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	<title>filosofia-de-buteco &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/filosofia-de-buteco/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "filosofia-de-buteco"</description>
	<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 03:39:33 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Linguística]]></title>
<link>http://minuciasminhas.wordpress.com/?p=54</link>
<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 12:04:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maíra</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tem palavras que quando a gente realmente conhece o significado, tomam uma outra dimensão dentro de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Tem palavras que quando a gente realmente conhece o significado, tomam uma outra dimensão dentro de nós.</p>
<p>Exemplo vivo: Sublime. Sempre achei essa palavra tão... sublime. Achando que isso era coisa boa, bonita, fora-do-comum para o bem, sabe? Agora que sei o que signifca, passei a odia-la. Tá, tá, estou exagerada (culpem a TPM...), mas realmente, ô conceitozinho mais católico que a gente dá pra certas coisas. Agora cada vez que me falarem que certa arte é sublime, vou pensar no pobre diabo que teve que se abstrair de seus prazeres para criar, e vou entender a obra como um grito de desespero... (será que estou mesmo de TPM?)</p>
<p>Outro exemplo: Super ego. Ah, se o mundo fosse feito de mais super-egos... Acho que estaríamos salvos. Vou começar já uma campanha em prol dos super-egos...</p>
<p>E quem quiser que procure o significado das palavras no pai-dos-burros...</p>
<p>P.S.</p>
<p>É, a coisa do sublime me pegou mesmo, e daí? Posso dizer, sem muito orgulho, que toda a minha vida atual é sublime. Merda.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Postando... Milagre!]]></title>
<link>http://minuciasminhas.wordpress.com/?p=51</link>
<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 15:11:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maíra</dc:creator>
<guid>http://minuciasminhas.wordpress.com/?p=51</guid>
<description><![CDATA[Bom, é assim.
Primeiro: Estive de férias. E então como trabalho direto no computador, eu tiro fé]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, é assim.</p>
<p>Primeiro: Estive de férias. E então como trabalho direto no computador, eu tiro férias para me desintoxicar de informática e me deleitar em outros prazeres como bebericar (coisa que nem fiz... droga!), ver filme, ler, brincar com o pequerrucho e tantas outras várias coisas que sem férias eu não faço. Por isso, sumi.</p>
<p>Segundo: Projetos grandes à vista, reformulação total. Projeto de vida mesmo. Acaba que perco o interesse em outras coisas. Também porque só gosto de falar de projetos em andamento quando eles já são bem palpáveis, coisa que, parece, falta pouco, mas enquanto isso, não consigo nem pensar em outro assunto... E não quero falar sobre ele. Melhor calar.</p>
<p>Isso explica um pouco o porque dessa minha recaída na minha porção anti-social. E também porque eu não beberiquei... rs. Tudo tem seu preço.</p>
<p>Voltei a dar aulas, acho que já disse. Uma aluna particular. Já é grande coisa na atual situação. E só assim pra eu estudar dança viu? Me compromentendo em alguma coisa com outras pessoas, seja aula, seja evento. Como minha aluna tem dificuldades exatamente com música, e suas professoras anteriores não se preocuparam muito em resolver este problema (como assim? ensinar dança sem se preocupar com o ouvido da aluna???) tenho estudado muito ritmos, relembrado muitas coisas e percebido outras que antes não me chamavam a atenção. Tem sido muito bom. Enfim, espero que este seja o caminho para ajuda-la. Ela acaba tendo medo de "música rápida" como ela chama, e só quer dançar "lento". Ela achou que eu ia ensinar só isso pra ela já que me viu dançar músicas mais lentas... Enganou-se, mas diz que está gostando. Tomara. E tomara que conhecer os ritmos a torne mais segura para topar qualquer música que seu coraçào deseje.</p>
<p>Devo voltar com mais coisas... agora tenho coisas mais urgentes, como saciar a fome que assola o corpo. Tô falando de comida mesmo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cautela]]></title>
<link>http://losingame.wordpress.com/?p=19</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 22:16:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>marinastetner</dc:creator>
<guid>http://losingame.wordpress.com/?p=19</guid>
<description><![CDATA[Mulher precavida vale por duas, sempre pede a opinião de outros especialistas.

