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	<title>direito-administrativo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/direito-administrativo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "direito-administrativo"</description>
	<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 17:38:26 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Controle interno da Administração Pública]]></title>
<link>http://danilopimentel.wordpress.com/?p=73</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 15:59:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>danilopimentel</dc:creator>
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<description><![CDATA[Danilo Pimentel Paraizo Rodrigues

 
Controle interno ou controle administrativo é o exercido pela]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"><em>Danilo Pimentel Paraizo Rodrigues</em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Controle interno ou controle administrativo é o exercido pela Administração Pública em relação a seus próprios atos. Ao contrário do controle judicial que segue a inércia do Poder Judiciário, pode ser exercido de ofício e também mediante provocação. Conforme definição de Maria Sylvia Zanella Di Pietro: </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="Citao" style="text-align:justify;margin:0 0 0 4cm;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:x-small;">Controle administrativo é o poder de fiscalização e correção que a Administração Pública (em sentido amplo) exerce sobre sua própria atuação, sob os aspectos de legalidade e mérito, por iniciativa própria ou mediante provocação.</span><a name="_ftnref1" href="http://danilopimentel.wordpress.com/wp-admin/#_ftn1"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:150%;font-family:Arial;">[1]</span></span></span></span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">O controle interno é exercido pelas entidades da Administração Pública como um todo, sejam integrantes da Administração Pública Direta ou da Administração Pública Indireta.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">O controle interno é mais amplo que o controle judicial. Enquanto o controle judicial se limita a questão da legalidade, o controle administrativo analisa a legalidade e pode ainda adentrar ao mérito administrativo. Tal posicionamento é confirmado pela Súmula 473 do Supremo Tribunal Federal</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="Citao" style="text-align:justify;margin:0 0 0 4cm;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:x-small;">SÚMULA 473</span></span></p>
<p class="Citao" style="text-align:justify;margin:0 0 0 4cm;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:x-small;">A Administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os tornem ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de conveniência e oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial.</span><a name="_ftnref2" href="http://danilopimentel.wordpress.com/wp-admin/#_ftn2"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:150%;font-family:Arial;">[2]</span></span></span></span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">O controle interno é derivado do poder de autotutela da Administração Pública sobre seus atos e seus servidores. Esse controle é exercido normalmente pelo poder hierárquico, que por sua vez se divide em controle hierárquico próprio e impróprio. O controle hierárquico próprio é exercido por um órgão hierarquicamente superior que controla e fiscaliza um órgão de hierarquia inferior, e o controle hierárquico impróprio é aquele que é exercido com auxílio de órgãos específicos de controle, mas que integrantes da Administração Pública, vez que o controle hierárquico é espécie de controle interno, sendo exercido então somente por órgãos do Poder Executivo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">O controle interno ou administrativo se manifesta de três formas diferentes denominadas pela doutrina como meios quais sejam: fiscalização hierárquica, supervisão ministerial e recursos administrativos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">A fiscalização hierárquica é a manifestação do controle hierárquico próprio. É o controle exercido por órgãos superiores sobre órgãos inferiores da mesma Administração. Conforme salienta Hely Lopes Meirelles:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="Citao" style="text-align:justify;margin:0 0 0 4cm;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:x-small;">A fiscalização hierárquica é exercida pelos órgãos superiores sobre os inferiores da mesma da mesma Administração, visando ordenar, coordenar, orientar e corrigir suas atividades e agentes. É inerente ao poder hierárquico, em que se baseia a organização administrativa, e, por isso mesmo, há de estar presente em todos os órgãos do Executivo.</span><a name="_ftnref3" href="http://danilopimentel.wordpress.com/wp-admin/#_ftn3"><span class="MsoFootnoteReference"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:10pt;color:black;line-height:150%;font-family:Arial;">[3]</span></span></span></span></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">O órgão superior analisa a forma de elaboração de atos administrativos, todos os aspectos pertinentes a legalidade, além de avaliar o mérito administrativo. Analisa a observância a regulamentos próprios como estatutos ou regimentos internos da entidade, com uma maior precisão por ser integrante do mesmo sistema de regulação.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">A supervisão ministerial é um meio de controle administrativo exercidos sobre as entidades integrantes da Administração Pública indireta em relação ao ministério a que estejam vinculadas. Insta salientar que esta vinculação não reflete subordinação hierárquica, dada a autonomia e independência das entidades da Administração Pública indireta. Trata-se de controle finalístico, controle quanto ao objetivo das atividades desenvolvidas, por parte da Administração que instituiu o ente da Administração Pública indireta.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Recursos administrativos devem ser entendidos em seu sentido amplo como todo e qualquer meio hábil para propiciar o reexame de ato ou decisão administrativa pela própria administração.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Estão diretamente ligados ao direito de petição, que por sua vez são assegurados pela descrição do artigo 5º, incisos XXXIV e LV da Constituição da República, abaixo transcritos:</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="Citao" style="text-align:justify;margin:0 0 0 4cm;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:x-small;">Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: </span></span></p>
<p class="Citao" style="text-align:justify;margin:0 0 0 4cm;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:x-small;">(...)</span></span></p>
<p class="Citao" style="text-align:justify;margin:0 0 0 4cm;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:x-small;">  </span><a name="5XXXIV"></a><span style="font-size:x-small;">XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: </span></span></p>
