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	<title>educacao-infantil &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/educacao-infantil/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "educacao-infantil"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 21:20:55 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Roupas também educam]]></title>
<link>http://modainfantil.wordpress.com/?p=15</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 14:03:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogymodas</dc:creator>
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<description><![CDATA[Rou
                                                ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.portalis.co.pt/imagens-k/bratz.gif" alt="" />Rou</p>
<p>                                                                                                                                       (Garota para colorir)</p>
<p>Nos primeiros anos de vida a criança aprende a reconhecer o mundo: cores, formas e sons. Será que a roupa pode ajudar nesse aprendizado? Uma pesquisa feita em Santa Catariana revela que vestidinhos, blusinhas e calças podem contribuir para o desenvolvimento da garotada.</p>
<p>Enquanto brinca com o vestido, Gabrielle aprende. “Nesse momento ela está vivenciando o em cima e o embaixo, ela está desenvolvendo a sua coordenação motora”, diz estilista Ana Cristina Nardelli.As estampas não são escolhidas por acaso. “A criança também começa a perceber as primeiras formas do corpo e do rosto nesse momento”, explica a estilista. Pedagogos orientam e os estilistas transportam a fantasia dos brinquedos para o tecido. Eles criam detalhes curiosos que vão aguçar os cinco sentidos da criança. “A aprendizagem da criança, através dos cinco sentidos até os três, quatro anos, a gente está despertando a criatividade desse ser humano para o resto da vida”, diz a psicopedagoga Bernadete Wolff.</p>
<p>Enquanto trocam a roupa dos filhos os pais dão de cara com a sugestão: que tal resgatar velhas cantigas?</p>
<p>A partir dos três, quatro anos começa a “fase dos por quês”. É comum ouvir: “Mãe, por que isso? Pai, por que aquilo?” E a roupa pode ajudar as crianças estimulando a curiosidade das crianças. Quem olha, pensa que a Camila está usando um simples vestido, mas ele traz a proposta de um jogo de perguntas e respostas. É cavalo ou é peixe? Afinal o que é este bichinho? O nome dele é cavalo marinho.</p>
<p>Matheus e a mãe adoraram a idéia. “A gente vai conversando, vai brincando, é gostoso, né amor? Vai trocando de roupa e vai falando sobre os planetas e um monte de coisa.”</p>
<p>Que tal passear pelo fundo do mar e viajar por outros planetas? Nessa idade a criança já tem capacidade de abstrair e precisa exercitar a imaginação. Se os pais forem companheiros nessa brincadeira, tanto melhor! “A criança aprende pela interação e, especialmente, com carinho, amor, com afeição da mãe que é o grande recurso que a criança tem para o aprendizado”, diz Bernadete.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Smilinguido]]></title>
<link>http://jogoseducacaoinfantil.wordpress.com/?p=57</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 17:36:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye2</dc:creator>
<guid>http://jogoseducacaoinfantil.wordpress.com/?p=57</guid>
<description><![CDATA[Ache os erros das imagens abaixo:

Não deixe de ver:
Descubra os 7 erros
Brincar é aprender - bri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ache os erros das imagens abaixo:</p>
<p><a href="http://jogosnaeducacaoinfantil.files.wordpress.com/2008/04/smilin.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-22" src="http://jogosnaeducacaoinfantil.files.wordpress.com/2008/04/smilin.jpg?w=382&#38;h=531" alt="" width="382" height="531" /></a></p>
<p>Não deixe de ver:</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><span><a href="http://jogosnaeducacaoinfantil.wordpress.com/2008/04/10/descubra-os-7-erros/"><span style="font-size:small;color:#000000;"><span style="font-size:x-small;background-color:#f2ebe1;"><span style="font-size:xx-small;">Descubra os 7 erros</span></span></span></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;"><span style="text-decoration:underline;"><span><a href="http://jogosnaeducacaoinfantil.wordpress.com/2008/04/08/brincar-e-aprender-brincar-e-aprender/"><span style="font-size:small;color:#000000;"><span style="font-size:x-small;background-color:#f2ebe1;"><span style="font-size:xx-small;">Brincar é aprender - brincar e aprender</span></span></span></a></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;"><span style="text-decoration:underline;"><span><a href="http://jogosnaeducacaoinfantil.wordpress.com/2008/04/07/ajudando-o-ze-lele-e-a-magali/"><span style="font-size:small;color:#000000;"><span style="font-size:x-small;background-color:#f2ebe1;"><span style="font-size:xx-small;">Ajudando o Zé Lelé e a Magali.</span></span></span></a></span></span></p>
<p> </p>
<p> Confira a resposta:</p>
<p><a href="http://jogosnaeducacaoinfantil.files.wordpress.com/2008/04/resposta.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-23" src="http://jogosnaeducacaoinfantil.files.wordpress.com/2008/04/resposta.jpg?w=341&#38;h=203" alt="" width="341" height="203" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Educação na infância: erros mais comuns]]></title>
<link>http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/?p=3172</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 17:17:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rosane</dc:creator>
<guid>http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/?p=3172</guid>
<description><![CDATA[Qual papai ou mamãe nunca parou diante de seu filho e já se perguntou: &#8220;Onde foi que eu erre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Qual papai ou mamãe nunca parou diante de seu filho e já se perguntou: "Onde foi que eu errei?". Malcriações, birras e manipulações de crianças são atitudes que normalmente levam os pais a fazerem tal pergunta.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Não se desespere, afinal educar não é fácil. Mas também não é um bicho papão. Aprendemos com os erros e quanto mais cedo a falha for identificada, mais fácil de se evitar conflitos entre pais e filhos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Existem alguns erros na hora de educar os filhos que parecem bobos, mas que se reforçados e repetidos são capazes de prejudicar o desenvolvimento da criança, mesmo que a intenção dos pais seja a melhor.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Começando pela alimentação que é uma das principais queixas dos pais. "Meu filho não come", "Tenho que ficar correndo atrás do meu filho para que ele coma" são frases bastante ouvidas pelos pais. Para evitar esse aborrecimento atitudes simples podem ser realizadas desde cedo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Nada de aviãozinho, televisão ou barganha para que a criança coma. A criança deve entender que sem a comida poderá ficar fraca, com fome e até doente. Qualquer atitude que faça com que a criança coma sem prestar atenção na comida é ruim.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">A alimentação deve ser colorida, diversificada e balanceada para a criança não enjoar e aprender a comer de tudo e assim evitar qualquer distúrbio alimentar, como obesidade, bulimia ou anorexia.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><strong>Mimar demais a criança não é bom</strong> - Outro velho excesso praticado pelos pais: fazer tudo pela criança, mesmo tarefas que já pode realizar sozinha, superprotegendo o filho, é prejudicial ao desenvolvimento social.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Normalmente essas crianças crescem se achando o centro do mundo, mandando e desmandando em tudo e exigindo até o que deve ser feito no jantar. Não conseguem se adaptar na escola, sentem-se inseguros e tornam-se inseguros e irresponsáveis justamente porque nesse lugar ele será apenas mais um, e não o dono do pedaço.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Saiba dizer "não" e dê bronca quando realmente for preciso.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Outro erro comum é negar a dor da criança. Quando a criança rala o joelho numa brincadeira a mamãe com toda boa intenção do mundo tenta amenizar a dor dizendo: "Não foi nada, já passou".</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Fazendo assim, a criança acha que os pais não se sensibilizam a sua dor e tendem a procurar uma outra pessoa, deixando uma mágoa. Ou então, se for excessiva essa atitude dos pais a criança fica insegura aos seus sentimentos não entendendo se sente dor, raiva ou medo já que seus pais dizem que não é nada.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Quando os pais chamam a quina da estante de boba quando a criança bate com a cabeça é tirar da criança a responsabilidade de cuidados consigo mesma e colocar a culpa no objeto. Isso pode colocar a vida da criança em risco em situações mais graves. Quando ocorrer novamente o incidente, converse sobre a importância de se evitar acidentes e dos cuidados que a própria criança deve ter.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Deixar o filho ganhar constantemente um jogo só para não vê-lo frustrado com a perda já que não tem a mesma capacidade que a sua faz com que a criança aprenda que a vida é só ganhar. O jogo faz com que a criança espere a sua vez, aceite regras e limites impostas, aprenda a negociar e aceite que a vida é feita de ganhos e perdas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">E a máxima da educação é o exemplo. A criança aprende com exemplos de quem ela confia que são os pais. Se os pais não têm boas maneiras, não pedem, por favor, não dizem obrigado ou bom dia, comem assistindo televisão ou brigam muito passam esses valores para a criança e é isso que irá fazer. Os filhos são o espelho dos pais.</span></p>
<div id="dicas" style="text-align:justify;">
<p><strong><span style="color:#000080;">Dicas</span></strong></p>
<p><span style="color:#000080;">Não critique ou elogie demais o seu filho. Tanto um como o outro é prejudicial. O bom senso é a melhor medida.</span></p>
<p><span style="color:#000080;">Não se culpe pelo erro, filho não vem com manual de instruções. Só não insista no erro já detectado.</span></p>
<p><span style="color:#000080;">Na dúvida, procure sempre um especialista para te orientar.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Fonte:Guia do Bebê</span></p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agenda lotada, não: criança tem é de brincar ]]></title>
<link>http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/?p=3163</link>
<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 17:02:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rosane</dc:creator>
<guid>http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/?p=3163</guid>
<description><![CDATA[
Autora norte-americana do livro Einstein Teve Tempo Para Brincar, Kathy Hirsh-Pasek convoca os pais]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignnone size-medium wp-image-3164" src="http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/files/2008/07/01448684700.jpg?w=200" alt="" width="200" height="300" /></em></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><strong>Autora norte-americana do livro Einstein Teve Tempo Para Brincar, Kathy Hirsh-Pasek convoca os pais a deixarem os filhos mais livres.</strong></span></p>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">As crianças de hoje brincam cada vez menos. Cursos de línguas, música, esportes preenchem o tempo delas de forma avassaladora – e cada vez mais cedo. Com a agenda lotada, tendem a se entusiasmar menos pela aprendizagem. Correm o risco de virar adultos mais ansiosos e menos criativos, segundo Kathy Hirsh-Pasek, da Universidade Temple, na Flórida. Doutora em psicolingüística pela Universidade da Pensilvânia, e autora de livros de aconselhamento para pais, convoca os pais a deixar seus filhos mais livres.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><em><strong>Por que brincar é tão importante?</strong></em><br />
Brincar é aprender. Quando a criança brinca com blocos, está aprendendo sobre espaço, física e matemática. Quando ela conta ou representa suas histórias numa brincadeira, está construindo os fundamentos da literatura. Se brinca com outros, está aprendendo como negociar e como atuar em grupo para chegar a um objetivo comum. Desenvolver essas habilidades brincando é importante inclusive para que a criança absorva melhor os ensinamentos em sala de aula. Brincar representa para a primeira infância o que a gasolina é para um carro.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><em><strong>Por que as crianças de hoje brincam menos?</strong></em><br />
Num mundo globalizado, competitivo, os pais acreditam que seus filhos estarão um passo à frente se passarem mais tempo em atividades variadas do que brincando. Computação, culinária, ligas de futebol. Há uma estimativa de que crianças de 4 e 5 anos tinham 40% de seu tempo livre para brincadeiras em 1981 e hoje têm apenas 25%. Em palestras, percebo os pais atarantados, querendo preencher todo o tempo livre dos filhos. As crianças estão estressadas. Em 2006, a Associação Americana de Pediatria lançou uma nota sobre a falta de tempo livre das crianças e ressaltou a importância da brincadeira no aprendizado acadêmico e no desenvolvimento social e emocional. Vivemos a sociedade dos apressados, do culto do sucesso. E a infância sai perdendo.<span style="color:#000080;"> </span></span><span style="color:#000080;"><span style="color:#000080;"> </span>  </p>
<p></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><em><strong>Por que chegamos a esse ponto?</strong><br />
</em>Até o século XIX, não se reconhecia a infância como um período distinto que antecedia a fase adulta. Houve a revolução industrial, a formação da família burguesa e, quase no século XX, surgiu a psicologia infantil. Nos anos 40, veio uma avalanche de revistas científicas voltadas ao estudo da criança. Em 1946, Benjamin Spock lançou o famoso livro Meu Filho, Meu Tesouro, que oferecia aos pais um plano de como criar seus filhos. Assim nasceu a indústria do aconselhamento.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><strong><em>Qual é o resultado desse processo?</em><br />
