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	<title>edgar &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "edgar"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 22:01:59 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[A decadência do fotojornalismo]]></title>
<link>http://fsabino.wordpress.com/?p=16</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 06:52:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>fsabino</dc:creator>
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<description><![CDATA[A decadência do
 
Fotojornalismo
  
Nos anos 60 e início dos 70, a simples divulgação de fot]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h1>A decadência do</h1>
<p> </p>
<h1>Fotojornalismo</h1>
<div><span style="font-size:x-small;"> </span> </div>
<p style="text-align:justify;"><strong>Nos anos 60 e início dos 70, a simples divulgação de fotografias teve o poder de mudar o curso da história. Em contraste com essa época de ouro, o jornalismo visual contemporâneo inunda o mundo com cartões-postais</strong></p>
<p class="autor" style="text-align:justify;"><strong>Edgar Roskis  - Jornalista, conferencista da Universidade Paris X ( Nanterre, Departamento das Ciências da Informação)</strong></p>
<p class="olho" style="text-align:justify;"><strong>É alucinante a cena de três operadores filmando ao redor de um refugiado de Ruanda, faminto, obrigado a arrastar-se até que eles estejam satisfeitos com a sua composição.</strong></p>
<p class="spip" style="text-align:justify;">No final dos anos 60 e início dos anos 70, apenas algumas dezenas de repórteres fotográficos que trabalhavam nas agências Gamma, Magnum, UPI e Associated Press ou nas grandes revistas como Life e Paris Match eram responsáveis pela produção das imagens sobre a atualidade mundial. <span class="texto_desc" title="a degradação do fotojornalismo. Entretanto, a análise concerne também às reportagens dos noticiários tal como são feitas pelas televisões.">1</span> Esta época é freqüentemente descrita como uma idade de ouro. Um pequeno grupo de operadores de prestígio e onipresentes, sendo que cada um se encontrava no lugar certo no momento certo ( “the right man, at the right time, at the right place”) , tiveram o poder de influenciar o curso da história pela simples divulgação de fotografias – ainda gravadas nas nossas memórias – cuja força e perfeição resultavam da concretização de duas regras quase científicas definindo um ideal espaço-temporal: “o instante decisivo”, teorizado por Henri Cartier-Bresson e o adágio de Robert Capa segundo o qual “se sua foto não é boa, é que você não estava suficientemente perto”<span class="texto_desc" title="no dia 25 de maio de 1954, na estrada de Thai- Binh ( no Vietnã do Norte ) pisou numa mina ao saltar uma trincheira.">2</span></p>
<p class="spip" style="text-align:justify;">É obvio que estes anos de opulência tomam tal dimensão pelo contraste com a miséria atual do foto-jornalismo. Existia, na realidade, correntes que preferiam a pose ao instantâneo, a estética ao documento, a comoção à narração, o arranjo sobre a história, mas estas correntes, que hoje dominam, eram então dominadas. A maioria das “grandes” fotografias de atualidades daquele período são puros instantâneos, sem concessões nem floreios, realizados por operadores excepcionalmente sóbrios e precisos. Realizada por Don McCullin, em 1969, a foto de uma criança albina de Biafra, mal se mantendo em pé sobre pernas filiformes com uma caixa de corned-beef entre suas mãos frágeis, mostrou à consciência do mundo o estado de fome ao qual estava reduzido um povo cuja própria existência era ignorada antes dessa reportagem.</p>
<p class="spip" style="text-align:justify;">O combatente da Frente Nacional de Libertação (FNL) executado com uma bala na têmpora pelo chefe da polícia de Saigon e depois, quatro anos mais tarde, a menina correndo nua pela estrada depois de ter tirado as roupas queimadas pelo napalm, dois documentos publicados nas primeiras páginas de toda a imprensa internacional<span class="texto_desc" title="Fotos feitas respectivamente em 1968 e 1972 por Eddie Adams e Nick Ut , os dois fotógrafos da Associated Press e ganhadores do prêmio Pulitzer.">3</span>, revoltaram a opinião contra a guerra do Vietnã. A de Larry Burrows, que apareceu em página dupla no Life , ao mostrar um fuzileiro ferido recebendo socorro de um dos seus camaradas no meio da lama no Extremo Oriente, termina, além das derrotas sofridas por seu exército, por convencer os próprios norte-americanos que daquela guerra eles só poderiam esperar perdas catastróficas e um afogamento total. Se por si só não mudaram a face do mundo, estas imagens e congêneres, pelo rigor de suas constatações, no mínimo desencadearam a resistência contra a ação dos poderosos.</p>
<p style="text-align:justify;">Indivíduos são escolhidos por sua conformidade com um modelo de alteridade aceitável pelos cânones da visão ocidental e publicitária do mundo</p>
<p class="spip" style="text-align:justify;">Até o niilismo dos anos oitenta, quando as sereias do liberalismo começaram a cantar nos ouvidos dos mais passíveis de se encaminharem por “desvios”, quando as classes médias aumentam de importância enquanto as classes inferiores eram abandonadas à sua sorte, quando só se espera a salvação individual, interessar-se pelos mais desfavorecidos equivalia a tomar partido em uma lógica claramente anti-capitalista. Enviados às frentes onde se afogavam os avanços e retrocessos do Progresso, derrotas e vitórias do Império, confrontados com os desequilíbrios do espetáculo assim oferecidos aos seus olhos, os jornalistas, quaisquer que fossem suas especialidades e seu grau de consciência política, se colocavam moralmente no campo antiimperialista pelo simples fato de se projetar fisicamente do lado dos sitiados. Eles aí descobriam não só a miséria quanto a injustiça.</p>
<p class="spip" style="text-align:justify;">A partir daí tudo é confuso. A “ética” dos direitos do homem que substitui a análise política, ou simplesmente a observação honesta e completa, embaralha a visão dos operadores, sua percepção delineia as linhas de demarcação entre opressores e oprimidos, frustra sua atitude de localizar os eixos de responsabilidades. Eles se dizem sempre mais ou menos “de esquerda” <span class="texto_desc" title="Sem entrar no debate sobre o quê significa exatamente 'esquerda', ver por exemplo a pesquisa publicada na revista Marianne, de 23 de abril de 2001, segundo a qual apenas '6% dos jornalistas pensam em votar na direita'. Tratando-se especialmente dos reporteres fotógraficos, fundadores da agência Gamma ou da Viva, citando apenas essas duas agências, eles eram bastante comprometidos com as vanguardas progressistas dos anos 60 e 70. ">4</span>, como demonstram regularmente as pesquisas sociológicas , mas são de esquerda como se é nos nossos dias, isto é, vagamente do lados das “vítimas”, sem saber muito bem o que eles são e principalmente do quê ou de quem elas são vítimas<span class="texto_desc" title="Sobre as devastações modernas da ideologia do sacrif�cio pelas v�timas e da ética dos direitos humanos, ler Alain Badiou,  'L ‘ éthique, essai sur la consciência du Mal', Hatier, Paris, outubro 1993.">5</span>. Com exceção de raros caçadores solitários<span class="texto_desc" title="Entre eles James Nachtwey que expõe vinte anos de suas fotografias de guerra na Biblioteca Nacional  da França até março de 2003. A obra de Nachtwey  cujo a motivação expl�cita é a 'compaixão', parece combinar a tradição  do documentário e a estética da 'v�tima'.">6</span>, os bravos infantes da reportagem atual se enredam em corpos expedicionários iconográficos, embarcam em grupos em um grande navio militar ou humanitário para margens de rios ou lagos cheios de desgraça, para uma travessia cheia de brumas onde transborda o humanismo e se afoga o discernimento. Uma vez desembarcados, precipitam-se em busca da Desgraça para que eles sintam o que Proust chamava “uma ternura de embriagado”, com esta lucidez particular que busca a intemperança<span class="texto_desc" title="Sobre o efeito 'caridade' e a pervesidade da promiscuidade entre fotógrafos e ação humanitária, leia, sobre Ruanda 'Brancos filmam Negros', Le Monde Diplomatique, 1994. ">7</span></p>