<p class="Citao" style="text-align:justify;margin:0 0 0 4cm;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:x-small;">        </span><a name="5XXIVA"></a><span style="font-size:x-small;">a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder;</span></span></p>
<p class="Citao" style="text-align:justify;margin:0 0 0 4cm;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:x-small;">        </span><a name="5XXIVB"></a><span style="font-size:x-small;">b) a obtenção de certidões em repartições públicas, para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal;</span></span></p>
<p class="Citao" style="text-align:justify;margin:0 0 0 4cm;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:x-small;">(...)</span></span></p>
<p class="Citao" style="text-align:justify;margin:0 0 0 4cm;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:x-small;">LV - aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes;</span></span></p>
<p class="Citao" style="text-align:justify;margin:0 0 0 4cm;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:x-small;">(...)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Os recursos administrativos são os meios hábeis de se viabilizar o direito de petição. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">Assim como no processo judicial, todos os recursos administrativos são recebidos nos efeitos devolutivo e suspensivo. Devolutivo, pois a matéria será reexaminada pela Administração Pública, e suspensivo, pois o ato questionado tem sua eficácia e validade suspensa até a decisão do recurso administrativo interposto.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:small;">São diversos os recursos administrativos admitidos na legislação, dentre os quais destacam-se representação, reclamação administrativa, recurso hierárquico, pedido de reconsideração e revisão do processo.</span></span></p>
<div style="text-align:justify;">
<span style="font-size:small;"><br />
<hr size="1" /></span></p>
<div id="ftn1">
<p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify;margin:0;"><a name="_ftn1" href="http://danilopimentel.wordpress.com/wp-admin/#_ftnref1"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-family:Arial;"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Arial;">[1]</span></span></span></span></span></a><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:x-small;"> <span class="RefernciaSutil"><span style="font-family:Arial;">DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. <strong>Direito Administrativo</strong>.<span>  </span>13 ed. São Paulo: Editora Atlas, 2001, p 535.</span></span></span></span></p>
</div>
<div id="ftn2">
<p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify;margin:0;"><a name="_ftn2" href="http://danilopimentel.wordpress.com/wp-admin/#_ftnref2"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-family:Arial;"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Arial;">[2]</span></span></span></span></span></a><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:x-small;"> BRASIL, Disponível em </span><a href="http://www.stf.gov.br/portal/principal/principal.asp"><span style="font-size:x-small;">http://www.stf.gov.br/portal/principal/principal.asp</span></a><span style="font-size:x-small;">. Acesso em 28/04/2008</span></span></p>
</div>
<div id="ftn3">
<p class="MsoFootnoteText" style="text-align:justify;margin:0;"><a name="_ftn3" href="http://danilopimentel.wordpress.com/wp-admin/#_ftnref3"><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-family:Arial;"><span><span class="MsoFootnoteReference"><span style="font-size:10pt;line-height:150%;font-family:Arial;">[3]</span></span></span></span></span></a><span style="font-family:Arial;"><span style="font-size:x-small;"> <span>MEIRELLES</span>, Hely Lopes. <strong><span>Direito Administrativo Brasileiro</span></strong>. 32ed. São Paulo: Editora Malheiros,<span>  </span>p 670.</span></span></p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Decisão sobre "atividade jurídica": caso Lyana versus PGR]]></title>
<link>http://franciscofalconi.wordpress.com/?p=374</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 14:17:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>franciscofalconi</dc:creator>
<guid>http://franciscofalconi.wordpress.com/?p=374</guid>
<description><![CDATA[
            Um julgamento bastante interessante tomou conta da sessão plenária de onte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">            <span style="font-size:11pt;">Um julgamento bastante interessante tomou conta da <a href="http://www.stf.gov.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=95437">sessão plenária de ontem do STF</a>: o caso Lyana Kalluf <em>versus</em> Procurador Geral da República (MS 26.690). </span></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:11pt;">            </span></span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:11pt;">Tratava-se de mandado de segurança em que a impetrante procurou concretizar seu sonho de tornar-se Procuradora da República. Apesar de aprovada nas primeiras fases do dificílimo concurso, teve a inscrição definitiva negada por não ter comprovado três anos de atividade jurídica. </span></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:11pt;">            </span><span style="font-size:11pt;">Na realidade, a autora da ação só dispunha como atividade jurídica do exercício de dois anos do cargo de Promotor de Justiça. Durante a tramitação do <em>writ</em>, obteve liminares do Ministro Relator Eros Grau que lhe garantiram a possibilidade de fazer a prova oral, ser nomeada e reservar a vaga. A posse, porém, ficou condicionada ao julgamento do mérito. </span><span style="font-size:11pt;"><span> </span></span></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:11pt;"><span>           </span>Apesar do brilhante parecer oral do Subprocurador Roberto Gurgel contra Lyana, prevaleceu o bom senso da maioria dos Ministros, bem como a idéia de que as regras jurídicas não podem ser interpretadas friamente, sem a observância das peculiaridades do caso concreto. Como negar a alguém que já era integrante do Ministério Público estadual o acesso aos quadros do Ministério Público Federal? </span></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:11pt;">          </span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:11pt;font-family:&#34;">Ao final, um recado foi dado: o que se estava a discutir era uma situação excepcional. Não houve, portanto, flexibilização do conceito de atividade jurídica. Inclusive, a pretensão da impetrante de contar o tempo de magistério em cursinho preparatório para concursos e de assessoria informal a um membro do Ministério Público estadual não foi aceita. A razão de decidir da Corte baseou-se na presumida experiência – “tirocínio” no dizer do Ministro Peluso – decorrente do exercício do cargo de Promotor de Justiça.</span></span></span></span></span></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PREGAO ELETRONICO E PREGAO PRESENCIAL]]></title>
<link>http://monografiadireito.wordpress.com/?p=20</link>
<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 04:34:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>alexcalef</dc:creator>
<guid>http://monografiadireito.wordpress.com/?p=20</guid>
