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	<title>copaiba &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/copaiba/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "copaiba"</description>
	<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 05:29:13 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[&Oacute;LEO DE COPA&Iacute;BA]]></title>
<link>http://mossadin.wordpress.com/2008/08/15/leo-de-copaba/</link>
<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 21:42:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>caaoun</dc:creator>
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<description><![CDATA[ 
Nossa&#8230;Será que funciona pra qualquer virus mesmo??
Coisas que Goiânia produz além de dupl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img style="border-right:0;border-top:0;border-left:0;border-bottom:0;margin:0 5px 0 0;" height="366" alt="Imag000" src="http://mossadin.files.wordpress.com/2008/08/imag000.jpg" width="467"/> </p>
<p>Nossa...Será que funciona pra qualquer virus mesmo??</p>
<p>Coisas que Goiânia produz além de duplas sertanejas.</p>
<p>Contribuição: Caio</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Árvores remanescentes da floresta original da Cidade de São Paulo - Copaíba (Copaifera langsdorffi) ]]></title>
<link>http://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/?p=13</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 23:38:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Cardim</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Imagens de relíquias vegetais sobreviventes da urbanização paulistana. Em plena Zona Sul de noss]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://arvoresdesaopaulo.files.wordpress.com/2008/07/copaiba-2.jpg"></a><a href="http://arvoresdesaopaulo.files.wordpress.com/2008/07/copaiba-41.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19" src="http://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/files/2008/07/copaiba-41.jpg?w=300" alt="" width="300" height="224" /></a><a href="http://arvoresdesaopaulo.files.wordpress.com/2008/07/copaiba-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-15 aligncenter" src="http://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/files/2008/07/copaiba-1.jpg?w=224" alt="" width="224" height="300" /></a><a href="http://arvoresdesaopaulo.files.wordpress.com/2008/07/copaiba31.jpg"><img class="size-medium wp-image-16 aligncenter" src="http://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/files/2008/07/copaiba31.jpg?w=224" alt="" width="224" height="300" /></a></p>
<p>Imagens de relíquias vegetais sobreviventes da urbanização paulistana. Em plena Zona Sul de nossa cidade, existem ainda espalhados pelo bairro Granja Julieta, em Santo Amaro, belos exemplares desta árvore tão típica da Mata Atlântica de  São Paulo, a Copaíba (<em>Copaifera langsdorffi</em>). Produtora de um óleo reputado como medicinal no interior do cerne, sua madeira é de boa qualidade, outrora muito usada em diversas aplicações. Os frutos possuem no interior uma lustrosa semente preta com um arilo (anexo carnoso)amarelo-vivo inserido,  bastante procurado pelos pássaros.</p>
<p>Os exemplares das fotografias ainda conservam seus traços de árvores de mata, provavelmente nascidas quando toda aquela região à beira do Rio Pinheiros era floresta, e testemunharam ao seu redor todo o processo de urbanização.</p>
<p>Ricardo Henrique Cardim</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jequitibá-branco, um antigo habitante da Avenida Paulista]]></title>
<link>http://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/?p=3</link>
<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 23:12:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Cardim</dc:creator>
<guid>http://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/?p=3</guid>
<description><![CDATA[


Jequitibá-branco (Cariniana estrellensis)


No coração da cidade de São Paulo, quem diria, ex]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<div><span style="font-size:small;"></span></div>
<p><span style="font-size:small;"><span style="color:#000000;font-family:Verdana;"></span></span></p>
[caption id="attachment_4" align="alignnone" width="224" caption="Jequitibá-branco (Cariniana estrellensis)"]<a href="http://arvoresdesaopaulo.files.wordpress.com/2008/07/dscn3766.jpg"><img class="size-medium wp-image-4" src="http://arvoresdesaopaulo.wordpress.com/files/2008/07/dscn3766.jpg?w=224" alt="" width="224" height="300" /></a>[/caption]
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">No coração da cidade de São Paulo, quem diria, existe uma árvore que já viu muita coisa passar. Entre araribás, sapucaias e passuarés da antiga mata do Caaguaçu, “mata grande” como os índios a chamavam, um habitante (quase) famoso assiste impassível o desenvolvimento de nossa cidade, testemunha de outros tempos, o jequitibá-branco (Cariniana estrellensis).</p>
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">Atualmente conhecido como parque do Trianon ou Tenente Siqueira Campos, esse trecho de vegetação nativa encravado no meio dos prédios ainda conserva o gigante na sua parte esquerda de quem vem pela avenida Paulista.</p>
