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	<title>destino &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/destino/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "destino"</description>
	<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 07:55:49 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Carta na aura da Lua]]></title>
<link>http://plenoazul.wordpress.com/?p=91</link>
<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 00:37:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>vfs</dc:creator>
<guid>http://plenoazul.wordpress.com/2008/10/14/carta-na-aura-da-lua/</guid>
<description><![CDATA[Vim aqui na esperança de a encontrar.
Precisava de sentir a sua aragem para me libertar.
Cada um de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Vim aqui na esperança de a encontrar.<br />
Precisava de sentir a sua aragem para me libertar.</p>
<p style="text-align:justify;">Cada um de nós cria os seus mecanismos para lidar com os sentimentos com que interagimos no correr das horas. A mim, como sabe, é-me difícil aguardar sem falar.<br />
Não gosto de ficar com as coisas cá dentro. Gosto de as expressar. Não apenas para me aliviar, mas também para poder prosseguir.</p>
<p style="text-align:justify;">Dantes pensava que era apenas para me permitir uma reflexão intelectual aos dados sentidos. E, até um determinado ponto existencial, assim foi. Não há dúvida que a minha parte racional é poderosa. A lógica sempre foi um dos alicerces do meu ser. E eu até tenho um certo orgulho nisso. Mas o meu eu não era pleno. E recentemente comecei a privilegiar o sentir e o pensamento sentido.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas nunca pensei que as minhas palavras pudessem ser razão.</p>
<p style="text-align:justify;">É por isso que me desprendo da mudez.<br />
Porque amo o verbo!<br />
Porque amo os cometas que soltamos no imenso!<br />
Porque amo o ser que nos une!</p>
<p style="text-align:justify;">Tendo dito isto, é no mais profundo respeito pelo seu ser que espero o tempo do diálogo.</p>
<p style="text-align:justify;">No entanto, aguardo tranquilo. Sereno até!<br />
Já não me sinto forçado ao silêncio. Antes pelo contrario.<br />
Atrevo-me a dizer-lhe que sou na melodia que emerge entre as cordas da Harpa do Cosmos.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas preferia continuar a ser harmonia consigo!</p>
<p style="text-align:justify;">Agradeço a intensidade da sua Luz e deixo-lhe os meus mais simples afagos,</p>
<p style="text-align:justify;">V.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eu só me fodo nessa vida.]]></title>
<link>http://prifantasy.wordpress.com/?p=68</link>
<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 15:31:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>prifantasy</dc:creator>
<guid>http://prifantasy.wordpress.com/2008/10/13/eu-so-me-fodo-nessa-vida/</guid>
<description><![CDATA[ 

Quando eu acredito, que tudo está dando certo&#8230;
Quando parece que estou fazendo minha part]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://prifantasy.files.wordpress.com/2008/10/1145048937.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-71" title="1145048937" src="http://prifantasy.wordpress.com/files/2008/10/1145048937.jpg?w=460" alt="" width="460" height="345" /></a> </p>
<p style="margin-bottom:0;" lang="pt-BR"><span style="color:#6b0094;"><span style="font-size:small;"><strong></strong></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0;" lang="pt-BR"><span style="color:#6b0094;"><span style="font-size:small;"><strong><span style="color:#ff0000;">Quando eu acredito, que tudo está dando certo...</span></strong></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0;" lang="pt-BR"><span style="color:#ff0000;"><span style="font-size:small;"><strong>Quando parece que estou fazendo minha parte no mundo, sem cometer erros...</strong></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0;" lang="pt-BR"><span style="color:#ff0000;"><span style="font-size:small;"><strong>Eu percebo que era tudo ilusão.</strong></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0;" lang="pt-BR"><span style="color:#ff0000;"><span style="font-size:small;"><strong>No fim sempre acontece uma merda na minha vida pra adubar a árvore da minha idiotice.</strong></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0;" lang="pt-BR"><span style="color:#ff0000;"><span style="font-size:small;"><strong>Quanto mais tento acertar, mas acabo errando, engraçado não? </strong></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0;" lang="pt-BR"><span style="color:#ff0000;"><span style="font-size:small;"><strong>Definitivamente eu sou um ser muito atrapalhado.</strong></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0;" lang="pt-BR"><span style="color:#ff0000;"><span style="font-size:small;"><strong>Aii que merda, oh vida miseravel, por que vem me pregar esse tipo de peças?</strong></span></span></p>
<p style="margin-bottom:0;" lang="pt-BR"><span style="color:#ff0000;"><span style="font-size:small;"><strong>Aii eu só me fodo nessa vida!!!</strong></span></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Espero-te]]></title>
<link>http://lidulcineia.wordpress.com/?p=117</link>
<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 08:50:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>lidulcineia</dc:creator>
<guid>http://lidulcineia.wordpress.com/2008/10/13/espero-te/</guid>
<description><![CDATA[Porquê, se eu sei
que os escolhos entre nós
são demasiado grandes?
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;">Porquê, se eu sei</p>
<p style="text-align:center;">que os escolhos entre nós</p>
<p style="text-align:center;">são demasiado grandes?</p>
<p style="text-align:center;">.....................</p>
<p style="text-align:center;">Porquê, se eu sei</p>
<p style="text-align:center;">como é difícil alterar</p>
<p style="text-align:center;">o  rumo das nossas vidas?</p>
<p style="text-align:center;">......................</p>
<p style="text-align:center;">Porquê, se eu sei</p>
<p style="text-align:center;">que tu não tens a coragem</p>
<p style="text-align:center;">de  assumir o que sentes?</p>
<p style="text-align:center;">......................</p>
<p style="text-align:center;">Mas continuo a esperar-te,</p>
<p style="text-align:center;">a ver em ti o porto de destino</p>
<p style="text-align:center;">da minha viagem pelo mundo.</p>
<p style="text-align:center;">.......................</p>
<p style="text-align:center;">Estou cansada deste jogo silencioso.</p>
<p style="text-align:center;">Não conheço o farol que te guia.</p>
<p style="text-align:center;">Mas não consigo dizer-te adeus...</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://lidulcineia.wordpress.com/files/2008/10/rostodemulherthumbnail.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-124" title="rostodemulherthumbnail" src="http://lidulcineia.wordpress.com/files/2008/10/rostodemulherthumbnail.jpg" alt="" width="112" height="112" /></a></p>
<p>( Diana Sá )</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Palavras Cruzadas]]></title>
<link>http://pelvini.wordpress.com/?p=276</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 23:06:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pelvini</dc:creator>
<guid>http://pelvini.wordpress.com/2008/10/12/palavras-cruzadas/</guid>
<description><![CDATA[A gente vê todo tipo de pessoa nos transportes públicos, não é mesmo? Pessoas atípicas, que pas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A gente vê todo tipo de pessoa nos transportes públicos, não é mesmo? Pessoas atípicas, que passam por nós, em duplas, trios e grupos, balbuciando palavras e distribuindo conversas a conta-gotas. Às vezes acontece aquela troca de olhares equivocada. Quando se está tudo muito cheio, há um roçar leve (ou não) de corpos e mãos. Há casos em que o meio de transporte vira um lugar que freqüentamos: nos mesmos horários estão lá as mesmas pessoas, aquelas que, pelo desapego pessoal da vida urbana, não podemos cumprimentar.</p>
<p>Hoje entrei no vagão do metrô e me reservei exclusivamente a observar quem se sentava por perto. Observar sempre rende alguns pensamentos e memórias dissolúveis no tempo - diversão pessoal, eu acho - e talvez eu encontrasse ali um combustível para o ofício. Esta última condição não era de real necessidade, não para o momento. Mas aí entra uma moça de cabelos curtos e loiros, vestindo uma jaqueta jeans surrada. Ela se sentou do meu lado, e fazia palavras cruzadas.</p>
<p>Palavras Cruzadas.</p>
<p>Entra, acompanhado de uma funcionária do metrô, um casal de cegos. Ele está com uma camiseta da cor mais forte, que é aquela que ele não pode ver, e ela está com o olhar atento, e eu duvido até agora de que fosse realmente cega. Os dois encontram um assento, as mãos dadas, conversando discretamente. Ou melhor, com cumplicidade. Eles trocam um beijinho. Condição pura do amor que não se enxerga e que existe incondicionalmente. Dez letras. Verdadeiro.</p>
<p>Olho para meu lado esquerdo, e lá está a senhora de cabelos brancos - eu até diria <em>"prateados"</em> se estivesse mais lírico -, ela está comendo os amendoins escondidos dentro de uma bolsa velha de couro, e os óculos redondos multiplicam o tamanho de seus olhos cansados. Seus dedos são nodosos e não possuem bijuterias. Não possuem sequer uma aliança. Eu suponho uma porção de coisas e não sei se a resposta está certa. É o estado da pessoa esquecida: pelo tempo, pelas pessoas, por si mesma... Estado daquela especialista em ser deixada para trás. Sete letras. Solidão.</p>
<p>O metrô desliza até a próxima estação e alguns outros enigmas adentram minha revistinha de palavras cruzadas. Há um rapaz de camiseta branca e jeans, que se senta imediatamente próximo à senhora solitária, uma garota indiferente lendo uma apostila sobre algo que não consegui ler daqui e há dois rapazes bem vestidos, os dois de tênis e calça justa. Há alguma coisa na forma que os dois conversam. Há certa discrição e há um jeito retraído de mexer os braços. Mas há algo sincero explodindo e ardendo naqueles olhos. Algo que, se a idade lhe conformou com o tradicional, a senhora de cabelos brancos denominaria com nove letras. Perversão. No entando, me limito com apenas em entender aquilo como emoção sincera, entusiasmo inabalável. Seis letras. Paixão.</p>
<p>Ao lado da senhora, está o passageiro rapaz de branco. Ele está aparentemente triste, mas disfarça com uma expressão de paisagem inigualável naquele vagão. Fico imaginando o que se passa na cabeça dele, se estou adivinhando demais e acertando de menos. Certa vez uma amiga disse que seria ótimo se a gente pudesse <em>"ver"</em> como as pessoas pensam. Como um raio-x do subjetivo, sabe? A idéia ainda martela na minha mente e com certeza seus desdobramentos seriam reveladores... Mas o que seria do imaginário se a gente pudesse saber tudo?</p>
<p>O rapaz se levanta quando a próxima estação - que inclusive é a minha - se aproxima. Os cegos também se levantam, a senhora permanece sentada, fechando seu saquinho de amendoins. O casal de rapazes continua com sua beleza discreta, enquanto que a moça loira continua com suas palavras. E daí, já em pé, eu reparo. Há uma outra moça ali sentada e, meu deus, ela está me fitando. <em>"Estou vendo você brincar de palavras cruzadas há um tempinho"</em>, é isso que os olhos dela parecem dizer. Felizmente, ela sorri. Não se pode passar despercebido em todos os lugares e, de qualquer jeito, ela também pode estar pensando que se vê todo tipo de pessoa nos transportes públicos, e eu sou uma dessas pessoas.</p>
<p>O metrô pára na minha estação. E com isso, defino a solução dessa palavra cruzada de julgamentos, essa palavra cruzada da vida que diariamente todo mundo está jogando. É a última palavra do joguinho das Palavras Cruzadas. É a palavra que diz respeito destes encontros inexplicáveis promovidos pela vida, pelo universo ou por aquilo que você acredita. É o metrô que você vai deixar de pegar amanhã. É o amor da sua vida ali do lado, sem que você saiba. É a sua mochila se abrindo no meio da rua e suas coisas esparramadas no chão. É o dinheiro perdido e encontrado no bolso da sua calça velha. É a ligação no celular e é a pessoa certa na hora certa. É a gama variável de pessoas que você vai encontrar e perder, num ciclo interminável. É o que você vai fazer amanhã e não  o que você quer fazer amanhã.</p>
<p>Aí as portas do metrô se abrem e, meio que sem olhar pra trás, me retiro... Para um lugar que posso imaginar e jamais saber como é. É difícil de conceber mas todo mundo sabe, e espera.</p>
<p>É a palavra final.</p>
<p>Sete letras.</p>
<p>Destino.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Destino Restaurant]]></title>
<link>http://bestofbayarea.wordpress.com/?p=762</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 21:41:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>bayareacritic</dc:creator>
