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	<title>emocoes &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/emocoes/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "emocoes"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 22:21:31 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[A tua expressão]]></title>
<link>http://bumsrush.wordpress.com/?p=23</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 20:39:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>bumsrush</dc:creator>
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<description><![CDATA[Cria o teu proprio conceito e desperta emoções.
Cria um desenho de um saco ou um bordado para ser ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Cria o teu proprio conceito e desperta emoções.</p>
<p>Cria um desenho de um saco ou um bordado para ser colocado no saco.</p>
<p>O tema é livre. Se ja és nosso associado, desenvolve o teu conceito ou um novo.</p>
<p>Os bordados podem ter o numero de cores que desejares.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ADAPTAÇÃO]]></title>
<link>http://pensamentosdesconexos.wordpress.com/?p=65</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 17:41:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>pensamentosdesconexos</dc:creator>
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<description><![CDATA[

E então ela se mostrou inteira. E se encontrou no canto mais escondido. No lado mais escuro. No p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pensamentosdesconexos.files.wordpress.com/2008/07/coqueiro_brant11.jpg"><img class="size-medium wp-image-66 alignleft" src="http://pensamentosdesconexos.wordpress.com/files/2008/07/coqueiro_brant11.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;                                                                                                                                            &#60;![endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">E então ela se mostrou inteira. E se encontrou no canto mais escondido. No lado mais escuro. No ponto mais secreto. Emoções que há muito tempo não apareciam. Que ela nem sabia mais que existia. De objeto de desejo a desejo de se apaixonar. De histórias para viver e se encantar.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Se olhou no espelho. Analisou profundamente sua vida. Seus encantamentos ainda existiam? Sobreviveram às rajadas de metralhadora que enfrentou? Resistiram aos sonhos partidos jogados ao chão? Ainda era forte o suficiente para levantar a cabeça e olhar para frente?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Desafiou a imagem refletida. Procurou a armadura mais leve que guardara. Decidiu que encararia de frente. Peito aberto. Refletindo os sonhos perdidos, os amores vividos, os projetos inacabados. Resolveu buscar o novo, mergulhar no desconhecido, dar um salto mortal e se jogar de cabeça naquele mar bravo, selvagem. Por que bravas e selvagens também eram suas emoções.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Se descobriu forte, não importava o que tivesse acontecido. Se viu grande. Se viu poderosa. A imaginação na frente do espelho inventava um novo personagem naquela história. Aliás, a história não era mais a mesma. A vida não era mais aquela. Os desejos haviam mudado de direção. Apontavam, agora, para um ponto que ela não conhecia. Que ela nem imaginava que existia.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Será que, finalmente, encontrava o desafio que sempre sonhava? A motivação que tanto buscava? Começou a pensar que sempre procurou no lugar errado. Que não estava fora, mas, sim, bem lá no fundo. Dentro. Guardada. Sufocada. Apenas esperando a hora certa para romper a casca que a segurava. Uma casca frágil. Que não resistia àquele profundo desnudamento. Àquela profunda redescoberta.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Virou-se. Deu as costas para o passado. Sem lamentar, sem sofrer, sem se culpar. Simplesmente deixou para trás. Não voltou para cobrar, muito menos para pagar. Rodou a chave na fechadura e finalmente entendeu que a vida sempre se transforma. E que mudar com as estações era um jeito de não ser sempre a mesma árvore. Que mesmo imóvel, sempre se transmuta, se adapta, se reinventa e se renova.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Abriu a porta e a luz invadiu o quarto. Fechou os olhos e sentiu o calor de um novo momento. Pisou firme e foi embora. Sonhar novos sonhos coloridos, ver novas imagens daquele mesmo velho lugar e encontrar um novo sentido para tanta vontade que começava a pintar dentro daquela caixa repleta de novos desejos.</p>
<p class="MsoNormal">Flávia Gomes</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eu]]></title>
<link>http://poucaspalavras.wordpress.com/?p=746</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 01:34:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jazz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Eu mostro a cara, eu assino embaixo, eu faço e, às vezes me arrependo, mas assumo.
Eu me exponho c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Eu mostro a cara, eu assino embaixo, eu faço e, às vezes me arrependo, mas assumo.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu me exponho como não deveria, eu falo o que penso, eu tento não mentir, eu olho nos olhos, eu posso te deixar sem graça de propósito mas é só porque eu gosto de ti.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu danço sozinha em casa, na frente do espelho, rock, pop gay e tudo o mais que eu tenho direito.<br />
<a href="http://youtube.com/watch?v=tERKErLwii4" target="_blank">Lust For Life</a> é ótima para isso.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu nasci para aproveitar tudo oq ue tenho direito: crescer, beijar, sorrir, chorar, amar, odiar, fazer, arrepender-me, sofrer, levatar, seguir, correr, fugir, voltar, abraças, pedir desculpas, dizer obrigado, agarrar, apertar, maltratar...</p>
<p style="text-align:justify;">Decidi que vou aproveitar tudo o que tenho direito. Vem no pacote, né? Só utilizando eu posso falar mal ou bem do que veio.</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto isso, meu amigo, prepare-se: NINGUÉM ME SEGURA!</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-747" src="http://poucaspalavras.wordpress.com/files/2008/07/0meninavida.jpg" alt="" width="290" height="384" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Limpeza]]></title>
<link>http://karinizumi.wordpress.com/?p=379</link>
<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 20:59:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>karinizumi</dc:creator>
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<description><![CDATA[Se o espelho  não estiver completamente limpo ele não refletirá a imagem correta.
Sentimentos ob]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Se o espelho  não estiver completamente limpo ele não refletirá a imagem correta.<br />
Sentimentos obscuros, dúvidas, críticas, preocupações,são como nuvens que embaçam a visão real.<br />
Limpeza é uma constante checagem, uma vigilância contra os saqueadores da paz.<br />
Para experimentar conforto em qualquer situação é preciso investir no trabalho profundo.<br />
Polir o intelecto e revelar a forma perfeita. Esse desafio chama-se VIDA.</p>
<p>(B. Kumaris)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Corações Distantes]]></title>
<link>http://karinizumi.wordpress.com/?p=343</link>
<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 20:16:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>karinizumi</dc:creator>
<guid>http://karinizumi.wordpress.com/?p=343</guid>
<description><![CDATA[Um dia, um pensador indiano fez
a seguinte pergunta a seus discípulos:
&#8220;Por que as pessoas gr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Um dia, um pensador indiano fez<br />
a seguinte pergunta a seus discípulos:<br />
"Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?"<br />
"Gritamos porque perdemos a calma"  disse um deles.<br />
"Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?" Questionou novamente o pensador.<br />
"Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retrucou outro discípulo.<br />
 <br />
E o mestre volta a perguntar:<br />
"Então não é possível falar-lhe em voz baixa?"<br />
Várias outras respostas surgiram,<br />
mas nenhuma convenceu o pensador.<br />
 <br />
Então ele esclareceu:<br />
"Vocês sabem porque se grita com<br />
uma pessoa quando se está aborrecido?<br />
O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas,<br />
seus corações se afastam muito.<br />
Para cobrir esta distância precisam gritar<br />
para poderem escutar-se mutuamente.<br />
Quanto mais aborrecidas estiverem,<br />
mais forte terão que gritar para ouvir um<br />
ao outro, através da grande distância.<br />
 </p>
<p>Por outro lado, o que sucede<br />
quando duas pessoas estão enamoradas?<br />
Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê?<br />
Porque seus corações estão muito perto.<br />
A distância entre elas é pequena.<br />
Às vezes estão tão próximos seus corações,<br />
que nem falam, somente sussurram.<br />
 <br />
E quando o amor é mais intenso,<br />
não  necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.<br />
 Seus corações se entendem.<br />
É isso que acontece quando duas pessoas  que se amam estão próximas."<br />
Por fim, o pensador conclui, dizendo:<br />
 <br />
"Quando vocês discutirem, não deixem<br />
que seus corações se afastem,<br />
não digam palavras que os distanciem mais,<br />
pois chegará um dia em que a distância será<br />
tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".<br />
 <br />
Pense nisso!<br />
 <br />
Quando você for discutir com alguém, lembre-se que o coração não deve tomar parte nisso.<br />
Se a pessoa com quem discutimos não concorda com nossas idéias, não é motivo para gostar menos dela ou nos distanciar, ainda que por instantes.<br />
 <br />
Quando pretendemos encontrar soluções para as desavenças, falemos num tom de voz que nos permita uma aproximação cada vez maior, como a dizer para a outra pessoa:<br />
 "Eu não concordo com suas idéias ou opiniões, mas isso não me faz gostar menos de você."<br />
Pense nisso</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O coração tem razões...]]></title>
<link>http://karinizumi.wordpress.com/?p=269</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 23:26:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>karinizumi</dc:creator>
<guid>http://karinizumi.wordpress.com/?p=269</guid>
<description><![CDATA[SUSAN ANDREWS
VOCÊ SE LEMBRA DAQUELA TOCANTE HISTÓRIA DO LIVRO O PEQUENO PRINCIPE?
