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	<title>efeito-estufa &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/efeito-estufa/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "efeito-estufa"</description>
	<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 07:18:16 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Prefeitura de SP fará novo leilão de créditos de carbono]]></title>
<link>http://internethoje.wordpress.com/?p=1123</link>
<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 18:12:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>ultimas noticias</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Prefeitura de São Paulo lança hoje edital para a venda de 713 mil créditos de carbono - Reduç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura de São Paulo lança hoje edital para a venda de 713 mil créditos de carbono - Reduções Certificadas de Emissão (RCEs) - obtidos com o controle de emissão de gases geradores do efeito estufa nos dois aterros sanitários existentes na capital: Bandeirantes e São João. Os dois depósitos, que recebiam cerca de 13 mil toneladas de resíduos diariamente, têm instalados sistemas de captação de gases produzidos pela decomposição do lixo. Esse gás é utilizado para a geração de energia elétrica.</p>
<p>No bairro de Perus, na zona oeste, onde funcionou o Aterro Bandeirantes até o ano passado, os moradores reclamam que o dinheiro arrecadado no primeiro leilão, realizado em setembro de 2007, não está sendo aplicado para atender à demanda da população local. Na ocasião, foram vendidos 808.450 créditos de carbono. O vencedor foi o banco holandês FortisBank, que pagou 16,20 por tonelada, num total de 13.096,89, ou R$ 34 milhões.</p>
<p>De acordo com a Secretaria Municipal de Finanças, todos os recursos oriundos desse leilão estão sendo investidos na melhoria das condições de vida dos moradores da região do aterro. O dinheiro foi remetido para o Fundo Especial do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Fema).</p>
<p>Até hoje, foram construídas ou reformadas três praças públicas no bairro. Há ainda um conjunto de projetos em fase de elaboração pela Subprefeitura de Perus e pelo Departamento de Parques e Áreas Verdes (Depave), como a construção de uma escola de madeira do Programa Pau a Pique, que desenvolverá mobiliário urbano para a Prefeitura a partir da utilização de madeira proveniente da poda realizada nos parques municipais.</p>
<p>O segundo leilão de RCEs está marcado para 25 de setembro, na BM&#38;F Bovespa. Dos 713 mil créditos de carbono a serem negociados, 454.343 são do Aterro Bandeirantes e foram emitidos no período de 1º de janeiro de 2007 a 31 de março de 2008. Os 258.657 restantes foram emitidos pelo Aterro São João, entre 22 de maio de 2007 e 31 de março de 2008.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Emissões aumentaram 22% entre 2000 e 2007    ]]></title>
<link>http://outrapolitica.wordpress.com/?p=2012</link>
<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 05:48:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Correa Leite</dc:creator>
<guid>http://outrapolitica.wordpress.com/?p=2012</guid>
<description><![CDATA[Ecoblogue, 27 de agosto de 2008
As emissões globais de carbono resultantes da queima de combustíve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://outrapolitica.files.wordpress.com/2008/08/0526_02.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2016" src="http://outrapolitica.wordpress.com/files/2008/08/0526_02.jpg?w=300" alt="" width="300" height="260" /></a><a href="http://www.ecoblogue.net/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=2098&#38;Itemid=2">Ecoblogue</a>, 27 de agosto de 2008</p>
<p>As emissões globais de carbono resultantes da queima de combustíveis fósseis em 2007 aumentaram 22% em relação a 2000, refere um relatório recente do Worldwatch Institute. A China contribuiu com 57%, a Índia com 8%, os EUA com 4% e a UE com 3% para este aumento, mas as emissões da China (18.3%) continuam a ser inferiores à dos EUA (19.5%) em termos globais e com uma grande diferença em termos per capita.</p>
<p>A queima de combustíveis fósseis contribui para cerca 74% de todas as emissões de CO2 e aproximadamente 57% de todas as emissões de gases de efeito de estufa. O consumo desta fonte de energia pelos países mais ricos é largamente responsável por elevar os níveis de CO2 para os actuais 384 ppm, um aumento de 37% em relação aos níveis pré-industriais.<!--more--></p>
<p>Mas o desenvolvimento da China e da Índia, rápido e muito dependente do carvão, é o factor mais importante para o crescimento recente das emissões globais de CO2. O carvão fornece 70% da energia comercial na China e 56% na Índia.</p>
<p>O Worldwatch Institute refere que "a chave para estabilizar o clima global é conduzir as nações industriais para uma economia assente em energia de baixo carbono enquanto se assegura que os países em desenvolvimento conseguem seguir modelos de desenvolvimento mais limpos".</p>
<p>Fonte: <a href="http://arrefeceraterra.blogspot.com/2008/08/emisses-entre-2000-e-2007-aumentaram-em.html" target="_blank">arrefeceraterra.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Efeito Estufa]]></title>
<link>http://torqueteam.wordpress.com/?p=162</link>
<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 20:54:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>giiu</dc:creator>
<guid>http://torqueteam.wordpress.com/?p=162</guid>
<description><![CDATA[
 
 

Efeito estufa, aquecimento global. Ultimamente a gente mais escuta isso do que bom dia. Mas,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;">
<div class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;"> </span></div>
<p><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;"> </p>
<p></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Efeito estufa, aquecimento global. Ultimamente a gente mais escuta isso do que bom dia. Mas, antes de iniciarmos um debate sobre o assunto, vamos entender os pontos principais.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;line-height:115%;">O que é:</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;">Efeito estufa é um fenômeno natural (pelo menos inicialmente), que permite a existência de vida na Terra.  O Sol emite energia em forma de luz como radiação ultravioleta e infravermelha. Quando essas luzes chegam a Terra, uma boa parte é absorvida pelo ar, terra e águas, enquanto o restante (30%) retorna para o espaço refletido por poeira, nuvens, neve e gelo. Como a superfície é aquecida, ocorre a liberação de calor na forma de radiação infravermelha, que é em grande parte retida na atmosfera pelos vapores d’água, dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>), metano (CH<sub>4</sub>) e outros gases estufa. O restante da radiação, é emitido pro espaço. Esse calor retido por esses gases é que mantém a temperatura do planeta. Se não houvesse essa retenção de radiação infravermelha, o planeta estaria congelado.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><img class="alignnone size-large wp-image-164" src="http://torqueteam.wordpress.com/files/2008/08/p-3-11.jpg?w=500" alt="" width="500" height="341" /></p>
<div></div>
<p><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;"></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;">Aquecimento Global:</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">A temperatura do planeta varia de forma natural, por causa de ciclos geológicos e solares. Mas o aquecimento global, é decorrente de outros fatores. As atividades humanas quebraram o ritmo normal dos ciclos na Terra, como o de absorção e produção de gases, desestabilizando em conseqüência todos os outros ciclos. O homem com a combustão e outras coisas, manda para a atmosfera toneladas de dióxido de carbono e metano, aumento a retenção de radiação, levando ao aquecimento global.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;">Protocolo do Kyoto:</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">O tratado de Kyoto é a conseqüência de vários outros eventos e convenções sobre meio ambiente. Esse protocolo foi assinado em Kyoto, no Japão, e tem como objetivo a redução de emissão de gases estufa. O protocolo previa uma redução mínima de 5,2% de emissão entre 2008 e 2012 do que em 1990.  Para ter uma noção mais ampla, para alguns países da União Européia, essa redução prevista pelo protocolo, significa baixar em mais de 15% o que havia sido previsto de emissão para o ano de 2008.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;">Conferência de Bali, ou COP-3:</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">A conferência de Bali, foi realizada na Indonésia, e tinha como objetivo, criar um cronograma a ser seguido quando o protocolo de Kyoto saísse de cena, visando uma discussão entre os países para uma decisão de como será o acordo a ser assinado na Conferência sobre Mudanças Climáticas, em Copenhague, Dinamarca, no fim de 2009. Nessa conferência, foi proposto que uma redução de 50% de gases (levando em consideração os valores de 1990) até o ano de 2050, evitaria o aquecimento de 2ºC no planeta. Além disso, foi decidido que todos os acordos feitos seriam estendidos a todos os países (como os EUA, um dos maiores emissores que se negou a assinar o protocolo de Kyoto), classificando o aquecimento global como um problema de todos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><strong><span style="font-size:10pt;">As conseqüências:</span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Aumento da temperatura em muitas áreas, mudança de climas, extinção de biomas e de várias espécies. Derretimento das calotas polares, causando aumento dos níveis de água do mar. Com as mudanças climáticas, viriam frentes frias, furacões, tornados, grandes tempestades e alterações vulcânicas. