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	<title>desejo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/desejo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "desejo"</description>
	<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 07:31:25 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Primeiros passos na prática clínica]]></title>
<link>http://pontolacaniano.wordpress.com/?p=368</link>
<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 17:43:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flávia Albuquerque</dc:creator>
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<description><![CDATA[


]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pontolacaniano.files.wordpress.com/2008/07/folder-virtua-sonia.jpg"></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignnone size-full wp-image-369" src="http://pontolacaniano.wordpress.com/files/2008/07/folder-virtua-sonia.jpg" alt="" width="500" height="722" /></p>
<p></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Passado que não foi]]></title>
<link>http://liawinter.wordpress.com/?p=233</link>
<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 00:22:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lia Winter</dc:creator>
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<description><![CDATA[A gente ainda vai rir muito disso tudo.&#8221; Já faz um bom tempo que ele me disse isso, quando, m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A gente ainda vai rir muito disso tudo." Já faz um bom tempo que ele me disse isso, quando, mais uma vezes, resolvemos desistir antes de tentar. Até agora não vi graça nisso :(</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://sitiodascitacoes.wordpress.com/?p=1487</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 20:40:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Meg</dc:creator>
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<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://sitiodascitacoes.files.wordpress.com/2008/07/madonna.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1486" src="http://sitiodascitacoes.wordpress.com/files/2008/07/madonna.jpg" alt="" width="430" height="372" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fragilidades em um Café...]]></title>
<link>http://arapariga.wordpress.com/?p=325</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 00:31:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>A Rapariga</dc:creator>
<guid>http://arapariga.wordpress.com/?p=325</guid>
<description><![CDATA[Desfaleço&#8230; Cada segundo em que respiro sem sobressaltos, desfaleço.
Já viu uma bailarina d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Desfaleço... Cada segundo em que respiro sem sobressaltos, desfaleço.</p>
<p>Já viu uma bailarina de contemporâneo? A bailarina, girando nas mãos de um homem... Levada, conduzida, entregue, feito boneca de pano, feito maria-filó. Eu. Eu.</p>
<p>Sabe o que penso? Penso em suas mãos, talvez não muito atraentes, mas suas. Penso em suas mãos em mim. Penso em mim em suas mãos (não respiro, suspiro).</p>
<p>Hoje não estou pra comandos, estou frágil. E assim, frágil, também sou bela. Tem uma beleza doce em minha fragilidade, sabia? Eu me desmancho feito mousse na boca. Eu me entrego de tal forma que beiro a me misturar com quem me toma. Só há calor em mim, assim. E eu aqui, como sempre, aqui. Ando, ando, e este meu eu não se desloca um centímetro. Estagnou em você, e ficou. Apenas espera. Temo a espera infinita.</p>
<p>Estou frágil. Frágil feito cristais que olhei nestes dias; frágil feito as pétalas de uma rosa vermelha que comprei, feita de lâminas de madeira. Frágil, suave feito brisa de fim de tarde na beira mar. Frágil feito mulher que pede pra ser beijada só com os olhos e respira como se já estivesse nos braços de quem tanto quer. Assim, frágil, refugiando-se em palavras porque não entendo ser momento de nada além disso.</p>
<p>Se fosse fecundo algum pedido meu? Pediria um dia. Não, não me ateria em tempo, o tempo aqui não importa, nem preocuparia em o que pedir, se estivesse com você. Viveria e seria o máximo de mim, não espero menos de você. Nos cabe bem Vinícius dizendo,  seja eterno enquanto dure. Mas é preciso ser. O que quero? O tempo que for, o tempo quando for, mas seja.</p>
<p>Frágil, a pedir um café. Só, a pedir um café. Só, a pedir um beijo seu. Só, a pedir um café e pensar num beijo seu, beijo meu, beijo nosso.</p>
<p>...</p>
<p>Porei fim aqui, agora, às minhas palavras. Faz frio em Goiânia, ao meu redor o burburinho da conversa das mesas ao lado. Continuarei só, pedirei meu café expresso, e no mais... São 21:29, julho é apenas meio do ano, é cedo ainda pra dizer... </p>
