vítima. Não é à toa, portanto, que qualquer um que se simpatize com a causa palestina seja automaticamente classificado como "anti-semita" ou, como se tornou mais comum após a "Nova Cruzada" de George W. Bush, "terrorista" ou "extremista". Como a maioria dos palestinos são muçulmanos, e a ideologia dominante atual de islamofobia é predominante no Ocidente, a causa palestina se tornou automaticamente parte do mito ameaçador do "terrorismo internacional".</p>
<p>Portanto, a mídia ocidental movimentou massas de pessoas derramando lágrimas pelos tibetanos, que tiveram suas terras invadidas por colonos chineses. Mas quem se preocupa com os palestinos, que tiveram suas terras ilegalmente confiscadas por Israel? É irônico que os líderes israelenses, quando se pronunciam sobre o Tibete, se comparam aos pobres tibetanos, e não com o estado chinês. Infelizmente, para muitos, isso ainda é lógico.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Liberdade, Igualdade, Fraternidade?]]></title>
<link>http://politicaportugal.wordpress.com/?p=52</link>
<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 10:30:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>politicaportugal</dc:creator>
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<description><![CDATA[



Liberdade, Igualdade, Fraternidade?
 










Eis aqui a verdade sobre esta trilogia diabólic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/fd/2_euro_France.jpg" alt="" width="280" height="280" /></p>
<table class="contentpaneopen" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="contentheading" width="100%">Liberdade, Igualdade, Fraternidade?</td>
<td class="buttonheading" width="100%" align="right"><a title="Imprimir" href="http://www.pnr.pt/portal/index2.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=78&#38;pop=1&#38;page=0&#38;Itemid=99" target="_blank"> <img src="http://www.pnr.pt/portal/images/M_images/printButton.png" border="0" alt="Imprimir" align="middle" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table class="contentpaneopen" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="createdate" colspan="2" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top"><span style="font-family:Verdana;color:#383438;"></p>
<div>Eis aqui a verdade sobre esta trilogia diabólica, usada pela maçonaria e pelos sangrentos revolucionários franceses, culminando por ser inculcada e exportada à força para toda a Europa, contaminando de seguida todo o mundo Ocidental.</div>
<p align="justify">Aqueles que presentemente usam esta trilogia e possuídos por uma cobiça desmedida, procuram agora amarrar todo o planeta. Nesta trilogia se encontram os princípios da globalização agrilhoadora que tudo e todos submete à sua feroz vontade de domínio. O séc. XVIII, século das “luzes”, dos iluminados e dos <em>illuminati</em>, se por um lado libertou o povo do homem nobre, por outro entregou-o completamente ao homem burguês da pior espécie, que tem apenas por lema, o lucro pelo lucro sem olhar a meios para atingir fins.</p>
<p></span></p>
<p align="justify">Uma das características da liberdade do homem manifesta-se quando o espírito reflecte sobre si próprio e deste poder de introspecção, da contemplação do seu interior e do pleno uso da razão que nasce no individuo, este tem pura legitimidade para agir e dar azo à sua capacidade de crescimento. Esta verticalidade a que o homem aspira de forma natural foi abruptamente ceifada pelos defensores da “nova liberdade” preconizadores da “nova era”, em lugar da liberdade natural vertical, surge apregoada, a liberdade horizontal dos senhores iluminados, que regem as mentes da populaça através da sua poderosa maquinaria de propaganda. Esta nova liberdade ensina que temos múltiplos direitos e escassos deveres e também e principalmente o direito de nos informarmos e de nos emanciparmos pelo saber.</p>
<p align="justify">Seria um pensamento de facto filantropo não fosse a informação manipulada e o ensino maldosamente direccionado para o embrutecimento geral das populações. A poluição insolente e fedorenta que emanam estes órgãos de comunicação com a respectiva propaganda enganosa, verdadeiro lixo tóxico, não permite qualquer paz de espírito, tranquilidade vital onde o homem se encontra a si mesmo e tem a possibilidade de se identificar com a restante natureza de onde tudo provém e para onde tudo vai. Esta perturbação constante de que o homem actual padece não é fruto do acaso, o homem tornou-se escravo de si próprio e da nova liberdade que esconde a verdadeira intenção de todos escravizar de uma forma completa.</p>