<description><![CDATA[O tema relativo às Licitações por pregão deve merecer especial atenção dos estudantes do Direi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O tema relativo às Licitações por pregão deve merecer especial atenção dos estudantes do Direito quando da seleção de seus temas de monografia ou a abordagem de temáticas para seus TCC s. Está profundamente ligado às prerrogativas da cidadania, proporcionando a todos a oportunidade de participar das decisões administrativas, contribuindo de modo efetivo para o aperfeiçoamento dos costumes e das práticas administrativas.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Assim, sabedores da importância do estudo dos procedimentos licitatórios em monografias de Direito e TCC em todo o país, a <a href="http://www.monografiaac.com.br">AC monografia e pesquisa monografica </a>realizou este artigo.</p>
<p style="text-align:justify;">Houve época em que o cidadão comum assistia inerte ao uso inadequado dos recursos públicos, com obras superfaturadas ou com editais dirigidos a determinadas empresas. Hoje, a lei permite sua efetiva participação, atribuindo-lhe legitimidade para impugnar edital, acompanhar os gastos públicos com as compras feitas pela Administração, representar ao Tribunal de Contas quanto às violações na aplicação da Lei (§ 1º do art. 113).</p>
<p style="text-align:justify;">O aperfeiçoamento das instituições democráticas depende da efetiva participação de todos. Impende que todos acompanhemos com atenção as mudanças por que passa a sociedade, oferecendo nossa experiência no trato com as normas jurídicas, sobretudo as que cuidam de temas tão importantes para o aprimoramento dos costumes e das instituições, como é o caso da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8666cons.htm">Lei das Licitacoes e dos Contratos </a>Administrativos. </p>
<p style="text-align:justify;">Com base no trabalho de <a href="http://www.monografiaac.com.br/monografiasdireito.html">monografia de Direito </a>que concluímos com referencia a Licitação, verificamos que o seu objeto principal que é o de contratar bens, produtos ou serviços com maior viabilidade de preços e qualidade, de uma certa forma, não corresponde com muita presteza aos aspectos desejados de uma Administração. Apesar de existirem diversos processos para se distinguir qual a maior e melhor proposta a viabilizar uma aquisição de um serviço ou compra, algumas vezes não optam pela proposta de maior vantagem, pois as vezes quando se tem o melhor preço não se tem o melhor rendimento ou qualidade, ou vice-versa.</p>
<p style="text-align:justify;">Ainda neste enfoque existem diversas empresas licitadas que não demonstram verdadeiramente o seu custo, como exemplo, uma empresa que tem obviamente, um melhor preço para aquisição de um serviço no âmbito ambiental porém não possui controles adequados de poluição, essa por sua vez vence o processo licitatório, enquanto que a outra, não tendo o melhor preço, porém existindo sim o controle antipoluição, não vence, sendo que esta que não possui o controle irá no final das contas gerar um custo bem maior ao órgão que a licitou, devido diversos males que irá causar por não possuir controle antipoluição.</p>
<p style="text-align:justify;">Embora ocorram estas divergências, não seria correto dizer que o processo não deveria existir, pois é de grande validade quando uma Administração atinge seus objetivos, adquirindo um produto ou serviço com melhor qualidade e menor preço, porém para que isto ocorra é necessário que haja tempo hábil, tornando assim o processo com maior viabilidade de análise.</p>
<p style="text-align:justify;">Desta feita, tem-se um panorama sobre a fundamentalidade do tema para a monografia de Direito, principalmente Público, sendo que a intenção da <a href="http://www.monografiaalpha.com.br">Alpha Monografias de Direito </a>é justamente a geração deste conhecimento para fundamentaçao teórica, facilitando a elaboração da própria monografia ou do TCC por parte do aluno.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SOBRE A LICITACAO PREGAO]]></title>
<link>http://luzmonografias.wordpress.com/?p=25</link>
<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 04:14:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>luzmonografias</dc:creator>
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<description><![CDATA[O presente artigo tem como objeto de análise a abordagem sobre o tema da modalidade de compra por ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O presente artigo tem como objeto de análise a abordagem sobre o tema da modalidade de compra por licitação denominada pregão na sua natureza eletrônica e presencial na forma de uma monografia de Direito, ou ainda um TCC, ou trabalho de conclusão de curso<!--more-->, instituída no contexto de um processo de mudança por que passa o Estado, como meio de conferir maior eficiência e agilidade ao procedimento licitatório. De modo a oferecer um panorama referente a tal abordagem em <a href="http://www.monografiaalpha.com.br">monografias a Alpha Monografia de base para TCC </a>iniciou esta discussão.</p>
<p style="text-align:justify;">Devido à competitividade gerada pela fase de lances e à celeridade desta modalidade de licitação, esta torna possível que os bens e serviços comuns sejam objetos de contratações imediatas e a preços bastante vantajosos, razão pela qual tem sido crescente o interesse pelo seu emprego.</p>
<p style="text-align:justify;">Para tanto, a modalidade pregão possui procedimentos específicos ditados pela Lei nº 10.520/02 e seus decretos regulamentares, tais como os Decretos nº 3.555/00, 3.697/00 e 5450/05, os quais se mostram diversos da Lei nº 8.666/93, representando novidade que necessita ser discutida e bem compreendida, a fim de acarretar a plena satisfação do interesse público.</p>
<p style="text-align:justify;">Este é justamente o objetivo neste <a href="http://www.monografiaalpha.com.br/projetopesquisa.html">trabalho de pesquisa</a>: apresentar uma avaliação ampla e detalhada da modalidade de licitação pública pregão nas formas presencial e eletrônica e buscar seu pleno entendimento.</p>
<p style="text-align:justify;">Veremos ao no decorrer deste estudo, que a adoção do pregão para aquisição de bens e serviços comuns objetiva, principalmente, ampliar a competição, permitindo a obtenção de um melhor preço pela administração, com a possibilidade de lances verbais e negociação direta pelo pregoeiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Por outro lado, sua aplicação tem sido objeto de muitos questionamentos, gerando dúvida e insegurança por parte de administradores quanto à sua escolha, especialmente quando se trata de proceder ao enquadramento do objeto da licitação no conceito de bens e serviços comuns do art. 1º da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10520.htm">Lei Federal nº 10.520</a>, de 17 de julho de 2002.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim, a partir de tal foco, tem-se que a <a href="http://www.monografiaad.com.br">AD Monografia Pronta </a>está preparada para a geração de conteúdo monográfico de base para monografias sobre licitações e especificamente sobre o pregão.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Livro de reclamações.]]></title>
<link>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=700</link>