Bom, existe uma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>SUSAN ANDREWS</p>
<p>VOCÊ SE LEMBRA DAQUELA TOCANTE HISTÓRIA DO LIVRO O PEQUENO PRINCIPE?<br />
Bom, existe uma história mais tocante ainda que aconteceu de fato com o criador do Pequeno Príncipe, o escritor francês Antoine de St. Exupéry.<br />
Poucas pessoas sabem que ele lutou na Guerra Civil Espanhola, quando foi capturado pelo inimigo e levado ao cárcere para ser executado no dia seguinte.<br />
Nervoso, ele procurou em sua bolsa um cigarro, e achou um, mas suas mãos estavam tremendo tanto que ele não podia nem mesmo levá-lo à boca.<br />
Procurou fósforos, mas não tinha, porque os soldados haviam tirado todos os fósforos de sua bolsa.<br />
Ele olhou então para o carcereiro e disse: "Por favor, usted tiene fósforo?".<br />
O carcereiro olhou para ele e chegou perto para acender seu cigarro.<br />
Naquela fração de segundo, seus olhos se encontraram, e St. Exupéry sorriu.<br />
 <br />
Depois ele disse que não sabia por que sorriu, mas pode ser que quando se chega perto de outro ser humano seja difícil não sorrir.<br />
Naquele instante, uma chama pulou no espaço entre o coração dos dois homens e gerou um sorriso no rosto do carcereiro também.<br />
Ele acendeu o cigarro de St. Exupéry e ficou perto, olhando diretamente em seus olhos, e continuou sorrindo.<br />
St. Exupéry também continuou sorrindo para ele, vendo-o agora como pessoa, e não como carcereiro.<br />
 <br />
Parece que o carcereiro também começou a olhar St. Exupéry como pessoa, porque lhe perguntou: "Você tem filhos?".<br />
"Sim", St. Exupéry respondeu, e tirou da bolsa fotos de seus filhos. O carcereiro mostrou fotos de seus filhos também,<br />
 e contou todos os seus planos e esperanças para o futuro deles. Os olhos de St. Exupéry se encheram de lágrimas<br />
quando disse que não tinha mais planos, porque ele jamais os veria de novo. Os olhos do carcereiro se encheram de lágrimas também.<br />
E de repente, sem nenhuma palavra, ele abriu a cela e guiou St. Exupéry para fora do cárcere, através das sinuosas ruas,<br />
para fora da cidade, e o libertou. Sem nenhuma palavra, o carcereiro deu meia-volta e retornou por onde veio. S<br />
t. Exupéry disse: "Minha vida foi salva por um sorriso do coração".<br />
 <br />
O que foi aquela "chama" que pulou entre o coração desses dois homens? Isso tem sido tema de intensa pesquisa atualmente,<br />
na medida em que os cientistas estão se dando conta de que o coração não é meramente uma bomba mecânica, mas<br />
um sofisticado sistema para receber e processar informações.<br />
De fato, o coração envia mais mensagens ao cérebro que o cérebro envia ao coração!<br />
Como disse o filósofo francês Blaise Pascal: "O coração tem razões que a própria razão desconhece".<br />
 <br />
Estados emocionais negativos, como raiva ou frustração, geram ondas eletromagnéticas totalmente caóticas do coração,<br />
como se estivéssemos pisando no acelerador e no breque simultaneamente.<br />
Esse estado de batimentos desordenados é chamado de "incoerência cardíaca" e está ligado a<br />
 doença cardíaca, envelhecimento precoce, câncer e morte prematura.<br />
 <br />
Em estados de amor ou gratidão, nosso batimento cardíaco torna-se "coerente". Isso diminui a secreção dos hormônios do estresse,<br />
reduz a depressão, hipertensão e insônia, melhora o sistema imune e aumenta a clareza mental.<br />
Essa é uma das razões pelas quais tem sido provado que as emoções positivas estão associadas à boa saúde física e mental - e à longevidade.<br />
Essa irradiação coerente do coração - essa "chama" de genuína afeição - pode afetar pessoas a uma distância de até 5 metros!<br />
Logo, na próxima vez em que você estiver numa situação difícil, respire profundamente, lembre-se de<br />
St. Exupéry e do Pequeno Príncipe e irradie a energia de seu coração. Como o Pequeno Príncipe nos lembrou,<br />
"somente com o coração podemos ver com clareza".</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vigie-se]]></title>
<link>http://karinizumi.wordpress.com/?p=186</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 20:49:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>karinizumi</dc:creator>
<guid>http://karinizumi.wordpress.com/?p=186</guid>
<description><![CDATA[Não deixe cair o seu ânimo perante as situações difíceis.
