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	<title>criacionismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/criacionismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "criacionismo"</description>
	<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 12:34:58 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Geoscience Research Institute abre filial no Brasil ]]></title>
<link>http://setimodia.wordpress.com/?p=261</link>
<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 21:57:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>asdbrasil</dc:creator>
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<description><![CDATA[No fim do mês passado, o geólogo Dr. Nahor Neves de Souza Junior recebeu um convite especial do Ge]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" src="http://bp3.blogger.com/_1nuzdTcJ1wQ/SHC4Yq7PC9I/AAAAAAAAEeE/ttpUqQOkaLw/s200/nahor1.jpg" alt="" width="139" height="200" />No fim do mês passado, o geólogo Dr. Nahor Neves de Souza Junior recebeu um convite especial do <a href="http://www.grisda.org/" target="_blank">Geoscience Research Institute</a> (GRI)para dirigir a nova “filial” brasileira do instituto, que ficará localizada no Unasp, campus engenheiro coelho. O GRI é uma instituição diretamente ligada à sede mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Foi fundado em 1958 com o propósito de utilizar tanto o conhecimento bíblico como o conhecimento científico na busca de explicações para questões relativas às origens. Na verdade, segundo Nahor, a tentativa de se harmonizar ambas as modalidades de conhecimento constitui a essência do próprio criacionismo.</p>
<p style="text-align:justify;">Para saber o que vai significar para o criacionismo brasileiro a abertura dessa filial do GRI em nosso país, não deixe de ler a entrevista com o Dr. Nahor que será publicada na edição de setembro da Revista Adventista.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Thomas Huxley estava errado]]></title>
<link>http://espectivas.wordpress.com/?p=1357</link>
<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 17:13:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
<guid>http://espectivas.wordpress.com/?p=1357</guid>
<description><![CDATA[

“Não devia depender da nossa escolha quais as quantidades que são observáveis, mas essas quan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<p>
<div style="margin-left:10em;width:700px;font-weight:550;border:1px solid black;font-size:11px;text-align:justify;background-color:antiquewhite;padding:10px;"><em>“Não devia depender da nossa escolha quais as quantidades que são observáveis, mas essas quantidades deveriam ser dadas, deveriam ser-nos indicadas pela teoria.”</em></p>
<p>― Albert Einstein</p></div>
</p>
<p>O Novo Ateísmo naturalista, que nos afiança que nada mais existe do que a matéria atómica e que o nosso pensamento é fruto dos átomos  que constituem as propriedades neuro-fisiológicas (a estrutura dos neurónios e o “Epifenomenalismo” de Thomas Huxley e Darwin) é a maior fraude consentida pela ciência, e que se reforçou a partir do momento em que o darwinismo (segundo Dawkins) foi admitido ― com todos os seus elos perdidos e metodologias falhadas ―  como fazendo parte do sentido da formação primordial do Universo. Qualquer físico quântico e/ou um matemático contemporâneo sabem que Richard Dawkins é um charlatão que tem vendido muitos livros, ao mesmo tempo que atestam que as religiões em geral são sínteses de formas primitivas de antever o que se perscruta como sendo a realidade científica, filosófica  e religiosa.<br />
<!--more--><br />
Até há pouco tempo, tanto o militante religioso ortodoxo como o ateu religioso militante, cada  um à sua maneira, acreditavam que o universo e os nossos pensamentos eram coisas distintas, mas os quânticos demonstram que o que idealizamos e visualizamos é exactamente aquilo que vemos, isto é, os nossos pensamentos estão relacionados ― a um nível básico mas essencial ― com o modo como o mundo se nos revela. Contudo, a relação entre “pensamento” e “realidade” é de tal modo marcada por uma subtileza endógena que não podemos dizer que um determinado objecto físico que nos rodeie seja constituído por átomos, porque só a partir do momento em que procuramos os átomos nesse objecto é que podemos dizer que eles existem.</p>
<p style="font-size:11px;color:navy;">Note-se que quando se fala aqui em “nossos pensamentos”, quer-se dizer literalmente “consciência universal” ou “mente universal”; os nossos pensamentos fazem parte do que se convencionou chamar de “consciência  universal”. Mais adiante abordarei o conceito de “consciência universal”  (o espaço-tempo não me permite proceder de outra forma). </p>
<p>
<div style="margin-left:10em;width:500px;font-weight:550;border:1px solid black;font-size:11px;text-align:justify;background-color:antiquewhite;padding:10px;"><em>“A imaginação é mais importante do que o conhecimento.”</em> ― Albert Einstein</div>
</p>
<p>A verdade é que os átomos de um determinado objecto não possuem contornos definidos e só os podemos “ver”, de uma forma exacta, se executarmos determinadas experiências que destroem o objecto em análise. Segundo a Física Quântica, nenhum objecto possui contornos bem definidos. </p>
<p>Se conseguirmos imaginar um objecto físico ― por um fortuito momento ― como existindo  independentemente de nós próprios (“nós”, no sentido de nossa “consciência”), constataríamos que os seus contornos se tornariam indistintos, sendo porém  que essa indistinção só se tornaria evidente ao fim de muito tempo: seriam precisos mais de 10 milhões de anos para que o nosso objecto se desvanecesse completamente (isto independentemente, e se não existisse, a transmutabilidade inerente ao espaço-tempo). Porém ― dizem os físicos teóricos  ― o caso de um átomo isolado é diferente: de tão pequeno que ele é, ele demora apenas uma pequeníssima fracção do nosso tempo a desvanecer-se na “indistinção” (energia primordial), até ao momento em que nós (consciência universal) o observássemos, momento esse em que ― dependendo do tipo de experiência que estivesse a ser realizado ― o átomo voltaria ao seu tamanho original <span style="font-size:10px;font-weight:700;color:navy;"><sup>(1)</sup></span>. </p>
<p>Podemos imaginar que sem a nossa presença (no sentido de “consciência”) todos os átomos do universo começariam a dissolver-se a um ritmo alucinante, e somos nós (“consciência universal”), ao não procurarmos esses átomos de muito perto (ao deixarmos a natureza fluir sem interferência  directa da “consciência”) que lhes permitimos fundirem os seus contornos o suficiente para formarem os objectos físicos. É neste sentido que os físicos teóricos dizem que os átomos só existem a partir do momento em que os procuramos, e pela mesma razão dizem que o universo físico não existiria sem os nossos pensamentos (consciência universal) sobre esse universo. Sem as nossas observações e pensamentos acerca de um determinado objecto, esse objecto se desvaneceria na dimensão da dissolução, embora nenhum ser humano pudesse ficar à espera 10 milhões de anos para que isso acontecesse...mas existe, certamente e por dedução, uma outra parte dessa “consciência universal” que poderia esperar os 10 milhões de anos do nosso tempo, ou uma eternidade à nossa escala. </p>
<p>Os físicos quânticos também chamam a esta imprecisão o “princípio da incerteza” (Heisenberg). Este princípio diz que não podemos conhecer simultaneamente tanto a posição como o percurso de um qualquer objecto em movimento ― e todos os objectos estão em movimento. Ao determinarmos a posição de um determinado objecto com perfeita exactidão, deixamos de saber o seu percurso, e vice-versa. Por isso, por mais exactas, precisas e  arrogantes que possam ser as observações e conclusões do zoólogo Richard Dawkins, o universo é algo de incerto e cuja existência depende  da “consciência universal” que inclui os nossos pensamentos.</p>
<p>O mundo é construído pela mente, e o universo não seria o mesmo sem a “consciência universal” de que fazemos parte ―  mas que existe ainda para Além de nós e dos Universos <span style="font-size:10px;font-weight:700;color:navy;"><sup>(2)</sup></span>  ―  por via dos nossos pensamentos. Thomas Huxley estava profundamente errado. </p>
<p><strong>A auto-construção </strong></p>
<p>
<div style="margin-left:10em;width:500px;font-weight:550;border:1px solid black;font-size:11px;text-align:justify;background-color:antiquewhite;padding:10px;">“Nada há a esperar de qualquer especulação que à primeira vista não pareça louca.”</p>
<p>― Freeman Dyson</p></div>
</p>
<p>Podemos (e devemos) aplicar o “princípio da incerteza” de Heisenberg ao ser humano e às relações humanas. </p>
<p>O ser humano é o resultado da genética, mas também da construção que ele dele próprio (e dos outros) faz através do seu pensamento, seja individualmente, seja colectivamente como soma das individualidades. Em certo sentido, a genética também é consequência  da consciência inter-geracional ― o pensamento que vai atravessando várias gerações no espaço-tempo ―  e a herança genética e a mente estão intimamente ligadas, embora não exista uma estrita relação causal entre a herança genética e o pensamento do indivíduo, antes operamos numa área de probabilística ― existem maiores ou menores probabilidades de que determinada pessoa, em função da sua herança genética, seja passível de se auto-construir dentro de um determinado padrão de pensamento. </p>
<p>A forma como nos revelamos a nós próprios e uns aos outros é determinada por aquilo que nós pensamos sobre nós próprios e sobre os outros. Naturalmente que factores genéticos ganham alguma importância, mas não tanta quanto é defendida por alguns ideólogos da biologia ortodoxa, e só no sentido da “consciência genética” como património comum de uma descendência dentro do espaço-tempo. O processo de auto-construção processa-se no espaço-tempo, não é instantâneo, e aquilo que nós somos foi meticulosamente construído pelo pensamento. Se eu alterar o meu pensamento sobre mim e sobre a minha melhor amiga, altero os dois (a mim e a ela), embora a minha amiga tenha mais a definir sobre ela própria do que eu. É aqui que se aplica o “princípio da incerteza” de Heisenberg nas relações humanas. </p>
