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	<title>corporativismo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/corporativismo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "corporativismo"</description>
	<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 07:33:45 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA["Fui o melhor dirigente sindical ,do Brasil nos anos 70", diz Lula ]]></title>
<link>http://rizzolot.wordpress.com/?p=3871</link>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 01:41:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>rizzolot</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em discurso nesta quinta-feira para cerca de 600 estudantes da Univasf (Universidade Federal do Vale]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Em discurso nesta quinta-feira para cerca de 600 estudantes da Univasf (Universidade Federal do Vale do São Francisco), onde criticou a "mercantilização" do ensino, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que foi o melhor dirigente sindical do Brasil na década de 70. </p>
<p>"Quero dizer para vocês que fui um dos grandes dirigentes sindicais deste país", disse Lula, em Petrolina (PE). "Aliás, durante a década de 70, fui o melhor dirigente sindical deste país", afirmou ele. </p>
<p>Lula disse que quando era dirigente sindical sempre teve "muitas dúvidas" sobre greves envolvendo médicos e metroviários. "Quem paga [pelas greves] é exatamente a parte mais pobre da população", afirmou. </p>
<p>Depois de visitar as instalações do HUT (Hospital de Urgências e Traumas) e inaugurar a primeira etapa do campus da universidade, Lula criticou a concentração de profissionais especializados apenas nas maiores cidades do Brasil. </p>
<p>"Se vocês que estudam medicina aqui, ao se formarem, quiserem trabalhar na avenida Paulista, em São Paulo, ou quiserem apenas trabalhar na praia de Boa Viagem, sabe o que vai acontecer? Vai ser uma frustração porque, embora a gente esteja aumentando o curso de medicina, os pobres do sertão vão ficar sem médicos, vão continuar não sendo atendidos", disse o presidente. </p>
<p>Segundo o presidente, "as pessoas, muitas vezes, parecem que querem mercantilizar uma coisa nobre que é a educação, sobretudo na área da saúde". </p>
<p>Lula também criticou os estudantes que recebem bolsas, mas nunca "retribuem" com trabalho o auxílio recebido. </p>
<p>"Às vezes, um cidadão se forma na USP, na Unicamp, na Universidade Federal de Recife, depois ele ganha uma bolsa e vai passar dois anos em Paris, fazendo pós-graduação, fazendo mestrado. Depois, se ele ganhar mais uma bolsa, passa mais dois anos em Berlim. Depois, ele ganha mais uma 'bolsinha', tem gente que vive de bolsa também, e vai para Londres ficar mais dois anos, ou seja, nunca há um tempo para ele retribuir com trabalho aquilo que foi o pagamento que o povo brasileiro garantiu para ele." </p>
<p>No final do discurso, após elogiar algumas ações do seu governo, o presidente Lula disse que muitas pessoas o consideram "um homem de sorte". </p>
<p>"Deus queira que eu levante todo dia com mais sorte ainda, porque sem sorte a gente não arruma nem mulher, nem mulher arruma marido para casar. Ou seja, é preciso ter muita sorte na vida política, é preciso ter muita sorte na vida administrativa, é também é preciso ter muita sorte no amor porque, senão, a vida não vale a pena."<br />
Folha online</p>
<p><strong>Rizzolo</strong>: O problema dessa questão que envolve a falta de médicos no Brasil é extremamente grave. Existem duas questões bem claras. A primeira é que os estudantes pobres jamais entrarão numa faculdade de medicina, até porque o vestibular para a área médica exige muito preparo, dedicação integral aos estudos,e poucas vagas existem; além das faculdades particulares serem absurdo. Sobra a opção em ir ao exterior, o que por conta do corporativismo médico, impõe-se barreiras na revalidação dos diplomas. Alem disso surge outro problema decorrente é claro da falta de vagas e da política restritiva de formação médica: a falta de médicos no interior, no sertão brasileiro.</p>
<p>O Brasil precisa de uma vez por todas não mais ceder ao corporativismo médico que impõe um limite de vagas, impõe restrições aos estudantes estrangeiros, e determina como que se fosse o Poder Público, de que forma e a quantidade de médicos que devem ter autorização para o exercício da medicina, enquanto milhares de pessoas morrem sem assistência médica por falta de profissionais. Não me venham dizer do nível de qualidade, da formação; nós precisamos de médicos, o povo brasileiro precisa de profissionais da área médica em massa. Agora se entendem que fizeram medicina para ganhar dinheiro, que sejam comerciantes, industriais.</p>
<p>O Brasil ainda é um País pobre e precisa acima de tido de médicos sensíveis e patriotas! Essa é a verdade !! O resto é mercantilismo e conversa mole. "Ah! Mas o Rizzolo fala isso porque vai no Albert Einstein !!" , ou então,  "Essa hora ele já deve ter tomado uma garrafa de vinho francês !!" Pouco me importa o que dizem, ou o que pensam. Estou pensando nos 45 milhões que não tem Saúde Pública, tampouco médicos. Acredito nos médicos patriotas, naqueles que desde a infância sempre pensaram em algo maior, em ajudar os pobres, e hoje enfim são médicos  !!</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link></link>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
<dc:creator></dc:creator>
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<description><![CDATA[
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<br />
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Les da vergüenza citar a los bloggers como fuentes]]></title>
<link>http://geografosubjetivo.wordpress.com/?p=701</link>
<pubDate>Thu, 14 Aug 2008 16:21:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Geógrafo Subjetivo</dc:creator>
<guid>http://geografosubjetivo.wordpress.com/?p=701</guid>
<description><![CDATA[No suelo hablar mucho sobre Internet, sobre los blogs y los medios de comunicación en Internet. Muc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">No suelo hablar mucho sobre Internet, sobre los blogs y los medios de comunicación en Internet. Mucho menos de Informática (soy un simple usuario), ni de los conceptos de la sociedad tecnológica.</p>
<p style="text-align:justify;">Lo que me ha pasado ayer me ha animado a escribir esta “entrada de protesta”. El día 12 del corriente publiqué <a href="http://geografosubjetivo.wordpress.com/2008/08/12/china-le-pone-letra-al-himno-espanol/" target="_blank">una entrada sobre un fallo en la información sobre España en la página web de los JJOO de Pekín</a>. La entrada ha tenido <a href="http://meneame.net/story/china-pone-letra-himno-espanol" target="_blank">cierto éxito</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Al día siguiente <a href="http://jjoo.marca.com/2008/2008/12/elotrolado/1218586225.html" target="_blank">en la página web del Diario Marca veo la misma información</a>, pero sin referirse a la fuente de la que sacaban la información. En ningún momento dicen que ellos han hecho este pequeño descubrimiento, pero tampoco ponen ningún vínculo ni citan siquiera el nombre del blog.</p>
<p style="text-align:justify;">No podemos decir que un caso de plagio, <a href="http://www.marcvidal.cat/espanol/2008/01/el-mundo-utiliz.html" target="_blank">como se han denunciado otros</a>, sino de falta de elegancia. La cuestión que me planteo del porqué a los medios tradicionales, aunque sea en su versión digital, les cuesta tanto reconocernos como fuente. Van algunas ideas:</p>
<p style="text-align:justify;">1) Los medios tradicionales tienen unos recursos prodigiosos y nosotros solamente nos tenemos a nosotros mismos, nuestros conocimientos y un ordenador personal como el de millones de personas más. Reconocer que tienen que recurrir a blogueros en algunas ocasiones podría plantear la cuestión es de que si no saben manejar sus medios o tienen poca creatividad.</p>
<p style="text-align:justify;">2) Los medios tradicionales se han encargado de desprestigiar Internet desde su mismo nacimiento. Todavía hay gente, de las que se tragan muchas horas de tele, que piensan que todos los que entramos en la Red lo hacemos con ánimo delictivo y que en el espacio digital no pasa nada bueno. La consecuencia es que tener Internet como fuente suena como cutre a una parte de sus clientes, pero es así porque ellos mismos han destacado lo perverso (lo hay en la misma proporción que en otras esfera sociales) que lo que se crea, se estimula la utilidad que tiene.</p>
<p style="text-align:justify;">3) Dentro de la denigración generalizada de Internet, se han cebado con los blogs. Se nos ha caracterizado como “frikis” que se vuelven loco por el color de los botones de los zapatos de cualquier famosillas o cosas similares. Evidentemente hay de todo, pero <a href="http://geografosubjetivo.wordpress.com/2008/07/21/la-incidencia-de-los-blogs-en-la-ultima-campana-electoral/" target="_blank">los blogs se van convirtiendo poco a poco en fuentes de información y de opinión</a>. Debe ser doloroso reconocer que muchas veces tienen redactores metidos en Internet con la finalidad de inspirarse en los que dicen los blogueros en las materias más diversas: equivale a reconocer el comienzo de la pérdida del monopolio.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Boas-vindas à Secretária - Editorial do Sindireceita - regional MG]]></title>