Passei em três bal]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mulher precavida vale por duas, sempre pede a opinião de outros especialistas.<br />
<img src="http://imagem.vilamulher.com.br/temp/como-manter-peso-080408.jpg" alt="E as férias nem chegaram..." width="327" height="217" /><br />
Passei em três balanças hoje.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E assim se fez a preguiça]]></title>
<link>http://marciogaroni.wordpress.com/?p=174</link>
<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 22:58:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio</dc:creator>
<guid>http://marciogaroni.wordpress.com/?p=174</guid>
<description><![CDATA[Um breve ensaio sobre o Ócio
Quem inventou o trabalho não tinha mais o que fazer
- sabedoria popu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h5 style="text-align:left;"><span style="color:#808080;">Um breve ensaio sobre o Ócio</span><a href="http://marciogaroni.files.wordpress.com/2008/06/snoopy-sleep.jpg"></a></h5>
<p style="text-align:right;"><em>Quem inventou o trabalho não tinha mais o que fazer<br />
</em><strong>- sabedoria popular -</strong></p>
<p style="text-align:right;"><em>A preguiça é o ato de descansar antes de estar cansado<br />
</em>-<strong> Sócrates, 57, mora aqui perto de casa -</strong></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://marciogaroni.files.wordpress.com/2008/06/bicho-preguica.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-175" src="http://marciogaroni.wordpress.com/files/2008/06/bicho-preguica.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Quando <a href="http://desciclo.pedia.ws/wiki/Deus" target="_blank">Deus</a> chegou no sétimo dia e, cansado daquela trabalheira toda, decidiu descansar, inventou mais que o <a href="http://desciclo.pedia.ws/wiki/Domingo" target="_blank">domingo</a> e a tarde de domingo.</p>
<p style="text-align:justify;">Naquele dia, paPai criou a <span style="color:#003300;"><strong>preguiça</strong></span><span style="color:#003300;">,</span> essencial à humanidade. Em todos os tempos.</p>
<p style="text-align:justify;">Toda essa história de que o-trabalho-dignifica-o-homem, mente-vazia-oficina-do-diabo é pura baboseira. <em>Bullshit</em>. Quem prega isso quer nos ver sem aquilo que nos diferencia dos outros animais estúpidos: a contemplação, que só os momentos de ócio permitem.</p>
<p style="text-align:justify;">Os gregos é que eram sábios. Valorizavam muito a <span style="text-decoration:line-through;">vagabundagem</span> contemplação. <a href="http://desciclo.pedia.ws/wiki/Pit%C3%A1goras" target="_blank">Pitágoras</a>, por exemplo, ficava horas coçando (a barba), e até hoje é um cara badalado. Claro que fez uma cagada ou outra, como o Teorema de Pitágoras (e todo o resto relacionado à matemática), mas é inegável que tenha sido um dos mais preguiçosos da História.</p>
<p style="text-align:justify;">Pra ficar com um modelo nacional, temos o símbolo maior do brasileiro, o herói de nossa gente. Se você não se lembra, a primeira frase de Macunaíma foi "Ai, que preguiça!". Não tem nada mais emblemático. Quem já prestou vestibular sabe. Aliás, ano de vestibular dá uma preguiça...</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/QduPWn4CPx0'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/QduPWn4CPx0&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">Uns tempos atrás, eu até ficava meio dáun depois de passar o domingo inteiro de bobeira, enquanto tinha trabalho para fazer, coisas para arrumar, livros e revistas para ler, etc etc. Mas não me decepciono mais.</p>
<p style="text-align:justify;">Que vantagem é ter os livros organizados em ordem alfabética? Pior, no mesmo lugar? De que adianta ter as roupas arrumadas no armário e, mais estranho ainda, dobradas? Esse tempo eu gasto fazendo o que mais gosto: nada.</p>
<p style="text-align:justify;">Ou quase isso, porque também é bom:</p>
<ol style="text-align:justify;">
<li>
<div style="text-align:left;">zapear a tevê por duas horas, sem escolher absolutamente nada para assistir;</div>
</li>
<li>
<div style="text-align:left;">jogar guitarriro, ou uínin-gueleven;</div>
</li>
<li>
<div style="text-align:left;">ver os vídeos mais bizarros do yutube;</div>
</li>
<li>
<div style="text-align:left;">ficar na janela;</div>
</li>
<li>
<div style="text-align:left;">dormir (se bem que, acordando cedo, a gente tem mais tempo para não fazer nada).</div>
</li>
</ol>
<p style="text-align:justify;">Enfim, poderia até me estender mais nesta reflexão vagabo-filosófica. Mas não é necessário, você é inteligente, sacou a mensagem.</p>
<p style="text-align:justify;">Além do mais, assim como escrever tudo isso, ler este texto deve ter dado uma preguiça...<a href="http://marciogaroni.files.wordpress.com/2008/06/snoopy-sleep.jpg"></a></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-177" src="http://marciogaroni.wordpress.com/files/2008/06/snoopy-sleep.jpg?w=300" alt="" width="240" height="189" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O PANACA - cena 1]]></title>
<link>http://marciogaroni.wordpress.com/?p=168</link>
<pubDate>Mon, 26 May 2008 18:43:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio</dc:creator>
<guid>http://marciogaroni.wordpress.com/?p=168</guid>
<description><![CDATA[EXT. BANCA DE JORNAL - MANHÃ
Chega MÁRCIO, nosso protagonista, com uma revista na mão. Aparenta e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#167278;">EXT. BANCA DE JORNAL - MANHÃ</span></strong></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#167278;">Chega MÁRCIO, nosso protagonista, com uma revista na mão. Aparenta estar de bom humor, mas seu tom geral é sério. Aproxima-se do TIOZINHO DA BANCA e diz:</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">MÁRCIO</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">Bom dia, eu comprei ontem essa apostila, mas comprei errado, essa é<br />
ensino fundamental, a certa é ensino médio.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">TIOZINHO DA BANCA</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">(olhando a apostila e depois nos olhos de Márcio)</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">É, eu lembro, você comprou essa mesmo.<br />
Viu e comprou. Não foi?</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">MÁRCIO</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">Foi, mas comprei errado. Essa é ensino fundamental.<br />
A minha é ensino médio.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">TIOZINHO DA BANCA</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">(meio paizão, meio puto)</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">Como assim, comprou errado? Não vai prestar concurso<br />
