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	<title>exu &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/exu/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "exu"</description>
	<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 09:35:20 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Menines querem ser livres - Parte 2]]></title>
<link>http://lanhousedopurgatorio.wordpress.com/?p=520</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 06:03:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>alelex88</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Lan House do Purgatório orgulhosamente traz pra vocês hoje a segunda parte da série &#8220;Meni]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Lan House do Purgatório orgulhosamente traz pra vocês hoje a segunda parte da série "Menines querem ser livres", baseada na obra-prima <span style="text-decoration:line-through;">imoral</span> imortal (e absolutamente autêntica!) "Ficha Libertação", com mais uma leva impressionante de pecados cabeludos - a maioria dos quais você nunca nem pensou em cometer, é claro -, mas que, mesmo assim, não custa nada conhecer que é pra garantir sua salvação, colhega!</p>
<p>E se por acaso você cometeu algum, aproveita que a hora é essa! Marque xizes e se liberte! Sem mais rodeios, com vocês, a segunda parte da série que vai libertar a galere:</p>
<p>(ATENÇÃO: Os prints que você verá abaixo são absolutamente autênticos. A Ficha Libertação pode ser encontrada para download na Internet)</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Clique no link miserável para ver</span>: <a href="http://lanhousedopurgatorio.files.wordpress.com/2008/09/ficha-libertacao-post-2-a.jpg" target="_blank"><strong>Atividades Místicas e Tratamentos que já fez ou com que se envolveu</strong></a></p>
<p>Admito (não sem o remorso mais pungente) que, da lista de heresias apresentadas, já fiz "relaxamento mental (com músicas que levam à passividade)", e não me orgulho disso. =(</p>
<p>Também já recorri muito a "garrafadas" (mas nunca com garrafa pet!) e fui um praticante inveterado de "levitação" (só no rasante bobo, sem maiores pretensões).</p>
<p>Aconselho a galere a confessar todas as atividades místicas e tratamentos com que se envolveu sem nem pestanejar porque atrocidades como "fitoterapia" e "Silva Mind" nem dão direito a apelação de Maria, hein!</p>
<p>Mais abaixo, temos:</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Clique no link miserável para ver</span>: <strong><a href="http://lanhousedopurgatorio.files.wordpress.com/2008/09/ficha-libertacao-post-2-a-1.jpg" target="_blank">Possui (ou possuiu) amuletos, patuas, talismãs, feitiches</a> </strong>(sic)<strong><br />
</strong></p>
<p>Da sortida lista de amuletos e talismãs, cito apenas os três que sempre me foram mais caros ao coração: "Guinomos" (sic), "Tartaruga Ninja" (sic!!!)  e a minha boa e velha "palmilha magnética".</p>
<p>Tenho certeza que numa lista tão <span style="text-decoration:line-through;">bizarra</span> abrangente como essa, você, leitor do Lan House do Purgatório, marcará muitos xizes miseráveis também!</p>
<p>Seguindo em frente:</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Clique no link miserável para ver</span>: <a href="http://lanhousedopurgatorio.wordpress.com/files/2008/09/ficha-libertacao-post-2-a-2.jpg" target="_blank"><strong>Você  é admirador, fez algum pedido ou teve contato com...</strong></a></p>
<p>Pô, quem é que já não teve contato, já não admirou litruz, já não fez algum pedido a uma boa ninfa? Um bom gnomo? Um belo silfo? Um verde, esquelético e cabeçudo extra-terrestre? Claro, eu também.</p>
<p>Na seqüência:</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Clique no link miserável para ver</span>: <a href="http://lanhousedopurgatorio.wordpress.com/files/2008/09/ficha-libertacao-post-2-c-1.jpg" target="_blank"><strong>Banhos que tomou</strong></a></p>
<p>Agradeço à discrição da Ficha, que não pergunta *com quem* já tomei banho. Folgo em dizer que esse item pra mim foi fácil de preencher: já tomei banho de "7 legumes", de "7 verduras" e de "ondas". Sim, de ondas! A ficha pergunta "quantas?", mas eu não me lembro, só sei que foram vááááárias ondas e eu tava *muito* lóki do meu cu.</p>
<p>Neste item também marquei um xiszinho em "Foi médium, cavalo, ou aparelho de (espíritos incorporados)", porque volta e meia eu dou passagem a Xuquinha, a Moninha Camarada, uma trava penada que me acompanha (ela e a Mona Penada de Luddie são colhegas no astral) e que me faz escrever coisas que não quero e usar emoticons miseráveis no msn. Sim! Psicografo emoticons! Ainda te exorcizo Xuquinha, sua trava peralta!</p>
<p>A seguir temos:</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Clique no link miserável para ver</span>: <a href="http://lanhousedopurgatorio.wordpress.com/files/2008/09/ficha-libertacao-post-2-d-1.jpg" target="_blank"><strong>Arriou ou ajudou a fazer trabalhos nos seguintes lugares</strong></a></p>
<p>Arriar, nunca arriei, mas já fiz litruz de trabalhos nos seguintes lugares: no "lodo", na "sarjeta" e "fora do país"; mais especificamente, na Birmânia, mas essa é uma outra história.</p>
<p>A Ficha também pergunta se fiz algum tipo de pacto com satanás ou com seus demônios. Bem, pacto, paaaacto mesmo, não. Mas já fizemos negócios sem compromisso, e eu ainda dei calote! hihihi</p>
<p>Ainda bem que a Ficha taí pra me salvar, credo!</p>
<p>Seguindo adiante, nos deparamos com:</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Clique no link miserável para ver</span>: <a href="http://lanhousedopurgatorio.wordpress.com/files/2008/09/ficha-libertacao-post-2-d.jpg" target="_blank"><strong>Praticou matança humana em sacrifício? Para qual entidade?</strong></a></p>
<p>Matança humana já, é claro, mas "para qual entidade", pô, aí é pedir demais. Impossível lembrar de todas. Mais embaixo, devo confessar que já fiz "<em>Nucanda Cangongo (cerimônia com duração de um ano, das quais participam crianças de 8 a 18 anos,  onde fazem circuncisão nos garotos e permitem possuir mulher que quiserem)</em>". Me permitiram possuir mulher que eu quiserem, foi zeniau. Quando se tem apenas 8 anos, isso faz diferença. Finalizando esta parte da ficha, minha honestidade não me permite deixar de mencionar que também já fiz a "Cerimônia dos inhames novos", um troço muito louco e que nem dá muito certo (os inhames são novos demais), mas, enfim... c'est la vie.</p>
<p>Concluindo este post absolutamente instrutivo e libertador, chegamos ao sensacional:</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Clique no link miserável para ver</span>: <a href="http://lanhousedopurgatorio.wordpress.com/files/2008/09/ficha-libertacao-post-2-e.jpg" target="_blank"><strong>Entidades diversas com que se envolveu</strong></a></p>
<p>Por ser um dos itens mais longos e <span style="text-decoration:line-through;">paranóicos</span> instrutivos da Ficha Libertação, limitar-me-ei a assinalar apenas algumas das dezenas de entidades com quem já bebi Pitu e fumei zuntinhos, eu e a entidade (citarei apenas aquelas com quem tive o papo mais agradável, com quem dei as risadas mais gostosas, com quem, enfim, rolou aquela amizade especial):</p>
<p>Dentre as pombajiras: era bacana litruz com a "7 maridos" e a "Mariazinha (mirim)" - um encanto.</p>
<p>Dentre os exus: companheiraços o galhofeiro ever "Queima-pemba", o debochado ever "Exu Lagosta" e o zombeteiro ever "Arranca-toco".</p>
<p>Dentre os caboclos/índios: happy-hours memoráveis com a "Iara", a "Jupira" e o "Saci". Ríamos tanto, gemza! Só no chope e tira-gosto.</p>
<p>Bem, galere. Por hoje é só. Confessaram tudo? Marcaram xizes? Olia a libertação!</p>
<p>Em nosso próximo post da série ainda falaremos de diversos vícios gosmentos, sentimentos pegajosos, perdições nozentas, maldições hereditárias (ééé!), enfim, misérias sem ter fim. Pra libertar, hein! Não perdam.</p>
<p>Aleléx</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Indíce de Imagens de Exú/Pomba Gira]]></title>
<link>http://cantodoaprendiz.wordpress.com/?p=642</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 00:22:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carol</dc:creator>
<guid>http://cantodoaprendiz.wordpress.com/?p=642</guid>
<description><![CDATA[
Click na Imagem que você gostaria de vê:

Imagem A ( Exu Caveira, Exu Cemitério, Exu Chama Dinhe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><!--more--></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000080;"><strong>Click na Imagem que você gostaria de vê:</strong></span></p>
<p><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;   &#60;![endif]--></p>
<p class="style18"><a href="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/2008/09/04/imagem-de-exu-pomba-gira-a/" target="_self"><span class="style20"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:blue;">Imagem A</span></span></strong></span></a><span class="style151Char"><span lang="PT-BR"><a href="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/2008/09/04/imagem-de-exu-pomba-gira-a/" target="_self"> </a>( Exu Caveira, Exu Cemitério, Exu Chama Dinheiro, Exu Cobra, Exu Corcunda, Exu Desmancha Tudo, Exu Destranca Rua, Exu Duas Cabeças, Exu Do Candomblé, Exumaré, Exu Facada, Exu Gato Preto, Exu Gira Mundo, Exu João Caveira, Exu Lodo, Exu Lucifer, Exu Mangueira, Exu Marabô, Exu Matança, Exu Mau Olhado, Exu Meia Noite, Exu Mirim, Exu Morcego, Exu Mulambo, Exu Omulu, Exu Pedra Preta, Exu Pimenta, Exu Pirata do Mar, Ponto Maioral, Exu Porteira, Exu Quebra Galho, Mago Ravengar, Exu Rei, Exu Rei das Sete Encruzilhadas, Exu Rei das Trevas). </span></span></p>
<p class="style151"><a href="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/2008/09/04/imagem-de-exu-pomba-gira-b/" target="_self"><span class="yshortcuts"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:blue;">Imagem B</span></span></strong></span></a><span lang="PT-BR"> ( Exu Tranca Tudo, Exu Tronqueira, Exu Veludo, Exu Ventania, Exu Vira Mundo, Exu Arranca Toco, Exu Asa Negra, Exu Belzebú, Exu Brasinha, Exu Calunga, Exu Capa Preta da Encruzilhada, Exu Capa Preta, Exu Casamenteiro, Exu Catacumba, Exu Sete Brasas, Exu Sete Buracos, Exu Sete Campas, Exu Sete Catacumbas, Exu Sete Caveiras, Exu Sete Encruzilhadas, Exu Sete Estradas, Exu Sete Garfos, Exu Sete Liras, Exu Sete Porteiras, Exu Tatá Caveira, Exu Tiriri, Exu Toquinho, Exu Tranca Gira,Exu Tranca Rua, Exu Tranca Rua das Almas, <span class="yshortcuts"><span style="cursor:pointer;background-attachment:scroll;">Pomba Gira</span></span> Rosinha, Pomba Gira Sete Calungas, Pomba Gira Sete Chaves, Pomba Gira Sete Encruzilhadas, Pomba Gira Sete Saias). </span></p>
<p class="style151"><a href="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/2008/09/04/imagem-de-exu-pomba-gira-c/" target="_self"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:blue;">Imagem C</span></span></strong></a><strong><span style="color:blue;"> </span></strong><strong><span lang="PT-BR"><span> </span>(</span></strong><span lang="PT-BR"> Pomba Gira Maria Padilha das Almas, Pomba Gira Maria Quitéria da Campanha, Pomba Gira Menina, Pomba Gira Mirongueira, Pomba Gira Mocinha, Pomba Gira da Noite, Pomba Gira Oriente (busto), Pomba Gira, Pomba Gira da Praia, Pomba Gira Rainha, Pomba Gira Rainha do Cemitério, Pomba Gira Rainha das Rainhas, Pomba Gira Rainha Sete Encruzilhadas).</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Imagem de Exú / Pomba Gira - A]]></title>
<link>http://cantodoaprendiz.wordpress.com/?p=639</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 00:16:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carol</dc:creator>
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<description><![CDATA[

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><!--more--></p>
<p><a href="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/files/2008/08/imagem19.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-619" src="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/files/2008/08/imagem19.jpg" alt="" width="803" height="1181" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Imagem de Exú / Pomba Gira - B]]></title>
<link>http://cantodoaprendiz.wordpress.com/?p=636</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 00:14:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carol</dc:creator>
<guid>http://cantodoaprendiz.wordpress.com/?p=636</guid>
<description><![CDATA[

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<content:encoded><![CDATA[<p><!--more--></p>
<p><a href="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/files/2008/08/imagem20.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-620" src="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/files/2008/08/imagem20.jpg" alt="" width="803" height="1186" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Imagem de Exú / Pomba Gira - C]]></title>
<link>http://cantodoaprendiz.wordpress.com/?p=633</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 00:12:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carol</dc:creator>
<guid>http://cantodoaprendiz.wordpress.com/?p=633</guid>
<description><![CDATA[

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><!--more--></p>
<p><a href="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/files/2008/08/imagem21.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-621" src="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/files/2008/08/imagem21.jpg" alt="" width="799" height="703" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[No astral inferior]]></title>
<link>http://estudoreligioso.wordpress.com/2008/09/02/no-astral-inferior/</link>
<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 19:27:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>admin</dc:creator>
<guid>http://estudoreligioso.wordpress.com/2008/09/02/no-astral-inferior/</guid>
<description><![CDATA[Aranauam a todos, adoro os textos do Pedro Rangel de Sá, sou frequentadora ativa do seu blog, faço]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h5>Aranauam a todos, adoro os textos do Pedro Rangel de Sá, sou frequentadora ativa do seu blog, faço questão de compartilhar com vocês o mais novo texto dele. Aproveitem e visitem seu blog <a title="http://www.pedrorangelsa.blogspot.com/" href="http://www.pedrorangelsa.blogspot.com/">http://www.pedrorangelsa.blogspot.com/</a>, são vários textos de leitura interessantíssimas.<br />