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Bom, acho que agora podemos começar as discussões. O aquecimento global sem dúvida nenhuma afeta a todos, e como já foi determinado, é de interesse de todos os países se empenharem para reduzi-lo. Nesse ponto entramos com o que foi discutido anteriormente no tópico do Jo: o sensacionalismo da mídia. “É seu dever reduzir o efeito estufa”, “vamos todos nos unir contra o aquecimento global”. Mas… O que a gente pode fazer? Na verdade não muito. Podemos utilizar melhor as outras fontes de energia que sejam menos poluentes, reduzir a poluição de rios, e exigir dos governos alguma cobrança mais séria. Além disso, acho que mais nada.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">O sensacionalismo da mídia é tão grande, que na maioria das vezes, muitos dados importantes são omitidos. Li em vários sites, e foi comentado semana retrasada em uma aula de química, sobre efeito estufa, que cerca de 16% de todos o gás metano enviado para a atmosfera, vem do gado. Sim! O gado com o esterco e seus “puns” manda 16% de todo metano! É uma quantidade absurda.</span></span></p>
<div></div>
<p><span style="font-family:&#34;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><img class="alignnone size-medium wp-image-165" src="http://torqueteam.wordpress.com/files/2008/08/p-3-2.jpg?w=279" alt="" width="279" height="300" /></p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"> </p>
<div></div>
<p><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;"></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><em><span style="font-size:10pt;">“desculpa, esse não foi por querer”</span></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Seguindo essa idéia de dados omitidos, temos sobre as árvores. Fala-se tanto sobre o desmatamento, fotossíntese, e renovação de oxigênio. Eu, particularmente, penso que as árvores são mais para manutenção climática e de biomas do que para a renovação de O<sub>2</sub>. Cerca de 80% de toda a renovação de oxigênio vinda da fotossíntese, é proveniente das algas. Sim! Das algas, e não das árvores. É muito estranho pensar isso, mas…</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Outra coisa que deve ser comentada, é sobre o pôr-do-sol. Todo mundo acha lindo aquele pôr do sol vermelho, até meio vinho às vezes. Aquilo é puuuro nitrogênio. Para que o nitrogênio possa ser visto quando se incide luz, o mínimo que precisamos ter, são 5 mols. Isso equivale a 30×10<sup>23</sup> moléculas de nitrogênio. Pra quem ainda não entendeu, 30×10<sup>23 </sup> é <strong>3.000.000.000.000.000.000.000.000</strong>. Você pode até pensar: moléculas são pequenas, então não é tanto. Pare e pense de novo. Isso é a quantidade necessária <strong>mínima</strong> para se ver o nitrogênio. Agora, hoje, no fim da tarde, olhe pro céu e veja quanto vermelho está. Faça as contas.</span></span></p>
<div></div>
<p><span style="font-family:&#34;"></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><img class="alignnone size-full wp-image-166" src="http://torqueteam.wordpress.com/files/2008/08/p-3-3.jpg" alt="" width="400" height="264" /></p>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;"><em><span style="font-size:10pt;">“olha amor que lindo esse pôr-do-sol! super romântico!”</span></em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Com essas metas de redução, entra muito as polêmicas fontes alternativas de energia. O petróleo e seus derivados, quando sofrem queimas, liberam muitos gases estufa. Algumas outras fontes não são tão poluentes, por isso devem ser exploradas. As grandes empresas e os governos é que têm o poder de realmente conter o quanto é gasto. Não quero influenciar ninguém com um post, mas só fazer pensar em tudo isso, e se realmente a gente pode fazer alguma coisa pra mudar. Pensar no por que um país tão grande e rico como os EUA ou outros desenvolvidos tem coragem de recusar a participar do tratado de Kyoto, e apesar de verem os esforços de muitos outros para a melhoria do mundo, eles serem responsáveis por cerca de 35% do total de substâncias lançadas na atmosfera.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Pra mim, a teoria que lancei nos comentários é perfeita: o planeta está se livrando de nós, para reestabelecer o seu equilíbrio natural. Sei que virão comentários, e como nos outros posts, vamos fazer as discussões lá!</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;"><span style="font-family:Calibri;">Torça para que alguém tenha consciência, e economize água porque tá caro (essa foi para o Jo). Pense, e comente. Agradecendo desde já a participação de todos no blog!</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Projeto prevê reduzir 30% de emissões de gases na cidade de São Paulo]]></title>
<link>http://hrcastro.wordpress.com/?p=430</link>
<pubDate>Sat, 16 Aug 2008 12:00:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Henrique</dc:creator>
<guid>http://hrcastro.wordpress.com/?p=430</guid>
<description><![CDATA[
A Política Municipal de Mudança do Clima, recém-enviada pela Prefeitura de São Paulo à Câmara]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://bp3.blogger.com/_A2SQslzgXdo/SAYsTQxuASI/AAAAAAAAAL0/qyrfkCDDsYM/s400/inversao-termica.jpg" alt="" width="400" height="267" /></p>
<p>A Política Municipal de Mudança do Clima, recém-enviada pela Prefeitura de São Paulo à Câmara Municipal, estabelece que a cidade tem de reduzir, até 2012, 30% das emissões de gases de efeito estufa, em relação aos valores de 2005, que eram de cerca de 15 milhões de toneladas de carbono por ano. A adoção desse tipo de meta é inédita no Brasil e vai contra a posição do governo federal, que vem rejeitando se comprometer com um número como esse.</p>
<p>Leia <a href="http://br.noticias.yahoo.com/s/14082008/25/manchetes-projeto-preve-reduzir-30-emissoes-gases-sp.html" target="_blank">aqui</a> a matéria completa.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: Agência Estado</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dicas: Neutralização dos gases causadores do efeito estufa]]></title>
<link>http://tvecologica.wordpress.com/?p=540</link>
<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 23:11:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Caco Araújo</dc:creator>
<guid>http://tvecologica.wordpress.com/?p=540</guid>
<description><![CDATA[foto do site diadaarvore.org.br
Você que quer neutralizar suas emissões de gases causadores do efe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="" align="alignleft" width="148" caption="foto do site diadaarvore.org.br"]<img src="http://www.diadaarvore.org.br/meioambiente/plantar/plantando.jpg" alt="foto do site diadaarvore.org.br" width="148" height="200" />[/caption]
<p style="text-align:justify;">Você que quer neutralizar suas emissões de gases causadores do efeito estufa?</p>
<p>O primeiro passo pode ser plantar uma árvore, mas o trabalho não pára por aí: é preciso saber quais espécies absorvem mais CO2, planejar bem onde a muda vai ser colocada e, claro, cuidar bem dela ao longo dos anos.</p>
<p>De acordo com o Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP), as espécies que mais abosorvem CO2 são:<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">- feijão-do-mato (expectativa de vida: 5 a 10 anos)</p>
<p style="text-align:justify;">- guapuruvu (expectativa de vida: 25 a 30 anos)</p>
<p style="text-align:justify;">- pau-jacaré (expectativa de vida: 25 a 30 anos)</p>
<p style="text-align:justify;">- jacarandá-da-bahia (expectativa de vida: 50 a 100 anos)</p>
<p style="text-align:justify;">- jatobá (expectativa de vida: acima de 100 anos)</p>
<p style="text-align:justify;">A segunda opção é caprichar no cuidado das árvores que já existem, afinal, aquelas que são corretamente adubadas, podadas e aguadas sequestram mais carbono.</p>
<p>Para quem prefere contribuir com programas de reflorestamento desenvolvidos por ONGs, a SOS Mata Atlântica e a Iniciativa Verde por exemplo, têm como proposta plantar diferentes espécies nativas tomando os cuidados necessários para isso.</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte: <a href="http://www.conpet.gov.br">www.conpet.gov.br</a></p>
<p>Caco Araújo</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Florestas intocadas armazenam três vezes mais carbono]]></title>
<link>http://ecourbana.wordpress.com/?p=911</link>
<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 16:14:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>ecourbana</dc:creator>
<guid>http://ecourbana.wordpress.com/?p=911</guid>
<description><![CDATA[Sabrina Domingos, Carbono Brasil. Reproduzido do Ecoblogue, 6 de agosto de 2008.
