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	<title>ensino &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/ensino/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ensino"</description>
	<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 08:01:43 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[DEPUTADOS COM GPS]]></title>
<link>http://osexoeacidade.wordpress.com/?p=2223</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 01:45:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>osexoeacidade</dc:creator>
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<description><![CDATA[
O grande lutador Balbino Caldeira www.doportugalprofundo.blogspot.com, um destemido professor que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://osexoeacidade.files.wordpress.com/2008/07/jj-ppc1.jpg"><img class="size-full wp-image-2227 aligncenter" src="http://osexoeacidade.wordpress.com/files/2008/07/jj-ppc1.jpg" alt="" width="370" height="197" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">O grande lutador Balbino Caldeira <a href="http://www.doportugalprofundo.blogspot.com">www.doportugalprofundo.blogspot.com</a>, um destemido professor que descobriu o diploma do nosso primeiro, anda à procura "de defensores do Ensino Público" que tenham GPS.</p>
<p style="text-align:justify;">Resolvemos dar-lhe uma ajuda e fomos até à Assembleia da Repúplica. Em pleno Hemiciclo, descobrimos dois (também não procurámos mais...) distintos colaboradores do grande empreendedor António Calvete, que, eventualmente, podem ter o perfil da pessoa que deseja encontrar. </p>
<p style="text-align:justify;">O primeiro protagonista,  já é conhecido do e-leitor, trata-se do prestigiado PPC,que declarou publicamente ser colaborador do conglomerado do Louriçal e que leva para casa 2 500 Oreos por mês. Confira em: <a href="http://www.parlamento.pt/DeputadoGP/Paginas/Biografia.aspx?ID=20">www.parlamento.pt/DeputadoGP/Paginas/Biografia.aspx?ID=20</a> e depois clique em "registo de interesses". </p>
<p style="text-align:justify;"> Também seria interessante ver o filme do nosso representante  em: <a href="http://www.parlamentoglobal.pt/ParlamentoGlobal/deputados">http://www.parlamentoglobal.pt/ParlamentoGlobal/deputados</a> mas o reputado deputado ainda não teve oportunidade de efectuar a respectiva gravação. Para não ver o video , vá ao endereço acima e depois na coluna da esquerda, clique em Coimbra, onde  vai aparecer a cabeça de PPC, volte a clicar  e poderá ver a mensagem.</p>
<p style="text-align:justify;">Vamos, então, ao segundo coelho, perdão, ao segundo parlamentar, desta vez, temos um simpático avõ de Viseu, que, certamente, devidos  aos seus muitos afazeres,  afirma que não tem nenhum interesse em quaisquer matérias. Confira em: <a href="http://www.parlamento.pt/DeputadoGP/Paginas/Biografia.aspx?ID=1435">www.parlamento.pt/DeputadoGP/Paginas/Biografia.aspx?ID=1435</a> e depois em "registo de interesses".</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar de tudo, JJ, teve tempo de gravar o VT, onde tem oportunidade de declarar que colabora com um grupo na área da educação, Vá ao endereço: <a href="http://www.parlamentoglobal.pt/ParlamentoGlobal/deputados">http://www.parlamentoglobal.pt/ParlamentoGlobal/deputados</a> , depois, também na coluna da esquerda, clique em Viseu,  a seguir no retrato de JJ e  por fim em "o que faço fora da política.</p>
<h6 style="text-align:justify;">E ficamos por aqui, que nada nos move contra tão distintas e simpáticas figuras, digamos que, nos tempos mortos do nosso bordel, gostamos de brincar aos jornalistas. Entretanto, também nós, declaramos que os citados deputados, o antido deputado e o GPS, não cometeram nenhuma ilegalidade e que a sua actividade e condutas, dentro e fora do parlamento não violam nenhuma Lei nacional ou internacional. Nós acreditamos mesmo nisso. A sério. A sério. A sério.</h6>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#00ff00;">Se não tiverem nada para fazer durante o fim de semana, podem entreter-se a ver os filmes dos outros representantes da nação. Juramos que se vai divertir.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Escola em tempo integral &eacute; criada em V&aacute;rzea Grande]]></title>
<link>http://jbas.wordpress.com/2008/07/16/escola-em-tempo-integral-criada-em-vrzea-grande/</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 11:42:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Bosquo</dc:creator>
<guid>http://jbas.wordpress.com/2008/07/16/escola-em-tempo-integral-criada-em-vrzea-grande/</guid>
<description><![CDATA[A escola de tempo integral já é realidade em Várzea Grande. São três unidades que oferecem aos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><font size="3">A escola de tempo integral já é realidade em Várzea Grande. São três unidades que oferecem aos alunos do Ensino Fundamental uma jornada escolar de seis a sete horas diária. Das 7h às 10h e das 13h às 16h os alunos têm seis aulas, entre o ensino ciclado, atividades diversificadas como oficinas culturais </font></p>
<p><!--more-->
<p><font size="3">(dança, música, teatro e artes plásticas), atividades esportivas (atletismo, ginástica, xadrez e jogos cooperativos), e duas refeições: lanche pela manhã e lanche à tarde, garantindo melhores condições para o aprendizado. </font> </p>
<p><font size="3">Além das disciplinas do núcleo comum também são oferecidas orientação à pesquisa e aos estudos, aulas de resolução de problemas matemáticos, hora da leitura, aulas de informática, práticas em salas ambiente de ciências físicas e biológicas, práticas de educação ambiental e qualidade de vida. </font> </p>
<p><font size="3">Na Escola Municipal de Educação Básica Gonçalo Domingos de Campos (Caic), por exemplo, são 600 alunos divididos em 17 turmas assistidas integralmente por 15 professores e outros 17 funcionários, em suas necessidades básicas e educacionais. </font> </p>
<p><font size="3">"Aqui, ampliamos o aproveitamento escolar, resgatando a auto-estima e capacitando os alunos para atingir efetivamente a aprendizagem, sendo alternativa para redução dos índices de evasão e de alunos retidos no ciclo básico de alfabetização", explicou o diretor da unidade, Evaldo Mendes da Costa. </font> </p>
<p><font size="3">De acordo com o secretário municipal de Educação e Cultura, Isac Nassarden, as escolas em tempo integral visam atender crianças e adolescentes em torno de uma proposta pedagógica que responda às necessidades básicas dos alunos das escolas públicas municipais. </font> </p>
<p><font size="3">"As escolas de tempo integral oferecem, além de uma educação de qualidade no turno regular, oficinas pedagógicas no turno inverso, atendendo os estudantes de forma completa.</font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A RAÍZ DO MALIGNO NA EDUCAÇÂO]]></title>
<link>http://raivaescondida.wordpress.com/?p=1338</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 20:05:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>raiva</dc:creator>
<guid>http://raivaescondida.wordpress.com/?p=1338</guid>
<description><![CDATA[ESCOLAS SUPERIORES DE EDUCAÇÃO - A RAIZ DO MAL


Contra o «linguajar pedagógico», marchar
É a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3 class="post-title entry-title"><a href="http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/07/escolas-superiores-de-educao-raiz-do.html">ESCOLAS SUPERIORES DE EDUCAÇÃO - A RAIZ DO MAL</a></h3>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.santagenebra.org.br/media%5CMata%5Cfotob14_raiz_tubular.jpg" alt="" width="420" height="560" /></p>
<div class="post-body entry-content">
<div><span style="font-family:georgia;"><strong><span style="font-size:180%;">Contra o «linguajar pedagógico», marchar</span></strong></p>
<p></span><span style="font-size:130%;"><span style="font-family:georgia;"><strong>É a raiz do mal do ensino português e já há quem não receie apontar-lhe o dedo<br />
</strong><br />
Ao fim de 30 anos de paleio - «é preciso aprender a brincar», «a avaliação é contra-natura» -, finalmente revela-se, sem medos, o nome da «besta»: escolas superiores de educação. Num debate organizado pela SEDES, sobre o Estado da Nação, e entre cenários negros sobre o país, desvendou-se a raiz do mal do sistema de ensino português.</p>
<p>Maria Filomena Mónica mandaria encerrar todas as escolas superiores de educação, onde se ensina o «linguajar pedagógico» - um perigo para a Nação. Campos e Cunha não tem dúvidas sobre como o nosso ensino seria muito melhor se pudéssemos voltar atrás no tempo e apagar as últimas três décadas de pedagogia.</p>
<p>Não tenham dúvidas mesmo: a mediocridade, a quantidade, o facilitismo são braços de uma doutrina asfixiante, que entrou na educação nacional como um vírus e contaminou professores e alunos, promovendo a deterioração do ensino e o fim da «ascensão social» dos mais pobres, como disse Maria Filomena Mónica, sem medo do que «vão pensar».</p>
<p>Não julguem o fel destilado até aqui como um qualquer «desce». É um «sobe» quando «sobe» o tom com que o tema começa a entrar nos debates nacionais sem receio do que os pedagogos possam pensar. Porque é o único caminho para desfazer décadas de mal.</p>
<p></span> </span></div>
<div><em>In</em> <a href="http://diario.iol.pt/sobe/sobe-educacao-ensino-maria-filomena-monica/970353-4103.html">Diário Digital</a></div>
</div>
<div class="post-footer-line post-footer-line-1"><span class="post-author vcard"> Publicada por <span class="fn">ILÍDIO TRINDADE</span> </span> <span class="post-timestamp"> em <a class="timestamp-link" title="permanent link" rel="bookmark" href="http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/07/escolas-superiores-de-educao-raiz-do.html"><abbr class="published" title="00">"Movimento M.U.Professores"</abbr></a></span><span class="post-icons"><span class="item-control blog-admin pid-160777465"><a title="Editar mensagem" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6833721330526767717&#38;postID=1947623116492207864"> </a> </span> </span></div>
<div class="post-footer-line post-footer-line-2"><span class="post-labels"> <a rel="tag" href="http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/search/label/ESEs"></a> </span></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[mostre, em seu texto, quem você é de verdade]]></title>
<link>http://euia.wordpress.com/?p=196</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 06:28:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ieda</dc:creator>
<guid>http://euia.wordpress.com/?p=196</guid>
<description><![CDATA[Olha que interessante esse texto de Kurt Vonnegut sobre estilo. Ele diz coisas que você, provavelme]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Olha que interessante <a href="http://literature.sdsu.edu/onWRITING/vonnegutSTYLE.html" target="_blank">esse texto</a> de Kurt Vonnegut sobre estilo. Ele diz coisas que você, provavelmente, já sabe, mas o início tem uma grande sacada.</p>
<blockquote><p><big><span style="font-family:Georgia;">Newspaper reporters and technical writers are trained to reveal almost nothing about themselves in their writings. This makes them freaks in the world of writers, since almost all of the other ink-stained wretches in that world reveal a lot about themselves to readers. We call these revelations, accidental and intentional, elements of style.</span></big></p>
<p><big><span style="font-family:Georgia;">These revelations tell us as readers what sort of person it is with whom we are spending time. Does the writer sound ignorant or informed, stupid or bright, crooked or honest, humorless or playful-- ? And on and on.</span></big></p>
<p><big><span style="font-family:Georgia;">Why should you examine your writing style with the idea of improving it? Do so as a mark of respect for your readers, whatever you're writing. If you scribble your thoughts any which way, your readers will surely feel that you care nothing about them. They will mark you down as an egomaniac or a chowderhead --- or, worse, they will stop reading you.</span></big></p>
<p><big><span style="font-family:Georgia;">The most damning revelation you can make about yourself is that you do not know what is interesting and what is not. Don't you yourself like or dislike writers mainly for what they choose to show you or make you think about? Did you ever admire an emptyheaded writer for his or her mastery of the language? No.</span></big></p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Notícia do dia: estereótipos e superdotados]]></title>