<p>Mas continuo frágil, por enquanto...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[IN TREATMENT - HBO]]></title>
<link>http://pontolacaniano.wordpress.com/?p=365</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 03:51:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flávia Albuquerque</dc:creator>
<guid>http://pontolacaniano.wordpress.com/?p=365</guid>
<description><![CDATA[
Gabriel Byrne, ator irlandês, vira fenômeno. Byrne representa o Dr. Paul Weston na série In Tre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://pontolacaniano.files.wordpress.com/2008/07/intreatment.jpg"><img class="size-full wp-image-366 aligncenter" src="http://pontolacaniano.wordpress.com/files/2008/07/intreatment.jpg" alt="" width="500" height="192" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Gabriel Byrne, ator irlandês, vira fenômeno. Byrne representa o Dr. Paul Weston na série <strong>In Treatment</strong> (no Brasil, Em Terapia) do canal HBO. O sucesso é tamanho que seu verbete na <em>Wikipedia</em> é apenas um pouco menor que o da Psicanalista Lacaniana Elisabeth Roudinesco. O curioso é que Roudinesco, de fato, existe. Mas Dr. Paul é o personagem principal da série de maior sucesso do público psi e também dos leigos, abarcando - inclusive - espectadores que nunca cogitaram a hipótese de fazer análise e hoje andam revendo suas decisões. Sem falar no 'rebuliço' que o ator anda causando no público feminino.</p>
<p style="text-align:justify;">A primeira temporada chegou ao fim na última sexta-feira. dia 11 de Julho, completando 43 distribuídas em sessões de 4 analisandos do Dr. Paul e em suas sessões semanais de análise com a Dra. Gina, interpretada pela atriz Dianne Wiest. A segunda temporada só começa a ser gravada daqui a três meses e o lançamento do Box da primeira temporada foi anunciado para Setembro deste ano nos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align:right;"><strong>postado por Flávia Albuquerque - Psicanalista - (21) 9792-8326 / </strong><a href="mailto:flavia@pontolacaniano.com.br"><strong>flavia@pontolacaniano.com.br</strong></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[II COLÓQUIO INTERNACIONAL - ESCRITA E PSICANÁLISE]]></title>
<link>http://pontolacaniano.wordpress.com/?p=363</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 03:05:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flávia Albuquerque</dc:creator>
<guid>http://pontolacaniano.wordpress.com/?p=363</guid>
<description><![CDATA[28, 29 E 30 DE AGOSTO DE 2008 - UFSC - FLORIANÓPOLIS / SC
&#8220;Sobre a escrita e a psicanálise
A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong>28, 29 E 30 DE AGOSTO DE 2008 - UFSC - FLORIANÓPOLIS / SC</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>"Sobre a escrita e a psicanálise</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A escrita, desde Freud e Lacan, esteve presente no desenvolvimento dos conceitos psicanalíticos, seja como produção e transmissão na construção mesma dos conceitos, seja utilizando a escrita literária no <em>fazer </em>psicanalítico. Lacan explorou detidamente alguns conceitos freudianos e propôs novos ângulos de mirada da psicanálise frente à literatura e à escrita, especialmente no que se refere à relação entre gozo e repetição, fundamental para se pensar a clínica psicanalítica. Traço e estilo são algumas noções que enlaçam escrita e psicanálise, além de outros conceitos cruciais como sintoma, inibição, angústia, inconsciente, ato e letra.</p>
<p style="text-align:justify;">Freud se aproximou da literatura e das artes. Lacan, por sua vez, trouxe importantes questões da filosofia para a construção de sua teoria. Sendo assim, consideramos pertinente tomarmos a escrita no âmbito dessa pluralidade de saberes, visto ai mportância das conexões e redes de pesquisa na elaboração de questionamentos, a partir de uma multiplicidade de vozes na sua discussão."</p>
<p style="text-align:right;">O evento conta com a participação dos conceitudados psicanalistas Luciano Elia e Marco Antonio Coutinho Jorge</p>
<p style="text-align:justify;">inscrições: <a href="http://www.nep.ufsc.br">www.nep.ufsc.br</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Charles Melman em Salvador - BA]]></title>
<link>http://pontolacaniano.wordpress.com/?p=361</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 02:45:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flávia Albuquerque</dc:creator>
<guid>http://pontolacaniano.wordpress.com/?p=361</guid>
<description><![CDATA[A PSICANÁLISE AINDA É SUBVERSIVA?

