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	<title>diplomacia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/diplomacia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "diplomacia"</description>
	<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 17:40:09 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[ENTREGA DEL TERRITORIO - RECIBIDO POR MAIL EL 04/09/08]]></title>
<link>http://denunciemos.wordpress.com/?p=61</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 15:58:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>TIGRE PARTICIPA</dc:creator>
<guid>http://denunciemos.wordpress.com/?p=61</guid>
<description><![CDATA[Hemos recibido este mail a través de una cadena de mails anónima. Nos pareció interesante publica]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:xx-small;">Hemos recibido este mail a través de una cadena de mails anónima. Nos pareció interesante publicarlo y darle difusión. Recordamos que no podemos dar garantía sobre la fuente y veracidad. La información no ha sido verificada.</span></p>
<p>¿Sabías que en mayo de 2009 vence el plazo para presentar ante la ONU la extensión de 200 a 350 millas de plataforma continental, y Argentina aún no la presentó ni posee el 50% de los estudios hechos?<br />
Que Gran Bretaña ya lo ha hecho e incluye en sus pretensiones a la Isla de los Estados (Tierra del<br />
Fuego) y gran parte del Mar Argentino?<br />
Que en la nueva Constitución Europea figuran las Malvinas y la Antártida como territorios ya no de Inglaterra<br />
sino de toda EUROPA?<br />
Que si Argentina no realiza las protestas formales en la ONU y permite que Gran Bretaña amplíe su plataforma continental a 350 millas Argentina se encuentra ante una grave situación. Hay en juego más de 3..000.000 de kilómetros cuadrados. El gobierno nacional nada hace al respecto, y como en estos cinco años de gobierno de los Kirchner, le miente al pueblo con soberbia y prepotencia.</p>
<p>Estamos ante una situación de entrega de territorio inminente.<br />
Los medios callan... y vos ni siquiera vas a reenviar este mail ??<br />
NO es otro país el que se está rifando. ES NUESTRO<br />
PAÍS.</p>
<div id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:c7ac4345-d487-4b6f-af27-f3fbbedcbc16" class="wlWriterSmartContent" style="display:inline;margin:0;padding:0;">Etiquetas de Technorati: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Pol%c3%adtica">Política</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Gobierno">Gobierno</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Diplomacia">Diplomacia</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Relaciones%20Internacionales">Relaciones Internacionales</a></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chávez ameaça expulsar embaixador dos EUA no país]]></title>
<link>http://luishipolito.wordpress.com/?p=7368</link>
<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 17:11:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Hipolito @ The Blogger</dc:creator>
<guid>http://luishipolito.wordpress.com/?p=7368</guid>
<description><![CDATA[REUTERS BRASIL
CARACAS (Reuters) - O presidente venezuelano, Hugo Chávez, ameaçou expulsar o embai]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="color:#339966;">REUTERS BRASIL</span></h2>
<p style="text-align:justify;">CARACAS (Reuters) - O presidente venezuelano, Hugo Chávez, ameaçou expulsar o embaixador dos Estados Unidos devido a um conflito relacionado ao tráfico de drogas que pode enfraquecer ainda mais as relações entre o país sul-americano e seu maior comprador de petróleo. </p>
<p style="text-align:justify;">Chávez, que entra em choque com os Estados Unidos em quase todas as questões, desde os preços do petróleo até a democracia, já fez ameaças semelhantes antes, mas não cumpriu nenhuma delas. </p>
<p style="text-align:justify;">Desta vez, ele respondeu as críticas dos Estados Unidos, que disseram que a Venezuela deve se esforçar mais para impedir a entrada no país de cocaína vinda da Colômbia, vizinho que é o maior exportador mundial da droga. </p>
<p style="text-align:justify;">Chávez encerrou o trabalho conjunto antidrogas com os Estados Unidos em 2005 e se recusa a renovar o acordo de cooperação. </p>
<p style="text-align:justify;">"Não vamos aceitar interferência em nossos assuntos internos", disse Chávez em seu programa de TV semanal, no domingo. "Se você violar as normas internacionais, entao você terá de deixar este país... Você pode ter de pegar suas malas e sair da Venezuela, então meça suas palavras com mais cuidado, sua excelência, o embaixador" .</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar da Venezuela cooperar com outros países no esforço antidrogas, o país vem se tornando cada vez mais uma importante rota dos traficantes de drogas. </p>
<p style="text-align:justify;">Na semana passada, o czar antidrogas na Casa Branca, John Walters, reclamou que a quantidade de cocaína que passa pela Venezuela aumentou quase cinco vezes nos últimos quatro anos. </p>
<p style="text-align:justify;">Chávez chamou-o de "tolo". </p>
<p style="text-align:justify;">(Por Deisy Buitrago)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Diplomacia]]></title>
<link>http://sketo.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Sun, 31 Aug 2008 18:30:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>sketo</dc:creator>
<guid>http://sketo.wordpress.com/?p=3</guid>
<description><![CDATA[Aqui tambem, pode se reclamar, discutir e comentar sobre qlqr relação diplomática com qlqr tribo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui tambem, pode se reclamar, discutir e comentar sobre qlqr relação diplomática com qlqr tribo ou família</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paleografia: A Arte de Decifar - parte I]]></title>
<link>http://elisakerr.wordpress.com/?p=767</link>
<pubDate>Sun, 31 Aug 2008 14:46:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Elisa Kerr</dc:creator>
<guid>http://elisakerr.wordpress.com/?p=767</guid>
<description><![CDATA[Seminário promovido pelo Arquivo do Estado de São Paulo e realizado em 28 e 29/08/2008.
 Este post]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;">Seminário promovido pelo Arquivo do Estado de São Paulo e realizado em 28 e 29/08/2008.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;"> Este <em>post</em> é um pequeno resumo sobre o assunto tratado durante esse seminário.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:10pt;"> </span><em><span style="font-size:10pt;">“Pela etimologia da palavra, tem-se de imediato o seu significado: <strong>paleo</strong> = antigo; <strong>graphein</strong> = escrever. Paleografia é, portanto, escrita antiga, ou seja, estudo da escrita antiga.” </span></em><span style="font-size:10pt;">(MENDES 2008:17).</span></p>
<h2><strong>Usos e competências da paleografia para a história, a filologia e a arquivística.</strong></h2>
<h5><strong>Prof. Ataliba Castilho (USP</strong>)</h5>
<p>Ficou encarregado de falar sobre a filologia e infelizmente não pode comparecer, mas deixou tudo preparado para que pudéssemos desfrutar de sua vivência com o projeto caipira.</p>
<p>A filologia começou no séc. III a.C. em Alexandria e quer disser: amor à palavra.</p>
<h5><strong>Prof. João Euclides Franklin Leal, Núcleo de Paleografia e Diplomacia da UNIRIO </strong></h5>
<p>Se responsabilizou pela arquivística.</p>
<p>-  O Rio de janeiro é responsável para salvaguarda da maior parte dos documentos da América Latina.<br />
- A paleografia, para o arquivista, é fonte de organização e só tem sentido se gerar uma produção, se for lida, transcrita e divulgada.<br />
- A diplomacia é a verificação da veracidade do documento. Por isso, ela é a alma desse documento.<br />
- Em 1990, São Paulo sediou o primeiro encontro para criação de uma norma para a leitura dos documentos coloniais do Brasil e América Latina.<br />
- A tipologia dos documentos coloniais é muito diferente da tipologia medieval. Por isso, foi necessário criar novas normas, pois as normas medievais não se ajustavam à realidade dos documentos brasileiros.<br />
- A paleografia só tem sentido se gerar produção e para que isso aconteça é necessário recontar a história do Brasil com base nesses documentos.<br />
- Nossa história é unilateral e composta por “achismos”. E isso não pode continuar desse jeito. Temos que gerar novas produções autênticas.<br />
- Um documento não pode ter valor apenas pela curiosidade e sim pela informação que contém.<br />
- O conhecimento não pode ser egoístico; ele deve ser socializado.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Independências]]></title>
<link>http://maldicaododia.wordpress.com/?p=108</link>
<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 14:01:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pouco Iluminado</dc:creator>
<guid>http://maldicaododia.wordpress.com/?p=108</guid>
<description><![CDATA[
Hoje li uma notícia em que a Rússia tinha reconhecido a independência da Abkházia e da Ossétia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://imageshack.us"><img src="http://img401.imageshack.us/img401/816/aleqm5jnfsvqpy8ah7ucl0nhp3.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p>Hoje li uma notícia em que a Rússia tinha reconhecido a independência da Abkházia e da Ossétia do Sul, varias vozes se levantaram, entre as quais a dos estados unidos que por acaso até foram os principais apoiantes da independência do Kosovo. Isto de estar do lado dos "bons" é outra coisa.</p>
<p>O problema destas coisas é que abrem precedentes para outro tipo de independências, Euskadi (país basco), Tibete e Cova da Moura serão muito provavelmente os próximos locais de rebelião.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De la mesa de Felipe II ]]></title>
<link>http://perurealfonso.wordpress.com/?p=183</link>
<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 08:44:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>alfonsodezamora</dc:creator>
<guid>http://perurealfonso.wordpress.com/?p=183</guid>
<description><![CDATA[Ando a ver si remato un par de apuntes para el blog, así que de momento les dejo con el servicio de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ando a ver si remato un par de apuntes para el blog, así que de momento les dejo con el servicio de bar de las serendipias que voy encontrando cuando busco otras cosas. Hoy nos vamos a la diplomacia filipina, cerca de treinta y tantos años después de la fecha probable de la muerte de Alfonso de Zamora. Pero hablamos de conversos, tornadizos o renegados, que en este caso tanto da:</p>
<blockquote><p>Jesus Maria / Da un portugese di qualche conditione, che per accidente occorsoli in Constantinopoli si fece Hebreo et dappoi Turcho, che è stato in questi stati 16 in 17 anni, il qual si è partito di Constantinopoli scognosciuto per ritornare alla fede christiana, huomo per quello che si può iudicare in puoco tempo di buona mente verso la Christianità, che ha tutte le lingue di questi paesi, di anni 40, di bello aspetto, di statura giusta, con barba nera tonda e folta, et per quanto mostra nel parlare, di buon iudicio, s'è inteso l'infrascritte cose [...].</p></blockquote>
<p style="padding-left:30px;">[Ragusa 1577], Archivo Histórico de Simancas, Archivo General del Sello, Estado 930, sin foliar, reproducido en Ignacio Tellechea Idígoras, «La mesa de Felipe II», <em>La Ciudad de Dios. Revista Agustiniana</em>, ccxvii, 2 (mayo-agosto 2004, El Escorial), pág. 547.</p>
<p>En el mismo documento se descubre que los moriscos de Granada, en época filipina, tenían un castellano muy particular, o no lo tenían en absoluto, o quizá que Felipe II tenía, simplemente, espías tartajas:</p>
<blockquote><p>Dios de a vuestra cagra [sic, por çagra] salud y bida, ygual de al señor don Juan [de Austria] [...] y fue por la mal [sic, por mar] [...] y con dos galeotras lo pusieron en Caltagena [...] diziendo que se aprecebiesen, quel los remediaria muy pesto [sic, por presto]. Miguel Jironimo de Granada, hijo de Cristobal Campos. / Al muy cristianiçimo y balente emprerador y bareroso por todo el mundo y tienban del. [...]</p></blockquote>
<p style="padding-left:30px;">[¿En la corte de Felipe II, 1577?]</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[...pero con diplomacia.]]></title>
<link>http://sopaderelatos.wordpress.com/?p=487</link>
<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 21:13:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>comolesjode</dc:creator>
<guid>http://sopaderelatos.wordpress.com/?p=487</guid>
<description><![CDATA[Diario de un Don Nadie, martes, 9/03/99. 20:34.