nenhum? Só viu a apostila e quis comprar?</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">MÁRCIO</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">(didático)</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">Não, senhor, eu quero trocar por essa outra, do ensino médio.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">(mostra a apostila correta)</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">É quinze, né?</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">TIOZINHO DA BANCA</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">Olha, filho, eu não costumo fazer isso, mas tudo bem.<br />
Dá a diferença.</span></p>
<p><span style="color:#167278;">Márcio tira cinco reais do bolso, dá ao jornaleiro, junto com a apostila errada. O senhor pega a apostila e o dinheiro; vai pegar a apostila certa.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">TIOZINHO DA BANCA</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">(em tom sacana)</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">Só vou trocar porque você tem cara de bom moço, que sei<br />
que você não é. Entendeu?, eu sei que você não é bom moço.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">(entrega a apostila correta)</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">MÁRCIO</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">(recebe a apostila)</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">Tá bom. Brigado.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">(sai pela direita)</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;"> TIOZINHO DA BANCA</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">De nada.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">(pensando alto, Márcio longe)</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">Panaca!</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#167278;">(ou outra gíria de sua época.)</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#167278;">Escurece.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Sinceramente, não sei o que se passa na cabeça da humanidade quando me vê. Eu sei, não sou o único a me intrigar com isso, mas são muito estranhas as reações das pessoas em relação à minha digna pessoa.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Será minha cara? Meu jeito de falar? Minha postura? Ou tudo isso, mais o fato de eu ser um azarado total?</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Pior é que, após refletir bastante, ainda não descobri o que pensava o velhinho quando sorria cínico daquele jeito. De três, uma:</span></p>
<ol style="text-align:justify;">
<li><span style="color:#333333;">Ele estava de bom humor e queria descontrair, fazer amizade comigo, me sacaneando.</span></li>
<li><span style="color:#333333;">Ele estava de bom humor, mas queria mais, e se aproveitou do primeiro que apareceu (que por acaso era eu), me sacaneando.</span></li>
<li><span style="color:#333333;">Ele estava de mau humor e realmente não gostou de mim, e se aproveitou daquele momento de submissão para me fazer de capacho, me sacaneando.</span></li>
</ol>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">De qualquer forma, acho que ele estava me sacaneando.</span></p>
<p style="text-align:center;"><img style="border-width:0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc/2.5/br/88x31.png" alt="Creative Commons License" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem é hippie é mais feliz.]]></title>
<link>http://losingame.wordpress.com/?p=8</link>
<pubDate>Sun, 18 May 2008 23:17:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>marinastetner</dc:creator>
<guid>http://losingame.wordpress.com/?p=8</guid>
<description><![CDATA[Atenção: Esse post pode conter informações idealistas e fortemente influenciadas pelo estado có]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Atenção: Esse post pode conter informações idealistas e fortemente influenciadas pelo estado cósmico da autora. Em caso de qualquer discordância com os ideais contidos neste, pedimos para que seja reconsiderado, porque porra, olha que lua foda.</em></p>
<p>Isso mesmo. Há uma coisa de interior e exterior, que é complexo demais para eu tentar explicar, mas vamos lá.</p>
<p>Fui no show do Otto hoje, e caaaara, eu precisava disso pra abrir a minha cabeça quanto a tudo que eu vou escolher daqui pra frente. Quantos somos nós? Somos o nosso interior, vibrando, sentindo e vivendo emoções, todo um circuito completo e repleto de sentimentos, um sistema fechado, que possui uma única conexão com o nosso exterior, nossa razão.</p>
<p>A razão nos faz o que somos por fora, nobres advogados, estudantes, perfeitos filhos de um casal feliz. A razão nos faz crer que a vida é estudar, é ter um emprego, é ter uma boa e séria aparência, bons amigos, um círculo social invejável e uma vida confortável. A razão faz com que tudo o que sentimos seja ignorado, pelo simples fato de acreditar que o que o interior pensa, é fraco, não é duradouro, é imaturo e irresponsável. Faz com que essa conexão com o interior não aconteça, com que o interior se cale.<br />
Assim são algumas pessoas, interior x exterior.<br />
Mas hoje eu conheci pessoas diferentes, pessoas de uma cara só. Felizes, dançando de um modo que a maioria não crê ser adequado. Vivendo, cheirando, fumando, bebendo, e de novo, vivendo. Pessoas que possuem uma fusão tão grande desses dois lados, que mal se percebe que eles realmente são dois.<br />
E não há nada que os prenda, nem que os impeça de serem o que querem ser.<br />
E há apenas uma coisa que precisa fazer sentido, a vida. Essa sim.<br />
Tenham uma boa semana, boas vibrações galera!<br />
<img src='http://issoeocio.files.wordpress.com/2008/03/otto.jpg' alt='Otto Maximiliano Pereira de Cordeiro Ferreira, chique hein ;)' class='aligncenter' /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://minuciasminhas.wordpress.com/?p=48</link>
<pubDate>Mon, 05 May 2008 12:50:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maíra</dc:creator>
<guid>http://minuciasminhas.wordpress.com/?p=48</guid>
<description><![CDATA[Tem dias que o espaço na cama é o mais importante.
Mas quando chega o inverno, os pés congelam.
P]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Tem dias que o espaço na cama é o mais importante.</p>
<p>Mas quando chega o inverno, os pés congelam.</p>
<p>Por isso a vida é tão complicada.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Crise universitária]]></title>
<link>http://losingame.wordpress.com/?p=7</link>
<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 00:30:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>marinastetner</dc:creator>
<guid>http://losingame.wordpress.com/?p=7</guid>
<description><![CDATA[É sexta a noite.
