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	<title>evora &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/evora/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "evora"</description>
	<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 23:08:16 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[A bela cidade de Évora]]></title>
<link>http://experimentakosmos.wordpress.com/2008/11/04/a-bela-cidade-de-evora/</link>
<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 23:09:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>drkosmos</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Ai Évora, Évora.. andava eu todo contente a passear pelo nosso belo país - aquele da cantiga ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><font size="2"><br />
Ai Évora, Évora.. andava eu todo contente a passear pelo nosso belo país - aquele da cantiga &#8216;pelos caminhos de Portugal&#8217; onde o autor até acha que viu &#8216;tanta coisa linda&#8217; e um &#8216;mundo sem igual&#8217; -, a pensar que podia andar à vontade por todo lado que nunca mais ia apanhar cidade tão feia e inepta como Santarém, e eis que chego a Évora.<br />
De facto, até concordo com o Sr. Mário Gil, que diz que pelos caminhos de Portugal viu um mundo sem igual. Só que é um sem igual a ir assim para o insólito. Porque coisas com Santarém e Évora não têm igual mesmo. Será que cidade é uma categoria adequada para ambas? Eu acho que não, e Viseu também não anda longe disto.</p>
<p>Pensando bem, a caminho de Évora já se anunciava uma coisa má. Porque razão é que no meio de paisagens que nem me atrevo a descrever com medo de as diminuir, existem aqueles aglomerados de habitações feitos de propósito para estragar o resto? Sei que o dinheiro de muitas das pessoas que lá têm casas e a arquitectura não coabitam muito bem, mas quem quer se seja que constrói lá as casas e pensa na urbanização daqueles locais (com estradas excelentes), devia ter o mínimo de sensibilidade para não destruir completamente o que as rodeia. Em locais assim não é nada que passe despercebido.<br />
Como também não passa despercebido que em Évora as pessoas falam baixinho (como em Viseu), que não parecem existir centros comerciais; que o Intermarché só têm de Intermarché os logótipos e as bandeirinhas; que o Modelo/Continente deve ficar numa covil qualquer; que a rede de transportes públicos não deve valer nada, porque em pleno dia num sábado não havia qualquer autocarro na cidade; que é uma cidade negligente para os monumentos que alberga; que é uma cidade ainda mais negligente para coisas como &#8216;urbanização&#8217;, &#8216;qualidade de vida&#8217;, &#8216;contemporaneidade&#8217;, &#8216;passeios&#8217;, &#8216;estradas&#8217;, &#8216;infraestruturas&#8217;, &#8216;higiene&#8217; e mais um sem numero de &#8216;coisinhas&#8217; dessas; que é uma cidade sem espaço; que têm um hospital de merda, coisa que é perceptível mesmo sem ter que usufruir dos seus serviços; que é, na verdade, uma aldeia com monumentos à volta; e que têm uma autoestrada muito apelativa que a liga à Espanha, e muitas outras que nos apelam para ir dali para fora.</p>
<p>No fundo, o que aconselho a quem quer ir visitar Évora, é que chegue lá no pôr do sol, já que a iluminação do mesmo, juntamente com a pouca iluminação dos edifícios, acaba por beneficiar imenso a cidade. Mas que ande pelas estradas e outros locais pouco habitados de dia, porque vale mesmo a pena. E, caso estejam decididos a ir a Évora, informem-se bem sobre os locais que querem visitar porque, à excepção dos hotéis, não existe sinalização para nada.</p>
<p>E sim, os locais são feitos pelas pessoas e pelos amigos que lá temos. Mas com infraestruturas daquelas, o mais natural é que essas pessoas e esses amigos acabem por arranjar outro poleiro para viverem e aproveitarem ainda para interagir com uma sociedade mais dinâmica e produtiva do que num local como Évora. Eu acho! e digo isto porque já morei em locais semelhantes.</p>
<p></font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[UÉ TV]]></title>
<link>http://webtelevisao.wordpress.com/2008/11/01/ue-tv/</link>
<pubDate>Sat, 01 Nov 2008 15:54:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nuno Fernandes</dc:creator>
<guid>http://webtelevisao.wordpress.com/2008/11/01/ue-tv/</guid>
<description><![CDATA[ É lançada hoje a webtelevisão UÉ TV, da Universidade de Évora, no dia em que a universidade co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" title="UÉ TV logo" src="http://www.ueline.uevora.pt/imagedownload.asp?schema=962D804B-6BEA-42B5-98BF-8BF427E61D5E&#38;channel=CDD0769E-53B2-49AE-B12A-92E0564DCBBC&#38;content_id=3B2BC4B1-91C3-4A4C-B555-C9D43053E863&#38;field=img_file&#38;lang=pt&#38;ver=1" alt="" width="102" height="50" /> É lançada hoje a webtelevisão <a href="http://www.mediabase.tv/player/newbox.htm" target="_blank">UÉ TV</a>, da Universidade de Évora, no dia em que a universidade comemora os 450 anos. Um dos objectivos deste canal é a divulgação de conteúdos científicos, culturais e académicos.</p>
<p>Notas: Para aceder ao canal UÉ TV existem duas opções; uma através do sítio da <a href="http://newbox.tv" target="_blank">Newbox</a> (local de alojamento da webtelevisão), a segunda através do sítio da <a href="http://www.uevora.pt/" target="_blank">Universidade de Évora</a>.<br />
Qualquer uma das opções parecem-me estranhas, devido à inexistência de um link específico para a UÉ TV (ex: www.uetv.uevora.pt). De referir que no sítio da Universidade não encontrei, na página principal, nenhum link para a UÉ TV.  Através do motor de busca do sítio esta é a <a href="http://www.uevora.pt/index.php?module=universidade&#38;action=dia" target="_blank">excepção/referência</a>.<br />
já no sítio da Newbox, a emissão é iniciada com publicidade à Newbox e só posteriormente se segue um vídeo de apresentação da UÉ TV. É também possível aceder a outros conteúdos extra UÉ TV.</p>
<p style="text-align:right;">+notícia: <a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=18&#38;id_news=356848&#38;page=0" target="_blank">Diário Digital/Lusa</a><br />
+notícia: <a href="http://www.ueline.uevora.pt/newsDetail.asp?channelId=C6A8744C-AA7B-4958-B6C4-FEF21E66DB6F&#38;contentId=EC3CCA65-3A6F-4BC9-ADC1-BED5A2D28D4E" target="_blank">UÉ Line</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O episódio da «Passagem de Alcaraviça» - 2ª parte]]></title>
<link>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2008/10/24/o-episodio-da-%c2%abpassagem-de-alcaravica%c2%bb-2%c2%aa-parte/</link>
<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 18:53:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jorge P. de Freitas</dc:creator>
<guid>http://guerradarestauracao.wordpress.com/2008/10/24/o-episodio-da-%c2%abpassagem-de-alcaravica%c2%bb-2%c2%aa-parte/</guid>
<description><![CDATA[
Conclui-se hoje o interessante artigo artigo do Sr. Santos Manoel, cuja publicação foi iniciada n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://guerradarestauracao.files.wordpress.com/2008/10/inf-callot.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-433" title="inf-callot" src="http://guerradarestauracao.wordpress.com/files/2008/10/inf-callot.jpg" alt="" width="500" height="204" /></a></p>
<p>Conclui-se hoje o interessante artigo artigo do Sr. <strong>Santos Manoel</strong>, cuja publicação foi iniciada no último <em>post</em>. Renovo aqui o meus agradecimentos pela permissão concedida pelo Autor para a publicação desta peça de investigação.</p>
<p><!--[if gte mso 9]&#62; Normal   0   21                         MicrosoftInternetExplorer4 &#60;![endif]--><!--  --><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman";} --> <!--[endif]--></p>
<p><strong>Os documentos</strong></p>
<p>Como já foi dito atrás, as notícias de Cádis somadas à movimentação e entradas de Legañes, das quais a de Alcaraviça foi de particular gravidade, fizeram Rei e Conselho pensarem no pior, e o pior era a invasão estar iminente. D João decreta que a Rainha ficaria em Lisboa e passaria a despachar na sua ausência, enquanto ele passaria a Aldeia Galega do Ribatejo (o antigo nome do Montijo), uma posição bem estudada, suficientemente próxima de Lisboa mas dando-lhe campo aberto para começar de imediato a movimentar-se no interior do país caso a invasão começasse.</p>
<p>O trajecto de D João IV durante as operações nesse último trimestre de 1645, tendo por base os locais de emissão das suas cartas e Decretos, foi aproximadamente o seguinte:</p>
<p>- em 20 de Outubro ainda estava em Lisboa;</p>