<p style="text-align:justify;">O consenso sobre os modelos são a partir de agora tão amplos que de um mesmo evento diferentes operadores podem encaixar imagens absolutamente idênticas.</p>
<p class="spip" style="text-align:justify;">É alucinante a cena registrada, em agosto de 1994, no campo de Kabday<span class="texto_desc" title="Feita por S. Peterson (Gamma/ Liaison).">8</span> onde vemos mais de três operadores filmarem ao redor de um refugiado de Ruanda, faminto e possivelmente doente de cólera, obrigado a arrastar-se diante deles até que eles estejam satisfeitos com a sua composição. Mesma sessão de pose, dois meses mais tarde no Iraque: desta vez o sujeito rastejante é um marinheiro, exemplar único, lote de consolação oferecido pela assessoria de imprensa do exército americano aos fotógrafos e produtores de vídeo desesperados com a proibição que lhes é imposta negando a ida até o fronte da guerra do Golfo<span class="texto_desc" title="Foto de Laurent Rebours ( AP)  publicada no jornal Libération de 14 de outubro de 1994.">9</span>.</p>
<p class="spip" style="text-align:justify;">Afora qualquer julgamento moral, o que nos transmite este repórter fotográfico que, para conseguir seu objetivo, se apóia, aparentemente sem se dar conta, sobre o corpo morto ou moribundo de uma menina de Ruanda<span class="texto_desc" title="Esta cena, porque depois de várias outras semelhantes ela provocara sua cólera, foi fotografada em agosto de 1994 entre Goma e Katalé por Jean Michel Turpin ( Gamma) e publicada  no Le Monde Diplomatique de novembro de 1994 acompanhada do artigo citado">10</span>, desqualificando-a, de uma certa forma, por uma segunda vez? Ao menos isto: que alguém pode se imergir em uma realidade sem, no entanto, ver nada.</p>
<p style="text-align:justify;">Na maioria dos casos, trata-se de conseguir, negligenciando-se tudo que poderia complicar as coisas, a oposição dual a mais limpa possível, o símbolo puro</p>
<p class="spip" style="text-align:justify;">Sem necessariamente utilizar formas tão caricaturais, o casting, o manequim reto e pouco natural, mais ou menos deliberado tornou-se a regra da “reportagem” visual contemporânea. Os indivíduos não são colocados mais no quadro de uma imagem pela sua singularidade ou simplesmente porque eles aí estão – eles e ninguém mais - , eles são escolhidos por sua representatividade estatística, sua conformidade com um modelo de alteridade aceitável – portanto, assimilável- pelos cânones da visão ocidental, publicitária, do mundo: bastante “outros” para serem exóticos , suficientemente “mesmos” para merecer nosso interesse e suscitar nossa compaixão<span class="texto_desc" title="'Na verdade, esse famoso 'outro' só é apresentável se ele é um bom outro, isto quer dizer que, a não ser o mesmo que nós ?'(obra citada)">11</span>. Apesar do “ profissionalismo”, do qual se prevalecem os atores da cadeia gráfica para decidir as imagens a serem produzidas, difundidas e publicadas, ele consiste mais em determinar o que “passa” nos jornais impressos ou televisivos do que em saber e compreender o que “se passa” no mundo. O acordo, o consenso sobre os modelos (do que interessa, merece, emociona etc.) são a partir de agora tão amplos que de um mesmo evento diferentes operadores podem encaixar imagens absolutamente idênticas. Do aperto de mão trocado entre Rabin e Arafat, no dia 13 de setembro de 1993 em Washington, existem mais de duzentas versões do foto e do vídeo nos quais nada de substancial as diferencia, pura e simplesmente porque elas foram produzidas por mais de duzentos fotógrafos e produtores de vídeo que aceitaram serem acantonados numa mesma plataforma. Disso resulta a possibilidade de um só enfoque. É verdade que o constrangimento era imposto pelos serviços especiais da Casa Branca para os quais a representação não tem mais segredos, com a finalidade clara de fazer aparecer Clinton – isto é, a América – como Cristo<span class="texto_desc" title="Ver 'O aperto de mão ou a atualidade programada', jornal Libération , de 24 de outubro de 1993.">12</span> pacificador. Mas estes serviços não fizeram nada mais que – de uma maneira coercitiva – integrar à sua própria cultura da comunicação princípios inicialmente praticados livremente em trabalhos pelos próprios fotógrafos, quando eles descobrem as virtudes maniqueístas da alegoria e do símbolo.</p>
<p class="spip" style="text-align:justify;">É sem terem combinado e nem mesmo terem marcado encontro que Marc Riboud, da agência Magnum, e Bernie Boston, da revista Life, registraram manifestações pacifistas diante do Pentágono, em 1967, dois clichês semelhantes, com minúsculos detalhes estéticos próximos: lado pátio, os fuzis, lado jardim, as flores, e o assunto estava resolvido. É sem se perguntar sobre a questão da duplicidade que três fotógrafos e um produtor de vídeo, reunidos pelas circunstâncias – ou pelo espírito de corpo- , no dia 5 de junho de 1989, em um escritório que avança sobre a avenida que leva à praça Tinanmen, conseguiram e puseram em circulação estritamente a mesma imagem, super conhecida, de um chinês interrompendo a marcha de uma coluna de tanques.</p>
<p style="text-align:justify;">Nesta tarefa onde trata-se muito mais de pintar que descrever, o autor prima sobre o assunto, o estilo sobre o objeto, a composição sobre o documento.</p>
<p class="spip" style="text-align:justify;">O caso do produtor de vídeo, que trabalhava para o canal de televisão britânica ITN é interessante pois neste caso o assunto não é tão simples: a seqüência que ele rodou dura muitos minutos. Aí vemos o homem se interpor enquanto a coluna se impacienta, subir no primeiro tanque procurando um meio de entrar nele. O veículo, que agora tem a via livre e poderia, portanto, avançar, permanece imóvel. A escotilha da torre se abre, um escudeiro sai mas o homem, que parece ter renunciado, recua, fica de costas para ele e não percebe a sua presença , o que torna a situação cômica. O escudeiro, armado, poderia interpelá-lo. Ele se abstém. O homem desce para o asfalto, um grupo de civis o afasta. A ITN só montou e difundiu os primeiros segundos desse plano seqüencial, reduzindo-o a um videograma praticamente idêntico à imagem fixa das quais seus três confrades são, de certa forma, os co-autores.</p>
<p class="spip" style="text-align:justify;">Eliminando os rushes julgados impróprios ao consumo como tantas escórias que ameaçam poluir a nitidez da mensagem, o canal praticou o mesmo tipo de depuração em que se baseia a reportagem contemporânea, que atingiu seu paroxismo em Kosovo onde era preciso estabelecer definitivamente que os Sérvios eram certamente os únicos maus. Na maioria dos casos, trata-se de conseguir, negligenciando-se tudo que poderia complicar as coisas, a oposição dual a mais limpa possível, o símbolo puro como cristal, extraídas de contingências viscosas, brilhando tal qual a fonte de água clara, a única própria para estancar a sede, a estabelecer a luz, a suscitar adesão ; de um lado as baionetas, os fuzis, os tanques, os abutres, os terroristas, os islamitas; do outro lado os troncos nus, as flores, os olhares suplicantes, as populações excluídas, as vítimas aflitas, as distribuições de medicamentos e de comida. Ainda assim o uniforme tende a desaparecer atrás do véu da censura, pois hoje o soldado, humanitário, cirurgião, não mata mais: ele cura.</p>
<p class="spip" style="text-align:justify;">Um exército de operadores trabalha cotidianamente na construção de tais alegorias, extraindo sua inspiração em uma tradição pictural herdada de Eugene W. Smith, inventor do “fotógrafo engajado” (concerned photographer”) , segundo a qual toda cena é destinada a se tornar um quadro, como seu afresco lírico sobre a poluição do vilarejo japonês de Minamata. Para eles o mundo é um gigantesco workshop, uma oficina planetária propícia ao exercício de sua arte, ao desenvolvimento de seus “ensaios”, estes “photographic essays” tão caro aos repórteres ao longo do tempo. Nesta tarefa onde trata-se muito mais de pintar que descrever, o autor prima sobre o assunto, o estilo sobre o objeto, a composição sobre o documento. “Nestas fotografias, não é tanto o mundo que aprendemos a conhecer mas o estilo dos autores que buscamos reconhecer”, escreve Gilles Saussier<span class="texto_desc" title="Em 'Situations du reportage, actualité d’une alternative documentaire', Comunications. número 71, 2001, uma das análises mais perfeitas resultantes da fotojornalismo, cujo autor é i um fotógrafo de agência.">13</span>.</p>