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">Quase junto a Alameda Casa Branca, no limite do parque, está localizado em uma pequena depressão úmida do terreno, praticamente escondido pelas outras árvores, mas seu enorme diâmetro do tronco revela a quem passa ali que está sob um habitante nobre de nossas florestas.</p>
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">Espécie outrora presente em diversas matas da cidade, hoje restrito a poucos lugares, essa árvore é um exemplo da exuberância da vegetação que existiu no planalto de Piratininga, entre seus campos e florestas. Nascida provavelmente antes da urbanização do local, assistiu a passagem das tropas de muares que atravessavam o espigão da Paulista em direção a Sorocaba e a construção dos palacetes dos endinheirados barões do café.</p>
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">O jequitibá sempre esteve no imaginário popular brasileiro, geralmente o rosa (Cariniana legalis) como aquele que tempos atrás caiu em Campinas na frente do palácio batizado com seu nome ou o que fez a avenida Faria Lima desviar seu curso. Seu irmão menor, o branco, costuma não ser tão alardeado, mas ocupa também o topo das florestas ainda preservadas e impressiona pelo porte e beleza quando bem desenvolvido.</p>
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">Suas diminutas e brancas flores contrastam com seu tamanho, e em algumas florações mais abundantes, sua copa, repleta de milhares de flores se torna branca, principalmente na parte superior, dando a impressão de que “nevou” em florestas com muito indivíduos (coisa muito rara hoje em dia, pela falta de matas).</p>
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">Um outro nome do jequitibá atualmente em desuso e desconhecido por grande parte das pessoas é de “cachimbeiro”, denominação essa devido aos seus frutos (um pixídio lenhoso) parecerem a cabeça de um cachimbo, o que levou no passado a muito morador dos sertões e escravos a adaptarem uma taquarinha oca ao fruto furado e usarem como cachimbo de pitar fumo.</p>
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">Justamente por causa do porte, o jequitibá, tanto o rosa quanto o branco, não podem ser plantados na cidade sem um prévio planejamento do local, com risco de prejudicar edificações e outras estruturas urbanas, mas ele precisa ser mais disseminado em áreas adequadas de São Paulo, para que as futuras gerações de paulistanos também possam conhecer uma amostra do que foi nossa vegetação e ter o prazer de passear na sua majestosa sombra.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">Ricardo Henrique Cardim</p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;">
<p style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin:0;"> Amigos das Árvores de São Paulo</p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Uomini veri]]></title>
<link>http://meristemi.wordpress.com/?p=220</link>
<pubDate>Sat, 10 May 2008 10:26:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Meristemi</dc:creator>
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<description><![CDATA[Campbell Plowden è un ricercatore americano attivo nella valorizzazione dei cosiddetti NTFP (Non-Ti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://meristemi.files.wordpress.com/2008/05/pdgr043273.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-229" style="float:left;" src="http://meristemi.wordpress.com/files/2008/05/pdgr043273.jpg?w=198" alt="" width="198" height="300" /></a><a href="http://www.rainforest-alliance.org/kleinhans.cfm?id=plowden" target="_blank">Campbell Plowden</a> è un ricercatore americano attivo nella valorizzazione dei cosiddetti NTFP (Non-Timber Food Products), ovvero di tutto ciò che è sostenibilmente commerciabile da una foresta, legname escluso. Nello specifico Plowden si occupa di valutare la sostenibilità dello sfruttamento di una risoresa forestale tropicale e di individuare possibili mercati d'uscita per i NTFPs. Un esempio della sua attività di ricerca è disponibile <a href="http://www.conservationandsociety.org/c_s_2-2-4-plowden-new.pdf" target="_blank">qui</a>. La sua specializzazione è nella parte più avventurosa e romantica di questo lavoro, quella che si svolge<em> in situ</em> nell'habitat da valorizzare ed è mestiere in cui occorre essere al tempo stesso un pò botanici, un pò forestali, antropologi, ecologi ma anche McGyver, psicologi, pazzi furiosi e saper gestire esperienze e situazioni assai simili a quelle degli esploratori <em>d'antan</em>. Soprattutto occorre essere decatleti delle culture e dei saperi, se si desidera dare a breve o a lungo termine una concreta ricaduta sul territorio al proprio lavoro.</p>
