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	<title>controle-social &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://wordpress.com/tag/controle-social/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "controle-social"</description>
	<pubDate>Sun, 20 Jul 2008 13:29:10 +0000</pubDate>

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<item>
<title><![CDATA[Aumento do número de vereadores, melhor ou pior para a sociedade.]]></title>
<link>http://astce.wordpress.com/?p=163</link>
<pubDate>Sun, 01 Jun 2008 20:22:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>moderador</dc:creator>
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<description><![CDATA[Na última terça-feira, 27/05/2008, o Plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília, aprovou em ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Na última terça-feira, 27/05/2008, o Plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília, aprovou em primeiro turno a Proposta de Emenda à Constituição nº 333/04. Esta PEC cria 24 faixas de números de vereadores, de acordo com o tamanho da população de cada município. Para a menor faixa populacional, de até 15 mil habitantes, as Câmaras poderão ter, no máximo, 9 vereadores. Ainda, segundo o texto original, também haverá<span> </span>diminuição no percentual de gastos com o Legislativo, limitados hoje a<span> </span>8%<span> </span>do<span> </span>total as receitas de <span> </span>impostos e transferência dos municípios.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><!--[if !supportLineBreakNewLine]--><br />
<!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O assunto em voga suscitou debates acalorados durante toda a semana. Uns posicionando-se contra, como é o caso da grande imprensa nacional, que classificou o assunto como uma galhofa e uma espécie de combustível para o trem da alegria, tão em moda no Brasil. Outros defendiam o teor da PEC nº 3330/04, como é caso da classe política.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">No Maranhão, <span> </span>não poderia ser diferente<span> </span>afinal,<span> </span>em alguns municípios, <span> </span><span> </span>a PEC nº 333/04 acarretará um aumento do número de vereadores<span> </span>bastante significativo. Em Açailândia e São José de Ribamar, por exemplo, o número de Edis poderá chegar a 17; Caxias atingirá 19 e São Luís saltará <span> </span>de 21 para 33 vereadores.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Para que a questão possa ser elucidada, longe de ufanismos e paixões febris, faz-se necessário recordar que a <span> </span>Constituição Federal de 1988, epitetada de “Constituição Cidadã” pelo célebre Ulisses Guimarães, mitigou, em muito, a competência para legislar atribuída ao legislativo municipal, ou seja, as Câmaras Municipais tiveram diminuídos drasticamente o seu poder de fazer leis. Restando, basicamente, ao vereador exercer a fiscalização dos atos do prefeito e dos seus secretários.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">O que ocorre hoje em nosso Maranhão, na maioria esmagadora dos municípios, <span> </span>é esta excrecência denominada ‘mensalinho’, <span> </span>onde o prefeito ‘compra’ o maior número de vereadores para não ser ‘incomodado’ durante o seu mandato e poder gatunar os recursos municipais com a anuência das Câmaras.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">E Isto, é o que causa revolta de grande parcela da população; que se consultada seguramente <span> </span>informará que o número de Edis deveria<span> </span>diminuir, ou então as Câmaras Municipais deveriam ser totalmente extintas. Assim, simetricamente falando, com a equação falta de matéria para legislar e cooptação pelos prefeitos, a descrença na vereança é enorme.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Neste diapasão, a PEC nº 333/04 traz alguns avanços importantes, como por exemplo, a diminuição dos repasses ao Legislativo pelo Executivo. O conhecido duodécimo, que é o valor que as prefeituras repassam mensalmente as Câmaras para que eles possam custear as suas atividades. Hoje, os repasses podem chegar até a 8% das receitas de impostos e transferências do exercício anterior; como a nova proposta os repasses não poderão exceder a 5%, assim os parlamentos terão que economizar gastos para poderem se manter.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Deste modo, é muito boa a proposta da PEC nº 333/04, pois aumenta a representatividade popular dos diversos segmentos municipais, atrapalha a cooptação de vereadores por parte dos prefeitos e<span> </span>as Câmaras passam a ter uma gestão mais equilibrada, tendo em vista a diminuição dos repasses efetuados pelas prefeituras.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="color:black;">Como a matéria ainda está na Câmara dos Deputados, o passo seguinte do processo legislativo é, se todo o Plenário concordar, votá-la em segundo turno antes do intervalo regimental de cinco sessões entre as duas votações, após isso irá à votação no Senado; em sendo<span> </span>promulgada, a futura emenda constitucional produzirá efeitos apenas a partir da próxima legislatura. É um começo.<br />
<!--[if !supportLineBreakNewLine]--><br />
<!--[endif]--></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Um pouco de História-É importante ressaltar que os vereadores até 1969 não recebiam quaisquer remuneração por suas atividades; foi a partir do Ato Institucional nº. <span style="color:black;">7, de 26 fevereiro de 1969, que s</span><span style="color:black;">omente passaram a ser remunerados os vereadores das capitais e dos municípios de população superior a trezentos mil (300.000) habitantes, aos outros não poderia haver remuneração. A situação só veio a se modificar com o advento da Emenda Constitucional nº. 4, de 23 de abril de 1975, que estendeu a todos os Edis a remuneração, desde que fossem fixadas pelas respectivas Câmaras Municipais para a legislatura seguinte. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Autor:</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Welliton Resende</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Auditor da CGU/MA</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Ex-analista do TCE/MA</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span lang="EN-US">Blog <a href="//controlesocial.blog.terra.com.br)" target="_blank"> Controle Social</a></span></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CIRBE: Communiqué lu devant l'inspection académique le 30 avril]]></title>
<link>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=237</link>
<pubDate>Fri, 09 May 2008 13:06:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>baseeleves38</dc:creator>
<guid>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=237</guid>
<description><![CDATA[Depuis que nos écoles sont confrontées à la mise en œuvre du logiciel Base Élèves 1er Degré, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Depuis que nos écoles sont confrontées à la mise en œuvre du logiciel Base Élèves 1er Degré, parents, enseignants, élus, citoyens se sont inquiétés des conséquences d'un tel dispositif, y voyant de réelles atteintes aux libertés individuelles.</p>
<p>Aujourd'hui, en Isère, les directeurs sont dans l'obligation, sous peine de retrait de salaire, de valider les données au plus tard le 30 avril ou le 30 mai, selon les tranches.</p>
<p><strong>Pourtant</strong>, de nombreux Conseils d'écoles ont voté une motion contre Base Élèves.<br />
<strong>Pourtant</strong>, beaucoup de parents d'élèves ont manifesté leur désaccord en signant la pétition contre Base Élèves.<br />
<strong>Pourtant</strong>, nombreux sont aussi ceux qui ont adressé un courrier au directeur, à l'Inspecteur Académique et au maire pour leur affirmer leur refus de voir leur enfant pris dans un tel dispositif.<br />
<strong>Pourtant</strong>, des conseils municipaux dont celui de Grenoble fin mars, ont demandé, par vœux, l'abandon de Base Élèves.<br />
<strong>Pourtant</strong>, nous étions environ 1000 personnes à Grenoble le 2 avril, à manifester contre ce fichier.<br />
<strong>Par ailleurs</strong>, un recours gracieux en demande d'annulation d'actes pour excès de pouvoir a été déposé le 14 mars 2008 auprès du Ministère de l'Éducation Nationale.</p>
<p>Toutes ces démarches nous encouragent à poursuivre nos efforts collectivement pour empêcher que nos enfants soient entrés dans Base Élèves.</p>
<p><strong>Ici</strong>, en Isère, Le Collectif Isérois pour le Retrait de Base Élèves – le CIRBE – s'est créé pour incarner la montée de ces contestations localement.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Ailleurs</strong>, d'autres villes se sont mobilisées, avec en tête Rennes, où la pétition nationale lancée par le CORRESO a recueilli plus de 26 000 signatures demandant le retrait de Base Élèves, mais aussi Marseille, Toulouse, Paris, Lille, Millau, Clermont-ferrand, Valence et bien d'autres villes de France.</p>
<p><strong>Malgré toutes ces protestations</strong>, les Inspections Académiques et le Ministère de l'Éducation Nationale persistent à ignorer les parents, les directeurs, les associations, les syndicats et les politiques qui demandent l'arrêt du dispositif.</p>
<p><strong>Face à la mobilisation</strong>, l'Inspecteur d'académie use de <strong>méthodes litigieuses et inacceptables</strong> pour implanter coûte que coûte Base Élèves : formations imposées, <strong>pressions morales</strong>, transfert informatique des données d'un logiciel à celui de Base Élèves, envoi d'animateurs TICE pour prélever des données sur une clé USB, usage des forces de polices, menaces de retraits de salaires pour les directeurs qui ne valideraient pas les données en temps et en heure.<br />
Ce passage en force confirme nos craintes quant à la finalité même de Base Élèves, <strong>premier maillon d'une entreprise de contrôle social</strong> qui bafoue les fondements de notre démocratie et s'inscrit en droite ligne de la loi de la prévention de la délinquance, et outil incompatible avec les missions du service public qu'est l'éducation.</p>
<p>Très récemment, le gouvernement a essayé de mettre en place <strong>le fichier Ardoise</strong>.<br />
Compte tenu du caractère discriminatoire de ce fichier et devant la contestation de nombreuses associations, la Ministre de l'Intérieur annonçait la suspension de cette expérimentation le 22 avril 2008.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Comment ne pas remarquer les similitudes entre le fichier Ardoise et le fichier Base Élèves ?</strong> Implantation sur tout le territoire sous couvert d'expérimentation. fichier mis en place dans l'opacité la plus totale, <strong>voire dans l'illégalité</strong>, recueil de données inacceptables et violant l'intimité de la personne, informations fournies par le fonctionnaire (ici le policier, là le directeur d'école) et non pas par l'intéressé, regroupement de fichiers auparavant distincts, etc, etc.</p>
<p style="text-align:left;"><strong> Allons nous laisser les fichiers, de sinistre mémoire, bafouer notre démocratie ?</strong></p>
<p>Aujourd'hui, une caisse de solidarité vient d'être mise en place pour soutenir les directrices et directeurs qui, au motif de refuser d'être formés au logiciel ou de l'utiliser, s'exposent à ces retraits de salaires.</p>
<p><strong> Nous voyons là l'occasion de réaffirmer notre détermination à lutter de toutes nos forces contre le fichage des enfants, pour une école du respect et non de la stigmatisation, pour une école de la confiance et non pas de la suspicion, notre détermination à lutter de toutes nos forces pour une société où le respect des libertés individuelles n'est pas qu'un voeu pieux...</strong></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La vidéo du 2 avril 2008 contre base élèves à Grenoble]]></title>
<link>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=230</link>
<pubDate>Mon, 05 May 2008 20:29:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>baseeleves38</dc:creator>
<guid>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=230</guid>
<description><![CDATA[La vidéo du 2 avril 2008 contre base élèves à Grenoble : http://www.youtube.com/watch?v=GWpmgcaC]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>La vidéo du 2 avril 2008 contre base élèves à Grenoble : <a title="Contre base élèves le 1er mai 2008" href="http://www.youtube.com/watch?v=GWpmgcaC8_c" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=GWpmgcaC8_c</a></p>
<p><a href="http://baseeleves38.wordpress.com/files/2008/05/1ermai2008_non_cest_non.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-234" src="http://baseeleves38.wordpress.com/files/2008/05/1ermai2008_non_cest_non.png?w=300" alt="" width="300" height="191" /></a></p>
<p><a href="http://baseeleves38.wordpress.com/files/2008/05/1ermai2008.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-231" src="http://baseeleves38.wordpress.com/files/2008/05/1ermai2008.png?w=300" alt="" width="300" height="223" /></a><br />
<a title="Contre base élèves le 1er mai 2008" href="http://www.youtube.com/watch?v=GWpmgcaC8_c" target="_blank"></a></p>
<p><a href="http://baseeleves38.wordpress.com/files/2008/05/1ermai2008_etranger.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-232" src="http://baseeleves38.wordpress.com/files/2008/05/1ermai2008_etranger.png?w=300" alt="" width="300" height="226" /></a></p>
<p><a href="http://baseeleves38.wordpress.com/files/2008/05/1ermai2008_non_a_baseeleves.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-233" src="http://baseeleves38.wordpress.com/files/2008/05/1ermai2008_non_a_baseeleves.png?w=300" alt="" width="300" height="146" /></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Déclarations préalables du PAS 38 à la CAPD du 4 avril]]></title>
<link>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=227</link>
<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 20:03:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>baseeleves38</dc:creator>
<guid>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=227</guid>
<description><![CDATA[Monsieur l&#8217;Inspecteur d&#8217;Académie,
De nombreux directeurs, directrices et équipes péda]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Monsieur l'Inspecteur d'Académie,</p>
<p>De nombreux directeurs, directrices et équipes pédagogiques de l'Isère doutent et souffrent, aujourd'hui. Les nombreux courriers adressés aux inspecteurs et à nous-mêmes témoignent de leur profond désarroi ou de leur exaspération.</p>
<p>Jamais encore, en effet, les enseignants du premier degré n'ont été à ce point confrontés à des ordres qui remettent en question les valeurs pour lesquelles ils ont choisi d'exercer ce métier :</p>
<p>-       de nouveaux programmes qui préconisent pour des élèves exécutants l'empilement des connaissances cloisonnées et la répétition d’exercices coupés de la vie plutôt que, pour des enfants futurs citoyens, la lente construction des savoirs par l'autonomie, le plaisir d'apprendre, le projet, la transversalité, la situation de recherche.</p>
<p>-       l'organisation de stages de remise à niveau à l’efficacité très contestable, qui ont l'effet d'une double peine pour des enfants souvent défavorisés, dont on nie les besoins physiologiques, alors que c’est pendant les heures de classe qu’il faut renforcer l’individualisation et les réseaux d’aide,</p>
<p>-       et <span style="color:#ff0000;"><strong>enfin la mise en place d'un fichier nominatif centralisé</strong></span>, dont vous tentez de minimiser les effets, mais dont nous sommes nombreux à penser, parents, élus et enseignants, qu'un jour il vous échappera.</p>