A proteção das fl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ecourbana.files.wordpress.com/2008/08/carvao-vegetal.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-913" src="http://ecourbana.wordpress.com/files/2008/08/carvao-vegetal.jpg?w=300" alt="" width="300" height="200" /></a>Sabrina Domingos, Carbono Brasil. Reproduzido do <a href="http://www.ecoblogue.net/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=2000&#38;Itemid=2">Ecoblogue</a>, 6 de agosto de 2008.</p>
<p>A proteção das florestas é cada vez mais vista como uma atitude essencial para combater as mudanças climáticas. O governo brasileiro assinou na última semana um decreto que cria um fundo para preservação da Amazônia. Outros países e instituições assumem posturas semelhantes, uma vez que o desmatamento é apontado como uma das principais fontes de emissões de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. A importância dessas iniciativas é reforçada por um estudo australiano que comprova que a capacidade de florestas intactas em armazenar carbono é três vezes maior do que o previsto até então. Elas também são 60% mais eficientes nesse sentido do que as florestas plantadas.<!--more--></p>
<p>Cientistas da Universidade Nacional da Austrália, que publicaram um relatório sobre o tema nesta terça-feira, dizem que o papel das florestas selvagens, assim como o da biomassa de carbono verde pertencente a elas, foi subestimado na luta contra o aquecimento global. "Na Austrália e, provavelmente em todo o mundo, a capacidade de armazenamento das florestas naturais foi subestimado e consequentemente deturpado em avaliações econômicas e opções políticas", afirmam.</p>
<p>O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) e o Protocolo de Quioto não fazem distinção entre a capacidade de carbono de florestas plantadas e das intocadas. As florestas ainda intactas podem carregar três vezes mais carbono do que o calculado atualmente, caso o estoque de carbono da biomassa seja incluído nas medições. Atualmente, a habilidade de armazenamento de carbono é baseada em estimativas de florestas plantadas.</p>
<p>O relatório "Carbono Verde, o papel das florestas naturais para o estoque de carbono" informa que a falta de diferenciação na definição de floresta também subestima o acúmulo de carbono em florestas adultas. O IPCC define como floresta árvores acima de 2 metros de altura e com copas maiores de 10%; mas, na Austrália, florestas foram definidas por árvores com mais de 10 metros de altura e copa superior a 30%.</p>
<p>O estudo avalia que as florestas preservadas do sudeste da Austrália podem abrigar cerca de 640 toneladas de carbono por hectare - enquanto a estimativa do IPCC é de 217 toneladas. Os cientistas também calculam que cerca de 9,3 bilhões de toneladas de carbono podem ser estocadas nos 14,5 milhões de hectares de florestas de eucalipto no sudeste australiano, se não ocorrer intervenção humana. O IPCC estima apenas um terço desta capacidade e somente 27% do estoque de carbono de biomassa das florestas.</p>
<p><strong>Mais flexível</strong></p>
<p>Por permanecerem intocadas, as florestas naturais, além de armazenarem mais carbono, são capazes de o estocarem por mais tempo do que as plantadas, rotineiramente cortadas para uso comercial.</p>
<p>O co-autor do relatório, Brendan Mackey, entende que preservar as florestas selvagens serve a dois propósitos: manter uma grande absorção de carbono e interromper a liberação de carbono armazenado nas florestas.</p>
<p>A quantidade de carbono abrigado em biomassa e solo no mundo é aproximadamente três vezes maior do que na atmosfera, explica o documento. Cerca de 35% dos gases do efeito estufa presentes no ar é resultante de desmatamentos passados e 18% das emissões anuais vêm de desflorestamento continuado.</p>
<p>O relatório diz que o corte de árvores é responsável por mais de 40% da redução de carbono de longo prazo, em comparação com florestas preservadas. "A maioria do carbono de biomassa nas florestas naturais reside na biomassa da madeira de grandes árvores adultas. A exploração comercial modifica a estrutura etária das florestas e faz com que a média de idade das árvores seja muito jovem", acrescenta o documento.</p>
<p>Mackey acredita que os sistemas de negociação de emissões não deveriam favorecer florestas plantadas para a compensação de carbono, já que elas não fazem um balanço entre a perda de florestas naturais e a liberação de carbono. "Nós precisamos ter certeza de que os esquemas de comércio de emissões não levam a resultados perversos", adverte. A Austrália deverá introduzir o sistema próprio de negociação de emissões em 2010, mas a agricultura não estará incluída no projeto.</p>
<p>Os cientistas afirmam que prevenir desmatamentos futuros das florestas de eucaliptos no sudeste da Austrália será equivalente a evitar emissão de 460 milhões de toneladas de CO2 por ano no próximos 100 anos. E permitir que florestas cortadas cresçam novamente até atingir a capacidade natural de estocagem de carbono, evitará o equivalente a 136 milhões de toneladas de CO2 por ano nos próximos 100 anos - cerca de 25% do total de emissões australianas em 2005.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mudança climática atinge América Latina e pode piorar]]></title>
<link>http://hrcastro.wordpress.com/?p=402</link>
<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 22:00:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Henrique</dc:creator>
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<description><![CDATA[A queda no mar de gigantescos pedaços de gelo que se desprendem no extremo sul do Chile e da Argent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A queda no mar de gigantescos pedaços de gelo que se desprendem no extremo sul do Chile e da Argentina deixa maravilhados, a cada ano, milhares de turistas, mas também aponta para mais uma das dramáticas provas do aquecimento global.</p>
<p>Apesar de a contribuição latino-americana para a emissão de gases do efeito estufa, relacionada com o aumento da temperatura média do planeta, ser de apenas 10 por cento, a região revela-se altamente exposta às mudanças climáticas e essa é uma realidade palpável do México à Patagônia.</p>
<p>O recuo das geleiras, a ampliação de áreas desérticas e uma maior ocorrência de furacões dão conta de um fenômeno cada vez mais intenso e que provoca, ainda, a migração de animais para áreas mais frias nas cordilheiras ou rumo ao sul do continente.</p>
<p>Recentemente, a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), com sede em Santiago, avisou que as previsões apontam para uma vulnerabilidade ainda maior da região caso continue a avançar o processo de deterioração dos sistemas naturais.</p>
<p>A Comunidade Andina das Nações (CAN) estima que as mudanças climáticas poderiam provocar, a partir de 2015, a perda de 300 milhões de dólares anuais para seus integrantes, ou cerca de 4,5 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) da Colômbia, do Peru, do Equador e da Bolívia.</p>
<p>"Acreditamos que, junto com as mudanças a atingirem o setor primário, se formará uma cadeia de ação e reação que chegará às finanças públicas", disse o diretor da Divisão de Desenvolvimento Sustentável e Assentamentos Humanos da Cepal, José Luis Samaniego.</p>
<p>"Essa é uma situação de prejuízos crescentes que, por ser gradual, pode ser pouco perceptível caso não ocorra de forma repentina e simultânea", acrescentou o especialista, citando como exemplo o surgimento de furacões mais fortes no Caribe, prejudicando a indústria do turismo naquela região.</p>
<p>O derretimento das geleiras de milhares de anos na cordilheira dos Andes e das calotas polares contribui para uma elevação do nível do mar que promete provocar uma ampla gama de transtornos na biodiversidade e na geopolítica latino-americanas.</p>
<p>Gustavo Nagy, oceanólogo uruguaio e membro do Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas (IPCC), uma entidade da Organização das Nações Unidas (ONU), disse que, segundo estimativas do grupo, o nível dos oceanos vai elevar-se de 70 a 80 centímetros até o final do século.</p>
<p>"Para se ter uma idéia, as zonas úmidas, onde metade das aves migratórias do Uruguai pousa em algum momento de sua vida, vão desaparecer se o mar elevar-se 25 centímetros. Estamos falando de algo que nós mesmos talvez vejamos, e não os nossos netos", afirmou Nagy.</p>
<p>"Não temos de falar de coisas que podem acontecer no longo prazo, mas das que vão acontecer dentro de dez ou 20 anos, como o aumento da vulnerabilidade à dengue no norte do Uruguai em 2020 e à febre amarela em 2040 ou 2050, por exemplo, se a temperatura continuar subindo no mesmo ritmo dos últimos anos."</p>
<p>Na Venezuela, o diretor-geral do setor de bacias hidrográficas do Ministério do Meio Ambiente, Rodolfo Roa, citou a elevação do nível dos oceanos e o afastamento das sardinhas das regiões costeiras como dois dos fatores mais preocupantes. As sardinhas figuram entre os peixes mais consumidos do mundo.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Folha de São Paulo</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Responsabilidade Ambiental - Oceano Plástico]]></title>
<link>http://blogmais.wordpress.com/?p=1838</link>
<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 19:10:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Áulus Silva</dc:creator>
<guid>http://blogmais.wordpress.com/?p=1838</guid>
<description><![CDATA[
Um Oceano de Plástico
Durabilidade, estabilidade e resistência a desintegração. As propriedades]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;" align="center"><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;   &#60;![endif]--></p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="font-size:24pt;font-family:Arial;">Um Oceano de Plástico</span></h2>
<p style="text-align:center;"><span style="font-size:13.5pt;font-family:Arial;">Durabilidade, estabilidade e resistência a desintegração. As propriedades que fazem do plástico um dos produtos com maiores aplicações e utilidades ao consumidor final, também o tornam um dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fração vem de terra firme.</span><span style="font-size:13.5pt;"><span style="font-size:13.5pt;"> </span></span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><img class="alignnone size-full wp-image-1839" src="http://blogmais.wordpress.com/files/2008/08/image001_satelite.jpg" alt="" width="468" height="376" /><br />
<em><span style="font-size:x-small;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-style:italic;font-family:Arial;">Foto do vórtex</span></span></em><br />
<span style="font-size:x-small;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></span> <!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;   &#60;![endif]--><!--[if !mso]&#62;--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="font-size:13.5pt;font-family:Arial;">No oceano pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havaí e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros . Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos.</span><span style="font-size:13.5pt;"><span style="font-size:13.5pt;"><br />