 
Mesmo com esforço, exerça o cont]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Não deixe cair o seu ânimo perante as situações difíceis.<br />
 <br />
Mesmo com esforço, exerça o controle das emoções e procure<br />
o conforto interior. Desenvolva as idéias boas, altruístas e<br />
positivas que geram esse conforto interior e afaste<br />
os pensamentos maus ou raivosos que<br />
originam decepções e revolta.<br />
 <br />
Vigie-se. Não cause agravo a ningúem e nem se sinta agravado.<br />
Toda tristeza negativa, o ódio ou egoísmo deixa em você um<br />
sinal negro, como o rastilho de póvora na arma de fogo.<br />
 <br />
A paz e a vitória sobre si mesmo são criações suas.</p>
<p> <br />
Lourival Lopes</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nossos vícios e virtudes]]></title>
<link>http://macacodanasa.wordpress.com/?p=84</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 17:44:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>rolds</dc:creator>
<guid>http://macacodanasa.wordpress.com/?p=84</guid>
<description><![CDATA[Nossas ações diárias são produtos da educação familiar e da vida que construímos em sociedade]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Nossas ações diárias são produtos da educação familiar e da vida que construímos em sociedade ou apenas de um determinismo puramente biológico?</p>
<p>Para a Ciência já não é possível separar natureza e cultura. Somos um pouco de cada um. Hoje, uma máquina pode mostrar as marcas do que podemos chamar de "cérebro moral". Ele é o responsável pelos defeitos e qualidades de nossa personalidade. Ali são formadas nossas emoções e sentimentos.</p>
<p><a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM855332-7823-DESCUBRA+O+QUE+A+CIENCIA+CHAMA+DE+CEREBRO+MORAL,00.html" target="_blank"><img class="aligncenter size-medium wp-image-93" src="http://macacodanasa.wordpress.com/files/2008/07/cerebro111.jpg?w=251" alt="" width="251" height="240" /></a></p>
<p>Este é um programa da série <a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM855332-7823-DESCUBRA+O+QUE+A+CIENCIA+CHAMA+DE+CEREBRO+MORAL,00.html" target="_blank">"Espaço Aberto/Ciência &#38; Tecnologia" que produzo para a Globonews</a>. Nele, você vai poder ver a pesquisa que vários neurologistas estão fazendo para mapear nosso cérebro e descobrir as razões de nossas angústias, medos, ódios e amores.</p>
<p>Quer saber mais?</p>
<p>- <a href="http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=3024&#38;bd=1&#38;pg=1">Entenda</a> um pouco mais sobre as pesquisas feitas pelos neurologistas Jorge Moll Neto e Ricardo de Oliveira Souza.</p>
<p>- Leia o artigo <a href="http://www.sbneurociencia.com.br/drneil/artigo7.htm">“A revolução das emoções” </a>publicado no site da Sociedade Brasileira de Neurociências.</p>
<p>- <a href="http://cienciahoje.uol.com.br/122566">Saiba mais</a> sobre o estudo neurológico das nossas emoções.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Confusão interna]]></title>
<link>http://juliapedreira.wordpress.com/?p=125</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 20:11:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>juliapedreira</dc:creator>
<guid>http://juliapedreira.wordpress.com/?p=125</guid>
<description><![CDATA[Eu falei que ia escrever posts curtos esta semana né? Mas isso não combina com meu atual estado de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Eu falei que ia escrever posts curtos esta semana né? Mas isso não combina com meu atual estado de espírito. (Sim, mais um post-desabafo.)</p>
<p>Os últimos dias têm sido de fortes e ambíguas emoções.</p>
<p>Agora que estou um pouco mais calma, acho que posso falar mais sobre o pior dia da minha vida, o dia 26 de junho de 2008. Fui acordada às 5:50 da manhã com minha mãe aos prantos me contando a inevitável notícia do falecimento da minha irmã mais velha. Por mais que já estivéssemos todos muito apreensivos com o estado de saúde dela, acho que nunca vou aceitar essa perda. Acordei chorando, e só parei de chorar quando consegui dormir. No mesmo dia aconteceu o enterro... e foi a cena mais dolorosa que já presenciei... queria me jogar naquele buraco e ser enterrada junto com ela.</p>
<p>Nos dias seguintes não pude me concentrar em nada, a não ser em tentar me conter e distrair a cabeça com outras coisas (obrigada as meus amigos!). Justamente numa época de provas de fim de período, que meus professores foram muito gentis em adiar para mim... (Aliás, agradeço a compreensão de coração!)</p>
<p>Parece que agora estou começando a voltar à vida "normal", entre aspas mesmo porque como antes ela nunca será.</p>
<p>E agora estou procurando me concentrar nas provas e na minha viagem, que por sinal têm sido mais um motivo para minha falta de concentração, primeiro porque parece inacreditável que a viagem dos meus sonhos está a poucos dias de se concretizar, e segundo porque essa viagem me lembra muito a minha irmã. Ela contava pra todo mundo: "minha irmã vai pra Alemanha", parecia fazer mais gosto nisso do que eu mesma.</p>
<p>Sábado tivemos uma reunião na agência que está organizando a viagem, e foi muito empolgante... por vários momentos me surpreendi pensando "Juliana vai ficar doida quando contar pra ela!"...mas... não vou poder contar... não vou poder mostrar as fotos quando voltar...</p>
<p>Pior do que isso, ela não vai estar na minha formatura no ano que vem... não vai ter mais natal, ano novo... nada.,</p>
<p>Enfim... os últimos dias têm sido literalmente muito malucos... de um minuto pro outro saio de uma euforia intensa pra uma tristeza profunda, sem exageros.</p>
<p>E no meio de tudo isso muitas provas na Ufes. É nessa hora que fica claro que força não é só querer abraçar o mundo de uma vez só, mas também ter coragem para reconhecer os próprios limites. Coisa que nem todo mundo entende.</p>
<p>Enfim, chega de descarrego... quero PAZ!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Say hello to my little friend]]></title>
<link>http://fanfarronestyle.wordpress.com/?p=265</link>
<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 15:08:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>fanfarronestyle</dc:creator>
<guid>http://fanfarronestyle.wordpress.com/?p=265</guid>
<description><![CDATA[ Não sei o que esse PÁSSARO tem, mas TODO domingo, por volta das sete da manhã, ele aparece n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"> Não sei o que esse PÁSSARO tem, mas TODO domingo, por volta das sete da manhã, ele aparece na minha janela. Também não sei qual a espécie desse gavião. Acredito que seja a <em>faz barulho</em>. Faz barulho pra caralho. Não me incomodo, na verdade fico até feliz quando ele vem e gostaria que aparecesse não só aos domingos.</p>
<p><a href="http://fanfarronestyle.files.wordpress.com/2008/06/imag000.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-264" src="http://fanfarronestyle.wordpress.com/files/2008/06/imag000.jpg" alt="" width="425" height="318" /></a></p>
<p>Ele grita, bica a janela, eu levanto, ele me olha e vai embora. Aproveitei um momento de distração, corri pra pegar o celular e fotografei o <strong>pavão misterioso</strong>.</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Túnel do tempo 2]]></title>
<link>http://marcinha1.wordpress.com/?p=219</link>
<pubDate>Thu, 19 Jun 2008 09:14:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>marciamorishigue</dc:creator>
<guid>http://marcinha1.wordpress.com/?p=219</guid>
<description><![CDATA[Esse túnel do tempo é um pouco mais completo!!!