<link>http://rfbalemdosmuros.wordpress.com/?p=327</link>
<pubDate>Thu, 07 Aug 2008 22:12:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberto Carlos dos Santos</dc:creator>
<guid>http://rfbalemdosmuros.wordpress.com/?p=327</guid>
<description><![CDATA[&#8220;É HORA DE MUDAR&#8221;

&#8220;Mudanças trazem consigo a esperança de dias melhores e a pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h1 class="Boletim">"É HORA DE MUDAR"</h1>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">"Mudanças trazem consigo a esperança de dias melhores e a preocupação de que eles não venham.</p>
<p style="text-align:justify;">A troca de comando na RFB pode significar, de fato, a reforma administrativa necessária à correção de rumos da administração tributária federal em direção à educação e à justiça fiscais.</p>
<p style="text-align:justify;">Da administração passada, fica o espólio dos três pilares de sua política de desmantelamento da máquina fiscal: a arrecadação perversa, a administração tributária ineficiente e, através da segregação, o aprofundamento do conflito corporativo"</p>
<p style="text-align:justify;">[...]</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">"Nós, Analistas-Tributários da Receita Federal do Brasil filiados ao SINDIRECEITA em Minas Gerais, desejamos a Secretária da Receita Federal, Sra. Lina Maria Vieira, pleno êxito neste novo e imenso desafio. Enfrentar os interesses internos e externos que depauperaram a RFB ao longo dos últimos anos vai exigir da Sra. Secretária muito trabalho e, sobretudo, muita coragem. Essa é uma luta que não podemos deixar de travar, em nome da eficiência, do interesse público e em prol de um país mais justo."  [...]</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Excelente texto! Parabéns aos colegas de MG.</p>
<p style="text-align:justify;">Na íntegra em:</p>
<p><a href="http://www.sindireceita-mg.org.br/index.php?cp_pagina=11&#38;BoletimID=23&#38;cp_acao=32">http://www.sindireceita-mg.org.br/index.php?cp_pagina=11&#38;BoletimID=23&#38;cp_acao=32</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Il Corporativismo]]></title>
<link>http://ricordare.wordpress.com/?p=979</link>
<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 19:13:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>mcz06</dc:creator>
<guid>http://ricordare.wordpress.com/?p=979</guid>
<description><![CDATA[In cui si parla del corporativismo fascista.
Leggi l&#8217;articolo:
86 - Il Corporativismo
]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>In cui si parla del corporativismo fascista.</p>
<p>Leggi l'articolo:<br />
<a href="http://ricordare.wordpress.com/perche-ricordare/85-il-corporativismo/">86 - Il Corporativismo</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A CRISE DO JUDICIÁRIO]]></title>
<link>http://conjunturacriminal.wordpress.com/?p=1359</link>
<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 19:45:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>soares7</dc:creator>
<guid>http://conjunturacriminal.wordpress.com/?p=1359</guid>
<description><![CDATA[Versão simplificada deste artigo foi publicada no Caderno Mais+, Folha de São Paulo, 20 de julho d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Versão simplificada deste artigo foi publicada no Caderno Mais+, <em>Folha de São Paulo</em>, 20 de julho de 2008</p>
<p><span style="color:#800000;">1 - A Justiça brasileira é elitista?</span><br />
Essa pergunta pode ser entendida de diversas maneiras. Se “ser elitista” se refere ao recrutamento dos membros do judiciário, então a justiça é muito elitista, devido à composição socioeconômica de seus membros, que é muito alta. Porem, isso apenas  reflete o caráter socialmente seletivo das profissões universitárias mais exigentes;<br />
Não obstante, se por “elitista” entendermos que as pessoas pobres têm risco mais alto de<br />
a) serem condenadas;<br />
b) cumprirem pena e<br />
c) cumprirem penas mais longas,<br />
Então, sem dúvida a justiça é elitista. As estatísticas existentes são escassas e não confiáveis, mas bastam para ilustrar isso. Sérgio Adorno demonstrou que o simples poder de contratar um advogado privado reduz o risco de condenação;<br />
Porem, se entendermos que os juízes são muito influenciados pela situação de classe dos acusados e de suas vítimas, devido a seus valores, percepções e preconceitos, é possível que sim, mas não de maneira ostensiva e com muita variação entre os juízes. Muitos processos chegam ao judiciário com vícios de classe; particularmente na justiça criminal, os juízes não acompanham o caso desde o ponto zero. Trabalham em cima dos inquéritos policiais, que já trazem no bojo fortes vícios de classe. Muitas decisões importantes são tomadas pelos delegados. Em muitos países, o Ministério Público conduz parte do inquérito e, em alguns, chegam a ter escritórios próximos do equivalente aos nossos delegados. Passar a função de acompanhar os inquéritos para o Ministério Público reduziria o tempo dos trâmites e retiraria parte do que considero um poder excessivo dos delegados.</p>
<p><span style="color:#800000;">2 - O Judiciário vive uma crise no Brasil? Em caso positivo, qual a solução para ela?</span><br />
Há uma crise de credibilidade, que não é só do Judiciário, mas de todas as instituições públicas. As pesquisas mostram que a população não confia nelas. Até que ponto o descrédito do Judiciário se deve ao descrédito maior, do setor público, é difícil dizer. Parte do problema deriva das leis, que são muito arcaicas; o desprestígio do judiciário deve ser avaliado no contexto de leis que favorecem as delongas e a impunidade. Contudo, parte do desprestígio deriva do afastamento do Judiciário em relação à população, com a construção de prédios caros, ostentosos, num país em que há dezenas de milhões de pobres. O Judiciário perdeu a sua mágica, o seu apelo, porque seu padrão de vida se afastou demasiadamente do da média da população.</p>
<p><span style="color:#800000;">3 - O Judiciário precisa de controle externo? Em caso positivo? Como fazê-lo?</span><br />
Existe uma doutrina, chamada de “<em>checks and balances</em>”, que ensina que para que a democracia funcione bem, o poder dos quatro poderes (incluindo o militar) tem que ser limitado e vigiado pelos demais. Um poder vigia o outro e nenhum pode ser irresponsável, não dar contas a ninguém, e todos devem ter uma jurisdição limitada e definida. Quando um poder cresce e invade as atribuições de outros, a democracia sofre. Exemplos recentes são o Peru de Fujimori e a Venezuela de Chávez. No Brasil, a invasão mais séria não foi de pessoas, mas do estamento militar. Existe uma questão essencial para a democracia moderna que é a da accountability. Todos os poderes devem explicar as suas ações, devem ser responsáveis por elas. Essas exigências encontram obstáculos culturais e institucionais em países com uma herança corporativista. A nossa é pesadíssima e cada poder protege seus membros alem da razão e, às vezes, alem da decência. Essa herança favorece a invasão da jurisdição alheia. Temos, sempre, problemas de fronteiras internas, funcionais, entre poderes. Essa confusão no que concerne os limites do poder de cada um foi evidente no encontro do Presidente do Supremo, do Ministro da Justiça e do Presidente da República. O encontro não tinha razão de ser: o STF não é subordinado à Presidência da República. É um poder independente. Essas invasões não acontecem apenas entre poderes, mas também dentro de poderes, quando um nível invade a jurisdição de outro, do mesmo poder, fazendo caso omisso do processo e de suas instâncias. É o que está acontecendo.<br />
Esses conflitos internos se vinculam à sua primeira pergunta, pois enquanto os de cima entram em conflito entre si, cada um tentando aumentar seu poder e seu “pedaço”, a relação desses poderes com a cidadania continua esquecida. <span style="color:#000080;">Continua, para quem quizer ver, a discrepância entre a ostentação do estado, por um lado, e a pobreza e a impotência da cidadania, pelo outro.</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Respiro porque existo porque respiro]]></title>
<link>http://volumenodez.wordpress.com/?p=58</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 01:38:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>volumenodez</dc:creator>
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<description><![CDATA[Lembrou do slogan da última campanha publicitária da Unisinos? Coincidência apenas. Depois de tan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Lembrou do slogan da última campanha publicitária da Unisinos? Coincidência apenas. Depois de tanto tempo afastado da blogosfera tanta coisa há para ser dita... Entretanto continuo com a mesma vontade dos últimos meses que não escrevi.</p>
<p>Acho que começo a compreender porque prefiro escrever aqui a ter uma conversa cara a cara com alguém. Normalmente os alguéns acham que estão falando com um ser mudo. Juro que tento ser educado, embora acabe ficando irritado e, na prepotência, desmerecendo a capacidade de raciocínio das caturritas espalhadas por este mundão.</p>