<p align="justify"><strong>Se neste momento o homem já é escravo da ideologia global vigente que propositadamente o lança na confusão em breve será escravo de uma meia dúzia de iluminados pela cobiça que controlarão todos os bens de primeira necessidade!</strong></p>
<p align="justify">A nova liberdade surgiu assim como paradoxo de emancipação mas como realidade limitadora da felicidade e como promessa de escravidão universal. Na retórica e na dialéctica, artes de expor, defender e persuadir publicamente, se escondem os venenosos defensores da liberdade esclavagista. À força de ensinarem a defender todas as causas e de conseguirem que as hienas da sua matilha triunfem com causas injustas deturpando a verdade, seguem estes invejosos numa fé cega na habilidade dialéctica e no poder humano da persuasão. Este movimento social iluminado foi propício para o espírito europeu se afastar dos objectivos de grandeza humana e trocar a força da vontade e da razão pela força do número e da alienação colectiva onde a quantidade supera e é preferida em desfavor da qualidade. O homem para ser livre deve viver apenas com o indispensável, desprezando o supérfluo, que é fonte de escravidão moral. Pois os iluminados tinham que potenciar a inveja, aprisionando o homem pela dependência desmedida do mundo material que como consequência última nos lançará a todos numa escravatura total e irreversível. A liberdade não consiste na ausência de leis mas na independência da vontade face à necessidade natural, isto os iluminados esqueceram.</p>
<p align="justify">A tirania da actual igualdade, prende o homem à escravatura da vulgaridade, do facilitismo, não permitindo que este se destaque e triunfe motivado pela força inata, genuína, com que a natureza o dotou. A não realização do homem, castrado que está pelas forças opressoras da ociosidade, produz inevitavelmente uma enorme frustração que como consequência imediata resulta em apatia cadavérica, aniquiladora da mínima força da sua vontade e da pujança vital imprescindível à vida de qualquer ser humano. O homem vitima das forças do ócio, chora e lamenta agora o seu fracasso impossibilitado que está de concretizar os seus desejos, os seus sonhos mais profundos.</p>
<p align="justify">Transformado num ser amorfo, este homem domesticado e desvitalizado, facilmente será devorado pela natureza implacável que não sustenta a ausência de luta pela vida. A um mundo de indivíduos todos diferentes opõe-se agora um mundo de iguais, composto por uma massa uniformizada de seres sem vontade própria, moldados e formatados, produto da negação das leis básicas da natureza, que nada produzem igual. Aqui está a verdade desta falsa igualdade; o homem reduzido à nulidade, em que o ser limita o próprio ser. Os resultados desta igualdade iluminada são a oferta de uma vida miserável na ignorância e de uma vida privada de autonomia resultando na imposição de um imperativo para uma virtude concupiscente e primata apoiada no número, mas, em que cada vez mais, menos acreditam.</p>
<p align="justify"><strong>A fraternidade é o carinho ou parentesco entre irmãos; amor ao próximo; harmonia entre os homens. Contudo a fraternidade pervertida pelos iluminados serve de pilar a um fim último; a globalização/mundialização!</strong></p>
<p align="justify">Através desta fraternização perspectiva-se um comungar global das mesmas ideias, impor um pensamento único, que como quem diz, todos juntos em manada, aparentemente livres mas manipulados todavia por um "pastor" bem ao jeito da besta do Apocalipse profetizado pelo Apóstolo João. Toda esta fraternidade surge pois como ideal globalizador, contrariando as forças naturais da perfeição, visando apenas o propósito de todos sermos iguais na imbecilidade e na inutilidade, descaracterizados e desenraizados, servindo apenas os propósitos da besta e do seu <em>comité</em>, que se designam já, novos senhores do universo.</p>
<p align="justify">Aristóteles descreve da seguinte forma o homem sério, a que se chama homem nobre e que os revolucionários iluminados tentaram brutalmente e irracionalmente exterminar:</p>
<p align="justify"><em><span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><span style="color:#000000;">“</span></span>A respeito do excelente homem sério, o modo como deve agir é, precisamente, o modo como age. Todo o poder de compreensão nele decide o melhor de tudo; e ele é excelente ao obedecer ao poder da compreensão. A verdade acerca do sério é esta: age em prol dos que ama e da sua pátria e, se tiver de ser morrerá por eles. Abdicaria de dinheiro, de honrarias e, em geral, daqueles bens pelos quais se luta, se lhe restasse para si no fim a glória do feito. Prefere ter pouco tempo de vida e sentir uma alegria intensa do que ter muito tempo de vida mas num estado miserável. Prefere ainda viver gloriosamente durante um só ano do que ao deus-dará durante muitos anos. Mais vale um só feito glorioso e magnifico do que muitos sucessos mas medíocres.<br />