<p>A “complementaridade” <span style="font-size:10px;font-weight:700;color:navy;"><sup>(1)</sup></span> está presente nos relacionamentos humanos, porque existem sempre dois modos complementares de construir a realidade ― se observarmos a realidade de um dos modos, o outro não será definível, e no caso dos átomos, por vezes dizemos que existe uma complementaridade “onda-partícula”; quando um átomo se manifesta  como “onda”, e sempre secundado por outros átomos, ele nunca se manifesta como uma partícula, e vice-versa. Se eu atravessar uma boa fase no relacionamento com a minha melhor amiga, não se notará uma separação entre nós os dois, existindo até uma sintonia no pensamento. Mas se atravessarmos uma má fase de relacionamento, eu irei reparar nas diferenças de mim em relação a ela. Numa e noutra situação assistimos ao fenómeno da complementaridade atómica aplicada ao ser humano e ao pensamento. Assim, toda a matéria apresenta este modo aparentemente paradoxal de existência, em que a “complementaridade atómica” e o “princípio da incerteza” se manifestam a todos os níveis. Contudo, estas características não são intrinsecamente atómicas, isto é, não têm origem nos átomos em si, mas na construção do pensamento para Além do tempo e do espaço onde a consciência (universal) percebe-se a si própria. </p>
<p>Quando o povo diz que “o pensamento pode matar” ou fala em “mau olhado”, não andará longe da verdade, porque a forma como nós olhamos para as coisas afecta muito subtilmente aquilo que olhamos, e a forma como olhamos os outros e a nós próprios transforma-nos continuamente em algo de novo. Nas religiões, a oração nada mais é do que a tentativa ― nem sempre conseguida ― de sublimação do pensamento em formas positivas de influência sobre nós próprios e sobre os outros (complementaridade “onda-partícula”); os psico-terapeutas tentam fazer o mesmo, com outros métodos. </p>
<p style="font-size:11px;">(<a href="http://espectivas.wordpress.com/2008/07/11/thomas-huxley-estava-errado-2/">continua noutro postal</a>, para não cansar quem lê e quem escreve; a dúzia de livros que serviu de bibliografia para consulta será anotada no fim)</p>
<p style="font-size:9px;font-weight:700;color:navy;">(1) Na Física, chamam de “complementaridade” a um método duplo que consiste em determinar o comportamento de um átomo, que pode comportar-se como uma onda ou como uma partícula; aos dois métodos complementares para determinar o comportamento de um átomo, chamou-se de “complementaridade”.<br />
(2) Panenteísmo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CRIACIONISMO, o que é?]]></title>
<link>http://setimodia.wordpress.com/?p=216</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 23:34:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>asdbrasil</dc:creator>
<guid>http://setimodia.wordpress.com/?p=216</guid>
<description><![CDATA[A decisão da então governadora do Estado do Rio de Janeiro de introduzir o ensino do criacionismo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">A decisão da então governadora do Estado do Rio de Janeiro de introduzir o ensino do criacionismo nas aulas de educação religiosa das escolas públicas, provocou, a partir de maio de 2003, um pequeno debate a respeito do assunto na imprensa brasileira.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">
    <img style="margin-right:10px;" height="208" alt="" src="http://www.bibleschools.com/courses/nativetg/guide01/images/creation.jpg" width="273" align="left" border="0" />Como adventistas do sétimo dia, pensamos que não temos dúvidas a respeito dessa questão. Dedicamos um dia por semana para comemorar os atos criativos de Deus e conhecemos bem a história da criação relatada em Gênesis 1 e 2. Apesar da aparente simplicidade, podemos esperar complicações quando consideramos a diversidade de origem e formação dos membros da igreja. Temos desde filhos de adventistas de várias gerações até recém-conversos vindos dos mais diversos credos. Na igreja, também convivem irmãos que não tiveram oportunidades de obter formação escolar até doutores em diversas áreas do conhecimento. Essa diversidade pode causar uma variedade de idéias na compreensão de alguns detalhes. Pode produzir diálogos interessantes ou debates mais ou menos acalorados e mais ou menos tolerantes.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">A palavra criacionismo contém o sufixo ismo. O dicionário Houaiss da Língua Portuguesa diz que: “no curso dos séculos 19 e 20, o uso do sufixo ismo se disseminou para designar movimentos sociais, ideológicos, políticos, opinativos, religiosos e personativos”. Nesse sentido, poderíamos dizer que o criacionismo seria um movimento ideológico ou opinativo ou religioso, ou uma mescla disso.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify"><span style="font-weight:bold;">Criacionismo e Igreja Adventista –</span> A igreja adventista foi organizada na segunda metade do século 19, a partir do reavivamento pregado por Miller. Após o desapontamento de 1844, alguns perseveraram na fé. Ao buscarem na bíblia a base para sua fé, retornaram ao sábado como dia de guarda. As orientações proféticas de Ellen G.White incentivaram duas ações para o pequeno grupo de adventistas: cuidado com a saúde e preocupação com a educação. O fim do século 19 foi também a época em que a ciência experimentou um clímax de sucesso. Conta-se que Lord Kelvin teria dito que apenas duas pequenas nuvens impediam a compreensão total das leis da natureza. Nessa mesma época as ciências históricas da geologia e da paleontologia estavam sendo desenvolvidas. Parte do interesse das ciências históricas é construir uma narrativa histórica a partir de observações de evidências do passado que podem ser obtidas no presente. Até a biologia começou a desenvolver um aspecto de ciência histórica com a teoria da evolução proposta no livro A Origem das Espécies, de Darwin, publicado em 1865.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">Para entender o envolvimento da igreja adventista com o criacionismo, é importante perceber o contexto descrito acima. As preocupações com saúde e educação iriam incentivar o preparo de professores para as escolas que, além de prepararem pastores, deveriam treinar pessoas para a obra médica. O preparo de estudantes para a medicina envolvia o estudo das ciências da natureza. Desse modo a igreja, em seu processo de desenvolvimento, buscava um retorno à Bíblia como base da fé; ao mesmo tempo que valorizava o conhecimento da ciência.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">A maior parte do conhecimento desenvolvido pela ciência é compatível com a idéia de um mundo criado por Deus. As regularidades obseervadas na natureza foram chamadas de leis naturais pelos fundadores da ciência. O próprio nome “lei” sugere a ação de um legislador. A possibilidade de expressar as leis da natureza numa elegante linguagem matemática sugere a grandeza da mente que as originou. Além desse aspecto, a multiplicidade e complexidade de formas observadas tanto nas coisas inanimadas como nas vivas sugere não só a idéia da sabedoria do Criador como Sua generosidade e habilidade artística. Nesse contexto, Ellen G.White se referia à natureza como um livro de autoria divina, do qual devemos extrair lições que apontam para Deus. Em contraste com esses aspectos positivos da ciência estão os que mostram desarmonia com um ideal de paraíso. Esses deveriam ser atribuídos à ação do inimigo de Deus, e toda situação presente só poderia ser compreendida “à luz que resplandece do calvário). (Ellen G.White, Educação pág.101). Outra dificuldade com o desenvolvimento da ciência relacionava-se com as ciências históricas. Nesse sentido, Ellen G.White observou em seus escritos que não se deveria buscar uma acomodação dos dias da criação com os “supostos milhões de anos necessários para que a Terra evoluísse do caos” Ela afirmou ainda que “fora da história bíblica, a geologia nada pode provar” (Ellen G.White, Patriarcas e Profetas, Cap.9). Junto a essas afirmações, ela sugeriu que os vestígios de vegetais, de animais e de homens encontrados nas rochas são resultado da ação do dilúvio dos dias de Noé. Sobre a questão da teoria daevolução da vida, Ellen G.White apenas negou que o ser humano, “a coroa gloriosa da riação”, fosse o produto de “uma linha ascendente de germes, moluscos e quadrúpedes”. (Ibid., p.130.)</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">
    <img style="margin-left:15px;width:240px;height:207px;" height="192" alt="" src="http://img181.imageshack.us/img181/4455/criaocc9.jpg" width="240" align="right" border="0" />Orientados por essas diretrizes, os primeiros professores adventistas de ciências procuraram desenvolver seu trabalho. Entre eles, merece destaque George McCready Price. Formado basicamente por auto-estudo, Price escreveu várias obras. Atônica de seu trabalho foi defender a idéia de que a maior parte das formações geológicas que contém vestígios de vida seria mais bem explicada pelo dilúvio descrito na Bíblia do que por processos semelhantes aos que ocorrem hoje ou por uma seqüência de múltiplas catástrofes ao longo de milhões de anos. Sua obra principal, intitulada The New Geology (A Nova Geologia), foi publicada em 1923. Outros professores que assumiram o trabalho nas escolas superiores adventistas tiveram uma formação acadêmica formal mais completa e continuaram a perseguir a idéia de harmonizar os conhecimentos das ciências históricas com sua interpretação da Bíblia. Nessa busca, nem sempre houve concordância nos detalhes. Com o tempo, aceitou-se que a distribuição dos fósseis nas rochas apresenta certa ordem e várias hipóteses foram sugeridas para explicar o fato no contexto de uma grande catástrofe como o dilúvio. Em 1958, a igreja decidiu criar o Geoscience Research Institute (GRI), formado por um pequeno grupo de cientistas, com o objetivo de estudar essas questões. Entre as várias atividades desenvolvidas pelo instituto, e, 1974 foi iniciada a publicação de uma revista técnica denominada Origins (Origens), na qual cerca de 40% dos artigos publicados trata de questões relacionadas à paleontologia, geologia e o tempo; 35% lidam com questões filosóficas e teológicas e 18% com questões relativas à origem da vida e à teoria da evolução biológica. (Ver mais sobre o GRI em <a href="http://www.grisda.org/">http://www.grisda.org</a>).