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	<title>discordia-brasilis &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/discordia-brasilis/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "discordia-brasilis"</description>
	<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 06:45:07 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://discordiabrasilis.wordpress.com/2007/08/13/3/</link>
<pubDate>Mon, 13 Aug 2007 18:49:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>timoteopinto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Discordianos do Brasil!
Participe do projeto Discordia Brasilis, uma revista discordiana para os dis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Discordianos do Brasil!</p>
<p>Participe do projeto Discordia Brasilis, uma revista discordiana para os discordianos brasileiros.<br />
Contribuam com o que quiserem: textos, desenhos, fotos, dinheiro, sexo, trabalho escravo, etc…<br />
Seja como for, como quer que seja, não sem antes um cachorro quente, entretanto.</p>
<p>mandem suas contribuições para <a href="mailto:timoteop@gmail.com"><font color="#0047be">timoteop@gmail.com</font></a></p>
<p>Salve Éris!</p>
<p>-&#62;-=+&#60;-</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O que o capitalismo vende?]]></title>
<link>http://discordiabrasilis.wordpress.com/2008/02/28/o-que-o-capitalismo-vende/</link>
<pubDate>Thu, 28 Feb 2008 17:20:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rev. Peterson Cekemp</dc:creator>
<guid>http://discordiabrasilis.wordpress.com/2008/02/28/o-que-o-capitalismo-vende/</guid>
<description><![CDATA[O capitalismo vende segurança: como diz meu professor de geografia, a mídia sempre quer ver todo m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><b>O capitalismo vende </b><b>segurança:</b> como diz meu professor de geografia, a mídia sempre quer ver todo mundo com a "teoria do cagaço" debaixo do braço. A TV cospe sangue em você; faz com que você ache que qualquer pessoa minimamente mal vestida está olhando atravessado pra você, e que a cada esquina um seqüestrador está escolhendo uma vítima (e que vai ser você, é claro). Ela quer fazer você ficar tão angustiado que você vai querer comprar tudo que eles vendam como segurança, além de consumir mais comida e banalidades por causa da sua angústia. Afinal, pra onde as mulheres vão quando querem se distrair? SHOPPING, não é?</p>
<p align="justify"><b>O capitalismo vende personalidade: </b>As pessoas querem viver numa zona de segurança, algum lugar abstrato confortável, que está entre a normalidade e a personalidade exclusiva. Na verdade há duas motivações para as pessoas quererem se sentir "diferentes". A primeira é a agonia da normalidade, e das duas é a "Menos ruim". É quando alguém percebe que simplesmente se parece demais com "todo mundo" e com "estereótipos", então tenta mudar e ganhar alguma coisa como uma "personalidade própria". A outra motivação é que a sociedade em geral faz você acreditar que é normal ser diferente (em questão de personalidade), de forma que se você não é minimamente diferente, você não é normal - e aí algumas pessoas iriam à loucura se não se encaixassem <i>nessa</i> "normalidade". A questão é que, por qualquer motivo que seja, você acredita que precisa ser diferente a qualquer custo, e antes esse fosse o problema. O problema é que é uma crença de superficialidade; as pessoas pra serem diferentes fazem algo no cabelo, compram roupas "diferentes" ou "que dizem mais" sobre elas, aprendem algumas expressões de determinado grupo social, e compram variados produtos que custam mais caro <i>por causa do fator "exclusividade"</i>. Um iPod já é caro, mas uma versão limitada, sei lá, autografada pelo U2 (uma vez já existiu uma assim) custa mais caro. E quem "se identifica" vai lá e compra. O capitalismo vende personalidade: pras pessoas, ser diferente é comprar a diferença.</p>
<p><b>O capitalismo vende utopias: </b>Você acha que a anarquia é utopia? Utopia é achar que felicidade é casar, ter filhos, viver trabalhando que nem um condenado pra sobreviver e sobrar um dinheiro pra no fim da vida ficar sem fazer de nada numa casa de praia. Essa é a imagem ideal de muitas pessoas: quando é perguntado a elas sobre felicidade, ou elas respondem um amor, ou os filhos, ou uma velhice segura. Aqui está um estereótipo: pôr-do-sol. Praia. Crianças brincando em slow motion. Ondas calmas. Um idoso com sandálias chiques, óculos escuros impecáveis, apoiando os braços atrás da cabeça e deitando, curtindo o pôr-do-sol... Parece propaganda do Itaú, certo? Então. <b>Todos os seus sonhos de felicidade são na verdade remédios pros seus medos. </b>Medo e impossibilidade de ficar sozinho, medo instintivo e primitivo de não passar os genes adiante, e medo memético, que vem da insegurança social dos dias de hoje, de sofrer na velhice ou mesmo ficar pobre antes disso, etc. As pessoas não querem mais nada da vida, não ousam ir além, se contentam com o pouco que lhes aplaca as ansiedades - e é pior, pois se contentam em nem mesmo pensar sobre isso. Isso não é vida. Isso não é felicidade. <b><u>Isso</u> é utopia.</b></p>