<p>Também concordo com todos os outros blogs, que jamais li, sobre aquele juiz que soltou o Pitta e sua corja. E continuo me perguntando por onde anda o Dualib. Hoje mesmo perdi tempo lendo um colunista da Veja falando mal do Nassif. Mas se o Nassif é banana então a Veja é casca pura (e isso não é uma ofensa).</p>
<p>O Grêmio tá em terceiro, enfrentaremos o Sport Recife. Que permaneçamos entre os primeiros! E eu continuo respirando... pra existir e respirar. Quinta tem futebol mas vou ao cinema com a gatinha.</p>
<p>Terminei o segundo do Capra e fico feliz por saber que, mesmo a passos de centopéia, a humanidade caminha rumo à Idade Solar. E o Lacan é cartesiano.</p>
<p>Sou um ser corporativo sob o cargo de Gestor de Soluções Inteligentes. Vai uma solução aí? O custo vai de acordo com o problema.</p>
<p>Soltaram a Betancourt! Pobre coitada, depois de tantos anos como refém das FARC agora é refém da mídia. Viu que a Amy Whinehouse tá com enfisema?</p>
<p>Vocês sabiam que a informática é o resultado da humanidade frustrada? Veja bem: o socialismo só funciona na prática através dos computadores. A pirataria doméstica terminou com as grandes gravadoras, redes de compartilhamento de arquivos, como eMule e Bittorrent finalmente tornaram realidade a utopia que os comunistas sempre sonharam. Todo aquele holismo, a interligação entre tudo e todos, também só existe de fato entre zeros e uns. Prova disso é o conceito de programação orientada a objeto. Nem precisei mencionar o Linux.</p>
<p>E são brasileiros os primeiros hackers a quebrarem todo o sistema de segurança do, com menos de uma semana de idade, iPhone 3G. Que venha o Android! E ainda por cima tinha mané torcendo pra LDU.</p>
<p>E tu! vai continuar lendo esse blog ou vai baixar duma vez o novo disco do Tom Zé? Entra logo na www.tramavirtual.com.br e curte!</p>
<p>Abraço e até a próxima.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornalismo cidadão e a derrocada do jornalismo tradicional]]></title>
<link>http://clicologoexisto.wordpress.com/?p=343</link>
<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 19:53:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Madu</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Se o produto profissional é tão parecido ao produto de um amador, como para que se confunda]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>"Se o produto profissional é tão parecido ao produto de um amador, como para que se confundam, o profissional tem um problema. Está fazendo um mau produto." Eis o que diz o jornalista <a href="http://blogs.20minutos.es/retiario">Pepe Cervera</a>, referência em Internet na Espanha, ao <a href="http://www.caspa.tv/archivos/001200.html">Caspa.tv</a>. Você confere a entrevista na íntegra a seguir.</p>
<p><!--more--><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/r2GWtm2ppOU'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/r2GWtm2ppOU&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>É engraçado como esse discurso ainda teima em adentrar as redações. Seria corporativismo? Seria medo do novo? Seria observação atenta, à distância, da credibilidade que o mundo colaborativo pode produzir, diante de marcas tão tradicionais do mundo da notícia?</p>
<p>E, na linha do pensamento de Cervera: você acha que a colaboração na Web já produz noticiário tão bom quando os produtos profissionais? Ainda hesito em bater o martelo em uma resposta...</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Yo odio la Eurocopa"]]></title>
<link>http://estadocuantico.wordpress.com/?p=171</link>
<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 16:18:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>sigen</dc:creator>
<guid>http://estadocuantico.wordpress.com/?p=171</guid>
<description><![CDATA[Fuente: BBC news Español

Están en Suiza, en Austria y hasta en internet. Son aquellos que sencil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Fuente: <a href="http://news.bbc.co.uk/hi/spanish/deportes/newsid_7456000/7456658.stm" target="_blank">BBC news Español</a></p>
<p><a href="http://estadocuantico.files.wordpress.com/2008/06/odioeuro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-172" src="http://estadocuantico.wordpress.com/files/2008/06/odioeuro.jpg" alt="" width="416" height="250" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Están en Suiza, en Austria y hasta en internet. Son aquellos que sencillamente odian a la actual Eurocopa de 2008.<strong> <span style="font-weight:normal;">Para estas personas no todo es goles o gambetas.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">En algunos casos las largas celebraciones nocturnas sólo significan noches sin sueño, debido al ruido de los aficionados en las normalmente tranquilas calles suizas o austríacas.</p>
<p style="text-align:justify;">Para otros (como yo), la Eurocopa les ha invadido todos los espacios de su vida -radio, televisión, Internet- lo que los llevó a decir ya basta.</p>
<p style="text-align:justify;">Y finalmente están aquellos (como yo, también) para quienes estos magnos torneos representan todo lo que está mal del mundo actual, por el exceso de comercialización y corporativismo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Com o dinheiro dos outros]]></title>
<link>http://onumeroprimo.wordpress.com/?p=341</link>
<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 22:49:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedroromano</dc:creator>
<guid>http://onumeroprimo.wordpress.com/?p=341</guid>
<description><![CDATA[A caixa de pandora, no Diário de Notícias.
&#8220;O Governo tem de nos ouvir. Queremos combustíve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>A caixa de pandora, no <a href="http://dn.sapo.pt/2008/06/14/economia/agricultores_ameacam_invadir_ruas_tr.html">Diário de Notícias</a>.</p>
<blockquote><p>"O Governo tem de nos ouvir. Queremos combustíveis mais baratos e gasóleo agrícola com maior desconto", reclama a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), especificando que o desconto sobre o gasóleo verde deverá passar dos actuais 37,2 cêntimos por litro para 75 cêntimos para compensar o agra- vamento dos preços.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A isto chama-se o qu&ecirc;?]]></title>
<link>http://uemeai.wordpress.com/2008/06/13/a-isto-chama-se-o-que/</link>
<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 13:12:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>uemai</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Um bebé que estava vivo no ventre da mãe morreu ao nascer no Hospital Amadora-Sintra, depois de t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://uemeai.files.wordpress.com/2008/06/bebe.jpg"><img style="border-width:0;" border="0" alt="bebe" src="http://uemeai.files.wordpress.com/2008/06/bebe-thumb.jpg" width="248" height="198" /></a></p>
<blockquote><p><span style="font-family:verdana;">Um bebé que estava vivo no ventre da mãe morreu ao nascer no Hospital Amadora-Sintra, depois de ter sido puxado por fórceps que lhe esmagaram o crânio. O caso ocorreu há vários anos e os pais levaram-no à Justiça, processando os médicos intervenientes no parto. <strong>A Justiça absolveu esta semana os médicos em causa</strong>. Nem eles nem ninguém responde por qualquer responsabilidade na morte do bebé. Morrer no parto com o crânio esmagado por fórceps é, pelos vistos, um risco normal e inerente ao acto de nascer. A Justiça terá com certeza as suas razões. Pena que as razões da Justiça sejam tantas vezes estranhas e incompreensíveis para os cidadãos que delas têm notícia.</span></p>
</blockquote>
<p>Fernando Madrinha, <a href="http://aeiou.expresso.pt/" target="_blank">Expresso</a></p>
<p><span style="font-family:verdana;">Comentários para quê, é a Justiça que temos em Portugal. O corporativismo impera. </span></p>
<p><span style="font-family:verdana;">Sorte ainda tiveram os pais do bebé em não ser acusados por incomodarem os senhores doutores, os da medicina e os da justiça.</span></p>
<p><span style="font-family:verdana;">Informação adicional <a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1331967" target="_blank">daqui</a>: O caso ocorreu em 02 de Março de 2002; O bebé ficou com o crânio esmagado em virtude da &#34;má aplicação do fórceps&#34;, segundo concluiu uma investigação da Inspecção-Geral da Saúde (IGS).</span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Azevedo Amaral e o Pensamento Antiliberal no Estado Novo (1937-1945)]]></title>
<link>http://stormblast.wordpress.com/?p=19</link>
<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 03:28:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>stormblast</dc:creator>
<guid>http://stormblast.wordpress.com/?p=19</guid>
<description><![CDATA[ 
 
 