<p class="spip" style="text-align:justify;">Superabundância de mensageiros, incontinência de signos, profusão de imagens, este novo estado da oferta visual tem muitas conseqüências irritantes. Primeiro a instauração de um regime deflacionista, característica de toda economia em superprodução: cada objeto produzido, no caso fotografias e reportagens visuais, nele perde em valor ( neste caso em utilidade, justeza, qualidade, em impacto), e inclusive – os fotógrafos e os produtores de vídeo se ressentem em primeiro lugar – em valor de mercado. O consumidor (leitor, telespectador, cidadão) exprime esta perda quando evoca “tudo o que se passa”, sugerindo que imagens e acontecimentos se perdem no meio da massa. Ele sente uma indiferença cada vez maior que é o contrário do objetivo fixado. Continuar a “vender” nestas condições necessita a criação de um valor agregado: é o papel do “estilo”- a exemplo do design quando ele reveste mecanismos de qualidade medíocre -, a pior das soluções em matéria de jornalismo é quando o estilo se exerce em detrimento de uma informação completa e comprovada.</p>
<p style="text-align:justify;">O consumidor (leitor, telespectador, cidadão) quando sente uma indiferença cada vez maior que é o contrário do objetivo fixado</p>
<p class="spip" style="text-align:justify;">A segunda conseqüência é uma constatação: as dezenas de milhares de imagens produzidas a cada dia no mundo se agregam às dezenas de milhões de imagens conservadas nos estoques de arquivos para fins de reciclagem. A esperança de realizar fotos singulares se reduz, portanto, com o decorrer do tempo. Recorrendo-se a um sistema esgotado de modelos narrativos, de composições, enquadramentos, uso de efeitos, as reportagens tendem a se assemelhar, a se referir umas às outras muito mais que ao seu objeto, em um jogo de espelho iconográfico onde o desafio não é mais a realidade, a narração da história ou ao menos a história, mas o jogo em si mesmo.</p>
<p class="spip" style="text-align:justify;">Finalmente, o mais grave é a primazia da forma, do ritual assim instituído, como escreve Gilles Saussier, “conduzir diretamente ao revisionismo e à falsificação da história” <span class="texto_desc" title="Idem.">14</span>. Saussier conta como o fotógrafo David Turnley ganhou o prêmio da World Press, uma das mais altas distinções da corporação, com um clichê “mostrando um soldado americano chorando a morte de um de seus camaradas vítima de um friendly fire, isto é, morto por engano de seu próprio campo”. “Graças a ele, escreve, um fato totalmente marginal tinha sido transformado em uma imagem símbolo, resumindo e mascarando um conflito que principalmente custo a vida de milhares de pobres diabos iraquianos.”</p>
<p class="spip" style="text-align:justify;">Por ocasião do último conflito afegão, como também no Iraque, os jornalistas não estiveram à altura de fotografar ou filmar em nenhum momento soldados americanos em ação. Na falta de imagens da verdadeira guerra, leitores e telespectadores tiveram direito durante meses a uma distribuição de verdadeiros cartões postais: graciosas danças de cargueiros militar -humanitários , mulheres liberadas de seu véu e livres para fazer fila diante da fachada azul vivo do World Food Programme (WFP) da ONU, paraquedismo de víveres condicionados em lindos sacos amarelos que normalmente servem para embalar minas anti-pessoas, “bons” milicianos afegães atravessando as dunas sob o sol que se recolhia, o raspar tranqüilizante de barbas muçulmanas, finalmente, em julho de 2002, visita amigável do secretário adjunto da defesa americana Paul Wolfowirz e formação sob a bandeira cheia de estrelas de um exército afegão “nacional”. Ninguém duvida que os estados maiores ainda comprarão, a partir da próxima ocasião, prospectos publicitários tão gentilmente confeccionados.</p>
<p class="spip" style="text-align:justify;">(Trad.: Celeste Marcondes)</p>
<p class="spip" style="text-align:justify;">1 - Resultado de uma intervenção no encontro organizado em Perpignan, em setembro de 2002, durante o Festival “Visa para a imagem”, esse artigo se restringe a seu tema inicial : a degradação do fotojornalismo. Entretanto, a análise concerne também às reportagens dos noticiários tal como são feitas pelas televisões.<br />
2 - Robert Capa seguia seriamente esse princípio e por ele morreu: no dia 25 de maio de 1954, na estrada de Thai- Binh ( no Vietnã do Norte ) pisou numa mina ao saltar uma trincheira.<br />
3 - Fotos feitas respectivamente em 1968 e 1972 por Eddie Adams e Nick Ut , os dois fotógrafos da Associated Press e ganhadores do prêmio Pulitzer.<br />
4 - Sem entrar no debate sobre o quê significa exatamente « esquerda », ver por exemplo a pesquisa publicada na revista Marianne, de 23 de abril de 2001, segundo a qual apenas “6% dos jornalistas pensam em votar na direita”. Tratando-se especialmente dos reporteres fotógraficos, fundadores da agência Gamma ou da Viva, citando apenas essas duas agências, eles eram bastante comprometidos com as vanguardas progressistas dos anos 60 e 70. 5<br />
5 - Sobre as devastações modernas da ideologia do sacrifício pelas vítimas e da ética dos direitos humanos, ler Alain Badiou, “L ‘ éthique, essai sur la consciência du Mal” , Hatier, Paris, outubro 1993.<br />
6 - Entre eles James Nachtwey que expõe vinte anos de suas fotografias de guerra na Biblioteca Nacional da França até março de 2003. A obra de Nachtwey cujo a motivação explícita é a « compaixão », parece combinar a tradição do documentário e a estética da « vítima ».<br />
7 - Sobre o efeito « caridade » e a pervesidade da promiscuidade entre fotógrafos e ação humanitária, leia, sobre Ruanda “Brancos filmam Negros”, Le Monde Diplomatique, 1994.<br />
8 - Feita por S. Peterson (Gamma/ Liaison).<br />
9 - Foto de Laurent Rebours ( AP) publicada no jornal Libération de 14 de outubro de 1994.<br />
10 - Esta cena, porque depois de várias outras semelhantes ela provocara sua cólera, foi fotografada em agosto de 1994 entre Goma e Katalé por Jean Michel Turpin ( Gamma) e publicada no Le Monde Diplomatique de novembro de 1994 acompanhada do artigo citado.<br />
11 - Aquilo que Alain Radiou expressa : “Na verdade, esse famoso “outro” só é apresentável se ele é um bom outro, isto quer dizer que, a não ser o mesmo que nós ?” (obra citada)<br />
12 - Ver “O aperto de mão ou a atualidade programada”, jornal Libération , de 24 de outubro de 1993.<br />
13 - Em “Situations du reportage, actualité d’une alternative documentaire”, Comunications. número 71, 2001, uma das análises mais perfeitas resultantes da fotojornalismo, cujo autor é i um fotógrafo de agência.<br />
14 - Idém</p>
<p><span style="font-size:x-small;"> </span><span style="font-size:x-small;"><em>Fonte: </em><a title="Le Monde Brasil - Diplomatique - Comunicação - A decadência do Fotojornalismo" href="http://diplo.uol.com.br/2003-01,a543" target="_blank"><em>http://diplo.uol.com.br/2003-01,a543</em></a>  <a href="http://diplo.uol.com.br/2003-01,a543"><img class="size-full wp-image-18 alignleft" src="http://fsabino.wordpress.com/files/2008/07/logobr1.jpg" alt="LE MONDE - Diplomatique Brasil - Comunicação - A decadência do Fotojornalismo" width="250" height="85" /></a> </p>
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<title><![CDATA[Welcome ]]></title>
<link>http://frankedgar.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 00:44:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>raulcastillomma</dc:creator>
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<description><![CDATA[Welcome to my fan site about the great mma athlete Frank &#8216;The Answer&#8217; Edgar.
