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	<title>etimologia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/etimologia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "etimologia"</description>
	<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 09:19:59 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Lo sciarabballe]]></title>
<link>http://henomis.wordpress.com/?p=290</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 09:54:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>henomis</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Finalmente sono riuscito a scattare una foto ad uno degli ultimi Sciarabballe in circolazione! Cos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-292" src="http://henomis.wordpress.com/files/2008/07/sciaraballe.png" alt="" width="430" height="330" /><br />
Finalmente sono riuscito a scattare una foto ad uno degli ultimi <strong><em>Sciarabballe</em></strong> in circolazione! Cos'è uno <em>sciarabballe</em>? Si tratta di un carretto da trasporto costruito manualmente a partire da un pianale di una vecchia auto e un motore di vespa. Il mezzo, ovviamente senza targa, veniva usato per il trasporto di persone e cose, in questo esempio viene utilizzato da un vivaista per il trasporto di piante.</p>
<p style="text-align:justify;">La parola sciarabballe deriva etimologicamente dal francese <strong><em>char à bancs</em></strong> un lungo carro da trasporto. Oggi sono diventati rarissimi se non introvabili, rappresentano però una testimonianza dell'ingegnosità e di mestria artigianale locale.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Design - O problema etimológico]]></title>
<link>http://paulooliveira.wordpress.com/?p=338</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 00:47:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>LD&#38;DA Paulo Oliveira</dc:creator>
<guid>http://paulooliveira.wordpress.com/?p=338</guid>
<description><![CDATA[Em inglês, a palavra design pode ser usada tanto como um substantivo quanto como um verbo. O verbo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em inglês, a palavra design pode ser usada tanto como um substantivo quanto como um verbo. O verbo refere-se a um processo de dar origem e então desenvolver um projeto de algo, que pode requerer muitas horas de trabalho intelectual, modelagem, ajustes interativos e mesmo processos de re-design. O substantivo se aplica tanto ao produto finalizado da ação (ou seja, o produto de design em si), ou o resultado de se seguir o plano de ação, assim como também ao projeto de uma forma geral.</p>
<p>O termo inglês é bastante abrangente, mas quando os profissionais o absorveram para o português, queriam designar somente a prática profissional do design. Era preciso, então, diferenciar design de drawing (ou seja, o projeto diferente do desenho), enfatizando que a profissão envolvia mais do que a mera representação das coisas projetadas. Na língua espanhola também existe essa distinção: existem as palavras diseño (que se refere ao design) e dibujo (que se refere ao desenho).</p>
<p>Estudos etimológicos de Luis Vidal Negreiros Gomes indicam que também no português existiam essas nuances de significado, com as palavras debuxo, esboço e outras significando o mesmo que debujo e desenho comportanto toda a riqueza de significados do diseño. O arquiteto brasileiro João Batista Vilanova Artigas, em um ensaio entitulado O desenho, faz referências ao uso durante o período colonial da palavra desenho com significado de desejo ou plano.</p>
<p>Na Bauhaus, adotou-se a palavra Gestaltung, que significa o ato de praticar a gestalt, ou seja, lidar com as formas, ou formatação. Quando traduzida para o inglês, adotou-se “design”, já usada para se referir a “projetos”.</p>
<p>No Brasil, com a implementação do primeiro curso superior de design, por volta da década de 50, adotou-se a expressão “desenho industrial“, pois à época era proibido o uso de palavras estrangeiras para designar cursos em universidades nacionais. O nome “desenho industrial” foi assim pensado porque refere-se à prática de desenhar, esboçar e projetar algo que será reproduzido posteriormente em escala industrial. A disputa por uma nomenclatura para a profissão se estendeu por décadas. Atualmente tanto a legislação do MEC para cursos superiores, quanto várias associações profissionais usam o termo design, por entenderem que este sintetize melhor a essência da prática profissional, além se ser uma palavra menor e que já faz parte do saber popular.</p>
<p>Contudo, no Brasil, a nomenclatura “desenho industrial” mantém-se em uso atualmente, sobretudo entre os cursos de design em instituições públicas de ensino superior. Porém o termo “desenhista industrial“, já não segue o mesmo rumo, pois cada vez mais cai no desuso, dando lugar ao termo inglês “design“.</p>
<p>O já citado Vilanova Artigas tentou resolver a questão propondo a palavra desígnio como sendo a tradução correta de design, pois dessa forma, este apresentaria diferenças do simples “desenho”. Apesar de ser desenho, o design possuiria algo mais: uma intenção (ou desígnio). Entretanto, apesar das pesquisas realizadas pelo arquiteto, sua proposta não foi adotada. Porém, Artigas considera legítimo também o uso da palavra “desenho” como tradução de design, devido ao seu contexto histórico: Artigas explora os significados da palavra desenho e vai até o Renascimento, quando o desenho possuía um conteúdo mais abrangente que o mero ato de rabiscar.</p>
<p>Outra proposta de nomenclatura era o neologismo projética, proposto por Houaiss, que também não foi adotada.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://lh5.ggpht.com/ptramontini/SHQHm9iJ1ZI/AAAAAAAAAP4/4JbNWgTxLVM/salaestar-perspectiva01.jpg?imgmax=640" alt="" width="409" height="181" /></p>
<p style="text-align:left;">
<strong>O uso da palavra em outros contextos</strong></p>
<p><strong><br />
</strong>Na filosofia o substantivo abstrato design refere-se a objetividade, propósito, ou teleologia. O conceito é bastante moderno, e se interpõe entre idéias clássicas de sujeito e objeto. O design é então oposto a criação arbitrária, sem objetivo ou de baixa complexidade.</p>
<p>Recentemente o termo passou a ser empregado em discussões religiosas, quando foi proposta uma lei que obrigaria as escolas americanas a apresentar o argumento do design inteligente como uma alternativa à teoria da seleção natural de Darwin. O argumento sustenta que alguns aspectos do universo e da vida são complexos demais ou perfeitos demais para se originarem sem uma inteligência criadora.</p>
<p>No Brasil, os desenhos industriais tem a proteção regulamentada na Lei 9.270/96 mais precisamente no art. 94. É importante ressaltar que deve ser um resultado visual novo para que tenha a referida proteção na legislação brasileira.</p>
<p>Fonte: Wikipédia<br />
Sugado: <a href="http://nossobrasil.wordpress.com">http://nossobrasil.wordpress.com</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gelóu, Lehen Da Caro, dijo el estadounideño Kerenso]]></title>
<link>http://undabeitia.wordpress.com/?p=159</link>
<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 18:10:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Löss d’èl Dhêsbánn</dc:creator>
<guid>http://undabeitia.wordpress.com/?p=159</guid>
<description><![CDATA[No ha quedado nada claro, después de dias de intensos debates y acaloradas discusiones, si un puebl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>No ha quedado nada claro, después de dias de intensos debates y acaloradas discusiones, si un pueblo puede o <a href="http://undabeitia.wordpress.com/2007/10/28/ya-no-naceran-los-que-por-decreto-ley-no-nacieron-o-que-desgracia-de-gran-via/">no puede decidir su destino</a>, o si las cosas que nos pasan se deciden en otro tipo de oficina o compañía. Así este país vasco nuestro, al que tendríamos que empezar a tomarle las medidas por si, al final, tuviéramos que hacerle un nuevo traje. Las medidas geográficas, o las económicas, o las medidas lingüísticas, por ejemplo.</p>
<p>Y de largo vemos que la cosa mide mucho menos de lo que hubieras pensado; por ponerte un ejemplo, el Lehen Da Caro francés habla del destino del pueblo francés y vascofrancés en francés, o el Lehen Da Caro catalán habla del destino del pueblo catalán en catalán. Sin embargo, el Lehen Da Caro vasco habla del destino del pueblo vasco en español; que es, como ya todo el mundo sabe, <a href="http://undabeitia.wordpress.com/2008/05/30/y-son-felices-ahora-que-saben-que-la-feria-la-espana-y-la-iberia-son-palabras-vascas/">otra palabra vasca</a>.</p>
<p>Nadie sabe qué idioma hablará el pueblo vasco en el futuro, se sospecha del inglés; o si los Lehen Da Caros saben o no saben hablar en vasco. Lo que está, aparentemente, claro es que si en este momento no se utiliza es porque apenas hay gente que entendería lo dicho. El problema es que los vascos, ahí incluídos los Lehen Da Caros, decidan lo que decidan, no hablan en vasco sino en español. Y para ver cuánto mide la cosa de ancho nos hace falta <a href="http://uncuadernorojo.wordpress.com/">una pregunta-metro</a>, ¿es esta situación un problema o simplemente no es nada?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Sesta: para uma abordagem histórica]]></title>
<link>http://tentolingua.wordpress.com/?p=69</link>
<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 01:54:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedromarquesdg</dc:creator>
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<description><![CDATA[Na rubrica 233 de Tento na Língua! aborda-se a etimologia da palavra sesta. Poderíamos agora tenta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Na rubrica 233 de <em>Tento na Língua!</em> aborda-se a etimologia da palavra <em>sesta</em>. Poderíamos agora tentar abordar a sua história, ou seja, desde quando existe, na língua portuguesa, a palavra <strong>sesta</strong> com o significado que ainda hoje lhe atribuímos e, se pensarmos na <strong>APAS – Associação Portuguesa dos Amigos da Sesta</strong> – a conotação afectiva que os sócios, naturalmente, lhe emprestaram. Eu posso falar por mim, não só como useiro e vezeiro da dita, mas também como sócio fundador que tenho a honra de ser  ( nº 4). Por aí algures há-de haver uma fotografia, à volta do principal Fundador, Prates Miguel, que não me deixará mentir. Lá se poderá ver a minha carranca. À entrada do Tribunal de Ansião, onde se localiza o Cartório Notarial  que lhe deu, à APAS, estatuto legal. Mas vamos então ao que me trouxe aqui.<br />
Nos tempos do latim clássico, não existia, ainda, no Império, a palavra sesta. Existia a que havia de ser o seu étimo, como na anterior se disse – sexta, feminino do adjectivo sextus, sexta, sextum, que servia apenas para expressar o numeral ordinal correspondente ao cardinal sex (6, ou melhor, VI). Além disso, servia também, às vezes, como nome de pessoa (p. e. Sextus, filho de Pompeu).<br />