Teoria da História de Azevedo do Amaral ou  formulação filosófica acerca da mudança h]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align:center;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> <a href="http://stormblast.files.wordpress.com/2008/06/azevedo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-20 aligncenter" src="http://stormblast.wordpress.com/files/2008/06/azevedo.jpg?w=100" alt="" width="100" height="146" /></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Teoria da História de Azevedo do Amaral ou <span> </span>formulação filosófica acerca da mudança histórica.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Falamos aqui em Teoria da História não no sentido meta-reflexivo preconizado pela perspectiva de Droysen, ou da escola alemã contemporânea com Rüsen no intuito de refletir os fundamentos e pressupostos epistemológicos do conhecimento histórico, o que em outras palavras significa dizer a tentativa de responder a pergunta o que fazem os historiadores quando fazem história? Falamos aqui em outra perspectiva, falamos no sentido de teorias históricas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Estas “teorias” são leituras do Brasil que buscam as origens de instituições, de processos políticos e sociais, de classes, de projetos políticos e que assim constroem uma narrativa de desvios ou ajustamentos históricos, de acordo com projetos políticos de construção do Estado-nação brasileiro que intelectuais se colocaram a pensar. Neste contexto específico não explicitavam uma pesquisa histórica no sentido <em>stricto</em> de prática acadêmica institucionalizada, mas que refletia, não obstante, através de insights uma dada perspectiva da História do Brasil com pretensões explicitamente político-ideológicas , embora algumas levassem a cabo um argumento cientificista. O resultado são os grandes clássicos de nossa literatura, historiografia e sociologia nacional presente em uma tradição de intelectuais que vai desde literatos e ensaístas até a pesquisa disciplinarizada das ciências sociais a partir dos anos 30 conhecidos no campo do Pensamento Social Brasileiro. È nesta abordagem que se insere a leitura de Azevedo Amaral em seu livro o Estado Autoritário e a Realidade Nacional de 1931, nossa edição é a de 1981. O livro tem como objetivo a leitura da formação do processo político brasileiro a partir de um estudo de conjuntura ideologicamente programado acerca do Estado Novo – por ideologicamente programado quero dizer que o autor tem um projeto político bastante claro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O ponto de partida para se conceber a História segundo Azevedo Amaral é a história da nação. Qualitativamente estes processos são sempre um encadeamento de experiências. (AZEVEDO AMARAL, p.21, 1981) Daí se coloca que o processo histórico em perspectiva de desenvolvimento não é nada mais que “a correção sucessiva de erros, o reajustamento de situações desarmoniosas, uma série de mutações visando sempre maior adaptação das formas estruturais da sociedade e do seu organismo político às condições traçadas pela inexorável pressão da realidade.” (AZEVEDO AMARAL, p.21, 1981). Isto posto, é possível observar o sentido de recuperação de um destino de aprimoramento das instituições políticas já dado aprioristicamente, sem, contudo não deixar de assinalar o paradoxo contido nesta percepção do processo histórico na qual a realidade e os fatos comprovam o curso já dado de antemão dando luz a um positivismo que relega o “filosofismo especulativo” liberal e que ao mesmo tempo encara tudo que não se conforma no processo como anomalia, desvio e divergência de um estado natural de coisas já dado de antemão.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Materialidade ou dinâmica histórica do processo político brasileiro: Dados</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Já discorrido anteriormente a tendência dos autores autoritários de fazerem a recuperação histórica como Oliveira Vianna, de um Império Brasileiro que conduzia a centralização da nação de forma eficaz e do malogro da República Velha com sua conjuração a favor do individualismo egoísta republicano de um projeto de governo federalista, Azevedo Amaral, tem uma leitura diferente deste processo diz o autor:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0 0 0 117pt;"><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span>                                                                                                                                      </span><span>   </span><span>        </span><span> </span>“Sob certos pontos de vista, pode-se dizer mesmo que a ordem política estabelecida em 1891 veio agravar males surgidos durante o período monárquico. [...] A este respeito, contudo, convém observar que a nosso ver tem havido erro, exagero e injustiça em certas críticas frequentemente repetidas à obra dos constituintes de 1891. Assim, atribui-se sempre a eles a responsabilidade pela intensificação de tendências regionalistas, que chegaram a inspirar aos mais criteriosos e patrióticos observadores sérias apreensões acerca das possibilidades de desintegração da nacionalidade. Divergindo radicalmente dessa opnião, já tivemos ensejo de mostrar que ao período imperial e particularmente ao Ato Adicional de 1834 cabem as maiores responsabilidades pelo estímulo das forças centrífugas e disruptivas da nacionalidade[...]”. (Azevedo Amaral, 1934)</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Características do Projeto Político</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Nesta esteira é que um projeto político se faz necessário ao ressaltar a necessidade de adaptação das instituições ao curso histórico através de um processo de adaptação, diz Azevedo Amaral: </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0 0 0 117pt;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">“O Processo de adaptação a que acabamos de nos referir é necessariamente longo e penoso. Para atingir um estado relativamente satisfatório de equilíbrio entre as instituições políticas e a organização social e econômica, de um lado, e as injunções imperiosas de condições que não podem ser modificadas, de outro, os povos que revelaram as mais notáveis qualidades para o sucesso histórico tiveram de percorrer lentamente sucessivas etapas de desenvolvimento, que foram outras tantas experiências na plasmagem progressiva de uma estrutura mais consentânea com as expressões do dinamismo da coletividade.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Dentro desta necessidade de criação de instituições que harmonizem o processo histórico na consciência de um povo e na construção da nação aos fatos, Azevedo Amaral já destaca de antemão o perigo de se ancorar tal projeto político à Estruturas exóticas e estilos de arquitetura sociológica e política importados de outros meios. Configura-se assim uma aversão ao estrangeiro no tocante às idéias e projetos políticos que dá suporte a um projeto nacionalista.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">O Principio geral norteador é o problema que a despeito dos projetos políticos para a marcha do desenvolvimento nacional através de processos de adaptação em nações de formação não colonial seja efetivado a partir da perspectiva de harmonização, no caso de sociedades que tiveram seu desenvolvimento histórico atrelado a uma condição de formação colonial, estas possuem agravantes para sua execução de tal projeto. Sem se ater ao estudo do fenômeno Azevedo Amaral propõe direto o estudo do caso brasileiro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Anotações citado: Citação: José Maurício de Carvalho ( Filosofia UFSJ)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">“ É Amaral quem construiu o conceito de corporativismo usado durante o Estado Novo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Ele desejou, com o corporativismo, enfraquecer o liberalismo e competir com outra vertente autoritária, o comunismo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">“conceber a idéia de Estado econômico autoritário para solucionar o problema da decadência político–econômica na conjuntura brasileira de então” (idem, p. 59).</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Azevedo Amaral entendeu que o corporativismo é uma etapa natural da evolução do capitalismo. Apesar do caráter autoritário, deve-se ressaltar que o pensador preserva a livre iniciativa, mantém uma relativa liberdade de expressão e reconhece a autonomia da sociedade frente ao Estado.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Assim define-se uma leitura do autor centralizado na perspectiva de Jarbas Medeiros sob a ótico do Antiliberalismo com ponto principal</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">Citação: José Maurício de Carvalho ( Filosofia UFSJ)</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;">“Eis as teses centrais do corporativismo: a) conscientização das massas mediante a reforma pedagógica; b) denúncia do fracasso do liberalismo econômico; c) apresentação do corporativismo como verdadeiro antídoto do bolchevismo; e d) concepção de um Estado corporativo que atendesse às peculiaridades brasileiras.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"> </span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La pervesión de los indicadores económicos]]></title>
<link>http://metavisiones.wordpress.com/?p=9</link>
<pubDate>Sun, 01 Jun 2008 12:28:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>anakhaly</dc:creator>
<guid>http://metavisiones.wordpress.com/?p=9</guid>