&#8220;Para Freud, o mal-estar na cultura sustentava a excessiv]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><strong>A PSICANÁLISE AINDA É SUBVERSIVA?</strong></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://pontolacaniano.wordpress.com/files/2008/04/melman2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-177" src="http://pontolacaniano.wordpress.com/files/2008/04/melman2.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a></p>
<p style="text-align:center;">"Para Freud, o mal-estar na cultura sustentava a excessiva repressão sexual. e, nossa época, quando domina a liberdade dos costumes, a felicuidade na cultura está assegurada?"</p>
<p style="text-align:right;">Charles Melman</p>
<p style="text-align:justify;">01 DE AGOSTO DE 2008</p>
<p style="text-align:justify;">17:00 ÀS 22:00</p>
<p style="text-align:justify;">AUDITÓRIO DO SALVADOR TRADE CENTER / Av. Tancredo Neves, 1632 - Salvador - Bahia</p>
<p style="text-align:justify;">informações: <a href="http://www.espacomoebius.com.br">www.espacomoebius.com.br</a>     <a href="mailto:secretaria@espacomoebius.com.br">secretaria@espacomoebius.com.br</a>   (71) 3358-2051</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CURSO DE FÉRIAS DA UFF - GRATUITO!!!]]></title>
<link>http://pontolacaniano.wordpress.com/?p=358</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 02:11:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Flávia Albuquerque</dc:creator>
<guid>http://pontolacaniano.wordpress.com/?p=358</guid>
<description><![CDATA[
 
postado por Flávia Albuquerque - Psicanalista - (21) 9792-8326 / flavia@pontolacaniano.com.br
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://pontolacaniano.files.wordpress.com/2008/07/cursoferias.jpg"><img class="size-full wp-image-359 aligncenter" src="http://pontolacaniano.wordpress.com/files/2008/07/cursoferias.jpg" alt="" width="500" height="682" /></a></p>
<p> </p>
<p style="text-align:right;"><strong>postado por Flávia Albuquerque - Psicanalista - (21) 9792-8326 / </strong><a href="mailto:flavia@pontolacaniano.com.br"><strong>flavia@pontolacaniano.com.br</strong></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pra embalar teu sono... Mentira! Pra esvaziar a mim...]]></title>
<link>http://arapariga.wordpress.com/?p=324</link>
<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 23:40:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>A Rapariga</dc:creator>
<guid>http://arapariga.wordpress.com/?p=324</guid>
<description><![CDATA[Deixa estar, com o tempo tudo se endireita. Cessa o vento frio, meus pés ficam quentes e minha boca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Deixa estar, com o tempo tudo se endireita. Cessa o vento frio, meus pés ficam quentes e minha boca experimenta o que tanto quer. Deixa estar, ainda está entregue ao tempo o encargo de unir os pontos, ou as pontas, ou do simples encontro.<br />
Deixa estar, que minha pele não te esquecerá, não tem jeito. Ao menos mais uma vez, a última vez... Deixa estar, palma a palma, dedos entrelaçados e todo o resto também. Apenas deixa.<br />
Tive um sonho, nele eu me media em teus espaços, em tuas curvas. E as minhas curvas eram balanço pro teu corpo e descanso pra tua alma. Deixa estar, sonhei e foi bonito. Sonhei como se não fosse pra acordar.<br />
Deixa estar, está nas mãos do tempo. Agora, deixa, porque eu deixo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Âmago]]></title>
<link>http://inatingivel.wordpress.com/?p=222</link>
<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 23:11:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>VFS</dc:creator>
<guid>http://inatingivel.wordpress.com/?p=222</guid>
<description><![CDATA[ 
Num sonho profundo desejo repousar,
se,
por ele,
puder chegar
ao mundo do mar.