Frank James]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Welcome to my fan site about the great mma athlete Frank 'The Answer' Edgar.</p>
<p>Frank James Edgar (born October 16, 1981) is a mixed martial arts fighter from Toms River, New Jersey.</p>
<p>Edgar won his first fight with only a couple weeks of training and his wrestling background. Edgar wrestled at Toms River High School East, making it to the New Jersey state championship tournament on two occasions. He continued wrestling at Clarion University of Pennsylvania, where he qualified for the nationals all four years there.[1] Edgar has been most noticeably trained and cornered by Rob Guarino of Rhino Fight Team.</p>
<p>Edgar has one loss in his mixed martial arts career, which includes a unanimous decision win over Tyson Griffin in his debut UFC fight at UFC 67. In his UFC debut, his excellent boxing and wrestling skills combined with his refusal to tap out during a particularly deep knee bar allowed him to defeat the exceptionally strong Tyson Griffin in a close decision. Edgar's last fight on PPV was against American fighter Spencer Fisher at UFC 78, whom he defeated via Unanimous Decision. On April 2, 2008 Edgar lost by unanimous decision to Gray Maynard. His next fight will pit him against Hermes Franca on July 19th at UFC: Silva vs. Irvin.</p>
<p>Edgar is also an assistant coach for the Rutgers University wrestling team. He is also currently the only MMA fighter to have beaten Tyson Griffin as of yet, in a close unanimous decision.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La caida de Edgar]]></title>
<link>http://ihyb.wordpress.com/?p=123</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 22:36:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>vraneth</dc:creator>
<guid>http://ihyb.wordpress.com/?p=123</guid>
<description><![CDATA[Viejo pero igual

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Viejo pero igual</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/b89CnP0Iq30'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/b89CnP0Iq30&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Apodream - Best on youtube]]></title>
<link>http://bronfman.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 06:05:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>eddiebromfman</dc:creator>
<guid>http://bronfman.wordpress.com/?p=3</guid>
<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<br />
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Tra sogni e stelle...]]></title>
<link>http://dentrome.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 23:03:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alfio Garofalo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Oscar Wilde diceva: La società spesso perdona il criminale ma non perdona mai il sognatore
Già il ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Oscar Wilde diceva: La società spesso perdona il criminale ma non perdona mai il sognatore</p>
<p>Già il sognatore, quel sognatore che come diceva Edgar Allan Poe non dorme mai. Quel nostro io, sempre attivo e fantasioso, sempre disperso tra le stelle e i sogni. Quel io che non tutti conoscono, anche se fa parte di ognuno di noi. Cartesio diceva di conquistare se stessi, non il mondo, quell'unica persona che Wilde voleva conoscere, anche se non ne vide mai la possibilità.</p>
<p>E allora cos'è che ci rende filosofi? Il coraggio di non serbare alcuna domanda nel cuore diceva Schopenhauer. Sarà forse questo?</p>
<p>Ognuno ha la sua concezione di filosofia, la vecchia scuola greca considera la filosofia quel senso di meraviglia che sentono gli uomini, il motivo del filosofare. Pascal sull'argomento diceva "Quando colui che ascolta non capisce colui che parla e colui che parla non sa cosa stia dicendo: questa è filosofia." ma qui, siamo già nel '700, i tempi erano cambiati e la mentalità anche</p>
<p>Mi pareva di esser riuscito a capire, senza però riuscire a capire, come capita di essere vicini a ricordare e non riuscire a ricordare, è questo che dice una citazione di Allan Poe. E infatti, mi pareva d'essere riuscito a capire, senza però riuscire a capire, il perchè ed il significato di tutto ciò, ma niente.</p>
<p>Ed è a tale punto che allor mi chiedo: chi è costui? cos'è questa filosofia? perchè di tutto ciò?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La sandía tiene efectos sexuales similares al viagra.]]></title>
<link>http://ch1v4.wordpress.com/?p=186</link>
<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 23:20:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ch1v4</dc:creator>
<guid>http://ch1v4.wordpress.com/?p=186</guid>
<description><![CDATA[Recorriendo www.estaslimado.com.ar encontre un tema interesante.
Fuente original del texto (http://w]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Recorriendo <a href="www.estaslimado.com.ar" target="_blank">www.estaslimado.com.ar</a> encontre un tema interesante.</p>
<p>Fuente original del texto (<a href="http://www.vanguardia.com.mx/diario/noticia/ciencia" target="_blank">http://www.vanguardia.com.mx/diario/noticia/ciencia<br />
/tecnologia/tiene_la_sandia_efectos_sexuales_similares_al_viagra/186792</a>)</p>
<p>Bhimu Patil, director del Centro de Mejoramiento de Frutas y Vegetales de dicho centro de estudios, dijo que a mayores investigaciones “más concientizamos lo sorprendente que es esta fruta”.</p>
<p>Patil dijo que la sandía provee “reforzadores naturales al cuerpo humano”.</p>
<p>Los ingredientes benéficos en la sandia y otras frutas y vegetales son conocidos como fitonutrientes, una mezcla que ocurre en forma natural que es bioactiva, o capaz de reaccionar con el cuerpo humano para provocar reacciones saludables, explicó.</p>
<p>“En las sandías, entre los fitonutrientes presentes figuran el licopeno, betacaroteno y la cada vez más apreciada citrulina, cuyas funciones benéficas están siendo apenas descubiertas’, expuso.</p>
<p>Añadió que la sandía posee la capacidad “de relajar los vasos sanguíneos, de manera similar a como lo hace el viagra”.</p>
<p>Los científicos saben que cuando se consume sandía, el cuerpo humano convierte la citrulina en arginina, un aminoácido benéfico para el corazón y el sistema circulatorio, dijo Patil.</p>
<p>La relación citrulina-arginina ayuda a la salud del corazón y al sistema inmunológico y puede ser de provecho para aquellos que padecen de obesidad y de diabetes tipo 2.</p>
<p>“La arginina incrementa el óxido nítrico, que relaja los vasos sanguíneos, el mismo básico efecto que hace el viagra, para tratar la disfunción eréctil e incluso prevenirla’, explicó Patil.</p>
<p>El beneficio de “la sandía podría no ser tan específico en cuanto al órgano, como el viagra”, dijo Patil. “Pero es una muy buena forma de relajar los vasos sanguíneos sin los efectos del medicamento”, indicó.</p>
<p>Añadió que los beneficios de la sandía no sólo se restringen a eso, sino que también “la arginina puede ayudar al ciclo de la urea, removiendo amonia y otros compuestos tóxicos de vuestros cuerpos”.</p>
<p>------------------------------------------</p>
<p>Es asi como llegue a la conclusión de el motivo por el cual ando tan erectado en verano.. (chiste facil)</p>
<p>Ahora entiendo por que en mi pueblo la sandía se vende al costado de la calle en <strong>carpas <span style="color:#ff0000;">;] </span></strong><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;">(realidad)</span></span><strong><span style="color:#ff0000;"><br />
</span></strong></p>
<p>Entiendo también por que los jubilados tienen descuento en la verduleria cuando compran sandias (delirio)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lenore]]></title>
<link>http://whenhopeislostnothingremains.wordpress.com/?p=59</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 08:47:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>whenhopeislostnothingremains</dc:creator>
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<description><![CDATA[Today I said to my Love that I don&#8217;t want to be a couple anymore. The feelings for her have de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Today I said to my Love that I don't want to be a couple anymore. The feelings for her have deminished too much. But I still want to remain friends. I have known another Love than she has been acting the last year. The first three years we had a great time. The fourth was difficult because of other issues. I hope that, when my Love and me have separated we can be friends again. Have the conversations again we used to have, do things together like we use to do...<br />
But not as a couple. Not as lovers. Too much has been said, too much has been done... But I remember the person she used to be, and I hope she will become that person again. Maybe going away from me is enough. Maybe Soldier will let her see what she has thrown away.</p>
<p>And that's why I make this decision (as suggested by A'taga in earlier remarks): From now on I will not call her "my Love" anymore. In stead I will call her Lenore...</p>
<p>[quote "the raven" - Edgar Allen Poe]<br />
<em>Eagerly I wished the morrow; - vainly I had sought to borrow<br />
From my books surcease of sorrow - sorrow for the lost Lenore -<br />
For the rare and radiant maiden whom the angels named Lenore -<br />
Nameless here for evermore</em><br />
[end quote]</p>
<p>And now the door to my heart has been closed. My heart has to heal first before I may or may not decide to open the door again...</p>
<p>But in all honesty: If Lenore later tonight would say "I am sorry, I was wrong. I love you with all my heart" I do not know if I have the guts to say: "Too bad. You had your chance". </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Overpaid?  Depends on Perspective]]></title>
<link>http://mentalbaseball.wordpress.com/?p=33</link>
<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 03:01:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>mentalbaseball</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tim Beckham signed recently for $6.15 million.  Less than Price received last year but&#8230;Tim wi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Tim Beckham signed recently for $6.15 million.  Less than Price received last year but...Tim will still survive, I think.  The question is whether any player in baseball deserves such an large sum of cash.</p>
<p>In my day job I have worn many hats and performed many tasks including some work in the HR/Payroll field.  I have a favorite saying; everyone is overpaid, everyone is underpaid.  What I mean is that it depends upon your perspective.  Go to a sweatshop in Asia and ask them if the average factory worker in the U.S. is overpaid.  My guess is they will say yes.  Ask a factory worker if the average business executive is overpaid and they will say yes.</p>
<p>Back to Beckham.  He is overpaid with respect to the average major league baseball player.  He hasn't produced a thing yet.  He is underpaid with respect to his potential.  If he is what the Rays hope he is, 6 million will be cheap indeed.  They expect him to be an impact player and, if I read correctly, will retain his services, should he make it to the show, for the major league minimum or just a little more for a few years.</p>