<description><![CDATA[Hoy en día las empresas grandes se gestionan mediante indicadores. Un indicador es una medida que p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://metavisiones.files.wordpress.com/2008/06/estadistica.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-57" src="http://metavisiones.wordpress.com/files/2008/06/estadistica.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a>Hoy en día las empresas grandes se gestionan mediante indicadores. Un indicador es una medida que permite abstraer la eficiencia de un proceso y simplificar la lectura. Por ejemplo, se puede medir el funcionamiento de un departamento de asistencia analizando el tiempo medio de cierre de un ticket de soporte. Se puede comprobar la eficiencia de un equipo de programadores analizando el número de errores por cada mil horas de trabajo/persona o por cada diez mil líneas de<br />
programa.</p>
<p>Estas abstracciones son necesarias e ideales si se usan bien, pero no son la panacea. Hay esencialmente dos peligros en este sistema. El primero es que, normalmente, se premia no el trabajo bien hecho, sino las cifras de los indicadores. Eso lleva a que los cuadros medicos busquen con ahínco obtener buenas métricas en vez de hacer bien su trabajo. Si a alguien le escandaliza, debería darse cuenta de que ya no se paga por un trabajo bien hecho, sino por unas cifras inmaculadas que queden bien en un powerpoint. No hay más remedio cuando su sueldo depende en parte de esas cifras, y la alta dirección está compuesta por personas caprichosas que actúan desde una torre de marfil y se desentienden de los problemas reales con frases del estilo "no me cuentes tu vida".</p>
<p>Una variante aún más perversa es la falsificación de indicadores. Por ejemplo, un clásico es que tu proveedor de ADSL dé una incidencia por cerrada para que conste en el parte diario como resuelta, aunque el problema siga. Tú vuelves a llamar después de dos días, te quejas diciendo que todo sigue igual, y la vuelven a abrir. Pero no la reabren, sino que ponen una avería nueva. Ya son dos incidencias en vez de una, y en vez de cuatro días han permanecido constado abiertas menos de uno, así que el responsable del servicio puede decir a sus jefes que el tiempo medio de resolución de una avería es de menos de un día<br />
<a href="http://www.simbiontes.com/cgi-bin/mt/mt-tb.cgi/294">Extraido de simbiontes. Leer más</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornalismo]]></title>
<link>http://verblogando.wordpress.com/?p=108</link>
<pubDate>Tue, 27 May 2008 11:09:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Helga Rackel</dc:creator>
<guid>http://verblogando.wordpress.com/?p=108</guid>
<description><![CDATA[IMEDIATISMO ON-LINE GERA MUDANÇAS NA COMUNICAÇÃO
Helga Rackel
Estudante de Jornalismo
“A Intern]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>IMEDIATISMO ON-LINE GERA MUDANÇAS NA COMUNICAÇÃO</strong></h2>
<p><strong>Helga Rackel</strong><br />
Estudante de Jornalismo</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">“A Internet é a única mídia que pode abrigar, tecnologicamente falando, as demais mídias, por comportar som, texto e imagem ao mesmo tempo”, declara Marília Cordeiro, editora de convergência do O Povo, falando sobre o atual contexto do fazer jornalístico. A cada dia, mudanças na maneira de produzir a notícia desafiam os jornalistas. Com o advento das novas tecnologias, os meios de comunicação se readaptam. Diante desta realidade, o trabalho dos profissionais de jornalismo passa pelo aprimoramento na tarefa de convergir notícias em diferentes mídias. Empresas que antes noticiavam através do veículo impresso, tevê ou rádio, aderem ao imediatismo da internet.<span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Segundo Marília, com a possibilidade de pautar os demais meios nas coberturas factuais, a internet diminui o tempo entre o acontecimento e a notícia, fazendo com que a apuração seja mais rápida na tevê e na rádio. Já no impresso, o texto puramente factual tende a ser analítico. Eliomar de Lima, 45, jornalista há 24 anos, radialista, professor e escritor de histórias infantis, acredita que o jornal impresso não se acaba e sim, se transfere. “O jornal se adapta, vive momento de reavaliação, vai além da informação”, diz. Hoje, empresas jornalísticas investem em portais, blogs, além de criarem o jornal digital. Adepto à interatividade do universo blogueiro há 1 ano e 6 meses, Eliomar fala que os blogs democratizam a informação e possibilitam a interação – retorno instantâneo dos leitores, seja para criticar ou elogiar. Para Leonardo Fontes, editor de conteúdo do Portal Verdes Mares, o público é o agente direto da notícia, pois a internet funciona com uma rapidez que agrada a esse novo leitor. “E blogs são apenas a ponta do iceberg do que é a internet social”, considera.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A produção imediata das notícias traz à tona questionamentos quanto à credibilidade e o aprofundamento das informações. Profissionais e amadores dividem o mesmo espaço virtual para divulgarem notícias em tempo real. Para identificar a veracidade das informações, o jornalista Eliomar de Lima atribui a credibilidade ao nome do profissional. “A diferença está no conteúdo e em quem escreve”, declara. Já Marília Cordeiro, diz que o uso das técnicas e a vivência auxiliam na checagem das fontes, além da fundamentação do texto com números, documentos, pesquisas e estudos. “É importante que o receptor crie uma relação com estas ‘fontes virtuais’ para criar o bom senso de saber o que é verídico ou não”, complementa.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O imediatismo no jornalismo on-line também provoca a superabundância e o barateamento das notícias, além da sua instantaneidade. Sites como o Overmundo, Orkut, Youtube são celeiros de publicações noticiosas sobre diversos temas. As postagens são feitas por qualquer pessoa, profissional ou não, que queira divulgar textos, áudio ou vídeos de sua autoria. Tais mecanismos equiparam o mesmo espaço que possibilitam a formação de repórteres-cidadãos, os quais trabalham o corporativismo da informação, invadindo espaços que antes pertenciam apenas aos jornalistas. O leitor seleciona, legitima, aprova ou desaprova. Essa interatividade expande os meios de comunicação e produz a hipertextualidade das notícias on-line.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Lauriberto Braga, jornalista especializado em Publicidade &#38; Propaganda, correspondente da Agência Nordeste e professor da Faculdade Integrada do Ceará (FIC), acredita que o repórter-cidadão, para a rádio, é interessante. Porém, para o jornal, a pessoa deve estar preparada para escrever. “Isso deve ser feito só pelo jornalista”, enfatiza. Segundo Braga, o repórter-cidadão é o início da cobertura, podendo sugerir pauta, fotografar, filmar e vender a imagem. “Mas não pode escrever se não for jornalista”, reitera. De acordo com Leonardo Fontes, jornalistas e empresas jornalísticas vivem uma crise: a perda de sua hegemonia como mensageiros. Hoje, qualquer pessoa pode dar voz à notícia, lançando um novo olhar para a apuração das informações. Porém, ele considera que esta crise seja boa para o setor de comunicação. “O jornalismo enquanto ideal, técnica, função, troca de informações, fluxo de idéias, opiniões, debates sociais e responsabilidade na transmissão de informações, nunca esteve em melhor forma, mesmo porque como todos têm voz, existem mais fiscais de qualidade, mais visões de mundo e mais fontes”, conclui.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><!--[if gte vml 1]&#38;gt;--></p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-109 aligncenter" style="vertical-align:text-top;" src="http://verblogando.wordpress.com/files/2008/05/infografico.jpg" alt="Estat�sticas de acesso" width="543" height="386" /></p>
<p>Fonte: Google Analytics - referente ao período de um mês, entre Abril e Maio de 2008. *Acessos por mês: contabilizam o número de sessões individuais iniciadas por todos os visitantes no site. **Exibições de páginas: contabilizadas a cada página que é visitada dentro do site.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los docentes en las series de televisión]]></title>
<link>http://geografosubjetivo.wordpress.com/?p=502</link>
<pubDate>Mon, 26 May 2008 21:15:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Geógrafo Subjetivo</dc:creator>
<guid>http://geografosubjetivo.wordpress.com/?p=502</guid>
<description><![CDATA[El sindicato docente ANPE ha publicado un manifiesto en el que pide que los medios de comunicación ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">El <a href="http://www.anpesindicato.org/Html/html/encuestas/manifiesto/index.php" target="_blank">sindicato docente ANPE ha publicado un manifiesto</a> en el que pide que los medios de comunicación y especialmente las series de ficción traten de otra forma a los docentes que son sus personajes. Mantienen que se da una imagen de los docentes que no se corresponde con la realidad y que ayuda poco a prestigiar la profesión docente. Hace unas semanas <a href="http://geografosubjetivo.wordpress.com/2008/01/21/los-medicos-contra-%e2%80%9chouse%e2%80%9d/" target="_blank">la Organización Médica Colegial emitió un comunicado similar sobre las series de temática médica</a>, aunque ellos no hablaban de desprestigio sino de imagen distorsionada o poco realista del quehacer médico.</p>