<p><strong>Ce dernier point est aujourd'hui le plus douloureux, parce qu'il nous place en conflit de loyauté : d'un côté, servir la fonction publique avec fierté comme nous l'avons toujours fait, de l'autre respecter les libertés individuelles exprimées notamment par nos parents d'élèves.</strong></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Entrer dans Base Elèves les renseignements sur les enfants, c'est trahir la confiance des familles. Ne pas les entrer, c’est désobéir à notre administration.</strong></span></p>
<p>Ce choix cornélien est encore plus déchirant lorsqu'on se retrouve sommé d'entrer dans des locaux encadrés par des policiers, face à des parents d'élèves que souvent l'on connaît. Car il n'y a pas d'un côté les méchants parents gauchistes qui veulent en découdre, et de l'autre les pauvres enseignants pris en otage : il y a avant tout des citoyens qui, au-delà de leurs différences de fonctions et d’opinions, se posent des questions.</p>
<p>Un témoignage d’une collègue : « J’ai été très choquée de ces procédés et de cette présence policière dans le cadre de mon travail. J’apprends tous les jours à mes élèves qu’on ne règle jamais les conflits par la violence, et j’ai avec leurs parents des rapports basés sur le respect. » .</p>
<p>On traite de pessimistes, voire de paranoïaques, les objecteurs à   Base Elèves.</p>
<p><strong>Sont-ils si loin de la vérité quand ils affirment que Base Elèves enferme les élèves dans leurs destins ?<br />
</strong><br />
Un autre témoignage, d’un collègue cette fois : <strong>« Comment pourrais-je encore concilier les fondements du plus beau métier du monde avec la négation du pouvoir d’évoluer ?</strong> Comment pourrais-je encore œuvrer au développement de la personne élève en attachant à l’arrière de son véhicule intellectuel le lest immuable de son déterminisme? Comment croire moi-même et faire croire aux enfants que rien n'est joué d'avance? Comment conserver, contre toutes les tentations passives, la posture fondamentale de l'éducateur et/ou de l'enseignant qui consiste à ne jamais définir ? »<br />
Sont-ils si loin de la vérité quand ils dénoncent Base Elèves comme un élément d’une dérive sécuritaire, ce que prévoit la loi de prévention de la délinquance ?</p>
<p><strong>Sont-ils si loin de la vérité</strong> lorsqu'ils pensent que les écoles qui ne fourniront pas de listes d'enfants en difficultés, pour l'organisation des stages comme pour leur signalement dans Base<br />
Elèves, ne pourront prétendre à une quelconque aide de la part de leur administration ?</p>
<p><strong>Sont-ils si loin de la vérité</strong> lorsqu'ils craignent que Base Elèves devienne un de ces vecteurs d'évaluation des écoles, au nom d’une farouche mise en concurrence ?</p>
<p><strong>Sont-ils si loin de la vérité</strong> quand ils remarquent que les modalités des interventions policières varient en fonction du statut des témoins présents : élus, IEN, représentants du personnel, médias ?</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Les objecteurs à Base Elèves, car il s’agit bien d’une objection de conscience, agissent conformément aux dispositions de l’article  28 de la loi n° 83-634 du 13 juillet 1983 portant droits et obligations des fonctionnaires et stipulant qu’un fonctionnaire ne doit pas se conformer à un ordre manifestement illégal ou de nature à compromettre gravement un intérêt public.</strong></span></p>
<p>Placés dans une situation de soumission avec des pressions, des harcèlements, des menaces de sanction pour service non fait (ce qui reste à prouver), des ordres pour le moins illégitimes, dont nous contestons le bien-fondé, bon nombre de nos collègues sont dans un état psychologique totalement incompatible avec la sérénité dont ils ont besoin pour travailler efficacement.</p>
<p>Nous vous demandons, Monsieur l'Inspecteur d'Académie, de ramener un climat de confiance propice au travail dans les écoles de notre département, et cela dans l'intérêt de nos élèves.</p>
<p>Le 4 avril 2008 Les délégués du personnel du PAS 38.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Compte Rendu de la soirée débat "fichage et vie privée" du vendredi 11avril 2008 organisée à St Martin d'Hères]]></title>
<link>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=223</link>
<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 20:27:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>baseeleves38</dc:creator>
<guid>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=223</guid>
<description><![CDATA[Compte Rendu de la soirée débat &#8220;fichage et vie privée&#8221; du vendredi 11 avril 2008, or]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Compte Rendu de la soirée débat "fichage et vie privée" du vendredi 11 avril 2008, organisée à St Martin d'Hères, dans le cadre du Printemps pour l'Egalité.</p>
<p><strong>1- QU'EST CE QUI CARACTERISE UN FICHAGE PAR RAPPORT A UN SIMPLE FICHIER ?</strong><br />
- il comprend des données nominatives</p>
<p>- il se fait à l'insu des personnes</p>
<p>- les données répertoriées n'ont rien à voir avec l'objet premier du fichier</p>
<p>- la durée de conservation des données est exagérée</p>
<p>- il y a facilité d'interconnexion avec d'autres fichiers</p>
<p>(Bravo ! Base-élèves a tout bon !!!)</p>
<p>* L'un des intervenants, enseignant syndiqué SNUIPP, signale que l'I.A., interpellée récemment sur le fait que B.E. n'était toujours pas sécurisé a répondu qu' « il n'y  avait pas d'inquiétude à avoir et que ça allait être mis en place d'ici fin juin. »<br />
* Une nouvelle qui fait froid dans le dos : Le Ministère de l'immigration et de l'identité nationale a aussi des compétences en matière de Culture et d'Education ! (Les nouveaux programmes d'instruction civique ne traitent plus « des droits de l'homme et du citoyen » ; en revanche, on y apprend « comment devenir Français ». )</p>
<p>Ainsi, il peut refuser la présence d'une œuvre dans un Musée ou peut avoir son mot à dire sur les programmes de l'Education Nationale.</p>
<p>On se demande d'ailleurs si ce n'est pas déjà fait au vu des nouveaux programmes auxquels on enlève toute dimension humaniste. L'enfant devient un réceptacle dans lequel l'enseignant déverse des données. Ce sont les statistiques qui gouvernent désormais : nombre d'élèves en difficulté, réussite aux évaluations, etc.</p>
<p>*  La CNIL demande de plus en plus la suppression de fichiers face à<br />
des erreurs.</p>
<p>En moyenne, 25% des fichiers comporteraient des erreurs. Quelle sécurité !<br />
* Notre combat ici par rapport à ces fichiers se base sur la défense des droits de l'homme.</p>
<p>Les magistrats y voient aussi un autre aspect pervers : les fichiers seront censés apporter toutes les réponses, il n'y aura plus nécessité d'enquêtes de police (par exemple), de vérifications… et cela engendrera  la suppression de personnel (policiers, travailleurs sociaux, etc.)</p>
<p>* A noter dans les agendas : le dimanche 18 mai, à Paris, grande manifestation pour la défense de l'école</p>
<p><strong>2- DES CONSEILS  POUR LA POURSUITE DE L'ACTION CONTRE BASE ELEVES  :</strong></p>
<p>- tenter d'obtenir la liste nominative à la mairie de tous les parents délégués pour les alerter directement (commentaire perso : pas évident je pense, les services enseignement renaclent)</p>
<p>- à défaut, entrer en contact avec les DDEN (délégués départementaux de l'Education Nationale) qui assistent aux conseils d'école et peuvent par exemple remettre aux parents délégués notre courrier (à st martin d'Hères, c'est le responsable du service enseignement qui a donné les noms des délégués)</p>
<p>- demander (peut être par l'intérmédiaire des parents délégués) aux parents de chaque école de signer un courrier informant le directeur de leur refus de voir leur enfant inscrit sur le fichier  base élève.   plus il y aura de courriers, plus le directeur se sentira soutenu dans son refus d'utiliser base élève.</p>
<p><strong>3 - PETIT BONUS SUR LES NOUVEAUX PROGRAMMES QUI INQUIETENT BEAUCOUP LES ENSEIGNANTS :</strong></p>
<p>- aller sur le site du syndicat SNUIPP pour consulter les nouveaux programmes et consulter l'étude les comparant avec les anciens</p>
<p>- Etre au courant des attributions du ministère de  M Hortefeux : celui a un droit de regard sur les programmes scolaires ou dans la culture (sur ce qui peut être exposé dans un musée par exemple).</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vitória do Controle Social sobre o Controle Externo]]></title>
<link>http://astce.wordpress.com/?p=124</link>
<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 01:12:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>moderador</dc:creator>
<guid>http://astce.wordpress.com/?p=124</guid>
<description><![CDATA[
Publicada em 16/04/2008 às 21h09m
Demétrio Weber - O Globo; O Globo Online
BRASÍLIA - O Tribunal]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<h3></h3>
<p>Publicada em <strong>16/04/2008</strong> às 21h09m</p>
<p><cite>Demétrio Weber - O Globo; <strong><a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/04/16/tcu_bloqueia_repasse_de_30_milhoes_da_unb_para_finatec-426891117.asp" target="_blank">O Globo Online</a></strong></cite></p>
<p>BRASÍLIA - O Tribunal de Contas da União (TCU) bloqueou nesta quarta-feira o repasse de R$ 30 milhões da Universidade de Brasília (UnB) para a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), entidade sob intervenção judicial e envolvida no escândalo que levou à renúncia do reitor Timothy Mulholland no último domingo. O contrato suspenso cautelarmente pelo TCU é do programa de reestruturação das universidades federais, o Reuni, principal iniciativa do governo para ampliar vagas no ensino superior no segundo mandato do presidente Lula.</p>
<p>Em outra frente de investigação, o Ministério Público Federal ajuizou ação de improbidade administrativa contra ex-dirigentes da UnB e do Ministério da Educação (MEC) pelo uso de recursos da universidade para pagar funcionários terceirizados do ministério. Segundo o MP, 108 funcionários, sendo possível que parte deles fossem fantasmas, seriam pagos de forma irregular através da Editora da UnB. Entre os acusados estão o atual secretário de Educação do Distrito Federal, José Valente, o ex-secretário de Educação do Rio de Janeiro Nelson Maculan - que era secretário de Educação Superior do MEC -, o ex-reitor da UnB Lauro Morhy e o ex-diretor da editora Alexandre Lima.</p>
<p>No caso do Reuni, o TCU entendeu que o repasse da UnB para a Finatec foi um subterfúgio para evitar a devolução dos recursos ao governo, já que o Ministério da Educação só liberou o dinheiro em 28 de dezembro e a universidade não teria tempo hábil para gastá-lo em 2007. Uma vez transferida para a Finatec, a verba poderia ser usada em 2008, sem a necessidade de novo repasse.</p>
<p>Entre novembro e dezembro do ano passado, 37 fundações de apoio teriam recebido R$ 300 milhões do Reuni, segundo o tribunal. O programa do MEC prevê investimentos de R$ 2 bilhões até 2011. Para o TCU, o Reuni financia atividades meramente administrativas e de rotina da universidade, o que não justificaria a contratação de uma fundação de apoio. Da mesma forma, o tribunal considerou indevida a dispensa de licitação.</p>
<p>"Ficou evidenciado que a transferência de recursos provenientes do Reuni para as fundações de apoio, bem como de outros repasses que apresentavam como objeto atividades próprias da administração ou desvinculadas das finalidades das fundações, foi prática amplamente utilizada pelas universidades", diz o voto do ministro-relator Aroldo Cedraz.</p>
<p>A medida cautelar foi aprovada pelo plenário do tribunal. Ela determina que o atual reitor da UnB, no caso o recém-empossado Roberto Aguiar, seja ouvido no prazo de 15 dias para prestar esclarecimentos. O TCU quer ouvi-lo também sobre outros contratos da UnB com suas diversas fundações de apoio. O tribunal identificou indícios de irregularidades em contratos celebrados pela UnB com a Fundação Universidade Brasília (Fubra) e a Fundação de Estudos e Pesquisas em Administração e Desenvolvimento (Fepad), envolvendo verbas da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) e do Ministério das Cidades.</p>
<p><strong>Roberto Aguiar diz que espera  desocupação da UnB até sexta</strong></p>
<p><a class="img imgLoader" title="novo reitor da Universidade de Brasilia, Roberto Aguiar,quando chegava no predio da reitoria para uma reunião com os estudantes - Roberto Stuckert Filho / O Globo" rel="lightbox" href="http://oglobo.globo.com/fotos/2008/04/16/16_MHG_pais_aguiar123.jpg"> <img src="http://oglobo.globo.com/fotos/2008/04/16/16_MHB_pais_aguiar123.jpg" border="0" alt="novo reitor da Universidade de Brasilia, Roberto Aguiar,quando chegava no predio da reitoria para uma reunião com os estudantes - Roberto Stuckert Filho / O Globo" /></a></p>
<p>O reitor pro-tempore da UnB,  <a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/04/15/rio_viveu_periodo_conturbado_com_aguiar_na_secretaria_de_seguranca-426864279.asp" target="_self">Roberto Aguiar</a> , disse nesta quarta-feira,   <a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/04/16/reitor_interino_roberto_aguiar_diz_que_espera_desocupacao_da_unb_em_48_horas-426868972.asp" target="_self">após se reunir com estudantes no auditório da reitoria, que o grupo havia estabelecido um prazo de 48 horas</a> para a desocupação do prédio.</p>
<p>- Estabelecemos um prazo para eles saírem daqui. De 48 horas no máximo - disse Aguiar aos jornalistas.</p>
<p>Depois o novo reitor voltou atrás e disse que, na verdade, não havia prazo, mas sim uma expectativa:</p>
<p>- A minha expectativa é que em 48 horas ou menos nós terminemos com isso.</p>
<div class="opn ftr">
<blockquote><p><span class="abr">"</span> <span class="frs"> A minha expectativa é que em 48 horas ou menos nós terminemos com isso. </span> <span class="fch">"</span></p></blockquote>
<hr /></div>
<p>Os alunos, porém, negaram a existência do prazo de 48 horas. Em assembléia, decidiram transferir para quinta-feira a decisão sobre se desocupam ou não a reitoria da instituição. A justificativa reunidos foi o baixo quórum do encontro. Cerca de 250 estudantes estavam presentes no auditório da reitoria. <a href="NewWindow('/pais/fotogaleria/2008/5106/','fotogaleria',720,580,'no','no');" target="_self">(Veja fotos da ocupação)</a></p>
<p>Aguiar substituiu Timothy Mulholland, que renunciou ao cargo após pressã dos estudantes. Mulholland foi denunciado pelo Ministério Público por uso indevido de recursos da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec). A Finatec pagou R$ 470 mil para decorar o apartamento funcional do reitor.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Compte rendu du blocage du mardi 8 avril 2008]]></title>
<link>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=200</link>
<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 21:01:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>baseeleves38</dc:creator>
<guid>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=200</guid>
<description><![CDATA[Petit cr tardif du blocage de mardi dernier à l&#8217;IA de Grenoble :
Malgré une info selon laque]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Petit cr tardif du blocage de mardi dernier à l'IA de Grenoble :</p>
<p>Malgré une info selon laquelle l'horaire était avancé, les directeurs sont arrivés pour 9H.<br />
Nous étions une petite dizaine (dont une bonne moitié avait fait près d'une heure de voiture depuis le secteur de.. St Georges de Commiers je crois ?) et avons tenté de bloquer les deux accès.</p>
<p>Derrière, situation tendue avec 3 directeurs/trices, deux d'entre eux ne souhaitant manifestement pas discuter, le troisième nous opposant un point de vue assez véhément dans la lignée de l'administration, ce dernier finissant par forcer le passage à la suite des deux premiers, rentrés plus furtivement.<br />
Au passage, nous apprenons que ce monsieur n'était pas convoqué et qu'il avait tout bonnement "devancé" l'appel...</p>