</strong>O medo. Os pais temem que seus filhos fiquem aquém das outras crianças, então criam todo tipo de atividades intelectuais, cursos de arte, música, reforço da escola. Tudo para que eles estejam sempre à frente. Passou-se a acreditar que, se as crianças tiverem uma enxurrada de informações mais cedo, o cérebro delas vai se desenvolver mais e mais rápido. O símbolo disso são os flash cards (cartões com figuras e um texto de informações atrás. Os pais mostram a imagem a crianças pequenas, às vezes ainda bebês, e lêem exaustivamente o texto para que elas absorvam as informações). Eles representam um tipo de aprendizado baseado na memorização em vez da construção do significado. Além da ansiedade dos pais, há outros "concorrentes" da brincadeira livre e lúdica: a televisão e os videogames. Nos Estados Unidos, 25% das crianças com menos de 3 anos têm uma televisão no quarto. O "tempo de brincar" se transformou no "tempo de assistir".</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><em><strong>Há crianças que têm vários interesses e querem ocupar o tempo com atividades. Os pais devem impedir?</strong></em><br />
Cada criança é diferente. Algumas têm mais energia, outras menos, mesmo estando na mesma família. É bom deixá-las escolher, mas com limite e observação. Porque é natural que elas queiram fazer o que seus amigos estão fazendo. Certifique-se de que entre as atividades elas tenham algum tempo livre. É preciso também interpretar bem cada atividade. Quando um menino de 3 anos tem aulas de futebol, ele não aprende técnicas, apenas corre atrás da bola para chutá-la. Isso é ótimo e muito divertido.<span style="color:#000080;"> </span></span><span style="color:#000080;"><span style="color:#000080;"> </span>  </p>
<p></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><em><strong>Qual é o objetivo do livro Einstein Teve Tempo para Brincar (Ed. Guarda-Chuva)?</strong><br />
</em>Nas últimas quatro décadas, houve uma explosão de estudos científicos sobre bebês e crianças pequenas. É a chamada indústria da educação de bebês e crianças. Como alguém com uma experiência de 25 anos nessa área, a idéia, minha e de minhas colegas, co-autoras do livro, é compartilhar essas informações com os pais, mestres e formuladores das políticas de educação. Queremos mostrar como as crianças se desenvolvem. Como aprendem a falar, como constroem as frases, como desenvolvem o vocabulário e constroem o conhecimento. E, a partir daí, desfazer alguns equívocos. Livrá-los da tentação de querer produzir pequenos gênios, ajudá-los a descobrir habilidades ocultas, equipá-los para criar crianças saudáveis e inteligentes.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><strong><em>Em seu livro, a senhora dá grande ênfase ao desenvolvimento da inteligência emocional das crianças. Como os pais devem ajudar?</em><br />
</strong>Brincando mais livremente, as crianças terão mais chance de desenvolver a inteligência emocional. Esta vem com a maturidade, não em brinquedos passivos, e muito menos na pressa das atividades diárias. Os pais devem buscá-la na forma como interagem com seus filhos, no respeito construído pelo que eles dizem e fazem.</span><span style="color:#000080;"><span style="color:#000080;"> </span><span style="color:#000080;"> </span>   </p>
<p></span></div>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><em><strong>A senhora é mãe de três filhos. Como abriu mão da tendência geral de dar às crianças uma agenda cheia e as deixou brincar mais?</strong><br />
</em>Foi difícil. A forma como as coisas acontecem parece tomar conta da vida das mães. Eu me sentia constantemente num rodamoinho e era difícil dar um passo fora dele, sabendo que as outras pessoas vão se mover mais rápido que você e seus filhos. Mas, como na fábula da lebre e da tartaruga, eu acreditava que em algum momento a tartaruga iria chegar na frente. Eu sempre dei força para que brincassem. Deixei que parassem algumas atividades quando se diziam cansados. Valeu a pena ir contra a maré. Hoje, meus filhos são jovens adultos inteligentes e bem-sucedidos. Todos foram para a faculdade que escolheram. Meu terceiro filho, que ainda está na escola, provavelmente conseguirá o mesmo. Todos são espertos e criativos. O mais importante, porém, é que estão felizes.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Fonte: Crescer</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chapéuzinho Vermelho]]></title>
<link>http://jogosnaeducacaoinfantil.wordpress.com/?p=37</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 19:30:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye28</dc:creator>
<guid>http://jogosnaeducacaoinfantil.wordpress.com/?p=37</guid>
<description><![CDATA[

É só imprimir e se divertir…
 
Se quiser ler a história da chapeuzinho é só entrar aqui:
H]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h1><a title="Link Permanente para Chapeuzinho Vermelho para colorir" rel="bookmark" href="http://colorirdesenhos.wordpress.com/2008/04/02/chapeuzinho-vermelho-para-colorir/"></a></h1>
<div class="snap_preview">
<p style="text-align:center;">É só imprimir e se divertir…</p>
<p align="center"> </p>
<p align="center">Se quiser ler a história da chapeuzinho é só entrar aqui:</p>
<p align="center"><a title="Clique aqui" href="http://historiasinfantis.wordpress.com/" target="_blank"><span style="color:#637677;">Histórias Infantis</span></a></p>
<p align="center"> </p>
<p style="text-align:center;">E se tiver interesse em aprender mais coisas entre aqui:</p>
<p style="text-align:center;"><a title="Clique aqui." href="http://www.educacao24horas.com.br/?origem=e12" target="_blank"><span style="color:#637677;">Educação 24 Horas</span></a></p>
<p align="center"> </p>
<p align="center"> </p>
<p align="center"><img src="http://colorirdesenhos.files.wordpress.com/2008/04/chapeuzinho.jpg" alt="chapeuzinho.jpg" /></p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Colorir os 7 anões e a Branca de Neve]]></title>
<link>http://colorirdesenhos.wordpress.com/?p=75</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 19:23:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye12</dc:creator>
<guid>http://colorirdesenhos.wordpress.com/?p=75</guid>
<description><![CDATA[

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.qdivertido.com.br/anoes.gif" alt="" width="447" height="508" /></p>
<p><img src="http://www.qdivertido.com.br/branca1.gif" alt="" width="540" height="584" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como e quando dizer não para as crianças]]></title>
<link>http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/?p=3137</link>
<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 03:42:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana</dc:creator>
<guid>http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/?p=3137</guid>
<description><![CDATA[
Para especialistas, limites devem ser baseados em confiança e amadurecimento. Exemplos são essenc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-3138" src="http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/files/2008/07/128454255919730000.jpg?w=300" alt="" width="300" height="294" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000080;">Para especialistas, limites devem ser baseados em confiança e amadurecimento. Exemplos são essenciais para critérios que levem em conta costumes da família.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Uma das tarefas mais difíceis na educação das crianças é saber a hora certa de dizer 'não'. A exposição exaustiva a brinquedos diferentes e novidades tecnológicas das mais diversas, muitas vezes, antecipa desejos e complica ainda mais a tarefa de fazer os pequenos entenderem certos limites.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">De acordo com Leila Salomão Tardivo, professora do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), não existe uma regra geral para a liberdade das crianças. “Cada família deve levar em conta seus costumes e a confiança que tem em seu filho para saber a hora certa de atender ou não a um pedido”, diz.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Para Leila, no entanto, essa confiança deve ser construída. “A família e a escola têm um papel fundamental na hora de ensinar alguns valores às crianças, sobre o que é realmente importante. Pais sempre por perto, que mostrem com exemplos e atitudes o que é certo permitem a construção de um comportamento mais maduro”, diz.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><span style="color:#000080;">Segundo a psicóloga Patrícia Spada, doutora e pesquisadora da Escola Paulista de Medicina, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), os filhos estão em seu papel, por exemplo, de fazerem pedidos descabidos aos pais, como um computador, aos 6 anos, que fique somente em seu quarto e ao qual só eles tenham acesso. “Crianças, literalmente, pedem limites, pois por meio destes sentem-se amados, considerados, vistos e reconhecidos. Uma das maneiras que encontram para pedir limites é testando os pais”, afirma.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><span>Atenção necessária </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"></span><span style="color:#000080;">A professora e psicopedagoga Rosângela Delmando Miranda, de 38 anos, é mãe de Bianca, 11 anos, e Bruno, 7 anos. Segundo ela, deixar a filha mais velha dormir fora de casa pela primeira vez, aos 10 anos, não foi fácil. “A gente fica um pouco insegura, mas basta conhecer a família dos amigos e quem são os amigos”, diz.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Para Rosângela, é fundamental mostrar a realidade para os filhos para que eles não exagerem na hora dos pedidos. “Dou mesada para os dois como uma forma de fazê-los entender o valor do dinheiro. Está funcionando, porque quando eles querem muito alguma coisa juntam as economias e conseguem o que queriam. É importante para que eles saibam que tudo o que é muito fácil não tem valor”, afirma a professora.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><span style="color:#000080;">Por sua experiência de convivência diária com crianças, Rosângela afirma que elas precisam de limites. “Percebo que a maior parte das mães deixa as crianças com a empregada porque tem que trabalhar e acaba não dando a atenção necessária. Essa liberdade excessiva, não se importar também é prejudicial, já que as crianças precisam de alguém que demonstre cuidado”, diz.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="color:#000080;">Idade escolar </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Segundo Leila, crianças em idade escolar passam a ter uma autonomia natural. Para os pais, essa é uma boa hora para entender o processo de crescimento dos filhos. “É preciso que o pai deixe o filho um pouco livre para que ele aprenda a se defender. É claro que é importante estar por perto e fazer-se presente e preocupado, mas os pais têm que acompanhar a pauta de crescimento dos filhos para que ele não fique infantilizado”, diz.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Leila acredita que seja importante equilibrar os desejos dos filhos com aquilo que é cabível permitir. “Não se pode deixar uma criança escolher se quer ou não estudar, ou se quer ou não fazer a lição de casa, mas ela pode escolher o esporte que vai praticar, por exemplo. Por isso, volto a chamar a atenção para a necessidade de acompanhar o crescimento dos filhos de perto e fazê-los entender que cada escolha tem uma hora certa”, afirma.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><span style="color:#000080;">Já para Patrícia, uma das formas mais eficazes de dosar essa liberdade é atender às solicitações da criança na medida em que ela mostre que é responsável e sabe se colocar bem nas situações. "Assim, ela mesma vai se sentindo mais capacitada a enfrentar as dificuldades e criar soluções próprias para seus problemas”, afirma.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="color:#000080;">Rigidez com companheirismo</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">A procuradora federal Ana Paula Pereira Conde, de 39 anos, é mãe de Davi, 9 anos. Segundo ela, como qualquer criança em sua idade, Davi costuma pedir muitas coisas, mas nunca fez pedidos absurdos. “Sempre fui bastante rígida com ele, então acredito que algumas coisas ele queira, mas nem chegue a pedir. Ele é um menino muito centrado e sabe lidar muito bem com o não.”</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Segundo Ana Paula, o 'não' se tornou natural para Davi porque vem sempre seguido de explicação e bons exemplos. “Costumo dizer o porquê de ele não poder fazer determinada coisa, e ele acaba chegando à mesma conclusão que eu, e concorda. Além disso, eu e meu marido damos exemplos e isso torna as coisas mais fáceis”, diz.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><span style="color:#000080;">O contato próximo com os pais e atividades com os colegas de vizinhança, para Ana Paula, favoreceram o fato de Davi não ser muito ligado a pedidos materiais. “É claro que ele pede as coisas, e muitas coisas, mas muito por influência dos amigos. Acho que o mais importante é que ele sabe entender as diferenças entre cada família e o desejo por um computador, por exemplo, passa, sem que precisemos necessariamente negar”, afirma. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span><span style="color:#000080;">Expectativas</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Para Patrícia, os conflitos sobre a educação dos filhos surgem antes do nascimento, quando o bebê, tão sonhado, idealizado e esperado pelos pais, vem ao mundo com seu jeito próprio e completamente singular de ser.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">“Por volta dos seis anos, o filho pode pedir para ir dormir na casa de um amigo. Nesse momento, vale avaliar o quanto é importante seguir de perto o que acontece no mundo da criança. Quem são seus amigos, como são seus pais, a criação que esses amigos recebem, enfim, tudo isso deve estar de acordo com a criação dada a seu filho. Se está, então tudo bem. É o momento perfeito para que ele comece a pôr em prática a socialização fora do ambiente do lar”, afirma a especialista.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><span style="color:#000080;">No entanto, segundo a psicóloga, nem sempre esse processo é tão simples. “Os filhos têm um ‘radar’ muito poderoso capaz de captar as emoções de seus pais. Por isso, não adianta falar, e sim, dar o exemplo. É importante que os pais estejam realmente seguros de que podem deixar o filho dormir fora de casa, e essa confiança se estabelece com o tempo, em um trabalho conjunto entre pais e filhos”, diz.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">PORTAL G1</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estresse dos Pais e as consequências nos filhos]]></title>