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;">Num sonho profundo desejo repousar,<br />
se,<br />
por ele,<br />
puder chegar</p>
<p style="text-align:center;">ao mundo do mar.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O anjo mais velho]]></title>
<link>http://ausencia.wordpress.com/?p=69</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 07:59:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>ausencia</dc:creator>
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<description><![CDATA[

Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete, a cena se ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/KP70ZUolES0'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/KP70ZUolES0&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:left;">Enquanto houver você do outro lado<br />
Aqui do outro eu consigo me orientar<br />
A cena repete, a cena se inverte<br />
Enchendo a minh'alma d'aquilo que outrora eu deixei de acreditar</p>
<p>Tua palavra, tua história<br />
Tua verdade fazendo escola<br />
E tua ausência fazendo silêncio em todo lugar</p>
<p>Metade de mim agora é assim<br />
De um lado a poesia, o verbo, a saudade<br />
Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim<br />
E o fim é belo, incerto... depende de como você vê<br />
O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só</p>
<p>Só enquanto eu respirar<br />
Vou me lembrar de você<br />
Só enquanto eu respirar</p>
<p style="text-align:left;">– Fernando Anitelli</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sonhos e desejos do gato sem bigode...]]></title>
<link>http://trevous.wordpress.com/?p=211</link>
<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 20:32:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vinícius Tamer</dc:creator>
<guid>http://trevous.wordpress.com/?p=211</guid>
<description><![CDATA[
*Resta saber o que é sonho e o que é desejo&#8230;
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://trevous.com/blog/gato_pensador.png" alt="" width="600" height="410" /></p>
<p style="text-align:center;"><em>*Resta saber o que é sonho e o que é desejo...</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De Olhos Bem Fechados (Stanley Kubrick, 1999)]]></title>
<link>http://multiplot.wordpress.com/?p=670</link>
<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 22:31:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Henrique Boaventura</dc:creator>
<guid>http://multiplot.wordpress.com/?p=670</guid>
<description><![CDATA[Foram duas semanas e 14 textos (13 filmes e a introdução) de reverência ao grande mestre, mas eis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Foram duas semanas e 14 textos (13 filmes e a introdução) de reverência ao grande mestre, mas eis que o Especial Stanley Kubrick chega ao fim. Thiago Macêdo Correia, que abriu com o soturno Fear and Desire, fecha nosso especial ao som da funesta marcha de De Olhos Bem Fechados. Obrigado a todos que nos acompanharam nestes últimos dias. Lembrando que o prazo pro envio do texto do concurso termina em poucas horas, e o resultado será divulgado segunda-feira. E depois? Bem, no fim de semana sombras e morcegos invadirão o Multiplot!...</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://celebvids.blog.hu/media/image/Abigail_Good-Eyes_Wide_Shut-3.jpg" alt="" width="493" height="269" /></p>
<p style="text-align:center;"><strong>De Olhos Bem Fechados (Eyes Wide Shut, 1999)</strong>  </p>
<p style="text-align:left;">...uma mulher, um homem...um homem, uma mulher...</p>
<p style="text-align:justify;">Uma mulher se despe. Esta mulher se veste em seguida, um homem se prepara para sair. Ambos irão deixar o lugar que dividem juntos há anos em busca da recompensadora sensação de relaxamento em uma festa com amigos, ainda que os tais amigos sejam pessoas totalmente desconhecidas e a diversão seja ficar por algumas horas interagindo separados um do outro. Ele se divide entre duas belas modelos, o fetiche masculino por excelência. Ela rodopia pelo salão com um cavalheiro europeu mais maduro, a definição da estabilidade. As luzes que rodeiam o ambiente da festa – e todos os ambientes que compartilharemos com eles, em seguida – são de todas as cores, iluminam todas as possibilidades. Ele nada faz, é interrompido por um chamado urgente. Ela nada faz, é interrompida por uma manifestação de consciência de sua situação: é casada e isso impossibilita que ela faça o que deseja fazer. Sociedades são fundamentadas em regras básicas de convívio, necessárias para que se estabeleça uma ordem de relacionamentos entre os integrantes delas. Daí a idéia de evolução, pois sem ela seriam hoje todos como animais selvagens, dispostos a matar pela sobrevivência, a não respeitar o indivíduo, a viver sem pudor, a fazer sexo por instinto. Mas o que são todos os homens senão estes mesmos animais? Talvez a única diferença que exista entre os primatas e os sábios homens contemporâneos seja o fato de a morte, o egoísmo, o sexo não serem questões de instinto animal somente e sim práticas sociais que se deve negar eventualmente, em nome da tal ordem. Mas aquele homem e aquela mulher parecem querer trair esta condição. O retorno ao lar reserva àqueles dois um