Para quem viveu sua infâcia nos anos 80 e 90 ser]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Esse túnel do tempo é um pouco mais completo!!!</p>
<p>Para quem viveu sua infâcia nos anos 80 e 90 serão cenas muito fortes!!! Com muitas emoções...</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/WBJvtaRiCmc'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/WBJvtaRiCmc&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Que viagem, não???<br />
Mas é nesses momentos que eu penso: "Meu Deus, estou ficando velha!!!!!" :P</p>
<p><strong>Genteeeeeeeeee!!!!!! Comentem!!!!!!!</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[*Aprendendo a lidar com as próprias emoções*]]></title>
<link>http://religareterapias.wordpress.com/?p=32</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 14:18:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>religareterapias</dc:creator>
<guid>http://religareterapias.wordpress.com/?p=32</guid>
<description><![CDATA[Todos os dias, estamos sujeitos a desenvolver uma infinidade de emoções diferentes, conforme os ac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://religareterapias.files.wordpress.com/2008/06/teatro.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-33" src="http://religareterapias.wordpress.com/files/2008/06/teatro.jpg?w=235" alt="" width="235" height="300" /></a>Todos os dias, estamos sujeitos a desenvolver uma infinidade de emoções diferentes, conforme os acontecimentos e as situações vividas. As emoções podem ter um papel fundamental nos relacionamentos, na saúde e na qualidade de vida e, por isso, é importante aprendermos a conhecê-las e a trabalhar com elas.</p>
<p>Dificilmente nos perguntamos o que realmente sentimos antes de tomarmos certas atitudes. Isso ocorre porque as emoções funcionam como um turbilhão, e nem sempre temos tempo ou habilidade paracompreender o que está se passando dentro de nós. Mas conhecer as próprias emoções pode evitar muitos conflitos.</p>
<p>Todas as emoções vêm acompanhadas por reações fisiológicas. Quando sentimos medo ou raiva, a carga de adrenalina aumenta e faz com que nosso coração dispare e o corpo entre em estado de alerta. Quando estamos felizes, nosso corpo produz mais endorfinas, que resultam em sensação de bem-estar.</p>
<p>As emoções costumam ser classificadas como positivas ou negativas. As negativas recebem essa denominação por causa do tipo de sensação que despertam, sem que isso signifique que sejam necessariamente prejudiciais.</p>
<p>O primeiro grupo refere-se às emoções que despertam experiências agradáveis e prazerosas, como o amor, a alegria e a felicidade. No outro, estão aquelas que despertam sensações desagradáveis e que podem atrapalhar a comunicação e o entendimento entre as pessoas se não forem compreendidas. As mais importantes são a raiva, a tristeza, a ansiedade e o medo. Vejamos em que consiste cada uma delas:</p>
<p><em>Ansiedade:</em> é uma sensação ou sentimento que costuma estar ligado a momentos de preocupação e apreensão. Geralmente, ela aparece quando devemos tomar decisões ou esperar por acontecimentos importantes. É semelhante ao medo, mas, ao contrário deste, não necessita de problemas reais para estar presente. Pode ser desencadeada por dificuldades subjetivas, que às vezes não conseguimos identificar, e existir em pequenos níveis; mas, em demasia, acaba resultando em uma excitação excessiva do sistema nervoso central e desencadeando uma série de sintomas físicos (como taquicardia, sudorese, sintomas gastrintestinais e irritabilidade).</p>
<p><em>Medo</em>: sentimento que surge quando estamos diante de um perigo ou ameaça real a nossa integridade física ou psicológica. É uma emoção essencial, já que possui uma função protetora, pois prepara o corpo para enfrentar ou se esquivar do perigo.</p>
<p> </p>
<p><em>Tristeza:</em><strong> </strong>emoção ligada à perda de alguém ou algo importante, ao abandono e ao sofrimento. Geralmente, resulta em abatimento físico, desânimo e falta de vontade. Ela é importante porque nos permite superar as perdas e as expectativas frustradas e encontrar novas formas de recomeçar.</p>
<p><em>Raiva:</em> geralmente, aparece quando nos sentimos frustrados, injustiçados ou agredidos. É uma emoção que também possui um lado positivo, pois nos faz tomar atitudes e provocar mudanças.</p>
<p>Todos podemos ter emoções negativas e positivas dentro de nós, sem que isso seja considerado errado ou problemático. A vida humana é complexa e dinâmica e, por isso, é possível oscilar entre as sensações positivas e negativas ao longo do dia. A influência negativa das emoções pode ocorrer se não desenvolvermos a capacidade de compreendê-las e, conseqüentemente, controlá-las e dirigi-las para fins positivos.</p>
<p>Aprender a identificar as próprias emoções e perceber como elas influenciam nossa conduta é uma maneira de conhecer a si mesmo. Quando identificamos o que sentimos, podemos perceber mais facilmente os sentimentos dos outros e, assim, aumentar a tolerância, facilitar a comunicação e evitar desentendimentos.</p>
<p>Expressar o que sentimos também é um aprendizado diário. Nem sempre, por exemplo, dirigimos nossa raiva para as situações que a desencadearam e, sim, para as pessoas que estão a nossa volta. Esse tipo de confusão impede que transformemos nossas emoções em força produtiva, motivação e estímulo para mudar as situações.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Meus Amores]]></title>
<link>http://poucaspalavras.wordpress.com/?p=363</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 13:31:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jazz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Estávamos ali, nós três, eu, ele e ela. Finalmente eu conheceria a cantora de quem tanto eram fã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;">Estávamos ali, nós três, eu, ele e ela. Finalmente eu conheceria a cantora de quem tanto eram fãs e de quem me falavam há anos: <a href="http://www.monicasalmaso.mus.br/" target="_blank">Mônica Salmaso</a>.</p>
<p>No <a href="http://www.theatrodapaz.com.br/" target="_blank">Theatro da Paz</a>, assim mesmo com th. Em um espetáculo musical, onde a estrela seria ninguém menos do que <a href="http://chicobuarque.com.br/" target="_blank">Chico  Buarque</a>, em uma voz doce e feminina, acompanhada do grupo <a href="http://www.biscoitofino.com.br/bf/cat_produto_cada.php?id=145" target="_blank">Pau-Brasil</a>, que tem um contra-baixista tão bom, que toca sem as traves no rabecão.</p>
<p>Um show que apresenta bolhinhas de sabão como coadjuvantes essenciais para aumentar ainda mais a poesia do ambiente. Entre piadas e fofuras ditas pela cantora: música! As mais belas, teatrais e imponentes canções de Chico.</p>
<p>Entre lembranças de uma <a href="http://youtube.com/watch?v=kyUiyCInsmU" target="_blank">canção</a>, uma dia a mim proferida, lágrimas percorriam o meu rosto pensando como uma pessoa pudera oferecer-me algo tão lindo...</p>
</div>
<div style="text-align:center;"><span style="font-style:italic;color:rgb(51, 51, 255);">" Descansa um meu pobre peito</span> <span style="font-style:italic;color:rgb(51, 51, 255);"> Que jamais enfrenta o mar,</span> <span style="font-style:italic;color:rgb(51, 51, 255);"> Mas que tem abraço estreito, morena,</span> <span style="font-style:italic;color:rgb(51, 51, 255);"> Com jeito de te agradar."</span>
</div>
<div style="text-align:justify;">
Lembranças boas, bem-vindas.</p>
<p>Sentada entre ele e ela, que sussurrava contando-me sobre a próxima música, e ele, quando a mão encontrava, por acidente, o meu braço intrometido, fazia-me carinhos ternos como quem diz <span style="font-style:italic;color:rgb(153, 153, 153);">"isto é lindo e eu estou com você aqui, estamos felizes"</span>. Pensei: "<span style="font-style:italic;">I'm home!</span>".</p>
<p>Sim, com o pé ainda machucado, disfarçado em uma plataforma, ajudaram-me a descer as escadas do teatro, como muletas. Com eles, eu sei que não vou cair. E caindo, porventura, eles estariam ali para me ajudar a levantar.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Porto-seguro</span>, dos quais não temo em dizer o nome, nem de mostrar a cara, pois fazem parte de mim...</p>
</div>
<p><a href="http://images.orkut.com/orkut/albums3/ATgAAADO4SML1_KACvWhWe47xhxpZ3OqypPDFso5hVEt90tNu3Vaiu9IOF3yvSWRLozCATGxjVzxK9gQj1arpR7eTi8KAJtU9VDKWX01Ho8Z76GEzKwgb99p5f_YCw.jpg"><img style="display:block;text-align:center;cursor:pointer;width:400px;margin:0 auto 10px;" src="http://images.orkut.com/orkut/albums3/ATgAAADO4SML1_KACvWhWe47xhxpZ3OqypPDFso5hVEt90tNu3Vaiu9IOF3yvSWRLozCATGxjVzxK9gQj1arpR7eTi8KAJtU9VDKWX01Ho8Z76GEzKwgb99p5f_YCw.jpg" alt="" border="0" /></a>
<div style="text-align:justify;">
</div>
<div style="font-weight:bold;text-align:center;">Luciana e Paulinho.</div>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Post Diarinho]]></title>
<link>http://poucaspalavras.wordpress.com/?p=360</link>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 01:48:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jazz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Como sempre&#8230; se não quiser ler sobre a minha vida, passe para o blog seguinte.