<link>http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/?p=35</link>
<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 22:17:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>lrochael2008</dc:creator>
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<description><![CDATA[Já se sabe que hoje em dia o estresse afeta adultos e criança, além de trazer inúmeros prejuízo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Já se sabe que hoje em dia o estresse afeta adultos e criança, além de trazer inúmeros prejuízos em todos os aspectos da vida, como saúde e o comportamento social, seja nos pequenos ou nos mais velhos.</p>
<p>O que um estudo americano sugere agora é que filhos de pais estressados são mais vulneráveis a doenças.</p>
<p>O trabalho foi publicado em uma revista americana especializada no assunto chamada "Brain, Behavior and Immunity". Além do estresse, pais deprimidos também têm maiores chances de ter filhos mais propensos a doenças e infecções.</p>
<p>O estudo, realizado na Universidade de Rochester, acompanhou 169 crianças durante anos. Os pais registraram durante esses três anos todas as vezes que as crianças ficaram doentes. Além disso, os pais levavam as crianças de seis em seis meses para consultas com psiquiatras.</p>
<p>A médica Mary Caserta constatou que a ocorrência de doenças nas crianças foi maior naquelas que eram filhos de pais que tinham um alto nível de "estresse emocional".</p>
<p>Já é conhecido que em pessoas estressadas há um alto nível de células imunológicas (aquelas que combatem organismos estranhos presentes no corpo) no sangue e nesse estudo foi comprovado que no sangue de crianças filhos de pais estressados também há um maior índice de células imunológicas, algo totalmente incomum nesta fase de vida.</p>
<p>Lembre-se, mamãe, que o estresse cria maior dificuldade em parar de fumar. Consequentemente, a mamãe fumante tende-se a tornar ainda mais tensa devido ao cigarro, aumentando o estresse, ciclo prejudicial em todos os sentidos.</p>
<p><strong>Amor pra curar o estresse</strong> - A criança precisa da ajuda de adultos para que cuide do seu corpo com alimentação e aprendizagem, mas se não houver um ambiente acolhedor e com afeto e amor não é possível se desenvolver plenamente e com saúde. Pais estressados podem deixar de demonstrar carinho aos seus filhos.</p>
<p>Já é sabido que bebês não sobrevivem sem amor. O afeto e o amor na infância e na juventude são tão importantes para a criança quanto uma boa alimentação com as vitaminas e proteínas necessárias que o corpo necessita para funcionar adequadamente.</p>
<p>O estudo sobre estresse dos pais e a saúde das crianças tem uma variável que os pesquisadores apontaram: ao deixar que os pais medissem o grau de doenças dos filhos pode ter mascarado o resultado da pesquisa, já que pais mais ansiosos poderiam ter mais tendência a achar que seus filhos estavam doentes.</p>
<p>Mas mesmo assim, os pesquisadores afirmam e sustentam que os resultados indicam uma forte ligação entre estresse dos pais e saúde das crianças.</p>
<div id="dicas">
<p><strong>Dicas</strong></p>
<p>Cuide de você, mamãe! Sua saúde mental e física em boa forma é essencial para que seu filho cresça saudável.</p>
<p>Ao entrar em casa, esqueça dos problemas do trabalho e lembre-se que você tem seus pequenos que precisam da sua atenção e amor.</p>
<p>Faça uma atividade que você, mamãe, goste e que lhe dê prazer e um tempo só para você. Ajuda a diminuir o estresse.</p></div>
<p><strong>Bruno Rodrigues</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Músicas Infantis]]></title>
<link>http://musicasinfantis.wordpress.com/?p=22</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 15:13:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye5</dc:creator>
<guid>http://musicasinfantis.wordpress.com/?p=22</guid>
<description><![CDATA[Meu Lanchinho
Meu Lanchinho
Meu Lanchinho
Meu lanchinho, meu lanchinho
Vou comer, vou comer
Prá fic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Meu Lanchinho</strong></p>
<p>Meu Lanchinho<br />
Meu Lanchinho<br />
Meu lanchinho, meu lanchinho<br />
Vou comer, vou comer<br />
Prá ficar fortinho, prá ficar fortinho<br />
E crescer! E crescer!</p>
<p><strong>Pirulito que bate bate</strong></p>
<p>Pirulito que bate bate<br />
Pirulito que já bateu<br />
Quem gosta de mim é ela<br />
Quem gosta dela sou eu</p>
<p>Pirulito que bate bate<br />
Pirulito que já bateu<br />
A menina que eu gostava<br />
Não gostava como eu</p>
<p><strong>Se essa rua fosse minha</strong></p>
<p>Se essa rua se essa rua fosse minha<br />
Eu mandava eu mandava ladrilhar<br />
Com pedrinhas com pedrinhas de brilhantes<br />
Para o meu para o meu amor passar</p>
<p>Nesta rua nesta rua tem um bosque<br />
Que se chama que se chama solidão<br />
Dentro dele dentro dele mora um anjo<br />
Que roubou que roubou meu coração</p>
<p>Se roubei se roubei teu coração<br />
Tu roubaste tu roubaste o meu também<br />
Se roubei se roubei teu coração<br />
É porque, só porque te quero bem.</p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>Cante outras</strong></p>
<p><a title="Cachorrinhos encantadores!" rel="bookmark" href="http://musicasinfantis.wordpress.com/2008/06/02/cachorrinhos-encantadores/"><span style="color:#5b211a;">Cachorrinhos encantadores!</span></a></p>
<p><a title="Aprendendo e se divertindo" rel="bookmark" href="http://musicasinfantis.wordpress.com/2008/05/21/aprendendo-e-se-divertindo/"><span style="color:#5b211a;">Aprendendo e se divertindo</span></a></p>
<p><a title="Atirei o pau no gato/ O Cravo Brigou Com a Rosa" rel="bookmark" href="http://musicasinfantis.wordpress.com/2008/05/15/atirei-o-pau-no-gato-o-cravo-brigou-com-a-rosa/"><span style="color:#5b211a;">Atirei o pau no gato/ O Cravo Brigou Com a Rosa</span></a></p>
<p><a title="A Canoa Virou" rel="bookmark" href="http://musicasinfantis.wordpress.com/2008/04/25/a-canoa-virou/"><span style="color:#5b211a;">A Canoa Virou</span></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Criança Terceirizada]]></title>
<link>http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/?p=34</link>
<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 18:10:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>lrochael2008</dc:creator>
<guid>http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/?p=34</guid>
<description><![CDATA[Os descaminhos das relações familiares no mundo contemporâneo.
As famílias estão se dando conta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Os descaminhos das relações familiares no mundo contemporâneo.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">As famílias estão se dando conta de que o tempo para amar, fazer carinho, dar certeza de presença e do amor materno e paterno está diminuindo a passos largos. As avós estão se distanciando e também trabalhando sem cessar; já não conseguem preencher as lacunas que, até bem pouco tempo, preenchiam, por terem tempo de ternura sobrando. “Terceirização” parece ser um termo forte demais, mas que mais podemos dizer da “transferência” das funções maternas e paternas para outras pessoas?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">A criança hoje é precocemente colocada para fora do lar (creches, escolinhas, etc), recebe atenção eletrônica cada vez em maior quantidade (vídeos, TV e jogos) e ainda é informatizada. E as relações pessoais e humanas, as cantigas e brincadeiras de roda, onde estão? As escolas conseguem cumprir a função educadora, socializadora e emocional? Até onde? A educação, o respeito, o afeto, o amor familiar devem ser apreendidos com os pais. Que resultados esperamos na evolução de crianças cuidadas por pessoas pagas para fazer papel de pai e/ou mãe? Dependendo das patologias emocionais e psicossociais das famílias, tais profissionais se comportam melhor que parentes neuróticos angustiados, que correm sem parar para pagar custos de um comportamento altamente consumista, pressionados por um <em>marketing</em> agressivo que exige dos mais jovens consumo exagerado, que leva à necessidade de ganhar cada vez mais, porque sempre é preciso ter um pouco mais: novo celular, o carro do ano, saldar a prestação da casa, manter o status social ou conservar o emprego que nem sempre se traduz em compensação econômica adequada para as perdas emocionais, principalmente em relação a família.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Será que as mães desta geração acham um sacrifício engravidar, parir, amamentar, limpar e cuidar de seus bebês? Por que será que as pessoas acham vergonhoso ser feliz em sua família e cuidar bem de seus rebentos? E mais, <strong>porque continuam querendo ser mães</strong>? Para depois não conseguirem assumir suas funções? O que realmente está acontecendo? Não dá para conciliar vida profissional e estudo com as tarefas de mãe e família?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Será que pediatras, psicólogos, mídia em geral não deveria esclarecer a muitas mulheres que pensam e desejam ser mães, mas não sabem o que as espera, achando que a maternidade deve ser realizada a qualquer custo, como quem compra um produto? Não deveriam saber quais são as necessidades concretas de um bebê, a situação real de uma gravidez e a importância dos pais no desenvolvimento infantil?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Famílias sonham em criar e educar crianças, mas não têm o menor interesse em conviver com elas, parindo-as e adotando-as para obter o título de “pais”. Depois se desesperam, não sabem o que fazer com os bebês, não suportam conviver com as crianças. Acham um “saco” parir, amamentar, cozinhar, cuidar, ler histórias, trocar fraldas, acompanhar o crescimento, as fases, o desenvolvimento. O mundo moderno leva muitas pessoas a sonhos tão altos, a exigências tão grandes de crescimento econômico, de conhecimento, de estudos que, parece, não está sobrando tempo para viver, criar filhos, ser feliz com coisas simples da existência. O pretendemos? Onde chegaremos? Estamos defendendo alguma coisa impossível de ser alcançada? Ter filhos é maravilhoso. O problema são as percepções atuais, modernas, do que é ser mãe e pai. Uma criança não é um brinquedinho que alguém resolve ter para alegrar a vida quando lhe convém. É um ser humano, com todas as qualidades, os defeitos e as exigências que seguramente aparecerão mais dia menos dia. Que os filhos, ao chegar, encontrem pais preparados e dispostos a se dedicarem a essa nova fase da vida, a um objetivo claro e definido: criar os filhos, acompanhá-los, compreendê-los, estar presentes nas horas boas ou más e, principalmente, saber que, depois do nascimento de uma criança, há uma mudança clara na vida de uma família. Esse é o problema do qual, muitas vezes, casais não se dão conta. Não é a criança que atrapalha, que é difícil, exigente, são os pais, que atualmente, parecem não estar preparados para abrir mão da correria, da troca do carro, daquele gasto extra, sempre influenciados pelo marketing que os estimula a comprar e consumir. Valeria perguntar: <strong>todos os adultos têm condições de se tornar pais?</strong> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Algumas crianças tem até três babás, a do dia, a da noite e dos fins de semana. A criança vai ao médico acompanhada pela babá ou avó que muitas vezes não sabe da rotina e história da criança. Nesse tipo de relacionamento terceirizado, podemos observar outros fenômenos. Quem educa? Quem orienta? Quem coloca os limites? A educação tanto formal como ética e moral, acaba sendo transferida para outras pessoas ou as escolas; assim os pais esperam que elas desempenhem essa função. Há uma constante transferência de responsabilidades. E, se formos um pouco mais adiante, perceberemos que a formação do caráter dessa criança acaba sendo feito pela babá eletrônica, por meio da TV, dos jogos eletrônico, dos DVD’s , dos filmes. Algumas babás, assim que as mães saem, colocam a criança na frente da TV para que fiquem quietinhas. É notória a criança viciada em TV, pois onde chega, quer assistir TV, não tem criatividade, não interage, seu comportamento e vocabulário é totalmente repetição daquilo que assiste. Dá pra perceber a ausência de relacionamento familiar na formação da criança.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Diante de tanto despreparo dos pais, assistimos crianças esquecidas pelos pais dentro dos carros, falecendo de desidratação. Outros trancam a criança no carro para ir a bailes! Quase sempre são acidentes, mas confirmam o abandono. Estariam essas pessoas preparadas para a paternidade/maternidade?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">E o que é o abandono? Abandonada é a criança não assistida pela família e que não tem relação de continuidade com ela, mesmo que esteja em instituição ou abrigo. Não estou falando apenas das crianças menos favorecidas, mas também daquelas que vivem em “gaiolas de ouro”, têm todo o conforto, freqüentam as melhores escolas, têm os melhores brinquedos, mas não têm o amor, o cuidado dos pais.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Viver em família é a melhor solução para a prevenção de distúrbios de desenvolvimento físico, emocional e cognitivo. Ninguém pode substituir a relação pessoal familiar, com a mãe, pai e os familiares mais próximos. Não quero dizer que todas as babás sejam prejudiciais. A famosa frase diz: “a mãe é quem cuida”, aplica-se muito bem aqui, pois a criança tem tudo, menos o amor verdadeiro dos pais. Infelizmente, muitas comprovações levam a acreditar que salvo exceções, tais crianças “poderão ser adultos como qualquer outra criança que tenha vindo de um lar caótico e disfuncional, crescendo sentindo-se pouco valiosa, não merecedora de cuidado, podendo ter dificuldades de cuidar de si mesma. Famílias numerosas também podem sobrecarregar a mãe de tal forma, que a criança pode se sentir abandonada, onde muitos exigem a atenção dos pais e estes não conseguem atender a todos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">E a educação? Quem determina isso? Com base em que conceitos culturais, psicológicos, familiares? As crianças mimadas quase sempre são aquelas que vivem cercadas de pessoas, mas nenhuma delas define um parâmetro educacional. Umas temem perder a simpatia da criança. E o que no começo é alegria, depois se transforma em choro, rebeldia, gritaria, insônia. Crianças terceirizadas costuma ser “soltas”. Como os cuidadores não são os pais, na maior parte dos casos, a função de educar fica prejudicada para que não pareça que há exagero no cargo que ficou sob a responsabilidade da babá ou avó.