<p style="text-align:justify;">En España, cada vez que se hace una serie que se centra en un ejercicio profesional específico, hay una reacción de los representantes de esa profesión diciendo que o bien no se da una imagen realista (lo cual es normal porque las series son ficción) o bien desprestigia a la profesión en cuestión (asunto que habría que dilucidar caso por caso).</p>
<p style="text-align:justify;">La construcción social de la realidad es un hecho innegable y en ésta los medios de comunicación tienen un papel primordial, aunque no exclusivo. En las profesiones cuyo ejercicio se hace de cara a los usuarios (como son los médicos o los docentes) la relación con los profesionales tiene más peso aún que lo que salga o no salga en los medios de comunicación. ¿Quién no conoce personalmente a un sanitario o a un docente para saber que su vida no es como se narran en las series televisivas?</p>
<p style="text-align:justify;">A los españoles nos va el corporativismo y muchas de estas declaraciones tienen que ver con una visión proteccionista y poco amiga de las críticas sobre sus propias profesiones. Muchas veces estas continuas reacciones corporativistas le quitan la razón a estas organizaciones cuando la puedan tener. Para terminar sí quiero apoyar en algo lo dicho por ANPE: los docentes, comparados a los médicos, salen peor parados, aunque no se ha hecho nada equiparable en lo paródico a “Los hombres de Paco” ni en panegírico como las muchas series de policías geniales.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Receita libera lotes da malha fina de três anos [2003 a 2005]]]></title>
<link>http://rfbalemdosmuros.wordpress.com/?p=140</link>
<pubDate>Sun, 25 May 2008 15:50:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberto Carlos dos Santos</dc:creator>
<guid>http://rfbalemdosmuros.wordpress.com/?p=140</guid>
<description><![CDATA[Comentário do blog: haja atraso!!&#8230;
Por força de constante e nefasto corporativismo, conquan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Comentário do blog: haja atraso!!...</p>
<p style="text-align:justify;">Por força de constante e nefasto corporativismo, conquanto haja premente necessidade de serviço, ainda assim, os Analistas-Tributários continuam, diuturnamente, a sofrer restrições a sua atuação. Vide textos exemplificativos:</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.sindireceita.org.br/index.php?ID_MATERIA=4195">http://www.sindireceita.org.br/index.php?ID_MATERIA=4195</a></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.sindireceita.org.br/index.php?ID_MATERIA=11064">http://www.sindireceita.org.br/index.php?ID_MATERIA=11064</a></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">A matéria:</p>
<p style="text-align:justify;">---------</p>
<p style="text-align:justify;">Dinheiro no bolso<br />
Receita libera lotes da malha fina de três anos</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://oglobo.globo.com/economia/seubolso/mat/2008/05/21/receita_libera_lotes_da_malha_fina_de_tres_anos-427507278.asp">http://oglobo.globo.com/economia/seubolso/mat/2008/05/21/receita_libera_lotes_da_malha_fina_de_tres_anos-427507278.asp</a></p>
<p style="text-align:justify;">
Publicada em 21/05/2008 às 22h41m<br />
Diário de SP</p>
<p style="text-align:justify;">
SÃO PAULO - A Receita Federal liberou o pagamento da restituição do Imposto de Renda para 12.689 contribuintes que estavam na malha fina em <strong>2003 (ano-base 2002), 2004 (ano-base 2003) e 2005 (ano-base 2004).</strong> O dinheiro será depositado com correção nas contas que foram informadas nas declarações do IR. O pagamento sairá entre sexta-feira, dia 23, e a próxima terça, dia 27.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre os que estão no lote de 2005, 5.833 receberão dinheiro da Receita Federal, totalizando R$ 11,6 milhões. A restituição, paga dia 27, virá com correção de 41,87%, referente à taxa Selic aplicada mensalmente. Outros 20.331 terão imposto a pagar, somando R$ 79,4 milhões e, por último, 6.231 não têm imposto a pagar nem a restituir.</p>
<p style="text-align:justify;">Já no lote residual de 2004, há 6.129 trabalhadores que terão o dinheiro nas mãos no próximo dia 26, segunda-feira. <span style="text-decoration:underline;"><strong>Como o tempo de espera foi maior, a correção chega a 57,64%.</strong></span> Outros 7.244 precisarão desembolsar dinheiro para acertar as contas com o Leão, em um total de R$ 7,4 milhões. Entre os que não têm imposto nem a pagar nem a receber são 2.656.</p>
<p style="text-align:justify;">Por último, 727 pessoas que fazem parte do lote residual de 2003 poderão sacar o IR, que virá corrigido em 76,26% a partir de sexta-feira. Mais 475 precisarão pagar IR e 561 tiveram a declaração liberada sem precisar fazer nenhum acerto.</p>
<p style="text-align:justify;">Para verificar se está nos lotes, o contribuinte pode checar pelo site da Receita Federal ou pelo telefone 146. Quem não informou a conta corrente na declaração do IR, tem dinheiro a receber e está nestes lotes, deve entrar em contato com alguma agência do Banco do Brasil e solicitar a transferência dos recursos para qualquer banco que tenha conta ou poupança.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Oda al funcionariado]]></title>
<link>http://geografosubjetivo.wordpress.com/?p=486</link>
<pubDate>Sun, 18 May 2008 22:44:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Geógrafo Subjetivo</dc:creator>
<guid>http://geografosubjetivo.wordpress.com/?p=486</guid>
<description><![CDATA[Soy un tipo raro de empleado público, pues soy poco corporativista y muy crítico con la función p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Soy un tipo raro de empleado público, pues soy poco corporativista y muy crítico con la función pública y con mis compañeros. Hace unos días escribí una entrada sobre una especie de funcionarios (los tienen “<a href="http://geografosubjetivo.wordpress.com/2008/05/13/funcionarios-con-funcionaritis/" target="_blank">funcionaritis</a>”) de la que abomino especialmente. Hoy voy a transmutarme y a hasta hablar bien de la Administración y de los de mi especie.</p>
<p style="text-align:justify;">De mayo de 2007 a marzo de 2008 nuestro país ha vivido dos intensos procesos electorales. Hemos estado diez meses en los que los máximos dirigentes políticos tanto locales, autonómicos como nacionales han estado más pendientes en renovar el cargo que en hacer algo. Pero ello no ha implicado que el Estado cerrase por falta de dirección, pues la Administración ha seguido funcionando a pesar de que sus máximos dirigentes.</p>
<p style="text-align:justify;">Esa Administración con sus funcionarios, llena de defectos y deficiencias, ha seguido dando trámite a millones de solicitudes, prestando servicios esenciales (de esos que se dan por descontado) y preparando los siguientes años. Es que en muchos sentido la Administración es una máquina que tiene su propio funcionamiento y que marcha sola (a veces con inercia) aunque no sea dirigida.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta inercia e independencia de los funcionarios (la famosa inamovilidad) es una de las ventajas del sistema administrativo que tenemos, pero también puede ser una tentación fácil para los políticos flojos (que no hay pocos) para ocupar estupendos cargos y no hacer nada sabiendo que, a pesar de ellos, todo seguirá como hasta entonces.</p>
<p style="text-align:justify;">Los políticos se quejarán de que la Administración y los funcionarios ponen sus intereses corporativos sobre los del servicio público (lo que es verdad en algunas ocasiones), de que no trabajamos muchos (lo que también puede ser cierto) y que si alguna instrucción política no les gusta ellos la sabotearán como sea (lo que pasa en ocasiones), pero estos mismos políticos a la mínima lo dejan todo en mano de los funcionarios unas veces por apatía o incapacidad de los nombrados y otras veces porque hay elecciones o cualquier conmoción propia de los políticos.</p>
<p style="text-align:justify;">El sistema de Administración Pública que tenemos tiene su desventajas, siempre comentadas y conocidas por todos, pero igualmente posee algunas ventajas, como es la profesionalización, la especialización y que la permanencia de los funcionarios no depende de las veleidades de la política.</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[NECESSIDADES DOS CLIENTES INTERNO E EXTERNO - tema de tcc e monografias]]></title>
<link>http://monografiaadministracao.wordpress.com/?p=14</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 01:25:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>alexcalef</dc:creator>
<guid>http://monografiaadministracao.wordpress.com/?p=14</guid>
<description><![CDATA[O cliente habitual normalmente vai à organização para satisfazer uma necessidade majoritária e f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">O cliente habitual normalmente vai à organização para satisfazer uma necessidade majoritária e facilmente identificada: alimentação, transporte, sede, recreação, recuperação do estado ótimo de saúde , etc,<!--more--> enquanto no caso do cliente interno para a maioria das pessoas, ainda para muitos dos próprios clientes internos, somente vão às organizações para adquirir dinheiro, quando em realidade, procuram satisfazer necessidades de afiliação, segurança, auto-estima, auto- realização, poder.</p>