Isto não quer, porém, dizer que os Romanos não tivessem já o costume bem arreigado de dormir a sesta, de bater a sua sorna. Não! Mas não diziam: vou dormir a sesta. Diriam, por exemplo: <em>meridiatio</em> (Cícero.), <em>inciticius somnus</em> (Varrão), <em>meridianus somnus</em> (Plínio); dormir a sesta: <em>meriditionibus uti</em> (Cícero), <em>meridie conquiescere</em> (César), <em>requiescere, recumbere</em> (Cícero) (Cf. Torrinha, <em>Dic. Português-Latino</em>) *<br />
Então, e a sesta, quando começou a usar-se em português? Segundo José Pedro Machado, no Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa, só em finais do século XII (1193), ela nos aparece em documentos escritos: Revista de Portugal, vol. XX, p. 330 e Cantigas de Santa Maria (St. Maria, Nº 15, p. 48), mas quanto à variante seista, ela já aparece no século XI (Vide Portugaliae Monumenta Histórica, Diplomata et Chartae).<br />
A brincar, a brincar, poderíamos até imaginar aqui um diálogo entre dois compinchas romanos sobre o assunto. Em latim mais ou menos macarrónico, claro, ainda que respeitando as regras gramaticais e usando o vocabulário dos clássico, como acima se refere. Então lá vai.</p>
<p>- Salve, amice! Dic mihi, meriditionibus uterisne?<br />
-  Salve tu quoque! Ita, mi carissime, et ego meriditionibus utor.<br />
- Hodie, isne recumbere?<br />
- Hodie, crastina die et semper, volentibus deis.<br />
- Bene facis, mi care. Dicunt meriditionem valde esse beneficam   saluti nostrae. Num verum est?<br />
- Ita verum est!<br />
- Sed, sexta hora veniente, eamus meridie conquiescere.<br />
- Quae cum ita sint, eamus enim!<br />
          <br />
 Tradução          <br />
- Olá, amigo! Diz-me, costumas dormir a sesta?<br />
- Olá, tu também! É claro, caríssimo, também eu costumo dormir a sesta!<br />
- Hoje, vais passar pela soneca?<br />
- Hoje, amanhã e sempre, se os deuses quiserem.<br />
- Fazes bem, meu . Dizem que a sesta é muito benéfica à nossa saúde. Não é verdade?<br />
- Pois claro que é verdade!<br />
- Mas, estando mesmo a chegar a hora sexta, vamos bater a sorna do meio-dia!<br />
- Já que assim é, vamos pois!</p>
<p> _______</p>
<p>*Tradução mais ou menos literal  das palavras e expressões latinas <em>meridiatio </em>(soneca do meio-dia, sesta) <em>inciticius somnus </em>(sono inserido, enxertado), <em>meridianus somnus </em>(sono meridiano [do meio-dia]), <em>meriditionibus uti</em> (usar, ter o costume das sonecas do meio-dia), <em>meridie conquiscere</em> (repousar ao meio-dia), <em>requiescere</em> (descansar) e <em>recumbere</em> (reclinar-se).</p>
<p>_______</p>
<p>P.S.: Muito me agradaria estar presente na <strong>II Conferência Nacional da Sesta</strong>, em Alcanena, 27/Set/08, promovida pela nossa <strong>APAS</strong>. Mas é sábado: tenho de ir dormir a sesta 'espetado' na máquina dialítica, onde, <em>inter meriditiones</em>, me lembrarei de todos os Amigos da Sesta e, portanto, amigos meus. Um abraço.</p>
<p>Pombal, 15/06/08                                                               </p>
<p>António Marques<br />
(Sócio nº 4)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[10 Etimologías de países que no cuadran]]></title>
<link>http://kabish.wordpress.com/?p=470</link>
<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 09:50:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>kabish</dc:creator>
<guid>http://kabish.wordpress.com/?p=470</guid>
<description><![CDATA[
Argentina es el país de la plata.
Costa Rica es rica.
Puerto Rico es rico.
Chile es la región hel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<ol>
<li><strong>Argentina</strong> es el país de la plata.</li>
<li><strong>Costa Rica</strong> es rica.</li>
<li><strong>Puerto Rico</strong> es rico.</li>
<li><strong>Chile</strong> es la región helada.</li>
<li><strong>Groenlandia</strong> es en cambio la región verde.</li>
<li><strong>España</strong> es el país del norte o la tierra de los conejos.</li>
<li><strong>Italia</strong> por su parte es la región de los toros.</li>
<li><strong>Alemania</strong> se denominó "tierra de todos los hombres" justo antes de las Guerras Mundiales y el holocausto. Cuando franceses, chinos, estadounidenses y británicos la ocuparon, pasó a ser dos tierras separadas de todos los hombres.</li>
<li><strong>Burkina Fas</strong><strong>o</strong> es una dictadura circundada por algunas de las pocas democracias de África, pero ellos son los honestos.</li>
<li><strong>Irán</strong> es la tierra de la libertad.</li>
</ol>
<div>y una que sí cuadra: <strong>Ghana</strong> es la tierra del hambre.</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Santa Eufemia. Aclaración etimológica.]]></title>
<link>http://adu1.wordpress.com/2008/06/02/santa-eufemia-aclaracion-etimologica/</link>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 10:23:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Angel Duarte</dc:creator>
<guid>http://adu1.wordpress.com/2008/06/02/santa-eufemia-aclaracion-etimologica/</guid>
<description><![CDATA[Se ha hecho necesario. Urgente. Imprescindible.
Hay que aclarar lo de Santa Eufemia. En algunos caso]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp2.blogger.com/_ptrBCu0FkLA/SEPbgyK-dwI/AAAAAAAAAKs/FErdmHDJ9_k/s1600-h/eufemia.jpg"><img style="float:left;cursor:pointer;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp2.blogger.com/_ptrBCu0FkLA/SEPbgyK-dwI/AAAAAAAAAKs/FErdmHDJ9_k/s320/eufemia.jpg" border="0" alt="" /></a>Se ha hecho necesario. Urgente. Imprescindible.</p>
<p>Hay que aclarar lo de Santa Eufemia. En algunos casos para evitar sonrisas malintencionadas; en otros, simplemente, para que dejen de referirse a este blog, y a la calle donde radica el tinglado, como Eugenia -las más de las veces-, Eufrasia, Emilia... incluso Engracia. ¡Ça suffit! ¡Caterva de ignorantes!</p>
<p>Vamos a proceder científicamente. Hoy, y en primer lugar, recurriremos a la etimología. Eufemia viene del griego y significa, literalmente, "de buena palabra". Cierto, la cosa se complica algo si tomamos como fuente de autoridad a Italo Calvino en <em>Le città invisibili</em> (1972). El gran Calvino, rescribiendo el <span style="font-style:italic;">Libro de las maravillas</span> de Marco Polo, propuso su intransferible geografía imaginaria. En ella consta una Eufemia. La relación queda establecida con la idea de una ciudad <a href="http://148.226.9.79:8080/dspace/bitstream/123456789/351/1/2005136P79.pdf">"que goza de buena reputación".</a> Seamos de criterio amplio. En realidad no anda tan lejos una de otra acepción. Las reputaciones se ganan con la palabra; con una palabra que se atenga a los hechos. En cualquier caso, seré receptivo a cualquier indicación filológica consistente.</p>
<p>La próxima entrega irá de geografía real, tangible, y será, mucho, pero que mucho más amplia. Nos llevará de España a Argentina y de Italia a Australia. Y es que Eufemia, y su advocación, atraviesa fronteras, viaja con los hombres y las mujeres, les consuela en la emigración, les hace sentir como en casa. En buena medida gracias a algo que hoy se encuentra en cuestión, pero que siempre fascina. La castidad. Ya llegaremos, ya.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Y son felices ahora que saben que La Feria, La España y La Iberia son palabras vascas, seguido de Unas Notas para La Néw Stóry de Vvilliámo Séspir]]></title>
<link>http://undabeitia.wordpress.com/?p=149</link>
<pubDate>Fri, 30 May 2008 09:40:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Löss d’èl Dhêsbánn</dc:creator>
<guid>http://undabeitia.wordpress.com/?p=149</guid>
<description><![CDATA[Ésta es la cosa, el país está feliz, se ha olvidado incluso de la crisis de las hipotecbasurameri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ésta es la cosa, <a href="http://undabeitia.wordpress.com/2008/01/13/y-tu-blanquito-%c2%bfde-donde-eres/">el país</a> está feliz, se ha olvidado incluso de la crisis de las <a href="http://undabeitia.wordpress.com/2008/05/15/about-why-you-can-say-franchutes-but-you-cannot-say-rosaceos-o-negratas/">hipotecbasuramericans</a>. Todos los hombres(1) están buscando la manera de <a href="http://etinarcadianos.wordpress.com/2007/01/27/249-la-real-academia-oficial-de-idiomas-tuvo-una-sede-itinerante-viernes-4-de-noviembre-de-2005/">aprender euskera</a>, hay quien se atreve a proponer que se trata del <a href="http://etinarcadianos.wordpress.com/2007/01/10/158-hay-un-lengua-escondida-debajo-de-este-idioma-2004-11-22-161001/">buscado y primitivo</a> indoeuropeo. Un ambiente de estudio recorre El País del Río y un gran silencio se está preparando para ver caer la lluvia...<br />
¿Imaginan ustedes que un periódico real abriera su edición con una noticia como ésta que acabamos de salvar de la corriente?, ¿una noticia así podría realmente alegrar a alguien? ...<br />
- Ya, ya, ya... <a href="http://undabeitia.wordpress.com/2006/11/14/tito-livio-georges-duzemil-y-michael-foucault/">tenemos un gran problema</a>, dijo entonces <a href="http://etinarcadianos.wordpress.com/2007/02/06/314-soy-fea-dijo-mariana-sin-apenas-un-suspiro/">Mariana</a>. Por cierto, también <a href="http://de.wikipedia.org/wiki/Isolierte_Sprache">son palabras vascas</a>: <strong>alejandría</strong> = eleizandrea, <strong>numancia</strong> = Nun antzia!...(2) y <strong>Elche</strong> = erletxe o lugar de abejas...(3) <a href="http://undabeitia.wordpress.com/2007/09/05/tu-no-eres-wvon-humboldt-y-yo-si-le-dijo-safo-a-mariana-cuando-amarraba-su-bergantin-en-mitilene-asi-que-ata-cabos/">dhêsbannipotéticamente hablando</a>, claro.(4)</p>
<hr />(1) Llevamos viviendo entre los hombres y sus leyes el tiempo suficiente como para saber que entre ellos no pueden establecerse diferencias. Así, <a href="http://etinarcadianos.wordpress.com/2007/01/29/261-los-belogistas-de-deusto-miercoles-7-de-diciembre-de-2005/">cuando decimos</a> Homo Sapiens, Homo Erectus, y Homo Faber queremos decir que todos ellos eran sabios, que todos ellos iban derechos y que todos ellos eran artesanos.<br />
(2) <a href="http://undabeitia.wordpress.com/2006/12/17/nota-breve-para-borrador-de-dialogo-en-lengua-viva/">Numancia </a>está en un lugar que antes se llamaba Garai, que significa que está en lo más alto de algo, y que fue habitado por los Vaccos, que es como los andaluces de Cebiya llaman a <a href="http://undabeitia.wordpress.com/2007/05/18/chap/">los Vascos</a>. Para entender el por qué de tan magnífico nombre, Nun antzia!, tendrás que personarte en el lugar de los sucesos y comprobar por tí mismo que en ningún otro lugar del mundo la vista puede ser más amplia. <a href="http://etinarcadianos.wordpress.com/2006/12/27/una-pagina-sobre-matrix-2003-11-09-133720/">¡Buen viaje!</a><br />
(3) Ya Alfonso X el sabio, en su Cantiga número 211, hablaba de las abejas que vivían a su aire en la iglesia de Santa María de la ciudad de Elche. <a href="http://www.laverdad.es/alicante/prensa/20070726/elche/abejas-siguen-balcones-santa_20070726.html">Aún lo hacen hoy en dia</a>, ya que <em>"la Virgen concedió a estos animalillos el privilegio de tener «paso franco» al templo..."<br />
</em>(4) En <span style="text-decoration:underline;">Presencias reales</span> (2007), George Steiner nos recuerda que: "<em>Cualquier cosa </em>puede decirse y, en consecuencia, escribirse, sobre <em>cualquier cosa</em>. Apenas nos detenemos para observar o apoyar este lugar común y, sin embargo, lo habita una enigmática enormidad." Así, ¿qué esa historia de un Faro de Alejandría o la de las conquistas de un Alejandro?<br />