<p>E, é claro, tem alguém lucrando com os casamentos, muita gente lucrando com filhos e com o trabalho, e muita gente lucrando com casas na praia.</p>
<p><b>E, acima de tudo, o capitalismo vende distração: </b>Se não houvesse nada pra te distratir, mais pessoas pensariam que talvez a mídia manipula demais as informações, que talvez não é preciso muito pra ser diferente, e não é um grande objetivo de vida ser diferente - ou melhor, se encaixar no modelo padrão de "ser diferente" - e mais pessoas avaliaram o que desejam pras suas vidas. E assim as coisas mudariam. Mas como as pessoas não são tão sérias <i>(e ainda bem que não são, sob certo ponto de vista!)</i> elas gostam de uma diversãozinha. O problema é que não sabem usar com moderação. Transformam a religião, o pão e o circo em ópio pras mazelas silenciosas da existência.</p>
<p>E tem muita gente lucrando com isso.</p>
<p>por <a href="http://orkutcidio.org" target="_blank">Rev. Peterson Cekemp</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Volta dos Radares Fixos em Santa Catarina]]></title>
<link>http://discordiabrasilis.wordpress.com/?p=15</link>
<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 13:53:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rev. Peterson Cekemp</dc:creator>
<guid>http://discordiabrasilis.wordpress.com/?p=15</guid>
<description><![CDATA[Uma notícia pegou quase todos os catarinenses de surpresa (alguém deve acompanhar a assembléia le]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Uma notícia pegou <i>quase todos</i> os catarinenses de surpresa (alguém deve acompanhar a assembléia legislativa, pelo amor de Éris) nesta terça-feira dia 12. Os radares fixos (conhecidos pelo simpático nome de <i>pardais</i>) podem voltar às rodovias catarinas, devido à revogação de um projeto de lei que as proibiu em 2002.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">O deputado estadual Elizeu Mattos do PMDB foi quem propôs o projeto de lei. Ele defende a iniciativa, segundo o <a href="http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default.jsp?uf=2&#38;local=18&#38;section=Geral&#38;newsID=a1764536.xml" target="_blank">Diário Catarinense</a>, dessa forma: "O objetivo é humanizar as estradas. O que estamos vendo é genocídio e ninguém faz nada".</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Vamos então a uma opinião discordiana do fato: em primeiro lugar, por que os radares fixos foram proibidos? O projeto de lei que as proibiu é do Ex-Deputado Estadual Paulo Bornhausen.  Na <a href="http://www.cetran.sc.gov.br/atas/2006/extra137.doc" target="_blank">Ata da Seção Extraordinária de número 137 de 2006  do CETRAN/SC</a> [.doc], assim está escrito:</p>
<div align="justify">
<blockquote><p>[...] quanto ao excesso de velocidade o Inspetor Robson comenta que nas Rodovias de São Paulo os agentes estão fazendo experiências para saber quais tipos de motoristas transitam nas rodovias brasileiras e chegaram a conclusão que existem vários tipos, que é necessário analisar caso a caso; diz que lá efetivaram uma operação radar em três pontos diferentes da mesma via; dos que eram flagrados na primeira barreira e abordados, uns diminuíam a velocidade e consequentemente (sic) não eram flagrados nas próximas barreiras, outros eram flagrados também na segunda barreira e existiam ainda motoristas que eram flagrados na terceira, o que é absurdo pois afere a falta de educação dos motoristas; quanto ao fato da localização dos aparelhos medidores de velocidade entende que <b>estes devem estar escondidos pois o objetivo é manter sempre o limite de velocidade da via; se o condutor não desrespeitar a sinalização consequentemente (sic) não será autuado</b>; diz que o objetivo dos radares é primar pela segurança dos condutores e pedestres; assim, entende ser hipócrita a edição da Deliberação 52 que retorna a obrigatoriedade da sinalização de localização dos aparelhos; comenta que o objetivo de toda essa fiscalização é a diminuição do número de mortes no trânsito que chega a ser superior ao da violência urbana; [...]</p></blockquote>
</div>
<p align="justify">E complementa:</p>
<div align="justify">
<blockquote><p>[...] ainda, sobre o problema de fiscalização de velocidade, comentam o absurdo da Lei editada em 2002 pelo Deputado Estadual Paulo Bornhausen que proibiu o uso de radares fixos nas Rodovias Estaduais não ter sido considerada inconstitucional; em todo acórdão do STF o relator ressalta que a competência para legislar sobre trânsito é da união mas no voto se contradiz e dispõe que a lei é constitucional [...]</p></blockquote>
</div>