Saravá fraterno a todos</h5>
<p><a href="http://4.bp.blogspot.com/_kJz2GKqFeOI/SLSON4RGTaI/AAAAAAAAAGU/xFH9tH49L7s/s1600-h/crianÃ§as+infancia.jpg"></a></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Mensagem de um guardião</span></strong></p>
<p><a href="http://estudoreligioso.files.wordpress.com/2008/09/estudo.jpg"><img style="border-width:0;" src="http://estudoreligioso.files.wordpress.com/2008/09/estudo-thumb.jpg" border="0" alt="estudo" width="243" height="244" /></a></p>
<p><strong></strong></p>
<p>— Firma o seu pensamento cabra porque esta noite o “pau vai quebrar”!<br />
Tal foi a determinação que escutei mentalmente instantes antes de dormir. Nem pensei duas vezes e obedeci, mas devo confessar que me assustei mesmo assim quando despertei e me vi no meio de uma região de mata onde estava acesa uma enorme fogueira; junto de mim havia vinte e cinco médiuns que percebi serem encarnados pela presença de um cordão de prata junto a cada um deles.<br />
No comando de todos nós havia um espírito que eu intuitivamente tinha a convicção de ser um Exu. Foi ele, inclusive, quem determinou que déssemos as mãos em torno da fogueira e formássemos uma roda para, posteriormente, nos falar nestes termos:<br />
— Camaradas, nós todos estamos presentes em uma região de mata do plano físico e em volta de uma fogueira também acesa no mesmo plano. É vital que todos vos, de olhos abertos, firmem suas visões nestas chamas e peçam a Deus a vossa entronização com a energia ígnea.<br />
Enquanto o exu passava as determinações eu estava desesperadamente tentando entender quem, àquela hora da noite, ateara aquelas chamas no plano físico, mas ele enquanto falava dentro da roda veio caminhando em minha direção e resolveu parar diante de mim para dizer:<br />
— Não importa quem acendeu a fogueira, o importante é que ela está acesa assim como também não importa como vocês vieram parar aqui, pois o importante é que vocês aqui estão.<br />
O Exu dissera estas últimas palavras enquanto olhava para todos, mas fiquei desconcertado por sentir que ele falava para mim. Ele, então, continuou:<br />
— Muitos precisam ver para crer, outros vêem e julgam inacreditável. Muitos se julgam aptos sem a devida preparação enquanto outros se julgam despreparados apesar de estarem aptos. E todos estes exemplos que estou lhes passando representam de uma forma ou de outra, o caso de cada um de vocês aqui presentes.<br />
Devo confessar que não estava entendendo precisamente o que o Exu estava querendo dizer, mas ele continuou:<br />
— O Divino Criador, cuja soberana vontade se faz presente em todas as coisas também faz com que nenhuma folha caia da árvore se não for da justa e sábia vontade Dele e é por isso que vos falo que todos que aqui estão aqui se encontram por estarem preparados e não por serem perfeitos, vocês entendem?<br />
Todos nós balançamos a cabeça afirmativamente e o guardião continuou:<br />
— Assim vos falo porque não quero nenhum cabra deslumbrado com a tarefa de hoje, assim como também não quero ninguém “borrando nas calças” e é por isso que, onde posso e vocês mereçam, estarei vos esclarecendo agora: saindo daqui nós iremos para uma edificação no baixo-astral que precisa ser destruída e, para tanto, contamos com o auxilio das vibrações superiores de vocês. Estou sendo claro?<br />
Todos nós balançamos novamente a cabeça de forma afirmativa e o Exu prosseguiu:<br />
— Sentem-se no mesmo lugar que agora estão numa posição confortável e concentrem-se, desta vez de olhos fechados, na divina energia ígnea, pois enquanto isto vos estarei preparando para que vossos corpos mentais me acompanhem na tarefa da noite.<br />
Procurei executar o que nos fora recomendado e, depois que o guardião trabalhou em minha fronte, algo incrível ocorreu por que eu passei a me sentir infinitamente mais leve como se eu tivesse dormido em espírito e acordado de novo, é estranho de dizer, mas parecia que eu era pura e simplesmente o meu pensar, o meu pensamento; outra coisa interessante de comentar é que eu me encontrava sem nenhuma gota de suor pelo corpo e, entretanto, eu me sentia como se fosse uma centelha do fogo da misericórdia divina e relato isso a vocês porque parecia que o meu corpo ardia em chamas invisíveis sem que eu sentisse o mínimo de calor; entretanto, era só eu pensar em amor, caridade e fraternidade que meu corpo se incandescia ainda mais, enfim, naquele estado em que eu estava parecia que amar o próximo e fazer o bem era a coisa mais prática e fácil do mundo.<br />
De repente fomos todos direcionados para uma localidade onde o ar era pesado, úmido e mal-cheiroso como esgoto. Chegamos a um bairro onde as casas possuíam um aspecto asqueroso e os moradores destas uma energia pessoal vil e repugnante. Havia muitas sombras neste local e caminhávamos entre elas; então, alguns minutos depois nós paramos de frente a um edifício de dez andares em que só pelo fato de encará-lo eu misteriosamente sentia todo aquele ardor dentro de mim diminuir intensamente, já estava começando a me desequilibrar quando senti o guardião a se comunicar mentalmente comigo:<br />
— Controle o seu emocional cabra!!! Mantenha o equilíbrio ou você se perderá!!!<br />
Perder-me? Não quis nem saber o que significava o que o exu acabara de me dizer e procurei mentalizar fervorosamente na fogueira que estava diante de meu corpo astral lá no plano físico e na divina energia ígnea equilibradora inundando o meu ser. Percebi o calor tornar a me aquecer com toda a intensidade e foi quando o Exu tornou a se comunicar, só que desta vez com todos nós:<br />
— Ok cabras, percebi que todos vocês conseguiram eliminar a curiosidade de dentro de si e retomarem o equilíbrio em vossas consciências. Isto será muito importante na realização da tarefa que eu e meus companheiros temos a desempenhar.<br />
Interessante é que foi somente nesta hora, enquanto o Exu falava, que eu notei a presença de trinta e dois Exus aguardando o guardião que estava nos servindo de ‘guia’ até aquela macabra localidade.<br />
Recebi a permissão destes Exus e narrarei para vocês como se deu esta ação deles a favor da caridade:<br />
O prédio que seria destruído era como eu disse antes: tinha uma energia tão desgraçada que eu só poderia definir como absorvedora, inclusive fora esta propriedade do prédio que absorvera boa parte de meu calor quando eu havia me desequilibrado momentaneamente minutos atrás.<br />
— Calor não zifio: ectoplasma, energia vital.<br />
Tal foi a resposta mental que um espírito militante da linha dos preto-velhos e que me acompanha no ritual de umbanda oferecera para mim<br />
— Verdade? Perguntei a ele.<br />
— Certamente. Esta energia aqui para eles vale infinitamente mais que ouro. Agora, por caridade, continue a narração dos trabalhos que nossos irmãos exus estão realizando!<br />
— Sim senhor, perdão!<br />
Quanto ao prédio é só isso que pude perceber energeticamente, já a explosão, por sua vez, deu-se da seguinte forma:<br />
O Exu que nos guiara até ali determinou que todos nós déssemos as mãos e ficássemos fazendo orações e, antes que ele e seus companheiros fossem realizar o trabalho, aproximou-se de mim e de outra médium que se encontrava ao meu lado esquerdo para encostar em nossa testa algum tipo de cristal de rocha que não pude precisar o que era por estar de olhos fechados; após este procedimento ele disse a nós dois:<br />
— Vocês permanecerão aqui onde estão, mas também me acompanharão para conhecerem um pouco deste nosso trabalho aqui embaixo.<br />
Devo confessar que o que eu via era tão fantástico que beira o surreal: os exus entraram no prédio em questão e eu conseguia ver tudo aquilo que o exu que encostou o cristal de rocha em minha fronte conseguia ver, era como se acima da cabeça dele houvesse uma micro câmera que me permitia visualizar tudo o que ele enxergava sem que eu precisasse sair do lugar onde estava, qual seja, na frente do referido edifício de mãos dadas com meus irmãos de jornada.<br />
Foi assim que pude ver quando ele subiu no décimo andar daquela edificação e começou a instalar no canto esquerdo posterior alguma espécie de bomba programada que tinha a coloração rubro-alaranjada. Enquanto ele e mais dois exus realizavam esta tarefa, os demais realizavam a parte operacional dela. Devo informar também que naquele andar havia por volta de vinte salas e dentro de cada uma delas entes trevosos fomentadores de pedofilia e vampirizadores de pedófilos. Na sala de número 180, por exemplo, havia um homem branco, calvo, com aproximadamente quarenta anos de idade que tinha à sua cabeça acoplado um capacete que incitava infernais desejos carnais neste pela sua enteada de onze anos de idade e eu sei disso por que as imagens que eram sugeridas a este homem passavam sucessivamente numa espécie de TV. Este homem encontrava-se sentado junto com mais outros treze que também deveriam estar passando pelo mesmo processo de hipnotização.<br />
No andar imediatamente inferior a este que estávamos, após o Exu ter plantado outra bomba no local análogo ao andar superior, eu pude ver na sala 161 quatorze espíritos deitados em uma cama e que tinham aderidos aos seus corpos uma espécie de fio transparente que retirava uma substância que, por sua vez, desembocava em um tipo de recipiente de cristal translúcido de 0,5 litros.<br />
Os exus foram descendo até o térreo da construção e, à medida que isto ocorria, eles implantavam as bombas e eu via um festival de atrocidades inenarráveis e tão bestiais que, tanto eu quanto minha companheira, tínhamos que nos esforçar bastante para não nos desequilibrarmos através das lágrimas de uma sincera compaixão que teimava em descer por nossos rostos.<br />
Terminada esta tarefa o Exu me explicou que todas aquelas pessoas que eu via acopladas a algum tipo de aparelho eram encarnados momentaneamente libertos do corpo físico pelo momento do sono. Esclareceu-me, ainda, que aguardariam até que o último dos encarnados deixasse aquela construção para que as bombas fossem detonadas.<br />
Quando aquelas bombas começaram a explodir eu percebi que elas só poderiam ser mágicas e explico por que: quando uma bomba explodia, eu via junto com as chamas, milhões de pequenas “fadas” de fogo que se alimentavam de tudo em que tocavam, quanto mais maldades elas devoravam, mais alaranjadas elas ficavam.<br />
O prédio caiu e quando isto ocorreu nós, os médiuns encarnados ali presentes, já estávamos de volta ao nosso corpo astral diante da fogueira acesa no plano físico. Milhões de perguntas já fomentavam em minha mente quando o Exu novamente se pronunciou:<br />
— Gostei de ver, cabras!!! A ajuda de vocês foi valiosa e prestimosa!!! Vocês acabaram de nos ajudar, com as bênçãos e permissão do Divino Criador, a derrubar uma edificação numa cidade do baixo-astral. Sem a ajuda, principalmente, da energia e boa-vontade de vocês, médiuns encarnados, nós não teríamos meio de fabricarmos as bombas que para destruir estes tipos de construção precisam desta energia. Outras coisas não devemos falar porque não temos permissão, mas o que nós devemos fazer nós assim o faremos que é agradecer a boa vontade de todos vós para com a prática do bem.<br />
Mesmo sabendo que talvez não devesse, levantei o meu dedo indicador e o guardião, ao avistá-lo, determinou:<br />
— Solta a língua cabra!!!<br />
— Você me desculpe senhor exu! Entendi que os senhores acabaram de realizar um tipo de trabalho contra a pedofilia, entretanto, será que não existem outros prédios funcionalmente similares a este hoje destruído onde aqueles espíritos encarnados que tinham fios acoplados em seus corpos continuarão a ser submetidos às mais terríveis atrocidades?<br />
— Cabra, nós acabamos de vencer uma batalha, mas a guerra ainda é longa! Além do mais você pensa que nossa ação desta noite foi em beneficio daqueles que, como você mesmo disse, estavam presos a fios? Pois você está enganado, cabra!!! Saiba que se não existissem seres humanos como àqueles estes tipos de construção do baixo-astral talvez nem existissem, pois são eles mesmos que oferecem condições e materiais para a edificação destes antros de maldades; são eles os invigilantes e os imprudentes!!!<br />
Tentei levantar novamente o indicador, mas o guardião nos disse:<br />
— O tempo de vocês acabou cabra!!! Vocês devem retornar agora para o corpo físico, mas antes posso lhes oferecer mais um breve esclarecimento: Sim cabras, a ação desta noite foi em beneficio das criancinhas e posso vos afirmar que nunca mais um destes anjos de Deus tão admirados por Jesus será direta ou indiretamente afetado por aquele antro de perversidades que detonamos esta noite. A explosão desta construção voltada para o mal deveria acontecer seis meses à frente, mas as milhões de preces fervorosas de várias das mais diversas denominações religiosas ao Divino Criador pedindo que Ele elimine a maldade contra as crianças no mundo, aliada ao merecimento de cada um, catalisaram a misericórdia Dele fazendo com que Ele acabasse por determinar que destruíssemos o prédio de hoje a noite. Vocês entenderam?<br />
E eu, tremendamente emocionado, juntamente com meus irmãos de jornada, respondi:<br />
— Sim senhor!!!<br />
— Então vão e reassumam o corpo físico de vocês agora mesmo, pois esta é a vontade do Divino Criador, só não esqueçam de pedir a todos os seus irmãos de fé que continuem a orar pedindo as bênçãos de Deus em favor não só de vocês, mas de todos os necessitados no mundo, pois todos vocês puderam comprovar esta noite que nenhuma prece dirigida a Ele com sinceridade, equilíbrio e amor deixa de ser respondida!!!<br />
Este Exu vos agradece por terem deixado todas as vossas misérias e más tendências momentaneamente de lado em prol da caridade e roga a Deus que ajude tanto a vós quanto a nós a fazermos desta bendita abnegação uma constante em vossas vidas!!!</p>
<p>Mensagem recebida em 06/06/2008</p>
<p>Fonte: <a title="http://www.pedrorangelsa.blogspot.com/" href="http://www.pedrorangelsa.blogspot.com/">http://www.pedrorangelsa.blogspot.com/</a><br />
Texto escrito pelo irmao: Pedro Rangel de Sá</p>