<guid>http://bestofbayarea.wordpress.com/2008/10/12/destino-restaurant/</guid>
<description><![CDATA[Destino 
1815 Market St. 
San Francisco CA 94103 
4155524451 www.destinosf.com 
Latin America]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Destino <br />
1815 Market St. <br />
San Francisco CA 94103 <br />
4155524451 <a href="http://www.destinosf.com/">www.destinosf.com</a> <br />
Latin American Casual Dining $30 and under </p>
<p>Destino is a casual Latin Cafe introducing authentic cuisine at affordable prices. Destino offers unique Nuevo-Latino cuisine inspired by tapas sized portions of regional dishes. The high quality food is complimented with aperitifs, wine, and specialty coffee presented in a timeless cafe atmosphere. Ornate golden mirrors surrounded by rich amber stained walls convey a comfortable colonial cafe setting, recollecting the days of Hispanic yesteryears. </p>
<table style="width:118pt;border-collapse:collapse;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="157"><col style="width:118pt;" span="1" width="157"></col></p>
<tbody>
<tr style="height:15pt;">
<td class="xl66" style="width:118pt;height:15pt;background-color:transparent;border-color:#ece9d8;" width="157" height="20"><a href="http://www.opentable.com/reserve/destino&#38;ref=869" target="_parent"><span style="font-size:small;font-family:Calibri;">Make A Reservation</span></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.bestofbayarea.com">www.bestofbayarea.com</a><br />
Web Directory - Events Calendar - Newsletter</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Desde mi ventana: Con el mundo en contra.]]></title>
<link>http://pvargas17.wordpress.com/?p=371</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 04:15:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>pvargas17</dc:creator>
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<description><![CDATA[Me importa un carajo que digan que no voy a lograrlo. Se lo que sido puesto en mi. Se lo que llevo e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="post-body entry-content"><a href="http://4.bp.blogspot.com/_dPnmWHGFJjE/SPFy6ffH1OI/AAAAAAAABTA/Jb30UY_JssM/s1600-h/Hitman_Moody1.jpg"><img style="float:right;cursor:pointer;width:168px;height:152px;margin:0 0 10px 10px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_dPnmWHGFJjE/SPFy6ffH1OI/AAAAAAAABTA/Jb30UY_JssM/s200/Hitman_Moody1.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-weight:bold;font-style:italic;">Me importa un carajo que digan que no voy a lograrlo.</span> Se lo que sido puesto en mi. Se lo que llevo en mi interior. Voy a lograrlo. <span style="font-weight:bold;font-style:italic;">Contra viento y marea. Se interponga quien se interponga</span>.  Voy a salir adelante. Yo no voy a dejar que mi vida tome el curso natural de las cosas. El destino pone las cartas, nosotros somos quienes las jugamos. Mi tiempo ha llegado. Es la hora. Le duela a quien le duela.</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-weight:bold;">Determinación. Sangre en la espalda, sudor en la frente y puños preparados.</span> Tomar el toro por los cuernos. Forjar mí destino con mis propias manos. <span style="font-weight:bold;font-style:italic;">Ready or not. Voy salir con todo.</span> ¿Donde están los que me acusan?<span style="font-weight:bold;"> ¿Quién se atreve a ser el primero en la lista?</span> No hay temor en mis huesos. No conozco ese sentimiento. Pero tu si. Lo veo en tu cara. Sabes lo que viene. Se que lo puedes sentir. Es el sabor de tu derrota. El olor de mi victoria. <span style="font-weight:bold;font-style:italic;">¿Querías pelea? Tendrás pelea. </span>He esperado toda mi vida este momento.</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-weight:bold;">Yo soy el que sobrevivió. El rey de los imposibles. </span>Al que muchos deseaban ver en las ruinas y la miseria. El que regreso de la muerte. El que ha venido por lo que le pertenece. <span style="font-weight:bold;">Es hora de sentar las bases. Poner los límites. Hacer historia.</span> ¿Qué puede perder un hombre que lo ha perdido todo? Estadísticas, gente e historia en contra. Más no se le puede pedir a la vida. Así como me gustan las cosas. <span style="font-weight:bold;font-style:italic;">Vamos. Golpéame. Dame con todo lo que tienes.</span> Muéstrame de que estas hecho.</p>
<p><span style="font-weight:bold;">Porque todo lo que una vez ame ha sido llevado por el viento. </span>Ya no tengo nada que perder. Lo he probado todo en esta vida. Construí mi imperio en la arena. Han sido quemado mis huesos. Las cicatrices en mi alma lo comprueban. <span style="font-weight:bold;font-style:italic;">No tengo que perder.</span> Esto no es una estupida película. No es por una tonta chica. <span style="font-weight:bold;">Es un asunto de respeto y de honor</span>. <span> </span>Es la historia de mi vida. <span style="font-weight:bold;font-style:italic;">No pienso dejar que alguien venga ahora a decirme que debo hacer</span>. Que debo dejar las cosas a mi suerte. Nadie se interpondrá en mi destino. Sea lo que sea lo que ha sido puesto en mis manos voy a usarlo, y tu serás el primero en saberlo.</p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://3.bp.blogspot.com/_dPnmWHGFJjE/SPF2bsE1CvI/AAAAAAAABTg/hnesnNoI6vI/s1600-h/hitman21.jpg"><img style="float:left;cursor:pointer;margin:0 10px 10px 0;" src="http://3.bp.blogspot.com/_dPnmWHGFJjE/SPF2bsE1CvI/AAAAAAAABTg/hnesnNoI6vI/s200/hitman21.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-weight:bold;">Sangre, sudor y barro. Mira mi rostro. ¿Lo puedes ver? Aún sigo de </span><span style="font-weight:bold;">pie.</span> ¿Que se siente? No me digas que ese fue tu mejor golpe. ¿Porque tiemblas? <span style="font-weight:bold;">Mira mis ojos. ¿Es todo lo que tienes?</span> Vamos, no me hagas reír. <span style="font-weight:bold;">Aún sigo de pie.</span> Basta de juegos. Que empiece lo bueno. Es mi turno ahora. ¿Lo sientes? Es la furia de aquel que lo ha perdido todo. Es el sabor de la derrota. El designio de mi victoria.</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-weight:bold;">Ocultensen estrellas. Tiemblen reinos del tierra. Aún queda uno al que no han matado. Su tiempo ha llegado.</span></p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Stringimi Ottobre. Io sono Autunno.]]></title>
<link>http://maxgimelli.wordpress.com/?p=183</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 19:57:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Max</dc:creator>
<guid>http://maxgimelli.wordpress.com/2008/10/10/stringimi-ottobre-io-sono-autunno/</guid>
<description><![CDATA[Non vedo il mio destino, perchè ci sono appoggiato sopra.