Essa menina que recentemente quebrou suas correntes tem toda a vida pela frente. T]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>É sexta a noite.</p>
<p>Essa menina que recentemente quebrou suas correntes tem toda a vida pela frente. Tem uma sexta, um spabado, um domingo. Talvez seja suficiente. Ela tem amigos, que querem sair, ela tem oportunidades, MAS PRA QUE TUDO ISSO QUANDO SE FAZ ENGENHARIA?</p>
<p>Quando se faz Engenharia se estuda Cálculo, e pra quem não entende eu vou explicar assim: Cálculo é a versão mais 666 da matéria mais chata da matemática que você pode imaginar: a que você sequer é obrigado a estudar.</p>
<p>O Cálculo faz você ficar em casa, faz você sacrificar sua vida por equações e lógicas que geralmente dão...ZERO. Derive isso, integre aquilo, ache o limite da sua paciência...etc E quando você pensa que acabou, você tem mais DUAS cadeiras de cálculo pela frente. Isso não é justo.</p>
<p>Eu era boba, e sonhava. Sonhava que fazer Audiovisual seria fácil, e fazer Jornalismo seria ótimo. Me imaginava fazendo vinhetas e mais vinhetas, sendo reconhecida por fazer a fotografia daquele tal filme, ou redigir o roteiro de um documentário sobre patriotismo que faria o país chorar.</p>
<p>Fisioterapia parecia uma ótima carreira, mas meu primo fez. Nutrição era algo que me empolgava, mas a Thaís fez. E chega uma hora em que essa coleção de experiências frustradas alheias se tornam uma coleção de sonhos pessoais frustrados. Mas não, eu não sou frustrada, eu amo me ver engenheira, mas eu quero AGORA. Não quero daqui 5 anos...</p>
<p>Quando a robótica apareceu foi um sonho,</p>
<p>"<big>A razão, a         benção do homem, também é a sua maldição; ela o força a resolver incessantemente a         sua insolúvel dicotomia. A existência humana, nisto difere da de todos os outros         organismos; acha-se em um estado de desequilíbrio constante e inevitável. Ele não pode         voltar ao estado pré-humano de harmonia com a natureza; tem que prosseguir para         desenvolver sua razão até que se torne senhor da natureza de si mesmo."</big></p>
<p><big>Erich Fromm - Análise do Homem, recomendo!</big></p>
<p>Ou seja, meus amiguinhos, não dá pra voltar atrás, não interessa a sua escolha. Você sempre terá pelo menos dois caminhos a escolher, e a escolha de um acarreta a mudança de todos os que estão por vir, jamais os que já foram traçados. Essa é com certeza uma das coisas mais legais que já li. Somos tão decididos, tão primariamente evoluídos, e fazemos com que isso seja a nossa maior ameaça...a nós mesmos. Não tenha medo de realizar seus desejos, o máximo que pode acontecer é eles se tornarem realidade, e você não souber o que fazer com isso!</p>
<p>Mas, sem dúvida alguma, viver no "desiquilíbro constante" é algo indispensável.</p>
<p>E eu sou assim! E ah, respirando, e escrevendo melhor em um blog de uma garota que não virou jornalista, life seems so much better, thank you;)</p>
<p>Tenham um bom final de semana, vou ficar aqui com o meu...Cálculo(L).</p>
<p>Marina(e por acaso, esse é meu nome)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://minuciasminhas.wordpress.com/2008/03/31/45/</link>
<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 18:48:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maíra</dc:creator>
<guid>http://minuciasminhas.wordpress.com/2008/03/31/45/</guid>
<description><![CDATA[É passada a hora… 
deixamos escapar entre os lábios a vontade dos beijos,
Covardes, nos escondem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span><font face="Times New Roman">É passada a hora… </font></span></p>
<p><span></span><span><font face="Times New Roman">deixamos escapar entre os lábios a vontade dos beijos,</font></span></p>
<p><span></span><span><font face="Times New Roman">Covardes, nos escondemos nas palavras e seguramos o ato,</font></span></p>
<p><span></span><span><font face="Times New Roman">Aquilo que dito, mas não realizado,</font></span></p>
<p><span></span><span><font face="Times New Roman">Sussurado seduziu, mas pouco marcou</font></span></p>
<p><span></span><span><font face="Times New Roman">É a sombra que nos alcança agora</font></span></p>
<p><span></span><span><font face="Times New Roman">Ver em teus olhos a saudade da fruta desconhecida</font></span></p>
<p><span></span><span><font face="Times New Roman">Sentir em minha boca o gosto imaginado</font></span></p>
<p><span></span><span><font face="Times New Roman">Que pena. É passada a hora.</font></span><span><font face="Times New Roman"> </font></span><span><font face="Times New Roman"> </font></span><span><font face="Times New Roman"> </font></span></p>
<p><span></span></p>
<p><span></span></p>
<p><span></span><span><font face="Times New Roman">Solto. E já que não volves, sei que não eras meu...</font></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As profissões e as chatices.]]></title>
<link>http://losingame.wordpress.com/?p=4</link>
<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 21:06:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>marinastetner</dc:creator>
<guid>http://losingame.wordpress.com/?p=4</guid>
<description><![CDATA[Eu não quero virar uma eco-chata. Não tenho o dom pra ficar levantando placas, fazer demonstraçõ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não quero virar uma eco-chata. Não tenho o dom pra ficar levantando placas, fazer demonstrações públicas de desprezo ao consumo de carne, e reclamar da mediocridade do ser humano. É tão engraçado perceber o quanto nossas carreiras influenciam nas nossas decisões, nos detalhes de qualquer coisas que fazemos.</p>
<p>Não assista um filme de ação com um físico.</p>
