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	<title>deserto &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/deserto/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "deserto"</description>
	<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 07:29:09 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Protestemos de guarda-chuva então!]]></title>
<link>http://caouivador.wordpress.com/?p=1053</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 02:10:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodrigo Cardia</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tem previsão de chuva para o sábado aqui em Porto Alegre, mas isso não vai impedir os cidadãos d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Tem previsão de chuva para o sábado aqui em Porto Alegre, mas isso não vai impedir os cidadãos de se manifestarem.</p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, o tempo seco demais aqui no Rio Grande do Sul nestes últimos dias - com direito a índices de umidade do ar dignos de deserto - faz uma chuvinha ser muito bem-vinda!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Encantadores de Serpentes?]]></title>
<link>http://portucalis.wordpress.com/?p=845</link>
<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 15:02:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Winter</dc:creator>
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<description><![CDATA[Acho que os fumos se estão a espalhar e agora até eu vejo coisas&#8230;
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que os fumos se estão a espalhar e agora até eu vejo coisas...<a href="http://portucalis.files.wordpress.com/2008/07/petros-snake-charmer.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-846" src="http://portucalis.wordpress.com/files/2008/07/petros-snake-charmer.jpg" alt="" width="452" height="376" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Água da fonte]]></title>
<link>http://iasddutra.wordpress.com/?p=145</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 11:52:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>cidadedutra</dc:creator>
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<description><![CDATA[

Chegaram a Elim, onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras; e se acamparam junto das ág]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><em><br />
<a href="http://iasddutra.files.wordpress.com/2008/07/deserto.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-146" src="http://iasddutra.wordpress.com/files/2008/07/deserto.jpg?w=300" alt="" width="300" height="213" /></a><br />
Chegaram a Elim, onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras; e se acamparam junto das águas.</em> Êxodo 15:27</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Em Elim, nos dias de Moisés havia doze fontes e setenta palmeiras. Atualmente, esse oásis que leva o nome de Wadi Gharandel, é um lugar de parada e descanso das caravanas. E nós também, por ocasião de nossa viagem ao Monte Sinai, em 1962, paramos ali para descansar.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Na sua caminhada pelo deserto, o povo hebreu acampou em Elim, permanecendo ali por vários dias, sendo esse o segundo lugar de descanso em sua jornada pelo deserto. Tomaram novo alento para continuar a longa jornada rumo à Terra Prometida. Aquela água era fonte de vida. Se ela lhes faltasse, toda a nação estaria condenada a desaparecer no deserto. Mas, sob a proteção de Deus, os descendentes de Jacó vaguearam ao longo do deserto de fonte em fonte, de oásis em oásis, de milagre em milagre, durante quarenta anos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Quando falamos em fonte de água, falamos em vida. E de onde vem a vida senão de Deus? Ele é a fonte! Tudo o que temos e somos é dádiva de Deus. A sobrevivência daquele povo dependia exclusivamente de Deus. Onde não havia água, como no caso de Horebe, e o povo começou a se desesperar, Deus ordenou a Moisés que ferisse a rocha e jorrou água em abundância. Aquela Rocha era Cristo (1Co 10:4).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Um fazendeiro queria canalizar a água de uma nascente até a sede de sua fazenda. Contratou um trabalhador rural para limpar o terreno por onde passaria o encanamento. Feita essa parte, começou a limpar o lugar onde estava a nascente. Removeu todo o mato que a envolvia e a água cristalina e refrescante borbulhava livre vindo do fundo da terra. Então, apoiado no cabo da sua enxada e observando aquela água que vinha do fundo da terra com tanta fartura, comentou com o dono da fazenda: “Não posso entender como tem gente que não acredita em Deus. Será que essas pessoas não entendem que é Deus quem faz essa água brotar do fundo da terra para matar a sede e trazer vida?”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Na verdade, da superfície da terra brotam as fontes sem parar e com fartura. Essas águas representam bem a graça e a misericórdia de Deus que destroem barreiras para alcançar todas as pessoas, cujo anseio do coração e da consciência é beber na fonte da água que satisfaz “para a vida eterna”. A água que Jesus dá é dom inesgotável. É Água da Fonte!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong>REFLEXÃO</strong>: “No deserto, abriu as rochas e deu ao povo muita água para beber, como se a água brotasse de uma fonte. Das rochas quentes do deserto Ele fez correrem verdadeiros rios de água” (Sl 78:15, 16).</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Imagem do Dia - 02/07/2008]]></title>
<link>http://suserania.wordpress.com/?p=356</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 21:08:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>suserania</dc:creator>
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<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.candlekeep.com/images/gallery/empires.jpg" alt="Empires" width="644" height="482" /></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uma Mulher Jovem No Deserto]]></title>
<link>http://almuminun.wordpress.com/?p=31</link>
<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 19:23:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Youssef F.</dc:creator>
<guid>http://almuminun.wordpress.com/?p=31</guid>
<description><![CDATA[Uma Mulher Jovem No Deserto
Um grupo de estudantes foi juntamente com um certo número de professore]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal">Uma Mulher Jovem No Deserto</p>
<p>Um grupo de estudantes foi juntamente com um certo número de professores em uma excursão. Foi uma viagem que havia muito para visitar e os estudantes tinham que relatar tudo o que viram durante esta viagem. Á primeira os alunos eram guiados sob a orientação de um professor em grupos, mas depois foram autorizados para seguir o seu próprio caminho.</p>
<p>Entre os estudantes, encontrava-se uma mulher jovem que ao indo captando locais interessantes foi indo pouco a pouco separando-se do grupo. Após algumas horas os professores decidiram acabar a excursão e voltar para casa de autocarro, a rapariga não deu conta que os jovens estavam para partir. Quando a rapariga depois de algum tempo, retornou para a recolha, não encontrou ninguém. Em vão ela entrou em pânico e chorava ao seu redor, mas não havia mais ninguém que pudesse ouvi-la. Decidiu, então, caminhar na esperança de que ela encontrasse alguma aldeia. Depois de ter caminhado por um longo tempo e largado lágimas do tamnho de um oceano encontrou uma cabana abandonada. Ela então foi bater á porta na esperança que vivesse lá alguém.</p>
<p class="MsoNormal">Um rapaz jovem de mais ou menos vinte anos, abriu a porta e surpreendido perguntou: "Quem és tu?" Ela respondeu: "Eu sou uma estudante que veio numa vista com a escola, mas os meus colegas foram-se embora e deixaram-me para trás e eu não sei o caminho de volta." Ele disse, Está numa área deserta. O caminho que tu deves perseguir é para o sentido contrário." Ele deixou então a rapariga entrar para passar a noite no seu “camarote”, e disse que a iria ajudar de manhã para ela então voltar para casa.</p>
<p class="MsoNormal">O rapaz deu a cama dele á rapariga, e ele foi-se deitar no chão no outro lado do quarto, ele usou um pano branco para fazer de muro para servir de separação entre os jovens.</p>
<p>Os jovens foram, em seguida, deitar-se na cama para dormir, a rapariga cobriu-se completamente cheia de medo, exceto os seus olhos para acompanhar o que o rapaz fazia. O rapaz no outrol lado do quarto, estava lendo um livro e de repente ele parou e fechou e livro. O seu olhar foi parar á vela que estava acesa, e depois de um tempo ele colocou o seu dedo por cerca de cinco minutos sobre a chama da vela.</p>
<p class="MsoNormal">Não poderia ser que não se tenha queimado no seu dedo, da forma que ele o fazia.</p>
<p class="MsoNormal">Enquanto o rapaz realizava este “ritual”com os seus dedos, a rapariga olhava cheia lágrimas e ansiedade. Ela pensou para si mesmo: “Isto deve ser um ritual dos Jinns.”</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Naquela noite ninguém conseguiu dormir naquela casa. No dia seguinte o jovem de manhã trouxe a rapariga até á sua casa. Quanda ela chegou, estava num estado de choque, e contou a história do rapaz ao seu pai. Devido ao medo que ela tinha passado naquela noite, a rapariga ficou doente e não saia do seu quarto. O pai da rapariga decidiu então ir á procura do rapaz.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Assim que ele encontrou o rapaz, ele perguntou-lhe o caminho, sem dizer qem ele era.</p>
<p class="MsoNormal">Quando o pai da rapariga estava falando com ele, ele reparou que ambas as mãos do rapaz estavam embrulhadas. O pai então perguntou sobre a razão para tal. O rapaz respondeu-lhe: “Duas noites atrás, uma bela rapariga veio bater á minha porta, e tinha que necessariamente de passar a noite na minha casa.” O shaytaan tentou seduzir-me a cometer um pecado. Eu com medo de fazer algo que mais tarde me íria arrepender decidi queimar os meus dedos, um após o outro, para então assim, queimar os desejos sexuais. Eu quiz fazer tudo o que pude-se para não tocar na rapariga, pois isso iria me doer mais do que queimar os meus dedos.”</p>