<div id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:4b830738-4d18-413a-99ec-77afcdac4234" class="wlWriterSmartContent" style="display:inline;margin:0;padding:0;">Technorati Marcas: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Pedro%20Rangel">Pedro Rangel</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/No%20Astral%20inferior">No Astral inferior</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/exu">exu</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/mensagem">mensagem</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/divino%20criador">divino criador</a></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Para entender a umbanda]]></title>
<link>http://estudoreligioso.wordpress.com/2008/09/02/para-entender-a-umbanda/</link>
<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 17:01:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>admin</dc:creator>
<guid>http://estudoreligioso.wordpress.com/2008/09/02/para-entender-a-umbanda/</guid>
<description><![CDATA[


​​​​​
Para entender a umbanda


Significados de termos usados na religião






 



]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div>
<table class="tabelaTituloVermelho" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="460" align="center">
<tbody>
<tr align="center">​​​​​</p>
<th width="458">Para entender a umbanda</th>
</tr>
<tr>
<td width="458">Significados de termos usados na religião</td>
</tr>
<tr>
<td width="458">
<table class="fotoDireita" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="right">
<tbody>
<tr>
<td> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>ADJÁ</strong> Sino metálico de três bocas agitado pelo pai-de-santo<br />
<strong>ARUANDA</strong> Morada dos orixás, o céu na tradição católica<br />
<strong>ATABAQUE</strong> De origem árabe, é um instrumento de percussão africano, usado nos cantos<br />
<strong>BABALORIXÁ</strong> Sinônimo de pai-de-santo, que também pode ser dirigente, babalaô<br />
<strong>ENCRUZILHADA</strong> Nos cruzamentos de ruas, linhas férreas ou qualquer via terrestre estariam as moradas dos Exus e Pombajiras<br />
<strong>GIRA</strong> Nome dado aos rituais em que os espíritos viriam para atender os fiéis<br />
<strong>GUIA</strong> Entidades que os médiuns supostamente recebem. Também servem para designar os colares coloridos usados nos cultos<br />
<strong>PEMBA</strong> Tipo de giz que teria poderes mágicos, usado nos rituais de benzer</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div>
<table class="tabelaTituloVermelho" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="490" align="center">
<tbody>
<tr align="center">
<th colspan="4">Os espíritos da umbanda</th>
</tr>
<tr>
<td colspan="4">Os arquétipos das entidades que atendem os fiéis nos terreiros</td>
</tr>
<tr align="center">
<td><a href="http://estudoreligioso.files.wordpress.com/2008/09/caboc.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://estudoreligioso.files.wordpress.com/2008/09/caboc-thumb.jpg" border="0" alt="caboc" width="83" height="111" /></a></td>
<td><a href="http://estudoreligioso.files.wordpress.com/2008/09/preto.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://estudoreligioso.files.wordpress.com/2008/09/preto-thumb.jpg" border="0" alt="preto" width="85" height="114" /></a></td>
<td><a href="http://estudoreligioso.files.wordpress.com/2008/09/crianc.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://estudoreligioso.files.wordpress.com/2008/09/crianc-thumb.jpg" border="0" alt="crianc" width="85" height="114" /></a></td>
<td><a href="http://estudoreligioso.files.wordpress.com/2008/09/bahian.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://estudoreligioso.files.wordpress.com/2008/09/bahian-thumb.jpg" border="0" alt="bahian" width="85" height="114" /></a></td>
</tr>
<tr align="center" valign="top">
<td><strong><br />
CABOCLOS</strong> Esses seriam os espíritos que se comportam como índios. Usam palavras em tupi. Fumam charuto e, por vezes, tomam cerveja. Usam cocar de penas e capas. Seriam os mais evoluídos, ao lado dos Pretos Velhos</td>
<td><strong><br />
PRETOS VELHOS </strong>Representariam os escravos brasileiros. O médium que supostamente os recebe anda arqueado. Fumam cachimbo e tomam café. São procurados pelo poder de cura que teriam e nomeados de<br />
“vô” e “vó”</td>
<td><strong><br />
ERÊS</strong> Seriam espíritos das crianças. A maior parte não sabe andar. Toma guaraná, chupa pirulito e benze os fiéis com brinquedos. Alegres, seus nomes estão no diminutivo. Chamam os adultos de “tio” ou “tia”</td>
<td><strong><br />
BAIANOS</strong> Seriam arquétipos de espíritos nascidos na Bahia. Com forte sotaque baiano, usam expressões típicas, como “meu rei”. Fumam cigarro de palha, tomam batida de coco. Os homens geralmente carregam uma peixeira</td>
</tr>
<tr align="center">
<td><a href="http://estudoreligioso.files.wordpress.com/2008/09/boiad.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://estudoreligioso.files.wordpress.com/2008/09/boiad-thumb.jpg" border="0" alt="boiad" width="80" height="107" /></a></td>
<td><a href="http://estudoreligioso.files.wordpress.com/2008/09/marinh.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://estudoreligioso.files.wordpress.com/2008/09/marinh-thumb.jpg" border="0" alt="marinh" width="79" height="105" /></a></td>
<td><a href="http://estudoreligioso.files.wordpress.com/2008/09/cig.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://estudoreligioso.files.wordpress.com/2008/09/cig-thumb.jpg" border="0" alt="cig" width="79" height="106" /></a></td>
<td><a href="http://estudoreligioso.files.wordpress.com/2008/09/exu.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://estudoreligioso.files.wordpress.com/2008/09/exu-thumb.jpg" border="0" alt="exu" width="79" height="106" /></a></td>
</tr>
<tr align="center" valign="top">
<td><strong></strong> </p>
<p><strong>BOIADEIROS</strong> O mítico peão sertanejo responsável pelo gado seria representado por eles. hicote, boleadeiras e berrante são seus instrumentos. São valentes e fortes. Com voz grave, é difícil entender o que falam</td>
<td><strong></strong> </p>
<p><strong>MARINHEIROS</strong> Quando baixam, faz o médium ter dificuldade de equilíbrio, chacoalhando de um lado para o outro, como se estivesse em alto-mar. Explicam o mundo por meio de metáforas<br />
sobre navegação</td>
<td><strong></strong> </p>
<p><strong>CIGANOS</strong> É uma nova entidade na umbanda. Eles dançam e tocam castanholas e pandeiros. A capacidade de adivinhação e leitura de cartas costuma estar relacionada à presença desses espíritos</td>
<td><strong></strong> </p>
<p><strong>EXUS/POMBAJIRAS</strong> Conhecidos como espíritos que viriam do inferno, seriam capazes de fazer o mal em troca de bebidas ou velas pretas. O Exu toma uísque e cachaça. A Pombajira, champanhe<br />
e anis</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:13c29396-f2c2-49dc-9e25-55037487a2c5" class="wlWriterSmartContent" style="float:none;display:inline;margin:0;padding:0;">Technorati Marcas: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Para%20entender%20a%20umbanda">Para entender a umbanda</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/entidades">entidades</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/guias">guias</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/pomba%20gira">pomba gira</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/exu">exu</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/caboclos">caboclos</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/ciganos">ciganos</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/marinheiros">marinheiros</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/crian%c3%a7as%20na%20UMBANDA">crianças na UMBANDA</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/eres">eres</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/xama">xama</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/xam%c3%a3">xamã</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/preto-velho">preto-velho</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/preto%20velho">preto velho</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/boiadeiro">boiadeiro</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/bahiano">bahiano</a></div>
</div>
<div>Fonte:</div>
<p>Foto: Marcelo Min/ÉPOCA, Cris Bierrenbach/ÉPOCA, Michel Bonfigli/ÉPOCA e Cláudio Rossi/ÉPOCA<br />
<a title="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG78474-6014-481-2,00.html" href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG78474-6014-481-2,00.html">http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG78474-6014-481-2,00.html</a></p>
<div> </div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Estranho Mundo do Mestre Zé do Caixão, do Profeta "Enri Cristi" e do "Merin Menso"]]></title>
<link>http://desnecessario.wordpress.com/?p=623</link>
<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 04:18:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thomaz Gaio</dc:creator>
<guid>http://desnecessario.wordpress.com/?p=623</guid>
<description><![CDATA[Eu estava indo dormir quando me deu a vontade incontrolável de dar um &#8220;aeronauta voador deplo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eu estava indo dormir quando me deu a vontade incontrolável de dar um "aeronauta voador deploy". No meu momento de reflexão lembrei ter visto um anúncio sobre um talk show com o José Mojica Marins (já eleito mestre deste Blog) interpretando o Zé do Caixão.</p>
<p>Eu já tinha acabado de ler o livro de Conhecimento e Inovação e poderia ir dormir, mas eu tinha duas opções: ou eu ia dormir e acordava na hora para assitir Avaliação e Desempenho e fazer o trabalho de Conhecimento e Inovação, ou eu ia procurar algo sobre o talk show. A resposta é facil. Fui para o YouTube.</p>
<p>Lá achei essa pérola, um programa inteirinho do "Estranho Mundo de Zé do Caixão"</p>
<p>Parte 1:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/J4JXKzIBV6Q'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/J4JXKzIBV6Q&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Parte 2:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/1V6huCPeqWc'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/1V6huCPeqWc&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Parte 3:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/-MDtYG-bSWA'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/-MDtYG-bSWA&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Ainda não terminei de ver tudo, nem sei se vou conseguir. Mas só na parte 1 o Zé vai no show do Marilyn Manson, chama ele de Merin Menso, entrevista o Inri Cristo e o chama de Enri Cristi. GENIAL, como SEMPRE!</p>
<p>PS.: É meio velhinho, mas é genial!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[African Roots II - Faith]]></title>
<link>http://angoleiro.wordpress.com/?p=110</link>
<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 08:31:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>angoleiro</dc:creator>
<guid>http://angoleiro.wordpress.com/?p=110</guid>
<description><![CDATA[
(photo by Emilio Navarinho)
 
Oxalá que me guie                         ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm1.static.flickr.com/105/308646962_df8a1e8269.jpg?v=0" alt="" width="500" height="500" /></p>
<p>(photo by <a href="http://www.flickr.com/photos/emilio_navarino">Emilio Navarinho</a>)</p>
<p> </p>
<p><em>Oxalá que me guie                                   Oxalá who guides me</em></p>
<p><em>Por todo caminho                                    the whole way</em></p>
<p><em>Nâo deixe na rodaa fé me faltar              Don't let my faith fail in the roda</em></p>
<p><em>Sou vento que sopra eu sou capoeira      I am the wind that blows I am Capoeira</em></p>
<p><em>A luta de um povo prá se libertar            The fight of a people to be free</em></p>
<p>(Capoeira song translated by <a href="http://www.agogo.nl/MultiMedia/lyrics/Capoeira_Song_Compendium_Version_1.0_International.pdf">Mathew Brigham</a>)</p>
<p> </p>
<p>The people who were transported to Brazil brought with them the roots of Capoeira. These are not only the Martial Arts who came with them and who are the direct ancestors of Capoeira. There is also a lot of different religions which came to and started spreading in Brazil. It is impossible to mention all the manifestations of African belief in Brazil and it is also impossible to dig into every African religion which had an influence on African Faith in the Diaspora. This is the reason why I will just write about certain parts, just to give people an idea what to look for and as a kind of starter. If you are really interested into this topic you should do a more proper research than just reading this post, but start digging yourself. You will discover a very interesting and fascinating world, believe me!</p>
<p>When you ask a Capoeirista which religion might be closest to Capoeira the first or the second answer will be Candomblé. We all were taught that Capoeira itself does not have a religion and can and should be practised by all, but on the other side there are a lot of songs in Capoeira which actually refer to Candomblé belief and there are a lot of mestres who practise Candomblé. This is because Candomblé is, like Capoeira, an Afrobrazilian Tradition practised despite being outlawed and banned for hundreds of years, a way of resistance slaves practised despite the overpowering rule of their masters. It is a piece of this culture, which was as endangered as Capoeira and which did perceive similar demographic changes in the last 100 years. This is the reason why this post is mainly about Candomblé, its roots and its manifestation in Brazil.</p>
<p><strong>The Yoruba Roots</strong></p>
<p>Today's Candomblé is strongly influenced by Yoruban traditions. That is why I begin with describing the Yoruban religion. Yoruba religion (or religions, if you dont want to see it as one whole) is the largest African born and developed religion in the world, practised by the relatively diffuse nations influenced by Yoruban tradition in West Africa. In Yoruba faith the world is made of two connected realms, <em>Aye</em>, the visible world we are living in, and <em>Orun</em>, the spiritual world, with its own inhabitants, with ancestors, nature spirits, and most importantly, the <em>Orishas</em>. Orishas are anthropomorphized forces of nature, associate with geographical features, extended families, towns and Yoruba ethnics dominant in these towns. Yoruba religion does know 401 (or, in other sources 601) Orishas, of which some are known and worshipped by all and others are only worshipped by certain families and towns. It is also important that every person is given a particular deity for worship. This is usually the deity the father or the mother did worship to, but it can also happen that a certain god does reveal itself in a dream and thus the believer will worship that particular god.</p>