<link>http://estereotipos.wordpress.com/?p=1161</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 22:34:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcos E. Pereira</dc:creator>
<guid>http://estereotipos.wordpress.com/?p=1161</guid>
<description><![CDATA[Artigo publicado no Teaching Expertise procura diluir os estereótipos a respeito de estudantes supe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo publicado no Teaching Expertise procura diluir os estereótipos a respeito de estudantes super-dotados, usualmente tratados como crianças complicadas, imersas em equações complicadas e cálculos cabeludos. O quadro pintado por pesquisas recentemente publicadas indica que em realidades estas crianças com um talento especial são saudáveis, emocionalmente equilibradas e que mantém uma relação muito positiva com os professores. <a href="http://www.teachingexpertise.com/articles/g-t-children-evidence-contradicting-the-stereotypes-3202">Clique aqui </a>para ler o artigo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Regra 80/20]]></title>
<link>http://edsongil.wordpress.com/?p=1286</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 16:34:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Edson Dognaldo Gil</dc:creator>
<guid>http://edsongil.wordpress.com/?p=1286</guid>
<description><![CDATA[http://www.unisinos.br/_ihu/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=1519]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>http://www.unisinos.br/_ihu/index.php?option=com_noticias&#38;Itemid=18&#38;task=detalhe&#38;id=15197</p>
<p>IHU 11/7/2008</p>
<p><strong>Setor educativo privado segue tendência monopolística de mercado</strong></p>
<p><em>“O apetite demonstrado pelas grandes redes sugere que o movimento pode crescer de forma significativa. Desse processo de consolidação, em que os maiores engolem os pequenos, os especialistas acreditam que resultará um pelotão de 15 a 20 grupos educacionais, nos quais estarão matriculados cerca de 80% dos alunos da rede privada de ensino superior - contingente que hoje é da ordem de 3,8 milhões”. As informações fazem parte de um levantamento da KPMG. A reportagem é de </em>Edson Pinto de Almeida <em>publicada no </em>Valor<em>, 11-07-2008.</em></p>
<p>A chave que vem abrindo a porta dos negócios milionários no setor de ensino superior privado brasileiro nos últimos dois anos tem nome. Chama-se escala. Grandes grupos educacionais nacionais e estrangeiros, ao lado de poderosos fundos de investimento, como GP, UBS Pactual, Pátria, são protagonistas de um movimento de aquisições sem precedentes. Recursos não faltam: somente as quatro redes que abriram seu capital na Bolsa de Valores (Anhanguera, Estácio de Sá, SEB e Kroton) amealharam R$ 1,9 bilhão no mercado de capitais, desde o ano passado. Segundo o especialista Ryon Braga, da Hoper Consultoria, há pelo menos duas dezenas de fundos de investimentos com R$ 3 bilhões disponíveis para o setor.</p>
<p>O último levantamento da KPMG mostra que no primeiro semestre foram realizadas 30 transações no setor de educação, o terceiro maior volume do período, inferior apenas aos dos setores de tecnologia da informação e alimentos, bebidas e fumo. Os números disponíveis - nem sempre os valores são declarados - indicam que as aquisições deste ano somam perto de R$ 250 milhões. O apetite demonstrado pelas grandes redes sugere que o movimento pode crescer de forma significativa. Desse processo de consolidação, em que os maiores engolem os pequenos, os especialistas acreditam que resultará um pelotão de 15 a 20 grupos educacionais, nos quais estarão matriculados cerca de 80% dos alunos da rede privada de ensino superior - contingente que hoje é da ordem de 3,8 milhões. Os restantes 20% estarão concentrados em faculdades de menor porte, caracterizadas pela atuação mais focada em poucos cursos e presença marcadamente regional.</p>
<p>Hoje, 80% do ensino superior estão com a rede privada. Existem pouco mais de mil instituições, que movimentam cerca de R$ 20,5 bilhões, de acordo com o acompanhamento da Hoper. Mesmo com a redução no número de escolas, a expectativa é de que o faturamento conjunto cresça pelo menos 40% nos próximos quatro anos. Um dos principais indicadores dessa perspectiva de expansão é o percentual de jovens entre 18 e 24 anos matriculados em faculdades ou universidades. No Brasil, essa participação está próxima de 20%, enquanto no Chile alcança quase 45% e, na Argentina, 61%. Outro sinal de que o potencial do mercado de ensino superior no Brasil é promissor está no interesse demonstrado por grandes grupos estrangeiros. Um deles é o americano Apollo, que, associado ao fundo Carlyle, fez uma oferta preliminar de R$ 2,5 bilhões pela Universidade Paulista (Unip), do grupo Objetivo, a maior rede privada do país, com 198 mil alunos. Se concretizada, será a maior transação do setor.</p>
<p>Até agora, a principal organização estrangeira a operar no Brasil é a americana Laureate International Universities, presente em 18 países, com mais de 30 instituições. Foi a primeira a chegar, em 2005. Segundo a diretora do grupo no Brasil, Elizabeth Guedes, a Laureate já investiu R$ 1 bilhão, tornando-se sócia de três instituições: Universidade Anhembi Morumbi (SP), da qual detêm 51%, Universidade Potiguar (RN) e Business School São Paulo (BSP). Neste ano, o Centro Universitário do Norte (UniNorte), no Amazonas, e a Escola Superior de Administração Direito e Economia (Esade), no Rio Grande do Sul, passaram a integrar a rede da Laureate, que hoje tem 70 mil alunos. Outra instituição americana presente no Brasil é a Whitney, que em 2006 adquiriu, por R$ 23,5 milhões, 50% do capital da Faculdades Jorge Amado, de Salvador.</p>
<p>A entrada de grupos estrangeiros no setor não tem sido fácil. De um lado, há resistência do ponto de vista político. O deputado Ivan Valente, do PSOL, por exemplo, encaminhou ao Congresso projeto de lei que impede a participação de capital estrangeiro em empreendimentos educacionais. Nos termos da reforma universitária proposta pelo governo, o limite seria de 30% do capital votante. Há também aspectos referentes à gestão do negócio. O nível de governança do setor - ainda muito pulverizado - é muito baixo, com alto grau de informalidade, o que assusta o investidor de fora. Mas a situação está mudando. "Em 1999, nossa área de auditoria tinha apenas um cliente do setor de educação. Hoje, são 22", diz Marco Antonio Boscolo, diretor da KPMG. De todo modo, "alguns bons negócios" estão sendo deixados de lado por causa de riscos ligados à má gestão.</p>
<p>Um dos aspectos positivos da entrada maciça de capital no setor é a maior transparência na administração do negócio. Desde 1998, quando a legislação passou a permitir que instituições com fins lucrativos pudessem atuar na área de ensino superior, o número de escolas praticamente dobrou. Mais de 1,3 mil foram abertas nesse período, que é chamado de década de ouro. A média de crescimento de receita das instituições, segundo o consultor Ryon Braga, atingiu picos de 45% ao ano. Atendida a demanda reprimida por vagas, as instituições menores, com 1 mil a 3 mil alunos, passaram a sofrer com o aumento de custos, agravado pela gestão pouco profissionalizada de estruturas em sua maioria familiares. "As faculdades menores tornaram-se presa fácil dos grandes grupos", diz Braga. A diferença se reflete no preço final. A média das últimas aquisições varia entre R$ 4 mil e R$ 6 mil por aluno. É metade do que o grupo Apollo oferece pela Unip.</p>
<p>O fim do período de guerra de preços nas mensalidades dá lugar a uma nova etapa de expansão. "Só vai sobreviver quem tiver gestão diferenciada", diz o consultor Sergio Werther Duque Estrada, sócio da Valormax, especializada na reestruturação de empresas. Para ele, os investidores buscam a excelência no modelo de negócios. "O objetivo principal da maior parte desses grandes grupos é o público da classe C, que não pode pagar uma mensalidade alta, mas precisa ter uma perspectiva de empregabilidade", explica.</p>
<p>Estudo do HSBC Global Research mostra que os jovens trabalhadores das classes C e D, em busca de melhores oportunidades, são os responsáveis pela maior parte do crescimento das matrículas no ensino superior. Grande parte desse contingente passou a ter acesso à faculdade principalmente por causa dos benefícios previstos nos programas de fomento ao ensino superior (ProUni e Fies) adotados pelo governo federal. "Para que o negócio dê certo a longo prazo é preciso oferecer garantia de emprego aos alunos, o que implica investimento e cursos que atendam a esses anseios por um preço acessível", diz Duque Estrada. As grandes redes que estão se formando de olho na ascensão da classe C cobram uma mensalidade média de R$ 400.</p>
<p>O grupo Anhanguera Educacional, primeiro a abrir seu capital, foi um dos que se anteciparam às mudanças do cenário. Foram três anos de preparação, com adoção de práticas de governança corporativa, antes de fazer a primeira oferta pública de ações, em março de 2007. Nesse período, o grupo contou com o apoio do Pátria Investimentos, que criou um fundo para captar recursos de investidores locais e estrangeiros. O fundo injetou, de início, R$ 120 milhões na Anhanguera, em 2003. "Fizemos a escolha certa dentro de um projeto que prevê a inclusão de alunos de baixa renda no ensino superior", diz Ricardo Scavazzi, sócio do Pátria e diretor de relações com investidores da Anhanguera. O idealizador desse projeto e presidente da instituição é o professor de matemática Antonio Carbonari Netto. "Começamos em Valinhos e Piraçununga, com quatro cursos e 240 alunos, em 1994. Hoje, temos 47 campi, 140 mil alunos e oferecemos 300 cursos", diz.</p>
<p>Em duas ofertas de ações na bolsa, a Anhanguera captou R$ 935 milhões. De 2006 até agora, fez 15 aquisições. É o grupo cujas ações mais se valorizaram desde a abertura de capital. Em 2007, adquiriu por R$ 266 milhões uma primeira universidade, a Uniderp, em Campo Grande. A meta da Anhanguera, cujo valor de mercado é de R$ 3,1 bilhões, é fazer 25 novas aquisições e chegar a 500 mil alunos e 120 campi nos próximos cinco anos.</p>
<p>A Kroton Educacional, outra que foi buscar recursos no mercado de capitais, ingressou no ensino superior em 2001. Há 40 anos vinha atuando no ensino básico, com a marca Pitágoras. A primeira faculdade do grupo foi criada em Belo Horizonte. A abertura do capital aconteceu em julho do ano passado, com a captação de R$ 396 milhões. O presidente, Walter Braga, explica que o grupo persegue uma estratégia diferente. "Não queremos ganhar escala apenas para buscar sinergia e economia de custos na gestão. Nosso principal objetivo é replicar o modelo pedagógico que criamos, de forma que possa ser mensurado ao longo do tempo e, assim, se garanta qualidade."</p>
<p>Em sua estratégia de aquisições, a Kroton tem como alvo escolas menores, entre 1 mil e 4 mil alunos, localizadas em cidades com grande potencial de crescimento. Até agora, o grupo investiu R$ 200 milhões em 15 estabelecimentos que têm as marcas Pitágoras e Ined, esta para cursos de tecnologia. São oferecidos 19 cursos para 26 mil alunos nas 25 unidades instaladas. A marca Pitágoras representa 90% da base de alunos de ensino superior da Kroton, que pagam mensalidade média de R$ 500. Nos cursos tecnológicos do Ined, com dois a dois anos e meio de duração, a mensalidade média é de R$ 350. O plano é expandir a grade de cursos nas áreas de saúde, engenharia, direito, ciências sociais aplicadas. Braga prevê que o ensino superior será responsável por 70% da receita do grupo neste ano. Hoje, o ensino básico responde por 50% do faturamento.</p>
<p>Buscar recursos no mercado de capitais é uma ótima alavanca para crescer, mas exige cuidados e uma preparação especial em relação à estrutura de gestão. Sem isso, podem ocorrer percalços. Foi o que ocorreu com o grupo Estácio de Sá, o segundo maior depois da Unip. A instituição só recobrou o fôlego, este ano, com a chegada de um novo sócio: a GP Investimentos, que comprou 20% da Estácio Participações por R$ 259 milhões. A família Cavalcanti ficou com 55% do grupo. A Estácio abriu o capital em julho do ano passado, captando R$ 268 milhões, mas o desempenho da empresa na bolsa era de queda até junho. Analistas do mercado atribuíram as dificuldades a falhas no planejamento antes da abertura do capital e avaliam que a entrada do GP, que vai compartilhar o controle do grupo com direitos iguais no conselho de administração, deu credibilidade ao negócio.</p>