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Algumas crianças terceirizadas se tornam mini-executivas: vão à escola, à aula de inglês, à aula de tênis, futebol, professor particular, mas não têm tempo para brincar, fantasiar, saltar, ser livres, tudo o que elas GOSTAM E PRECISAM. Vivem em gaiolas de ouro, com dinheiro suficiente para ter sua vontade realizada. Nas classes baixas, a rua é abandono; na classe média ou alta, o mesmo desprezo é disfarçado de muitas horas cheias de atividades que apenas visam preencher lacuna de não –presença, se tornando alvo fácil para o consumismo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Não posso esquecer das mães de vida difícil e sacrificada que traz consigo a problemática da necessidade de sobreviver e da modernidade de um sistema cruel que lhe cobra, mas não lhe oferece saída. Se ao menos as mães tivessem sua jornada de trabalho reduzida e um benefício que lhes ajudasse, como é feito em outros países com França e Holanda?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">O que se pretende com essa reflexão é a maternidade e paternidade consciente. Não dá pra pensar em trabalhar tempo integral, fazer pós-graduação à noite, comprar uma casa, continuar na vida de solteiro e ter um filho! Essas coisas são muito difíceis de serem levadas a sério e com competência. Algo não será feito adequadamente.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Em nossa sociedade já não se pode falar em patriarcado e matriarcado. O que temos realmente, salvo exceções interessantes, é a ausência de definições de papéis, de quem assume o que em relação à família ou aos filhos. As pessoas vivem com medo de ser criticadas, de assumir que tiveram a coragem de fazer uma opção pela família. O que se propõe? A volta da mulher à condição de dona de casa e rainha do lar? Claro que não, o que se propõe é a conscientização da paternidade e maternidade. Crianças choram a noite, nem sempre dormem bem, precisam de cuidados especiais, de limpeza, de banho, alimentação, ser educadas e acompanhadas até idade adulta. Será que todos os seres humanos precisam ser pais? Sejamos sinceros, nem todo mundo está disposto a arcar com esse ônus. Talvez seja melhor adiar um projeto de maternidade, e mesmo abrir mão dessa possibilidade, do que ter um filho ao qual não se pode dar atenção, carinho e, principalmente, presença constante.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Síntese do livro: A Criança Terceirizada de José Martins Filho, médico pediatra, professor da pós-graduação em Saúde da Criança e do Adolescente, além de pesquisador do Centro de Investigação em Pediatria.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Projeto vai capacitar professores na identificação de violência contra crianças]]></title>
<link>http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/?p=3001</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 21:38:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rosane</dc:creator>
<guid>http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/?p=3001</guid>
<description><![CDATA[Projeto Escola que Protege vai qualificar 800 professores da rede pública de ensino em seis municí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"><strong>Projeto Escola que Protege vai qualificar 800 professores da rede pública de ensino em seis municípios.</strong></span></p>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;"> Foi lançado na manhã desta terça-feira, 8, no auditório da Secretaria de Estado de Educação, o Projeto Escola que Protege 2008, que visa implementar nas escolas uma cultura de enfrentamento à violência e de promoção dos direitos de crianças e adolescentes. A iniciativa do programa é da Secretaria de Alfabetização e Diversidade - SECAD e do Ministério da Educação. No Acre, o projeto é coordenado pela Universidade Federal do Acre, com o apoio das Secretarias de Educação e Ação Social.<span style="color:#000080;">O Projeto Escola que Protege vai qualificar 800 professores da rede pública de ensino dos municípios de Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Plácido de Castro, Epitaciolândia, Brasiléia e Assis Brasil, que trabalham diretamente com crianças, criando uma rede de proteção às vítimas de violência e orientando os pais e familiares sobre as formas de procedimento diante de todas as questões relacionadas ao tema.</span></span> </div>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">De acordo com Socorro Nery, responsável pelo programa no Estado, um dos objetivos da  ação é  fortalecer a articulação institucional entre o setor educacional e os envolvidos na política de proteção dos direitos de crianças e adolescentes. "Todos os setores da sociedade precisam estar envolvidos neste trabalho.Qualificar a escola para promover os direitos da criança é fundamental neste processo que vai beneficiar a todos" , disse a coordenadora. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Para Alice Silva, diretora da Escola Raimunda Balbino, o curso vai promover uma visão mais ampla de como se deve agir diante dos problemas sociais. "Vamos aprender a trabalhar com a família dos alunos, e isso vai mudar muito a concepção dos pais de como tratar seus filhos", afirma a gestora. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">A secretaria de Educação Maria Corrêa, disse que o Escola que Protege não será uma projeto pontual e sim uma ação que permanecerá nas vida das pessoas. " Vamos fazer uma ação permanente  que orientará instituições educacionais a conduzir e agir  corretamente diante da violência no âmbito escolar", afirmou.  </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">A qualificação dos profissionais da educação e das áreas envolvidas na Rede de Proteção, tem início no dia 01 de agosto e terá duração de quatro meses. O curso de formação continuada presencial vai abordar os seguintes eixos temáticos: Bases conceituais da violência contra crianças e adolescentes;Bases legais e institucionais do enfrentamento da violência contra crianças e adolescentes;Bases culturais e psicológicas da Educação em Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes e Bases pedagógicas da Educação em Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes. <br />
<!-- JOM COMMENT START --></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000080;">Fonte: Agência de Notícias do Acre</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os Níveis da Alfabetização]]></title>
<link>http://educacaoinfantil.wordpress.com/?p=74</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 17:24:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye24</dc:creator>
<guid>http://educacaoinfantil.wordpress.com/?p=74</guid>
<description><![CDATA[PRIMEIRO NÍVEL → PRÉ-SILÁBICO I

Nesse nível o aluno pensa que se escreve com desenhos. As let]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;">PRIMEIRO NÍVEL → PRÉ-SILÁBICO I</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"><br />
Nesse nível o aluno pensa que se escreve com desenhos. As letras não querem dizer nada para ele. A professora pede que ele escreva "bola", por exemplo, e ele desenha uma bola. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;">SEGUNDO NÍVEL → PRÉ-SILÁBICO II</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"><br />
O aluno já sabe que não se escreve com desenhos. Ele já usa letras ou, se não conhece nenhuma, usa algum tipo de sinal ou rabisco que lembre letras.<br />
Nesse nível o aluno ainda nem desconfia que as letras possam ter qualquer relação com os sons da fala. Ele só sabe que se escreve com símbolos, mas não relaciona esses símbolos com a língua oral. Acha que coisas grandes devem ter nomes com muitas letras e coisas pequenas devem ter nomes com poucas letras. Acredita que para que uma escrita possa ser lida deve ter pelo menos três símbolos. Caso contrário, para ele, “não é palavra, é pura letra”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="letter-spacing:0.4pt;">TERCEIRO NÍVEL → SILÁBICO</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;">O aluno descobriu que as letras representam os sons da fala, mas pensa que cada letra é uma sílaba oral. Se alguém lhe pergunta quantas letras é preciso para escrever “cabeça”, por exemplo, ele repete a palavra para si mesmo, devagar, contando as sílabas orais e responde: três, uma para “ca”, uma para “be” e uma para “ça”</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="letter-spacing:0.4pt;">QUARTO NÍVEL → ALFABÉTICO</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;"><br />
O aluno compreendeu como se escreve usando as letras do alfabeto. Descobriu que cada letra representa um som da fala e que é preciso juntá-las de um jeito que formem sílabas de palavras de nossa língua.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:12pt;">Veja também:</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:12pt;"><a href="http://educacaoinfantil.wordpress.com/2008/07/04/educacao-tera-mais-21730-vagas-para-ensino-fundamental-e-medio/" target="_blank">Educação terá mais 21.730 vagas para ensino fundamental e médio.</a></span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[OS NÍVEIS DA ALFABETIZAÇÃO]]></title>
<link>http://alfabetizacao.wordpress.com/?p=33</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 17:04:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye29</dc:creator>
<guid>http://alfabetizacao.wordpress.com/?p=33</guid>
<description><![CDATA[PRIMEIRO NÍVEL → PRÉ-SILÁBICO I

Nesse nível o aluno pensa que se escreve com desenhos. As let]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;letter-spacing:0.4pt;">PRIMEIRO NÍVEL → PRÉ-SILÁBICO I</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
Nesse nível o aluno pensa que se escreve com desenhos. As letras não querem dizer nada para ele. A professora pede que ele escreva "bola", por exemplo, e ele desenha uma bola. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;letter-spacing:0.4pt;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;letter-spacing:0.4pt;">SEGUNDO NÍVEL → PRÉ-SILÁBICO II</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
O aluno já sabe que não se escreve com desenhos. Ele já usa letras ou, se não conhece nenhuma, usa algum tipo de sinal ou rabisco que lembre letras.<br />
Nesse nível o aluno ainda nem desconfia que as letras possam ter qualquer relação com os sons da fala. Ele só sabe que se escreve com símbolos, mas não relaciona esses símbolos com a língua oral. Acha que coisas grandes devem ter nomes com muitas letras e coisas pequenas devem ter nomes com poucas letras. Acredita que para que uma escrita possa ser lida deve ter pelo menos três símbolos. Caso contrário, para ele, “não é palavra, é pura letra”.</p>
<p><strong><span style="letter-spacing:0.4pt;">TERCEIRO NÍVEL → SILÁBICO</span></strong></span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O aluno descobriu que as letras representam os sons da fala, mas pensa que cada letra é uma sílaba oral. Se alguém lhe pergunta quantas letras é preciso para escrever “cabeça”, por exemplo, ele repete a palavra para si mesmo, devagar, contando as sílabas orais e responde: três, uma para “ca”, uma para “be” e uma para “ça”</p>
<p><strong><span style="letter-spacing:0.4pt;">QUARTO NÍVEL → ALFABÉTICO</span></strong></span></p>
<p class="MsoNoSpacing"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
O aluno compreendeu como se escreve usando as letras do alfabeto. Descobriu que cada letra representa um som da fala e que é preciso juntá-las de um jeito que formem sílabas de palavras de nossa língua.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing">
<p class="MsoNoSpacing">
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-family:&#34;letter-spacing:0.4pt;">Veja também:</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing"><strong><span style="font-family:&#34;letter-spacing:0.4pt;"><a href="http://alfabetizacao.wordpress.com/2008/07/04/educacao-tera-mais-21730-vagas-para-ensino-fundamental-e-medio/" target="_blank">Educação terá mais 21.730 vagas para ensino fundamental e médio.</a></span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Educação começa em casa e a violência também]]></title>
<link>http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/?p=31</link>
<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 00:20:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>lrochael2008</dc:creator>
<guid>http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/?p=31</guid>
<description><![CDATA[ 