<p>Among the Orishas there are some with special meaning and function. <em>Olorun </em>is the first Orishato be mentioned as he is the Creator of the entire universe and rules over it with the help of all the other gods, which are his children. He lives in the sky and has no special group of worshippers or shrines (while all the other Orishas do). This is the reason why some scholars do believe that Olorun was "invented" only later in Yoruba religion, being influenced by monotheistic religions like Islam or Christianity. But there are also other Orishas of great importance, like <em>Shango</em>, the god of thunder and fire, <em>Ochossi</em>, the hunter and scout of the gods and the god of those who seek for justice or something else, <em>Iemanja</em>, the loving mother of mankind and goddess of the sea. And there is <em>Eshu</em>, the divine messenger and trickster god. He is the one who connects the world of the Orishas with ours and he is the one everyone worships to, not only to establish the connection to the world of Aye, but also to stop him from tricking and consequently harming people (despite Christian scholars seing Eshu as Satan himself,  Eshu does not represent evil, because a) Yoruban religion does not have a dichotomous good-evil distinction and b) Eshu is merely a chaotic power necessary for everyday's life and being a warning to those who do not establish a good connection to the Orishas).</p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.mythencyclopedia.com/images/mlw_0001_0002_0_img0070.jpg" alt="" width="311" height="450" /></p>
<p>Besides the Orishas there is the <em>Egun</em>. They are the spirits of the ancestors who assist and guide the believer through his life. On the other side there is also belief in reincarnation amongst the Yoruba, which does reveal itself in names like "<em>Babatende</em>", which means "Father returns". The Yoruba believe that, to lead a good life, you have to know your Orisha to worship and you have to know to align your <em>Ori</em>, which means literally "head" and which does come down to one's spiritual intuition and destiny. Aligning your Oridoes mean that you establish a balanced character. To achieve this you have to work with the Orishas and folowthe guide of the Egun. To come to know your Ori is to come to know yourself, to achieve inner peace and satisfaction. Another important concept is the concept of <em>Axé</em>, which is the force that gives rise to all pocessesthat define the universe. Without Axé nothing would move, evolve or actually <em>do</em> anything. Roughly you can say that Axé is something like life force, although it is in everything, living and non living objects.</p>
<p><strong>Roots of Candomblé</strong></p>
<p>When the West African Oyo empire collapsed in the 19th century, a lot of ethnic Yoruba were transported to the Americas. Here they had considerable influence on the religious practises of the slave population, which were summarized under the term "Candomblé". But Candomblé is not merely the Afrobrazilian version of Yoruban tradition. Candomblé exists in Brazil for 400 years, that is since a time when Yoruba slaves were only part of the slave population of Brazil. This explains why "Candomblé" is not a Yoruban, but a Bantu word. It comes from the root "<em>Kandombele</em>" which means something like "prayer meeting", "festival" and "dance". Thus, there are Bantu traditions in Candomblé, too. To understand the heterogeneity of Candomblé one has to remember that in the beginning slave masters were not fond of homogeneous groups of slaves on their farms. They feared that this would lead to allying and rebellions, so they took care that the slaves came from different nations and were speaking different languages. So Candomblé did evolve being influenced by many different traditions (thought the Bantu and Yoruba traditions are most visible). One example of this mixture of influences is that you can find Orixas from Yoruban, Vodouns from Ewe and Fon, and Nkisis from Bantu tradition in Candomblé. There is also some influence of Islamic <a href="http://angoleiro.wordpress.com/2008/07/23/a-small-lesson-in-history-mandinga/">Malés </a>and their traditions, but this one started to decrease since the import of Islamic slaves was stopped after 1835 and the remaining once were forced to change to Christianity. And there is some strong influence of Christianity, which I will come back to later. Important to know is that the mixture of traditions is not causing problems in Candomblé. Some Vodouns, Nkisis and Orixas do have same or similar functions, but nobody does exclude the one or other deity because of this. The deities are recognized as different, but equal beings. And Candomblé is not the only religion in the Americas with mixed influences. Yoruba, for example, did not only have an influence on Candomblé, but also on other traditions like Palo on Cuba and the Dominican Republic, Umbanda in Brazil and the Petro rites of Haitian Vodoun.</p>
<p><strong>Syncretism with Christianity</strong></p>
<p>The Portuguese masters didnt like their slaves practising African rituals and religion. That's the reason why a lot of slaves were forced to convert and participate in Catholic mess. This was the beginning of the Syncretism which evolved between Christianity and Yoruban traditions influencing Candomblé. Although the word Syncretism is a bit disturbing, as syncretism is "blending of two or more religious systems into a new system". Christianity was not accepted by the slaves (at least not in the beginning), but forced into their lifes. And the blending of their traditions with Christianity was not because they thought some ideas of Christanity are actually good, but because there was no other way. And here we come to a concept, which every Capoeiristaknows by heart. The concept of "hidden resistance", of deception and trickery, for the cause of survival (of one self, of one's traditions, of one's religion...). A lot of slaves did not accept Christian religion as such, but did use the saints for hidden worship of the Orixas and a camouflaged pracise of Candomblé. They learned names and characteristics of the saints and saw similarities to their Orixas. So they started serving those saints, with the casual hidden relic of the corresponding Orixa on the Christian altar.</p>
<p><em>O Santa Barbara de Relampué,<br />
O Santa Barbara de Relampua.<br />
<strong>O Santa Barbara de Relampué, </strong><br />
<strong>O Santa Barbara de Relampua. </strong><br />
E Relampue, de Relampuá.<br />
<strong>O Santa Barbara de Relampué, </strong><br />
<strong>O Santa Barbara de Relampua. </strong><br />
De Relampue de Relampuá. </em></p>
<p>The song given above is for example not praising St. Barbara, but Iansá, the cleaning force and goddes of the storm and wind, wielding thunderbolts. Other corresponding saints are e.g. St. Sebastian for Oxossi, the Virgin Mary for Yemanjá, and Jesus for Oxalá. Today this Syncretism goes on. This is not only becauseof the pressure applied by the Christian slave masters, but also because there is a high degree of tolerance in African religious tradition. Believers did'thave problems regarding Jesus and the saints as equal deities. They did the same with Nkisis and Orixas and Vodouns. And they also did include other non-African deities, like Native American deities, which were seen as "Orixas of the Land".</p>
<p><strong>Candomble in Modern times</strong></p>
<p>Despite being banned by the Catholic church and despite being criminalized by various governments, Candomblé did continue to exist in Brazil for hundreds of years (just like Capoeira). It did not only continue to exist, it did also expand considerably in the late 1800s (just like Capoeira!). This was due to the increased import of Youba and also to the influence of freed slaves and their religious practise. It was three freed African women who opened the first official Candomblé temple ("<em>terreiro</em>") called <em>Engenho Velho </em>in Bahia. They were called Iya Deta, Iya Kala and Iya Nasso. Bahia was and is the centre of Candomblé belief and practise. Beginning with the Engenho Velho, other terreiros followed. Some did split up after several disputes (just like in... you guess it...) and the new Candomblés did orientate themselves upon certain African traditions. That is how the different "sects", the "<em>na<span style="font-family:Times New Roman, serif;">çŏ</span>e</em>"s (nations) of Candomblé did evolve. The traditions leading to the nations were existent before and were preserved by a Catholic Institution, amongst others. How? Well, at a certain time the Church did organized socalled <em>irmandades</em>, Brotherhoods for African slaves of the same ethnicity in the 18th and 19thcentury. This was meant to facilitate preaches in the slaves' languages, but did ultimately lead to the preservation of a lot of traditions and their introduction into the practise of Candomblé. Today there are the nations of Candomblé de Ketu, Candomblé de Angola, C. de Jejé, C. de Congo, C. de Ijexa, C. de Cabocloand so on, each with a different set of main deities, different music and languages used in ritual. The nation of Ketu (or Queto in Portuguese) is the one with the strongest Yoruba influence and the one with the highest number of believers. Today there is as many as 2 million practicioners of Candomblé throughout Brazil. People from all social classes and all ethnicitiesstarted practising Candomblé in the last hundred years, not only because people believed in it, but partly to find back their roots, to solidarize with the Black people's fates, partly because it was chic or becauseit was exotic, or as a protest against the Church. The same demographic change happened with other Afrobrazilian traditions, like Capoeira. Other than the 2 million "official" practicioners of Candomblé there are a lot of nominally Christian Brazilians who do occasionally engage in Candomblé rituals. This is because religious practices are not mutually exclusive in Brazil. On the other side there are of course people who do see things exclusively. In Candomblé there is the concept of <em>Pureza </em>which does imply the original African traditions of Candomblé and people trying to apply the Pureza try to cleanse Candomblé from Christian influences, creating a pure Candomblé (reminds me of the Angola movement in Capoeira...).</p>
<p> </p>
<p>OK, as I said, this post is meant to be introductory. There is a lot of things I havent written down, just to streamline this post. My best advice is for you to inform yourself, if you are interested, and remember to be critical and remember that a lot of Afrobrazilianhistory was actually burned in 1888. On the other side it is important to say that Capoeira is not Candomblé. They are both expressions of Afrobrazilian culture, both have their roots in Africa and there are a lot of connections between both. And both have to be respected as traditions which grew over hundreds of years and are existent in modern society. But Capoeira is, although it is a lot of other things, not the practice of a certain religion.</p>
<p>Axé!</p>
<p> </p>
<p><em>Some interesting sources used for this post (by far not all + not sorted according to information richness)</em>:</p>
<p><a href="http://www.agogo.nl/MultiMedia/lyrics/Capoeira_Song_Compendium_Version_1.0_International.pdf">http://www.agogo.nl/MultiMedia/lyrics/Capoeira_Song_Compendium_Version_1.0_International.pdf</a></p>
<p> <a href="http://www.anthrosource.net/doi/abs/10.1525/an.2006.47.5.28">http://www.anthrosource.net/doi/abs/10.1525/an.2006.47.5.28</a></p>
<p><a href="http://www.bahia-capoeira.com/blog/index.php?itemid=15">http://www.bahia-capoeira.com/blog/index.php?itemid=15</a></p>
<p><a href="http://www.mythencyclopedia.com/">http://www.mythencyclopedia.com/</a></p>
<p><span class="a"><span style="color:#008000;"><a href="http://www.everyculture.com/Africa-Middle-East/Yoruba-Religion-and-Expressive-Culture.html">www.everyculture.com/Africa-Middle-East/<strong>Yoruba</strong>-<strong>Religion</strong>-and-Expressive-Culture.html</a></span></span></p>
<p><a href="http://dickinsg.intrasun.tcnj.edu/diaspora/yoruba.html"></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[If I Was (1)]]></title>
<link>http://gingatao.wordpress.com/?p=845</link>
<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 08:30:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paul</dc:creator>
<guid>http://gingatao.wordpress.com/?p=845</guid>
<description><![CDATA[Penn and Teller, well I&#8217;ld make my own links, backwards. Writing a novel&#8217;s not hard. I]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Penn and Teller, well I'ld make my own links, backwards. Writing a novel's not hard. I'ld start with an ending and being me, a happy one, why not, it's a fifty fifty shot from here and if I'm choosing my destiny instead of being blown about by any tide into whatsoever whirlpool I would choose at least to be a little happier coming out. So now who would I have to be, to be that man happy to have been, those qualities I will find in him, a story of becoming and because he is not saving the world, merely exercising his fundamental right to the pursuit of happiness, he will not need to be a superhero. Now if I become that man and write that story it will end with me sitting on a balcony next to a most beautiful woman who I may not even have seen, since how she looks becomes fundamentally unimportant when I am blinded by the light of the sun reflecting from the ocean spiralling up through the valley alive with energy, some sleeping and others laughing, some dancing and many merely pondering the miracle of existence, exu, I would tell that story backwards as did you,</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA['tis a gift to simple (2)]]></title>
<link>http://gingatao.wordpress.com/?p=801</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 09:11:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paul</dc:creator>
<guid>http://gingatao.wordpress.com/?p=801</guid>
<description><![CDATA[existence itself is a miracle
(at my age)
gingaTao!