<p>Alcune settimane fa Plowden ha pubblicato su <a href="http://www.ethnobotanyjournal.org/" target="_blank">Ethnobotany Research and Applications</a> il sincero racconto (<a href="http://128.171.206.29/ojs/index.php/era/article/view/155/133" target="_blank">qui il pdf</a>) della sua esperienza con gli indigeni Tembè, con i quali ha lavorato nella raccolta sostenibile di <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Copaiba" target="_blank"><em>copaiba</em></a><a href="http://www.ethnobotanyjournal.org/" target="_blank"></a> (<em>Copaifera</em> spp. )ed <a href="http://www.cifor.cgiar.org/Highlights/andiroba.htm" target="_blank"><em>andiroba</em></a> (<em>Carapa guaianensis</em>) ed in generale nella valorizzazione della biodiversità di un'area dell'Amazzonia brasiliana orientale <a href="http://maps.google.com/maps?f=q&#38;hl=en&#38;geocode=&#38;q=rio+gurupi&#38;sll=-2.218684,-47.449951&#38;sspn=2.497323,5.141602&#38;ie=UTF8&#38;ll=-2.130856,-46.955566&#38;spn=4.993761,10.283203&#38;z=7" target="_blank">non lontano da Belem</a>.  Il racconto copre tutti quegli aspetti umani che i numeri della ricerca non dicono, ad esempio come le aspettative del ricercatore debbano farsi strada tra le dinamiche sociali di una cultura a lui aliena, come per converso le aspettative della suddetta società siano molto diverse dalla percezione che ne abbiamo da fuori. Plowden ha intrapreso l'esperienza di una <em>full-immersion</em> etnobotanica di alcuni anni, nella quale l'entusiasmo ha dovuto fare i conti con problemi sanitari e logistici (la cui descrizione vale una Lonely Planet per la vita in foresta), con le conseguenze dell'influenza reciproca tra un occidentale ed una popolazione amazzonica. Altro aspetto interessante che emerge è quello della difficoltà di convertire in dato numerico impressioni e leggende, che in popolazioni dalla forte tradizione orale divengono elementi fondanti del sapere. Esemplificativo in proposito quando spiega la difficoltà di estrapolare dati sulla produttività degli alberi della zona partendo dal racconto degli indigeni, che non hanno una reale idea del concetto di quantità ma la deformano nel ricordo, nel mito,  nell'orgoglio campanilistico e pesano la resa delle piante con l'occhio del pescatore del Bar Sport.</p>
<p>Con grande onestà Plowden parla a cuore aperto della difficoltà di tradurre in risultati concreti anche le migliori intenzioni quando il rischio di generare aspettative irrealizzabili non è ben chiarito. La percezione del valore e del lavoro necessario per generare benessere a partire dai NTFP è infatti ampiamente distorta in società che non hanno mai avuto un approccio scientifico alla realtà. Esiste in occidente una falsa visione delle popolazioni amazzoniche, idealizzate come ultime abitanti di una <em>land of green opportunities</em>, un giardino primordiale vergine da peccati che riteniamo esclusivi alla società occidentale: egosimo, avidità, desiderio di guadagno facile, prestigio e ricchezza acquisiti per diritto e non per merito e frutto di un lungo percorso, propensione alla corruzione sono in realtà concetti ben radicati anche nelle foreste. Invidie, gelosie, competizione possono minare anche il migliore dei progetti di valorizzazione della biodiversità se chi interviene non possiede competenze extracurricolari, non si mette in gioco in maniera totalmente aperta e soprattutto se non si prepara il terreno con una campagna informativa aperta e schietta sul lavoro che farà.</p>
<p>Non solo gli aspetti del ricercatore, ma anche quelli dell'uomo in mezzo ad altri uomini vengono quindi toccati in quella che appare più come un'esperienza da mediatore culturale (un ruolo che a noi europei pare dover esistere solo per integrare extracomunitari nelle società occidentali, laddove la mediazione dovrebbe essere biunivoca, valida nei due sensi). E' una lettura che davvero consiglio per chi si occupa o si interessa di foreste tropicali e piante medicinali, per capire anche i limiti di un contesto così affascinante e prioritario come la protezione della biodiversità tropicale.</p>
<p>Ne approfitto anche per segnalare la rivista, nata da pochi anni e pubblicata online in base ai principii degli <a href="http://pkp.sfu.ca/ojs/" target="_blank">Open Access Journals</a>, le riviste scientifiche ad accesso gratuito, non legate a grossi editori, che sostengono una filosofia di accesso alla ricerca basata sulla condivisione totale delle scoperte e delle attività assai simile all'<em>open source</em>.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Living in Nature]]></title>
<link>http://warrenb.wordpress.com/?p=12</link>
<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 06:26:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>warrenb</dc:creator>
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<description><![CDATA[Living in Nature
 

I remember watching a tv program some years back where David Blaine the famous i]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Living in Nature</p>
<p>!!!<!--Slide.com error: provide id, w, h--><br />
<!-- 		@page { size: 21.59cm 27.94cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--><br />