<p>O pai fiou muito impressionado com o rapaz e convidou-o para ele vir á sua casa.</p>
<p class="MsoNormal">Ele decidiu deixar o rapaz casar com a sua filha, sem o rapaz perceber que era mesma bela jovem rapariga que passou a noite com ele. Desta maneira, Allah recompensou o rapaz, pelo facto de que ele não se entregou a shaytaan a ter cometido algo errado com a rapariga, recompensou o rapaz então com um casamento na sua vida com a mesma bela mulher.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Antonio, fa caldo!]]></title>
<link>http://desireclery.wordpress.com/?p=101</link>
<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 06:53:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>desireclery</dc:creator>
<guid>http://desireclery.wordpress.com/?p=101</guid>
<description><![CDATA[Quando fa caldo le bestie rallentano i loro ritmi e in qualche caso impazziscono. Per gli uomini è ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Quando fa caldo le bestie rallentano i loro ritmi e in qualche caso impazziscono. Per gli uomini è lo stesso.</p>
<p style="text-align:justify;">Se gli ebrei liberati da Mosè e scappati dall'Egitto hanno vagato nel deserto per quarant'anni ( e qui lo so che è una metafora temporale-cabalistica, però se fosse vero mi sa che avrebbero girato parecchio in tondo per impiegarci 40 anni...o che il disorientamento sia stato causato da un colpo di calore collettivo?), incazzandosi - a ragion veduta - perchè le scorte di acqua scarseggiavano, gli uomini di Napoleone durante la Campagna d'Egitto, stremati dal caldo e dalla sete, preferivano spararsi fra loro per risparmiarsi le sofferenze di una marcia infinita e per la quale erano anche male equipaggiati, in quanto forniti dalla Francia di sole divise invernali.</p>
<p style="text-align:justify;">Se Rommel, la Volpe del Deserto, conosceva talmente la geografia e gli usi dei paesi con climi caldi da starci bene come un orso polare sul pak, gli italiani relativamente alla faccenda del posto al sole son rimasti con un palmo di naso trovandosi a conquistare e amministrare un pezzo di terra sabbiosa e desertica. E si spiegarono il motivo per cui veniva chiamato "posto al sole", non per il prestigio internazionale, ma perchè non c'era neanche un filo d'ombra!</p>
<p style="text-align:justify;">Così, memore del rapporto storicamente difficile che hanno avuto gli uomini col caldo, guardo riluttante fuori dalla finestra e cerco di trovar il coraggio per uscire e affrontare una giornata che so già essere pesante: fino a stasera in giro avanti e indietro per lavoro in quella città che d'estate è sempre più calda delle altre, e d'inverno è sempre la più fredda, a causa della sua ubicazione geografica.</p>
<p style="text-align:justify;">Equipaggiamento: occhiali da sole, un litro e mezzo di acqua, ventaglio, maglietta di cotone a maniche corte ma non strettissima. Speriamo di sopravvivere!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[miopia]]></title>
<link>http://cachalote.wordpress.com/?p=169</link>
<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 01:16:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>cachalote</dc:creator>
<guid>http://cachalote.wordpress.com/?p=169</guid>
<description><![CDATA[
 
 
miopia
 
atrás das lentes,
olhares
apaixonados
que sofrem
refração
 
 
 
para Nefertit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cachalote.files.wordpress.com/2008/06/eleph.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-170" src="http://cachalote.wordpress.com/files/2008/06/eleph.jpg" alt="" width="510" height="478" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><span style="font-size:72pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="color:#ffc0cb;">miopia</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><span style="font-size:small;color:#ffc0cb;font-family:Calibri;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><span style="font-size:48pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="color:#ffc0cb;">atrás das lentes,</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><span style="font-size:36pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="color:#ffc0cb;">olhares</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><span style="font-size:28pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="color:#ffc0cb;">apaixonados</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><span style="font-size:22pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="color:#ffc0cb;">que sofrem</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><span style="font-size:20pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="color:#ffc0cb;">refração</span></span></span></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0 0 10pt;" align="center"><span style="font-size:20pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><em><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="font-family:Calibri;"><span style="color:#008b8b;">para Nefertiti </span></span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><em><span style="font-size:12pt;line-height:115%;"><span style="color:#008b8b;font-family:Calibri;"> </span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:right;margin:0 0 10pt;" align="right"><span style="font-size:16pt;line-height:115%;font-family:&#34;"><span style="color:#008b8b;">Jasmin Fish</span></span></p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[o r a -r i-poso sul t u o-no-me]]></title>
<link>http://fernirosso.wordpress.com/?p=713</link>
<pubDate>Sat, 21 Jun 2008 13:30:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>fernirosso</dc:creator>
<guid>http://fernirosso.wordpress.com/?p=713</guid>
<description><![CDATA[

 

un sasso dopo l&#8217;altro tutte le parole
mai costruite mai composte dentro
la forma in s(]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://fernirosso.files.wordpress.com/2008/06/76_04a006.jpg"></a></p>
<p><em></em></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/3UB3js8v6R0'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/3UB3js8v6R0&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span> <a href="http://fernirosso.files.wordpress.com/2008/06/76_04a007.jpg"></a></p>
<p><em></em></p>
<p>un sasso dopo l'altro tutte le parole</p>
<p>mai costruite mai composte dentro</p>
<p>la forma in s(oq)quadro dei pensieri</p>
<p>lascio l'allarme     il brillio di tutte</p>
<p>le stelle  spente eppure così</p>
<p>vicine da crederci che sia argento liquido ogni loro sguardo</p>
<p>e non un grido di terrore</p>
<p>perso nel deserto         ingombro di buio e rotazioni       senza guardiani</p>
<p>imperatori  giocolieri e sogni.</p>
<p>Si spegne il lume, si chiude un libro e non abbiamo divelto nemmeno uno</p>
<p> di quei confini tra noi  e il bronzo di un'era che fugge, ancora</p>
<p> ci preme       più da vicino che altrove         dentro</p>
<p>la gabbia aerea di infinite solitudini</p>
<p>la  nostra      solcata          presenza    terrestre    d'attimi.</p>
<p>Sospesi in equilibri senza fulcro</p>
<p>le nostre mani  vorrebbero attestare ogni rigatura</p>
<p>la carne di  un paese sterminato cresciuto uguale</p>
<p> in livelli di passioni senza  resto,  ora</p>
<p> ri-poso sul tuo no-me: il chiodo delle lingue che  adescano il vuoto</p>
<p>per raggiungere la scena di una sola inquietudine: la distanza dissestata</p>
<p>la sete di una sola vittoria</p>
<p>quella su me stessa che si adombra di paura e speranza remotissima</p>
<p>che non vale</p>
<p>altro che disperazione e ancora fame.</p>
<p>Come gli uccelli quando la sera li prepara al silenzio</p>
<p>così anche le mie mani si chiudono sopra quell' informe: cose mai vissute</p>
<p>chiuse dentro canestri che non esistono e non esitano ad uccidermi della loro</p>
<p>irreale realtà.</p>
<p> <a href="http://fernirosso.files.wordpress.com/2008/06/76_04a007.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-718" src="http://fernirosso.wordpress.com/files/2008/06/76_04a007.jpg" alt="" width="414" height="546" /></a></p>
<p><em>z. beksinski</em></p>
<p> </p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Galeria de fotos]]></title>
<link>http://blogdobinho.wordpress.com/?p=22</link>
<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 13:14:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rogério</dc:creator>
<guid>http://blogdobinho.wordpress.com/?p=22</guid>
<description><![CDATA[
Demorou, é verdade, mas enfim disponibilizamos para os visitantes do Blog do Binho uma galeria com]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img src="http://www.statrans.com.br/blogdobinho/chamada_galeria_binho.jpg" alt="" width="445" height="349" /></p>
<p style="text-align:justify;">Demorou, é verdade, mas enfim disponibilizamos para os visitantes do Blog do Binho uma galeria com mais de <strong>200 fotos</strong> do desafio. As fotos trazem um pouco dos desafios e das belezas encontradas por nosso amigo Binho no Chile. <strong><a href="http://www.statrans.com.br/blogdobinho/galeria_binho_001.htm" target="_blank">Clique aqui</a></strong> e faça uma viagem pelas belas planícies do deserto do Atacama.</p>
<p style="text-align:justify;">Estamos preparando também uma galeria com mais de<strong> 300 fotos</strong> da viagem à França, quando Binho e mais dois amigos saíram de Paris e pedalaram até Barcelona na Espanha. Confira, em breve, aqui no Blog do Binho.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os Dias de Peshawar. - O Afeganistão Irmão.]]></title>
<link>http://poressemundoadentro.wordpress.com/?p=50</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 12:45:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>poressemundoadentro</dc:creator>
<guid>http://poressemundoadentro.wordpress.com/?p=50</guid>
<description><![CDATA[

O Afeganistão irmão.