<p style="text-align:justify;"> Este artigo provém do suporte em <a href="http://www.monografiaalpha.com.br" target="_blank">Administracao e Gestao da monografia Alpha</a></p>
<p style="text-align:justify;">Pode dar-se o caso que em determinadas condições priorizem indistintamente uma ou outra necessidade , mas isso não significa que o cliente interno procure a satisfação de suas necessidades de forma independente, senão que para este as mesmas e sua forma de satisfazê-las se encontram mais claras.</p>
<p style="text-align:justify;"> A <a href="http://www.monografiaac.com.br/empresa.html" target="_blank">Monografia AC e sua empresa de monografias </a>pode lhe auxiliar a realizar uma monografia de embasamento para seu TCC</p>
<p style="text-align:justify;">Ambos os tipos de clientes, ao receberem um produto, geralmente satisfazem não uma única necessidade senão um conjunto destas.</p>
<p style="text-align:justify;">No caso do cliente externo a amplitude do conjunto com maior freqüência resulta mais ampla e conhecida, conquanto ao consumir um refrigerante se satisfaz a sede como necessidade primária e notável, também se pode estar satisfazendo uma necessidade social ou de afiliação se o ato de beber se realiza em coletivo ou uma necessidade de status se se compra um refrigerante de marca ou caro ou num renomado estabelecimento e até uma necessidade de auto-realização se tempos atrás o consumidor não podia aceder ao tipo de bebida que hoje degusta.</p>
<p style="text-align:justify;"> O suporte <a href="http://www.monografiaac.com.br/projeto.html" target="_blank">academico em projetos de pesquisa da Monografia AC </a>é capaz de definir as diferenças entre os clientes internos e externos</p>
<p style="text-align:justify;">Quando se trata do cliente interno, apesar de que múltiplos são os autores (Maslow, Mac. Gregor) que descreveram o conjunto de necessidades que se podem satisfazer mediante o trabalho para a maioria das pessoas o único ou o fim fundamental que persegue um trabalhador é a satisfação de uma necessidade fisiológica mediante a obtenção do dinheiro e raras vezes reconhecem nos outros as necessidades de segurança , sociais, de auto-realização e auto estima.</p>
<p style="text-align:justify;">O trabalho da <a href="http://www.monografiaac.com.br" target="_blank">Monografia AC demanda uma grande seriedade em monografias</a> embasadoras para você realizar seu próprio TCC ou sua monografia</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CES: Organización O Fragmentación Social]]></title>
<link>http://fortunatti.wordpress.com/?p=370</link>
<pubDate>Wed, 07 May 2008 11:49:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodolfo Fortunatti</dc:creator>
<guid>http://fortunatti.wordpress.com/?p=370</guid>
<description><![CDATA[



Entre las varias propuestas contenidas en el informe de la Comisión de Trabajo y Equidad, una e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<table class="MsoTableGrid" style="border-collapse:collapse;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:CG Times;">Entre las varias propuestas contenidas en el <span style="color:#336699;"><a href="http://www.trabajoyequidad.cl/view/informe.asp"><span style="color:#336699;text-decoration:none;">informe</span></a></span> de la Comisión de Trabajo y Equidad, una es la más determinante; la cuestión del poder. ¿Cuánto poder, para quiénes y para qué? Incluso antes que los temas de pobreza y daño social. Antes que la e<span>mpleabilidad y el desempleo. Antes que el s</span>eguro de cesantía y el salario mínimo, el asunto central sigue siendo la producción, organización y distribución del poder, o sea, en qué posición quedarán los trabajadores respecto a los empresarios después de la reforma.</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:CG Times;"> </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:CG Times;">Pero como aquí el enfoque ha sido el del trabajo y la equidad, entonces la pregunta concreta es cómo los intereses del trabajo, y de los más pobres, lograrán mayor gravitación. En esto, la propuesta de un Consejo Económico y Social ha resultado ser un parteaguas en la Comisión. Hubo quienes optaron por fortalecer la organización y la acumulación de los intereses sociales en una democracia participativa, y quienes, en su reverso, se inclinaron por mantener la fragmentación y vulnerabilidad del tejido asociativo, en presencia del régimen presidencialista.</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:CG Times;"> </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:CG Times;">Así pues, los primeros propusieron un organismo consultivo de no más de 30 miembros procedentes de los ámbitos sindical, empresarial y de la sociedad civil, que, a través de dictámenes e informes, expresara su opinión al Gobierno y al Parlamento sobre materias económicas y sociales. Lo plantearon persuadidos de que hace falta diálogo. De que hace falta restablecer confianzas entre los interlocutores del diálogo. De que deben ser escuchados sectores que, hoy por hoy, carecen de voz porque no están en la mesa de los debates. Pero, sobre todo, lo hicieron convencidos de que se necesita una institucionalidad que, más allá de los gobiernos y de los avatares de la coyuntura, mantenga la perspectiva de las estrategias de desarrollo. Convencidos de que así se verá incrementado el capital social, y el país podrá asumir de mejor forma los riesgos de conflictividad social que se ciernen en el horizonte.</span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:CG Times;"> </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:CG Times;">Al otro lado, los detractores no ven la utilidad práctica que puedan prestar los consejos económicos y sociales en la generación de pactos sociales. No sólo eso. Sospechan de sus orígenes y de su historia. Los vinculan a una tradición ideológica corporativista que, cuando no ha sido fruto del autoritarismo, lo ha sido del parlamentarismo. En todo caso, hablan de un corporativismo en abierta pugna con la democracia representativa a la que definen como el conjunto de individuos capaces de celebrar pactos, esto es, de suscribir contratos individuales. Luego, descreen también de las organizaciones sindicales y empresariales, a las que atribuyen escasa representatividad. En su lugar, reivindican la superioridad política del ciudadano y de la voluntad general a la que éste concurre. Y custodian más allá de lo razonable las prerrogativas del Parlamento, última instancia de deliberación pública, dicen, donde se filtran y universalizan los intereses ciudadanos. Concluyen de ello que este corporativismo sólo conseguirá despolitizar y debilitar al Congreso Nacional hasta su total deslegitimación. </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:CG Times;"> </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:CG Times;">Parece excesivo, pero son los contrapuntos que precisamente justifican la deliberación democrática en instituciones de diálogo social y político. </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:14pt;"><span style="font-family:CG Times;"> </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size:12pt;color:#336699;"><span style="font-family:CG Times;">Enlaces</span></span></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#336699;"><span style="font-family:CG Times;"> </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#336699;"><a href="http://www.ces.es/index.jsp"><span style="color:#336699;text-decoration:none;"><span style="font-family:CG Times;">Consejo Económico y Social de España</span></span></a><span style="font-family:CG Times;"> </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#336699;"><a href="http://www.senado.cl/prontus_senado/antialone.html?page=http://www.senado.cl/prontus_senado/site/artic/20060728/pags/20060728123915.html"><span style="color:#336699;text-decoration:none;"><span style="font-family:CG Times;">Iniciativa del senador Eduardo Frei</span></span></a><span style="font-family:CG Times;"> </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#336699;"><a href="http://eesc.europa.eu/index_es.asp"><span style="color:#336699;text-decoration:none;"><span style="font-family:CG Times;">Comité Económico y Social Europeo</span></span></a></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#336699;"><a href="http://www.eesc.europa.eu/organisation/how/docs/presentation/presentation-cese-es.ppt"><span style="color:#336699;text-decoration:none;"><span style="font-family:CG Times;">Comité Económico y Social Europeo.ppt</span></span></a><span style="font-family:CG Times;"> </span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#336699;"><a href="http://www.direcon.cl/documentos/TLC%20UE/TEXTO%20COMPLETO%20ACUERDO%20CHILE%20UE.pdf"><span style="color:#336699;text-decoration:none;"><span style="font-family:CG Times;">Acuerdo de Cooperación Chile-Unión Europea</span></span></a></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#336699;"><a href="http://www.direcon.cl/documentos/TLC%20UE/PARTE%20III%20-%20TITULO%20V%20COOPERACION%20EN%20MATERIA%20SOCIAL%20(Espanol).pdf"><span style="color:#336699;text-decoration:none;"><span style="font-family:CG Times;">Cooperación en materia social Chile-Europa</span></span></a></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#336699;"><a href="http://www.direcon.cl/documentos/TLC%20UE/PARTE%20I%20-%20TITULO%20II%20MARCO%20INSTITUCIONAL%20(Espanol).pdf"><span style="color:#336699;text-decoration:none;"><span style="font-family:CG Times;">Chile y el Comité Económico y Social Europeo</span></span></a></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#336699;"><a href="http://www.quintocongreso.cl/archivos.php?id=29"><span style="color:#336699;text-decoration:none;"><span style="font-family:CG Times;">La resolución del congreso democratacristiano</span></span></a></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="width:477.3pt;background-color:transparent;border:#ece9d8;padding:0 5.4pt;" width="636" valign="top">