Un poco más adelante y en otro orden de las palabras y las cosas, Steiner nos cuenta que Tolstoi proclamó que <a href="http://undabeitia.wordpress.com/2008/04/15/los-mas-recientes-resultados-de-las-postultimas-investigaciones-apuntan-directamente-al-hecho-de-que-shak-es-peare-e-invencion/">El rey Lear</a> era indigno de la crítica seria (...) de naturaleza repelente en el plano ético y de naturaleza infantil en el plano técnico. (<a href="http://undabeitia.wordpress.com/2007/06/17/y-segismundo-sono-que-sespir-nunca-existio-borra-dor-para-novela-en-tres-o-cuatro-actos-de-amor/">Vvilliamo Séspir es autor del libro de Lear</a> )</p>
<hr />(Y son felices ahora que saben que La <a href="http://etinarcadianos.wordpress.com/2007/01/10/160-basta-que-se-junten-cuatro-para-que-haya-fiesta-2004-11-23-175303/">Feria</a>, La <a href="http://etinarcadianos.wordpress.com/2007/01/05/139-a-cafrune-le-gustaba-cantar-2004-10-29-084110/">España </a>y La <a href="http://undabeitia.wordpress.com/2008/05/20/iberia-n%c2%ba-52-1958-oil-in-primed-bed-linen-47-18-x-80-14-es-una-obra-de-robert-motherwell-belonged-to-the-motherwells-collection-y-es-un-cuadro-casi-negro/">Iberia </a>son palabras vascas. Pag 1)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1192.  Jueves, 29 mayo, 2008 ]]></title>
<link>http://peluche.wordpress.com/?p=465</link>
<pubDate>Wed, 28 May 2008 22:50:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>peluche</dc:creator>
<guid>http://peluche.wordpress.com/?p=465</guid>
<description><![CDATA[Capítulo Milésimo centésimo nonagésimo segundo:  &#8220;Para los políticos, todo inferior es un]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Capítulo Milésimo centésimo nonagésimo segundo:  "Para los políticos, todo inferior es un esclavo, todo igual un enemigo y todo superior un tirano” José Cadalso,  1741-1782; escritor español)</em></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://peluche.files.wordpress.com/2008/05/etimo.jpg" border="0" alt="" /></p>
<p>Etimológicamente la palabra "cónyuge" proviene de "yugo", nombre de un apero de labranza con el que se solían sujetar a los dos animales que tiraban del arado y que les obligaba a realizar todas las tareas en común sin posibilidad alguna de separarse.</p>
<p>Etimológicamente el vocablo "trabajo" proviene del término latino "tripalium", palabra usada para designar un caballete utilizado para torturar y azotar a los acusados.</p>
<p>Así, ambas cosas se entienden mucho mejor.</p>
<p><a href="http://peluche.bitacoras.com/" target="_blank"><em>... El Jardín de las Delicias.</em></a></p>
<p><em>Todos los "capítulos" de "<a href="http://peluche.blogspot.com/">tantos hombres y tan poco tiempo</a>"</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ouverture La vien em Close (Paulo Leminsky)]]></title>
<link>http://lau2m.wordpress.com/?p=5</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 14:48:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>lau2m</dc:creator>
<guid>http://lau2m.wordpress.com/?p=5</guid>
<description><![CDATA[em latim
&#8220;porta&#8221; se diz &#8220;janua&#8221;
e &#8220;janela&#8221; se diz &#8220;fenestr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:x-small;">em latim<br />
"porta" se diz "janua"<br />
e "janela" se diz "fenestra"</p>
<p>a palavra "fenestra"<br />
não veio para o português<br />
mas veio o diminutivo de "janua",<br />
"januela", "portinha",<br />
que deu nossa "janela"<br />
"fenestra" veio<br />
mas não como esse ponta da casa<br />
que olha o mundo lá fora,<br />
de "fenestra", veio "fresta",<br />
o que é coisa bem diversa</p>
<p>já em inglês<br />
"janela" se diz "window"<br />
porque por ela entra<br />
o vento ("wind") frio do norte<br />
a menos que a fechemos<br />
como quem abre<br />
o grande dicionário etimológico<br />
dos espaços interiores</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Froci e la semantica del politicamente corretto.]]></title>
<link>http://kyriolexy.wordpress.com/?p=199</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 12:31:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>kyriolexy</dc:creator>
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<description><![CDATA[Al di là degli insulti  ( da molti presenti ritenuti dovuti) alla ministra  Carfagna e al capo di]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Al di là degli insulti  ( da molti presenti ritenuti dovuti) alla ministra  Carfagna e al capo di stato in ghette rosse Prada e sottana bianca che vive appena al di là del Tevere, ciò che ha fatto davvero scalpore è l'uso della parola "froci" inteso come omosessuali, usata da Sabina Guzzanti durante la manifestazione promossa da Di Pietro: : «(Papa Ratzinger ndr.)<em>.. tra 20 anni sarà morto è andrà all'inferno dove sarà conteso da due diavoli frocissimi e attivissimi, non passivissimi</em>».</p>
<p>E'un po come se la Clinton avesse dato  del <em>nigger</em> ad Obama. In piena campagna elettorale poi. Da una come la Guzzanti, icona gay da sempre insieme a Moana Pozzi e Raffaella Carrà, proprio nessuno si sarebbe aspettato un'uscita del genere. Tanto meno molti omosessuali che si sono trovati un pò spiazzati.</p>
<p>Frocio evidentemente, in tempi di fairplay politically correct, ormai lo può dire solo qualche sindaco leghista autorizzato, ma una "di sinistra" proprio  no, si è pensato.</p>
<p>Anche perchè l'etimologia di <strong>frocio</strong> è abbastanza concorde nello stabilirne l'origine nel comportamento "<strong>feroce</strong>" -oggi si direbbe promiscuo- dei lanzichenecchi luterani che non si curavano affatto di fare distinzioni di sesso nelle loro spedizioni stuprativo/punitive.  Sentirlo nella stessa frase a tre parole di distanza da Papa, fa sempre un certo effetto. Ma i lanzichenecchi a Roma ce li portò Carlo V  e ritrovarseli anche all'inferno, per citare la Guzzanti, è un contrappasso sin troppo feroce, anche per il <a href="http://www.gay.tv/ita/magazine/we_like/dettaglio.asp?i=4883">chiacchieratissimo</a> pontefice, di cui troppo si mormora.</p>
<p>Ma non tutti sono d'accordo nell'usare eufemismi pietosi per aggirare verità spesso scomode. Non vedente, audioleso, diversamente abile, omosessuale, afroamericano. La lista è lunga.</p>
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;">Secondo alcuni <strong>desemantizzare</strong> dovrebbe essere la parola d'ordine, dal momento che trovare modi più "urbani" per definire delle persone non implica affatto, <em>d’emblée</em>*  nella testa di chi li usa, annullare il preconcetto delle barriere di disprezzo e discriminazione.In Germania, ad esempio, gli omosessuali hanno cominciato ad autodefinirsi <em>Schwul</em>, frocio, finché non è diventata una offesa  perseguibile per legge.</p>
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;">
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;">
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;">
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;"><em>Non vorrei mai sentirmi chiamare "diversamente sessuale" da uno che mi sta sputando faccia</em>, - mi dice un amico, attivista GLBT -<em>preferisco un bel "frocio" per poter meglio contestualizzare la cosa</em>.</p>
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;">
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;">
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;">
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;">
<p>A chi ancora si sconvolge per argomentazioni che riguardano la privata determinazione sessuale, consiglio un piccolo esercizio di stile: Provate a leggere  <a href="http://users.hol.gr/~barbanis/cavafy/">Kavafis</a> e fate finta di non sapere che sia uno scrittore  gay.</p>
<p>Non perderete  molto della sua poesia.</p>
<p style="font-weight:bold;font-family:Verdana;font-size:16pt;margin:0;">Days of 1903</p>
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;">I never found them again -- the things so quickly lost....</p>
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;">the poetic eyes, the pale</p>
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;">face.... in the dusk of the street....</p>
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;">I never found them again -- the things acquired quite by chance,</p>
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;">that I gave up so lightly;</p>
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;">and that later in agony I wanted.</p>
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;">The poetic eyes, the pale face,</p>
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;">those lips, I never found again.</p>
<h2>Μέρες του 1903</h2>
<p>Δεν τα ηύρα πια ξανά -- τα τόσο γρήγορα χαμένα....<br />
τα ποιητικά τα μάτια, το χλωμό<br />
το πρόσωπο.... στο νύχτωμα του δρόμου....</p>
<p>Δεν τα ηύρα πια -- τ' αποκτηθέντα κατά τύχην όλως,<br />
που έτσι εύκολα παραίτησα·<br />
και που κατόπι με αγωνίαν ήθελα.<br />
Τα ποιητικά τα μάτια, το χλωμό το πρόσωπο,<br />
τα χείλη εκείνα δεν τα ηύρα πια.</p>
<p><em>Κωνσταντίνος Π. Καβάφης (1917)</em></p>
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;">
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;">
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;"><em>*espressione francese che significa al primo colpo; immediatamente»<br />
</em></p>
<p style="font-family:Verdana;font-size:10pt;margin:0;"><em>(GRADIT)</em><em> <a href="http://atilf.atilf.fr/Dendien/scripts/tlfiv5/advanced.exe?8;s=1002754350">Per l’etimologia</a>, Trésor de la langue française informatisé</em><em>:)</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chicoana, Etimologia]]></title>
<link>http://chicoana2020.wordpress.com/?p=19</link>
<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 19:06:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Administrador</dc:creator>
<guid>http://chicoana2020.wordpress.com/?p=19</guid>
<description><![CDATA[ Etimología

 Chicoana proviene, según el análisis de Julio Storni de “chi ó chin” (algo par]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> Etimología<br />
<!--more--></p>
<p> Chicoana proviene, según el análisis de Julio Storni de “chi ó chin” (algo para esconder, ocultar, retener); “ko” (porción, pedazo); “ana ó hana” (cielo), quedando entonces: “Pedacito de Cielo Escondido”. El Dr. Atilio Cornejo comenta que, la Chicoana actual debe su nombre a la reducción jesuítica de los indios que fueron desnaturalizados del Valle Calchaquí en el año 1.659 por el Gobernador Don Alonso de Mercado y Villacorta. “Chicoan” era un pueblo Inca, perteneciente a la Provincia de los “Caras” en Perú. El Dr. Vicente Solá opina que la voz procede del nombre de unos indios homónimos y, Enrique Velando sugiere Chicoana: “Los Telares”. Para Julio Barrera Oro, significa “Cabeza, lugar principal”. </p>
<p>Datos aportados por el Sr. Julio León</p>