Mas foram as investigações que nos levaram até Peshawar. Mais precisamen]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:left;"><span style="font-family:courier new,courier;"><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ccffff;font-family:arial black,avant garde;"><span style="font-family:courier new,courier;"><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ccffff;font-family:arial black,avant garde;"><a title="Afeganistão na Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Afeganist%C3%A3o" target="_blank"></a><a title="Afeganistão na Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Afeganist%C3%A3o" target="_blank"></a></span></strong></span></span></span></strong></span></span></div>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:courier new,courier;"><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ccffff;font-family:arial black,avant garde;"><span style="font-family:courier new,courier;"></span></span></strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:courier new,courier;"><span style="font-size:medium;"><strong><span style="color:#ccffff;font-family:arial black,avant garde;"><span style="font-family:courier new,courier;"><span style="font-size:medium;"><span style="color:#ccffff;font-family:arial black,avant garde;">O<span style="color:#ffffff;"> Afeganistão irmão.</span></span></span></span></span></strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:medium;font-family:courier new,courier;"><strong>M</strong></span><span style="font-size:medium;font-family:courier new,courier;">as foram as investigações que nos levaram até Peshawar. Mais precisamente para sabermos melhor como vivem os</span> </span><a title="Refugiados" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jalozai" target="_blank"><span style="font-size:medium;color:#ffffff;font-family:courier new,courier;">refugiados Afegãos no Paquistão</span></a><span style="font-size:medium;color:#ffffff;font-family:courier new,courier;">, o primeiro destino de quem foge da guerra civil em que o país se afundou, da fome, da esperança perdida, das políticas extremistas do regime Taliban. Que vão em busca de melhores condições económicas e talvez de um alimento mais duradouro para uma esperança que parece sempre cambaleante ou moribunda. No Paquistão durante os últimos 20 anos passaram vários milhões de emigrantes Afegãos, na maioria esmagadora refugiados de guerra, ou exilados políticos.<img class="alignleft" src="http://amadeo.blog.com/repository/808139/2889722.jpg" alt="" width="400" height="588" align="bottom" /> Primeiro pela ocupação da URSS, depois pela desocupação e perda de sentido e segurança que isso acarretou, depois pelo regime Taliban que se manteve até hoje ou mais propriamente até ao bombardeamento Anglo-Americano cujos resultados nunca foram revelados, estando ainda por se saber quantas pessoas morreram e de entre elas quantas eram os por certo poucos guerreiros. Na realidade só esses, os guerreiros Taliban estavam em condições de se protegerem e ou fugirem de qualquer ataque visto serem os que, desde há muito tempo em que através do poder das armas, detinham o meios de transporte.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:medium;font-family:courier new,courier;"><span style="font-size:x-small;color:#ffffff;"><strong>Jimmy a jogar à bola, algures no Baluchistão. Paquistão. DNS 2000</strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:medium;font-family:courier new,courier;"><span style="font-size:x-small;"><strong><br />
</strong></span><span style="color:#ffffff;">Muitos dos refugiados Afegãos permaneceram no Paquistão, espalhados por todas as áreas, mas principalmente nesta província que acolhe ainda entre 3 a 4 milhões de Afegãos e que se tornou a casa dos „irmãos" do Afeganistão, mas que também se espalham pela outra província fronteiriça que é o Baluchistão no Sud-Oeste Paquistanês com a capital em Quetta.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><a title="Quetta na Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quetta" target="_blank"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:x-large;font-family:courier new,courier;">Q</span><span style="font-size:medium;font-family:courier new,courier;">uetta</span></span></a><span style="color:#ffffff;"> <span style="font-size:medium;font-family:courier new,courier;">foi o local onde onde conhecemos os primeiros refugiados Afegãos. Dirigiam-se no dia seguinte ao nosso contacto para o Irão. Ironicamente foi lá também que começou o „movimento" Taliban. E depois para a Turquia e esperançosamente para a Europa. A curiosidade que tiveram em saber como estavam as coisas na Europa e se seria fácil entrarem aqui trouxe alguns minutos de troca de conversa e impressões em que fiquei também a saber que fugiam da guerra pois tinham lutado ao lado das forças da Aliança do Norte contra o regime Taliban. Estavam bastante excitados com a partida e de esperança muito acesa, podia-se ver na luz dos seus olhos, perante a possibilidade de um novo futuro que teima em não chegar, nem mesmo com o autocarro que chega uma vez por ano cheio de juventude vinda do „mundo evoluído" da Europa.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:medium;color:#ffffff;font-family:courier new,courier;">Ao mesmo tempo que chega a bonança para nós, ainda em Nokkundi, o espanto transforma-se em fúria pela incompreensão perante a cultura local que é ofendida quando tiramos as nossas roupas de Verão dos sacos e expômos as curvas das pernas e braços, <img src="http://amadeo.blog.com/repository/808139/2889737.jpg" alt="" width="658" height="448" align="bottom" /><br />
<span style="font-size:x-small;"><strong>Secando, ao Sol, todo o conteúdo da Sognia, Nokkundi. Paquistão. DNS 2000</strong></span><br />
os longos cabelos femininos dos quais a população, educada quase pela radicalidade islâmica, pretende defender quando inflinge pedradas ao passarmos pelas suas ruas, ao passarmos pelos seus olhos, ao violarmos os seus costumes e cultura. Ali as tradições são outras ainda, a cultura não vem na lei mas nas idéias e o Islão que diz que os homens e as mulheres não devem mostrar as formas dos seus corpos, nem dos seus cabelos pois esses chamam o impulso animal e o instincto que devem ser controlados pelo espírito, como acaba por acontecer por alturas do ramadão que acabou mesmo antes. Só alguns dias antes.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:medium;color:#ffffff;font-family:Courier New;"><strong><em>Francisco Santos</em></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os Dias de Peshawar. - A Obescena Bonança. ]]></title>
<link>http://poressemundoadentro.wordpress.com/?p=37</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 12:23:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>poressemundoadentro</dc:creator>
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<description><![CDATA[


A &#8220;obescena&#8221; bonança.