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>existence itself is a miracle</p>
<p><a href="http://gingatao.wordpress.com/2008/06/20/some-women-are-standing-on-the-corner/" target="_blank">(at my age)</a></p>
<p><a href="http://gingatao.files.wordpress.com/2008/08/beanie.jpg" target="_blank">gingaTao!</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brazilian Invisibility Spell]]></title>
<link>http://gingatao.wordpress.com/?p=777</link>
<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 08:31:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paul</dc:creator>
<guid>http://gingatao.wordpress.com/?p=777</guid>
<description><![CDATA[the essential anonymity of the artist in
Sao Paolo streetart done with stencils sure
but such passio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>the essential anonymity of the artist in<br />
Sao Paolo streetart done with stencils sure<br />
but such passion that black and red,<br />
white and blue leap from the wall<br />
and assert liberation into the image,<br />
the artists are Hieronymous not from 'umility<br />
but from a belief in the power and freedom<br />
in anonymity behind the image, Exu. You cannot assert that you<br />
know Picasso nor Matisse all their remains<br />
are mere images and endless interpretations burned<br />
blurred into the retina and the bus smells<br />
faintly of magnolia thinks Saudade<br />
looking blankly at the back of her nails,</p>
<p><em>To take an actual busride and look at <a href="http://www.youtube.com/watch?v=MA83SiMSlKA" target="_blank">the streetart of Sao Paolo go here...</a></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exú]]></title>
<link>http://localhost/aprendiz/?p=22</link>
<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 05:02:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carol</dc:creator>
<guid>http://localhost/aprendiz/?p=22</guid>
<description><![CDATA[



E X Ú – O Mensageiro dos Orixás
Èsù é um Orirá africano, também conhecido como: Exu, Es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://localhost/aprendiz/wp-content/uploads/2008/08/exuafro.jpg"></a></p>
<div></div>
<div><strong></strong><strong></strong></div>
<h1 style="text-align:center;"><span style="font-size:14pt;font-family:&#34;"><img class="size-medium wp-image-367 aligncenter" src="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/files/2008/08/exu2.gif?w=300" alt="" width="162" height="187" /></span></h1>
<h1 style="text-align:center;"><span style="font-size:14pt;font-family:&#34;">E X Ú – O Mensageiro dos Orixás</span></h1>
<p><span class="texto_p"><strong>Èsù</strong> é um Orirá africano, também conhecido como: Exu, Esu, Eshu, Bara, Ibarabo, Elegbara, Eleggua, Akésan, Igèlù, Yangí, Ònan, Lállú, Tiriri, Ijèlú, Na nação de angola ou candomblé de Angola Exu recebe o nome de Aluvaiá, Bombo Njila, Pumba Njila.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Exú é sem dúvidas a figura mais controvertida dos cultos afro-brasileiros e também a mais conhecida e comentada. Há antes de mais nada, a discussão de que  Exú seria  um Orixá ou apenas uma entidade diferente, que ficaria entre a classificação de orixá e ser humano. </span><!--more--><span lang="PT-BR">Sem dúvidas ele trafega tanto pelo mundo material (ayé) onde habitam os seres humanos e todas as figuras vivas que conhecemos, como pela região do sobrenatural (orum), onde trafegam os orixás, entidades afins e almas dos mortos. Não existe culto (seja na Umbanda ou nas nações do Candomblé) onde não se faça necessária a presença do Orixá Exú. É ele que inicia todo processo espiritual de contato com os Deuses do Panteão Africano. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">É o primeiro orixá a ser louvado em qualquer culto afro-brasileiro, pois depende dele a permissão para que se possa fazer o contato necessário  com o mundo espiritual. Exú é o telefone que liga os planos material (ayé) ao plano espiritual (orum), e da mesma forma que faz essa comunicação, Exú também tem o poder de interromper a mesma, causando várias vezes dificuldades de incorporação e problemas de ordem espiritual. Por isso, a grande maioria dos Zeladores do Santo prega a seriedade e a ordem no início dos cultos quando se louva a Exú. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Embora culturalmente seja muito falado e confundido por vezes com forças malignas ou negras, Exú é alta patente dentro do mundo dos Orixás, recebendo “status” de alta autoridade. Orixá quase sempre sem noção do poder que possui, Exú é freqüentemente lembrado em lendas onde desafia orixás e algumas vezes torna-se vencedor. Esse poder foi traduzido mitologicamente no fato de Exú habitar as encruzilhadas, passagens, os diferentes e vários cruzamentos entre caminhos e rotas, e ser o senhor das porteiras, portas, entradas e saídas. Isso não entra em contradição com o fato de Ogum, o orixá da guerra, ser considerado o senhor dos caminhos. Além da grande afinidade entre as duas figuras míticas (que são irmãos de acordo com as lendas), Ogum é o responsável pelo desbravamento, pelo desmatar e o criar de novos caminhos, pela expansão imperialista do reino, enquanto Exú é o senhor da força (axé) que percorre os caminhos. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Da onde vem a ligação de Exú a um suposto “Diabo” ? Como os  africanos não podiam cultuar seus deuses em liberdade, mascaravam a prática em cultos católicos, como se tivessem se convertido a religião dominante, para escapar dos castigos. Aproveitando que alguns jesuítas tentaram usar o conjunto de mitos africanos moldando-o na medida do possível às configurações católicas para apressar o aculturamento, os negros faziam completos cultos de candomblé, mas colocavam figuras de santos católicos nos altares, sob os quais ficavam os assentamentos verdadeiros dos orixás que tinham trazido da África ( onde surgiram os sincretismos com os Santos da Igreja Católica – para os Africanos Ogum era o Deus da guerra e viram em São Jorge a figura de um guerreiro que se encaixava no perfil da divindade africana). Como precisavam de um Diabo, os jesuítas encontraram na figura de Exú o orixá que poderia, meio forçadamente, vestir a roupa, provavelmente porque, sendo o mais humano dos orixás, a ele se pedia interferência nas questões mais mundanas e práticas, o que resulta que a maior parte das oferendas do culto vá para ele. Exatamente por isso, Exú era a divindade que protegia, na medida do possível os negros dos repressivos senhores. Os pratos de comida oferecidos ritualisticamente (ebós) para Exú eram deixados nas encruzilhadas  próxima  a casa grande e constituíam a parte visível do ressentimento  dos negros. Era para Exú que pediam desgraças para seus senhores. Numa circunstância de luta, aquele que pratica o bem para um (atacando o outro) também pode ser visto, pela ótica do antagonista, como o que faz o mal. Assim , os senhores de engenho viram em Exú o Demônio que os negros lançavam contra eles. Dois outros fatores associam Exú ao Demônio: o fogo, elemento do Diabo e também freqüente nos cultos e oferendas para o mensageiro dos orixás africanos; e o sexo, território considerado tabu pelos católicos, e o prazer – em geral, as atividades preferidas de Exú. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">É Exú quem está presente no ato da fecundação, no exato momento da criação do ser humano ( Exú tem as égides no ato da fecundação, passa para Oxum que conduz toda a gestação, esta por sua vez passa para Nanã no ato do nascimento para que esta peça a Oxalá a autorização para a nova vida, após o nascimento a responsabilidade é do Orixá que tomará conta daquela ori (cabeça) pelo resto da sua existência juntamente com Yemanjá, por ser esta a responsável pelo constante aprimoramento do ser humano.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span class="texto_p"><span style="color:#ff0000;">Exu traz nas mãos o Ogô ou Insígnia. Cetro em forma de pênis na representação da procriação dos seres humanos.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><strong>Características</strong>: Os omo (filhos) de Èsù têm uma personalidade muito forte e marcante, fazem de tudo para ajudar as pessoas que gosta. São fortes e geralmente atingem seus objetivos. São francos, inquietos, rápidos, atentos. Tem muita vaidade e gostam de disputar espaço. Na Astrologia, está associado aos signos de Gêmeos (Mercúrio) Casa 3 e a Escorpião (Plutão) Casa 8. Devem sempre se afastar de brigas, bebidas, drogas e más companhias.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Homens: sempre altos, com bom porte físico e olhar fixador. </span><span lang="PT-BR">Mulheres: estatura média, olhar forte, com corpo bem definido, esguio.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">A palavra EXU em iorubá significa “ESFERA”, aquilo que é infinito, que não tem começo nem fim. </span></p>
<p><span lang="PT-BR">***<span>Gostaria de salientar que as características, animais e ferramentas podem obter uma pequena diferença conforme cada Nação, assim como os adjuntós e sincretismo, estas diferenças podem ser manifestadas, no jogo de búzios, como peculiaridades de cada Orixá.</span></span></p>
<p><span lang="PT-BR"><strong>Cores:</strong> Vermelho (ativo) e preto (absorção de conhecimento)</span></p>
<p><span lang="PT-BR"><strong>Domínios:</strong> Encruzilhada, portas, caminhos, movimento, cosmo.</span></p>
<p><span lang="PT-BR"><strong>Saudação:</strong> Laroiê Exu (“Salve Exu”), Alúpo ou Lalúpo; Èsù yè, Laróyè (Salve Èsù).</span></p>
<p><span lang="PT-BR"><strong>Dia da Semana:</strong> Segunda-feira</span></p>
<p><span class="texto_p"><span lang="PT-BR"><strong>Símbolo:</strong> Ogò (porrete em formato de okani (phalus)–representando a fertilidade) e àdó (cabaça) e o Òkòtó (uma espécie de caracol).</span></span></p>
<p><a href="http://cantodoaprendiz.files.wordpress.com/2008/08/exuinsignias1.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-237" src="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/files/2008/08/exuinsignias1.jpg?w=128" alt="" width="102" height="72" /></a></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><strong><span style="font-size:13.5pt;font-family:University-Roman-Normal;color:#ffffff;">&#60;!--[if gte vml 1]&#62; &#60;![endif]--&#62;&#60;!--[if !vml]--&#62;&#60;!--[endif]--&#62;</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="font-size:14pt;" lang="PT-BR">Qualidades de Exu</span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><strong><span lang="PT-BR">Exú Elegbára </span></strong></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span lang="PT-BR">*Senhor do Poder*<br />
Conhecido como Elegbára (ele=dono, senhor ; agbara=poder), contém muitas definições e funções: </span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span lang="PT-BR"><br />
<strong>Exú Yangi </strong></span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span lang="PT-BR">pedra vermelha de laterita, primeira protoforma existente - água + terra -</span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><strong><span lang="PT-BR">Exú Àgbá </span></strong></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span>pai-ancestre (representação coletiva de todos os exús individuais)</span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span><br />
<strong>Exú Obá </strong></span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span>rei-de-todos </span></p>
<p style="text-align:center;" align="center">
<p style="text-align:center;" align="center"><strong><span lang="PT-BR">Exú Alakétu </span></strong></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span lang="PT-BR">título dado a exú pelos kétu da Bahia - rei do povo Kétu </span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span><br />
<strong>Exú Elebo </strong></span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span>senhor-das-oferendas </span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span lang="PT-BR"><br />
<strong>Exú Ojìse-ebo </strong></span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span lang="PT-BR">encarregado-e-transportador de oferendas </span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span lang="PT-BR"><br />
<strong>Exú Elérú </strong></span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span lang="PT-BR">senhor do erú (carrego) </span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span lang="PT-BR"><br />
<strong>Exú Olòbe </strong></span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span lang="PT-BR">proprietário e senhor da faca</span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span lang="PT-BR"><br />
<strong>Exú Enú-gbárijo</strong> </span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span lang="PT-BR">explicitador de mensagens </span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span lang="PT-BR"><br />
<strong>Exú Bara </strong></span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span lang="PT-BR">o rei do corpo (obá + ara) </span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span>(princípio de vida individual)</span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span lang="PT-BR"><br />
<strong>Exú Odara </strong></span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span lang="PT-BR">aquele que guia (mostra o caminho, vai na frente) </span></p>
<p class="MsoNormal"><img class="aligncenter size-medium wp-image-623" src="http://cantodoaprendiz.wordpress.com/files/2008/08/exu.jpg?w=300" alt="" width="385" height="300" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[starlight tattoo]]></title>
<link>http://gingatao.wordpress.com/?p=626</link>
<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 08:44:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paul</dc:creator>
<guid>http://gingatao.wordpress.com/?p=626</guid>
<description><![CDATA[one pope&#8217;s in as one pops out
each moment eternal
radiates
once again confabulates.
star light]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>one pope's in as one pops out<br />
each moment eternal<br />
radiates<br />
once again confabulates.<br />
star light is real, boy, he said<br />
it left before you were here<br />
and after you are gone<br />
it continues<br />
one pope's in<br />
and one pops out,<br />
some they sing<br />
and some just shout,</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lendas e Arquétipos - Exu]]></title>
<link>http://artefolk.wordpress.com/?p=820</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 11:00:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nino Denani</dc:creator>
<guid>http://artefolk.wordpress.com/?p=820</guid>
<description><![CDATA[Amigos,
Exu, é o senhor dos caminhos que levam e trazem e fazem as pessoas se encontrarem ou distan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Amigos,</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://artefolk.wordpress.com/files/2008/07/exu1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-821" src="http://artefolk.wordpress.com/files/2008/07/exu1.jpg?w=144" alt="" width="144" height="300" /></a>Exu, é o senhor dos caminhos que levam e trazem e fazem as pessoas se encontrarem ou distanciarem-se. É quem faz com que os ritos sejam cumpridos, principal responsável pela ligação do mundo espiritual ao mundo material, (orun- ayé).<br />
Entre dois caminhos lá está ele guardando, indicando. Não se faz nada pelo candomblé antes de agradar Exu, pois é o único Orixá que faz o elo de ligação entre nós e os demais Orixás.</p>
<p style="text-align:justify;">Exu é um Orixá tão importante quanto todos os outros. Por ser mais ligado com o mundo terrestre, possui certos costumes e temperamentos parecidos com os dos seres humanos.<br />
Exu é erradamente sincretizado pelo diabo cristão.<br />
Por ser um Orixá que cuida dos caminhos onde percorrem homens, Orixás, espíritos, etc. E sendo o elo de ligação entre esses mundos, ele possui múltiplos contraditórios, sendo bom e mau, astuto, grosseiro, indecente, protetor, alegre, brincalhão, violento, etc. Ou seja, é o Orixá mais humanizado do panteão, pois em seus arquétipos incluem-se as impurezas causadas ou existente nos homens.<br />