<p> Chiquana, Chicuana, Xicuana... es el mismo Chicoana: hay que tener en cuenta los elementos de la fonología diacrónica que se advierten ahora en este vocablo, y en la grafía y la fonética con que se emitían en el siglo XVI y principios del siglo XVII. La x (Xicoana) era una fricativa sorda que se pronunciaba como la actual ch francesa. En algunos documentos aparece también, en lugar de la c, una fricativa sonora: j, y así podían escribir Xijuana. En otros documentos se trasfonologiza la fricativa y se lee “Chicuana”.</p>
<p>De “Nuevos Descubrimientos en el Norte Argentino”<br />
(Históricos: Salta, Chicoana, etc.) de Pablo Fortuny.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Anfibología]]></title>
<link>http://redaccion200804.wordpress.com/?p=9</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 21:59:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>redaccion200804</dc:creator>
<guid>http://redaccion200804.wordpress.com/?p=9</guid>
<description><![CDATA[Uno de los vicios del lenguaje que en muchas ocasiones provoca problemas y, en ocasiones hilaridad e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:&#34;" lang="ES-GT"><span style="font-size:small;">Uno de los vicios del lenguaje que en muchas ocasiones provoca problemas y, en ocasiones hilaridad es la <strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-family:&#34;">anfibología. </span></span></strong>Más abajo verá usted por qué. El término <strong><span style="font-family:&#34;">ANFIBOLOGÍA </span></strong>designa una construcción sintáctica que por su imprecisión admite varias interpretaciones.<br />
La etimología de la palabra nos indica que proviene del latín <em>Amphibología</em>,<strong><span style="font-family:&#34;"> </span></strong>ambigüedad, y éste del griego <em>amphíbolos</em>, ambiguo, equívoco. <em><span style="font-family:&#34;">De lo que se concluye  que la <span style="text-decoration:underline;">anfibología </span>es la falta de claridad en los enunciados, es el doble sentido de la palabra o frase, es la expresión que puede prestarse a interpretaciones distintas, es el texto que posee más de una interpretación. </span></em></span><em></p>
<p></em><span style="font-size:small;">En suma, con la expresión anfibología<strong><span style="font-family:&#34;"> </span></strong>se hace referencia a un enunciado cuyo significado es confuso debido a la manera descuidada en que sus palabras están ordenadas, por lo que provoca más de una interpretación y… lamentables conclusiones.</p>
<p>Recordemos, como ejemplo clásico de anfibología, la contestación que el <strong><span style="font-family:&#34;">oráculo de Delfos </span></strong>dio a <strong><span style="font-family:&#34;">Creso</span></strong>, rey de Lidia, quien planeaba una guerra contra Persia. Hombre precavido, <strong><span style="font-family:&#34;">Creso </span></strong>consultó al oráculo acerca de lo que el destino le deparaba en caso de iniciarla pues quería tener la certeza de ganarla. La respuesta  del oráculo le alentó a emprender la guerra contra Persia con la seguridad de alzarse con la victoria.</p>
<p>La respuesta fue la siguiente: <strong><em><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-family:&#34;">“</span></span></em></strong><em><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-family:&#34;">Si Creso emprende la guerra contra Persia, destruirá un reino poderoso”. </span></span></em></span><em><span style="text-decoration:underline;"></p>
<p></span></em><span style="font-size:small;">El pronóstico que escuchó le incitó a iniciar de inmediato la guerra.  Muy pronto fue derrotado y hecho prisionero por Ciro, monarca de los persas. Como éste le perdonó la vida, Creso después escribió al oráculo una carta en la que se quejaba amargamente, dando a entender que lo habían engañado. Los sacerdotes de Delfos respondieron que el oráculo había hecho una predicción correcta, pues al fin de la batalla se había destruido un reino, tal y como se había anunciado. Al desencadenar la guerra, Creso destruyó un poderoso reino: ¡el suyo propio!</p>
<p>Ya trasladando esta historia a nuestra época, muchos de nosotros, para no fallar, ya no consultamos al oráculo pero, respondemos en muchas ocasiones  igual que él, en términos confusos, ambiguos, poco claros. Respondemos en términos anfibológicos.</p>
<p>La ambigüedad con la que algunas veces nos expresamos se debe, entre otras cuestiones, <em><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-family:&#34;">al empleo incorrecto de los pronombres su y sus, así como al uso inadecuado de las preposiciones y del pronombre relativo que. </span></span></em></span><em><span style="text-decoration:underline;"></p>
<p></span></em><span style="font-size:small;">Veamos algunos ejemplos:</p>
<p>1.- <em><span style="font-family:&#34;">En el concierto de rock encontré a Juan que estuvo animadísimo,</span></em><strong><em><span style="font-family:&#34;"> </span></em></strong>¿Quién estuvo animadísimo, el concierto o Juan?</p>
<p>2.- <em><span style="font-family:&#34;">Los ticos le ganaron a los chapines en su cancha. </span></em>¿En la cancha de quién?</p>
<p>3.- <em><span style="font-family:&#34;">Juan le dijo a María que trajera sus papeles.</span></em><strong><em><span style="font-family:&#34;"> </span></em></strong>¿Los papeles de él o ella?</p>
<p>4.- <em><span style="font-family:&#34;">María fue al cine con Lucía y su marido.</span></em><strong><em><span style="font-family:&#34;"> </span></em></strong>¿El marido es de Lucía o de María?</p>
<p>En algunas ocasiones el doble sentido es utilizado para fines comerciales. En la propaganda  de un almacén done se venden   artículos para bebé se lee: <em><span style="font-family:&#34;">Vendemos pañales para niños desechables.</span></em></span><em></p>
<p></em><span style="font-size:small;">Un negocio de enseres de natación anuncia: <em><span style="font-family:&#34;">Albercas de plástico para niños con tapón de seguridad</span></em>. Pero el que más me impresionó fue el que escuché el otro día en donde se anunciaban productos para bajar de peso<strong><em><span style="font-family:&#34;">:</span></em></strong><em><span style="font-family:&#34;">  “Hay personas que tienen razones de peso para adelgazar”</span></em>, haciendo de la ambigüedad un brillante juego de palabras.</p>
<p>Sin embargo hay otros, la mayoría, que se dan simplemente por descuido en la sintaxis, como por ejemplo el mensaje que apareció como anuncio clasificado en un diario del país y que decía: <em><span style="font-family:&#34;">“Se solicita trabajador inútil sin experiencia”</span></em>, no lo pude comprobar, peo me imagino que, dada la confusa redacción,  nadie se presentó a solicitar el empleo por temor a ser considerado improductivo o inservible.<br />
</span><strong><em><br />
</em></strong><span style="font-size:small;">Lo preocupante es que, muchas veces, el receptor no logra descodificar con éxito el mensaje anfibológico. Si no, observen el siguiente encabezado periodístico que e publicó hace menos de un mes en uno de nuestros diarios: <em><span style="font-family:&#34;">“Un campesino se voló la tapa de los sesos después de despedirse afectuosamente de su familia con un revólver”. </span></em>¿Usted lo entiende? Yo, le confieso que no. </p>
<p>Oro ejemplo apareció recientemente en un diario español y decía:  <em><span style="font-family:&#34;">“Más de 500 ataques a musulmanes de diverso calibre se han registrado en Inglaterra”. </span></em>¡Sin comentarios!</p>
<p>De los dos últimos ejemplos de anfibología que se transcriben a continuación, no se sabe si son producto de la negligencia del redactor o. Por el contrario, de su escrupulosa atención, para molestar a la persona receptora del mensaje: <strong><em><span style="font-family:&#34;">“</span></em></strong><em><span style="font-family:&#34;">El perro  de tu hermano está enfermo” </span></em>y <em><strong><span style="font-family:&#34;">“Vi en el mercado a tu hermana que estaba con su perro y aproveché para darle su collar”.</span></strong></em><strong><span style="font-family:&#34;"> </span></strong> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:auto 0;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="font-family:&#34;" lang="ES-GT">Conclusión: </span></strong><span style="font-family:&#34;" lang="ES-GT">El expresarnos correctamente es un arte que debe ser cultivado y atendido con prioridad, pues las exigencias del mundo actual así lo requieren. </span></span></p>
<p><span style="font-family:&#34;" lang="ES-GT"><span style="font-size:small;">Hoy día, esta necesidad se hace cada vez más evidente, pues la comunicación es la base fundamental de cualquier relación, sea ésta social, económica, política o de cualquier índole. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:auto 0;"><span style="font-family:&#34;" lang="ES-GT"><span style="font-size:small;">Los invito a todos  a que hoy, revisemos cómo nos expresamos.  Recuerden que cuando una persona sabe expresarse, se le facilita dominar y salir airosa de cualquier situación.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:auto 0;"><span style="font-family:&#34;" lang="ES-GT"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:auto 0;"><span style="font-family:&#34;" lang="ES-GT"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:small;"><span style="color:black;font-family:&#34;" lang="ES-GT">Por: Licda. Ligia de Pineda</span><span style="font-family:&#34;" lang="ES-GT"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="background:white;line-height:14.25pt;text-align:right;margin:0;" align="right"><span style="font-size:10pt;color:black;font-family:&#34;" lang="ES-GT">Dudas más frecuentes, No. 6</span><span style="color:black;font-family:&#34;" lang="ES-GT"><span style="font-size:small;">.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:auto 0;"> </p>
<p><span style="font-family:&#34;" lang="ES-GT"></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA['Ciao', l'etimologia di un saluto]]></title>
<link>http://pistolato.wordpress.com/?p=51</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 10:57:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>pistolato</dc:creator>
<guid>http://pistolato.wordpress.com/?p=51</guid>
<description><![CDATA[Non esiste italiano che non pronunci la parola ciao almeno una volta al giorno. Ciao è anche una de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Non esiste italiano che non pronunci la parola <em>ciao </em>almeno una volta al giorno. <em>Ciao</em> è anche una delle poche parole del nostro vocabolario conosciute all’estero. In realtà però sono ben pochi coloro i quali ne conoscono l’origine e l’etimologia. Insomma, cosa vuol dire <em>ciao</em>?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://pistolato.files.wordpress.com/2008/06/ciao.jpg"><img class="size-medium wp-image-52 aligncenter" src="http://pistolato.wordpress.com/files/2008/06/ciao.jpg?w=300" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em>Ciao </em>viene dal dialetto veneto, precisamente da <em>s-ciavo. S-ciavo</em> (successivamente contrattosi in <em>s-ciao </em>e poi in <em>ciao</em>) significa ‘schiavo’, ed era usato dai servi nell'atto di rivolgersi verso i loro padroni nella Venezia del ‘700. Il significato del saluto, com’è facile intuire, equivaleva a: ‘sono tuo schiavo’, ‘servo tuo’, ‘ai vostri ordini’.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em> </em>Curioso notare come<em> ciao, </em>da saluto reverenziale e diretto a mettere in evidenza la differenza sociale tra due individui di classi diverse, sia diventato col tempo confidenziale e amichevole<em>, </em>tanto che usarlo oggi nei confronti di un professore o di una vecchia signora è considerato inappropriato e maleducato.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La poesia della traduzione]]></title>