 
Tenía que decírselo&#8230; tenía que decírsel]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Diario de un Don Nadie, martes, 9/03/99. 20:34.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Tenía que decírselo... tenía que decírselo... mierda, me miraba fijamente con esos ojitos de zorra. Esos que me devoraron desde el primer día que nos conocimos. Esos mismos, los tenía a 10 centímetros de mi cara. <em>No, no lo hagas. Bueno, hay que ser diplomático</em>. Cedí a su beso de “bienvenido, entra, estoy sola”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Siempre me ha gustado hacer las cosas bien. Que todo saliera perfecto. En el parvulario me daba  cabezazos (literalmente) contra la mesa cuando un finísimo trazo de color se salía de esos dibujos horteras y feos con avaricia que nos hacían pintar (ositos, arbolitos, nubecitas y solecitos, un horror).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Con el paso del tiempo me di cuenta de que para resolver los asuntos personales y laborales de un modo correcto, era necesaria la diplomacia. Y esto es, sin rodeos, enfocar tu hipocresía de forma que consigas tus objetivos. Es algo difícil, pero no imposible. Y menos para un Don Nadie como yo, que nunca he tenido problemas con la gente de mi entorno, ya sabéis, una persona “de fiar”, alguien que siempre ha pasado inadvertido, tal vez porque nunca he dicho lo que pienso con sinceridad, tal vez porque siempre que he podido he huido de todos los problemas que se cruzaban en mi camino (pero siempre…con diplomacia).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Por eso la besé y la acompañé hasta la cocina. Cuando me ofreció algo de beber, acepté un tercio “frío” según ella (más de tres años juntos<span> </span>y aún no he logrado enseñarle lo que es una cerveza FRIA), por aquello de la diplomacia y tal. Nos sentamos en el sofá y estuvimos manteniendo una conversación totalmente estúpida sobre zapatos en rebajas. Le seguí el rollo, por aquello de la diplomacia. Claro, haz como que escuchas a una pobre imbécil y se pensará que eres un gran hombre que la comprende, por tanto se pondrá cachonda y para qué queremos más. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Juro que nunca me había desagradado tanto mantener relaciones sexuales con una mujer, ni siquiera cuando mi mejor amigo y su novia discutieron en aquella nochevieja del 96 y tuve que consolarla (amenazaba con irse a su casa, y si esto hubiera pasado el calzonazos de mi amigo iría tras ella y adiós fiesta de fin de año). Como decía, hice heroicos esfuerzos por mantener la erección, por dios, qué ojos, no me mires con esos ojos, me desagradan, que ya no te quiero, que te pierdas, pégate un tiro, búscate otro hombre, hazte un viaje a Punta Cana y monta un negocio de alquiler de tumbonas, me da lo<span>  </span>mismo, quiero que desaparezcas de mi vida. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Cuando acabó (porque yo tuve que fingir que había llegado a la cúspide, al cielo, ese cielo que me hizo atarme a esta guarra durante treinta y ocho meses) le acepté un cigarrillo. Acababa de echar un polvo diplomático, cómo iba a rechazar esa barrita de cáncer, oh, cáncer, sepárame de esta maldita... Tenía que decírselo. Pero justo cuando iba a comenzar el fatal desenlace, sonó el teléfono. Cuando colgó, me dijo “lo siento, cari –cari…puagh- pero<span>  </span>mis padres van a venir en cinco minutos…”. Comprendí. Me vestí. Me fui. Pero no sin antes dejar que sus resecos labios absorbieran los míos antes de salir por la puerta. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Diario de un Don Nadie, domingo 24/08/08. 22:00.</span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Hoy hemos ido con los niños al parque. La verdad es que han salido a su madre. Por lo gordos y sedentarios, digo. Me daba vergüenza ajena ver que mis hijos eran los únicos que por sus <span> </span>condiciones físicas no podían subir a todos los columpios y se fatigaban al mínimo esfuerzo. Mirando a mi mujer, esa que con esos ojitos de zorra logró atarme a ella de por vida (o eso dijo el cura), pensé lo de todos los días: “debería decírselo ya, que ya no la quiero,…pero con diplomacia”. Siempre me ha gustado hacer las cosas bien. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;margin:0;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conflictos entre países hermanos]]></title>
<link>http://digitalandsociallab.wordpress.com/?p=39</link>
<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 03:26:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>digitalandsociallab</dc:creator>
<guid>http://digitalandsociallab.wordpress.com/?p=39</guid>
<description><![CDATA[Artículo publicado en Lasemana.es&#8216;


A raíz de las declaraciones del presidente venezolano, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lasemana.es/periodico/noticia.php?cod=19647">Artículo publicado en Lasemana.es</a>'</p>
<div></div>
<p><span style="font-size:xx-small;color:#555555;font-family:Times-Roman;"></p>
<p align="left">A raíz de las declaraciones del presidente venezolano, Hugo Chávez Frías, en pro de la salida de las listas terroristas de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) y al Ejército de Liberación Nacional (ELN), se comenzó a gestar una escalada de contactos y giras presidenciales de éste y del presidente colombiano, Álvaro Uribe Vélez. Arrojando como resultado, el apoyo incondicional de los actores internacionales para este último, mientras Chávez ha venido haciendo esfuerzos por aumentar las tensiones con este país vecino, a través de acusaciones y descalificativos a su homónimo andino....</p>
<p> </p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Justiça da Espanha investiga repressão da China ao Tibete, diz Baltasar Garzón]]></title>
<link>http://tribunapopular.wordpress.com/?p=7018</link>
<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 02:50:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redacao TP</dc:creator>
<guid>http://tribunapopular.wordpress.com/?p=7018</guid>
<description><![CDATA[
Magistrado diz que há dois processos contra as autoridades chinesas.