confronto singular em sua vida conjunta. A mulher provoca o homem a respeito das duas mulheres que ele acompanhava na festa; o homem quer saber da mulher o que o cavalheiro grisalho tanto almejava durante a dança; a mulher acha prudente saber se o homem sente desejo por outras mulheres, que não ela; o homem acha prudente mentir parcialmente e isso faz com que ele seja parcialmente verdadeiro; a mulher se irrita diante da mentira eminente e pede a verdade sobre o desejo dele por ela; o homem nega qualquer sentimento de posse e assim, neste passo em falso – já que a mulher nada mais queria que não a sensação de aprovação – ele despenca para ouvir a verdade que ela guarda. Encarar a verdade pode ser algo danoso e irreversível, já que o pilar principal de qualquer relação humana é a mentira, ainda mais aquelas que buscam a proteção do outro, que querem evitar conflitos como os que estariam por vir. Quebrado o trato da relação perante a verdade, a mulher assume um desejo antigo seu que seria, ele sozinho, capaz de fazê-la abandonar o homem para sempre. As palavras vêm regadas com doses galopantes de crueldade, pois manter a verdade escondida por muito tempo faz com que ela saia com o máximo de força possível. Nesses momentos, é deixada de lado a tal consideração social pelo outro e finalmente os homens são capazes de abandonar as máscaras de suas personalidades. O que leva a mulher a falar é seu estado de alucinação. Sendo assim, um estado “normal” impossibilitaria qualquer acesso a essa verdade, sempre se fazendo necessário um impulso para tanto: uma droga, uma briga, uma raiva, uma traição, o desejo. Se a mulher foi verdadeira ao sentir desejo e abdicou de sua necessidade em nome do relacionamento com o homem, ela assume assim sua parcela de mentira no desenvolvimento daquela união. E assim, a desestabiliza. O homem é chamado a confrontar um fato, a morte de um amigo. O fim daquela vida acontece simultaneamente ao fim da própria vida que ele dividia com a mulher. Seus passos seguintes são solitários, no que concerne à mulher, e ele se envereda numa busca pela consciência de seus próprios sentimentos. Tentado pelo convite de uma prostituta, ele troca com ela um beijo que poderia vingar a traição imaginada da mulher. No encontro com o amigo do passado, ele vê a possibilidade de uma vingança ainda maior, uma novidade mais tentadora. Se fantasiar para o tal novo é deixar o velho para trás, usar uma máscara para proteger sua identidade é assumir seu desprezo inconsciente pelos métodos sociais. Penetrar uma festa restrita, uma orgia marginal, onde rituais sexuais se confundem com os de cunho religioso, tudo ressoa como transgressão moral. Se a moralidade fica de lado resta a tentativa da verdade nas sensações. Mas o homem é retirado dali – ou teria sido salvo? -, jogado para fora de tais possibilidades, obrigado a se reiterar de sua condição de homem, médico, pai, marido, hipócrita. Ele volta para a mulher que nada sabe sobre o que ele vivenciou. O homem busca o amigo do passado, vai devolver a fantasia (mas esquece a máscara), descobre a identidade de quem lhe avisou sobre os perigos daquela incursão no meio da noite, só que tudo parece fora de lugar, o leva a criar soluções para os problemas pontuados. O homem ouve de um amigo que naquela festa tudo foi encenado, nada era real. Mal sabia o homem que seu amigo estava certo, diante da lógica das relações. Se para que o homem seja ele mesmo é necessário que ele saia de si, nunca é possível estar diante da realidade quando se está consciente. Portanto, a inconsciência do homem o destina ao que realmente existe, ao seu eu mais íntimo. Na tentativa lógica do homem em confrontar a si mesmo perante a mulher, ele derrapa em uma impossibilidade: a de viver perante a verdade. Ele diz a ela o que aconteceu, ela se entristece com tudo. Mas a conclusão a que ela chega é que foi bom para eles terem saído de tais situações e estarem agora, um com o outro. A mulher admira o sonho, mas fica feliz de ter acordado. O homem deseja que este estado seja eterno. E, por fim, a mulher deseja, novamente, sonhar.</p>
<p style="text-align:justify;">Estava tudo muito claro nessa longa história, desde a primeira seqüência. A mulher se despe, mas a mulher se veste em seguida, pois um estado natural não pode ser sustentado por muito tempo. O sexo como verdade é possível desde que a maior parte das coisas seja ocultada e vivenciada somente de modo inconsciente, com os tais olhos fechados, como num sonho que ainda irá se encerrar. Ao acordar, ao se vestir, ao recobrar a consciência, à realidade, o reinado constante da hipocrisia social, para o bem de todos. Stanley Kubrick dirigiu assim seu último filme, um manifesto sobre a condição humana impossível no campo da realidade. A mulher, Nicole Kidman. O homem, Tom Cruise. A orgia, todos nós.</p>
<p style="text-align:justify;">4/4</p>
<p style="text-align:right;"><em>Thiago Macêdo Correia</em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fera]]></title>
<link>http://versosrasgados.wordpress.com/?p=16</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 21:15:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>zailda</dc:creator>
<guid>http://versosrasgados.wordpress.com/?p=16</guid>