</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify"><span style="font-weight:bold;">Criacionismo além da Igreja Adventista –</span> A forma de pensar a história da Terra desenvolvida pelos trabalhos de Price acabou influenciando pessoas em outras denominações evangélicas, quando John C.Whitcomb Jr e Henry M.Morris publicaram em 1961, a obra The Gênesis Flood (O Dilúvio do Gênesis). Nessa publicação, além de representar as idéias de Price de forma atualizada, os autores afirmaram que a semana da criação devia envolver a criação de todo o Universo e propuseram a hipótese especulativa de que, antes do dilúvio, teria havido uma camada de vapor na atmosfera envolvendo toda a Terra, modelando um clima ideal e protegendo-a da radiação cósmica. Ainda na década de 1960 foi criada a Creation Research Society Quarterly. Os membros dessa sociedade, além de ter credenciais em ciências, precisam assinar uma afirmação de fé que envolve crer que a Bíblia é a palavra inspirada por Deus, sendo todas as suas asserções histórica e cientificamente verdadeiras no original, incluindo os relatos da criação e do dilúvio no livro de Gênesis. Devem também aceitar a Jesus Cristo como Senhor e Salvador.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">Uma das organizações mais influentes para a divulgação do criacionismo tem sido o Institute for Creation Research, fundado e liderado no início da década de 1970 por Henry Morris. As atividades desse isntituto abrangem três “ministérios”: pesquisa, publicações e palestras</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">Inúmeras sociedades criacionistas foram organizada nas últimas décadas do século 20, em geral inspiradas pelas publicações das duas organizações citadas. Vale destacar a Sociedade Criacionista Brasileira (SCB), fundada em 1972, por iniciativa do Dr. Ruy Carlos de Camargo Vieira que, na época, era Professor titular na Escola de Engenharia de São Carlos – USP e membro da igreja adventista na mesma cidade. (Mais informações sobre a SCB e os materiais por ela publicados em <a href="http://www.scb.org.br/">http://www.scb.org.br</a>).</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify"><span style="font-weight:bold;">Conclusão –</span> O Criacionismo, portanto, é assim o esforço de harmonizar os conhecimentos das ciências históricas, principalmente a geologia e paleontologia com suas implicações na teoria da evolução biológica, com a visão de inspiração bíblica de que a vida na terra foi estabelecida por Deus a poucos milhares de anos. Esse esforço se faz por causa do valor atribuído à ciência pelo mundo secularizado de nossos dias. Mesmo as pessoas de índole mais religiosa não conseguem deixar de notar a importância do conhecimento científico. Muitos crentes gostariam de ter todas as suas crenças apoiadas por uma “prova” científica. </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">Essa busca de harmonização da ciência, que observa o mundo físico, com crenças que envolvem o transcendental, gera situações curiosas. Nos meios criacionistas, com freqüência, pode-se observar discussões mais ou menos exaltadas sobre detalhes da compreensão de aspectos do mundo físico ou de formas de interpretar a revelação bíblica. Essas disputas podem ser consideradas normais quando ocorrem no meio acadêmico, mas nem sempre são bem vistas em outros círculos.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">Há uma porção de equívocos sobre o que seja o criacionismo. Alguns pensam que se trata do combate ao ateísmo. Pensam que, se pudermos “provar” pela ciência que Deus existe, a única alternativa será crer na história bíblica. Outros pensam que criacionismo é combate ao evolucionismo. Incluem no evolucionismo todas as teorias, modelos e especulações da ciência sobre origens, desde o modelo de origem do Universo conhecido como Big-Bang, passando pelos modelos de evolução estelar, propostas de origem da vida por processos naturais e abióticos e a teoria da evolução biológica das espécies. Em geral acreditam que a existência de falhas nessas propostas naturalistas sobre as origens implica na necessidade de aceitação da revelação de Deus na Bíblia. Uma idéia recente, denominada Intelligent Design (Design Inteligente ou Planejamento Inteligente), foi proposta por um grupo de cintistas. Design Inteligente (DI) é o estudo de padrões encontrados na natureza, os quais podem ser mais bem explicados como resultado da ação de uma inteligência. Apesar de compatível com o conceito do Deus criador da Bíblia, o DI não pretende deliberadamente se envolver com a história bíblica da criação nem com a discussão teológica da natureza do designer ou planejador. Sendo assim, a promoção do DI também não é criacionismo.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">No mundo atual, é necessário conhecer e compreender o grande mercado de idéias. Entretanto, precisamos pensar sobre a finalidade desses esforços. Tudo o que queremos é entender o objetivo maior de nossa existência neste mundo. A narrativa bíblica provê uma perspectiva adequada. Por meio dela, a existência de um Deus criador é um pressuposto. Por meio dela, somos informados de que o ser humano foi criado “à imagem de Deus” (Gn 1:27). Por meio dela somos informados de que, apesar de estarmos afastados do objetivo original da criação, o próprio Deus Se fez humano para nos resgatar mediante o sacrifício de Jesus Cristo. Por meio da narrativa bíblica, somos também informados das promessas de uma nova criação, que restaurará tudo à perfeição original.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;" align="justify">A aceitação disso envolve fé que se expressa numa relação de confiança entre nós e o Criador. Isso está muito além do alcance de qualquer ciência.
     </p>
<blockquote>
<p align="justify"><span>O Doutor Urias Echterhoff Takatohi, é professor de Ciência e Religião, Física e Matemática no UNASP, Campus de São Paulo.</span></p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Post em homenagem ao Leo]]></title>
<link>http://aspiranteayogini.wordpress.com/?p=65</link>
<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 00:06:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cacau</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quadrinho engraçadinho que me lembrou o Leo:

]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#c0c0c0;">Quadrinho engraçadinho que me lembrou o Leo:</span></p>
<p><a href="http://aspiranteayogini.files.wordpress.com/2008/06/science-creation1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-64" src="http://aspiranteayogini.wordpress.com/files/2008/06/science-creation1.jpg" alt="" width="450" height="333" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Evolucionismo: muitas suposições, nenhum fato]]></title>
<link>http://intribulationepatientes.wordpress.com/?p=37</link>
<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 20:50:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio</dc:creator>
<guid>http://intribulationepatientes.wordpress.com/?p=37</guid>
<description><![CDATA[A teoria da evolução das espécies é apresentada,  através de uma imensa máquina de propaganda]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A teoria da evolução das espécies é apresentada,  através de uma imensa máquina de propaganda, como <strong>fato</strong> cientificamente comprovado. Essa verdadeira lavagem cerebral é o único motivo pelo qual tantas pessoas ainda acreditam no evolucionismo.</p>
<p style="text-align:justify;">No entanto, longe de haver <strong>fatos</strong> que o comprovem, o evolucionismo se baseia em  <strong>suposições e interpretações</strong>. Vejamos um comentário de sobre a falta de fatos comprovadores da teoria da evolução (os grifos são meus):</p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;">No número de dezembro de 1960 da revista <em>Science</em> pode-se ler, escritas pelo ex-presidente da Sociedade Para o Progresso da Ciência, dos EUA, as seguintes idéias: "Acompanhe-nos, agora, a uma excursão especulativa à pré-História. Faça de contra que está na era em que a espécie <em>sapiens</em> emerge do <em>genus</em> <em>Homo"</em></p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;">"Avance velozmente através dos milênios, sobre os quais <span style="text-decoration:underline;">a informação depende, na maior parte, de <strong>conjetura</strong> e <strong>interpretação</strong></span><strong>,</strong> até a era dos primeiros registros escritos, dos quais se podem colher alguns fatos"</p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Conjetura e interpretação... Que colossal distância para os "fatos provados" da mistificação criminosa ou do embuste irresponsável!</span></p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;">De resto, já o conhecido cientista britânico L. M. Davies, referindo-se à famosa obra de Darwin, "A Origem da Espécies", afirmou: "<span style="text-decoration:underline;">Calcula-se que <strong>nada menos de 800 frases no modo subjuntivo</strong> (do tipo suponhamos, presumamos, etc.) podem ser encontradas em seu texto</span>."</p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;">Tais fatos, talvez, é que explicam a razão pela qual, menos comedido na linguagem, haja um fisiólogo da Comissão de Energia Nuclear dos EUA escrito: "<span style="text-decoration:underline;">Os cientistas que estão ensinando que a Evolução é um <strong>fato</strong> são grandes vigaristas</span>, e a estória que contam talvez seja o maior logro que já houve. <span style="text-decoration:underline;">Não possuímos um único <strong>fato</strong> para explicar a Evolução</span>".</p>
<p style="text-align:justify;">(BOAVENTURA, Jorge; Ocidente Traído; Bibliex; Rio de Janeiro; 1980; página 61)</p>
<p style="text-align:justify;">É por isso que o evolucionismo não passa de uma <strong>teoria</strong>, ou seja, de uma suposição. Não existiam fatos que o pudessem comprovar na época de Darwin, de modo que ele acabou escrevendo <strong>um livro com mais de 800 suposições</strong>. E hoje, em pleno século XXI, continuamos sem fato algum que prove o evolucionismo. A ausência de fósseis intermediários entre uma espécie e outra, é uma das dificuldades que o próprio Darwin previu, mas que acreditava que os fósseis seriam encontrados. Até hoje não encontraram nada, mas os evolucionistas não perdem a "fé" na sua teoria, por mais distante que esteja da verdadeira ciência experimental, que exige provas, e não suposições.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chegou a hora de dizer adeus a Darwin]]></title>
<link>http://intribulationepatientes.wordpress.com/?p=32</link>
<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 00:39:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio</dc:creator>
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<description><![CDATA[Acabei de encontrar um excelente site anti-evolucionista:
Desafiando a Nomenklatura científica
O au]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Acabei de encontrar um excelente site anti-evolucionista:</p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;"><a href="http://pos-darwinista.blogspot.com/" target="_blank">Desafiando a Nomenklatura científica</a></p>