<p>Entre os grupos que esperam um momento da bolsa que lhes pareça mais conveniente para abrir o capital, mas que, enquanto isso, continuam a se expandir, está a Veris Educacional. O grupo tem 16 mil alunos e uma marca valiosa, que atende ao público classe A: o Ibmec. Nos últimos dois anos, segundo o diretor de operações, Américo Matiello, a Veris investiu R$ 30 milhões em quatro aquisições. A mais recente foi a Metrocamp, de Campinas. Também fazem parte da rede as faculdades Evandro Lins e Silva, Inea e Uirapuru. "Se comparado com outros grupos, nosso investimento é pequeno, mas está coerente com nosso posicionamento." A média das mensalidades das escolas do grupo, cuja receita deve chegar a R$ 100 milhões este ano, é de R$ 1 mil a R$ 2 mil. Com as marcas IBTA e Metrocamp, oferece cursos com mensalidades na faixa de R$ 500. "Nosso foco não é preço, mas qualidade e marca forte."</p>
<p>Para os especialistas, o movimento de consolidação das redes de ensino superior deve se intensificar nos grandes centros e nas regiões onde é mais nítido o aumento do poder aquisitivo da população. Na fila para abrir o capital, o grupo Iuni, de Mato Grosso, vem ampliando sua presença no Centro-Oeste e abre novas frentes no Nordeste. Tem 46 mil alunos e controla, além da Universidade de Cuiabá (Unic), mais quatro instituições em Estados do Norte e Nordeste: Unime (Bahia), Fama (Amapá), Uniron (Rondônia) e Uninorte (Acre). Nas três aquisições que fez este ano em Mato Grosso, investiu R$ 20,5 milhões.</p>
<p>A Anhangüera já tem um pé no Centro-Oeste. A Estácio de Sá tem operações na Bahia, Ceará, Pernambuco e Pará. A Universidade Cruzeiro do Sul (Unicsul), que possui quatro campi em São Paulo, comprou, no ano passado, a UniDF, em Brasília, além de um Centro Universitário em Caraguatatuba (SP). Segundo o presidente da instituição, Hermes Ferreira Figueiredo, uma nova aquisição no Espírito Santo já está em andamento. Nos últimos dois anos, a Unicsul investiu R$ 100 milhões em transações e na compra de um novo prédio em São Paulo.</p>
<p>Para expandir sua atuação no Nordeste, a Faculdades do Nordeste (Fanor), de Fortaleza (CE), foi buscar há dois anos o apoio financeiro de dois fundos de investimento geridos pelo UBS Pactual, que agora possuem 38% de participação no capital da instituição. Depois de adquirir a Faculdade de Desenvolvimento Humano (FDH), em 2006, a Fanor comprou duas escolas na Bahia, em 2007: a Área 1 e a Faculdade de Tecnologia Empresarial (FTE), o que a fez dobrar de tamanho, passando a ter 9 mil alunos. Desde o início do ano, as duas faculdades ocupam um novo prédio, em Salvador, com capacidade para 15 mil alunos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aprendendo a aprender]]></title>
<link>http://educacaoadistancia.wordpress.com/?p=58</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 12:59:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Diogo Henrique</dc:creator>
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<description><![CDATA[ 
Lembrei-me de minha juventude essa semana, da minha época de ensino médio e do 1º ENEM (Exame ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>Lembrei-me de minha juventude essa semana, da minha época de ensino médio e do 1º <a href="http://www.enem.inep.gov.br/"><span>ENEM </span></a>(Exame Nacional do Ensino Médio). A prova, na minha opinião, foi difícil naquela época. Lembro-me de passar o final de semana quebrando a cabeça tentando resolver questões de matemática, principalmente. Levei a prova na segunda-feira seguinte, e para minha surpresa, o professor usou raciocínios lógicos e extremamente simples. Fiquei surpreso e indignado, ao mesmo tempo. E a pulga ficou atrás da orelha.</p>
<p>Um tempo depois, li um <a href="http://www.kanitz.com.br/veja/problema.asp"><span>texto</span></a> do Stephen Kanitz. Entre as frases que recheiam o texto, algumas me fizeram refletir, como a seguir: </p>
<p><span>“</span><em>Temos um ensino no Brasil voltado para perguntas prontas e definidas, por uma razão muito simples: é mais fácil para o aluno e também para o professor. O professor é visto como um sábio, um intelectual, alguém que tem solução para tudo. E os alunos, por comodismo, querem ter as perguntas feitas, como no vestibular.</em>”</p>
<p>E aí pensei comigo: em EaD não teremos – ou temos – um ensino assim? Se basear todo um curso na   dualidade Professor X Aluno conseguira afundar qualquer tipo de graduação presencial, imaginem um curso em EaD. Elaborar respostas prontas para serem respondidas não nos fazem cidadãos, muito menos Bacharéis ou Licenciados. </p>
<p>Minha recordação entra novamente na minha mente… foi assim que me educaram, assim que entrei na Universidade, mas não foi estudando assim que saí. E não é desta forma, certamente, que queremos formar nossas próximas gerações. Afinal, perguntar não ofende.</p>
<p> </p>
<p>Abraços e uma ótima semana!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comunicado da Associação de Pais dos Alunos da Escola da Música do Conservatório Nacional sobre despacho (a publicar) de 24-06-2008 ]]></title>
<link>http://raivaescondida.wordpress.com/?p=1248</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 11:42:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>raiva</dc:creator>
<guid>http://raivaescondida.wordpress.com/?p=1248</guid>
<description><![CDATA[


 A Associação de Pais dos Alunos da Escola de Música do Conservatório Nacional vem denunciar ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3 class="post-title entry-title"><a href="http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/07/comunicado-da-associao-de-pais-dos.html"><br />
</a></h3>
<div class="post-body entry-content">
<div><a href="http://psicanalises.blogspot.com/"> A Associação de Pais dos Alunos da Escola de Música do Conservatório Nacional vem denunciar mais uma tentativa da parte do Secretário de Estado Valter Lemos de acabar com o ensino da música com qualidade em Portugal. </a></div>
</div>
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<div class="post-footer-line post-footer-line-2"><span class="post-labels"> </span></div>
</div>
<p><a name="8075218056361477574"></a></p>
<h3 class="post-title entry-title"><a href="http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/07/sobre-reestruturao-do-ensino-da-msica.html">SOBRE A REESTRUTURAÇÃO DO ENSINO DA MÚSICA</a></h3>
<div class="post-body entry-content">
<div><strong>Aos cidadãos interessados na questão da reforma do ensino especializado da música;<br />
Aos cidadãos para quem a cultura é um valor inalienável</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Foi publicado no passado dia 4 de Julho o despacho º 18041/2008, Diário da República, 2ª série, nº128, que regulamenta as normas de matrícula para o ano lectivo 2008/2009, no âmbito do regime supletivo dos cursos do ensino especializado da música. Remetendo-vos para uma leitura na íntegra do documento, que se junta em anexo, salienta-se os seguintes aspectos:</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>1. de acordo com o despacho, por matrícula considera-se o ingresso, pela primeira vez, num curso básico e secundário de música em regime supletivo - abrange portanto todos os novos alunos que tenham feito acesso e sido admitidos aos conservatórios. Embora não esteja claro (e aguarda-se uma resposta a esta questão), abrangerá também, provavelmente, os alunos que mudam de ciclo, ou seja, poderá estar em causa a continuidade de estudos no curso complementar de música a um aluno que concluiu o curso básico (5º grau) e que esteja fora das condições que seguidamente se enunciam;</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>2. o acesso aos conservatórios no regime supletivo está vedado a alunos com idades superiores a 18 anos, assim como a alunos que não estejam a frequentar um outro curso básico ou secundário; como se enquadra o curso de canto neste despacho? e alunos que, oriundos de outros instrumentos querem reformular a sua opção e começar a estudar instrumentos cuja escolha implica uma maior maturidade, nem que seja pelo facto de serem pouco conhecidos (alaúde, viola da gamba,...);</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>3. o grau correspondente ao curso de música terá de ser equivalente ao grau frequentado no ensino básico ou secundário (1º grau para alunos a frequentar o 5º ano de escolaridade; 2º para o 6º; 3º para o 7º; 4º para o 8º; 5º para o 9º; 6º para o 10º; 7º para o 11º; 8º para o 12º). Para casos considerados excepcionais (alunos com capacidades de aprendizagem excepcionais) admite-se um desfasamento máximo de dois anos entre o grau de ensino da música e o do ensino regular;</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>4. os alunos terão que frequentar obrigatoriamente todas as disciplinas do plano de estudos. Isto implica, no caso dos alunos do ensino secundário, uma carga horária de cerca de 12h semanais na escola de música, que se irá somar à carga horária do ensino regular (acrescendo ainda o tempo necessário ao estudo em casa, no curso secundário e no curso de música).</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>As condições expressas no despacho revelam:</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>que os projectos de reformulação efectuados pelas escolas foram completamente ignorados - ou seja, continua-we a fundar a restruturação do ensino da música em pareceres e decisões de quem está fora do sistema;</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>que o desígnio inicial do Ministério em anular o regime supletivo está consagrado (não explícitamente, uma vez que o regime é possível mas implicitamente pois a sua exequibilidade é quase nula);</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>que a especificidade deste ensino, embora proclamada no preâmbulo do despacho, 2º parágrafo, está completamente posta em causa (aliás, o objectivo deste despacho é "(...) a inserção deste domínio de ensino [o da música] no enquadramento geral em vigor para os níveis de ensino básico e secundário." - 1º parágrafo - triste desígnio para justificar uma reestruturação!);</strong><br />
<!--more--><br />
<strong>que o curso de canto ou foi anulado ou está esquecido - o que fazer om os alunos que entretanto se candidataram?;</strong>