Associamos a palavra “violência” aos episódios graves que temos presenciado no país e no mu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:&#34;">Associamos a palavra “violência” aos episódios graves que temos presenciado no país e no mundo. Mas existe outro tipo de violência mais sutil, às vezes mais danosa e perigosa, que está presente no dia-a-dia de muitas famílias. A violência se manifesta também no lar e, mais precisamente, no modo como as pessoas desse ambiente familiar se relacionam e estabelecem seus vínculos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:&#34;">As pessoas quando se relacionam, são capazes de gerar um grau de tensão em função de seus conflitos, frustrações e insatisfações, a ponto de promover gestos e situações violentas na conveniência. A violência existente num vínculo conjugal nos chama também a atenção devido aos casos de tortura mental, psicológica, sexual, física, financeira e da expressão dos afetos de forma agressiva e deturpada, estabelecida entre parâmetros de poder e força, como se houvesse a necessidade das figuras do superior e do inferior, do forte e do fraco.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:&#34;">Admitir que a violência começa em casa é considerar que os relacionamentos familiares são capazes não de só de influenciar a personalidade de alguém, como também de estabelecer um modo de se relacionar próprio desse vínculo, que pode vir a ser produtivo e rico, mas também pouco gratificante. A qualidade dos vínculos entre os familiares é de extrema importância para que uma pessoa adquira pleno equilíbrio de suas emoções e atitudes e pleno desenvolvimento de suas habilidades.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:&#34;">A violência oprime, instiga o medo, promove o abandono, tortura psicologicamente, controla a liberdade do comportamento e conduta. E tudo isso vem acontecendo dentro de casa... Ser mau educado não deixa de ser violência!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:&#34;">Porque, afinal, o fenômeno da violência nos assusta tanto se em nossa própria casa promovemos tensões suficientes para gerar um clima de hostilidade? Temos medo nas ruas, mas em casa controlamos, exigimos, odiamos, maltratamos, negligenciamos os filhos e o parceiro. Enfim, o fenômeno da violência nas ruas pode ser um reflexo do que vem ocorrendo no próprio seio familiar?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:&#34;">Muita coisa no lar deixou de ser suprida, e não estamos falando de bens materiais. O lar, que seria o local para a construção da matriz da família – favorecendo o desenvolvimento psicológico, emocional e social entre os membros – deixou de ser, para muitos, o ninho que deveria promover acolhimento, aconchego, conforto, confiança e afeto. É muitas vezes, nesse contexto familiar que o casal está inserido, construindo um padrão de relacionamento baseado na ameaça, na desqualificação, no ciúme, na competição, na traição: não há espaço para aceitar o outro como ele é. E essa intolerância torna-se uma dificuldade de entrosamento, pois não se respeitam as diferenças individuais, rejeitando-se e anulando-se. O lar se torna uma espécie de foro de julgamento quando algo não está bem. Quando se exige das pessoas que comportem como se estivesse numa empresa, é sinal de preocupação, pois uma empresa não é uma família. Algo está faltando e pessoas estão deixando de fazer o que deveria ser feito.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:&#34;">A violência pode ser <strong>física</strong>; com danos aparentes e conseqüências psicológicas para o desenvolvimento da história de vida do indivíduo e; <strong>emocional ou psicológica</strong>: com danos não aparentes, mas implícitos e subjetivos. Esse “tipo” de recurso, muitas vezes em nome do zelo e da preocupação com a formação moral, esconde autoritarismo, frustração e desamor. E resulta em feridas emocionais cujos efeitos costumam ser a baixa auto-estima e relacionamentos futuros inadequados.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:&#34;">Expressões de violência:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:&#34;"> </span></strong></p>
<ol style="margin-top:0;" type="1">
<li class="MsoNormal"><strong><span style="font-family:&#34;">Controles financeiros</span></strong><span style="font-family:&#34;">: servem para manipular o outro      conforme seus próprios interesses. A relação é deturpada e posta como      expressão de poder e controle.</span></li>
<li class="MsoNormal"><strong><span style="font-family:&#34;">Críticas constantes</span></strong><span style="font-family:&#34;">: a crítica, seja ela de qualquer      natureza, desqualifica o outro diante de si mesmo ou das demais pessoas.      Coloca o outro em posição de desigualdade, ferindo e determinado-lhe a      situação de inferioridade.</span></li>
<li class="MsoNormal"><strong><span style="font-family:&#34;">Excesso de lógica e racionalidade</span></strong><span style="font-family:&#34;">: é uma forma de garantir a distância      na relação evitando contato mais próximo. Há uma tentativa de enquadrar o      outro e a si mesmo e ambos serão escravos dessa vigilância constante.      Resulta na falta de liberdade, espontaneidade, criatividade, cerceando      iniciativas. A lógica excessiva rechaça as emoções, sensações, desejos e      sentimentos.</span></li>
<li class="MsoNormal"><strong><span style="font-family:&#34;">Pouca afetividade:</span></strong><span style="font-family:&#34;"> representa a baixa expressão de      afetos.</span></li>
<li class="MsoNormal"><strong><span style="font-family:&#34;">Jogos mentais</span></strong><span style="font-family:&#34;">: São torturas psicológicas, é como ter      que responder a determinadas perguntas com uma expectativa e previsão de      resposta. Fazem parte das chantagens emocionais e dos diversos tipos de      controle.</span></li>
<li class="MsoNormal"><strong><span style="font-family:&#34;">Jogos sexuais</span></strong><span style="font-family:&#34;">: é a manipulação através das práticas      sexuais, uso do sexo como punição, forçar o parceiro(a) quando este (a)      recusa também se caracteriza como violência.</span></li>
<li class="MsoNormal"><strong><span style="font-family:&#34;">Disputa pelo poder:</span></strong><span style="font-family:&#34;"> as brigas ocorrem para definir por      quem manda, quem decide, quem dá a última palavra. A relação baseia-se na      diferença, mantidas muitas vezes por interesses emocionais, deturpados e      mal resolvidos.</span></li>
<li class="MsoNormal"><strong><span style="font-family:&#34;">Agressividade e maus-tratos</span></strong><span style="font-family:&#34;">: brutalidade na interação com as      pessoas. Incluem: falta de educação, grosserias, maneira ríspida de falar      e tocar. Bater com a mão ou outro objeto, esbravejar, gritar, enxotar      alguém.</span></li>
<li class="MsoNormal"><strong><span style="font-family:&#34;">Negligência</span></strong><span style="font-family:&#34;">: displicência, descaso, abandono,      falta de atenção, desamor, falta de apoio. Essas condutas favorecem a      desconfiança e inseguranças afetivas. A negligência afetiva consiste numa      falta de responsabilidade, de calor humano, de interesse pelas      necessidades e manifestações do outro.</span></li>
<li class="MsoNormal"><strong><span style="font-family:&#34;">Ambigüidade constante na comunicação ou      dupla mensagem</span></strong><span style="font-family:&#34;">: deixa      dúvida sobre o real sentimento que se tem para com o outro. Favorece a      desconfiança, a dúvida e insegurança.</span></li>
<li class="MsoNormal"><strong><span style="font-family:&#34;">Social:</span></strong><span style="font-family:&#34;"> relações de poder revelam desigualdade      social como: crianças são consideradas inferiores aos adultos, mulheres      são socialmente inferiores aos homens, negros socialmente inferiores aos      brancos, etc.</span></li>
</ol>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:18pt;text-align:justify;"><span style="font-family:&#34;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:18pt;text-align:justify;"><span style="font-family:&#34;">Fragmentos do livro: <strong>Quem grita perde a razão</strong>: <em>a educação começa em casa e a violência também. </em>Ricotta, Luíza. 2 ed. Editora Agora.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Educação terá mais 21.730 vagas para ensino fundamental e médio]]></title>
<link>http://alfabetizacao.wordpress.com/?p=32</link>
<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 14:30:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye29</dc:creator>
<guid>http://alfabetizacao.wordpress.com/?p=32</guid>
<description><![CDATA[Depois de aprovar a criação de 3.375 cargos no ensino superior, o Plenário do Senado autorizou ta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Depois de aprovar a criação de 3.375 cargos no ensino superior, o Plenário do Senado autorizou também na quarta-feira (2), mais 21.730 vagas, totalizando 25.105 novas oportunidades para a área de educação.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Do total, 12.300 cargos são para professor de ensino fundamental e médio, a serem distribuídos em instituições federais de educação profissional e tecnológica. Os outros 9.430 são para técnico-administrativos.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Os dois projetos seguem agora para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Segundo o MEC (Ministério da Educação), hoje há 12.664 professores para 173 mil estudantes nas 185 escolas da rede federal de educação profissional, que oferecem cursos de nível médio e superior.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Educação terá mais 21.730 vagas para ensino fundamental e médio]]></title>
<link>http://educacaoinfantil.wordpress.com/?p=73</link>
<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 14:25:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye24</dc:creator>
<guid>http://educacaoinfantil.wordpress.com/?p=73</guid>
<description><![CDATA[Depois de aprovar a criação de 3.375 cargos no ensino superior, o Plenário do Senado autorizou ta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Depois de aprovar a criação de 3.375 cargos no ensino superior, o Plenário do Senado autorizou também na quarta-feira (2), mais 21.730 vagas, totalizando 25.105 novas oportunidades para a área de educação.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Do total, 12.300 cargos são para professor de ensino fundamental e médio, a serem distribuídos em instituições federais de educação profissional e tecnológica. Os outros 9.430 são para técnico-administrativos.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Os dois projetos seguem agora para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">Segundo o MEC (Ministério da Educação), hoje há 12.664 professores para 173 mil estudantes nas 185 escolas da rede federal de educação profissional, que oferecem cursos de nível médio e superior.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zona leste, os extremos da educação em SP]]></title>
<link>http://alfabetizacao.wordpress.com/?p=30</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 18:24:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye29</dc:creator>
<guid>http://alfabetizacao.wordpress.com/?p=30</guid>
<description><![CDATA[


O desempenho em leitura e matemática dos alunos das escolas municipais de ensino fundamental (Em]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-31 aligncenter" src="http://alfabetizacao.wordpress.com/files/2008/07/imagem1234.jpg" alt="" width="340" height="192" /></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O desempenho em leitura e matemática dos alunos das escolas municipais de ensino fundamental (Emefs) em São Paulo varia de acordo com o bairro. Na Zona Leste encontram-se os extremos. Os colégios da Penha e de Itaquera estão entre as cinco regiões com as maiores médias na Prova São Paulo (exame aplicado pela primeira vez em novembro para alunos de 2ª, 4ª, 6ª e 8ª séries). Já em Guaianases, na mesma região, se encontram as escolas com os piores desempenhos. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
Os dados fazem parte do ranking, obtido pela reportagem, que traz as médias das escolas das 13 regiões da capital paulista. As escalas da prova variam de acordo com a série.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
A média das unidades da Penha em matemática na 8ª série, por exemplo, foi a mais alta da cidade: 258,3 (numa escala de 0 a 375). Guaianases foi a região que registrou a média mais baixa: 241,3. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
Além da Penha, os alunos das Emefs de Itaquera (zona leste), Ipiranga (zona sul) e Jaçanã-Tremembé (zona norte) lideraram a lista com os melhores desempenhos. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
A especialista em políticas públicas da Educação da PUC-SP, Maria Angela Barbato Carneiro explica alguns motivos que proporcionam as diferenças entre as regiões. "Em geral, quanto mais se aproximam do centro, melhores são as escolas porque fatores como falta de segurança e de infra-estrutura geram maior rotatividade de professor", diz.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
Para ela, os professores não podem ser responsabilizados. "A culpa não é do professor. Ele precisa ter incentivos para se fixar nessas escolas nas regiões mais distantes, ter melhor salário e salas de aula com boa infra-estrutura."</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
A especialista em alfabetização da USP, Silvia Colello, também ressalta que o nível cultural dos pais tem impacto direto na aprendizagem das crianças. "A educação vai além da escola. É preciso analisar o antes, durante e depois das aulas", afirma. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
<strong>DESAFIOS NA PERIFERIA</strong> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
Segundo Romildo Rodrigues, conselheiro do Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem), que dá aula em Guaianases, há dois motivos que levaram os colégios da região a terem os piores desempenhos na Prova São Paulo: a questão socioeconômica e a reorganização realizada recentemente nas escolas para atender a demanda. "Itaquera e Penha ficam na zona leste, mas têm condição socioeconômica mais elevada. Não é dizer que alunos de regiões mais pobres não aprendem, mas o acesso a oportunidades como livros e viagens dá mais repertório para a criança", afirma.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
Ele cita que as escolas da região tiveram de improvisar espaços para atender a alta demanda. "Tem escola que teve de fazer quatro intervalos porque todos os alunos não cabem no pátio de uma só vez". A Diretoria Regional de Guaianases, órgão ligado a Prefeitura, não quis se manifestar.</p>
<p>Já a representante da Diretoria Regional de Ensino Campo Limpo, zona sul, que também ficou entre as regiões com pior desempenho, concedeu entrevista. "Mesmo não estando entre os melhores, nossos colégios estão no caminho certo, o trabalho é reconhecido pela comunidade e damos ênfase à formação de professores", disse Sandra Lacerda, diretora da divisão técnico-pedagógica da região.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"></p>
<p><strong>DESEMPENHO</strong></p>