É isto o que acontece aos que morrem por outros, escolhem para si próprios uma glória magnífica. E renunciará a riquezas se com isto os seus amigos ficarem mais ricos. Pois, o amigo ficará com mais riqueza, mas ele, com a glória. Isto é, dispensar-se-á a si autenticamente o seu maior bem. Comportar-se-á do mesmo modo com as honrarias e com os cargos públicos. Renunciará a tudo isto em prol do seu amigo, porque essa acção é que é gloriosa e merecedora de honra. O sério surge-nos assim com toda a probabilidade como sendo aquele que escolhe a nobreza, preterindo tudo o resto.<span style="font-size:12pt;font-family:'Times New Roman';"><span style="color:#000000;">”</span></span></em></p>
<p align="justify">A interrogação que deixamos ao leitor é: onde será mais provável (ou possível) aos portugueses encontrar 'o sério', anunciado por Aristóteles, nos políticos do sistema ou no PNR?</p>
<p align="justify"><a href="http://www.pnr.pt/portal/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=78&#38;Itemid=99" target="_blank">Fonte</a></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Milton Santos X Globalização]]></title>
<link>http://withlasersversion.wordpress.com/?p=12</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 23:05:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ms.Skywalker</dc:creator>
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<description><![CDATA[Olá a todos.Como de costume mais um dia de frio e indignação por parte das coisas que ocorrem no ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a todos.Como de costume mais um dia de frio e indignação por parte das coisas que ocorrem no mundo.Bom,vamos ao assunto.Como já estou há algum tempo desenvolvendo este meu trabalho de geografia sobre Milton Santos,resolvi expor aqui,juntamente com minha opinião inserida.Usei vários sites como ferramenta de pesquisa,dentre eles a <em>Wikipédia</em> e um artigo de <em>Délio Mendes,professor Dr. do Departamento de Sociologia da Universidade Católica de Pernambuco - UNICAP</em></p>
<p><em><br />
"Milton Santos, geógrafo e advogado.Foi expulso do Brasil na época da Ditadura Militar,em um período denominado de “Êxodo de Cérebros”.Posteriormente,retornou á sua pátria.<br />
Devido a este fato, Milton santos e suas idéias, obtiveram reconhecimento primeiro no exterior para só depois serem plenamente reconhecidas por nossa nação.<br />
Uma de suas maiores obras de destaque é “O espaço dividido”,um clássico mundial onde se desenvolveu a teoria do desenvolvimento urbano nos países subdesenvolvidos.<br />
Sua idéia de globalização, esboçada antes que este conceito ganhasse o mundo,advertia para a possibilidade de gerar o fim da cultura,da produção original do conhecimento.<br />
Milton fez uma abordagem inovadora em relação ao conceito de “Espaço”, um lugar que sofre alterações pelas ações humanas, possibilitando assim o apropriamento deste. Assim o espaço com as novas tecnologias, adquiriu novas características para se tornar um conjunto indissociável de sistemas de objetos e sistemas de ações.<br />
As noções que possuíamos a respeito de centro e periferia já não se aplicam. Pois o centro pode estar localizado a milhares de quilômetros e,a periferia,poderia abranger o planeta inteiro.Daí a correlação entre espaço e globalização,que sempre foi perseguida pelos detentores do poder político e econômico,mas só foi possível devido o avanço tecnológico.<br />
Seu ponto de vista acerca da globalização consistia em que esta era levada ao ponto de vista do capital financeiro.Porém lê propunha uma outra globalização,onde todos os outros ‘excluídos’ participassem também.Milton sempre esteve ao lado do povo,da massa.talvez seja este o fator determinando que proporcionou a visão crítica do mesmo.Diz também que no momento em que o homem dominou a tecnociência ele alcançou o ‘estágio supremo da evolução’.<br />
Globalização,para ele,não passa de <strong>especulação,financeirização</strong>,feita pela proteção dos bancos/banqueiros,criando uma máquina de perversidades,onde dinheiro passa a produzir dinheiro,dominando assim,o mundo da produção de mercadorias.O desemprego,desta forma,aumenta,pobreza aumenta,salário diminui,qualidade de vida das classes médias e baixas caem e a fome/desabrigo se generaliza.<br />