<p style="text-align:justify;">O autor é um ex-evolucionista que abandonou a teoria evolutiva baseando-se na própria Ciência, que exige o abandono de teorias que não são suportadas pelos fatos. Com muita coragem, e usando argumentos científicos, o autor se levanta contra a verdadeira "ditadura", existente no meio científico e midiático, que tenta empurrar o Darwinismo como se fosse verdade comprovada pela ciência, utilizando-se de uma imensa máquina propagandística.</p>
<p style="text-align:justify;">Essa máquina de propaganda repete o "conto de fadas" do Darwinismo como se fosse ciência, embora não apresente nenhuma prova científica. Cria-se, dessa forma, um verdadeiro exército de zumbis que sabe apenas repetir a mesma estória (e não história) que vêm ouvindo desde os tempos de escola. Aliado à propaganda, existe a perseguição aos que não perderam a capacidade de questionar e se opõe ao evolucionismo. A mídia esquerdista e atéia "excomunga" qualquer um que não aceite os "dogmas" do evolucionismo. Assim, uma grande massa dos ignorantes repete os dogmas darwinistas com ares de intelectuais, e zombam dos criacionistas como se fossem religiosos "atrasados".</p>
<p style="text-align:justify;">Existem incontáveis argumentos, de ordem religiosa, filosófica e científica, que desmentem toda a falácia do evolucionismo. O site recomendado executa muito bem o trabalho a que se propôs, atuando no campo da própria ciência.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As religiões enquanto motores da ignorância: O caso (grave!) dos EUA]]></title>
<link>http://naturalmente.wordpress.com/?p=317</link>
<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 17:03:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaopc</dc:creator>
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<description><![CDATA[Per an article in MIT Technology Review America’s scientific literacy rate has improved from a pat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="margin:0;" class="MsoNormal">Per an article in <a href="http://www.technologyreview.com/blog/duncan/17535/">MIT Technology Review</a> America’s scientific literacy rate has improved from a pathetic 10% in 1988:</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><em>The bad news: it’s still only 28 percent. 200 million Americans cannot read a simple story in, say, Technology Review or the New York Times science section and understand even the basics of DNA or microchips or global warming.</em></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><em></em></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><em>This level of science illiteracy may explain why over 40 percent of Americans do not believe in evolution and about 20 percent, when asked if the earth orbits the sun or vice versa, say it’s the sun that does the orbiting–placing these people in the same camp as the Inquisition that punished Galileo almost 400 years ago.</em></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal">Some might attribute this as the result of a poor educational system or a lack of intellectual curiosity, as exemplified by the poster child for ignorant bliss President Bush. I think there may be more to it.</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal">In what I believe to be a related story a Newsweek poll last April (<a href="http://integral-options.gaia.com/blog/2007/4/newsweek_is_god_real">alternate link</a>) included a variety of interesting questions about Americans and religious matters. The article cites the unsurprising fact that 91% of the public say they believe in God and almost as many (87 percent) say they identify with a specific religion. Newsweek also asked poll respondents about modern biology.</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><em>Nearly half (48 percent) of the public rejects the scientific theory of evolution; one-third (34 percent) of college graduates say they accept the Biblical account of creation as fact. Seventy-three percent of Evangelical Protestants say they believe that God created humans in their present form within the last 10,000 years; 39 percent of non-Evangelical Protestants and 41 percent of Catholics agree with that view.</em></p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal">&#160;</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal">These poll results come just a few months after an international study was conducted to measure which countries were the most accepting on evolutionary biology. Of the 34 countries involved, the United States <a href="http://www.livescience.com/humanbiology/060810_evo_rank.html">ranked 33rd</a>. Only Turkey ranked lower.</p>
<p>These are astonishing and terrifying statistics. So while I agree that we need to look closely at our education system and make improvements, I also think we need to consider the active role religion plays in propagating misinformation and encouraging non-critical thinking.</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal">In a world facing global warming, resistant strains of bacteria, debates over stem cell research and natural selection it seems obvious that faith is not benign but is in fact impeding the majority of the public’s ability to truly understand the issues they are asked to contemplate.</p>
<p style="margin:0;" class="MsoNormal"><font face="Times New Roman"></font></p>
<p><font face="Times New Roman">in <a target="_blank" href="http://thesuperjesus.wordpress.com/2008/03/11/216-million-americans-are-scientifically-illiterate/" title="God Makes 216 Million Americans Scientifically Illiterate">The Super Jesus</a></font></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Todos ganharam]]></title>
<link>http://espectivas.wordpress.com/?p=565</link>
<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 09:41:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>O. Braga</dc:creator>
<guid>http://espectivas.wordpress.com/?p=565</guid>
<description><![CDATA[Luís Fernando Veríssimo incorre num erro grave: o darwinismo é, essencialmente, uma teoria (do gr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://clix.expresso.pt/gen.pl?p=stories&#38;op=view&#38;fokey=ex.stories/247010">Luís Fernando Veríssimo incorre num erro grave</a>: o darwinismo é, essencialmente, uma teoria (do grego “theoria”, contemplação) que logrou colmatar algumas das lacunas endógenas mas que continua com um eterno “missing-link”. Naturalmente que, como teoria, é aplicável – embora com muitas reservas aqui e ali – à evolução das espécies, mas daí a transformar-se o darwinismo numa teoria que explica a origem do universo (segundo Dawkins), é um absurdo. Desde logo, a própria teoria do Big Bang contradiz o princípio darwinista de evolução universal, porque o Big Bang (segundo Hawking) não tem uma causalidade cognoscível.<br />
Note-se que a crítica à santidade do darwinismo não legitima o apoio ao criacionismo bíblico, quanto mais não seja para que não se incorra no erro de Veríssimo. A crítica ao solipsismo criacionista não pode justificar a criação de um solipsismo darwinista. Ademais, o criacionismo bíblico nem merece crítica porque se trata de simbologia pura; só podemos criticar (no sentido analítico) o que é racional, e na medida em que o darwinismo se arroga acima de qualquer crítica, irracionaliza-se.<br />
<!--more--><br />
O que se passa no nosso tempo não é só o fim do “combustível fóssil” a que se refere Veríssimo, mas significa também o fim de um combustível moral que, aparentemente, ninguém parece conseguir substituir por um novo. O relativismo moral, que se diz anti-religioso, carrega na sua essência, e por definição, a ausência de um combustível moral universal, e por isso, racional. A moral passou a ser a soma aritmética dos desejos irracionais preconizada por Russell, e tanto quanto a irracionalidade do desejo pode abarcar, assim se transforma a Moral sem a Razão. </p>
<p>Veríssimo pergunta: “quem ganhou?”</p>
<p>Veríssimo revela aquilo a que Olavo de Carvalho chamou de “enxergar o tempo histórico às avessas”: Veríssimo entrevê o presente lamentando aquilo “que poderia ter sido”, isto é, imaginou-se a certeza de um futuro “que será”, e em função deste, tende-se a interpretar o passado, em vez de partirmos do passado para o presente, e deste para o futuro. Assim, o passado só pode ser interpretado em função de um futuro que se idealiza. O “enxergar o tempo histórico às avessas” teve a sua origem no desconstrucionismo ideológico aplicado à interpretação histórica, inventado por Heidegger, e sistematicamente utilizado pela esquerda. </p>
<p><strong>A história não é versão dos vencedores nem a subversão dos vencidos, é antes a ciência da desventura dos homens que revela a baixeza dos conservadores e a inveja dos revolucionários. Na desventura, não existem vencidos nem vencedores. Numa análise optimista, ganharam todos. Se quisermos ser pessimistas, ficamos todos a perder. </strong></p>
<p><a href="http://naquela.horabsurda.org/?p=712">via</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Elo perdido? Qual elo perdido?...]]></title>
<link>http://naturalmente.wordpress.com/2008/02/29/elo-perdido-qual-elo-perdido/</link>
<pubDate>Fri, 29 Feb 2008 18:53:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaopc</dc:creator>
<guid>http://naturalmente.wordpress.com/2008/02/29/elo-perdido-qual-elo-perdido/</guid>
<description><![CDATA[Reports of the lack of &#8220;transitional&#8221; fossils - those with anatomical features intermedi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reports of the lack of "transitional" fossils - those with anatomical features intermediate between two major groups of organisms - have been greatly exaggerated, particularly by creationists who try to distort or ignore the evidence for evolution. Geologist Donald Prothero sketches 10 of the most important transitions, including how fish crawled onto the land, and how giraffes got their long necks:</em><em> </em></p>
<p><em><strong>Evolution: What missing link?</strong></em><em> </em></p>
<p><em>WHEN Charles Darwin published On the Origin of Species in 1859, there was relatively little evidence in the fossil record of evolutionary change. Darwin spent two chapters of his book apologising for the paucity of the fossil record, but predicted that it would eventually support his ideas. </em></p>