<p>Devant, 3 directeurs/trices hostiles à BE, dont une qui désirait tout de même assister à la formation et à qui nous avons exprimé notre regret de ne pouvoir les laisser entrer avant que l'IA prenne ses responsabilités en appelant la police.</p>
<p>Apparition du secrétaire général de l'IA M. Coudurier (contrairement à la veille), intervention de la police, opposition héroïque de la banderolle (!!) qui ne peut toutefois pas tenir sa position, une directrice s'en va et les autres entrent.</p>
<p>Comme d'habitude, il n'y a pas eu de dialogue possible avec M. Coudurier qui nous oppose les histoires récurrentes de liberté de circuler, d'état de droit et autres directives ministérielles ; argument imparable : 70 % des écoles sont déjà dans BE, il n'y a donc aucune raison de s'arrêter là. Sans commentaire.</p>
<p>Un des directeurs lui rétorque que le gouvernement de Vichy en 40 aurait beaucoup aimé disposer d'un outil comme BE...<br />
Même si la comparaison est délicate, je crois que que c'est effectivement là que se situe le cœur du problème ; l'administration ouvre véritablement la boite de pandore avec ce fichier, comme avec les autres fichiers d'ailleurs. Notre opposition se situe à mon sens essentiellement sur le plan éthique et malheureusement, je crains que sur ce terrain l'Etat ne se contrefoute totalement de l'avis de qui que ce soit...</p>
]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Communiqué du PAS38 du 27 mars 2008]]></title>
<link>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=187</link>
<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 16:38:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>baseeleves38</dc:creator>
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<description><![CDATA[Les délégués du personnel du PAS 38 et du SNUIPP ont refusé de siéger en CAPD le 27 mars : le q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Les délégués du personnel du PAS 38 et du SNUIPP ont refusé de siéger en CAPD le 27 mars : le quorum n'ayant pas été atteint, la CAPD a été reportée.</p>
<div align="center"><u><b>POURQUOI CE REFUS ?</b></u></div>
<p>Voici leur communiqué commun, adressé à l’Inspecteur d’Académie :</p>
<p>----------------------------------------------------8&#60;--------------------------------------------------</p>
<blockquote><p><i>« Les délégués du personnel du PAS 38 et du SNUIPP ont décidé de ne pas siéger lors de la CAPD du 27 mars suite à des événements qu’ils estiment tout à fait inacceptables :</i></p>
<p><i>1. L'utilisation des forces de l'ordre par l'Inspecteur d'Académie, pour permettre à des directeurs de franchir le barrage mis en œuvre par des membres du « Collectif Isérois contre Base Elèves » tentant d’empêcher les formations Base Elèves.<br />
2. Des directeurs se retrouvant sommés de rentrer dans les locaux où se tient la formation, encadrés par des policiers, souvent face à des parents d'élèves de leur propre école.<br />
3. Des sanctions annoncées à des directeurs n'ayant pas voulu participer à ces formations sous la forme de retrait de salaire pour service non fait.</i></p>
<p><i>La généralisation de ces méthodes prouve qu'il ne s'agit pas d'une simple réponse de circonstance à un supposé trouble de l'ordre public, et cela nous inquiète.</i></p>
<p><i>Les équipes enseignantes sont actuellement gagnées par un mélange d’exaspération et de désarroi, lié tant à Base Elèves qu’aux récentes initiatives ministérielles… Nous vous demandons instamment, Monsieur l’Inspecteur d’Académie, d’arrêter de faire appel aux forces de police et de ne pas mettre à exécution les menaces de sanction à l’encontre de nos collègues. Cela permettra, dans l’intérêt de nos élèves, de leur famille et des enseignants, donc du service public d’éducation de ramener un climat de confiance et de sérénité dans les écoles.</i></p>
<p><i>Bien évidemment nous ferons connaître à toutes les écoles du département les raisons de notre boycott. »</i></p></blockquote>
<p>----------------------------------------------------------8&#60;-------------------------------------------</p>
<p>La proposition de boycotter la CAPD avait bien sûr été faite à tous les syndicats représentés en CAPD. FO, le SE et le SGEN n’ont pas souhaité la suivre.</p>
<p>Le PAS, suivi par le SNUIPP, a voulu ainsi :<br />
-       montrer notre détermination à l’Inspecteur d’Académie et dénoncer des méthodes inadmissibles<br />
-       soutenir les directeurs sanctionnés<br />
-       soutenir tous ceux qui se sentent attaqués dans leurs convictions profondes et dans leur déontologie professionnelle par la mise en œuvre de Base Elèves.</p>
<p>Le PAS a pris acte du communiqué signé par les trois organisations qui ne se sont pas associées au boycott. S’il se réjouit que le SE, le SGEN et FO demandent à l’IA de ne pas sanctionner les directeurs menacés, le PAS dénonce l’ambiguïté du discours : que signifie la demande faite à l’IA de « ne pas se tromper de cible » ? Que signifie le silence sur « des incidents extérieurs » ? <b>Au PAS, nous sommes fiers de la résistance citoyenne exercée par le Collectif Isérois pour le Retrait de Base Elèves sous forme de barrages à l’entrée des lieux de formation</b>. <b>Nous sommes fiers d’avoir à nos côtés des parents d’élèves, des citoyens courageux et des élus pour s’opposer à Base Elèves, au nom du respect des libertés individuelles que remet gravement en cause ce fichage nominatif centralisé, qui enferme les élèves dans leurs destins et concourt à la dérive sécuritaire</b>.</p>
<p>Plus que jamais, le PAS appelle l’ensemble des collègues à résister solidairement à ce dispositif (voir les nombreuses propositions syndicales et les outils de lutte proposés) et à s’unir aux parents d’élèves, aux élus, aux DDEN, aux citoyens, contre Base Elèves. Notamment avec le Collectif Isérois pour le Retrait de Base Elèves :<br />
<a href="mailto:baseeleves@gmail.com"> baseeleves@gmail.com</a><br />
<a href="http://baseeleves38.wordpress.com" title="base élèves 38">http://baseeleves38.wordpress.com</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Les familles n’ont « rien à dire » et les fonctionnaires sont là pour obéir]]></title>
<link>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=175</link>
<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 07:30:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>baseeleves38</dc:creator>
<guid>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=175</guid>
<description><![CDATA[
Source: http://www.ldh-toulon.net/spip.php?article2610
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://baseeleves38.wordpress.com/2008/03/31/les-familles-n%e2%80%99ont-%c2%ab-rien-a-dire-%c2%bb-et-les-fonctionnaires-sont-la-pour-obeir/176/" rel="attachment wp-att-176" title="desobeissance3-c7056.gif"><img src="http://baseeleves38.wordpress.com/files/2008/03/desobeissance3-c7056.gif" alt="desobeissance3-c7056.gif" /></a></p>
<p>Source: <a href="http://www.ldh-toulon.net/spip.php?article2610" title="LDH Toulon">http://www.ldh-toulon.net/spip.php?article2610</a></p>
<p>------------------------------------------8&#60;--------------------------------------</p>
<p>"...<i>Si vous cherchez des informations précises sur Base élèves, ce n’est pas auprès de l’administration de l’Education nationale que vous les trouverez. Adressez-vous plutôt aux collectifs et associations qui ont fait un travail remarquable de décryptage pour tenter de comprendre le fonctionnement et les finalités d’un système dont l’opacité restera<u><b> un modèle du genre</b></u>. </i>..</p>
<p>... <u><b>sur la CNIL</b></u> : <i>Nous avons regretté que Base élèves soit à maintes reprises présenté comme un logiciel, description au moins insuffisante puisque déclaré par le MEN à la CNIL comme « application informatique à caractère personnel ». Nous avons aussi rappelé que <b>la CNIL n’avait plus à donner son accord sur ce type de fichier depuis le 06/08/04, que le MEN ne pouvait donc pas s’en prévaloir puisque BE1D a été déclaré le 24/12/04</b></i></p>
<p>...<i><u><b>Sur l’expérimentation</b></u>, il faut constater <font color="#ff0000"><b>qu’il n’y a aucun bilan</b></font>. Après avoir répondu que les bilans risquaient d’être un peu compliqués à comprendre, et n’avoir pas su répondre à notre question sur le nombre d’enfants déjà dans la base, ils reconnaissent qu’il faudra publier un bilan et qu’ils le demanderont. </i></p>
<p>...  <i><u><b>Aspect législatif</b></u> <b>Rien ne garantit que les champs présents aujourd’hui et dits obligatoires ne soient pas augmentés dans le futur</b>, ce point n’est pas à occulter. L’IA a dit sur le ton de la plaisanterie se reposer sur la faculté des enseignants à être vigilants pour réagir sainement et s’indigner. Nous avons répondu que l’illustration en était la présente rencontre, il a redit qu’il tiendrait compte de ce qui se disait. Par ailleurs l’augmentation des champs risque d’être une instruction émanant de l’IA... Concernant les lois, <b>l’IA adjoint a rappelé que les familles n’avaient « rien à dire » quant à l’entrée dans la base, puisqu’il s’agissait d’un outil dévolu à un service public</b>. Nous avons mentionné les textes de lois européens (droits fondamentaux reconnus par l’UE) <b>« Toute personne a droit au respect de sa vie privée et familiale (art.7)</b>, <b>à la protection des données à caractère personnel la concernant (art.8.1)</b>. Ces données doivent être traitées sur la base du consentement de la personne ou en vertu d’un fondement légitime (art.8.2) ». <font color="#ff0000"><b>En conséquence de quoi les familles pourraient être amenées à s’opposer.</b></font></i></p>
<p><u><b>sur l'Ethique</b></u><i> : Nous avons abordé la problématique du croisement des fichiers, possibilité reconnue aux maires <b>par la loi n°2007-297 du 05/03/07 dite de « Prévention de la délinquance »</b> qui prévoit que les établissements scolaires participent à la prévention de la délinquance. Qui prévoit aussi que les maires puissent mettre en place un fichier automatisé de gestion de l’absentéisme, item présent dans la base. A quoi nous a été répondu que les maires devraient se constituer leur propre base, qu’ils n’auraient pas accès à la Base élèves pour cette mission et que de toute manière, Base élèves était imperméable aux services autres que l’EN. <u><b>Auparavant existait le secret professionnel, aujourd’hui la même loi parle de « secret partagé », ce qui donne une vision de gestion de la population sur le mode du « tout-contrôle</b></u> »...</i></p>
<p>...<i>Il nous apparaît utile de citer Rabelais « science sans conscience n’est que ruine de l’âme », en ajoutant que pour des laïcs on s’autorise à parler de ruine de l’Homme....</i></p>
<p>...<i>En fin d’entretien, nous signalons que des recours juridiques sont en cours. M. Aubry s’en félicite : ainsi la chose sera jugée et confirmera ou infirmera le dispositif. En attendant, son devoir est de mettre en place sans délais BE, et les directeurs d’école « en tant que fonctionnaires » doivent obéir aux instructions. <b>Il nous montre une carte nationale où l’on voit que l’Isère est parmi les départements qui sont entrés le plus récemment dans BE</b>. Après nous, il y a encore une tranche de départements à l’entrée plus tardive. <b>Nous avançons le fait que BE n’est obligatoire qu’en 2010 et donc que rien ne presse. M. Aubry ne répond pas.</b></i></p>
<p><i><b>Nous proposons un moratoire sur la mise en place de BE permettant une meilleure information des parents et des réponses en termes juridiques. M. Aubry ne répond pas.... </b></i></p>
<p><a href="http://baseeleves38.wordpress.com/2008/03/31/les-familles-n%e2%80%99ont-%c2%ab-rien-a-dire-%c2%bb-et-les-fonctionnaires-sont-la-pour-obeir/177/" rel="attachment wp-att-177" title="desobeissance4-5799e.jpg"><img src="http://baseeleves38.wordpress.com/files/2008/03/desobeissance4-5799e.jpg" alt="desobeissance4-5799e.jpg" /></a></p>
<p>----------------------------------------------8&#60;-------------------------------------------</p>
<p>Liens:</p>
<p>- <a href="http://baseeleves38.wordpress.com/category/resistance/base-eleves/analyses/" title="Analyses">http://baseeleves38.wordpress.com/category/resistance/base-eleves/analyses/</a></p>
<p>- <a href="http://baseeleves38.wordpress.com/2008/03/14/base-eleves-education-ou-fichage-lhyper-controle-social/" title="controle social">http://baseeleves38.wordpress.com/2008/03/14/base-eleves-education-ou-fichage-lhyper-controle-social/</a></p>
<p class="spip"><b><b></b></b></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Revue de presse/Web du 30 mars 2008: big brother award, 2 avril 2008, résistance, vichy ]]></title>
<link>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=174</link>
<pubDate>Sun, 30 Mar 2008 20:29:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>baseeleves38</dc:creator>
<guid>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=174</guid>
<description><![CDATA[- http://bigbrotherawards.eu.org/Palmares-2007-des-Big-Brother-Awards-France.html(&#8221;Orwell Ense]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>- <a href="http://bigbrotherawards.eu.org/Palmares-2007-des-Big-Brother-Awards-France.html" title="Big Brother Awards">http://bigbrotherawards.eu.org/Palmares-2007-des-Big-Brother-Awards-France.html</a>("<b>Orwell <i>Ensemble de son Oeuvre</i></b><i> : <b><a href="http://bigbrotherawards.eu.org/Google-Inc.html" class="spip_out">Google Inc</a></b>. a devancé de peu <b><a href="http://bigbrotherawards.eu.org/Le-fichier-Base-eleves-du-ministere-de-l.html" class="spip_out">le fichier "Base-élèves" du ministère de l’Education</a></b>, ainsi que <b><a href="http://bigbrotherawards.eu.org/Le-ministere-de-la-Culture-et-de-la.html" class="spip_out">le ministère de la Culture et de la communication</a></b>. D’un point de vue statistique, c’est somme toute logique : le ministère de la culture ne cesse, depuis des années, de vouloir placer sous surveillance l’ensemble des internautes, mais cela ne concerne "que" les internautes français ; le fichier Base Elèves vise quant à lui à placer sous surveillance l’ensemble des enfants, ce qui ne concerne jamais "que" les enfants de France [<a href="http://bigbrotherawards.eu.org/Palmares-2007-des-Big-Brother-Awards-France.html#nb3" name="nh3" id="nh3" class="spip_note" title="nh3">3</a>] ; Google, pour sa part, place sous surveillance l’ensemble des internautes "du monde entier"..</i>.")</p>
<p><a href="//www.planetenonviolence.org/Base-eleves-les-enseignants-ne-sont-pas-des-flics-!_a647.html" title="non violence">-http://www.planetenonviolence.org/Base-eleves-les-enseignants-ne-sont-pas-des-flics-!_a647.html</a><br />
("<i>Alors que l'air du temps est au sécuritaire, tous les discours de gestion de l'Education Nationale ne nous ôteront pas de l'esprit qu'un tel outil de fichage des élèves est dangereux car il n'y a aucune assurance sur l'utilisation d'un tel fichier disponible sur le web…. Login et mots de passe ne sont en rien des sécurités comme l'explique le livre de Jacques Henno, "Tous fichés", paru aux éditions Télémaque. Autre élément qui ne laisse aucun doute sur les objectifs avoués ou non de cette Base: que cachent ces items Réseau, Nationalités? …..Eté 2004, la nouvelle loi Informatique et Liberté est votée avec un objectif: revoir à la baisse les prérogatives de la CNIL, libéralisant et privatisant ainsi le fichage de la population. Cette loi retire à la CNIL ses pouvoirs de sanction et de veto en matière de fichiers policiers, et légalise la création, par les sociétés de perception de droits d'auteurs, de fichiers "d'auteurs présumés d'infraction</i>"...<i>Et ce 17 janvier 2006, l'Inspection Académique de l'Oise envoie ce courriel aux proviseurs des lycées et lycées professionnels: 					  					  					 </i></p>