Depois de um descanso de 2 dias em Nokkundi, no quartel da Pol]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:medium;color:#00ffff;font-family:courier new,courier;"><span style="color:#ccffff;font-family:arial black,avant garde;"><strong></strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:medium;color:#00ffff;font-family:courier new,courier;"><span style="color:#ccffff;font-family:arial black,avant garde;"><strong></strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:medium;color:#00ffff;font-family:courier new,courier;"><span style="color:#ccffff;font-family:arial black,avant garde;"><strong></strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:medium;color:#00ffff;font-family:courier new,courier;"><span style="color:#ccffff;font-family:arial black,avant garde;"><strong>A<span style="color:#ffffff;"><span style="color:#ffffff;"> </span>"obescena" bonança.</span></strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:medium;color:#00ffff;font-family:courier new,courier;"><span style="color:#ffffff;"><span style="color:#ffffff;"><span>Depois </span>d</span>e um descanso de 2 dias em Nokkundi, no quartel da Policia de Fronteira cujos muros revestidos de lama com 2 metros de altura a toda a volta escondiam as crianças que os trepavam e neles se empoleiravam de forma a poderem ver e poderem também elas matar a curiosidade do „estrangeiro" que, sob o Sol quente e a alta temperatura dos dias no deserto; sobre o chão de areia tão seca que podia ser quase cimento refraccionando o calor, também nos desprendíamos das proibições legais do país anterior, o Irão, e íamos tirando toda a roupa do fundo dos sacos e malas e mesmo da nossa pele para usufruirmos da hospitalidade deste local e destes homens. Os homens, atordoados pela apatia, pela inércia e pela monotonia asfixiante do ar do deserto, quebrado aqui e ali por um cigarro ainda mais desumidificante ou por uma fogueira onde o fogo, reduzido ao mínimo necessário dada a falta de lenha no deserto ou pelo preço que esta pode atingir ali, ou pelo longe de onde esta possa vir, e que durante as „invernosamente" frias noites os aquece e nos aqueceu a nós: visitas que os tiram da permanência de que tudo se pode tornar parado, único, igual, desmotivado e açambarcador de esperança. Ali foi o nosso descanso de viagem antes de partirmos para novas investigações. O nosso primeiro contacto com os homens de camisas longas de algodão e de aspecto bastante fresco mesmo que negras algumas; o nosso primeiro contacto com a ignorância destemida e do preconceito analfabeto; com a necessidade local e a riqueza da qual somos nós o emblema: Dezasseis viajantes vindos de uma só a Europa - a União Europeia; 16 de 8 diferentes países e de 7 línguas diferentes; 16 de um só Mundo; 16 num mesmo „outro mundo". Ali foi o nosso primeiro contacto ma Àsia, num continente que para muitos de nós era a primeira vez que visitávamos e conhecíamos e no qual entrámos no estreito de Bósforo, ao deixar a imensa cidade de Istambul na Turquia, e entrarmos na congestionada ponte até vermos o placard de „Welcome to Asia" na borda da estrada.</span><img src="http://amadeo.blog.com/repository/808139/1815518.jpg" alt="" width="653" height="464" align="bottom" /></span></p>
<p><span style="font-size:medium;font-family:courier new,courier;"><span style="color:#ffffff;"><strong><span style="font-size:x-small;">No topo da Sognia. Paquistão. DNS2000</span></strong><br />
</span></span></p>
<p><span style="font-size:medium;color:#ffffff;font-family:courier new,courier;"><strong><em>Francisco Santos</em></strong></span></p>
<p><span style="font-size:medium;color:#00ffff;font-family:courier new,courier;"><strong><em></em></strong></span></p>
<p><span style="font-size:medium;color:#00ffff;font-family:courier new,courier;"><strong><em></em></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os Dias de Peshawar. - O Paquistão.]]></title>
<link>http://poressemundoadentro.wordpress.com/?p=32</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 12:14:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>poressemundoadentro</dc:creator>
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<description><![CDATA[
O Paquistão
 O novo país, com o novo ano mesmo ali na fronteira, dáva-nos uma sensação de lib]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:courier new,courier;"><span style="font-size:medium;"><span style="font-size:medium;color:#ffffff;font-family:arial black,avant garde;"><strong></strong></span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:courier new,courier;"><span style="font-size:medium;"><span style="font-size:medium;color:#ffffff;font-family:arial black,avant garde;"><strong><a title="Paquistão na Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paquist%C3%A3o" target="_blank">O Paquistão</a></strong></span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> <span style="font-family:courier new,courier;"><span style="font-size:medium;"><span style="font-family:courier new,courier;"><span style="font-size:medium;">O novo país, com o novo ano mesmo ali na fronteira, dáva-nos uma sensação de liberdade, a vontade de partir do caos - que mais tarde se veio a mostrar um pensamento ridículo perante um cosmos, uma cultura tão diferente nesta parte da Ásia, nesta parte do deserto Baluchistão, remoto em todos os aspectos e claro, também, nos hábitos e tradições dos seus habitantes.</span></span><span style="font-size:medium;font-family:courier new,courier;"> O</span> <a title="Baluchistão" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Baluchist%C3%A3o_%28Paquist%C3%A3o%29" target="_blank"><span style="font-size:medium;font-family:courier new,courier;">Baluchistão</span></a> <span style="font-size:medium;font-family:courier new,courier;">é mais que um deserto, é uma inteira província no Paquistão com cerca de 350 mil Kms/quadrados. Entre o Irão e o Afeganistão a Noroeste, as províncias do Punjab e da Fronteira do Noroeste, NWFP, a Norte. E Sind a Este, tem ainda margem com o Mar da Arábia a Sul. Vivem aqui cerca de 5 milhões de habitantes dando-lhe uma dimensão populacional de 3,8% da população total do Paquistão - 139 milhões. Trata-se de uma região de importante situacão estratégica guardando o Golfo.</span></span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:courier new,courier;"><span style="font-size:medium;"><span style="font-size:medium;color:#ffffff;font-family:courier new,courier;">A paisagem, montanhosa e vasta com vales verdes e contrastantes, e praias solarengas e algumas florestas pouco húmidas. Mas não tanto para nós que o cruzámos pelo região mais árida e seca, mais deserta e isolada.</span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><img src="http://amadeo.blog.com/repository/808139/2889761.jpg" alt="" width="656" height="483" align="bottom" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:courier new,courier;"><span style="font-size:medium;"><span style="font-size:x-small;font-family:courier new,courier;"><strong><span style="color:#ffffff;">Algures pelo Paquistão. </span><a title="International Teachers Training College" href="http://poressemundoadentro.wordpress.com/wp-admin/www.dns-tvind.dk" target="_blank"><span style="color:#ffffff;">DNS2000</span></a></strong></span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:courier new,courier;"><span style="font-size:medium;"><span style="font-size:medium;font-family:courier new,courier;"><br />
<span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:x-large;">É</span> contudo também rico em minerais onde o gás de Sui, o ferro de Nokkundi e o cobre de Saindak assumem o papel principal deste sector da economia que representa 70% da extração mineira do país. É conhecida como o „Pomar do Paquistão" pela produção dos melhores tipos de fruta que dão na região a maior receita mundial da agricultura. O Baluchistão contribui em 45% da producão agrícola do Paquistão.</span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family:courier new,courier;"><span style="font-size:medium;"><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:medium;font-family:courier new,courier;">A producão industrial é também notável. Considerem-se aqui os têxteis, a principal produção. Ainda no que diz respeito à indústria considere-se a Gaddani Ship Breaking Industry que é a terceira maior do ramo a nível mundial empregando mais de 10 mil pessoas.</span><span style="font-size:medium;font-family:courier new,courier;">L</span><span style="font-size:medium;font-family:courier new,courier;">ugar de diversidade étnica, tem cerca de 400 tribos, sub-tribos e clans maioritariamente Baluchi, com grupos de Pashtoon, Hazara, Punjabi e Sindhi, e linguística onde o Urdu é uma lingua vastamente compreendida apesar da existência do Baluchi, Pashto e Brauhvi como línguas principais.</span></span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#00ffff;"><span style="font-family:courier new,courier;"><span style="font-size:medium;"><span style="font-size:medium;color:#00ffff;font-family:courier new,courier;"><span style="color:#ffffff;">No que diz respeito à educação, o motivo que nos levou até à India e consequentemente ao Paquistão e ao Baluchistão, estamos em terras onde aliteracia atinge mais de 70% da populacao. No Baluchistão é a mais alta do país e aqui só 1% do grupo feminino da população sabe ler ou escrever o seu próprio nome. Embora existam muitas escolas, em número que se multiplicou por mais de 20 após a independência, tal como o que se passou na India e em Goa se bem que em percentagens diferentes como pude investigar mais tarde, a tendência é para que os recursos do ensino nesta região não sejam abrangidos pela população, extremamente pobre e com traços culturais religiosos que ainda „prende" as crianças do género feminino em casa e afastadas das iguais do outro género, e o mesmo ocorrendo com as mulheres e adolescentes. Em que ao mesmo tempo a pobreza atinge números tão altos e situações sociais tão baixas que a procura pela subsistência pessoal diária e muitas vezes da inteira economia familiar leva também os membros do género masculino a ausentarem-se das salas de aulas na escolas já à partida reservadas em grande parte só para estes.</span><br />