<p><em></em><em>What Darwin was bemoaning was the lack of "transitional" fossils - those with anatomical features intermediate between two major groups of organisms. At the time, such fossils were conceived as "missing links" in the "great chain of being" from lowly corals through higher organisms such as birds and mammals to humans (and ultimately to God). </em><em>We now know this is a misconception. </em></p>
<p><em>Life does not progress up a hierarchical ladder from "low" to "high" but is a branching bush with numerous lineages splitting apart and coexisting simultaneously. For example, apes and humans split from a common ancestor 7 million years ago and both ...</em> </p>
<p><a target="_blank" href="http://www.newscientist.com/channel/life/mg19726451.700?DCMP=NLC-nletter&#38;nsref=mg19726451.700" title="New Scientist">In New Scientist, Donald Prothero 27/02/08</a> (a leitura integral do artigo exige inscrição na revista, mas é gratuito e vale a pena)</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Darwinismo Hoje - Dr. Paul Nelson - I]]></title>
<link>http://wcotrim.wordpress.com/?p=67</link>
<pubDate>Mon, 02 Jun 2008 03:18:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Weskley Cotrim</dc:creator>
<guid>http://wcotrim.wordpress.com/?p=67</guid>
<description><![CDATA[A partir de hoje, vou postar os vídeos do I Seminário Internacional - Darwinismo Hoje, cujo tema f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de hoje, vou postar os vídeos do I Seminário Internacional - Darwinismo Hoje, cujo tema foi Design Inteligente, Evolucionismo e Criacionismo, realizado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. O primeiro vídeo é a palestra do Dr. Paul Nelson, especialisata em Design Inteligente. O vídeo foi dividido em sete partes. Espero que vocês gostem. Também não esqueçam de comentar.</p>
<p>Parte 1</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/6QvdrgPoij8'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/6QvdrgPoij8&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Parte 2</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Ad_bRALLGoU'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/Ad_bRALLGoU&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Parte 3</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/iAUzQVpY_LQ'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/iAUzQVpY_LQ&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Parte 4</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/bOJVXGxjRoE'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/bOJVXGxjRoE&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Parte 5</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Rgrmn4l3qgs'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/Rgrmn4l3qgs&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Parte 6</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/7j8hoDg58Fw'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/7j8hoDg58Fw&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Parte 7</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/PLIqJRm-JWQ'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/PLIqJRm-JWQ&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>Que Deus abençoe a todos.</p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Darwinismo hoje]]></title>
<link>http://wcotrim.wordpress.com/?p=66</link>
<pubDate>Sun, 01 Jun 2008 14:14:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Weskley Cotrim</dc:creator>
<guid>http://wcotrim.wordpress.com/?p=66</guid>
<description><![CDATA[A Universidade Presbiteriana Mackenzie promoveu, nos dias 08 a 10 de abril de 2008, o I Simpósio In]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade Presbiteriana Mackenzie promoveu, nos dias 08 a 10 de abril de 2008, o I Simpósio Internacional - DARWINISMO HOJE, cujo tema foi Darvinismo, Criacionismo e Design Inteligente.</p>
<p>Estiveram presentes no evento o Dr. Aldo Mellender de Araújo (IB - UFRS), o Dr. Paul Nelson (<em><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Society for Complexity, Information and Design</span></em>) e o Dr. Ruy Carlos Camargo de Oliveira (<span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">EESC-USP, Presidente e Fundador da Sociedade Criacionista Brasileira</span>).</p>
<p>No seminário buscou-se colocar em discussão as diferentes correntes de pensamento a respeito da origem da vida e suas implicações na sociedade atual. Apesar do Darwinismo ser a corrente de pensamento dominante, o evento buscou mostrar que existem alternativas racionais e com validade científica para a explicação da origem da vida.</p>
<p>Para tornar essa discussão ainda mais democrática  Universidade Mackenzie, através do <a title="Portal Mackenzie" href="http://www4.mackenzie.br/11351.html?&#38;L=0" target="_blank">Portal Mackenzie</a>, está disponibilizando os vídeos com as palestras do evento. Para fazer o download, vá a página do <a title="Portal Mackenzie" href="http://www4.mackenzie.br/11351.html?&#38;L=0" target="_blank">Portal Mackenzie</a>, clicando <a title="Portal Mackenzie - V�deos do Congresso" href="http://www4.mackenzie.br/11549.html" target="_blank">aqui</a>. Clique com o botão direito do mouse no arquivo que você quer baixar, e selecione a opção "Salvar destino como ...". Escolha a pasta onde deseja salvar e clique em salvar. Pronto, assim que o download terminar, você já pode assistir os vídeos. Note que os vídeos estão em dois formatos (formato Windows Media - o formato mais comum, roda em quase todo player de vídeo, e o formato FLV - depende do Flash Player instalado). Apesar de serem maiores, recomendo o formato "Windos Media".</p>
<p>Ainda não vi todos os vídeos, mas acredito que eles tem muito que acrescentar sobre o debate do tema. Assim que vocês assistirem, deixem seus comentários aqui. Compartilhe conosco a sua opinião. É possível outra explicação para a origem da vida, além do Darwinismo?</p>
<p>Que Deus abençoe a todos.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cap 9 - Involução]]></title>
<link>http://eliybarbosa.wordpress.com/?p=60</link>
<pubDate>Fri, 23 May 2008 00:49:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>eliybarbosa</dc:creator>
<guid>http://eliybarbosa.wordpress.com/?p=60</guid>
<description><![CDATA[“TODAS AS COISAS VÊM ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE DE DEUS. TUDO VIVE POR SEU PODER, E TUDO É PARA A S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center">“TODAS AS COISAS VÊM ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE DE DEUS. TUDO VIVE POR SEU PODER, E TUDO É PARA A SUA GLÓRIA. A ELE SEJA A GLÓRIA PARA TODO O SEMPRE” (ROMANOS 11.36)</p>
<p> Existe um incômodo preconceito silencioso para com a Bíblia, e a natureza humana incrédula deseja tentar determinar o que Deus pode ou não pode fazer e criar. É profundamente divulgado, sob as mais diversas formas e sutilezas, que a ciência substituiu a religião como estágio do pensamento humano. Desde J. G. Frazer em sua obra “O Ramo Dourado”, essa mentira é apregoada baseada em muitas especulações e raros fatos.</p>
<p align="justify">Para os evolucionistas, a idéia de que Deus criou o mundo como está relatado na Bíblia, <em>“é quase uma ofensa contra quem se dedica há tanto tempo a esmiuçar o ‘milagre’ da criação. E nem tem respaldo entre os teólogos, numa época dominada pelo conhecimento dos átomos e genes”.</em> (Revista Época. Pág. 81. 27 de dezembro de 1999)</p>
<p align="justify">Há uma tendência quase universal do homem em colocar-se no lugar de Deus, pretendendo determinar a validade de Suas ações e reações, conforme o que constata em si mesmo. Esquecendo que a “evolução” não encontrou ainda, a mais insignificante prova sequer. Nem prova física e nem mesmo uma prova matemática que equacione os dados fornecidos. Uma das explicações do por que da aceitação generalizada da Teoria da Evolução, é o falso status de ciência que ela recebe.</p>
<p align="justify">Mas nenhum sofisma, teoria ou equação tem força suficiente para sobrepor-se a verdade do Deus Criador. Pois mesmo que os átomos sejam as unidades firmes e sólidas do Universo, foram criados por Deus. Por isso Emílio Conde classificou de <em>“crime de lesa-divindade atribuir a origem da vida à inconsciência dos átomos”. </em>Toda a criação surgiu de um plano de Deus e não por acaso. Desde o menor elemento que possa compor um átomo, até a maior galáxia, tudo faz parte deste sublime plano de Deus.</p>
<p align="justify">Em “De Genesi ad litteram imperfectus liber”, Agostinho faz referência às “rationes seminales” (”forças geminativas”): para ele algumas criaturas foram criadas na plena perfeição e outras apenas “esboçadas”. A terra estaria impregnada de forças geminativas, cuja essência estaria na umidade. Esta estranha doutrina se aproxima mais da Teoria da Geração Espontânea do que da Teoria da Evolução. Pois para Agostinho, mesmo nessa doutrina, que dava o crescimento e desenvolvimento dos animais “esboçados”, era Deus.</p>
<p align="justify">Já foi considerado que em Sua criação, Deus fez provisões para que variedades adicionais se desenvolvessem (todas registradas no código genético). Isto não significa o surgimento de novas raças! Mas pequenas mudanças observáveis dentro do tipo básico das espécies que Deus criou. Ou seja, a adaptabilidade de uma espécie e não sua mutação em outra.</p>
<p align="justify">Mas em nenhum momento a Bíblia apóia a evolução dos animais, pois nem mesmo a mais simples célula pode evoluir com o tempo ou com o acaso. A expressão encontrada no relato <em>“conforme a sua espécie”</em>, demonstra a fixidez das espécies básicas, sendo uma lei imutável confirmada pelo DNA. Pois os grupos básicos, quando cruzados com outros, não se reproduzem. Por isso <span style="text-decoration:underline;">desconheço</span> qualquer outra origem das espécies, que não seja ato criativo de Deus.</p>
<p align="justify">Para Parmênides (540-480 a.C.) nada que existe pode se transformar ou mudar. O filósofo grego Aristóteles (384 - 322 a.C.) acreditava que existia um conjunto fixo de espécies, que se reproduzem de forma fiel a sua classe e formam uma escala que vai do simples ao complexo, tornando a evolução impossível.</p>
<p align="justify">Os primeiros adeptos da Teoria da Evolução pensavam que teria existido uma fase na origem da história humana em que não havia religião. Partindo da crença de um antepassado pré-símio, e que animais não possuem religião, os evolucionistas supunham ter existido um longo caminho até o desenvolvimento da religião. Todavia provou-se que esta crença era falsa. Todos os povos possuem a memória de alguma espécie de deus superior, um tipo de bondoso pai-criador-deus, que por não ser temido deixou de ser adorado.</p>