<blockquote><p><i> "Mesdames et Messieurs les proviseurs de lycées et lycées professionnels, lors du prochain comité d'administration régionale sera abordée la question des élèves de nationalité étrangère sous menace de reconduite à la frontière. un bilan doit être transmis à cette fin à Madame le Recteur pour le vendredi 20 janvier. A la demande de Monsieur l'inspecteur d'académie, il serait souhaitable de disposer d'un bilan départemental sur la question. <font color="#ff0000"><b>Vous serait-il possible de m'indiquer (par courrier électronique) :  le nombre d'élèves mineurs susceptibles, de part la situation de la famille, de faire l'objet d'une telle mesure et scolarisés dans vo</b></font></i><font color="#ff0000"><b>tre établissement (et dont vous auriez connaissance bien entendu) </b></font> 					 pour les élèves majeurs sous la menace d'une reconduite à la frontière, leurs noms, nationalités et résultats scolaires. 					 ")</p></blockquote>
<p>- <a href="http://www.ldh-toulon.net/spip.php?article2306" title="Fichage ">http://www.ldh-toulon.net/spip.php?article2306</a> ("<i>Base élèves, fichage des enfants, ... s’agit-il de la même chose ? Non. Peut-on comparer ? Non.Est-ce que ça y fait penser ? Oui : c’est ça. Ça y fait penser....<b>« Vichy et les occupants n’ont pas cessé de multiplier les fichiers</b>. Au point que des préfets, même après le débarquement de juin 1944, ont ordonné la création de nouveaux fichiers. C’est confondant. On focalisait jusqu’à présent sur un seul fichier et on s’aperçoit qu’il y en avait beaucoup. »<br />
« C’est un agrégat. On a mis beaucoup de temps à le comprendre, on a ausculté ces fiches durant des mois. Finalement, à force de recoupements, nous avons établi qu’il y a principalement deux fichiers de juifs. Le premier concerne la zone Sud, le Nord et Paris. C’est un fichier individuel. Les fiches sont établies au fur et à mesure des arrestations et des rafles. <b>Pour Paris, il se nourrit des fiches prélevées très vraisemblablement dans un fichier dérivé du recensement d’octobre 1940</b>. [...] Le second fichier concerne la région parisienne. <font color="#ff0000"><b>C’est un fichier familial. C’est le fichier de la traque des juifs qui servait aux inspecteurs de police. Un fichier destiné à pister les juifs, dactylographié. C’est un fichier de souffrance</b></font>. Sur telle ou telle fiche, on peut constater qu’une personne est arrêtée, relâchée, reprise, déportée. Il y a aussi les fichiers des camps de Pithiviers et Beaune-la-Rolande et de Drancy : l’antichambre de la déportation et de la mort. »...« Les années 40 correspondent à une étape dans le développement des statistiques. Cela ne concerne pas que les juifs. Au fond, il y a concomitance entre le désir de perfectionner l’identification numérique des individus et les procédures contre une fraction de la population. Le responsable du Service de la démographie, René Carmille, polytechnicien, maréchaliste et pétainiste, qui sera finalement déporté, est fasciné par les possibilités de la mécanographie. Ce sont des procédés tout à fait neufs à l’époque. Il propose de les mettre au service de la révolution nationale. En 1941, il demande que chaque personne soit obligée de signaler ses changements de domicile et il l’obtient. Il souhaite affiner l’outil statistique. En 1941 toujours, il fait inclure dans le numéro d’identification des personnes (répertoire d’identité nationale) un code qui discrimine les juifs indigènes. »</i>")</p>
<p>- <a href="http://www.radio-larzac.org/spip/spip.php?article56" title="larzac">http://www.radio-larzac.org/spip/spip.php?article56</a>  ("...<i>il est annoncé que ce fichier va durer 15 ans. Les enfants d’aujourd’hui commenceront alors à chercher un emploi. Qui peut jurer que ce fichier ne servira pas aux employeurs à opérer un tri ? Qui peut croire qu’après avoir enregistré pendant 15 ans toutes ces données, celles-ci seront effacées ? Rappelons nous le fichier des Juifs ressorti 50 ans après... Il faut savoir qu’IBM avait fourni à l’Allemagne nazie la technique de fiches manuelles à trous qui a été utilisée pour répertorier les entrants dans les camps de concentration et d’extermination. De beaucoup d’entre eux, il ne resta très vite que ce bout de carton.</i>..<i>pourtant, la loi Informatique et libertés du 6 janvier 1978 stipule qu’il faut l’accord explicite des personnes pour la saisie de leurs données individuelles !  ...<b>certains enseignants courageux refusent de remplir ce fichier : ils refusent le fichage des élèves</b>. En conscience, en tant qu’enseignant et fonctionnaire responsable, conformément aux dispositions de la loi portant droits et obligations des fonctionnaires, et stipulant qu<font color="#ff0000"><b>’un fonctionnaire ne doit pas se conformer à un ordre "de nature à compromettre gravement un intérêt public</b></font>". D’autres refusent de participer à la formation concernant ce fichier. En représailles, l’inspection académique d’Ille-et-Vilaine demande aux directeurs d’écoles qui refusent de remplir « Base élèves » de quitter leur fonction</i>...<i>les enseignants doivent connaître leurs droits : Les droits et obligations des fonctionnaires d’État sont gérés par la Loi du 13 juillet 1983 dans laquelle la notion de « devoir de réserve » n’existe pas...<br />
</i></p>
<blockquote><p><i><img src="http://www.radio-larzac.org/spip/dist/puce.gif" alt="-" height="11" width="8" /> Le « titre II du statut général des fonctionnaires de l’État et des Collectivités locales ne fait nulle part mention d’un quelconque « devoir de réserve »... </i><br />
<i><img src="http://www.radio-larzac.org/spip/dist/puce.gif" alt="-" height="11" width="8" /> Par contre, ils sont tenus au « secret professionnel ». Les seuls fonctionnaires pour lesquels peut s’appliquer une injonction de réserve, sont les « fonctionnaires d’autorité » qui, étant placés à un poste hiérarchique de leurs services, ne sont pas libres de leurs expressions dans la mesure où leurs propos personnels pourraient, du fait de leurs fonctions, être compris comme étant la position du service public qu’ils représentent. <font color="#ff0000"><b>Et, les fonctions de « directeur d’école » ne sont pas assimilées à un statut de fonctionnaire d’autorité.</b></font></i></p></blockquote>
<blockquote>
<p class="spip"><i>d’autre part, les enseignants doivent savoir :</i></p>
<p class="spip"><i>1) que participer à un stage ne les oblige pas à tester le logiciel lors du stage,</i></p>
<p class="spip"><i>2) que toute conférence pédagogique ouvre droit à des frais de déplacement, ce qui signifie que s’il n’est pas prévu de frais de déplacement, ils peuvent très bien ne pas aller à la conférence de formation,</i></p>
<p class="spip"><i>3) et enfin, que le concept de "formation continue obligatoire" n’existe pas dans l’Education Nationale...</i></p>
</blockquote>
<p class="spip">&#160;</p>
<p class="spip"><i>...en conclusion, je dirai que la loi « prévention de la délinquance » de mars 2007 <b>organise le contrôle social généralisé par le fichage</b>. Un tel fichage est extrêmement dangereux, car couplé à des lois scélérates (comme celles sur la comparution immédiate ou sur les peines planchers en cas de récidive)<b> il permet le muselage absolu d’une population</b>.  <font color="#ff0000"><b>Il est clair que l’État est fermement décidé à se doter de ce moyen terrifiant de contrôle à travers lequel on peut vite se retrouver catalogué comme « déviant », cela dès la petite enfance, et que nous devons tous réagir avec la plus grande détermination contre ce qui constitue une menace majeure sur nos libertés, quel que soit le pouvoir en place...</b></font></i></p>
<p><b><i>s’il est fait échec à « Base Elèves », si une large part de la population est amenée à s’interroger sur un fichage généralisé, à s’en méfier, à y résister, et, plus encore, à voir retirer cette "expérimentation", une grande prise de conscience aura été réalisée et un grand pas en avant vers le rétablissement d’une démocratie authentique.</i></b>")</p>
<p>- <a href="http://lille.indymedia.org/spip.php?article12395" title="2 avril 2008">http://lille.indymedia.org/spip.php?article12395</a> ("<i>...Dans le cadre de la journée nationale d’action contre la base de données élève, rassemblement devant la marie de Wattrelos le mercredi 2 avril à partir de 14h30...Qui pourra consulter ces données ? Jusqu’à présent, elles restaient confidentielles. Elles pourront à terme être partagées entre institutions : les enseignants, le maire, la police, la CAF les magistrats pourront y avoir accès. De plus, l’article 12 de la loi modifie le <a href="http://fr.wikipedia.org/wiki/Code_de_l'%C3%A9ducation" title="code de l'éducation">Code de l’Education</a> en précisant que les établissements scolaires « participent à la prévention de la délinquance »</i>.")</p>
<p>- <a href="http://peepdutrieves.unblog.fr/2008/03/29/le-cirbe-collectif-iserois-pour-le-retrait-de-base-eleves/" title="CIRBE">http://peepdutrieves.unblog.fr/2008/03/29/le-cirbe-collectif-iserois-pour-le-retrait-de-base-eleves/</a></p>
<p>- <a href="http://www.liberation.fr/actualite/societe/317283.FR.php" title="libération">http://www.liberation.fr/actualite/societe/317283.FR.php</a> ("<i>«Si l’argument est celui d’une meilleure prévision des effectifs, pourquoi les fichiers doivent-ils être nominatifs et si détaillés ?»</i>,")</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inacceptable et scandaleux fichage de certains élèves palois]]></title>
<link>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=160</link>
<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 14:45:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>baseeleves38</dc:creator>
<guid>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=160</guid>
<description><![CDATA[ Communiqué de presse du SNUipp-FSU 64
Inacceptable et scandaleux fichage de certains élèves palo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p> Communiqué de presse du SNUipp-FSU 64</p>
<p>Inacceptable et scandaleux fichage de certains élèves palois</p>
<p>L'Education Nationale et les pouvoirs publics exigent des enseignants des écoles du quartier Saragosse et Ousse des bois à Pau qu'ils remplissent dans le cadre du Programme de Réussite Educative un nouvel outil de contrôle nominatif pour  repérer les « signes de fragilité par élève » (cf grille ci-jointe).</p>
<p>Dans cette période de fichage et de stigmatisation des populations les plus fragilisées (loi de prévention de la délinquance…) de  multiplication des fichiers  (Base Elèves…), l'existence de cet outil ne peut qu'inquiéter.</p>
<p>La transmission d'informations extrêmement confidentielles aux pouvoirs publics remet profondément en cause le lien de confiance qui unit les parents et les enseignants.</p>
<p>Les items retenus dans la grille appellent des raccourcis très contestables entre situation familiale (mono parentalité, minima sociaux, logement, recherche d'emplois…), comportements de l'enfant (absence, violence, introversion…), santé (sommeil, alimentation…) et réussites scolaire et éducative.</p>
<p>L'aide aux élèves en difficulté passe par d'autres choix politiques et budgétaires à l'opposé de la politique de renoncement de la réussite de tous impulsée par ce gouvernement.</p>
<p>Avec ses partenaires (FCPE, Ligue des Droits de l'Homme, collectif anti-délation, FSU), le SNUipp-FSU 64 s'adresse au préfet, à l'inspecteur<br />
d'académie et au maire de Pau pour demander l'arrêt immédiat de ce<br />
dispositif.</p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Revue de Presse / Web du 25 mars 2008]]></title>
<link>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=150</link>
<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 09:06:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>baseeleves38</dc:creator>
<guid>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=150</guid>
<description><![CDATA[Sur l&#8217;Isère
- http://www.stsimeon2008.net/?p=116 (&#8221;Journée nationale. Une journée nat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><u><b>Sur l'Isère</b></u></p>
<p>- <a href="http://www.stsimeon2008.net/?p=116" title="manif nationale contre base élèves">http://www.stsimeon2008.net/?p=116</a> ("<i>Journée nationale. <b>Une journée nationale pour le retrait de Base-élèves aura lieu le 2 avril 2008 à Grenoble, Place Félix Poulat à 16h</b>, à l’appel du CIRBE, SNUIPP38, FSU38, CNT38, PAS, Sud-Education38, AC !38, ATTAC38, RESF38, LDH38, SDEN-CGT38. Comme nous vous l’avions expliqué dans une news antérieure, Base Élèves est une sorte de casier scolaire qui suit l’enfant, l’enferme dans ses difficultés passées. Il se situe dans la droite ligne du rapport INSERM qui pour prévenir les comportements déviants préconisait la détection des troubles mentaux dès la crèche et du rapport Bénisti qui prônait le dépistage précoce des comportements déviants</i>...<i>Il est important que le maximum de parents , d’élus se mobilisent contre la mise en place dans notre département de ce fichier ” base-éléves” ; il n’y a pas suffisament de garanties sur son utilisation . <u><b>Je propose qu’on s’organise pour aller à GRENOBLE le 2 avril</b></u> </i>.")</p>
<p>- <a href="http://parentsmariesac.canalblog.com/" title="Vif">http://parentsmariesac.canalblog.com/</a> ("A Vif, Isère au sud de Grenoble. Une <b>réunion d'information sur la problématique de la mise en place de la base-élèves dans nos écoles</b> aura lieu: le mercredi 26 mars à 18H à la salle des fêtes de Vif. Venez nombreux !. Voir <a href="http://baseeleves38.wordpress.com/agenda/" title="Agenda">http://baseeleves38.wordpress.com/agenda/</a> ")</p>
<p align="justify">- <a href="http://dodiblog.unblog.fr/2008/03/20/base-eleves-un-fichier-de-trop/" title="un fichier de trop">http://dodiblog.unblog.fr/2008/03/20/base-eleves-un-fichier-de-trop/</a> (à Mens, au sud de Grenoble<i><font face="Arial, sans-serif">...Le 15 février dernier, a été voté le décret d'application de la loi de prévention de la délinquance qui autorise le </font><font face="Arial, sans-serif"><b>partage du secret professionnel</b></font><font face="Arial, sans-serif"> entre les enseignants, la police, les magistrats et le maire de la commune. <b>Toutes les écoles de la circonscription Montagne doivent rentrer dans la Base-Élèves avant le 31 mai 2008</b>. L'Inspection Académique exerce une pression sur les directeurs d'école qui doivent saisir les données à l'aide des fiches de renseignements en les menaçant de suppression de salaire et de rétrogradation en cas de refus. La position des parents d'élèves délégués de Mens est la suivante </font></i></p>
<ul>
<li>
<p align="justify"><i><font face="Arial, sans-serif"><b>Les données personnelles concernant nos familles ne doivent pas sortir de l'école.</b></font></i></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><i><font face="Arial, sans-serif">Les données qui sont transmises par Internet peuvent être piratées et utilisées à d'autres fins.</font></i></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><i><font face="Arial, sans-serif">La Base-Élèves enferme les enfants dans leur passé sans leur donner la possibilité de changer.</font></i></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><i><font face="Arial, sans-serif">Le partage des données n'apporte rien à la réussite de nos enfants.</font></i></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><i><font face="Arial, sans-serif">Ce fichage se fait au mépris de l'autorité des parents qui n'ont pas le droit de s'y opposer d'après l'Inspection Académique.</font></i></p>
</li>
<li><i><font face="Arial, sans-serif">Cette base est contraire aux valeurs de la République.</font>...</i>