Juiz, que ordenou a prisão d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em></p>
<p>Magistrado diz que há dois processos contra as autoridades chinesas.<br />
Juiz, que ordenou a prisão de Pinochet, participou de seminário em SP.</em></p>
<p><strong>Paula Adamo Idoeta Do G1, em São Paulo</strong></p>
<p>Há duas causas correndo na Justiça da Espanha contra autoridades chinesas por crimes contra os direitos humanos no país, disse ao G1 o juiz espanhol Baltasar Garzón, nesta segunda-feira (18), durante um seminário em São Paulo.<!--more--></p>
<p>“Dois juízes estão investigando a ofensiva chinesa contra os tibetanos e a repressão à mobilização, previamente aos Jogos Olímpicos, no Tibete e em outras regiões do país”, disse Garzón. “Há, também, uma investigação sobre crimes de lesa humanidade perpetrados contra membros da Falun Gong [organização budista chinesa]."</p>
<p>Segundo o jornal "El País", doi ministros do governo chinês (Lian Guanglie, da Defesa, e Geng Huichang, de Segurança do Estado), dois generais do Exército do país e três políticos da região do Tibete estão citados na causa, apresentada ao juiz Santiago Pedraz no início deste mês. A causa contempla mortes e lesões graves intencionais, desaparecimentos, prisões ilegais e torturas.</p>
<p>Baltasar Garzón participou do seminário “Direito à Memória e à Verdade”, em São Paulo, ao lado do ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria de Direitos Humanos do governo brasileiro. O juiz espanhol foi responsável, em 1998, por ordenar a prisão do ex-ditador chileno Augusto Pinochet, que acabou sendo detido em Londres.</p>
<p>“Essas ações são uma forma de contestar o protagonismo chinês recente, determinado por fatores econômicos”, completou.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ONU cobra empenho da Rússia contra racismo e neonazismo]]></title>
<link>http://tribunapopular.wordpress.com/?p=7011</link>
<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 02:40:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redacao TP</dc:creator>
<guid>http://tribunapopular.wordpress.com/?p=7011</guid>
<description><![CDATA[
ROBERT EVANS - REUTERS
GENEBRA - Uma importante comissão da Organização das Nações Unidas mani]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>
<strong>ROBERT EVANS - REUTERS</strong></p>
<p>GENEBRA - Uma importante comissão da Organização das Nações Unidas manifestou na segunda-feira alarme contra a crescente violência racial na Rússia, e pediu ao país mais empenho contra grupos ultranacionalistas e neonazistas e contra a retórica do ódio na imprensa.</p>
<p>O Comitê para a Eliminação da Discriminação Racial também pediu ao governo que investigue a repressão contra georgianos registrada em 2006 na Rússia.</p>
<p>O comitê se disse "gravemente preocupado com o aumento alarmante na incidência e gravidade da violência racialmente motivada, especialmente por parte de jovens pertencentes a grupos extremistas."<!--more--></p>
<p>Os alvos do discurso e dos atos de violência são principalmente chechenos, mas também outros povos do Cáucaso e Ásia Central, ciganos, turcos, judeus, muçulmanos e africanos.</p>
<p>O relatório é resultado de discussões dos 18 integrantes da comissão com uma delegação russa e com grupos de direitos humanos do país, ocorrida neste mês.</p>
<p>Ativistas de direitos humanos disseram durante as audiências que a polícia costumava se omitir quando grupos de "skinheads" e neonazistas realizavam manifestações contra judeus, minorias étnicas e estrangeiros.</p>
<p>O comitê pediu uma "profunda investigação" sobre fatos que em 2006 a Geórgia disse refletir o racismo contra seus cidadãos. De acordo com relatos citados pela comissão, a polícia russa teria detido centenas de georgianos, inclusive alguns com cidadania russa, para em seguida mantê-los em prisões lotadas ou deportá-los com pouca ou nenhuma garantia jurídica.</p>
<p>A análise do caso ocorreu antes do início do atual conflito armado entre Geórgia e Rússia neste mês, por causa do controle da Ossétia do Sul.</p>
<p>O texto diz também que tribunais de toda a Rússia vêm determinando a destruição de tradicionais assentamentos ciganos e ordenando que crianças desse grupo sejam colocadas em classes especiais.</p>
<p>A comissão pede que a Rússia aja contra policiais e outras autoridades envolvidas em "prisões racialmente seletivas, revistas e outros atos injustificados" com base na aparência das pessoas.</p>
<p>O comitê afirma que o governo tenta combater a incitação ao ódio racial e religioso na imprensa e, em menor medida, por parte de partidos e políticos. Mas afirma que nos últimos tempos esse tipo de manifestação -- tanto na mídia quanto na política -- ganhou espaço.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O ''caça-torturador'' espanhol vem ao Brasil]]></title>
<link>http://tribunapopular.wordpress.com/?p=6986</link>
<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 03:39:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redacao TP</dc:creator>
<guid>http://tribunapopular.wordpress.com/?p=6986</guid>
<description><![CDATA[
CARTA CAPITAL
 O juiz espanhol Baltasar Garzón ficou mundialmente conhecido em 1998 ao ordenar a p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><strong><br />
CARTA CAPITAL</strong></p>
<p> O juiz espanhol Baltasar Garzón ficou mundialmente conhecido em 1998 ao ordenar a prisão do ditador chileno Augusto Pinochet por crimes contra a humanidade. Foi a mais notória decisão do magistrado que construiu uma carreira baseada no combate à impunidade dos torturadores de cidadãos da Espanha na América Latina, em especial no Chile e na Argentina. A pressão externa de Garzón engrossou o caldo de cultura que permitiu a esses dois vizinhos do Brasil levar aos tribunais militares acusados de tortura e assassinatos durante as respectivas ditaduras.<!--more--></p>
<p>Garzón é a estrela do seminário Direito à Memória e à Verdade, que ocorre em São Paulo na segunda-feira 18. O evento é uma realização de CartaCapital e da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, com patrocínio da Caixa Econômica Federal e da Unesp. O juiz interrompeu uma hora de suas férias na Colômbia, de onde virá ao Brasil, para uma conversa por telefone com a revista. Disse não estar nos seus planos investigar crimes de tortura no País, mas que a punição a torturadores é um passo importante à consolidação da democracia. “O mais acertado, o mais humano é que os arquivos sejam abertos e os culpados responsabilizados”, afirmou.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inglaterra e os ilegais brasileiros.]]></title>
<link>http://felixdhimmi.wordpress.com/?p=643</link>
<pubDate>Sat, 16 Aug 2008 20:34:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Felix</dc:creator>
<guid>http://felixdhimmi.wordpress.com/?p=643</guid>
<description><![CDATA[
I find some Brazilians who love us
(Lembrando Jean Charles de Menezes)
Telegraph
For a brief moment]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img style="width:429px;height:339px;" src="http://felixdhimmi.files.wordpress.com/2008/08/mantasmagorical-p1010028-b.jpg" alt="mantasmagorical P1010028 b" hspace="3" vspace="3" width="465" height="352" /></p>
<p><a href="http://www.telegraph.co.uk/opinion/main.jhtml?xml=/opinion/2005/07/31/do3109.xml" target="_blank">I find some Brazilians who love us</a></p>
<p>(Lembrando Jean Charles de Menezes)</p>
<p>Telegraph</p>
<blockquote><p>For a brief moment last week I thought I might have a story. I was in a restaurant in Piccadilly watching a priest eating kedgeree when he started talking about Jean Charles de Menezes, the Brazilian man shot dead at Stockwell Tube. "I'm not surprised he ran away," said my priest friend. "We treat Brazilians very badly here. They're wonderful, hard-working people but we make their lives miserable."</p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Depois da onda de problemas com imigrantes brasileiros na Espanha temos agora a temporada britânica de caça aos brasileiros, o assunto mais uma vez é carregado de emoção, ninguém e principalmente nenhum brasileiro, parte de uma população multi-étnica, gosta de ser tratado como elemento de segunda-classe, manter a cabeça fria nesta discussão é também tarefa difícil e o tema além de tudo é explorado por correntes políticas nacionalistas e pela grande imprensa de forma superficial e irresponsável, sempre foi assim...vai continuar a ser assim.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com autoridades britânicas existem somente em Londres cerca de 150 mil brasileiros em situação ilegal , é um número impressionante para qualquer país, não há como se negar o direito dos britânicos em estabelecerem alguma ordem em relação ao fluxo de refugiados, o termo deve ser este mesmo..refugiados econômicos, o quanto de justiça existe na forma como brasileiros estão sendo tratados nos aeroportos europeus, ingleses neste caso, já seria um segundo tema, não menos importante, mas creio ser interessante dividirmos os problemas.</p>
<p style="text-align:justify;">Um problema se refere aos brasileiros que já vivem no país europeu de forma ilegal, uma solução precisa ser negociada e aqui temo que os brasileiros estejam sendo instrumentalizados pelo governo britânico de forma populista, numa matéria do Telegraph do ano de 2005 um comentário se comentava na época como em uma população de 100.000 brasileiros existiam somente 17 encarcerados, a pergunta que faziam era porque tratar tão mal os brasileiros que tradicionalmente nunca criaram problemas, que sempre trabalharam duro e em contra-partida receberam sempre um tratamento miserável por parte dos britânicos, enquanto autoridades britânicas continuavam a conceder vistos de entrada para islâmicos terroristas e mesmo protegendo grupos de jihadistas assassinos.</p>
<p style="text-align:justify;">Talvez a resposta esteja exatamente na índole brasileira, a índole pacifica daquele que não quer encrenca e por isto evita manifestações e posturas ameaçadoras, isto também reflete a mentalidade brasileira do não ativismo civil, na resistência à organização e vida comunitária, isto torna os brasileiros presa fácil de manobras políticas no exterior.</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto brasileiros se escondem os islâmicos explodem ônibus, estações de metrô e se arrebentam com carros incendiários em fachadas de aeroportos,  colocar islâmicos para fora é mais difícil, impedir sua entrada na UK e Europa pode criar problemas com os países que controlam o petróleo,  além claro...de provocar a ira destes bastardos terroristas vivendo na Europa às custas do dinheiro público, eles podem se vingar e se vingam. Quando a população se sente traída por seus políticos, e o são com triste regularidade, estes políticos tratam de eleger um bode expiatório, geralmente fraco e mal organizado para canalizar a fúria popular e tentar salvar a própria pele, minha impressão em relação à Inglaterra e sua atitude em relação aos brasileiros é esta, os brasileiros são o menor problema que os britânicos possuem mas ao mesmo tempo o mais fácil de ser explorado e instrumentalizado.</p>
<p style="text-align:justify;">Na contra-mão do populismo europeu existe também o populismo brasileiro, pois discutir oque leva jovens no auge de sua capacidade produtiva a abandonarem o país não é agradável, o melhor no caso é canalizar os sentimentos de ofensa, embalá-los nesta calhorda conversa nacionalista burra de sempre, e existem os canais apropriados para isto que conduzem a discussão sempre para fora dos motivos e fatos e os colocam nos trilhos errados.</p>
<p style="text-align:justify;">O Brasil se negou à colaborar com as autoridades britânicas na triagem de viajantes com destino ao Reino Unido, é um direito que lhe cabe, além disto é uma humilhação que tanto governo e povo brasileiros não estão dispostos a aceitarem, a situação no entanto deveria ser outra, a discussão deveria se concentrar nos motivos reais da atitude britânica e não num espetáculo barato de orgulho ofendido.</p>
<p style="text-align:justify;">Neste caso em especial não são os britânicos que estão formando uma colônia clandestina dentro de São Paulo ou Rio, e sim o contrário, qualquer nação responsável estabeleceria um plano para evitar a sangria de talentos e de cidadãos dispostos à se sacrificarem por algo melhor e que por algum motivo não acreditam mais em suas autoridades, elite ou próprio povo, ficar vociferando palavrões na imprensa online também é papel de inferiores, deformados morais ou mesmo comportamento sub qualificado, pessoas não são objetos à disposição de imposições sobre comportamento ou anseios, são indivíduos e países que tendem à padronizar as necessidades nesta direção são ditaduras e regimes autoritários, observando o teor das matérias na imprensa brasileira se percebe claramente o quanto desta mentalidade obscura e retrógrada sobreviveu ao lixo da ditadura militar brasileira.</p>
<p style="text-align:justify;">Culpar os "gringos" por eles não nos amarem não ajuda muito, a tarefa começa na verdade dentro do Brasil, com gestos e ações concretas e não em choradeira e ranger de dentes, mas a solução deste caso é ligada à uma série de outras soluções e atitudes que sabemos...poucos têm vontade de encarar de verdade...sob o céu azul-anil, mas para equilibrar, no mínimo os britânicos merecem a reciprocidade.</p>
<p>A<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u434207.shtml" target="_blank"> Folha</a> publicou uma série de matérias <strong>sérias</strong> a respeito do tema, vale a pena conferi-las.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ONU quer explicação sobre alcoolismo e saúde de índios]]></title>
<link>http://tribunapopular.wordpress.com/?p=6941</link>
<pubDate>Sat, 16 Aug 2008 03:10:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redacao TP</dc:creator>
<guid>http://tribunapopular.wordpress.com/?p=6941</guid>
<description><![CDATA[

Relator da ONU visita aldeias com problemas de saúde, segurança e terra.
