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	<title>formacao-do-capitalismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "formacao-do-capitalismo"</description>
	<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 01:35:35 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[CAPITALISMO COMERCIAL]]></title>
<link>http://ocavirtual.wordpress.com/?p=187</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 02:30:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>ocavirtual</dc:creator>
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<description><![CDATA[CAPITALISMO COMERCIAL
 O mundo atual vive sob o sistema capitalista.Esse sistema econômico e social]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><strong>CAPITALISMO COMERCIAL</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>O mundo atual vive sob o sistema capitalista.Esse sistema econômico e social surgiu na Europa, após o Feudalismo e mais tarde se espalhou para todo o mundo.O fim do feudalismo caracterizou-se pela desorganização da rígida estrutura social baseada na propriedade da Terra e nas relações de servidão e fidelidade entre os senhores feudais e seus vassalos.Diante do enfraquecimento do poder da nobreza feudal, o regime de servidão pelo qual os camponeses estavam presos à terra também foi perdendo força e, gradativamente, os servos foram deixando os feudos, dirigindo-se para os burgos.Simultaneamente, houve o recrudescimento das atividades mercantis e manufatureiras no continente europeu.O acúmulo de capital dava-se pela circulação de mercadorias, ou seja, pela atividade comercial.Com o aumento da atividade comercial algumas regiões se destacaram, sobretudo as cidades do norte da Itália, que já tinha uma antiga tradição comercial e os países baixos (Holanda) que se tornaram os centros comerciais e financeiros da Europa.Os maiores burgueses desses pólos passaram a financiar grandes empreitadas comerciais, como as expedições ultramarinas, além de controlar praticamente todo o comércio intercontinental da época.Nesse período o acúmulo de capital dava-se pela circulação de mercadorias, ou seja, pela atividade comercial.O estado tinha um papel fundamental na geração de riqueza e na acumulação de capital, na medida que regulava a economia, sendo também responsável pelo seu financiamento.A política que norteava as ações estatais é conhecida como <strong>mercantilismo</strong>.A riqueza que um país era medida pela quantidade de ouro e prata que possuía em seu tesouro (<strong>metalismo</strong>) e, para isso, deveria ter uma balança <strong>comercial favorável.</strong>Ou seja, exportar mais que importar. As expedições ultramarinas levaram à colonização do Novo Mundo recém descobertos sob a óptica do europeu (Américas), lideradas pelas grandes potências do século XV e XVI, Portugal e Espanha.As colônias enriqueceram suas metrópoles, fornecendo mercadorias que eram vendidas pelas burguesias européias com exclusividade e alta margem de lucros.Exemplo disso é a cana de açúcar do Brasil vendida por Portugal com auto margem de lucro no mercado europeu.Em contrapartida as colônias só podiam comprar todos os produtos que necessitavam apenas da metrópole (<strong>pacto colonial</strong>).Com descoberta de ouro e prata no continente americano, milhões de toneladas desses metais preciosos foram transferidas principalmente para Portugal e Espanha.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
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<title><![CDATA[parte 1 Stedile no canal livre]]></title>
<link>http://ocavirtual.wordpress.com/?p=140</link>
<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 23:33:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>ocavirtual</dc:creator>
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<description><![CDATA[
primeira parte da entrevista do João Pedro Stedile  no programa canal livre da BAnd
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/AsCxkvnax4w'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/AsCxkvnax4w&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>primeira parte da entrevista do João Pedro Stedile  no programa canal livre da BAnd</p>
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<title><![CDATA[O ensino de geografia:Uma disciplina da ordem]]></title>
<link>http://ocavirtual.wordpress.com/?p=112</link>
<pubDate>Sun, 11 May 2008 02:03:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>ocavirtual</dc:creator>
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<description><![CDATA[O ensino de geografia:Uma disciplina da ordem