O livro “Por uma outra globalização” prega a idéia de todos trabalharem para ampliar a produtividade,como se esta fosse um trabalho ‘abstrato’(que no caso dá-se a entender que é algo que é separado do que pertence,esta ligado,no caso a obtenção de dinheiro) e não uma produção de vantagem para apenas a obtenção de capital.<br />
Milton aponta para a liberdade do ser humano,para modificar o mundo.A produzir conhecimentos verdadeiros e não baseados em alienações na qual todos estamos sujeitos.Nessa atual globalização a informação,nunca,ou quase nunca,vem com o intuito de <strong>INFORMAR</strong>,mas sim <strong>MANIPULAR</strong> a massa.Para ele,o atual modelo de globalização não passa de um consumismo desenfreado,a globalização do dinheiro,o que gera assim a competitividade,que nada mais é: Falta de compaixão.(podem se perguntar: Por que falta de compaixão?É simples, a busca pela obtenção de dinheiro,e nada mais que isso,levará ao homem praticar atos ‘inescrupulosos’,mesmo inconscientemente.Como exemplo,posso citar,seguindo esta linha de pensamento,o seguinte: Uma fábrica e seu dono e seus trabalhadores.O dono quer obter mais dinheiro,entretanto ele precisará de maior tempo de mão de obra,ou seja: o tempo de trabalho dos operários aumentará,gradativamente e seus salários diminuirão E com essa equação o dono obterá mais dinheiro,como esperava.Isso é um ato inescrupuloso inconsciente.mesmo no nosso século vigente isto,infelizmente,ainda ocorre.E além do mais,ressaltando a questão do consumismo: Esse operário que pouco recebe,da mesma forma estará sendo induzido a gastar o pouco que tem,para comprar as boas coisas que o mundo lhe oferece,coisas estas que podem até serem supérfulas.)<br />
Tudo,os valores morais,científicos,territoriais e,até mesmo, o conceito de CIDADÃO são reduzidos aos limites da competitividade,dos interesses financeiros.A desigualdade que é gerada nessa equação nos impossibilita literalmente,de sermos cidadãos.<br />
Como sabemos,ser cidadão é ser um <em>indivíduo,um sujeito,cujos direitos são respeitados,direitos estes relacionados ao Estado e a sociedade</em>.Porém,isso não é visto em prática,somente na teoria.Nós não somos tratados como cidadãos e sim como ‘seres invisíveis’,onde a nossa voz,nossa necessidade não tem vez.Ao menos,claro,se fôssemos pessoas de alto poder aquisitivo e/ou representássemos firmas de grande prestígio(ou,pensando bem..nesse caso estaríamos representando a voz DA firma,e não a NOSSA voz..Ao menos que os valores necessários da firma,sejam igual aos valores necessitados pela pessoa em questão).<br />
Isso, infelizmente,nos reduz a meros ‘peões’ ,ou nem isso: apenas peças descartadas em um grande jogo,em que,só participam os que podem.</p>
<p>Deixarei claro aqui meu ponto de vista: Eu,de forma alguma sou contra o capitalismo e seus valores,entretanto creio que seja possível a real inclusão dos ‘excluídos’ nesse jogo todo.Porque,em poucas palavras: a Globalização é pra quem pode.<br />
Resumindo: Países subdesenvolvidos estão fora disto,pelo menos ainda.</p>
<p>http://br.youtube.com/watch?v=N-eVqq4npvc&#38;feature=related</p>
<p>Milton Santos acredita e via uma perspectiva de mudança e faleceu acreditando nisso."</p>
<p></em><br />
Abraços e obrigada pela atenção!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cérebros digitais e formas de navegar na web 3.0]]></title>
<link>http://gilgiardelli.wordpress.com/?p=604</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 20:40:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gil Giardelli &#38; Humanidade 4.0</dc:creator>
<guid>http://gilgiardelli.wordpress.com/?p=604</guid>
<description><![CDATA[No caos digital 2.0, 3.0, 4.0 whatever.0, novas ferramentas de busca repensam a forma de pesquisa no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>No caos digital 2.0, 3.0, 4.0 whatever.0, novas ferramentas de busca repensam a forma de pesquisa no mundo.com! Bem vindos a tão prometida web semântica!</p>
<p>Em <a href="http://www.kartoo.com">Kartoo</a> você é um velejador moderno a procura de informação refinada, ou o cérebro digital do <a href="http://webbrain.com">Webbrain</a>, a palavra "casa" o verbo casar ou casa para morar? E o<a href="http://www.llorcs.com"> LLorcs</a> que supõem revolucionar sua vida! </p>
<p>Experimenta, talvez você mude ;) Será que uma dessas três startups serão a nova sensação digital?</p>
<p style="text-align:right;"> </p>
<p style="text-align:right;"><a href="http://gilgiardelli.files.wordpress.com/2008/06/tyranosaurus2.gif"><img class="size-full wp-image-605 alignleft" style="float:left;" src="http://gilgiardelli.wordpress.com/files/2008/06/tyranosaurus2.gif" alt="" width="300" height="247" /></a></p>
<p style="text-align:right;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem quer um James Bond no cinema quando pode ter um securitas na sala de estar?]]></title>