</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>que, de facto, futuros Mários Laginha estão completamente impossibilitados de se candidatarem às escolas do ensino especializado da música.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>As direcções das escolas públicas de música já reagiram a este despacho, através de um documento conjunto que foi enviado ao Ministério - está-se a aguardar uma resposta da tutela. É necessário que a comunidade escolar - alunos, professores, pais e encarregfados de educação se mobilize de novo. Os encarregados de educação já tomaram a dianteira e elaboraram um comunicado que juntamos em anexo. Estão a ser pensadas outras medidas que brevemente serão transmitidas e aceitam-se igualmente sugestões. Importante para já é divulgar o que está a contecer - a outros pais, alunos, professores, pessoas amigaas e conhecidos, particularmente a todos os que possam fazer ouvir as muitas vozes do descontentamento.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fait divers...</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Provavelmente muitos de nós terão recebido nas caixas de correio nos últimos dias publicidade aos cursos das "Novas Oportunidades. Aprender compensa"...</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>É fantástico e fundamental que o ensino técnico reentre no léxico da formação de jovens. E na lista de cursos surge, em 2º lugar, nas artes, o curso de instrumentista... Diz-se que o 9º ano é só o começo, ou seja , o único pré-requisito. Estes hipotéticos alunos serão então colocados num 6º grau de instrumento ad-hoc? Em que escolas? Em que contexto formativo? É um facto que já existem cursos de música a nível superior em que não há pré-requisitos musicais exigidos... Por que teria de haver no secundário? Será sem dúvida uma porta aberta para qualquer coisa... Mas os alunos que actualmente querem continuar uma formação que já tem raízes mais antigas - iniciaram o estudo do instrumento alguns anos atrás e, chegados ao 10º ano de escolaridade querem, como diz a Benedita Gonçalves no comunicado da associação de pais, ter portas abertas e conciliar outra formação com o estudo da música, terão de se armar em super heróis, tomar provavelmente muitas vitaminas, aditivos e outras coisas acabadas em minas, como anfetaminas talvez, para poderem sobreviver à carga horária brutal que lhes será exigida. Talvez seja o preço a pagar por serem jovens esforçados, com horizontes largos e que consideram com seriedade a sua formação intelectual e artística, e isto sem menorizar quem faz logo uma escolha nesta fase pela profissão de músico e ingressa num regime integrado, embora não seja a maioria dos casos.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Sendo a fraca qualificação dos portugueses um dos grandes handicaps do país, é de lamentar que se corte as pernas a quem tem pernas para fazer duas formações paralelas numa fase da vida em que as decisões futuras muitas vezes não podem ainda ser exclusivas (ninguém no ministério da educação aprendeu nada sobre as questões e inquietações da adolescência?).</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>É um desperdício para o país ter doutores, engenheiros, professores, escriturários, contabilistas, etc, que tenham um curso dos conservatórios ou formação musical exigente? De que se alimentam, por exemplo, muitos coros amadores, semiprofissionais e profissionais (um exemplo recente é o do Orfeão de Coimbra que conquistou há dias um primeiro prémio num concurso internacional - mas não é o único); e muito da música ligeira;...; como se forma público informado e melómano? Como se alimenta e diversifica a indústria da música (ou vai começar a ser tudo e cada vez mais pimba?). Para já não falar que ter dois cursos na mão, em que um deles dá competências factuais e não só um diploma - o da música, será uma mais valia numa sociedade em que o desemprego está a aumentar e cada vez mais um diploma não é garante de coisa alguma. E se ficarmos desempregados, ao menos sempre poderemos ir para o metro tocar ou cantar com qualidade, afinados e com um repertório rico e variado. Economicamente terá seguramente maior viabilidade... Se nos tiram os cursos de música, arriscar-nos-emos a ser presos por atentado ao bom ambiente sonoro dos espaços públicos - ou talvez não, pois o público informado também será diminuto. Humor ou falta de graça à parte, a questão é séria e exige reacção.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Desculpem a missiva longa. Faço-a na qualidade de professora do ensino da música, não tendo sido mandatada por ninguém nem em representação de ninguém, embora muito do que escrevi seja partilhado por muitos colegas, alunos e pais. Está-se a formar uma comissão no Conservatório Nacional para emitir uma posição da comunidade escolar, fora dos orgãos executivos da EMCN. Será divulgada em breve.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Só me resta agradecer quem teve a paciência de ler este meu desabafo e, se acharem pertinente, façam-no circular pelos vossos contactos, ou então somente o comunicado da Associação de Pais, relativamente ao qual fui autorizada a fazer o envio. E agradeço que o leiam, esperando que este meu palavreado não vos tenha disso dissuadido.</strong></p>
<p>Cordialmente</p>
<p>Helena Lima</p></div>
<div><em></em><span style="font-size:85%;"><em>Recebido por e-mail.</em></span><em></em></div>
</div>
<div class="post-footer-line post-footer-line-1"><span class="post-author vcard"> Publicada por <span class="fn">ILÍDIO TRINDADE</span> </span> <span class="post-timestamp"> em <a class="timestamp-link" title="permanent link" rel="bookmark" href="http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2008/07/sobre-reestruturao-do-ensino-da-msica.html"><abbr class="published" title="00">"Movimento M.U.Professores</abbr></a></span><span class="post-icons"><span class="item-control blog-admin pid-160777465"><a title="Editar mensagem" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6833721330526767717&#38;postID=8075218056361477574"> </a> </span> </span></div>
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]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre: O ensino.]]></title>
<link>http://mindmakers.wordpress.com/?p=151</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 21:40:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rui Peres</dc:creator>
<guid>http://mindmakers.wordpress.com/?p=151</guid>
<description><![CDATA[Os meus conhecidos, ou que normalmente passam mais tempo comigo, sabem que eu gostaria de ser profes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Os meus conhecidos, ou que normalmente passam mais tempo comigo, sabem que eu gostaria de ser professor, assim que terminar o curso. É algo que eu adoraria fazer. Acho que o conseguiria fazer para o resto da vida. Mas olho para Portugal e fico com medo, sinceramente. Fico com medo por algumas razões.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:30px;">1. Acho que iria sentir medo, assim que entrasse numa sala de aulas. <strong>Deverei levar escolta policial e uma pistola com dardos tranquilizantes ?</strong> É que se por um lado, tenho que ensinar e nem sequer pensar em disciplinar um aluno. Por outro, tenho que me pôr sempre à cautela, não vá levar uma paulada e ser assaltado. É que sem querer exagerar, um amigo meu, que é professor, ia ser atacado por um aluno com um barrote de madeira. Acho que é uma situação, que deixa qualquer pessoa doente.</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:30px;">2. É impressão minha, ou os alunos querem saber cada vez menos da escola ? É que numa turma com vinte e tal pessoas, apenas meia dúzia quer saber da aula. É bastante frustrante e injusto para uma pessoa, ter o trabalho que tem, a preparar as aulas para o dia seguinte e ter meia dúzia atentos e, o resto da tropa a falar, discutir, lutar, mexer no telemóvel, namorar e sabe lá o Diabo que mais. Depois, os professores, são avaliados, além de outros factores, pelo número de alunos que passou. Isto é patético, quer-se dizer, tem que se passar pessoas que não sabem nada de nada ? E sendo assim, é se avaliado positivamente ? Cheira-me que há falta de coerência aqui. Ora, se eu passo um aluno que não merece, deveria ser, usando o senso-comum, avaliado negativamente. Mas não é o que acontece, parece que o facto de se passar muitos alunos, faz de alguém bom professor, aos olhos de muita gente. E ser bom professor é o quê ? Ensinar bem ? Pôr o aluno a perceber a matéria ? <strong>Então sendo isto uma relação a dois ( professor/aluno ), penso eu, que isto é bastante injusto. Porque apenas o professor está a ser avaliado. Enquanto que o aluno, que percebe menos, a cada dia que passa, transita de ano.</strong></p>
<p style="text-align:justify;padding-left:30px;">3. Depois de isto tudo, ainda dizem o que tem que ser ensinado. Eu acho bem que deiam alguns tópicos ao professor para este, não se perder e guiar, e para o ensino, a nível nacional, ter alguma estabilidade. Não vá um aluno em matemática do 9º ano, saber umas coisas e outro aluno do 9º, à mesma disciplina, saber coisas completamente distintas. Nesse caso, faz bastante lógica para mim. Mas a maneira como esses tópicos são escolhidos, para mim, não tem qualquer fundamento. Quer-se dizer, vai ser um grupo de pessoas, que não percebe nada de matemática, a decidir, sabe lá o Diabo como, que tópicos cada professor irá dar? Não tem qualquer coerência isto. Para mim, deveria ser escolhido, um comité, imparcial e com credibilidade suficiente na área, para a escolha desses tópicos. Eu não tenho nada contra esses senhores que fazem a escolha dos currículos, cada pessoa tem que ganhar a vida. <strong>Mas depois o aluno, vai aprender coisas que não servem para nada, porque sim, existem coisas que na vida prática, num futuro emprego, ou até mesmo curso superior, que para nada servem.</strong> Tenho um amigo, que no 10º ano, a matemática, andava a aprender a construir cubos e outras figuras geométricas. Sim, no futuro, ser-me-á bastante útil, tenho que saber bem se o paralelo que vou pôr na rua, tem a forma ideal para ser lá colocado, ou se terei que lhe mandar mais duas, ou três, mocadas. Depois também é engraçado dizer "aprender coisas", porque como as coisas andam é mais "memorizar coisas" do que propriamente sabê-las. Mas isto, já é um problema do professor, apesar de existirem temas, em que não há volta a dar e os assuntos têm que ser decorados.</p>
<p style="text-align:justify;">Será que o meu sonho, se está a tornar num autêntico pesadelo ?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lisbon aD School lança curso de Digital Advertising ]]></title>
<link>http://spotmagazine.wordpress.com/?p=1705</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 15:40:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodolfo Oliveira</dc:creator>
<guid>http://spotmagazine.wordpress.com/?p=1705</guid>
<description><![CDATA[Com início agendado para 06 de Novembro, o curso de Digital Advertising será levado a cabo em regi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://spotmagazine.files.wordpress.com/2008/07/rsz_lisbon-ad-schoolspotmagazine.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1706" src="http://spotmagazine.wordpress.com/files/2008/07/rsz_lisbon-ad-schoolspotmagazine.jpg?w=173" alt="" width="155" height="206" /></a>Com início agendado para 06 de Novembro, o curso de Digital Advertising será levado a cabo em regime pós-laboral, todas as terças e quintas-feiras, reservando-se algumas quartas-feiras de cada mês para a realização de conferências e aulas práticas.</p>
<p>Atenta ao mercado e depois da sua recente presença na 55ª edição do Festival de Publicidade de Cannes – em que o Grand Prix foi entregue a Halo, uma campanha digital –, a Lisbon aD School conclui que a publicidade digital vai ocupar um espaço muito maior num futuro próximo.</p>
<p><!--more--> Tendo como objectivo colmatar uma lacuna no mercado da formação nesta área em concreto, a Lisbon aD School acrescenta assim mais um curso ao seu  já alargado portfolio, desta feita vocacionado para explorar de raiz a publicidade no mundo virtual.</p>
<p>Ao longo de um ano lectivo de nove meses (o seu término está previsto para 21 de Julho), os alunos vão ter a oportunidade de formar equipas com um copy e um director de arte, no intuito de desenvolverem conceitos não só para os mais diversos produtos, bem como para os mais variados suportes digitais – mobile, a web, e-mailing e toda a new media...</p>
<p>Em termos de estrutura curricular, este curso vai incluir diferentes módulos, tais como Introdução ao Pensamento Criativo, Planeamento Estratégico, Conceitos Visuais Digitais, Storytelling, Copy Strategy, Guerrilha Advertising, Mobile &#38; E-mail Advertising, Produção Audiovisual, entre outros.<br />
MAIS INFORMAÇÕES:</p>
<p><a href="http://www.lisbonadschool.pt/" target="_blank">www.lisbonadschool.pt</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os Pintores Preferidos do Miúdo]]></title>
<link>http://dramapessoal.wordpress.com/?p=549</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 12:25:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>dramapessoal</dc:creator>
<guid>http://dramapessoal.wordpress.com/?p=549</guid>
<description><![CDATA[&nbsp;

&nbsp;
Numa altura em que por cá os professores de Artes, especialmente os provisórios, se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center">&#160;</p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-567" src="http://dramapessoal.wordpress.com/files/2008/07/lucianfreud-02.jpg" alt="" width="349" height="320" /></p>
<p align="center">&#160;</p>
<p>Numa altura em que por cá os professores de Artes, especialmente os provisórios, se vêem obrigados pelos conselhos de turma a escrever relatórios para justificarem a reprovação de alunos que se recusaram a trabalhar em ambientes já de si muito pouco exigentes, o jornal Guardian de ontem mandou os seus críticos de volta às escolas onde aprenderam o básico, para verem como está tudo agora.</p>