<p>- a 27 atravessa o Tejo e parte para Aldeia Galega onde permanece pelo menos até 10 de Novembro;</p>
<p>- a 19 já escreve de Montemor-o-novo onde permanece pelo menos até 7 de Dezembro;</p>
<p>- em 11 já está em Setúbal inspeccionando arranjos de defesa;</p>
<p>- em 30 estava de regresso a Lisboa.</p>
<p>Quando passa o Tejo a 27 de Outubro, o episódio de Alcaraviça ainda não se teria dado, nem saberia nada das operações de Legañes em Olivença e da tomada da ponte uma vez que estavam a dar-se precisamente nesse dia. Nessa mesma data, quando escreve a Martim Afonso de Melo fá-lo como um alerta porque, segundo as informações de que podia dispor até esse dia, o inimigo depois de ter chegado a Badajoz inesperadamente parou, não avançou mais. Esse facto continha para D João, e na sua própria expressão, ‘algum mistério&#8217;, parecia ser um indício sério de que Legañes apenas fazia um compasso de espera para se retemperar enquanto a armada não se deslocasse. Estaria em marcha a mais ou menos esperada invasão do reino, qualquer coisa parecida com o que se deu em 1580: por terra, pelo Alentejo até Lisboa; por mar, a armada que estava em Puerto Santa Maria e Cádis - cujas manobras e exercícios já lhe tinham sido notificadas, como prova uma carta sua à vereação da Câmara de Lisboa de três dias depois, 30 de Outubro - avançando até à barra do Tejo. Aldeia Galega era um bom local para se aquartelar em caso de uma súbita ocupação naval de Lisboa, contra o quê pouco se podia fazer. A resistência, a confirmar-se o ataque, dar-se-ia no Alentejo.</p>
<p>Avaliando o Rei este estado de coisas, a 4 de Novembro, ainda em Aldeia Galega, escreve a Castelo Melhor aparentemente apenas por ter sido informado de um caso de má liderança de um capitão de uma praça de primeira linha. Pede-lhe que apure responsabilidades e aja em conformidade em relação ao que se passou perto de Vila Viçosa no dia 31 de Outubro, no que parece ter sido um recontro onde a absoluta falta de comando fez com que o capitão mandasse infantaria sem ao menos um cabo, pelo meio das vinhas, contra cavaleiros espanhóis que exploravam os arrabaldes em ‘Fradaga&#8217;, ‘Pexinhos&#8217; e a N. Sª da Luz. Essa operação pífia causou a morte de 15 soldados, a captura de mais alguns e a perda de gado. Mas pior que isso, revelou que havia movimentações bem no interior do nosso território, que havia falhas graves de comandantes de praças onde essas falhas não podia ocorrer, e que o facto provocou um sentimento de insegurança em Estremoz, praça que sabia que estava no caminho do invasor para a capital. D João queria simultaneamente sondar o que realmente se estaria a passar na fronteira, que Castelo Melhor fizesse alguma coisa em relação aos comandos e que isso tivesse um efeito benéfico no moral de Estremoz. Nessa carta D João dá o primeiro sinal de foi informado de Alcaraviça: fala de <em>outra</em> <em>desordem</em> de que também foi informado.</p>
<p>A <em>outra</em> desordem é seguramente o desastre da passagem de Alcaraviça, muito pior e mais grave, mas difícil para nós de saber se foi anterior ou posterior ao de Vila Viçosa. Por isso situarmo-lo vagamente na semana entre 27 de Outubro, dia do ataque à ponte e forte de Olivença, e cerca de dois a três dias antes de D João ter escrito a carta de dia 4 de Novembro, tempo mínimo para que a notícia chegasse a Aldeia Galega.</p>
<p>No mesmo dia 4, quando pelos vistos já sabendo da dimensão do que se passou nas Vendas de Alcaraviça, faz Conselho de Estado onde decide e envia ordem a 8 para Pedro Vieira da Silva mandar duas pessoas de qualidade às localidades de onde eram os soldados. A missão era apoiar com ânimo e consolo, mas também com dinheiro as famílias dos que faleceram e foram capturados, bem como com cirurgiões os feridos que necessitassem de cuidados. Ficamos assim a saber que a tropa da Ordenança da Comarca de Évora destroçada pelos espanhóis, contava com um bom número de filhos de Évora, mas também de outra localidade importante a seguir a Estremoz no caminho para Lisboa: da Vila de Arraiolos. Ficamos a saber também que se houve feridos a precisar ser tratados, houve quem escapasse ao massacre. Um deles não foi infelizmente Francisco Gomes de Araújo. Filho de João Gomes de Araújo e de Catarina Jorge de Sousa (ela de Alcácer do Sal), Francisco era um alferes de Évora que morreu no comando de uma companhia ‘na rota de Alcaraviça&#8217;, abraçado à bandeira nacional. O alferes e o episódio da sua morte são citados nos ‘Sanches de Vila Viçosa&#8217;, que se deu sem margem para dúvidas no episódio de que trata nesta memória.</p>
<p>No dia 10 de Novembro, dois dias após a carta que ordena a transmissão dos sentimentos reais e as ajudas materiais às vítimas e famílias, D João escreve aos juízes, procuradores e vereadores da Câmara de Arraiolos. Alude a uma carta que estes lhe tinham escrito no dia 4 falando do sofrimento que por ali corria pelo que já sabiam ter acontecido à sua gente em Alcaraviça. Esta carta traz um elemento de confirmação dos relatos históricos: o corpo de infantaria era de facto um reforço enviado de Estremoz para Elvas. Assim, acentua-se a impressão de que o corpo de infantaria seguia pela estrada em rota batida e pode ter sido simplesmente emboscado pelo corpo a cavalo espanhol, não tendo tido tempo de se defender ou fortificar-se numa tapada como rezam os cronistas.</p>
<p>Quase um mês depois, a 7 de Dezembro, já em Montemor-o-novo, feitas as diligências junto das famílias e recebendo D João o retorno de informações que entretanto foram colhidas, escreve a Castelo Melhor enviando-lhe petições de familiares dos cativos na refrega e pede-lhe que tente obter as suas libertações pelos meios mais convenientes. As peticionárias que solicitavam prisioneiros espanhóis para troca e eram: D Juliana de Salgado, mulher do Capitão Manuel da Cunha, Antónia de Azevedo, mulher do Alferes Sebastião Rodrigues Francisco e Paula Rodrigues, de Domingos Fernandes, trabalhador. A referência ao estatuto social do preso seria relevante para a escolha dos prisioneiros a trocar.</p>
<p>A 11, D João já está em Setúbal e a 30 de Dezembro de 1645 em Lisboa. Não se encontram mais referências ao caso até 11 de Janeiro de 46. Ignora-se que fim teve a diligência para a troca de presos, mas nessa última data são remetidos ao Dr. João Pinheiro uma carta de Castelo Melhor e outra do Auditor Geral do Exército a acompanhar o dossier da investigação que se fez ao procedimento do Sargento-mor João da Fonseca Barreto ‘quando a gente de Évora e Arraiolos foi morta e aprisionada em Alcaraviça&#8217;. O Rei pede que lhe seja enviado o processo para que se formule (ou não, presumo) uma acusação e que se leve a Conselho para se sentenciar.</p>
<p>Ignora-se o teor da relação apresentada, o que se sentenciou sobre o caso e o que se passou a seguir relacionado com ele. Ignora-se mesmo de João da Fonseca Barreto pereceu com os seus ou se sobreviveu. A documentação tem os seus limites. O investigador amador também.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Este episódio de guerra, triste sem dúvida pelas vítimas a lamentar como em todos os episódios de qualquer guerra, se à partida mais utilidade não teria senão permitir que D João regozijasse <em>per opositum </em>com a notícia do feito dos 16 da Atalaia da Terrinha, serviu pelo menos para que o Rei mandasse Joane Mendes de Vasconcelos como Mestre de Campo General para Estremoz, onde segundo os documentos do Conselho chegou de facto a 14 de Novembro. As suas atribuições já previamente definidas tiveram uma adição explícita: receber, treinar e exercitar as levas novas de tropas e conduzi-las a Elvas em segurança. Não se podia repetir o que, certa ou erradamente, ficou na memória da época como um exemplo evitável e absolutamente dispensável de imprudência suicida, explicada pelos dois cronistas por outro problema crónico a somar à escassez de abastecimentos: a inexperiência ou falta de preparação dos comandos.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Imagem</span>: Infantaria do período da Guerra dos 30 Anos (1618-1648). Gravura de Jacques Callot.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Interacção 2008]]></title>
<link>http://ubiquos.wordpress.com/2008/10/20/interaccao-2008/</link>
<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 13:58:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>ruijose</dc:creator>
<guid>http://ubiquos.wordpress.com/2008/10/20/interaccao-2008/</guid>
<description><![CDATA[De regresso da Interacção 2008 em Évora!