Hoje voltei à]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Como sempre... se não quiser ler sobre a minha vida, passe para o blog seguinte.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje voltei à labuta depois dos quatro dias de atestado médico. O motorista da insituição veio me buscar em casa, por milagre, em um dos últimos carros com ar-condicionado!</p>
<p style="text-align:justify;">Ao chegar, super-bem recebida, como se tivesse faltado durante anos, por uma doença perigosíssima. Todo mundo olhando para o meu pé e sorrindo, dizendo que sentiu a minha falta.</p>
<p style="text-align:justify;">Meus amigos me deram abraços e eu ganhei cafezinho da minha secretária e uma camiseta da campanha (é proibido que funcionários recebam, pois são privilégio apenas de doadores).</p>
<p style="text-align:justify;">Quase não trabalhei. Movimento fraquíssimo e ainda saí mais cedo por causa do horário do motorista. Foi como se não tivesse voltado, enfim, deu para matar a saudade.</p>
<p style="text-align:justify;">Meditei ao chegar em casa. Consegui ficar dez minutos sem me mexer. Amanhã a meta será 15 minutos controlando o pensamento que, quase sempre está a mil.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao terminar o dia, a solidão bateu-me <strong>forte</strong>, como eu nunca mais tinha sentido. Algo estranho... uma saudade sei lá de quê. Lembrei-me de <a title="Qui?" href="http://fr.wikipedia.org/wiki/Camille_Claudel" target="_blank">Camille Claudel</a>: <span style="color:#808080;">“</span><span style="color:#808080;"><em>II y a toujours quelque <span style="text-decoration:underline;">chose d’abient</span> qui me tourmente</em>”</span><em> (Existe sempre alguma <span style="text-decoration:underline;">coisa ausente </span>que me atormenta)</em>. E eu tive um dia tão bom...</p>
<p style="text-align:justify;">Na verdade, estou com medo de estar entrando numa de sonhar muito de novo... criando expectativas irreais, caindo no mesmo erro de sempre, sentindo coisas que vêm de fora e não de dentro. Estímulos nem sempre válidos quando se trata de <span style="color:#800000;"><strong>vida real</strong></span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Ouça <a href="http://youtube.com/watch?v=64wBgV62IKA" target="_blank">Muse</a>, e ressuscite de sua dor. Ouça <a href="http://youtube.com/watch?v=5C2rvz3R8QE" target="_blank">O Teatro Mágico</a> e receba um carinho na voz de Fernando Anitelli. Música curativa. Funciona, ao menos para mim. Enquanto um amigo cura a sua dor com filmes, eu me deleito com minhas descobertas no <a href="http://www.lastfm.com.br/user/gsknicole/" target="_blank">Last.fm</a>. As últimas: <a title="O barbudo que canta sexy" href="http://youtube.com/watch?v=Ph2JNWKBgKo" target="_blank">Thomas Dybdahl</a> e <a title="S2" href="http://youtube.com/watch?v=49wWGtDnPM8" target="_blank">Minor Majority</a>, com a letra mais fofa que eu já ouvi nos últimos tempos.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://poucaspalavras.files.wordpress.com/2008/06/anime_pensativa.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-361" src="http://poucaspalavras.wordpress.com/files/2008/06/anime_pensativa.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Sim, eu quero me apaixonar de novo.</p>
<p style="text-align:justify;">Deve ser isso que está faltando.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre Fidelidade!]]></title>
<link>http://poucaspalavras.wordpress.com/?p=344</link>
<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 01:02:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jazz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Várias mensagens subliminares do meu anjo-da-guarda pessoal (que alguns teimam em chamar de destino]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Várias mensagens subliminares do meu anjo-da-guarda pessoal (que alguns teimam em chamar de destino) fizeram-me escrever hoje, sobre este tema.</p>
<p style="text-align:justify;">1) Um conhecido <span style="color:#c0c0c0;">(na verdade, um ex-ficante que virou meu amigo de net) </span>me perguntou se eu já traí;<br />
2) Uma amiga me confidenciou que traiu o ex dela com o atual (que estão juntos até hoje);<br />
3) Uma amiga tão novinha, de 18 anos, não acredita que existe homem fiel.</p>
<p style="text-align:justify;">Vamos aos fatos e às <strong>MINHAS</strong> interpretações:</p>
<p style="text-align:justify;">Existe homem fiel SIM. Eu não acho, eu tenho certeza. Vários amigos fiéis às suas respectivas não teriam motivo de fazer tipo, média ou capa para mim. Se estão solteiros, pegam todas. Quando se apaixonam, sossegam. Quando vêem tentações ou são cercados <span style="color:#999999;">(piriguete não dá mole, não!)</span> ligam e desabafam. É claro que eu sempre aconselho "pesar prós e contras" e ele acabam desistindo. Eles só traem mesmo quando têm motivo. <span style="color:#ff0000;">Assim como as mulheres</span>. A única diferença é que eles têm (mais) poder de não se envolver. No entanto, caro leitor, ele SEMPRE leva a culpa consigo. É óbvio que eu estou falando de relacionamentos onde ainda existe um mínimo de consideração com a parceira.</p>
<p style="text-align:center;">Traição não mede o amor de ninguém, é verdade. Mede a força de vontade de levar a relação adiante.</p>
<p style="text-align:justify;">Sejamos práticos: sempre há um risco. Se eu não quero, em hipótese alguma, terminar o meu relacionamento, eu não vou trabalhar para que isso aconteça. Certo? Se eu estou feliz com o meu namoradinho não vou ceder àquele gatíssimo que um dia ficou comigo (gostosérrimo), mas afastou-se... Se eu tenho o <span style="color:#ff0000;"><strong>amor</strong> </span>porque me aventuraria com uma paixonite?</p>
<p style="text-align:justify;">Se eu sou contra a traição? SIM. Traição mede também um caráter. Se você está numa situação em que já pode se apaixonar por outro, por que não terminar? Pra não ficar sozinho? Que covardia! Nunca vi ninguém morrer por estar só. Contudo, há INÚMERAS pessoas que só tem um namorado para mostrar à sociedade que têm alguém. Tô passando!</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#800000;"><strong>Ser fiel a si mesmo é difícil</strong></span>, gente. É preciso ser maduro para agir com dignidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Outra coisa é trair e depois contar. <span><strong><span style="color:#ff9900;">PARA QUÊ? </span></strong></span>Essa é a atitude mais egoísta que se tem, na minha opinião. Atitude com um único intuito do traidor livrar-se do peso do segredo - que, sim, faz doer os ombros. De quebra, faz sofrer a outra parte da história, que merecia um término de namoro mais digno do que isso. Eu traduziria assim: <em>"encontrei alguém melhor do que você. Adeus"</em>. Ser sincero? Ser sincero é terminar antes de fazer a merda! Isso é ser egoísta. Não seria melhor um: <em>"percebi que não estou mais apaixonada por você"</em>, e ponto final? Sem mais explicações, sem mais delongas? Seria verdade, não seria mentira! E você assumiria a culpa e carregaria para sempre essa dor nos ombros, que é o que você realmente merece.</p>
<p style="text-align:center;"><a rel="attachment wp-att-345" href="http://poucaspalavras.wordpress.com/2008/06/14/sobre-fidelidade/traicao_fidelidade/"><img class="alignnone size-full wp-image-345 aligncenter" src="http://poucaspalavras.wordpress.com/files/2008/06/traicao_fidelidade.jpg" alt="" width="426" height="334" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Isso é depoimento de quem já foi traída? Sim, é.</p>
<p style="text-align:justify;">E aposto, meu caro, que se você fosse, também pensaria assim.<br />
Ou viraria mais um cafajeste na face da Terra.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma História de Amor]]></title>
<link>http://poucaspalavras.wordpress.com/?p=330</link>
<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 11:24:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jazz</dc:creator>
<guid>http://poucaspalavras.wordpress.com/?p=330</guid>
<description><![CDATA[Éramos três amigos viciados em internet e em mIRC, grande moda da época, em um canal (sala de bat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Éramos três amigos viciados em internet e em <a title="O quê? Isso nem é da minha época!" href="http://www.mirc.com/" target="_blank">mIRC</a>, grande moda da época, em um canal (sala de bate-papo) de quiz. Eu era recém-solteira de um namoro de quase dois anos, ela era ruiva e solteira e ele era noivo.</p>