<img src="http://amadeo.blog.com/repository/808139/2889766.jpg" alt="" width="658" height="504" align="bottom" /></span></span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:courier new,courier;"><span style="font-size:medium;"><span style="font-size:medium;font-family:courier new,courier;"><span style="font-size:x-small;"><strong><span style="color:#ffffff;">Bicicleta, o meio de transporte de eleição. Paquistão. </span><a title="International Teachers Training College" href="http://poressemundoadentro.wordpress.com/wp-admin/www.dns-tvind.dk" target="_blank"><span style="color:#ffffff;">DNS2000</span></a><br />
</strong></span><br />
<span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:x-large;">D</span>e qualquer maneira existem na província várias Universidades e Institutos e Instituições de ensino capazes de dar uma formação profissional e académica idónea em quase todas as áreas de ensino.</span></span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:courier new,courier;"><span style="font-size:medium;"><span style="font-size:medium;color:#ffffff;font-family:courier new,courier;">Não devemos também esquecer que falamos de um país que detém material bélico nuclear, que desenvolve o seu próprio programa nuclear de guerra, e que é sempre tomado como uma potência nuclear a nível Mundial e sempre tomado em consideração em questões (que acontecem com regularidade) conflituosas na grande região que abrange esta parte de Àsia. Ainda me lembro de quando viajando numa das estradas no deserto reparei num sinal pintado nessa estrada que recorria ao símbolo nuclear.</span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><img src="http://amadeo.blog.com/repository/808139/2889792.jpg" alt="" width="657" height="836" align="bottom" /><span style="font-size:medium;color:#00ffff;font-family:Courier New;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:x-small;color:#ffffff;font-family:Courier New;">Onde? Para onde? Paquistão. </span></strong><a title="International Teacher Training College" href="http://poressemundoadentro.wordpress.com/wp-admin/www.dns-tvind.dk" target="_blank"><strong><span style="font-size:x-small;color:#ffffff;font-family:Courier New;">DNS2000</span></strong></a><br />
<span style="font-size:medium;"><span style="font-size:x-large;"><br />
<span style="color:#ffffff;font-family:Courier New;">F</span></span><span style="color:#ffffff;"><span style="font-family:Courier New;">iquei depois a saber que poderíamos estar numa das regiões em que os testes nucleares são efectuados e em que alguns anos antes aconteceu um acidente durante as pesquisas.</span><br />
</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:medium;color:#ffffff;"><strong><em>Francisco Santos</em></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:medium;color:#ffffff;"><strong><em></em></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:medium;color:#00ffff;"><strong><em></em></strong></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Domenica pomeriggio Napoli deserta]]></title>
<link>http://gennaroneaz.wordpress.com/?p=29</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 18:28:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gennaro Neaz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Entro in stazione e sono competamente solo avverto dentro me un grande vuoto,mi domando forse è nos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><strong>Entro in stazione e sono competamente solo avverto dentro me un grande vuoto,mi domando forse è nostalgia,per gli amici che ho appene salutato,a rendere ancora più duro il mio ritorno a casa sono le carrozze vuote,cammino nella metro mentre passa per la citta che è deserta do uno sguardo fugace nelle altre carrozze sperando che ci sia qualcuno che conosco ma ai me sono tremendamente solo,mi siedo e guardo fuori e mi accorgo che non ci sono neanche i gabbiani che solitamente volano in citta in cerca di cibo,qualche straniero intravedo in stazione frastornato e smarrito.</strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>L'aria condizionata mi sta gelando la testa perchè ho i capelli tutti sudati,il deserto che è intorno a me entra prepotentemente dentro me e mi fa desiderare l'eternità,ancora una volta aiutato dall'ambiente che mi circonda penso a Dio le sue parole ricordo della santa messa,la gioia mi investe come un fiume in piena. </strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong> Infinitamente grato mi ritrovo a pianger di felicità,tutto bagnato dal sudore e dalle lacrime e penso a Cristo tutto solo con il volto bagnato dal sangue e sudore e prego un padre nostro .</strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Sono quasi a casa ancora una volta mi guardo intorno in cerca di un volto amico,ma fuori dall'autobus c'è solo il vento che lievemente muove le foglie,il silenzio spezza di tanto in tanto il rumore delle auto che passano è quasi sera e mi consola solo il ricordo di quei due giorni passati insieme.</strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong></strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>                                                                        <a href="http://gennaroneaz.files.wordpress.com/2008/07/staleopardi.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-30" src="http://gennaroneaz.wordpress.com/files/2008/07/staleopardi.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a>                                 </strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>   Napoli 13/07/2008</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Magico Sahara]]></title>
<link>http://myamazighen.wordpress.com/?p=248</link>
<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 19:23:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paolo</dc:creator>
<guid>http://myamazighen.wordpress.com/?p=248</guid>
<description><![CDATA[Per molti il Sahara si trova in Algeria; errato. Il Sahara marocchino offre ai suoi visitatori una a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;"><a href="http://myamazighen.files.wordpress.com/2008/07/desrt9.jpg"></a><a href="http://myamazighen.files.wordpress.com/2008/07/desertocopertina.jpg"><img class="size-medium wp-image-240  alignleft" src="http://myamazighen.wordpress.com/files/2008/07/desertocopertina.jpg?w=240" alt="" width="240" height="178" /></a>Per molti il <strong>Sahara </strong>si trova in <strong>Algeria</strong>; errato. Il Sahara <strong>marocchino</strong> offre ai suoi visitatori una ampia gamma di paesaggi molto<strong> diversificati</strong> tra di loro: <strong>oasi</strong> di tutte le forme e dimensioni sono presenti nei principali punti dove sgorgano sorgenti e nelle parte <strong>costiera</strong> desertica l’elemento principale é il vento sferzante e la <strong>bruma</strong> atlantica, che offrono un aspetto unico<span>  </span>a questi luoghi, offrendo una <strong>costa vergine</strong> con una luce particolare e affascinante. Il limite <strong>Nord</strong> del Sahara é soggetto a discussioni: alcuni la situano ai bordi di <strong>Guellemin</strong> e <strong>Ouarzazate </strong>(a partire da 100 mm di pioggie annue), ma altri pensano che il Sahara inizia più a <strong>Sud</strong>, a partire da <strong>Tan-Tan</strong> e da <strong>Zagora</strong>, sopra i 50 mm di pioggie annuali. Da tenere presente comunque che possono passare anche alcuni anni di siccità totale prima di vedere qualche mm di pioggia. Le temperature estive sahariane sono elevate<span>  </span>al Nord con punte di <strong>50°</strong> mentre nelle zone costiere non si soffre di caldo. In inverno nella parte <strong>Est</strong> di <strong>Zagora</strong> il gelo é frequente mentre altrove le temperature sono clementi. Il <strong>Sahara</strong> non era cosi’: i letti dei fiumi ancora presenti sono ampi e le pioggie modeste degli ultimi secoli non sono state in grado di scavare queste profondità e larghezze: le <strong>incisioni rupestri</strong>, in particolare nella regione di <strong>Tata</strong>, rappresentano una <strong>fauna selvaggia</strong> (elefanti, tigri, leoni, rinoceronti) che esigeva per il loro sostentamento di ampi pascoli verdi. Ci sono stati periodi più umidi, l’ultimo datato tra i 1.000 e i 3.000 anni P.C.. Dopo di questo gli uomini hanno dovuto adattarsi e gli allevatori di bovini migrarono verso il Nord (nel periodo almoravide un enorme ondata di popolazione sahariana si sposto’ verso quei luoghi), quelli che rimasero riconvertirono i loro allevamenti con i dromedari e le capre.