<p align="justify">Paulo Bornhausen é conhecido por ter sido o primeiro deputado do DEM a levantar a bandeira contra CPMF - uma atitude de apelo popular, se bem pensarmos. Segundo uma pesquisa de teleopinião realizada terça-feira dia 12 pelo Jornal do Almoço da RBS TV*, 69% dos telespectadores que telefonaram não concordavam com a volta dos radares fixos. Ou seja, eles não são, e de fato nunca foram populares. Terá o apelo popular prevalecido em 2002? Sim, é o que tudo indica.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Mas por que o povo catarinense foi tão contra os pardais e continua resistindo à idéia? Em geral, ninguém gosta de tomar multa, e quando há sinalização ou lombadas eletrônicas as pessoas param, diminuem a velocidade, respeitam, porque têm consciência de que tomarão uma multa. Mas por que resistir tanto à idéia de radares fixos sem sinalização? Ora, o documento do CETRAN é claro e não poderia ser mais óbvio. Se alguém respeita a velocidade máxima, não será autuado, é simples. Sabe-se que com a sinalização nada avançou no campo de educação dos motoristas nem no da redução de acidentes.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Por outro lado, motoristas (e também Pedro Lopes, diretor-executivo da FETRANCESC, ainda segundo o DC) pensam que o sistema de radares fixos constitui uma indústria de multas; que eles são colocados em lugares impróprios e seus critérios de posicionamento são, portanto, apenas oportunistas. Ainda que fossem, isso não altera o fato de que os radares são configurados para autuar os motoristas em excesso de velocidade - portanto se a velocidade máxima for informada, não há irregularidade alguma em colocá-lo onde quer que seja.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Mesmo que os pontos errados sejam escolhidos, só há problema se os pontos certos não sejam escolhidos juntamente com os errados - e, para muitas pessoas, aí que estava o problema.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Mas qual a atitude a tomar? A radicalidade de proibir todos pelo mau posicionamento de alguns ou a transformação, a renovação do sistema através de um extenso estudo? Fingindo que a política funcione, a segunda opção seria melhor. Agora, pode servir o pessimismo para nos conduzir ao mesmo pensamento de "A política não funciona, logo é melhor não aprovar os pardais pra que eles não sejam mal administrados"?</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Segundo o Deputado Elizeu Mattos, em <a href="http://www.alesc.sc.gov.br/deputados/discurso/apresentadiscurso.php?id=15308&#38;matricula=15308&#38;pg=5&#38;nome=Deputado%20Elizeu%20Mattos" target="_blank">pronunciamento feito</a> dia 7 de Fevereiro de 2008:</p>
<div align="justify">
<blockquote><p>Outra questão que me traz à tribuna [...] é a carnificina, o genocídio nas rodovias do país, em especial de Santa Catarina. Santa Catarina conseguiu ser a primeira no ranking. Se fosse uma verdadeira vitória ser a primeira no ranking brasileiro, estaríamos festejando, mas estamos chorando por esse primeiro lugar que estamos ganhando em matéria de acidente de trânsito em nossas rodovias. E somos um estado pequeno. Eu não tenho medo de defender aqui algumas coisas, e na próxima terça-feira, [...] apresentarei um projeto que, às vezes, poderá não ser simpático. Às vezes, poderá ser antipático o projeto que vou apresentar, mas entre o bolso e a vida, vou ficar com a vida, eis que quero poder passear nos finais de semana, com a minha família, sem medo. E quero chegar ao destino. Agora, não podemos mais conviver com a loucura que foi feita no trânsito das rodovias do nosso estado. É lógico que há alcoolismo, sim[...]. As pessoas não se controlam, bebem, acham-se os donos das rodovias, [...] e pisam forte no acelerador. Mas para mim o grande problema de tudo é o excesso de velocidade. Aquele que bebe antes de dirigir, quando pega o volante, o pé fica pesado e não respeita os limites de velocidade. Então, se o pardal é um mal necessário, na terça-feira vou apresentar um projeto propondo a volta dos pardais, mas com um critério que não seja o caça-níquel e sim o de salvar vidas. Esse será o critério do projeto que vamos apresentar aqui na próxima terça-feira: não arrecadar dinheiro e sim salvar vidas.</p></blockquote>
</div>
<p align="justify">Enfim, a polêmica continua. Hipocrisia dos motoristas, combinado com pessimismo na política? Se deixarmos essa combinação ir adiante, poderemos sofrer com as <i>aftermath</i>...</p>
<p align="justify">Fontes: Diário Catarinense, CETRAN/SC, Assembléia Legislativa de SC</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Número 1]]></title>
<link>http://discordiabrasilis.wordpress.com/2008/02/06/numero-1/</link>
<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 14:26:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>timoteopinto</dc:creator>
<guid>http://discordiabrasilis.wordpress.com/2008/02/06/numero-1/</guid>
<description><![CDATA[Faça o download aqui
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Faça o download <a href="http://www.4shared.com/file/36952937/43db5b70/Discrdia_Brasilis_Nmero1.html" title="Discórdia Brasilis número 1">aqui</a></p>
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