<p>Me dá raiva! Não por o filme perder a graça, mas por perceber como uma pessoa pode amar tanto o que faz. Me dá arrepio imaginar que existe gente que seria capaz de fazer a mesma coisa pelo resto dos seus dias. Porque até pouco tempo atrás, eu achava que deviamos amar tudo o que se faz, utopia barata. Eu amo, amo ver as contas pagas, tudo o que fui capaz de comprar, ainda mais os sonhos que sou capaz de manter, fazendo o que faço.</p>
<p>Mas e se eu amasse? Vocês iam ver uma magrela chata gritando feito louca, e pregando algo muito menos bacana do que a educação tecnológica. É engraçado, há dias atrás eu afirmei algo que não concordo, trabalhos de faculdade em que você não é avaliado por demonstrar sua opinião, mas sim por falar o que as pessoas esperam sobre o tema. eu não acredito que a desigualdade seja a causa de todos os problemas. Pronto. É tudo uma questão educacional, o que causa essa deficiência, aí sim, são outros 508.</p>
<p>Por isso eu grito, abaixo a mediocridade, abaixo aos protestos baratos, abaixo as chatices de quem só olha o próprio umbigo.</p>
<p>Ah, o filme, muito bom e aguarde-a-continuação-loser por sinal:</p>
<p><img src="http://antigravidade.files.wordpress.com/2007/10/maichihayden-christensen-jumper08.jpg" height="467" width="347" /></p>
<p>Tenham uma boa semana!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://minuciasminhas.wordpress.com/2008/03/14/44/</link>
<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 18:11:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maíra</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dias desses, ao ir levar um recado para um professor, eu o quis fazer através da janela e expliquei]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Dias desses, ao ir levar um recado para um professor, eu o quis fazer através da janela e expliquei que o ato me remetia à um sentimento nostálgico sobre pessoas debruçadas na janela a conversar. Pronto, bastou para que a pessoa dissesse: Que bom, você realmente tem cara de julieta.</p>
<p>No mesmo dia, encontrei-me com um moço com quem nunca tinha conversado ao vivo. Eis que ele se vira pra mim e comenta: Sabe que sua voz é bem mais madura que você? Eu, mais sutil, pergunto: -Ah, tenho voz de velha enton???</p>
<p>Taí, vivendo e aprendendo sobre o que a gente mostra pros outros..</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre a beleza]]></title>
<link>http://cronicasatipicas.wordpress.com/?p=903</link>
<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 07:15:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dora</dc:creator>
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<description><![CDATA[Beleza não é uma coisa estática. Ela é um conjunto de coisas, uma série de fatores e contextual]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Beleza não é uma coisa estática. Ela é um conjunto de coisas, uma série de fatores e contextualizações. Mais complexo ainda do que um conjunto de coisas, a beleza por si só tem uma essência muito fina, que não é possível ser vista a olho nu. Ao contrário do que se pensa a beleza não é apenas vista, mas também pode ser percebida e sentida. Não é à toa que nos arrepiamos ou nos emocionamos com certas coisas: a beleza <i>independe</i> do nosso julgamento. O belo é imperativo, sempre. Não precisa de julgamentos ou concessões de nada, nem ninguém.</p>
<p>Mas as pessoas hoje em dia andam completamente insensíveis quanto a isso. A beleza óbvia pode agradar muito às hordas de símios acéfalos que existe e que é visivelmente crescente, mas ela é extremamente irritante aos mais sensíveis, da mesma forma que a beleza absoluta também é. Particularmente, me apetece o tipo de beleza que precisa ser buscada, sempre. Da beleza difícil que precisa ser atingida. Daquela que preciso encontrar. Ou ainda: daquela que precisa me achar. E que me encontra, eventualmente.</p>
<p>Tenho profundo apreço por aquela beleza que se desenvolve de tal forma que, quando no seu ápice, destrói a tudo, como um furacão. E assim como um furacão, de repente, essa beleza já não existe mais, como se tudo ali tivesse sido uma ilusão, como se ela nunca tivesse existido de verdade, mas fosse apenas mais um delírio da nossa mente. E então tudo volta a ser como era antes, e a vida volta ao seu cotidiano, e as pessoas voltam a ser <i>humildes</i> de novo. Mas voltam diferentes, dessa vez. Por isso, a verdadeira beleza não é e nunca será, popular. Por que ela tem um destino próprio, vontades próprias. Por isso às vezes eu insisto em acreditar que ela só se mostra de verdade aos que já tem pré-disposição a transcender.</p>
<p align="justify"> Essa é a <i>verdadeira beleza:</i> ela se impõe, intimida, imobiliza, faz o mundo parar e devasta todo o mundo dos homens, impiedosamente. E ninguém se opõe, e todos a aceitam, se rendem e sucumbem. E tudo é devastado. Nada resta a não ser ela. E você pode até tentar rejeitá-la, fechar os olhos com medo, mas ainda a vê, a sente, a percebe. E aí já é tarde: ela faz parte de você, agora. Pra sempre.</p>
<p align="justify">Pode ser um pesadelo, mas a realidade é que isso é beleza pura.</p>
<p align="justify">E pode ser clichê também, mas é verdade. Depois disso, desse "momento de beleza" (que pode durar um minuto ou um segundo), as coisas <i>nunca mais</i> serão as mesmas. Sempre há uma reconfiguração de tudo, internamente. Não foi a toa que já disseram que "Só a beleza salvará o mundo"...</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">&#160;</p>
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<p align="justify">&#160;</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[elucubrações vãs sobre a impermanência...]]></title>
<link>http://minuciasminhas.wordpress.com/?p=43</link>
<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 18:01:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maíra</dc:creator>
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<description><![CDATA[hahaha, o título do post é pomposo, mas o conteúdo ó&#8230; rs.