<a href="http://myamazighen.files.wordpress.com/2008/07/desertobella.jpg"><img class="size-medium wp-image-241 alignright" src="http://myamazighen.wordpress.com/files/2008/07/desertobella.jpg?w=240" alt="" width="240" height="158" /></a> Queste variazioni climatiche sono state legate sino ad oggi a dei fenomeni planetari <strong>naturali</strong>. L’effetto serra odierno, dovuto alle emissioni di gas nell’atmosfera stanno provocando un effetto <strong>antagonista</strong>: un aumento delle pioggie ma in egual misura una <strong>evaporazione </strong>più forte dell’acqua disponibile nel suolo. La causa maggiore, attualmente, della progressione del deserto verso Nord é dovuta all’aumento della <strong>popolazione</strong> umana e le sue ripercussioni devastratici sull’ambiente. Primo disastro é stata la scomparsa di molta fauna sahariana. Sono sparite le grandi antilopi, come l’<strong>Oryx</strong> e l’<strong>Addax</strong>, la gazzella dama e lo struzzo. <strong>Ghepardi</strong> e iene sono minacciate di estinzione. Anche la gazzella <strong>Dorca</strong>, tanto presente negli anni ’50 é diventata rara: é troppo facile cacciare in 4X4!! Solamente la piccola fauna riesce a mantenersi viva nei grandi Ergs come il <strong>Fennec</strong> che esce allo scoperto per cacciare la notte. E poi i <strong>nomadi</strong>. Quelli autentici si incontrano a partire dalla regione di <strong>Zagora</strong>, insieme agli "<strong>Aarib</strong>" (arabi <strong>sahraoui </strong>della regione di Mhamid). Di fatto i nomadi attuali vivono nel Sahara occidentale ed appartengono a diverse tribù di cui le più importanti sono quella di <strong>Tekna</strong> ( da Guelmim a Laayoune), i <strong>Reguibate</strong> (regione di Laayoune, Smara e più a sud) e quella dei <strong>Oulad Delim</strong> (presenti a sud di Dakla). Tutte queste tribù parlano un dialetto arabo,  "<strong>Hassanya</strong>", ugualmente utilizzato in <strong>Mauritania</strong>. Storicamente sono chiamati <strong>uomini blu</strong> per via dei loro abiti colorati con l’indigo, che col calore passa sulla pelle, riflettendo quel tipo di blu ma, nella realtà i <strong>Tuareg originali</strong> sono completamente <strong>assenti</strong> dal <strong>Marocco</strong>. I nomadi vivono nelle “<strong>Khaiime</strong>”, tende montate su una struttura formata da due colonne di 2 mt di altezza,<span>  </span>che sostengono una barra in legno scolpito, l’<strong>Ahammar</strong>. Questo portico in legno é poi sostenuto da una banda di tessuto legata a dei picchetti con corde e funi. Le tende sono formate da bande di tessuto di lana nere e marroni di 40/60 cm di larghezza per 6/10 mt di lunghezza. Queste bande in lana di capra o di cammello sono chiamate “<strong>Flijs</strong>”,e sono tessute dalle donne con un telaio orizzontale. Una tenda media misura 25 mq e necessità di una decina di Flijs, solidamente cuciti tra di loro dagli uomini. Tutto intorno i picchetti tendono la tenda a circa 80 cm dal suolo lasciando circolare l’aria. Il portico centrale divide la tenda in due parti: quella delle <strong>donne</strong>, sovente nascosta ad occhi estranei con tende sottili, che contiene tutti gli utensili necessari e<span>  </span>la parte maschile, dedicata agli<strong> uomini</strong> ed aperta ai visitatori. <a href="http://myamazighen.files.wordpress.com/2008/07/desertobella1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-242" src="http://myamazighen.wordpress.com/files/2008/07/desertobella1.jpg?w=240" alt="" width="240" height="180" /></a>Tappeti molto alti sono sparsi ovunque a ricoprire il suolo ed isolare dal freddo in inverno. La zona più spettacolare del <strong>Sahara marocchino</strong> si trova nei pressi di Merzouga/Erfoud/Zagora dove inizia <strong>l’Erg Chebbi</strong>. Una distesa di sabbia con dune alte anche sino a 50 mt, che cambiano posizione in base alla velocità del vento. Il sole riesce, con una ammirabile <strong>alchimia</strong>, a cambiare il colore di queste dune, in base alle ore e alla esposizione. La notte magica dell’Erg Chebbi diventa ancora più magica sotto un portico di stelle che si immagina di toccarle tanto sono vicine. Scrivero’ sull’<strong>Erg</strong> <strong>Chebbi</strong> in una pagina a parte perché ne vale realmente la pena visitarlo ed averlo poi come un ricordo unico e prezioso del Sahara marocchino.<span>    </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ACQUA POTABILE CON LA SERPENTINA A BIOMASSA, OMOPOLARE,  A SPECCHI SOLARI O A CELLE DI PELTIER?]]></title>
<link>http://powerenergy.wordpress.com/?p=110</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 14:04:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Motore di Schietti</dc:creator>
<guid>http://powerenergy.wordpress.com/?p=110</guid>
<description><![CDATA[GIORNATA MONDIALE DELL&#8217;ACQUA: SERPENTINA GOCCIA A GOCCIA

Con un motore omopolare elettromagne]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3 class="post-title entry-title"><a href="http://comitati-autonomi.blogspot.com/2008/02/giornata-mondiale-dellacqua-serpentina.html">GIORNATA MONDIALE DELL'ACQUA: SERPENTINA GOCCIA A GOCCIA</a></h3>
<p><a href="http://bp2.blogger.com/_93xJMxKxl8k/SF5PqJlaHRI/AAAAAAAAA08/lY6BS8oW-3c/s1600-h/serpentina+motore+omopolare.bmp"><img style="cursor:pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_93xJMxKxl8k/SF5PqJlaHRI/AAAAAAAAA08/lY6BS8oW-3c/s400/serpentina+motore+omopolare.bmp" border="0" alt="" /></a></p>
<p>Con un <a href="http://comitati-autonomi.blogspot.com/2008/06/il-motore-omopolare-per-produrre.html">motore omopolare</a> elettromagnetico per produrre energia gratis, un contenitore per l'acqua da rigenerare facendola bollire, un condensatore si può ottenere acqua ed energia gratis.</p>
<p>Con l'energia elettrica prodotta si può azionare  un deumidifcatore per produrre sempre  nuova acqua dall'amtosfera.</p>
<p>Si avrebbe quindi acqua rigenerata e acqua fresca nuova e qualsiasi persona in qualsiasi parte del mondo, anche in mezzo al deserto potrebbe essere indipendente ed autoprodursi acqua ed energia..... (CONTINUA....)</p>
<p><span style="font-weight:bold;">PER SAPERNE DI PIU’ LEGGI L’ARTICOLO COMPLETO CLICCA SU:</span></p>
<h3 class="post-title entry-title"><a href="http://comitati-autonomi.blogspot.com/2008/02/giornata-mondiale-dellacqua-serpentina.html">GIORNATA MONDIALE DELL'ACQUA: SERPENTINA GOCCIA A GOCCIA</a></h3>
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</item>
<item>
<title><![CDATA[7/7/08 - O Papel do Deserto]]></title>
<link>http://alimentoparacelulas.wordpress.com/?p=35</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 12:32:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pr. José Pereira</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi guiado pelo mesmo Espírito, no dese]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:right;">"Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi guiado pelo mesmo Espírito, no deserto, durante quarenta dias, sendo tentado pelo diabo."<br />
Lc 4.1-13.</p>
<p>O papel do deserto na preparação de um servo de Deus não pode ser deixado de lado.  Mateus e Lucas registram o período em que Jesus passou no deserto antes de iniciar seu ministério. </p>
<p>Jesus ficou quarenta dias sozinho no deserto, abstêmio de comida, da agitação de pessoas e de distrações.</p>
<p>Ambos os evangelistas escrevem que esse foi um tempo determinado pelo Espírito Santo. Mas o que é que acontece com os servos de Deus durante esse período de solidão?</p>
<p>Lucas nos dá dicas:</p>
<ol>
<li>Nós reconhecemos que Deus nos conduz para períodos de crescimento, não de gratificações;</li>
<li>Nós temos grandes batalhas e vencemos as tentações de querer tomar atalhos;</li>
<li>Nós aprendemos disciplina e a arte de depender de Deus;</li>
<li>Nossa auto-suficiência e autopromoção são destruídas;</li>
<li>Nós solidificamos o sentido de nossa missão;</li>
<li>Nós ganhamos perspectiva;</li>
<li>Nós somos preparados para assumir nossa vocação.</li>
</ol>
<p>A Bíblia diz que tudo cooperara para o bem daqueles que amam a Deus.  Até o deserto é importante para nossa comunhão com Deus. Não murmure, para pergunte a Deus: O que vou aprender aqui no deserto?</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tempo de Calar !]]></title>
<link>http://javejireh.wordpress.com/?p=103</link>
<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 21:16:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tecelão</dc:creator>
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<description><![CDATA[Vivendo no deserto, mesmo em meio aos homens.