As conferências Interacção realizem-se de dois em doi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal"><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0     false false false  EN-US X-NONE X-NONE                            &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;                                                                                                                                            &#60;![endif]--><span lang="PT">De regresso da <a href="http://interaccao2008.xdi.uevora.pt/" target="_blank">Interacção 2008</a> em Évora</span>!</p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT">As conferências Interacção realizem-se de dois em dois anos e têm sido um ponto de encontro da comunidade HCI em Portugal. Na verdade esta é uma comunidade muito diversa que abrange pessoas que trabalham em áreas como a usabilidade, a computação gráfica, a arte digital, ou a modelação de interfaces. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT">Este ano a conferência teve dois keynote speakers. Infelizmente perdemos a apresentação do Professor <span> </span>Golan Levin, da Carnegie Mellon University. Digo infelizmente porque todas as pessoas com quem falei me disseram maravilhas dessa palestra. A outra palestra foi pelo Professor António Câmara, da Universidade Nova de Lisboa e da Ydreams. A sua apresentação descreveu diversos sistemas que tiram proveito daquilo que ele designa de interfaces de 3 metros. Nada de muito novo neste aspecto, uma vez que essa é talvez a faceta mais conhecida da YDreams. Houve no entanto um outro aspecto interessante dessa apresentação e que foi a referência a superfícies reactivas que permitam embeber comportamento em tecidos, papeis, mobílias ou paredes. A YDreams tem vindo a colaborar com equipas multi-disciplinares na Universidade Nova de Lisboa e parece estar fortemente apostada em investir nessa área no sentido de desenvolver essas tecnologias e transformá-las em produtos.</span><a href="http://ubiquos.files.wordpress.com/2008/10/dsc05038.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-19" title="O Sérgio Oliveira durante a sua apresentação" src="http://ubiquos.wordpress.com/files/2008/10/dsc05038.jpg?w=300" alt="" width="268" height="201" /></a></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT">Quanto ao nosso grupo esteve presente com duas apresentações. O Sérgio Oliveira, que recentemente terminou o seu Mestrado em Sistemas Móveis, esteve a apresentar os resultados da sua dissertação sobre a adopção de códigos visuais 2D. O potencial destes códigos como links entre o mundo físico e serviços digitais é enorme e sem dúvida que no futuro breve eles estarão em todo lado. Isso já sucede no Japão por exemplo, mas por cá e por enquanto há ainda muitas barreiras. Essas barreiras poderão começar a ser rapidamente ultrapassadas se os fabricantes apostarem na normalização e na disponibilização de raiz de leitores de códigos, mas por enquanto ainda é difícil conseguir isso.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT">O Nuno Otero apresentou alguns dos resultados do sistema instant places e em particular do protótipo que esteve em funcionamento durante cerca de 3 meses no bar da Escola de Engenharia em Azurém. A colocação desse sistema num ambiente real em que qualquer pessoa podia utilizar foi muito interessante do ponto de vista de análise de emergência de novas práticas sociais associadas à tecnologia. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT">Estas conferências nacionais são sempre conferências relativamente pequenas em que quase toda a gente se conhece e aproveita para coordenar algumas actividades que têm em conjunto. Exemplo disso foi a reunião do Grupo Português de Computação Gráfica. Dessa reunião saiu uma nova Direcção do grupo, que será agora dirigido pelo nosso colega Adérito Marcos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT">A próxima Interacção está prevista 2010, estando por confirmar a realização em Aveiro.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Blog Action Day - Combater a pobreza]]></title>
<link>http://abitpixel.wordpress.com/2008/10/15/blog-action-day-combater-a-pobreza/</link>
<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 20:40:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joao Henriques</dc:creator>
<guid>http://abitpixel.wordpress.com/2008/10/15/blog-action-day-combater-a-pobreza/</guid>
<description><![CDATA[
Nalguma webesfera, hoje foi dia de discutir a pobreza, ver Blog Action Day para mais informação. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://abitpixel.files.wordpress.com/2008/10/22_001.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-146" title="22_001" src="http://abitpixel.wordpress.com/files/2008/10/22_001.jpg" alt="©1990joaohenriques, Évora, " height="498" width="648"></a></p>
<p>Nalguma webesfera, hoje foi dia de discutir a pobreza, ver <a href="http://blogactionday.org/" target="_blank">Blog Action Day</a> para mais informação. Alguns sustentam que se deve dar dinheiro, outros educação, tudo isso nas mais diferentes nuances, cada cabeça sua sentença. Por mim, pobreza material tem um oposto, a ganância, consuetudinada na avareza, também ela uma forma de pobreza, porque quem é verdadeiramente rico, gera abundância para si e para todos. Para se atingir um equílibrio, erradicar uma parte significaria eliminar a outra, pelo que agir apenas do lado dos pobres, é afectar uma só parte da equação, em que uns tem pouco, porque poucos tem muito.</p>
<p>Num ensaio bastante interessante sobre a partilha de poder dentro dum empresa multinacional, verificou-se que a partilha do mesmo aumentava a rentabilidade das sucursais que aderiram em 40 a 60% em relação às que não faziam parte do projecto, mas apesar disso, o processo nunca foi avante. Porquê? Os administradores/accionistas queriam deter o poder. Enquanto a bola estiver apenas do lado dos pobres, ou seja, sem a boa vontade dos que podem influenciar o curso das coisas, pouco há a fazer, esperemos que esta crise possa trazer uma visão mais solidária do mundo, a todos os que até agora viveram fechados para ele.</p>
<p>Num visão mais microscópica, a grande maioria de nós é pobre mesmo sem o saber, pobre de espírito, emocional e intelectualmente, perpetuando essa condição, mesmo nas melhores condições para a superar. O roteiro de mudança é interior, passa pela tríade do que diariamente se pensa, se diz, se faz. Alguém que afirma/pensa/age como se o dinheiro fosse a raíz de todos os males, está apenas a demonstrar a sua incompetência e desconhecimento sobre como lidar com um dos aspectos materiais da vida&#8230; Mentalidade de pobre, talvez mais difícil de erradicar que a própria pobreza.</p>
<p>Nota sobre a fotografia: Miúdos a brincar num playground de um bairro de Évora. Se atentarem, verão 2 condições sociais distintas, claramente separadas na fotografia. Nesse dia embora brincassem no mesmo local, não brincavam juntos, a disposição dos elementos foi deles, não minha.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As primeiras]]></title>
<link>http://abitpixel.wordpress.com/2008/10/14/as-primeiras/</link>
<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 13:15:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joao Henriques</dc:creator>
<guid>http://abitpixel.wordpress.com/2008/10/14/as-primeiras/</guid>
<description><![CDATA[
Depois do post de ontem sobre Évora, fui rebuscar umas velharias saídas dos primeiros 10 ou 20 ro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-113" src="http://abitpixel.wordpress.com/files/2008/10/homem9_001copy.jpg" alt="©1990, Évora_Praça Giraldo_Senhora dos Jornais" width="601" height="442" /></p>
<p>Depois do post de ontem sobre Évora, fui rebuscar umas velharias saídas dos primeiros 10 ou 20 rolos que disparei. A minha primeira máquina foi uma Canon AE-1, que comprei com 2 lentes e mais uns acessórios por 50 contos, com o meu primeiro salário de 56 contos. Nesse mês cheguei a casa e vai de pedir um &#8220;empréstimo&#8221; à minha mãe a qual espantada perguntou, mas já não ganhas o teu ordenado, respondi orgulhoso tirando do saco, está aqui o meu ordenado todo. E aí fui eu armado em fotógrafo, sonhando com a Magnum, o Cartier-Bresson, o Capa, o Erwitt e outros tantos&#8230;</p>
<div id="attachment_114" class="wp-caption aligncenter" style="width: 659px"><a href="http://abitpixel.wordpress.com/files/2008/10/1_001.jpg"><img class="size-large wp-image-114" title="1_001" src="http://abitpixel.wordpress.com/files/2008/10/1_001.jpg?w=655" alt="©1990, Évora_Praça Giraldo_Miúdos" width="649" height="464" /></a><p class="wp-caption-text">©1990, Évora_Praça Giraldo_Miúdos</p></div>
<p>Estas três primeiras foram ambas tiradas no 25 de Abril de 90, os miúdos brincando no palanque das comemorações que entretanto já tinham acabado, a outra de uma senhora que vendia jornais pela rua, mas que já andava muita encurvada pelo peso dos anos que até metia dó vê-la ainda a ganhar a jorna, carregando as notícias frescas na sacola ao ombro.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://abitpixel.wordpress.com/files/2008/10/homem7_001copy.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-112" title="homem7_001copy" src="http://abitpixel.wordpress.com/files/2008/10/homem7_001copy.jpg" alt="©1990, Evora_Arcadas_Cego" width="450" height="600" /></a></p>
<p>Esta tem um história para contar, estive encostado uns bons 20 minutos esperando apanhar a arcada limpa de gente, uma vez que era feriado e o povo passeava pela rua, apesar da chuva. Aí estava eu a praticar a paciência, apanho uma aberta de passeantes, foco, disparo, passados días revelo, espreito as provas de contacto e não é que vejo uma figura a espreitar detrás do homem, diabos me levem se dei por ela ao fotografar.</p>