<pubDate>Sun, 31 Aug 2008 16:12:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>ROGÉRIO FREITAS SOUSA | Advogado | rfs@rfsadvogados.pt |</dc:creator>
<guid>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=700</guid>
<description><![CDATA[Portaria n.º 896/2008, D.R. n.º 158, Série I de 2008-08-18 | Ministérios das Finanças e da Admi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/08/15800/0567205678.PDF">Portaria n.º 896/2008, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 158, Série I de 2008-08-18</a> &#124; <span class="font-bold">Ministérios das Finanças e da Administração Pública e da Economia e da Inovação</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Altera a Portaria n.º 1288/2005, de 15 de Dezembro, que aprova o modelo, edição, preço, fornecimento e distribuição do livro de reclamações a ser disponibilizado pelos fornecedores de bens e prestadores de serviços abrangidos pelo Decreto-Lei n.º 156/2005, de 15 de Setembro.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Empresas de animação turística.]]></title>
<link>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=682</link>
<pubDate>Sun, 31 Aug 2008 15:57:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>ROGÉRIO FREITAS SOUSA | Advogado | rfs@rfsadvogados.pt |</dc:creator>
<guid>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=682</guid>
<description><![CDATA[Decreto Legislativo Regional n.º 30/2008/M, D.R. n.º 155, Série I de 2008-08-12 | Região Autóno]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/08/15500/0553205544.PDF">Decreto Legislativo Regional n.º 30/2008/M, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 155, Série I de 2008-08-12</a><a href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/08/15500/0553205544.PDF"> </a>&#124; <span class="font-bold">Região Autónoma da Madeira - Assembleia Legislativa.</span></p>
<p style="text-align:justify;">Estabelece o regime jurídico do licenciamento, exercício da actividade e fiscalização das empresas de animação turística na Região Autónoma da Madeira.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Proposta de novo subsídio para os Ministros do STF]]></title>
<link>http://franciscofalconi.wordpress.com/?p=359</link>
<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 02:55:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>franciscofalconi</dc:creator>
<guid>http://franciscofalconi.wordpress.com/?p=359</guid>
<description><![CDATA[
           Quanto ganha hoje um Ministro do STF? Nos termos do art. 3º da Lei nº 11.14]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">           Q<span style="font-size:11pt;color:#000000;">uanto ganha hoje um Ministro do STF? Nos termos do art. 3º da <strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11143.htm">Lei nº 11.143, de 26 de julho de 2005</a></strong>, os membros da mais alta Corte recebem, desde 1º de janeiro de 2006, um subsídio de <strong>R$ 24.500,00</strong>.              </span></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Times New Roman;">              </span><span style="font-size:small;"><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:Times New Roman;">Trata-se de uma parcela única, sendo vedado acréscimo de adicionais, abonos, representações e vantagens pessoais, tal como disposto no art. 39, § 4º, da CF, com redação pela EC nº 19/1998. Portanto, diferentemente da imensa maioria dos servidores públicos que recebem, pelo seu trabalho, contraprestação denominada “remuneração” (vencimento acrescido de vantagens), os Ministros do STF recebem (assim como outras autoridades) apenas uma parcela única chamada “subsídio”. </span></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">          <span style="font-size:11pt;color:#000000;">Muitas pessoas acreditam que os membros do STF podem “aumentar seus próprios salários”. Na realidade, eles possuem muito poder, mas não chega a tanto. O que lhes cabe é propor projeto de lei ao Poder Legislativo, o qual, dentro de sua conveniência política, poderá ou não aprovar a proposta de aumento do STF.  </span></span></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">          <span style="font-size:11pt;color:#000000;">Atualmente, conforme notícia do <strong><a href="http://www.conjur.com.br/static/text/69348,1">CONJUR</a></strong>, tramita na Câmara dos Deputados proposta do STF que eleva os subsídios de seus membros para <strong>R$ 25.725,00</strong>. Sob o ângulo técnico, não se trata de um aumento real, mas apenas recomposição do poder de compra defasado pela inflação. Por isso, analisado sob essa perspectiva não é exagerado o aumento. </span></span></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">         <span style="font-size:11pt;color:#000000;">Contudo, há os que sustentam a injustiça desse valor. Alega-se que ele é “baixo”, pois, além de os Ministros serem juristas extremamente competentes, eles poderiam estar ganhando mais como advogados na iniciativa privada em grandes escritórios. </span></span></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">          <span style="font-size:11pt;color:#000000;">Com a devida vênia, os que assim pensam não vêem o outro da moeda. Quando se levam em conta os privilégios de que dispõe essas autoridades, tal como carros oficiais, férias de 60 dias, diárias gordas, assessorias amplas, vê-se que se trata de um “salário” satisfatório e compatível com o cargo. </span></span></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;">         </span><span style="font-size:small;"><span style="font-size:11pt;color:#000000;font-family:Times New Roman;"> Quem quiser receber mais, que vá à luta na iniciativa privada!</span></span></span></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PIN: regime de articulação.]]></title>
<link>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=630</link>
<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 10:00:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>ROGÉRIO FREITAS SOUSA | Advogado | rfs@rfsadvogados.pt |</dc:creator>
<guid>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=630</guid>
<description><![CDATA[Decreto-Lei n.º 157/2008, D.R. n.º 153, Série I de 2008-08-08 | Presidência do Conselho de Minis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/08/15300/0534705348.PDF">Decreto-Lei n.º 157/2008, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 153, Série I de 2008-08-08</a> &#124;<span class="font-bold"> Presidência do Conselho de Ministros</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Estabelece o regime de articulação de procedimentos administrativos de consulta pública e publicitação aplicável aos projectos reconhecidos como de potencial interesse nacional (PIN).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Segurança privada: alteração de regime.]]></title>
<link>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=626</link>
<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 09:59:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>ROGÉRIO FREITAS SOUSA | Advogado | rfs@rfsadvogados.pt |</dc:creator>
<guid>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=626</guid>
<description><![CDATA[Lei n.º 38/2008, D.R. n.º 153, Série I de 2008-08-08 | Assembleia da República.