Jejuando dos conceitos e valores &#8220;normais&#8221;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp0.blogger.com/_mNPp-abkuZw/SG6SJ6up8mI/AAAAAAAAA_4/0fTUcMxZPA8/s1600-h/PELTOPYY.JPG"><img style="float:right;cursor:pointer;margin:0 0 10px 10px;" src="http://bp0.blogger.com/_mNPp-abkuZw/SG6SJ6up8mI/AAAAAAAAA_4/0fTUcMxZPA8/s400/PELTOPYY.JPG" border="0" alt="" /></a><span style="font-weight:bold;color:#009900;">Vivendo no deserto, mesmo em meio aos homens.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;color:#009900;font-weight:bold;">Jejuando dos conceitos e valores "normais" adquiridos.<br />
Sendo tentado em relação a Verdade e a proposta de Deus, resistindo, negando-me em pensamentos, projetos e sentimentos.<br />
Conversando muito com nosso Deus e Pai, aprendendo a discernir o Espírito Santo, até que finalmente Satanás se retire, e venham os Anjos do Senhor.<br />
Lealdade, Justiça e Retidão.<br />
Em Verdade, é só o que importa.<br />
Faça-se a Tua vontade aqui na terra, exatamente, como no céu!<br />
Obrigado Pai!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Meteo Marrakech...52 gradi...]]></title>
<link>http://myamazighen.wordpress.com/?p=190</link>
<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 20:52:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paolo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Cambiamenti climatici? Aiuto!! Si salvi chi puo&#8217;!!! Da ieri il termometro é schizzato alle st]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://myamazighen.files.wordpress.com/2008/06/termometro.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-191" src="http://myamazighen.wordpress.com/files/2008/06/termometro.jpg?w=97" alt="" width="107" height="116" /></a>Cambiamenti climatici? <strong>Aiuto!!</strong> Si salvi chi puo'!!! Da ieri il termometro é schizzato alle stelle! Non é normale temperature <strong>cosi' alte</strong> a fine giugno... la città é un <strong>forno</strong> e sembra che debba durare ancora qualche giorno...Alle <strong>14.30</strong> di ieri pomeriggio ero nel quartiere europeo di<strong> Gueliz</strong> (coprifuoco) e non potevo credere ai miei occhi...<strong>52 gradi</strong>!! Ho pensato no, no, é <strong>taroccato </strong>(come quasi tutto qui) vado oltre, altro semaforo, altra banca con pubblicità e termometro...segnava <strong>51 gradi</strong>!! Ho detto no no... non ci credo... altro termometro che segnava<strong> 53!!</strong> Mi sono <strong>rassegnato</strong>...é vero! Per condire tutta la giornata una tempesta di sabbia con lo <strong>Chergoui </strong>che soffiava dal deserto... Un forno! Giuro...vero é che é un <strong>caldo secco</strong>, senza la minima ombra di<strong> umidità</strong>, vero é anche che siamo in <strong>Africa</strong> quindi...<strong>cosa si pretende</strong>??  Poi scopro che in televisione <strong>taroccano</strong> abbassando i gradi...<strong>per i turisti</strong>...sapete come é! Io comunque resto dell'idea che <strong>Marrakech</strong> in autunno ed inverno é <strong>spettacolare</strong> ma in estate si conosce la <strong>vera essenza</strong>, la <strong>luce</strong>, i <strong>colori</strong> e gli odori veri di questa città del sud....quindi si deve <strong>soffrire</strong> un po' ma ne vale la pena e poi nelle camere c'é l'aria condizionata, dove si rintana <strong>Cous Cous</strong>, il mio <strong>bulldog inglese</strong> (marocchino!!). E <strong>Marrakech</strong> é piena di piscine....vedi anche Cat.<strong>Summertime</strong>.. E alla sera poi é una<strong> bellezza</strong>...<strong>fresco </strong>quasi da maglioncino di cotone, si dorme alla grande <strong>senza aria condizionata</strong> e tutta la gente si riversa nelle strade per godere di questo <strong>miracolo</strong>...e <strong>Cous Cous</strong> si fà la passeggiata senza affannarsi e respira che é una meraviglia !!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Che cos'è il deserto dell'anima]]></title>
<link>http://desertodellanima.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 14:24:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>negev76</dc:creator>
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<description><![CDATA[L&#8217;immagine può evocare la sete, l&#8217;aridità e lo spavento di trovarsi in una landa desol]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>L'immagine può evocare la sete, l'aridità e lo spavento di trovarsi in una landa desolata, enorme.  Io invece associo il deserto dell'anima a qualcosa di positivo. Un mare di sabbia "da lavorare", castelli da costruire (o da distruggere), ombra da cercare, acqua, città invisibili. L'anima è un deserto in costruzione. Nessun cemento, qui le case sono pastose: fango, acqua e colori meravigliosi. C'è solo da scriverci su questo deserto, c'è da scrivere tanto fino a riempire ogni singola duna, fino ad aggirare gli spigoli.</p>
<p>E' un viaggio lungo, ma io sono abituata a camminare e a cambiare strada. Se necessario.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Incontrarsi]]></title>
<link>http://cittainvisibili.wordpress.com/?p=31</link>
<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 18:00:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>ellepizeta</dc:creator>
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<description><![CDATA[Incontrarsi per progettare luoghi e situazioni che creano una suggestione di atmosfere surreali, in ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Incontrarsi per progettare luoghi e situazioni che creano una suggestione di atmosfere surreali, in uno spazio che è quello di ogni giorno e incontrarsi per rinnovare un rito, un patto fra noi e la città che siamo, insieme a tutte quelle che ci portiamo dentro, di ritorno dai nstri interminabili viaggi.</p>
<p>Cosa sarebbe accaduto se Marco Polo non avesse avuto un commentatore al suo fianco? Chi ci avrebbe detto della Cina e delle stupefacenti e favolose avventure di quei suoi viaggi? E tutti gli altri grandi viaggiatori, come avrebbero fatto a raccontarci le loro imprese?</p>
<p>Nomadi nel pensiero siamo, e nello spirito, tutte le volte in cui la penna trafigge come solchi i fogli bianchi.</p>
<p>E il pensiero si lascia trasportare dalle mille suggestioni della mente, anche solo dopo aver visto un giglio di mare sbocciare sulla roccia.</p>
<p>Nomade il pensiero di chi scrive e di chi legge: del primo perchè insegue le onde del deserto che cambiano col vento, dell'altro perchè scorre tra le pagine la sabbia che vola e lo accompagna verso lontane e suggestive sponde.</p>
<p>Muore la sera amica e ci lasciamo pieni di speranza per questa bella avventura che ci aspetta. Siamo tanti e scriviamo, siamo tanti e leggiamo, siamo tanti e vogliamo diventare anche di più. </p>
<p style="text-align:right;"> </p>
<p style="text-align:right;">Loriana Pitzalis</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[l'ombra di un'assemblea]]></title>
<link>http://ombradelpd.wordpress.com/?p=12</link>
<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 11:05:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>ombradelpd</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Era una giornata calda e triste quella di venerdì 20 giugno, mentre i delegati sopravvissuti ad un]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><!--StartFragment--></p>
<p class="MsoNormal">Era una giornata calda e triste quella di venerdì 20 giugno, mentre i delegati sopravvissuti ad una convocazione tardiva e sconclusionata si accreditivano. Una sala che alle ore 10.30 nel cominciare della relazione del segretario Walter Veltroni continuava ad essere vuota, assonnata, incredibilmente annoiata prova ne era l’immagine di insieme colorata dalle tante copie del riformista e di Europa impietosamente spiegate.</p>