<p><a href="http://abitpixel.wordpress.com/files/2008/10/cigano5_001.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-111" title="cigano5_001" src="http://abitpixel.wordpress.com/files/2008/10/cigano5_001.jpg" alt="©1990, Reguengos de Monsaraz, familia de ciganos" /></a></p>
<p>Estas são de uma família cigana que vivia para os lados da praça de touros de Reguengos de Monsaraz, um dia por lá me aventurei a fotografar sendo abordado por 2 pequenos, passados minutos já fotografava o acampamento todo, as famílias, com a devida algazarra do costume, se queria comprar umas calças, etc, ainda o melhor estava para vir, entro numa barraca com uma velhota já cega que grita pra mim &#8220;aí o mê sobrinho voltou&#8221; e assim que diz aquilo desata o mulherio numa gritaria pegada, que era eu que tinha ido para o Porto à tantos anos e que nunca mais tinha voltado, enfim uma história mirabolante da qual lá me desenvencilhei como pude. Por lá fiquei conversando e fotografando até ao final da tarde, ora me queriam comprar o carro, se sabia de alguém que quisesse comprar uma mula, de tudo se falou, na altura da refeição ainda tentei tirar umas fotos mas fui severamente reprimido pelo chefe, à refeição nunca, disse. Feitas as despedidas, ficou prometido que voltaria daí a dias com as fotos, chegado a casa pousei a máquina e alguém se lembra de ver se tem rolo dentro (só tinha feito um rolo, fotografar à pobre), aflito acudi mas já o negativo tinha ficado quase todo queimado, ainda revelei mas só se aproveitavam meia dúzia e algumas delas parcialmente queimadas, perdi a coragem de os enfrentar e de propôr novos retratos e nunca voltei, hoje com pena minha e certamente deles também, que quantas pragas não terão rogado ao fotógrafo aldrabão.</p>
<div id="attachment_121" class="wp-caption aligncenter" style="width: 570px"><a href="http://abitpixel.files.wordpress.com/2008/10/cigano2_001.jpg"><img class="size-full wp-image-121" title="cigano2_001" src="http://abitpixel.wordpress.com/files/2008/10/cigano2_001.jpg" alt="©1990, Reguengos de Monsaraz, familia de ciganos" width="560" height="681" /></a><p class="wp-caption-text">©1990, Reguengos de Monsaraz, família de ciganos</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[#2 ... no país da fotografia]]></title>
<link>http://abitpixel.wordpress.com/2008/10/13/2-visitas-ao-pais-da-fotografia/</link>
<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 20:38:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joao Henriques</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uma pequena excursão à Planície Alentejana permitiu matar saudades da minha Évora e apanhando ma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Uma pequena excursão à Planície Alentejana permitiu matar saudades da minha Évora e apanhando mais duas flores com uma só ramada de mão, visitei a retrospectiva de carreira &#8220;<em><strong>Antologia Experimental</strong></em>&#8221; do fotógrafo José Manuel Rodrigues, patrocinada pela Fundação Eugénio de Almeida e exposta no Palácio da Inquisição, onde também eu fui &#8220;inquirido&#8221; pela última vez a fim de terminar a licenciatura, para a ignominiosa cadeira de Economia Regional, espaço agora airosamente dedicado ás inquisições artísticas, visita após a qual se deu 3 passinhos á direita e onde se entrou para a exposição colectiva &#8220;<em><strong>Café Portugal</strong></em>&#8220;, no fórum daquela fundação.</p>
<p>Uma visita a Évora é sempre um momento de grande alegria pela memória dos tempos de estudante que por lá passei em meados dos 80 e ainda adentro dos 90, nunca deixei de voltar regularmente, para olhar a indolente mole humana que vai pululando pela Praça do Giraldo, para escutar a deliciosa pronúncia, pela luz que parece entrar por uma qualquer porta da muralha, pela paisagem urbana, angular, caiada, granítica, infelizmente agora recortada por uma série de horrendos &#8220;vasinhos de flores&#8221;, labor de algum esteta preocupado com a falta de verde no centro da cidade e quiçá convencido de que a mesma é a sua varanda, tendo conseguido não menor proeza que assassinar toda a estética das arcadas e da Praça do Giraldo, bem como da Praça do Município e sabe-se lá que mais, pois que não tive tempo para visitar o resto da cidade, a arquitontura paisagistica no seu máximo expoente!</p>
<div id="attachment_101" class="wp-caption aligncenter" style="width: 660px"><a href="http://abitpixel.files.wordpress.com/2008/10/20081011_evrexpojmrodrigues_014.jpg"><img class="size-full wp-image-101" title="20081011_evrexpojmrodrigues_014" src="http://abitpixel.wordpress.com/files/2008/10/20081011_evrexpojmrodrigues_014.jpg" alt="©2008jose manuel rodrigues - foto da Série Solo a Solo" width="650" height="448" /></a><p class="wp-caption-text">foto da Série Solo a Solo</p></div>
<p>Mas vamos à &#8220;<em><strong>Antologia Experimental</strong></em>&#8221; exposição individual do fotógrafo <strong>José Manuel Rodrigues</strong>, nascido em Évora e por lá de novo após alguns anos na diáspora, do folheto pode-se ler &#8220;<em>Este projecto expositivo, de carácter antológico, é estruturado em torno da série recente Solo a Solo (2005-06), e explora cruzamentos múltiplos entre fotografias das últimas duas décadas e o trabalho performativo e experimentalista realizado sobretudo na década de 1980, período em que José M. Rodrigues, então a residir na Holanda, manteve estreitas ligações com os movimentos artísticos de vanguarda do centro da Europa. Apresentam-se, em 12 núcleos expositivos, algumas das fotografias mais marcantes do autor, e um conjunto de obras/instalações, filmes experimentais, peças tridimensionais e séries fotográficas – inéditas ou raramente vistas em Portugal. Entre as obras inéditas destacam-se um filme dedicado a Ernesto de Sousa, <strong>Enciclopédia Universal </strong>(1984 - 2008) e dois projectos de 2007 criados para esta exposição, e <strong>Lugar </strong>e </em><em><strong>Lucefece</strong>.  A exposição é de uma produção própria da Fundação Eugénio de Almeida com a colaboração do artista, que procura tirar partido da excepcional localização do Palácio da Inquisição, um edifício do século XVII situado no principal núcleo monumental do centro histórico da cidade de Évora, fronteiro ao Templo Romano e virado à Catedral.</em>&#8220;</p>
<p><span class="texto_normal">Conhecia algumas imagens do fotógrafo, já tinha visitado &#8220;<em>Solo a Solo</em>&#8221; em Sines, &#8220;Jogos proíbidos&#8221; nos silos do NorteShopping no Porto e tido a oportunidade de folhear alguns livros da sua fotografia, mas desconhecia por completo todo o resto do seu corpo de trabalho que abrange muito mais que o fotografia, mas onde a imagem se mostra quase sempre presente. Desta antologia constam inúmeros trabalhos dos anos 80, os quais assumiram claramente o risco próprio de quem experimenta e em simultâneo é influenciado pelo surrealismo, </span><span class="texto_normal">que a par de uma economia de meios, fornecem </span><span class="texto_normal">elementos que de algum modo nunca deixam de estar presentes no restante percurso do autor. Se este traço inicial do percurso parece mais vincado, mais demarcado, parecendo apontar para uma fotografia &#8220;independente&#8221; - se é que isso existe  e com isso quero apenas significar uma estética vincada pouco dado a modismos - nos trabalhos mais recentes essa tendência esbate-se um pouco (Solo a Solo), sem contudo abandonar as temáticas principais.<br />
</span></p>
<p><span class="texto_normal">Alguns desess temas são recorrentes nesta antologia, o retrato, sobretudo na exploração do rosto e do auto-retrato, os 4 elementos, mas o preponderante Terra, apresentados sobre as mais diversas formas, perspectivas e composições. Uma perspectiva rica da obra do fotógrafo, bem casada com o espaço, informativa e formativa, onde como afirma <a href="http://alexandrepomar.typepad.com/alexandre_pomar/jos_manuel_rodrigues/" target="_blank">Alexandre Pomar</a> &#8220;</span><em>se com as experiências se aprende, e esta é uma antologia experimental, aqui também se ensina a ver, ao longo de um percurso inesgotável</em>&#8220;, sendo o potencial lúdico e didático desta exposição enorme, como me deliciei com uma bailarina (real) que durante largos minutos dançou sua sombra na projecção de um dos filmes - <em>Lucefece</em> - ou quando abri uma instalação caixinha-supresa de fotos. Uma beleza esta antologia, em todo o caso não comparável ao magnifíco bolo de laranja com que se fechou a tarde na cafeteria do fórum, mas o estomago também não desdenha de arte.</p>
<p>Em seguida rumou-se ao &#8220;<em>Café Portugal</em>&#8220;, exposição de arte contemporânea portuguesa itinerando agora no Fórum Eugénio de Almeida, criada a pretexto de uma visita do actual Presidente da República à Rep Eslovaca e que assenta no conceito de identidade, pertença a um país, a um património comum. No mínimo curiosa esta &#8220;integração&#8221; portuguesa na identidade europeia através dessa tipologia social, cultural e patrimonial, que é o café, citando George Steiner &#8220;<em>desenhe-se o mapa das cafeterias e obter-se-á um dos marcadores essenciais da &#8220;ideia de Europa</em>&#8220;.</p>