<p style="text-align:justify;">Eles eram os meus dois melhores amigos, na época. Estavam sempre ali, quando eu mais precisava. Os três um tanto caseiros, um tanto nerds, um tanto na deles. Mas ele e ela ainda não se conheciam. Como se conheceram?</p>
<p style="text-align:justify;">Certo dia, ele me convidou para ir ao cinema. Eu não via nada demais, só que em Belém - apesar de ser "metrópole", não deixa de ser provinciano pelo fato de quase todo mundo se conhecer, de alguma forma. Então seria muita queimação eu sair sozinha com um cara praticamente casado. Unindo o útil ao agradável, convidei-a para nos acompanhar.</p>
<p style="text-align:justify;">Era dia de estréia - e eu não tinha idéia disso - o cinema estava lotado, o que prolongou a nossa conversa pré-filme. Os três se conheciam pessoalmente naquele dia. E os dois, sabiam da existência um do outro pelo meu intermédio.</p>
<p style="text-align:justify;">O programa mais divertido do final de semana era sair com eles. Nós éramos grande amigos. E foi duro quando ele terminou o noivado por ter descoberto que a noiva era uma grande salafra. Ele vendeu as alianças, desabafou, mas ali, forte.</p>
<p style="text-align:justify;">Ela se apaixonou (na verdade, já estava apaixonada bem antes!). Ele terminou o noivado e começou a se abrir. Certo dia, eu faltei em algum dos nossos encontros, quando ela o beijou. E os dois começaram a namorar.</p>
<p style="text-align:justify;">Isso foi há cinco anos e perdura até hoje. Num <strong>n<span style="color:#ff0000;">amor</span>o</strong> sólido e consistente. Porque quando se pensa nele, é inevitável não pensar nela. E quando se fala nela, é óbvio que também estaremos falando dele.</p>
<p style="text-align:justify;">E eu assisto a tudo isso, muito orgulhosa de ter contribuído. Na verdade, eu só dei aquela forcinha para o destino. Um empurrãozinho de nada para que eles fizessem o resto.</p>
<p style="text-align:justify;">Não estou falando de um simples namoro. Nanani-na-não! Porque namorados, eu conheço muito outros que estão por aí há mais tempo, mas sem nenhum respeito, sem nenhum altruísmo.</p>
<p style="text-align:justify;">E estou é falando de <a href="http://youtube.com/watch?v=alkGjkdxQ5U" target="_blank"><span style="color:#ff0000;"><strong>AMOR</strong></span></a>.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://poucaspalavras.wordpress.com/files/2008/06/pescottdolores.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-337" src="http://poucaspalavras.wordpress.com/files/2008/06/pescottdolores.jpg" alt="Scott e Dolores" width="450" height="338" /></a></p>
<h6><span style="color:#999999;">* Outra história linda, mas que eu acompanhei de bem longe. E sempre me emociono quando eles são citados: <a title="Enloucrescendo" href="http://www.interney.net/blogs/enloucrescendo/2008/05/07/bodas_de_pixel/" target="_blank">Ian Black</a> e <a title="Chiqueiro Chique" href="http://chiqueirochique.com/2008/05/12/bodas-de-pixel/" target="_blank">Marina Santa Helena</a>.</span></h6>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não Dito]]></title>
<link>http://cafeemocional.wordpress.com/?p=41</link>
<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 09:05:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>heroidentrodenos</dc:creator>
<guid>http://cafeemocional.wordpress.com/?p=41</guid>
<description><![CDATA[
Quando estou contigo fico sempre com a sensação que o que é importante para ti e para mim nunca ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://cafeemocional.files.wordpress.com/2008/06/e-solo-03.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-42 aligncenter" src="http://cafeemocional.wordpress.com/files/2008/06/e-solo-03.jpg?w=199" alt="" width="199" height="300" /></a></p>
<p>Quando estou contigo fico sempre com a sensação que o que é importante para ti e para mim nunca é dito. Estou-me a incluir neste novelo que não sei onde começa de coisas que não são ditas, que ficaram por dizer, outras que ficam a pairar na pele, por vezes de aproximação por vezes de afastamento. Há vezes fico com tensão e desconforto, outras fico com o que poderia ter sido... A sensação de oportunidades perdidas, a frustação de estar ao pé de ti e de estar sempre a perder. É como querer agarrar algo elusivo que me escapa por entre os dedos. Falamos de tudo mas nunca falamos de nós. Estamos juntos mas a proximidade é separada pelo silêncio de não sabermos estar um com o outro, das sensações e sentimentos que ficam sem nome, pairando no limbo que adensa a incompreensão. Imagino como seria bom podermos confiar as nossas emoções um ao outro com a segurança da aceitação, compreensão e apoio mútuos, sem que isto fosse confrangedor ou incómodo. Como seria se pudessemos relaxar e apreciar a companhia mútua sem agenda mas com deleite de permitir estar? De saber interiormente que colocamos o bem estar um do outro com a prioridade de um bem querer mútuo. De sentir a confiança que o que é dito e feito vem da boa fé de bem querermos um ao outro e não das nossas feridas não assumidas. De sentirmos seguros e queridos na presença um do outro. De sentir a força que brota dessa segurança e que permite abrir as fragilidades do coração, sem medo de ser mais ferido e de causar mais dor. É como o querer proteger algo que apreciamos, digno de admiração, protecção e carinho. Algo muito precioso que vemos um no outro. Será que ainda é possível  dizer o que não foi dito? De partilhar o que não foi partilhado? De encontrar o espaço de encontro comum em que possamos olhar, olhos nos olhos, um sorriso largo que vem do coração que está aberto e não tem medo de perder a vida?</p>
<p>Jaime Graça</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Processos rotineiros]]></title>
<link>http://dogseverywhere.wordpress.com/?p=144</link>
<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 22:00:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Natalia Brabo</dc:creator>
<guid>http://dogseverywhere.wordpress.com/?p=144</guid>
<description><![CDATA[ou O Acidente Nacional
Num dia, espaço de tempo normalmente constituído de vinte e quatro horas em]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>ou <strong>O Acidente Nacional</strong></p>
<p>Num dia, espaço de tempo normalmente constituído de vinte e quatro horas em que a Terra leva para girar em torno do próprio eixo, milhões de pessoas, cuja unidade PESSOA é um ser, indivíduo a que se atribuem direitos e obrigações, tomam seus rumos a partir de sistemas de transporte coletivos chamados ônibus. Um ônibus normalmente possui um motorista dotado de capacidade específica atestada em carteira e um cobrador de bilhetes, situados em partes estratégicas do veículo, aguarando os usuários-PESSOA. Que ocuparão assentos e vagas para o transporte em PÉ, apoiados em canos ou esmagados entre os seus iguais. O esquema acima se repete em várias cidades do Brasil, uma república federativa de estupendos 26 estados e um Distrito Federal,  183.987.291 habitantes, área de 8.514.876,599 km², equivalente a 47% do território sul-americano. São 7400km de costa para o Oceano Atlântico e fronteira com quase todos os países da América do Sul, exceto Equador e Chile. </p>
<p>Diante de toda essa megalia nacional, mais uma vez o ônibus, parte integrante do sistema de transporte coletivo, conduz pessoas (sic) em processos rotineiros como: espera dilatada em muitos minutos, concorrência na entrada, pagamento do bilhete, passagem na catraca - a flor giratória da civilização ocidental depois da metralhadora e do helicóptero - , o arranque inicial, o deus-nos-acuda, o trajeto e a descida. Nem todos saem satisfeitos. Melhor dizer, nem todos saem insatisfeitos.</p>
<p>As empresas de transporte nem precisam gastar um centavo com publicidade Traga você e a sua família. A clientela é garantida. Eu mesma faço parte dessa clientela. E hoje foi dia de atravessar a cidade em que moro abusando dos processos rotineiros. Mal eu sabia, mas algo sairia do programado.</p>
<p><!--more--></p>