Procede à segun]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/08/15300/0534505346.PDF">Lei n.º 38/2008, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 153, Série I de 2008-08-08</a> &#124; <span class="font-bold">Assembleia da República</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Procede à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 35/2004, de 21 de Fevereiro, que altera o regime jurídico do exercício da actividade de segurança privada.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Regime das actividades sujeitas a licenciamento.]]></title>
<link>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=618</link>
<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 09:55:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>ROGÉRIO FREITAS SOUSA | Advogado | rfs@rfsadvogados.pt |</dc:creator>
<guid>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=618</guid>
<description><![CDATA[Decreto Legislativo Regional n.º 37/2008/A, D.R. n.º 150, Série I de 2008-08-05 | Região Autóno]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/08/15000/0525405277.PDF">Decreto Legislativo Regional n.º 37/2008/A, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 150, Série I de 2008-08-05</a><a href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/08/15000/0525405277.PDF"> </a>&#124;<span class="font-bold"> Região Autónoma dos Açores - Assembleia Legislativa.</span></p>
<p style="text-align:justify;">Estabelece o regime jurídico de actividades sujeitas a licenciamento das câmaras municipais na Região Autónoma dos Açores.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bombeiros Voluntários: regulamento disciplinar.]]></title>
<link>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=599</link>
<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 09:42:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>ROGÉRIO FREITAS SOUSA | Advogado | rfs@rfsadvogados.pt |</dc:creator>
<guid>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=599</guid>
<description><![CDATA[Portaria n.º 703/2008, D.R. n.º 146, Série I de 2008-07-30 | Ministério da Administração Inter]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Portaria n.º 703/2008" href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/14600/0511905123.PDF">Portaria n.º 703/2008, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 146, Série I de 2008-07-30</a><span class="font-bold"> &#124; Ministério da Administração Interna</span>.</p>
<p>Aprova o Regulamento Disciplinar dos Bombeiros Voluntários.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CCP: regulamentação.]]></title>
<link>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=595</link>
<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 09:38:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>ROGÉRIO FREITAS SOUSA | Advogado | rfs@rfsadvogados.pt |</dc:creator>
<guid>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=595</guid>
<description><![CDATA[
Portaria n.º 701-A/2008, D.R. n.º 145, Série I, Suplemento de 2008-07-29 | Presidência do Conse]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<ul>
<li><a title="Portaria n.º 701-A/2008" href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/14501/0000300013.PDF">Portaria n.º 701-A/2008, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 145, Série I, Suplemento de 2008-07-29</a><span class="font-bold"> &#124; Presidência do Conselho de Ministros e Ministérios das Finanças e da Administração Pública e das Obras Públicas, Transportes e Comunicações</span> - Estabelece os modelos de anúncio de procedimentos pré-contratuais previstos no Código dos Contratos Públicos a publicitar no Diário da República.</li>
<li><a title="Portaria n.º 701-B/2008" href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/14501/0001400014.PDF">Portaria n.º 701-B/2008, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 145, Série I, Suplemento de 2008-07-29</a> &#124; <span class="font-bold">Ministérios das Finanças e da Administração Pública e das Obras Públicas, Transportes e Comunicações</span> - Nomeia a comissão de acompanhamento do Código dos Contratos Públicos e fixa a sua composição.</li>
<li><a title="Portaria n.º 701-C/2008" href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/14501/0001500018.PDF">Portaria n.º 701-C/2008, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 145, Série I, Suplemento de 2008-07-29</a><span class="font-bold"> &#124; Ministérios das Finanças e da Administração Pública e das Obras Públicas, Transportes e Comunicações</span> - Publica a actualização dos limiares comunitários.</li>
<li><a title="Portaria n.º 701-D/2008" href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/14501/0001900023.PDF">Portaria n.º 701-D/2008, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 145, Série I, Suplemento de 2008-07-29</a><span class="font-bold"> &#124; Ministérios das Finanças e da Administração Pública e das Obras Públicas, Transportes e Comunicações</span> - Aprova o modelo de dados estatísticos.</li>
<li><a title="Portaria n.º 701-E/2008" href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/14501/0001900023.PDF">Portaria n.º 701-E/2008, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 145, Série I, Suplemento de 2008-07-29</a><span class="font-bold"> &#124; Ministérios das Finanças e da Administração Pública e das Obras Públicas, Transportes e Comunicações</span> - Aprova os modelos do bloco técnico de dados, do relatório de formação do contrato, do relatório anual, do relatório de execução do contrato, do relatório de contratação e do relatório final de obra.</li>
<li><a title="Portaria n.º 701-F/2008" href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/14501/0002300025.PDF">Portaria n.º 701-F/2008, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 145, Série I, Suplemento de 2008-07-29</a> &#124;<span class="font-bold"> Ministérios das Finanças e da Administração Pública, das Obras Públicas, Transportes e Comunicações e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior</span> -  Regula a constituição, funcionamento e gestão do portal único da Internet dedicado aos contratos públicos (Portal dos Contratos Públicos)</li>
<li><a title="Portaria n.º 701-G/2008" href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/14501/0002500036.PDF">Portaria n.º 701-G/2008, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 145, Série I, Suplemento de 2008-07-29</a><span class="font-bold"> &#124; Ministérios das Finanças e da Administração Pública, das Obras Públicas, Transportes e Comunicações e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior</span> - Define os requisitos e condições a que deve obedecer a utilização de plataformas electrónicas pelas entidades adjudicantes, na fase de formação dos contratos públicos, e estabelece as regras de funcionamento daquelas plataformas</li>
<li><a title="Portaria n.º 701-H/2008" href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/14501/0003700080.PDF">Portaria n.º 701-H/2008, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 145, Série I, Suplemento de 2008-07-29</a><span class="font-bold"> &#124; Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações - </span>Aprova o conteúdo obrigatório do programa e do projecto de execução, bem como os procedimentos e normas a adoptar na elaboração e faseamento de projectos de obras públicas, designados «Instruções para a elaboração de projectos de obras», e a classificação de obras por categorias</li>