<p>A alguns eborenses o título desta exposição trará certamente o reavivar de algumas memórias, pois existiu um Café Portugal em Évora - hoje totalmente travestido numa desenxabida multinacional de roupa - que concorria com esse outro café &#8220;à antiga&#8221;, o Café Arcada, na Praça do Giraldo. Em ambos ainda por lá assisti a uns encontros de jazz lá pelos 80 e tais, mas a fumarada era tão espessa que já não relembro os tocadores, fecharam ambos pouco depois, tendo o Arcada felizmente sido reaberto já neste século e até agora sobrevivendo. O Café Portugal era lembrado pelos locais com mais carinho que o Arcada, quiçá por ser mais popular &#8220;frequentado por eborenses e pela malta do reviralho&#8221;, e acrescento eu, pelo facto de ladear com a sede do Partido Comunista mesmo a 2 passos no largo de Camões, dado que à época ainda Évora vestia de vermelho, estando o Arcada reservado à burguesia, às senhoras finas esposas dos alemães da Siemens, aos domingos ao som de orquestra.</p>
<p>Nestoutro &#8220;<em>Café Portugal</em>&#8221; alguma fotografia se abriga nesta &#8220;encomenda&#8221; da mais alta patente nacional, <strong>Paulo Catrica</strong> com 6 fotos sobre o Teatro S Carlos, ou um ensaio de como a fotografia pode ser uma coisa aborrecida de se ver e relembro como ao contrário, a &#8220;estética do documental&#8221; pode ser de uma extraordinária beleza, através das fotos de lugares do Porto de Inês d&#8217;Orey, obra essa não presente nesta exposição. Um trabalho de <strong>José Luis Neto</strong> - prémio BESphoto 2006 - plasticamente desinteressante, mas com uma carga tremenda de polaridade, ironia, sugestão, pois à encomenda para fotografar os 21 monumentos portugueses candidatos às 7 maravilhas, contrapõe uma obra miniaturizada que exige um esforço de atenção e visão impar, trabalho que &#8220;reflecte sobre a memória, a sua subjectividade e o seu processo de construção&#8221;. Uma foto de <strong>Manuel Botelho</strong> intitulada <em>Ração de Combate</em>, cuja ideia de identidade é representada pela abordagem de uma vivência de guerra, onde se entrevê um fantástico postal deixado no chão onde se pode ler sobre a bandeira portuguesa &#8220;LUTAMOS PELA PAZ&#8221;. Todos estes registos fotográficos bastante interessante a nível conceptual, mas cuja forma plástica em todos os casos é desgraçadamente feia ou assim assim, embora técnicamente irrepreensível, apontando talvez para a idéia de que o conteúdo supera a forma, mas não poderia a moça ser bonita e inteligente ao mesmo tempo&#8230;?</p>
<p>Rematando esta &#8220;conversa de café&#8221;, uma passagem sobre as escolhas para esta exposição entregues a <strong>Filipa Oliveira</strong>, algumas delas rebuscadas no sentido da mais imediata apreensão acerca da ideia de identidade nacional - casos dos extraordinários desenhos de Rui Moreira, em que a alusão aos caretos do Norte a história bíblica de José e Maria é algo obscura, reflectindo a itinerância dos portugueses- mas abrangendo um leque de obras que pontificam de imediato sobre essa ideia, o retrato de Amália, o barco de pesca feito de azulejos, o catolicismo (sem Fátima&#8230;), a alusão à ditadura e à guerra colonial (mas a não à integração dos retornados e imigrantes na formação dessa mesma identidade), a tauromaquia, num conjunto de artistas que parece talhado pela preocupação crítica sobre a sociedade. Ainda assim há espaço à arte pela arte, com a escolha da fotografia de um icone da cultura de elites - Teatro S Carlos - mas se houve algo em que nunca os portugueses foram pródigos foi na produção de formas de cultura de elite, pelo que se despercebe esta escolha, ao invés abrindo mais sentido ao vazio da ausência de uma obra sobre o desporto como grande fenómeno de identidade nacional em que justamente &#8220;a nação&#8221; se projecta, ou dito de modo curto, nem uma obra sobre as bandeirinhas de Scolari na janela? Já sabíamos que o sr Presidente não vai muito á bola, mas tanto também não. Como em tudo, há que fazer escolhas e a curadora fê-las certamente levando em linha de conta não só o patrono como o carácter da exposição e não serão alguns reparos que a tornam menos meritória, enfim, uma boa viagem à planície.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Arash AF10]]></title>
<link>http://blufaction.wordpress.com/2008/10/13/arash-af10/</link>
<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 01:54:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>blufaction</dc:creator>
<guid>http://blufaction.wordpress.com/2008/10/13/arash-af10/</guid>
<description><![CDATA[What&#8217;s with Arash Farboud and wannabe supercars? After selling his previous company, Farboud, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>What&#8217;s with Arash Farboud and wannabe supercars? After selling his previous company, Farboud, he has started another one..Arash.How original..</p>
<p>His newest concept isn&#8217;t so bad, but I can&#8217;t say it&#8217;s good until there is a prototype of the car built. It will apparently be powered by a Corvette LS motor out of the current Z06 and covered by a carbon fiber body.Curb weight is projected at 2600lbs. Lots of independant exotic car manufacturers use Corvette motors, so it&#8217;s no suprise this is powered by one. The car&#8217;s design is essentially ripped off the Enzo.  Just about none of the the design elements are original, Enzo body, Lotus headlights, Porsche indicators. Arash, you&#8217;re not fooling anyone. I&#8217;ll respect this guy and his companies when he can build a car from scratch, instead of mooching off others. Then again, it&#8217;s not nearly as bad as the Frem F1, a Lebanese &#8220;supercar&#8221; powered by a Volkswagen 2.0L motor, which claims an <em>intense</em> top speed of 124mph. If that&#8217;s a supercar, then your mother&#8217;s Camry is a hardcore race car.( <a href="http://www.nextautos.com/future-watch-lebanon%E2%80%99s-first-supercar-the-frem-f1?gid=11269&#38;nid=28346#gallery-11269">Frem F1</a> )</p>
<p><a href="http://blufaction.wordpress.com/files/2008/10/arash-front_final6.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-143" title="arash-front_final6" src="http://blufaction.wordpress.com/files/2008/10/arash-front_final6.jpg?w=300" alt="" width="300" height="236" /></a><a href="http://blufaction.wordpress.com/files/2008/10/arash-rear_final6.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-144" title="arash-rear_final6" src="http://blufaction.wordpress.com/files/2008/10/arash-rear_final6.jpg?w=300" alt="" width="300" height="204" /></a></p>
<div id="attachment_145" class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><a href="http://blufaction.wordpress.com/files/2008/10/aaa.jpg"><img class="size-full wp-image-145" title="aaa" src="http://blufaction.wordpress.com/files/2008/10/aaa.jpg" alt="Here's a photo of the rear of the AF10..errr, Enzo for reference." width="450" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">Here&#39;s a photo of the rear of the AF10..err, Enzo, for reference.</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lotus Evora in <i>Gran Turismo 5 Prologue</i>]]></title>
<link>http://taediumedaxrerum.wordpress.com/2008/10/09/lotus-evora-in-gran-turismo-5-prologue/</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 06:00:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Doug</dc:creator>
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<description><![CDATA[As a fan of the Lotus Elise, I have been keeping an eye on Lotus&#8217; newest car, the Evora, which]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>As a fan of the Lotus Elise, I have been keeping an eye on Lotus&#8217; newest car, the Evora, which they plan to start selling in summer of &#8216;09.  The Evora is bigger than the Elise (2.575 m/101 in wheelbase compared to the Elise&#8217;s 2.3 m/91 in), and smooths out the curvilinear look that made me fall in love with the Elise, but Lotus expects the Evora to outperform the Elise (although I haven&#8217;t found any confirmation of its performance).</p>
<p>The Evora is available in <em>Gran Turismo 5 Prologue</em> (a game I need to buy).</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/5xf38UhWVtw&#038;rel=1&#038;fs=1' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/5xf38UhWVtw&#038;rel=1&#038;fs=1' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Download do ebook "Quero Voar!"]]></title>
<link>http://querovoar2008.wordpress.com/2008/10/01/download-do-ebook/</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 17:00:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>ricnsilva</dc:creator>
<guid>http://querovoar2008.wordpress.com/2008/10/01/download-do-ebook/</guid>
<description><![CDATA[
“20 e tal capítulos de puro suspense e adrenalina&#8230;” (ou talvez não)
Sem aditivos nem co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-65 aligncenter" title="Quero Voar!" src="http://querovoar2008.wordpress.com/files/2008/10/capa_lettering_v2.jpg" alt="Quero Voar!" width="400" height="86" /></p>
<blockquote><p><em>“20 e tal capítulos de puro suspense e adrenalina&#8230;” (ou talvez não)<br />
Sem aditivos nem corantes artificiais.</em></p></blockquote>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong><br />
&#8220;Quero Voar!&#8221;</strong>®</span> é um pequeno conto, auto-biográfico e bem-humorado, sobre um tipo normal com uma &#8220;vida simples&#8221; que tem um momento de inspiração e decide fazer algo de&#8230; anormal.</p>
<p>Relata a <strong>verdadeira </strong>história, e os bastidores, de um <span style="color:#ff6600;"><strong>salto tandem a 4.200 metros</strong></span> pelos olhos de alguém que não gosta (muito) de se aventurar no desconhecido.</p>
<p>A narrativa de ritmo intenso é um <em>mix </em>enérgico de factos e disparates <strong>reais</strong>, com momentos mágicos à <em>Harry Potter</em> e reflexões profundas à <em>Adrian Mole</em>.<br />