</span>Pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas , bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e todo exemplar possível de ser feito com plástico. Segundo seus descobridores, a mancha de lixo, ou sopa plástica tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos.</span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><img class="alignnone size-full wp-image-1840" src="http://blogmais.wordpress.com/files/2008/08/image002_green_peace.jpg" alt="" width="468" height="386" /></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><em><span style="font-size:x-small;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-style:italic;font-family:Arial;">Ocean Plastic </span></span></em><br />
<span style="font-size:x-small;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></span><br />
<span style="font-size:medium;font-family:Arial;"><span style="font-size:13.5pt;font-family:Arial;">O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico. E quando passa perto do continente, você tem praias cobertas de lixo plástico de ponta a ponta.</span></span><span style="font-size:large;"><span style="font-size:18pt;"> </span></span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><span style="font-size:large;"><span style="font-size:18pt;"><br />
</span></span><img class="alignnone size-full wp-image-1841" src="http://blogmais.wordpress.com/files/2008/08/image003_tartaruga_deformada_por_plastico.jpg" alt="" width="260" height="158" /><span style="font-size:x-small;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><strong><strong><span style="font-size:large;font-family:Arial;"><span style="font-size:18pt;font-family:Arial;">Tartaruga deformada por aro plástico</span></span></strong></strong><strong><strong><span style="font-size:large;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:18pt;"> </span></span></strong></strong><strong><span style="font-size:large;"><span style="font-weight:bold;font-size:18pt;"><br />
</span></span></strong><br />
<span style="font-size:medium;font-family:Arial;"><span style="font-size:13.5pt;font-family:Arial;">A bolha plástica atualmente está em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita. Referem-se a elas como bolha oriental e bolha ocidental. Um marinheiro que navegou pela área no final dos anos 90 disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. 'Como foi possível fazermos isso?' - 'Naveguei por mais de uma semana sobre todo esse lixo'.</span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-size:13.5pt;"><br />
</span></span><span style="font-size:medium;font-family:Arial;"><span style="font-size:13.5pt;font-family:Arial;">Pesquisadores alertam para o fato de que toda peça plástica que foi manufaturada desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. E ainda há o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de </span></span><a rel="nofollow" href="http://www.google.com/url?sa=t&#38;ct=res&#38;cd=1&#38;url=http%3A%2F%2Fbeachcombersalert.org%2F&#38;ei=-FyTSL-YKqKOuwX8x5W_Cg&#38;usg=AFQjCNGMSmaxSxk1lRsdJtPa14H8ZLa90g&#38;sig2=ljdJp2i8vk3FrkcNAp4vyg" target="_blank"><span style="font-size:medium;font-family:Arial;color:#a11f12;"><span style="font-size:13.5pt;font-family:Arial;color:#a11f12;">Curtis Ebbesmeyer</span></span></a><span style="font-size:medium;font-family:Arial;"><span style="font-size:13.5pt;font-family:Arial;">, em algumas áreas do oceano pacifico podem se encontrar uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.</span></span><span style="font-size:large;"><span style="font-size:18pt;"><br />
</span></span><img class="alignnone size-full wp-image-1842" src="http://blogmais.wordpress.com/files/2008/08/image004_alimentacao.jpg" alt="" width="468" height="281" /><span style="font-size:x-small;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></span></p>
<p align="center"><em><span style="font-size:x-small;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-style:italic;font-family:Arial;">Todas a peças plásticas à direita foram tiradas do estômago desta ave</span></span></em><br />
<span style="font-size:x-small;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></span><br />
<span style="font-size:medium;font-family:Arial;"><span style="font-size:13.5pt;font-family:Arial;">Segundo PNUMA, o programa das nações unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinha todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como tartarugas marinhas, tubarões, e centenas de espécies de peixes. </span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-size:13.5pt;"><br />
</span></span><span style="font-size:x-small;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></span><br />
<img src="http://blogmais.wordpress.com/files/2008/08/image005_animal_morto.jpg" alt="" /><br />
<em><span style="font-size:x-small;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-style:italic;font-family:Arial;">Ave morta com o estômago cheio de pedaços de plástico</span></span></em><br />
<span style="font-size:x-small;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></span><br />
<span style="font-size:medium;font-family:Arial;"><span style="font-size:13.5pt;font-family:Arial;">E para piorar essa sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentraria todo tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará ingerindo altos índices de venenos, que podem ser introduzidos, através da pesca, na cadeia alimentar humana, fechando-se o ciclo, na mais pura verdade de que o que fazemos à terra retorna à nós, seres humanos.</span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-size:13.5pt;"><br />
</span></span><span style="font-size:medium;font-family:Arial;"><span style="font-size:13.5pt;font-family:Arial;"> </span></span><span style="font-size:medium;"><span style="font-size:13.5pt;"><br />
</span></span><span style="font-size:medium;font-family:Arial;"><span style="font-size:13.5pt;font-family:Arial;">Fontes: </span></span><a rel="nofollow" href="http://www.independent.co.uk/environment/the-worlds-rubbish-dump-a-garbage-tip-that-stretches-from-hawaii-to-japan-778016.html" target="_blank"><span style="font-size:medium;font-family:Arial;color:#a11f12;"><span style="font-size:13.5pt;font-family:Arial;color:#a11f12;">The Independent</span></span></a><span style="font-size:medium;font-family:Arial;"><span style="font-size:13.5pt;font-family:Arial;">, </span></span><a rel="nofollow" href="http://www.greenpeace.org/international/campaigns/oceans/pollution/trash-vortex?MM_URL=http://oceans..greenpeace.org/en/our-oceans/pollution/trash-vortex" target="_blank"><span style="font-size:medium;font-family:Arial;color:#a11f12;"><span style="font-size:13.5pt;font-family:Arial;color:#a11f12;">Greenpeace</span></span></a><span style="font-size:medium;font-family:Arial;"><span style="font-size:13.5pt;font-family:Arial;"> e </span></span><a rel="nofollow" href="http://www.mindfully.org/Plastic/Ocean/Moore-Trashed-PacificNov03.htm" target="_blank"><span style="font-size:medium;font-family:Arial;color:#a11f12;"><span style="font-size:13.5pt;font-family:Arial;color:#a11f12;">Mindfully </span></span></a></p>
<p style="text-align:left;">Ajude o Planeta! Plante uma arvore por dia sem pagar nada! <a href="http://blogmais.wordpress.com/2008/07/16/responsabilidade-ambiental-plante-arvores-sem-sair-do-pc/" target="_self">(Saiba Mais)</a></p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;"><a href="http://www.recomenda.com.br/recomenda.asp?modo=0" target="_blank"><img src="http://www.recomenda.com.br/b.gif" border="0" alt="" /></a></p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-size:x-small;font-family:Arial;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"><a href="http://aulussilva.co.cc" target="_blank">By: Áulus Silva</a> </span></span></p>
<p><strong><strong></strong></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[História do desenvolvimento da teoria do Efeito Estufa]]></title>
<link>http://naturreza.wordpress.com/?p=43</link>
<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 01:14:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>nattureza</dc:creator>
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<description><![CDATA[Depois disso, deve-se comentar um pouco da história do descobrimento do &#8220;efeito estufa&#8221;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Depois disso, deve-se comentar um pouco da história do descobrimento do "efeito estufa" e seus desdobramentos científicos e políticos ao longo do tempo.</p>
<p><a class="new" title="Jean-Baptiste Fourier (ainda não escrito)" href="http://naturreza.wordpress.com/w/index.php?title=Jean-Baptiste_Fourier&#38;action=edit&#38;redlink=1">Jean-Baptiste Fourier</a>, um famoso <a class="mw-redirect" title="Matemático" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Matem%C3%A1tico">matemático</a> e <a title="Fisico" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/F%C3%ADsico">físico</a> <a title="França" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Fran%C3%A7a">francês</a> do <a title="Século XIX" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/S%C3%A9culo_XIX">século XIX</a>, foi o primeiro a formalizar uma teoria sobre o efeito dos gases estufa, em 1827. Ele mostrou que o efeito de aquecimento do ar dentro das estufas de vidro, utilizadas para manter plantas de climas mais quentes no clima mais frio da Europa, se repetiria na atmosfera terrestre. Em <a title="1860" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/1860">1860</a>, o cientista <a title="Reino Unido" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Reino_Unido">britânico</a> <a title="John Tyndall" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/John_Tyndall">John Tyndall</a> mediu a absorção de calor pelo gás carbônico e pelo vapor d' <a title="Água" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/%C3%81gua">água</a>. Ele foi o primeiro a introduzir a idéia que as grandes variações na temperatura média da Terra que produziriam épocas extremamente frias, como as chamadas "idades do gelo" ou muito quentes (como a que ocorreu na época da transição do <a title="Cretáceo" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Cret%C3%A1ceo">Cretáceo</a> para o <a title="Terciário" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Terci%C3%A1rio">Terciário</a>), poderiam ser devidas às variações da quantidade de dióxido de carbono na atmosfera.</p>