<li><a title="Portaria n.º 701-I/2008" href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/14501/0008000081.PDF">Portaria n.º 701-I/2008, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 145, Série I, Suplemento de 2008-07-29</a><span class="font-bold"> &#124; Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações</span> - Constitui e define as regras de funcionamento do sistema de informação designado por Observatório das Obras Públicas</li>
<li><a title="Portaria n.º 701-J/2008" href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/14501/0008200083.PDF">Portaria n.º 701-J/2008, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 145, Série I, Suplemento de 2008-07-29</a><span class="font-bold"><a href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/14501/0008000081.PDF"> </a>&#124; Ministérios das Obras Públicas, Transportes e Comunicações e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - </span>Define o regime de acompanhamento e fiscalização da execução dos projectos de investigação e desenvolvimento e cria a respectiva comissão.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A súmula anti-nepotismo ]]></title>
<link>http://franciscofalconi.wordpress.com/?p=322</link>
<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 00:43:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>franciscofalconi</dc:creator>
<guid>http://franciscofalconi.wordpress.com/?p=322</guid>
<description><![CDATA[         Conforme havíamos escrito no post anterior, súmula vinculante proibiria o nepotis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">         Conforme havíamos escrito no <em>post</em> anterior, súmula vinculante proibiria o nepotismo de forma ampla. De fato, foi apresentada à sociedade a <strong><a href="http://www.stf.gov.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=94747">Súmula Vinculante nº 13</a></strong>, cujo teor é o seguinte: </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">“A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica, investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança, ou, ainda, de função gratificada na Administração Pública direta e indireta, em qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a Constituição Federal”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span> </span><span>           </span>Entendeu? Pode repetir? </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span> </span><span>           </span>É meus caros amigos e amigas; a primeira impressão que o enunciado deixou é a de confusão mental. Procurou-se em poucas linhas resumir, sem sucesso, algo que deveria ser tratado de forma mais detalhada, tal como na Resolução nº 7/2005 do CNJ. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>            </span>Com certeza, a eficácia da aludida súmula será prejudicada pela péssima redação do verbete. Quero ver se aqueles prefeitos e presidentes de câmara de vereadores desses municípios perdidos no Brasil vão entender a norma sumular. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:11pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">            Sempre achei que a função das súmulas fosse explicar o sentido de normas dúbias ou concretizar aquelas normas jurídicas vagas e imprecisas, sendo, no mínimo, estranha a aprovação desse texto prá lá de confuso. Será que, em breve, teremos outras súmulas para interpretar a Súmula Vinculante nº 13?</span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O STF e a proibição do nepotismo]]></title>
<link>http://franciscofalconi.wordpress.com/?p=308</link>
<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 02:11:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>franciscofalconi</dc:creator>
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<description><![CDATA[
          Como é de conhecimento geral, por força de Resolução do Conselho Nacional de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;">
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">          <span style="font-size:11pt;">Como é de conhecimento geral, por força de Resolução do Conselho Nacional de Justiça, proibiu-se a prática do nepotismo no âmbito do Poder Judiciário.<span>  </span>Foi exatamente o art. 2º da <strong><a href="http://www.trt02.gov.br/geral/tribunal2/Trib_Sup/STF/CNJ/Res_07_05.html">Resolução CNJ nº 07, de 18 de outubro de 2005</a></strong>, que descreveu, com riqueza de detalhes, as situações que configuram o nepotismo. </span></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:11pt;">           </span></span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:11pt;">Basicamente, há nepotismo em determinado órgão do Poder Judiciário, quando se admite cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até terceiro grau de membro ou juiz a ele vinculado (art. 2º, inciso I, da Resolução CNJ nº 07/2005). E mais: a hipótese de burla mediante reciprocidade de nomeações ou designações é igualmente vedada (art. 2º, inciso II); logo, há também nepotismo quando, por exemplo,  um parente de membro do  Tribunal de Justiça “X”, mediante acordo, é nomeado para o Tribunal Regional do Trabalho “Y”, em troca da nomeação de algum parente de membro desse TRT em cargo em comissão do TJ. </span></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:11pt;">           </span><span style="font-size:11pt;">Não há como negar que essa resolução teve uma eficácia notável. As ondas de exonerações em massa de parentes sacudiram todo o país, sendo amplamente noticiadas na imprensa. Muito contribuiu para esse fenômeno moralizador a medida cautelar concedida pelo STF, em 16 de fevereiro de 2006, na <strong>Ação Declaratória de Constitucionalidade nº 12</strong>, por meio da qual se suspenderam os processos nos quais se discutia a legitimidade constitucional das regras contidas na Resolução CNJ nº 07/2005 e decisões que, na via incidental, consideravam-na inconstitucional. </span></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:11pt;">          No dia 20/08/2008</span><span style="font-size:11pt;">, um novo passo foi dado na luta contra o nepotismo. O STF, a unanimidade, julgou procedente o mérito da ADC nº 12, sob o fundamento de que o nepotismo viola a moralidade, a impessoalidade e da igualdade. Ademais, assentou-se que todos esses princípios são auto-aplicáveis, razão por que não seria necessária lei para versar sobre esse tema. </span><span style="font-size:11pt;"><span> </span></span></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:11pt;"><span>           </span>Contudo, um passo mais largo foi dado. </span><span style="font-size:11pt;"><strong><a href="http://www.stf.gov.br/portal/cms/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=94714">Súmula vinculante</a></strong> estabelecerá que a proibição ao nepotismo atinge os demais poderes. Assim, não poderão os prefeitos, governadores, presidente da república, parlamentares de todas as esferas nomear seus parentes para exercer cargos comissionados. Porém, foi aberta uma exceção: pode-se admitir parentes para cargos de natureza política, tais como o secretário ou ministro</span></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:11pt;">           </span><span style="font-size:11pt;">Dúvidas que ficam no ar: Terá a súmula efetividade nessa Federação com mais de 5 mil município? Estaria o STF querendo recuperar o prestígio frente a opinião pública? Até aonde nos levará essa judicialização extrema da política? </span><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:11pt;">São perguntas, de cujas respostas não se sabe.</span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:11pt;">          (Texto alterado pelo autor)</span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Contratação pública: regras especiais.]]></title>