Non vedo il mio futuro, perchè è dietro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Non vedo il mio destino, perchè ci sono appoggiato sopra.</p>
<p>Non vedo il mio futuro, perchè è dietro di me a spingermi avanti.</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">Io sono Autunno,</p>
<p style="text-align:center;">stringimi Ottobre.</p>
<p style="text-align:center;">Non potrai rovinarmi,</p>
<p style="text-align:center;">perchè sei tu ad essere</p>
<p style="text-align:center;">dentro di me.</p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">Ho smesso di nascondermi nella notte.</p>
<p style="text-align:left;">Ho smesso di trovare rifugio sotto il cielo stellato.</p>
<p style="text-align:left;">Non ho più voglia di dormire, se il prezzo dei miei sogni è l'inquietudine.</p>
<p style="text-align:left;">Non chiuderò più gli occhi, per non rischiare di perdere di vista la mia felicità.</p>
<p style="text-align:left;">Monterò la guardia alle porte di ogni stagione.</p>
<p style="text-align:left;">Starò all'erta finchè non ti vedrò arrivare, finchè non ti potrò guardare negli occhi,</p>
<p style="text-align:left;">per dirti, finalmente: sei a casa.</p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:center;">Stringimi Ottobre.</p>
<p style="text-align:center;">Io sono Autunno.</p>
<p style="text-align:center;">Resta con me.</p>
<p style="text-align:center;">L'inverno non arriverà.</p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#ff0000;"><strong>Un saluto. Max.</strong></span></p>
[caption id="" align="aligncenter" width="480" caption="Autunno - Bruno Ciapponi Landi"]<img src="http://www.brunociapponilandi.it/albums/Gerolamo-Chiesa-pittore/Opera_n_17_Autunno.sized.jpg" alt="Autunno - Bruno Ciapponi Landi" width="480" height="320" />[/caption]
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[.mi.aLma.n0.tiene.títuLo.10.]]></title>
<link>http://ag0nistika.wordpress.com/?p=616</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 17:02:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>ag0nistika</dc:creator>
<guid>http://ag0nistika.wordpress.com/2008/10/10/mialman0tienetitulo10/</guid>
<description><![CDATA[ 

.Ni sikiera se kom0 pLasmar en un papeL La ag0nia de pensar ke p0r más ke b0rre tus Letras siem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<blockquote>
<h4 style="text-align:left;"><span style="color:#333399;">.Ni sikiera se kom0 pLasmar en un papeL La ag0nia de pensar ke p0r más ke b0rre tus Letras siempre llegará una karta tuya a mi kaj0n.<br />
.imp0tencia. akas0 me ekiv0ké y te envié mi destin0.?.<br />
.ke kLase de destin0 me mandaría a ti.<br />
.si ya kuand0 no pued0 sentirme más Limpia. emb0rr0nas kada sonrisa. soLo p0r existir.<br />
.p0r pensar en mi.<br />
.susurra.surrura vient0. ke perdí eL ekiLibri0. búskame eL mar...<a href="http://ag0nistika.files.wordpress.com/2008/10/dscf6575.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-618" title=".Las.Negras.-Almeria.-" src="http://ag0nistika.wordpress.com/files/2008/10/dscf6575.jpg?w=450" alt="" width="450" height="337" /></a></span></h4>
</blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Mano di Fatima]]></title>
<link>http://myamazighen.wordpress.com/?p=1905</link>
<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 16:43:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paolo</dc:creator>
<guid>http://myamazighen.wordpress.com/2008/10/10/la-mano-di-fatima/</guid>
<description><![CDATA[La mano di Fatima o Khamsa (per estensione la cifra 5, khamsa) é una sorta di muro invisibile tra c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://myamazighen.files.wordpress.com/2008/10/fatima2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1909" title="fatima2" src="http://myamazighen.wordpress.com/files/2008/10/fatima2.jpg" alt="" width="216" height="269" /></a>La mano di <strong>Fatima</strong> o <strong>Khamsa</strong> (per estensione la cifra <strong>5</strong>, khamsa) é una sorta di <strong>muro invisibile</strong> tra chi osserva e chi é osservato. E' il simbolo della <strong>Provvidenza </strong>per i musulmani ed é in sintesi la legge del <strong>Profeta Maometto</strong> (<strong>5</strong> sono i pilastri dell'Islam). In effeti contiene i<strong> cinque dogmi</strong> che corrispondono alle<strong> 5 dita</strong>. A loro volta le 5 dita formano <strong>14 falange</strong>, <strong>28 </strong>per le due mani, sulle quali sono ripartite le <strong>28 lettere</strong> dell'alfabeto. Le <strong>14</strong> poste sulla mano <strong>destra </strong>sono dette "<strong>luminose</strong>" e sono rivolte a<strong> Sud</strong>, e le 14 <strong>oscure </strong>sulla mano <strong>sinistra</strong> volgono al <strong>Nord</strong>. Nello stesso modo che le dita sotto<strong> sottomesse</strong> all'unità della mano che le serve da base, i cinque precetti fondamentali sono <strong>legati</strong> alla Khamsa prendendo la loro forza nell'unità di<strong> Dio</strong>. Detentrice del<strong> potere</strong>, la <strong>mano di Fatima</strong> resta per i<strong> musulmani</strong> una <strong>protezione </strong>infallibile contro il<strong> malocchio</strong>. Secondo l'idea che un oscura legge della natura é messa in atto, nell'ordine delle cose, per riequilibrare certi fenomeni positivi della natura stessa, come la  bellezza, salute, fortuna ecc.., cosi' é permesso un genere di <strong>correzioni negative</strong> che si concretizzano con l'intervento di una persona malvagia che con un gesto, una parola o più precisamente uno sguardo geloso puo' avere una <strong>azione </strong>negativa sul nostro stato di <strong>benessere</strong> psico-fisico. A questo punto <strong>interviene</strong> la mano di Fatima che, secondo le credenze popolari, ferma letteralmente  gli <strong>influssi </strong>negativi. <a href="http://myamazighen.files.wordpress.com/2008/10/fatima3.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1910" title="fatima3" src="http://myamazighen.wordpress.com/files/2008/10/fatima3.jpg" alt="" width="168" height="240" /></a>E' appunto la simbologia della mano <strong>destra levata</strong>, di fronte,  che trasmette la potenza, la <strong>protezione</strong>, l'offerta o la benedizione. <strong>Simbolo antico</strong> é una delle rappresentazioni mitologiche più conosciute nel mondo arabo che gioca ancora oggi un ruolo di protezione contro la malasorte. Gli<strong> sciiti</strong> la assimilano ai simboli dei 5 personaggi sacri del Libro: <strong>Mohammed</strong>,<strong> Ali'</strong>, <strong>Fatima</strong>, <strong>Hassen </strong>e <strong>Hussein</strong>.  Esisteva, nell'antica <strong>Babilonia</strong>, una torre sormontata da una mano destra consacrata ad <strong>Anù</strong>, la torre Zida, che simboleggiava il "giro della mano destra". In <strong>Marocco</strong> tutti credono e indossano la mano di Fatima, una credenza popolare molto radicata e carica di simboli precisi che toccano il profano, trascendendo dal lato puramente religioso dell'immagine. Sulle porte delle <strong>case</strong>, tatuta sulle mani, appesa come <strong>ciondolo</strong> al collo, disegnata sui muri, é un simbolo che segue quotidianamente le persone che confidano in una protezione sincera e leale della<strong> figlia</strong> del Profeta Maometto, <strong>Fatima</strong> appunto.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Me gusta Guatemala, me gustas tu]]></title>
<link>http://soliaris.wordpress.com/?p=63</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 02:32:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>soliaris</dc:creator>
<guid>http://soliaris.wordpress.com/2008/10/09/me-gusta-guatemala-me-gustas-tu/</guid>
<description><![CDATA[Qué decir. Luego de la experiencia en Honduras, llegar a Guatemala es otro momento en la historia q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Qué decir. Luego de la experiencia en Honduras, llegar a Guatemala es otro momento en la historia que se vive con alta intensidad. Intibucá realmente me dió algo nuevo, algo que estaba buscando. Conocí gente que realmente me ha llegado al corazón, y con quien espero desarrollar largas relaciones. Que sean importantes para el futuro, para la vida, para el cambio necesario. Profundicé vínculos con personas que ya conozco hace tiempo, y que me han permitido afianzar la idea de que un mundo diferente realmente es posible.</p>
<p>El movimiento mundial del que mi pequeña persona es parte, no puede llegar a otro mundo posible si no trabaja en las relaciones humanas, que son la trinchera cotidiana donde enfrentar al sistema y a las estructuras de dominación que nos autoimponemos: la sociedad en su conjunto.</p>
<p><strong>A la izquierda y abajo</strong></p>
<p>Así se emprende el viaje a Guatemala, rumbo a un encuentro de miles de organizaciones de todo el continente que van a debatir como construir un futuro digno para todos y todas.</p>
<p>Llegar a Guatemala fue una experiencia, la caravana en bus fue una experiencia agotadora y sufrida, pero increiblemente única. Las cosas que viví me las llevo siempre en el corazón.</p>
<p>Estoy en un lugar único, la llegada fue un poco complicada, el albergue estaba bien, pero era un poco incómodo con el horario y algunas restricciones. Entonces la conspiración universal hizo que llegaramos al mejor lugar posible: la pensión donde permaneció el Che en sus días en Guatemala. Qué alucinante, y todo se da en un contexto mágico. Casi casi, providencial.</p>
<p>Estoy seguro que comienza una parte distinta del viaje. Las emociones van evolucionando, ahora me siento más libre, más yo mismo. La crisis es muerte de lo viejo y naciemiento de lo nuevo. Si seguimos el signo de los números, 33 es también la resurrección, lo que renace. El conflicto se da en el medio de estas dos realidades conviviendo al mismo tiempo en mi interior. Pero definitivamente el nuevo yo emerge consolidado ante los acontecimientos de la vida. Obvio que la fragilidad siempre presente.</p>
<p>A vivir Guate, a ver que trae, qué define y a seguir buscando los sueños.</p>