Bom, é só que o mundo gira. Gi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>hahaha, o título do post é pomposo, mas o conteúdo ó... rs.</p>
<p>Bom, é só que o mundo gira. Gira muito. E a gente se depara nessas voltas com situações que julgava nunca viver. Ou reviver.</p>
<p>Tô falando disso pois estou vivendo uma que não queria, e estou agindo de uma maneira que não sei se é a correta, mas quero me dar o direito de cometer um erro (caso o seja realmente) para realmente decidir se isso é uma postura MINHA ou se é algo imposto por pré-conceitos de origens variadas. Digamos que já vivi esta situação às avessas, do outro lado da moeda, e critiquei muito quem estava na posiçào que hoje me encontro. E.. bem, eu fico aqui com meus botões a filosofar: será que realmente é errado? Se todo mundo faz, será que nào sou eu que me melindro com coisa à toa? Ou realmente eu não acho certo e não faria igual? Como tô numas de me redescobrir (ou descobrir, sei lá), acho que vou viver o que a vida me apresenta, e ver como me sinto, pois esse sempre foi o melhor termômetro que achei para saber se estava no caminho certo. Me jogar na estrada e ver as reações do meu coração. Se for o caminho errado, a gente pega a trouxinha de roupa e volta pra trás. Pq nada é eterno nessa vida.</p>
<p>Bom, e no meio disso, não é que velhos fantasmas, que outrora muito me assombraram mas que depois partiram pro limbo, ganharam vida novamente? De carne e osso e tudo o mais? E eles nào me botam mais medo... Ai, como a vida é maravilhosa com toda sua complexidade..</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Continuidade.. ]]></title>
<link>http://cronicasatipicas.wordpress.com/2007/10/24/continuidade/</link>
<pubDate>Wed, 24 Oct 2007 14:42:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dora</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em qualquer relacionamento, essa sensação que algumas pessoas têm - e muitas vezes não conseguem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em qualquer relacionamento, essa sensação que algumas pessoas têm - e muitas vezes não conseguem detectar, nem se tocar - de que "perderam" é muito estranha. Em um dos meus casos, por exemplo, a minha mãe me perdeu pra vida. Poderia ser pro meu marido, ou pra qualquer outra situação pior, como a própria morte. Mas ela não se conforma. Sei como ela se sente, por que eu já senti (na verdade acho até que sinto ainda) o mesmo, só que numa outra situação.</p>
<p>Mas, de qualquer forma, acredito ter me conformado bem com a situação (ou talvez eu esteja no meio desse processo, ainda não sei bem. Maldita mania de precisar ser posta a prova toda vez). Uma coisa é certa, em todos os relacionamentos: é preciso <strong>saber perder as pessoas</strong>, é preciso reconhecer que o relacionamento está perdido, ou então que mudou bruscamente e que nunca mais será o mesmo, não importa o que aconteça.</p>
<p>Isso chama-se <u>amadurecimento</u>, palavra que uma pá de gente desconhece (eu inclusa). E quem percebe essas coisas e trata de agir logo, comportando-se de maneira (não-)conformista sobre o que acontece, é uma pessoa sábia. Às vezes não é nem questão de conformismo, mas sim de <a href="http://continuity.us/">continuidade</a>... De saber lidar com a situação da melhor forma possível. As coisas continuam, as pessoas continuam... Mas os sentimentos se transformam no que? Como podemos reaproveitá-los, sem perder a nossa vida, auto-estima, amor-próprio? Sem viver com dor?</p>
<p>Não estou falando de nada dessa porra de pensamento ridículo que é "pega a senha, que a fila anda". Mas sim algo muito mais profundo e elaborado que isso, é um lance holístico-existencialista mesmo, que faz uma ruptura em todas as convenções sociais existentes. Como isso é possível não sei... Mas não duvido que seja possível de fato. Acho que isso é uma coisa que só eu penso e que só eu entendo. Devo ser louca. Prova disso é a minha total incapacidade de deixar esse meu pensamento isso ainda mais claro pra outras pessoas, pois isso é praticamente impossível.</p>
<p>.</p>
<p>Escrito em 11/03/2007</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Garanhões não gostam de mulher]]></title>
<link>http://cronicasatipicas.wordpress.com/2007/10/08/garanhoes-nao-gostam-de-mulher/</link>
<pubDate>Mon, 08 Oct 2007 19:46:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dora</dc:creator>
<guid>http://cronicasatipicas.wordpress.com/2007/10/08/garanhoes-nao-gostam-de-mulher/</guid>
<description><![CDATA[Pois é, os caras que gostam da Fani (do BBB) são os &#8220;garanhões&#8221;. Só que garanhão n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Pois é, os caras que gostam da Fani (do BBB) são os "garanhões". Só que <strong>garanhão não gosta de mulher</strong>, gosta de sexo, essa é a diferença. Nunca conheci um garanhão que gostasse de mulher; já conheci que gostasse de zoação, de bebida, de comer a mina pra contar para os amigos depois (ou comer a mina junto com um amigo) e tal. <strong>Eu gosto de mulher, por isso fico com ódio de mulher. </strong>Garanhões não sentem ódio de mulher, porque não gostam de mulher. E por isso as mulheres gostam deles, porque gostam de tudo o que é proibido e o garanhão é proibido para elas, porque elas nunca o terão, já que ele não gosta de mulher. Garanhões nunca comerão uma mulher com amor ou com ódio, então serão eternamente insatisfeitos, procurando mulher em tudo o que é canto e nunca se estabilizando.</p></blockquote>
<p>Grifos meus. Quem escreveu isso foi o <a href="http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=16729696067091320086">Bonfante</a>, na comunidade <a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1984135">Niilismo</a>, no tópico <a href="http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=1984135&#38;tid=2559341161676059635&#38;na=2&#38;nst=65">Sexo com Poetisas</a>. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Misoginia">Misoginia</a> justificada desse jeito é a coisa mais linda do mundo. Me apaixonei <em>all over again</em> por ele... Hahaha...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De resistências e frescuras]]></title>
<link>http://marciogaroni.wordpress.com/2007/08/22/de-resistencias-e-frescuras/</link>
<pubDate>Wed, 22 Aug 2007 23:57:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio</dc:creator>
<guid>http://marciogaroni.wordpress.com/2007/08/22/de-resistencias-e-frescuras/</guid>
<description><![CDATA[
Algumas merdas que acontecem são boas para pensarmos um pouquinho.