<link>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=588</link>
<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 16:30:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>ROGÉRIO FREITAS SOUSA | Advogado | rfs@rfsadvogados.pt |</dc:creator>
<guid>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=588</guid>
<description><![CDATA[Decreto Legislativo Regional n.º 34/2008/A, D.R. n.º 144, Série I de 2008-07-28 | Região Autóno]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/14400/0477104776.PDF">Decreto Legislativo Regional n.º 34/2008/A, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 144, Série I de 2008-07-28</a><span class="font-bold"> &#124; Região Autónoma dos Açores - Assembleia Legislativa.</span></p>
<p>Estabelece regras especiais da contratação pública na Região Autónoma dos Açores.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Educação: transferência de atribuições para os Municípios.]]></title>
<link>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=582</link>
<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 16:26:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>ROGÉRIO FREITAS SOUSA | Advogado | rfs@rfsadvogados.pt |</dc:creator>
<guid>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=582</guid>
<description><![CDATA[Decreto-Lei n.º 144/2008, D.R. n.º 144, Série I de 2008-07-28 | Presidência do Conselho de Minis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/14400/0475304756.PDF">Decreto-Lei n.º 144/2008, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 144, Série I de 2008-07-28</a><span class="font-bold"> &#124; Presidência do Conselho de Ministros e Ministério da Educação.</span></p>
<p style="text-align:justify;">No uso da autorização legislativa concedida pelas alíneas a) a e) e h) do n.º 1 do artigo 22.º do Orçamento do Estado para 2008, aprovado pela Lei n.º 67-A/2007, de 31 de Dezembro, desenvolve o quadro de transferência de competências para os municípios em matéria de educação, de acordo com o previsto no artigo 19.º da Lei n.º 159/99, de 14 de Setembro.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Execução do CCP.]]></title>
<link>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=576</link>
<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 14:26:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>ROGÉRIO FREITAS SOUSA | Advogado | rfs@rfsadvogados.pt |</dc:creator>
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<description><![CDATA[Decreto-Lei n.º 143-A/2008, D.R. n.º 143, Série I, Suplemento de 2008-07-25 | Ministério das Obr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a title="Decreto-Lei n.º 143-A/2008" href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/14301/0000200006.PDF">Decreto-Lei n.º 143-A/2008, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 143, Série I, Suplemento de 2008-07-25</a> &#124; <span class="font-bold">Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Estabelece os termos a que deve obedecer a apresentação e recepção de propostas, candidaturas e soluções no âmbito do Código dos Contratos Públicos, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29 de Janeiro.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bases do desenvolvimento rural.]]></title>
<link>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=572</link>
<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 14:17:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>ROGÉRIO FREITAS SOUSA | Advogado | rfs@rfsadvogados.pt |</dc:creator>
<guid>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=572</guid>
<description><![CDATA[Decreto Legislativo Regional n.º 31/2008/A, D.R. n.º 143, Série I de 2008-07-25 | Região Autóno]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a title="Decreto Legislativo Regional n.º 31/2008/A" href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/14300/0474304746.PDF">Decreto Legislativo Regional n.º 31/2008/A, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 143, Série I de 2008-07-25</a><span class="font-bold"> &#124; Região Autónoma dos Açores - Assembleia Legislativa.</span></p>
<p style="text-align:justify;">Estabelece o regime jurídico que fixa as bases gerais do desenvolvimento rural.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jurisprudência Selecionada nº 04]]></title>
<link>http://franciscofalconi.wordpress.com/?p=271</link>
<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 01:20:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>franciscofalconi</dc:creator>
<guid>http://franciscofalconi.wordpress.com/?p=271</guid>
<description><![CDATA[

Um dos objetivos deste blog consiste na divulgação da jurisprudência administrativa e constituc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<p><span style="font-family:Times New Roman;"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span>Um dos objetivos deste <em>blog</em> consiste na divulgação da jurisprudência administrativa e constitucional. Nesta edição do ementário semanal, foram selecionados dois casos sobre o regime jurídico das empresas públicas e sociedades de economia mista. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span>A primeira decisão (MS 25.092) aborda a temática do exercício do controle externo sobre tais entidades da Administração Indireta. Alterando sua jurisprudência firmada nos</span> Mandados de Segurança 23.875 e 23.627<span>, o STF reconheceu a competência do TCU para fiscalizar e julgar as contas de dirigentes de empresas públicas e sociedades de economia mista. Embora a ementa não os transcreva diretamente, três foram as razões de decidir do Supremo:</span> a) os bens dessas entidades são bens públicos, e não privados; b) a redação dada ao art. 173, § 1º, inciso I, da CF, pela EC n. 19/98 não afastou o controle externo; c) dano causado a essas estatais constitui dano ao Erário e não apenas a elas mesmas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;">O outro caso destacado trata da extensão às empresas e sociedades de economia mista exploradoras da regra da imunidade tributária recíproca, na hipótese da prestação de serviço público.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span><span style="font-size:small;">SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA: FISCALIZAÇÃO PELO TRIBUNAL DE CONTAS. ADVOGADO EMPREGADO DA EMPRESA QUE DEIXA DE APRESENTAR APELAÇÃO EM QUESTÃO RUMOROSA. I. - Ao Tribunal de Contas da União compete julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos da administração direta e indireta, incluídas as fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo poder público federal, e as contas daqueles que derem causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário (CF, art. 71, II; Lei 8.443, de 1992, art. 1º, I). II. - As empresas públicas e as sociedades de economia mista, integrantes da administração indireta, estão sujeitas à fiscalização do Tribunal de Contas, não obstante os seus servidores estarem sujeitos ao regime celetista. III. - Numa ação promovida contra a CHESF, o responsável pelo seu acompanhamento em juízo deixa de apelar. O argumento de que a não-interposição do recurso ocorreu em virtude de não ter havido adequada comunicação da publicação da sentença constitui matéria de fato dependente de dilação probatória, o que não é possível no processo do mandado de segurança, que pressupõe fatos incontroversos. IV. - Mandado de segurança indeferido.