<p>No início da minha penúltima corrida alertei o motorista, profissional dotado de capacidade específica atestada em carteira, que PRECISAVA descer na 41 - quadra situada entre a 31 e a 51 no endereçamento antigo, ou entre a 304 e a 504 Sul no endereçamento novo de Palmas. Ele acenou positivamente com a cabeça, mesmo confundindo o número novo com o antigo, com um outro mais antigo ainda. Quando me liberei da catraca, sentei. O ônibus não estava cheio nem vazio. Eu ficava trocando de lugares para fugir do SOL até conseguir me aquietar na sombra. Eis que surge uma família brasileira, pai, mãe e filho, experimentando o processo rotineiro da catraca, flor giratória da civilização ocidental atrás apenas da metralhadora e do helicóptero.  A criança, um garotinho, foi a primeira a passar. O Brasil possuia, em 2005, 23.968.407 crianças de 0 a 6 anos, faixa etária do menino. Em 2010, estima-se que o Brasil vá ter 24.268.186 desses exemplares. A mãe ficou vasculhando uma bolsa grande e desorganizada em busca de dinheiro, riqueza, quantia, valor-moeda capaz de equivaler a uma passagem no sistema de transporte coletivo.</p>
<p>Senta, filho! Foi a ordem da mãe, fêmea que pariu e mulher que dispensa cuidados maternais, a que se atribui normalmente direitos e obrigações. A criança não sentou, óbvio. Estava muito ocupada primeiro em examinar o rosto de cada um dos passageiros, meio assustada com tudo. Passa um segundo, ou melhor, dois. A verdade é que depois ficou muito difícil determinar a quantidade exata de tempo entre o final da frase da mãe e o som de uma cabeça pequena tombando no chão. A cabeça é a parte superior do corpo humano, anterior ou superior em alguns animais e que contém o cérebro  e os órgãos de função dos sentidos.</p>
<p>A minha estava funcionando perfeitamente naquela hora. Escutei a queda que aconteceu atrás de mim, enxerguei a agitação da fêmea genitora entre seu grito abafado, suor e pupilas dilatadas. O restante do meu sistema nervoso se encarregou para que a criança não fosse ejetada do sistema de transporte coletivo. Tudo em forma reflexo. Saltei e fui catar a criança no último degrau da escada, em que a terminação era a própria porta lateral do ônibus. Se o sistema nervoso do motorista falhasse em forma de burrice abrindo a porta, a criança teria um final bem triste. Nas minhas mãos, o garoto pesava menos que um floco de algodão. Chorava, coitadinho. O verdadeiro acidente, o nacional, é que os outros animais, cuja parte do corpo frontal ou dianteira ou superior teria sido paralisada pelo choque visual da cena, ocupou-se apenas de examinar uma das 24 milhões de crianças do Brasil que carecia de assistência imediata. </p>
<p>A criança em questão é um ser, indivíduo em formação - filho de alguém que procurava dinheiro, riqueza, moeda, numa bolsa grande e desorganizada, a que se atribuiu todo o direito de gritar, suar e dilatar a pupila em desespero - precisou e quase não teve ajuda num dos ônibus de uma estupenda república federativa com 26 estados e um Distrito Federal,  183.987.291 habitantes, área de 8.514.876,599 km², na qual o sistema de transporte carrega milhões de indivíduos a que se atribuem direitos e obrigações toda vez que a Terra resolve girar em torno do próprio eixo.     </p>
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<p> </p>
<p> </p>
<p>Obs.: Os dados sobre a infância constante no texto foram retirados diretamente da página do <a href="http://www.ibge.gov.br/" target="_blank">IBGE</a>.</p>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[laços... você também tem os seus]]></title>
<link>http://blogdamomarch.wordpress.com/?p=88</link>
<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 13:16:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>momarch</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em um dia em que laços têm tudo a ver comigo, deixo um vídeo que vale a pena ver até o final. De]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em um dia em que laços têm tudo a ver comigo, deixo um vídeo que vale a pena ver até o final. De verdade.</p>
<p> </p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/gl74J-aAnfg'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/gl74J-aAnfg&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nossas emoções causam doenças]]></title>
<link>http://izambard.wordpress.com/?p=39</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 19:50:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sílvia Simões | Lizzie |</dc:creator>
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<description><![CDATA[Inflamações, doenças crônicas, degenerativas&#8230; Uma lista bem grandinha de males causados pe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Inflamações, doenças crônicas, degenerativas... Uma lista bem grandinha de males causados pelas nossas emoções negativas.</p>
<p>Li este artigo no site Minha Saúde e vou postá-lo aqui agora, pois além de interessante, é de utilidade pública.</p>
<p>É importante, entretanto, ressaltar que existe um meio tempo importante entre o surgimento da emoção e as consequências em nosso corpo que não foram explicadas aqui. Sobretudo, o essencial estarmos preparados para sequer nos depararmos com tais emoções.</p>
<div><span style="font-size:7pt;color:#333333;font-family:Arial;"><span style="font-size:7pt;color:#333333;font-family:Arial;"><span style="font-size:7pt;color:#333333;font-family:Arial;"><span style="font-size:7pt;color:#333333;font-family:Arial;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Tahoma;">Doenças e suas causas emocionais </span></strong><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Tahoma;"><br />
<span class="arial11">Entenda como esses males podem te afetar psicologicamente </span></span></p>
<address><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Tahoma;"></span><span class="arial11"><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;">Maria Helena Giani Ramos  - naturopata e massoterapeuta </span></span></address>
<p><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;">Hoje estamos aqui, para trocarmos um pouco de nossas experiências e fazermos uma viagem pelas plantas em busca da saúde que o homem moderno precisa e procura tanto. Sabemos e dizemos, sempre que o homem moderno precisa voltar a simplicidade, pois tratar todos os males com remédios químicos podem a médio e em longo prazo comprometer a saúde que tanto tentamos proteger. Por isso, devemos ter em mente qual o nosso papel nessa vida e como podemos fazer isso, usando alternativas . Sabemos e dizemos que o avanço da medicina, principalmente nessa era em que há curas fantásticas, milagres, mas não podemos esquecer que sempre há um outro caminho.</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;">O caminho do meio Para isso o homem deve atingir o equilíbrio, isso se dá com alimentação equilibrada, atividade física e principalmente pensamentos saudáveis. Mesmo assim, há coisas que saem do nosso controle, instabilidade, stress, preocupação, problemas vividos no dia a dia e muitas vezes é impossível evitarmos aquela dor de cabeça ou aquela gastrite ou até mesmo doenças mais graves enraizadas como tumores. </span></p>
<p><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;">Para essa harmonia que buscamos, trouxe hoje aqui meu testemunho e algumas experiências. Nunca devemos esquecer que nosso corpo é nosso professor ele sempre nos avisa quando insistimos em um comportamento que nos faz mal.</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;">Há algumas doenças que tem causas emocionais, trazendo problemas de saúde. Eis aí; algumas:</span></p>
<div><strong><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;"><span style="font-size:7pt;color:#333333;font-family:Arial;"><span style="font-size:7pt;color:#333333;font-family:Arial;"><span style="font-size:7pt;color:#333333;font-family:Arial;">Acidentes:</span></span></span></span></strong></div>