<p>You can't get a 5 tool major league shortsop, if that is what he turns out to be, for the money the Rays will pay him when he hits the bigs.  You just can't.  But the big if is the potential.  He may be the next Brien Taylor.  Who is Brien Taylor?  Exactly.  Long story short, high draft pick of Yankees, injured off the field, never made it to the show.  Money, in effect, wasted.</p>
<p>Now why did David Price get $11 million last year?  He is more of a finished product, having pitched at Vanderbilt.  They have a better idea of what they were getting.</p>
<p>Are athletes overpaid in general?  Again, it depends upon your perspective.  In terms of worth to society, they are way overpaid.  Teachers might have a greater impact upon society than, say, Edgar Renteria.  However, people who make this claim don't understand that, for better or worse, worth to society has nothing to do with how compensation is determined in baseball.</p>
<p>Workers in the private sector are paid for what they produce, their performance and contribution to the bottom line, what their job costs to the company, what their potential is and what it takes to keep someone working in that job.</p>
<p>Workers in the public sector are paid primarily according to what it takes to keep someone working in that job and then their achievement of a certain level of competency.  Oh, there are some exceptions out there but they are just that...exceptions.</p>
<p>Teachers are not paid in accordance to their worth in society because society, at large, does not place a high enough value upon their work.  Hey, I don't know why, it just doesn't.  I have theories but that's not what this blog is about.  A few incompetent teachers should actually be happy about this situation.  If teachers' salaries were raised to, lets say, $200,000 there would be a huge influx of people into the teaching profession.  Most of the incompetent ones would be weeded out, assuming there were no unions or tenure. </p>
<p>Beckham and Price work in the private sector.  And that makes all the difference in the world.  The market (people) has decided that it likes to be entertained by the highest level of baseball play possible.  It is willing to pay lots of dollars in tickets or watch TV for this entertainment.  Only about 800 people in a population of well over 400 million (the U.S. and other countries) can play at this high level.  The demand for players is there, the supply is limited so the price goes up.  Worth to society has nothing to do with it.  Perceived worth to the market has everything to do with it.</p>
<p>Ever wonder why there are so many reality shows on TV?  There is a demand and the vast majority of shows are cheap to make.  When "Friends" went off the air each one of the main cast was making over a million a show.</p>
<p>Why were the "Friends" castmates making so much and some gameshows give away just a few thousand a show?  In part because bankable actors are harder to find than John and Jane Doe from Toledo, Ohio who are just glad to be on Family Feud for a show and would appear for loose change given the chance.  People willing to appear on TV are common.  People like Lisa Kudrow or David Schwimmer are uncommon.  Beckham and Price are uncommon.</p>
<p>It is all a matter of perspective.  And supply and demand.  And societal perceptions of worth.  And...</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Epilepsy Series-Disabled Legend Edgar Allen Poe]]></title>
<link>http://lifechums.wordpress.com/2008/06/21/epilepsy-series-disabled-legend-edgar-allen-poe/</link>
<pubDate>Sat, 21 Jun 2008 16:13:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>lifechums</dc:creator>
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<description><![CDATA[Edgar Allen Poe was born on 19 January, 1809 and died on 7 October, 1849. Edgar Allen Poe was a memb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp2.blogger.com/_Ni_-I5dTznI/SF0ruF5zsQI/AAAAAAAAAJ8/N6w8RTw-JEc/s320/Edgar+Allen+Poe.jpg" border="0" alt="" />Edgar Allen Poe was born on 19 January, 1809 and died on 7 October, 1849. Edgar Allen Poe was a member of the Romantic Movement, mostly as an author and literacy critic. He had written books and short stories and he is best known for his macabre and mysteries, he is the one who invented the Detective-Fiction genre. For many years people have referred his mental problems to alcohol and drug abuse but, today many believe that he was not well diagnosed. Many now believe he may have been epileptic which would sometimes explain his frequent confusion.</p>
<p>Keep visiting: <a href="http://www.lifechums.com/">www.lifechums.com/</a> more Celebrities featuring Shortly .............</p>
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]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Matan a un federal y a un deportista, en Chihuahua]]></title>
<link>http://alertaperiodistica.wordpress.com/?p=471</link>
<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 17:48:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alerta Periodística</dc:creator>
<guid>http://alertaperiodistica.wordpress.com/?p=471</guid>
<description><![CDATA[Alerta Priodística / Notimex.- 
Un agente federal fue ejecutado esta mañana en Ciudad Juárez, en ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Alerta Priodística / Notimex.- </p>
<p>Un agente federal fue ejecutado esta mañana en Ciudad Juárez, en tanto que un deportista de esta región fue acribillado anoche en Chihuahua, presuntamente por grupos armados, reportaron autoridades policiacas.<br />
<!--more--><br />
El vocero de la Secretaría de Seguridad Pública Municipal (SSPM) en Ciudad Juárez, Jaime Valadez, informó que alrededor de las 06:00 horas de este jueves, tiempo local, reportaron una ejecución en el fraccionamiento Portal, al suroeste de la ciudad.</p>
<p>Expuso que de acuerdo a vecinos del lugar, la víctima era un agente federal y podría tratarse de Edgar Flores Sotelo, quien fue acribillado en el interior de su vehículo, al parecer cuando se dirigía hacia su trabajo.</p>
<p>Indicó que según los testigos, varios sujetos a bordo de dos camionetas, una tipo Silverado y otra Explorer, estaban esperando al policía federal afuera de su domicilio y al salir le dispararon.</p>
<p>A su vez, el vocero de la Procuraduría General de Justicia del Estado (PGJE), Eduardo Esparza García, informó que un grupo armado ejecutó a Carlos Rojero, cuando transitaba por las avenidas Francisco Villa y República de Uruguay, al noroeste de Chihuahua.</p>
<p>Añadió que Rojero, quien se dedicaba al fisicoculturismo, fue perseguido durante varias cuadras por varios hombres que viajaban en un vehículo y quienes al alcanzarlo le dispararon desde su unidad en movimiento.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aku rasa, anak ini jenius]]></title>
<link>http://aureliaclaresta.wordpress.com/?p=81</link>
<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 08:09:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>aureliaclaresta</dc:creator>
<guid>http://aureliaclaresta.wordpress.com/?p=81</guid>
<description><![CDATA[Di sela-sela bikin ringkasan tugas, aku browsing&#8230;. Masuk ke web temen kampus. Eh, nggak sengaj]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Di sela-sela bikin ringkasan tugas, aku browsing.... Masuk ke web temen kampus. Eh, nggak sengaja, jadi tau. Adiknya si teman ini tampaknya emang jenius :P Kecil-kecil udah bikin blog. Sistematika berbahasanya nggak kalah dengan orang gede. Wah, dia belum lulus SD aja udah kaya gini.</p>
<blockquote><p>Jadi bertanya-tanya... Itu pembantu rumah tangga kadang-kadang lulus SMP aja sistematika berbahasanya ngaco. Berbahasa itu bakat ya? [muka tolol:mode on]</p></blockquote>
<p>Saya jadi ingat, dulu teman saya ini bilang, kalo adik cowonya ini punya selera yang oke. Gayanya juga udah kaya orang gede. Tahu mana makanan yang enak &#38; nggak. Tahu model tas wanita yang oke &#38; tidak. Tahu tentang baju yang matching &#38; ngaco. Tahu cewek cantik &#38; tidak. Udah bisa browsing internet &#38; download game sendiri.....</p>
<p>Walah..walah..... Padahal, masih kelas 3 SD lho....</p>
<p>Oh iya, hampir lupa..... blog si anak itu di <a title="Edgar Vidyatama" href="http://jrengjreng.wordpress.com/">sini</a><a href="http://aureliaclaresta.files.wordpress.com/2008/06/resize-of-wenny-aulia-edgar.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-88" src="http://aureliaclaresta.wordpress.com/files/2008/06/resize-of-wenny-aulia-edgar.jpg?w=87" alt="anak itu &#38; mbaknya" width="87" height="96" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Garotinho está lascado]]></title>
<link>http://tambem.wordpress.com/?p=27</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 17:44:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carneiro</dc:creator>
<guid>http://tambem.wordpress.com/?p=27</guid>
<description><![CDATA[Se vocês acompanharam os jornais nas últimas semanas, provavelmente já sabem que o Garotinho est]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Se vocês acompanharam os jornais nas últimas semanas, provavelmente já sabem que o Garotinho está envolvido em vários esquemas sujos, e a Rosinha também. Eu não vou me aprofundar no assunto, nem ficar com meias palavras, porque pra um individuo ser acusado de estar envolvido em tantas falcatruas cabulosas, passando por formação de quadrilha e jogo de bixo, alguma besteira ele fez. É natural. Quando eu estava na escola eu zoava só um pouquinho, e já era carta marcada pra interrogatório com o coordenador quando acontecia alguma coisa e não sabiam quem era o responsável. Mas até ai, tudo bem, era zoeira de escola, onde o maior problema era descobrir quem roubou a caixinha de som por onde a classe ouvia a diretora rezando a missa da manhã.</p>
<p>Eu tive uma visão sobre o destino do Garotinho, e eu se fosse ele num ficava marcando no meio do caminho não, porque algum suposto amigo dele irá sacanea-lo, vai tirar o chão dele e daí, babau. Vai berrar, reclamar, quebrar o pau e todo mundo vai cascar o bico da cara dele.<br />
A Rosinha? Num está nem ai, porque ela também tem as acusações dela para lidar. E minha visão foi mais ou menos assim.</p>
<p><a href="http://vestibular.unimonte.br/vestibular08/cadastro.php">Promoção surpreendente</a></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/90luWQk6-SY'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/90luWQk6-SY&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><a href="http://vestibular.unimonte.br/vestibular08/cadastro.php">Promoção surpreendente</a></p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Video: Mexican Street Fighter | You Lose]]></title>
<link>http://ldntimes10.wordpress.com/?p=949</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 17:41:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>ldnx10</dc:creator>
<guid>http://ldntimes10.wordpress.com/?p=949</guid>
<description><![CDATA[
Theres a couple versions of this floating around but this is clearly the best. Round One, Fyeet.