Entre os locais que ser]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>
<em><br />
Relator da ONU visita aldeias com problemas de saúde, segurança e terra.<br />
Entre os locais que serão visitados está a reserva Raposa Serra do Sol.</em></p>
<p><strong>Da Agência Estado</strong></p>
<p>O relator especial das Nações Unidas (ONU) sobre Direitos Humanos e Liberdades Fundamentais dos Povos Indígenas, James Anaya, pediu explicações ao governo brasileiro sobre o alto índice de suicídio e alcoolismo entre índios da etnia guarany kaiwá, em Mato Grosso do Sul, e também sobre o avanço de epidemias como hepatite e malária nas aldeias do Vale do Javari, no Amazonas.</p>
<p>Em missão oficial de 12 dias no País, Anaya foi recebido nesta sexta-feira (15) por dirigentes da Fundação Nacional da Saúde Indígena (Funasa) e na segunda-feira (18) começará a fase de visita a aldeias com problemas de saúde, segurança e terra.<!--more--></p>
<p>Entre os locais a serem visitados, ele dedicará atenção especial à reserva Raposa Serra do Sol, cuja demarcação sofre contestação de fazendeiros e terá um teste decisivo nos próximos dias no Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento da ação dos arrozeiros da região, que desejam a demarcação da reserva em ilhas e não em área contínua.</p>
<p>Mas nesta sexta-feira, o foco ficou concentrado nos problemas de saúde, como os do Javari, onde vivem 3.587 índios de seis etnias pouco integradas, mas constantemente agredidas por madeireiros.</p>
<p>Eles fizeram chegar à ONU um relatório em que denunciam que índios "estão condenados" pelas epidemias de hepatite (A, B, C e D), pneumonia, malária e pelo agravamento de outras doenças, como desnutrição infantil, tuberculoses, câncer uterino, Aids e problemas relacionados à "falta de atendimento" nas aldeias.</p>
<p>Em relação aos guaranys kaiwás, o dirigente da ONU quis saber o que o governo brasileiro está fazendo para deter o elevado índice de suicídios, de 45 índios ao ano (quase a totalidade cometidos por jovens), combater o alcoolismo e ajudar na reabilitação dos viciados. O problema foi detectado desde a década de 60, quando os índios, privados de suas terras, doadas pelo governo a colonos assentados, entraram em depressão. Apesar das várias iniciativas do governo e pressões externas, o drama dos caiuás permanece sem solução.</p>
<p><strong>  Ações do governo</strong></p>
<p>O diretor de Saúde Indígena da Funasa, Wanderley Guenka, reconheceu que o governo trava uma luta para conter o alcoolismo na região de Dourados, onde existem 14 destilarias de cachaça em volta das aldeias indígenas.</p>
<p>O agravamento das epidemias na região, segundo Guenka, deve-se às incursões de invasores não-índios, sobretudo madeireiros ilegais. A PF e as Forças Armadas, segundo a Funasa, têm intensificado ações para expulsão dos invasores e para o combate ao desmatamento.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lecciones de diplomacia]]></title>
<link>http://elcosmopolita.wordpress.com/?p=82</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 21:37:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>miguelio</dc:creator>
<guid>http://elcosmopolita.wordpress.com/?p=82</guid>
<description><![CDATA[
En una recepción de la Commonwealth británica, plagada de altos dignatarios de los países miembr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://elcosmopolita.files.wordpress.com/2008/08/winston-churchill.jpg"><img class="size-medium wp-image-83 alignleft" style="margin-left:3px;margin-right:5px;" src="http://elcosmopolita.wordpress.com/files/2008/08/winston-churchill.jpg?w=300" alt="" width="300" height="238" /></a></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES">En una recepción de la Commonwealth británica, plagada de altos dignatarios de los países miembros y donde los británicos, que eran los anfitriones, cuidaban hasta el más mínimo detalle para que todo el mundo estuviera cómodo sin regatear en lujos, el jefe de protocolo, evidentemente azorado, se dirigió a Churchill pidiendo hablar a solas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> Salieron a la sala contigua y allí le contó que había visto a un alto cargo político de un país extranjero robar uno de los carísimos saleros de plata de la mesa y metérselo en el bolsillo del pantalón.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> Churchill fue discretamente a la mesa y escondió en su bolsillo el pimentero, que había sido fabricado a juego con el salero y que también tenía un valor muy elevado.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> Pacientemente esperó al final de la cena, donde hubo que sacar otros salero y pimentero, y cuando ya todos se levantaban se acercó discretamente al ladrón y le dijo con voz queda al oído:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> - Señor, esto se pone feo, nos han visto, creo que lo mejor es que devolvamos los dos los saleros antes de que tengamos un grave incidente -depositando a continuación el pimentero sobre la mesa.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> Instantes después el político ladrón dejaba el salero igualmente sobre la mesa.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="ES"> Esta anécdota fue extraida de <a href="http://papelera.blogalia.com/historias/32113">http://papelera.blogalia.com/historias/32113</a>. Al parecer de basa en un artículo incluido en una edición de Los Angeles Times de 1982. </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre Itaipu]]></title>
<link>http://molotoversiondos.wordpress.com/?p=195</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 20:03:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Henrique Lopes</dc:creator>
<guid>http://molotoversiondos.wordpress.com/?p=195</guid>
<description><![CDATA[Em seu discurso de posse, o novo presidente do Paraguai, Fernando Lugo, pouco falou de política ext]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Em seu discurso de posse, o novo presidente do Paraguai, Fernando Lugo, pouco falou de política externa. Nos momentos em que o fez, adotou um tom conciliatório. Convocou os países vizinhos a trabalhar em conjunto pelo bem da região, agradeceu à Argentina por acolher os paraguaios que bateram às portas daquele país em busca de trabalho e uma nova vida, saudou todos os presidentes sul-americanos que ali estavam, prestigiando um histórico momento.</p>
<p style="text-align:justify;">Dos tratados de Itaipu e Yacyretá, cuja revisão é uma das principais demandas internas no Paraguai, nem sinal. Mas dêem uma olhada -- ou uma escutada, já que está disponível em um podcast -- nesse duríssimo <a href="http://www.abc.com.py/editorial_podcast.php?id=234" target="_blank">editorial</a> publicado pelo jornal <em>ABC</em>, do qual reproduzo um trecho abaixo:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">La visita oficial de Cristina Fernández de Kirchner y de Luiz Inácio Lula da Silva, presidentes de Argentina y Brasil, servirá seguramente para que los dos mandatarios vuelvan a pronunciar esos hipócritas discursos de homenaje a los “hermanos paraguayos”. Los escucharemos con cortesía, pero como los ciudadanos no podremos responderles que no nos interesan sus bellas palabras, sino sus actitudes, confiamos en que en las conversaciones el flamante presidente de la República, Fernando Lugo, les reitere la legitimidad de nuestros reclamos con respecto a los emprendimientos hidroeléctricos de Itaipú y Yacyretá.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Mais adiante, os editorialistas do jornal qualificam o Tratado de Itaipu como humilhante e afirmam que, por meio dele, o Brasil submete o Paraguai a uma "imperialista e indigna exploração".</p>
<p style="text-align:justify;">Lugo que se prepare para enfrentar a pressão interna. E o Itamaraty que se prepare para enfrentar os reflexos dessa pressão.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Que algú m'expliqui què està passant!]]></title>
<link>http://desdaqui.wordpress.com/?p=329</link>
<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 07:16:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>ferrancanet</dc:creator>
<guid>http://desdaqui.wordpress.com/?p=329</guid>
<description><![CDATA[Els presidents del Líban i de Síria
Que el terrorisme, en general, és una font de problemes sembl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="attachment_330" align="aligncenter" width="400" caption="Els presidents del Líban i de Síria"]<a href="http://desdaqui.files.wordpress.com/2008/08/mas10814.jpg"><img class="size-full wp-image-330" src="http://desdaqui.wordpress.com/files/2008/08/mas10814.jpg" alt="Els presidents del Liban i de Siria" width="400" height="270" /></a>[/caption]
<p>Que el terrorisme, en general, és una font de problemes sembla força evident. Que dos països que fa més de 60 anys que no tenen relacions diplomàtiques anunciïn que les restableixen és, em sembla també bastant evident, una bona cosa. Però quan s'uneixen les dues coses en un sol dia ja no sé què significa.</p>
<p>Tot i que algú pugui recolzar la lluita per tal d'aconseguir algun objectiu determinat, davant la possibilitat d'escollir una societat amb o sense terrorisme és evident que és millor que no hi hagi terrorisme.</p>
<p>En societats on la injustícia, la corrupció, la manca de llibertat són habituals és <!--more--><em>normal</em> que provoquin reaccions fora de la llei (ja que sovint aquesta tampoc porta a la justícia). Però quan el terrorisme no té un objectiu clar, quan ni tan sols se sap qui és el responsable dels actes terroristes resulta més difícil comprendre el què passa. Aquesta és la impresió amb la que em quedo després de l'atemptat d'ahir.</p>