Neste domigo, enquanto caía a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img width="200" src="http://marciogaroni.wordpress.com/files/2007/08/tummytubs.jpg" alt="não sou eu" height="415" style="width:180px;height:327px;" /></p>
<p>Algumas merdas que acontecem são boas para pensarmos um pouquinho.</p>
<p>Neste domigo, enquanto caía a noite, fazia frio lá fora, os gatos dormiam ou comiam, a tevê anunciava felicidades e tragédias em intervalos de segundos, já começava a bater aquela tristeza do amanhã-já-é-segunda, eu me arrependia de não ter feito nada da faculdade, neste domingo descobri que não haveria banho quente. Sim, a resistência não havia resistido o suficiente e queimou.</p>
<p>Pior é que não daria para adiar o banho, pois na manhã seguinte a água iria continuar gelada e, se eu acordasse atrasado para o trabalho - fato bem constante -, me atrasaria ainda mais com um banho frio. Uma fria.</p>
<p>[reminiscências - apagam-se as luzes, foco no protagonista:]</p>
<p>Isso acontecia bastante quando eu era (?) criança. Minha mãe esquentava água na panela e despejava num balde, completando com água fria. A mim cabia me virar com o sabão e a água, dosando bem para que o segundo não acabasse antes que o primeiro.</p>
<p>[fim das reminiscências - acaba-se a fumaça, acendem-se as luzes, abre a imagem]</p>
<p>Hoje, 19 anos nas costas, minha mãe:</p>
<p>- Esquenta água, filho.</p>
<p>- Não, vou tomar gelado mesmo. Sou macho.</p>
<p>Na hora do vamover é que foi o bicho. Comecei a respirar forte, para esquentar o corpo, o coração disparou - meio de propósito, meio de cagaço -, e caí para dentro dágua. Foram os dez minutos mais estrevolísticos* do dia. E os mais reflexivos.</p>
<p>Bilhões de pessoas passam por situações piores e eu amaldiçoando tudo e todos só porque não tenho água quente para me lavar. Do que eu posso reclamar? Tudo bem, minha vida não são as mil maravilhas, não são poucas as dificuldades por que passo. Mas também não estava combinado que seria fácil.</p>
<p>E sei que não sou o único que reclama de futilidades. Não preciso nem dar exemplos, todos são assim, mesquinhos. Dia desses um li um livro que citava uma frase de um cara conhecido, esqueci quem era. A frase era mais ou menos assim: "O mundo só vai ser melhor quando o homem se indignar mais com uma injustiça do que com um calo no pé".</p>
<p>Só sei que me senti um lixo, um bosta total. Da próxima vez, pensarei melhor nessas coisas.</p>
<p>Mas hoje eu quero banho quente!</p>
<p><em>*Fui obrigado a inventar essa palavra. A Língua Portuguesa me foi inservível.</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Teoria do Que Dia É Ontem]]></title>
<link>http://marciogaroni.wordpress.com/2007/06/26/teoria-do-que-dia-e-ontem/</link>
<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 20:53:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio</dc:creator>
<guid>http://marciogaroni.wordpress.com/2007/06/26/teoria-do-que-dia-e-ontem/</guid>
<description><![CDATA[Pense rápido: que dia é hoje?

Se você não desceu a seta até o reloginho aí embaixo, certament]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="left">Pense rápido: que dia é hoje?</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://marciogaroni.wordpress.com/files/2007/06/munch_homer.jpg" alt="munch_homer.jpg" /></p>
<p>Se você não desceu a seta até o reloginho aí embaixo, certamente pensou: "Bem, ontem foi dia tal, hoje é dia x + 1" (onde <em>x </em>é o tal dia <em>tal</em>, ou seja, ontem).</p>
<p>Essa é a Teoria do Que Dia É Ontem, que eu venho formulando há algum tempo e, finalmente (batendo no peito, triunfante), torno pública.</p>
<p>Não tem muito mistério. Eu parto da idéia de que ninguém sabe realmente que dia é hoje, e quando respondem corretamente é porque fizeram uma matemática mental, lembrando do dia anterior ou de outros dias passados.</p>
<p>Isso acontece porque as horas do dia não são suficientes para fixar nas idéias a data de hoje. Quando conseguimos finalmente memorizar... já é amanhã.</p>
<p>O resultado é uma crise existencial profunda, cujo motivo é pouco percebido. Se não sei realmente que dia é hoje, quem sou eu? Para onde vou? Do que sei? Será que vale a pena continuar a viver? Daí partem as depressões em 86,21% dos casos (o resto é frescura mesmo).</p>
<p><img width="345" src="http://marciogaroni.wordpress.com/files/2007/06/freud1.jpg" alt="freud1.jpg" height="519" style="width:345px;height:404px;" /></p>
<p align="center"><em>(Quem souber quem é esse cara ganha meus mais sinceros "boa, velho!")</em></p>
<p>O problema é que essa teoria é muito recente, e é bem provável que não convencerá no caso de multa por atraso na biblioteca ou esquecimento de aniversários, principalmete o da mãe. Experiência própria.</p>
<p>Por isso, se você não lembrar que dia é hoje, ao menos lembre da Teoria do Que Dia É Ontem.</p>
<p>E trate de arranjar um calendário.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Instruções para toda a vida, por Dalai Lama]]></title>
<link>http://cronicasatipicas.wordpress.com/2007/06/12/instrucoes-para-toda-a-vida-por-dalai-lama/</link>
<pubDate>Tue, 12 Jun 2007 02:47:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dora</dc:creator>
<guid>http://cronicasatipicas.wordpress.com/2007/06/12/instrucoes-para-toda-a-vida-por-dalai-lama/</guid>