A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i283.photobucket.com/albums/kk320/Ldnx10/super-street-fighter-ii-turbo-hd-re.jpg?t=1212514676" alt="" width="418" height="384" /></p>
<p><span style="color:#000080;"><strong>Theres a couple versions of this floating around but this is clearly the best. Round One, Fyeet.</strong></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/gEIQKaqunYk'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/gEIQKaqunYk&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p><span style="color:#008000;"><strong>Anyone else try to continue?</strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Se dice miembro de los Zetas, fue detenido en Nezahualcóyotl]]></title>
<link>http://alertaperiodistica.wordpress.com/?p=366</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 15:53:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alerta Periodística</dc:creator>
<guid>http://alertaperiodistica.wordpress.com/?p=366</guid>
<description><![CDATA[
Alerta Periodística / El Universal.-
Edgar Cortés Tamayo, alias El Mayo, de 28 años de edad, pre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-367 aligncenter" src="http://alertaperiodistica.wordpress.com/files/2008/06/edgar-cortes-tamayo-zeta-neza.jpg" alt="" width="189" height="278" /></p>
<p>Alerta Periodística / El Universal.-</p>
<p>Edgar Cortés Tamayo, alias El Mayo, de 28 años de edad, presunto sicario del grupo Los Zetas fue capturado por elementos de la Agencia de Seguridad Estatal (ASE) y municipales mediante un operativo conjunto en poder de un rifle de asalto AK-47 con más de 20 casquillos percutibles en el municipio de Nezahualcoyótl</p>
<p><!--more--><br />
Versiones de la policía aseguran que vecinos de la colonia Virgencitas lo denunciaron vía telefónica, luego de realizar disparos al aire y agredir a transeúntes.</p>
<p>Los uniformados acudieron al cruce con la calle Virgen de la Macarena y Cuarta Avenida, donde Cortés Tamayo se encontraba a bordo de un vehículo Chevy Monza tipo taxi tolerado del estado de México de la agrupación FOTAC CTC, con placas 4337JEN.</p>
<p>Al ser sorprendido recostado en el asiento trasero le fue hallado en la cajuela el rifle junto a los 20 proyectiles, además uno de ellos se encontraba alojado en la recámara del arma.</p>
<p>El presunto fue trasladado a las instalaciones de la policía municipal, a través de un fuerte dispositivo de seguridad, en donde dijo haber estado preso ocho años en el Penal de Neza-Bordo por el delito de robo calificado.</p>
<p>En espera de ser presentado ante el Ministerio Público de la federación, fuentes extraoficiales aseguraron que Edgar Cortés, dijo pertenecer al grupo delictivo Los Zetas, brazo ejecutor al servicio del Cártel del Golfo.</p>
<p>Alrededor de 40 elementos de ambas corporaciones resguardan las instalaciones en prevención ante cualquier percance.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[My Cousin Edgar]]></title>
<link>http://henrihopper.wordpress.com/?p=68</link>
<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 02:04:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>lizlangley</dc:creator>
<guid>http://henrihopper.wordpress.com/?p=68</guid>
<description><![CDATA[You all remember my cousin Buster don&#8217;t you?  Here he is chillin on the couch at my auntie]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>You all remember my cousin <a href="http://henrihopper.wordpress.com/2008/02/26/my-cousin-buster/" target="_blank">Buster</a> don't you?  Here he is chillin on the couch at my auntie's house:</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://i83.photobucket.com/albums/j307/littlemrsl/buster.jpg" alt="" width="400" height="299" /></p>
<p>But I also have a cousin named Edgar.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://i83.photobucket.com/albums/j307/littlemrsl/ed4.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p>Edgar is a cat.  I like to chase cats!  This is hard for me and Edgar, because he does not like to be chased or lunged at and I don't understand why.   It is so much fun!</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://i83.photobucket.com/albums/j307/littlemrsl/ed3.jpg" alt="" width="339" height="451" /></p>
<p>Just yesterday I was at the park and I chased a kitty right up a tree!  It was the fastest I'd moved in a week!</p>
<p>Whenever I get within 3 feet of Edgar he starts to make a funny singing sound.  This helps me to locate him more accurately.</p>
<p>But I am never allowed to get as close as I like...</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://i83.photobucket.com/albums/j307/littlemrsl/ed2.jpg" alt="" width="339" height="461" /></p>
<p>He is a dumb cousin.  In fact so is Buster.  None of my cousins will play with me!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Happy Adobe Friend]]></title>
<link>http://showdesktop.wordpress.com/?p=19</link>
<pubDate>Thu, 29 May 2008 16:51:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ferrera</dc:creator>
<guid>http://showdesktop.wordpress.com/?p=19</guid>
<description><![CDATA[Desktop do Edigar
50% Edição de imagens, vetores e 3D, 10% manutenção e 40% musica.