<description><![CDATA[Beijo de fogo
desvario
de paixão e prazer
calafrio
fera no cio
vendaval de carícias
delícias
que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;">Beijo de fogo<br />
desvario<br />
de paixão e prazer<br />
calafrio<br />
fera no cio<br />
vendaval de carícias<br />
delícias<br />
que varrem meu peito<br />
colossal<br />
alma animal<br />
aquieta minha alma<br />
sacia meu pranto<br />
afoga meu olhar<br />
serpente, carente<br />
ardente<br />
enxuga meu medo<br />
me rola em segredo<br />
abate meu pesadelo<br />
desvelo<br />
novelo, meu pelo<br />
enreda minha boca<br />
num beijo supremo<br />
sereno, veneno<br />
carícia insone<br />
de música e avelã<br />
agonia pagã<br />
de fera, pantera<br />
quimera<br />
carrega meu pesar<br />
altar, olhar<br />
em teu hálito frio<br />
desvio<br />
emerge do meu sonho<br />
medonho<br />
e me faz tua<br />
nua<br />
envolvente<br />
carente<br />
demente<br />
imprudente<br />
eternamente</p>
<p>(Zailda Mendes)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Confira toda a sensualidade da gatíssima Leticia Nitsha. Ela está na Sexy deste mês. Fotos e vídeo!]]></title>
<link>http://brasilagora.wordpress.com/?p=671</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 19:05:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>baixarjogos</dc:creator>
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<description><![CDATA[A modelo Leticia Nitsha é a conhecida China Girl, apresenta um show de strip-tease com o tema Count]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A modelo Leticia Nitsha é a conhecida China Girl, apresenta um show de strip-tease com o tema Country e vem fazendo os marmanjos de babarem de tanto desejo</p>
<p>por ela.</p>
<p><a title="Confira toda a sensualidade da gatssima Leticia Nitsha. Ela está na Sexy deste mês. Fotos e vdeo!" href="http://www.tudoagora.com.br/noticia/3358/Confira-toda-a-sensualidade-da-gatissima-Leticia-Nitsha-Ela-esta-na-Sexy-deste-mes-Fotos-e-video-.html" target="_blank">Confira vídeo e fotos sensuais da gata</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vontades]]></title>
<link>http://theothersidesamecoin.wordpress.com/?p=7</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 20:42:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>letesha</dc:creator>
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<description><![CDATA[
 
“Vamos ceder enfim à tentação das nossas bocas cruas e mergulhar no poço escuro de nós du]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://theothersidesamecoin.files.wordpress.com/2008/07/01.jpg"></a></p>
<p> <a href="http://theothersidesamecoin.files.wordpress.com/2008/07/011.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-9" src="http://theothersidesamecoin.wordpress.com/files/2008/07/011.jpg?w=63" alt="" width="63" height="96" /></a></p>
<p>“Vamos ceder enfim à tentação das nossas bocas cruas e mergulhar no poço escuro de nós duas.”</p>
<p>“Vamos viver agonizando uma paixão vadia maravilhosa e transbordante feito uma hemorragia.”</p>
<p><strong></strong></p>
<p> </p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-size:xx-small;">Chico Buarque, Bárbara</span></p>
<p>foto retirada do blog <a href="http://cacaurodrigues.blogspot.com" target="blank">Um furacão de pensamentos</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Segunda-feira de cinzas]]></title>
<link>http://diariointramuros.wordpress.com/?p=55</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 15:56:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mrs G</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por cima do mar de mesas ela vê o céu. O dia é de um cinza lívido. De tempo em tempo, revezam-se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color:#000000;">Por cima do mar de mesas ela vê o céu. O dia é de um cinza lívido. De tempo em tempo, revezam-se o frio e a chuva, como se tentassem cobrir entre eles, com recursos partilhados, as horas esparramadas do dia.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">Expectativas, fantasias, planos, profecias. Que diferença há entre uma e outra? No fim das contas, estão todas contidas nela. Confinadas. Por mais alto que grite o seu desejo, ninguém lá fora consegue escutá-lo. Ou, se o faz, não liga a mínima, porque no mundo há fome e guerra e morte e desgraça. O problema dela é apenas o futuro.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">Dentro dela os pensamentos são um peixe morto levado a nadar pelo sopro do motor de ar. Idéias do que foi ou poderia ter sido. Dor pelo que poderia vir a ser. Um desgaste sofrido e inútil. Quer desligar o movimento e poder cair inerte.</span></em></p>
<p><em><span style="color:#000000;">Ela continua girando na superfície, os olhos revirando no meio do aguaceiro, rezando, em sussurro, por uma pane que tire o motor de circulação. Porém o motor é ela quem controla. O motor é ela. E são ela o frio e a chuva que escurecem seus próprios dias. Mas ela continua a girar, porque sua fé -- estúpida, injustificada e contra todas as provas em contrário -- é persistente como erva-daninha.<br />
</span></em></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Writing to reach you]]></title>