<p align="justify">Por isso é <em>“que a evolução a partir do animatismo </em>(medo do escuro, ou segundo Bouquet, crença numa vaga, poderosa e aterrorizadora força inescrutável) <em>já não pode ser considerado como axiomática, e alguns antropólogos estão agora a sugerir que, sob certo ponto de vista, o monoteísmo pode ser mais primitivo e natural do que o animismo </em>(religião do medo dos espíritos das tribos primitivas). <em>A sua investigação sugere que as tribos não são animísticas porque tenham evoluído sem modificações desde a alvorada da História. Pelo contrário, as provas indicam uma degeneração de um verdadeiro conhecimento de Deus. O isolamento em relação aos profetas e livros religiosos levou-os ao suborno sacrificial para aplacarem os espíritos, em vez das alegres refeições sacrificiais na presença do Criador”.</em></p>
<p align="justify"><em>Assim, as provas da História levam-nos de regresso a uma reconsideração da resposta bíblica”. </em>(As religiões do mundo: do primitivismo ao século XX”. Pág. 31)</p>
<p align="justify">Em cerca de 248 d.C., o filósofo grego Celso havia afirmado que o monoteísmo era ridículo. Com base nesta afirmação, Orígenes (185-255 d.C.) escreveu a obra “Contra Celsum”, onde afirmou que a razão nos conduz ao monoteísmo. Pois o politeísmo se desenvolveu à medida que o homem se afastava de Deus.</p>
<p align="justify">A simples afirmação de que as respostas contidas no livro de Gênesis são relatos baseados na História, já seria motivo suficiente para gerar protestos de cientistas e intelectuais. Pois ignoram que entender plenamente as verdades bíblicas é recuperar a História, usando-a como bases constitutivas e projetistas.</p>
<p align="justify">É sabido por todos que não se deve cair no grande erro de aplicar a ciência em debates teológicos, pois existem severas restrições para a ciência e para a religião (Dt 29.29). Porém, isto não impede de ambos se defrontar, em seus depoimentos contraditórios, para se apurar a verdade.</p>
<p align="justify"><span style="color:#888888;">Autor: Eliy Wellington Barbosa da Silva</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Banana nota 10!]]></title>
<link>http://coisasquegosto.wordpress.com/?p=755</link>
<pubDate>Wed, 21 May 2008 13:23:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Heloisa</dc:creator>
<guid>http://coisasquegosto.wordpress.com/?p=755</guid>
<description><![CDATA[
 
Vi ontem no G1: &#8220;Escola encomenda bananas para ajudar alunos em prova&#8221;
Uma escola n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://vladirduarte.blogspot.com/2007/11/macaco-gosta-mesmo-de-banana.html" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align:center;"> <a href="http://www.pplware.com/2007/08/10/recuperar-cd%E2%80%99s-riscados-com%E2%80%A6-bananas/" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://www.pplware.com/wp-content/images/imagem_banana.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Vi ontem no <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL489000-5602,00-ESCOLA+ENCOMENDA+BANANAS+PARA+AJUDAR+ALUNOS+EM+PROVA.html" target="_blank">G1</a>: "Escola encomenda bananas para ajudar alunos em prova"</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#808080;">Uma escola na região de Hereford, na Grã-Bretanha, encomendou centenas de bananas para melhorar a performance dos alunos durante os exames de GCSE (Certificado Geral de Educação Secundária, na sigla em inglês) - o principal exame acadêmico feito pelos alunos que concluem o ensino secundário. </span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#333333;">Isso porque a banana, chamada de Rainha das Frutas, é rica em potássio, mineral que ajuda a melhorar a concentração. Além disso, o potássio regula a pressão arterial. A banana é rica também em ferro, que estimula a produção de hemoglogina e ajuda em casos de anemia; em fibras, que normalizam as funções intestinais; em açúcares naturais (sacarose, glicose e frutose) que, combinados com as fibras, elevam instantaneamente e substancialmente o nível de energia do corpo. A banana é a fruta nº 1 dos atletas. Comer uma banana entre as refeições ajuda a manter elevados os níveis de açúcar no sangue, combatendo o cansaço. A vitamina B presente na banana acalma o sistema nervoso, combate a anemia e as doenças cardiovasculares. A fruta é excelente para as que estão <em>embarazadas.</em> Para as que têm problemas com a TPM, a banana possui vitamina B, que regula os níveis de glicose no sangue, melhorando o humor.  Até a casca da banana faz bem: esfregar a parte de dentro da casca da banana no local onde um inseto picou ajuda a acalmar a irritação. </span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#333333;">Segundo o site <a href="http://www.acessa.com/vidasaudavel/arquivo/ser_holistico/2008/04/01-artigo/" target="_blank">Acessa.com</a>:</span></p>
<ul class="lista">
<li><span style="color:#808080;">O valor alimentício da banana reside, principalmente, no seu teor em hidratos de carbono, que vai de 20,80% na banana São Tomé, a 36,80% na banana ouro. </span></li>
<li><span style="color:#808080;">Entre os sais minerais contidos na banana destacam-se: o potássio, o sódio, o fósforo, o cloro, o magnésio, o enxofre, o silício, o cálcio. </span></li>
<li><span style="color:#333333;"><span style="color:#808080;">Na banana contém as vitaminas A, B1, B2, B5, (niacina) e C, além de algumas outras, menos importantes para o nosso organismo, segundo o que está assente até hoje. A vitamina A se encontra na proporção de 200 a 300 U.l. por 100 g, nas diversas variedades. A taxa das vitaminas B1, B2 e niacina são pequenas. É bem variado o teor em vitamina C, de um tipo de banana para outro. Assim, em 100 gramas, a d'água possui 6,4 mg; a maçã, 12,7 mg; a figo, 15,3 mg; a prata, 17,3 mg; a ouro, 9,4 mg.</span> </span></li>
</ul>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#333333;">Eu, que trabalho muito, necessito repor as energias constantemente. Comer bananas me ajuda a recuperar as forças e quando passo algum tempo sem comê-las me sinto tonta. Sem falar que é uma delícia. Criei até uma receitinha com bananas maduras que é nota 10:</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#333333;">Numa frigideira, coloque cinco colheres (sopa) de açúcar mascavo, cinco bananas prata cortadas em rodelas finas e uma colher (sobremesa) de margarina. Ponha no fogo e deixe o açúcar caramelar, virando com cuidado. As bananas vão ficar douradinhas. Coma quente. Cada 100 gramas de banana possui cerca de 90 calorias.</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#333333;">Que Deus maravilhoso! Quem poderia criar um alimento tão completo como a maravilhosa banana? Me diga, quem?</span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="color:#333333;">Fontes: <a href="http://www.nestle.pt/bemestar/presentation/nutricao/Alimentos.aspx?id=238" target="_blank">Nestlé</a> e <a href="http://www.acessa.com/vidasaudavel/arquivo/ser_holistico/2008/04/01-artigo/" target="_blank">Acessa.com</a><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Moisés pode não ter existido, sugere pesquisa arqueológica]]></title>
<link>http://criacionismo.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 00:26:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Baldaci</dc:creator>
<guid>http://criacionismo.wordpress.com/?p=3</guid>
<description><![CDATA[
Moisés com os Dez Mandamentos(Foto: Reprodução)
A saga de Moisés, o profeta que teria arrancado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,13735181-EX,00.jpg" alt="" width="375" height="495" /></p>
<p><strong><em>Moisés com os Dez Mandamentos(Foto: Reprodução)</em></strong></p>
<p>A saga de Moisés, o profeta que teria arrancado seu povo da escravidão no Egito e fundado a nação de Israel, tem bases muito tênues na realidade, segundo as pesquisas arqueológicas mais recentes. É praticamente certo que, em sua maioria, os israelitas tenham se originado dentro da própria Palestina, e não fugido do Egito. O próprio Moisés tem chances de ser um personagem fictício, ou tão alterado pelas lendas que se acumularam ao redor de seu nome que hoje é quase impossível saber qual foi seu papel histórico original.</p>
<p>É verdade que as opiniões dos pesquisadores divergem sobre os detalhes específicos do Êxodo (o livro bíblico que relata a libertação dos israelitas do Egito) que podem ter tido uma origem em acontecimentos reais. Para quase todos, no entanto, a narrativa bíblica, mesmo quando reflete fatos históricos, exagera um bocado, apresentando um cenário grandioso para ressaltar seus objetivos teológicos e políticos.</p>
<p> </p>
<p>Airton José da Silva, professor de Antigo Testamento do Centro de Estudos da Arquidiocese de Ribeirão Preto (SP), resume a situação: "O Moisés da Bíblia é<br />
claramente 'construído'. Pode até ter existido um Moisés lá no passado que inspirou o dos textos, mas nada sabemos dele com segurança. Nas minhas aulas de história de Israel, começo com geografia e passo para as origens de Israel em Canaã [antigo nome da Palestina], não trato mais de patriarcas e nem do Êxodo".</p>
<p> </p>
<div class="subTitulo"><span class="marcador"> </span><span>Data-limite</span></div>
<p>Os pesquisadores dispõem há muitos anos do que parece ser a data-limite para o fim do Êxodo. Trata-se de uma estela (uma espécie de coluna de pedra) erigida pelo faraó Merneptah pouco antes do ano 1200 a.C. A chamada estela de Merneptah registra uma série de supostas vitórias do soberano egípcio sobre territórios vizinhos, entre eles os de Canaã. E o povo de Moisés é mencionado laconicamente: "Israel está destruído, sua semente não existe mais". Não se diz quem liderava Israel nem que regiões eram abrangidas por seu território. Trata-se da mais antiga menção aos ancestrais dos judeus fora da Bíblia. </p>
<p><strong><img src="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,14476738,00.jpg" alt="" width="595" height="298" /></strong></p>
<div class="descricao"><strong>Inscrição em hieróglifos feita sob ordem do faraó Merneptah pouco antes de 1200 a.C. Esse trecho do texto diz: "Israel está destruído, sua semente não existe mais" (Foto: Reprodução)</strong></div>
<div class="descricao"><strong></strong></div>
<div class="descricao">
<p>Se a saída dos israelitas do Egito ocorreu, ela precisaria ter acontecido antes disso. A Bíblia relata que, cerca de 400 anos antes de Moisés, os ancestrais do povo de Israel, liderados pelo patriarca Jacó, deixaram seu lar na Palestina e se estabeleceram no norte do Egito, junto à parte leste da foz do rio Nilo. Os egípcios teriam permitido esse assentamento porque, na época, o mais importante funcionário do faraó era José, filho de Jacó. Décadas mais tarde, um novo faraó teria ficado insatisfeito com o crescimento populacional dos descendentes do patriarca e os transformado em escravos. </p>