<p>A Secretaria Municipal de Educação informou ser contra a política de classificação de desempenho na Prova São Paulo e por isso não divulga a lista com as notas da rede por escolas ou por região. A reportagem solicitou entrevista com o secretário Alexandre Schneider, mas não obteve retorno.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:&#34;">Não deixe de ver:</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:&#34;"><a href="http://alfabetizacao.wordpress.com/2008/06/27/secretaria-de-sp-chama-professores-substitutos-sindicato-pede-mandado-de-seguranca/" target="_blank">Secretária de SP chama professores substitutos; sindicato pede mandado de segurança.</a></span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:&#34;"><a href="http://alfabetizacao.wordpress.com/2008/06/13/educacao-melhora-mas-nivel-continua-baixo-no-brasil-mostra-ideb/" target="_blank">Educação melhora, mas nível continua baixo no Brasil, mostra Ideb.</a></span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zona leste, os extremos da educação em SP.]]></title>
<link>http://educacaoinfantil.wordpress.com/?p=71</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 18:02:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye24</dc:creator>
<guid>http://educacaoinfantil.wordpress.com/?p=71</guid>
<description><![CDATA[


O desempenho em leitura e matemática dos alunos das escolas municipais de ensino fundamental (Em]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-72 aligncenter" src="http://educacaoinfantil.wordpress.com/files/2008/07/imagem1234.jpg" alt="" width="340" height="192" /></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;">O desempenho em leitura e matemática dos alunos das escolas municipais de ensino fundamental (Emefs) em São Paulo varia de acordo com o bairro. Na Zona Leste encontram-se os extremos. Os colégios da Penha e de Itaquera estão entre as cinco regiões com as maiores médias na Prova São Paulo (exame aplicado pela primeira vez em novembro para alunos de 2ª, 4ª, 6ª e 8ª séries). Já em Guaianases, na mesma região, se encontram as escolas com os piores desempenhos. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
Os dados fazem parte do ranking, obtido pela reportagem, que traz as médias das escolas das 13 regiões da capital paulista. As escalas da prova variam de acordo com a série.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
A média das unidades da Penha em matemática na 8ª série, por exemplo, foi a mais alta da cidade: 258,3 (numa escala de 0 a 375). Guaianases foi a região que registrou a média mais baixa: 241,3. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
Além da Penha, os alunos das Emefs de Itaquera (zona leste), Ipiranga (zona sul) e Jaçanã-Tremembé (zona norte) lideraram a lista com os melhores desempenhos. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
A especialista em políticas públicas da Educação da PUC-SP, Maria Angela Barbato Carneiro explica alguns motivos que proporcionam as diferenças entre as regiões. "Em geral, quanto mais se aproximam do centro, melhores são as escolas porque fatores como falta de segurança e de infra-estrutura geram maior rotatividade de professor", diz.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
Para ela, os professores não podem ser responsabilizados. "A culpa não é do professor. Ele precisa ter incentivos para se fixar nessas escolas nas regiões mais distantes, ter melhor salário e salas de aula com boa infra-estrutura."</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
A especialista em alfabetização da USP, Silvia Colello, também ressalta que o nível cultural dos pais tem impacto direto na aprendizagem das crianças. "A educação vai além da escola. É preciso analisar o antes, durante e depois das aulas", afirma. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
<strong>DESAFIOS NA PERIFERIA</strong> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
Segundo Romildo Rodrigues, conselheiro do Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem), que dá aula em Guaianases, há dois motivos que levaram os colégios da região a terem os piores desempenhos na Prova São Paulo: a questão socioeconômica e a reorganização realizada recentemente nas escolas para atender a demanda. "Itaquera e Penha ficam na zona leste, mas têm condição socioeconômica mais elevada. Não é dizer que alunos de regiões mais pobres não aprendem, mas o acesso a oportunidades como livros e viagens dá mais repertório para a criança", afirma.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"><br />
Ele cita que as escolas da região tiveram de improvisar espaços para atender a alta demanda. "Tem escola que teve de fazer quatro intervalos porque todos os alunos não cabem no pátio de uma só vez". A Diretoria Regional de Guaianases, órgão ligado a Prefeitura, não quis se manifestar.</p>
<p>Já a representante da Diretoria Regional de Ensino Campo Limpo, zona sul, que também ficou entre as regiões com pior desempenho, concedeu entrevista. "Mesmo não estando entre os melhores, nossos colégios estão no caminho certo, o trabalho é reconhecido pela comunidade e damos ênfase à formação de professores", disse Sandra Lacerda, diretora da divisão técnico-pedagógica da região.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:&#34;"></p>
<p><strong>DESEMPENHO</strong></p>
<p>A Secretaria Municipal de Educação informou ser contra a política de classificação de desempenho na Prova São Paulo e por isso não divulga a lista com as notas da rede por escolas ou por região. A reportagem solicitou entrevista com o secretário Alexandre Schneider, mas não obteve retorno.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:&#34;">Não deixe de ver:</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:&#34;color:#365f91;"><a href="http://educacaoinfantil.wordpress.com/2008/06/27/secretaria-de-sp-chama-professores-substitutos-sindicato-pede-mandado-de-seguranca/" target="_blank">Secretária de SP chama professores substitutos; sindicato pede mandado de segurança.</a></span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:&#34;color:#365f91;"><a href="http://educacaoinfantil.wordpress.com/2008/06/17/cervejaria-patrocina-festa-junina-do-colegio-santa-cruz-em-sp/" target="_blank">Cervejaria patrocina festa junina no Colégio Santa Cruz, em São Paulo.</a></span></strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um tapinha não dói em quem se acostumou com a dor]]></title>
<link>http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/2008/06/28/um-tapinha-nao-doi-em-quem-se-acostumou-com-a-dor/</link>
<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 18:28:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>lrochael2008</dc:creator>
<guid>http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/2008/06/28/um-tapinha-nao-doi-em-quem-se-acostumou-com-a-dor/</guid>
<description><![CDATA[Por Maria Helena Masquetti*
Amor próprio e consumismo dificilmente combinam. Quem sabe o que é mel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Por Maria Helena Masquetti*</p>
<p>Amor próprio e consumismo dificilmente combinam. Quem sabe o que é melhor para si não espera que lhe digam o que desejar. Já, quem consome por impulso, aceita que outros lhe imponham um desejo não genuinamente seu. Essa imposição acontece quando a pessoa é induzida, desde cedo, a abrir mão do próprio desejo a fim de atender o de outro. Porém, por mais que os pais se limitem a desejar que os filhos expressem suas próprias capacidades, dividem hoje a educação dos pequenos com uma outra autoridade: a comunicação mercadológica, cujo objetivo é impor o desejo consumista principalmente nas mentes mais jovens. Sob pena de se sentirem excluídos de seu meio social, crianças e adolescentes são induzidos a consumir produtos, serviços e idéias prontas. “Só falta você”, “Não fique fora dessa”, ”Todo mundo está usando”. Convocações como essas têm como endereço certo a necessidade natural das crianças em pertencer a um grupo. Tentando acalmar esta aflição infantil, muitos pais também se confundem frente ao bombardeio midiático.</p>
<p>Como nos clichês dos filmes sobre vampiros, em que a vítima constata que todos os familiares foram igualmente mordidos, os pais se deparam em todos os canais da mídia com a mesma legitimação do absurdo. Temendo se sentirem ultrapassados, passam a duvidar da importância de sua firmeza na educação dos filhos. Para a comunicação mercadológica, meta alcançada. Filmes, novelas, programas de auditório e até os noticiários, nada escapa ao contágio da febre consumista. Nada, incluindo a música. “Um tapinha não dói”, “Dança do créu”, “Tapa na cara” e outras produções do chamado gênero funk encabeçam a lista de músicas vazias de respeito e carregadas de desprezo e violência, principalmente contra as mulheres.</p>
<p>Há poucos dias, uma decisão judicial reconheceu a ofensa explícita em “Um tapinha não dói”. Ao todo, foram sete anos de espera pelo veredicto. Apesar da demora, tanto o acatamento da denúncia como a respectiva multa de quinhentos mil reais aplicada aos autores, significam que ainda temos chances de reverter esta penetração nefasta da comunicação mercadológica em nossas vidas. E significam também que não basta uma mensagem repercutir na mídia para ser boa. Os pais precisam acreditar no que sabem e proteger os filhos. Quando uma menina se põe a dançar e a repetir um refrão desse tipo, mostra o quanto a humilhação e a violência estão sendo banalizadas dentro dela, enquanto os autores da afronta embolsam fortunas por milhões de CDs vendidos. É difícil conter a pergunta: “Quem está orientando essa garota?” Embora não vejamos seu rosto, sabemos que esta doutrina desequilibrada provém de uma indústria de entretenimento que há muito vem atropelando a ética, deturpando a educação e aviltando a infância.</p>
<p>Sob a orientação perversa da ganância comercial, crianças e adolescentes entram na dança frenética do “E daí, o que é quem tem?”. E ao som de refrões repulsivos, aprendem sobre sua sexualidade literalmente no tapa. Fossem tais palavras de ordem dirigidas apenas a adultos – com juízo crítico formado – os danos talvez seriam menores. Mas não é de hoje que as crianças estão sendo abordadas como adultos para benefício das vendas. Há mais de duas décadas, Neil Postman já alertava: “O novo ambiente midiático que está surgindo fornece a todos, simultaneamente, a mesma informação. Dadas as condições que acabo de descrever, a mídia eletrônica acha impossível reter quaisquer segredos. Sem segredos, evidentemente, não pode haver uma coisa como infância”.</p>
<p>Na busca da felicidade inalcançável, sempre tão perto dos olhos e distante da realidade de cada um, as pessoas tendem a consumir mais e mais. Sendo assim, que importa aos loucos por lucro que as crianças e os adolescentes se encaminhem para relacionamentos perversos; para a gravidez precoce ou para a degradação de seus sonhos? Se não importa a eles, deve importar à sociedade. A natureza nada entende de subterfúgios para a obtenção do prazer, muito menos de ataques explícitos à feminilidade. Sua especialidade é o equilíbrio e a temperança. Para tanto, ela determinou que, no período entre a segunda infância e a adolescência, ocultaria das crianças os impulsos de ordem sexual que elas ainda não podem compreender nem administrar, devido à sua imaturidade física e mental.</p>
<p>Esse período, ao qual a psicanálise chamou de Latência, é um tempo providencial por permitir às crianças o alcance da maturidade genital e a construção das barreiras psíquicas necessárias ao controle dos impulsos. Enquanto isso, elas brincam, criam e canalizam a produção da energia ligada ao interesse sexual para sua socialização e aprendizagem. Freud explicou isso também: “As influências externas da sedução são capazes de provocar interrupções do período de Latência ou mesmo sua cessação e, neste sentido, o instinto sexual das crianças se revela, na verdade, perverso e polimorfo; parece, além do mais, que qualquer atividade sexual prematura desta ordem diminui a educabilidade da criança”. Se adultos conscientes incluem em sua relação sexual a violência e a humilhação, provém da história de cada um. Deixemos, portanto, às crianças o direito de desenvolverem em paz sua sexualidade com a perspectiva de não machucarem nem a si nem a ninguém.</p>
<p>"A idéia surgiu num dia em que dei um `tapinha corretivo’ em minha filha e ela retrucou: `Pai, um tapinha não dói’”, eis a explicação do autor aos jornais. “Sua boca vou beijar, tô visando tua bundinha, maluquinho prá apertar”, eis um trecho da música. Difícil saber o que dói mais ouvir. É preciso distinguir liberdade de expressão de liberdade para ofender ou para abusar da imaturidade de crianças e adolescentes, roubando-lhes a infância e a dignidade. Primitivos todos fomos um dia, mas para que, afinal, lutamos para evoluir? A viabilidade da vida em comunidade depende do acordo mútuo que estabelecemos, em algum lugar do nosso passado, para controlar nossos impulsos. Quem já participou de uma reunião de condomínio sabe por que elas geralmente não são tão confortáveis. Uma coisa é um morador achar prazeroso pular de tênis na piscina, outra é os demais concordarem. Estabelecer regras de convivência não é fácil, no entanto é imprescindível.</p>
<p>De todas as formas de comunicação, a música é a expressão cultural que mais conservou sua dignidade. Pelo menos até levar esses tapas na cara. Era o código para denunciar arbitrariedades, expor paixões e, menos do que machucar, ela tentava lamber nossas feridas. O deboche e a inversão dos valores ficavam por conta das marchinhas de carnaval que, mesmo assim, por se enquadrarem em tal contexto de folia passageira, confessavam sua obediência aos limites éticos e morais. Carinho é gostoso, tapa é ruim. De quantas pesquisas necessitamos para ter certeza disso? Lembrando Belchior em uma outra música, dessas que não doem nada, mas ajudam a pensar melhor, não precisamos que nos digam de que lado nasce o sol porque bate lá nosso coração e a esperança de um futuro melhor para nossas crianças.</p>
<p><em><br />
*Maria Helena Masquetti é psicóloga do Projeto Criança e Consumo, do Instituto Alana. Este artigo foi publicado no Le Monde diplomatique Brasil on-line, em 28/5/2008.</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reflexão Crítica sobre as Virtudes da Educadora ou do Educador]]></title>
<link>http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/?p=16</link>
<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 17:44:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>lrochael2008</dc:creator>
<guid>http://psicologiaeeducacao.wordpress.com/?p=16</guid>
<description><![CDATA[Texto de Paulo Freire.