<link>http://traduzioniealtrestorie.wordpress.com/?p=14</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 07:57:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>biblitra</dc:creator>
<guid>http://traduzioniealtrestorie.wordpress.com/?p=14</guid>
<description><![CDATA[Tradurre, dal latino traducere far passare, da trans al di là, e ducere condurre (tratto da qui)
M]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#800080;"><strong>Tradurre</strong></span>, dal latino <strong>traducere</strong> far passare, da <strong>trans</strong><em> </em>al di là, e <strong>ducere</strong> condurre <em>(tratto da </em><a href="http://www.etimo.it/"><em>qui</em></a><em>)</em></p>
<p>Mi piace molto l'etimologia di questa parola. Anche nelle altre lingue, dalla <span style="color:#800080;">translation </span>inglese (che a noi italiani suggerisce in modo vivo l'idea di traslazione, di spostamento) alla <span style="color:#800080;">übersetzung </span>tedesca (che, infatti, può essere anche un verbo separabile, con lo stupendo significato di traghettare, passare, o far passare, da una sponda all'altra).</p>
<p>Il traduttore, allora, altro non è che un traghettatore di parole. Tuttavia, le sponde tra cui si muove non sono solo due lingue diverse: sono due mondi, due culture diverse. E lui sa vedere le parole che di volta in volta trasporta con gli occhi degli abitanti di entrambi questi mondi.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Qué es? Nueva sección en Tiger Fénix]]></title>
<link>http://tigerfenix.wordpress.com/?p=313</link>
<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 05:35:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiger Fénix</dc:creator>
<guid>http://tigerfenix.wordpress.com/?p=313</guid>
<description><![CDATA[
Les doy la bienvenida a todos aquellos lectores que tienen curiosidades acerca del amplio mundo de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tigerfenix.files.wordpress.com/2008/06/wikipedia-logo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-314" src="http://tigerfenix.wordpress.com/files/2008/06/wikipedia-logo.jpg?w=300" alt="Haz clic para verme más grande y detallado..." width="300" height="287" /></a></p>
<p>Les doy la bienvenida a todos aquellos lectores que tienen curiosidades acerca del amplio mundo de las tecnologías de información y comunicación, a la nueva sección denominada ¿Qué es?</p>
<p>Se trata de colocar definiciones importantes acerca de un determinado tema o palabra, así de simple. A pesar de que ves el logo de Wikipedia, no siempre la información saldrá de allí, sin embargo, será la fuente principal, ya que su contenido es de licencia <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Texto_de_la_Licencia_de_documentaci%C3%B3n_libre_de_GNU" target="_blank">GFDL</a> (GNU Free Documentation License).</p>
<p>Inauguraremos en esta misma entrada con una definición obvia para tal fin:</p>
<h3><!--more--><span style="color:#999999;">Wikipedia</span></h3>
<p>Es una <a title="Enciclopedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Enciclopedia">enciclopedia</a> <a title="Contenido libre" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Contenido_libre">libre</a> <a title="Pol�glota" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADglota">políglota</a> basada en la <a title="Wiki" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Wiki">tecnología wiki</a>. Wikipedia se escribe de forma colaborativa por <a title="Voluntariado" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Voluntariado">voluntarios</a>, permitiendo que la gran mayoría de los artículos sean modificados por cualquier persona con acceso mediante un <a title="Navegador web" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Navegador_web">navegador web</a>.</p>
<p><span style="color:#ff9900;"><strong>Origen.</strong> </span>El proyecto comenzó el <a title="15 de enero" href="http://es.wikipedia.org/wiki/15_de_enero">15 de enero</a> de <a title="2001" href="http://es.wikipedia.org/wiki/2001">2001</a>, fundada por <a class="mw-redirect" title="Jimbo Wales" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Jimbo_Wales">Jimbo Wales</a>, con la ayuda de <a title="Larry Sanger" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Larry_Sanger">Larry Sanger</a>, como complemento de la enciclopedia escrita por expertos <em><a title="Nupedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Nupedia">Nupedia</a></em>. Ahora depende de la <a title="Fundación" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Fundaci%C3%B3n">fundación</a> sin ánimo de lucro <a class="mw-redirect" title="Wikimedia Foundation" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Wikimedia_Foundation">Wikimedia Foundation</a>.</p>
<p><span style="color:#ff9900;"><strong>Etimología.</strong></span> La palabra <em>Wikipedia </em>se construyó a partir de:</p>
<ul>
<li><em>Wiki</em>, que proviene de <em>wiki wiki</em>, <strong>rápido</strong> en <a title="Idioma hawaiano" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Idioma_hawaiano">hawaiano</a>,</li>
<li><em>pedia</em>, que proviene de <em>paideia, (παίδεια)</em>, <strong>educación</strong> en <a class="mw-redirect" title="Griego clásico" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Griego_cl%C3%A1sico">griego clásico</a>.</li>
<li>Es decir, significa <em>educación rápida</em>.</li>
</ul>
<p><span style="color:#ff9900;"><strong>Características.</strong></span> Existen tres características esenciales del proyecto Wikipedia que definen conjuntamente su función en la <a class="mw-redirect" title="Web" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Web">web</a>:</p>
<ol>
<li>Es una <a title="Enciclopedia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Enciclopedia">enciclopedia</a>, entendida como soporte que permite la recopilación, el almacenamiento y la transmisión de la información de forma estructurada.</li>
<li>Es un <em><a title="Wiki" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Wiki">wiki</a></em>, por lo que, con pequeñas excepciones, puede ser editada por cualquiera.</li>
<li>Es de <a title="Contenido abierto" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Contenido_abierto">contenido abierto</a> y utiliza la licencia <a class="mw-redirect" title="GFDL" href="http://es.wikipedia.org/wiki/GFDL">GFDL</a>.</li>
</ol>
<p>Esto que acabas de ver es un ejemplo de las próximas definiciones ampliadas que encontrarás en esa sección, te invito a que la critiques, mencionando lo bueno y lo malo... también se aceptan sugerencias. Así que no te limites.</p>
<p><span style="color:#999999;"><strong>PD:</strong> Por si te diste cuenta, pues sí, es un <span style="color:#000000;"><em>copiar y pegar</em> </span>del artículo original de Wikipedia, ya que de eso se trata, pues de esa forma, <span style="color:#000000;">no se están violando derechos de autor</span> como en otras enciclopedias y/o documentación con copyright.</span></p>
<p><span style="color:#999999;"><strong>PD2: </strong>Y si no te diste cuenta, pues deberías ser un poco más curios@ y visitar los enlaces o intentar buscar más información.</span></p>
<p><strong>Obtenido de: <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Portada" target="_blank">Wikipedia</a></strong></p>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Más etimología de palabras.]]></title>
<link>http://hechizos.wordpress.com/?p=151</link>
<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 08:48:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>hechizos</dc:creator>
<guid>http://hechizos.wordpress.com/?p=151</guid>
<description><![CDATA[

Jade
Para los chinos, el jade era esperma seco del dragón, pero hoy sabemos que este nombre se ap]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3065/2461940990_414d034e54_o.jpg" alt="" width="350" height="217" /></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-size:10pt;font-family:Georgia;color:#993366;">Jade</span></span></strong><br />
<span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Para los chinos, el jade era esperma seco del dragón, pero hoy sabemos que este nombre se aplica por lo menos a dos minerales diferentes: a la jadeíta y a la nefrita que, para ser considerados como jade deben contener algunos agregados en forma de gránulos de fibras muy finas y entrelazadas. En ambos casos es un mineral de color verde, a veces claro y en otras ocasiones, muy oscuro. En Guatemala se encuentra uno de los yacimientos de jade más ricos del mundo, y es la fuente de los colores más novedosos, como el Jade Arco Iris, el Jade negro y el <em><span style="font-family:Arial;">Oro galáctico</span></em>, que es un jade negro con incrustaciones naturales de oro, plata y platino.</span>
</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Con frecuencia se le confunde con el <strong><span style="font-family:Arial;">azabache, </span></strong>que es en realidad una variedad de lignito negro brillante, fósil de una familia de árboles del período jurásico, extinguidos hace unos sesenta millones de años, junto con los dinosaurios.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">De esta confusión proviene el nombre del <strong><span style="font-family:Arial;">jade, </span></strong>formado a partir de la palabra latina <em><span style="font-family:Arial;">gagates, </span></em>y de la griega <em><span style="font-family:Arial;">gagatês, </span></em>que se empleaba para designar, en realidad, al <strong><span style="font-family:Arial;">azabache. </span></strong>El nombre en español de este último se formó a partir del árabe hispánico <em><span style="font-family:Arial;">zabag, </span></em>del mismo significado en esa lengua.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><!--more--><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-size:10pt;font-family:Georgia;color:#993366;">Maqueta</span></span></strong><br />
<span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Es palabra relativamente reciente en castellano, idioma en el cual se registra desde 1920, procedente del francés <em><span style="font-family:Arial;">maquette,</span></em> que se usaba en esa lengua desde mediados del siglo XVIII. El vocablo francés se deriva del italiano <em><span style="font-family:Arial;">macchietta </span></em>'bosquejo de un dibujo', que en la lengua de Dante es, originariamente, el diminutivo de <em><span style="font-family:Arial;">macchia</span></em> 'mancha', pero que se emplea también en sentido figurado con el significado de ‘bosquejo’ o ‘boceto’</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-size:10pt;font-family:Georgia;color:#993366;">Adefesio</span></span></strong><br />
<strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Adefesio</span></strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> se deriva de la antigua locución adverbial del mismo significado <em><span style="font-family:Arial;">ad Efesios,</span></em> que proviene, a su vez, de las palabras latinas <em><span style="font-family:Arial;">ad Ephesios </span></em>(a los habitantes de Éfeso), nombre de una epístola de San Pablo en la que se aludía a las penalidades sufridas por el santo durante su peregrinación a esa ciudad del Asia Menor.</span>
</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Durante el tiempo que permaneció en Éfeso, San Pablo corrió serios peligros y en una ocasión, estuvo a punto de ser muerto por el populacho, incitado por mercaderes que vivían del culto a Diana Artemisa.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">El <em><span style="font-family:Arial;">Diccionario Histórico de la Real Academia </span></em>se hizo eco de una leyenda etimológica: un sacerdote iba a leer una de las epístolas a los corintios, pero tomó, por error, la que San Pablo había dirigido a los efesios. Según esta creencia, hoy descartada, ésa es la razón por la cual las afirmaciones equivocadas se llaman "adefesios".</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-size:10pt;font-family:Georgia;color:#993366;">Hamburguer</span></span></strong><br />
<span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">En la apacible ciudad de Hamburgo, en el norte de Alemania, las hamburguesas no son consideradas una comida de origen local, sino una moda procedente de los Estados Unidos y, por tal razón, son llamadas por su nombre en inglés: hamburger.</span>
</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">En realidad, el bife hecho con carne molida y huevo fue creado a comienzos del siglo XVIII por marineros alemanes, precisamente en el puerto de Hamburgo y, desde allí, los emigrantes que partieron dos siglos más tarde lo llevaron a los Estados Unidos, principalmente a Nueva York, donde surgió la costumbre de hacer con él un emparedado que se llamó hamburger en el Nuevo Mundo. Y fue con este nombre que el antiguo bife de los marineros de Hamburgo volvió a Alemania, como un emigrante que retorna triunfalmente a su país natal con otro nombre y con nuevas ropas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">En los países anglohablantes, esta etimología fue desconocida durante mucho tiempo, pues se creía que la sílaba <em><span style="font-family:Arial;">ham,</span></em> que en inglés significa ‘jamón’, se refería a este producto porcino. A pesar de que las hamburguesas no llevan jamón, esa creencia se vio favorecida por los nombres de otros emparedados semejantes que se difundieron desde los Estados Unidos, tales como el c<em><span style="font-family:Arial;">heeseburger</span></em> o el <em><span style="font-family:Arial;">eggburger.</span></em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-size:10pt;font-family:Georgia;color:#993366;">Tiburón</span></span></strong><br />
<span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">No hay certeza sobre el origen del nombre de este temible escualo, capaz de destruir un miembro del cuerpo humano sólo con el roce de su piel escamosa y dura o de amputarlo con su poderosa dentadura. Conocido en portugués como<em><span style="font-family:Arial;"> tubarão </span></em>y en catalán como <em><span style="font-family:Arial;">tauró</span></em>, el tiburón puede haber tomado su nombre del tupí guaraní <em><span style="font-family:Arial;">uperú</span></em>, precedido por una<em><span style="font-family:Arial;"> t </span></em>que, en esa lengua amerindia, cumple la función de artículo.</span>
</p>
<p style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;color:#000000;">Extraídos de los libros "<em><span>La fascinante historia de las palabras</span></em>" y "<em><span>Nuevas fascinantes historias de las palabras</span>".</em> © Ricardo Soca.</span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal"><a href="../2008/03/06/etimologa-de-algunas-palabras-de-actualidad/"></a></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;">En Hechizos │<a href="../2008/03/06/etimologa-de-algunas-palabras-de-actualidad/" target="_blank">Etimología de algunas palabras de actualidad</a></span></p>
<p class="MsoNormal">
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[¿Un Bululú o una Merienda de Negros?]]></title>
<link>http://comoeslacosa.wordpress.com/?p=51</link>
<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 23:38:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>ottoscheuren</dc:creator>
<guid>http://comoeslacosa.wordpress.com/?p=51</guid>
<description><![CDATA[Por su sonido siempre imaginé que la palabra &#8220;bululú&#8221; era de origen africano. No sé, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Por su sonido siempre imaginé que la palabra "bululú" era de origen africano. No sé, me sonaba como dialecto de alguna tribu de por esos lados. Pero según la RAE dice:</p>
<p><span class="eLema"><strong>bululú</strong></span><span class="eLema"><strong>.</strong></span></p>
<p style="margin-left:2em;margin-bottom:-0.5em;"><span class="eEtimo"> (<a title="voz imitativa">Voz imit.</a>).</span></p>
<p style="margin-left:2em;margin-bottom:-0.5em;"><a name="0_1"></a><span class="eOrdenAcepLema"><strong> 1. </strong></span><span class="eAbrv"> <span class="eAbrv" title="nombre masculino">m.</span></span><span class="eAcep"> Farsante que antiguamente representaba él solo, en los pueblos por donde pasaba, una comedia, loa o entremés, mudando la voz según la calidad de las personas que iban hablando.</span></p>
<p style="margin-left:2em;margin-bottom:-0.5em;"><a name="0_2"></a><span class="eOrdenAcepLema"><strong> 2. </strong></span><span class="eAbrvNoEdit"> <span class="eAbrvNoEdit" title="nombre masculino">m.</span></span><span class="eAbrv"><em> <span class="eAbrv" title="Venezuela">Ven.</span></em></span><span class="eAcep"> Alboroto, tumulto, escándalo.</span></p>
<p>Por otro lado encontré esto:</p>
<p>"Comediante que representaba solo, mudando la voz según las personas que se suponía hablaban por su boca", probablemente voz de creación expresiva u onomatopéyica. 1ª doc.: 1603.</p>
<p>Se cree que es de origen gitano, con el significado inicial de "engañador, embaucador", como bulero íd., y buló, bulipén, "engaño", derivados de bul "trasero"; pero no había todavía gitanismos en castellano a princ. S. XVII, y aunque "aló" es sufijo gitano conocido, no sabemos que lo sea "alú" o "ulú". Se trata de una creación elemental del idioma; y lo más natural es que simbolice la voz forzada del cómico al imitar a los varios personajes. Hoy en Venezuela y Puerto Rico ha tomado "bululú" como un desorden, gran grupo de personas y sinónimo de la expresión "una merienda de negros".</p>
<p><img class="alignright" style="float:right;margin:5px 10px;" src="http://www.vidadeunconsultor.com/wp-content/uploads/2008/05/canibales.JPG" alt="" width="400" height="335" />Pero según la HISPANOTECA de Justo Fernández López explica:</p>
<p class="MsoNormal"><em><span lang="ES">Una merienda de negros</span></em><span lang="ES"> pertenece hoy a ese grupo de frases, que según los libros de estilo, no deben  utilizarse por resultar ofensivas para un colectivo. Tales son: <em>le hizo una  judiada, le engañó como a un chino, esto es una gitanería</em>, etc.</span></p>
<p class="MsoNormal">El Diccionario de la Real Academia (<span lang="ES">22.ª  edición, 2001)</span> registra las dos expresiones coloquiales <em>merienda de  negros </em><span lang="ES">(‘confusión y desorden en que nadie se entiende’) y <em>boda de negros </em>(‘</span><span class="eacep1"><span lang="ES"><span style="color:#000080;">función  en que hay mucha bulla, confusión, grita y algazara’). El primer diccionario  académico (1780) registra </span></span></span><em><span lang="ES">hacer merienda  de negros</span></em><span lang="ES">: ‘confundir y enmarañar algún negocio o  dependencia, a fin de alzarse con el útil, perjudicando a los que debían tener  parte en él’. El diccionario académico de 1837 sigue esta definición y aun  acentúa el sentido negativo: ‘meter a barato una cosa, quedándose con ella  aquellos que la manejan y traen entre manos’. El diccionario académico de 1899  da una definición menos negativa y elimina las connotaciones de ‘confundir para  aprovecharse de algo’ y establece una definición que perdurará en todos los  diccionarios académicos hasta 1984: <em>merienda de negros </em>‘confusión y  desorden en que nadie se entiende’. Esta definición aparece en todas las  ediciones hasta 1984 en que aparece un añadido: <em>merienda de negros </em> ‘confusión y desorden en que nadie se entiende. [fig] Reparto caprichoso o  desaprensivo’. A partir de 1989, todos los diccionarios académicos repiten la  definición abreviada: ‘confusión y desorden en que nadie se entiende’ y eliminan  ‘reparto caprichoso o desaprensivo’.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES">Posiblemente en su origen las expresiones <em>merienda de negros</em> y <em>boda de negros</em> tenían un sentido más  negativo: el negro como una persona carente de orden y anárquica, pronta a  saltarse las reglas vigentes que rigen la sociedad. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES">Estas expresiones tienen que ser fruto de  la época colonial. No las encontramos en inglés, idioma en al que se traducen  estas expresiones españolas por <em>free-for-all</em> y <em>bedlam</em>). En 1932,  el escritor inglés Evelyn Waugh escribió </span><em><span lang="ES">Black  Mischief, </span></em><span lang="ES">que fue traducida al español con el título  más bien arbitrario de </span><em><span lang="ES">Merienda de negros</span></em><span lang="ES">.  Transcurre alrededor de 1930 en Azania, un imaginario país africano, con la  mezcla del pueblo primitivo y bárbaro con la vida colonial inglesa.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES">Pero el origen de estas expresiones es  anterior al colonialismo inglés. A los largo del siglo XVI y primera mitad del  XVII la esclavitud negra fue más importante en la península que en las colonias  americanas. La situación se invertirá hacia la segunda mitad del XVII. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES">Desde el periodo medieval, llegaron a las  ciudades españolas decenas de miles de esclavos de origen subsahariano. La  afición de estos grupos por la música y el baile despertó pronto el interés de  la sociedad española que les permitía celebrar sus fiestas. Para las autoridades  civiles, estas fiestas fueron motivo de intranquilidad por los continuos  altercados que se producían tras la abundante ingestión de vino.