<description><![CDATA[Da mesma forma que eu não gosto daqueles forwards com powerpoints, também não gosto de correntes ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Da mesma forma que eu não gosto daqueles forwards com powerpoints, também não gosto de correntes de internet. Nunca repasso pra ninguém, pois acho um saco. Mas hoje recebi uma que achei interessante comentar algumas coisas, aí estou postando por aqui mesmo, antes de dormir, daqui a pouco. Dizem que é do Dalai Lama, mas eu acho que isso é totalmente fake. Com certeza foi alguém que inventou essas mensagens de sabedoria e colocou internet afora como se fosse do Dalai Lama, mas enfim.. Dei uma chance ao e-mail e li ele na íntegra. Agora ele segue com os meus comentários.</p>
<p>1. Leve em consideração que grandes amores e conquistas envolvem grande risco. <em><font color="#800000">[Jura?]</font></em><br />
2. Quando você perde, não perca a lição. <em><font color="#800000">[Mas aí é que está o grande lance. Eu sempre perco diferente. E sempre há uma lição diferente. Ou seja, se eu perder sempre quer dizer que é "normal perder", desde que eu "aprenda a lição"? Não entendo essa lógica..]</font></em><br />
3. Siga os três R's:<br />
* Respeito a si mesmo <em><font color="#800000">[Arrã.]</font></em></p>
<p align="justify">* Respeito aos outros <em><font color="#800000">[Em partes.]</font></em><br />
* Responsabilidade por todas suas ações <em><font color="#800000">[Tá.]</font></em><br />
4. Lembre-se que não conseguir o que você quer é algumas vezes um grande lance de sorte. <em><font color="#800000">[Não sei por que mas isso me soou tão, mas <strong>tão</strong> conformista que me deixou triste.]</font></em><br />
5. Aprenda as regras de maneira a saber quebrá-las da maneira mais apropriada. <em><font color="#800000">[Hmm. Espertinho. É umas..]</font></em><br />
6. Não deixe uma disputa por questões menores ferir um grande amigo. <em><font color="#800000">[Deixo sim. Foda-se o grande amigo. Perco o grande amigo, mas não perco a piada.]</font></em><br />
7. Quando você perceber que cometeu um erro, tome providências imediatas para corrigí-lo. <em><font color="#800000">[Hm. Algo a se pensar. Depende do erro.]</font></em><br />
8. Passe algum tempo sozinho todos os dias. <em><font color="#800000">[Sempre passo. Quando vou ao banheiro. Não deixa de ser ué!]</font><br />
</em>9. Abra seus braços para mudanças, sem abrir mão de seus valores. <em><font color="#800000">[My lips may promisse but my heart is a whore...]</font></em><br />
10. Lembre-se que o silêncio é algumas vezes a melhor resposta. <em><font color="#800000">[<strong>Oh yeah, Hell yeah, Damn yeah!</strong>]</font></em><br />
11. Viva uma vida boa e honrada. Assim, quando você ficar mais velho e pensar no passado, poderá obter prazer uma segunda vez. <em><font color="#800000">[Falando sério agora: penso nisso praticamente todos os dias.]</font></em><br />
12. Uma atmosfera de amor em sua casa é o fundamento para sua vida. <em><font color="#800000">[Ah, tá bom.]</font></em><br />
13. Em discordâncias com entes queridos, trate apenas da situação corrente. Não levante questões passadas. <em><font color="#800000">[Hahaha... Faz-me rir! Fale isso pros meus pais agora!]</font></em><br />
14. Compartilhe o seu conhecimento. Esta é uma maneira de alcançar a imortalidade. <em><font color="#800000">[Erm.. Eu não quero ser imortal. Uma vida já me é o bastante.]</font></em><br />
15. Seja gentil com a terra e com todos os animais. <em><font color="#800000">[Tá.]</font></em><br />
16. Uma vez por ano, vá a algum lugar que você nunca esteve antes. <em><font color="#800000">[Sempre faço isso. Nem que seja ir no lixão mais próximo, ou num shopping, ou numa montanha, ou no alto mar. É muito bom.]</font></em><br />
17. Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o amor mútuo excede o amor que cada um precisa do outro. <em><font color="#800000">[Ok, essa deu um nó na minha cabeça. Vou fingir que entendi.]</font></em><br />
18. Julgue o seu sucesso por aquilo que você teve que abrir mão para consegui-lo. <em><font color="#800000">[Hm. Isso faz sentido até certo ponto. Mas eu não diria sucesso, mas sim paz de espírito, ou qualquer coisa do típo "insira o seu bem estar preferido aqui". Algo assim.]</font></em></p>
<p align="justify">
19. Entregue-se total e irrestritamente ao amor e a cozinha.</p>
<p align="justify"><em><font color="#800000">[Já me entreguei total e irrestritamente ao amor. Não é bom. Idem com a cozinha. Também não é bom. Amor e comida são coisas que precisam ser muito bem dosadas, de preferência em doses homeopáticas. Quando nos entregamos de formas irrestritas a ambos, acabamos nos tornando loucos obcecados, ótimos amantes, ótimos chefs, mas pessoas amargas por dentro, vazias. Somos estrutura deprovida de conteúdo: amamos sem saber porquê e sem nos perguntar o porquê (mesmo que esse porquê não tenha resposta). Amor  por amor não é suficiente, assim como apenas comer não é o bastante. É preciso degustar, aproveitar todo o processo, entender como ele funciona e jogar de acordo pra não cair em suas armadilhas - comida salgada, arroz queimado, carne com o tempero errado. E administrar isso não é pra qualquer um. É um caminho árduo e bem difícil, onde se erra sempre e é praticamente impossível sair disso sem se machucar ou ser machucado. É preciso muita paciência e desdém. Não se pode querer o melhor sempre, idealizar é um risco muito grave do qual eu não consigo mais dispor. É preciso amar despretensiosamente e de forma simples, sempre. Quando as coisas começam a se complicar demais, é por que é hora de seguir em frente.  A vida é isso aí.. ]</font></em></p>
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