<p class="MsoNormal">La relazione è durata quanto un film privato della trama o ancora più banalmente di qualunque colpo di scena. Niente autocritica, nessuna apertura a discutere la linea, solo il tentativo di raccontare ancora una volta la grande innovazione di un partito che deve ancora farsi popolo e che si sveglierà a ottobre per manifestare in piazza contro la finanziara e la sala invece sorprendendo l’oratore si sveglia per salutare Prodi ricordato in un passaggio. L’unico applauso.</p>
<p class="MsoNormal">La bontà di una relazione vasta e morbida è tuttavia inchiodata al passaggio tutt’altro che formale della creazione della direzione nazionale del partito e ancora più da una serie di emendamenti dello statuto che venivano distribuiti al momento opportuno da una serie di responsabili dell’organizzazione.</p>
<p class="MsoNormal">Non è ancora chiaro se siano stati gli emendamenti o la minima partecipazione all’assemblea ha segnare quella sensazione di triste parvenza di democraticità.</p>
<p class="MsoNormal">Rapidi scatti di deleghe sollevate poco convintamente approvavano snaturamenti dell’assemblea eletta alle primarie, solo pochi hanno cercato di porre un freno alla schizofrenia statutaria che si stava compiendo sotto gli occhi appannati di poco più di 570 delegati.</p>
<p class="MsoNormal">Alle richieste di verifica del numero legale si arzigogolavano risposte, dalla presidenza, degne dei peggiori azzeccagarbugli manzoniani.</p>
<p class="MsoNormal">Democrazia apparente è stata anche la presentazione delle liste per la composizione della direzione, la lista per essere precisi, composta da 120 nomi ai quali a giochi fatti se ne aggiungeranno all’incirca altri 100 di diritto.</p>
<p class="MsoNormal">Verso sera le conclusioni del segretario che erano con buona probabilità destinate ad un'altra assemblea che invece doveva essere stata allegra, vivace, compatta e democratica.</p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<p><!--EndFragment--></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lo Sloughi, il principe del deserto.]]></title>
<link>http://myamazighen.wordpress.com/?p=113</link>
<pubDate>Sat, 21 Jun 2008 09:51:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Paolo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Da buon cinofilo incallito ho necessità di postare su questa splendida razza di cani, antica e rara]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://myamazighen.files.wordpress.com/2008/06/sloughi.jpg"><img class="size-medium wp-image-114 alignleft" style="float:left;" src="http://myamazighen.wordpress.com/files/2008/06/sloughi.jpg?w=87" alt="" width="106" height="153" /></a>Da buon cinofilo incallito ho necessità di postare su questa splendida razza di cani, <strong>antica e rara</strong>, nobile e gentile, che con fierezza estrema vive ancora oggi in condizioni disagiate, nel <strong>deserto</strong>, per fornire il sostentamento alle ancora numerose tribù di nomadi che si dedicano alla pastorizia, transumando durante i periodi di siccità, percorrendo migliaia di km. Questo <strong>superbo</strong> animale, il levriero arabo o <strong>Sloughi</strong>, é un cacciatore e un corridore estremo. La sua velocità calcolata supera gli 80 km all'ora ed é <strong>impressionante</strong> vederlo correre nel deserto rincorrendo piccole prede come conigli o le gazzelle. Lo sloughi ha una <strong>storia antica</strong> che parte dall'Asia e che arriva nel nord dell'Africa con l'<strong>invasione</strong> <strong>musulmana</strong>, la guerra santa! Si é affinato con il sole d'<strong>Oriente </strong>e il <strong>vento</strong> del deserto, questo levriero di suprema eleganza, questo atleta leggero, <strong>potente</strong>, é stato impiegato nei millenni per la guardia e la caccia, senza ombre di infedeltà e di rinniego. Questa razza canina é stata riconosciuto dalla <strong>FCI</strong> nel gruppo 10, sezione 3, Standard n.188 e il Paese che ne vanta i natali é il <strong>Marocco</strong>. Si presenta come il modello perfetto di galoppatore con una  testa fine, ammirabile, con cranio globoso e ben fatto. G<a href="http://myamazighen.files.wordpress.com/2008/06/sloughi2.jpg"><img class="size-medium wp-image-116 alignleft" style="float:left;" src="http://myamazighen.wordpress.com/files/2008/06/sloughi2.jpg?w=130" alt="" width="153" height="106" /></a>li occhi dello <strong>Sloughi</strong> raccontano di <strong>terre lontane</strong>, di una <strong>melanconia </strong>tipicamente araba, di una vita vissuta di ricordi, di <strong>lontananze</strong>. All'apparenza puo' sembrare un cane fragile, di <strong>cristallo</strong>. Niente di più scorretto, l'apparenza inganna. La sua <strong>muscolatura</strong> lunga, secca, piatta e data dal deserto natale che si é <strong>sbarazzato </strong>di tutte le <strong>masse inutili</strong>, ingombranti, creando nel contempo <strong>eleganza</strong>, rapidità, forza e coraggio. Caratterialmente é un cane equilibrato, calmo e <strong>riservatissimo </strong>con gli estranei, ma all'occorrenza si difende ferocemente da chi lo attacca. I suoi<strong> melanconici occhi</strong> diventano allora cattivi e la sua mascella <strong>feroce</strong>.  <a href="http://myamazighen.files.wordpress.com/2008/06/sloughicopertina.jpg"><img class="size-medium wp-image-115 alignright" style="float:right;" src="http://myamazighen.wordpress.com/files/2008/06/sloughicopertina.jpg?w=136" alt="" width="151" height="111" /></a>Nelle tribù nomadi del deserto lo <strong>Sloughi </strong>é considerato uno di loro, senza remore o gerarchie: se esistono delle situazioni di pericolo per i cuccioli durante l'allattamento questi vengono<strong> nutriti dai seni</strong> delle donne fin tanto che potranno provvedere a loro stessi, in autonomia. La notte lo Sloughi é accolto nelle <strong>tende </strong>con i suoi padroni per riposare dopo una giornata di duro e lungo lavoro, vicino agli umani che da secoli lo hanno allevato, capito, <strong>amato</strong>, accudito e <strong>ringraziato</strong> per l'enorme contributo che ha fornito, e continuerà a farlo, al loro sostentamento e alla loro difesa. L'<strong>emozione</strong> più grande per me é stato durante una delle mie notti nel <strong>deserto</strong>, la tenda montata e il fuoco che ardeva illuminandoci. Il profumo del thé alla menta offertomi dai nomadi si mescolava a quello degli incensi e le stelle enormi nel cielo mi toccavano. Di fianco a me due <strong>sloughi</strong> color sabbia mi guardavano, senza curiosità, certi della loro forte presenza al campo. Al momento del riposo, sulla mia<strong> brandina</strong> da campo si avvicinarono e si sdraiarono di fianco me, vigilandomi e "<strong>proteggendomi</strong>" per tutta la notte. Si chiamavano <strong>Abdor </strong>e <strong>Njiama</strong>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jesus no Deserto]]></title>
<link>http://imagensbiblicas.wordpress.com/?p=125</link>
<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 15:54:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>jesusluzdomundo</dc:creator>
<guid>http://imagensbiblicas.wordpress.com/?p=125</guid>
<description><![CDATA[
Mateus 4:1 A seguir, foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" style="vertical-align:middle;" src="http://farm3.static.flickr.com/2158/2503692824_ce181cb9cf.jpg?v=0" alt="" width="415" height="309" /></p>
<p style="text-align:justify;">Mateus 4:1 A seguir, foi Jesus levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.</p>
]]></content:encoded>
</item>

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