<p>Y gracias a esas personas que me ayudan a concretarlos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrevista com Joseph Campbell]]></title>
<link>http://tecerdavida.wordpress.com/?p=35</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 13:19:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
<guid>http://tecerdavida.wordpress.com/2008/10/08/entrevista-com-joseph-campbell/</guid>
<description><![CDATA[Joseph Campbell
http://monomito.wordpress.com/2007/08/24/uma-entrevista-com-joseph-campbell/


Uma E]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[caption id="" align="aligncenter" width="325" caption="Joseph Campbell"]<img title="Joseph Campbell" src="http://monomito.files.wordpress.com/2006/12/josephcampbell3.jpg" alt="Joseph Campbell" width="325" height="242" />[/caption]
<div style="text-align:left;"><a href="http://monomito.wordpress.com/2007/08/24/uma-entrevista-com-joseph-campbell/" target="_blank">http://monomito.wordpress.com/2007/08/24/uma-entrevista-com-joseph-campbell/</a></p>
<div style="display:inline;cursor:pointer;padding-right:16px;width:16px;height:16px;"></div>
</div>
<h2 style="text-align:left;"><a title="Link permanente para Uma Entrevista com Joseph Campbell" rel="bookmark" href="http://monomito.wordpress.com/2007/08/24/uma-entrevista-com-joseph-campbell/" target="_blank">Uma Entrevista com Joseph Campbell</a></p>
<div style="display:inline;cursor:pointer;padding-right:16px;width:16px;height:16px;"></div>
</h2>
<div></div>
<p style="text-align:left;">Escrito por <a href="http://monomito.wordpress.com/" target="_blank">Josenildo Marques</a></p>
<div style="display:inline;cursor:pointer;padding-right:16px;width:16px;height:16px;"></div>
<p>em 24 Agosto, 2007</p>
<p>A entrevista abaixo foi publicada no The Goddard Journal (vol. 1, nº 4) em 9 de junho de 1968. Nela Joseph Campbell fala sobre metodologia no estudo dos mitos, hinduísmo e o livro que estava para lançar: o quarto volume de As Máscaras de Deus, que é sobre o que ele chama de Mitologia Criativa. Esse livro ainda não foi traduzido para o português, portanto creio que minha tradução dessa entrevista, provavelmente a primeira a ser feita, possa oferecer uma boa introdução ao tema central do livro.</p>
<p>———————</p>
<p>I - Em seus estudos sobre mitologia, você tem usado seu conhecimento de psicologia e psicanálise para interpretar mitos. Você acha que mais poderia ser conseguido se houvesse maior variedade de metodologias à disposição?</p>
<p>C – Sou contrário a metodologias por que acho que elas determinam o que você vai aprender. Por exemplo, o estruturalismo de Lévi-Strauss. Tudo o que vai achar é o que o estruturalismo permitir que você ache. E um olhar aberto aos fatos que estão na sua frente vai ser impossível dessa maneira. Parece-me que assim ele se fecha para iluminações.</p>
<p>I – É culpa da metodologia em si ou da inabilidade da pessoa para usar a metodologia como uma ferramenta de maneira mais flexível?</p>
<p>C – Sim, sem dúvida, o caminho flexível é o mais apropriado. Você tem que saber correr, andar, parar e sentar-se. Mas se quiser ficar só sentado, então vai limitar sua experiência.</p>
<p>No anos 20 e 30, o funcionalismo estava na moda. Você não podia fazer comparações interculturais; você tinha que interpretar tudo de acordo com o que conhecia da cultura local. Seria como examinar o apêndice no corpo humano para determinar a condição do homem moderno. Você tem que seguir sua origem e descobrir que uso tinha em tempos remotos.</p>
<p>De maneira similar, muitos dos elementos de uma cultura são vestígios de usos anteriores, de funções remotas. E esses homens, por exemplo, Radcliffe-Brown, em seu livro (que considero esplêndido) sobre os habitantes das Ilhas Andamã, falha em entender aqueles mitos. Eles estão todos na frente dele e sua abordagem não responde as perguntas. Tudo que tem que se fazer é um pouco de comparações e se vai descobrir que as interpretações aparecem. Ficando preso a um método, ele limita sua visão e falha na interpretação daquela cultura.</p>
<p>I – Eu suponho que a tendência a totalizar a metodologia na ciência poderia ser comparada ao processo de totalização na religião, na qual a chance de uma revelação é, de alguma maneira, diminuída se não for erradicada porque as estruturas são congeladas, os rituais são congelados. E a vitalidade, o princípio interior de vitalidade, parece ficar estultificado.</p>
<p>C - Bem, concordo com isso plenamente. E eu acho que essa ênfase na estrutura, neste ou naquele método, é um tipo de desdobramento do monoteísmo. E noto que estudiosos judeus são mais inclinados a isso do que os outros. Ele tem que ter apenas um modo de interpretação. Veja os marxistas e os freudianos – e agora vem o estruturalismo de Lévi-Strauss, e nada mais conta. É incrível. É só a nossa panelinha aqui e qualquer prova que não se encaixe deve ser descartada. Tenho uma teoria sobre isso…</p>
<p>I – Lembro-me imediatamente de O Futuro de uma Ilusão de Freud, em que ele discursa sobre a origem do monoteísmo a partir da estrutura, do pai; e sabemos que as famílias judaicas trazem isso da figura paterna. Talvez essa seja uma das raízes psicológicas para esse tipo de abordagem estreita sobre a existência.</p>
<p>C – Exato. Em Totem e Tabu, Freud diz: “Admito que não consigo explicar as religiões matriarcais”. Esqueci a página, mas está em muitas palavras.</p>
<p>I – É algo que ele não consegue entender.</p>
<p>C – Não consegue porque o que ele está seguindo em Totem e Tabu é a horda do pai, o clã do irmão e as religiões patriarcais. Essa é a seqüência lá…Mas, e o culto à Grande Mãe?</p>
<p>No início, a tradição hebraica é a tradição do guerreiro-caçador, não é a de um povo sedentário que cultiva a terra e faz comércio. Entende? E é dessa última que se origina a grande civilização: agricultura, domesticação de animais, não do caçador errante. Os caçadores são todos guiados pelo princípio masculino: é o homem que traz a comida. Os povos plantadores são guiados pelo princípio feminino: a mulher é análoga à terra, que procria e nutre. Portanto, o Dr. Freud, com seu tipo de antipatia patriarcal para com o princípio feminino, não consegue lidar com isso.</p>
<p>I – Eu sei que não se pode ter uma ação trágica sem uma causa primordial, porque sem um objetivo não há como voltar ou até mesmo uma percepção trágica como acontece com Édipo. Não conseguiria imaginar Édipo Rei sendo escrito por um chinês, ou não poderia imaginar algo como Édipo Rei saindo da cultura oriental. Como você explica isso?</p>
<p>C – Tive uma experiência interessante sobre isso. Quando estava na Índia, associei-me por algum tempo a uma companhia de teatro de vanguarda em Bombai que se chamava Unidade de Teatro. Era uma companhia constituída de indianos não-hindus em sua maioria. O colega encarregado da companhia tinha origem árabe e seu associado mais próximo era um judeu indiano. Há uma antiga comunidade judaica na Índia. Muito dos participantes eram parsis. Adivinhe o que estavam apresentando? Estavam apresentando Édipo Rei. Eles tinham sua clientela, que já estava acostumada a assistir o que estavam apresentando. Eu os assisti quando se apresentaram a seu público em Bombai e, alguns meses depois, quando eu estava em Nova Délhi, eles chegaram e apresentaram Édipo Rei a um público totalmente hindu.</p>
<p>Você não acreditaria! Eu estava lá sentado, já tinha estado na Índia o tempo suficiente para entender o ponto de vista do público - e que horror! Aquelas pessoas estavam completamente chocadas. Eu nunca tinha visto tamanho tapa na cara do público. Eles nunca tinham visto uma tragédia grega; nunca tinham visto uma; não sabiam nada sobre a tradição grega.</p>
<p>A ênfase na Índia é para eliminar o ego: ele não existe. Em sânscrito, não há nem mesmo uma palavra para indivíduo. Os indianos não são indivíduos. São membros de uma casta, são membros de uma família. Eles estão em certos grupos etários; e têm certo temperamento; tudo isso são coisas genéricas. Mas lá estava aquela coisa pessoal do tipo mais violento e a quebra de tabus. O público ficou horrorizado.</p>
<p>Você podia ver que era uma absoluta violação de tudo que já pensaram ver no teatro, em qualquer nível, porque não existe algo como a tragédia no Oriente. Como pode existir uma tragédia quando se acredita na reencarnação? A dramaturgia oriental é um tipo de teatro de conto de fadas: nuances amorosas e situações divertidas, mas nada muito sério. Aquele que sofre na tragédia oriental é aquele quem tem que sofrer de qualquer forma. É esse corpo impessoal. Deixem-no ir – quem se importa?</p>
<p>O herói, o tema enfatizado na mitologia hindu, não é a pessoa; é o Shiva reencarnado que nasce e morre. E os gregos transferem isso para a pessoa. No Oriente, a pessoa que falha na sua jornada é um palhaço, um louco. No Ocidente, é um ser humano.</p>
<p>Lembro que, muitos anos atrás, quando eu estava escrevendo o Herói de Mil Faces, quando quer que eu quisesse um exemplo de fracasso, tinha quer dar um exemplo grego. Por que os heróis gregos são aqueles que sofrem. Os heróis orientais são aqueles que estão na jornada através do mito.</p>
<p>I – Estou tentando me lembrar de um exemplo oriental da tragédia grega.</p>
<p>C – Você quer dizer algo que poderia nos dar um tapa na cara como Édipo Rex fez com os hindus?</p>
<p>I - Sim. Lembro-me que, embora não seja um paralelo, no curso da tragédia de Beckett Esperando por Godot. Para mim, a tragédia nessa peça está no público. Beckett tirou tudo, exceto o trágico, e deixando o trágico, só ele resta. É apresentado só o básico, tão completamente reduzido que a ofensa se torna devastadora.</p>
<p>C – Bem, posso dar um exemplo do que tocar o público ocidental tão forte quanto a tragédia ocidental que aquele público hindu assistiu, e é o sacrifício ritual hindu. Num desses sacrifícios, por exemplo, alguém tem que tirar a pele de uma cabra e tem que tomar cuidado para que a cabra fique viva até que a pele seja totalmente tirada.</p>
<p>I – Esse exemplo seria bom.</p>
<p>C – Esse seria, não seria?</p>
<p>I – E a mitologia africana?</p>
<p>C – Ah, é uma mitologia rica. Os treze volumes de Frobenius – The Atlantis – é magnífico. Muito rico.</p>