<p align="justify"><i><font face="Arial, sans-serif">Nous appelons les parents à réagir contre cette Base-Élèves que l'Inspection d'Académique nous impose sans concertation en :</font></i></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><i><font face="Arial, sans-serif"><b>Retournant la fiche de renseignements vierge de toutes données.</b></font></i></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><i><font face="Arial, sans-serif"><b>Signant la pétition nationale lancée par la Ligue des Droits de l'Homme sur Internet (<a href="http://www.ldh-france.org" title="ldh">http://www.ldh-france.org</a>)</b></font></i></p>
</li>
<li>
<p align="justify"><i><font face="Arial, sans-serif"><b>Nous aidant à empêcher les formations des directeurs d'école de Mens qui sont prévues ce </b></font><font face="Arial, sans-serif"><u><b>vendredi 21 mars 2008 à 13h pour l'école maternelle</b></u></font><font face="Arial, sans-serif"><b> et </b></font><font face="Arial, sans-serif"><u><b>lundi 7 avril à 8h30 pour l'école élémentaire</b></u><b> (voir <a href="http://baseeleves38.wordpress.com/agenda/" title="Agenda">http://baseeleves38.wordpress.com/agenda/</a>, NDLR)<br />
</b></font></i></li>
<li><i><font face="Arial, sans-serif"><b>Ecrivant un courrier à l'Inspection Académique pour signifier votre refus de rentrer dans la Base-Élèves.</b></font></i>")</li>
</ul>
<p><b><u>Revue de presse</u> </b></p>
<p>- <a href="http://www.liberation.fr/actualite/societe/317283.FR.php" title="libération">http://www.liberation.fr/actualite/societe/317283.FR.php</a> (<i>Lundi 24 mars 2008,  Fichage des écoliers : la polémique repart...Créé en 2004 pour faciliter la gestion des effectifs dans les écoles maternelles et élémentaires, il a déjà fait l’objet d’une vaste campagne dénonçant les mentions relatives à la nationalité : date d’arrivée en France de l’élève, culture d’origine, langue parlée à la maison… En octobre 2007 le ministère a dû les retirer. Le fichier est aujourd’hui en vigueur dans les écoles de 77 départements....Ses détracteurs redoutent par ailleurs les conséquences de la loi de prévention de la délinquance qui préconise le partage des fichiers entre maires, professionnels de santé, policiers, magistrats. Sur le site de la Cnil (Commission nationale de l’informatique et des libertés), il est stipulé qu’un accès ponctuel peut être autorisé pour les magistrats, les officiers de police judiciaire ou encore les agents de l’administration fiscale.</i>)</p>
<p>- <a href="http://www.localtis.info/servlet/ContentServer?pagename=Localtis/artVeille/artVeille&#38;c=artVeille&#38;cid=1205736517030" title="absntéisme">http://www.localtis.info/servlet/ContentServer?pagename=Localtis/artVeille/artVeille&#38;c=artVeille&#38;cid=1205736517030  </a>("<i>Le projet en cours prévoit la création d'un dossier regroupant les absences des élèves "non assidus" et l'enregistrement électronique des absences par les enseignants. La circulaire prévoit qu'au bout de quatre absences d'une demi-journée non justifiées dans le mois, le directeur d'école ou le chef d'établissement transmet le dossier à l'inspection d'académie et informe le maire de cette transmission. La suite de la procédure est assurée par l'inspection d'académie (IA) qui peut adresser un avertissement aux parents, les convoquer par courrier à un entretien et leur proposer, par écrit, des solutions pour restaurer l'assiduité de l'élève. Le maire est également informé de cette convocation. A ce stade, l'IA peut saisir le procureur de la République ou le président du conseil général. <b>Ce dernier peut demander "la suspension des allocations familiales" ou leur mise sous tutelle (selon la loi sur l'égalité des chances du 31 mars 2006</b>). Le maire peut aussi "prendre des mesures à caractère social ou éducatif dans le cadre des compétences qui lui sont conférées" par la loi de prévention de la délinquance du 5 mars 2007, sous la forme par exemple d'un "contrat de responsabilité parentale". Ces procédures ne concernent que les élèves de moins de 16 ans, soumis à l'obligation scolaire.<br />
La circulaire prévoit la généralisation dans tous les établissements d'un logiciel de suivi des absences.</i>  ")</p>
<div class="chapo" style="text-align:justify;"></div>
<p>- <a href="http://baseeleves38.wordpress.com/2008/03/25/revue-de-presse-web-du-25-mars-2008/151/" rel="attachment wp-att-151" title="rubon123-12a72.jpg"><img src="http://baseeleves38.wordpress.com/files/2008/03/rubon123-12a72.thumbnail.jpg" alt="rubon123-12a72.jpg" /></a><a href="http://www.ldh-toulon.net/spip.php?article2594" title="toulon">http://www.ldh-toulon.net/spip.php?article2594</a> ("<i>En France, l’Etat se dote méthodiquement des outils qui lui permettront de “contrôler” ses sujets dès l’enfance : le fichage génétique est légal, le fichier Base élèves</i><i> est en cours de généralisation... Jacques Testart  tente de nous alerter ... Il faut une prise de conscience, un sursaut  citoyen, pour arrêter la mise en place du cauchemar qui se profile</i>...<i>La France est en retard sur le Royaume-Uni pour l’ampleur du fichage des empreintes génétiques : d’après la Cnil (Commission nationale de l’informatique et des libertés), le Fnaeg (Fichier national automatisé des empreintes génétiques) comportait, fin 2007, les empreintes génétiques d’environ 600 000 personnes — loin derrière les 4,5 millions d’empreintes génétiques rassemblées au Royaume-Uni. Mais nous sommes en avance sur le plan juridique, car la loi française permet le fichage génétique des enfants : il y a un an, des gendarmes du Nord avaient voulu prélever les empreintes génétiques de <a href="http://www.ldh-toulon.net/spip.php?article2028" class="spip_in">deux gamins de  8 et 11 ans</a>, repérés par des caméras de surveillance en train de voler des jouets dans un supermarché. Seul le tollé provoqué par leur père avait empêché que leur ADN soit fiché au Fnaeg.</i>..<u><b>Des contrôles pour tous</b></u>, <i>la chronique de <a href="http://jacques.testart.free.fr/" title="Jacques Testard">Jacques Testart</a>, Décroissance</i><i>, mars 2008. Contrôler, c’est d’abord surveiller et identifier. <b>Notre environnement est de plus en plus policier</b> : vidéosurveillance, vigiles, espionnage par téléphone portable, étiquettes RFID... <b>S’y ajoute la nouvelle biométrie avec ses « tests ADN »</b> initiés pour les délinquants sexuels mais aujourd’hui utilisés pour les voleurs de poules ou les faucheurs d’OGM, <font color="#ff0000"><b>et imposés aux inculpés avant même leur condamnation</b></font>. Ainsi nourrit-on le fichier national automatisé des empreintes génétiques (Fnaeg), enrichi des suspects pour cause d’origine (demandeurs d’asile, sans-papiers), lesquels viennent d’hériter d’un fichier spécifique (Eloi). Tous ces contrôles débouchent sur des menaces pour la vie privée de chacun et sur des mesures de précaution à l’encontre des personnes fichées : interdictions de séjour ou d’exercice, récidive pénalisante...</i><font color="#ff0000"><b><u>C’est aussi pour « prévenir les comportements déviants » que se constitue le fichier « Base élèves » (encore un !)</u> détectant précocement les troubles et les performances de tous les enfants, fichier sans connexion génétique...<u> pour l’instant</u>...</b></font>")</p>
<p>- <a href="http://www.caf.fr/web/WebCnaf.nsf/VueLien/DOSSIERSETUDES102?opendocument" title="CAF">http://www.caf.fr/web/WebCnaf.nsf/VueLien/DOSSIERSETUDES102?opendocument</a> ("La famille explique-t-elle<i> la délinquance des jeunes ? Cette enquête, riche en informations statistiques et armée d’une méthodologie sophistiquée, apporte ainsi des éléments de connaissance scientifique sur un « problème social » qui fait l’objet de discours de toutes sortes débordant largement les faits observables. Ce travail s’avère un outil précieux et fort utile pour la détermination des réponses politiques et institutionnelles à la délinquance des jeunes, notamment dans l’articulation des politiques de prévention (auxquelles bien sûr l’action sociale des CAF concourt- politiques des temps libres, médiation, soutien à la parentalité, centres sociaux, soutien aux associations, dispositifs des politiques de la ville etc) et des politiques de répression. En effet, au terme de ce parcours, il apparaît que la famille ne joue pas un rôle central. Pour comprendre les mécanismes d’entrée des jeunes dans la délinquance, on doit expliquer les liens existants entre la famille, l’école, le logement, le statut socio-économique des parents, les caractéristiques de la sociabilité. «La famille est la cellule de base de la société », comme le dit un vieil adage. <font color="#ff0000"><b>Cette enquête sur la délinquance conduit à déplacer notre regard : ce n’est pas la famille qui « fait » la société ; c’est bien la société qui « fait » la famille.</b></font></i> ")</p>
<p><u><b>Liens</b></u></p>
<p>- <a href="http://baseeleves38.files.wordpress.com/2008/03/kit_9mars08.doc" title="Kit">http://baseeleves38.files.wordpress.com/2008/03/kit_9mars08.doc</a> (Le kit contre base élèves)</p>
<p>- <a href="http://jacques.testart.free.fr/" title="Jacques testard">http://jacques.testart.free.fr/</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lettre de solidarité avec les directrices, directeurs d'école mencés de sanction]]></title>
<link>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=130</link>
<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 09:16:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>baseeleves38</dc:creator>
<guid>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=130</guid>
<description><![CDATA[                      
Trois directeurs d&#8217;école se voient retirer une journée de salaire pou]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><!-- ======================================================= --><!-- Created by AbiWord, a free, Open Source wordprocessor.  --><!-- For more information visit http://www.abisource.com.    --><!-- ======================================================= --><title></title>                      <!-- #toc, .toc, .mw-warning { 	border: 1px solid #aaa; 	background-color: #f9f9f9; 	padding: 5px; 	font-size: 95%; } #toc h2, .toc h2 { 	display: inline; 	border: none; 	padding: 0; 	font-size: 100%; 	font-weight: bold; } #toc #toctitle, .toc #toctitle, #toc .toctitle, .toc .toctitle { 	text-align: center; } #toc ul, .toc ul { 	list-style-type: none; 	list-style-image: none; 	margin-left: 0; 	padding-left: 0; 	text-align: left; } #toc ul ul, .toc ul ul { 	margin: 0 0 0 2em; } #toc .toctoggle, .toc .toctoggle { 	font-size: 94%; }@media print, projection, embossed { 	body { 		padding-top:1in; 		padding-bottom:1in; 		padding-left:1in; 		padding-right:1in; 	} } body { 	text-indent:0in; 	text-align:left; 	font-weight:normal; 	text-decoration:none; 	font-variant:normal; 	color:#000000; 	font-size:12pt; 	font-style:normal; 	widows:2; 	font-family:'Times New Roman'; } table { } td { 	border-collapse:collapse; 	text-align:left; 	vertical-align:top; } p, h1, h2, h3, li { 	color:#000000; 	font-family:'Times New Roman'; 	font-size:12pt; 	text-align:left; 	vertical-align:normal; }      --></p>
<div><span>Trois directeurs d'école se voient retirer une journée de salaire pour service non fait. Convoqués à l'Inspection Académique pour une formation Base Elèves, <b>ils ont décidé de retourner travailler dans leurs écoles, devant l'utilisation des forces de l'ordre contre des parents d'élèves de leurs groupes scolaires, venus empêcher la tenue de la formation.</b></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align:justify;"><span>C'est le contexte de passage en force du dispositif, en l'absence de tout débat public, qui explique une réaction citoyenne contre Base Elèves.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align:justify;">&#160;</p>
<p dir="ltr" style="text-align:justify;"><b><span>Nous sommes tous solidaires des directeurs placés devant un choix intenable. <u>D'un côté, le respect des libertés individuelles exprimées par des parents d'élèves</u>,<u> des élus et des citoyens</u>. De l'autre, la mise en œuvre du dispositif Base Elèves que nous impose notre administration.</span></b></p>
<p dir="ltr" style="text-align:justify;">&#160;</p>
<p dir="ltr" style="text-align:justify;"><span><b>Dans la même situation, nombreux sont ceux parmi nous qui auraient agi comme ces trois directeurs</b>.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align:justify;">&#160;</p>
<p dir="ltr" style="text-align:justify;"><span>Je soussigné (nom, prénom, fonction) : -----------------------------------------------------------------</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align:justify;"><span>me déclare solidaire des directeurs sanctionnés pour les faits énoncés ci-dessus.</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align:justify;"><span>Signature :</span></p>
<p dir="ltr" style="text-align:justify;">&#160;</p>
<p dir="ltr" style="text-align:justify;"><a href="http://baseeleves38.wordpress.com/files/2008/03/lettre_solidarite_avec_direc_teurs_trices.doc" title="lettre_solidarite_avec_direc_teurs_trices.doc">lettre_solidarite_avec_direc_teurs_trices.doc</a></p>
<p dir="ltr" style="text-align:justify;">______________________________________________________________________</p>
<p dir="ltr" style="text-align:justify;"><b>Liens</b></p>
<ul>
<li><a href="http://baseeleves38.wordpress.com/2008/03/17/compte-rendu-du-blocage-de-la-formation-base-eleves-le-lundi-17-mars-2008-a-lia/" title="blocage lundi 17 mars 2008">http://baseeleves38.wordpress.com/2008/03/17/compte-rendu-du-blocage-de-la-formation-base-eleves-le-lundi-17-mars-2008-a-lia/</a></li>
<li>Futurs blocages: <a href="http://baseeleves38.wordpress.com/agenda/" title="Agenda">http://baseeleves38.wordpress.com/agenda/</a></li>
<li><a href="http://baseeleves38.wordpress.com/2008/03/21/communique-de-solidarite-avec-les-directeurs-menaces-de-sanction-le-17-mars-2008/" title="solidarité">http://baseeleves38.wordpress.com/2008/03/21/communique-de-solidarite-avec-les-directeurs-menaces-de-sanction-le-17-mars-2008/</a></li>
</ul>
<p dir="ltr" style="text-align:justify;">&#160;</p>
<p dir="ltr" style="text-align:justify;">&#160;</p>
<p dir="ltr" style="text-align:justify;">&#160;</p>
<p dir="ltr" style="text-align:justify;">&#160;</p>
</div>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Un article d'Albert Jacquard contre Base Elèves]]></title>
<link>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=34</link>
<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 23:57:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>baseeleves38</dc:creator>
<guid>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=34</guid>
<description><![CDATA[ 	 	 	 	
«L’actualité apporte plutôt des exemples d’enfermement dans la logique sécuritaire.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><title></title> 	 	 	 	<!-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--></p>
<p style="margin-bottom:0;">«L’actualité apporte plutôt des <u><b>exemples d’enfermement dans la logique sécuritaire</b></u>. Le plus inquiétant est donné par les recherches en vue de dépister le plus tôt possible les enfants « à risque », c’est-à-dire susceptibles de devenir des délinquants. Dès l’école maternelle, quelques experts seront chargés de cette détection qui permettra de surveiller avec une particulière attention les individus potentiellement dangereux, ou même de les soumettre préventivement à des traitements médicaux. Ainsi l’ordre sera préservé.</p>
<p>C’est exactement la société que prévoyait Aldous Huxley dans son roman "Le Meilleur des mondes", <font color="#ff0000"><u><b>une humanité où chacun serait défini, catalogué, mis aux normes</b></u></font>. Le concept même de personne autonome, capable d’exercer sa liberté, disparaîtrait. Un des aspects les plus insupportables de ce projet, tel qu’il a été présenté par la presse, est l’établissement d’un document qui suivra le jeune au long de sa scolarité : inscrit dans un registre ou sur un disque d’ordinateur, ce document, avatar du casier judiciaire, permettra, au moindre incident, d’exhumer son passé. S’il est pris à dix-sept ans à faire l’école buissonnière ou à taguer un mur du lycée, ce comportement pourra être rapproché de son instabilité caractérielle déjà notée au cours préparatoire.</p>