<p><strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:9pt;"><span style="font-size:7pt;color:#333333;font-family:Arial;"><span style="color:#000000;font-family:Times New Roman;"> </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:9pt;color:#333333;font-family:Arial;">Crença na violência ou na necessidade de receber castigo; deixar que as outras pessoas nos atinjam (acidentes de carro). <strong><span style="font-family:Arial;">Anorexia/Bulimia:</span></strong> Raiva de si mesmo; negação da vida; não ser bom o suficiente<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Alergias:</span></strong> Agressividade reprimida<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Amigdalite:</span></strong> Criatividade reprimida, incapacidade de expressar a raiva<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Ansiedade: </span></strong>Medo da vida, do futuro<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Apendicite:</span></strong> Medo da vida; de enfrentar os problemas de frente <strong><span style="font-family:Arial;">Arteriosclerose: </span></strong>Resistência, Recusa em ver a realidade<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Artrite:</span></strong> Criticismo, perfeccionismo, inflexibilidade<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Asma: </span></strong>Incapacidade de se doar; desejo de manipular<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Câncer: </span></strong>Ressentimento, desilusão<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Coceira:</span></strong> Ânsia por alguma coisa; irritação; desejo de sair da própria pele<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Cólica menstrual:</span></strong> Rejeição da condição de mulher; medo; culpa <strong><span style="font-family:Arial;">Coluna (problemas na)</span></strong>: Incapacidade de se apoiar; falta de confiança na vida<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Conjuntivite:</span></strong> Raiva do que se vê<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Coração (problemas no):</span></strong> Incapacidade de demonstrar amor; falta de alegria<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Dentes (problemas nos)</span></strong>: Indecisão; incapacidade de demonstrar agressividade<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Depressão:</span></strong> Raiva da vida<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Diabetes:</span></strong> Amargura<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Diarréia:</span></strong> Medo; fuga<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Dores agudas:</span></strong> Desejo de se castigar<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Enxaqueca:</span></strong> Desejo de controlar, incapacidade de expressar a raiva, repressão sexual<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Frieiras: </span></strong>Medo de não ser aceito, resistência ao progresso <strong><span style="font-family:Arial;">Furúnculo: </span></strong>Raiva<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Gastrite:</span></strong> Dificuldade para lidar com aborrecimentos<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Gengivite:</span></strong> Insatisfação com relação às próprias decisões<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Gripe:</span></strong> Absorção de negatividade; conflito<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Joelho (problemas no):</span></strong> Orgulho<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Labirintite:</span></strong> Medo de não estar no controle; sensação de desorientação da vida<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Mononucleose:</span></strong> Hábito de depreciar a vida e os outros<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Obesidade:</span></strong> Necessidade de se proteger ou de se tornar maior para conseguir enfrentar um grande desafio<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Prisão de ventre:</span></strong> Recusa a abandonar as velhas idéias; repressão da energia sexual<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Reumatismo: </span></strong>Vitimismo; amargura<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Sinusite:</span></strong> Irritação<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Varizes: </span></strong>Permanecer num lugar ou situação que se odeia<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Verruga:</span></strong> Expressão de ódio acumulado<br />
<strong><span style="font-family:Arial;">Vícios:</span></strong> Fuga </span></p>
<p></strong></p>
<p> </p>
<p></span></span></span></span></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paixão e fantasias]]></title>
<link>http://papodediva.wordpress.com/?p=10</link>
<pubDate>Fri, 30 May 2008 19:46:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>papodediva</dc:creator>
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<description><![CDATA[ 
Sentada sobre azuleijos cor de pérola, a mulher de pele alva se fundia ao cenário. As costas se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:14.2pt;text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Sentada sobre azuleijos cor de pérola, a mulher de pele alva se fundia ao cenário. As costas sentiam o frio da pedra, que fazia o dorso arrepiar quando o líquido quente, que caía e serpenteava desde a cabeça, escolhia passear pelo colo, ignorando o verso do corpo, todo ele desnudo. As pernas dobradas à frente do tronco deixavam os joelhos, entregues, bêbados, se escorando um no outro. Fervilhantes, os poros exalavam paixão e vapor. E o olhar cruzava o box, atravessava paredes da casa e se perdia na lembrança daquele beijo demorado. Beijo que veio a durar anos na minha vida.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:14.2pt;text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">O sono profundo da paixão tem como primeiro sintoma o desembestar da mola interna. Mora dentro, paralelo à espinha dorsal, uma mola rija e cotidianamente comprimida, só liberada à propulsão máxima pelos encantos de uma paixão. Livre, esta mola atropela todos os órgãos que encontra pela frente, socando de intestino a esôfago, querendo sair pela boca. Na impossibilidade de escapar, a mola faz as pernas sacudirem, o corpo querer sair da cadeira, o sorriso não ser engolido. A mola vem, de fábrica, com um código – é ele que dispara a mola. Em vez de voltas à direita e à esquerda, este cofre mágico se abre com uma fórmula complexa e mais misteriosa que o genoma humano. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:14.2pt;text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Lembro dos dentes amarelos daquele francês de cabelo enrolado. Lacônico, pouco se ouvia de sua voz rouca e do humor ácido. Um tipo estranho, que se destacava pela feiura e, para mim, pelo olhar sensual, que talvez ninguém mais visse. Recordo também de um homem rosado, bastante obeso, de panturillhas e tornozelos roliços, mas com boca e dentes compensatoriamente convidativos. Inteligente, outro me encantava pelas poesias inspiradas em nós, que escrevia. Com aqueles bíceps, o outro não precisava declamar nada, sequer falar. Suspirava com as pernas à Garrincha daquele outro... E aquele que me conquistava pela facilidade que tinha em se emocionar com as coisas simples da vida? Eram pequenas frações encantadoras. Pequenos deltas de pessoas que preenchiam, cada um, algumas das minhas fantasias e, portanto, tinham a chave secreta para a mola da paixão.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:14.2pt;text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Numa festa, etiquetas desfilando pela fumaça, saía em meio à multidão um belo exemplar de homem, par de olhos brilhantes e verdes, cabelos negros, porte atlético. Conduzia pela mão seu par romântico, ainda obscurecido por dezenas de pessoas por metro quadrado. A lógica pedia que combinasse com ele uma bela morena, par de pernas imperando na passarela. Abriu caminho, no entanto, um rapazola, metro e meio, peludo que só ele, jeans tradicional, camisa bastante abotoada. Nada aparente poderia explicar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:14.2pt;text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Minha imaginação leva a crer que na hora de somar cromossomos, genes, dons e déficits que formam cada um de nós, é injetado no corpo e na mente o tal do código secreto, que será satisfeito com características sortidas de outrem. Nem nós sabemos a senha. Descobrir o que abre seu próprio cofre é desafio para uma vida, só revelado à base da experiência, da tentativa e erro, da escuta do inconsciente e das reações da pele e do intestino. Sorte de quem aprende que a senha não segue nenhuma combinação lógica. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:14.2pt;text-align:justify;margin:6pt 0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Gato não combina necessariamente com gata. Na selva humana, gato combina com qualquer bicho ou bicha. Não adianta tentar ser bichano ou fazer estoque de leite para atrair gatinha. Porque, ao longe, nunca se sabe do que uma gatinha precisa. Nunca se sabe, o que fará, inexplicavelmente, as forças dela se renderem, num banho demorado, à salutar letargia da paixão.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>

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