<p>Foram os críticos de Drama e Música Lyn Gardner e Erica Jeal, e também o de Artes Jonathan Jones. Apesar de um esforço de implantação, nalgumas escolas de cá, de cursos de Expressão Dramática, e sabidos os problemas do ensino da Música, que em si é mais um problema do que um ensino, será interessante apenas medir o abismo, nestas áreas.</p>
<p>No caso das Artes, por ser um ensino há muito encaixado no currículo, será interessante ler as diferenças.</p>
<p>Lembramo-nos muito de uma professora de Artes recém-chegada que estava a ler Charlotte Brontë numa sala de professores. Uma colega das disciplinas exigentes comentou: «Ah, és professora de inglês».</p>
<p align="center">&#160;</p>
<p style="text-align:center;">
<p align="center"><img class="alignnone size-full wp-image-568" src="http://dramapessoal.wordpress.com/files/2008/07/lucianfreud-01.jpg" alt="" width="350" height="320" /></p>
<p align="center">&#160;</p>
<p>No universo compartimentado e surdo-mudo deste modo de ensinar, as artes tornam-se um incómodo, quando se trata de aprovar à força os alunos que fazem troça do sistema. Os renitentes do Português e da Matemática têm de passar nas Artes. Afinal, são só uns bonecos.</p>
<p>É certo que a produtividade de muitos programas lectivos em Artes Visuais ou Expressão Plástica pode chegar a ser confrangedora, e pode ser resumida numa tripla de tarefas, entre as quais a execução de um postal de Natal e outro do dia da Mãe, que pode durar semanas. Mas aí a responsabilidade é das escolas e dos professores individualmente. É possível fazer muito mais.</p>
<p>Mas o curioso é tantos mestres das disciplinas assentes, as "nobres" do tronco comum, acharem que decorar-se uma pilha de datas e nomes estilísticos a respeito de, por exemplo, Bocage, ou decorar-se uma curta série de fórmulas matemáticas em relação às quais os testes só mudam os valores, ou nem isso, pode ser intelectualmente mais sofisticado do que, por exemplo, o estudo da composição de "Guernica", ou da carga simbólica de um quadro renascentista, ou a execução de um retrato proporcionado.</p>
<p>A falta de imaginação ajuda à concentração - parece ser o lema.</p>
<p>Uma das coisas que impressionou o crítico do Guardian, Jonathan Jones, para além da dimensão das obras de grupo (com um acabamento que o crítico considerou excelente, havia uma recriação das gravuras rupestres de Lascaux, na sala grande de Artes da sua antiga escola), foi que um miúdo tinha como seus "pintores preferidos" dois artistas contemporâneos: Lucian Freud e Chuck Close.</p>
<p>Pintores preferidos?</p>
<p align="center">&#160;</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-554 aligncenter" src="http://dramapessoal.wordpress.com/files/2008/07/chuckclose-01.jpg" alt="" width="350" height="320" /></p>
<p align="center">&#160;</p>
<p align="center">ver <a href="http://arts.guardian.co.uk/art/visualart/story/0,,2289512,00.html">artigo de Jonathan Jones</a></p>
<p align="center">ou os de <a href="http://arts.guardian.co.uk/theatre/drama/story/0,,2289545,00.html">Lyn Gardner (Drama)</a> e <a href="http://arts.guardian.co.uk/art/visualart/story/0,,2289514,00.html">Erica Jeal (Música)</a></p>
<p align="center">ilustrações: quadros de Lucian Freud (1&#38;2) e Chuck Close (3).</p>
<p align="center">&#160;</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pura Magia]]></title>
<link>http://amesadecafe.wordpress.com/?p=299</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 17:26:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>António P. Neto</dc:creator>
<guid>http://amesadecafe.wordpress.com/?p=299</guid>
<description><![CDATA[Caso prático retirado de uma frequência da cadeira de Direito Romano, leccionada na Faculdade de D]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Caso prático retirado de uma frequência da cadeira de Direito Romano, leccionada na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra:</p>
<p>"III. Considere a seguinte hipótese:</p>
<p>No dia 9 de Fevereiro de 80 a. C., <em>Titius</em>, <em>paterfamilias</em> romano, <strong>vendeu a </strong><em><strong>Sempronius</strong></em><strong>, também </strong><em><strong>paterfamilias</strong></em><strong>, o escravo </strong><em><strong>Bada</strong></em><strong>.</strong></p>
<p><strong>Apesar de estar muito satisfeto com os serviços do escravo, foi com espanto que </strong><em><strong>Sempronius</strong></em><strong> se viu privado dele</strong>. De facto, outro <em>paterfamilias</em>, <em>Marcus</em>, conseguira opor-lhe no seguimento da competente acção, uma sentença pela qual foi reconhecida a sua propriedade sobre <em>Bada</em>.</p>
<p>a) Uma vez que, no âmbito da referida acção, <em>Titius</em> até admitira que não tinha qualquer direito sobre o escravo, <em>Sempronius</em> pretende responsabilizá-lo. Como poderá fazê-lo e com que fundamentos?</p>
<p>b) Suponha agora que, para se vingar de <em>Titius</em>, <em><strong>Sempronius</strong></em><strong> matou à paulada as galinhas que aquele tinha numa capoeira</strong>. Como poderá <em>Titius</em> reagir e com que fundamentos?"</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os Níveis da Alfabetização]]></title>
<link>http://educacaoinfantil.wordpress.com/?p=74</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 17:24:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye24</dc:creator>
<guid>http://educacaoinfantil.wordpress.com/?p=74</guid>
<description><![CDATA[PRIMEIRO NÍVEL → PRÉ-SILÁBICO I

Nesse nível o aluno pensa que se escreve com desenhos. As let]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;">PRIMEIRO NÍVEL → PRÉ-SILÁBICO I</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"><br />
Nesse nível o aluno pensa que se escreve com desenhos. As letras não querem dizer nada para ele. A professora pede que ele escreva "bola", por exemplo, e ele desenha uma bola. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;">SEGUNDO NÍVEL → PRÉ-SILÁBICO II</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"><br />
O aluno já sabe que não se escreve com desenhos. Ele já usa letras ou, se não conhece nenhuma, usa algum tipo de sinal ou rabisco que lembre letras.<br />
Nesse nível o aluno ainda nem desconfia que as letras possam ter qualquer relação com os sons da fala. Ele só sabe que se escreve com símbolos, mas não relaciona esses símbolos com a língua oral. Acha que coisas grandes devem ter nomes com muitas letras e coisas pequenas devem ter nomes com poucas letras. Acredita que para que uma escrita possa ser lida deve ter pelo menos três símbolos. Caso contrário, para ele, “não é palavra, é pura letra”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="letter-spacing:0.4pt;">TERCEIRO NÍVEL → SILÁBICO</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">O aluno descobriu que as letras representam os sons da fala, mas pensa que cada letra é uma sílaba oral. Se alguém lhe pergunta quantas letras é preciso para escrever “cabeça”, por exemplo, ele repete a palavra para si mesmo, devagar, contando as sílabas orais e responde: três, uma para “ca”, uma para “be” e uma para “ça”</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="letter-spacing:0.4pt;">QUARTO NÍVEL → ALFABÉTICO</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"><br />
O aluno compreendeu como se escreve usando as letras do alfabeto. Descobriu que cada letra representa um som da fala e que é preciso juntá-las de um jeito que formem sílabas de palavras de nossa língua.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:12pt;">Veja também:</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:12pt;"><a href="http://educacaoinfantil.wordpress.com/2008/07/04/educacao-tera-mais-21730-vagas-para-ensino-fundamental-e-medio/" target="_blank">Educação terá mais 21.730 vagas para ensino fundamental e médio.</a></span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Múltipla escolha: desafio ou facilitador?]]></title>
<link>http://questaodeclasse.wordpress.com/?p=37</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 22:21:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>zailda</dc:creator>
<guid>http://questaodeclasse.wordpress.com/?p=37</guid>
<description><![CDATA[Tenho bons alunos que não se saem bem em provas de múltipla escolha e outros nem tão bons que obt]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho bons alunos que não se saem bem em provas de múltipla escolha e outros nem tão bons que obtém resultados excelentes. Acredito que quando se opta por uma prova de múltipla escolha deve-se tomar cuidado para não deixar as respostas tão óbvias que o aluno consiga resolver sem muito conhecimento, nem tão cheias de armadilhas onde até o aluno mais preparado possa cair.</p>
<p>A famosa "pegadinha" deve ser evitada ao máximo, a não ser que o assunto tenha sido divulgado em sala antes da prova (o uso de falsos cognatos, por exemplo) porque podem induzir o aluno ao erro, mesmo que ele domine a matéria, que é o que se quer medir com a prova.</p>
<p>O objetivo da prova é definir quanto o aluno apreendeu da matéria ensinada e não se ele é esperto. Por isso condeno as "pegadinhas" no geral. Em alguns casos e tópicos pode ser usada, mas sempre com cuidado para não prejudicar o bom aluno.</p>
<p>De forma geral as provas das escolas e concursos mais renomados têm 2 alternativas que podem ser eliminadas de cara se o aluno tiver um bom conhecimento, e duas que exigirão um grau maior de atenção. Aconselho que ao preparar uma prova de múltipla escolha observe essa proporção para evitar surpresas desagradáveis quando for corrigí-las.</p>
<p>Uma prova de múltipla escolha pode ser mais fácil de corrigir, e acredito que por isso é cada vez mais utilizada por professores e instituições de ensino, mas limita muito o aluno. Ele é um mero marcador de "x" que não acrescenta nada de si ao fazer a prova. Aliás meus alunos costumam chamar provas de múltipla escolha de "prova de x".</p>
<p>Outro item que deve merecer muito cuidado na hora da elaboração desse tipo de prova é o enunciado das questões, porque deve ficar muito claro para o aluno o que se espera dele. Provas com enunciados confusos ou dúbios costumam produzir notas baixas e alunos insatisfeitos e frustrados com o próprio rendimento.</p>
<p>E lembre-se: a prova é apenas para medir o grau de aprendizado dos alunos e não uma ocasião para derrubá-los, portanto prepare sua prova com carinho.</p>
<p>(zailda coirano)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pós-graduação em Jornalismo e Convergência Midiática]]></title>
<link>http://novosfocas.wordpress.com/?p=74</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 03:03:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mônica Celestino</dc:creator>
<guid>http://novosfocas.wordpress.com/?p=74</guid>
<description><![CDATA[Salvador ganha, este semestre, um curso de pós-graduação lato sensu inédito em Jornalismo e Con]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Salvador ganha, este semestre, um</span></span></span><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;"> curso de pós-graduação <em>lato sensu</em> inédito em Jornalismo e Convergência Midiática, na Faculdade Social da Bahia. O principal objetivo é subsidiar profissionais de comunicação, em especial do jornalismo, e áreas afins para lidar com questões como hipertextualidade, interatividade, mobilidade, descentralização da produção, jornalismo colaborativo (blog, chat, fóruns etc.) e jornalismo open source, multimidialidade, convergência midiática e uso de base de dados. A idéia é, também, trabalhar como os meios tradicionais reagem à era da convergência midiática. </span></span></span><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">retende-se dosar aulas teóricas com atividade em laboratórios de multimídia, TV, rádio e fotografia, já disponíveis na instituição.</span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Veja outras informações sobre o curso:</span></span></p>
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;"></span></span> <strong><span style="color:#000000;font-family:Arial;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Currículo:<span></span></span></span></strong></p>
<table class="MsoNormalTable" style="border-collapse:collapse;margin:auto auto auto 3.5pt;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr style="height:50.95pt;">
<td style="background:#dfdfdf;width:260.4pt;height:50.95pt;border:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="347">