<p>I – Você fez algum trabalho nessa área?</p>
<p>C – Ah, sim, muito. Mas ela ainda não foi bem coligida em inglês. Os alemães e os franceses fizeram melhor, eu acho, do que os ingleses. A Inglaterra estava mais, sabe, no Congo, com armas e câmeras…</p>
<p>I – Stanley e Livingstone…</p>
<p>C – Sim. Os alemães e os franceses foram até ela. Agora os ingleses estão indo. Para mim, a coisa mais interessante nos estudos africanos recentemente é esse alinhamento da cultura nok com a cultura effie, validando a intuição que Frobenius tinha no início do século, da antiguidade daquele complexo cultural na África ocidental, datando-o em cerca de 1000 a.C. Frobenius foi o primeiro a reconhecer e estudar a África como uma unidade histórica, não apenas como um bando de tribos selvagens.</p>
<p>Por que Frobenius ainda não foi traduzido para o inglês?</p>
<p>C – Eu descobri Frobenius no período em que estava lendo como um louco durante a Grande Depressão, antes de 1932. Por volta de 1939, estava tão entusiasmado que entreguei os livros de Frobenius ao meu agente literário para ver se conseguíamos um editor. Tenho as cartas desses editores: “talvez interessem a alguma universidade afro-descendente, mas…” Por isso Frobenius ainda não foi traduzido. Mas o verdadeiro motivo é que a Sociedade Antropológica Americana não concordava com as proposições dele – ela é um desses grupos monoteístas. Frobenius defendia a idéia da difusão; ele era um difusionista, que é um palavrão para a Sociedade Antropológica Americana. E esse homem que era grandemente respeitado na Europa é desconhecido aqui.</p>
<p>Tenho uma amiga que escreveu livro sobre questões políticas internacionais e foi a um editor que conheço muito bem. O livro foi rejeitado por esse editor porque ela só citava Frobenius.</p>
<p>I – Estou curioso para ver seu quarto volume.</p>
<p>C - O quarto volume vai sair no dia 20 de maio. Daqui a um mês depois de amanhã – e acredite – estou contente. Trabalhei nele por quatro anos. Demorou um ano para os editores conseguirem publicá-lo. Foi um pouco complicado, mas não vai saber quando lê-lo.</p>
<p>I – Você poderia falar um pouco do que trata neste volume?</p>
<p>C - Claro. É um livro que trata do que eu chamo de mitologia criativa. Na mitologia tradicional, à qual os três primeiros volumes são dedicados – a primitiva, a oriental e a ocidental – os símbolos mitológicos são herdados pela tradição e o indivíduo passa pelas experiências como planejado. Um artista criativo trabalha de maneira inversa. Ele passa por uma experiência de alguma profundidade ou qualidade e procura as imagens com as quais representá-la. É o caminho inverso. Por isso o título do livro é Mitologia Criativa.</p>
<p>Ele trata do primeiro problema que é a experiência estética, que eu chamo de “apreensão estética”, e então apresento uma análise da tradição imagética que os artistas modernos europeus herdaram. Temos a antiga tradição da Idade do Bronze; temos as tradições semita e hebraica; temos as tradições clássicas gregas. Também temos as tradições dos cultos de mistério e a tradição gnóstica; temos a tradição muçulmana, que era muito forte na Idade Média; temos a tradição celta e germânica e assim por diante. Esse é todo o vocabulário; é um tesouro maravilhoso no qual o artista vai buscar suas imagens.</p>
<p>De fato, elas vão coagular com ele se ele for um homem meio letrado. As imagens virão e vão se combinar com o que ele está dizendo. E eu cito como meu documento principal a tradição da literatura secular européia dos séculos XI e XII. Para juntar tudo isso, peguei a literatura que lidasse com temas comuns. Os dois temas comuns que, para mim, parecem apresentar uma influência dominante na escritura européia ocidental são o tema de Tristão e o do Santo Graal</p>
<p>. Começo com um grupo de escritores do fim do século XII e início do século XIII. Aí apresento ecos deles, primeiro em Wagner; depois a constelação em volta dele: Schopenhauer e Nietzsche; e seguindo até, é claro, Mann e Joyce</p>
<p>. Então, de maneira geral, vou e volto com o tema da terra devastada.</p>
<p>Rapaz, não é excitante? Esse conflito entre autoridade e experiência individual. Esse é meu tema principal do começo ao fim. E com ele vem a afirmação do indivíduo em sua experiência individual que só é possível hoje no mundo ocidental. Nossa religião foi importada do Levante com seu autoritarismo e até mesmo com a revolução protestante, que foi um tipo de triunfo do espírito individualista europeu, ainda apegado à Bíblia, então você tem que acreditar naquela coisa estúpida escrita Deus-sabe-quando. Mas a verdadeira literatura secular se desliga disso. E esse desligamento acontece com o Graal. É claro que ela começa a florescer justamente na época de Inocêncio III, o mais autoritário dos autoritários, mas acabou – parou bem ali, por volta de 1225-1230. A Inquisição é trazida à baila em 1232 e aí temos que esperar. E aí acontece a grande mudança. É claro que aí tenho que fazer uma ponte. Tenho que ir do começo ao fim. Mas é incrível o quanto devemos a uns poucos que fizeram tudo o que temos, que tiveram a coragem de dizer ‘vocês estão errados’. Eles são meus heróis. Mas temos também uma heroína, a primeira, e é ela quem começa tudo, seu nome é Heloísa. A Heloísa de Abelardo, ela é a rainha do livro. Em suma, é isso.</p>
<p>I – Você achou difícil juntar todas essas coisas e chegar a essas conclusões?</p>
<p>C – Ah, não, nenhum problema; foi o material mitológico que me mostrou tudo isso. Não tive problemas em compor as idéias desses livros porque tenho lido esse material por literalmente quarenta anos. O problema foi comprimir tudo em quatro volumes. Minha intenção inicial era um volume, e foi isso que combinei com a Viking Press. Minha cabeça estava estourando e me lembro vividamente que, num dia de manhã, acordei às quatro da manhã sabendo que eram quatro livros, sabendo sobre o que tratariam, engatinhei para fora da cama, de cabeça, para não incomodar minha esposa, e fui ao quarto de estudos e planejei a coisa toda.</p>
<p>I – Engraçado que tanto William James quanto Freud tiveram experiências semelhantes quando estavam nessa fase criativa. Freud acordou às duas da manhã e James, às três.</p>
<p>C – E eu, às quatro…está vendo?…Por isso eu tinha mais a dizer!</p>
<p>Além disso, permito-me ir mais passionalmente do que ia nos livros anteriores porque realmente penso que o clero merece uma boa sova. Eles sabem que o que eles estão ensinando já ficou para trás, mas ficam tentando trazê-lo de volta. Recentemente tenho tido experiências bem agudas nesse contexto. Aqui estou eu, alguém cuja vida toda foi dedicada à mitologia, e a igreja agora, parece, está interessada em mitologia. Então eles me convidam para esses diálogos e triálogos e tetrálogos e assim por diante. E quando coloco o que considero o credo tradicional cristão, até mesmo os padres anglicanos levantam suas mãos e dizem, “Ah, mas não acreditamos mais nisso”.</p>
<p>Mas eles ainda continuam com aquele livro. O que eles acreditam agora é no amor e na humanidade e tudo isso. Eu digo a eles: bem, você acha isso nos Upanishads, em Lao-Tsé; você pode achar isso em qualquer lugar, então qual é a sua declaração? Eles continuam afirmando que são únicos. Ora, São Tomás de Aquino disse que até um grego acreditava em Deus, mas um grego não acreditava que havia um pai, um filho e um espírito santo; que o filho tornou-se homem e foi crucificado e através dessa crucificação redimiu o homem do pecado original. Coloquei isso há apenas cinco dias e o bispo Fulano de Tal disse, “Ah, mas não falamos mais assim”.Então, o que dizem? Ainda assim, eles continuam com aquela reivindicação. Estão protegendo sua fé, estão mesmo - isso é engraçado. Esse movimento ecumênico na Igreja Católica é uma piada porque estão se apegando a sua exclusividade. Estão tentando dizer, sem dizer abertamente, que você tem quer ser batizado para ser salvo - não podem dizer algo diferente e continuar sendo católicos.</p>
<p>O homem é redimido pelo sacrifício de Cristo; participa-se do sacrifício participando dos sacramentos, que foram fundados pelo próprio Cristo e, fora disso, “fora da igreja não há salvação”. E com relação aos protestantes, sempre me lembro do personagem Stephen Dedalus de James Joyce, que diz no final do Retrato, quando lhe perguntam “Você vai se tornar um protestante?”, e ele responde, “Perdi minha fé, mas não perdi o respeito por mim mesmo”.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tren de Praga a Hamburgo]]></title>
<link>http://mobtomas.wordpress.com/?p=202</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 12:22:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>mobtomas</dc:creator>
<guid>http://mobtomas.wordpress.com/2008/10/08/tren-de-praga-a-hamburgo/</guid>