<p style="margin-bottom:0;"><b>Cet enfermement dans un destin imposé par le regard des autres est intolérable, il est une atteinte à ce qu’il y a de plus précieux dans l’aventure humaine : la possibilité de devenir autre</b>.</p>
<p>Notre parcours n’est pas déjà écrit, demain n’existe pas. A chacun de le faire advenir. Laissons la prédestination à quelques théologiens, soyons conscients et aidons les autres à devenir conscients qu’en face de nous la page est blanche.</p>
<p>J’ai raconté au début de ce livre comment, passant durant l’Occupation sans livret scolaire d’un lycée à un autre, j’ai saisi au bond l’occasion de changer la définition que les autres donnaient de moi. <b>J’en ai gardé la conviction que la liberté de chacun ne peut s’épanouir que si la société ne possède pas trop d’informations sur lui</b>.</p>
<p style="margin-bottom:0;">« Je suis celui que l’on me croit », dit un personnage de Pirandello. Mieux encore serait: «<u><b>Laissez-moi devenir ce que je choisis d’être</b>.</u>»</p>
<p>Extrait de "Mon utopie" d’Albert Jacquard, pages 192/193, éditions Stock, 2006</p>
<p>Extrait du <a href="http://baseeleves38.wordpress.com/kit-contre-base-eleves/" title="kit base élèves">kit contre base élèves</a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Base élèves : éducation ou fichage ? : l'hyper contrôle social]]></title>
<link>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=72</link>
<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 20:49:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>baseeleves38</dc:creator>
<guid>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=72</guid>
<description><![CDATA[Je joins un lien vers le site de la LDH de Toulon qui propose une analyse actualisée de la situatio]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p>Je joins un lien vers le site de la LDH de Toulon qui propose une analyse actualisée de la situation par un sociologue Manuel Boucher.</p>
<p>Source: <a href="http://www.ldh-toulon.net/spip.php?article2580" target="_blank">http://www.ldh-toulon.net/spip.php?article2580</a></p>
<p>--------------------------------------------8&#60;----------------------------</p>
<div class="chapo" style="text-align:justify;">
<p class="spip"><i>La loi du 5 mars 2007 confère aux communes des moyens nouveaux d’action, des prérogatives légales et même des obligations en matière de “prévention de la délinquance”. Elle y associe l’école et différents acteurs sociaux. La circulaire de l’Education nationale pour <a href="http://www.ldh-toulon.net/spip.php?article1842" class="spip_in">la rentrée 2007 </a> insistait sur la « </i><i>nécessité de mobilisation et de coordination des différents acteurs dans un objectif de “coproduction de sécurité”</i><i> » et rappelait  que « </i><i>les écoles, les collèges et les lycées </i><i>[...] </i><i>participent à la prévention de la délinquance.</i><i> »</i></p>
<p class="spip"><i>Le dossier publié par le  <a href="http://www.groupeclaris.org/" class="spip_out">groupe Claris</a> dans le dernier numéro de sa revue consacré à </i><i>La municipalisation des politiques de sécurité</i><i> [<a href="http://www.ldh-toulon.net/spip.php?article2580#nb1" name="nh1" id="nh1" class="spip_note" title="nh1">1</a>], comporte un bon article de synthèse traitant du domaine de l’éducation — du rapport Bénisti à base élèves en passant par la loi dite de “prévention de la délinquance”. Nous remercions son auteur, le sociologue Manuel Boucher, de nous avoir autorisé à le reproduire.</i></p>
</div>
<div class="texte" style="text-align:justify;">
<h3 class="spip"><i>Municipalisation de la prévention de la délinquance et généralisation du fichier « base élèves » : éducation ou fichage ?</i></h3>
<p class="spip"><i>Depuis 2002 (période électorale d’hystérie sécuritaire politico-médiatique), les violences et l’insécurité sont au coeur des débats politiques. Un climat général de défiance s’installe vis-à-vis des jeunes, notamment ceux des milieux populaires. L’immigration et la délinquance sont largement assimilées. </i></p>
<p class="spip"><i>En 2005, le rapport Bénisti (qui a largement influencé la dernière loi sur la prévention de la délinquance) préconisait le dépistage précoce des comportements déviants et définissait la langue maternelle non francophone comme un facteur possible de délinquance. <u><b>Le même rapport (Bénisti) soulignait la nécessité d’établir une culture du « secret partagé » entre les services scolaires, municipaux et de police</b></u>. </i></p>
<p class="spip"><i>Un an plus tard, un rapport de l’INSERM préconisait le dépistage des troubles mentaux et déviants dès la crèche. Durant la campagne présidentielle de 2007, notamment après le traumatisme des émeutes urbaines de l’automne 2005, les violences et la délinquance juvénile sont toujours une préoccupation de la campagne électorale. Une surenchère politico-médiatique sur les questions de sécurité s’exerce entre Nicolas Sarkozy (candidat de l’UMP), qui a construit toute son identité politique sur sa capacité à réduire fermement la délinquance et le sentiment d’insécurité, et Ségolène Royal (candidate PS) qui affirme dans les médias que pour lutter contre la délinquance des jeunes, il faut mettre en oeuvre des « lieux d’encadrement à dimension militaire ». </i></p>
<p class="spip"><i>Schématiquement, deux types de discours s’imposent : Il faut être plus dur avec les délinquants juvéniles ; <b>d’autres discours, moins nombreux, soulignent qu’il faut aussi agir sur les causes sociales et économiques de l’augmentation des crimes</b> (être dur avec le crime et les causes du crime). Quoi qu’il en soit, notamment sous l’influence des médias, les idées communément admises soulignent que nous assistons à une augmentation des violences des mineurs ; à un raffermissement des auteurs des violences ; à une justice de plus en plus laxiste ; à une décomposition des capacités d’action éducative vis-à-vis des jeunes de plus en plus durs. Dans tous les cas, les habitants des quartiers populaires (les jeunes et leurs familles) sont stigmatisés, voire « barbarisés » (sauvageons, racailles…). </i></p>
<p class="spip"><i>Dans le même temps, les acteurs éducatifs tels que les travailleurs sociaux, sont décrédibilisés car accusés de ne pas être suffisamment efficaces pour maintenir l’ordre et la tranquillité publique. Ils sont aussi accusés de privilégier l’« excuse sociologique » vis-à-vis de la délinquance juvénile et d’être réfractaires aux forces de police. </i></p>
<p class="spip"><i>Les enseignants sont quant à eux, non plus seulement tenus de transmettre et de faire acquérir des connaissances et des méthodes de travail, de concourir à l’éducation, à la responsabilité civique et <u><b>à l’épanouissement du sens critique</b></u> mais également de participer à la prévention de la délinquance (loi n° 2007-297 du 5 mars 2007 - article 12). Dans ce contexte, la loi relative à la prévention de la délinquance promulguée le 5 mars 2007 (publiée au Journal Officiel le 7 mars 2007) d’une part, et <u><b>le développement du fichage des individus par la généralisation du fichier « Base élèves » d’autre part</b></u>, paraissent être une réponse politique à ces craintes. Il s’agit d’accroître le contrôle social des individus, de rationaliser et d’informatiser la gestion des risques à défaut de vouloir rénover l’organisation de la solidarité collective et de l’école laïque pour tous. Ce texte est donc organisé en deux parties : la première fait le point sur la loi sur la prévention de la délinquance et ses enjeux ; la seconde questionne la pertinence éducative du fichier « Base élèves » mis en oeuvre dans les écoles primaires par l’éducation nationale en partenariat avec les municipalités.</i></p>
<p class="spip"><u><i><b>La loi de prévention de la délinquance du 5 mars 2007</b></i></u></p>
<p class="spip"><i>Sans développer tous les éléments nombreux de cette loi proposée par Nicolas Sarkozy, à l’époque Ministre de l’Intérieur, <u><b>celle-ci est associée à une croyance forte : « la crainte de la sanction est la première des préventions »</b></u> (discours de Sarkozy du 11 janvier 2007). La loi durcit les sanctions contre les mineurs (modification de l’Ordonnance de 1945 sur l’enfance délinquante) : </i></p>
<ul>
<li><i>adaptation des mesures de comparution immédiate aux mineurs (procédure de présentation immédiate devant le juge des enfants) ; élargissement de la médiation – réparation ;<br />
</i></li>
<li><i>diversification des mesures de contrôle judiciaire pour les 13-16 ans ;<br />
</i></li>
<li><i>création de nouvelles sanctions éducatives pour les plus jeunes (10-13 ans), comme le placement, pour mettre en oeuvre un travail psychologique, éducatif, social portant sur les faits commis ;<br />
</i></li>
<li><i>l’excuse de minorité (division par deux de la peine applicable aux mineurs) est remise en cause : les juges peuvent désormais écarter l’excuse de minorité (sans motivation, en cas de récidive) pour les mineurs à partir de 16 ans ;<br />
</i></li>
<li><i>possibilité de recourir à la procédure de composition pénale (peines alternatives aux poursuites pénales) évitant l’action devant une juridiction pénale.<br />
</i></li>
</ul>
<div class="texte" style="text-align:justify;"><i>Par ailleurs, des dispositions répressives diverses sont instaurées :</i></div>
<div class="texte" style="text-align:justify;">
<ul>
<li><i>l’occupation abusive des halls d’immeuble est plus durement sanctionnée (les propriétaires doivent utiliser tous les moyens légaux pour faire cesser les nuisances) ;<br />
</i></li>
<li><i>de nouveaux délits apparaissent comme le « guet-apens » et l’embuscade contre les policiers ;<br />
</i></li>
<li><i>le « vidéo-lynchage » (happy-slapping).<br />
</i></li>
</ul>
</div>
<div class="texte" style="text-align:justify;"><i>Mais surtout, la loi fait du maire le « pivot » de la politique de prévention (à noter que le volet sur la santé mentale amalgamant malade et délinquant a été retiré sous la pression des psychiatres). <b>Les maires sont dorénavant les dépositaires d’un certain nombre de données scolaires, judiciaires et sociales sur les administrés.</b> </i></div>
<div class="texte" style="text-align:justify;"></div>
<div class="texte" style="text-align:justify;"><i>Ainsi, malgré les nombreuses protestations des associations professionnelles du travail social, <font color="#ff0000"><u><b>le « secret partagé » remplace le « secret professionnel »</b></u></font> (article 8). Dès lors, pour certains juristes (Syndicat de la magistrature), cet article de loi entraîne un fait majeur : le maire est devenu le supérieur hiérarchique des travailleurs sociaux. </i></div>
<div class="texte" style="text-align:justify;"></div>
<div class="texte" style="text-align:justify;"><i>Quoi qu’il en soit, le maire est destinataire de toutes les informations sociales, judiciaires et médicales concernant des citoyens : il est doté de pouvoir de justice, de sanctions civiles et financières. De plus, le maire a de nouveaux pouvoirs de sanction pour agir contre les « parents défaillants » : il peut saisir le juge pour mise sous tutelle des prestations familiales ; il peut effectuer un rappel à l’ordre à l’encontre d’un administré, notamment d’un mineur pour trouble à l’ordre public ; il peut également créer un « Conseil pour les droits et devoirs des familles » (article 9) qu’il préside : il s’agit de réunir au sein de ce Conseil des personnes oeuvrant dans les domaines de l’action sociale, sanitaire et éducative, de l’insertion et de la prévention de la délinquance pour examiner (entre autres) avec des familles en difficulté les mesures d’aide à l’exercice de la fonction parentale (stages de responsabilité familiale). Si les mesures préconisées ne sont pas respectées, le Conseil peut saisir le Conseil Général (contrat de responsabilité parentale) ou la justice.</i></div>
<p class="spip"><i>Le maire peut aussi mettre en oeuvre un traitement automatisé de données à caractère personnel, relatives aux enfants en âge scolaire. <b>Alimenté par les établissements scolaires, l’inspection d’académie mais aussi par la CAF, ce fichier municipal lui permettra de centraliser des informations y compris relatives à l’absentéisme des élèves</b> [<a href="http://www.ldh-toulon.net/spip.php?article2580#nb2" name="nh2" id="nh2" class="spip_note" title="nh2">2</a>]. A ce fichier s’ajoute de manière aussi préoccupante le fichier « Base élève » propre à l’Education nationale.</i></p>
<p class="spip"><i><b>L’institutionnalisation du fichier « Base élèves » </b></i></p>
<p class="spip"><i>Dans cette dynamique de recomposition du contrôle social et d’accroissement du pouvoir des maires sur les enfants et leur famille que le système de recensement et de fichage des élèves scolarisés dès l’âge de trois ans jusqu’au CM2, dit « Base élèves », <b>inquiète de nombreuses personnes et associations soucieuses de défendre les libertés individuelles fondamentales</b>.</i></p>
<p class="spip"><i> Des organisations syndicales d’enseignants soulignent que dans le contexte actuel d’arrestation et d’exclusion des sans-papiers et de durcissement de la loi sur la délinquance des mineurs, <b>« l’utilisation de données individuelles à des fins non scolaires comme la possibilité d’un fichage sont réelles »</b>. Mais qu’est-ce que la « Base élèves » ?</i></p>
<p class="spip"><u><b>Base Elèves </b></u></p>
<p class="spip"><i>Ce système est expérimenté depuis décembre 2004 et a été généralisé en 2008. Mais en 2007, près de 80 % des écoles utilisaient déjà ce fichier. Le ministère de l’éducation nationale dit avoir mis en oeuvre un système d’information « pour aider à la gestion des élèves et au pilotage académique du 1er degré ». </i></p>
<p class="spip"><i>Selon l’éducation nationale l’application informatique permet en effet d’effectuer les opérations suivantes :</i></p>
<ul>
<li><i> l’inscription scolaire, sous la responsabilité du maire ;<br />
</i></li>
<li><i>l’admission d’un élève par le directeur d’école ;<br />
</i></li>
<li><i>la répartition des élèves dans les classes et les groupes, le suivi de la scolarité et des passages ;<br />
</i></li>
<li><i>la radiation d’un élève (et procédure de non fréquentation) ;<br />
</i></li>
<li><i>la gestion courante du directeur d’école (édition de listes d’élèves, fiches de renseignements, documents administratifs) ;<br />
</i></li>
<li><i>le suivi des effectifs au niveau de l’école ;<br />
</i></li>
<li><i>l’attribution automatique de l’identifiant national de l’élève (INE) ;<br />
</i></li>
<li><i>le suivi des effectifs au niveau de l’IEN, l’IA et le rectorat ;<br />
</i></li>
<li><i>la prévision des effectifs de l’école ;<br />
</i></li>
<li><i>l’utilisation de la Base par l’IEN, l’IA et le rectorat, l’amélioration des statistiques académiques et nationales.</i></li>
</ul>
<p class="spip"><i><b>Dans la pratique, il s’agit de partager des informations entre l’éducation nationale et les communes (directeurs d’école, mairies, inspecteurs de circonscription, inspecteurs d’académie)</b>. Les objectifs du système « Base élèves 1er degré » affichés par l’éducation nationale sont la facilitation du travail administratif du directeur d’école et des échanges d’informations avec les inspecteurs de l’éducation nationale et académiques ; le partage des informations avec les mairies et le suivi du parcours des élèves. </i></p>
<p class="spip"><i>Les bases de données sont nominatives et ont été déclarées à la CNIL en 2004. <b>Les bases de données nominatives</b> sont accessibles « uniquement » aux acteurs locaux (directeurs d’école, mairies, inspecteurs de circonscription, inspecteurs d’académie, directeurs des services départementaux). </i></p>