Estas virtudes não podem ser vistas como algo com o qual um presente que rec]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Texto de Paulo Freire.</em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Estas virtudes não podem ser vistas como algo com o qual um presente que recebe, mas como uma forma de ser, de encarar, de comportar-se, de compreender, tudo o qual se cria através da prática, em busca da transformação da sociedade.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Não são qualidades abstratas, que existem antes que nós, senão que se criam conosco (e não individualmente).</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">As virtudes das quais vou falar não são virtudes de qualquer educador, mas daquelas que estão comprometidos com a transformação da sociedade injusta, para criar uma sociedade menos injusta.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<h1 style="text-align:justify;"><span> </span>DISCURSO E PRÁTICA</h1>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:18pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span>1.<span> </span></span></strong><!--[endif]--><strong>Ser coerente entre o que diz o que se faz</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong></strong>A primeira virtude ou qualidade que eu gostaria de ressaltar, é a virtude da coerência. A coerência entre o discurso que se fala e anuncia a opção, e a prática que deveria estar confirmado o discurso.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Esta virtude enfatiza a necessidade de diminuir a distância entre o discurso do candidato e a prática.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Isto não é fácil de atingir.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Quando me refiro a esta virtude, no mais alto nível da luta política, eu digo que tem que diminuir a distância entre o discurso do candidato e a prática do que resulta elegido, de tal maneira que em algum momento a prática seja discurso seja prática.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Obviamente que nesta tentativa d coerência, é necessário assinalar<span> </span>em primeiro lugar, que não é possível alcançar a coerência absoluta e que, em segundo lugar isto seria um fastídio.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Imaginem vocês que a gente vivesse de tal maneira a coerência, que não tivesse a possibilidade de compreender o que é coerente, porque só se é coerente! Então não se sabe o que é.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Se necessita ser incoerente para se transformar em coerente.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Há, porém, um mínimo tolerado para a incoerência. Eu não posso proclamar minha opção por uma sociedade justa participativa, e ao mesmo tempo, rejeitar um aluno que tem uma visão crítica de mim como professor.</p>
<h1 style="text-align:justify;">PALAVRA E SILÊNCIO<strong> </strong></h1>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:18pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span>2.<span> </span></span></strong><!--[endif]--><strong>Saber manejar a tensão entre a palavra e o silêncio</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Outra virtude que emerge da experiência responsável é a virtude de aprender a lidar com a tensão entre a palavra e o silêncio. Esta é uma grande virtude que os educadores temos que criar entre nós.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O que quero dizer com isto?</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Trata-se de trabalhar essa tensão permanente que se cria entre a palavra do educador e o silêncio do educando, entre a palavra dos educadores e o silêncio do educador.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Se nós, com educadores, não resolvemos bem esta tensão, pode ser que a nossa palavra termine por sugerir o silêncio permanente dos educadores.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Se não sei escutar e não dou o testemunho aos educandos da palavra verdadeira através de minha exposição à palavra deles, termino discursando “para” eles. Falar e discursar “para” termina em sempre em falar “sobre”, que necessariamente significa “contra”.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Viver apaixonadamente a palavra e o silêncio significa falar “com” os educadores para que também eles falem “com” a gente.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Os educandos têm que se assumirem também como sujeitos do discurso, e não como repetidores do discurso ou da palavra do professor.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Viver esta experiência da tensão entre a palavra e o silêncio não é fácil. Requer muito de nós.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Tem que se aprender algumas questões básicas como estas, por exemplo: não exemplo pergunta boba, como não existe resposta definitiva.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A necessidade de perguntar é a parte da natureza do homem. A ordem animal foi dominando o mundo e se fazendo homem sobre a base de perguntar e perguntar-se.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>E preciso que o educador testemunhe nos educandos o gosto pela pergunta e o respeito À pergunta.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A pergunta é fundamental, enlaçada na prática.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Às vezes, por exemplo, o educador percebe em uma classe que os alunos não querem correr o risco de perguntar, justamente porque às vezes temem seus próprios colegas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Eu não tenho dúvida em dizer que, às vezes, quando os colegas se burlam de uma pergunta, o fazem como uma forma de escaparem-se da situação dramática de não poder perguntar, de não poder afirmar uma pergunta.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Às vezes o próprio professor, frente à pergunta que não vem bem organizada, desenha um sorriso, dessas que todo mundo sabe que significam por sua maneira especial de sorrir.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span>Não é possível este modo se comportar porque conduz ao silêncio. E uma de castrar a curiosidade, sem a qual não há criatividade. È preciso desenvolver uma pedagogia de perguntar, porque o que sempre estamos escutando é uma pedagogia da contestação, da resposta.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Da maneira geral, os professores contestam perguntas que os alunos não têm feito.</p>
<h1 style="text-align:justify;">SUBJETIVIDADE E OBJETIVIDADE</h1>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:18pt;text-align:justify;text-indent:-18pt;"><!--[if !supportLists]--><strong><span>3.<span> </span></span></strong><!--[endif]--><strong>Trabalhar criticamente a tensão entre a subjetividade e a objetividade</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Outra virtude è a de trabalhar em forma crítica a tensão entre subjetividade e objetividade, entre consciência e mundo, entre ser social e consciência.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">E difícil esta tensão porque nenhum de nós escapa à tentação de diminuir a objetividade e reduzi-la ao poder da subjetividade todo-poderosa. Então se diz que a subjetividade arbitrariamente cria o concreto, cria a objetividade.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Não se pode transformar o mundo, sem transformar as consciências das pessoas, esse é um dos mitos em que milhares de pessoas têm caído. Primeiro transforma-se o coração das pessoas e, quando se tem uma humanidade bela, cheia de seres angelicais, então, esta humanidade faz uma revolução que é divina também...Isto simplesmente não existe, jamais existiu.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A subjetividade muda no processo de mudança da objetividade.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Eu me transformo ao transformar. Eu sou feito pela história ao fazê-la.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Outro erro que está nesta tensão é o de reduzir a subjetividade a um puro reflexo da objetividade. Então, esta ingenuidade assume que só deve-se transformar a objetividade para que, no dia seguinte, mude a subjetividade.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Não é assim porque os processos são dialéticos, contraditórios, processuais.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Quando eu lhes digo que é fácil que agente ande pelas ruas da história sem sofrer alguma destas duas tentações e andei caindo um pouco para o lado da subjetividade.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Lembro, por exemplo, que na ”Educação como Prática da Liberdade” tive alguns momentos que anunciavam que tinha sido picado pelo subjetivismo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Quando leio a palavra “conscientização” – palavra que nunca mais usei desde1972, a impressão que tenho é que o processo de aprofundamento de tomada de consciência aparecia em certos momentos da minha prática como algo subjetivo.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Me auto critiquei quando vi que parecia que eu pensava que a percepção crítica da realidade já significa sua transformação. Isto é idealismo. Superei essas fases, esses momentos, essas travessias pelas ruas da história em que fui picado pelo psicologismo ou pelo subjetivismo.</p>
<h1 style="text-align:justify;">AQUI E LÁ</h1>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>4. Diferenciar o aqui e o agora do educador, do aqui e o agora do educando</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Outra virtude do educador e da educadora é não só compreender, mas viver a tensão entre o aqui e o agora do educador e o aqui e o agora do educador e o aqui e o agora dos educandos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Porque na medida em que eu compreendo a relação entre “o meu aqui” e o “aqui” dos educandos é que começo a descobrir que o meu aqui é o lá dos educandos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Não existe lá sem aqui, o que é obvio. Só reconheço que existe um aqui porque há algo diferente que é o lá.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Somente é possível conhecer um aqui porque existe um contrário.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Se eu estou numa rua, existem só três posições possíveis: no meio, em um lado ou no outro. As demais são aproximações a estas três posições básicas. Se eu estou do lado daqui e quero ir do outro lado devo atravessar a rua.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">É por esta razão que ninguém chega lá partindo de lá. Isto é algo que nós políticos – educadores e educadores- políticos nos esquecemos, é dizer respeitar a compreensão do aluno, da sociedade, da sabedoria popular, do sentido comum que têm os educandos.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Então pretendemos partir do nosso aqui.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Eu não estou dizendo que os educadores devem ficar permanentemente no nível do saber popular. Há uma diferença muito grande entre ficar e partir.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Eu falo de partir do nível em que o povo se encontra, porque alcançar o lá passa pelo aqui.</p>
<h1 style="text-align:justify;">“ESPONTANEÍSMO” E MANIPULAÇÃO</h1>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>5. Evitar o “espontaneísmo” sem cair na manipulação</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Existe outra virtude que é evitar cair em práticas “espontaneístas” sem cair em posturas manipuladoras.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Isto não é assim. O contrário destas duas posições é o que eu chamo uma aposição radicalmente democrática.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A esta altura quero dizer que não se deve temer pronunciar a palavra democracia. Porque existem muitas pessoas que, ao escutar essa palavra, a associam com a sociedade com social-democracia e, imediatamente, com reformismo.</p>
<h1 style="text-align:justify;">TEORIA E PRÁTICA</h1>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>6. Vincular teoria e prática</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Outra virtude é a de viver intensamente a relação profunda e a teoria, não como superposição, mas como unidade contraditória. De tal maneira que a prática não possa prescindir da teoria.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">É preciso pensar a prática para, teoricamente, poder melhorar a prática.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Fazer isto demanda uma enorme seriedade, uma grande rigorosidade (e não superficialidade). Exige estudo, criação de uma disciplina séria.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Pensar que tudo o que é teórico é ruim, é algo absurdo, é absolutamente falso. Há que lutar contra esta afirmação. Não se deve negar o papel fundamental da teoria.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Porém, a teoria deixa de ter qualquer repercussão se não uma prática que motive a teoria.</p>
<h1 style="text-align:justify;">PACIÊNCIA E IMPACIÊNCIA</h1>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>7. Praticar uma paciência impaciente</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Outra virtude é a de aprender a experimentar a relação tensa entre a impaciência, de tal maneira que jamais se rompa a relação entre as duas posturas.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Se uma enfatiza a paciência, cai no discurso tradicional que diz: “Tenha paciência meu filho, porque teu será o reino dos céus”. O reino deve ser feito aqui mesmo, com uma impaciência fantástica.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Se nós rompemos a relação entre paciência e impaciência, deixando-nos ganhar pela impaciência, caímos no ativismo. O ativismo esquece que a história existe, não tem nada a ver com a realidade, pois está fora dela.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<h1 style="text-align:justify;">TEXTO E CONTEXTO</h1>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong>8. Ler o texto a partir da leitura do contexto</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Finalmente, eu diria que tudo isto tem a ver com a relação entre a leitura do texto e a leitura do contexto.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Esta é uma das virtudes que deveríamos viver para testemunhar aos <span style="text-decoration:underline;">educandos</span>, qualquer que seja seu grau de instrução-universitário, básico ou de educação popular-, a experiência indispensável de ler a realidade sem ler as palavras. Para que inclusive possam entender as palavras.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Toda leitura de texto pressupõe uma rigorosa leitura do contexto.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Método Lady Rasta de educar crianças - vol. 1]]></title>
<link>http://ladyrasta.wordpress.com/?p=172</link>
<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 22:21:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lady Rasta</dc:creator>
<guid>http://ladyrasta.wordpress.com/?p=172</guid>
<description><![CDATA[Outro dia, comentando um post lá no Caixa de Pandora, lembrei de como meu pai me fez &#8220;pegar o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia, comentando um post lá no <a href="http://blogdamomarch.wordpress.com/">Caixa de Pandora</a>, lembrei de como meu pai me fez "pegar o gosto" pela leitura: ele pegou os livros do Monteiro Lobato, e ia lendo pra mim, "fazendo" as vozes das personagens (já repararam que ninguém mais trata "personagem" no feminino? é uma das regras que parece estar saindo de moda ); a  Emília tinha uma vozinha de taquara rachada engraçada, a Tia Nastácia falava meio errado, e por aí vai. Eu fiz a mesma coisa com o meu filho, e contei isso <a href="http://blogdamomarch.wordpress.com/2008/06/11/ler-mais-escrever-melhor/">comentando o post. </a>Só  depois me lembrei de uma coisa: eu fiz isso com ele para fazê-lo gostar de Monteiro Lobato, especificamente falando - porque para fazer ele ler livros eu usei um ouuuuutro método...Vamos lá:</p>
<p>Em um determinado aniversário (o de 7 ou 8 anos, eu acho) ele ganhou em DVD o primeiro filme do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Harry_Potter">Harry Potter</a>. Viu o filme e adorou. Aí a bruxa malvada aqui teve uma idéia brilhante, típica dos planos "xis-alfa-bê-quatro" do Cebolinha para derrotar a Mônica: falei pra ele que se ele lesse o segundo livro, eu compraria o DVD do segundo filme.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.adorocinema.com.br/filmes/harry-potter-2/harry-potter-2-poster02.jpg" alt="" width="270" height="400" /></p>