Devido a esses aspectos, foi sincretizado pelos primeiros missionários, com o diabo cristão.<br />
<!--more--><br />
<strong>Arquétipo:</strong><br />
Os filhos de Exu possuem um caráter imprevisível ora são bravos, intrigantes e ficam muito contrariados, ora são pessoas inteligentes e compreensivas com os problemas dos outros.<br />
Não aceitam derrotas, são melindrosos, de temperamento difícil. Se você tiver desentendimento com algum filho de Exu, aguarde que haverá retorno.<br />
Seus filhos precisam estar sempre em atividade para poderem liberar toda energia que possuem.<br />
Possuem muita tendência à espiritualidade; são fiéis fervorosos que esbanjam fé...</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Lenda:</strong><br />
Todos os Orixás possuem muitas lendas, passadas de boca em boca durante milhares de anos. Citamos aqui duas lendas referentes a Exu bará.<br />
Uma mulher que esqueceu de alimentar Exu. Se encontra no mercado vendendo os seus produtos. Exú põe fogo na sua casa, ela corre pra lá, abandonando seu negócio. A mulher chega tarde, a casa está queimada e, durante esse tempo, um ladrão levou suas mercadorias.<br />
Nada disso teria acontecido - se tivesse feito a Exu as oferendas e os sacrifícios usuais ou em primeiro lugar.<br />
Um dia, Oxalá cansado de ser zombado e trapaceado por Exu, pois Oxalá era muito orgulhoso e geralmente não agradava Exu por ser um Orixá mais velho. Decidiu combater Exu para ver quem era o Orixá mais forte e respeitado. E foi aí que Oxalá provou a sua superioridade, pois durante o combate, Oxalá apoderou-se da cabaça de Exu a qual continha o seu poder mágico, transformando-o assim em seu servo.<br />
Foi desde então que Oxalá permitiu que Exu recebesse todas as oferendas e sacrifícios em primeiro lugar...</p>
<p style="text-align:justify;">Retirado do site <a title="Mundo dos Orixás - Site Externo" href="http://www.orixas.com.br/portal/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=10&#38;Itemid=9" target="_blank">Mundo dos Orixás</a></p>
<p style="text-align:justify;">Abs.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Tristeza dos Orixás]]></title>
<link>http://artefolk.wordpress.com/?p=819</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 11:00:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nino Denani</dc:creator>
<guid>http://artefolk.wordpress.com/?p=819</guid>
<description><![CDATA[Amigos,
Esse texto chegou a mim pelo email, enviado por Alexandre Cumino, do Jornal de Umbanda Sagra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Amigos,</p>
<p style="text-align:justify;">Esse texto chegou a mim pelo email, enviado por Alexandre Cumino, do Jornal de Umbanda Sagrada. Ele é meio longo, mas extremamente sincero e comovente. Sugiro que vocês invistam um pouco do tempo para lê-lo com paciência e atenção. O texto é de Fernando Sepe, escrito para o Jornal de Umbanda Sagrada, publicado no Numero 94 - Março de 2008. Segue:</p>
<p style="text-align:justify;">Foi, não há muito tempo atrás, que essa história aconteceu. Contada aqui de uma forma romanceada, mas que traz em sua essência, uma verdadeira mensagem para os umbandistas...<br />
Ela começa em uma noite escura e assustadora, daquelas de arrepiar os pêlos do corpo. Realmente o Sol tinha escondido-se nesse dia, e a Lua, tímida, teimava em não iluminar com seus encantadores raios, brilhosos como fios de prata, a morada dos Orixás.<br />
Nessa estranha noite, Ogum, o Orixá das "guerras", saiu do alto ponto onde guarda todos os caminhos e dirigiu-se ao mar. Lá chegando, as sereias começaram a cantar e os seres aquáticos agitaram-se. Todos adoravam Ogum, ele era tão forte e corajoso.<br />
Iemanjá que tem nele um filho querido, logo abriu um sorriso, aqueles de mãe "coruja" quando revê um filho que há tempos partiu de sua casa, mas nunca de sua eterna morada dentro do coração:<br />
- Ah Ogum, que saudade, já faz tanto tempo! Você podia vir visitar mais vezes sua mãe, não é mesmo? - ralhou Iemanjá, com aquele tom típico de contrariedade.<br />
- Desculpe, sabe, ando meio ocupado - Respondeu um triste Ogum.<br />
- Mas, o que aconteceu? Sinto que estás triste.<br />
- É, vim até aqui para "desabafar" com você "mãezinha". Estou cansado! Estou cansado de muitas coisas que os encarnados fazem em meu nome. Estou cansado com o que eles fazem com a " espada da Lei" que julgam carregar. Estou cansado de tanta demanda. Estou muito mais cansado das "supostas" demandas, que apenas existem dentro do íntimo de cada um deles... Estou cansado...<br />
Ogum retirou seu elmo, e por de trás de seu bonito capacete, um rosto belo e de traços fortes pôde ser visto. Ele chorava. Chorava uma dor que carregava há tempos. Chorava por ser tão mal compreendido pelos filhos de Umbanda.</p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--><br />
Chorava por ninguém entender, que se ele era daquele jeito, protetor e austero, era porque em seu peito a chama da compaixão brilhava. E, se existe um Orixá leal, fiel e companheiro, esse Orixá é Ogum. Ele daria a própria Vida, por cada pessoa da humanidade, não apenas pelos filhos de fé. Não! Ogum amava a humanidade, amava a Vida.<br />
Mas infelizmente suas atribuições não eram realmente entendidas. As pessoas não viam em sua espada, a força que corta as trevas do ego, e logo a transformavam em um instrumento de guerra. Não vinham nele a potência e a força de vencer os abismos profundos, que criam verdadeiros vales de trevas na alma de todos. Não vinham em sua lança, a direção que aponta para o autoconhecimento, para iluminação interna e eterna.<br />
Não! Infelizmente ele era entendido como o "Orixá da Guerra", um homem impiedoso que utiliza-se de sua espada para resolver qualquer situação. E logo, inspirados por isso, lá iam os filhos de fé esquecer dos trabalhos de assistência a espíritos sofredores, a almas perdidas entre mundos, aos trabalhos de cura, esqueciam do amor e da compaixão, sentimentos básicos em qualquer trabalho espiritual, para apenas realizarem "quebras e cortes" de demandas, muitas das quais nem mesmo existem, ou quando existem, muitas vezes são apenas reflexos do próprio estado de espírito de cada um. E mais, normalmente, tudo isso torna-se uma guerra de vaidade, um show "pirotécnico" de forças ocultas. Muita "espada", muito "tridente", muitas "armas", pouco coração, pensamento elevado e crescimento espiritual.<br />
Isso magoava Ogum. Como magoava:<br />
- Ah, filhos de Umbanda, por que vocês esquecem que Umbanda é pura e simplesmente amor e caridade? A minha espada sempre protege o justo, o correto, aquele que trabalha pela luz, fiando seu coração em Olorum. Por que esquecem que a Espada da Lei só pode ser manuseada pela mão direita do amor, insistindo em empunhá-la com a mão esquerda da soberbia, do poder transitório, da ira, da ilusão, transformando-a em apenas mais uma espada semeadora de tormentos e destruição.<br />
Então, Ogum começou a retirar sua armadura, que representava a proteção e firmeza no caminho espiritual que esse Orixá traz para nossa vida. E totalmente nu ficou frente à Iemanjá. Cravou sua espada no solo. Não queria mais lutar, não daquele jeito. Estava cansado...<br />
Logo um estrondo foi ouvido e o querido, mas também temido Tatá Omulu apareceu. E por incrível que pareça o mesmo aconteceu. Ele não agüentava mais ser visto como uma divindade da peste e da magia negativa. Não entendia, como ele, o guardião da Vida podia ser invocado para atentar contra Ela. Magoava-se por sua alfange da morte, que é o princípio que a tudo destrói, para que então a mudança e a renovação aconteçam, ser tão temida e mal compreendida pelos homens.<br />
Ele também deixou sua alfange aos pés de Iemanjá, e retirou seu manto escuro como a noite. Logo via-se o mais lindo dos Orixás, aquele que usa uma cobertura para não cegar os seus filhos com a imensa luz de amor e paz que irradia-se de todo seu ser. A luz que cura, a luz que pacifica, aquela que recolhe todas as almas que perderam-se na senda do Criador. Infelizmente os filhos de fé esquecem disso...<br />
Mas o mais incrível estava por acontecer. Uma tempestade começou a desabar aumentando ainda mais o aspecto incrível e tenebroso daquela estranha noite. E todos os outros Orixás começaram a aparecer, para logo, começarem também a despir suas vestimentas sagradas, além de deixarem ao pé de Iemanjá suas armas e ferramentas simbólicas.<br />
Faziam isso em respeito a Ogum e Omulu, dois Orixás muito mal compreendidos pelos umbandistas. Faziam isso por si próprios. Iansã queria que as pessoas entendessem que seus ventos sagrados são o sopro de Olorum, que espalha as sementes de luz do seu amor. Oxossi queria ser reverenciado como aquele que, com flechas douradas de conhecimento, rasga as trevas da ignorância. Egunitá apagou seu fogo encantador, afinal, ninguém lembrava da chama que intensifica a fé e a espiritualidade. Apenas daquele que devora e destrói. Os vícios dos outros, é claro.<br />
Um a um, todos foram despindo-se e pensando quanto os filhos de Umbanda compreendiam erroneamente os Orixás.<br />
Iemanjá, totalmente surpresa e sem reação, não sabia o que fazer. Foi quando uma irônica gargalhada cortou o ambiente. Era Exu. O controvertido Orixá das encruzilhadas, o mensageiro, o guardião, também chegava para a reunião, acompanhado de Pombagira, sua companheira eterna de jornada.<br />
Mas os dois estavam muito diferentes de como normalmente apresentam-se. Andavam curvados, como que segurando um grande peso nas costas. Tinham na face, a expressão do cansaço. Mas, mesmo assim, gargalhavam muito. Eles nunca perdiam o senso de humor!<br />
E os dois também repetiram aquilo que todos os Orixás foram fazer na casa de Iemanjá. Despiram-se de tudo. Exu e Pombagira, sem dúvida, eram os que mais razões tinham de ali estarem. Inúmeros eram os absurdos cometidos por encarnados em nome deles. Sem contar o preconceito, que o próprio umbandista ajudou a criar, dentro da sociedade, associando-o a figura do Diabo:<br />
- Hahaha, lamentável essa situação, hahaha, lamentável! - Exu chorava, mas Exu continuava a sorrir. Essa era a natureza desse querido Orixá.<br />
Iemanjá estava desesperada! Estavam todos lá, pedindo a ela um conforto. Mas nem mesmo a encantadora Rainha do Mar sabia o que fazer:<br />
Espere! - pensou Iemanjá! -  Oxalá, Oxalá não está aqui! Ele com certeza saberá como resolver essa situação.<br />
E logo Iemanjá colocou-se em oração, pedindo a presença daquele que é o Rei entre os Orixás. Oxalá apresentou-se na frente de todos. Trazia seu opaxorô, o cajado que sustenta o mundo. Cravou ele na Terra, ao lado da espada de Ogum. Também despiu-se de sua roupa sagrada, pra igualar-se a todos, e sua voz ecoou pelos quatro cantos do Orun:<br />
- Olorum manda uma mensagem a todos vocês meus irmãos queridos! Ele diz para que não desanimem, pois, se poucos realmente os compreendem, aqueles que assim o fazem, não medem esforços para disseminar essas verdades divinas. Fechem os olhos e vejam, que mesmo com muita tolice e bobagem relacionada e feita em nossos nomes, muita luz e amor também está sendo semeada, regada e colhida, por mãos de sérios e puros trabalhadores nesse às vezes triste, mas abençoado planeta Terra. Esses verdadeiros filhos de fé que lutam por uma Umbanda séria, sem os absurdos que por aí acontecem. Esses que muito além de "apenas" prestarem o socorro espiritual, plantam as sementes do amor dentro do coração de milhares de pessoas. Esses que passam por cima das dificuldades materiais, e das pressões espirituais, realizando um trabalho magnífico, atendendo milhares na matéria, mas também, milhões no astral, construindo verdadeiras "bases de luz" na crosta, onde a espiritualidade e religiosidade verdadeira irão manifestar-se. Esses que realmente nos compreendem e buscam-nos dentro do coração espiritual, pois é lá que o verdadeiro Orun reside e existe. Esses incríveis filhos de umbanda, que não colocam as responsabilidades da vida deles em nossas costas, mas sim, entendem que tudo depende exclusivamente deles mesmos. Esses fantásticos trabalhadores anônimos, soltos pelo Brasil, que honram e enchem a Umbanda de alegria, fazendo a filhinha mais nova de Olorum brilhar e sorrir...<br />
Quando Oxalá calou-se os Orixás estavam mudados. Todos eles tinham suas esperanças recuperadas, realmente viram que se poucos os compreendiam, grande era o trabalho que estava sendo realizado, e talvez, daqui algum tempo, muitos outros juntariam-se nesse ideal. E aquilo alegrou-os tanto que todos começaram a assumir suas verdadeiras formas, que são de luzes fulgurantes e indescritíveis. E lá, do plano celeste, brilharam e derramaram-se em amor e compaixão pela humanidade.<br />
Em Aruanda, os caboclos, pretos-velhos e crianças, o mesmo fizeram. Largaram tudo, também despiram-se e manifestaram sua essência de luz, sua humildade e sabedoria comungando a benção dos Orixás.<br />
Na Terra, baianos, marinheiros, boiadeiros, ciganos e todos os povos de Umbanda, sorriam. Aquelas luzes que vinham lá do alto os saudavam e abençoavam seus abnegados e difíceis trabalhos. Uma alegria e bem - aventurança incríveis invadiram seus corações. Largaram as armas. Apenas sorriam e abraçavam - se. O alto os abençoava...<br />
Mas uma ação dos Orixás nunca fica limitada, pois é divina, alcançando assim, a tudo e a todos. E lá no baixo astral, aqueles guardiões e guardiãs da lei nas trevas também foram alcançados pelas luzes Deles, os Senhores do Alto. Largaram as armas, as capas, e lavaram suas sofridas almas com aquele banho de luz. Lavaram seus corações, magoados por tanta tolice dita e cometida em nome deles. Exus e Pombagiras, naquele dia foram tocados pelo amor dos Orixás, e com certeza, aquilo daria força para mais muitos milênios de lutas insaciáveis pela Luz.<br />
Miríades de espíritos foram retirados do baixo-astral, e pela vibração dos Orixás puderam ser encaminhados novamente à senda que leva ao Criador. E na matéria toda a humanidade foi abençoada. Aos tolos que pensam que Orixás pertencem a uma única religião ou a um povo e tradição, um alerta: Os Orixás amam a humanidade inteira, e por todos olham carinhosamente.<br />
Aquela noite que tinha tudo para ser uma das mais terríveis de todos os tempos, tornou-se benção na vida de todos. Do alto ao embaixo, da esquerda até a direita, as egrégoras de paz e luz deram as mãos e comungaram daquele presente celeste, vindo diretamente do Orun, a morada celestial dos Orixás.<br />
Vocês, filhos de Umbanda, pensem bem! Não transformem a Umbanda em um campo de guerra, onde os Orixás são vistos como "armas" para vocês acertarem suas contas terrenas. Muito menos esqueçam do amor e compaixão, chaves de acesso ao mistério de qualquer um deles. Umbanda é simples, é puro sentimento, alegria e razão. Lembrem-se disso.<br />
E quanto a todos aqueles que lutam por uma Umbanda séria, esclarecida e verdadeira, independente da linha seguida, lembrem-se das palavras de Oxalá ditas linhas acima.<br />
Não desanimem com aqueles que vos criticam, não fraquejem por aqueles que não têm olhos para ver o brilho da verdadeira espiritualidade.<br />
Lembrem-se que vocês também inspiram e enchem os Orixás de alegria e esperança. A todos, que lutam pela Umbanda nessa Terra de Orixás, esse texto é dedicado. Honrem-los. Sejam luz, assim como Eles!</p>
<p style="text-align:justify;">Exe ê o babá (Salve o Pai Oxalá)</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Abs.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PROSA COM EXU - Um diálogo sobre a vaidade ]]></title>
<link>http://mition.wordpress.com/?p=227</link>
<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 00:22:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mição</dc:creator>
<guid>http://mition.wordpress.com/?p=227</guid>
<description><![CDATA[Por Rodrigo Queiroz
- Salve tu cabra!
- Salve vós Exu!
- Cabra, escreve umas coisas aí.