<h3 style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Disciplina</span></span></span></h3>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-top:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;background:#dfdfdf;width:51.65pt;border-bottom:windowtext 1pt solid;height:50.95pt;padding:0 3.5pt;" width="69">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Carga</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;" align="center"><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Horária</span></span></strong></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-top:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;background:#dfdfdf;width:128.95pt;border-bottom:windowtext 1pt solid;height:50.95pt;padding:0 3.5pt;" width="172" valign="top">
<h6 style="margin-left:0;text-indent:0;text-align:center;"><strong><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Período em que será ministrada (previsão)</span></span></span></strong></h6>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left:windowtext 1pt solid;width:260.4pt;border-top-color:#ece9d8;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="347" valign="top">
<p style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Convergência Midiática Aplicada ao Jornalismo</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;width:51.65pt;border-top-color:#ece9d8;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="69" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">24</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;width:128.95pt;border-top-color:#ece9d8;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="172" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Set. 2008</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height:21.3pt;">
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;background:#e0e0e0;border-bottom-color:#ece9d8;border-left:windowtext 1pt solid;width:260.4pt;border-top-color:#ece9d8;height:21.3pt;padding:0 3.5pt;" width="347" valign="top">
<p style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Novas Tecnologias Aplicadas ao Jornalismo</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;background:#e0e0e0;border-bottom-color:#ece9d8;width:51.65pt;border-top-color:#ece9d8;height:21.3pt;padding:0 3.5pt;" width="69" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">24</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;background:#e0e0e0;border-bottom-color:#ece9d8;width:128.95pt;border-top-color:#ece9d8;height:21.3pt;padding:0 3.5pt;" width="172" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Out. 2008</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr style="height:18.8pt;">
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-top:windowtext 1pt solid;border-bottom-color:#ece9d8;border-left:windowtext 1pt solid;width:260.4pt;height:18.8pt;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="347" valign="top">
<p style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Elementos do Jornalismo On-line</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-top:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;border-bottom-color:#ece9d8;width:51.65pt;height:18.8pt;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="69" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">24</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-top:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;border-bottom-color:#ece9d8;width:128.95pt;height:18.8pt;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="172" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Nov. 2008</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="background:#e0e0e0;width:260.4pt;border:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="347" valign="top">
<p style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Ética e Direito Autoral Contemporâneo</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-top:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;background:#e0e0e0;width:51.65pt;border-bottom:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="69" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">16</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-top:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;background:#e0e0e0;width:128.95pt;border-bottom:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="172" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Dez. 2008</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-bottom-color:#ece9d8;border-left:windowtext 1pt solid;width:260.4pt;border-top-color:#ece9d8;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="347" valign="top">
<p style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Cibernegócios e Comunicação</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;border-bottom-color:#ece9d8;width:51.65pt;border-top-color:#ece9d8;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="69" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">16</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;border-bottom-color:#ece9d8;width:128.95pt;border-top-color:#ece9d8;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="172" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Dez. 2008</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="background:#e0e0e0;width:260.4pt;border:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="347" valign="top">
<p style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Apuração Jornalística em Redação Virtual</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-top:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;background:#e0e0e0;width:51.65pt;border-bottom:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="69" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">24</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-top:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;background:#e0e0e0;width:128.95pt;border-bottom:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="172" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Jan. 2009</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-bottom-color:#ece9d8;border-left:windowtext 1pt solid;width:260.4pt;border-top-color:#ece9d8;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="347" valign="top">
<p style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Narrativa Jornalística Multimidiática</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;border-bottom-color:#ece9d8;width:51.65pt;border-top-color:#ece9d8;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="69" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">24</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;border-bottom-color:#ece9d8;width:128.95pt;border-top-color:#ece9d8;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="172" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Fev. 2009</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="background:#e0e0e0;width:260.4pt;border:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="347" valign="top">
<p style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Fotografia na era multimídia</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-top:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;background:#e0e0e0;width:51.65pt;border-bottom:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="69" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">24</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-top:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;background:#e0e0e0;width:128.95pt;border-bottom:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="172" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Mar. 2009</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-bottom-color:#ece9d8;border-left:windowtext 1pt solid;width:260.4pt;border-top-color:#ece9d8;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="347" valign="top">
<p style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Infografia na era multimídia</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;border-bottom-color:#ece9d8;width:51.65pt;border-top-color:#ece9d8;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="69" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">24</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;border-bottom-color:#ece9d8;width:128.95pt;border-top-color:#ece9d8;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="172" valign="top">
<p class="WILTON" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Abr. 2009</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="background:#e0e0e0;width:260.4pt;border:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="347" valign="top">
<p style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Arquitetura de Informação Multimídia</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-top:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;background:#e0e0e0;width:51.65pt;border-bottom:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="69" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">24</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-top:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;background:#e0e0e0;width:128.95pt;border-bottom:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="172" valign="top">
<p class="WILTON" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Mai. 2009</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-bottom-color:#ece9d8;border-left:windowtext 1pt solid;width:260.4pt;border-top-color:#ece9d8;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="347" valign="top">
<p style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Edição Jornalística e Convergência Midiática</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;border-bottom-color:#ece9d8;width:51.65pt;border-top-color:#ece9d8;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="69" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">24</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;border-bottom-color:#ece9d8;width:128.95pt;border-top-color:#ece9d8;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="172" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Jun. 2009</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="background:#e0e0e0;width:260.4pt;border:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="347" valign="top">
<p style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Radiojornalismo e Convergência Midiática</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-top:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;background:#e0e0e0;width:51.65pt;border-bottom:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="69" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">24</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-top:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;background:#e0e0e0;width:128.95pt;border-bottom:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="172" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Jul. 2009</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left:windowtext 1pt solid;width:260.4pt;border-top-color:#ece9d8;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="347" valign="top">
<p style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Imprensa e Convergência Midiática</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;width:51.65pt;border-top-color:#ece9d8;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="69" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">24</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;width:128.95pt;border-top-color:#ece9d8;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="172" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Ago. 2009</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;background:#e0e0e0;border-left:windowtext 1pt solid;width:260.4pt;border-top-color:#ece9d8;border-bottom:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="347" valign="top">
<p style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Telejornalismo na Era Digital</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;background:#e0e0e0;width:51.65pt;border-top-color:#ece9d8;border-bottom:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="69" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">24</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;background:#e0e0e0;width:128.95pt;border-top-color:#ece9d8;border-bottom:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="172" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Set. 2009</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left:windowtext 1pt solid;width:260.4pt;border-top-color:#ece9d8;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="347" valign="top">