<p>D'entrada podríem discutir sobre qui està al darrera: al-Qaëda, Síria, algun dels grups palestins, Hesbol·là, el Mossad, la CIA, Terra Lliure...? Al Líban tot és possible, i a la gent li agrada fer combinacions sovint estranyes: <em>ha estat Síria, per enviar un missatge al Líban just el dia que estableixen les relacions diplomàtiques...</em>, o bé <em>ha estat algú pro al-Qaëda com a represàlia per els fets de Nahr el-Bared...</em>, o en versions més sofisticades, <em>algun servei secret, per evitar que hi hagi normalitat al país, després que la situació sembla que es normalitza</em> (i aquí, <em>servei secret</em>, pot ser el què es vulgui).</p>
<p>Però si no sabem qui ha sigut és encara més complicat saber què pretén aconseguir, ja que pot ser des de la <em>simple</em> desestabilització del país, fins a una provocació concreta per tal de fer entrar a l'exèrcit en un conflicte més greu. En el cas hipotètic que Síria estigués darrera em semblaria senzillament repugnant, ja que jugar a <em>mira que sóc bo que restableixo les relacions amb tu</em> mentre faig una carnisseria contra civils i militars no té cap mena de justificació.</p>
<p>En la hipòtesis en què Hesbol·là estaria al darrera de l'atemptat d'ahir, mostrant un trencament entra Síria i el <em>partit de Déu</em> (em fa mal posar la traducció!), la situació seria realment crítica, ja que el missatge sembla bastant clar: rebutgem un acord amb el país que ens ha venut, i que ha comenát a negociar un acord de pau amb L'enemic.</p>
<p>Si és alguna altre país estranger, la cosa ja supera les meves limitades capacitats, i pot tenir tantes lectures com es vulgui, barrejant-hi Iran, els EEUU, Rússia o qui preferiu.</p>
<p>En resum, que si algú sap què està passant que m'ho expliqui. I si algú pensa que ho sap, que opini!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dalai Lama defende democracia]]></title>
<link>http://tribunapopular.wordpress.com/?p=6844</link>
<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 22:36:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redacao TP</dc:creator>
<guid>http://tribunapopular.wordpress.com/?p=6844</guid>
<description><![CDATA[
De Veja
Com agência France-Press
O Dalai Lama, líder espiritual do budismo tibetano, afirmou nest]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>
<strong>De Veja<br />
Com agência France-Press</strong></p>
<p>O Dalai Lama, líder espiritual do budismo tibetano, afirmou nesta quarta-feira, na França, que a comunidade internacional tem uma missão importante: conduzir a China à democracia. "A China tem grande interesse em fazer parte da comunidade internacional. E a comunidade internacional tem a responsabilidade de levar a China à tendência geral da democracia mundial", disse ele durante uma entrevista coletiva concedida em Paris.</p>
<p>O líder espiritual tibetano chegou na segunda-feira à França para uma visita de caráter fundamentalmente religioso. A viagem de 12 dias coincide com os Jogos Olímpicos que são realizados na China. Nesta quarta, o Dalai Lama seria recebido por parlamentares franceses no Senado. Trata-se da única reunião política de uma visita planejada para não incomodar a China. O presidente Nicolas Sarkozy decidiu não se reunir com o líder.<!--more--></p>
<p>A oposição de esquerda denunciou que o Dalai Lama foi recebido às escondidas e acusou o presidente de ter cedido às pressões do governo da China ao evitar manter um diálogo público com o líder tibetano durante os Jogos. Na terça, o Dalai Lama reiterou seu "pleno apoio" aos Jogos Olímpicos, durante uma visita a um pagode nas imediações de Paris. Ele vem dizendo desde o começo do ano que a China "merece" receber o evento.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Índios da Raposa dizem que vão recorrer a cortes internacionais]]></title>
<link>http://tribunapopular.wordpress.com/?p=6793</link>
<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 04:22:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redacao TP</dc:creator>
<guid>http://tribunapopular.wordpress.com/?p=6793</guid>
<description><![CDATA[

A 15 dias do julgamento no STF, indíos da reserva em RR se dizem ameaçados pelos agricultores na]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>
<em><br />
A 15 dias do julgamento no STF, indíos da reserva em RR se dizem ameaçados pelos agricultores na região</em></p>
<p><strong>Agência Brasil</strong></p>
<p>BRASÍLIA - A 15 dias do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) de ações que contestam a demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol em área contínua, índios de Roraima disseram nesta terça-feira, 12, que são constantemente ameaçados pelos agricultores brancos que permanecem na área de 1,7 milhão de hectares e prometeram recorrer a tribunais internacionais caso a decisão do STF não lhes agrade.</p>
<p>"Nós estamos preocupados pelo invasor que lá se encontra, pois continuam as ameaças, dizendo que vão levar 300 pistoleiros e não vão sair barato de lá. Queremos que as pessoas saiam pacificamente e que a gente fique com a nossa terra", afirmou o coordenador geral do Conselho Indígena de Roraima (CIR), Dionito José de Souza, que acompanhou audiência pública provida pela Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados sobre o tema.<!--more--></p>
<p>"Vamos buscar os nossos direitos onde eles estiverem e colocar para o mundo inteiro saber que existem ali povos indígenas e cidadãos brasileiros", acrescentou o líder indígena.</p>
<p>A posição defendida pelos índios foi amparada durante a audiência por declarações da procuradora da República Déborah Duprat. Ela ressaltou que se o STF mudar o tamanho da área demarcada da Terra Indígena Raposa Serra do Sol (RR) cometerá um ato passível de denúncia em cortes internacionais de direitos humanos. Outro coordenador do CIR, o macuxi Dejacir de Souza, disse que de 1981 a 2008 os índios de Raposa Serra do Sol foram vítimas de 21 homicídios e 86 ameaças de morte provocadas pela disputa por terras.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasil: Tecnologia para o mundo]]></title>
<link>http://agribusinessnews.wordpress.com/?p=625</link>
<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 20:35:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>agribusinessnews</dc:creator>
<guid>http://agribusinessnews.wordpress.com/?p=625</guid>
<description><![CDATA[ Tecnologia para o mundo
 Informação
Técnicos das representações diplomáticas, embaixadas e re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a class="contentpagetitle" href="http://agronegociar.com/index.php?option=com_content&#38;view=article&#38;id=1792&#38;catid=88:Informacao&#38;Itemid=88"> Tecnologia para o mundo</a></p>
<p><a href="http://agronegociar.com/index.php?option=com_content&#38;view=category&#38;id=88:Informacao&#38;layout=blog&#38;Itemid=88"> Informação</a></p>
<p><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Técnicos das representações diplomáticas, embaixadas e representantes de governos estrangeiros conhecerão a experiência brasileira e o funcionamento dos biocombustíveis na indústria automotiva, nesta quarta-feira (13), no auditório da Conab, em Brasília.</span></p>
<p><a class="readon" href="http://agronegociar.com/index.php?option=com_content&#38;view=article&#38;id=1792&#38;catid=88:Informacao&#38;Itemid=88"> Leia mais...</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fidel Castro acusa Bush de instigar aventura militar da Geórgia]]></title>
<link>http://tribunapopular.wordpress.com/?p=6775</link>
<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 04:55:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redacao TP</dc:creator>
<guid>http://tribunapopular.wordpress.com/?p=6775</guid>
<description><![CDATA[

da Efe, em Havana
da Folha Online
O líder cubano Fidel Castro acusou nesta segunda-feira o presid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>
<strong><br />
da Efe, em Havana<br />
da Folha Online</strong></p>
<p>O líder cubano Fidel Castro acusou nesta segunda-feira o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, de ter instigado o governante da Geórgia, Mikhail Saakashvili, a lançar o que qualificou como uma aventura militar na Ossétia do Sul.</p>
<p>Segundo Fidel Castro, Bush "prometeu seu apoio ao presidente Saakashvili para a entrada da Geórgia na Otan, o que equivale a um punhal afiado que se tenta cravar no coração da Rússia". "A Geórgia jamais teria lançado suas forças armadas contra a capital da República Autônoma da Ossétia do Sul (...) sem a anuência prévia de Bush", afirma.<!--more--></p>
<p>Em artigo publicado no site oficial Cuba Debate, o ex-líder cubano diz que "muitos Estados europeus que pertencem a essa organização militar se preocupam seriamente com a manipulação irresponsável do tema das nacionalidades, prenhe de conflitos potenciais".<br />
Arte/Folha Online<br />
mapa ossétia</p>
<p>"A Iugoslávia foi dissolvida por essa via", afirmou.</p>
<p>Segundo o líder cubano, Saakashvili, por sua própria conta, "jamais teria se lançado à aventura de enviar o Exército georgiano à Ossétia do Sul, onde se chocaria com as tropas russas postadas lá como força de paz".</p>