No momento d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Desktop do Edigar</p>
<p>50% Edição de imagens, vetores e 3D, 10% manutenção e 40% musica.</p>
<p>No momento do print screen ele ouvia <em><strong><a href="http://www.myspace.com/lookseeproof" target="_blank">Look See Proof.</a></strong></em></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://showdesktop.files.wordpress.com/2008/05/005_edgar.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-20 aligncenter" src="http://showdesktop.wordpress.com/files/2008/05/005_edgar.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Papel de parede do <em><strong><a href="http://happytreefriends.atomfilms.com/" target="_blank">Happy Tree Friends</a></strong></em>. Se você quer ver alguns episódios das animações desses bichinhos Sanguinolentos, hehehe, <em><strong><a href="http://happytreefriends.atomfilms.com/watch_episodes/index.html" target="_blank">clique aqui.</a></strong></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tigers - 5/20/08]]></title>
<link>http://hugheyst.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Wed, 21 May 2008 17:23:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>hugheyst</dc:creator>
<guid>http://hugheyst.wordpress.com/?p=3</guid>
<description><![CDATA[A friend and I bought tickets for the Tigers - Mariners series opener back on March 1st on StubHub. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A friend and I bought tickets for the Tigers - Mariners series opener back on March 1st on StubHub.  That was probably a really bad idea.  The two tickets were worth only $13.00 apiece face value, but the total transaction ended up setting me back nearly $60!  It boggles my mind.  Next time, I'm going to cross my fingers and scour Craigslist for some cheap box seats the morning of the game.</p>
<p>Last night's game against the lowly Mariners played out as most Tigers fans expected the typical 2008 game would.  <a href="http://detroit.tigers.mlb.com/team/player.jsp?player_id=434378">Justin Verlander</a> pitches six innings, giving up only one run, the offense torches the Mariners' pitching staff for twelve runs and the Mariners whittle away the deficit against an ineffective Detroit bullpen, but they come up short; Tigers win.  Verlander finally looked like himself, breezing through six innings, fanning seven and walking one, as he picked up his second win of the year, bringing his record to a slightly less dismal 2-7.  After scoring seven runs off <a href="http://seattle.mariners.mlb.com/team/player.jsp?player_id=400067">Carlos Silva</a> before he was yanked, the Tigers proceeded to blast four homeruns off <a href="http://seattle.mariners.mlb.com/team/player.jsp?player_id=430657">Cha Seung Baek</a> and <a href="http://seattle.mariners.mlb.com/team/player.jsp?player_id=450275">Mark Lowe</a>.  Both Mariners relievers surrendered homeruns on their first pitches, a trend broken by <a href="http://seattle.mariners.mlb.com/team/player.jsp?player_id=434884">Ryan Rowland-Smith</a> in the eighth inning.  <a href="http://detroit.tigers.mlb.com/team/player.jsp?player_id=121074">Edgar Renteria</a> nearly hit for the cycle!  That was pretty exciting to watch.  During his last at-bat, we were all on our feet, screaming "GO TWO!" as he slapped a single up the middle off Lowe.  Some fans believe this game could be a point for the offense to rally around.  Others are not so sure.  In the left field seats where we sat last night, some people in the row behind us suggested that MLB reallocate some of our surplus runs from that game to past and forthcoming losses.  If it was possible, it was a great idea until <a href="http://detroit.tigers.mlb.com/team/player.jsp?player_id=449060">Clay Rapada</a> and crew nearly let an eleven-run lead slip away.</p>
<p>Fun fact: while <a href="http://detroit.tigers.mlb.com/team/player.jsp?player_id=425510">Francisco Cruceta</a> warmed up in the bullpen, my friend noticed his pitches were a little tall.  He turned to me and said, "I think he's gonna hit someone up here."  Maybe five or six pitches later, the ball glances off Scott Pickens' glove and hits a fan about 75 feet away.  A security guard went to check him out and brought him down to the bullpen, where Cruceta apologized and signed a ball for him.</p>
<p><a href="http://detroit.tigers.mlb.com/team/player.jsp?player_id=122111">Gary Sheffield</a> went 0 for 5, lowering his batting average to an abominable .180 clip.  Honestly, I think the man should be on the disabled list.  There are many reports that he's still suffering from shoulder pain or soreness.  He hasn't gotten a hit in his last five games, and over his last seven, he's hitting .091.  It's a spectacle that I, along with most Tigers fans, find quite hard to watch.  Here's a potential Hall-of-Famer with 482 homeruns who had a pretty productive year in 2007 until his shoulder injury.  At the plate, he hacks at almost everything and rarely makes solid contact with the ball.  He must be just as frustrated, if not more, than I am.  I don't believe that he's just running on fumes.  If he was healthy, he could still be one of the top hitters in this stacked lineup.  It's obvious his eyesight isn't gone, seeing as he walks enough to own a .336 on-base percentage this year.  Why do we continue to let him play, no less in the 3 spot, leaving a huge, fixable hole in the core of the lineup?  If it's an issue of Leyland's loyalty to Sheff, the more loyal thing to do would be to stop letting him embarrass himself every night and let him and his ailing shoulder get some well-needed rest.  Should we do that, the DH slot would be open to <a href="http://detroit.tigers.mlb.com/team/player.jsp?player_id=136722">Carlos Guillen</a>, whose spot at third would be filled by the hungry <a href="http://detroit.tigers.mlb.com/team/player.jsp?player_id=276346">Brandon Inge</a>, certainly a defensive upgrade over Guillen.  Plus, even though Inge is hitting an anemic .221, that's still forty-one points over Sheff, who also has six less RBI than Inge in sixteen more at-bats.</p>
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<title><![CDATA[Poe- The Creepiest Writer of Them All]]></title>
<link>http://robertvanbobby.wordpress.com/?p=32</link>
<pubDate>Mon, 19 May 2008 20:05:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>robertvanbobby</dc:creator>
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<description><![CDATA[When reading a story, it is important for the reader to feel closeness to the plot and the character]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">When reading a story, it is important for the reader to feel closeness to the plot and the characters. Edgar Allen Poe has an incredible way of bringing his reader into the story. Poe establishes an unsettling partnership between his-self and the reader. This is true in several stories such as The Cask of Amontillado, The Tell-Tale Heart, and The Black Cat, in which the partnership creates an eerie feeling and mood as well as a shocking feeling of understanding.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>            </span>In Poe’s “The Cask of Amontillado” he creates this ‘partnership’ with the reader by speaking to the reader as not only an equal but one who also has knowledge of his vengeful habits. In “The Cask of Amontillado”, the main character, Montresor, was betrayed by his friend, Fortunato. As reprisal, Montresor murders Fortunato. If this were not eerie enough, in the opening scene, Montresor opens by saying “You, who so well know the nature of my soul…” The feeling of partnership is created by this single statement because Montresor directly expresses his inner-most feelings because the reader, if they were to follow him through the story, should know if they do not already know what he is thinking. This partnership gives an eerie feeling to the story because the reader feels as if they are on the side of the villain or the bad-guy. Since the reader is getting fully what Montresor is thinking and feeling and none of the thoughts of Fortunato, the reader is in turn, almost forced to understand and sympathize with Montresor which makes it more eerie that not only is the reader a ‘partner’ with the evil-doer but also understands and pities him. In both of these ways, Poe is able to take an already eerie story and make it even more shocking and eerie. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>            </span>The Tell-Tale Heart is another example of Poe creating a partnership between the main character and the reader. He begins the story by speaking to the reader about himself. He talks about his actions and how well he had done the murder. The narrator also speaks in such a way that the narrator and the reader are equals and as if the two were having an actual conversation and refers to the reader as “you” which gives the eerie feeling of the narrator talking directly to the reader.<span>  </span>“You fancy me mad. Madmen know nothing. But you should have seen me. You should have seen how wisely I proceeded…” In this quote it is proven that the narrator of this story is speaking directly to the reader saying ‘you should have…’ or ‘you fancy me mad.’ This continues to produce an eerie feeling because it does create this partnership and understanding by the reader. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>            </span>In Poe’s “The Black Cat” the narrator does not speak directly to the reader as he does in “The Tell-Tale Heart” but he does create the eerie partnership between the narrator and the reader. The Narrator speaks about his past and his life and how he changed over time and what he felt. This is the type of information that only friends and partners would reveal. This also forces the reader to sympathize and understand the narrator, which also creates a partnership. “For the most wild, yet most homely narrative which I am about to pen, I neither expect nor solicit belief.” In this quote the narrator is saying to the reader that he will tell them a story that they may or may not believe but he tells anyway. This creates the knowledge that he probably won’t be lying if he begins by saying that he doesn’t expect you to believe him. This provides a ‘no-secret’ feeling which creates the partnership between the narrator and reader.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:200%;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>            </span>Edgar Allen Poe has an incredible way of making a creepy story and making it even more eerie and suspenseful. The stories about madness and murder, if they were not creepy and scary enough, were made eerier by Poe’s style of writing by making the reader think they are friends and partners with the evil narrator. The reader is shocked by their sudden understanding and pity of the narrator. This creates the partnership between the reader and narrator. Poe is an incredible writer who can take creepiness to a new level and never ceases to stun the reader.</span></span></p>