<p style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Assessoria de Comunicação na Era Multimídia</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;width:51.65pt;border-top-color:#ece9d8;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="69" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">24</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;width:128.95pt;border-top-color:#ece9d8;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="172" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Out. 2009</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;background:#e0e0e0;border-left:windowtext 1pt solid;width:260.4pt;border-top-color:#ece9d8;border-bottom:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="347" valign="top">
<p style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Metodologia de Pesquisa</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;background:#e0e0e0;width:51.65pt;border-top-color:#ece9d8;border-bottom:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="69" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">24</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;background:#e0e0e0;width:128.95pt;border-top-color:#ece9d8;border-bottom:windowtext 1pt solid;padding:0 3.5pt;" width="172" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Nov. 2009</span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left:windowtext 1pt solid;width:260.4pt;border-top-color:#ece9d8;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="347" valign="top">
<p style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Trabalho de Conclusão de Curso (PEX ou Monografia)</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;width:51.65pt;border-top-color:#ece9d8;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="69" valign="top">
<p style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">44</span></span></span></p>
</td>
<td style="border-right:windowtext 1pt solid;border-left-color:#ece9d8;width:128.95pt;border-top-color:#ece9d8;border-bottom:windowtext 1pt solid;background-color:transparent;padding:0 3.5pt;" width="172" valign="top">
<p class="WILTON" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Dez. 2009 - Mar.2010</span></span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong><span style="color:#000000;font-family:Arial;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;"><strong>Carga horária</strong>: 368 horas de aulas + 44 horas para TCC</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;"><strong>Período de aulas previsto</strong>: <span>Aulas quinzenais, no primeiro e terceiro final de semana de cada mês (a exceção dos meses de dezembro e junho, em que ocorrem no primeiro e segundo final de semana em decorrência dos recessos natalino e junino). Sábado, das </span>08h00min às 12h00min e das 13h00min às 17h00min, e domingo, das 08h00min às 12h00min. <strong>Perfeito para você conciliar com sua escala de trabalho.</strong><span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;"><strong>Local</strong>: Sede da Faculdade Social da Bahia (Ondina). Há <strong>estacionamento e pontos de ônibus</strong> para todo canto da cidade.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;"><strong>Corpo docente</strong>: Mestres, doutores e especialistas, com ampla experiência nas áreas das suas disciplinas.</span></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;"><strong>Coordenação:</strong> Profa. msc. </span></span><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;">Mônica Celestino</span></span></p>
<p><font color="#000000"><font face="Arial"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><strong>Público-alvo</strong>: Profissionais graduados em jornalismo e de áreas afins, como relações públicas, publicidade e propaganda, rádio e TV, design, marketing e administração, além de professores de cursos de graduação, que necessitem aprofundar conhecimento e/ou atualizar-se em jornalismo na era multimídia utilizando diversos suportes, e demais interessados. Incluem-se neste perfil repórteres, repórteres-fotográficos e cinematográficos, editores, chefes de reportagem, pauteiros, redatores, produtores, revisores, assessores de comunicação organizacional e parlamentar, infografistas, apresentadores, entre outros profissionais. <strong>Estudantes em último semestre</strong> do curso de graduação podem matricular-se</p>
<p></font></font></span><font color="#000000"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p></font></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;"><strong>Investimento</strong>: 18 X R$ 350,00. <strong>Melhor custo-benefício e descontos</strong> para quem paga em dia, grupos de amigos, empresas etc.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;"><strong>Inscrições</strong> no site da Faculdade </span></span><a href="http://www.faculdadesocial.edu.br/"><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#800080;font-family:Arial;">www.faculdadesocial.edu.br</span></span></a><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;"> , no link Pós-graduação, com pagamento de taxa de R$ 30,00 (a ser deduzida da primeira mensalidade).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;"><strong>Documentos para matrícula</strong>: Fotocópias do RG, título de eleitor, CPF, diploma ou certificado de conclusão de curso de graduação, além de um retrato 3x4.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Arial;"><strong>Informações adicionais:</strong> Tel. 71 4009-2825</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="color:#000000;"></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Educação Especial - Nova Legislação]]></title>
<link>http://aprendernaescola.wordpress.com/?p=66</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 19:08:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>profvbatista</dc:creator>
<guid>http://aprendernaescola.wordpress.com/?p=66</guid>
<description><![CDATA[Segundo a informação na página da DGIDC, o Decreto - Lei 3/2008 de 7 Janeiro, &#8220;define os ap]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a informação na página da DGIDC, o Decreto - Lei 3/2008 de 7 Janeiro, <em>"define os apoios especializados a prestar na educação pré-escolar e nos ensinos básico e secundário dos sectores público, particular e cooperativo visando a criação de condições para a adequação do processo educativo às necessidades educativas especiais dos alunos com limitações significativas ao nível da actividade e da participação em um ou vários domínios da vida."</em></p>
<p><a title="Nova legislação - Educação Especial" href="http://sitio.dgidc.min-edu.pt/especial/Documents/dl_n_3_2008.pdf" target="_blank">Decreto - Lei 3/2008 de 7 de Janeiro</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Visão do K-12 Estudantes de Hoje]]></title>
<link>http://21mm.wordpress.com/?p=140</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 16:59:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>21mm</dc:creator>
<guid>http://21mm.wordpress.com/?p=140</guid>
<description><![CDATA[Vídeo que fala da relação entre os estudantes e a tecnologia digital:

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Vídeo que fala da relação entre os estudantes e a tecnologia digital:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/PKzyGW-FIBw'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/PKzyGW-FIBw&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Minuta de pré-requisito  Grupo B]]></title>
<link>http://tertuliadodente.wordpress.com/?p=194</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 12:55:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>hluis</dc:creator>
<guid>http://tertuliadodente.wordpress.com/?p=194</guid>
<description><![CDATA[A minuta para o pré-requisito Grupo B é a seguinte

Henrique Luis
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A minuta para o pré-requisito Grupo B é a seguinte</p>
<p><a href="http://tertuliadodente.files.wordpress.com/2008/07/minuta-pre-requisito.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-195" src="http://tertuliadodente.wordpress.com/files/2008/07/minuta-pre-requisito.jpg" alt="" width="510" height="705" /></a></p>
<p>Henrique Luis</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A importância da leitura]]></title>
<link>http://aprendafacil.wordpress.com/2008/07/09/a-importancia-da-leitura/</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 22:02:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>zailda</dc:creator>
<guid>http://aprendafacil.wordpress.com/2008/07/09/a-importancia-da-leitura/</guid>
<description><![CDATA[A Importância da Leitura
A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.colegiosantamaria.com.br/santamaria/aprenda-mais/artigos/ver.asp?artigo_id=2">A Importância da Leitura</a><br />
<blockquote>A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.</p>
<p>A atividade de leitura não corresponde a uma simples decodificação de símbolos, mas significa, de fato, interpretar e compreender o que se lê. Segundo Angela Kleiman, a leitura precisa permitir que o leitor apreenda o sentido do texto, não podendo transformar-se em mera decifração de signos linguísticos sem a compreensão semântica dos mesmos.</p>
<p>Nesse processamento do texto, tornam-se imprescindíveis também alguns conhecimentos prévios do leitor: os linguísticos, que correspondem ao vocabulário e regras da língua e seu uso; os textuais, que englobam o conjunto de noções e conceitos sobre o texto; e os de mundo, que correspondem ao acervo pessoal do leitor. Numa leitura satisfatória, ou seja, na qual a compreensão do que se lê é alcançada, esses diversos tipos de conhecimento estão em interação. Logo, percebemos que a leitura é um processo interativo.</p>
<p>Quando citamos a necessidade do conhecimento prévio de mundo para a compreensão da leitura, podemos inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume. Conforme afirma Leonardo Boff,</p>
<p>cada um lê com os olhos que tem. E interpreta onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isto faz da leitura sempre um releitura. [...] Sendo assim, fica evidente que cada leitor é co-autor.</p>
<p>A partir daí, podemos começar a refletir sobre o relacionamento leitor-texto. Já dissemos que ler é, acima de tudo, compreender. Para que isso aconteça, além dos já referidos processamento cognitivo da leitura e conhecimentos prévios necessários a ela, é preciso que o leitor esteja comprometido com sua leitura. Ele precisa manter um posicionamento crítico sobre o que lê, não apenas passivo. Quando atende a essa necessidade, o leitor se projeta no texto, levando para dentro dele toda sua vivência pessoal, com suas emoções, expectativas, seus preconceitos etc. É por isso que consegue ser tocado pela leitura.</p>
<p>Assim, o leitor mergulha no texto e se confunde com ele, em busca de seu sentido. Isso é o que afirma Roland Barthes, quando compara o leitor a uma aranha:</p>
<p>[...] o texto se faz, se trabalha através de um entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido - nessa textura -, o sujeito se desfaz nele, qual uma aranha que se dissolve ela mesma nas secreções construtivas de sua teia.</p>
<p>Dessa forma, o único limite para a amplidão da leitura é a imaginação do leitor; é ele mesmo quem constrói as imagens acerca do que está lendo. Por isso ela se revela como uma atividade extremamente frutífera e prazerosa. Por meio dela, além de adquimirmos mais conhecimentos e cultura - o que nos fornece maior capacidade de diálogo e nos prepara melhor para atingir às necessidades de um mercado de trabalho exigente -, experimentamos novas experiências, ao conhecermos mais do mundo em que vivemos e também sobre nós mesmos, já que ela nos leva à reflexão.</p>
<p>E refletir, sabemos, é o que permite ao homem abrir as portas de sua percepção. Quando movido por curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto a estar no mundo, capaz de compreender até as entrelinhas daquilo que ouve e vê, do sistema em que está inserido. Assim, tem ampliada sua visão de mundo e seu horizonte de expectativas.</p>