Uma indagação perturba o geógrafo atento: Porque a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><strong>O ensino de geografia:Uma disciplina da ordem</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Uma indagação perturba o geógrafo atento: Porque a geografia sempre permanece como disciplina no currículo escolar, apesar de várias mudanças nos currículos ao longo do tempo.Mais, raro observa bem Ruy Moreira são os geógrafos críticos que conseguem ver que por trás dessa aparente sobrevida da geografia escolar encontra-se a ordem estatal.A geografia através de uma categoria sua por<em> excelência</em>, o espaço, remete a ordem, a organização, uma ordem tópica onde tudo está dividido em camadas hierarquizadas.O espaço e sua natureza topológica, lugar, distância, extensão, etc.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Assim a geografia dos bancos escolares através de categorias como a de espaço, funda e passa as noções elementares de estrutura, organização e ordem.Ensina-se nas escolas a organização espacial das sociedades, chegando até a existência daqueles que a condicionam como uma ciência das organizações.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Essa dimensão topológica do espaço acaba por ajudar a construir um imaginário da organização,das ordenações das coisas que extrapola o plano topológico,da geometria.Em função disso acaba por servir a um discurso de hierarquização das coisas,das pessoas,em grupos e categorias específicas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Ensinando a noção de ordem em uma sociedade já em si mesma,socialmente estratificada,hierarquizada,dividida em classes sociais,como a que vivemos,a geografia ensinada em sala de aula acaba por servir como ferramenta da manutenção dessa ordem.O arranjo espacial da sala de aula é em si a reafirmação dessa mesma ordem,visando servir a legitimidade do poder do professor sobre os alunos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A ordem econômica do capitalismo transforma a sala de aula em um espelho da sociedade,baseada em uma tecnologia industrial de produção padronizada,em massa e em série,a escola é uma linha de montagem,sendo a relação professor e alunos uma reprodução dos processos industriais.O aluno é habituado a uma ordem em sala de aula, que não passa de uma fotografia das mesmas relações de exploração presentes na sociedade capitalista.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[O desenvolvimento do capitalismo nacional brasileiro e sua relação com o capitalismo mundial]]></title>
<link>http://ocavirtual.wordpress.com/?p=111</link>
<pubDate>Sun, 11 May 2008 01:58:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>ocavirtual</dc:creator>
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<description><![CDATA[O desenvolvimento do capitalismo nacional brasileiro e sua relação com o capitalismo mundial
A for]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:150%;" align="center"><strong>O desenvolvimento do capitalismo nacional brasileiro e sua relação com o capitalismo mundial</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">A formação do capitalismo industrial brasileiro não se dá de forma isolada em relação ao capitalismo global dos países desenvolvidos da Europa ocidental e dos EUA.O Brasil, assim como, diversos países da América latina, áfrica e sudeste asiático têm uma história marcada por um forte atraso estrutural, decorrente de anos de forte exploração colonial pré-capitalista.As desigualdades no desenvolvimento entre os centros metropolitanos e suas colônias, entre diferentes continentes e países é fundamental para compreender o desenvolvimento da acumulação primitiva capitalista brasileira bem como as relações econômicas presentes nesse sistema muitas vezes contraditório, dialeticamente moderno e arcaico.O escravismo, enquanto modo de produção já houvera desaparecido, na Europa, contudo, foi fortemente introduzido na América.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">O escravismo praticado na América, primeiramente vinculado à monocultura de cana-de-açúcar para a exportação em nosso país, as relações feudais desenvolvidas na Bolívia correspondiam ambas as necessidades da nascente burguesia mercantil européia.A desigualdade é a “lei mais geral do processo histórico” (história da revolução russa, pág.5), essas desigualdades sustentam nossa base de análise do desenvolvimento do capitalismo brasileiro, suas relações contraditórias de progresso social e de uma dialética do caminho da humanidade.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">O capitalismo é um sistema econômico mundial, que ao longo dos últimos cinco séculos se desenvolveu em todos os países do globo, passando por diferentes fases: capitalismo comercial, capitalismo industrial, capitalismo financeiro e capitalismo estatal monopolista.Cada país, mesmo que atrasado foi levado pela roda da história a estabelecer relações estruturais capitalistas e se viu sujeito a suas leis de desenvolvimento, mesmo com suas relações arcaicas internas persistindo.Cada país entrou na divisão internacional do trabalho sob as bases de um mercado mundial, jogando diferentes papéis na formação e desenvolvimento desse sistema.