<p>No seguimento das pesquisas sobre o efeito estufa, o cientista <a title="Suécia" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Su%C3%A9cia">sueco</a> <a title="Svante Arrhenius" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Svante_Arrhenius">Svante Arrhenius</a>, em <a title="1896" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/1896">1896</a>, calculou que a duplicação da quantidade de CO<sub>2</sub> na atmosfera aumentaria a sua temperatura de 5 a 6ºC. Este número está bastante próximo do que está sendo calculado com os recursos científicos atuais. Os relatórios de avaliação do <em>Intergovernmental Panel on Climate Change</em> 2001 situam estes números entre 1,5ºC - melhor dos cenários e 4,5ºC - no pior, com uma concentração de cerca de 900 ppm de CO<sub>2</sub> na atmosfera no ano de 2100). O passo seguinte na pesquisa foi dado por G. S. Callendar, na <a title="Inglaterra" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Inglaterra">Inglaterra</a>. Este pesquisador calculou o aquecimento devido ao aumento da concentração de CO<sub>2</sub> pela queima de combustíveis fósseis. Pesquisadores estadunidenses, no final da <a title="Década de 1950" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/D%C3%A9cada_de_1950">década de 1950</a> (séc. XX) observaram que, com o aumento de CO<sub>2</sub> na atmosfera, os seres humanos estavam conduzindo um enorme (<em>e perigoso</em>) experimento geofísico.</p>
<p>A medição de variação do CO<sub>2</sub> na atmosfera iniciou-se no final da década de 50 no observatório de Mauna Kea no <a title="Havai" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Hava%C3%AD">Havaí</a>, depois que os EUA lançaram em seu primeiro satélite espacial (?X?) no Cinturão Van Allen.</p>
<p>Cabe aqui comentar que o efeito estufa não é um mal em si, pelo contrário, a humanidade, e a maioria dos seres vivos hoje existentes simplesmente não existiriam sem este fenômeno, pois a Terra teria uma temperatura média de cerca de 6ºC negativos. Esta seria, pois, um congelador de grandes proporções. O problema é o agravamento do efeito estufa e velocidade da mudança.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As causas do aumento das emissões dos gases estufa]]></title>
<link>http://naturreza.wordpress.com/?p=41</link>
<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 01:12:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>nattureza</dc:creator>
<guid>http://naturreza.wordpress.com/?p=41</guid>
<description><![CDATA[A fossilização de restos orgânicos (vegetais e animais) ocorreu ao longo da história da Terra, m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A <a title="Fóssil" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/F%C3%B3ssil">fossilização</a> de restos orgânicos (<a title="Vegetal" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Vegetal">vegetais</a> e <a title="Animalia" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Animalia">animais</a>) ocorreu ao longo da história da Terra, mas a grande quantidade preservada por fossilização ocorreu a partir do início do período Carbonífero, entre 350 e 290 milhões de anos antes do presente, em uma forma mais ou menos pura de <a title="Carbono" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Carbono">carbono</a>, isenta de agentes <a title="Oxidação" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Oxida%C3%A7%C3%A3o">oxidantes</a>. Este material está preservado sob a forma de <a title="Carvão" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Carv%C3%A3o">carvão</a> mineral. A partir de cerca de 200 milhões de anos começou a preservar-se o <a title="Petróleo" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Petr%C3%B3leo">petróleo</a> e o <a title="Gás" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/G%C3%A1s">gás</a> natural; estes materiais são compostos de carbono e <a class="mw-redirect" title="Hidrogênio" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Hidrog%C3%AAnio">hidrogênio</a>. Resumindo, o carbono e o hidrogênio, combustíveis, são isolados do meio oxidante, preservando a sua potencialidade de queimar em contato com o <a class="mw-redirect" title="Oxigênio" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Oxig%C3%AAnio">oxigênio</a>, produzindo vários <a title="Gases do efeito estufa" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Gases_do_efeito_estufa">gases do efeito estufa</a>, sendo o <a class="mw-redirect" title="Gás carbônico" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/G%C3%A1s_carb%C3%B4nico">gás carbônico</a> e o <a title="Metano" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Metano">metano</a> os mais importantes. O metano é um gás com potencial de efeito estufa cerca de 20 vezes mais potente que o <a class="mw-redirect" title="Gás carbônico" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/G%C3%A1s_carb%C3%B4nico">gás carbônico</a> (dióxido de carbono). O metano é um gás, na maior parte primordial, emitido principalmente pelos vulcões de lama. O metano é oxidado em regiões de vulcões de lava, tornando-se gás carbônico.</p>
<p>Tanto o <a title="Carvão" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Carv%C3%A3o">carvão</a> mineral quanto o petróleo e o gás natural são chamados, no jargão dos engenheiros e ambientalistas, de <em>fontes não renováveis</em> de <a title="Energia" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Energia">energia</a>. A energia produzida por geradores eólicos, <a class="mw-redirect" title="Célula solar" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/C%C3%A9lula_solar">células solares</a>, biomassa, hidroelétricas, etc, são consideradas <em>fontes renováveis</em>.</p>
<p>A <a title="Revolução Industrial" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Industrial">Revolução Industrial</a>, iniciada na <a title="Europa" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Europa">Europa</a> no <a title="Século XVIII" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/S%C3%A9culo_XVIII">século XVIII</a>, provocou a exumação do carvão enterrado há milhões de anos, em proporções gigantescas, com o objetivo de girar as máquinas a vapor recém inventadas. A produção de carvão mineral ainda é muito grande. Para se ter uma idéia do volume de carvão que necessita ser minerado no mundo, basta dizer que 52% de toda a energia elétrica consumida nos <a title="Estados Unidos da América" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Estados_Unidos_da_Am%C3%A9rica">Estados Unidos</a> são provenientes da queima de <a title="Carvão" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Carv%C3%A3o">carvão</a> mineral. Proporções semelhantes ou ainda maiores são utilizadas na <a title="China" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/China">China</a>, <a title="Rússia" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/R%C3%BAssia">Rússia</a> e <a title="Alemanha" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Alemanha">Alemanha</a>. Considerando o consumo atual e futuro, calcula-se que ainda exista carvão para mais 400 anos.</p>
<p>Com o advento da produção em escala industrial dos <a title="Automóvel" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Autom%C3%B3vel">automóveis</a>, no início do <a title="Século XX" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/S%C3%A9culo_XX">século XX</a>, iniciou-se a produção e o consumo em massa do petróleo e, de utilização mais recente, o gás natural na produção da <a title="Energia elétrica" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Energia_el%C3%A9trica">energia elétrica</a>, aquecimento doméstico e industrial e no uso automotivo.</p>
<p>O processo da queima de combustíveis fósseis criou condições para a melhoria da qualidade de vida da humanidade, porém produz como resíduo o <a class="mw-redirect" title="Gás carbônico" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/G%C3%A1s_carb%C3%B4nico">gás carbônico</a> e outras substância químicas, também muito poluidoras.</p>
<p>Os gases produzidos pela queima de combustíveis fósseis seguem vários caminhos: parte é absorvida pelos <a title="Oceano" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Oceano">oceanos</a> e entra na composição dos <a title="Carbonato" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Carbonato">carbonatos</a> que constituem as carapaças de muitos organismos marinhos ou é simplesmente dissolvida na água oceânica e finalmente depositada no assoalho oceânico como carbonatos. À medida que estes animais vão morrendo, depositam-se no fundo do mar, retirando o carbono, por longo tempo, do ciclo geoquímico. Outra parte é absorvida pelas plantas que fazem a <a title="Fotossintese" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Fotoss%C3%ADntese">fotossíntese</a>, tanto marinhas (<a title="Alga" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Alga">algas</a> e bactérias) como pelas florestas, ao qual transformam o carbono coletado da atmosfera em material lenhoso, reiniciando o ciclo de concentração e fossilização dos compostos carbonosos, se as condições ambientais locais assim o permitirem. O que interessa aqui, no entanto, é que uma parte importante do gás carbônico concentra-se na atmosfera.</p>
<p>A maior parte do aumento do gás carbônico ocorreu nos últimos 100 anos, com crescimento mais acentuado a partir de 1950. As melhores previsões para os próximos 100 anos (isto é, para o ano de 2100) estão sendo realizadas pelos pesquisadores do IPCC -<em>Intergovernmental Panel on Climate Change</em>, patrocinado pela <a class="mw-redirect" title="ONU" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/ONU">ONU</a>.</p>
<p>No melhor dos cenários, a emissão anual de CO<sub>2</sub> no ano de 2100 será de cinco teratoneladas (10<sup>12</sup> toneladas) de carbono, com uma concentração de 500 ppmpv (partes por milhão por volume) de CO<sub>2</sub>, um aumento de temperatura de cerca de 1,5ºC e um aumento do nível médio dos mares de 0,1 m.</p>
<p>Nos piores cenários (os negócios mantidos como são nos dias de hoje), a emissão anual de CO<sub>2</sub> em 2100 será de 30 Gton, a concentração de CO<sub>2</sub> atingirá 900 ppmpv, a temperatura média da terra estará entre 4,5ºC e 6,0ºC mais elevada e o nível médio dos mares terá subido 90 centímetros.</p>
<p>A temperatura aumentou em média 0,7°C nos últimos 140 anos, e pode aumentar mais 5ºC até o ano 2100. "A emissão exagerada de gases causadores do efeito estufa está provocando mudanças climáticas. A dificuldade é separar o joio do trigo", explica Gilvan Sampaio. Existem ciclos naturais de mudanças de temperatura na Terra e é difícil entender quanto desse aumento foi natural e quanto foi conseqüência de ações humanas. Com o objetivo de diminuir as emissões de gases de efeito estufa, o <a title="Protocolo de Quioto" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Protocolo_de_Quioto">Protocolo de Quioto</a>, assinado por 84 países, determina uma redução de, em média, 5,2%. O debate em torno do protocolo evidenciou as diferenças políticas entre <a title="Europa" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Europa">Europa</a> e Estados Unidos, que mesmo sendo o maior poluidor do planeta não entrou no acordo. "Os europeus vêm sofrendo há décadas com as conseqüências da poluição, como as chuvas ácidas, e com episódios climáticos atípicos,como grandes enchentes. Os países da Europa vêm desenvolvendo alternativas não-poluentes como energia eólica,que já configuram parte importante da matriz energética de alguns deles", diz o geólogo Alex Peloggia, especialista em política internacional.</p>