<p>Desse modo, a leitura se configura como um poderoso e essencial instrumento libertário para a sobrevivência do homem.</p>
<p>Há entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor. Como afirma Daniel Pennac, "o verbo ler não suporta o imperativo". Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.<br />Maria Carolina<br />Professora de Língua Portuguesa e Redação do Ensino Médio e Normal</p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Internacionalização da Língua Portuguesa]]></title>
<link>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/07/09/internacionalizao-da-lngua-portuguesa/</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 12:11:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>C. Alexandra</dc:creator>
<guid>http://companhiaanimais.wordpress.com/2008/07/09/internacionalizao-da-lngua-portuguesa/</guid>
<description><![CDATA[
«Internacionalizar é fazer do português uma língua oferecida em matéria de ensino a franceses,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://ithinkiamparanoid.deviantart.com/art/Palavras-62386431"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" src="http://companhiaanimais.files.wordpress.com/2008/07/palavras-by-ithinkiamparanoid.jpg" border="0" alt="Palavras_by_IThinkIAmParanoid" width="232" height="309" /></a></p>
<p align="justify">«Internacionalizar é fazer do português uma língua oferecida em matéria de ensino a franceses, alemães, ou búlgaros, por exemplo, que não tenham com ela outra relação que não seja entenderem que ela é um idioma importante. Internacionaliza-se também nas escolas secundárias e universidades, fazendo dele uma língua que abre caminho a outros sectores de actividade - penso na economia. É fazer dela uma espécie de vanguarda de presença, que depois é completada por noutros elementos, a economia, os negócios, a ciência, a cultura. Internacionaliza-se também através de entidades, como por exemplo os centros de língua, que trabalham o seu ensino fora das universidades. Dou o exemplo dos centros de língua do Instituto Cervantes, de Espanha, que não estão vinculados as estruturas universitárias, mas estão na rua, ao alcance do cidadão comum.»</p>
<p align="justify">«Internacionalizar-se uma língua fazendo dela um instrumento de referência cultural e económica, passa muito pelo desenvolvimento. Falamos muitas vezes com certa retórica triunfalista na dimensão demográfica do português, os famosos 200 a 230 milhões de falantes, mas não é bem assim. Esses falantes são em grande parte integrados por povos e países que infelizmente contam pouco no concerto internacional. Uma língua tem escassas possibilidades de se internacionalizar enquanto noutras instâncias que não a linguística (política, económica, científica) esses países não se afirmarem.»</p>
<p align="justify">«A verdade é que a internacionalização da língua portuguesa também passa pela música brasileira, a moda, o futebol, a economia, muitas outras presenças que significam uma presença derivadamente linguística e que são uma outra forma de fazer política de língua. Convém não esquecer o papel do Brasil na América Latina em matéria de difusão da língua, nomeadamente entre os países limítrofes, como o Uruguai, ou a Argentina.»</p>
<p align="justify">«O presidente do patronato do Cervantes são os reis de Espanha e dele faz parte também o primeiro-ministro. Todos os anos, a abertura solene é presidida pelos reis. Onde vemos isto aqui? O Prémio Cervantes tem uma repercussão considerável no mundo da língua espanhola, mas o nosso Prémio Camões só sai no rodapé das televisões e, no Brasil, é praticamente ignorado. Não há uma intervenção simbólica ao nível da mais alta magistratura da nação ou do Governo, que sublinhe a importância agregadora do Prémio, porque é essa a importância que ele tem. É preciso fazer sobre isto um trabalho político consciente, empenhado, com imaginação.»</p>
<p align="justify">«Há que encontrar almofadas de protecção que protejam as políticas da língua das mudanças de Governo e até de ministro! Para não se começar tudo de princípio de cada vez que muda o Governo. Porque se a política de língua é reconhecida como um desígnio nacional, não pode estar sujeita às oscilações e humores dos ministros.»</p>
<p align="justify">«Os chineses sabem que é importante falar português para fazer bons negócios em África. De resto, também a presença chinesa em África é uma curva ascendente impressionante. Mas o ensino de português na China é feito sobretudo por brasileiros, não temos capacidade de resposta. O que é extraordinário num país em que existem centenas e centenas de professores de português no desemprego.»</p>
<p align="justify">«Não sei se Portugal tem ou não dinheiro para sustentar professores na China, mas sei que é uma questão de opção política e que, se pomos dinheiro numas coisas, não há para as outras. A realidade é esta: há muitos professores de português no desemprego e não somos capazes de responder à procura. Se calhar, haveria alguns capazes dessa aventura.»</p>
<p align="justify">«Negócios - uma língua e uma cultura podem abrir caminhos à economia, tornar o país conhecido, dar boa imagem, divulgar o que lá se faz e isso é um valor estratégico importante. Uma língua também ajuda a valorizar socialmente as comunidades que vivem no estrangeiro. Se conseguir impor-se na Internet, se produzir software educativo - é por aí que passa relação com o mundo - e já agora, olhando para dentro, se for bem ensinada no próprio país, se os seus cidadãos a falarem bem, se a pronunciarem bem. Não podemos falar apenas no valor estratégico e numa política de língua no estrangeiro, se não tivermos uma boa política da língua em Portugal.»</p>
<p align="justify"><strong>Carlos Reis</strong>, reitor da Universidade Aberta e coordenador de estudo sobre a Internacionalização da Língua Portuguesa, <a href="http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&#38;op=view&#38;fokey=ex.stories/359202">em entrevista ao <em>Expresso</em> de 5 de Julho de 2008</a>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Palestras no Senac São Paulo sobre Webdesign: Planeta Web 2008]]></title>
<link>http://21mm.wordpress.com/?p=136</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 14:33:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>21mm</dc:creator>
<guid>http://21mm.wordpress.com/?p=136</guid>
<description><![CDATA[Para ver a Descrição do Evento e/ou a Programação completa, clique ali
Conheça algumas das pale]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Para ver a <a href="http://www.sp.senac.br/jsp/default.jsp?tab=00002&#38;subTab=00000&#38;newsID=a14847.htm">Descrição do Evento</a> e/ou a <a href="http://www.sp.senac.br/jsp/default.jsp?tab=00002&#38;newsID=a14846.htm">Programação completa</a>, clique ali</p>
<p>Conheça algumas das palestras oferecidas pelo Senac:</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Senac Tatuapé</span><br />
A importância da arquitetura da Informação no desenho de websites - Guilhermo Reis<br />
Engenheiro elétrico com ênfase em computação, formado pela POLI/USP, e pós-graduado em Marketing, na ESPM. Atualmente, faz mestrado sobre Arquitetura de Informação na ECA/USP. Trabalha com internet há dez anos e desde 2001 atua com arquitetura de informação. Foi responsável por pesquisas de boas práticas de internet, coordenou a área de Arquitetura de Informação e foi responsável por estudos e experimentos de novos produtos e serviços na diretoria de Suporte à Inovação. Hoje, coordena projetos e manutenções nos websites do Banco Real, onde trabalha desde 2000. http://www.guilhermo.com<br />
Tel: (11) 2191-2900 ou pelo e-mail tatuape@sp.senac.br</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Senac Jabaquara</span><br />
Web 2.0 e comunicação na Web - Michel Lent Schwartzman<br />
Sócio-diretor de criação da agência 10’Minutos Interactive. É formado em Design Gráfico e mestre em Telecomunicações Interativas pela New York University. Premiado em festivais internacionais, palestrante, professor e articulista, atua no mercado de internet desde 1995, com passagens por empresas como Euro/RSCG Nova York, Globo.com e DM9DDB. http://www.10minutos.com.br<br />
Tel: (11) 2146-9150 ou pelo e-mail jabaquara@sp.senac.br</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Senac Lapa Scipião</span><br />
Usabilidade na Acessibilidade da Web - rederick Van Amstel (confira o mini-currículo acima)<br />
Tel: (11) 3475-2200 ou pelo e-mail lapascipiao@sp.senac.br</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Senac Santo André</span><br />
Usos sociais da Internet - Sonia Maria B. Dias<br />
Jornalista e psicóloga, mestranda em Comunicação e Semiótica na PUC-SP. Já trabalhou nas redações do Guia do Estudante e Almanaque Abril da Editora Abril, na comunicação corporativa da Natura e atualmente atua na área de educação a distância no Centro de Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec). http://www.cenpec.org.br/modules/home<br />
Tel: (11) 6842-8300 ou pelo e-mail santoandre@sp.senac.br</p>
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<title><![CDATA[Mensagem: Onde estão as lágrimas?]]></title>
<link>http://vozdodeserto.wordpress.com/?p=39</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 02:23:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>vaigran</dc:creator>
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<description><![CDATA[Você já se perguntou para onde foram as lágrimas nas nossas assembléias e ajuntamentos como Igre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>Você já se perguntou para onde foram as lágrimas nas nossas assembléias e ajuntamentos como Igreja? Lágrimas representam o derramar da alma. Pode-se dizer que são orações líquidas, amor sem palavras. Não importa em que país estiver, em que cultura ou com qual raça, as lágrimas sempre dizem a mesma coisa. São eloqüentes. Comunicam o que a linguagem não é capaz de traduzir e mostram que o coração está envolvido.</em></p></blockquote>
<p><a title="Baixar mensagem" href="http://www.4shared.com/file/54301850/a0191834/Onde_estao_as_lagrimas.html" target="_blank"><strong>Clique aqui para baixar a mensagem<br />
</strong></a></p>
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<title><![CDATA[Tudo azul.]]></title>
<link>http://claudiarosa.wordpress.com/?p=25</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 23:13:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudiarosa</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nem displasia mamária, nem isto, graças a Deus. Para a minha felicidade eu só tenho é acumulo de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Corbel;"><span style="font-size:small;">Nem displasia mamária, nem isto, graças a Deus. Para a minha felicidade eu só tenho é acumulo de tecido adiposo. Tirando isso, o dia foi tranqüilo e ganhei até presente do maridão, uma bota lindona que eu pretendo usar na festa junina, dia 12, aqui em casa. Considerem-se convidados!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Corbel;"><span style="font-size:small;">Amanhã vou iniciar um curso, um dos três que vou fazer até o final de agosto – História da arte. Algo diferente e que eu espero que, juntamente com os outros, me inspire a coisas novas. Vamos ver.</span></span></p>
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<title><![CDATA[As escolas de hoje matam a criatividade?]]></title>
<link>http://westcost.wordpress.com/?p=41</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 20:13:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>mihura</dc:creator>
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<description><![CDATA[
É um bom vídeo para todos os professores e pais que se queixam sobre o facilitismo e a importânc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=iG9CE55wbtY&#38;feature=related"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/iG9CE55wbtY'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/iG9CE55wbtY&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></a></p>
<p>É um bom vídeo para todos os professores e pais que se queixam sobre o facilitismo e a importância excessiva que a matemática e o português tem nas vidas dos estudantes.</p>
]]></content:encoded>
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