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span><strong><span style="font-weight:normal;">(STF, MS 25092 / DF, <span style="font-size:small;">Relator:  Min. Carlos Velloso</span></span></strong></span><span style="font-size:small;"><strong>, </strong><strong><span style="font-weight:normal;">Julgamento:  10/11/2005, Órgão Julgador:Tribunal Pleno, Publicação</span></strong>: DJ 17-03-2006<span>  </span>P. 06)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p><font face="Times New Roman"></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;"><span>RECURSO EXTRAORDINÁRIO. CONCESSÃO DE EFEITO SUSPENSIVO. PRESENÇA DOS PRESSUPOSTOS AUTORIZADORES DA TUTELA. AÇÃO CAUTELAR SUBMETIDA A REFERENDO. TRIBUTÁRIO. IMUNIDADE RECÍPROCA. ART. 150, VI, a, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL.<strong> </strong>1. Plausibilidade jurídica do pedido (<em>fumus boni juris</em>) diante do entendimento firmado por este Tribunal quando do julgamento do RE 407.099/RS, rel. Min. Carlos Velloso, 2ª Turma, DJ 06.8.2004, no sentido de que as empresas públicas e sociedades de economia mista prestadoras de serviço público de prestação obrigatória e exclusiva do Estado são abrangidas pela imunidade tributária recíproca prevista no art. 150, VI, a, da Constituição Federal. 2. Exigibilidade imediata do tributo questionado no feito originário, a caracterizar o risco de dano irreparável ou de difícil reparação (<em>periculum in mora</em>). 3. Decisão cautelar referendada. - </span></span><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;"><span>STF<strong><span style="font-weight:normal;">, AC-QO 1851 / RO, Relator:  Min. Ellen Gracie</span></strong></span><strong>, </strong><strong><span style="font-weight:normal;">Julgamento:  17/06/2008, Órgão Julgador:  Segunda Turma</span></strong><strong>, </strong><strong><span style="font-weight:normal;">Publicação</span></strong><strong>, </strong>DJe-142<span> </span>31-07-2008</span></span></span></span></span></span></span></p>
<p></font></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lula veta projeto de lei sobre ingresso nos cargos de Oficial de Justiça]]></title>
<link>http://franciscofalconi.wordpress.com/?p=266</link>
<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 01:05:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>franciscofalconi</dc:creator>
<guid>http://franciscofalconi.wordpress.com/?p=266</guid>
<description><![CDATA[Orientado pela Advocacia Geral da União, o Presidente Lula vetou projeto de lei de caráter nacio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="text1" style="text-indent:31.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Orientado pela Advocacia Geral da União, o Presidente Lula vetou projeto de lei de caráter nacional que determinava, como requisito para a investidura no cargo de Oficial de Justiça nos Estados, o diploma de Bacharel em Direito. </span></span></p>
<p class="text1" style="text-indent:31.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Na espécie, a AGU vislumbrou vício de iniciativa na propositura do projeto, a qual deveria ter partido do âmbito do Poder Judiciário. </span></span></p>
<p class="text1" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span> </span><span>          </span>Na realidade, o veto, sob a motivação de inconstitucionalidade formal, apresenta-se regular. Não poderia o Congresso Nacional tratar de matéria referente à organização de carreiras estaduais de servidores públicos do Poder Judiciário. Remuneração e requisitos de ingresso e progressão nas carreiras de servidores da justiça estadual são temas afetos às Assembléias Legislativas dos Estados-membros, mediante projetos de lei de iniciativas dos Tribunais de Justiça respectivos. </span></span></p>
<p class="text1" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Pensar diferente significaria usurpar não só a autonomia dos Estados, como também a própria autonomia dos Tribunais, a qual é amplamente assegurada pela Constituição Federal, em seus artigos 96, incisos I e II. </span></span></p>
<p class="text1" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Contudo, sob o ângulo material, o projeto não vulnera a Constituição, pois é plenamente razoável que o ingresso nas carreiras de oficial de justiça, ante a relevância das atribuições do cargo no contexto dos processos civis e criminais, tenha como pressuposto a graduação em Direito. Aliás, assim é no âmbito do Poder Judiciário da União e do Distrito Federal. </span></span></p>
<p class="text1" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Cabe agora às entidades de classe estadualilzar esse relevante e justa bandeira, necessária a valorização da categoria. </span></span></p>
<p class="text1" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:12pt;"><span style="font-family:Times New Roman;">Para ver a mensagem de veto, <strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Msg/VET/VET-571-08.htm">clique aqui</a></strong>. </span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuida-te.]]></title>
<link>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=560</link>
<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 15:34:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>ROGÉRIO FREITAS SOUSA | Advogado | rfs@rfsadvogados.pt |</dc:creator>
<guid>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=560</guid>
<description><![CDATA[Portaria n.º 655/2008, D.R. n.º 143, Série I de 2008-07-25 | Presidência do Conselho de Ministro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a title="Portaria n.º 655/2008" href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/14300/0464804651.PDF">Portaria n.º 655/2008, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 143, Série I de 2008-07-25</a><span class="font-bold"> &#124; Presidência do Conselho de Ministros.</span></p>
<p style="text-align:justify;">Cria o Programa CUIDA-TE e aprova o respectivo Regulamento.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pessoas com deficiências: promoção de acessibilidade.]]></title>
<link>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=519</link>
<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 10:00:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>ROGÉRIO FREITAS SOUSA | Advogado | rfs@rfsadvogados.pt |</dc:creator>
<guid>http://rfsadvogados.wordpress.com/?p=519</guid>
<description><![CDATA[Lei n.º 33/2008, D.R. n.º 140, Série I de 2008-07-22 | Assembleia da República.
Estabelece medid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a title="Lei n.º 33/2008" href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/07/14000/0453904540.PDF">Lei n.º 33/2008, <acronym title="Diário da República">D.R.</acronym> n.º 140, Série I de 2008-07-22 &#124; </a><span class="font-bold">Assembleia da República</span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Estabelece medidas de promoção da acessibilidade à informação sobre determinados bens de venda ao público para pessoas com deficiências e incapacidades visuais.</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