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<title><![CDATA[Genaris - the First Family]]></title>
<link>http://theangelofdarkness.wordpress.com/?p=7</link>
<pubDate>Sat, 17 May 2008 15:15:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>theangelofdarkness</dc:creator>
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<description><![CDATA[Edgar Genaris was a well educated young man, working his way up the political career ladder.  He hop]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Edgar Genaris was a well educated young man, working his way up the political career ladder.  He hoped one day to become a senator, or even a mayor. The Confederacy saw great potential in this young man, and requested that he be one of the first to help establish a thriving community on Forgotten Island.  As well as potential, it was recognised that he wouldn't question some of the queerer orders that occasionally came forth from the Confederacy.  (Edgar's wife, Alyssa liked to call the Confederacy the United Anarchy of Domains, but Edgar hoped she was only joking, or had got the real name wrong.)</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2265/2498622605_360305e7b7.jpg?v=0" alt="Edgar Genaris Planting" width="500" height="387" /></p>
<p style="text-align:left;">The Confederacy provided the first few families with housing and some money, at least until they got on their feet.  Unfortunately, as food was growing scarce throughout the Confederacy, the people of Forgotten Island would have to find their own sources for food.  Edgar envisioned his garden as feeding all of the occupants of Forgotten Island - and also thought it made for a good metaphor for the seeds he was planting for the generations ahead who would benefit from the colonisation of Forgotten Island.</p>
<p style="text-align:left;">Edgar hoped that he would be able to help the people of Forgotten Island to grow into a thriving community, even though they were all from very different backgrounds.  He thought of himself as the leader of the ragtag bunch he'd been assigned to.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2334/2498622601_5fc5501523.jpg?v=0" alt="Alyssa Genaris studying in Kitchen" width="500" height="388" /></p>
<p style="text-align:left;">Alyssa, on the other hand, he expected to produce children, and in general be everything a good loving wife should be.    They had married immediately prior to moving to the island.  Alyssa had seemed pleased with the pink on pink kitchen (although truth be told, she really liked pink), and had immediately sat down to learn about how to cook Edgar's favourite meal, pork chops.</p>
<p style="text-align:left;">Notes:</p>
<p style="text-align:left;">My roommate wants me to call the Confederacy the Free United Confederacy of Kingdoms - obviously he finds the acronym entertaining, but I thought that maybe it was a little too over the top for a name!  Also, I think Alyssa's name for it is a little more indicative of the kind of impression I want to give of my SimGovernment - not malevolent, more useless and bureaucratic, which can lead to the wrong decisions being made.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Siti Fotografici #1 - Photo4u]]></title>
<link>http://brandelli.wordpress.com/?p=57</link>
<pubDate>Thu, 15 May 2008 20:53:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mila</dc:creator>
<guid>http://brandelli.wordpress.com/?p=57</guid>
<description><![CDATA[Fotografia su internet non sono solo i fotografi ovviamente ma anche i siti di fotografia che li osp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom:0;text-align:justify;">Fotografia su internet non sono solo i fotografi ovviamente ma anche i siti di fotografia che li ospitano, ce n'è per tutti i gusti. Non volevo però fare una recensione dei siti, non sono una giornalista e ne troverete di migliori su qualsiasi rivista del settore, ma posso parlare della mia esperienza web-fotografica :)</p>
<p style="margin-bottom:0;text-align:justify;">Il primo sito di fotografia su cui sono capitata, e non ricordo neanche come ma suppongo sia stato durante una ricerca su Google, è stato <a href="http://www.photo4u.org/portal.php" target="_blank"><strong>Photo4u</strong></a>.</p>
<p style="margin-bottom:0;text-align:justify;">Febbraio 2004: <a href="http://skucinando.wordpress.com/" target="_blank">biru</a> mi regala la mia prima (e per ora unica) compatta digitale: una <strong>Fuji S5000</strong>, metto in pensione la mia reflex analogica <!--more segue ...-->che tanto ormai usavo solo per foto ricordo e poco più, e comincio a bazzicare i siti di fotografia e a parlarne con gli amici.</p>
<p style="margin-bottom:0;text-align:justify;">
<p style="margin-bottom:0;text-align:justify;">Come dicevo appunto il primo sito a cui mi iscrivo è <a href="http://www.photo4u.org/portal.php" target="_blank"><strong>Photo4u</strong></a>, ma non è il primo sito su cui posterò una foto... perchè? Bhe intanto scattavo con la digitale solo da un mesetto e ancora non ci avevo preso la mano, e poi .... e poi su <a href="http://www.photo4u.org/portal.php" target="_blank"><strong>Photo4u</strong></a> c'era un terribile <span style="color:#ff0000;"><strong>vescovo </strong></span>che non ne perdonava una!</p>
<p style="margin-bottom:0;text-align:justify;">Intendiamoci non era uno di quei classici personaggi da sito fotografico che si ergono a giudici e maestri distribuendo carote e bastoni secondo le simpatie. No, parliamo di una persona con una grande passione per la fotografia e un'altrettanta grande passione nel trasmetterla.</p>
<p style="margin-bottom:0;text-align:justify;">In quel periodo il forum non era ancora il grande forum di fotografia italiano che è oggi (presumo sia il più importante), era un forum gestito da un piccolo gruppo di persone con grande entusiasmo e devo dire anche con grandi qualità umane e tecniche.</p>
<p style="margin-bottom:0;text-align:justify;">Con questo non voglio dire che oggi non sia così, ma si sa quando le cose diventano molto grandi le qualità si diluiscono ed è più difficile trovarle in mezzo a migliaia di post e altrettante fotografie.</p>
<p style="margin-bottom:0;text-align:justify;">
<p>Tornando a me ... dicevo di quel terribile vescovo, criticava senza mezzi termini le fotografie degli utenti, ma allo stesso tempo non mancava mai di dare un consiglio utile e io rivedendo i miei stessi errori nelle ciofeche che venivano postate dai niubbi non sentivo la necessità di pubblicare pure le mie!</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://brandelli.files.wordpress.com/2008/05/0da2a782-5d77-4806-9f81-25f6d7524bf2.jpg" target="_blank"><img class="alignright" style="float:right;margin:5px;" src="http://brandelli.wordpress.com/files/2008/05/0da2a782-5d77-4806-9f81-25f6d7524bf2.jpg?w=300" alt="Pescatore" width="200" /></a>Ho fatto tesoro di ogni critica che ho letto, ma non solo, era tale il suo entusiasmo verso la <em>fotografia street</em> che mi contagiò e trovai il coraggio di uscire di casa per andare a fotografare la gente al mercato o al porto, embhé direte ... embhè chi mi conosce sa che non c'è cosa più lontana dal mio modo di essere che puntare una macchina fotografica in faccia alla gente :)</p>
<p style="margin-bottom:0;text-align:justify;">Infatti è una strada che poi ho abbandonato, non era la mia, ma mi è servito tantissimo, più a livello personale che fotografico probabilmente.</p>
<p style="margin-bottom:0;text-align:justify;">Il Vescovo diradò la sua presenza sul sito e io nel frattempo avevo ampliato un po' le mie ricerche e conoscenze.</p>
<p style="margin-bottom:0;text-align:justify;">Non ho mai conosciuto <a href="http://www.photo4u.org/viewforum.php?f=36" target="_blank"><strong>Il Don</strong></a> <strong>(Edgar)</strong>, non ci ho mai parlato ma è stato un punto importante per la mia crescita fotografica.<br />
<span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<h5><a href="http://brandelli.files.wordpress.com/2008/05/0789-barcone-02.jpg" target="_blank"><img class="alignleft size-medium wp-image-60" style="margin-left:10px;margin-right:10px;float:left;" src="http://brandelli.wordpress.com/files/2008/05/0789-barcone-02.jpg?w=241" alt="" width="200" /></a></h5>
</p>
<p style="text-align:justify;padding-left:90px;"><em>Era la mia foto nº 789 e fu una delle prime foto che postai sul sito, mi sembrava di aver fatto un piccolo capolavoro (quel barcone in effetti era un soggetto fotografico con i fiocchi).</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>La postai nella sezione "Elaborazioni" perchè senza saperlo bene avevo creato nel 2004 quello che oggi tutti chiamano HDR, ovviamente senza plugin o filtri strani visto che non c'erano o non li conoscevo, ma siccome la ritenevo "taroccata" non la misi nelle normali sezioni.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Oggi una foto come questa si posta nelle sezioni normali :D</em></p>
<p style="margin-bottom:0;">
<h5><span style="color:#808080;"><strong><span style="color:#ffffff;">.</span><br />
</strong></span><span style="color:#808080;"><strong> Link:</strong></span></h5>
<ul>
<li>
<h5><a href="http://www.photo4u.org/portal.php" target="_blank"><strong>Photo4u</strong></a></h5>
</li>
<li>
<h5><a href="http://www.photo4u.org/viewforum.php?f=36"><strong>I Commenti del Don</strong></a></h5>
</li>
<li><strong><a href="http://www.photo4u.org/portal.php" target="_blank">La mia gallery su Photo4u</a><br />
</strong></li>
</ul>
]]></content:encoded>
</item>

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