- Pode fal]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>Por Rodrigo Queiroz</strong></p>
<p style="text-align:justify;">- Salve tu cabra!</p>
<p style="text-align:justify;">- Salve vós Exu!</p>
<p style="text-align:justify;">- Cabra, escreve umas coisas aí.</p>
<p style="text-align:justify;">- Pode falar.</p>
<p style="text-align:justify;">- Existe algo no ser humano que gera muita preocupação a todos nós e que mais complica a vida de vocês encarnados.</p>
<p style="text-align:justify;">- Do que vós está falando?</p>
<p style="text-align:justify;">- Da imperceptível sombra da vaidade.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ah sim, conheço...</p>
<p style="text-align:justify;">- Então, vim aqui dissertar sobre isso, e mais me preocupa é o coração dos que se dizem companheiros de caminhada e mais fazem é piorar situações delicadas no relacionamento inter-pessoal e pouco contribuem para o auxilio daqueles que são parte de um conjunto.</p>
<p style="text-align:justify;">- Sei...</p>
<p style="text-align:justify;">- Como disse, a vaidade é uma sombra imperceptível que assola cedo ou tarde a vida de todos neste plano e ela, a suposta vaidade, pode ser em verdade a extravasão de uma série de necessidades do individuo como carências, traumas etc. Existem milhares de facetas desta sombra e garanto, ninguém está livre dela, bem dizendo, aquele que se diz não vaidoso, já o é, pois afirma isto se envaidecendo de uma suposta nobre e mentirosa humildade. Há há há. Tolos.</p>
<p style="text-align:justify;">- Senhor, acho que entendi, mas está um tanto complicado...</p>
<p style="text-align:justify;">- Já explico cabra. Digo que ninguém está apto a apontar ninguém. E aquele que enxerga um "defeito" no outro a ponto de se incomodar, deveria entender que está vendo no outro o seu espelho, reconhecendo nele o que tanto incomoda em si mesmo e por incapacidade de se auto-superar, apedreja o próximo, a fim de anular aquilo que em si o apavora. Complicou?</p>
<p style="text-align:justify;">- (risos) nossa, parece que estou conversando com um analista.</p>
<p style="text-align:justify;">- Há há há. Se estiver complicando é sinal que deve ler e reler estas palavras até que fundo toque sua alma.</p>
<p style="text-align:justify;">- Farei isto Senhor.</p>
<p style="text-align:justify;">- Então continuemos. Coloco a exemplo um grupo, ou melhor, um terreiro. Onde uma comunidade divide um mesmo espaço, conseguinte o mesmo ideal e propósito interno. Sendo assim, para todo grupo o que deve existir é respeito entre si e, respeito não é sorrisos falsos ou tapinhas nas costas. Respeito é algo que poucos sabem e que a falta do mesmo é que promove tanta discórdia e confusões entre os indivíduos.</p>
<p style="text-align:justify;">- Realmente a noção de companheirismo e respeito é diferente de um para outro.</p>
<p style="text-align:justify;">- Certo. Um fator relevante é a atração de afinidades que varia de um para outro dentro de uma mesma comunidade. Até aí tudo certo, portanto, não deve esquecer que aquele que não inspira grande afinidade a você não pode ser descartado do convívio ou dar menos importância, pois conviver com aqueles que só o agrada não trás mérito algum no processo evolutivo do desenvolvimento da tolerância, respeito às diferenças e união de propósitos que deve transcender o umbigo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Certo Exu.</p>
<p style="text-align:justify;">- Desta forma, pergunto, sabes reconhecer a vaidade?</p>
<p style="text-align:justify;">- Penso que sim.</p>
<p style="text-align:justify;">- Pensa?</p>
<p style="text-align:justify;">- É, entendo a vaidade na extravasão do ego.</p>
<p style="text-align:justify;">- Ego cabra? Há há há.</p>
<p style="text-align:justify;">- Qual a graça?</p>
<p style="text-align:justify;">- Vocês são tolos, então reconhece a vaidade no ego extravasado? Não me faça rir cabra. Como pode falar de Ego? Então vocês são assim, querem o tempo todo sistematizar o ser humano, espécie esta das mais complexas criações do Criador. Sistematizar é criar estes parâmetros, ou seja, vaidoso é aquele que age assim, assim, assim. Humilde é aquele que se comporta assim, assim, assim. Não, não. Este não é e nunca foi um bom caminho, pois esquecem que cada qual é um ser único, e você tem toda uma estrutura própria, diferente da minha que é diferente dos demais.</p>
<p style="text-align:justify;">- Entendo, então como fica? Se não podemos sistematizar, como sanar problemáticas? Parece que o Senhor como um bom Exu está querendo me confundir.</p>
<p style="text-align:justify;">- Nada disso cabra, não venho aqui confundir, ainda que seja nossa especialidade. Há há há.</p>
<p style="text-align:justify;">- Então esclareça senhor.</p>
<p style="text-align:justify;">- É simples. Quero que fique entendido que antes de qualquer apontamento dentro de uma comunidade é fundamental a análise de si mesmo. E o que está sendo apontado deve passar pelo crivo do respeito e do amor. Percebo que quando isto acontece o individuo apontado não vira motivo de imitações, chacotas ou piadas, estes comportamentos nada mais apresenta do que a podridão do responsável pelo dedo que aponta. O simples deve contribuir para auxiliar aquele que se excede ou mesmo erra sem que se aperceba.</p>
<p style="text-align:justify;">- Errar sem perceber? Mesmo onde existam esclarecimentos?</p>
<p style="text-align:justify;">- Sim, ainda bem que existe uns e outros que não prestam a devida atenção nos ensinamentos, para provocar no orientador a necessidade de renovar suas ferramentas a fim de envolver a atenção dos seus orientados.</p>
<p style="text-align:justify;">- (risos) estou entendendo.</p>
<p style="text-align:justify;">- Cabra todos erram, todos deixam a desejar, será que é tão complicado entender isso? O que deve ser avaliado é o resultado final de um trabalho, isto é realmente importante, e numa corrente, um deve complementar na necessidade e franqueza do irmão ao lado, por isso cada qual é diferente do outro.</p>
<p style="text-align:justify;">- Este é o ideal né Exu?</p>
<p style="text-align:justify;">- Mais que isso, deve ser uma realidade, caso contrário o caos se instalada.</p>
<p style="text-align:justify;">- Sei...</p>
<p style="text-align:justify;">- Assim, não é aceitável apontamentos atrás de apontamentos, crivados pela vontade de ver o outro prejudicado. Não é bem visto "irmãos" que ridicularizam seus "irmãos", cadê o companheirismo? Cadê o amor? Afinal, onde está a tolerância das diferenças? Se você pensa que não precisa conviver com as diferenças então é chegado o momento de se isolar no cume do monte mais alto que possa encontrar e lá sozinho buscar sua transcendência.. há há há.</p>
<p style="text-align:justify;">- Que ironia Exu!</p>
<p style="text-align:justify;">- Irônico são vocês, bobocas que só perdem tempo, olham demasiadamente para o lado e esquece de si próprio. Estão tão preocupados com o outro sem antes se garantir no trabalho a ser executado. Não digo que olhos devem ficar cerrados, no entanto, abra-os com amor.</p>
<p style="text-align:justify;">- Certo Exu, então o que fazemos quando um companheiro de excede.</p>
<p style="text-align:justify;">- Converse, oras.</p>
<p style="text-align:justify;">- E como abordar isto?</p>
<p style="text-align:justify;">- Bem, primeiramente quando se trata de um terreiro o melhor para esta abordagem é o próprio Dirigente, uma vez que a ele é dada a função de guiar os membros.</p>
<p style="text-align:justify;">- Sei...</p>
<p style="text-align:justify;">- Mas antes é preciso que se observe todo um histórico do individuo, sua história, sua educação, seu signo, seu orixá, sua metas etc. Pois o que parece "vaidade" pode ser um excesso de carinho, de contribuição ou porque não, excesso de dedicação.</p>
<p style="text-align:justify;">- Dedicação se excede?</p>
<p style="text-align:justify;">- Oras, é óbvio que sim.</p>
<p style="text-align:justify;">- Passando por este crivo, então é bom que uma franca, amorosa e longa conversa aconteça, com zelo e preservação.</p>
<p style="text-align:justify;">- Parece fácil.</p>
<p style="text-align:justify;">- Mas não é. E aconselho a todos que não fiquem dando ouvido a tantas falácias de outrem. Faça sempre sua própria avaliação e saiba que sua avaliação estará fatalmente ligada a sua limitada compreensão do meio. Sendo assim amplie sua consciência, conhecimento, amor e compaixão ao próximo. Dê as mãos àquele que acredita necessitar de ajuda, aproxime-se dele e sutilmente contribua no auxílio, caso contrário, cale-se e não crie tanta polêmica sobre aquilo que invariavelmente nem te pertence. Todo julgo já é o retrato de auto-exaltação. No amor reside a compreensão, ou ao menos a sincera vontade de constantemente ser útil para o melhor de todos. Assim cabra, deixo meu salve a todos que este texto lêem e peço uma nova leitura afim de se encontrar nas entrelinhas ou nas linhas...há há há...e que seu coração entenda que mais vale colaborar, contribuir, somar para que os resultados aconteçam.</p>
<p style="text-align:justify;">Ame-se e ame seu meio com tudo o que ele te oferece.</p>
<p style="text-align:justify;">Nas diferenças encontre suas falhas.</p>
<p style="text-align:justify;">Nas semelhanças se fortaleça no aperfeiçoamento.</p>
<p style="text-align:justify;">Na incompreensão aproveite para se olhar no espelho e ver o quanto pequeno és.</p>
<p style="text-align:justify;">Salve tu cabra e salve eu!</p>
<p style="text-align:justify;">Salve sua força Sr. Exu Tranca Ruas das Sete Encruzilhadas!</p>
<p style="text-align:justify;">Após esta prosa me lembrei de uma lição muito antiga e conhecida.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#0000ff;">"Pessoas sábias falam de idéias,<br />
</span><span style="color:#0000ff;">Pessoas medianas falam de coisas,<br />
Pessoas medíocres falam de pessoas"</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Ditado no dia 07/06/07<br />
Rodrigo Queiroz </strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre a Incorporação de Exu]]></title>
<link>http://estudoreligioso.wordpress.com/?p=219</link>
<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 18:12:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>admin</dc:creator>
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<description><![CDATA[            Exu e Pomba Gira quando incorporados em seus médiuns, podem se apresentar de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>            Exu e Pomba Gira quando incorporados em seus médiuns, podem se apresentar de duas maneiras básicas: alegres ou sérios. Mas mesmo na alegria não há desrespeito ou comportamentos inadequados a um templo religioso.<br />
           E ainda vou mais longe, e o que vou dizer agora visa justamente desmistificar outro mito ligado a Exu. Quando o Exu é deselegante o médium também o é, só que disfarça quando não está “incorporado”.<br />
           Esse médium invigilante e portador de moral duvidosa ao receber a energia de incorporação de Exu (que começa a se dar através da aproximação do mesmo), por ser uma energia bastante similar a nossa e justamente por estar mais próxima a crosta terrestre, onde o combate com o Astral Inferior se dá, passa a dar vazão aos seus sentimentos menores, influenciando e interferindo diretamente na incorporação do Exu, que assiste a tudo desconsoladamente. Transferindo para Exu sentimentos e comportamentos que são seus.<br />
           Isso não chega a ser mistificação, ou seja, fingimento, porque existe a energia de Exu ao lado ou perto do médium. A mistificação envolve o fingimento puro e simples, sem envolvimento de energia ou proximidade de entidade alguma. Mas trata-se de animismo.<br />
           A incorporação de Exu e Pomba Gira envolve a manipulação energética de chacras inferiores, e o que acontece no caso descrito acima é que o médium deliberadamente utiliza mal essa energia. Digo deliberadamente, porque isso envolve intenção, moral e mal aproveitamento da energia de Exu.<br />
           Com a continuidade da insistência do médium em se utilizar dessa energia para a manifestação de seus desejos e aspectos menores, em pouco tempo há a queda do médium... O Exu se arranca e fica o que? Kiumba que assume o nome do Exu e aumenta os desvarios... E o médium não percebe porque no fundo usa a influência do kiumba (aliás, um usa o outro) para brigar com a mulher, encher a cara de cachaça, falar palavrão, fazer pedidos de oferendas nas encruzilhadas da vida, matança de animais e outras aberrações.<br />
           Cabe a direção da Casa coibir veementemente esses comportamentos no seu nascedouro, ou seja, no médium e assim que começam acontecer. Chamando-o a realidade, orientando e desestimulando atitudes desse tipo. Tentando recuperar o médium. Mas se for o caso não deve pestanejar em tomar medidas drásticas para a solução do problema.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <a href="http://www.caboclopery.com.br/mensagens">http://www.caboclopery.com.br/mensagens</a> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mensagem de Exu]]></title>
<link>http://estudoreligioso.wordpress.com/?p=211</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 21:42:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>admin</dc:creator>
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<description><![CDATA[“Muitos dizem para nossos cavalos que Exú precisa de “um agrado” para que possa ajudar e dar ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">“Muitos dizem para nossos cavalos que Exú precisa de “um agrado” para que possa ajudar e dar caminho material. Porque não perguntam a nós, quando estamos incorporados em nossos cavalos? Como, esses que fazem tal afirmação, podem saber o que quer ou precisa a entidade do seu irmão de terreiro?<br />
 Nós é que falamos aos nossos cavalos o que precisamos e o que não precisamos pois esse é um trabalho entre médium e entidade. Procuramos nossa evolução para alcançarmos a luz maior e para isso precisamos cumprir nossa tarefa no astral e em terra ,quando trabalhamos com nossos escolhidos. Permitam, chefes de terreiro, zeladores, comandantes que façamos o que nos foi incumbido mas para que isso aconteça precisamos de médiuns sérios, que nos respeitem e nos deixem trabalhar dentro das leis que regem a  Umbanda. Precisamos de médiuns inteiros, que não nos usem para falar coisas sem fundamentos ou fiquem a devanear em nome de Exú. Cavalos, aquietem seus corpos e suas mentes para que possamos, por seu intermédio, passar as mensagens e assim realizar nosso verdadeiro trabalho dentro da Umbanda. Não se preocupem com nomes, que tipo de marafo ou roupa iremos usar  pois isso acontecerá dentro do tempo correto, mas lembrem-se de sentir no âmago de seus corações a vibração que emitimos pois  se não souberem a diferença vibratória entre um Exú da lei de Umbanda e um Kiumba, se fazendo passar por um, então ainda não estão preparados para o real e verdadeiro trabalho.”</p>