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<title><![CDATA[Introdução do Efeito Estufa]]></title>
<link>http://naturreza.wordpress.com/?p=39</link>
<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 01:11:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>nattureza</dc:creator>
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<description><![CDATA[O mecanismo que mantém aquecido o ambiente das estufas de vidro é a restrição das perdas convect]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>O mecanismo que mantém aquecido o ambiente das <a title="Estufa" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Estufa">estufas</a> de <a title="Vidro" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Vidro">vidro</a> é a restrição das perdas convectivas quando o ar é aquecido pelo contato com solo que por sua vez é aquecido pela radiação <a title="Sol" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Sol">solar</a>. No entanto, o chamado «efeito de estufa» na atmosfera não tem que ver com a supressão da convecção. A atmosfera facilita a convecção e não armazena calor: absorve alguma da radiação infravermelha emitida pela superfície da Terra e radia por sua vez alguma da energia absorvida de volta para a superfície. Como resultado, a superfície recebe quase o dobro de energia da atmosfera do que a que recebe do Sol e a superfície fica cerca de 30ºC mais quente do que estaria sem a presença da atmosfera.</p>
<p>Toda a absorção da radiação terrestre acontecerá próximo à superfície, isto é, nas partes inferiores da <a title="Atmosfera" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Atmosfera">atmosfera</a>, onde ela é mais densa, pois em maiores <a title="Altitude" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Altitude">altitudes</a> a densidade da atmosfera é baixa demais para ter um papel importante como absorvedor de radiação (exceto pelo caso do <a title="Ozônio" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Oz%C3%B4nio">ozônio</a>). O vapor d'água, que é o mais poderoso dos gases estufa, está presente nas partes inferiores da atmosfera, e desta forma a maior parte da absorção da radiação se dará na sua base. O aumento dos gases estufa na atmosfera, mantida a quantidade de radiação solar que entra no planeta, fará com que a <a title="Temperatura" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Temperatura">temperatura</a> aumente nas suas partes mais baixas. O resultado deste processo é o aumento da <a title="Radiação infravermelha" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Radia%C3%A7%C3%A3o_infravermelha">radiação infravermelha</a> da base da atmosfera, tanto para cima como para baixo. Como a parte inferior (maior quantidade de matéria) aumenta mais de temperatura que o topo, a manutenção do balanço energético (o que entra deve ser igual ao que sai) dá-se pela redistribuição de temperaturas da atmosfera terrestre. Os níveis inferiores ficam mais quentes e os superiores mais frios. A irradiação para o espaço exterior se dará em níveis mais altos com uma temperatura equivalente a de um <a title="Corpo negro" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Corpo_negro">corpo negro</a> irradiante, necessária para manter o balanço energético em equilíbrio.</p>
<p>As avaliações do <em>Intergovernmental Panel on Climate Change</em> (<a class="mw-redirect" title="IPCC" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/IPCC">IPCC</a>) são os mais completos resumos do estado da arte nas previsões do futuro do planeta, considerando vários cenários possíveis.</p>
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<title><![CDATA[Efeito estufa]]></title>
<link>http://naturreza.wordpress.com/?p=36</link>
<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 01:10:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>nattureza</dc:creator>
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<description><![CDATA[
O efeito estufa (português brasileiro) ou efeito de estufa (português europeu) é um processo que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/PNfGXLWpUvg'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/PNfGXLWpUvg&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>O <strong>efeito estufa</strong> <sup>(<a title="Português brasileiro" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Portugu%C3%AAs_brasileiro">português brasileiro</a>)</sup> ou <strong>efeito de estufa</strong> <sup>(<a title="Português europeu" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Portugu%C3%AAs_europeu">português europeu</a>)</sup> é um processo que ocorre quando uma parte da <a title="Radiação solar" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Radia%C3%A7%C3%A3o_solar">radiação solar</a> refletida pela superfície terrestre é absorvida por determinados gases presentes na atmosfera. Como conseqüência disso, o calor fica retido, não sendo liberado ao espaço. O efeito estufa dentro de uma determinada faixa é de vital importância pois, sem ele, a vida como a conhecemos não poderia existir.</p>
<p>O que se pode tornar catastrófico é a ocorrência de um agravamento do efeito estufa que desestabilize o equilíbrio energético no planeta e origine um fenômeno conhecido como <a title="Aquecimento global" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Aquecimento_global">aquecimento global</a>. O <a class="mw-redirect" title="IPCC" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/IPCC">IPCC</a> (Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas, estabelecido pelas Nações Unidas e pela Organização Meteorológica Mundial em 1988 ) no seu relatório mais recente diz que a maior parte deste aquecimento,observado durante os últimos 50 anos,se deve <em>muito provavelmente</em> a um aumento dos <a title="Gases do efeito estufa" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Gases_do_efeito_estufa">gases do efeito estufa</a>.</p>
<p>Os gases de estufa (<a title="Dióxido de carbono" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Di%C3%B3xido_de_carbono">dióxido de carbono</a> (CO<sub>2</sub>), <a title="Metano" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Metano">metano</a> (CH<sub>4</sub>), <a title="Óxido nitroso" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/%C3%93xido_nitroso">Óxido nitroso</a> (N<sub>2</sub>O), <a title="Clorofluorcarboneto" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Clorofluorcarboneto">CFC</a>´s (CF<sub>x</sub>Cl<sub>x</sub>)) absorvem alguma da <a title="Radiação infravermelha" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Radia%C3%A7%C3%A3o_infravermelha">radiação infravermelha</a> emitida pela superfície da Terra e radiam por sua vez alguma da energia absorvida de volta para a superfície. Como resultado, a superfície recebe quase o dobro de energia da atmosfera do que a que recebe do Sol e a superfície fica cerca de 30ºC mais quente do que estaria sem a presença dos gases «de estufa».</p>
<p>Um dos piores gases é o <a title="Metano" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Metano">metano</a>, cerca de 20 vezes mais potente que o dióxido de carbono,é produzido pela <a title="Flatulência" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Flatul%C3%AAncia">flatulência</a> dos <a class="mw-redirect" title="Ovino" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Ovino">ovinos</a> e <a title="Bovino" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Bovino">bovinos</a>, sendo que a pecuária representa 16% da poluição mundial. Cientistas procuram a solução para esse problema e estão desenvolvendo um remédio para tentar resolver o caso. Na Nova Zelândia pensou-se em cobrar-se taxas por vaca, para compensar o efeito dos gases emitidos.</p>
<p>Ao contrário do singnificado literal da expressão «efeito estufa», a atmosfera terrestre não se comporta como uma <a title="Estufa" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Estufa">estufa</a> (ou como um cobertor). Numa estufa, o aquecimento dá-se essencialmente porque a convecção é suprimida. Não há troca de ar entre o interior e o exterior. Ora acontece que a atmosfera facilita a convecção e não armazena calor: em média, a temperatura da atmosfera é constante e a energia absorvida transforma-se imediatamente na energia cinética e potencial das moléculas que existem na atmosfera. A atmosfera não reflete a energia radiada pela Terra. Os seus gases, principalmente o dióxido de carbono, absorvem-na. E se radia, é apenas porque tem uma temperatura finita e não por ter recebido radiação. A radiação que emite nada tem que ver com a que foi absorvida. Tem um espectro completamente diferente.</p>
<p>O efeito estufa, embora seja prejudicial em excesso, é na verdade vital para a vida na Terra, pois é ele que mantém as condições ideais para a manutenção da vida, com temperaturas mais amenas e adequadas. Porém, o excesso dos gases responsáveis pelo Efeito Estufa, ao qual desencadeia um fenômeno conhecido como <a class="mw-redirect" title="Aquecimento Global" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Aquecimento_Global">Aquecimento Global</a>, que é o grande vilão.</p>
<p>O problema do aumento dos gases estufa e sua influência no aquecimento global, tem colocado em confronto forças sociais que não permitem que se trate deste assunto do ponto de vista estritamente científico. Alinham-se, de um lado, os defensores das causas antropogênicas como principais responsáveis pelo aquecimento acelerado do planeta. São a maioria e omnipresentes na mídia. Do outro lado estão os "<em>céticos</em>", que afirmam que o aquecimento acelerado está muito mais relacionado com causas intrínsecas da dinâmica da <a title="Terra" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Terra">Terra</a>, do que com as reclamados <a class="mw-redirect" title="Desmatamento" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Desmatamento">desmatamento</a> e <a title="Poluição" href="http://naturreza.wordpress.com/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3o">poluição</a> que mais rápido causam os efeitos indesejáveis à vida sobre a face terrestre do que propriamente a capacidade de reposição planetária.</p>
<p>Ambos os lados apresentam argumentos e são apoiados por forças sociais.</p>