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES">«La iglesia, por su parte, denunció  continuamente la gran sensualidad que, en su opinión, era característica de los  citados bailes. Con el fin de facilitar su condena (y reducir su vertiente  sensual) favoreció su inclusión en las fiestas de carácter religioso, como la  del Corpus, en la que los negros con sus danzas y bailes (en calidad de  diablitos) representaban al pecado que era finalmente vencido por la divinidad  de sus amos blancos. Debe recordarse que uno de los más importantes privilegios  de las cofradías de negros fue su participación en los desfiles procesionales,  especialmente durante el Corpus Christi, la Semana Santa y otras fiestas  religiosas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES">Las habilidades musicales de negros y  mulatos, esclavos y libertos, así como su habla característica, no tardaron en  ser ridiculizados por parte de los demás sectores de la sociedad, por más que  algunos de ellos no gozaran de mucha más consideración social que sus vecinos  negros. Así, los desfiles procesionales de las cofradías de los negros  sevillanos fueron objeto de las burlas hirientes del público asistente, que  aprovechaba su paso "para reír y mofar della". Un testigo coetáneo afirmó al  respecto que "pareze más entremés de comedia que acto de devoción". En el teatro  y la literatura de los siglos XVI, XVII y XVIII abundan los personajes negros  caracterizados como tipos cómicos y grotescos, casi siempre víctimas de feroces  parodias: "El negrito hablador y sin color anda la niña", "Negro del mejor amo",  "Del negro hablador", "Sainete y baile de los negros", "El Entremés de los  negros", "Negra por amor", "Negro más prodigioso", "Baile entremesado de los  Negros", "Los negros de Santo Tomé", etc. A pesar de lo expuesto, los cantes y  bailes de origen africano fueron penetrando y/o influenciando los bailes y  cantes españoles y/o andaluces en un proceso todavía escasamente conocido.»  [Eloy Martín Corrales: “<a href="http://www.alyamiah.com/cema/modules.php?name=News&#38;file=print&#38;sid=234">Flamenco  y música negra. Los sones negros del flamenco: sus orígenes africanos</a>”]</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES">«El hambre, pero también la risa, la  religión o los celos, fueron motivos suficientes para comerse a un semejante, al  menos en los reinos de los pícaros, los devotos o los amantes de la literatura  áurea. Esta antropofagia literaria vertía en palabras, según la preceptiva  aristotélica, una realidad que no fue ajena a una Europa devastada por el hambre  y por las guerras. Pero la repetida aparición de la temática caníbal en la  literatura española del Siglo de Oro tuvo, al menos, dos de sus razones  señaladas en la renovación del dogma eucarístico y en las noticias que llegaban  desde los territorios americanos. La Contrarreforma se esforzó en subrayar la  materialidad de la eucaristía e insistió en la transformación del pan y el vino  en carne y sangre reales de Cristo; esa misma metamorfosis tuvo su continuación  metafórica en el uso de la antropofagia sagrada como mecanismo de representación  del sacramento. Por virtud de la <em>religio amoris</em> y en relación con el  neoplatónico intercambio entre los amantes, la antropofagia eucarística pasó a  formar parte del arsenal de la poesía petrarquista y de sus derivaciones  dramáticas. La antropofagia se convierte entonces en símbolo de íntima unión  entre personas, fueran éstas creyentes que se ofrecen como alimento para la  divinidad y se comen simbólicamente a su Dios o amantes que se alimentan de sus  amados. Por otro lado, las crónicas y pliegos sueltos impresos sobre América y  las costumbres alimenticias de sus habitantes dejaron una profunda huella en la  imaginación colectiva de los españoles de la época, que reflejaron en su  literatura culta y popular un interés constante por la posibilidad, real o  imaginada, de comerse a los iguales.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES">En realidad, la cultura barroca se movió  entre dos polos estéticos y reales, el exceso y la escasez, que, en el ámbito de  lo alimenticio, se convierten en  sobreabundancia y necesidad, en empacho y  hambre, motivo constante en el imaginario de la época. Ambas pueden conducir a  la antropofagia: en el primer caso, por gula; en el segundo, por imperio de las  circunstancias digestivas. La antropofagia se presenta como un proceso de  degradación del ciclo alimenticio por el que la nutrición humana pasa de lo  comestible, es decir, de lo aceptado socialmente como comestible, a lo no  comestible, a lo repugnante. Tras esa división se esconde otra distinción social  e ideológica, que separa al <em>nosotros</em>, con el que se representa la  civilización, el orden y la verdad comúnmente aceptada por un colectivo, del <em> los otros</em>, donde se ubica no sólo lo exótico, sino también lo ilícito. Lo  mismo ocurre con la alimentación, pues, aunque ‘<em>nosotros</em> no comemos carne  humana’, no por ello dejamos de sentir una curiosa repugnancia por los que lo  hacen y de querer contemplar, desde la seguridad de nuestra civilización, el  horror de los que habitan más allá de sus márgenes morales y geográficos. No en  vano, los salvajes, los herejes, los infieles o los poseídos por Satanás comían  hombres como signo de su maldad y barbarie.» [Luis Gómez Canseco, Universidad de  Huelva: “<a href="http://www.uhu.es/programa_calidad_literatura_amatoria/etiopicas/num_1/canseco.doc">Antropofagia  literaria en el Siglo de Oro</a>”]</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES">En Quevedo es fácil encontrar burlas  crueles sobre negros y judíos. Un buen ejemplo es su famoso romance burlesco </span><em>Boda de negros</em> [ver texto en<span style="font-family:Arial;color:black;"> </span><span style="color:black;"> <a href="http://www.los-poetas.com/f/quev1.htm#BODA%20DE%20NEGROS"> http://www.los-poetas.com/f/quev1.htm#BODA%20DE%20NEGROS</a></span>], en el que  describe una boda de dos esclavos negros a los que ridiculiza salvajemente  aplicando el estereotipo racial.</p>
<p style="margin-left:2em;margin-bottom:-0.5em;">
<p style="margin-left:2em;margin-bottom:-0.5em;">
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inaugurar]]></title>
<link>http://discente.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 19:25:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>discente</dc:creator>
<guid>http://discente.wordpress.com/?p=3</guid>
<description><![CDATA[Nunca mejor dicho. Pero, de dónde proviene esta palabra de sobra conocida, y en algunas esferas bas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:10pt;text-align:justify;">Nunca mejor dicho. Pero, de dónde proviene esta palabra de sobra conocida, y en algunas esferas bastante común.</p>
<p style="margin-bottom:10pt;text-align:justify;">Debemos remontarnos a la antigua roma. El latín posee un verbo, <em>inaugurare</em> (<em>in-<span style="text-decoration:underline;">augurare</span></em>), que significaba consultar los augurios (<em>auguria</em>), es decir, las señales por las que los dioses anunciaban el futuro. Entre estas señales, de distintos tipos, una de las más extendidas era la observación del vuelo de las aves (como por ejemplo hicieron Rómulo y Remo cuando fundaron Roma). Estos presagios eran interpretados por los augures (<em>auguribus</em>) <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Augur">http://es.wikipedia.org/wiki/Augur</a>. Estos sacerdotes a través de rituales muy formalizados y rigurosos, además de interpretar la voluntad divina, realizaban ceremonias en la apertura de templos o edificios públicos. Esta última función es la que ha quedado en el significado más usual de esta palabra. Sin embargo, aunque poco extendido, también nuestro verbo “inaugurar” recoge el significado de “<span class="eacep">adivinar supersticiosamente por el vuelo, canto o movimiento de las aves.”</span></p>
<p style="margin-bottom:10pt;text-align:justify;">Estos rituales de adivinación tenían una gran importancia, y detentaban un papel político de primera línea, ya que no se llevaban acabo medidas de cierta relevancia ya sean políticas o militares sin consultar antes los augurios. Y, si resultaban desfavorables, podían llegar a suspender y disolver asambleas, detener ataques militares, o incluso paralizar el Estado. La posterior consecuencia de este poder arbitrario fue la corrupción y manipulación de los augurios a favor de los mejores postores.</p>
<p style="margin-bottom:10pt;text-align:justify;">Una curiosa anécdota acerca de la creencia e importancia de estos rituales sucedió durante la primera guerra púnica. El cónsul Publio Claudio Pulcro antes de iniciar una batalla naval tuvo que consultar los augurios, que consistían en dar de comer a unas gallinas sagradas. Si comían con normalidad todo iba bien, y el augurio hubiera sido favorable, sin embargo, las gallinitas se negaban a probar bocado, trayendo consigo la suspensión del combate. No obstante, el cónsul romano, deseoso de luchar, no sólo se negó a aceptar el mal augurio, sino que, osó lanzar las gallinas al agua, mientras decía: “si no quieren comer, que beban al menos”. Las gallinas murieron. El luchó y, desgraciadamente para él, sufrió una estrepitosa derrota. Cuando llegó a Roma, fue condenado a muerte.</p>
<p style="margin-bottom:10pt;text-align:justify;">Bibliografía:</p>
<p style="text-align:justify;">- Pedro Barceló: <em>Aníbal de Cartago</em>. Alianza Editorial. Madrid 2004. 15-16 p.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Algumas Teorias sobre a Origem do Nome Brasil]]></title>
<link>http://falabonito.wordpress.com/?p=773</link>
<pubDate>Sun, 01 Jun 2008 16:05:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>falabonito</dc:creator>
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<description><![CDATA[A origem do nome do país deu lugar a nada menos que onze hipóteses diferentes, que o filólogo bra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A origem do nome do país deu lugar a nada menos que onze hipóteses diferentes, que o filólogo brasileiro Adelino José da Silva Azevedo resumiu em uma só num livro publicado em 1967. Nele prova que se trata de uma voz de procedência celta, embora suas origens mais remotas possam ser rastreadas até os fenícios, que mantiveram um intenso comércio de um colorante vermelho, que se extraía de um mineral cujos principais fornecedores eram os celtas, povo mineiro que explorava jazidas da Ibéria até a Irlanda.<img class="alignright" style="float:right;" src="http://i93.photobucket.com/albums/l68/Atsiluap/Fala%20Bonito/paubrasil.jpg" alt="pau brasil" width="124" height="110" /></p>
<p>Os gregos sucederam aos fenícios no comércio deste produto, a que chamavam ‘kinnabar’, e que passou ao latim como ‘cinnabar’, ao português como cinábrio e ao espanhol como ‘cinabrio’. Uma das características das línguas celtas é a inversão de partículas; assim, a ‘kinnabar’ chamaram ‘barkino’, que daria lugar ao espanhol ‘barcino’, adjetivo que se aplica a certos animais de pele avermelhada e que, com variantes, passou a designar a cor vermelha em várias línguas de influência celta.</p>
<p>Na Idade Média, os artesãos começaram a usar um colorante vermelho extraído da madeira, que na Toscana se chamou ‘verzino’; em Veneza, ‘berzi’ e em Gênova, ‘brazi’, nome que logo designou também a madeira de onde se extraia, conhecida na Espanha como ‘palo Brasil’ ou ‘palo de Fernambuco’, e em Portugal como pau-brasil.<br />