<p>Bom, vcs devem estar se perguntando: mas caramba, ele não era muito pequenininho pra ler um livro assim tããão grande? Bom, e eu respondo: ele era sim, pequenininho. Já lia há algum tempo (ele leu mais cedo, com uns 4 anos), mas tinha dificuldade em memorizar o que tinha lido. Era uma tarefa difícil mesmo. Só que eu acho que tamanho de livro não importa, vc lê palavra por palavra certo? Qual a diferença entre ler 150 livros "finos" e 1 "grosso"? . Pra mim, não tem nenhuma.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://ladyrasta.files.wordpress.com/2008/06/reading_is_cool_by_gulril.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-179" src="http://ladyrasta.wordpress.com/files/2008/06/reading_is_cool_by_gulril.jpg?w=130" alt="" width="217" height="249" /></a></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://andreaa.deviantart.com/art/Team-7-Reading-31567342" alt="" /></p>
<p>No começo eu lia com ele, e é verdade, ele não conseguia mesmo apreender o que tinha lido, e esquecia, ficava meio puto, mas eu não ligava, afinal aquilo não era "pra nota" certo? Ia lembrando ele, era uma brincadeira. Depois do segundo, terceiro capítulo, ele começou a entender e começou a curtir. E se antes ele lia 1, 2 páginas, começou a aumentar, ler 5, 10, 15...No ritmo dele. E a gente lia todo dia, mas não era um tempão, eu determinava uns minutos pra leitura só pra criar o hábito - mas ele lia o Harry Potter se quisesse, havia outros livros para ler, "mais finos".</p>
<p>Quando ele estava na primeira 4a parte do livro, eu disse: quando vc chegar na metade do livro, eu compro o DVD e deixo vc ver metade do filme;  e quando vc terminar o livro, eu compro o videogame... hehehe...</p>
<p>Antes que vcs me perguntem eu já respondo: sim, eu sou uma bruxa (muito) má e tive coragem de fazer essa maldade com o meu próprio filho: dei "stop" na metade do filme e pronto...Afinal, combinado não é caro, certo?</p>
<p>Lembro que ele me ligou no escritório um dia, antes de ir pra escola e disse:</p>
<p>"-Mã, só pra falar que eu já terminei o livro viu?</p>
<p>Quando ele chegou da escola, claro, o vídeogame estava em cima da cama esperando por ele...e nesse dia eu liberei o horário de jogar videogame, afinal, cada idade tem o seu "porre comemorativo"...Viram como eu sou flexível?</p>
<p>P.S. Ele terminou  a saga do Harry Potter lendo os livros no original. Mas o que eu fiz pra conseguir isso conto outro dia - fica para um dos próximos capítulos do "Método Lady Rasta de educar crianças"...</p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff6600;"><strong>****</strong></span></p>
<p style="text-align:left;">A ilustração do menino lendo chama <a href="http://gulril.deviantart.com/art/Reading-is-cool-15695317">"reading is cool", de gul ril</a>, que eu vi no Devianart.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Curso Normal Superior - Educação Infantil]]></title>
<link>http://germinai.wordpress.com/?p=323</link>
<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 19:57:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Antonio Küller</dc:creator>
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<description><![CDATA[ 
O excerto de projeto de Curso Normal Superior - Educação Infantil, apresentado a seguir, faz pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="TNormal"> </p>
<p class="Captulo" style="text-align:justify;margin:12pt 0;"><span style="color:#000000;">O excerto de projeto de Curso Normal Superior - Educação Infantil, apresentado a seguir, faz parte de um Projeto Institucional de Instituto Superior de Educação (ISE) não implementado, por questões estranhas ao projeto técnico. A <strong>Germinal </strong>foi responsável pela redação do projeto. Seu desenho surgiu em resposta a uma norma que  implicaria em uma transformação radical no modo de formar novos professores. Mas isso não se deu. A norma foi contornada. O recuo normativo tornou a opção pelos Institutos Superiores de Educação menos atrativa<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:x-small;">. </span></span></span></p>
<p class="TNormal"> </p>
[caption id="" align="alignleft" width="320" caption="www.animalnewsblog.blogspot.com"]<a href="http://bp1.blogger.com/_BYXZCK94yjQ/RvLWbg7bnSI/AAAAAAAAAJY/oYsKhr2GuWg/s320/golfinho.jpg"><img src="http://bp1.blogger.com/_BYXZCK94yjQ/RvLWbg7bnSI/AAAAAAAAAJY/oYsKhr2GuWg/s320/golfinho.jpg" alt="www.animalnewsblog.blogspot.com" width="320" height="213" /></a>[/caption]
<p class="TNormal">O atendimento de crianças de 0 a 6 anos em estabelecimentos públicos e privados tem uma história de 150 anos no Brasil. O crescimento do atendimento é expressivo a partir da década de 60. Na faixa de 0 a 3 anos, com um marco histórico de forte viés assistencialista, o atendimento foi-se concentrando em estabelecimentos denominados creches, que sempre tiveram uma acentuada tendência de priorizar o cuidado e a guarda das crianças em detrimento de uma proposta educativa mais sistemática. O atendimento institucional da criança de 3 a 6 anos, por outro lado, foi-se concentrando preferencialmente na pré-escola, mais demandada pelas classes média e alta, com visíveis tendências de antecipação da escolaridade.<span> </span></p>
<p class="TNormal"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">A educação infantil, em creches e pré-escolas, no Brasil, passa a ser direito da criança e dever do estado a partir da constituição de 1988</span><a name="_ftnref1" href="http://germinai.wordpress.com/wp-admin/#_ftn1"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:12pt;">[1]</span></span></span></span></a><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">. O reconhecimento legal da necessidade de ações institucionais e escolares para a educação infantil deriva de um conjunto de razões. São cada vez freqüentes as evidências científicas da importância do período de 0 a 6 anos na constituição de uma base psicofísica fundamental para o desenvolvimento da escolaridade posterior. O crescente ingresso da mulher na força de trabalho e as transformações na organização e na estrutura das famílias requerem alternativas à educação infantil que antes era proporcionada exclusivamente no lar. As mudanças urbanas destruíram importantes espaços de convivência infantil que existiam no passado. As rápidas mudanças tecnológicas da sociedade contemporânea criam necessidades educacionais cada vez mais complexas, dificultado o seu atendimento exclusivamente no seio da família.</span></span></span></span></p>
<p class="TNormal"><span style="font-size:small;"><span style="font-size:small;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Seguindo a Constituição de 1988, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional</span><a name="_ftnref2" href="http://germinai.wordpress.com/wp-admin/#_ftn2"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:12pt;">[2]</span></span></span></span></a><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> (Lei 9394/96) estabelece, pela primeira vez da história da educação do Brasil, que a Educação Infantil de 0 aos 6 anos é a primeira etapa da Educação Básica e a ela se integra. Decorrentes da LDB, as Diretrizes Curriculares da Educação Infantil regulam a elaboração das propostas pedagógicas das creches e pré-escolas no atendimento educacional das crianças de 0 a 6 anos</span><a name="_ftnref3" href="http://germinai.wordpress.com/wp-admin/#_ftn3"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:12pt;">[3]</span></span></span></span></a><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">. </span></span></span></p>
<p class="TNormal"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Devido ao escasso histórico de regulação institucional de creches e pré-escolas, foi necessário ainda o Parecer CEB 04/00 de 16 de fevereiro de 2000, definindo as Diretrizes Operacionais para a Educação Infantil. As Diretrizes Operacionais regulam a inserção das creches e pré-escolas nos sistemas de ensino, integrando-as preferencialmente nos sistemas municipais de ensino. O Parecer regula também a formação de professores e outros profissionais para o trabalho nas instituições de Educação Infantil. Ao fazê-lo, afirma:</span></p>
<p class="TNormal"> </p>
<p class="CitaoLei" style="padding-left:120px;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><em>"Todas as instituições de educação infantil, qualquer que seja sua caracterização, terão o prazo até 2007 para ter todos o seus professores com <span style="text-decoration:underline;">pelo menos, o curso normal de nível médio</span>. Dentro do mesmo prazo, será também exigida a escolaridade de ensino médio, admitindo-se como mínimo o ensino fundamental, para outros profissionais</em></span><a name="_ftnref4" href="http://germinai.wordpress.com/wp-admin/#_ftn4"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><strong><span style="font-size:11pt;"><em>[4]</em></span></strong></span></span></span></a><em><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">." </span></em></p>
<p class="CitaoLei" style="padding-left:120px;"><em></em></p>
<p class="CitaoLei" style="padding-left:120px;"><em></em></p>
<p class="TNormal"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O Parecer parece incidir em erro não intencional</span><a name="_ftnref5" href="http://germinai.wordpress.com/wp-admin/#_ftn5"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:12pt;">[5]</span></span></span></span></a><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">. Ele mesmo fixa uma data, certamente relacionada à Década da Educação prevista no artigo 87 das Disposições Transitórias da LDB, que diz:</span></p>
<p class="TNormal"> </p>
<p class="CitaoLei" style="padding-left:120px;"><em><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">§ 4º. Até o fim da Década da Educação somente serão admitidos professores habilitados em nível superior ou formados por treinamento em serviço.</span><span style="font-family:Arial;"><span>           </span></span></span></em></p>
<p class="CitaoLei" style="padding-left:120px;"><em></em></p>
<p class="CitaoLei" style="padding-left:120px;"><em></em></p>
<p class="TNormal"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Assim, até 2007, tendo em vista o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, só serão admitidos professores de Educação Infantil com formação superior, no caso, em Cursos Normais Superiores. Em função da determinação legal, o levantamento diagnóstico elaborado para fundamentar a proposta do Instituto Superior de Educação (ISE) - prevê a necessidade de elevação ao nível superior de 30.000 professores que já atuam na Educação Infantil, na cidade de São Paulo, até 2007.</span></p>
<p class="TNormal"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Ainda na tentativa de dimensionar as necessidades quantitativas de formação de professores para a Educação Infantil, é interessante notar a afirmação contida no diagnóstico da Educação Infantil feita no Plano Nacional de Educação:</span></p>
<p class="TNormal"> </p>
<p class="CitaoLei" style="padding-left:60px;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><em></em></span></p>
<p class="CitaoLei" style="padding-left:60px;"> </p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><em></em></p>
<p></span></p>
<p class="CitaoLei" style="padding-left:60px;"> </p>
<p><em><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">." </span></em></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p class="CitaoLei" style="padding-left:60px;"><em></em></p>
<p class="CitaoLei" style="padding-left:60px;"><em></em></p>
<p class="TNormal"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">A partir do diagnóstico, o Plano Nacional de Educação fixa um conjunto de metas. Entre elas:</span></p>
<p class="TNormal"> <span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><em>"Ampliar a oferta de educação infantil de forma a atender, em cinco anos, a 30% da população de até 3 anos de idade e 60% da população de 4 e 6 anos (ou 4 e 5 anos) e, até o final da década, alcançar a meta de 50% das crianças de 0 a 3 anos e 80% das de 4 e 5 anos".</em></span><a name="_ftnref7" href="http://germinai.wordpress.com/wp-admin/#_ftn7"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><strong><span style="font-size:11pt;"><em>[7]</em></span></strong></span></span></span></a></p>
<p class="TNormal"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Entre outras conseqüências, a meta implica em incluir, em 10 anos, no mínimo 4.800.000 crianças de 3 anos ou menos na Educação Infantil, atendidas em creches. Supondo-se uma média (exagerada) de 20 crianças por professor, só para atendimento da meta referente às crianças de até 3 anos, será necessária a formação de 240.000 novos professores de Educação Infantil nos próximos 10 anos</span><a name="_ftnref8" href="http://germinai.wordpress.com/wp-admin/#_ftn8"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:12pt;">[8]</span></span></span></span></a><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">. A necessidade quantitativa de formação de novos professores de Educação Infantil é inquestionável.</span></p>
<p class="TNormal"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Para além das necessidades quantitativas, o Projeto Institucional-Pedagógico do ISE apresenta um conjunto de razões de ordem qualitativa para justificar a necessidade de mudança radical na proposta pedagógica dos cursos destinados à formação dos docentes, de forma geral. As necessidades qualitativas específicas de formação de docentes em nível superior para a Educação Infantil estão relacionadas às necessárias mudanças a serem implementadas neste nível da Educação Básica e as conseqüentes necessidades de profissionalização do pessoal que presta este serviço educativo. Nas Diretrizes para<span>  </span>a Educação Infantil, o mesmo Plano Nacional de Educação afirma:</span></p>
<p class="TNormal"> </p>
<p class="CitaoLei" style="padding-left:60px;"> </p>
<p><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;"><em>A educação infantil é a primeira etapa da Educação Básica. Ela estabelece as bases da personalidade humana, da inteligência, da vida emocional, da socialização. As primeiras experiências da vida são as que marcam mais profundamente a pessoa. Quando positivas, tendem a reforçar, ao longo da vida, as atitudes de autoconfiança, de cooperação, solidariedade, responsabilidade. As ciências que se debruçaram sobre a criança nos últimos cinqüenta anos, investigando como se processa o seu desenvolvimento, coincidem em afirmar a importância dos primeiros anos de vida para o desenvolvimento e aprendizagem posteriores. E têm oferecido grande suporte para a educação formular seus propósitos e atuação a partir do nascimento. A pedagogia mesma vem acumulando considerável experiência e reflexão sobre sua prática nesse campo e definindo os procedimentos mais adequados para oferecer às crianças interessantes, desafiantes e enriquecedoras oportunidades de desenvolvimento e aprendizagem. A educação infantil inaugura a educação da pessoa"</em></span></p>
<p></span></p>
<p class="CitaoLei" style="padding-left:60px;"> </p>
<p><a name="_ftnref9" href="http://germinai.wordpress.com/wp-admin/#_ftn9"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><strong><span style="font-size:11pt;"><em>[9]</em></span></strong></span></span></span></a><em><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">.</span></em></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p class="CitaoLei" style="padding-left:60px;"><em></em></p>
<p class="CitaoLei" style="padding-left:60px;"><em></em></p>
<p class="TNormal"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">No entanto, dados veiculados pelo próprio Plano Nacional de Educação permite constatar que cerca de 14% dos professores de educação infantil possuem apenas o Ensino Fundamental. Outros 66% têm uma formação de nível médio. Apenas 20% deles cursaram o ensino superior. A formação em nível superior, em si, não garante a constituição de competências para a "inauguração da educação da pessoa". No entanto:</span></p>
<p class="TNormal"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">a) a informalidade das iniciativas anteriores de atendimento educacional das crianças pequenas; </span></p>
<p class="TNormal"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">b) a ausência anterior de uma formação específica para este nível de ensino;</span></p>
<p class="TNormal"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">c) a necessidade de imprimir uma forte e competente marca educacional à prestação do serviço e as demandas sociais crescentes para as creches e pré-escolas </span></p>
<p class="TNormal"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">recomendam uma formação de profissionais e professores de Educação Infantil pelo menos tão complexa e completa quanto a dos demais níveis de ensino.</span></p>
<p class="TNormal"> </p>
[caption id="" align="aligncenter" width="617" caption="tecnocientista.info/Imagens"]<a href="http://tecnocientista.info/Imagens/applications/PhotoGalleryManager/images/bebes_com_roupa_de_banho.jpg"><img class="  " src="http://tecnocientista.info/Imagens/applications/PhotoGalleryManager/images/bebes_com_roupa_de_banho.jpg" alt="tecnocientista.info/Imagens" width="6