<p class="spip"><i>Les rectorats et l’administration centrale n’ont accès qu’aux données anonymes pour permettre des suivis statistiques. </i></p>
<p class="spip"><i>Dans tous les cas, <b>« Base élèves » a avant tout été pensé pour échanger et stocker des informations entre l’école et la mairie</b>. On peut ainsi lire sur le site de l’Inspection Académique de Seine-Maritime : « Base Elèves 1er degré : il s’agit de proposer aux éditeurs des logiciels de Mairie ou de Directeur d’école ainsi qu’aux villes réalisant elles-mêmes leurs propres applications informatiques, des solutions d’interface permettant d’échanger des données avec Base Elèves 1er Degré ». </i></p>
<p class="spip"><i>Par ailleurs, on peut noter qu’après de fortes contestations, notamment du « Réseau éducation sans frontières » (RESF), depuis octobre 2007, le ministre de l’Education nationale a confirmé que les directeurs d’école n’ont plus à renseigner trois données dans le logiciel « Base élèves » : la nationalité des élèves, leur langue de culture d’origine, la date d’entrée en France des enfants de nationalité étrangère. </i></p>
<p class="spip"><i>Cependant, nous avons pu constaté qu’actuellement ces items apparaissent encore sur les fiches de renseignement des directeurs d’école (une étoile souligne seulement que ces données ne sont pas obligatoires). </i></p>
<p class="spip"><i>Dans ces conditions, malgré la suppression officielle de toute référence à la nationalité, <font color="#ff0000"><b>des syndicats et la « Ligue des droits de l’homme » (LDH) revendiquent toujours la suppression pure et simple, dans son intégralité, du fichier « Base élèves »</b></font>. </i></p>
<p class="spip"><i>En revanche, contre toute attente, le bureau national de la FCPE communique une note d’information le 1er février 2008 qui participe à troubler, voire à casser les mobilisations collectives qui se mettaient en place un peu partout en France, notamment sous l’impulsion des comités locaux de la Fédération des conseils de parents d’élèves. En effet, ne voulant pas remettre en cause à priori les garanties apportées par le gouvernement concernant notamment l’absence de transfert de données sensibles aux mairies, cette note indique que <b>« la FCPE ne s’oppose pas à la mise en oeuvre du logiciel « base élèves premier degré ». (…)</b> </i></p>
<p class="spip"><i>Refusant de s’inscrire dans une démarche qui repose sur des approximations et entretient un climat de suspicion, la FCPE n’est pas signataire de la pétition initiée par la Ligue des droits de l’Homme, tout comme deux des trois syndicats d’enseignants du premier degré (SE-UNSA et SGEN-CFDT). » </i></p>
<p class="spip"><i>Cependant, refusant de s’inscrire dans cette logique « naïve » considérée comme un acte de traîtrise par de nombreux militants antisécuritaires et parents d’élèves adhérents de la FCPE mais ne souhaitant pas donner quitus au gouvernement sécuritaire Sarkozy, à l’extérieur et à l’intérieur de la FCPE, le combat contre le système de fichage « base élèves » continue de s’organiser (voir le texte publié le 6 février 2008 par le groupe Claris sur son blog). </i></p>
<p class="spip"><i>Ces acteurs n’acceptent pas cette idée sousjacente au sein du système « Base élèves » : au lieu de se focaliser sur la compréhension des causes multiples propices au développement des difficultés scolaires, les pouvoirs publics jugent préférable de repérer des individus et des groupes à risque dans l’optique de sécuriser des espaces prompts au désordre et de contrôler les populations statistiquement susceptibles de produire des turbulences. Mais faisons la liste des principales critiques émises à l’encontre de ce fichier.</i></p>
<p class="spip"><i><b>De fortes craintes de dérapages sécuritaires </b></i></p>
<p class="spip"><i>« Base élèves » n’est pas la simple version informatique des anciennes fiches administratives remplies par les directeurs d’école et ne sortant pas des écoles. Les nombreuses données personnelles sont en effet centralisées au niveau académique. Les maires ont accès à ces données et suivent les enfants durant toute la durée de leur scolarité. </i></p>
<p class="spip"><i>Des organisations syndicales expriment dès lors une grande crainte que les fichiers « Base élèves » soient finalement interconnectés avec d’autres « fichiers », notamment ceux de la justice, des services sociaux, des caisses d’allocations familiales. </i></p>
<p class="spip"><i><font color="#ff0000"><b>Il apparaît donc possible de constituer au niveau municipal des « listes rouges » d’enfants et de familles considérés à risque qu’il faudrait surveiller tout particulièrement</b></font>. Avec de tels fichiers, l’institutionnalisation de l’étiquetage négatif à vie de personnes et de familles un temps en difficulté est ainsi instauré. Il existe en fait un risque réel de détournement des objectifs officiels de « Base élèves » (outil administratif) en instrument informatique de contrôle social. Dans ce cas, l’école ne serait plus un espace de convivialité et d’éducation mais une institution de triage et de fichage des enfants et des familles d’où une perte de confiance des familles dans la « communauté éducative ». </i></p>
<p class="spip"><i>L’exemple des fichiers de police (FNAEG - Ficher national automatisé des empreintes génétiques-, ou du STIC -Système de traitement des infractions constatées-, comprenant 22 millions de Français fichés) devenus un « casier judiciaire bis » ayant des conséquences dramatiques dans le domaine de l’emploi, est un précédent qui est de mauvaise augure pour « Base élèves ». </i></p>
<p class="spip"><i>Il existe également la crainte, au nom de la rationalisation des services, que la récolte d’items sensibles renforce la stigmatisation de certaines catégories de populations, notamment des minorités ethno-culturelles : un responsable du service scolarité d’une grande ville de Seine-Maritime nous a indiqué qu’il avait un temps pensé pouvoir informatiser la religion des parents pour faciliter le comptage des repas « sans porc » à la cantine. A quand le recensement ethno-racial des enfants de la République ? (on peut signaler que le Conseil constitutionnel a récemment sanctionné l’article 63 sur les « statistiques ethniques » initialement intégré dans la dernière loi sur le contrôle de l’immigration). A quand le croisement de données sociales avec des données raciales jugées à risque ?</i></p>
<p class="spip"><i>En outre, une forte critique concerne l’information aux familles de l’existence de « Base élèves ». <font color="#ff0000"><b>Celle-ci n’a effectivement pas été réellement faite alors que les informations collectées interrogent fortement l’éthique</b></font>. Y figure l’intégralité du parcours des enfants, redoublement, absentéisme, suivi en réseau d’aide incluant le soutien psychologique (le passif d’un enfant peut donc lui nuire tout au long de sa scolarité). </i></p>
<p class="spip"><i>Plus précisément, le volet « Besoins éducatifs » de « Base élèves » consigne toutes les données personnalisées de l’enfant : </i></p>
<ul>
<li><i>difficultés scolaires, suivi en Réseau d’aides spécialisées aux élèves en difficulté (RASED) [<a href="http://www.ldh-toulon.net/spip.php?article2580#nb3" name="nh3" id="nh3" class="spip_note" title="nh3">3</a>], projet d’accueil individualisé, intégration en CLIS, SAPAD (services d’assistance pédagogique à domicile) ;<br />
</i></li>
<li><i>absentéisme ;<br />
</i></li>
<li><i>suivi médical, psychologique, psychiatrique ;<br />
</i></li>
<li><i>situation de famille (suivi social).<br />
</i></li>
</ul>
<div class="texte" style="text-align:justify;"><i>Or, pour des enseignants, « aider un enfant ne se résume pas à cocher quelques cases. Dans tous les cas, cela ne peut pas justifier une rupture de confidentialité entre l’école et les familles. Face à l’ensemble de ces critiques, la Ministère de l’Education nationale se contente de réfuter l’ensemble de ces accusations assimilées à de la paranoïa. Pour l’Education nationale, les fichiers scolaires existent en effet depuis 1982 : SCONET est un système similaire à « Base élèves » mis en oeuvre depuis 10 ans dans le Secondaire sans que des problèmes soient remontés pour le moment. </i></div>
<div class="texte" style="text-align:justify;"></div>
<div class="texte" style="text-align:justify;"><i>Pour autant, personne n’est à l’abri d’un Bug informatique comme ont pu le constater dernièrement 25 millions de Britanniques dont les bases de données personnelles sont parties « dans la nature » [<a href="http://www.ldh-toulon.net/spip.php?article2580#nb4" name="nh4" id="nh4" class="spip_note" title="nh4">4</a>].</i></div>
<p class="spip"><i>Pour autant, face aux dérives possibles de « Base élèves », des solutions existent : d’un côté, sans s’opposer à la modernisation et à la rationalisation de la gestion « opérationnelle » des élèves durant leur cursus scolaire, et d’un autre côté, aussi éviter les risques de fichage sécuritaire et stigmatisant des enfants et leurs familles, des syndicats et associations de droits de l’homme font appel aux directeurs d’école pour neutraliser plusieurs champs de « Base élèves » (nationalité, RASED, absentéisme et tout autre item pouvant nuire au développement de l’enfant). </i></p>
<p class="spip"><i>Les parents (lors des conseils d’école) peuvent également s’assurer que l’ensemble des données problématiques sont effacées chaque fin d’année. Malgré sa note d’information (voir plus haut), la Fédération des conseils de parents d’élèves (FCPE) a néanmoins demandé au niveau national que « Base élèves » ne contienne que des données utiles à la scolarité des enfants et surtout que ces données ne soient pas consultables par des tiers, notamment les services municipaux. </i></p>
<p class="spip"><i>La LDH de Toulon appelle même à la « désobéissance civile » (voir les conseils <a href="http://www.ldh-toulon.net/spip.php?article2404" class="spip_in">pratiques aux parents</a><a href="http://petition.bigbrotherawards.eu.org/Signez-la-petition-pour-le-retrait-de-Base-eleves" class="spip_url spip_out">http://petition.bigbrotherawards.eu...</a>).</i> et aux enseignants sur www.ldh-toulon.net et signer la pétition du collectif rennais CORRESO contre la Base élèves sur le site Internet :</p>
<p class="spip"><i><b>Conclusion</b></i></p>
<p class="spip"><i>Pour socialiser les enfants, notamment ceux des milieux populaires, faut-il se satisfaire du renforcement du contrôle social, de la surveillance et de la délation des jeunes et des familles désignés comme particulièrement à risque ou, au contraire, tenter d’autres formes d’actions, notamment la mise en oeuvre d’une réelle politique de prévention, cette fois, non confondue avec une politique de répression ? </i></p>
<p class="spip"><i>Dans la pratique, il s’agit dès lors de donner des moyens à la justice, aux travailleurs sociaux professionnels, aux associations laïques, aux enseignants, de favoriser la mise en oeuvre de projets pédagogiques innovants et de respecter la culture professionnelle des acteurs éducatifs (la loi de prévention du 5 mars 2007, <b>en annulant le secret professionnel des travailleurs sociaux vient remettre en question leur capacité d’agir</b>. </i></p>
<p class="spip"><i>Donc, quelle confiance donner à des acteurs sociaux perçus comme des délateurs ?). Plus généralement, il s’agit de ne pas céder aux logiques simplistes de désignation des « bons jeunes » et des « mauvais jeunes », des « bons parents » et des « mauvais parents », des « bons immigrés » et des « mauvais immigrés », de ne pas abandonner le combat politique pour faire disparaître le retour de « l’incertitude de l’existence » (décomposition de l’Etat-providence, précarisation de l’emploi), d’établir de l’égalité dans l’accès à l’école, à l’emploi, au logement…</i></p>
<p class="spip"><i> Paradoxalement, nous avons montré (</i><i>Turbulences. Comprendre les désordres urbains et leur régulation</i><i>, éd. Aux lieux d’être, 2007) que c’est lorsque les logiques sécuritaires et de contrôle l’emportent sur les logiques d’intégration, de prévention, de reconnaissance et de confiance que les violences éclatent. </i></p>
<p class="spip"><i>Contrairement aux idées reçues, nos sociétés dérégulées (d’un point de vue politique et économique) ne sont pas confrontées à de l’anomie ou de la désorganisation sociale <font color="#ff0000">mais à de l’hyper-contrôle social et à la multiplication des inégalités et des injustices sociales</font>.</i></p>
<div align="right"><i><b>Manuel Boucher</b>, sociologue</i></div>
</div>
<p><!-- finde_surligneconditionnel --></p>
<h2><i>Notes</i></h2>
<p><!-- debut_surligneconditionnel --></p>
<p class="spip_note"><i>[<a href="http://www.ldh-toulon.net/spip.php?article2580#nh1" name="nb1" class="spip_note" title="nb1">1</a>] Le numéro 4 de la revue du groupe Claris, consacré   à </i><i>La municipalisation des politiques de sécurité</i><i> est librement téléchargeable : <a href="http://90plan.ovh.net/%7Egroupecl/IMG/pdf/Claris._La_revue_n4.pdf" class="spip_url spip_out">http://90plan.ovh.net/~groupecl/IMG...</a>.</i></p>
<p class="spip_note"><i>[<a href="http://www.ldh-toulon.net/spip.php?article2580#nh2" name="nb2" class="spip_note" title="nb2">2</a>] Voir les commentaires du décret du 15 février 2008 sur le blog claris : <a href="http://groupeclaris.wordpress.com/" title="Groupe claris">http://groupeclaris.wordpress.com/</a></i></p>
<p class="spip_note"><i>[<a href="http://www.ldh-toulon.net/spip.php?article2580#nh3" name="nb3" class="spip_note" title="nb3">3</a>] Créés en 1990, par transformation des GAPP, les Réseaux d’Aides Spécialisées aux Elèves en Difficulté ont pour mission de fournir des aides spécialisées à des élèves en difficulté dans les classes ordinaires, en coopération avec les enseignants de ces classes, dans ces classes ou hors de ces classes. Il comprennent des enseignants chargés des aides à dominante pédagogique, les « maîtres E », des enseignants spécialisés chargés des aides à dominante rééducative, les « maîtres G » et des psychologues scolaires.</i></p>
<p class="spip_note"><i>[<a href="http://www.ldh-toulon.net/spip.php?article2580#nh4" name="nb4" class="spip_note" title="nb4">4</a>] En novembre 2007, le Trésor public Britannique a égaré deux disques contenant la base de données des allocations familiales, soit les noms, dates de naissance, numéros de sécurité sociale et coordonnés bancaires des bénéficiaires. Or, le journal Libération du 22 novembre 2007 a retranscrit une interview de Ross Anderson, professeur en sécurité informatique à l’université de Cambridge qui assure qu’il s’y attendait : « Avec d’autres experts, nous avons cessé de prévenir le gouvernement contre le développement d’immenses systèmes centralisés, comme le Child Database recensant tous les enfants britanniques, leur histoire scolaire, sociale et médicale. Ailleurs, le nouveau système information de la NHS (le service national de santé) va rassembler les informations de 50 millions de patients. <font color="#ff0000">Ces bases de données sont impossibles à sécuriser</font> ».</i></p>
<p> ---------------------------------------------8&#60;-------------------------------------------</p>
<p><u><b>Autres liens:</b></u></p>
<p>- <a href="http://baseeleves38.wordpress.com/category/analyses/" title="Analyses base élèves">http://baseeleves38.wordpress.com/category/analyses/</a></p>
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</item>
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<title><![CDATA[15 février 2008 : naissance d’un nouveau fichier appellé «Traitement automatisé relatif au recensement des enfants soumis à l’obligation scolaire et à l’amélioration du suivi de l’assiduité]]></title>