<description><![CDATA[Tren de Praga a Hamburgo. Alguien aborda pensando en la persona que ha dejado atrás y también pien]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 10pt;"><span style="font-size:10pt;line-height:115%;font-family:Arial;">Tren de Praga a Hamburgo. Alguien aborda pensando en la persona que ha dejado atrás y también piensa en el reencuentro que tiene por delante; en lo que ha sucedido mal y en lo que pudo prevenirse, en lo que se echará a perder aunque se tomen todas las precauciones y en lo que resultará exitoso sin hacer siquiera un movimiento. Hay cosas que uno no puede cambiar, parece ser cierto que el destino existe. “Así está escrito y así será”, dicen que decía un Faraón. Vagón de pasajeros, en el centro ocho asientos, cuatro miran de frente a otros cuatro, divididos por un pasillo. Imagen de la ficha de dominó del doble cuatro si lo miras desde arriba, como si fueras un arcángel que por rebeldía incontrolable se cae del cielo. Los ocho pasajeros: un chino casi centenario, prueba de la vieja medicina natural y de sus milagros, piel apergaminada que ya ha dado el primer paso en el proceso de la momificación. Pasos lentos similares a los de un juguete no articulado manipulado por un niño imaginativo. El chino de milenaria apariencia es acompañado por su esposa, un poco menos anciana que él, pero muy ansiosa de que esté todo bien. Ninguno de ellos habla alemán ni inglés. Para las traducciones va con ellos su hijo, joven para sus padres, añejo para el resto del mundo. Todo es relativo y cada cosa tiene al menos dos puntos de vista. El hijo chino se ve ya bastante occidentalizado. La familia china viaja para cumplir la ilusión del padre: conocer Berlín antes de morir. Al otro lado del pasillo, en los otros cuatro asientos que tienen a dos parejas de frente, paralelos a los chinos, viaja un ciego con un perro, que le muestra los caminos, lazarillo quizás nacido en una tormenta, el hombre no ve nada en absoluto, ciego como quisiéramos que la justicia fuera. Al lado del hombre con su can, iba una muda, silenciosa tal y como quisiéramos que los impertinentes fueran, una mujer maquillada en exceso, quizás pensando que tanto maquillaje le daría las expresiones que le fueron negadas con las palabras habladas. Marcel Marceau y Max Factor combinados. La vida puede ser en realidad un teatro. El ciego y la muda eran una pareja, románticamente relacionada, que por sus condiciones físicas podrían llevar una relación carente de discusiones y violencias psicológicas. Los acompañaba una mujer, especie de guía, que hablaba hasta por los codos y que traducía verbalmente los gestos y señales constantes de la muda a una tercera mujer que acompañaba al trío recién descrito. Del otro lado, con los chinos, completando el cuarteto de asientos, iba un octavo pasajero, solitario, perdido en sus pensamientos, en despedidas y reencuentros. Ninguna relación con los otro siete, sólo el complemento del cuadro. Un incompleto que viajaba solo. El chino centenario tuvo de repente hambre y su hijo, como por arte de magia, sacó una manzana. Sin gusano ni tentación; nada de sabiduría relacionada. El viejo más viejo devoró la fruta presumiendo que su dentadura estaba entera y era fuerte. Su esposa lo vio comer la manzana hasta que la venció el sueño, compañero constante en las horas del día cuando se tienen mucho años, y se fue mentalmente del tren a un país donde todos podemos volar y hasta reencontrarnos con gente que no está. Al otro lado del pasillo, los otros cuatro conversaban sin descanso, hasta que a la muda le dolieron las manos. La parlanchina dejo de traducir las señales de la mujer maquillada, para expresar ansiosamente sus propias ideas. Mencionaba algo como que la mejor manera de decir NO a un pretendiente insistente es: “mejor seamos amigos”, pues así aparentemente no se pierde todo. Los verdaderos diluvios se acaban tras cuarenta días, y las amistades irreales pueden durar quizás lo que dos diluvios antes de que se les caiga el disfraz.. El octavo pasajero ya no pensaba, tocaba “el tema de Lara” en una cajita de música, había concluido que hay pocas mujeres realmente libres, pues la mayoría cuando no están atadas a sus sueños, están bien amarradas a sus pesadillas. Fue la muda la primera que descubrió que había llegado la muerte en el funesto viaje. Sucedió aproximadamente 43 minutos antes de que llegaran todos a Berlín. La muda vio cómo el rostro del chino mostró un intenso dolor, pero fue un gesto tan rápido, que hubiera pasado inadvertido para alguien que no estuviera enamorado o para alguien que no fuera un mudo acostumbrado a ver el mínimo movimiento en la cara de la gente. Tras el dolor, el chino pareció quedarse dormido. La muda miró más fijamente, y desde su asiento notó que el chino no respiraba. Ella empezó a manotear para indicarle a sus compañeros que un hombre acababa de morir allí mismo, que dormía lo que se conoce como el sueño eterno, ese que algunos insisten que será interrumpido por el Juicio final, quitándole su cualidad de eternidad. El ciego percibió el manoteo, pero sólo sentía indescifrables movimientos urgentes. La parlanchina no prestaba atención a la muda, pues estaba reconcentrada exponiendo sus ideas a su otra compañera, por eso tardó un poco en notar las señales desesperadas; pero tan pronto descifró el mensaje gritó y pidió que llegaran los empleados del tren, pues un hombre acababa de morir. Hay despedidas que sin saberlo son definitivas, y reencuentros que, aunque planeados, jamás se dan; es por eso que no es bueno elaborar un plan. Entonces en el vagón hubo un ajetreo digno del mejor carnaval, sin disfraces ni confeti, pero sí con algunas máscaras, naturales. Donde hay personas siempre habrá máscaras, es un hecho. El que sea sincero totalmente que sea la onda de un David sin miedo y arroje piedras a la cabeza de un enemigo mortal. La esposa china despertó desconcertada en este concierto sin ton ni son. Al final los empleados del tren retiraron eficazmente el cadáver del vagón, para que empezara el proceso de los muertos enterrando a sus muertos. Al poco tiempo el tren llegó a Berlín y descendieron los siete pasajeros, ningún enano, y se apearon todos ellos, pues ninguno iba a Hamburgo. El pasajero finado por obvias razones no descendió por su propio pie. Fue en la estación donde encontraron a una persona que hablara chino para que pudiera explicar al anciano nonagenario, o quizás centenario, un ciclo de un siglo en las velitas de su probable pastel de Ginseng, o quizás Gin Zen, para que le explicara a él y a su mujer, que el hijo de ambos había muerto de un fulminante ataque al corazón, posiblemente debilitado por la química medicina occidental o por las ajenas hamburguesas rápidas de cadena extranjera. El viejo más viejo conoció Berlín con su esposa, pero no de la manera que hubieran querido. </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The mundane act of passing out flyers]]></title>
<link>http://austinesm.wordpress.com/?p=19</link>
<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 00:05:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Josh Chen</dc:creator>
<guid>http://austinesm.wordpress.com/2008/10/07/the-mundane-act-of-passing-out-flyers/</guid>
<description><![CDATA[A few of us were asked to hand out flyers on a campus we&#8217;ve never been to, for a retreat that ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A few of us were asked to hand out flyers on a campus we've never been to, for a retreat that we were not going to. These flyers were for a Destino (our Latino student movement) retreat. I have to admit that my initial thought was nobody would ever go to a retreat from simply getting a flyer from a random stranger. We went to Austin Community College that morning, and the response was incredible! Students we talked to had a genuine desire not only to go to the retreat, but to be apart of a movement on their campus! It was clear to us that God was and is doing something in the hearts of Latino students at Austin Community College.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DESTINO PÉTREO]]></title>
<link>http://capplannetta.wordpress.com/?p=143</link>
<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 19:16:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>capplannetta</dc:creator>
<guid>http://capplannetta.wordpress.com/2008/10/07/destino-petreo/</guid>
<description><![CDATA[ 
http://nevandoenlaguinea.blogspot.com
DESTINO PÉTREO
 
Pueblo andino, tu cruel destino
Está en]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
[caption id="attachment_144" align="aligncenter" width="400" caption="http://nevandoenlaguinea.blogspot.com"]<a href="http://capplannetta.files.wordpress.com/2008/10/machupicchu_peru1.jpg"><img class="size-full wp-image-144" title="machupicchu_peru1" src="http://capplannetta.wordpress.com/files/2008/10/machupicchu_peru1.jpg" alt="http://nevandoenlaguinea.blogspot.com" width="400" height="300" /></a>[/caption]
<p style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="font-size:medium;">DESTINO PÉTREO</span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"> </p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="font-size:medium;">Pueblo andino, tu cruel destino</span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="font-size:medium;">Está en la armonía de tu piedra</span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="font-size:medium;">Con corte fino y encaje ladino</span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="font-size:medium;">Donde se adhiere musgo y hierba.</span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"> </p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="font-size:medium;">Tu sutil belleza, dorado vellocino</span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="font-size:medium;">La perfecta unión es tu vida pétrea</span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="font-size:medium;">Deja abstraído tu ser de paladino</span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="font-size:medium;">Una profunda grandeza de diestra.</span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"> </p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="font-size:medium;">Tu sendero olvidado sabe a huaino</span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="font-size:medium;">A encaje brutal con esta tierra</span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="font-size:medium;">A moldura exacta, a sudor andino.</span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"> </p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="font-size:medium;">Se apropia el misterio, vida exedra</span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="font-size:medium;">De tu inmenso imperio caído</span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"><span style="font-size:medium;">Que no sé qué reino oculto te medra.</span></p>
<p style="margin-bottom:0;" align="center"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[escuchando]]></title>
<link>http://eastbaypoetics.wordpress.com/?p=235</link>
<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 08:22:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>zaman</dc:creator>
<guid>http://eastbaypoetics.wordpress.com/2008/10/07/escuchando/</guid>
<description><![CDATA[yo escucho todo
que dices
que dice tu cuerpo
y tu corazón
yo escucho el movimiento