<link>http://ptattac.wordpress.com/?p=125</link>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 21:14:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>ptattac</dc:creator>
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<description><![CDATA[Foi descoberto recentemente que, numa altura em que preparava um livro de contestação à Nestlé,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-127" src="http://ptattac.wordpress.com/files/2008/06/controle-2.jpg" alt="" width="300" height="130" />Foi descoberto recentemente que, numa altura em que preparava um livro de contestação à Nestlé, um grupo da Attac Suiça trabalhou durante mais de um ano com uma agente da securitas infiltrada a mando da multinacional. A agente participou em reuniões privadas e entregou informações detalhadas sobre os trabalhos, as pessoas envolvidas e as redes de contactos utilizadas pela organização.</p>
<p>Segundo a empresa de segurança, esta não é uma operação ilegal e não há mal nenhum no facto de uma pessoa se apresentar numa organização com um nome falso. Aliás, a empresa tem mesmo uma divisão de informação sobre individuos e organizações e admite a vigilancia de alguns movimentos altermundialistas a mando de empresas multinacionais.</p>
<p>Mais um exemplo de que empresas como a Nestlé não respeitam os principios mais básicos e de que tem de haver um controlo apertado sobre as actividades de empresas de segurança que agem quase como se fossem agencias governamentais, mas sem o aborrecimento de ter de cumprir leis.</p>
<p>Vejam o documentário que deu origem a toda a polémica e o comunicado de imprensa da Attac Suiça (em francês)</p>
<p><a href="http://www.tsr.ch/tsr/index.html?siteSect=500000&#38;channel=#bcid=591402;vid=9209403">http://www.tsr.ch/tsr/index.html?siteSect=500000&#38;channel=#bcid=591402;vid=9209403</a></p>
<p><a href="http://www.suisse.attac.org/Plainte-suite-a-l-espionnage-d">http://www.suisse.attac.org/Plainte-suite-a-l-espionnage-d</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Êita Globarbarização]]></title>
<link>http://ritbeet.wordpress.com/?p=38</link>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 21:02:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>rickera</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ás vezes fico preocupado com o rumo que as coisas tomam. Estava lendo uma matéria no rraurl.com (s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ás vezes fico preocupado com o rumo que as coisas tomam. Estava lendo uma matéria no <a href="http://rraurl.uol.com.br/cena/5367/Quem_sao_os_brasileiros_no_Motomix_2008">rraurl.com</a> (site aliás que eu acho bem bacana!) sobre as atrações brasileiras do Motomix 2008, que rola dia 28 de junho no Parque Ibirapuera (grátis).<br />
Foram escolhidas 3 bandas para "representar" o Brasil nesse evento. Quando fui ouvir para ver do que se tratava achei muito estranho que as tais bandas não cantam em português (língua nativa de um país chamado Brasil). Nenhuma das bandas escolhidas cantam em português! Dá pra acreditar? Nada contra as bandas novas que se espelham muuuito no cenário gringo, mas pô! Cadê nossa identidade, uma música tão rica como a nossa, uma língua tão rica como a nossa, e as bandas não conseguem fazer nada com isso? Até concordo que a língua inglesa é sonora, fácil de rimar, poeticamente mais pobre. Contudo sempre espero ouvir de brasileiros, músicas genuinamente brazucas por mais que tenham influências externas.<br />
Devo lembrar então que tem brasileiro (novo, com influências gringas) fazendo música brasileira! Vide: <a href="http://www.myspace.com/cerebroeletronico">Cérebro Eletrônico</a>, <a href="http://www.myspace.com/cidadaoinstigado">Cidadão Instigado</a>, <a href="http://www.myspace.com/sonantes">Sonantes</a> e tantos outros.<br />
Como diz o grande Tom Zé: "êita globarbarização" (ah! o Tom Zé sabe fazer música genuinamente brasileira, se alguma dessas bandas quiser procurá-lo, ele poda o jardim de seu prédio em perdizes!)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista com José Pinto-Coelho - Nacionalistas  / Portugal / Europa]]></title>
<link>http://politicaportugal.wordpress.com/?p=45</link>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 15:35:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>politicaportugal</dc:creator>
<guid>http://politicaportugal.wordpress.com/?p=45</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/ie2PWW9T2OU'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/ie2PWW9T2OU&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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