<link>http://ausencia.wordpress.com/?p=71</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 06:13:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>ausencia</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Every day I wake up and it&#8217;s Sunday
Whatever&#8217;s in my head won&#8217;t go away
The radio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/UeCcuH-EsuM'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/UeCcuH-EsuM&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:left;">Every day I wake up and it's Sunday<br />
Whatever's in my head won't go away<br />
The radio is playing all the usual<br />
And what's a wonderwall anyway?</p>
<p>Because my inside is outside<br />
My right side's on the left side<br />
'Cos I'm writing to reach you<br />
But I might never reach you<br />
I long to teach you about you<br />
But that's not you</p>
<p>It's good to know that you are home for Christmas<br />
It's good to know that you are doing well<br />
It's good to know that you all know I'm hurting<br />
It's good to know I'm feeling not so well</p>
<p>Because my inside is outside<br />
My right side's on the left side<br />
'Cos I'm writing to reach you<br />
But I might never reach you<br />
I long to teach you about you<br />
But that's not you<br />
Do you know it's true?<br />
And that won't do</p>
<p>Maybe then tomorrow will be Monday<br />
And whatever's in my head should go away<br />
Still the radio keeps playing all the usual<br />
And what's a wonderwall anyway?</p>
<p>Because my inside is outside<br />
My right side's on the left side<br />
'Cos I'm writing to reach you<br />
But I might never reach you<br />
I long to teach you about you<br />
But that's not you<br />
Do you know it's true?<br />
And that won't do<br />
You know it's you<br />
I'm talking to</p>
<p>- Francis Healy</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[W.I.S.H.]]></title>
<link>http://ohdearmaria.wordpress.com/?p=4</link>
<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 03:03:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maria Clara</dc:creator>
<guid>http://ohdearmaria.wordpress.com/?p=4</guid>
<description><![CDATA[I wish to be the one to put a smile on your face. I wish to be the one to make you laugh. I wish to ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>I wish to be the one to put a smile on your face. I wish to be the one to make you laugh. I wish to be dirty with you but not worry or feel ashamed, because I wish to share all of my secrets with you and I wish to give myself to you. I wish to share everything with you <strong>and wake up in the morning, under the sheets beside you so I can see you before anything else, so I can remember, all day, why I’m still alive.</strong></em></p>
<p>Então, eu passei por uma experiência muito boa esses dias e hoje me peguei pensando em como eu só me acostumo com coisa boa. Certo que teve um tempo em que as coisas eram do tipo ''É ruim? Veeenha.'', e hoje eu não entendo como eu era capaz de aguentar. Não dá pra se acostumar com coisa ruim. O que você pode fazer é começar a se adaptar, suportar cada momento só pelo desejo de ter algo melhor.</p>
<p>Talvez eu fosse assim. Vivendo pelo desejo.</p>
<p>Mas eu tenho percebido que eu só quero o melhor pra mim agora. Eu tenho tanta coisa boa pra me agarrar, eu tenho tantas lembranças boas, eu tenho tantas pessoas boas ao meu redor. Eu estou aqui sentada pensando na sorte que eu tenho, e que eu acho que nunca tinha percebido o quão grande ela é. Nunca me faltou nada. Quem sabe falte algo agora; eu tenho lutado pra descobrir o que é, pra poder reparar essa parte quebrada da minha vida. Mas isso é problema pequeno, não chega nem perto de atrapalhar a minha felicidade. Ou chega. Tem horas que chega. Mas agora que eu sei que tenho inúmeras fontes de força, tem que ser coisa bem ruim pra me abalar.</p>
<p>Então por que eu iria querer conviver com coisas que me fazem mal? Fala sério! Gosto de gente boa, de sentimentos e sensações boas, e quero isso sempre pra mim. Sei que não posso ter tudo (só uma coisa mesmo) agora, mas calma... É muito obstáculo, sabe? Mas não derruba a gente não. Só levanta mais e nos faz perceber o quanto nossa vontade é verdadeira e forte.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Braços e abraços]]></title>
<link>http://versosrasgados.wordpress.com/?p=13</link>
<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 01:48:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>zailda</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Toma-me de um golpe
emerge de mim
me arranca das sombras
me sacia em ti
me sorve em gotas
me lambe,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;">
Toma-me de um golpe<br />
emerge de mim<br />
me arranca das sombras<br />
me sacia em ti<br />
me sorve em gotas<br />
me lambe, me engole<br />
me embala em gemidos<br />
me carrega em teus ais;<br />
me encharca de amor<br />
escorrega em meu seio<br />
resvala em meu ventre<br />
me invade com loucura<br />
me abre, me cerca<br />
me jorra, me planta<br />
descobre meus véus<br />
entra em meu ser<br />
me cega de delícia<br />
percorre meu prazer<br />