Repleto de acutilantes comentários auto-críticos, lê-se num fósforo.</p>
<p>Os factos:</p>
<ul>
<li><strong>Data:</strong> 14 de Setembro de 2008</li>
<li><em><strong>“Dropzone”:</strong></em> Aeródromo de Évora</li>
<li><strong>Catalisadores:</strong> A Vida é Bela <em>feat.</em> Skydive Portugal</li>
<li><strong>O Herói:</strong> João “Zebra” Ferreira</li>
<li><strong>O Cromo:</strong> Ricardo Silva</li>
</ul>
<p><span style="color:#000000;"><strong><em>Advertência:</em></strong></span><br />
A odisseia inclui alguns pormenores menos&#8230; dignificantes. Para ser fiel à realidade. E para risota geral <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /><br />
Afinal de contas a piada está é nos detalhes.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-36 aligncenter" title="Capa, contracapa e páginas interiores do ebook 'Quero Voar!'" src="http://querovoar2008.wordpress.com/files/2008/10/blog_ilustracao_thumbnails.jpg" alt="Capa, contracapa e páginas interiores do ebook 'Quero Voar!'" width="363" /></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.scribd.com/doc/6315229/Quero-Voar">Clique aqui se quiser <em>&#8216;espreitar&#8217;</em> o conto antes de fazer o download</a></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><strong><br />
&#8220;Quero Voar!&#8221;</strong></span><span style="color:#ff6600;">®</span> é um texto original de <span style="color:#ff6600;"><strong>Ricardo Silva</strong></span>, escrito nos dias a seguir ao <em>salto tandem</em>, e assinala a estreia fulgurante do Autor no mundo das letras.</p>
<p>(<em>Uhmmm</em>, será <em>fulgurante </em>ou <em>fulminante</em>? Onde é que eu arrumei o dicionário? <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<table border="0" width="300" align="center">
<tbody>
<tr>
<td valign="absmiddle"><a href="http://www.box.net/shared/5j1okndv35"><img class="size-full wp-image-70" title="Fazer o download do conto 'Quero Voar!'" src="http://querovoar2008.wordpress.com/files/2008/10/download.jpg" alt="Fazer o download do conto 'Quero Voar!'" width="69" height="69" /></a></td>
<td valign="absmiddle">
<h1 style="text-align:center;"><span style="color:#3366ff;"><a title="Quero Voar!" href="http://www.box.net/shared/5j1okndv35" target="_blank"><span><strong>Fazer o download<br />
do &#8220;Quero Voar!&#8221;</strong></span></a></span></h1>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align:center;">Ficheiro .PDF para <a title="Download gratuito do Acrobat Reader" href="http://www.adobe.com/products/acrobat/readstep2.html">Acrobat Reader</a></p>
<p style="text-align:center;">1ª Edição ~ Rev. 86 ~ 2008.10.01 ~ 47 páginas ~ 897Kb<br />
<span style="color:#ff6600;"><strong>Dica:</strong></span> Na nova janela, clique no botão <strong>&#8220;Download&#8221;</strong></p>
<table border="0" width="300" align="center">
<tbody>
<tr>
<td valign="absmiddle"><a href="http://querovoar2008.wordpress.com/2008/10/01/download-do-ebook/#comments"><img class="size-full wp-image-71" title="Fazer comentários sobre o conto no blog" src="http://querovoar2008.wordpress.com/files/2008/10/comentar_no_blog.jpg" alt="Fazer comentários sobre o conto no blog" width="69" height="69" /></a></td>
<td valign="absmiddle">
<h1 style="text-align:center;"><strong><a href="http://querovoar2008.wordpress.com/2008/10/01/download-do-ebook/#comments">Fazer comentários<br />
no blog</a></strong></h1>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align:center;">Mas veja lá, arrisca-se a levar uma <span style="color:#ff6600;"><strong>resposta</strong></span> <a href="http://querovoar2008.wordpress.com/2008/10/01/download-do-ebook/#comments">como estas</a> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /><br />
Pode fazer os comentários anonimamente, se preferir.</p>
<table border="0" width="300" align="center">
<tbody>
<tr>
<td valign="absmiddle"><a href="mailto:Blog.QueroVoar@gmail.com"><img class="size-full wp-image-72" title="Enviar comentários sobre o conto via email" src="http://querovoar2008.wordpress.com/files/2008/10/comentar_via_email.jpg" alt="Enviar comentários sobre o conto via email" width="69" height="69" /></a></td>
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<p style="text-align:center;"><strong>Contacto do Autor:</strong><br />
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<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dia Mundial...]]></title>
<link>http://asfolhasardem.wordpress.com/2008/09/26/dia-mundial/</link>
<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 21:02:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>manuel margarido</dc:creator>
<guid>http://asfolhasardem.wordpress.com/2008/09/26/dia-mundial/</guid>
<description><![CDATA[É já no Domingo. Informa-se que dia 28 se ‘celebra’ o “Dia Mundial do Coração”. Acho bem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">É já no Domingo. <a href="http://www.jfreguesias.com/news.php?extend.959" target="_blank"><span style="color:#333399;">Informa-se que dia 28</span></a> se ‘celebra’ o “Dia Mundial do Coração”. Acho bem. Aguardo o Dia Mundial dos Rins. Espero o das Varizes. E do Cólon, tão esquecido que anda. Évora foi convidada pela <strong><span style="color:#003366;">Fundação Portuguesa de Cardiologia</span></strong> para acolher este ano as &#8216;comemorações&#8217; (ah, pérola de retórica)! E vai proporcionar mais ao povo sofredor: a “Feira da Saúde e da Actividade Física” (em cada autarca há um poeta, comprova-se). Levado pela inspiração destes auspiciosos sucessos, apetece-me propor uma alternativa metafórica ao pobre e estafado coração. O &#8216;Dia Mundial dos Sentimentos&#8217;. Os Sentimentos têm sido muito desprezados. As pessoas brincam com eles e depois queixam-se, e depois é tarde. Um ataque de ciúmes acumula plaquetas nas artérias do sangue quente. Um acesso de paixão aumenta perigosamente o colesterol emocional. Lamber um líquido pescoço amado pode levar ao suicídio, caso o episódio passe da púrpura possibilidade à negra memória. Deveria haver um Fernando Pádua dos Sentimentos. Sugiro, neste dia que virá, muito exercício físico entre frescos lençóis (Évora pode ser muito quente em Setembro). E uma ‘Feira da Saúde Sentimental’, com carrossel e tudo, <strong>que eleve os amantes a voos inesquecíveis. Nos céus do Alentejo. </strong></p>
<div id="attachment_246" class="wp-caption aligncenter" style="width: 520px"><img class="size-full wp-image-246" title="La Promenade, Marc Chagall, 1917-1918" src="http://asfolhasardem.wordpress.com/files/2008/09/chagall18.jpg" alt="Anda mori, vamos sarar a Évora..." width="510" height="548" /><p class="wp-caption-text">Anda môri, vamos sarar a Évora...</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sintonias]]></title>
<link>http://petssitingevora.wordpress.com/2008/09/11/sintonias/</link>
<pubDate>Thu, 11 Sep 2008 19:09:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>shovski</dc:creator>
<guid>http://petssitingevora.wordpress.com/2008/09/11/sintonias/</guid>
<description><![CDATA[A ideia é transformar a sua ausência de casa, num sentimento despreocupado&#8230;
Sintonizar as su]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A ideia é transformar a sua ausência de casa, num sentimento despreocupado&#8230;<br />
Sintonizar as suas necessidades com as necessidades dos seres vivos que nela habitam e pelos quais você nutre um carinho especial. A liberdade.</p>
<p>As plantas que embelezam o espaço e levam o seu olhar sonhador a repousar nelas&#8230; A beleza.</p>
<p>Os animais que aguardam ansiosamente a sua chegada e lhe oferecem aquele delicioso cumprimento como mais ninguém o faz. A fidelidade.</p>
<p>A ideia é proporcionar-lhe estas sensações de chegada, mesmo que tenha estado 15 dias fora de casa. A felicidade do retorno.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[125 milhões 'voam' de Évora para França]]></title>
<link>http://politicaportugal.wordpress.com/2008/09/07/125-milhoes-voam-de-evora-para-franca/</link>
<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 19:43:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>politicaportugal</dc:creator>
<guid>http://politicaportugal.wordpress.com/2008/09/07/125-milhoes-voam-de-evora-para-franca/</guid>
<description><![CDATA[Num volte-face ocorrido nas últimas três semanas, e que incluiu o envolvimento directo do Presiden]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" src="http://img407.imageshack.us/img407/1599/skylander32fo7.jpg" alt="" width="468" height="224" /><span style="color:#000000;">Num volte-face ocorrido nas últimas três semanas, e que incluiu o envolvimento directo do Presidente da França, Nicholas Sarkozy, a GECI decidiu construir a sua nova unidade fabril na região da Lorena, França. Há quatro anos que se preparava a instalação da fábrica em Évora. O projecto já tinha obtido o estatuto de PIN (projecto de interesse nacional).</span></p>
<p style="text-align:justify;">Em Maio de 2007, Serge Bitboul, presidente da GECI, chegou a prometer: &#8220;Estamos nos últimos acertos. Estará tudo [pronto] no Verão. Absolutamente.&#8221; Em Maio deste ano um grupo de executivos do grupo francês esteve em Évora e Bitboul explicou: &#8220;Queremos que as direcções de topo das várias empresas da GECI espalhadas pelo mundo aproveitem para conhecer o Alentejo, sentir este lugar onde vamos desenvolver um dos nossos projectos nas próximas duas décadas.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">A notícia da mudança de planos da GECI chegou a Portugal através da EspacialNews, uma newsletter portuguesa especializada em questões de inteligência económica e estratégica nas novas tecnologias e indústria espacial. A GECI anunciou a suas intenções anteontem à tarde na Bolsa de Paris após uma reunião de Serge Bitboul com o ministro francês Jean-Louis Borloo (Ecologia, da Energia, do Desenvolvimento Sustentável e do Ordenamento do Território). &#8220;Perante a oportunidade proposta pelo Estado [francês] e pela região da Lorena de instalar esta nova indústria aeronáutica em Chambley-Bussières e a vontade de respeitar o nosso calendário de projecto, procedemos à relocalização do programa&#8221;, disse Bitboul.</p>