I remember watching a tv program some years back where David Blaine the famous illusionist went to the Amazon region and performed some magic tricks to a group of children who were living in a remote traditional village.  What was most striking to me was that these kids did not even look surprised at a trick that would have most people standing there with their mouths hanging wide open.  Having had the opportunity to visit a similar type of village in the Amazon, I immediately got why...... they were surrounded everyday by a magic and wonder that was their backyard.</p>
<p style="margin-bottom:0;">About six year ago after escaping from a tedious work situation, I manged to convince my wonderful wife that I needed to do something that I had always dreamed of.  (I conveniently neglected to mention anything about mosquitos, bathing in rivers, sleeping in hammocks or walking in mud up to your knees!!)  So we were off to a city of 30,000 called Leticia located at the southern most point in Colombia in the heart of the Amazon Rainforest.  The location was inspired by a book I read by Wade Davis  called One River which is about his mentor Richard Evans Schultes. (the Indiana Jones of the plant world)  This book is one of my favorite reads and the life of Schultes brought up a strong yearning to experience this magnificent part of the world.   Flying in to this city you can sense the vastness of the surrounding Jungle with the many tributaries that branch off the main Amazon river.  The Amazon region is truly the lungs of the world producing almost 30% of the oxygen on the planet.  Apart from the oxygen high we could spend time with the local people where they taught us how to harvest acai berries and make a drink (Don't drink river water like I did!),  finding "camu camu" fruit for a snack, fishing, identifying plant medicines, swimming and just overall enjoying the scenery.   It was amazing how rich and fulfilled their lives were, everything they needed existed within their surroundings – food, medicine, entertainment. Most of all  no mind numbing television or video games, depressing newspapers, traffic jams or people hustling to get somewhere to do relatively unimportant tasks. I think we could all take a lesson from my new friends</p>
<p style="margin-bottom:0;">Hope you enjoy the little slide show of our trip.</p>
]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[<a href="http://www.sensablehealth.com/wp/2008/03/16/copaiba-the-healing-tree/">Copaiba: The Healing Tree</a>]]></title>
<link>http://vanburen3.wordpress.com/2008/03/16/copaiba-the-healing-tree/</link>
<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 18:28:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>vanburen3</dc:creator>
<guid>http://vanburen3.wordpress.com/2008/03/16/copaiba-the-healing-tree/</guid>
<description><![CDATA[Copaiba (scientific name, Copaifera officinalis), aside from being a beautiful and noble hardwood, a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><img style="width:50px;height:62px;" src="http://vanburen3.files.wordpress.com/2007/04/sousa_small.gif" alt="" hspace="4" vspace="2" width="50" height="62" align="left" />Copaiba (scientific name, <em>Copaifera officinalis</em>), aside from being a beautiful and noble hardwood, also gives us an oil that has a surprising number of medicinal properties. Copaiba (pronounced <em>koh-pah-<strong>ee</strong>-bah</em>) is from the Amazon region and is encountered in Brazil, Argentina, Venezuela, Peru, Bolivia and Columbia.</p>
<p><a href="http://www.sensablehealth.com/wp/2008/03/16/copaiba-the-healing-tree/">Read more...</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nativas]]></title>
<link>http://pedrobonsai.wordpress.com/2007/12/09/nativas/</link>
<pubDate>Sun, 09 Dec 2007 23:45:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pedro Bessa</dc:creator>
<guid>http://pedrobonsai.wordpress.com/2007/12/09/nativas/</guid>
<description><![CDATA[Além de comprar um presente para o amigo oculto, acabei trazendo algumas mudinhas para mim&#8230; E]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Além de comprar um presente para o amigo oculto, acabei trazendo algumas mudinhas para mim... Encontrei uma Sibipiruna perfeita para um mame:</p>
<p><img src="http://www.pixelseartes.ppg.br/imagens/9_dezembro_07/sibipiruna_mame_antes.jpg" border="2" height="343" width="241" /></p>
<p>E depois de envasada:</p>
<p><img src="http://www.pixelseartes.ppg.br/imagens/9_dezembro_07/sibipiruna_mame.jpg" border="2" height="766" width="479" /></p>
<p>Tambei acabei comprando uma muda de Pau-Ferro (não bati foto ainda) e uma de Copaíba:</p>
<p><img src="http://www.pixelseartes.ppg.br/imagens/9_dezembro_07/copaiba.jpg" border="2" height="270" width="482" /></p>
<p>É mais um mame, este no estilo han-kengai (semi-cascata). Dá para ver que usei ráfia no tronco para torcê-lo sem risco de quebra. A muda que eu comprei há uns 2 meses está brotando muito bem e me animei em comprar esta também. A outra está em escorredor e se desenvolvendo. Apenas após um bom engrossamento de tronco e desenvolvimento, irei envasá-la. Será no estilo hokidashi (vassoura) e será um shohin de uns 25cm de altura.</p>
]]></content:encoded>
</item>

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