<p>A poluição dos últimos duzentos anos tornou mais espessa a camada de gases existentes na atmosfera. Essa camada impede a dispersão da energia luminosa proveniente do Sol, que aquece e ilumina a Terra e também retém a radiação infravermelha (calor) emitida pela superfície do planeta. O efeito do espessamento da camada gasosa é semelhante ao de uma estufa de vidro para plantas, o que originou seu nome. Muitos desses gases são produzidos naturalmente, como resultado de erupções vulcânicas, da decomposição de matéria orgânica e da fumaça de grandes incêndios. Sua existência é indispensável para a existência de vida no planeta, mas a densidade atual da camada gasosa é devida, em grande medida, à atividade humana. Em escala global, o aumento exagerado dos gases responsáveis pelo efeito estufa provoca o aquecimento do global, o que tem conseqüências catastróficas. O derretimento das calotas polares e de geleiras, por exemplo, eleva o nível das águas dos oceanos e dos lagos, submergindo ilhas e amplas áreas litorâneas densamente povoadas. O superaquecimento das regiões tropicais e subtropicais contribui para intensificar o processo de desertificação e de proliferação de insetos nocivos à saúde humana e animal. A destruição de habitats naturais provoca o desaparecimento de espécies vegetais e animais. Multiplicam-se as secas, inundações e furacões, com sua seqüela de destruição e morte.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O FOGO E O PUM]]></title>
<link>http://freakrenatex.wordpress.com/?p=54</link>
<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 21:00:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Renatex FREAK</dc:creator>
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<description><![CDATA[A chance de pum pegar fogo existe, sim, mas é muito pequena. Entre os gases que compõem o pum est]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A chance de pum pegar fogo existe, sim, mas é muito pequena. Entre os gases que compõem o pum está o metano (CH4), que é uma substância combustível e pode incendiar se em contato com algo que produza fogo, como uma faísca de um isqueiro.</p>
<p>A presença do metano depende da alimentação, mas a concentração em geral é baixa, cerca de 25% dos gases. Só para comparar, um cilindro de Gás Natural Veicular (GNV) contém 80% de metano. Nesse caso, a probabilidade de pegar fogo é significativamente maior, por isso a necessidade de manter um equipamento dentro das normas de segurança.</p>
<p>Também estão presentes na flatulência, de acordo com o professor de Química João Usberco, do Anglo Vestibulares, gás carbônico, oxigênio, nitrogênio e outros derivados, como o gás hidrogênio e o gás sulfídrico, que não pegam fogo.</p>
<p>Na flatulência das vacas, a concentração de metano é bem maior, e o processo de digestão destes animais produz grandes quantidades do gás. Quando liberado na atmosfera, o metano aumenta o efeito estufa, o que contribui para o aquecimento global. Mesmo com essa potência toda, a possibilidade de um pum de vaca pegar fogo também é muito pequena.</p>
<p><em>Pela grande concentração de metano, o estrume de cavalos, assim como os excrementos de suínos, aves e caprinos, são utilizados no Brasil para a produção de energia. Vários projetos em localidades diferentes do Brasil, como Brasília, Paraná, Tocantins e Ceará, já utilizam biogás, produzido a partir das fezes de animais, para produzir energia limpa e renovável.</em></p>
<p>A diretora do Departamento de Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Laura Porto, afirma que a utilização dessa matéria-prima para produção de biogás colabora para a redução</p>
<p>no lançamento de gases que causam efeito estufa.</p>
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</item>
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<title><![CDATA[Uma súbita mudança de estado: apertando um botão!]]></title>
<link>http://outrapolitica.wordpress.com/?p=1174</link>
<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 06:52:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Correa Leite</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por mais que valorizemos as questões ambientais, pode parecer um pouco bizarro, em meio a tantos pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://outrapolitica.files.wordpress.com/2008/07/gelo1.jpg"></a><a href="http://outrapolitica.files.wordpress.com/2008/07/gelo11.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1204" src="http://outrapolitica.wordpress.com/files/2008/07/gelo11.jpg?w=300" alt="" width="300" height="231" /></a>Por mais que valorizemos as questões ambientais, pode parecer um pouco bizarro, em meio a tantos processos políticos e problemas sociais urgentes, chamar a atenção para temas de ciência que revelam o que se passou no planeta a milhares de anos atrás.</p>
<p>Mas um estudo do gelo da Groenlândia localizado entre 1.452 e 1.642 metros de profundidade, publicado pela revista <strong>Science</strong>, indica que o clima do planeta se alterou abruptamente há 14.700 anos e há 11.700 anos, no fim da última era glacial e que a temperatura aumentou até 10º C de um ano para outro! Como afirma uma nota publicada no jornal <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u414383.shtml">Folha de S.Paulo</a>, a pesquisa "lança um alerta para os cientistas em tempos de aquecimento global: transições dramáticas e totalmente imprevistas no clima podem acontecer em períodos extremamente curtos". Dorthe Dahl-Jensen, da Universidade de Copenhague, afirma "nós analisamos a transição da última era glacial até o presente período interglacial, e as mudanças no clima estão acontecendo tão de repente que é como se alguém tivesse apertado um botão".<!--more--></p>
<p>Sune Olander Rasmussen, também da Universidade de Copenhague, afirmou à <strong>Folha</strong> que é preciso criar modelos que simulem as alterações abruptas do passado e, mais importante, que verifiquem se o clima tem "pontos de virada" - a partir dos quais ele muda de repente. Segundo Rasmussen, os aquecimentos observados durante a era glacial (um há 14.700 anos e outro há 11.700 anos) mostram as alterações da circulação atmosférica de um ano para o outro. A última dessas viradas climáticas deu ao planeta a cara que ele tem hoje: as geleiras que cobriam boa parte do hemisfério Norte derreteram e o nível do mar subiu cerca de 100 metros.</p>
<p>Este estudo vem confirmar outro publicado no ano passado por James Hansen e cinco outros climatologistas, "<a href="http://pubs.giss.nasa.gov/docs/2007/2007_Hansen_etal_2.pdf.">Climate change and trace gases</a>". O ambientalista inglês <a href="http://www.aepidemia.org/noticia/aquecimento-global">George Monbiot</a> disse, então, que se as afirmações de Hansen estiverem corretas, os relatórios publicados pelo Painel sobre Mudança Climática (IPCC) da ONU, "poderiam ser absurdamente otimistas". Os modelos utilizados pelo IPCC trabalham com uma elevação do nível dos mares de 59 cms até 2100. Mas Hansen demonstrou que quando a temperatura aumentou 2-3º, há 3,5 milhões de anos, o nível dos oceanos aumentou rapidamente 25 metros! E encontrou evidências de que o gelo responde imediatamente à elevação da temperatura.</p>
<p>Hansen mostrou, depois de 2005, que a elevação da temperatura global seria duas vezes mais sensível ao aumento dos gases do efeito estufa na atmosfera do que estabelecido até agora (com o ponto sem volta sendo atingido em torno de 2016!). Em 2007, ele e seus cinco colegas analisaram longas séries históricas de dados e mostraram que o derretimento das plataformas de gelo da Groelândia e da Antártica, já em curso, conheceriam uma aceleração brutal nas próximas décadas - em uma "súbita mudança de estado" físico (de sólido para líquido). Segundo ele, estaríamos muito próximos do precipício: as condições que favoreceram o desenvolvimento da civilização "estariam terminando".</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pesquisadores desenvolvem aparelhos eficientes de energia solar]]></title>
<link>http://rogenilson.wordpress.com/?p=11</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 20:21:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>rogenilson</dc:creator>
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<description><![CDATA[Usando placas de vidro, cientistas desenvolveram um aparelho eficiente e prático de energia solar q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Usando placas de vidro, cientistas desenvolveram um aparelho eficiente e prático de energia solar que, acreditam, pode ajudar a tornar mais acessível essa fonte de energia limpa e renovável.</p>
<p align="justify">Especialistas ansiosos por fontes de energia que não envolvam a queima de combustíveis fósseis muitas vezes apontam para a promessa da energia solar. Mas ela até agora vem se provando mais cara do que as fontes mais comuns de energia. Em artigo publicado na edição de quinta-feira (10) da revista "Science", pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) descreveram o desenvolvimento de um novo tipo de "concentrador solar" que pode oferecer uma melhor maneira de extrair energia do sol.</p>
<p align="justify">Eles usaram placas de vidro revestidas de corantes orgânicos a fim de concentrar a luz que atinge os painéis. Os corantes absorvem a luz e a emitem para a placa, que a conduz aos limites da placa mais ou menos da mesma maneira que cabos de fibra óptica podem transportar a luz por longas distâncias, disseram os pesquisadores. Nos limites das placas estão localizadas pequenas células solares que transformam a luz em eletricidade.</p>
<p align="justify"><strong>Vidro e tinta</strong></p>
<p align="justify">"É apenas uma peça de vidro com uma camada de tinta no topo", disse Marc Baldo, professor de engenharia elétrica no MIT e líder da pesquisa, em entrevista telefônica. "A idéia é de que a luz chega e atinge a tinta. A tinta então conduz a luz aos limites do vidro. Tudo que é preciso são as células solares nos limites. Assim, acreditamos que isso possa reduzir o custo da geração solar de eletricidade", acrescentou ele.</p>
<p align="justify">Jonathan Mapel, pesquisador do MIT que participou do estudo, disse que a esperança é de que o uso dessa tecnologia possa ajudar a reduzir o custo da energia solar para perto do custo de fontes convencionais de energia fóssil, como carvão.</p>
<p align="justify">"Um dos desafios da energia solar em geral é que ela tem um custo muito elevado. O que gostaríamos de fazer seria reduzir o custo da energia solar", disse Mapel.</p>
<p align="justify"><strong>Mais simples</strong></p>
<p align="justify">Atuais sistemas de energia solar usam espelhos ou lentes para concentrar a luz. Já as placas usadas na pesquisa são planas e leves e por isso podem ser usadas em telhados ou mesmo usadas como janelas gerando energia. O sistema, diferente de alguns coletores de energia solar, não precisa se mover para acompanhar o movimento do sol no céu para gerar energia de maneira contínua, disse Baldo.</p>
<p align="justify">Os cientistas acreditam que sua tecnologia pode estar disponível dentro de três anos e que poderia ser inserida em atuais sistemas de painéis solares para aumentar a sua eficiência. Alguns dos pesquisadores do MIT estão formando uma empresa, a Covalent Solar, baseada em Boston, para desenvolver e vender a tecnologia.<br />
<em>(Fonte: G1)</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As vacas e o aquecimento global]]></title>
<link>http://ecolouca.wordpress.com/?p=129</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 05:51:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>ecolouca</dc:creator>
<guid>http://ecolouca.wordpress.com/?p=129</guid>
<description><![CDATA[geeente, o que é isso???
tomei um susto. =~
.
.