<p style="text-align:justify;">A EspaciaNews considerou que esta decisão da GECI se deve ao facto de  <span style="color:#000000;">&#8220;o desenvolvimento do projecto em Évora, nos prazos definidos, se ter tornado impossível face aos entraves e outras questões absurdas colocadas pela burocracia portuguesa&#8221;. &#8220;O governo francês contactou a GECI no início de Agosto e em três semanas resolveu o assunto que em Portugal as autoridades não conseguiram tratar em mais de quatro anos.&#8221; <a href="http://dn.sapo.pt/2008/09/06/economia/investimento_125_milhoes_voa_evora_p.html" target="_blank">&#62;&#62;&#62;</a><br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eles chegaram...]]></title>
<link>http://newkidsontheblog258.wordpress.com/2008/08/28/eles-chegaram/</link>
<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 00:53:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>tavjo malis</dc:creator>
<guid>http://newkidsontheblog258.wordpress.com/2008/08/28/eles-chegaram/</guid>
<description><![CDATA[
Eles chegaram&#8230;
Assim quase parece um filme de extra-terrestres, mas foi a chegada dos nosso a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone" src="http://image.guim.co.uk/Guardian/sport/gallery/2007/aug/31/athletics/GD4437422-3515.jpg" alt="" width="400" /></p>
<p style="text-align:justify;">Eles chegaram&#8230;<br />
Assim quase parece um filme de extra-terrestres, mas foi a chegada dos nosso atletas medalhados nos Jogos Olímpicos chineses. Chegaram ontem ao final da noite e tinham à sua espera uma enorme recepção de entusiastas&#8230; adeptos&#8230; do&#8230; medalhismo em Portugal. Presumo que muitos deles nem tenham visto as provas destes atletas (Nélson Évora e Vanessa Fernades) em directo, em diferido ou qualquer outra forma intermédia. Presumo que não sejam adeptos de Atletismo (o que é isso?). Presumo, não. Tenho quase a certeza&#8230; ou então não gritavam:</p>
<p><strong>- E salta Évora e salta Évora!!</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Isso teriam que ter gritado à Naide Gomes. Ela sim precisou desse incentivo e não o obteve. &#8220;E salta Naide e salta Naide antes da tábua branca!&#8221;. Deveriam ter dito, mas não disseram e ela não passou à final e não saltou na final e não fez um salto grande na final e por isso não ganhou uma medalha e não apareceu no aeroporto com uma medalha ao pescoço e não ouviu Hurras! e gritos de incentivo:</p>
<p><strong>- E salta Naide e salta Naide!</strong> - esses sim, teriam sido apropriados.</p>
<p>Assim, só nos restou:</p>
<p><strong>- E triplo salta e triplo salta!! Évora, allez allez</strong> (lê-se «alé», disseram-me).</p>
<p><a href="http://newkidsontheblog258.wordpress.com/2008/08/24/pequim-ou-beijing/"><span style="color:#ccffcc;">E já agora, como diz o outro:</span></a><a href="http://newkidsontheblog258.wordpress.com/2008/08/24/pequim-ou-beijing/"><span style="color:#ccffcc;"><strong>FORÇA BANESSA!!!<br />
</strong><span style="color:#ccffcc;"> </span></span> </a><a href="http://newkidsontheblog258.wordpress.com/2008/08/24/pequim-ou-beijing/"><span style="color:#ccffcc;"> </span></a><a href="http://newkidsontheblog258.wordpress.com/2008/08/24/pequim-ou-beijing/"><span style="color:#ccffcc;"> </span></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><span style="color:#ccffcc;"> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lar de Aldeia do Bispo comemora 25 anos (1)]]></title>
<link>http://capeiaarraiana.wordpress.com/2008/08/22/lar-de-aldeia-do-bispo-comemora-25-anos/</link>
<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 17:57:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>jclages</dc:creator>
<guid>http://capeiaarraiana.wordpress.com/2008/08/22/lar-de-aldeia-do-bispo-comemora-25-anos/</guid>
<description><![CDATA[O Lar de Santo Antão, em Aldeia do Bispo, concelho do Sabugal, comemorou 25 anos ao serviço da pop]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>O Lar de Santo Antão, em Aldeia do Bispo, concelho do Sabugal, comemorou 25 anos ao serviço da população no dia 14 de Agosto. As comemorações das bodas de prata contaram com a presença de individualidades religiosas, políticas e cerca de três centenas de pessoas que se quiseram associar à data festiva.</strong></p>
<p><img src="http://capeiaarraiana.wordpress.com/files/2008/08/ab-laridosos25-100a1.jpg" alt='25 Anos do Lar de Aldeia do Bispo' align='right' hspace='1' width="225" height="160" class='wp-image-7352' />Os 25 anos do Lar de Santo Antão do Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora dos Milagres foram comemorados com pompa e circunstância no pavilhão de festas da instituição.<br />
As cerimónias iniciaram-se com uma missa solene presidida por D. Manuel Felício, Bispo da Diocese da Guarda, acompanhado por D. José Alves, Arcebispo de Évora, o Padre Américo Barroca, o padre Carlos Manso Fernandes, o padre João Manso Martins e mais sete sacerdotes.<br />
Após a celebração eucarística o padre Américo Barroca iniciou a cerimónia de homenagem a diversos colaboradores do Lar dando as boas-vindas a todos e saudando especialmente os prelados da Guarda e de Évora, a Governadora Civil da Guarda, Maria do Carmo Borges, o vice-presidente da Câmara Municipal da Guarda, Manuel Corte e o provedor da Santa Casa da Misericórdia do Sabugal, José Diamantino dos Santos.<br />
<em>«A vivência dos grandes que fundamentam a nossa sociedade estão visíveis na palavra de Deus na Terra. Neste ano dedicado a São Paulo o Lar de Santo Antão uma instituição que apareceu para cumprir a caridade cristã comemora 25 anos de existência. Estamos aqui para nos congratularmos e, em especial, para homenagear o seu fundador, o doutor João Nabais. Muito cedo partiu para o Seminário de Évora onde se formou. Como pedagogo influenciou a renovação do ensino em Portugal mas, acima de tudo, contribuiu para a criação do Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora dos Milagres e para esta maravilhosa obra: o Lar de Santo Antão. Agora a obra cresceu, atingiu a maioridade e vive da generosidade e apoio das gentes da nossa terra. Em primeiro lugar o povo de Aldeia do Bispo, em segundo, os nossos idosos, e por último os vários organismos que apoiam o Lar»,</em> começou por dizer o Padre Américo Barroca que deixou ainda um pensamento final: <em>«Devemos ser dignos da obra de caridade dos que nos precederam.»</em><br />
Tudo começou há cerca de 30 anos atrás quando um cortejo de oferendas foi arrematado para possibilitar o arranque das obras de uma Casa que iria acolher os idosos e que foi pioneira no concelho do Sabugal. Ideia arrojada que sofreu o desdém e o escárnio de alguns mas que o tempo veio provar ser fundamental e imprescindível.<br />
O primeiro orador foi Justo Nabais, ilustre empresário do ramo das artes gráficas, proprietário da Tipografia Diana em Évora. <em>«O sonho tornou-se realidade. Há 28 anos não havia condições de higiene e assistência médica na nossa terra mas este Lar foi, em boa hora, o percursor de muitos que se seguiram e vieram dar qualidade de vida aos nossos idosos. Recordo o dia da inauguração com a presença de Leonardo Ribeiro de Almeida, presidente da Assembleia da República e de Teresa Costa Macedo, secretária de Estado da Família. Começamos com 12 idosos e ao fim de três meses passámos para 30. O nosso segredo é que não temos fins lucrativos e por isso não negociamos com idosos ou doentes»,</em> enfatizou Justo Nabais.<br />
A intervenção da Governadora Civil da Guarda, Maria do Carmo Borges, ficou marcada por alguma emoção recordando que <em>«apesar de ser da Serra casei, há 30 anos, com um homem desta terra»</em>. As memórias do passado contemplaram ainda alguns segredos como aquele de <em>«ter ido a Navasfrias buscar um garrafão de azeite para saber como era o contrabando».</em> Mas a vida permitiu-lhe «constatar que esta terra tem homens que dão bons exemplos como este que comemoramos hoje e que resolveu o problema de uma aldeia marcada pela emigração e com muitos idosos a viver na solidão». A responsável pelo Governo Civil da Guarda deixou ainda mais uma ideia forte: <em>«A gratidão devia andar cada vez mais no nosso vocabulário. Devemos substituir a palavra solidariedade por fraternidade até porque aqui, neste Lar, as pessoas são tratadas com fraternidade.»</em><br />
O vice-presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Manuel Corte, aproveitou para felicitar todos os que abraçaram a causa de servir os outros através do Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora dos Milagres de Aldeia do Bispo. <em>«Somos um concelho envelhecido e achamos que este bom exemplo de Aldeia do Bispo com instalações de óptima qualidade, quase modelares, deve servir para outras instituições particulares de solidariedade social com mais de 300 postos trabalho directos espalhados pelas freguesias»,</em> recordou o autarca.<br />
O Bispo da Guarda, D. Manuel Felício, fechou os discursos com a força viva que as suas palavras ganham. <em>«Não devemos só olhar para o passado. Devemos olhar para o futuro e acrescentar aos nossos gestos presentes a caridade. Devemos adaptar-nos às novas realidades e necessidades dos tempos modernos. Um centro social não é nada sem a caridade e devemos fazer o bem sem olhar a quem»,</em> alertou o prelado.<br />