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;color:#336699;"><span style="font-family:CG Times;"><span style="font-size:10pt;color:#336699;"><a href="http://www.lanacion.cl/prontus_noticias_v2/site/artic/20080506/pags/20080506225255.html"><span style="color:#336699;text-decoration:none;"><span style="font-family:CG Times;">¿Quién lleva la batuta?</span></span></a></span></span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oda a la madre curranta]]></title>
<link>http://laburbujadorada.wordpress.com/?p=105</link>
<pubDate>Sun, 04 May 2008 18:33:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>laburbujadorada</dc:creator>
<guid>http://laburbujadorada.wordpress.com/?p=105</guid>
<description><![CDATA[
!Ay! 4 de mayo día de la Madre. Ante mi inconformismo con este tipo de días con las campañas y s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/o255ZuRXOQI'></param><param name='wmode' value='transparent'></param><embed src='http://www.youtube.com/v/o255ZuRXOQI&rel=0' type='application/x-shockwave-flash' wmode='transparent' width='425' height='350'></embed></object></span></p>
<p>!Ay! 4 de mayo <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/D%C3%ADa_de_la_Madre">día de la Madre</a>. Ante mi inconformismo con este tipo de días con las campañas y sandeces que nos venden para intentar sensibilizarnos con la intocable y respetadísima figura de la madre, quiero ver la otra cara de la verdad. ¿Qué hay con la <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Responsabilidad_social_corporativa">responsabilidad social</a>? ¿Hasta qué punto la imagen corporativa está por encima de los derechos de los padres?. Las empresas aún tienen deberes por hacer en este campo.  </p>
<p>De entre los aspectos a mejorar uno de ellos es la <a href="http://www.formapyme.com/articulos/42/0/219/Recursos-Humanos/Conciliacion-de-la-vida-familiar-y-laboral-el-gran-reto-de-la-pyme-espanola.html">falta</a> <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Conciliaci%C3%B3n_familiar_y_profesional">planes de conciliación de vida familiar y laboral</a> implusados por la empresas y respaldados incondicionalmente por los gobiernos. Según los datos ofrecidos por <a href="http://www.merco.info/">Merco</a>, en 2007 en el <a href="http://www.merco.info/ver/mercoempresas/rankings-merco-empresas/empresas2-2008">ranking de las mejores empresas para trabajar Coca-Cola, en el puesto 31, es la única del sector de bebidas.</a> Dato que nos debe preocupar.</p>
<p>Dejo este video de Coca-Cola como muestra de hasta qué punto una simple marca llega caracterizar a esa madre curranta que en pleno siglo XXI es un engranaje esencial para sacar adelante la familia e indirectamente la sociedad. Las empresas deben empezar a plantearse la contribución de estas señoras a la sociedad. Este anuncio es un buen comienzo.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Antonio Burgos, el conservadurismo sevillano y el miedo a la Modernidad]]></title>
<link>http://geografosubjetivo.wordpress.com/?p=424</link>
<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 19:08:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Geógrafo Subjetivo</dc:creator>
<guid>http://geografosubjetivo.wordpress.com/?p=424</guid>
<description><![CDATA[Cuando Antonio Burgos, prototipo de la prensa conservadora y reaccionaria sevillana, dijo que el gob]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Cuando Antonio Burgos, prototipo de la prensa conservadora y reaccionaria sevillana, dijo que el gobierno de Zapatero era un “<a href="http://www.abc.es/20080413/opinion-firmas/batallon-modistillas_200804130247.html" target="_blank">batallón de modistillas</a>” no sólo pretendía insultar, como la mayoría de los medios nacionales han transmitido, sino que insultaba desde una mentalidad y una escala de valores propia. Lo hacía desde la mentalidad para la que las mujeres se dividen hay señoras, modistillas, chachas y mujeres humildes (ordinarias y maris).</p>
<p style="text-align:justify;">Muchas veces, leyendo la prensa sevillana, tengo la impresión de que los líderes sociales y los opinadores hablan de una ciudad que no es la que yo conozco, a la que considero mi “patria chica” o en la que he vivido muchísimos años. Hay un continuo olor a pasado perdido, a una edad dorada que se pierde en manos de los tiempos modernos, provocando una reconcentración sobre las “esencias sevillanas”.</p>
<p style="text-align:justify;">Sevilla es una ciudad fragmentada. Toda ciudad actual de ciertas dimensiones lo es a causa de su extensión, pero en Sevilla se lleva esa fragmentación al plano espiritual. Está la Sevilla de toda la vida (la del centro histórico y de algunos barrios) y la otra Sevilla en la vive la mayor parte de la población, sin “duende”, sin sabor y que tiene los problemas de cualquier concentración urbana sin las ventajas de la belleza que la historia ha dejado.</p>
<p style="text-align:justify;">Sevilla, como todos los municipios españoles, elige a su Ayuntamiento, pero como en ningún otro sitio de España los concejales y el Alcalde no ostentan la representación de  la ciudad y de sus ciudadanos, especialmente si los cargos electos son de izquierdas. Los representantes de Sevilla y de los sevillanos no son electos por ellos sino solamente por un grupo y generalmente son los presidentes de asociaciones empresariales, capitoste de hermandades, decanos de colegios profesionales, clubes sociales y recreativos o representantes e cualquier organización que sea cooptativa en el ingreso de sus miembros.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta estructura de representación, a través de los “órganos naturales” de la sociedad, es <a href="http://geografosubjetivo.wordpress.com/files/2008/04/conservadurismo-y-liberalismo.pdf" target="_blank">propia de la ideología conservadora</a>. En Sevilla se han defendido las élites sociales conservadoras que consideran que su representación virtual es de más calidad que la representación real de los electos por los ciudadanos. Esta representación virtual se torna más fuerte cuando el partido, que es el instrumento político de estos sectores, no dirige el Ayuntamiento.</p>
<p style="text-align:justify;">La fuerza mediática de los sectores conservadores, que tienen asiento y voz en casi todos los medios locales de comunicación, que los colocan como interlocutores, fuentes de información, analistas y juzgadores de todo lo que pasa en la ciudad, de todo lo que se hace y se debería hacer.</p>
<p style="text-align:justify;">Ellos, desde periódicos, emisoras de radio y televisiones locales no solamente intentan marcar la política local, sino que lo que hacen más efectivamente es construir una mentalidad, una filosofía de lo que es bueno, de lo que es bello, de lo que es conveniente y de lo que es moral. Una Filosofía es el reflejo de las actitudes más conservadoras (y reaccionarias) que se pueden encontrar, recurriendo incluso a la idea de la “pars sanior”, formulada por Bernardo de Claraval y que viene a decir que sólo deberían tener poder decisivo, voto, los mejores y los mejores son los que coinciden con la perspectiva del que establece los criterios.</p>
<p style="text-align:justify;">Estos sectores conservadores odian la Modernidad y todo lo que representa. Pero no la Modernidad como expresión de nuestros tiempos, sino todo lo que ha hecho que Occidente sea Occidente desde la Ilustración. La igualdad no les convence porque parte de la desigualdad entre los seres humanos, la fraternidad sólo como la admiten como beneficencia y la libertad para ellos mismos, eso sí, para los demás el más servil de los sometimientos.</p>
<p style="text-align:justify;">El problema no es que piensen como quieran, sino el problema es que tienen influencia debido a que defienden los intereses de su clase o grupo social que les presta los medios para adoctrinar. Su mensaje de fondo, con miles de argumentos y asuntos, es que nada debe cambiar, que todo está bien como estaba. Defienden el adoquín sobre el granito para pavimentar en lo que es una muestra más de cómo los conservadores y reaccionarios intenta proyectar su inmovilismo a toda la sociedad, hasta en los detalles más aparentemente inocuos, aunque para ellos, con cierta razón, el paradigma estético es una forma excelente y muy eficaz de control social.</p>
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