.
link: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MU]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>geeente, o que é isso???</p>
<p>tomei um susto. =~</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/foto/0,,15042340,00.jpg" alt="" /></p>
<p>.</p>
<p>link: <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL640404-5603,00.html" target="_blank">http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL640404-5603,00.html</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Equilibrar emissões de CO2 é principal desafio do turismo sustentável]]></title>
<link>http://hrcastro.wordpress.com/?p=348</link>
<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 12:00:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Henrique</dc:creator>
<guid>http://hrcastro.wordpress.com/?p=348</guid>
<description><![CDATA[Percorrer a floresta tropical da Costa Rica, passar uma temporada em cabanas na savana senegalesa, c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Percorrer a floresta tropical da Costa Rica, passar uma temporada em cabanas na savana senegalesa, compartilhar a vida dos monges de um templo budista na China. Grandes agências de viagens da indústria turística mundial já começaram a explorar o turismo sustentável, modalidade que cresce e multiplica as campanhas de marketing "verde".</p>
<p>Porém, nem só de brisas vive o setor. Segundo a Organização Mundial de Turismo (OMT), a industria precisa limitar os efeitos provocados pelas grandes viagens para que as alterações climáticas não afetem os destinos.</p>
<p>"O turismo é ao mesmo tempo vítima e responsável pelo aquecimento global. Sua contribuição às emissões de gases que provocam o efeito estufa é de quase 5%", afirma o presidente da OMT, Francesco Frangialli.</p>
<p>Segundo a OMT, em 1950, existiam apenas 25 milhões de turistas internacionais. Para 2020, a estimativa é de 1,6 bilhão. Todo este crescimento pode resultar, nos próximos 30 anos, em um aumento de 150% das emissões dos gases que provocam o efeito estufa.</p>
<p>Em tempos de expansão das empresas de baixo custo, quase metade dos 898 milhões de turistas que percorreram o planeta em 2007 viajaram de avião. As emissões aéreas correspondem por 40% do total das emissões de CO2 provocadas pelo turismo.</p>
<p>Para evitar uma presença excessiva nas áreas turísticas, alguns países optam por fixar cotas de visitantes, como fez o Peru no caminho dos incas que leva a Machu Picchu.</p>
<p>Para especialistas, o turismo sustentável não significa reduzir as viagens, o que seria um grande retrocesso, mas sim viajar de outra maneira, com um ritmo diferente.</p>
<p>Apesar de movimentar as economias dos países de destino, algumas ONGs estimam que apenas um terço dos recursos permaneçam nos países visitados.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Folha Online</p>
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<title><![CDATA[Plasma, LCDs são culpadas pela aceleração do efeito estufa]]></title>
<link>http://malaveia.wordpress.com/?p=44</link>
<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 22:41:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>hugomello</dc:creator>
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<description><![CDATA[Um gás usado na fabricação da tela dessas tv&#8217;s, nitrogen trifluoride (NF3), está sendo cul]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span><span><span><span><span><img class="alignright" src="http://kevin.lexblog.com/old_tv.jpg" alt="" width="358" height="238" /></span></span></span></span></span>Um gás usado na fabricação da tela dessas tv's, <em>n</em><em>itrogen trifluoride</em> (NF3), está sendo culpado por prejudicar a atmosfera e acelerar o Efeito Estufa. Quase metade das televisões vendidas pelo globo esse ano foram de plasma ou LCD.</p>
<p>O gás, usado abundantemente na fabricação,é mais ou menos 17,000 mais poderoso que dióxido de carbono.Ironicamente, NF3 não está incluso no protocolo de Kyoto porque quando a protocolo foi assinado,em 1997 esse gás só era produzido em uma escala muito menor.</p>
<p>Professor Michael Prather da University of California escreveu um artigo bem explicado pra revista <em>New Scientist.</em></p>
<p>Ele disse pro programa da ABC,The World Today que a emissão desse gás precisa ser diminuida e controlada.</p>
<p>Ele estima que 4,000 toneladas desse gás vai ser produzida em 2008 e que esse número vai dobrar no ano que vem.</p>
<p>Dr Paul Fraser é o cientista chefe de pesquisa da <em>CSIRO's marine and atmospheric research centre</em>.</p>
<p>Ele diz que,sem diminuir a quantidade de NF3 na atmosfera é difícil saber qual impacto isso terá no clima.</p>
<p>"Nós não observamos ele na atmosfera.É provavél que esteja lá em pequenas concentrações." Ele conta.</p>
<p>"A chave para o clima ser um problema ou não,é quanto gás é liberado na atmosfera."</p>
<p>Fonte: <a href="http://perezhilton.com/2008-07-04-headline-of-the-week-weak-165#more-24236">Perez Hilton</a> (em inglês)</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[ONU Alerta: temos apenas 7 anos para estabilizarmos a emissão de gases que causam o efeito estufa]]></title>
<link>http://kalikalache.wordpress.com/?p=683</link>
<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 15:43:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kali Kalache</dc:creator>
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<description><![CDATA[BBC Brasil
O presidente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) da ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>BBC Brasil</p>
<p>O presidente do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) da Organização das Nações Unidas, Rajendra Pachauri, afirmou que a <strong>humanidade tem apenas sete anos para estabilizar as emissões de gases </strong>que causam o <a title="efeito estufa" href="http://busca.estadao.com.br/JSearch/CBQM%21cBQM.action?e=&#38;s=efeito%20estufa">efeito estufa</a>.</p>
<blockquote><p>Temos uma janela de oportunidade de apenas sete anos, pois as emissões terão que chegar ao máximo até 2015 e diminuir depois disso. Não podemos permitir um atraso maior, afirmou.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Aziz Ab`Saber fala sobre a Amazônia]]></title>
<link>http://ocavirtual.wordpress.com/?p=150</link>
<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 14:10:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>ocavirtual</dc:creator>
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<description><![CDATA[Falta planejamento no caso da Amazônia? 
Aziz Ab`Saber: Total. Qualquer coisa que diga respeito a u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>Falta planejamento no caso da Amazônia? </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-weight:bold;">Aziz Ab`Saber:</span> Total. Qualquer coisa que diga respeito a um projeto é feita sem previsão de impacto, sem delimitação de subáreas. Na questão amazônica, cheguei a fazer um mapinha das 23 células espaciais e mandei para o Lula quando assumiu a presidência, com uma carta dizendo que deveria reunir em Brasília pessoas competentes, geógrafos, geólogos, sociólogos, indigenistas para estudar cada uma delas. Depois, se organizariam seis comissões com pós-graduandos e técnicos para ir até as células, comparando os problemas, que são muito variados. Mas alguém rasgou a carta, eles não querem a opinião de ninguém. Uma das minhas críticas ao governo Lula é a falta de democracia no debate das idéias.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-weight:bold;">CC</span>: O sr. diz que anda aflito com a questão da reserva indígena Raposa-Serra do Sol. Por quê?</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-weight:bold;">AAS:</span> Ali existem dois grupos: um que quer a descontinuidade de posse da reserva e outro que quer manter integralmente o território que foi demarcado. Mas o governador de Roraima quer simplesmente resolver o problema dos arrozeiros, que são só uma parte do problema. Em minha opinião, a primeira coisa a fazer seria um plano de Buffer Zone (zona tampão), porque os que estão além da linha demarcada oficialmente vão ter interesse em penetrar naquela área pelos mais variados motivos. Isto implica um planejamento correto, porque tem um grande trecho que fica na fronteira e a reserva é enorme. Na área onde estão os arrozeiros, eles devem continuar, e os recursos ganhos têm que ser destinados a favor dos grupos indígenas regionais, numa proporção mínima de 30% a 50% do valor da produção, sob o controle de um organismo independente. A presença do Estado, a favor dos índios e não do neocapitalismo, se faria a cada cinco quilômetros nessa faixa, com um centro cultural, um parque para crianças indígenas, hospital, escolas bilíngües, e assim por diante. Na parte mais norte, seriam instalados alguns alojamentos para cientistas.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">CC</span>: Como o sr. vê a proposta da Academia Brasileira de Ciências de, em dez anos, transformar a Amazônia num pólo tecnológico e científico?</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-weight:bold;">AAS</span>: Esqueça essa gente do Rio de Janeiro que não conhece o espaço total da Amazônia. Para opinar sobre Roraima, estou falando com base nas viagens que fiz para lá, viagens sofridas em que fui aprendendo, fui vendo. CC: O sr. lamentou a saída de Marina Silva do ministério do Meio Ambiente? AAS: Não, não lamentei. Mas achei que foi dramático do ponto de vista político. Sai a Marina e entra no Plano Amazônia Sustentável o Mangabeira Unger. Quando voltou ao Brasil, o Mangabeira queria ser recebido como um deus, porque veio de Harvard. E no Instituto de Estudos Avançados da USP ficou numa salinha onde ninguém o recebia. Quando saiu, xingava o instituto publicamente. Mais engraçado é o Lula tê-lo nomeado Secretário de Planejamento a Longo Prazo, quando o que nós precisamos desesperadamente é resolver os problemas regionais no presente momento, pensando no futuro.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-weight:bold;">CC</span>: Hoje o maior problema da Amazônia é o agronegócio?</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-weight:bold;">AAS</span>: Não. O que é preciso é evitar que o agronegócio faça o que queira, com a floresta a seu favor, sempre. Um fazendeiro do Sul do Pará defendeu bem a posição dele, dizendo o seguinte: “A propriedade é minha e faço com ela o que quiser e quando quiser.” Isso na cara do estado brasileiro. Em Marabá, vi uma passeata de fazendeiros com mais de mil e quinhentas pessoas, com toda a cidade quieta, amedrontada. Depois vim a saber que era a maneira de dizer que eles mandam na Terra do Meio (PA). Não há presença do Estado ali.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-weight:bold;">CC</span>: O governador Blairo Maggi é mesmo o vilão do meio ambiente no Brasil hoje?</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-weight:bold;">AAS</span>: Mas é claro. E ficou amigo do Lula por razões que a gente não sabe. As coisas que ele diz: “Tem que haver desmate para plantar”. Só que o burro não sabe que no século 16 também era assim e não foi feito um grande desmate. Lembro que a primeira vez que fui a Pernambuco, em 1972, desmatava-se apenas da meia encosta para baixo e ao longo de colinas. O lugar onde estava a cabeceira dos rios estava bem preservado. Maggi, não, o negócio dele é desmatar. Agora, na Amazônia, cada caso é um caso que tem que ser pensado e resolvido, sem fragmentação e sem criar mosaicos a favor do neocapitalismo.</p>
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