Seguiu-se a entrega de 14 medalhas às pessoas que contribuiram e contribuem para que o Lar de Santo Antão seja uma realidade com qualidade de vida para os idosos. A primeira, a título póstumo ao dr. João Nabais; a D. António dos Santos, então bispo da Guarda; ao Padre José dos Santos Baptista; a Amândio Antunes Henriques; à Irmã Emília que durante 23 anos supervisionou o Lar; a José Inácio Fernandes; a Diamantino Lourenço Amaro, homem discreto mas com grandes obras; a Helena Manso, actual directora do Lar; à Tipografia Diana, de Justo Nabais; ao Povo de Aldeia do Bispo que contribuiu com um dia de trabalho com a medalha a ser entregue à Junta de Freguesia; aos colaboradores do Lar; a título póstumo a todos os que contribuiram para o Lar; a três funcionárias com mais de 15 anos de Casa; e por fim para Isabel Maria Lourenço Sanches, a funcionária mais antiga do Lar.<br />
Enquanto os colaboradores preparavam o pavilhão para um lanche-convívio os presentes foram convidados a visitar as funcionais instalações do Lar de Santo Antão do Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora dos Milagres de Aldeia do Bispo.<br />
Estiveram presentes na assistência ilustres lagarteiros como José Eduardo Lucas e esposa, mestre Alcínio e muitos outros. Aqui deixamos uma saudação muito especial e carinhosa para Ana Manso que assistiu acompanhada de sua filha Rita em fase de recuperação, felizmente, do grave acidente de viação de que foi vítima.<br />
Parabéns a quem sonhou a obra e a quem a tem conduzido por bons caminhos em benefício da qualidade de vida dos idosos da raia sabugalense.<br />
<em><strong>jcl</strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[POR PORTUGAL]]></title>
<link>http://alexandrecibrao.wordpress.com/2008/08/21/por-portugal/</link>
<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 18:45:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alexandre Cibrão</dc:creator>
<guid>http://alexandrecibrao.wordpress.com/2008/08/21/por-portugal/</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Portugal: Entdeckungstour voller Gegensätze]]></title>
<link>http://autoverleih.wordpress.com/2008/10/01/portugal-entdeckungstour-voller-gegensatze/</link>
<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 15:40:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>far2eezi</dc:creator>
<guid>http://autoverleih.wordpress.com/2008/10/01/portugal-entdeckungstour-voller-gegensatze/</guid>
<description><![CDATA[Lebendige Metropolen, unberührte Natur und historische Sehenswürdigkeiten: Portugals Schönheit ha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Lebendige Metropolen, unberührte Natur und historische Sehenswürdigkeiten: Portugals Schönheit hat viele Facetten, die es zu entdecken gilt. Individualisten haben im Winter 2008/2009 die Chance, das Land im Westen der iberischen Halbinsel im Rahmen einer zehntägigen Mietwagen-Rundreise für sich zu erobern.</p>
<p>Nach der ersten Übernachtung in Silves fahren die Urlauber am zweiten Reisetag durch die Ebenen des Alentejo nach Évora, wo ein antiker Diana-Tempel bestaunt werden kann. Von dort aus geht es weiter nach Lissabon: Mal neumodisch, mal nostalgisch präsentiert sich die Hauptstadt als eine Metropole der Gegensätze. Über den Wallfahrtsort Fátima führt die Reise Richtung Norden nach Coimbra, der ältesten Universitätsstadt Portugals.</p>
<p>Abseits der Städte erwartet die Reisenden eine andere Welt: Der Nationalpark Buçaco wirkt mit seinen exotischen Baumriesen wie ein Märchenwald. Ein weiterer Höhepunkt ist der Aufenthalt in Porto mit seinen an steilen Felsen gebauten Häusern. Weinfreunde sollten an der Bootsfahrt über den Douro von Ribeira nach Vila Nova de Gaia teilnehmen und in einer Kellerei den berühmten Portwein probieren.</p>
<p>Von Porto aus geht es langsam zurück gen Süden: Die Reiseroute führt die Entdecker über Batalha und Alcobaça, wo ein manuelisches Kloster und eine Zisterzienser-Abtei besichtigt werden können, nach Eriçeira. Am vorletzten Reisetag erreichen die Urlauber Sintra, wo die Besichtigung einer ehemaligen königlichen Jagdresidenz auf dem Programm steht. Die Rundfahrt endet in Faro. Die Buchung ist in allen Reisebüros mit dem TUI Zeichen oder im Internet unter www.tui.com möglich.</p>
<p>Brunnen: TUI / News Reporter Net</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[most expensive depreciating "investment"]]></title>
<link>http://ringgitandsense.wordpress.com/2008/09/23/most-expensive-depreciating-investment/</link>
<pubDate>Tue, 23 Sep 2008 01:59:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>tbaneu</dc:creator>
<guid>http://ringgitandsense.wordpress.com/2008/09/23/most-expensive-depreciating-investment/</guid>
<description><![CDATA[There is always moments in your life where you are faced with the most difficult situations&#8230; h]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>There is always moments in your life where you are faced with the most difficult situations&#8230; how to spend your hard earned money on a car? The most expensive depreciating &#8220;investment&#8221; you&#8217;ll ever make in your lifetime!!</p>
<p>So I want a car that&#8217;s 4-seater, yet it&#8217;s 2-doors, looks great and handles like a sports car, but must feel luxurious with nice leather seating, must have LCD screen and Tiptronic gear shift and as all kiasuism, it must be affordable!! *grin*</p>
<p><strong>Audi TT </strong>- Not means Audi will TT $$$ to me ok?<br />
<strong>BMW Z4</strong>- 2-door (yes), 4-seater (no), expensive (yes, yes, yes)<br />
<strong>Mecedez SLK</strong> - $$$$$o affordable?<br />
<strong>RX-8 </strong>- So yesterday&#8230; with a rotary engine?? Hmmm&#8230;<br />
<strong>Celica</strong> - Ah Beng Chia?<br />
<strong>Fairlady 350z</strong> - You mean the one that everyone is driving?</p>
<p>So, will this new car by Lotus Evora blow the rest of the competition away? Since I&#8217;m not sure what&#8217;s the &#8216;partnership&#8217; with Proton, can it just be priced at the exact conversion rate and bring into Malaysia? 45,000 pounds or RM 248,000 please? Thanks!!</p>
<p><span>Doesn&#8217;t it looks like a Ferrari?? Lotus Evora : <a href="http://www.lotusevora.com/">http://www.lotusevora.com/</a></span></p>

</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sábado de karting, domingo de zafarrancho]]></title>
<link>http://xabelita.wordpress.com/2008/09/21/sabado-de-karting-y-domingo-de-zafarrancho/</link>
<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 10:15:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>xabelita</dc:creator>
<guid>http://xabelita.wordpress.com/2008/09/21/sabado-de-karting-y-domingo-de-zafarrancho/</guid>
<description><![CDATA[Este sábado estuvimos en Évora (Portugal). Se celebraba la 1ª carrera del 2º Campeonato Belloto ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Este sábado estuvimos en <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/%C3%89vora" target="_blank">Évora</a> (Portugal). Se celebraba la 1ª carrera del 2º Campeonato Belloto de karting y la cosa prometía. Total, que allá que nos fuimos.</p>
<p>Habíamos quedado con el resto del personal a las 10 y media de la mañana en el bar la Cruz Blanca. A priori, no parece una hora muy temprana pero sí que lo es después de un viernes de curro intenso hasta las 8 de la tarde y de estar tomando cerveza y copas hasta casi las 3 de la mañana en casa de Olga. ¡Ya no tenemos 18 años oiga!</p>
<p>Total que llegamos al <a href="http://kartevora.pt/site/index.php/mode/item/cPath/122/products_id/148/language/es" target="_blank">kartódromo de Évora</a>. Nervios, tensión, ¿lloverá?, sorteo de coches, calor pegajoso, nuevos modelitos (cascos y monos) y ale&#8230; ¡a correr!</p>
<p>La cosa no estuvo nada mal, fue una carrera con 29 coches en pista, con sólo uno de repuesto, con gente que andaba y otros que iban de paseo, golpes curiosos, salidas de pista, trompos y calor&#8230; ¡mucho calor!</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://xabelita.files.wordpress.com/2008/09/dsc00142.jpg"><img class="size-medium wp-image-247 aligncenter" title="dsc00142" src="http://xabelita.wordpress.com/files/2008/09/dsc00142.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://xabelita.files.wordpress.com/2008/09/dsc00145.jpg"><img class="size-medium wp-image-248 aligncenter" title="dsc00145" src="http://xabelita.wordpress.com/files/2008/09/dsc00145.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://xabelita.files.wordpress.com/2008/09/dsc00154.jpg"><img class="size-medium wp-image-249 aligncenter" title="dsc00154" src="http://xabelita.wordpress.com/files/2008/09/dsc00154.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://xabelita.files.wordpress.com/2008/09/dsc00156.jpg"><img class="size-medium wp-image-250 aligncenter" title="dsc00156" src="http://xabelita.wordpress.com/files/2008/09/dsc00156.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Después de la carrera, nos fuimos a comer a una pizzería en el centro de la ciudad (para desesperación de los camareros) y al terminar&#8230; cada mochuelo a su olivo. Roberto y Takamoto se vinieron a casa a ver las fotos y el vídeo que se habían hecho. Cuando se fueron, ducha, sofá, cena, sofá y cama.</p>
<p style="text-align:left;">Sólo con deciros que el que duerme conmigo lleva ya más de 14 horas en la cama&#8230; ¡verás cuando se despierte y le diga que hoy hay que limpiar la casa entera!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