del agua en tus ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>yo escucho todo<br />
que dices<br />
que dice tu cuerpo<br />
y tu corazón<br />
yo escucho el movimiento<br />
del agua en tus venas<br />
la sangre andando<br />
en la dirección de mi destino </p>
<p>mi amor, estoy escuchando<br />
las palabras entre tus palabras<br />
el aire en tu pecho<br />
estoy esperando<br />
mi destino</p>
<p>© 2008 tahminah zaman</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Otra vez la bici]]></title>
<link>http://avellano.wordpress.com/?p=243</link>
<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 07:02:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel</dc:creator>
<guid>http://avellano.wordpress.com/2008/10/07/otra-vez-la-bici/</guid>
<description><![CDATA[He vuelto a hacer deporte. De siempre, bueno, lo hago hace ya bastantes años, al llegar a casa desp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>He vuelto a hacer deporte. De siempre, bueno, lo hago hace ya bastantes años, al llegar a casa después de sallir con la bici apuntaba todos los datos que me daba mi pequeño cuentakilómetros, el recorrido realizado, si hubo algún incidente (tiempo, pinchazo, caída…), cómo me lo había pasado, lo lo que marcaba el pulsómetro y mi estado de forma.</p>
<p>Este deporte sólo lo hacía para divertirme, charlar con los amigos, y despejarme la cabeza del día a día. En mis buenos tiempos que coincidieron con los años de facultad era capaz de alcanzar picos de 190 pulsaciones por minuto sin que el corazón me reventara, podía hacer 70km de ruta en una mañana, las medias superaban los 16km/h y, en el recorrido que te expliqué un día, si estaba fuerte, podían alcanzar los 18.5km/h. De todas formas, en este sentio había más de uno que me dejaba la moral a la altura del betún...</p>
<p>De este recorrido del que te hablo -en total unos 25km más o menos- tiene unos 7km de subida muy dura y son precisamente estos los que dan las medias: tanto si la forma es buena, mala o pésima, el llanear y la bajada no afectan en nada a las medias puesto que la velocidad suele ser más o menos la misma. Pues bien, el primer día que la cogí (después de 6 meses) no vomité (es un logro, otras veces llega por el esfuerzo desacostumbrado) e hice una media de 13km/h (se me llevaban los higadillos mientras subía); el segúndo día, mejoré, pasé a 13.3km/h. El tercero 14km/h y así hasta que el otro día llegué a las 15.5km/h. Lo mejor no es la cifra -al final es sólo un número ajeno a otras consideraciones-, lo mejor fue que me supo a poco el recorrido. Aun sigo hechando los higadillos en las subidas, pero a otras velocidades (en vez de 7-8 km/h ahora a 10-11 km/h aunque ¡muy lejos de los 15km/h!). </p>
<p>El próximo sábado intentaré otra ruta más larga que viene a tener unos 35km. De ellos unos 15 son de senderos, monte y bosques. Vamos a ver qué tal.</p>
<p>Oyendo Every day is Exactly the Same de Nine Inch Nails</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Capítulo 1]]></title>
<link>http://livrododestino.wordpress.com/?p=6</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 19:22:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>brunobmd</dc:creator>
<guid>http://livrododestino.wordpress.com/2008/10/06/capitulo-1/</guid>
<description><![CDATA[Era manhã de quarta-feira. Uma manhã fria em Londres, o que é normal no final do ano, o começo d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Era manhã de quarta-feira. Uma manhã fria em Londres, o que é normal no final do ano, o começo do inverno.</p>
<p>O que não é normal é ser acordado em plena manhã, com o telefone tocando. Pax tinha acabado de se mudar, portanto não haviam muitas pessoa que sabiam de seu número. "Talvez seja alguém da família", pensou ele, "melhor atender":</p>
<p>-Sir Fletcher? -  Perguntou uma voz feminina do outro lado da linha.</p>
<p>-Mille? É você? - Retrucou Pax. - Sabe que horas são, mulher? Logo agora que eu estava tendo um sonho tão bom...</p>
<p>-Sim sim, desculpe tê-lo acordado mas tenho ótimas notícias! Sabe aquele sítio arqueológico...Aquele que você queria visitar, perto de um monastério, na China...</p>
<p>-Shedra? Dzongsar Shedra?! - Espantou-se Pax.</p>
<p>-Sim, esse mesmo! - Exclamou Mille em resposta.</p>
<p>-Nã-não me diga que...Você conseguiu agendar uma expedição para ele? - Balbuciou ele.</p>
<p>-Isso, mas eles querem que nós viajemos o quanto antes, pois um grupo filantrópico havia programado uma expedição também, mas como o nosso grupo é menor, e vamos usar menos espaço e tempo, eles nos puseram antes deles, porém nos deixaram passar apenas três dias.</p>
<p>-Três dias é mais que o necessário para excavar aquelas montanhas! Finalmente, um sonho realizado!</p>
<p>-Você poderia ao menos me agradecer, sabe Sir Fletcher? Eu insisti e persisti até eles cederem.</p>
<p>-Só vou agradecer quando você começar a me chamar de Pax. Isso de Sir é coisa de milionário excêntrico. Nós somos amigos, além de colegas de trabalho, somos amigos, amigos exigem informalidade. Mudando de assunto, quando partimos? - Perguntou Pax, ansioso.</p>
<p>-Logo mais, às quatro da tarde.</p>
<p>-Que?! Por que não me ligou antes?</p>
<p>-Por que só me deram resposta há uma hora atrás. E eu te liguei, e muito até. Acontece que o sen..Digo, você tem o sono pesado. - Retrucou Mille.</p>
<p>-Minhas desculpas. Até mais, preciso arrumar minhas coisas.</p>
<p>-Até mais, Sir Fletcher. Nos vemos às três em ponto no aeroporto, para fazer o check-in  e almoçar, ok?</p>
<p>-Combinado, Mille.</p>
<p>Após desligar, Pax tomou banho, arrumou-se e pegou suas pás, anotações sobre o sítio, GPS e sua mochila com cabana desmontada e outros itens essenciais para os arqueólogos de hoje em dia. Pax Fletcher é um homem na casa de seus 26 anos, tendo se formado há dois anos em Arqueologia e Geografia. É alto, como a maioria dos ingleses, seu porte atlético se deve ao fato das várias expedições feitas ao redor do mundo,  tanto enquanto cursava a faculdade quanto fora dela, seus olhos são castanhos, seu cabelo é negro, chegando a altura do pescoço. Depois de se arrumar e pegar suas coisas, pegou um táxi e rumou para o aeroporto. Chegando lá, encontra-se com Mille no local combinado. Mille tem 22 anos, ainda cursa a faculdade de Arqueologia. Conheceu Pax porque ele é amigo de seu irmão, Rudi. É alta, seus olhos são cor de mel, seu cabelo é liso e longo, sua pele é um pouco bronzeada, de tanto seguir Pax pelos lugares mais quentes e inóspitos da Terra. Após fazerem o check-in e almoçarem, eles finalmente embarcem no avião rumo a Pequim, para então alugar um carro até cidade próxima ao monastério, e de lá seguir a pé.</p>
<p>Longe dali, na Naruega, na cidade de Oslo, mais especificamente no café Theatercafeen, um homem coberto por um sobretudo preto, senta-se à mesa com outro sujeito, sendo este japonês, vestindo uma roupa social preta, o cabelo longo e preso atrás da cabeça, como um penteado de samurai, seus ancestrais. Os dois pedem frappuccinos e torradas, então iniciam a conversa.</p>
<p>-Então, conseguiste agendar a visita ao monastério? - Pergunta o primeiro homem.</p>
<p>-Sim, porém ligaram-me desmarcando e remarcando para depois de três dias. - Responde o segundo.</p>
<p>- Por Odin! Explicaram-te o por que?</p>
<p>- Sim, disseram-me que dois jovens arqueólogos estão indo ao monastério também, entretanto, como são apenas dois, não farão muita bagunça. Além disso, senhor, o prazo da excavação deles é de curta duração, apenas três dias.</p>
<p>- Será que eles sabem o que há naquelas montanhas? - Indagou o primeiro homem, pensativo.</p>
<p>- Acho que não, senhor, nós levamos mais de um século para descobrir a atual localização do Mapa, por que eles descobririam assim, do nada? Acho que eles vão fazer uma excavação inocente, esperando encontrar relíquias da <em>Era Tsin</em>.</p>
<p>- Todavia, quero que tu e mais 5 homens estejam lá até sexta-feira, entendido? Sabes o que nós, <em>Aesires</em>, podemos fazer com <em>Askes</em> como tu, não?</p>
<p>- Sim, perdoe-me, devo partir imediatamente.</p>
<p>- Vida longa a <em>Odin</em>. - Disse o primeiro homem.</p>
<p>- Vida longa aos <em>Aesires</em>. - Respondeu o segundo homem.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sorte ou azar?]]></title>
<link>http://raulmarinhog.wordpress.com/?p=154</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 18:41:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Raul Marinho</dc:creator>
<guid>http://raulmarinhog.wordpress.com/2008/10/06/sorte-ou-azar/</guid>
<description><![CDATA[

A foto acima é, supostamente, de um turista que estava no topo no WTC no momento da colisão no a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0 21       MicrosoftInternetExplorer4  &#60;![endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><a href="http://raulmarinhog.files.wordpress.com/2008/10/1-unlucky_tourist.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-153" title="1-unlucky_tourist" src="http://raulmarinhog.wordpress.com/files/2008/10/1-unlucky_tourist.jpg" alt="" width="350" height="280" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A foto acima é, supostamente, de um turista que estava no topo no WTC no momento da colisão no ataque de 11 de setembro. Pode ser uma lenda da internet (mais uma), mas isso não importa. O fato é que havia turistas no prédio no momento da tragédia, e se, segundos antes da colisão, você perguntasse a eles se a oportunidade de estar ali era sorte ou azar, a maioria (se não todos) teria dito que era sorte. Eventualmente, um sujeito que não estivesse ali porque perdeu o trem deveria estar se achando um grande azarado. Sobre isso, vejamos o que diz uma estorinha de auto-ajuda que recebi alguns anos atrás por e-mail (não posso atestar a precisão da narrativa, mas o espírito do texto permanece):</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;"><span> </span>“Era uma vez um aldeão que possuía o melhor cavalo da vila, e até da região. Um belo dia, esse cavalo sumiu, desapareceu durante a noite. No dia seguinte, a história se espalhou na aldeia, e vários aldeães vieram visitar nosso personagem, todos eles se lamentando: ‘Puxa, seu Fulano, que azar, não? Justo o melhor cavalo da aldeia foge assim, de uma hora para a outra? </span><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Ohhh, ahhh, ohhh!’ </span><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Nosso personagem, entretanto, não se abalou com a perda do cavalo, e retrucou: ‘Meus amigos, nesse momento, eu não sei se a perda do cavalo é sorte ou se é azar, a única coisa que eu sei é que o cavalo fugiu.’ Ninguém se conformou com a resignação do sr Fulano, todo mundo se indignou, mas como nada havia a ser feito, tudo ficou por isso mesmo. Passados algumas, semanas, entretanto, eis que o cavalo do sr Fulano volta, ta de repente como fora. Mas qual não é a surpresa geral quando se percebe que o garanhão volta acompanhado de uma linda égua que, depois se verificou, estava prenhe! Novamente, a notícia se espalha na aldeia, e quase todos os moradores foram ao sítio do sr Fulano ver com os próprios olhos o que ocorrera. E, lógico, ninguém se conteve: ‘Nossa, seu Fulano, quem diria, hein!? Além do seu lindo cavalo voltar, ele ainda por cima volta e traz essa linda égua, e como se não bastasse, prenhe! Mas o senhor é um homem de muita sorte mesmo, não?’ Então, o sr Fulano, que já tinha uma certa fama de maluco, solta essa: ‘Pessoal, pessoal, acalmem-se! Eu só sei que o meu cavalo voltou com uma égua prenhe! Não sei se este evento é sorte ou se é azar!’ Isso, entretanto, fez com que a turba, enfurecida com o que o sr Fulano, retrucasse quase em uníssono: ‘Sr Fulano, o sr é louco! Como é que receber seu cavalo de volta com uma égua prenhe pode ser outra coisa senão sorte! Na verdade, o sr não merece a sorte que tem!”. Mas logo a coisa se acalmou na aldeia, e os meses se passaram, um lindo potro nasceu da égua ‘namorada’ do garanhão fujão, e tudo ia bem. Até que o filho do sr Fulano, durante a tarefa de domar o potro, cai e se fere gravemente, quebrando a bacia e o fêmur, o que o torna coxo para sempre. Mais uma vez, a fofoca se espalha como rastilho de pólvora, e a maior parte da aldeia surge novamente no sítio do sr Fulano, a lamentar: ‘Oh, que tragédia! Antes o seu cavalo não tivesse voltado! O que vai ser agora desse pobre rapaz, coxo para sempre! Que azar terrível!’. Ocorre que o sr Fulano permanece inabalável: ‘Meus caros... Desculpem-me, mas a única coisa que eu sei é que meu filho nunca mais correrá pelas campinas, agora... Se isso é sorte ou se é azar, isso eu não sei...’. E, como era de se esperar, ninguém se conforma com as palavras do sr Fulano: ‘O sr é um doente, um insano! Onde já se viu uma coisa dessas!? Como é que ter um filho deficiente físico pode ser considerado qualquer coisa que não seja azar!? Nós deveríamos bater no sr para o sr aprender a respeitar o destino!’ Passa-se o tempo, e a situação política do país a que a aldeia pertence se complica, e uma guerra acaba eclodindo. Todos os homens jovens da aldeia acabam convocados para a linha de combate, mas o país inimigo está muito melhor preparado, e acontece uma carnificina: nenhum jovem alistado volta para casa. Entretanto, o filho do dr Fulano continua vivo, já que sua deficiência o liberara do dever para com o Exército.”</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Sorte ou azar?</span></p>
<p>(<a href="http://www1.uol.com.br/bemzen/ultnot/religioes/ult487u12.htm">Aqui</a>, uma versão <em>zen</em> da mesma história).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Distancia  (una mala jugada)]]></title>
<link>http://miguimix.wordpress.com/2008/10/06/la-distancia-una-mala-jugada/</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 14:32:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>MiguiMix</dc:creator>
<guid>http://miguimix.wordpress.com/2008/10/06/la-distancia-una-mala-jugada/</guid>
<description><![CDATA[
Hace dos años que estamos juntos, tu eres  una persona sencilla, humilde, alegre y una personalid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://miguimix.files.wordpress.com/2008/10/mireyna.jpg"><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;" title="Mi reyna" src="http://miguimix.files.wordpress.com/2008/10/mireyna-thumb.jpg" border="0" alt="Mi reyna" width="244" height="184" /></a></p>
<p>Hace dos años que estamos juntos, tu eres  una persona sencilla, humilde, alegre y una personalidad digna de apreciar, en verdad eres mi tipo.</p>
<p>Nuestra relación fue pasando maravillosamente, no le dábamos tregua a los comentarios o chismoteos que te venían diciendo sobre mi y la relación se desarrollo excelente.</p>
<p>Pero el destino nos ha jugado una mala partida, no le importa el amor que nos tenemos ni nada por el estilo. Tengo meses que no te veo y no por que yo no quiera sino por la situación tuya con tu familia además de la distancia.</p>
<p>Ya en los próximos días te vas hacia Santiago a ingresar a la universidad y es otro problema mas, Tu allá y yo aka ufffff.</p>
<p>El amor nos hace ciego ha ambos pero es la realidad, se que tu me amas al igual que yo pero el destino nos traicionó.</p>
<p>Todos los sueños que tuvimos sobre como será nuestra familia, nuestros hijos  y todo eso se viene abajo.</p>
<p>Pero talvez algún día la vida nos permita juntarnos nuevamente para no dejar estos puntos de vista al azar.</p>
<p>………………………………………………………………………………………………….....................................</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Deslumbrar da existência]]></title>
<link>http://groovesemantica.wordpress.com/?p=7</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 13:49:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo Pacheco</dc:creator>
<guid>http://groovesemantica.wordpress.com/2008/10/06/deslumbrar-da-existencia/</guid>
<description><![CDATA[Fui levado por mim mesmo a uma sala imensa, e nesta me foram oferecidas as informações que tanto b]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Fui levado por mim mesmo a uma sala imensa, e nesta me foram oferecidas as informações que tanto busquei em cima de uma mesa os arquivos de toda a vida daqueles que questiono onde foram e como foram, me foi revelado em minha vida qual seria o seu destino, em suas tenras e suaves combinações, combinações estas que tive (como a consciência leve) desejo de observar e nestas contemplei combinações de vida até então incalculáveis.</p>
<p>Olhei aos lados me questionando o valor de tanto poder, se neste paraíso de tanta informação, contemplação e divindade, para qual o qual me seria levado, observei então abaixo de mim um imenso campo de batalha e neste campo divindades batalhavam a eternidade, em uma cena de um atemporal ragnarok de armas tão infinitas quanto o próprio tempo. Então corri mais rápido que o pensamento de encontro a razão.</p>
<p>Chegando neste novo tempo me deslumbrei com algo que se assemelhava a um imenso estrondo de turbina, observando a minha volta, já sem forma, observei o padrão universal do início, observei como a forma uma possa um imenso universo, rodeado de infinitos mais, soltos em uma imensidão muitíssimo maior, como se em um pequeno fragmento de tudo existisse um teste para a vida. Um invólucro que contaminava a existência definitiva, como se o observar de toda a forma fosse possível a mortalidade.</p>
<p>Foram-me questionadas as razões pelas quais eu estaria ali, e qual seria o motivo de meu retorno, como se tudo isso já estivesse de seu bom grado. Como em quadros observei uma grande floresta com arvores que tocavam o céu, e neste céu existiam estrelas cadentes, que em vez de descer, subiam ao centro das folhas.</p>
<p>Como o deslumbrar de uma nova existência, abri meus olhos, coloquei a roupa e sai.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El camino... Lo importante es el camino]]></title>
<link>http://elultimoquecierrelapuerta.wordpress.com/?p=1787</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 08:56:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Christopher Boone</dc:creator>
<guid>http://elultimoquecierrelapuerta.wordpress.com/2008/10/06/el-camino-lo-importante-es-el-camino/</guid>
<description><![CDATA[No sé si os habréis fijado en la cantidad de cosas que nos pasan al día que se podrían resumir e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>No sé si os habréis fijado en la cantidad de cosas que nos pasan al día que se podrían resumir en la frase "Lo importante no es el destino, sino el camino que recorremos".</p>
<p>Y es que no nos damos cuenta de que tenemos que aprovechar cada momentito que tenemos...</p>
<p>¿Hacia dónde voy?</p>
<p>A ningún sitio en particular, lo importante es disfrutar de lo que haga...</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://elultimoquecierrelapuerta.files.wordpress.com/2008/10/nowhere-in-particular-bus.jpg"><img class="size-full wp-image-1788 aligncenter" title="nowhere-in-particular-bus" src="http://elultimoquecierrelapuerta.wordpress.com/files/2008/10/nowhere-in-particular-bus.jpg" alt="" width="500" height="400" /></a></p>
<p>Eso sí, siempre en buena compañía.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sinopse]]></title>
<link>http://livrododestino.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 23:57:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>brunobmd</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Livro do Destino&#8221; é uma história sobre a aventura de um arqueólogo e sua assistente,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"Livro do Destino" é uma história sobre a aventura de um arqueólogo e sua assistente, depois de uma escavação nos subterrâneos Dzongsar Shedra, a Montanha Dourada, na Índia, na qual encontram um artefato misterioso. Um mapa para o suposto Livro do Destino, e iniciam uma jornada em busca dele. Mas o que eles não sabem é que existem outras pessoas interessadas em pôr a mão nesse livro, e mudar para sempre a história da humanidade. Cabe a Pax e sua assistente Mille salvar-nos desta ameaça. Mistério, intrigas e conspirações nesse suspense de arrepiar.*</p>
<p>*Sinopse sujeita à alterações.</p>
]]></content:encoded>
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