<p>Um Exú trabalhando para alcançar a luz maior<br />
Médium: Aluizio Veras</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um Exemplo de Trabalho de Exu]]></title>
<link>http://noticiasdearuanda.wordpress.com/?p=10</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 17:08:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>alexrj300</dc:creator>
<guid>http://noticiasdearuanda.wordpress.com/?p=10</guid>
<description><![CDATA[Carlos se dirige a um Centro de Umbanda aconselhado por um amigo, pois a sua vida está bastante com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos se dirige a um Centro de Umbanda aconselhado por um amigo, pois a sua vida está bastante complicada. Sua mãe vive doente, já tendo ido a diversos médicos sem sucesso na cura. O seu pai foi demitido da empresa que trabalhava há mais de 25 anos e vive deprimido e chorando pelos cantos. Ele mesmo desempregado há três anos, vê o seu filho adoecer sem condições de comprar o medicamento. A sua esposa, única ainda empregada, apresenta sérios indícios de fadiga mental e física.<br />
        Ao chegar no centro descobre que é dia de consulta com Preto Velho. O seu amigo Cláudio, vai explicando a rotina da casa e como ele deve agir e pedir na hora da consulta.<br />
        Chega finalmente a sua vez de se consultar, o seu pensamento está coberto de dúvidas, achando que estava chegando ao fundo do poço ao se dirigir a um terreiro de macumba, falar com uma pessoa que nunca viu antes na vida e abrir o seu coração, suas dúvidas e temores. Num primeiro momento acha graça da posição do médium todo curvado e do jeito de falar, não consegue se aquietar, mas o Preto Velho vai aos pouquinhos ministrando alguns passes e por fim Carlos começa a se abrir.<br />
        O Preto Velho a tudo ouve, manifestando de tempos em tempos palavras encorajadoras para o aflito Carlos.<br />
        Carlos não entende o por que, mas enquanto ele fala, o Preto Velho vai estalando os dedos em volta dele, olha discretamente para o copo d’água ao lado da vela, joga para cima a fumaça de seu cachimbo, e assim vai firmando e passando as informações para os guardiões que pertencem a egrégora da Casa, que através dos Exus de trabalho partem com a velocidade do pensamento para a casa de Carlos.<br />
        Em dado momento, o Preto Velho que está “preso” ao corpo carnal do médium e conseqüentemente com sua visão limitada, utiliza alguns elementos magísticos e ritualísticos para proporcionar alívio ao Carlos.<br />
        Diz no final da consulta que irá trabalhar para ele e toda a sua família, dá algumas recomendações sobre como rezar e elevar o pensamento a Deus e se despedem.<br />
        Carlos tem alguma sensação de alívio, sente-se mais leve e confiante, mas ao mesmo tempo não acredita que meia dúzia de estalar de dedos vão “resolver” o seu problema... Incrédulo, mas não tão fraco retorna a sua casa sem nem imaginar que a batalha está apenas começando.<br />
        O Preto Velho ao ver Carlos se levantar e ir embora sabe que a essa altura toda a egrégora da Casa já está se preparando para a batalha, e, apesar de ainda estar preso ao corpo do médium pelo processo de incorporação, pôde perceber que será grande.<br />
        Mas ainda há o que ser feito em terra... Precisa descarregar o seu aparelho e o terreiro. Terminado o saravá ele parte indo se unir com os outros membros da egrégora.<br />
        Com o término dos trabalhos, os médiuns começam a ir embora e no Terreiro de Umbanda se faz silêncio. Mas um silêncio apenas aos ouvidos humanos, pois os sons ali emitidos estão numa freqüência diferente dos sons conhecidos nessa Terra.<br />
        E os médiuns pensam: “A gira terminou.”<br />
        Não meus caros, a “gira” está apenas começando.<br />
        A egrégora da Casa está reunida dentro do terreiro aguardando o retorno dos Exus de Trabalhos com as informações reais de cada consulta que foi realizada.<br />
        Os Exus vão retornando, um a um.<br />
        O Mentor da Casa assiste e faz intervenções quanto às deliberações do Alto, e os Chefes de Linha estabelecem o famoso “quem vai fazer o que”. Tudo isso ocorre em ambiente absolutamente harmônico e organizado.<br />
        Exus, Caboclos e Pretos Velhos trocam impressões a respeito dos problemas apresentados e deliberam.<br />
        Mas, voltando ao nosso amigo Carlos. (Nesse momento vou dar nomes fictícios também as entidades envolvidas nesse trabalho. Digamos que o Preto Velho que atendeu Carlos chama-se Pai Benedito e o Exu de Trabalho chamado por ele foi Exu Marabô).<br />
        Quando Exu Marabô retorna com as informações a respeito do que encontrou na casa de Carlos, o diálogo que se dá é o seguinte:<br />
Marabô: É, Pai Benedito, a situação lá está bem complicada.<br />
Pai Benedito: Eu já suspeitava. O que você viu?<br />
Marabô: A casa do moço Carlos foi totalmente absorvida por uma rede de energia que tem seres bem grotescos mantendo-a firme. Segui buscando a origem dessa rede e me deparei com uma construção logo acima da casa.<br />
        Adentrando ao recinto vi uma inteligência poderosa por trás disso, mas sem nenhuma relação direta com nenhum dos envolvidos. Buscando entender a “trama” continuei procurando o porque daquilo e encontrei uma mulher bastante dementada, com um aparelho acoplado em sua nuca e pude “ler” seus pensamentos e “sentir” seus desejos que eram de vingança para com o pai carnal do moço Carlos. Vi também que eles ainda não sabem que o moço Carlos veio aqui no terreiro.<br />
        Bem, em resumo: A inteligência envolveu essa pobre infeliz e prometendo-lhe “devolver” o pai do moço Carlos pra ela e suga suas energias que é retro-alimentada pelo sentimento de culpa que o pai do moço Carlos tem. Parece que foi uma aventura dele na juventude, só não me preocupei em saber se desta ou de outra vida, pois achei que os dados que tinha já eram suficientes para podermos trabalhar.</p>
<p>Pai Benedito: Sim, sim... Mais do que suficientes! Não estamos aqui para julgar ninguém. Isso cabe ao Pai.<br />
        Bem, nesse caso teremos que destruir essa construção, mas precisamos primeiro recuperar a moça, e já que o pai de Carlos está involuntariamente retro-alimentando a construção, precisaremos de recursos para auxiliar os familiares também.<br />
         Assim, Pai Benedito se dirige ao Caboclo Flecha Dourada, responsável pela corrente de desobsessão daquele terreiro e expõe a situação.<br />
          Imediatamente o Caboclo determina que a Pomba Gira Figueira irá utilizar os seus elementos magísticos para que a equipe de resgate da Casa recupere a moça e quem mais tenha condições de tratamento e a “equipe de força” destrua a construção e todos os equipamentos dentro dela.<br />
           Tarefas distribuídas, eles partem para a construção.<br />
            Caboclos, Pretos Velhos e Exus guardam uma certa distância da construção e observam a Pomba Gira Figueira assumir uma configuração praticamente transparente.<br />
            Ao chegar perto da construção percebe-se sair de sua boca uma espécie de fumaça enegrecida que começa a tomar conta do ambiente. Logo atrás dela, homens empurram uma espécie de carrinho, que lembram os carrinhos usados em minas de escavação de carvão.<br />
            Conforme a Sra. Figueira vai entrando no ambiente tomado por essa fumaça negra, os seres que lá estão caem em profundo sono, sendo resgatados pelos homens e colocados dentro dos carrinhos. A ação dela é rápida. Ninguém percebe a sua presença.<br />
            Quando todos são resgatados, a Sra. Figueira começa a manipular a energia dos instrumentos dentro da construção mudando sua forma, plasmando outras energias e transformando os instrumentos em bombas auto-destrutivas.<br />
            Finalmente sai da construção e os Exus que compõe a “tropa de choque” ou “equipe de força” passam a detonar a bomba e a destruir a construção e a malha que envolve a construção material na Terra e a prender os seres grotescos que dão sustentação a malha no ponto da construção material.<br />
            Caboclos e Pretos Velhos começam a tratar ali mesmo as inteligências retiradas da construção, colocando-os em macas e direcionando aos locais adequados aos tratamentos que irão receber, sob os olhos atentos dos Exus Guardiões, Amparadores e de Trabalho.<br />
            Outros partem para a construção material e começam o trabalho individualizado entre os membros da família. Exus fazem o trabalho de limpeza e descarga, resgatando os “perdidos”, para serem encaminhados para os trabalhos de desobsessão da Casa de Umbanda, abrindo espaço e dando condições vibratórias para o trabalho dos Caboclos e Pretos Velhos que é o de inspirar pensamentos de perdão ao pai de Carlos, de esperança no próprio Carlos, saúde e bons eflúvios na esposa e mãe de Carlos. Através de passes magnéticos Caboclos e Pretos Velhos transformam o campo vibratório da casa e cuidam de seus moradores.<br />
         Enquanto tudo isso ocorre a casa dorme, e todos são tratados em espírito.<br />
         Enquanto isso os médiuns daquele terreiro também dormem em suas casas, mas alguns estão doando ectoplasma, auxiliando nos trabalhos de transmutação energética. Uns participando ativamente e outros observando e aprendendo, através do processo de desdobramento, assistem a boa parte dos trabalhos.<br />
         Após o trabalho realizado o Mentor da Casa sorri.<br />
*******<br />
        É claro que todos sabem que de agora em diante é de acordo com o merecimento de cada um, de cada membro dessa família, tudo dependerá do quanto cada um irá lutar para melhorar, mas agora sem as “amarras” ou interferência do Astral Inferior.<br />
        A Umbanda através de uma ação conjunta dos componentes da egrégora de uma Casa de Umbanda pôde proporcionar alívio, conforto e libertação aos membros da família e auxílio aos irmãos perdidos nas trevas da ignorância, do ódio, do rancor, do remorso e da culpa.<br />
        Mesmo que Carlos nunca mais volte ao terreiro para agradecer a melhora, ou que nunca desperte para a ajuda que recebeu, mesmo que o pai de Carlos nunca se perdoe, a Umbanda se fez presente em Caridade e Amor!<br />
         Agora diga com sinceridade, após ler tudo isso você ainda acha que Exu é o Diabo?<br />
        Você acha que importa ficarmos discutindo se Exu, a Umbanda e seus Orixás vieram da Atlântida, da África ou do quintal da sua casa?<br />
         Se ainda lhe resta alguma dúvida eu afirmo a minha certeza: a Umbanda nasceu do Coração de Zambi em Sua Infinita Misericórdia por nós! Porque só a Umbanda tem quem nos defenda e proteja independentemente da nossa ignorância nos impedir de reconhecê-los como bons e amigos!<br />
        Obrigada Exu pela proteção, defesa e principalmente por ter tanta paciência com a nossa ignorância!<br />
        Salve os nossos amigos, defensores e compadres! Saravá Exu e Pomba Gira!<br />
Laroyê Exu!</p>
<p><em>OBS: Essa história foi contada pela Pomba Gira Maria Padilha da 7 Encruzilhadas que trabalha na Egrégora do CECP, visando explicar algumas dinâmicas de trabalho. Os personagens dessa história receberam nomes fictícios.</em><br />
Fonte: www.caboclopery.com.br</p>
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<title><![CDATA[Exu]]></title>
<link>http://estudoreligioso.wordpress.com/?p=124</link>
<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 16:11:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>admin</dc:creator>
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<description><![CDATA[Os Orixás / Exu _________________________________________________________________________
Dia da s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:xx-small;color:#800000;font-family:Verdana;"><strong>Os Orixás / Exu _________________________________________________________________________</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:xx-small;font-family:Verdana;"><strong>Dia da semana:</strong> Segunda-feira e Sexta-feira<br />
<strong>Saudação:</strong> Laroiê Exu - Coba Laroiê.<br />
<strong>Cores: </strong>Preto, vermelho.<br />
<strong>Símbolos: </strong>Tridente, ogó, cabaças pequenas e o pênis.<br />
<strong>Onde recebe oferendas:</strong> Nas encruzilhadas, nas estradas, nos cemitérios, etc.<br />
<strong>Principais oferendas:</strong> Velas, charutos, galinhas, carne, marafo, farofa, cebola roxa, óleo de dende.<br />
<strong>Bebida:</strong> Marafo (Aguardente) e água.<br />
<strong>Elemento:</strong> Terra<br />
<strong>Algumas ervas:</strong> Pinhão Roxo, Arruda, Eucalipto, Salgueiro, Jurubeba, etc.<br />
<strong>Animais:</strong> Bode, cabra, galinha da angola.<br />
<strong>Comida:</strong> Carne vermelha com muito azeite de dendê, alho, cebola roxa e farofa amarela.<br />
<strong>Domínio:</strong> As encruzilhadas e estradas.<br />
<strong>Particularidade:</strong> Combate as magias negras, imprimi respeito, trabalha com a quebra de demandas e é o grande guardião das estradas e encruzilhadas.<br />
Características: Perverso, astuto, leal, vaidoso, ambicioso, sarcástico etc.</p>
<p>Exu vivia no mundo, vagando de lugar em lugar até que foi para casa de Oxalá e por lá ficou durante 16 anos, observando e aprendendo como se faziam os seres humanos. Todos os outros Orixás também iam à casa de Oxalá, mas lá ficavam apenas por dias, talvez semanas. Exu não. Exu por lá viveu 16 anos e aprendeu tudo com Oxalá. Por sua lealdade e confiança, Oxalá fez a casa de Exu na encruzilhada e como estava muito ocupado fazendo os seres humanos, ordenou que todos os outros Orixás apenas falaria com ele através de Exu e que todos antes de trazerem as oferendas a Ele também deveria fazer a oferenda a Exu. Assim foi feito. Todos que vinham até a casa de Oxalá tinham que "pagar" a oferenda a Exu, e todos que voltavam da casa de Oxalá também tinham que "pagar" Exu. Exu se tornou rico. Exu se tornou o mensageiro. Exu se tornou o dono da encruzilhada.<br />
____________________________________________</p>
<p>Uma mulher que vendia suas coisas no mercado era a mais respeitada, a que mais vendia. Tinha sucesso em cima de sucesso. Mas se esqueceu de Exu, aquele que a ela tudo deu. Todo sucesso dela tinha sido Exu que tinha provido. Exu foi esquecido.<br />
Em um dia qualquer no mercado vem até ela a notícia que sua casa estava em chamas, ela correu até sua casa e chegando lá não restava nada, apenas cinzas. Retornou ao mercado e quando chegou suas coisas haviam sido roubadas. Ela perdeu tudo. Todos agora riam da desgraça dela. Ela já não era mais reverenciada. Ela estava acabada. Exu estava vingado.<br />
</span></p>
<p align="right"><span style="font-size:xx-small;font-family:Verdana;"><strong>Textos extraídos do livro<br />
"CARMA - AQUILO QUE DEIXAMOS DE FAZER"<br />
Todos os direitos reservados - all rights reserved</strong></span></p>
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</item>

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