<p> </p>
<p>Por algum tempo, arqueólogos e historiadores acharam que haviam identificado evidências em favor dos elementos básicos dessa trama. É que, por volta do ano 1700 a.C., a região da foz do Nilo foi dominada pelos chamados hicsos, uma dinastia de soberanos originários de Canaã e de etnia semita, tal como os israelitas. (O nome "Jacó", muito comum na época, está até registrado entre nobres hicsos.)</p>
<p> </p>
<p>Pouco mais de um século mais tarde, os egípcios expulsaram a dinastia estrangeira de suas terras. Isso mataria dois coelhos com uma cajadada só. Explicaria a ascensão meteórica de José na burocracia egípcia, graças à proximidade étnica com os hicsos, e também por que seus descendentes foram escravizados -- eles teriam sido associados à ocupação estrangeira no Egito.</p>
<p> </p>
<p>O problema com a idéia, no entanto, é que não há nenhuma menção aos israelitas ou a José e sua família em documentos egípcios ou de outros reinos do Oriente Médio nessa época. Pior ainda, até hoje não foi encontrado nenhum sítio arqueológico no Sinai que pudesse ser associado aos 40 anos que os israelitas teriam passado no deserto depois de deixar o Egito. </p>
<p>Os textos egípcios também não falam em nenhum momento da fuga liderada por Moisés, se é que ela ocorreu. "Isso é um problema grave. O argumento de que os egípcios não registravam derrotas é falso: a saída de um pequeno grupo nem era um revés, e eles relatavam derrotas sim, mesmo quando diziam que tinha sido um empate", afirma Airton José da Silva.  </p>
<p> </p>
<div class="subTitulo"><span class="marcador"> </span><span>Apiru = hebreus?</span></div>
<p>Para Milton Schwantes, professor da  Faculdade de Filosofia e Ciências da Religião da Universidade Metodista de São Paulo, outro problema com a ligação entre os israelitas e os hicsos é dar ao Êxodo uma dimensão muito mais grandiosa do que seria razoável esperar do evento. "É uma cena de pequeno porte -- estamos falando de grupos minoritários, de 150 pessoas fugindo pelo deserto. Em vez do exército egípcio inteiro perseguindo essa meia dúzia de pobres e sendo engolido pelo mar, o que houve foram uns três cavalos afundando na lama", brinca Schwantes.</p>
<p> </p>
<p>Ele é menos pessimista em relação aos possíveis elementos de verdade histórica na narrativa do Êxodo. Os israelitas são freqüentemente chamados de "hebreus" nesse livro da Bíblia, uma mistura de nomenclaturas que deixou os estudiosos com a pulga atrás da orelha. Documentos do Oriente Médio datados (grosso modo) entre 2000 a.C. e 1200 a.C., porém, falam dos <em>habiru </em>ou <em>apiru</em> -- grupos que parecem ter vivido às margens da sociedade, atuando como trabalhadores migrantes, escravos, mercenários ou guerrilheiros.</p>
<p> </p>
<p>"Ou seja, os hebreus talvez não fossem um grupo étnico, mas uma categoria social, de pessoas que muitas vezes eram forçadas a participar de grandes construções no Egito, sem receber o necessário para o seu sustento", afirma Schwantes. Ele também vê sinais de memórias históricas antigas nos nomes de algumas cidades egípcias mencionadas na narrativa do Êxodo -- lugares que foram ocupados por um período relativamente curto de tempo, por volta de 1200 a.C.</p>
<p> </p>
<p>"O próprio nome de Moisés é um nome egípcio que os israelitas não entenderam", diz Schwantes. Parece ser a terminação "-mses" presente em nomes de faraós como Ramsés e quer dizer "nascido de" algum deus -- no caso de Ramsés, "nascido do deus Rá". No caso do líder dos israelitas, falta a parte do nome referente ao deus.</p>
<p> </p>
<div class="subTitulo"><span class="marcador"> </span><span>Mar: Vermelho ou de Caniços?</span></div>
<p>O momento mais famoso da saída dos israelitas do Egito é o confronto entre Moisés e o exército egípcio no Mar Vermelho, quando, por ordem de Deus, o profeta abre as águas para que seu povo passar e as fecha para engolir os homens do faraó. No entanto, é possível que a história original tenha se referido não a águas oceânicas, mas a um pântano.</p>
<p> </p>
<p>Explica-se: o sentido original do hebraico <em>Yam Suph</em>, normalmente traduzido como "Mar Vermelho", parece ser "Mar de Caniços", ou seja, uma área cheia dessas plantas típicas de regiões lacustres. Assim, nas versões originais da lenda, afirmam estudiosos do texto bíblico, os "carros e cavaleiros" do Egito teriam ficado presos na lama de um grande pântano, enquanto os fugitivos conseguiam escapar. Conforme a tradição oral sobre o evento se expandia, os acontecimentos milagrosos envolvendo a abertura de um mar de verdade foram sendo adicionados à história.</p>
<p> </p>
<p>O dado mais importante sobre a dimensão real do Êxodo, no entanto, talvez venha da Palestina. Israel Finkelstein, arqueólogo da Universidade de Tel-Aviv, em Israel, conta que uma série de novos assentamentos associados às antigas cidades israelitas aparecem na Palestina por volta da mesma época em que a estela de Merneptah foi erigida. Acontece que a cultura material -- o tipo de construções, utensílios de cerâmica etc. -- desses "israelitas" é idêntica à que já existia em Canaã antes de esses assentamentos surgirem. Tudo indica, portanto, que eles seriam colonos nativos da região, e não vindos de fora.</p>
<p> </p>
<p>Para Finkelstein, isso significa que a história do Êxodo foi redigida bem mais tarde, por volta do século 7 a.C. O confronto com o Egito teria sido usado como forma de marcar a independência dos israelitas em relação aos vizinhos, que estavam tentando restabelecer seu domínio na Palestina. A figura de Moisés, talvez um herói quase mítico já nessa época, teria sido incorporada a essa versão da origem da nação.</p>
<p><img src="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,14476726-EX,00.jpg" alt="" width="535" height="335" /></p>
<p>O mosteiro de Santa Catarina, no Sinai, é tradicionalmente identificado com o local onde Moisés teve seu encontro com Javé.</p>
</div>
<p><!-- foto595 --> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Linux, Manipulação Genética e Teologia]]></title>
<link>http://samahell.wordpress.com/?p=133</link>
<pubDate>Sun, 20 Apr 2008 01:17:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Samael</dc:creator>
<guid>http://samahell.wordpress.com/?p=133</guid>
<description><![CDATA[
Fonte: zoitz, Linuxolution
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-135" src="http://samahell.wordpress.com/files/2008/04/linuxolution.png?w=495" alt="" width="495" height="189" /></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.zoitz.com/" target="_blank">zoitz</a>, <a href="http://www.zoitz.com/archives/35" target="_blank">Linuxolution</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fósseis são evidência do dilúvio]]></title>
<link>http://crevopi.wordpress.com/?p=122</link>
<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 02:25:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>FNdS</dc:creator>
<guid>http://crevopi.wordpress.com/?p=122</guid>
<description><![CDATA[Fósseis são frequentemente apresentados como evidência da teoria da evolução. Fósseis, no enta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Fósseis são frequentemente apresentados como evidência da teoria da evolução. Fósseis, no entanto, são um tremendo problema para os darwinistas.</p>
<p><!--more-->Charles Darwin reconhecia a dificuldade para sua teoria no fato de que as formas transicionais que ele esperava não apareciam no registro fóssil da época. O problema persiste, e mais de 150 anos depois, as formas transicionais continuam desaparecidas. Os fósseis continuam a dizer "não" para a teoria da evolução.</p>
<p>O darwinismo é baseado em processos longos e graduais que requerem milhões de anos para se completar. Fósseis apresentam todos os sinais de catástrofe e mudança rápida de condições.</p>
<p>A existência de fósseis pode ser explicada de forma muito mais simples e elegante pelo dilúvio universal descrito na bíblia, no livro de gênesis. As condições para a formação de fósseis eram prevalentes durante o díluvio mas extremamente raras hoje em dia.</p>
<p>O artigo abaixo apresenta excelente argumentação sobre a formação de fósseis durante o dilúvio. A evidência faz muito mais sentido à luz da bíblia.</p>
<p>"<a title="Are Fossils The Result of Noah's Flood?" href="http://icr.org/index.php?module=articles&#38;action=view&#38;page=504">Are Fossils The Result of Noah's Flood?</a>"</p>
<p>O próximo artigo descreve como um paleontogista criacionista foi o primeiro a descrever o ictiosauro, a partir dos fósseis. Ao contrário do que muitos pensam, é possível ser criacionista e praticar ciência de qualidade:</p>
<p>"<a title="Sea Dragons" href="http://www.icr.org/index.php?module=articles&#38;action=view&#38;ID=119">Sea Dragons</a>"</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Este país é muito divertido]]></title>
<link>http://fabriciopontin.wordpress.com/?p=514</link>
<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 20:11:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>fabriciopontin</dc:creator>
<guid>http://fabriciopontin.wordpress.com/?p=514</guid>
<description><![CDATA[What would jesus Drive? - qual carro o Jesus Cristo dirigiria? Carroça conta? Bom, pelo menos é um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.whatwouldjesusdrive.org/" target="_blank">What would jesus Drive?</a> - qual carro o Jesus Cristo dirigiria? Carroça conta? Bom, pelo menos é um grupo de religiosos que não nega o caos ambiental - ou que não acha o caos ambiental ótimo, pq significa que Jesus tá voltando.</p>
<p>Em uma notícia similar, se tu é um guri em Oklahoma, tu agora pode responder na tua prova que o planeta tem seis mil anos. Cortesia de algum batista local que resolveu passar uma lei reconhecendo a data oficial do criacionismo literal como defensável científicamente.</p>
<p>Sério, os nossos neo-pentecostais no Brasil precisam começar a se mexer. Exijo o mesmo nível de diversão! Sugiro uma iniciativa similiar no sáite da IURD.</p>
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]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Início]]></title>
<link>http://blogdoaureo.wordpress.com/?p=15</link>
<pubDate>Sun, 23 Mar 2008 18:00:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogdoaureo</dc:creator>
<guid>http://blogdoaureo.wordpress.com/?p=15</guid>
<description><![CDATA[Bem - Vindo Ao Blog do Áureo!