<p>"Não se pode brincar com a guerra nuclear, nem premiar a provisão de carne de canhão para o mercado. Que necessidade havia de acender o pavio do Cáucaso? A Rússia continua sendo uma poderosa potência nuclear", lembra o artigo.</p>
<p><strong>Conflito no Cáucaso</strong></p>
<p>A crise começou na quinta-feira (7), quando a Geórgia, aliado próximo de Washington, enviou tropas para retomar a Ossétia do Sul, uma região aliada da Rússia que declarou sua independência da Geórgia em 1992. Moscou, que apóia a secessão do pequeno território, respondeu enviando tropas ao país vizinho. Entenda as causas do conflito.</p>
<p>A Ossétia do Sul é considerada uma importante rota de transporte de petróleo e gás natural na fronteira russa. A Cruz Vermelha relata que mais de 40 mil refugiados já deixaram a região, enquanto 2.000 pessoas morreram no conflito, segundo dados do governo de Moscou.</p>
<p>A Rússia continuou avançando para além dos territórios separatistas em direção à Geórgia, no quinto dia do combate. Ontem, o presidente georgiano assinou uma promessa de cessar-fogo, que foi ignorada pelo país vizinho.</p>
<p>Além da Ossétia do Sul, a Rússia também abriu uma segunda frente para proteger a Abkházia, no oeste da Geórgia. Um oficial do Ministério da Defesa russo disse que o objetivo é "prevenir ataques das unidades militares georgianas contra a Ossétia do Sul [e a Abkházia]".</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Barão do Rio Branco e o Visconde de Cabo Frio: tempo diplomático e construção de legados]]></title>
<link>http://cafemundorama.wordpress.com/?p=792</link>
<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 18:00:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rogério Farias</dc:creator>
<guid>http://cafemundorama.wordpress.com/?p=792</guid>
<description><![CDATA[A FUNAG divulga gratuitamente diversos livros de seu acervo em seu sítio eletrônico. Acabo de impr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;">A <a href="http://www.funag.gov.br/">FUNAG</a> divulga gratuitamente diversos livros de seu acervo em seu sítio eletrônico. Acabo de imprimir um capítulo da obra "O meu velho Itamarati", de Luís Gurgel do Amaral. O autor relata diversos episódios do cotidiano da chancelaria brasileira durante parte da gestão do barão do Rio Branco (1902-1912).O livro é oportuno por apresentar algumas facetas de uma das figuras mais importantes da história da diplomacia brasileira: Joaquim Tomás do Amaral, mais conhecido como visconde de Cabo Frio, Diretor Geral da Secretaria de Estado por mais de vinte anos. Apesar de sua relevância, não conheço nenhuma obra que apresente o perfil biográfico do diplomata de forma extensa e detalhada. Material primário há para a realização de tal tarefa. Segundo levantamento de Ron L. Seckinger, realizado na década de 1970, o Visconde deixou trinta maços de documentos no Arquivo Histórico do Itamaraty.</p>
<p>Chega de delongas. Vamos ao capítulo XV: "Morre Cabo Frio". Gurgel do Amaral relata a morte e o legado do diplomata. Intriga-me um aspecto presente em todas as obras sobre o Barão do Rio Branco, mas de forma não tão pormenorizada: a relação entre o Barão e o Visconde, quando aquele assume a Chancelaria, em 1902. Cabo Frio é descrito como o bastião do tradicionalismo, herdeiro dos costumes mais sedimentados da burocracia imperial. Já Rio Branco, mesmo vindo da Monarquia, assumiu o cargo com o ímpeto de mudar a Chancelaria, preparando-a para novos desafios, ao mesmo tempo em que consolidava diversos princípios das relações exteriores imperiais.</p>
<p>Assim, não é surpresa ver o embate entre essas duas grandes personalidades. O relato de Gurgel do Amaral é naturalmente tendencioso, mas apresenta algumas características interessantes de Cabo Frio, especialmente como sua tenacidade esvaziou-se progressivamente na luta pelo controle do trabalho cotidiano da Chancelaria. Nesse aspecto, a questão do controle do horário de expediente é um dos tópicos do livro no qual é visível a própria construção da imagem do Barão.</p>
<p>Vou examinar com mais detalhes esse ponto. Como vocês sabem, havia, no século XIX, uma concepção particular do tempo nas chancelarias ao redor do mundo. Nesse período, os Ministérios das Relações Exteriores mantinham atmosfera de trabalho mais frugal, pouco adequada às demandas febris existentes no setor privado e em outras áreas dos governos. Em um dos melhores livros sobre o ambiente diplomático  das chancelarias européias no período que vai de meados do século XIX até a I Guerra Mundial , <a href="http://www.amazon.com/Under-Wire-Telegraph-Diplomacy-Historical/dp/0674010353/ref=sr_1_1?ie=UTF8&#38;s=books&#38;qid=1218128468&#38;sr=1-1">David Paull Nickles</a> afirma que os diplomatas pertenciam a uma  exclusiva fraternidade que aderia a um protocolo construído no curso de vários séculos. Eles falavam a mesma língua (francês), passavam as férias nos mesmos spas, cultivavam os mesmos gostos cosmopolitanos e vinham de seletas aristocracias européias -- entre 1871 e 1914, por exemplo, 377 dos 548 funcionários da chancelaria alemã eram nobres, incluindo 56 dos 62 embaixadores (p. 104).<!--more--></p>
<p>Apesar do status, o ofício era mal pago; diplomatas, então, lidavam com a profissão como uma nobre obrigação. Naturalmente, essa classe esmerou-se em cultivar relacionamentos e consumir o seu tempo em atividades de lazer. O "tempo aristocrático", então, era muito distinto do "tempo do trabalho", que se espraiava nos já então crescentes centros capitalistas europeus. Nickles relata diversos casos de chancelarias européias, inclusive a dificuldade do chanceler alemão Otto von Bismarck em domar a indolência de seus diplomatas, que até então não tinham horário para trabalhar (p. 121).</p>
<p>E como essa tendência apresentou-se no Brasil? Utilizando-se o relato de Gurgel do Amaral, fica nítida a inversão do processo que ocorreu na Europa. Explico-me. Aqui, na Rua Larga, Cabo Frio arduamente domava seus funcionários para que respeitassem um padrão pós-industrial de ritmo de trabalho, com horas regulares e pré-determinadas para o desempenho das atividades públicas. Rio Branco, quando assume o ministério, acaba com a iniciativa de Cabo Frio, revertendo o difícil processo de socialização que se tentava impor.</p>
<p>Houve, portanto, retrocesso nesse aspecto do cotidiano diplomático. Cabo Frio, apesar de descrito como indivíduo pouco afeito às novidades do novo século, já era modernizador em seu tempo. Rio Branco, por seu turno, é a força da tradição, revertendo iniciativa que generalizava em todas as modernas chancelarias do mundo. Muitos poderão argumentar que o ritmo de trabalho do barão era distinto; um <span style="font-style:italic;">workaholic</span> que dormia em cima de seus papéis, passava a madrugada lendo telegramas, trabalhando incansavelmente na administração de seu pequeno império republicano. Assim, mesmo sem impor "ponto" aos subordinados, o Barão legou uma obra incontrastável na história independente do país. Todavia, conquanto tenha alcançado tais resultados, do ponto de vista comparado, Cabo Frio não deve ser reputado como força do atraso.</p>
<p>A descrição do livro, porém, faz o exame das diferenças entre os dois diplomatas exatamente no tradicional esteriótipo. Aparentemente, nada pode rivalizar a grandeza de Rio Branco. A construção dessa imagem leva a sérias distorções nas memórias e nos próprios trabalhos acadêmicos, mesmo quando consideramos a grandeza de Paranhos. Até aspectos não tão positivos do Barão, como o apresentado acima, conseguem ser enquadrados de forma a enaltecê-lo. E é aqui que merece ser considerado como a obra do barão necessita ser urgentemente revisitada, agora de maneira menos hagiográfica. Com efeito, as biografias de Álvaro Lins e Luís Viana Filho são excelentes, mas aindas muito comprometidas com o culto ao estadista. Recentemente, porém, já são visíveis novas iniciativas que reexaminam com lentes mais depuradas esse indivíduo central do período de apogeu da diplomacia brasileira. <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=5066887&#38;sid=189616610624487023729532&#38;k5=C8BBADD&#38;uid=">Angela Alonso</a>, em biografia recém publicada sobre Joaquim Nabuco, por exemplo, já expressa a tensão do relacionamento entre Rio Branco e Nabuco de forma mais sóbria -- principalmente a dimensão competitiva que existia entre os dois.</p>
<p>Bom, termino por aqui. Antes, no entanto, uma curiosidade: pelo menos até 2004, as folhas de ponto do período Cabo Frio ainda estavam arquivadas no Centro de Documentação Diplomática do Itamaraty, no Rio de Janeiro. Fiquem, agora, com um trecho do livro:</p>
<blockquote><p>Quando cheguei ao Itamaraty, Cabo Frio era apenas uma relíquia viva! Percebia-se o declínio do seu antigo poderio, que lhe escapava das mãos não só pela sua avançada idade e combalida saúde como também por que Rio Branco, rendendo-lhe homenagens e tributando-lhe deferências constantes, já enfeixara nas deles a direção quase total da Secretaria, para novos rumos e novos horizontes. O Barão encontrara um passado e começara a construir um futuro... Ao Visconde restava ainda a ilusão do mando, pela respeitosa obediência dos seus subordinados, pela autoridade, que nunca lhe foi disputada, de continuar regulando a entrada e saída do pessoal, aferrado ao “ponto”, como princípio de disciplina e méritos, e aos processos burocráticos do expediente, atento ao preparo dos relatórios (como se eles devessem ainda aparecer em suas justas épocas), mecanismo de relógio tão contrário às inclinações do Barão, para quem as horas não tinham expressões definidas e todas eram boas para o trabalho. No fundo do seu ser, o austero ancião não poderia deixar de sentir o desgaste corruptor dos anos,tantos de apogeu, e nas sonolências dos meios-dias, em que a luz ardentedo sol, coada através das persianas, enchia sua sala de suave penumbra, sem dúvida, pensaria com amargor nos distantes tempos do sobradão da Glória, palco dos seus melhores triunfos, onde impunha sua vontade, mesmo quando parecia obedecer!</p></blockquote>