<link>http://baseeleves38.wordpress.com/2008/03/14/15-fevrier-2008-naissance-d%e2%80%99un-nouveau-fichier-appelle-%c2%abtraitement-automatise-relatif-au-recensement-des-enfants-soumis-a-l%e2%80%99obligation-scolaire-et-a-l%e2%80%99amelioration-du-su/</link>
<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 10:42:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>baseeleves38</dc:creator>
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<description><![CDATA[
Source: Un article de Claude-Marie Vadrot dans le dernier numéro de Politis (jeudi 13 mars 08). Ci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class="entry">
<div class="snap_preview">Source: Un article de Claude-Marie Vadrot dans le dernier numéro de Politis (jeudi 13 mars 08). Ci-dessous, le début puis la fin de cet article——————————————————8&#60;——————————————————</p>
<p><i>Un mandat de shérif ?</i></p>
<p><i>Un nouveau décret autorise les maires à avoir accès à un outil de fichage des élèves de primaire et de leurs parents, au nom de « la prévention de la délinquance ».</i></p>
<p><i>La panoplie des <a href="http://fr.wikipedia.org/wiki/Maire_%28France%29" title="maire">maires</a> désireux de se transformer en shérifs et de contrôler par fichage leurs administrés de tous âges vient de s’enrichir d’un décret publié discrètement au Journal officiel du <a href="http://www.legifrance.gouv.fr/affichTexte.do?cidTexte=JORFTEXT000018122694&#38;dateTexte=&#38;oldAction=rechJO" title="Décret du 15 février 2008">15 février 2008</a>. Un cadeau préélectoral pour lequel, avant le deuxième tour, les électeurs devront demander des comptes et des précisions, les élus de gauche étant parfois autant tentés que leurs collègues de droite d’accroître leurs « connaissances » des habitants d’une commune. </i></p>
<p><i>Ce fichier préprintannier leur permettra de prendre des «mesures à caractère social ou éducatif dans le cadre des compétences qui leur sont conférées ». Découlant de la loi dite de <a href="http://www.assemblee-nationale.fr/12/dossiers/prevention_delinquance.asp" title="Prévention de la délinquance, répression sociale">«prévention de la délinquance »</a>, il vient compléter le  dispositif qui, depuis 2002, et sous la direction vigilante d’un  <a href="http://fr.wikipedia.org/wiki/Minist%C3%A8re_de_l%27Int%C3%A9rieur_%28France%29" title="ministère de l'intérieur">ministre de l’Intérieur</a> devenu président de la République, <b>a patiemment  et plus ou moins clandestinement transformé les maires en auxiliaires de  police et de la répression sociale</b>. <b>Notamment pour les populations les  plus fragiles, les étrangers et les sans-papiers. Mais plus largement  pour tout monde</b>.</i></p>
<p><i>Dernier cadeau de l’ex-ministre de l’Intérieur, avec l’accord du  ministère de <a href="http://fr.wikipedia.org/wiki/Minist%C3%A8re_de_l%27%C3%89ducation_nationale" title="Ministère de l'éducation nationale">l’Éducation nationale</a> et du <a href="http://fr.wikipedia.org/wiki/Minist%C3%A8re_des_affaires_sociales" title="Ministère des affaires sociales">ministère des Affaires sociales</a>  : <u><b>depuis le 15 février 2008, une nouvelle clause autorise les maires à avoir accès à ce fichier, notamment pour la partie concernant les absences scolaires, l’irrégularité de la scolarité et le suivi psychologique</b></u>.  Chaque élu aura ainsi accès, toujours au nom de<a href="http://citron-vert.info/spip.php?article772" title="Préention de la délinquance"> «la prévention de la  délinquance »</a>, à tous les détails sur le comportement des élèves et de  leurs parents. </i></p>
<p><i>D’après le décret, <b>ce fichier s’appelle « Traitement automatisé relatif au recensement des enfants soumis à l’obligation scolaire et à l’amélioration du suivi de l’assiduité »</b>. </i></p>
<p><font color="#ff0000"><b><i>Derrière les  nouvelles compétences qu’il offre aux maires, se cache surtout <u>un nouvel  instrument de surveillance du versement des aides sociales</u>.</i></b></font></p>
<p><i><b>Au-delà du maire, l’autorisation de consulter ce fichier devrait s’étendre aux élus que l’édile désignera, aux agents communaux, au président du conseil général et à ses conseillers, aux agents de la caisse des écoles, à l’inspecteur d’académie ou à ses représentants… Beaucoup d’indiscrets potentiels</b>. </i></p>
<p>————————————————————-8&#60;——————————–</p>
<p>- <a href="http://www.legifrance.gouv.fr/affichTexte.do?cidTexte=JORFTEXT000018122694&#38;dateTexte=&#38;oldAction=rechJO" title="Un nouveau fichier pour la répression sociale">http://www.legifrance.gouv.fr/affichTexte.do?cidTexte=JORFTEXT000018122694&#38;dateTexte=&#38;oldAction=rechJO</a>(”II. <i>― Il est créé, après la sous-section 2 de la section 1 du chapitre Ier du titre III du livre Ier du même code, une sous-section 3 intitulée : « Traitement automatisé relatif au recensement des enfants soumis à l’obligation scolaire et à l’amélioration du suivi de l’assiduité » composée des articles ci-après :<br />
« Art.R. 131-10-1. ― En application de l’article L. 131-6, <font color="#000000"><b>le maire peut mettre en œuvre un traitement automatisé de données à caractère personnel ayant pour finalités de procéder au recensement des enfants soumis à l’obligation scolaire résidant dans la commune et de recueillir les informations concernant l’inscription et l’assiduité scolaires de ces enfants afin de lui permettre de prendre les mesures à caractère social ou éducatif dans le cadre des compétences qui lui sont conférées, notamment par les articles L. 141-2 et L. 222-4-1 du code de l’action sociale et des familles</b></font>.<br />
« Art.R. 131-10-2. ― Les catégories de données enregistrées sont les suivantes :<br />
« 1° Nom, prénoms, sexe, date et lieu de naissance et adresse de l’enfant soumis à l’obligation scolaire ;<br />
« 2° Nom, prénoms, adresse et profession de la ou les personnes responsables de l’enfant, au sens de l’article L. 131-4 ;<br />
« 3° Nom, prénom et adresse de l’allocataire des prestations familiales ; </i>“)</div>
</div>
<p><a href="http://resistance38.wordpress.com/2008/03/19/le-nouveau-site-officiel-du-cirbe-cest-httpbaseeleves38wordpresscom/"></a></p>
]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Base élèves : refus total du GIRAAF]]></title>
<link>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=47</link>
<pubDate>Sun, 09 Mar 2008 15:34:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>baseeleves38</dc:creator>
<guid>http://baseeleves38.wordpress.com/?p=47</guid>
<description><![CDATA[

Ce document est le fruit du travail du Groupe Intersyndical de Réflexion et d&#8217;Action contre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://baseeleves38.wordpress.com/2008/03/09/base-eleves-refus-total-du-giraaf/99/" rel="attachment wp-att-99" title="sconet2.jpg"></a></p>
<div style="text-align:center;"><a href="http://baseeleves38.wordpress.com/2008/03/09/base-eleves-refus-total-du-giraaf/99/" rel="attachment wp-att-99" title="sconet2.jpg"><img src="http://baseeleves38.wordpress.com/files/2008/03/sconet2.jpg" alt="sconet2.jpg" /></a></div>
<p>Ce document est le fruit du travail du Groupe Intersyndical de Réflexion et d'Action contre l’Autoritarisme et le Fichage (GIRAAF) qui se réunit en AG ouvertes (rassemblant des personnes adhérentes et sympathisantes de divers syndicats)  le 1er mercredi de chaque mois à 10 heures dansles locaux de SUD-Education, 12 bis rue des Trembles à Grenoble (tram A : Arrêt La Bruyère).</p>
<p><a href="http://baseeleves38.wordpress.com/2008/03/09/base-eleves-refus-total-du-giraaf/101/" rel="attachment wp-att-101" title="be_non_3.jpg"></a></p>
<div style="text-align:center;"><a href="http://baseeleves38.wordpress.com/2008/03/09/base-eleves-refus-total-du-giraaf/101/" rel="attachment wp-att-101" title="be_non_3.jpg"><img src="http://baseeleves38.wordpress.com/files/2008/03/be_non_3.jpg" alt="be_non_3.jpg" /></a></div>
<p align="center"><b>BASE ELEVES (BE): REFUS TOTAL!</b></p>
<p align="center"><u><b>Ce que prétend l'administration</b></u></p>
<blockquote><p><b><font color="#0000ff">«Désormais, BE est sécurisée!»</font></b></p></blockquote>
<p>On se souvient qu’en juin 2007 BE a dû être arrêtée le temps de changer les mots de passe des écoles (qui auparavant étaient les mêmes que les identifiants des écoles, accessibles à tous). Alors, aujourd’hui, tout roule?</p>
<p>Qui peut sérieusement garantir que la transmission par internet met BE à l’abri d’intrusions privées? Le piratage a vaincu des systèmes bien mieux protégés!<br />
Qui peut sérieusement garantir que les maires n’auront pas accès, tôt ou tard, à l’ensemble des données de BE?</p>
<blockquote><p><font color="#0000ff"><b>«Désormais, les champs qui posaient problème ont été supprimés!"</b></font> <b><font color="#0000ff">(nationalité, date d’entrée sur le territoire …)</font></b></p></blockquote>
<p>C’est le miel utilisé par le ministère pour tenter de stopper la contestation liée aux droits de l’homme. N’est-ce pas plutôt de la vaseline? <font color="#ff0000"><b>Le logiciel n’ayant pas été remplacé, on a rendu ces champs invisibles mais ils demeurent sous-jacents dans la base</b></font>: une simple manipulation peut les faire réapparaître, suite à une décision ministérielle.</p>
<p>Des données sensibles, certes facultatives, restent présentes: celles liées à la scolarité.<br />
Il est très facile, une fois le système en place, d’élargir les champs: résultats aux évaluations, incidents scolaires, renseignements privés sur les familles …</p>
<blockquote><p><b><font color="#0000ff">«Désormais, place à la modernité!»</font></b></p></blockquote>
<p>«Plus d’enquête 19, les directeurs seront soulagés et disposeront de nouveaux outils de gestion!» «La carte scolaire sera facilitée et plus juste!» <font color="#ff0000"><b>Les écoles n’ont pas attendu BE pour utiliser des logiciels de gestion, là n’est pas la question</b></font>.<br />
Que pèsent le «soulagement» administratif et les quelques nouveaux outils de gestion dans le travail global de direction d’une année scolaire (d’autant plus qu’on trouvera toujours de nouvelles tâches administratives) ?</p>
<ul>
<li>En quoi cela profitera-t-il aux élèves?</li>
<li>Que pèsent ces «carottes» (avec également des dotations informatiques dans certaines écoles par l’IA) face aux enjeux de société décrits ci-dessous?</li>
</ul>
<p>Avec BE, la carte scolaire deviendrait presque exclusivement arithmétique, il n’y aurait plus de place pour des facteurs humains ou des spécificités locales. Il est vrai qu’avec le soutien scolaire Darcos, désormais sous forme d’heures sups pour les élèves en difficultés, au détriment de l’individualisation pendant la classe et du RASED, les effectifs des classes (qui seraient alourdis par les économies d’échelle liées à la création des EPEP) n’ont plus d’importance: place à la politique gestionnaire avec culture du résultat (LOLF).</p>
<p align="center"><u><b>Quel rapport de force en Isère ?</b></u></p>
<p>L’administration tente de forcer la main à des directeurs, envoyant les IEN au charbon, niant au passage l’existence des équipes. Elle méprise les résistances des collègues, des municipalités (dont Grenoble) et des parents d’élèves. Elle s’appuie sur les jeunes directeurs en formation. Cette stratégie dévoile à notre avis ses inquiétudes face au faible nombre de volontaires pour la seconde phase (sur trois) de la généralisation (2008-2009).</p>
<p>Mais l’administration tait son rôle <b>dans la mise en place d’une dérive sécuritaire et liberticide</b>. Elle compte s’appuyer sur l’obéissance des fonctionnaires mais ces derniers s’avèrent moins dociles que prévu. <b>Elle nie les problèmes de conscience que posent BE aux enseignants</b>, qui n’ont pas choisi ce métier pour exercer des missions de contrôle de la population.</p>
<p>D’après elle ces problèmes n’auraient plus lieu d’être <font color="#ff0000"><b>avec le retrait <u>–provisoire!-</u></b></font> des champs liés à la nationalité. Nous pensons au contraire que la mise en place de BE est contraire aux principes de la Déclaration des Droits de l’Homme et du Citoyen, notamment en terme de liberté. Nous pouvons donc, en tant que fonctionnaires, <b>exercer notre refus d’obéissance, cette déclaration se plaçant constitutionnellement au-dessus de toutes les lois.</b></p>
<p>La force de notre résistance s’appuie donc sur deux pôles indissociables: l’objection de conscience individuelle etla mobilisation collective.</p>
<p>Profitons de la dernière année scolaire avant la tentative d’imposition en force de BE à toutes les écoles et avant la probable répression pour construire ce rapport de force.</p>
<blockquote><p> <b><font color="#0000ff">«Désormais, BE est obligatoire!»</font></b> <b><font color="#0000ff">«On n’est plus dans la phase expérimentale!» «BE (organisation administrative de l’école) n’est pas de la compétence du Conseil d’école!» «La CNIL n’a pas à donner un avis préalable à une base de données administratives!» «Les parents ont accès aux informations contenues dans BE!»</font></b></p></blockquote>
<p>L’administration s’appuie sur l’obéissance du fonctionnaire mais pas sur des textes, car BE ne sera obligatoire qu’à la rentrée 2009.</p>
<ul>
<li>L’inscription des élèves est bien de la compétence du Conseil d’Ecole (CE).</li>
<li><font color="#ff0000"><b>C’est même une faute professionnelle de ne pas mettre BE à l’ODJ du Conseil d’Ecole !</b></font></li>
</ul>
<p>Si BE n’a effectivement pas besoin de l’avis de la CNIL, comment un système aux conséquences aussi déterminantes peut-il se mettre en place<br />
en l’absence totale de débat public?<br />
Il appartient effectivement aux directeurs d’informer les parents de l’école des renseignements facultatifs saisis et les parents peuvent effectivement obtenir la communication de ces renseignements. Mais il est loin d’être évident que ces dispositions théoriques seront suivies d’effets. <b>D’ailleurs, les familles les plus concernées par les renseignements relatifs à la scolarité sont celles pour qui l’accès à des documents administratifs pose le plus de difficultés (encore faut-il qu’elles soient au courant du fichage de leurs enfants).</b></p>
<p align="center"><u><b>Ce que cache l'administration</b></u></p>
<p><u><b>Le fichage nominatif centralisé, un progrès pour l’humanité?</b></u></p>
<blockquote><p><b></b><i>«… C’est exactement la société que prévoyait Aldous Huxley dans son roman Le Meilleur des mondes, <b>une humanité où chacun serait défini, catalogué, mis aux normes</b>. <b>Le concept même de personne autonome, capable d’exercer sa liberté, disparaîtrait</b>. </i></p>
<p><i>Un des aspects les plus insupportables de ce projet, tel qu’il a été présenté par la presse, est l’établissement d’un document qui suivra le jeune au long de sa scolarité : inscrit dans un registre ou sur un disque d’ordinateur, ce document, avatar du casier judiciaire, permettra, au moindre incident, d’exhumer son passé.</i></p>
<p><i> S’il est pris à dix-sept ans à faire l’école buissonnière ou à taguer un mur du lycée, ce comportement pourra être rapproché de son instabilité caractérielle déjà notée au cours préparatoire. Cet enfermement dans un destin imposé par le regard des autres est intolérable, il est une atteinte à ce qu’il y a de plus précieux dans l’aventure humaine : la possibilité de devenir autre …»</i></p></blockquote>
<p><b> Albert Jacquard.</b></p>
<blockquote><p><i>«… Tout abandon d’une parcelle de liberté est définitif. La protection des données, c’est comme l’environnement et la biodiversité: ce qui est peu à peu grignoté n’est jamais reconstitué …»</i></p></blockquote>
<p><b>Françoise Dumont, de la LDH.</b></p>
<blockquote><p><i>« Quiconque est prêt à sacrifier sa liberté pour un peu de sécurité<br />
provisoire ne mérite ni l’une ni l’autre.»</i></p></blockquote>
<p><b>