&nbsp;
No Blog do Áureo você encontra diversos assuntos sobre Bíbl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" align="center"><span style="font-size:25pt;font-family:Snap itc;"><font color="#162ede">Bem - Vindo Ao Blog do Áureo!</font></span></p>
<p class="MsoNormal" align="left">&#160;</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16pt;font-family:'Alba Super';color:#339966;">No Blog do Áureo você encontra diversos assuntos sobre Bíblia, Criacionismo, Jesus, entre outros diversos assuntos relacionados com nosso Criador, Deus.</span><span style="font-size:16pt;font-family:'Snap ITC';color:#339966;"> </span><span style="font-size:16pt;font-family:'Alba Super';color:#339966;"></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:16pt;font-family:'Snap ITC';color:#339966;"> </span><span style="font-size:16pt;font-family:'Alba Super';color:#339966;">Eu estarei atualizando esse Blog diariamente, e qualquer critica ou sugestão, envie um e-mail para: viniciusjun@hotmail.com</span></p>
<p><span style="font-size:16pt;font-family:'Alba Super';color:#339966;">Agora comece já a navegar pelas páginas do meu Blog, logo aí em cima que com certeza você vai aprender alguma coisa no mínimo… interessante! </span></p>
<p class="MsoNormal" align="center">&#160;</p>
<div style="text-align:right;"></div>
<div align="center"><span style="font-size:50pt;color:blue;"></p>
<div style="text-align:center;"></div>
<p></span></div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Divina providencia. D'us não existe?]]></title>
<link>http://visoesesonhos.wordpress.com/?p=7</link>
<pubDate>Thu, 20 Mar 2008 20:45:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>thiagoalmeida</dc:creator>
<guid>http://visoesesonhos.wordpress.com/?p=7</guid>
<description><![CDATA[Deus não existe? (O que é divina providencia?).
 
A divina providencia é exatamente a vontade so]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;color:gray;">Deus não existe? (O que é divina providencia?).</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;color:gray;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;color:gray;">A divina providencia é exatamente a vontade soberana de D’us. Um dos grandes exemplos da divina providencia é a gravidade (como já explicamos em momentos anteriores). </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;color:gray;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;color:gray;">D’us é completamente criativo, lógico, inteligente detalhes tão intensos de sabedoria e sensibilidade estão presentes na estrutura de todas as coisas. A combinação de átomos e partículas de todas as coisas. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;color:gray;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;color:gray;">Pensar na não existência de D’us, é pensar que o acaso seria lógico, proporcional e equilibrado. A prova é: você tem dois olhos equilibradamente centralizados em seu rosto. Tudo em seu corpo é proporcionalmente distribuído, cinco dedos para cada lado, em cada uma das mãos, dois orifícios no nariz, dois ouvidos e duas orelhas, distribuídos em cada um dos seus lados. Tudo isso está programado como um programa de computador em seu código genético. Como esse site por exemplo. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;color:gray;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;color:gray;">A ciência é a religião mais antiga, pois o que se acreditava em alguns anos atrás, não se crê mais. Se você tem um pouco mais de idade, vai lembrar que nas aulas de ciência ensinavam que o elo perdido que prova à evolução do macaco ao homem era o fóssil “Lucy” (nome dado a um fóssil em homenagem a uma música dos Beatles, encontrado em meados do século XX). Foi descoberto que esse fóssil era falso. Isso mesmo, forjado por alguns cientistas e provado com teste de carbono 14 (quatorze). Era uma mistura de vários fósseis. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;color:gray;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;color:gray;">A mais tempo alguns cientistas acreditavam que o fogo gerava uma substancia tóxica que apagava a chama. Hoje sabemos que quando a vela é coberta com um copo, por exemplo, a falta do oxigênio apaga a vela. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;color:gray;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;color:gray;">Os cientistas antigamente também acreditavam que a vida poderia ser gerada do nada, hoje sabemos que a vida nasce em circunstâncias adequadas e com combinações “lógicas”. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;color:gray;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;color:gray;">Tantos exemplos só nos fazem acreditar que tanto a religião, quanto a ciência estão se descobrindo. E como hoje temos o entendimento, muitas coisas da ciência são explicadas em nossa crença quanto na ciência. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;color:gray;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;color:gray;">É lógico que ainda temos muito para aprender, pois a base de nossa crença é que a vida e tudo existente precisa de evolução e de equilíbrio. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;color:gray;"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;color:gray;">Pense nisso. </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sapos]]></title>
<link>http://coisasquegosto.wordpress.com/?p=630</link>
<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 00:45:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Heloisa</dc:creator>
<guid>http://coisasquegosto.wordpress.com/?p=630</guid>
<description><![CDATA[

Esses vídeos incríveis mostram, em câmara lenta, como sapos atacam suas presas. Para ver os ví]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a target="_blank" href="http://br.youtube.com/watch?v=eKcztOR6UYM"><img src="http://coisasquegosto.wordpress.com/files/2008/03/frog.jpg" alt="frog.jpg" /></a></p>
<p align="center"><a target="_blank" href="http://br.youtube.com/watch?v=OffSro2z5vU"><img src="http://coisasquegosto.wordpress.com/files/2008/03/frog2.jpg" alt="frog2.jpg" /></a></p>
<p align="left">Esses vídeos incríveis mostram, em câmara lenta, como sapos atacam suas presas. Para ver os vídeos, é só clicar nas imagens.</p>
<p align="left">Especial para <a target="_blank" href="oscar-vg.blogspot.com">Oscar Luiz</a>.</p>
<p align="left">Vi no <a target="_blank" href="http://www.caixapreta.blog.br/?p=2263">Caixa Preta</a>.</p>
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<title><![CDATA[Ph.D. questiona evolução]]></title>
<link>http://profjosenilton.wordpress.com/?p=623</link>
<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 23:16:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>profjosenilton</dc:creator>
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<description><![CDATA[Willem J. Ouweneel
Pesquisador Associado em Genética Experimental em Utrecht, Holanda,
com Ph.D. na]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Willem J. Ouweneel<br />
Pesquisador Associado em Genética Experimental em Utrecht, Holanda,<br />
com Ph.D. na Faculdade de Matemática e Ciências Naturais, em artigo intitulado <em>O caráter científico da doutrina da evolução</em>, públicado no site da Sociedade Criacionista Brasileira, escreveu:</p>
<p>"Torna-se cada vez mais evidente que a evolução não é sequer uma boa teoria científica. Por exemplo, os evolucionistas afirmam que a vida surgiu naturalmente a partir de matéria inerte, mesmo sem existirem evidências a favor da geração espontânea." </p>
<p>Para ler todo o artigo, visite o site da <a target="_blank" href="http://www.scb.org.br">SCB</a>, no menu - Textos e Vídeos. .</p>
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<title><![CDATA[an' the book says: / he made us all to be just like him, / so, if we're dumb / then god is dumb / (and maybe even a little bit ugly on the side)]]></title>
<link>http://gusps.wordpress.com/?p=42</link>
<pubDate>Sat, 01 Mar 2008 01:08:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gustaf P. Sahs</dc:creator>
<guid>http://gusps.wordpress.com/?p=42</guid>
<description><![CDATA[há momentos em que a religião pode ser uma coisa muito engraçada, como neste site&#8230;. a parte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>há momentos em que a religião pode ser uma coisa muito engraçada, como <a href="http://www.amoremcristo.com/" target="_blank">neste site</a>.... a parte dos testemunhos é imbatível, a começar pelos nomes de grande parte dos membros, mas nada, nada no mundo, supera <a href="http://www.amoremcristo.com/testemunhos_read.asp?id=77" target="_blank">este testemunho</a>.... juro que um rabino dando seu depoimento num site de encontros evengélicos, porque ele se casou com uma evangélica é uma situação tão bizarra quanto os judeus anti-semitas do south park....</p>
<p>outras vezes, a situação é assuatadora, como quando um <a href="http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid115204,0.htm" target="_blank">grupo criacionista lança sua própria revista científica</a>.... o link leva à matéria do estadão sobre o assunto, para esclarecer tudo sobre a criação do mundo, o aparecimento dos seres humanos e todas as verdades do mundo, leia o <a href="http://www.answersingenesis.org/arj" target="_blank">answers research journal</a>.... esqueça a <a href="http://www.nature.com/index.html" target="_blank">nature</a> e a <a href="http://www.sciam.com/" target="_blank">scientific american</a> já....</p>
]]></content:encoded>
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