</div>
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<title><![CDATA[Relações Internacionais e o Horror Diplomático]]></title>
<link>http://gustibusgustibus.wordpress.com/?p=8095</link>
<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 15:30:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>claudio</dc:creator>
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<description><![CDATA[As consequências não-intencionais de algumas políticas diplomáticas. Eis aqui um belo texto sobr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>As consequências não-intencionais de algumas <a href="http://www.mercatus.org/repository/docLib/20080731_Foreign_Intervention_and_Global_Public_Bads.pdf">políticas diplomáticas</a>. Eis aqui um belo texto sobre como burradas surgem de boas intenções sob incentivos errados.</p>
<p>Moral: aprenda a desenhar corretamente os incentivos.</p>
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<title><![CDATA[Osetia y Kosovo]]></title>
<link>http://josecarlos.wordpress.com/?p=1169</link>
<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 14:57:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Carlos</dc:creator>
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<description><![CDATA[
En febrero, tras el reconocimiento de la independencia de Kosovo por parte de muchos países de nue]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://josecarlos.files.wordpress.com/2008/08/tropas_georgianas_retiran.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1170" src="http://josecarlos.wordpress.com/files/2008/08/tropas_georgianas_retiran.jpg" alt="" width="620" height="456" /></a></p>
<p>En febrero, tras el reconocimiento de la independencia de Kosovo por parte de muchos países de nuestro entorno y de los <a title="elpais" href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Bush/afirma/independencia/Kosovo/traera/paz/Balcanes/elpepuint/20080219elpepuint_10/Tes" target="_blank">Estados Unidos</a>, hacía referencia <a title="josecarlos" href="http://josecarlos.wordpress.com/2008/02/19/de-kosovo-a-la-renuncia-de-castro/" target="_blank">a la cautela de la diplomacia española</a>, evitando actuar de forma precipitada, reconociendo al supuesto "nuevo país".</p>
<p>Seis meses después estoy seguro <a title="elpais" href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Espana/juzga/ilegal/independencia/elpepuint/20080219elpepiint_2/Tes" target="_blank">del acierto de la diplomacia española</a>, actuando con una profesionalidad fuera de dudas, observando el alcance de cada una de sus decisiones antes de tomarlas de forma definitiva. Esa misma diplomacia que en España, por obra y gracia del PP y sus voceros mediáticos, tiene muy mala prensa gracias a su discreta actividad, absolutamente independiente y lejos de seguidismos falderos que nada bueno traen a un país que cree en la Paz y la Libertad.</p>
<p>Observando la situación de guerra que hoy hay en Osetia y Georgia, estoy seguro de que, en muchas cancillerias europeas, los altos funcionarios tragan saliva y se tientan las ropas al analizar <a title="elpais" href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/caja/Pandora/abre/Caucaso/elpepuint/20080219elpepiint_5/Tes" target="_blank">una situación creada en base a un precedente</a> que ellos mismos contribuyeron a fabricar.</p>
<p>Desde Rusia es legítimo preguntarse el motivo por el que, si muchos países europeos y los EEUU apoyaron la independencia de Kosovo, debilitando aun más la estructura como país de Serbia, tradicional aliado ruso, qué motivo existe para no reconocer la independencia de los osetios de un país como Georgia, que los reprime y subyuga con ferocidad.</p>
<p>La diplomacia es el arte de la hipocresía, pero es que hasta para ser hipócrita hay que valer. Los EEUU y muchos países europeos han quedado con las vergüenzas al aire tras su rápido reconocimiento de Kosovo y su patética actitud, tras el <a title="publico" href="http://www.publico.es/140457/georgia/rusia/osetia/conflicto" target="_blank">ataque de las fuerzas militares de Georgia</a> contra el pueblo de Osetia del Sur, <a title="elpais" href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Hay/muchas/victimas/necesitan/ayuda/les/dejan/salir/elpepuint/20080811elpepiint_2/Tes" target="_blank">cercenando muchas vidas inocentes</a>. Ahora se apresuran a poner en marcha iniciativas diplomáticas para evitar que la guerra vaya a más, pero sólo cuando los militares rusos, mediante una legitimidad parecida a la que llevó a los EEUU a invadir <a title="wiki" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Invasi%C3%B3n_estadounidense_de_Panam%C3%A1_de_1989" target="_blank">Panamá</a> o <a title="wiki" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Invasi%C3%B3n_de_Granada" target="_blank">Granada</a>, han acudido <a title="elpais" href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Rusia/adentra/Georgia/Abjazia/controlar/Osetia/Sur/elpepuint/20080811elpepuint_4/Tes" target="_blank">al rescate de los osetios</a>. Lo peor de todo es que dicha iniciativa parece <a title="elpais" href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Georgia/controla/puertas/petroleo/Europa/elpepuint/20080811elpepiint_3/Tes" target="_blank">más encaminada a proteger un oleoducto que a salvar vidas</a>. Tan solo una nueva muestra de hipocresía.</p>
<p>Ahora muchos envidiarán la situación española en este conflicto. No hay que olvidar que, gracias a la cautela y discrección con la que se mueve, España es de los pocos países que tienen un alto grado de legitimidad ante Rusia para exigir el mantenimiento del "<em>status quo</em>" de la región, evitando que el conflicto se recrudezca, puesto que su posición mantendrá una línea de coherencia con posiciones anteriores que, sin duda, habla muy bien de la capacidad de análisis de nuestra diplomacia y de su independencia a la hora de tomar posiciones en un conflicto.</p>
<p>Mientras tanto, los ciudadanos de los países desarrollados <a title="publico" href="http://www.publico.es/140457/georgia/rusia/osetia/conflicto" target="_blank">seguiremos con atención lo que ocurre en los Juegos Olímpicos de Pekín</a>, aturdidos por la lluvia de resultados, mientras en un país europeo, miles de civiles inocentes perecen ante la impasibilidad de muchos gobiernos, incapaces de arreglar un desaguisado provocado por <a title="elpais" href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Occidente/reconoce/Kosovo/elpepuint/20080219elpepiint_1/Tes" target="_blank">la espita que ellos mismos abrieron</a> y ahora ha estallado, posiblemente sin control.</p>
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<title><![CDATA[Governo vê provocação na ação de oficiais da ativa]]></title>
<link>http://tribunapopular.wordpress.com/?p=6721</link>
<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 21:42:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Redacao TP</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Kennedy Alencar - Folha de S.Paulo
 A cúpula do governo não deseja dar ar de crise à tensão com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>
<strong>Kennedy Alencar - Folha de S.Paulo</strong></p>
<p> A cúpula do governo não deseja dar ar de crise à tensão com os militares. No entanto, avaliou como provocações a presença dos oficiais da ativa no ato do Clube Militar e a publicação na página oficial do Comando Militar do Leste na Internet de um texto em defesa da ação dos militares na ditadura.</p>
<p>Um auxiliar direto do presidente disse que, tecnicamente, os militares da ativa tomaram cautelas para tentar evitar punição. Foram sem farda ao ato do Clube Militar e se mantiveram calados. Em tese, estiveram lá como pessoas físicas.</p>
<p>A mensagem no site do Comando Militar do Leste, um texto escrito por um general em 1983, teve, na visão do Palácio do Planalto, conteúdo de provocação.<!--more--></p>
<p>Na cúpula do governo, também se reconhece que palavras de Tarso a favor da revisão da Lei da Anistia (1979), das quais o ministro já recuou publicamente, deram o gás inicial à tensão entre as Forças Armadas e duas pastas do governo Justiça e Direitos Humanos.</p>
<p>Não interessa a Lula aumentar a crise. O presidente ficou incomodado com declarações de Tarso que contrariaram as Forças Armadas. Lula as julgou desnecessárias e fora de hora. No entanto, o ministro da Justiça tem crédito com o presidente por ser um dos auxiliares que defendem publicamente o governo em momentos difíceis, como no episódio do dossiê anti-FHC.</p>
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<title><![CDATA[Fogo e sangue no Cáucaso.]]></title>
<link>http://felixdhimmi.wordpress.com/?p=631</link>
<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 20:26:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Felix</dc:creator>
<guid>http://felixdhimmi.wordpress.com/?p=631</guid>