me cavalga em agonia<br />
me preenche, me sacode em êxtase<br />
me alimenta com tua semente<br />
e me deixa, dormente<br />
vacilante, incoerente,<br />
saciada, esvaziada<br />
inerte em volúpia<br />
explodida em cansaço<br />
inundada de loucura<br />
embebida em desejos e beijos<br />
escalar fronteiras<br />
de amor e tontura<br />
em teus braços, meus laços<br />
meus pássaros de prazer</p>
<p>(Zailda Mendes)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Camafeu]]></title>
<link>http://soldadinhodechumbo.wordpress.com/?p=33</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 15:06:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>urubusputanus</dc:creator>
<guid>http://soldadinhodechumbo.wordpress.com/?p=33</guid>
<description><![CDATA[ 
 
 
* Faço das mãos periscópio.
Como uma pintura intima
Modelo a massa.
Retalho um vale fosc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:16pt;"><span style="color:#ffffff;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:16pt;"><span style="color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">* Faço das mãos periscópio.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:16pt;"><span style="color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">Como uma pintura intima</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:16pt;"><span style="color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">Modelo a massa.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:16pt;"><span style="color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">Retalho um vale fosco</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:16pt;"><span style="color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">Num corpo imperfeito e mole.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:16pt;"><span style="color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">As mãos molhadas de orvalho</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:16pt;"><span style="color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">Desenham sobre exausta figura</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:16pt;"><span style="color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">O desejo e a maçã.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:16pt;"><span style="color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">A pureza imperfeita do barro em minhas mãos</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:16pt;"><span style="color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">Imobiliza meus instintos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:16pt;"><span style="color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">Suspira a vida.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:16pt;"><span style="color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">Fecho os olhos e tudo me vem.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:16pt;"><span style="color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">Como mãos a me guiar</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:16pt;"><span style="color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">Retalho insigne pecado</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:16pt;"><span style="color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">E de um nariz afilado</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:16pt;"><span style="color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">Absorve todo o barro.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:16pt;"><span style="color:#ffffff;font-family:Times New Roman;">Resquício de camafeu.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:16pt;"><span style="color:#ffffff;font-family:Times New Roman;"> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"><span style="font-size:16pt;">* Menção honrosa no I prêmio Tobias Barreto de poesia, Agosto de 2005</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:left;margin:0;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Se me queres conhecer ]]></title>
<link>http://filipatorres.wordpress.com/?p=12</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 15:19:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Filipa Torres</dc:creator>
<guid>http://filipatorres.wordpress.com/?p=12</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Se me queres conhecer&#8230;
rompe as barreiras da indiferença,
destrói as vestes da altive]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"Se me queres conhecer...<br />
rompe as barreiras da indiferença,<br />
destrói as vestes da altivez<br />
e encontra-me.</p>
<p>Se me queres conhecer...<br />
rasga-me, retalha-me,<br />
procura mil chagas no meu corpo<br />
e encontra-me.</p>
<p>Se me queres conhecer...<br />
embriaga-me do teu carinho<br />
ama-me com fúria<br />
e encontra-me.</p>
<p>Remexe artérias e veias<br />
e encontra a razão da minha existência.</p>
<p>Se me desejas conhecer...<br />
deixa que eu te toque<br />
com mil pétalas de bem te quero.</p>
<p>Se me desejas<br />
como eu te desejo tanto,<br />
funde-te em mim,<br />
deixa-me ser tua,<br />
e então conhecer-me-ás."</p>
<p>Rosa Maria Anselmo</p>
]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