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Os primórdios da formação do capitalismo nacional brasileiro já datam do período de seu ‘descobrimento’ em 1500,assim que Cabral e suas caravelas colocaram seus pés em solo brasileiro o país foi introduzido na divisão internacional do trabalho.Dezenas de caravelas,portuguesas,francesas e holandesas,saiam abarrotadas de Pau-Brasil de nosso país,madeira essa extremamente valiosa nessa época histórica,pois dela podia extrair-se um pigmento usado para as artes e a costura.Todo esse montante de madeira era cortada e armazenada por um verdadeiro exército de nativos,superexplorados pelas relações de escambo,trabalhando por horas a fio em troca de bugigangas manufaturadas como tecidos e bijuterias baratas trazidas da Europa.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">O processo de nascimento de uma elite rural local,ainda que umbilicalmente ligada à elite metropolitana avança no Brasil a passos extremamente lentos e desiguais.A alta concentração de terras,decorrentes da campanha de distribuição de terras promovida pelo governo central, como com as capitanias hereditárias,etc,favoreceram o surgimento de grandes latifúndios escravistas exportadores de cana-de-açúcar para a metrópole.A elite local acabava por tornar-se a sócia menor de tal empreitada,pois a metrópole detinha o monopólio comercial em relação à produção da colônia,comprova barato uma matéria-prima valiosa como ouro.As manufaturas eram desencorajadas e perseguidas no Brasil,nosso país desde cedo se desenhava na lógica do então nascente capitalismo a ser fornecedor de matéria-prima,exportador de capital para o desenvolvimento do capitalismo industrial europeu.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">O ciclo mineiro do ouro possibilitou uma relativa melhoria na infra-estrutura,pois o ouro e outros metais precisos da época precisavam de um sistema mais complexo de escoamento para a metrópole, o metalismo desenvolvido ao extremo na América espanhola chegava ao Brasil e com ele o surgimento de pequenas manufatoras,que parasitavam os restos de capital que permaneciam nas mãos de uma elite local,ainda demasiado fraca.É nesse período que surgem,ainda que extremamente minoritários figuras pequeno-burguesas como os médicos,os advogados,os professores,anteriormente só encontrados na Europa ocidental.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Porém,a partir de 1808,com a chegada da família real portuguesa que fugia de Napoleão,e com a abertura dos portos,o capitalismo nacional tem mudanças qualitativas e quantitativas,que se por um lado aumentaram ainda mais a exploração,miséria e dependência econômica do país,por outro enfraqueciam as relações já arcaicas de pacto colonial,incluíam o Brasil de forma mais efetiva na divisão internacional do trabalho,desenvolviam-se as manufaturas ainda que de forma intermitente.A falta de mão de obra livre,a incapacidade da burguesia local em competir com os produtos das grandes potências européias,e principalmente a pressão burguesa para transformar o contingente de escravos negros em consumidores,forçou o regime monárquico a uma política de eliminação gradual da importância produtiva do escravo</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">O cultivo do café tornava-se a principal atividade econômica do país, uma burguesia cafeeira nascia, e apesar de essa ter toda sua produção, por mais de um século baseada no sistema de produção escravista, sua força e necessidade forçou a melhora na infra-estrutura,surgem nesse período grandes ferrovias no sudeste do país e o porto de Santos torna-se o principal do país.O excedente de capital passa a ser investido em outros ramos da economia,começam a aparecer no Brasil também as<span> </span>médias e grandes tecelagens,etc,destinadas a bens de consumo não duráveis,de pequeno valor agregado.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:150%;">Por uma concepção etapista dos processos históricos e econômicos, o Brasil até 1930 é um país<span> </span>pré-capitalista com relações semi-feudais,afirmando que o país passa por um período de revolução industrial nessa década.Com a crise capitalista mundial desencadeada pelo racha na bolsa de valores de NY,e a subida de Getúlio Vargas em 1930,O Brasil passa <span> </span>a desenvolver uma política de industrialização,que contudo não abandonava o setor mais forte da economia nacional o agro-exportador que<span> </span>enfrentava uma crise sem precedentes.O êxodo dos trabalhadores do café e do nordeste faz despertar aos poucos uma importante classe operária,concentrada nos centros urbanos que começam a crescer de forma vertiginosa.O governo investe em infra-estrutura produtiva,surge a indústria de base Nesse período histórico nascem grandes companhias então estatais como a CSN,a Petrobrás,a Vale do Rio Doce.</p>
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