<description><![CDATA[ O ataque da Geórgia à província da Ossétia  do Sul parece ter sido sincronizado, no momento qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><a href="http://felixdhimmi.files.wordpress.com/2008/08/gg-mapwiki.png"><img style="width:377px;height:222px;" src="http://felixdhimmi.files.wordpress.com/2008/08/gg-mapwiki-small.png" alt="Gg-map wiki" hspace="3" vspace="3" width="465" height="246" align="left" /></a><strong> O ataque da Geórgia à província da Ossétia  do Sul parece ter sido sincronizado, no momento que boa parte do mundo dedicava sua atenção à outro teatro político ocorrendo nas sombras destes jogos olímpicos na China, jogos  marcados por agitações desde há muito tempo, o governo da pequena república encravada entre a Turquia e a Rússia resolve dar um golpe nas pretensões de independência da região autônoma.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A maioria das pessoas sequer se lembram desta tal Ossétia, ou ainda da Abecásia, ambos focos de guerra  instalados na Geórgia, para refrescar a memória vale comentar que a cidade palco de um dos mais brutais e animalescos atentados terroristas, feito por um grupo checheno,  ocorreu na cidade de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crise_de_ref%C3%A9ns_da_escola_de_Beslan" target="_blank">Beslan </a> que fica nesta região em conflito,  esta região   é formada pelo setor norte (dentro da Rússia) e o setor sul dentro da Geórgia.</p>
<p style="text-align:justify;">Existem importantes considerações a serem levadas em conta neste conflito e é espantoso observar mais um político de uma nação anã, o presidente Micheil Saakaschwili da Geórgia, ter julgado tão mal os riscos aos quais sujeitou seu país.</p>
<p style="text-align:justify;">Coerente com os interesses estratégicos US americanos na região, o governo da Geórgia foi adulado, os USA se tornaram seu maior financiador, consultores militares us americanos ministram treinamento ao exército deste país e os USA fornecem material bélico, o esquema é antigo, as conseqüências disto também, interesses  que motivam estas alianças são sólidos mas as alianças por si mesmas são frágeis, na verdade qualquer governo instalado na região que forneça as condições de lucro dos sustentadores do regime us americano são parceiros válidos sob a ótica de Washington, mas aqui existe um agravante especial, o país que está envolvido nesta situação não é outra nação anã e sim a Rússia, uma potência nuclear, é bem verdade que seu exército semi sucateado é uma sombra  do que foi um dia, mas mesmo assim sua importância não é de se desprezar e principalmente quando sua maior personalidade política, Putin, é um sobrevivente russo nacionalista formado dentro da ortodoxia da KGB.</p>
<p style="text-align:justify;">Quem tem a temer nesta situação não são os us-americanos, seja por uma ameaça militar seja por problemas energéticos causados por um conflito generalizado na Ásia, mas sim a Europa, à partir deste ponto Washington se sente confortável em fazer qualquer manobra, desde iniciar uma guerra ao Iraque, tentar forçar a União Européia à aceitar a Turquia como membro e finalmente formar focos anti russos por toda a Ásia Central e região do Mar Cáspio, dominar este corredor entre a Rússia e a China é essencial para o projeto político us-americano, guerras e massacres fazem parte do cálculo frio.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:center;"><strong>Mas a questão do movimento militar da Geórgia em direção da província Ossétia do Sul continua ainda em aberto, tanto pelas motivações como pelo desfecho deste caso.</strong></p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Apesar de parecer óbvio que o governo da Geórgia siga os interesses dos USA fica difícil aceitar a hipótese de que qualquer político com alguma inteligência acreditasse numa intervenção direta dos USA no cenário do conflito, muito menos algum país europeu.</p>
<p style="text-align:justify;">Com tamanha inferioridade numérica e disparidade em equipamentos de combate, como o presidente da Geórgia chegou à conclusão que um ataque à população de origem russa passaria em brancas nuvens ?</p>
<p>A Geórgia tem quatro milhões de habitantes e um contingente militar de pouco mais de 30 mil soldados.</p>
<p style="text-align:justify;">A ligação de propósitos e possíveis conseqüências desta guerra, pois agora a coisa é guerra, são coisas difíceis de se estabelecer, vou tentar elaborar alguns pontos, alguns plausíveis outros nem tanto, mas sem querer lançar mão de teorias de conspiração, e neste momento, quando o conflito se desenrola  mesmo analistas alemães não sabem ao certo como interpretar o quadro como se apresenta, afirmar algo categoricamente seria imprudente.</p>
<p>Meu ponto de partida é a oportunidade, ou o momento.</p>
<p style="text-align:justify;">Enquanto Bush e Putin estavam num mesmo local participando de uma celebração internacional um obscuro zé ninguém da Ásia Central( o presidente da Geórgia)  resolve provocar um pais militarmente muito mais forte (Rússia) sabendo que suas chances num conflito direto seriam menores do que zero, confiando num cenário político internacional que em tese poderia exercer alguma pressão sobre Moscou, horas atrás uma tentativa via ONU fracassou exatamente pelo bloqueio russo.</p>
<p>Vamos à algumas hipóteses:</p>
<p style="text-align:justify;">1-Ambos os blocos, USA e Rússia, procuram de alguma forma restabelecerem o equilíbrio e partilha do mundo que existiu durante a guerra fria, mesmo que a situação não possa mais ser restabelecida como um dia foi, a profunda crise de confiança nos USA tanto interna como externamente é um verdadeiro problema.</p>
<p style="text-align:justify;">Putin por seu lado precisa de uma ditadura forte e de uma mentalidade nacionalista, mesmo que seja a custo de sangue, nada novo, nacionalismo nunca se sustentou sem injustiça e sangue. Considerando a pressão étnica e populacional que a Rússia sofre só chauvinismo parece ser a solução para Moscou, existem estimativas sombrias no que se refere à manutenção da estabilidade na Rússia por uma simples questão demográfica.</p>
<p style="text-align:justify;">A Geórgia pode ser forçada à desistir dos dois territórios com populações russas e desistir de suas pretensões à uma ligação ao Ocidente, NATO incluído, esta seria a menor das conseqüências, a menos dramática.</p>
<p style="text-align:justify;">2-Uma outra hipótese seria a de que existe um acordo tácito entre Washington e Moscou, Geórgia pode ser uma peão neste tabuleiro e Saakaschwili se iludiu com a promessa de apoio de Washington, foi devidamente conduzido a acreditar que uma ação militar contra a população russa na Geórgia ficaria sem resposta de Moscou, os us-americanos são consultores dos georgianos, adidos militares dos USA são ativos neste país e região, a conclusão de que este país segue orientações diretas do Departamento de Estado dos USA não parece tão absurda, pelo contrário, são bem plausíveis, os USA tentaram de toda a forma incluírem tanto a Geórgia como a Ucrânia dentro da estrutura da NATO, oque motivou realmente os USA dentro deste processo de negociação, ou se eles resolveram implementar algum ¨plano B¨, abandonando a Geórgia por outro objetivo maior, isto só poderá ser constatado na próxima semana.</p>
<p style="text-align:justify;">Considerando que a estratégia para esta região não é coisa desenhada ontem e que política internacional neste nível tem mais facetas do que nós os mortais somos capazes de compreender, é possível que o exército russo anexe toda a Geórgia sob concordância dos USA e que em contra-partida a Rússia se comprometa à não intervir, ou até a apoiar, um ataque amplo ao Irã.</p>
<p style="text-align:justify;">Existem também aqui diversos pontos que se confrontam com esta hipótese, uma delas é a de que o projeto de expansão da influência US americana se confronta com os interesses de Moscou, até que ponto Putin está disposto à tolerar esta intensificação, senão consolidação, do projeto dos USA em dominar a Ásia Central, esta é uma questão à se considerar.</p>
<p style="text-align:center;"><em>Temos aqui uma troca, Geórgia para os Russos e Irã para os us-americanos.</em></p>
<p><strong>3-Por fim, uma última hipótese.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Os us-americanos acreditaram que uma ação militar da Geórgia não provocaria a reação que provocou por parte de Moscou e agora possuem duas opções pela frente, a primeira seria se retirarem para o campo puramente diplomático  e ver a Rússia expandir sua influência, ou reconquistá-la,  e ao mesmo tempo verem seus planos para a região ruírem, o sinal para as demais repúblicas da Ásia Central vai ser claro..não se aliem à NATO, EU ou USA e tratem de se acomodarem com o poder da Federação Russa, a fera é grande e agressiva demais para ser desafiada.</p>
<p style="text-align:justify;">A opção frente à esta situação, seja pela corrosão da credibilidade dos USA seja pelo novo quadro de perigo representado até para Israel seria um deslocamento de tropas da NATO, provavelmente com apoio de contingente turco, na intenção em fazer Putin e Moscou retrocederem, este é um jogo arriscado e que provavelmente vai levar à um conflito direto entre Europa e Federação Russa, as proporções deste conflito também são objeto de questionamento, mas no momento em que tropas inimigas se encontram, a conseqüência só pode ser uma, morte e destruição.</p>
<p style="text-align:justify;">
]]></content:encoded>
</item>

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