Na época dos descobrimentos, os portugueses guardavam cuidadosamente o segredo de tudo o que achavam e conquistavam, a fim de explorá-lo vantajosamente. Mas não tardou a correr na Europa que haviam descoberto uma certa ‘ilha Brazil’, de onde extraiam o pau-brasil. O gentilício ‘brasileiro’, surgido no século XVI,  inicialmente se referiu aos que comerciavam aquela madeira e, mais tarde, aos portugueses que chegavam ao Brasil em busca de fortuna.</p>
<p><span style="color:#ffcc99;"><em>Fonte: Palavra do Dia</em></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MURONERO]]></title>
<link>http://blackwallmuronero.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Sun, 25 May 2008 19:43:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>blackwallmuronero</dc:creator>
<guid>http://blackwallmuronero.wordpress.com/?p=3</guid>
<description><![CDATA[Mio padre aveva un muro dove scriveva tutto ciò che gli passava per la mente, le preoccupazioni che]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Mio padre aveva un muro dove scriveva tutto ciò che gli passava per la mente, le preoccupazioni che lo affliggevano, i moti di rabbia che lo turbavano, le gioie passeggere e le idiozie più remote che potesse immaginare. Trascorsi i primi anni della mia infanzia ad ammirare quella parete di simboli di cui ancora ignoravo il significato, curiosa di scoprirne i segreti. Finchè imparai a leggere. E lui dipinse il muro di nero. </p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[¿¿De donde viene el "Pepe"??]]></title>
<link>http://joselascano.wordpress.com/?p=35</link>
<pubDate>Wed, 21 May 2008 02:11:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lascano Jose</dc:creator>
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<description><![CDATA[
&#8221; Según cuenta la historia esto de llamar Pepe a los José procede del antiguo cristianismo,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">" Según cuenta la historia esto de llamar Pepe a los José procede del antiguo cristianismo, en la época en que los cristianos eran perseguidos con ferocidad, crearon una simbología (oral y escrita,) para salvar, siempre con el sentido en clave, a sus mas preciados objetos de culto como a sus figuras veneradas.</p>
<p style="text-align:center;">Este tenia muchos símbolos para identificar sus cosas sagradas, ya que era una religión prohibida en época de la antigua Roma. A Jesucristo se lo identificaba con un pez, a los cristianos con una cruz, y a San José,  marido de la virgen María, se lo llamaba Pater Putativo, (del latín, padre a parentes) a quien por motivos de la clandestinidad del cristianismo, se lo abreviaba con P.P. como aparece hoy en día en algunas paredes de las catacumbas. De su lectura es entonces de donde viene el apodo Pepe "</p>
<p style="text-align:center;">
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<title><![CDATA[La Etimología del Garbanzo]]></title>
<link>http://comoeslacosa.wordpress.com/?p=24</link>
<pubDate>Mon, 19 May 2008 16:12:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>ottoscheuren</dc:creator>
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Por Miguel Herrero de Jáuregui
 

Reconozco que este es un post fácil, pero entretenido e inc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<div class="entry-body">
<h2>Por Miguel Herrero de Jáuregui</h2>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal"><img src="http://www.deanstalk.net/photos/uncategorized/2008/05/12/garbanzo_2.jpg" alt="" width="300" height="176" /></p>
<p class="MsoNormal"><span>Reconozco que este es un post fácil, pero entretenido e incluso de cierta utilidad. Cuando se vaya agotando una conversación o empiece a tocarse un tema inconveniente, y sienta uno que debe hilar algún tema nuevo, nada mejor que tomar al vuelo una palabra de la última frase y decir “¿de dónde vendrá la palabra x?”, o si uno es un poco más presuntuoso, “¿sabéis de donde viene la palabra x?”. Y con eso se abre un nuevo tema y se deja atrás el anterior de la forma más natural. Más de una pregunta incómoda tipo “¿qué hace mi hermana con el bribón de tu primo?” se puede esquivar diciendo, por ejemplo, “ah, bribón: muy interesante, ¿sabías que viene del griego <em>biblon</em>, porque era el estafador ambulante que vendía libros mágicos y supercherías librescas? Curioso que tenga la misma raíz venerable de la Biblia, ¿verdad?”, y así lo que hicieran la inocente hermana y el bribón del primo queda en la oscuridad del secreto.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span>            </span>Ahora, un poco de teoría: los antiguos creían que en la etimología de una palabra estaba su verdadero significado natural. De hecho, un diálogo breve de Platón, el <em>Crátilo</em>, se dedica a experimentar con la idea de que cada palabra tiene una esencia natural que la etimología (de <em>etymos</em>, verdadero) pone al descubierto. En el siglo VI-VII </span><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Isidoro_de_Sevilla"><span>San Isidoro de Sevilla</span><img class="snap_preview_icon" src="http://i.ixnp.com/images/v3.30/t.gif" alt="" /></a><span>, patrón de la Filología, llama a su gran obra de compilación de la cultura universal las<em>Etimologías</em>, porque comparte la creencia de que sólo conociéndolas desde los orígenes se capta la esencia de las cosas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span>            </span>La verdad es que hay pocas esencias naturales inmutables, y el origen es sólo una dimensión parcial de cualquier cosa. Más aún de las palabras, cuyo origen es arbitrario y nada tiene de natural, salvo las onomatopeyas tipo “maullar”, que guarda relación con la voz del gato, como el croar de la rana, el mugido de la vaca. Pero <em>bad</em> es “baño” en alemán y “malo” en inglés, precisamente porque es la convención de cada lengua, y no hay nada natural en la palabra, que podría ser igualmente <em>good</em> (en cambio, sería extraño maullar para las vacas y mugir para los gatos). Los “falsos amigos” en las lenguas extranjeras vienen de una confianza excesiva en la verdad de la etimología. Son muy interesantes también es las etimologías falsas, como que Pepe viene de "padre putativo", cuando viene del italiano Giuseppe (abreviado popularmente en Beppe): la falsa etimología tiene generalmente mucha mayor dignidad que la real.</span></p>
</div>
<p><a id="more"></a></p>
<div class="entry-more">
<p class="MsoNormal"><span>Ahora bien, aunque no diga siempre la “verdad”, la etimología no deja de iluminar la historia de la lengua y del pueblo que la usa. Por ejemplo, un grito “estentóreo” viene de Esténtor, personaje de la <em>Ilíada</em> que tenía una voz que resonaba con increíble potencia. En realidad sólo lo nombra Homero una vez, pero su nombre resuena a través de los siglos como si lo hubiera gritado él mismo no en el espacio, sino en el tiempo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Es una manera más de disfrutar con más intensidad la vida cotidiana el darse cuenta del peso que arrastra cada palabra: “auspiciar” viene del latín <em>avis-spicio</em>, mirar las aves, para ver si los augurios eran buenos. Lo cual me recuerda un clásico: “inaugurar” viene de <em>augur</em>, porque cualquier edificio o acto se abría con una consulta a los augures. Y yendo más atrás <em>au-gur</em> también viene de <em>avis</em> y de <em>gwr</em>, la raíz indoeuropea para mirar: y es que el observar las aves era un <em>must</em> en la antigüedad, algo así como es hoy predecir las tendencias de la bolsa.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span>Etcétera (<em>et-cetera</em>, y otras cosas). Se podría seguir indefinidamente, pero basta. Acabo confesando que como con mucho mayor gusto un cocido desde que me dijeron que quizá el sufijo –<em>ntho</em> de “garbanzo” (palabra de origen oficialmente desconocido) es antiquísimo, incluso preindoeuropeo, conectado con los pregriegos que hablaban de Corinto y laberinto, y de los que sólo nos queda ese sufijo. ¿No le da esto sabor al garbanzo más soso? La etimología, verdadera o no, le va bien a todo, incluso al cocido.</span></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p class="MsoNormal">FUENTE: <a href="http://www.sapienstribune.net/">http://www.sapienstribune.net/</a></p>
</div>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Etimología]]></title>
<link>http://ddcampayo.wordpress.com/?p=31</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 11:48:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>ddcampayo</dc:creator>
<guid>http://ddcampayo.wordpress.com/?p=31</guid>
<description><![CDATA[My first post in Spanish!
La etimología. ¿Sirve de algo? ¿Es interesante? Estoy personalmente de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>My first post in Spanish!</p>
<p>La <strong>etimología</strong>. ¿Sirve de algo? ¿Es interesante? Estoy personalmente de acuerdo con Jorge Luis Borges: no y sí, respectivamente. Cito: "<span style="font-family:Verdana;font-size:small;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><em>Dadas tales transformaciones del sentido primitivo de las palabras ... de nada o de muy poco nos servirá para la aclaración de un concepto el origen de una palabra</em>."</span></span></p>
<p><!--more--></p>
<blockquote><p>Escasas disciplinas habrá de mayor interés que la etimología; ello se debe a las imprevisibles transformaciones del sentido primitivo de las palabras, a lo largo del tiempo. Dadas tales transformaciones del sentido primitivo de las palabras, que pueden lindar con lo paradójico, de nada o de muy poco nos servirá para la aclaración de un concepto el origen de una palabra. Saber que cálculo, en latín, quiere decir piedrita y que los pitagóricos las usaron antes de la invención de los números, no nos permite dominar los arcanos del álgebra; saber que hipócrita era actor, y persona, máscara, no es un instrumento valioso para el estudio de la ética. Parejamente, para fijar lo que hoy entendemos por clásico, es inútil que este adjetivo descienda del latín classis, flota, que luego tomaría el sentido de orden.</p></blockquote>
<p>Jorge Luis Borges, “Sobre los clásicos”, Otras inquisiciones, en Obras completas<br />
II, Barcelona, Emecé, 1989, 150)</p>
<blockquote><p>Los implacables detractores de la etimología razonan que el origen de las palabras no enseña lo que éstas significan ahora; los defensores pueden replicar que enseña, siempre, lo que éstas ahora no significan. Enseña, verbigracia, que los pontífices no son constructores de puentes, que las miniaturas no están pintadas al minio; que la materia del cristal no es el hielo; que el leopardo no es un mestizo de pantera y de león; que un candidato puede no haber sido blanqueado; que los sarcófagos no son lo contrario de los vegetarianos; que los aligatores no son lagartos; que las rúbricas no son rojas como el rubor; que el descubridor de América no es Amerigo Vespucci y que los germanófilos no son devotos de Alemania.</p></blockquote>
<p>Jorge Luis Borges: "Definición del germanófilo," en El Hogar, diciembre 13, 1940, p. 3. También en Emir Rodríguez Monegal: Borgès par lui même (Paris, Du Seuil, 1970), pp 130-133.</p>
]]></content:encoded>
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